TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Songette em Qua Mar 02, 2011 9:28 pm

Enquanto caminhava para a entrada, pensava naquelas sensações que obtivera analisando o casaco. Elas formavam uma imagem distorcida em sua mente...Como os estímulos eram soltos, ela ligava os pontos, mas temia que levasse a alguma conclusão errônea...Philip estava fugindo de algo...O que seria? Mais uma coisa a intrigava...perfurações...ouvia o som dessas perfurações contra algum material oco. O que isso significava?

Quando caiu em si, estava na porta do teatro, onde o segurança os barrava
.

- A Casa está fechada para mundanos, apenas VIPs entram. Dêem o fora daqui – ordenou, rispidamente.

- Nós não....

Mundanos...Requiem sentiu-se diminuída com essa palavra. Por mais que soubesse que ele se referisse a humanos, ainda era uma expressão ofensiva.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Algis em Qui Mar 03, 2011 9:37 am

Saulo estava pensativo, tentava ligar uns pontos a outros, percebia que Andrada sorria de forma estranha, quando ele fez aquele sinal com a mão, Saulo realmente entendeu nada o que acontecia, ele iria falar alguma informação preciosa?

Perfeito. Caiu no meu plano como uma mosca se engolfa numa teia – tocava o ombro de Saulo, circulando-o. - Foi uma encenação, pobre cordeiro desgarrado – apenas sibilou, sílaba por sílaba, sem emitir ruído algum.

Saulo franze suas sobrancelhas, seguido de em sorriso com o canto da boca, viu a piscada que ele deu para Lisa, mas começou a entender o que passava ali, daí palavras se formavam em sua mente

Enganamos os Nosferatus e Malkavianos! Precisamos encontrar mais um do clã para nos ajudar, o restante já montou um cordão de isolamento. Os Monstros encontraram algo aqui debaixo e estão escondendo, jogando as atenções para uma disputa tola. Existe uma passagem no porão do Teatro, que vai diretamente para as antigas Galerias, é lá que se esconde o perigo... Ora, não ficou claro que lutei contra nosferatus? Como poderemos agir? Eis a questão

- Na realidade, a Senhorita Louvain já tinha me designado para a missão e fico contente que você esteja aqui para me ajudar. Você passou no meu teste

Saulo dá um sorriso e cruza os braços, balançando a cabeça positivamente:
Um show digno de mestre, precisamos de mais um, conheço ninguém em potencial estou aqui na cidade, faz pouco tempo Saulo passa de um lado a outro
O Sr possui o mapa das galerias dos esgotos? O ideal é que precisaríamos de um guia, mas quem? Posso "convencer" um deles a nos ajudar. Sr Andrada eu não sou bom em combates corpo-a-corpo, mas se precisar eu caio dentro, conte comigo para investigações e para te dar suporte com armas de fogo que aliás eu nem trouxe, posso ir buscá-las... Saulo estava pensativo

Precisamos de mais um, mas quem? Saulo sentava e pensava

Caso Andrada não tenha conhecimentos dos esgotos, Saulo ligará para seu contato através da minha segura

Peter, tudo bem? Preciso de um favor seu... Preciso de um mapa preciso da galeria de esgotos de New York, um favor pequeno Saulo era amigável com sua voz
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Qui Mar 03, 2011 3:24 pm

Como pedido pelo narrador aqui está o quote
Camuel Le Boursier

- Uhmm.. Teatro, realmente imprevisível sr. Camuel. Aceito sim. Ela fala sorrindo entrando dentro do carro.
- Tem alguma peça em especial hoje?

Ela fala carismáticamente.

Off: Pode mudar de cenário o/
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Qui Mar 03, 2011 11:38 pm

[Cenário Lotado: 5 jogadores]

.
.
.

Cena: Saulo e Dimitri
Horário: 23h55



O olhar de satisfação vindo de John era notório, satisfeito com a mais primorosa atuação, afinal, enganou todos os cainitas que estavam presentes – criando uma distração para a Camarilla como um todo. Jogada de mestre do Clã da Rosa. Agora, enquanto geral se preocupava, pensando que algo sério aconteceu, Louvain e suas “crianças”, poderiam agir de maneira soturna.

Contudo, quando Saulo tentou falar, Andrada o silenciou, colocando o dedo indicador nos lábios dele.

- Shhh. Deixemos pra falar longe daqui, tudo bem? Alexis contatou-me telepaticamente, parece que ela achou alguém perfeito para ir à frente. Vamos, existe uma saída pelo porão

John deu um sinal para Lisa, pelo visto, ela ficaria ali, para reforçar para todos, que o próprio Andrada permaneceria na clausura da vergonha. John puxou um tapete do chão, revelando um alçapão. Puxou. Bingo. Uma saída de emergência, que daria nos fundos do Teatro. Sem falar nada, John apontou para Saulo entrar. Em seguida, também entrava. O túnel é escuro, úmido e goteja água fétida, previsível. Passaram por lá, por fim, abriram uma porta de grades, saindo nos fundos do recinto, estavam próximos do portão traseiro do Teatro. John tirou um molho de chaves do bolso, abrindo o portão.

- Devemos ficar aqui. Louvain mandará algo – comenta ele, confiante.

Já no interior do Susan, o distraído Toreador se aproximou da Primigênie. A saga de Dimitri continuava, nem percebeu os olhares o reprovando, muito menos o clima de tensão que ali emanava.

- O prazer é todo meu, Sr. Dumont. Nosso clã o saúda, principalmente pelo letal atraso. Espero que tenha feito um programa fascinante, para simplesmente não comparecer neste evento oficial – ela sorria, docemente. As palavras meigas mais pareciam ondas de luz. - Lhe peço um favor, caríssimo, poderia retirar-se daqui, dar a volta até a entrada dos fundos, recepcionando duas pessoas? – indaga Louvain, a cada sílaba que ela mencionava, a cada movimento labial que ela fazia, Dimitri tinha orgasmos mentais. Por tamanha beleza e formosura, ele jamais a negaria, estava encantado pela Primigênie.

Que loucura! Mal entrou e Alexis pedia para ele sair. Provavelmente era algo importante. Graças ao super-ego que tinha no meio das pernas, Dimitri se achou – literalmente: bam-bam-bam. E agora, atenderia aos encantos da Primigênie Toreador?

Voltando aos fundos, Saulo e John esperavam. O Toreador nota um sorriso na face de Andrada, parecia que tinha recebido outra mensagem da Louvain.

- Alexis me descreveu o sujeito. Ela selecionou o terceiro membro. Os Nosferatus não perdem por esperar – afirma ele, girando a bengala por entre os dedos.

Spoiler:
Dimtri testando Força de Vontade, CASO o jogador queira contrariar a Primigênie (Dif 8 ): 10+1+6 (Falha) ~> Resultado? Dimitri não terá coragem de negá-la, irá fazer o que Alexis pediu




Cena: Réquiem e Kyle
Horário: 23h59



Quando ouviu o nome “Blair”, o segurança gelou. Ficou estático, sem reação. Pensou por alguns minutos, parecia em dúvida. Fez um gesto com a mão, pedindo para os dois esperarem. Distanciou-se um pouco, usando o rádio para colher algumas informações. Depois disso, ele retornou.

- Já que esse é o caso... – pigarreou. - Tá, entrem- suspirou, dando passagem. - Ah! Mas meu companheiro irá acompanhá-los, nada de gracinhas!

Um sujeito com longos cabelos negros, traços pontiagudos, olhos verdes [Aparência 4], lábios carnudos, sobrancelha grossa e com uma voz muito bonita. Trajava um sobretudo de couro preto, calça social e coturnos.

- Sigam, coisas inglórias, ignorantes da arte... – cantarolou.

O estranho sujeito entrou lateralmente na parte interior do Teatro. É possível ver os assentos, a ala para conversas, sanitários, corredores e, não menos importante, o palco. A presença de pessoas bonitas, também é abundante. Porém, o “guia” foi rápido demais, assim, não deu para analisar muita coisa. Parou de frente a uma porta, deu duas batidinhas e abriu, Kyle e Réquiem entravam.

Era uma sala administrativa, cerca de 20m². Uma mesa grandiosa, provavelmente de mogno, bem escura e rústica, ficava posicionada quase no final do recinto. Atrás, poderiam notar uma prateleira, que tomava o espaço de toda a parede, repleta de livros – dos mais variados títulos e idiomas. A Príncipe estava sentada, fixando o olhar vazio para a porta. Inexpressiva, apenas sinalizou para ambos se sentarem, em duas poltronas que estavam a frente da mesa dela.

Tal aparência, quase uma ninfeta, no auge dos 18 anos, aparentemente, cabelos negros, até os ombros, desfiados. Rosto angelical, traços meigos e leves. Olho azul-piscina, olhar felino, analítico, como se avaliasse tudo ao redor. Trajava terno feminino, nitidamente grosso, luvas brancas nas duas mãos. A beleza dela é irritante.

- Boa noite. Qual o assunto? – direta, Blair demonstrou que não está para rodeios. As palavras da Príncipe eram letais, mais pareciam estocadas de uma lâmina envenenada.




Cena: Camuel
Horário: 00h



Com as badaladas de um novo dia, o Feiticeiro chegava ao Teatro. Acompanhado de uma bela dama, seguiu na esperança de entrar. Chegando à entrada, foi barrado sem cerimônia. Culpa de um segurança, cabelos curtos, pretos, musculoso e olhar ameaçador. Traja terno perto, com volume de arma de fogo na cintura.

- A Casa está fechada para mundanos! Cai fora daqui, moleque – afirma o segurança, rispidamente.

Depois da carteirada que recebeu do último casal, o leão-de-chácara não estava disposto a aliviar. Evitava os olhos de Camuel, como se seguisse uma cartilha pré-estabelecida. Virou a face e ignorou o Feiticeiro, ficando na guarita de segurança do Teatro. E agora? Com a entrada vetada, deveria pensar em algo, caso ainda quisesse entrar.

- Eita... Pensei que fosse mais importante. O que faremos? – choraminga a mulher.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Algis em Sex Mar 04, 2011 10:48 am

Aquele sorriso de sastifação na face de Jhon, deixava Saulo espantado ao mesmo tempo maravilhado, Saulo batia palmas para o mesmo, Saulo ia explicar a situação dele, mas foi interrompido, pelo seu irmão de clã:

- Shhh. Deixemos pra falar longe daqui, tudo bem? Alexis contatou-me telepaticamente, parece que ela achou alguém perfeito para ir à frente. Vamos, existe uma saída pelo porão

Claro, vamos Saulo respondia imediatamente

Era claro que Lisa ficaria ali para dar cobertura, Jhon puxava o taapete do chão onde havia uma entrada, Saulo corespondeu ao gesto de Jhon, mesmo com o fedor que ali tinha passaram, saindo na parte de trás do teatro

- Devemos ficar aqui. Louvain mandará algo

Saulo respondia positivamnete com a cabeça, entaõ Saulo conversa com o rapaz:
Sr Andrada, não sou bom em combates corpo-a-corpo, mas se precisar cair dentro eu caio, sou bom com armas de fogo que aliás estou sem elas Saulo fala enquanto põe as mãos nas costas, certificando-se que elas realmente não estavam lá
O Sr possui o mapa dos esgostos ou o conhecimento de lá? Saulo anda de um lado para o outro

caso a resposta de Andrada for negativa, Saulo ligará para seu contato, na linha segura

Boa noite Peter, como vai? Preciso de um favor seu. Preciso do mapeamento das galerias de esgotos de New York, o mais rápido possível Saulo era confiante em sua voz, caso Peter pergunte alguma coisa, Saulo respoderá:
Falarei pessoalmente com você... Saulo olha o relógio, provavelmente essa missão duraria a noite inteira Hoje lá para oito horas da noite, no Central Park, Boa noite até mais

Alexis me descreveu o sujeito. Ela selecionou o terceiro membro. Os Nosferatus não perdem por esperar

Saulo dá um sorriso com o canto da boca:
Mal posso esperar... Saulo estava seus dedos
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Chris Yates em Sex Mar 04, 2011 1:54 pm

- O prazer é todo meu, Sr. Dumont. Nosso clã o saúda, principalmente pelo letal atraso. Espero que tenha feito um programa fascinante, para simplesmente não comparecer neste evento oficial – ela sorria, docemente. As palavras meigas mais pareciam ondas de luz. - Lhe peço um favor, caríssimo, poderia retirar-se daqui, dar a volta até a entrada dos fundos, recepcionando duas pessoas?

- Claro! Sem dúvidas Mademoiselle!

O Toreador estava completamente seduzido pelos encantamentos da Primogênie. O Sorriso que mostrava era um tanto quanto abobalhado. Deu meia volta e andou de pressa na direção em que ela queria que fosse. Estava pensando como cada palavra proferida por ela era como um tiro em sua cabeça, mas que ao mesmo tempo era delicioso ouvir cada som que ela fazia, ver cada gesto. Só pensar nela já era prazeroso.

Ao chegar no local indicado viu pessoas. Talvez fossem essas as que Alexis pediu para que ele recepcionasse. Abriu um sorriso gentil e então fez uso de um de seus dons¹ para agradar mais Alexis e ver aquelas formas harmoniosas que ela detinha. Logo olhou para eles e disse: - Olá! A senhorita Louvain me pediu para que viesse aqui para junto de vocês. Alguém sabe do que se trata? O Toreador parecia ignorar todo o ambiente a redor, concentrando-se em ser simpático e ganhar a simpatia deles para agradar Alexis e ver seu sorriso novamente.

(Off: Presença 1 em geral! Quero ganhar a simpatia deles)
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Songette em Sex Mar 04, 2011 11:46 pm

Requiem ficou feliz que Kyle tenha se imposto contra o rude porteiro. Sentia-se segura perto dele. Porém, desanimou-se novamente ao ouvir as palavras do tal "companheiro" que os escoltava para o interior do teatro. Palavras tão venenosas quanto sua beleza.


- Sigam, coisas inglórias, ignorantes da arte... – cantarolou.

"Ignorantes da arte?", ela pensava. O manifesto das sete artes de Ricciotto determinava que a música era a primeira arte, o que o tornava irrecuperavelmente equivocado. Mas Requiem preferiu não dizer nada. Sabia que esses diletantes podiam perturbá-la durante toda a não-vida se quisessem.

O caminho até a sala foi apressado, não pôde admirar o teatro em si. Não podia reclamar, pois não estava lá para isso. O escritório enorme em que adentraram era suntuoso, a malkaviana prestava atenção a todos os detalhes; Desde o mogno da mesa central até a textura dos livros das estantes. Porém, a peça decorativa mais estonteante tinha olhos azuis congelantes. Ao mesmo tempo que receava em mirá-los, tinha vontade de mergulhar naquele mar de gelo.


- Boa noite. Qual o assunto?

Aquela frase interrompeu completamente sua linha de pensamento. Ela curvou-se em uma elegante reverência, quase que automaticamente.

- Boa Noite, Vossa Majestade. Primeiramente, gostaria de apresentar-me em teu domínio, seguindo as leis que regem nossas noites eternas. Cheguei de Seattle esta noite, meu nome é Requiem, sou uma filha de Malkav. Peço permissão para permanecer na cidade regida por Vossa Majestade.

A malkaviana não sabia se esse tipo de tratamento era apropriado, mas era o que aprendera nas aulas de etiqueta que tivera em sua terra natal. Ela aguardava uma reação daqueles olhos de safira. Se a príncipe fosse receptiva, seria mais simples tratar do assunto do desaparecimento de Philip.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Seg Mar 07, 2011 6:57 pm

As poucas palavras que troquei com o segurança foram suficientes para que ele nos deixasse passar. Realmente o nome da Príncipe era poderoso. Um homem muito bonito nos acompanhou, ele foi rude no começo, mas prefiri ignora-lo. Chegando a sala da Príncipe, me sentei e a cumprimentei com um "Boa noite". Requiem então apresentou-se da maneira mais educada possível. Esperei até a Príncipe responder, não queria interromper nada. E quando chegou o momento certo, decidi falar.

Olá senhorita, não sei se lembra-se de mim, me chamo Kyle Raymond, pertenço ao clã Gangrel e sou prole da anciã Verônica. - Me apresentei então. Falar com a Príncipe não é algo confortável. Não sei se ela lembra de mim, mas sinceramente, espero que não. - Sabemos que alguns membros tem desaparecido e o mesmo aconteceu hoje com Philip, fundador da Boate Freedom. Ele saiu logo após o anoitecer, parecia estar com medo de alguma coisa. Alguém o viu e o seguiu e quando virou uma esquina, encontrou apenas o casaco que ele usava. O casaco indica que ele foi pego por algumas pessoas e o pior pode ter acontecido. - Fiz uma pequena pausa e então voltei a falar. - Por isso fomos enviados até aqui, para passar-lhe essa informação e pedir que a senhorita tome uma providência. - Conclui então.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Seg Mar 07, 2011 11:31 pm

Cena: Saulo e Dimitri
Horário: 23h55



Enquanto John e Saulo esperavam, Dimitri, finalmente, saía do Teatro. Deu a volta, indo para a entrada dos fundos. Lá, avistou dois membros, um deles é John Andrada, o mesmo que se apresentou no próprio Susan, num monólogo – pena que Dimitri não assistiu; já o outro, apesar de reconhecer de algum lugar, não conseguia lembrar o nome.

Johneleth Andrada. Um Toreador relativamente conhecido em Nova Iorque [Status 2]. Sujeito sério, apático e que nunca demonstrou emoção na fala, muito menos na face. É conhecido como “máscara branca” e parece gostar do título. Beira os 36 anos de idade aparente, 1,78m de altura, cabelo preto, comprido e ondulado, altura do ombro [Aparência 2]; fato que os isola dos Toreadores mais “apegados”. [Se descreva, Saulo e Dimitri, para que ambos saibam com quem está lidando].

Dimitri se aproxima, desistindo de usar Fascínio, não seria de bom tom. Andrada faz uma reverência com o rosto.

- Dimitri Dumont, prazer em conhecê-lo. Esse aqui ao meu lado é Saulo Bittercourt, e eu sou Johneleth Andrada – deu uma pausa, estendendo a mão para cumprimentá-lo. - Saulo, por favor, poderia explicar para o nosso irmão de Clã, o motivo de estarmos aqui na entrada dos fundos e o que pretendemos fazer? – indaga Andrada, com um sorriso pretensioso no semblante.




Cena: Réquiem e Kyle
Horário: 23h59



O silêncio superficial da sala era debelado pelas primeiras manifestações sociais de Réquiem, a bela dama Lunática apresentava-se, como manda o figurino. Kyle, por sua vez, esperava o momento correto para falar. Como a Príncipe não se manifestou – e nem sequer moveu o olhar estático, o Gangrel também se apresentava.

Com a ausência de som, ambos ficaram inertes. O que se passa? Blair, com os cotovelos sobre a mesa, e as duas mãos unidas, repousava o queixo sobre as mãos. Depois de alguns segundos – que mais pareceram horas, as orbes dela deslocaram-se, colidindo diretamente com o olhar de Réquiem.

Spoiler:
Réquiem testando Autocontrole (Dif 7): 5+6 (Falha)

Kyle testando Autocontrole (Dif 7): 10+6+4 (1 sucesso)

A atmosfera daquela sala já não era normal. O clima pesava, como se tudo fosse capaz de solidificar, parando no eixo temporal – caso ela assim desejar. Além de enigmáticos, surreais, profundos e belos, os olhos da Príncipe, também, exalavam dor e, principalmente, terror. Ameaçadora, mesmo numa pose tão inofensiva, a Regente de Nova York mantinha-se ali, imutável, impecável, como um marco imortal numa cidade que sempre se renova.

A Malkaviana recebeu o olhar, tremendo por dentro imediatamente. No instinto, a baixista desviou o olhar, abaixando a face, numa posição tímida e servil. Em seguida, Blair desviou o olhar para Kyle que, disfarçadamente, os desviou. Os lábios dela continuam inexpressivos, assim como a face, mas finalmente falaria, desatou as mãos, repousando-as sobre a mesa.

- Bem-vinda, Réquiem, admiro tua personalidade, simplesmente por ter coragem de usar um pseudônimo numa apresentação formal – decreta Blair, rachando o espírito da Lunática em dois. Tais palavras, além de profundas, emanaram autoridade e imposição, algo que a filha de Malkav não suportou. Mas, sem perder tempo, a Dama Gélida respondia ao Gangrel. - Boa noite, Senhor. Sim, lembro muito bem de ti, progênie de Verônica – dava uma pausa, o suficiente para tirar uma mecha da franja que lhe cobriu parte da face. - Philip? Suspeitas desse tipo, felizmente, são relatadas ao Xerife, ou ao Primigênie do clã correspondente. Ou vocês são irmãos de sangue dele¹, ou foram feitos de pombos-correios, prefiro a primeira opção. Se for só isso, finalizamos por aqui, Senhor e Senhorita – completa a Príncipe, num tom blasé, como se respondesse sem se importar.

---
¹. Ela não quis dizer "irmãos de clã", e sim uma amizade mais "forte"...



Última edição por Tristan Thorn em Ter Mar 08, 2011 7:28 pm, editado 1 vez(es)

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Algis em Ter Mar 08, 2011 12:25 pm

Off: Saulo estava com uma calça Jeans, um par de all stars pretos, uma camisa branca básica e cabelo arrepiado, voc~e não considerou o que Saulo falou no outro post?

On: Saulo e Jhon esperavam no lado de fora, quando um homem se aproximou:
Olá! A senhorita Louvain me pediu para que viesse aqui para junto de vocês. Alguém sabe do que se trata?

Jhon tomou a frente:
Saulo, por favor, poderia explicar para o nosso irmão de Clã, o motivo de estarmos aqui na entrada dos fundos e o que pretendemos fazer?

Saulo aperta as mãos do rapaz com um sorriso:
Claro, está tendo uma desavença entre nós, os lunáticos e os ratos de esgoto. A senhorita Louvain e o Jhon, armaram um esquema que enganaram nossos concorrrentes, Jhon fingiu que sangrou no meio do palco e se trancou no camarim, inconsonlável, fui ver do que se tratava e acabei envolvido também, o fato é que os nosferatus descobriram algo lá em baixo nos esgotos e com outros clãs fora de jogada, pudemos montar um cordão de isolamento aqui, vamos descer e descobrir o que eles estão escondendo
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Chris Yates em Ter Mar 08, 2011 1:27 pm

(Off: O Meu personagem está usando uma blusa 3/4 preta com um colete cinza por cima e calça preta... Aparência 4)

-- Claro, está tendo uma desavença entre nós, os lunáticos e os ratos de esgoto. A senhorita Louvain e o Jhon, armaram um esquema que enganaram nossos concorrrentes, Jhon fingiu que sangrou no meio do palco e se trancou no camarim, inconsonlável, fui ver do que se tratava e acabei envolvido também, o fato é que os nosferatus descobriram algo lá em baixo nos esgotos e com outros clãs fora de jogada, pudemos montar um cordão de isolamento aqui, vamos descer e descobrir o que eles estão escondendo.

O Toreador analisava a situação um pouco pensativo... Não lhe parecia uma boa idéia descer até lá e sair numa missão como essa, ainda mais tendo que ver os horrendos. Oras, não poderiam mandar a ralé, os selvagens ou até mesmo os feiticeiros para investigar algo assim? Mesmo que tais interesses estivessem em jogo, não parecia se importar com muitas coisas. Queria executar bem sua tarefa para poder ver o rosto de Alexis mais uma vez.

- Oui monsieur... Mas eu creio que Nosferatus são um tanto quanto... Reservados. Invadir os esgotos deles não me parece tarefa fácil. E então, como iremos proceder?

As palavras pareciam um pouco desconexas, mas no fim talvez tivesse se feito entender pelos outros. Cruzava um braço e então colocava o outro por cima, apoiando o rosto numa clássica expressão usada para exprimir que se está raciocinando. Os olhos cinzentos pareciam olhar para o nada e os cabelos sobre a testa não o incomodavam.


Última edição por Dimitri Dumont em Qua Mar 09, 2011 12:15 pm, editado 1 vez(es)
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Songette em Ter Mar 08, 2011 3:51 pm

"Pseudônimo"? Ela pensava, enquanto tentava recolher os cacos do que fora sua coragem. "Eu simplesmente...Não atendo mais pelo meu nome mortal". Esses pensamentos eram inúteis, pois não podia combater os olhos da dama gélida. O poder sobre Nova Iorque estava em boas mãos, pois nenhum inimigo ousaria confrontar o olhar congelante. Ela devia permanecer em silêncio, não falando mais que o necessário. Sabia que não passava de uma inútil pombo-correio, mas esperava que Kyle falasse pela dupla. Ela simplesmente não conseguiria enunciar uma frase perante àquele olhar.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Qui Mar 10, 2011 6:02 pm

Cena: Dimitri e Saulo
Horário: 00h02



O Hacker enviava o mapa das galerias para o e-mail privado de Saulo, diante a negativa de John, que não sabia como conseguir algo do tipo, Bittencourt foi obrigado a pedir ajuda ao contato. Por outro lado, Dimitri não entendia com exatidão o real motivo disso tudo.

- Dimitri... Você sabe o que está acontecendo por detrás do véu, correto? Sabe que os Nosferatus bloquearam as Galerias da Broadway, sem ao menos pedir permissão para a Senhorita Louvain, certo? Para piorar, o filho da puta do Barão¹, se nega a prestar qualquer explicação diante o ocorrido. E, quando apareceu alguém que afirmava ter explicações, tal pessoa desaparece. Sim, me refiro àquele Malkaviano... – olhou ao redor, nitidamente com um péssimo humor. - O dia de hoje foi uma total fraude! Criamos uma ilusão, nos resta aproveitar esse tempo para uma missão de reconhecimento. É só isso, reconhecimento, caso formos surpreendidos, manteremos a calma e responderemos alguma mentira que precisamos combinar, no mais, não vamos reagir ofensivamente aos Nosferatus, não hoje... – sorriu com o canto dos lábios.

John apontou o carro, um sedã preto – bem básico, um carro que não chama atenção, perfeito pro plano. Abriu o veículo, e entrou.

- Vamos.

Já no carro, Saulo comenta sobre o mapa. John para numa Lan House, Bittencourt imprime o mapa.

Nota: Declarem tuas últimas ações. Caso queiram passar em algum outro lugar, John os atenderá e, assim, vocês podem pegar o que bem entenderem. Por fim, logo após finalizarem com o derradeiro post aqui, dirijam-se para os Esgotos. Comunicarei a Narradora de lá sobre a migração de Cenário.

---
¹. Barão Guttenheimer von Lionen: Primigênie do Clã Nosferatu.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Qui Mar 10, 2011 6:28 pm

off: desculpe pelo atraso, o carnaval me levou tempo e energia XD

Camuel logo após ser barrado e ouvi as palavras de desdem do segurança ficava a pensar no que ouvirá
- A Casa está fechada para mundanos! Cai fora daqui, moleque

Olhava para a garota - Aguarde aqui um momento minha querida!
Se dirigia ao guarda com elegancia se sem demonstra a sua irritação pela forma que acabará de ser tratado. Com um sorriso ironico ele chegava se apoiava na guarita, e pigareava - O senhor acha que está falando com quem? Um mero mundano? Eu pertenço a estimada capella da Cidade e o seu corportamento será conhecido pelo seu superior! Camuel olhava diretamente para ele - Eu tenho contatos nesta cidade e se não deseja perde o seu emprego, espero que me deixe passar imediatamente! Ainda o fintando nos olhos - Tenho certeza que não foi essa a maneira que o seu chefe lhe ensinou a tratar os clientes! Agora dê-me passagem

off²: teste de Manipulação + Labia, usarei 1FDV no teste
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Sex Mar 11, 2011 12:19 am

Que coisa mais estranha, uma Príncipe simplesmente ignorar uma situação como essa. Verônica já havia comentado que essa mulher era imprevisível, mas não imaginei que ela se importasse tão pouco com sua Seita. Não a conheço muito bem para saber se essa é uma atitude comum de sua parte, mas eu diria que tem alguma coisa muito errada aqui. Uma Príncipe de verdade não se portaria dessa maneira, muito menos uma que valoriza tanto assim seu cargo, a ponto de deixar transparecer que se sente superior a todos os cainitas da cidade. Resolvi me manifestar de alguma maneira, já que Requiem não o havia feito e certamente não o faria, pois com certeza as palavras de Blair haviam afetado a depressiva Malkaviana. Mas sei que devo ser cauteloso com as palavras, lembro-me bem que Verônica me dissera que ela é perigosa e exigi respeito nos mínimos detalhes.

-Senhorita, não quero e nem poderia lhe dizer como agir, mas receio que deva tomar uma atitude diante do que está acontecendo. Caso contrário, a calmaria dessa cidade não durará. - Disse rapidamente, lembrando-me das palavras de Raquel, que serviram perfeitamente para situação, assim como ela parecia ter previsto.

Esperei até que a Príncipe respondesse, e então levantei-me.

-Agora que a mensagem lhe foi dada, nada temos a fazer aqui. - Falei educadamente. - Tenha uma boa noite, senhorita. - Conclui então.

Saindo da sala, virei-me para Requiem.

-Quer ficar e dar uma olhada no teatro? - Perguntei gentilmente, com um sorriso no rosto. Era agradável estar perto dela, e esperava que fosse o mesmo para ela. Estava disposto a investir de verdade nessa nova amizade.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Algis em Sex Mar 11, 2011 6:09 pm

- Dimitri... Você sabe o que está acontecendo por detrás do véu, correto? Sabe que os Nosferatus bloquearam as Galerias da Broadway, sem ao menos pedir permissão para a Senhorita Louvain, certo? Para piorar, o filho da puta do Barão¹, se nega a prestar qualquer explicação diante o ocorrido. E, quando apareceu alguém que afirmava ter explicações, tal pessoa desaparece. Sim, me refiro àquele Malkaviano... – olhou ao redor, nitidamente com um péssimo humor. - O dia de hoje foi uma total fraude! Criamos uma ilusão, nos resta aproveitar esse tempo para uma missão de reconhecimento. É só isso, reconhecimento, caso formos surpreendidos, manteremos a calma e responderemos alguma mentira que precisamos combinar, no mais, não vamos reagir ofensivamente aos Nosferatus, não hoje...

Saulo comenta:
Pois bem, será apenas reconhecimento, se encontrarmos qualquer um deles eu os "conveço" a nos liberar Saulo fala em um tom sarcástico

Saulo olha em direção ao carro de Jhon e então responde ao seu colega de profissão:
Claro...

No carro, Saulo pede para Jhon passar numa Lan House, o toreador vai e imprime o mapa, antes de entrar no carro, Saulo pede para Jhon:
Eu gostaria de pegar algumas coisas antes de irmos

Saulo passa por seu refúgio pega suas 2 facas de combate, suas 2 pistolas e lanterna para os três

Bom, estou pronto, o Sr Dimitri também gostaria de alguma coisa?

Os 3 toreadores partiam para os esgotos
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Sab Mar 12, 2011 9:45 pm

Cena: Camuel
Horário: 00h01



O segurança balançou a cabeça negativamente. Olhou para cima, pensou um pouco e suspirou. Em seguida, dava passagem, constrangido.

Spoiler:
Camuel tentando passar uma carteirada no Segurança, com Manipulação + Lábia (Dif 6): 1+10+10 (7)+5+8+8+3+4 (4 sucessos + 1 FV = 5 sucessos).

- Bem-vindo, senhor – fez uma leve saudação, não tendo coragem de olhar nos olhos do Feiticeiro.


Camuel sabia muito bem que tipo de local é o Teatro, covil dos Toreadores, ponto de encontro dos mais renomados membros do clã da rosa. Levar a provável vítima para um reduto de vampiros, certamente, era deveras interessante. A mulher parecia empolgada, principalmente depois da demonstração de autoridade na entrada, quando o Tremere enquadrou o “porteiro”.




Ilustração meramente para visualização, este não é o interior do Susan. Serve apenas como um modelo-genérico



Le Boursier reconhecia a Primigênie do clã Toreador, a belíssima [Aparência 5] Alexis Louvain; que possui um olhar felino, orbes negras, cabelo castanho, liso, preso num coque, com alguns fios lhe cobrindo a lateral da face e outros delineando a nuca. Traja um vestido de gala vermelho e luvas longas – até o cotovelo, brancas, meio transparentes, salto agulha e etc. Ela está rodeada por pelo menos mais três membros. Eles estão próximos ao palco, com Louvain sentada ao centro, como se fosse uma musa inspiradora, enquanto os três babavam por ela.

Porém, não tinha peça alguma. Muito pelo contrário, a sensação de “fim de festa” é muito evidente ali. A mulher segurou o Feiticeiro pelo braço, roçando a face no rosto dele.

- O que vamos fazer? – indagou, sorrindo pra ele.




Cena: Réquiem e Kyle
Horário: 00h05



Blair permaneceu blasé, nitidamente ignorando os comentários pacifistas de Kyle. Quando o Gangrel finalizou, o penetrou com o olhar, dando um aceno positivo com o rosto. Por fim, desviou o olhar para a Lunática, para, depois, voltar a demonstrar um vago olhar em direção alguma.

- Boa noite – ela fez uma tênue saudação com a face, observando-os sair da sala.

Ambos deixam o covil da Príncipe, Réquiem, muito preocupada com as aparências, trata de fechar a porta. Kyle, por sua vez, também estava abalado, só por ficar perto de Blair, sentiu um turbilhão disforme de sentimentos – algo que variou desde medo, até raiva e pequenez. Desagradável.

Foram para o centro do Teatro. Ainda tinha algum movimento. A Lunática sente um clima pesadíssimo, algo grotesco aconteceu e faz pouco tempo. Ao olhar as pessoas presentes, Réquiem percebe uma angústia, acompanhado por temor... O que aconteceu ali? Quando viu a primorosa Primigênie Toreador, Alexis Louvain, sentiu um formigar no coração – algo que durou segundos.



Ilustração meramente para visualização, este não é o interior do Susan. Serve apenas como um modelo-genérico


Ambos reconheciam a Primigênie do clã Toreador, a belíssima [Aparência 5] Alexis Louvain; que possui um olhar felino, orbes negras, cabelo castanho, liso, preso num coque, com alguns fios lhe cobrindo a lateral da face e outros delineando a nuca. Traja um vestido de gala vermelho e luvas longas – até o cotovelo, brancas, meio transparentes, salto agulha e etc. Ela está rodeada por pelo menos mais três membros. Eles estão próximos ao palco, com Louvain sentada ao centro, como se fosse uma musa inspiradora, enquanto os três babavam por ela.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Sab Mar 12, 2011 10:35 pm

A Primigênie Toreadora... ela pode saber o que está acontecendo. Espero que ela não esteja infectada pela mesma doença de Blair.

-Espere um pouco, Requiem. Logo poderemos olhar melhor o teatro se você quiser, mas agora eu acho que ainda a algo que possamos fazer sobre esse problema. Vem comigo! - Falei gentilmente para minha amiga.

Me aproximei da Toreadora.

-Senhorita Alexis? Poderiamos falar com você por um instante? - Perguntei da maneira mais educada possível. A minha intenção era que ela se livrasse dos homens ao seu redor.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Sab Mar 12, 2011 11:07 pm

Cena: Réquiem e Kyle
Horário: 00h07



Para não perderem a viagem, Kyle decidia conversar com a Primigênie Toreador, convidando a Lunática para acompanhá-lo. Introspectiva, Réquiem acena positivamente com a face, seguindo o Gangrel.

Annelise, perdidas em ponderações, percebeu que Kyle estava irritado, possivelmente com o jeito excêntrico da Príncipe. Ela crê que o Contato não pinçou o que Blair passou nas entrelinhas, apesar constatar isto, não era o melhor momento para tal. Aproximaram de Alexis Louvain, com o Gangrel anunciando-se.

Spoiler:
Kyle tentando ser gentil e educado, com Carisma [não possui Etiqueta] (Dif 7): 1+6 (Falha Crítica)

Apesar da boa intenção, quando tentou materializá-la em palavras, tudo caiu por terra. Kyle nunca foi uma pessoa vistosa, não chega a ser tímido, mesmo assim, não é daqueles caras carismáticos e, para piorar, não tinha a mínima noção de etiqueta. Chegou à lá trator, interrompendo um assunto vigente.

Spoiler:
Kyle tentando perceber nuances emocionais, com Percepção + Empatia (Dif 7): 8+5+4+10 (2 sucessos)

Uhnn... Mas que furada! Percebendo que foi grosso, pois usou um tom de voz atípica, fora a expressão corporal, meio agressiva, notou que não foi bem visto. Os três membros que bajulam a Primigênie, acabam fuzilando o rústico Gangrel com os olhares.

Réquiem notou a situação. Kyle estava longe de ser um cainita primoroso com as palavras. Pelo conhecimento que a Malkaviana tem, se deixasse o Gangrel “sozinho”, ele seria devorado em poucos minutos. Para piorar, também notou os olhares tortos do trio, fato que deixou o Gangrel constrangido.

- Boa noite. Desculpe, mas... Quem são vocês? – indaga Alexis, sorrindo docemente, enquanto olha para eles, demonstrando ternura.

A Lunática percebe outro foro do Contato. Além de intrometer num assunto, foi grosseiro com a entonação, não soube pedir licença e, para piorar tudo, nem ao menos se apresentou! Ignorou todas as regras de uma boa-educação. Annelise sabe que Kyle está perdido, quanto mais ele fala, mais se afunda.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Dom Mar 13, 2011 12:34 am

Puta que pariu!! Eu fui TOTALMENTE inconviniente. Preciso consertar isso depressa, se não estou perdido.

-Por favor, senhorita, mil desculpas. Não quis interromper e nem ser grosseiro. Acho que meu tom de voz passou uma impressão errada das minhas intenções. - Falei da maneira mais educada possível, dessa vez depositando grande força de vontade em minhas boas maneiras. - Me chamo Kyle Raymond e esta é minha amiga... - Fiz um gesto para que Requiem se apresenta-se. - Gostaria de conversar com a senhorita, um assunto particular, se não for tomar muito seu tempo. - Conclui. (-1 FV para sucesso automático no teste)

Eu não acreditava no que estava sentindo... eu nunca sentia vergonha ou constrangimento pelas minhas atitudes, mas dessa vez eu sentia... e muito!
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Songette em Dom Mar 13, 2011 1:55 am

Requiem olha Alexis, e sente que algo está errado com a jovem Toreadora. Sua aparência belíssima parecia esconder uma dor enorme corroendo-a por dentro. Perdida em seus pensamentos, só voltou ao planeta terra quando percebeu que Kyle estava sendo extremamente indelicado. Ela voltou ao lado dele, para tentar ajudá-lo a sair da lama. Ao se deparar com a primógena, ela faz uma reverência elegante.

- Ilustre senhorita Alexis. Meu nome é Requiem. Perdoe-nos pela rude intromissão, mas a aura que irradia convida a aproximar-nos - ela vira-se para seu amigo em seguida- Kyle, por favor. Com certeza a ilustríssima senhorita Alexis tem muitas outras prioridades. Não devemos perturbá-la mais, certo?

Ela olhava para Alexis, e tinha vontade de ver o que se passava de verdade em seu coração. Sabia que era proibido o uso de disciplinas dentro do Elísio, mas não sabia se sua leitura de aura seria detectada. Decidiu não tentar, não era sábio contrariar as leis da camarilla. Ela teria que descobrir sozinha o que se passava. Mas algo dentro dela sentia pena, e tinha vontade de confortar a primógena.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Seg Mar 14, 2011 4:27 pm

Camuel agora tinha um sorriso em seu rosto, e com um pequeno aceno convidava a bela mulher a lhe acompanhar, caminhava adentrando ao teatro, e logo tinha a bela visão da "dona" do lugar sendo bajulada por 3outros provavelmente cainitas e se o fossem seriam membros da Casa da Rosa, ele observará de um distância confortavel para ele e logo sentia o rosto da senhorita junto ao seu
- O que vamos fazer?
Camuel lhe afagava a face com a mão esquerda, descendo para o seu pescoço e de forma carinhosalhe segurava pelo pescoço e lhe dava um pequeno beijo nos labios, antes de lhe responder. - Vinhemos aqui pois preciso conversa com aquela bela senhorita que está ali a frente sendo bajulada pelos demais, mais antes podemos esperar até que o ambiente fica mais favoravel a mim.
Logo a seguraça pela mão, - Enquanto isso podemos ir nos conhecendo melhor, não acha?
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Ter Mar 15, 2011 9:57 am

Cena: Réquiem, Kyle e Camuel
Horário: 00h10



Annelise percebe as nuances emocionais acalmando-se, por mais rígidos que os Toreadores possam ser, exigindo sempre um tratamento impecável, sabiam muito bem aceitar desculpas – ainda mais cara a cara; o mesmo não poderia ser alterado, quando tais assuntos virarem fofocas. Enquanto os bajuladores se calaram, a expressão amena da Primigênie os forçava a desamarrar as faces carrancudas.

- Está tudo bem, Kyle e Réquiem. Sejam bem-vindos ao Susan, mas lamento, a apresentação já terminou faz tempo. Já estamos nos preparando para sair – deu uma pausa, sorrindo para o Gangrel e para a Malkaviana. - Tudo bem, Réquiem, tudo bem. O que deseja falar comigo? – indaga, fitando Kyle.

O olhar da Primigênie acaba por desmanchar o Gangrel. Que olhar é esse? É quase surreal... Ao mesmo tempo em que agrega ternura, também está impregnado de suavidade e agressividade. Uma combinação deveras sedutora e letal. Estático, Raymond se perde em pensamentos, ficando num transe hipnótico devido à beleza de Alexis por quase um minuto. Annelise notou alguma perturbação grotesca no Contato.

Camuel, por sua vez, observava mais dois membros se aproximando da Primigênie. Se o plano era esperar uma provável abertura, definitivamente, não funcionaria. Notou o quão requisitada aquela mulher perfeita é. Contudo, parecia se divertir com a acompanhante. Ela abraçou o Feiticeiro pela cintura.

- Claro... Eu conheço melhor assim – apertou o traseiro dele, levando os lábios até o pescoço de Camuel e mordiscando.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Ter Mar 15, 2011 6:56 pm

A Primigênie era tão encantadora, tão bela, tão angelical. Aquele olhar me hipnotizou por completo, fazendo meu corpo morto estremecer sentindo-se vivo novamente, mesmo que por segundos. Deixei transparecer meu encanto por sua beleza, não me importava que ela percebesse. Após alguns segundos, voltei a falar.

Trata-se de alguns acontecimentos estranhos que vem acontecendo. - Falei. Dessa vez, meu semblante estava sério. - O que me diz? Podemos conversar? - Conclui.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Qua Mar 16, 2011 4:58 pm

Camuel era surpreendido pela forma com que a sua acompanhante o tratava, mas não recuava se deixava tocar pela 'humana' e dava uma mordida suave em seu pescoço.
- Acho que devemos ir só um pouco mais devagar pois estamos no teatro que temos companhia mais a frente, a dona pode não gostar de nosso comportamento.
Camuel pegava na mão dela e caminhava lentamente até chegar mais perto de Alexis e ter a sua presença notada, pigareava para atrair à atenção dos ali presentes e logo se apresentava
- Boa noite senhores e senhoritas, sou Camuel Le Boursier. E desejo conversa com a Senhorita Alexis Pegando suavimente na mão de Alexis ele a comprimentava dando-lhe um breve beijo na mão e a fintando nos olhos - É um imenso prazer conhece-la senhorita Logo fintava os demais parando por alguns segundos fintando Réquiem, e passando aos demais.
- Desculpe-me a indelicadeza em interromper a conversa de vocês, mais tenho interesse em participar desta conversa
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