Marcio Frederico - Vladimir Szantovitch - Tzimisce, Família Zantosa

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Marcio Frederico - Vladimir Szantovitch - Tzimisce, Família Zantosa

Mensagem por joan silvergate em Sex Set 24, 2010 1:44 pm

Nome: Marcio Frederico
Personagem: Vladimir Szantovitch (Zantosa em sua conotação mais primitiva)
Nacionalidade: Inglês
Imagem do Personagem: http://img215.imageshack.us/img215/2293/hellsingsirintegrahells.jpg
Clã: Tzimisce, Família Zantosa
Natureza: Malandro
Comportamento: Juiz
Geração: 13ª
Refugio: Galpão Abandonado no Porto.
Conceito: Resolvedor de Problemas


Experiência:


ATRIBUTOS

Físicos
- Força: 1 + 1 = 2
- Destreza: 3 + 1 = 4 Velocidade
- Vigor: 1 + 1 = 2

Sociais
- Carisma: 3 + 1 = 4 Eloquente
- Manipulação: 3 + 1 = 4 Convincente
- Aparência: 1 + 1 = 2

Mentais
- Percepção: 0 + 1 = 1
- Inteligência: 3 + 1 = 4 Analítico
- Raciocínio: 0 + 1 = 1


HABILIDADES

Talentos
- Prontidão: 3
- Esportes: 1
- Briga: 1
- Esquiva: 1
- Empatia: 1
- Expressão: --
- Intimidação: 1
- Liderança: 1
- Manha: 1
- Lábia: 3

Perícias
- Empatia c/ Animais: --
- Ofícios, Moldar o Corpo: 3
- Condução: 1
- Etiqueta: --
- Armas de Fogo: 1
- Armas Brancas: 1
- Performance: 3
- Segurança: --
- Furtividade: --
- Sobrevivência: --

Conhecimentos
- Acadêmicos: --
- Computador: 1
- Finanças: --
- Investigação: --
- Direito: --
- Lingüística: 1 Inglês (Materno) + Romeno (Adicional)
- Medicina: 2
- Ocultismo: 1
- Política: --
- Ciências: --
- Koldunismo: 1 Ponto Bônus


VANTAGENS

ANTECEDENTES
-------------------------

DISCIPLINAS ZANTOSA (Mediante a qualidade “Disciplinas Revenantes” para a respectiva familia Zantosa).
- Auspícios: 1
- Presença: 1
- Vicissitude: 1

DISCIPLINAS ADICIONAIS (Mediante a qualidade “Disciplina Adicional”).
- Feitiçaria Koldúnica: 1 O Caminho do Fogo

RITUAIS DA FEITIÇARIA KOLDÚNICA
Nível: 1 Nome: Iluminação
Descrição: Todas as coisas na natureza contém um espírito de algum tipo, que são referidos como léleks (espírito em húngaro). Feiticeiros Koldúnicos devem primeiro ser capazes de reconhecer um espírito da natureza antes que eles possam manipulá-los em servidão corretamente. Este ritual é necessariamente lançado freqüentemente, através disso reforçando a ligação do koldun com a terra e a natureza. Muitos dos velhos koldun simplesmente não confiavam que sua ligação a terra permaneceria intacta. Por isso, eles dedicavam uma noite da semana para reconectar-se completamente com os espíritos da terra. Estes léleks são mais reconhecidos "sentindo" do que visualmente percebidos. Um lélek viajando numa brisa perto do koldun pode instilar uma sensação estática na nuca do feiticeiro. Árvores sadias podem parecer ter um fraco brilho verde em seus troncos. De qualquer modo ele acredita que percebe estes espíritos, o koldun desperta para um novo sentido após lançar este ritual.
Sistema: O jogador koldun gasta um ponto de sangue e faz um teste. Cada sucesso que ele acumula aumenta a duração de sua ligação aos espíritos da natureza dos quatro elementos naturais.

1 sucesso Uma hora
2 sucessos Uma noite
3 sucessos Uma semana
4 sucessos Um mês
5 sucessos Um ano

VIRTUDES
- Convicção: 1 + 0 = 1
- Instinto: 1 + 0 = 1
- Coragem: 3 + 1 = 4

TRILHA DO PODER E DA VOZ INTERIOR: 2

FORÇA DE VONTADE: 4 + 3 Pontos Bônus = 7

QUALIDADES (18 Pontos Bônus Gastos) e DEFEITOS (7 Pontos Bônus Adquiridos)

NOÇÃO DO PERIGO: (2 PONTOS DE QUALIDADE)
Você possui um sexto sentido que o alerta para o perigo. Quando você estiver em perigo, o Narrador deverá fazer
um teste secreto contra a sua Percepção + Prontidão; a dificuldade dependerá da distância a que a fonte do perigo
se encontra. Se o teste for bem-sucedido, o Narrador lhe dirá que você teve uma premonição. Os sucessos múltiplos
podem aguçar a sensação e conferir uma indicação de direção, distância e natureza. Esta Qualidade é mais confiável e
específica que o poder de Auspício de Nível Um; combinados, os dois podem criar um sistema de alarme ainda mais
poderoso.

EXISTÊNCIA ABENÇOADA: (5 PONTOS DE QUALIDADE)
A sua pós-vida é protegida de alguma forma: você não enfrenta os mesmos perigos que os outros. Talvez seja pura
sorte. Qualquer que seja a razão, você pode ignorar um único .um. em todos os testes que realizar. Isso reduz
enormemente a possibilidade de que você venha a sofrer uma falha crítica, e lhe concede mais sucessos do que os
outros podem obter.

DISCIPLINA ADICIONAL: FEITIÇARIA KOLDÚNICA (5 PONTOS DE QUALIDADE)
Você pode pegar uma Disciplina adicional (com permissão do Narrador) como se fosse de seu clã. Todos os custos
para aprender esta disciplina são pagas como se fossem naturais de seu clã. O personagem não pode compra esta
qualidade duas vezes.

DISCIPLINAS REVENANTES ZANTOSA (3 PONTOS DE QUALIDADE) – Livro de Clã Tzimisce
Os laços à sua família revenante ficaram com você passado o abraço. Como tal, as Disciplinas que eram inatas a você como carnniçal permaneceram como Cainita. Na criação de personagem, selecione a família carniçal da qual você veio. Ao invés do complemento padrão dos Tzimisce de Animalismo, Auspícios e Vicissitude, você apresenta suas três disciplinas de família para sua distribuição inicial (embora você possa comprar outras disciplinas com pontos de bônus normalmente). Também, você aprende as disciplinas de sua família ao custo de uma disciplina de clã. Isso, contudo, significa que você não pode comprar os poderes tzimisces e os da família ao custo de disciplinas do clã a menos que elas compartilhem uma habilidade particular como vicissitude.
Sistema TM: Você deve primeiro esclarecer a herança de sua família revenante com o narrador anes de comprar esta qualidade. Com a aprovação do narrador você pode, na criação do personagem, tomar as três Disciplinas inatas de sua família revenante ao invés daquelas dos tzimisce. Qualquer disciplina sem ser de sua família revenante, mesmo aquelas passadas através do sangue tzimisce, devem ser compradas como sendo de fora do clã.

IMUNIDADE AO LAÇO DE SANGUE (QUALIDADE: 3 PONTOS)
Você é imune ao laço de sangue. Personagens Tremere não devem ter esta qualidade.

FRAQUEZA REVENANTE ZANTOSA (3 PONTOS DE DEFEITO) – Livro de Clã Tzimisce
Você foi parte de uma família revenante. Seguindo o abraço, você passou a sofrer da fraqueza de seu clã e da limitação de sua família revenante; seja a propensão dos Bratovitch a cair em fúria, o laço de sangue dos grimaldi ao Sabá, a instabilidade dos Obertus ou a vontade fraca dos Zantosa. O narrador também pode permitir que você manifeste uma fraqueza de uma linhagem revenante perdida ou destruída. Isso poderia adicionar mistério ao seu prelúdio e permitir um pouco de investigação genealógica.
Sistema MT: Como dito acima, vocÊ sofre da fraqueza de seu clã bem como da limitação de sua família revenante. Você deveria trabalhar com seu Narrador se decidir manifestar uma limitação de uma linhagem revenante perdida ou destruída.

DEPENDÊNCIA DO SOLO ANCESTRAL (4 PONTOS DE DEFEITO) – Livro de Clã Tzimisce
A dependência de seu solo nativo impede a migração dos tzimisce da Europa Oriental. Ate umas poucas crianças abraçadas em outro lugar precisaram do solo de uma terra natal que elas nunca tinham visitado, deixando-as particularmente vulneráveis aos inimigos que sabiam desta fraqueza. Nas noites modernas, o transporte rápido deixa tal ameaça muito menos severa, mas até mesmo as crianças Abraçadas gerações depois de seus ancestrais se mudarem ocasionalmente manifestão este Defeito. A vontade dos espíritos da terra natal ancestral dos Tzimisce pesa muito em seu sangue – o Solo de um luar importante para você enquanto mortal não faz. Você atualmente precisa de dois punhados do solo maculado da terra natal Tzimisce da Europa Oriental. A dependência Ancestral do Solo mais comumente se manifesta nas crias de Koldun e no ramo do clã que acredita descender de Yorak. Os Personagens Abraçados na Europa Oriental não podem escolher este Defeito (eles já são dependentes do solo local).
Sistema MT: Sua dependência no solo magicamente rico e doentio da Europa Oriental é tão severa que, até você estar em posse de dois punhados dela, sofrera uma penalidade de duas características em todas as disputas.


OBS:

- Disciplinas Zantosa: Auspícios, Presença e Vicissitude.
- Fraqueza Zantosa: Os Zantosa deixam sinais fáceis para a tentação. Os menbros da família não podem gastar força de vontade para resistir a tentações sobrenaturais ao prazer. A despeito da fonte da tentação, um Zantosa deve ter sucesso numa jogada de Força de Vontade (dificuldade determinada pelo Narrador) sempre que ele particularmente desfruta de uma experiência. Falha indica que o Zantosa se torna viciado naquela experiência e busca obsessivamente revive-la tão frequentemente quanto possível.

PRELÚDIO

Zadruga a “Família Conjunta”. Os Zantosa assim como as outras famílias sob a alcunha Revenante que ainda se mantêm foram forjadas pela conveniência. Na verdade era muito mais fácil cultivar servos num ambiente de horror do que treinar continuamente parentes recém-chegados a aceitar o que viam. Eventualmente estes carniçais através do solo assombrado dos Cárpatos ou dos Séculos de desgaste do laço de sangue, conseguiram passar seu estado meio condenado a seus filhos, formando assim os primeiros tidos como Revenantes. Os Zantosa foram à aristocracia do Velho Mundo que nunca encontrou uma tentação a qual não conseguisse sucumbir.
Europa Oriental, Cárpatos, Transilvânia, a origem dos como Eu e o solo sagrado dos Demônios. Ainda que não estejamos hoje tão centrados como naquela época, muito foi tomado dos Lordes e logo tomaremos de volta. Nasci na Europa Ocidental e Inglês já que meus pais serviam a um Lord neste Território. A “filosofia” Fume-o-ou-foda-o de Minha Família os Zantosa só é mal dita por quem não teve a graça de desfruta-la, verdade seja dita (e poucas vozes voltarei a dizer a verdade) não a quem melhor tente e corrompa a virtude do que nos. Somos servos úteis e por isso nossa família se mantêm.
Claro que esta nossa predileção não provem da “vontade de servir”. Quando se conhece a dor tão intimamente como só uma tela Tzimisce (Cobaia de experimentos) conhece, nos agarramos a qualquer prazer ou similar forma de alivio que nos é mostrada. É natural sermos tão vorazes quanto a isto e não sei por que diabos alguém agiria de forma diferente.
Também não sei dizer-lhes quando provei pela primeira vez do sangue, sempre estive tão intrinsecamente ligado a ele mesmo antes do abraço que seria infamiliar não senti-lo. Pelo que vi quando mais crescido creio que minha mãe ou quem quer que tenha me amamentado (ela morreu um pouco depois acho, não sei ao certo) tenha furado seu seio acima do bico o que teria misturado o leite materno com o sangue (afinal é uma pratica comum em minha família). De qualquer forma não farei um conto erótico para descrever o provar do sangue (é muito melhor que isso, prove e descubra por si mesmo), mas posso revirar suas entranhas com a descrição do que a abstinência me levava a fazer. Enfim vamos pular os melhores detalhes. Direi apenas que já provei tanto do sangue e de tantos recipientes diferentes que isso me mudou de inúmeras formas.
Depois de muitos anos servindo aos Demônios e ao Sabá, conseguindo permanecer vivo (o que não é nada fácil). Recebi o privilegio de participar de uma “convenção” (junto de outros dois de minha família e alguns outros de famílias distintas). Não vou fingir que não sei o motivo, ainda que não saiba precisar “o que” sei que algo vem interferindo e mantendo a má sorte longe de mim. (Aprendi há muito tempo que não acreditar em “algo” ou não conseguir racionalizar sua existência não torna este “algo”menos fatal). Portanto também não tenho duvidas que esta “sorte” não é mero acaso. De qualquer forma é como se minhas mãos fossem abençoadas (apesar de duvidar muito que qualquer individuo são abençoaria minhas mãos), tenho um sexto sentido presente e me saio bem onde mesmo outros com muito mais experiência perecem. Meu antigo Lord parecia ter conhecimento disto e bem suspeito que esta minha sorte seja a razão de ter sido indicado e posteriormente presenteado com o abraço ao fim da celebração. Neste encontro restrito aos Tzimisces e a seus servos, nos banqueteamos em orgias e outras perversas formas de celebração. Barris (mortais pegos para servir de gado) eram fartos e sua tortura e dor servia a diversão e entretenimento de nossos Senhores, alguns mesmo ate sendo deixados a nos. (Não é sempre que vemos a generosidade de nossos Lordes, aproveitamos imensamente a oportunidade). Enfim no final da festa, exaustos, bêbados, drogados e um tanto quanto alienados entre delírio e realidade fomos abraçados. (Claro que não foram todos, alguns poucos receberam este presente, mas o que importa é que estava entre eles).
É uma pena que estivesse tão drogado que sequer saiba precisar meu progenitor, sei que meu “Patrocinador” ou Mentor como muitos preferem dizer fora Tibor, um Demônio Unificador (Seguidor da trilha do poder e da voz interior) que me instruirá basicamente tanto nesta trilha quanto nas disciplinas de nosso clã. Acho que novamente esta minha “sorte” me ajudou, com as mudanças causadas pelo abraço meu corpo manifestou uma fraqueza debilitante. Se Tibor não fosse um Koldún poderia nunca ter vindo a saber desta dependência pela terra dos Cárpatos lugar ao qual nunca vira pessoalmente. Ao que me parece Ele levou esta minha peculiaridade como um sinal e por identifica - lá passou a dar-me também alguma instrução koldúnica. Tibor, contudo era Ductus de um Bando Nômade e logo deixou a Europa. Sendo seu aprendiz um “Recruta” no bando logicamente também o fiz, conseguindo pela primeira vez afastar-me de solo Inglês ainda que logo depois tenha vindo parar em solo Americano, o que vamos admitir também é inglês.
Quando passávamos pela cidade de NY por ordem de Nosso Ductus (Tibor) fiquei. Afinal ele era um Unificador como eu por influencia dele e assim sendo compreendíamos os benefícios que uma cidade estratégica como NY podia nos proporcionar. Deveria estabelecer-me na cidade e tornar-me forte, influente. Assim o bando de Tibor mesmo sendo nômade, teria “recursos” (Eu) na cidade. Seria a forma pelo qual retribuiria a atenção e os ensinamentos que me prestara.
Meus conhecimentos ainda são básicos, mas progredirei por mim mesmo. Meu refugio esta pronto e graças ao intermédio de meu Senhor é bem protegido, isolado e mais importante mantêm a terra dos Cárpatos, a única que reaviva minhas forças. Estou bem posicionado e já que as precauções quanto a minha segurança foram tomadas vou apresentar-me as lideranças locais e por-me a serviço do Sabá enquanto adquiro no processo conhecimento e poder para forçar minha subida na hierarquia da seita.


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