Nathalian Vandemor - Lasombra - Sabá

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Nathalian Vandemor - Lasombra - Sabá

Mensagem por Arcebispo Altobello em Ter Out 19, 2010 6:14 pm

Nome: Matheus Henrique
Personagem: Nathalian Vandemor (Natan)
Clã: Lasombra
Natureza: Monstro
Comportamento: Sobrevivente
Geração: 8º
Refugio: Mansão Abandonada
Conceito: Não sou mais humano... Então porque eu deveria me portar como um...?


Experiência:


ATRIBUTOS (7-5-3)

Físicos
- Força: 1
- Destreza: 2
- Vigor: 3

Sociais
- Carisma: 3
- Manipulação: 4
- Aparência: 3

Mentais
- Percepção: 2
- Inteligência: 4
- Raciocínio: 2


HABILIDADES (13-9-5)

Talentos
- Prontidão:
- Esportes:
- Briga:
- Esquiva: 3
- Empatia: 1
- Expressão:
- Intimidação: 2
- Liderança:
- Manha: 1
- Lábia: 2

Perícias
- Empatia c/ Animais:
- Ofícios:
- Condução:1
- Etiqueta:1
- Armas de Fogo:
- Armas Brancas: 1
- Performance:
- Segurança:
- Furtividade: 2
- Sobrevivência:

Conhecimentos
- Acadêmicos: 2
- Computador: 2
- Finanças: 3
- Investigação:
- Direito:
- Lingüística: 3 (Arcano, Latin, Ingles, Espanho) - [Italiano]
- Medicina:
- Ocultismo: 3
- Política:
- Ciências:


VANTAGENS

Antecedentes (0)
Geração: 5 (5 Pontos de Bônus)
Recursos: 5 (5 Pontos de Bônus)



Disciplinas (4)

Tenebrosidade: 4
Dominação: ---
Potencia: ---



Virtudes (5)
- Convicção: 1

- Instinto: 1

- Coragem: 5



TRILHA DA NOITE: 2

FORÇA DE VONTADE: 5



PONTOS DE SANGUE: --- / 15 Pontos Máximos (Pode-se Gastar 3 Pontos Turno)



QUALIDADES - DEFEITOS

Qualidades
- Memória Eidética [-2]
- Concentração [-1]
- Imunidade ao Laço de Sangue [-3]
- Sono Leve [-2]
- Mansão [-2]
- Biblioteca de Ocultismo [-2]


Defeitos:
- Compulsão (Fumar) [+1]
- Macula do Apodrecimento [+1]
- Exclusão de Presas (Homens) [+1]
- Intolerância (Mendigos) [+1]
- Objetivo Condutor (Adquiri Conhecimentos Ilimitados, o conhecimento do oculto e suas grandes verdades...) [+3]


ITENS / EQUIPAMENTOS
- Sabre
- 2 Facas de Arremesso
- Celular
- Porta Cigarros de Prata com Isqueiro
- Notebook (costuma deixar na Mansão ou no Carro)



PRELÚDIO

Uma Carta as Sombras

Não me lembro bem de meu passado humano, não por tê-lo esquecido realmente, mas por considerar insignificante lembrar de algo banal como minha época mortal, afinal, sou um monstro bebedor de sangue desprovido de sentimentos como humanidade, porque me lembra de uma época que mesmo mortal eu já seria considerado desumano para os conceitos morais do rebanho.
Sou membro da família Vandemor que desde eras antigas ostenta a coroa negra em seu brasão, em meu passado vivi como carniçal de Alexia Vandemor por... O tempo é irrelevante de certa forma para mim, já que viverei para sempre enquanto beber do vitae mortal, mas creio que cerca de 40 a 50 anos seja uma base de minha vida meio-mortal...
Desde que me lembro sempre fora interessado pelo oculto, pelo sombrio, pelo imortal, uma das poucas coisas que me recordo de meu passado mortal é o medo, o medo de envelhecer e morrer, de definhar... E sempre em meu medo procurei o caminho que se pode me salvar deste destino tão misero reservado a seres míseros como o rebanho...
Eu procurei as trevas e elas vieram a mim... Minha família sempre possui a nobreza sombria em seu meio desde que se fundara, comerciantes marítimos, nos sempre nos envolvemos com tudo o que fosse lucrativo, desde o simples comercio de especiarias a pirataria financiada e trafico de escravos, ainda quando mortal, cuidara os assuntos financeiros daquela que seria minha mãe da noite, administrar o ouro nunca foi algo difícil para mim e assim meus cofres pessoais começaram a se encher... Mas havia muito mais do que o ouro... Havia a luxuria, o prazer, Alexia sempre fora generosa para comigo, mesmo no momento em que tomava de meu vitae para si e retribuía com um simples sorriso enquanto desaparecia nas sombras me deixando semi-morto em sua cama... Por anos assim fora, ate a noite sombria...
Ela finalmente me dera o reconhecimento que deseja, a imortalidade, total e sombria, Alexia bebera de mim ate a ultima gota e depois me dera de seu vitae, a dor, a dor é algo fabuloso neste momento, o medo da morte e a vontade de viver, a vontade de permanecer mesmo sabendo que seu corpo esta biologicamente morto, mas a dor lhe diz que ainda esta ali, mesmo se sua alma fora traga, sua consciência permanecera... Assim foi meu Abraço... Lembro-me de minha primeira vitima, uma criada de minha senhora, trazia ao aposento apenas para encontrar seu fim, por uma boa causa devo dizer, a sede é cruciante e o ato de a satisfazer lhe trás prazer imenso... Não me esqueço da primeira ação que fiz após soltar o corpo sem vida e vitae, Alexia me ofereceria um cigarro... E os fumo ate hoje...

Lembro-se de meus ritos, meu caixão... Um costume de minha família... O senhor sempre presenteia sua cria com um caixão e a primeiro nascer do sol deve ser dormido neste, ate os dias de hoje, gosto de repousar em meu caixão negro com detalhes em ouro e prata... Minha senhora foi generosa para comigo...
Estive com ela por muito tempo, aprendendo, sobre o oculto, sobre minha família, minha linhagem, sobre o caminho da noite, sobre minha verdadeira natureza como predador imortal desprovido de sentimentos humanos. Somos seres sombrios, criaturas da escuridão eterna e que o rebanho nos tema como seus predadores e senhores...
Alexia me presenteara com uma considerável quantia em terras e títulos aos quais somei á meus cofres de ouro... Neste momento eu fui livre, liberto por minha senhora, pois meu clã destruirá seu próprio grande progenitor para deixar o Grande Jogo... Somos livres, regidos por nossas próprias vontades e desejos...

Ainda busco o conhecimento que tanto almejava em minha época mortal, porem naquela simples época em uma existência medíocre como uma simples parte do rebanho, nunca imaginara o quanto era ignorante sobre o verdadeiro mundo, e me julgava um estudado... Tolo... Humano... Medíocre...

Fiz minha própria fortuna, nos dias de hoje tenho desde de ações na bolsa, títulos de mercado, reservas de ouro e jóias preciosas, imóveis, ate mesmo trafico de órgãos no mercado negro, não sou ligado a códigos éticos mortais, moralismo não trás ouro a meus cofres...
Parte de meus investimentos fora colocados em minhas pesquisas, livros, estudos, carros, ternos sobre medida, mulheres a quem beber do viate e me satisfazer....

Comprara uma grande propriedade há algum tempo onde decide estabelecer meu refugio, discreta e afastada, talvez algum vizinho distante se pergunte sobres os luxuosos carros na garagem da casa sempre vazia, meus verdadeiros domínios estão ao fundo, ou melhor, por debaixo da casa e lhe digo algo, o que viste na entrada da mansão nada se compara ao luxo de meus domínios, infelizmente poucos são meus convidados nos dias atuais...

Deve se perguntar sobre minha senhora...? ... A muito não a vejo, cada um seguira seu caminho e hoje não sou mais seu simples servo leal, hoje sou um predador como ela... O que ouvi sobre ela é que se tornara membro da Mão a cerca de tempos atrás... Quanto...? ... O tempo é algo banal para alguém que viverar eternamente meu caro... Mas possuo pouco mais de 100 anos como um amaldiçoado, ou pelo menos assim me lembro... Estivera com ela antes como seu servo de sangue e apos como um de seus filhos da noite...


O Sabá é o mais próximo que temos de uma real moralidade... Porque andar como cordeiro entre o rebanho quando sou o lobo que se alimenta dele...? ... Realmente creio que nunca irei compreender a Mascara... Mas infelizmente meus estudos tomam demasiadamente minha atenção durante meus tempos amaldiçoados... Porem sempre estarei a disposição para quando se for necessário, afinal, meu clã fora o fundador do Sabá, destruímos nosso patriarca para nos libertamos do grande jogo... Porque seguir a Mascara, os bonecos dos antigos em seu jogo de poder eterno...

Não a muito mais ao que se dizer... Sou o que sou... Um imortal, um bebedor do sangue, uma criança da escuridão... Um Guardião... Filho do clã da noite... Mestre da escuridão... Seguidor dos caminhos da Noite...

Sou o que sou e amo o que sou... Porque agir como humano quando acredito que nunca o fui realmente...?


Nathalian Vandemor...

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"Subirei aos céus, erguerei meu trono acima das estrelas de Deus
E lá, mais alto que as nuvens, serei como o Altíssimo." 
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