Central Park

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Re: Central Park

Mensagem por Katrine [apple.] em Seg Maio 02, 2011 6:30 pm

Zanzael


... Horário: 00:40 Um dia após a maioria dos players...
Zanzael volta ao Central Park, pois as forças e as energias sombrias que irradiavam do lugar era fascinantes para o infernalista que almejava encontrar seus objetivos através do conhecimento de efeitos ocultos que estavam por toda a parte do mundo... Conhecendo-as a fundo, seria possível, assim ele esperava, controlá-las ao seu bel prazer...

Ele então começa uma espécie de busca pelo Central Park. Observando a área com o binóculo, ele procura saber o que ocorreu ao café após sua partida.

Spoiler:
Zanzael rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 6 para percepção que resultou 8, 5, 9, 10, 6, 5, 1 - Total: 3 Sucessos
Zanzael rolou 1 dados de 10 lados com dificuldade 6 para especialização que resultou 6 - Total: 1 Sucessos

+1 DF para enxergar no escuro -1 DF por binóculos + Existência abençoada = 5 sucessos

Zanzael consegue perceber que o café estava fechado naquela noite. Os vidros ainda estavam quebrados, mas as luzes permaneciam apagadas. Com seu alto nível de observação, ele vê sangue pelas paredes externas do café e uma lata de lixo revirada. Mas não era aquilo que mais te chamava a atenção no momento. Algo lhe dizia que ir pra lá não era sensato agora.

Intrigado com a noite passada, o que ele procurava, na verdade, era revelar, através de seus conhecimentos sombrios, o que aquele ambiente peculiar como o Central Park tanto escondia dentro daquela floresta. Que criaturas eram aquelas, verdadeiramente? Ele começa um teste prolongado de ocultismo novamente.

Spoiler:
Zanzael rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 5 para percepção+ocultismo que resultou 4, 3, 6, 3, 4, 4, 5, 4 - Total: 2 Sucessos

Ele sente as mesmas presenças que sentiu na noite anterior. Criaturas perigosas, cheias de fúria, mergulhando na escuridão da floresta do Central Park, espreitando todos os que ali perto chegassem

Spoiler:
Zanzael rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 5 para percepção+ocultismo que resultou 4, 6, 4, 6, 3, 10, 4, 5 - Total: 4 Sucessos
Zanzael rolou 1 dados de 10 lados com dificuldade 5 para especialização que resultou 2 - Total: 0 Sucessos

Sentiu, ainda, um choque de poderes absurdamente sobrenaturais emanando dos esgotos do Central Park. Não eram energias ruins, porém muito fortes, o que provavelmente despertariam a curiosidade de Zanzael. Eram forças sobrenaturais e conhecimento era tudo o que importava para ele naquele momento. Mas, será que seria inteligente descer aos esgotos para saber que forças eram aquelas e arriscar sua própria não-vida, apenas em troca de conhecimento? O infernalista sabia que poderia correr um sério perigo indo de encontro ao local de onde emanavam tais energias.


Guidim Sanedi

Exatamente como ele esperava, ou até mais, efetivamente o taxista tinha mesmo os ouvidos atentos e estava colaborando. Quando ele falava de Débora, o teu interesse não seria tão despertado, já que a Diva era uma mulher muito famosa. Como taxista, não deveria ser uma tarefa difícil desobrir famosos que andavam frequentando um Teatro famoso na cidade. Mas quando o homem te dá a segunda informação, falando que havia percebido um possível furto de uma Ferrari bem ali no Central Park, o setita passava a focar seus interesses no seu mais novo achado de valor: o informante-taxista Jones.

Claro que ele precisaria checar a informação primeiro, porque das três uma: Ou o suposto ladrão era realmente um profissional; ou o dono do carro tido algum problema mecânico e estava tentando consertá-lo; ou o suposto ladrão era um sujeito completamente idiota, pois qualquer louco saberia que um carro da como aqueles não tinha um sistema de segurança assim tão simples, muito pelo contrário. Chips, alarmes, trava de motor, dentre diversas outras tecnologias que deixariam o dono tranquilo ao deixar seu carro no... Central Park?! Imbecil era o dono do carro, devia rasgar dinheiro. Só essa explicação.

Rodou o parque em busca do carro, mas quando finalmente encontra a bela máquina já era tarde demais. O motorista (ou o suposto ladrão) já estava dando partida, pisando fundo no acelerador. O carro era tão veloz que tudo fora tão rápido. Muito mal podia ver quem é que dirigia. Mas sim, poderia reconhecê-lo em outra oportunidade. Você olha no relógio: 03:25 am.

No demais, o Central Park continuava escuro e sombrio, como sempre. Os pequenos postes de luz não eram suficientes para iluminar o local gigantesco. Você deu uma semi-volta no parque, o que te afastava um pouco do portão principal de entrada.


Kyle Raymond


... Horário: 01:20 Um dia após a maioria dos players...
Após passar por maus bocados no Elísio com a frieza e desdém da dama gélida, os encantos de uma Primógena que tirou sua amiga de perto de si e das chantagens e jogos sem sentido de um Tremere venenoso, Kyle precisava relaxar um pouco, transportar e ocupar sua mente com a sua mais nova responsabilidade: John.
O cainita sabia que Camuel não havia gostado da idéia de abrir mão de seu segurança, mas ao menos poderia ganhar tempo, não largando John por aí, algo o vinculava fortemente a ele... Algo que deixa qualquer relação de amor, paixão ou amizade, como era o caso, ainda mais íntima. Tinha vontade de ensiná-lo e ajudá-lo. Aquilo poderia servir como uma experiência ímpar, auxiliando em seu amadurecimento.

-Fique atento, John. Essa aqui não é uma floresta qualquer. Não sei se o Camuel já te falou sobre isso, mas muitos lobisomens vivem aqui.

-- Na verdade, Kyle, Camuel muito pouco me ensinou a respeito do 'outro lado' do mundo. O que sei sobre o Central Park é apenas o que observo. E vejo como um lugar amedrontador. Mas... Lobisomens? Imaginei que não fosse encontrá-los aqui em Nova York -- ele diz parecendo surpreso.

-Não só lobisomens, é claro. A maioria dos vampiros que tem coragem de frequentar aqui, são do nosso clã. Creio que você não saiba muito sobre a nossa família, afinal, você conviveu até hoje com um Tremere. Mas eu vou te ensinar.

-- Na verdade, fui ensinado a sempre tratar o nosso clã com desdém... Mas vejo que meu pensamento mudou grotescamente

Ele te escutava, com paciência. Sabia que John não era muito sutil, mas com você ele buscava ser o mais respeitoso possível, pelo menos por enquanto...

-O nosso clã é conhecido como o clã da Besta. Isso porque nós somos muito ligados aos animais que vivem em nossas almas. Cada vampiro, sendo ou não Gangrel, tem uma Besta dentro de si. Ela é como se fosse o nosso instinto animalesco, e se não tomarmos cuidado, ela toma conta do nosso corpo. Quando estamos muito furiosos, com muita sede de sangue ou alterados emocionalmente de alguma forma, a besta tenta tomar conta de nós. E se ela conseguir, entramos em frenesi temporariamente, perdendo o controle do nosso corpo e agindo como um animal irracional. Para os Gangreis, isso é ainda pior. Toda vez que isso acontece conosco, nós ganhamos uma parte animalesca. Pode ser uma voz grunhida, rabo de gato, orelhas peludas ou qualquer coisa do tipo. Minha senhora, por exemplo, tem olhos felinos.

-- A esse respeito eu sabia... Parece que os tremeres me mostraram apenas o lado ruim da moeda...

-Vamos ficar aqui na frente mesmo, eu só queria te mostrar o lugar. É perigoso entrar na floresta, e além do mais, não temos nada pra fazer nela. Diga-me John... O que você sabe sobre o nosso mundo?

-- Pouca coisa. Eu só sabia o que poderia ser útil na minha profissão, mas me sinto mais forte agora, creio que foi por isso que Camuel pediu que me tornasse um membro. Minhas habilidades seriam melhor aproveitadas. Me vê como um marionete, desgraçado.

Apesar de uma voz tranquila, Kyle poderia ver através dos olhos daquela criança da noite, que a besta residia dentro dele e estava louca para se manifestar. Presa em grades imaginárias, na frágil linha que separa a loucura da razão. O instinto da consciência. Será que John seria capaz de deixar essa linha intacta por muito tempo?

Posting...


Última edição por Katrine em Qua Maio 04, 2011 2:12 pm, editado 2 vez(es) (Razão : Formatação adição de posts)
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Re: Central Park

Mensagem por Nego Milton em Ter Maio 03, 2011 2:26 pm

Zanzael sente a energia vinda dos esgotos abaixo do central park e ate sente realmente interese em ir ate lá, mas ainda não era a mesma sensação de ante que por conseqüência não era isso que zanzael procurava o Central Park também possuia uma energia própria que fazia dele tão sombrio, e agora ele entendia como essa energia funcionava e observar esta emanação era agora o objetivo de zanzael, e o que o trazia ate ali, e também como ela reagia as outras forças ocultas que habitavam ali.
Ele continua com o teste prolongado e tenta achar algun ser se movimentando no interior do central park.
Se o achar ele usa sentir o pecado.

(- a paciência é uma virtude e a única companhia para um observador daquilo que esta cobrindo a realidade, árduo mas no final gratificante é este caminho, e você chegara ate o final)
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Re: Central Park

Mensagem por Fox em Qua Maio 04, 2011 1:42 pm

O Gangrel espera a tormenta passar até seu amigo começar a falar novamente.

-- Meu amigo, não é seguro que fiquemos juntos. Estou a New York de passagem. Me diga, algum motivo especial para me procurar? Está precisando de mim?

-- Entendo perfeitamente, caro amigo. Também acho muito perigoso nosso contato. É melhor seguirmos nossos próprios rumos por enquanto.


--Parece que um dos de sua raça está lá dentro e ferido e também há cheiro de sangue humano. Esses lupinos sabem quem sou e se me encontrarem provavelmente me caçariam até a minha morte, então não posso ficar muito.

--Então é melhor que você vá. Eu me entendo por aqui. Te vejo em breve.

Após a despedida, o Gangrel desce rapidamente da árvore, certificando de que realmente não há ninguém por perto. Retomando sua forma humana (Desativando Metamorfose 4) ele procura algum animal nas proximidades, de preferência uma ave. Aproveitando de seu outro dom bestial (Animalismo 1) ele pede que o pequeno animal vá até o local da confusão, observe tudo e depois volte para relatar como estão as coisas por lá.

Enquanto isso, o Gangrel procura um local seguro para observar o suspeito próximo a lixeira (Se possível rolar Percepção + Ocultismo para certificar-se de que ele é realmente humano).
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Re: Central Park

Mensagem por No One em Qua Maio 04, 2011 9:50 pm

Escutei atentamente as respostas do meu pupilo. Me agradava a forma como ele me tratava, sabia que o laço de sangue tinha uma enorme influência nisso. Ainda estava me acostumando com aquela situação. Não imaginava que seria um criador tão cedo assim. A maneira como as coisas haviam acontecido nesses últimos 3 dias tinha sido, de fato, repentina.

Eu me mantinha calmo o tempo todo, analisando suas expressões, tentando conhecê-lo melhor. Não havia gostado nenhum pouco do que Camuel havia lhe falado sobre o nosso clã, mas mesmo assim, preferia não me irritar. John realmente não sabia muita coisa sobre o mundo oculto, como imaginava. Porém por um lado isso era bom, teria muito a ensiná-lo, e isso me agradava.

Nunca fui tão bom em ver através da alma das pessoas. Ainda era um iniciante nesse ramo, mas por algum motivo, conseguia ver claramente o que se passava dentro de John. Talvez fosse efeito da ligação entre o criador e sua cria. Podia ver que a Besta estava louca para tomar o controle daquele corpo recém-transformado. Eu nunca havia entrado em frenesi, e muito menos John. Porém Verônica havia me falado bastante sobre o assunto, e eu podia passar esse ensinamento adiante.

-Entendo. Realmente Camuel te tratava como uma marionete, e certamente ainda tentará tirar proveito de você, lembrando-o sempre do passado e do presente que "ele" te deu. - Destaquei bem a palavra "ele", deixando claro que tratava-se de uma ironia. - Acho que você deveria ajudá-lo quando necessário, afinal, você deve muito a ele. Mas não deixe que ele abuse disso. Diferente do que ele te ensinou, os Tremere não são nada confiáveis. Antes de concordar em te transformar, eu estava muito desconfiado com relação a Camuel, e estava certo. Se não fosse a sua decisão em querer ficar comigo e parar de trabalhar para ele, com certeza você seria servo dele por toda a eternidade, e era isso que ele desejava. Portanto, não confie nunca em um Tremere. - Disse então, e resolvi mudar de assunto. - Mas deixando isso de lado, tem algo que notei em você, e não é bom. Parece que a Besta está louca para te controlar. Você precisa tomar muito cuidado com isso. Não quer pegar uma parte animalesca para sempre, quer? - Falei calmamente, esperando por sua reação. - Mas não se preocupe, tem uma maneira de evitar isso. Quando você sentir que seu autocontrole não é o suficiente para evitar o frenesi, deposite toda sua força de vontade para impedir que isso aconteça. Quando temos auto-confiança ou acreditamos muito em alguma coisa, a nossa força de vontade é capaz de fazer coisas extraordinárias. Lembre-se disso, vai ser útil no futuro. - Sorri para ele e fiz uma pequena pausa. -Nós temos uma ligação especial. Só o fato de eu ser seu senhor, já me nos deixa conectados eternamente, porém, como você sabe, tem algo a mais. Esse laço de sangue que você tem comigo, não foi feito para que eu tirasse vantagem de você como Camuel faria. Eu propus isso antes de te transformar, para garantir que nossos laços não fossem quebrados depois que você voltasse para ele. Felizmente você decidiu sair daquela vida, e agora está tudo bem, cara. Você é livre pra fazer o que quiser, não se preocupe. Sou seu senhor, mas não vou abusar de você. - Disse sorrindo e dei um soco de leve em seu ombro. - Você tem alguma dúvida? Alguma coisa pra falar? - Perguntei atenciosamente.
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Re: Central Park

Mensagem por Guidim em Sex Maio 06, 2011 7:29 am

Guidim olhava aquele belo carro arrancando, realmente era uma Ferrari, e Jones não estava mentindo.

"-Agora resta saber, o cara que dirigia era o dono, ou era o cara que Jones disse que tava tenando roubar?"

A dúvida agora jamais sairia da cabeça do Setita, a não ser se ele visse aquele sujeito novamente e tivesse alguma oportunidade de trocar algumas palavras, se isso acontecesse Guidim certamente conseguiria arrancar qualquer informação dele com uma boa conversa.

"-Pelo menos se Jones for mentiroso, é um meio mentiroso, pois pelo menos a Ferrari era real."

Agora já estava na hora de procurar alguma coisa menos agitada, tentar abordar um ladrão de Ferrari, isso sim era arriscada, o cara poderia estar armado. Mas o interesse em Guidim de encontrar alguém com tal culhão e perícia ficaria para outra noite.

Ja era um pouco "tarde", a madrugada logo seria tomada pelo abraço do sol, Guidim recolocava na sua cara os óculos escuros, e observando que ja estava um pouco distante dos portões principais, ele iria caminhando tranquilamente para fora dali, Guidim não era um dos mais corajosos cainitas, e também nunca fora fã de se envolver em confusões que pudesse terminar com um embate. Portanto, sair fora da zona de perigo era prioridade.

Talvez encontrasse algum moribundo em seu caminho, para tentar-lhe oferecer a mão divina de Set, assim como Ellen que fora salva nas perdições da Boate Freedom, poderia ter alguma outra alma pecaminosa por aí, meio difícil ja eram 3 e pouco da manhã, talvez voltar á seu templo era a melhor opção.

Guidim ligava para Jones, e pedia uma corrida de volta para sua casa.

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Re: Central Park

Mensagem por Sercas Natan em Sex Maio 06, 2011 4:11 pm

off: por favor poste o tempo entre um post e outro pra eu saber qdo vai acabar o efeito de Paixao.

Hahaha! Olha só Ruth! A gente alterou a imagem da canção, brincadeira legal né?! Parece que ele nao gostou, tomara que nao fique bravo hi hi...

-- O que você fez comigo? Argh!


Sercas Natan faz uma cara de medo ao ouvir a indagação da criança realmente temendo a sua reação, quando vê e ouve o garoto começar a gargalhar com gosto. Estranhando isso (como se nao soubesse o efeito do dom Paixao), ele olha para o gato frustrado na sua caçada. Apos alguns segundos ele responde o garoto.

Nao fiz nada, nao tenho más intenções, apenas quero diversoão, e você apenas está muito emotivo. - um sorriso largo toma a face de Sercas como se fosse gargalhar junto com Butterfield - Oha só que legal... voce faz essas coisas muito bem. - Uma pequena pausa aqui para reparar que o garoto nao para de dar aquelas risadas - Hi hi... apesar de nao parecer prestar muita atenção no que digo né... gostei de você Butterfield, você é muito alegre, também adorei seu nome.

O malkaviano indeciso agora, pensava no que deveria fazer ali a partir de agora, o garoto era alguem muito interessante. Sercas tira os oculos e lustra-os na camisa branca. Ponderando, começa a cantar.

(cantando)Humpty-Dumpty sentou-se em num muro,
Humpty-Dumpty teve uma grande queda;
Sessenta homens e setenta a mais
Nao conseguiram consertar Humpty Dumpty.
(falando)
era só um ovo...

Já sei garotao... talvez a gente pudesse trocar algo - com aquele enorme sorriso de novo, achando engraçado as risadas insanas do garoto - hi hi... assim que você puder me responder... se quizer a gente negocia...

(Olhos do Caos para saber se o garoto carrega algo interessante)
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Re: Central Park

Mensagem por Tristan Thorn em Sab Maio 07, 2011 4:47 pm

Borrões inconstantes passando pela janela, mais uma noite amaldiçoada. As flores murcham, as pessoas morrem. As folhas insistem em cair, assim como o malicioso sorriso do imortal, ignorando todo o restante. Mas, até quando? As chamas queimavam as folhas, a fuligem poluía o ar, e o veneno turvava a água. As mariposas voavam em círculos, extinguidas pelo calor do astro-rei. Dancem. Queimem. Morram. Ajeitou a gravata, olhando para ela. Esboçou um meio-sorriso, enquadrando-a com um olhar de puro desejo.

- Srta. Alarcão, anseio que temos muito... – meneou os lábios, semicerrando as orbes e movendo a face levemente. - Nada, deixa pra lá. Fico contente por ter aceitado o convite, tratarei você e o teu motorista como reis, meu refúgio possui muitos atrativos, principalmente por um único detalhe – sorriu, aproximando a face.

Nesta altura, James já tinha estacionado o rolls-royce, que carro, afinal, palco de um batalha, uma luta sem cor, sem vermelho. Cheirou o perfume adocicado da Ventrue, sussurrando algo em francês rente ao ouvido dela. O que seria? Raspou a ponta da língua no pescoço dela, enquanto acariciava a face da Sangue Azul. Sentia uma mistura intensa de sentimentos, um prazer quase mórbido, há muito tempo perdido. Sensações de quando era mortal. Ela possuía calor corporal, respirava e, o mais impressionante, o coração batia. Fascinante. Se sentia vivo e, ao mesmo tempo, irritado. Fechou os olhos, debelando tal pensamento. ”Estou sendo tragado ao vácuo da escuridão. Malditos lampejos, Folken!” – refletiu, arregalando os olhos e fechando-os logo em seguida.

- Finalmente no Central Park. Agradeço pela ajuda, Srta. Alarcão. Mal vejo a hora para as nossas férias de inverno, tenho certeza que tem muito pra ensinar – deu uma pausa, afastando-se dela. - Pois eu tenho – decreta ele, encarando-a com violência.

Enviou uma sms bem direta para o homem que ligou mais cedo: Estou no Park. Cadê o meu carro? Estou com terno preto, dentro de um rolls-royce, estou te esperando, meu caro. Tristan não estava ali para brincar, certamente mataria o ladrão, afinal, tinha certeza que estava numa tocaia.


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Re: Central Park

Mensagem por Aradia em Seg Maio 09, 2011 4:14 pm

"Ofuscação, até que não é uma má idéia" Aradia sorria em pensamento, como se tivesse tido uma ótima idéia, uma idéia hilária...

Um silêncio que parecia eterno se apossou do carro, James dirigia com rapidez e cautela, como sempre... Aradia olhava pra fora da janela... Com pensamentos vazios, ela estava triste, a maldição podia trazer alguns benefícios, mas trazia malefícios também, a tristeza era muito mais intensa em cainitas que ainda sentiam...


- Srta. Alarcão, anseio que temos muito...
Aradia voltava o olhar pra Tristan, olhar ainda distante...
- Nada, deixa pra lá. Fico contente por ter aceitado o convite, tratarei você e o teu motorista como reis, meu refúgio possui muitos atrativos, principalmente por um único detalhe

Aradia, não compreendeu o porquê da desistência de Tristan em falar algo...Não vinha ao caso, o que Aradia queria mesmo saber, era o que Tristan tinha pra falar... Iria insistir levemente...

-Sabe Sr Thorn, tenho algo em comum com harpias, a bisbilhotice... Então, caso o Sr vá se acovardar e desistir de dizer algo, eu peço com carinho, que não inicie... A curiosidade, infelizmente me deixa aflita, ainda mais se tratando de um desconhecido, quero muito saber, Sr Tristan... Ahhh... Deixa pra lá... Aradia dava uma piscadela, demonstrando ser vingativa mais uma vez, e deixando o assunto pra lá, aparentemente... Tristan havia conseguido, fazer Aradia esquecer... E voltar ao seu humor de costume, e muito mais, Aradia o chamou pelo primeiro nome... Essa foi a primeira vez...

-Que tipo de atrativos Sr Thorn? Na verdade não é bem férias que quero... Eu quero conhecimento, e abrigo... Será recompensado, eu garanto. Gostaria muito de agradecer o convite... Nós gostaríamos. Aradia colocou a mão no ombro de James acariciando com leveza...

O carro parava, Tristan procurava sentir Aradia... Ela ainda estava com as roupas da boate, aquele modelinho foi uma tentativa da Aradia modernizar, fazer parte da sociedade dessa época, tentativa frustrada, com certeza ela já era chacota, Alexis tinha notado a aparência, quem não perceberia? Ao lembrar, Aradia se encolheu tampando seu corpo... Tristan lambia seu pescoço nesse momento, talvez interprete como uma reação a ação maliciosa dele...



- Finalmente no Central Park. Agradeço pela ajuda, Srta. Alarcão. Mal vejo a hora para as nossas férias de inverno, tenho certeza que tem muito pra ensinar... -Pois eu tenho...

Aradia queria saber o por que de voltar, imaginou que fosse pra pegar o carro, olhou em volta e não o achou, fingindo não querer saber, mas tentando pescar informações...

-Sr Thorn, eu preciso me trocar... Não posso continuar com essas roupas, Nova York está fria, estou chamando atenção... O que veio fazer aqui é rápido? Do que se trata?

Aradia tentava se manter atenta, olhando sempre a sua volta em quanto falava, Tristan estava de costas... Ela colocava a mão com leveza no ombro dele...

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Re: Central Park

Mensagem por Tristan Thorn em Ter Maio 10, 2011 3:26 pm

Achava engraçada a psicologia reversa aplicada pela Ventrue. Será que, em sã consciência, ela realmente acharia que, agindo assim, conseguiria arrancar algo dele? De qualquer forma, sagaz, simulou morder a isca. Sorriu levemente, demonstrando uma timidez que não existia. Aos poucos, começava a aprofundar o olhar, como se olhasse pro interior do coração dela. Ah, o coração. Dentre tantos, imaculado e inundado pelas trevas da maldição de Caim, arrastado pelo ventre da discórdia e do amor, ó, doce coração, até onde pulsaria por liberdade? Sorria, destruindo a falsa timidez.

- Ah, claro. Como sou rude, Srta. Alarcão – o cinismo do Giovanni poderia retalhar quem estivesse próximo. - Anseio que nossa união, o simples fato de termos nos conhecido, quando eu saía para caçar uma vítima, para matá-la em seguida, para um dos meus experimentos... – disse em tom normal, queria chocá-la com a ausência de humanidade. - Eu não acredito no acaso, sou um caçador do destino dos “deuses”¹, então, tenho total convicção que o nosso encontro foi providencial. Afinal, fazia anos que procurava você... – decreta o Necromante, deixando uma séria indagação no ar. “Você”? Seria um termo genérico, ou realmente ele estava atrás de Aradia Alarcão? Eis a questão.

E então ela sorria, dando uma piscadela. É claro que não esquecia os demônios enclausurados no próprio peito, entretanto, filtrava o que sentia no momento, voltando às atenções para quem realmente importava: Tristan Thorn. Pelo menos era o que o ego inflado do Giovanni pensava.

Aproximou-se dela, prestando atenção ao redor. Assobiou a melodia de Jeremy mais uma vez, antes de tocar o rosto da Sangue Azul, com suavidade. Esboçou um sorriso malicioso, seguido por um jogo brutal de insinuações labiais. Com a ponta da língua, passa pelo lábio inferior, como se fosse uma trilha a ser explorada, mordiscava a boca, intencionalmente para provocá-la.

- Srta. Alarcão... Direta e indiretamente, tua pessoa, como um todo, me fascina a explorá-la. Irei nutrir o que precisar, não se preocupe com meros detalhes – afirma ele, num tom levemente ameaçador. - Sobre os atrativos, paciência, paciência... – sussurrou, mordiscando a orelha dela.

Era engraçado. Definitivamente, vestindo desta maneira, atraía certa repulsa por parte de Tristan – ao menos no primeiro contato. Depois, acostumou-se. Mas Aradia tinha razão, andar com tais roupas, na posição dela, totalmente inadmissível. Thorn não tem porte avantajado, pelo contrário, possui estatura normal. Olhou o corpo da Ventrue, é, deve dar. Retirou o sobretudo.

- Com a tua licença, Srta. Alarcão – colocou o sobretudo nela, ajustando o volume pela pequena alça que fica na cintura. Era um traje de gala e volumoso, não ficaria deselegante, pelo contrário. - Pronto. Apesar de estar longe do teu porte, pelo pouco tempo que ficaremos aqui, bastará. Desculpe pelo transtorno, Srta. Alarcão. Mas será rápido, apenas pegarei o meu carro, que supostamente foi roubado – sorriu, fazendo um leve bico com os lábios, enquanto a fuzilava com um olhar visceral e sedutor.

Num súbito segundo, desviou o olhar, olhando para o nada. Tinha olhares vazios. O contato com ela é perturbador. Cedo ou tarde, pesadelos arcaicos acordariam do peito oco de Folken Arkus. Até quando suportaria a pressão entre rasgar-lhe o próprio céu e ceifar-se ao limbo do teu coração? Franziu o cenho, o vício pelas batidas do coração e o deslumbramento pelo ritmo da respiração, somado ao calor corporal, provocava ecos de angústia e excitação. Queria violá-la, vencê-la, devorá-la por completo, ali mesmo e agora! Envolver-se docemente, no mais surreal néctar escarlate. Não, definitivamente, não. Deveria esperar, ceder é o mesmo que perder. Balançou a face, nitidamente perturbado.

Não esperaria muito. Começou a contar mentalmente, definitivamente, alguém estava próximo a morrer. Desejava a Ferrari de volta, era possessivo com tudo que tinha.

---
¹. Referindo-se sobre os lances da Jyhad


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Re: Central Park

Mensagem por Katrine [apple.] em Ter Maio 10, 2011 4:25 pm

[off: desculpem a demora... Semana de provas é osso. Vou tentar compensar postando mais vezes essas semanas]

Gam

Spoiler:
Gam rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 8 para raciocínio, cond que resultou 9, 3, 9, 6, 1, 9 - Total: 2 Sucessos
Gam rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 8 para condução que resultou 2, 10, 7, 5, 5 - Total: 1 Sucessos

Gam dirigia como se fosse um verdadeiro piloto de corrida há anos. Mas a Ferrari era um carro novo pra ele. Ao pisar no acelerador, ele sente que o carro estava fazendo uns barulhos estranhos, mas sentia a sensação de que ouvia um trovão ao longe: suave e potente. Então quando menos espera, o carro dá uma arrancada brusca e continua acelerando. Por pouquíssimos centímetros não desviou do poste, mas o retrovisor do carona foi embora. Pouco importava, ele ainda tinha o outro. Continua sua jornada pelas ruas em volta do Central Park. Sentia-se livre, completo. Ele estava precisando disso depois de tanto stress.
Depois de 40 minutos dando uma de playboy maldito, ele decide parar. Porém deveria ser o grand finale... Mas não foi assim tão bem sucedido.

Spoiler:
Gam rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 8 para parar o carro que resultou 2, 5, 4, 3, 9 - Total: 1 Sucessos

O barulho dos pneus derrapando, a fumaça, o cheiro... Era agora, porém num subito, uma porrada. Apesar de a parte da porta do carona ter ganhado um belo amasso, Gam estava ileso. A sua belezinha estava machucada agora. Mas antes que pudesse pensar muito, o telefone toca, um sms. Era o numero do dono do carro. Ferrou.

[Leia o post de Tristan]


Kyle Raymond

... Horário: 01:40 Um dia após a maioria dos players...
Tudo se tornava mais fácil quando o assunto era entender nos outros um sentimento que já fora seu. E a união dos sangues dava um efeito místico a isso, tornando tudo mais intenso.
Jhon te fitava com os olhos faiscantes.

-Entendo. Realmente Camuel te tratava como uma marionete, e certamente ainda tentará tirar proveito de você, lembrando-o sempre do passado e do presente que "ele" te deu.

Ele notava sua ironia, mas não sorria. Apenas distanciava o seu olhar, pensando no que Camuel havia feito. Quais eram os verdadeiros planos do Tremere ao entregar seu lacaio para um abraço nas mãos de um gangrel? Seria realmente pelos motivos que ele expôs? Algo te dizia que não, mas impossível seria desvendar a mente maquiavélica do cainita. Apenas o tempo diria.

-Acho que você deveria ajudá-lo quando necessário, afinal, você deve muito a ele. Mas não deixe que ele abuse disso. Diferente do que ele te ensinou, os Tremere não são nada confiáveis. Antes de concordar em te transformar, eu estava muito desconfiado com relação a Camuel, e estava certo. Se não fosse a sua decisão em querer ficar comigo e parar de trabalhar para ele, com certeza você seria servo dele por toda a eternidade, e era isso que ele desejava. Portanto, não confie nunca em um Tremere.

-- Desculpe se parecer desrespeitoso, mas vivi muitos anos ao lado de tremeres e acho que prefiro formar meu próprio convencimento a este respeito. Eu repudio muitas de suas ações, mas ainda existem membros do clã que guardam inúmeras qualidades, espero poder te mostrar um dia. E ainda tenho uma ligação forte com Camuel, se não se lembra... -- de ingênuo ele não tinha nada. Realmente, sua intenção não era te desrespeitar, mas não gostava de definições prontas. Uma qualidade muito nobre.

- Mas deixando isso de lado, tem algo que notei em você, e não é bom. Parece que a Besta está louca para te controlar. Você precisa tomar muito cuidado com isso. Não quer pegar uma parte animalesca para sempre, quer?

-- Eu senti, eu sinto uma força extraordinária dentro de mim. É fantástico... Ao mesmo tempo que assustador... Venho tentando me controlar desde o início... Mas como controlar uma força que eu não conheço? -- era real sua preocupação, mas o mentor parecia ter resposta pra todas as suas perguntas:

- Mas não se preocupe, tem uma maneira de evitar isso. Quando você sentir que seu autocontrole não é o suficiente para evitar o frenesi, deposite toda sua força de vontade para impedir que isso aconteça. Quando temos auto-confiança ou acreditamos muito em alguma coisa, a nossa força de vontade é capaz de fazer coisas extraordinárias. Lembre-se disso, vai ser útil no futuro. Nós temos uma ligação especial. Só o fato de eu ser seu senhor, já me nos deixa conectados eternamente, porém, como você sabe, tem algo a mais. Esse laço de sangue que você tem comigo, não foi feito para que eu tirasse vantagem de você como Camuel faria. Eu propus isso antes de te transformar, para garantir que nossos laços não fossem quebrados depois que você voltasse para ele. Felizmente você decidiu sair daquela vida, e agora está tudo bem, cara. Você é livre pra fazer o que quiser, não se preocupe. Sou seu senhor, mas não vou abusar de você. Você tem alguma dúvida? Alguma coisa pra falar?

-- Pelo visto ainda tenho muito o que aprender... E acho que sem querer Camuel escolheu a pessoa mais do que certa. -- ele dá um sorriso de leve -- Como funciona esse laço de sangue? E... Sinto algo estranho... Acho melhor sairmos daqui. -- Ele parecia um tanto que desconfiado.

O Central Park parecia calmo, pelo menos pra quem estava de fora. Mas Jhon agora parecia preocupado. Seus olhos se moviam incansavelmente, pra todos os lados. O que seria aquilo? Confiaria nos instintos do seu pupilo?


Yuki Miety

-- Entendo perfeitamente, caro amigo. Também acho muito perigoso nosso contato. É melhor seguirmos nossos próprios rumos por enquanto. Então é melhor que você vá. Eu me entendo por aqui. Te vejo em breve.

Esta fora, definitivamente, uma decisão sábia. Porém, antes que fosse ele pergunta:

-- Não há um local mais seguro por essa cidade, longe dos lupinos, para que possamos conversar? Estou sabendo de algumas coisas que acho que seriam de seu interesse. Sei que não é muito envolvido com os assuntos sociais dos seus ‘colegas’, mas estão fazendo umas burrices enormes por aí. Isso pode acabar te prejudicando, então é bom que fique sabendo... Isso que aconteceu aqui nesse café parece ser obra das mesmas mentes de porco que andam amolando a cidade em outros cantos

Ele espera que você marque um ponto para se encontrarem. Para chegar ao ponto de preocupar um lupino, o assunto parecia mesmo ser grave.
Ainda interessado com o assunto do café, o gangrel desce da árvore e volta a sua forma humana. Valendo-se de um de seus mais preciosos dons, Yuki estabelece contato visual com uma ave pequena, a primeira que encontrou.

Spoiler:
Yuki rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 7 para animalismo 1 que resultou 5, 8, 3, 2 - Total: 1 Sucessos

O contato fora estabelecido, agora só bastava que o pequeno animal voltasse com as respostas. Enquanto aguarda, ele continua observando o homem que ainda parecia confuso com aquilo tudo. Ele se levanta, limpa a roupa e entra no café curiosamente.

Spoiler:
[off: Ok, vou tratar de uma questão polêmica agora... Teste de percepção+ocultismo para saber se fulano é vampiro ou não? WTF?? Ao meu ver, tal teste se faz completamente desnecessário. Sei que estamos falando de Vampiro: A máscara, mas acho o sistema falho, por inúmeras vezes. Buscando o máximo de perfeição possível para os meus queridos players, uso uma regra mais simples. Usando subsidiariamente as regras de WoD, no livro Vampiro: O Réquiem, acho completamente racional usar a ‘Mácula do Predador’ (pág. 41) para suprir esse vazio. O sangue tem poderes místicos sim e não vejo problema nenhum em um membro perceber o outro quase que instintivamente. Mas como estamos falando de Vampiro: A Máscara, faço da seguinte forma:

• Personagens de até 25 anos de existência vampírica (pós abraço): O personagem sente o seu instinto aguçado em relação ao outro membro, mas ainda não sabe identificar o que isso quer dizer. Então, para que entenda o estímulo de seu corpo, aí sim deverá fazer um teste de ocultismo, com DF 6, bastando dois sucessos para que entendam que não se trata de um ser comum. E, dependendo das qualidades do outro membro (rosto de bebê, aura enganosa, etc), a DF aumentaria significativamente, bem como a margem de sucessos necessários, podendo até mesmo se transformar em uma ação prolongada, ou até mesmo de um pré-requisito de um mínimo de nível de ocultismo para que o personagem entenda que se trata de um vampiro.

• Personagens com mais de 25 anos (26 em diante), exijo apenas o pré-requisito mínimo de um nível de ocultismo (nível 2), fazendo-se o teste de ocultismo apenas nos casos de qualidades que escondam o padrão do vampirismo. Caso o personagem tenha um nível menor que dois, cai na mesma regra dos personagens com 25 anos ou menos de pós abraço.

• Personagens com nível 5 em ocultismo: dispensam-se testes. Apenas no caso das qualidades descritas acima.

Lembrando: Essa é uma regra minha. Na maioria das vezes os narradores farão de formas diferentes, sem contar que uma bela interpretação dispensa testes, que eu, particularmente, procuro evitar o máximo possível, incentivando uma boa interpretação. Enfim, vamos prosseguir.]

Ao observar o homem, você percebe que ele possuía uma energia sobrenatural de sangue maior do que a dos humanos comuns, entretanto, mais fraca do que outros membros. Afinal, o que ele era?

[off: dois turnos pro passarinho voltar n__n]


Tristan Thorn & Aradia Alarcão

Spoiler:
[O GPS indicava que o carro estava parado do outro lado do Central Park]

Horário: 03:30 am
Simplesmente ele não se importava. O que mais dizer sobre esse cainita macabro? Nada mais além de pesar. Sua humanidade havia sido completamente sugada. Amor, ódio, emoção não passavam de meros sentimentos mortais e estupidos. O coveiro sentia uma leve onda de decepção, mas de certa forma nutria um certo quê de confiança pela governante. Não apenas por justiça, mas como o próprio Giovanni dissera anteriormente: uma mão lava a outra. A forma como agiria a Ventrue seria decisiva....
No fundo, o necromante sabia que estava fazendo o trabalho do algoz, mas tudo aquilo tinha um simbolismo muito maior do que uma simples limpeza de problemas na cidade. E Aradia Alarcão... Só a mente maldita de Tristan Thorn poderia dizer o que lhe aguardava. Era só questão de tempo. Sua cabeça então doía ligeiramente. Era Lizzy, ele sabia. Até onde o ciume da sua escrava alcançaria?
Mas agora ele tinha um problema pessoal para resolver e pra se preocupar: um ladrão inusitado. Realmente era preciso muita coragem e muita vontade de morrer pra roubar um carro como aquele, ainda mais onde o mesmo estava e àquela hora da noite. E era preciso muita impertinência ligar para o dono. Realmente ele não sabia com quem estava lidando.
Enquanto isso, Aradia Alarcão, movida pelos próprios interesses, tende cada vez mais a se aproximar do Giovanni, apesar de saber que isso poderia acarretar um grave perigo para si própria. Mas este era um risco que estava disposta a correr para seguir em seus planos... No final... Quem jogava com quem?
O sol estava prestes a nascer e a devastar com sua majestada. Era bom que agisse rápido.

[off: devido à interpretação de Tristan Thorn não vejo motivos para jogar dados. Se assim quiser eu o farei, Aradia ^^]


Zanzael

Spoiler:
[off: Bom, zanzi, ficar fazendo testes de ocultismo não irão te levar a lugar nenhum desse jeito. Está na hora de começar a interpretar tudo o que seu personagem está vendo e o que ele retira disso ou começar a procurar as coisas que você está encontrando. Porquê, veja bem, não adianta só sentar e ficar olhando. Veja a descrição da Habilidade Ocultismo para entender melhor o que estou dizendo. Vou fazer o ultimo teste a este respeito porquê você não vai encontrar nada além do que já foi dito se não parar de observar só de longe]


... Horário: 01:10 Um dia após a maioria dos players...
Não haviam dúvidas de que o Central Park estava empesteado de lobisomens... Apesar de pouco conhecer sobre essas criaturas, juntando todos os fatos não restou alternativa. Mas não poderia Sentir o Pecado em criaturas que não poderia ver, ainda mais em todas ao mesmo tempo. Entretanto, era um conhecimento que poderia ser absurdamente útil. Saber que aquele terreno estava repleto de criaturas perigosas como aquelas poderiam servir pra futuros estudos, convencimentos, ou quem sabe até mesmo aproximação.
A energia vinda dos esgotos vibrava cada vez mais. O que poderia ser?


Guidim Sanedi

Horário: 03:40 am
Você liga para Jones e o mesmo pede para que você espere por 15 minutos até que ele chegue. Segundo ele, o mesmo estava fazendo uma corrida para ali perto, mas não demoraria muito.

Enquanto espera, você vê chegando ao Central Park um belíssimo carro.Um Rolls Royce. De dentro dele, saía um homem elegantemente vestido e uma mulher, com roupas de festa, nada elegante, diga-se de passagem. De longe, você observa que o homem cobre a pele semi-nua da mulher com um pesado casaco, que pela aparência deveria custar bem caro. Os dois conversavam, mas pareciam aguardar algo.

Antes que pudesse ver o desenrolar da história, Jones chega:

-- E então? Estava certo sobre o carro? Você viu aquilo? O cara ficou igual um maluco rodando por aqui, buzinando e gritando que nem um playboy. Haha, é cada doido. Ele bateu em um poste ali do outro e...

Ele é interrompido pelo barulho de dois tiros, do outro lado do Central Park. Definitivamente o Central Park não era um local seguro e o dia estava prestes a nascer. Arriscaria virar churrasco em troca de informações que poderiam ser valiosas ou ignoraria os fatos estranhos que envolviam o Parque naquela noite? Jones estava certo, existem muitos seres estranhos nessa cidade...

O celular tocava e uma mensagem era enviada para ele.
" Sr. Guidim, estou na Freedom esperando para ver o que tu fez com nossa companhia de outrora..."
O número era de Nixa..



[off: Posting...]


Última edição por Katrine em Qua Maio 11, 2011 5:14 pm, editado 3 vez(es)
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Re: Central Park

Mensagem por Gam em Ter Maio 10, 2011 10:36 pm

[OFF]
Recuperei FV com a brincadeira?
Aliás, com quanto estou agora? :~

[ON]
Estou no Park. Cadê o meu carro? Estou com terno preto, dentro de um rolls-royce, estou te esperando, meu caro.

- Pff... - Caramba, há quanto tempo ele não se divertia assim? - HAAAAAAHHAHAHAHAHA! - Gam ri alto, ainda dentro do carro.

Timing perfeito, senhor T. Timing perfeito.

"Que bom que você tem um rolls-royce, senhor T, porque o seu antigo carro sofreu um pequeno acidente. Me encontre aqui na rua, próximo a entrada [X] "

Ele escreve, mas não envia ainda. Gam dá outra gargalhada só de pensar na cara do infeliz quando ler essa mensagem.

~"Well, who's to say he's not gonna see the sun? "

Tranquilamente, cantarolando uma música alegre em sua cabeça, ele sai do carro, saca seu revólver e verifica o tambor. Cheio, legal.

~"No, he is just another version of his dad "

Animado, com a música na cabeça e a mente bem mais leve, Gam tampa um ouvido com a mão direita que está segurando o celular e, com a esquerda, dá dois tiros pra cima.

~"All he ever does is walk alone "

Ele assopra o cano do revólver e o guarda novamente. Conta até dez e, agora sim, aperta o botão verde, enviando a mensagem previamente escrita.
Se o mister T já está por aqui, ele ouviu os tiros. A história que será contada já está se formando na cabeça de Gam.
Caramba, isso vai ser muito divertido. Principalmente se o homem for de fato um cainita, como deu a entender anteriormente.

Enquanto espera o homem chegar Gam, encostado no carro, já vai preparando sua 'camisinha anti-dominação'. Ele aproveita e usa o espelho retrovisor restante pra ajeitá-la. Mero capricho, já que ele sempre fez isso sozinho.

-1 FV para Ignus Fatuus
-1 pds para Permanência
-1 pds para Aparição

[Quimerismo]
As íris falsas surgem por cima do olho. Como lentes de contato, é possível para ele ver através delas sem que o outro veja suas íris originais.
[/Quimerismo]

Quando estiver lidando com o cainita, Gam irá sempre encará-lo na altura da boca e peito, enquanto sua íris quimérica irá encará-lo nos olhos. Depois de aprender e sentir os efeitos da Dominação, ele sempre usa isso como garantia. Prevenção nunca é demais.
Só de pensar no estupro que a Blair fez em sua cabeça... Uhl, tenso.

Encarando o espelho, ele faz uma careta de boca torta enquanto ajeita os olhos falsos. Totalmente desnecessário. Mera babaquice sua enquanto passa o tempo.

Quando o tal senhor T chegar, verá Gam sentado na calçada com as mãos na testa, como se estivesse assustado.

~"All he ever does is look inside, he don't need nowhere to hide "

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Re: Central Park

Mensagem por No One em Qua Maio 11, 2011 2:12 am

Ouvi atentamente as respostas do meu pupilo. Com certeza ele ainda nutria alguns sentimentos por Camuel, isso já era de se imaginar, afinal, eles também tinham uma ligação. Lembrando de Camuel, algo que me dizia que ele escondia alguma coisa por trás de suas aparentes intenções. Segundo ele, o motivo de ter me escolhido para ser o senhor de John era a questão da força e habilidades do meu clã. Mas será que era apenas para John que ele queria isso? Talvez o Tremere quisesse aprender os segredos do clã Gangrel através do ex-carniçal. Precisava alertar John sobre isso mais tarde. Não permitiria que ele fosse manipulado assim por aquele feiticeiro metido a besta.

John parecia nervoso e assustado por algum motivo. Eu sabia que não estavamos em perigo, caso contrário meu "sensor" teria me alertado. Então o que significava aquele comportamento afinal? Precisava acalmá-lo. Talvez aquela energia sinistra que o Central Park emitia estivesse incomodando-o.

-John, acalme-se. Se estivessemos em perigo, com certeza eu saberia. - Disse me aproximando-me dele e segurando seus ombros firmemente. Olhei em seus olhos. - Sei que esse lugar é sombrio e sinistro, e sim, ele também é perigoso. Mas confie em mim. Eu estou aqui com você, não estou? Então não há o que temer. - Disse com uma voz confiante, tentando acalmá-lo. Eu não acreditava cegamente nas minhas habilidades. Conhecia sim os meus limites. Mas também acreditava em mim mesmo, e sabia que era forte o suficiente para protegê-lo, mesmo que tivesse que matar alguns lobisomens. Além disso, não estavamos em perigo, eu sabia disso. - Agora diga-me, qual é o motivo de sua agitação? - Falei com uma voz acolhedora, porém ainda firme e confiante.

[OFF: Agilizando o post.]

Parecia que a Besta realmente estava louca para tomar o controle do corpo de John. Precisava ajudá-lo a controlar isso.

-John, te conheço fazem apenas 3 dias. Mas nesse curto periodo de tempo, já vi que somos muito parecidos. Você não se deixa derrotar com facilidade, e me provou isso essa noite, quando recusou-se a continuar a ser um serviçal. - Sorri para ele - Você não é fraco, John. E seja lá o que for que esteja tentando te controlar, tenho certeza que não vai conseguir. Acredite em si mesmo, você consegue. E essa sensação estranha vai passar logo, não se preocupe. Tudo ainda está muito confuso pra você, mas eu estou aqui pra te ajudar. - Disse calmamente.

[OFF: Caso John reaja positivamente, considere as ações abaixo.]

Coloquei o braço em volta do pescoço do meu aprendiz. - Vamos esquecer disso tudo agora. Sei que você ainda tem muitas dúvidas, mas vou te explicando tudo aos poucos. Ainda temos a eternidade pela frente, então não tem porque ter pressa. - Disse sorrindo para ele, enquanto caminhavamos saindo de perto do Central Park.

[OFF: Saindo do cenário. Obrigado pela atenção.]
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Re: Central Park

Mensagem por Tristan Thorn em Qui Maio 12, 2011 2:34 pm

Finalmente saía do rolls-royce, ostentando um doce sorriso nos lábios, enquanto estendia a mão para amparar a Ventrue. Tristan é um cavalheiro e agiria como um príncipe até for conveniente, precisava descobrir alguns detalhes. Continuou com a face leve, esperando ela aceitar ser conduzida por ele. Caso Aradia não aceite, apenas fará um sinal com a face, mantendo o clima cordial.

- Pode me acompanhar? Apenas resolver o problema do meu veículo e já podemos ir embora, direto para a minha mansão – sorria, oferecendo a mão para ela, como se fossem um casal. Ainda estava revirado pelas sensações que Aradia provocava, mas não poderia perder o porte agora.

Entrelaçou os dedos aos dela e partiu, até o local combinado. Quando avistasse o sujeito, alteraria completamente a expressão facial. Com a face séria, semicerrou os olhos, franzindo o cenho, num aspecto assustador. O tom de voz, que mais parecia cortar as ondas sonoras, deceparia a alma do ladrão, se pudesse.

- Olá, senhor. Meu nome é Tristan Thorn, cadê meu carro? - indaga ele, friamente.

Aproximou-se, ostentando um sorriso macabro, que era cessado na medida em que ficava mais próximo dele. O porte, a presença física, o estilo, a expressão facial, a maneira do corpo falar, o olhar, tudo isso fazia uma ponte, que ligaria a besta interior até o pobre alvo. O Necromante fuzilaria o alvo com o mais temível porte intimidador¹.

---
¹. Manipulação + Intimidação**
**. Bônus do Status + Qualidade Autoconfiante


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Re: Central Park

Mensagem por Aradia em Qui Maio 12, 2011 3:50 pm

A resposta vinha para Aradia, aliviando a sensação que a curiosidade lhe remetia...

- Ah, claro. Como sou rude, Srta. Alarcão
Ela ouvia, encarando-o, com um olhar doce e meigo e um sorriso agradecido
- Anseio que nossa união, o simples fato de termos nos conhecido, quando eu saía para caçar uma vítima, para matá-la em seguida, para um dos meus experimentos...
Aradia não reagiu, ela estava encantada pelo olhar de Tristan, e não se horrorizava com a descrição, ela passava a confiar nele, cada vez mais, afinal se ele quisesse fazer mal a ela, já teria feito, ela tem algo que ainda não entregou a ele, e ele não faria nada até ter este "algo"...
- Eu não acredito no acaso, sou um caçador do destino dos “deuses”¹, então, tenho total convicção que o nosso encontro foi providencial. Afinal, fazia anos que procurava você...

“Afinal, fazia anos que procurava você..."

Repetia a frase pra si mesma, tentando assimilar o que ele havia dito, ainda olhando nos olhos dele, a única coisa que ela procurava no olhar dele, eram respostas e... E... Retribuição... Ela queria que ele demonstrasse sua vontade, seu carinho... Por que não? Ela sentia o que sentia, por que ele não sentiria? Por que ele é um ceifador?

“Afinal, fazia anos que procurava você..."

Indagava a si mesma novamente, o que isso significaria? Tristan pelo visto acreditava em destino, Aradia também... Mas procurá-la? Ela nunca pensou escutar isso de alguém, fora acostumada a ser desdenhada por quem ela amava... Durante a vida, pelo pai que a criou, durante a morte por seu pai biológico... Aradia se sentiu importante para alguém, nunca havia sentido isso, sempre quis jogar, brincar, manipular... Todo o seu jeito gracioso, encantador, jeito de uma menina doce, ainda criança, com coração cruel...

-Sabe o que pude perceber Sr Tristan? Que o Sr me irrita, toda vez que me deixa curiosa... O Sr já percebeu isso? Como será que ele responderia? Confessaria seu jogo? Pediria perdão? Claro que não... Aradia queria conhecê-lo, e já identificava algumas coisas, sua maneira empática, traduzia o perfil de Tristan, ela compreendia...

A Piscadela que Tristan já havia dado a dica, "você não me engana", ela traduzia...


“Eu sei que não! me deixa brincar" Aradia ainda olhava pra ele enquanto pensava...

[b] Ele se aproximava, isso deixava Aradia tensa, era um sinal...
"Seção tortura" Ela acertou, Tristan começava novamente a provocá-la, com seus lábios, era difícil não ceder...

- Srta. Alarcão... Direta e indiretamente, tua pessoa, como um todo, me fascina a explorá-la. Irei nutrir o que precisar não se preocupe com meros detalhes – afirma ele, num tom levemente ameaçador. - Sobre os atrativos, paciência, paciência...


Aradia não conseguiu reprimir o sorriso largo que brotou da sua boca, como uma criança mimada, acostumada a ser elogiada, e cheia de carência, ela se mostrava fraca e ingênua, isso seria.. Bom ou ruim? Ela não comenta o interesse que Tristan "dizia" ter...

-Sou paciente, Sr Thorn... “mentira” Ela sorria timidamente e com meiguice...

- Com a tua licença, Srta. Alarcão – colocou o, sobretudo nela, ajustando o volume pela pequena alça que fica na cintura. Era um traje de gala e volumoso, não ficaria deselegante, pelo contrário. - Pronto. Apesar de estar longe do teu porte, pelo pouco tempo que ficaremos aqui, bastará. Desculpe pelo transtorno, Srta. Alarcão. Mas será rápido, apenas pegarei o meu carro, que supostamente foi roubado – sorriu, fazendo um leve bico com os lábios, enquanto a fuzilava com um olhar visceral e sedutor.

Aradia ficou sem ação, acompanhava todos os movimentos de Thorn, nunca havia recebido cuidados de alguém sem que fosse a troca de algo de valor... Não havia trocas ali... Então por que ele colocava o, sobretudo nela? Ele foi gentil... Um vampiro? Sendo gentil? Aradia estava confusa, mas Tristan ganhava sua confiança...


-Obrigada! Ela sorriu singelamente, e desviou o olhar, era raro, mas ela sentiu algo diferente... E... Bem... Ela não disfarçou...

Tristan estava com ela, mas a tensão não era totalmente dela, ele ficava olhando ao redor, e ela acompanhava o olhar, ele trocava sms, Aradia notou, ao decidir sair do carro, Tristan ofereceu ajuda, e Aradia mesmo sem precisar foi cordial aceitando e andando de mãos dadas, ela olhava pro chão, se sentia segura de mãos dadas ao Tristan, um estranho sentimento, sentimento de uma menina mimada...


- Olá, senhor. Meu nome é Tristan Thorn, cadê meu carro?


Ao ouvir o som da voz de Tristan, Aradia parou e levantou a cabeça, tinha um vampiro encostado em um carro, o carro de Tristan, voltava o olhar para Tristan, e sua expressão a deixou espantada, ele estava tenso, voltava o olhar ao vampiro no carro, bom... este não parecia tenso, Aradia começou a olhá-lo com mais clareza...

"Gam?"

-Gam? Não acredito... Aradia soltava a mão de Tristan... Mas... O que é isso? Aradia se aproximava do Gam, passando a mão na lataria... -Outro carro? Precisa se controlar... Aradia limpava as pontas do dedo na blusa do Gam, e voltava a olhar para Tristan com um olhar, tipo... "o que está acontecendo aqui?"... Derrepente ele engole seco, e olha com olhos arregalados para Gam... -Deveria ter te chamado de Mike?



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Re: Central Park

Mensagem por Tristan Thorn em Qui Maio 12, 2011 4:09 pm

Alguém estava prestes a morrer, mais um fio e pronto, mais uma alma aportaria na mais inócua escuridão. Thorn não estava ali para brincar, e não soltaria a mão da Ventrue. Fixou o braço como um todo, para sequer ter o corpo mexido, ela ficaria imóvel, presa. Mas as coisas começam a ficar interessantes. Gam? Que tipo de nome é esse? Então se conhecem, melhor ainda. Logo após se apresentar e sem diminuir o aspecto horripilante que transmitia, perguntou para a Sangue Azul:

- Ele é membro? Se sim, aperte minha mão - decretou, esperando a resposta do ladrão. Se fosse gado, morreria agora. Caso contrário, brincaria com ele.

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Re: Central Park

Mensagem por Aradia em Qui Maio 12, 2011 4:34 pm

Off: Aradia fará as ações que descreveu, as que for possível estando presa...

Tristan parecia não estar para brincadeiras, Aradia se submeteu a ele...

- Ele é membro? Se sim, aperte minha mão.

Aradia apertou a mão de Tristan, respondendo a resposta dele... Ela não queria que Gam fosse ferido, afinal ele tinha cumprindo com seu papel no teatro, e ela conseguiu escapar...

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Re: Central Park

Mensagem por Guidim em Sex Maio 13, 2011 11:59 am

Guidim se preparava para zarpar, Jones demoraria um pouco, e na espera Guidim observando o que passava naquela madrugada fitava um Rolls Royce , era alguém rico, podre de rico com certeza.

Jones chegava, parecia meio empolgado, e começava a falar sobre o cara da Ferrari e que tinha batido , e derepende BANG!

"O que era aquilo um tiro."

Guidim tinha um pensamento retórico, é claro que tinha sido um disparo, dois para ser mais exato, junto com aquela surpresa vinha em seu celular uma solicitação daquele Homem extremamente reconhecido na Camarilla, Nixa Romanov, Era com muita corrupção na alma que Guidim via aquele pedido, Com certeza o ventrue estava Curioso para saber das ações de Guidim, isso era bom muito bom.

Mas o pedido poderia esperar algum breve tempo.

Aqueles disparos, o que acontecia naquele Park,

-Ei Jones, ta afim de um pouco de agitação? Poderíamos ver o que esta acontecendo por aqui, ou irmos embora como se nada tivesse acontecido, e então o que me diz?

Guidim esperava a resposta do taxista e acataria a decisão dele, Como um parasita faz, Guidim não colocaria a cara para bater sem ter alguém para protege-lo, mesmo sendo um mortal, ja é alguém para protege-lo.

A cena poderia até se interessante e Guidim poderia observar mais de perto a naureza de Jones.

Apenas respondia a SMS para Nixa com o seguiten texto:

Estou prestes a Chegar Sr. Romanov, e então lhe mostrarei o resultado, apenas alguns assuntos ainda me prendem, assim que acabar entrarei em contato.

Com alguns motivos para continuar naquele Park Guidim agora dava uma boa fitada no casal que chegou no carro de luxo.

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Re: Central Park

Mensagem por Gam em Sex Maio 13, 2011 2:16 pm

Vendo o tigrão se aproximando, Gam se levanta e encosta no carro batido, ainda com uma expressão preocupada.
Puta merda, ele trouxe a Aradia... Puta merda, ela já entregou um monte de coisa de uma vez... Puta merda, lazarenta!
"Mãe do céu, como eu odeio essa mulher nesse momento."
Mas tudo bem, tudo tem concerto. Ela deixou implícito que ele rouba carros e entregou seu nome verdadeiro, mas em momento algum ela viu que ele de fato roubou aquele.

- Ah, oi! Menina, que coincidência não? - Ele responde quando ela está perto o bastante.
- Haha, agora já era. Já me entregou. - Ele responde como se não fosse tão importante, quando ela pergunta se deveria tê-lo chamado de Mike. Mas sim, era importante.
- O seu carro tá aqui, grande T. - Ele diz "olhando nos olhos" do metidão. - Mas, infelizmente, não fui eu quem fez isso nele. Eu o encontrei derrapado e fiquei vigiando, mas quando virei as costas um lazarento pulou dentro e tentou levar ele embora. Dei um tiro pro alto, ele assustou e bateu aqui. Depois ele saiu correndo e eu dei outro tiro só pra assustar. Infelizmente não tinha como eu alcançá-lo, mil perdões.
- Sim, eu sou. - Ele responde na lata, quando o senhor T indaga se ele é um membro. Agora não tem mais como esconder com aquela X9 mau-caráter entregando tudo.

Gam está parecendo um tanto envergonhado. Não por ser um membro ou pela pica que o major T.T. chegou batendo na mesa, mas por ter "deixado que fizessem isso com o carro dele". Por outro lado, se o rapaz for esperto vai perceber que ele não se impressionou nem um pouco por ele saber sobre vampiros. Aliás, Gam já tinha quase certeza que ele era um assim que o viu naquela panelinha há pouco.

_________________
... só pode ser os nóia!
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Re: Central Park

Mensagem por Fox em Sab Maio 14, 2011 8:51 am

-- Não há um local mais seguro por essa cidade, longe dos lupinos, para que possamos conversar? Estou sabendo de algumas coisas que acho que seriam de seu interesse. Sei que não é muito envolvido com os assuntos sociais dos seus ‘colegas’, mas estão fazendo umas burrices enormes por aí. Isso pode acabar te prejudicando, então é bom que fique sabendo... Isso que aconteceu aqui nesse café parece ser obra das mesmas mentes de porco que andam amolando a cidade em outros cantos.

-- Entendo. Será que poderíamos encontrar nos aredores da Staten Island. Não sei se é um lugar muito seguro, mas com certeza estaremos longe desses lupinos.

...

Após mandar a pequena ave em busca de informação, Yuki fica à observar o movimento nas proximidades do café, em especial o estranho homem. Ele procura um lugar que seja menos visível e aguarda.
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Re: Central Park

Mensagem por Katrine [apple.] em Dom Maio 22, 2011 12:33 pm

Gente, regularizo os posts essa semana. Peço desculpas pela demora e peço paciência, passei por umas frustrações mas já superei. Algumas reformas serão feitas, mas eu postarei os detalhes aqui pra vocês.

Obrigada pela compreensão.

Tia Kat ;*
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Re: Central Park

Mensagem por Nego Milton em Dom Maio 22, 2011 3:15 pm

zanzael esta realmente impressionado com a quantidade de lobisomens no interior do central park, e isto o deixa realmente feliz ja que conseguiria entender melhor como estas criaturas se comportam, como interagem com as influencias que o ambiente lhes propicia,e como são estruturados se é que são. saber tudo que for possível sobres estas criatura lhe trara um poder que seria quase que impossível de se conseguir se ele nao estivesse em NY, a cidade era perfeita para seus estudos em todos os aspectos , tinha uma quantidade alarmante de lobos, uma floresta que eles protegem e ninguém sabe o por que, o propio lugar onde eles vivem possui sua propia força mística estranha, forte, e perigosa, e ainda assim nao se coloca em uma perigo tao grande como se estivesse em outro lugares.
ele procura por um lobisomem e começa a estuda-lo e usa sentir o pecado (+1 fdv)na criatura e observa tudo mais que lhe for possível e a media que a criatura for se socializando com outras mais zanzael as vai catalogando e fazendo a notações a respeito delas
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Re: Central Park

Mensagem por Katrine [apple.] em Qui Jun 09, 2011 1:07 pm

Kyle Raymond

[off: Parte da narração feita por msn]

... Horário: 02:15 am. Uma noite após a maioria dos players (exceto Zanzael)...
-- Certo, mas acho que você não está entendendo. Olha... Esse Central Park é mesmo sombrio. Desde que me aproximei dele é como se ouvisse vozes me dizendo que aqui estamos expostos demais. O contato com o lugar está mexendo com a minha mente, mas no fim, sinto estar mais próximo às minhas origens quando estou aqui. Talvez seja por isso que estou tão ansioso e inquieto. O lugar é agradável, mas eu tenho a sensação de estar sendo observado constantemente. Talvez eu ainda não esteja acostumado com meus instintos cainitas. O mundo ficou completamente diferente após o abraço. Acho que tenho muito o que aprender. -- Ele faz uma breve pausa enquanto para observar a densa floresta do Central Park -- É mesmo tão perigoso assim lá dentro? Gostaria de entrar e conhecer. Parece agradável, talvez meu desconforto passe lá dentro.

Você olhava para o portão principal do Central Park. O interior do lugar parecia dar um sorriso sombrio pra você, mas parecia tão vazio. Será que seria a hora de derrubar alguns boatos sobre o Central Park? Os seus instintos lhe gritavam que não era uma boa idéia, mas você sabia que aquela poderia ser uma experiência fantástica para John.





Tristan Thorn, Aradia Alarcão & Gam


Spoiler:
Tristan thorn rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 4 para manipulação+intimidação que resultou 9, 9, 1, 5, 6, 8, 3, 2 - Total: 4 Sucessos

[off: Tristan, esqueci de especificar, como a dificuldade foi diminuída em 2 pontos por causa do Status, autoconfiança não pôde ser usada e nem foi preciso gastar FV]

...Horário: 03:55 am...
Apesar de estar com o que ele auto-denominava de ‘camisinha anti-dominação’, o Ravnos via ninguém menos do que Tristan Thorn se aproximando juntamente com Aradia Alarcão. Involuntariamente, um arrepio lhe percorre toda a espinha. Você sabia muito bem de quem se tratava e de quão poderoso ele poderia ser. Os olhos dele faiscavam quando ele rispidamente perguntava sobre o carro dele. Parecia um vulcão prestes a entrar em erupção. O homem parecia uma pedra: estático, sem sentimentos. Te encarava friamente, parecia instransponível. A presença dele, por mais que você tentasse evitar, te arrepiava os cabelos da nuca, como em um instinto natural e as palavras dele pareciam balas de fuzil atravessando seu corpo.
Mas o importante agora era manter a calma, o que estava difícil com Aradia e sua língua grande. Uma merda, uma merda mesmo.

Spoiler:

Gam rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 6 para mentiras que resultou 9, 8, 8, 6, 7, 8, 7, 5, 7, 9 - Total: 9 Sucessos

Mentira mais que perfeita? Impossível. A mente de Tristan estava confusa. Tudo fazia todo sentido, de forma absurda. Acreditaria nele mais do que cegamente. Apesar de agora ter ciência de que, da forma como Aradia falou, ele tinha antecedentes em roubos de carro, todos os traços corporais de Gam gritavam que era tudo a mais pura verdade. As horas passavam e estavam perto do amanhecer. Se tivesse que fazer algo, deveria ser agora e rápido.
Aradia Alarcão observava os dois. Teria ela o feito propositalmente? A sangue azul, por bem ou por mal, jogava o seu veneno e criava um ar de intriga entre os cainitas, o que ela sabia que poderia ser fatal. Ela vira o necromante matar sem piedade há poucas horas atrás. Ela vira a manifestação do seu poder. Ela vira o corpo petrificado e sem alma de Revy, o que deixava evidente de que o Giovanni não estava lá para brincadeira. Ela atiçou a morte que caminhava junto a ele. Arcaria com as conseqüências agora, após a ‘ajuda’ de Gam no Teatro?

Status dos personagens:
________________
Gam
FV: 8/6
+ 1fv ganho por interpretação: caçador de emoções
- 1fv gasto para Ignus Fatuus (quimerismo nos olhos)

PDS: 14/6
- 2 pds para Aparição e permanência (quimerismo nos olhos)
________________



Yuki Miety

-- Entendo. Será que poderíamos encontrar nos aredores da Staten Island. Não sei se é um lugar muito seguro, mas com certeza estaremos longe desses lupinos.

-- Sim, te encontro lá daqui a uma hora. -- E então some do Central Park numa velocidade incrível.

Em sua forma humana, Yuki se recusava a se afastar. A coisa no café parecia estar feia, ele precisava ficar até que entendesse de fato o que estava acontecendo por ali. Aguarda por alguns instantes e o homem não volta. Provavelmente algo lhe interessou lá dentro, ou ele saiu pela porta dos fundos. Sua localização em relação ao café era perfeita, estava escuro. Então dava pra ver tudo o que se passava lá fora, mas lá dentro já era outra história. Apesar de a porta principal ser de vidro (que estava quebrado), você só consegue ver móveis quebrados e o lugar vazio. O cheiro de sangue ficava mais intenso na medida em que você se aproximava, mas de fora, tudo parecia estar nos conformes.
A ave arrumava uma brecha entre os vidros quebrados e entrava. Agora era só esperar mais um pouco até que ela voltasse ou entrar também.




Zanzael

... Horário: 02:00 am. Uma noite após a maioria dos players (exceto Kyle)...

[off: Xuxu, estou tentando adiantar as horas por aqui, já que fiquei muito longe do fórum por um tempo. Então vou tentar adiantar o máximo de ações possíveis. Provavelmente virarei os dias e os padronizarei nos próximos 3 posts. ^^]

O que Zanzael na verdade queria era um conhecimento aprofundado sobre os comportamento daqueles lupinos. Conhecendo seus pontos fracos e fortes, seus hábitos, alimentação e tudo mais que lhes fosse pertinente, seria muito mais fácil controlar um ou até mesmo derrotá-los futuramente.

Spoiler:
Zanzael rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 4 para inteligência+ocultismo que resultou 3, 7, 4, 9, 9, 9 - Total: 5 Sucessos

Então ele se concentra e após finalmente passar horas estudando-os, você consegue acumular conhecimento suficiente. É claro que tudo o que você obtiver conhecimento, não passará de pura lógica e observação. Talvez hajam pontos relevantes que você ainda não conheça, mas é um ótimo começo.

[off: Te enviarei por PM tudo o que descobriu, explicando os pontos relevantes.]

Curiosamente, após descobrir tudo isso, você nota que os lobisomens começam a se retirar do Central Park. Todos em matilha, em conjunto na direção de Bronx. O quê eles foram fazer lá ninguém sabe, muito menos se Bronx eram os seus destinos. Eles são extremamente rápidos, seria quase impossível, até mesmo para um membro alcançá-los. Agora o Central Park parecia tranquilo, calmo e vazio, apesar de ainda sombrio. E uma onda forte de poder ainda irradiava dos esgotos.

...Horário do fim dos estudos: 03:40 pm...

[off: Você ganhou, além de outras coisas, a habilidade secundária: Cultura Lupina: 1
Quando sair do cenário te especifico o que mais ganhou =)]



Guidim Sanedi

...Horário: 04:00am...

-Ei Jones, ta afim de um pouco de agitação? Poderíamos ver o que esta acontecendo por aqui, ou irmos embora como se nada tivesse acontecido, e então o que me diz?

Guidim se divertia com a situação, o que poderia assustar John. Mas como um bom informante que era, ele queria ver o circo pegar fogo.

-- Agitação? Cê tá falando sério? -- Ele abaixava um pouco a cabeça apertando os olhos para entender que confusão era aquela do outro lado do Central Park -- Olha... Eu acho que não seria uma boa idéia botar as caras lá não, mas não custa nada parar pra olhar um pouquinho de longe, né?

Como um bom fofoqueiro curioso que era, ele guia o carro lentamente para o lado oposto do Central Park. Quando você achava que ele realmente estava indo embora, ele entra em um beco, faz algumas curvas que ele parecia conhecer como a palma da mão e para o carro em um beco paralelo de onde estava parada a ferrari e os três sujeitos conversando.
Você reconhece em especial um deles: Um homem conhecido por ser extremamente poderoso. Um independente que prestava serviços à Camarilla e que recentemente havia matado uma mulher do sabá que rondava as ruas com uma foice gigante. O homem aterrorizava pela simples presença. Parecia um poste ali parado, não sorria, não transparecia raiva, era frio como gelo. Guidim já havia conhecido muitas pessoas poderosas e a habilidade de 'parecer uma pedra' costumava ser característica predominante nesses caras. Mas o que um cara como esse estaria fazendo no Central Park perto do amanhecer?
A mulher você também já havia ouvido falar em algum lugar, sabia que era cainita, mas não sabia precisar seus feitos. Mas não era de se esconder de que se tratava de uma sangue azul.
O outro cara você ainda não havia ouvido falar [Manha 0, sem conexões com o submundo, nada sobre a cidade do bar do Gam], mas John logo te adianta:

-- Ei, aquele lá não é o ladrão da Ferrari? Que doido, cara. Haha Bem feito! Aquele deve ser o dono do carro e deve ter pegado ele com a boca na botija HAHAHAHA Mas eu jurava que tinha ouvido tiros... Quem atirou em quem? Tá muito estranho isso aqui.

Você descobria que aquele cara que dirigia pra você era muito mais do que um simples taxista. John parecia conhecer muito mais do que o esperado sobre Nova York e seus acontecimentos relevantes. Poderia ser muito útil para os planos do Setita.







Sercas Natan


...Início de Paixão: 02:00am
Horário atual: 02:20am


-Nao fiz nada, nao tenho más intenções, apenas quero diversão, e você apenas está muito emotivo.

A pequena criança que antes parecia inofensiva, agora demonstrava-se em fúria, o que tornou a situação bizarra: O garoto estava louco de raiva, mas apenas sorria, como um dos seus sentimentos mais profundos no segundo anterior. Sercas conhecia bem o seu próprio poder. Por algum motivo, Butterfield estava se divertindo com aquela situação. Mas, para a surpresa do garoto, era completamente recíproco. Sercas também adorava as habilidades do jovem garoto e isso despertou sua curiosidade: Até onde ele poderia chegar?

-- Diversão? Pelo visto tenho um irmãozinho aqui nos esgotos, mas você não faz bem o estereótipo de alguém que anda nos esgotos. Sorrisos estavam desencadeando fortes gargalhadas. -- Espero que... Não seja tão malvado a ponto de machucar uma pobre criança -- Ele estava ofegante de tanto rir.

-Olha só que legal... voce faz essas coisas muito bem. Hi hi... apesar de nao parecer prestar muita atenção no que digo né... gostei de você Butterfield, você é muito alegre, também adorei seu nome.

De fato, Sercas já sabia que não se tratava de uma simples criança. Então, antes de qualquer coisa, precisava saber do quê esse garoto era mesmo capaz:

-Já sei garotao... talvez a gente pudesse trocar algo. hi hi... assim que você puder me responder... se quizer a gente negocia...

-- Impossível pensar com esses risos. Você afetou minhas imagens, então acho que temos sim muito a negociar, sim. Mas preciso raciocinar, o que está impossível rindo desse jeito.

Interessante. O garoto sabia, de alguma forma, que você havia provocado aquilo. Ele parecia saber muito mais do que uma simples criança poderia e deveria saber.

-- Mas quem quer trocar algo geralmente tem algo a oferecer pra negociar. O quê veio procurar aqui? Sugiro que não demore muito, não estamos sozinhos aqui embaixo. -- As ilusões sumiam e agora aparecia um ovo gigante com braços e pernas em cima de um muro, balançando os pézinhos desesperadamente. Só que desta vez, era claramente algo imaginário, pois a imagem fosca retratava um desenho e não mais seres que, de fato, existiam.





Última edição por apple. em Seg Jun 13, 2011 6:20 pm, editado 5 vez(es) (Razão : Formatação troll master, desculpa zanzael. eu tentei)
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Re: Central Park

Mensagem por No One em Sex Jun 10, 2011 12:43 pm

Abri um sorriso excitado ao olhar para o interior do Central Park. Era como se aquele lugar sorrisse pra mim e sussurasse meu nome. De fato era perigoso, mas também muito agradável, e assim como John, eu sentia que estava mais perto de minhas origens ali. Iria explorar aquele lugar, mesmo ciente dos perigos, e aproveitaria minha madrugada ao máximo, como um verdadeiro Bon Vivant. Lobisomens podiam até me incomodar antes quando não estava muito interessado, mas agora que eu estava realmente afim de conhecer melhor o local, eles pouco me importavam.

-Sim, é perigoso. Mas sinceramente não me importo com isso agora. O lugar também parece agradável pra mim, então danem-se os lobisomens, nós vamos entrar. - Disse pra ele enquanto caminhava para dentro da floresta.

Já dentro do Central Park, refleti um pouco sobre a habilidade especial do meu Aprendiz. O poder que John possuia ainda era desconhecido por mim e até mesmo por ele. O que seria isso afinal? Lembrei-me de quando descobri que possuia o dom de prever o perigo. Eu ainda era humano, e Paul estava prestes a me matar. Fechei os punhos com força ao lembrar do maldito, mas logo me acalmei, não estragaria minha noite corroendo-me de ódio pelo desgraçado. Voltei minha atenção a John.

-Ainda está ouvindo as vozes? Se sim, concentre-se nelas e me diga o que está ouvindo. - Esperei pela resposta dele, reduzindo a velocidade da caminhada. - Agora tente se comunicar com elas. Faça uma pergunta. - Disse então.

Eu sabia que muitos espíritos habitavam o Central Park, então talvez fosse isso. E se fosse, eu também estaria interessado nessa habilidade. O contato com o mundo sobrenatural era algo que me excitava bastante.
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Re: Central Park

Mensagem por Edgard em Ter Jun 14, 2011 5:14 pm

Edgard estava caminhando sob o véu da noite, ele gostava desse poder, e sua frustração no Elysium lhe fez ficar mais descortável com o local. Ele estava voltando para o seu refúgio na cidade, uma casa discreto, a algumas quadras do Central Park.
Ele morava em um apto alugado, de dois quartos, típico de um jovem americano solteiro.

Spoiler:

http://maps.google.com.br/maps?q=CENTRAL+PARK&oe=utf-8&client=firefox-a&ie=UTF8&hl=pt-BR&hq=&hnear=Central+Park,+New+York,+United+States&ll=40.770993,-73.961442&spn=0.000496,0.001373&t=h&z=20&layer=c&cbll=40.770993,-73.961442&panoid=hPnMI8oSkRDlKCVnpkjLIQ&cbp=12,179.96,,0,0
OFF:PQP nun consegui postar a imagem do prédio nn.

Ele é discreto, e como um jovem, ele sai a noite e volta sempre nas madruga.
Então mais um dia ele estava voltando pra casa, as conversas no Elysium, não foram do jeito que ele queria. Ele lembra então ele lembra do seu amigo Guidim, onde conheceu em um de seus trabalhos em Washington. E viu nesse Cainita, um amigo, que ele precisa ensinar e proteger. A noite está chegando ao fim, e ele se prepara pra dormir.

na noite seguinte.
E em usa residência, onde estava só vendo o noticiário noturno, ele pucha o seu celular digita o número de Guidim, mas depois guarda e acha melhor sair de casa pra conhecer o local onde mora.

Ele coloca uma calça jeans, um sapato branco Adidas, e uma camisa do Manchester Untd vermelha. Põe suas facas já com o veneno Assamita das noites anteriores (3 pds na faca) e guarda ela em sua bainha de couro escuro com desenhos japoneses, e coloca sob a calça.

Por Alguns minutos, cerca de meia-hora, ele fica correndo em volta da grande mata artificial do Central Park.

Nessa mata deve abrigar muitos Gangrel, ou até mesmo os Lupinos...
Agora Edgard não quer mais correr, ele começa a dá voltas e diminui seus passos até chegar perto do MT Sinai Hospital. Ali ele cessa seus passos e fica uns minutos olhando para todos em sua volta, tentando buscar algum rosto levemente pálido, denuciando um amaldiçoado.

Pucha o celular do bolso e digita um SMS para o seu amigo Guidim.
Cell:
"E ai Guidim beleza!? Por onde andas desde daquelas noites!?"

Ele tenta contactar o Guidim com essa mensagem, talvez após algumas noites ele ainda se lembrará do Assamita, e com isso a mensagem era o bastante para Edgard dizer que fez sua parte, agora resta ao Guidim retornar com uma ligação.

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Re: Central Park

Mensagem por Guidim em Qua Jun 15, 2011 2:03 pm

Jones era um cara esperto, sabia o jeito certo de chegar aos locais, e a idéia dele de observar tudo de longe mostrava o quão astuto aquele cara era.

"-Para um simples mortal devo admitir que esse gado é bem interessante, Set deve rogar pelo caminho dele em breve, a mão divina de meu Deus , mais uma vez me coloca bons companheiros de trilha."

Guidim se satisfazia internamente sabendo que Jones era um cara esperto, e fazia uma referência á Edgard, um Assamita, especialista na arte de Matar, Esse Assamita teve a sorte de Cruzar o caminho de Guidim noites passadas.... Em noites passadas esse Assamita foi afortunado com a essência de Set.

Guidim de modo furtivo deu á esse Mestre das armas seu sangue, herança de Set, O que deixou o tal Assamita um pouco mais maleável quando o assunto em pauta seja interação (Edgard laço de sangue Nível 2 comigo, eu não tenho laço com ele).

Guidim voltava de seus devaneios, seu celular vibrava em seu bolso, rionia do destino ou benção de Set, era Ele o Assamita avassalado por Guidim,

O Setita esboçava um leve sorriso no rosto pois sabia que o laço que Unia Edgard a ele era uma dádiva que Edgard não se livraria tão cedo, e Guidim se satisfazia com isso, afinal um dia Edgard seria tão devoto á Set quanto Guidim é.

-Ei Jones qual o endereço de onde estamos, talvez eu arrume uma carona para casa com um amigo....

-Ei Ed, meu amigo, a tempos não nos falamos, estou aqui no Central park, vacilando pela cidade, para ser mais rpeciso estou na rua (endereço que Jones falou), aprece por aqui, tem coisas interessantes rolando.
Guidim agora voltava sua atenção para a cena do Tal independente caçador de Vampiros...

"-Bom se presta serviço para a camarila justifica o fato de acompanhar a bela dondoca, no mínimo deve ser uma das interesseras da camarilla doida para chupar as bolas do cara Momento, adoro isso, Essa garota tem fututo..."

Gudim gargalhava por dentro, o mundo e as pessoas eram tão podres como ele gostaria que fosse.

"-Agora o outro cara quem será???"

Jones-- Ei, aquele lá não é o ladrão da Ferrari? Que doido, cara. Haha Bem feito! Aquele deve ser o dono do carro e deve ter pegado ele com a boca na botija HAHAHAHA Mas eu jurava que tinha ouvido tiros... Quem atirou em quem? Tá muito estranho isso aqui.

A dúvida de Guidim era sanada sem ao menos ter o trabalho de se esforçar para entender a cena, Jones realmente surpreendia Guidim nessa hora.

-Acho que hoje ja vai ser a noite de seu primeiro pagamento hein Jones, hahahaha, assim como combinamos, tu vai se dar bem, se ganhará por informações passadas ja devo estar em débito com você hahaha.

O Setita incentivava o homem, se era dinheiro que ele queria, dinheiro ele teria, afinal esse era o preço, coitado de Jones por estar negociando com uma cobra, mais cedo ou mais tarde Guidim daria cabo dessa situação pouco proveitosa para seu lado financeiro.

-Seja la o que tiver rolando, acho que o pior ja passou, afinal ouvi tiros e nao tem ninguém ferido por ali... vou dar uma checada Jones, se quiser espere-me aqui.... afinal o Clarim Diário precisa de notícias...

Falava Guidim enquanto mais uma vez reforçava a idéia de ser apenas um repórter curioso, fazia isso enquanto saía do carro apenas falando para Jones.

-Se o bicho pegar dá o fora hahaha...

La partia o Setita, seu andar inseguro por aquelas redondezas mal movimentadas, indo ao encontro dum estranho grupo, tudo parecia muito suspeito, mas Guidim não queria perder nada, afinal caso alguem desse um deslize seria Guidim quem se aproveitaria da situação, seja la o que tivesse rolando as Harpias iriam adora saber dos podres alheios.

Guidim ajeitava seus óculos escuros ainda em seu rosto, as luzes dos postes começavam a lhe incomodar a vista, ja eram 4:00am e logo uma luz ainda mais aterradora iria tomar de vez a noite de Guidim.

O Setita tinha boas informações para poder jogar em ambos os lados, e talvez jogar ao lado mais forte seria a coisa certa no momento (natureza parasita).

-Ora, ora , ora , o que temos aqui.... Se não é o grupo mais estranho que eu poderia encontrar em pleno fim de madrugada , hahahaha, não que seja de minha conta, apenas estava de passagem quando ouvi alguns tiros por aqui..... sabem como é o temperamento de Srta. Lecter não sabem.?.. apenas vim verificar se tudo anda em ordem na casa da bela anfitriã.

Afinal eu não ficaria surpreso em haver algum embate por aqui, ainda mais sabendo que o Senhor teve o carro roubado por esse aí (Referia-se á Gam apontando=-lhe o dedo), que bom que encontrou o ladrãozinho Senhor.....? - Guidim dava as mãos e esperava que O homem Prepotente á sua frente completasse a frase com o seu nome.

O puxa-saquismo do Setita estava estampado em sua cara, sabia da influência do homem á sua frente, e para estar junto á elite, nem mesmo o amor próprio de Setita era valorizado. (natureza parasita)

_________________
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"-A verdade está aí dentro...
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