TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Gam em Qua Fev 02, 2011 8:23 pm

- Prevenido? Ah, fofa... Prevenção é muito sem graça. Eu gosto de improvisar. Me encare como um caçador de emoções... - Puta merda, ela tá certa. - Você tá ótima. Eu não teria conseguido te vestir melhor se tentasse.

Com um gesto, ele dá a passagem para que Aradia siga em frente. É tudo óbvia palhaçada. Gam não é nenhum cavalheiro.

Chegando na entrada, ele vai dar uma boa olhada no convite das pessoas que entrarem a sua frente ou na mão do segurança para então plageá-los em cartões em branco. Como um ravnos veterano, ele anda com alguns guardados em seu bolso justamente para ocasiões desse tipo.

-1 FV para Ignis Fatuus
[Quimerismo]
Para todos os efeitos, os convites apresentados na entrada são idênticos a originais.
[/Quimerismo]

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Qua Fev 02, 2011 9:55 pm

A Doce Entrada


Cena: Gam e Aradia
Nota: Alguns minutos depois da peça ser cancelada.


Aradia sabia muito bem que tipo de local é o Teatro, covil dos Toreadores, ponto de encontro dos mais renomados membros do clã da rosa. Levar a provável vítima para um reduto de vampiros, certamente, era deveras interessante. Gam, por outro lado, não tinha noção do que o local representava para a Camarilla, portou-se como se o recinto fosse “normal”. O plano do convite dava certo, ambos entravam.

Logo ao entrar, a dama Alarcão começa a captar as emoções paradoxais do Teatro. Notou que havia algo errado ali. O Ravnos nada notava, apenas se achava com sorte nesta noite. O clima ali deixava a Ventrue preocupada, existiam muitos membros ali e, pelo semblante deles, algo péssimo ocorria neste exato momento.




Ilustração meramente para visualização, este não é o interior do Susan. Serve apenas como um modelo-genérico



Aradia reconhecia a Primigênie do clã Toreador, a belíssima [Aparência 5] Alexis Louvain; que possui um olhar felino, orbes negras, cabelo castanho, liso, preso num coque, com alguns fios lhe cobrindo a lateral da face e outros delineando a nuca. Traja um vestido de gala vermelho e luvas longas – até o cotovelo, brancas, meio transparentes, salto agulha e etc. Ela está rodeada por pelo menos mais três membros – que Aradia reconhece prontamente. A Ventrue já notou que a presença dela já foi percebida, os Toreadores sabem que estão com visitas. Gam, pra variar, não nota nada, apenas ostenta o típico sorriso poltrão no rosto.

Bran Ivers (Aradia o conhece, Gam não tem ideia de quem seja), um violinista irlandês, olhos cinzas, cabelo ruivo, desfiado e arrepiado, barba ruiva de três dias [Aparência 3], aproxima-se. Traja um terno preto, gravata vermelha. Ele se curva para Aradia e penetra Gam com o olhar. O Ravnos sente algo distinto, era como se a zona de perigo dele fosse ativada – o próprio instinto gritava “afaste-se desse ruivo”. Para piorar, Bran sorria ironicamente para Gam, será que o ruivo percebera que Gam estava intimidado? O Ravnos não sabia responder.

- Bela Aradia Alarcão, tua pontualidade costumava ser mais rígida – sorriu, dando uma piscadela e beijando a mão da Aradia. - Quem é o membro? Eu não o conheço. Meu nome é Bran Ivers, é claro que você deve ter ouvido falar sobre meus feitos – finaliza.

Opa! Ele disse “Membro”? Gam sabia muito bem o que tal denominação representava, ao menos na sociedade vampírica. Estaria ele num reduto da Camarilla? Ou em algum tipo de clube privado? Coincidências quase não existem no Mundo das Trevas. E, definitivamente, Gam nunca ouviu falar dos "feitos" de Bran.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Gam em Qui Fev 03, 2011 1:21 am

- Mike.

Foi espontâneo. Explosivo, imediato. Gam respondeu rapidamente, antes que Aradia dissesse qualquer coisa. Ele estava em território perigoso agora. Não poderia deixar que soubessem nada sobre ele, incluindo seu nome real.

- Michael Nickelson. - Ele completa, agora com mais firmeza. - É um prazer conhecê-lo pessoalmente, senhor Ivers. - Tomara que Aradia seja esperta o bastante para perceber a mentira e não estragá-la.

Gam não tem muito convívio com essa gente pomposa, mas sabe o bastante pra se virar sem passar vergonha (etiqueta 1). E qualé a desse cara, afinal? Ele parece saber de mais do que deveria.
Convenhamos, isso não é difícil. O simples fato de não conhecer o barman é o bastante para que ele tenha um trunfo na manga. Na teoria, todos os cainitas devem se apresentar para a Príncipe. Gam sabe disso, e fez questão de não o fazer. Seu anonimato é precioso para os negócios.
Bom, tomara que a Príncipe não esteja aqui. Isso seria catastrófico.

O que fazer? Agora é tarde demais para usar o velho trunfo "sou um humano". Ele teve que mostrar as presas na entrada.
Ele poderia ter voltado atrás naquele momento mas, uma vez no bico do corvo, só lhe deu vontade de ir cada vez mais fundo (caçador de emoções).
O que não quer dizer que Gam vá chutar o pau da barraca aqui. A grande graça de suas idiotices é sair intacto delas.

Talvez se ele pudesse ganhar a confiança dessa gente, eles não o delatariam... Mas são muitos, quais são as chances disso acontecer?
Não, deve haver um jeito melhor.

Passar a paisana. Ótimo, parece um bom plano. Gam vai simplesmente seguir o jogo, deixar rolar e manter a identidade falsa. Se fizerem perguntas demais, ele se esquivará com maestria. E, quando for embora, esquecerão de sua existência. Se lembrarem, nunca o encontrarão de qualquer forma. É, isso pode dar certo.

[OFF]

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Aradia em Qui Fev 03, 2011 9:13 am

Aradia foi relapsa, e ao ver aqueles conhecidos toreadores ela temeu tanto, que ao olhar os trajes da igualmente bela Alexis Louvain não se envergonhar por ao invés de elegante como sempre esteve parecia uma baladeira desordeira..Ela abaixou a cabeça e pensou em dar meia volta e sair quando foi abordada por Bran Ivers, quem Aradia já conhecia

- Bela Aradia Alarcão, tua pontualidade costumava ser mais rígida - Quem é o membro? Eu não o conheço. Meu nome é Bran Ivers, é claro que você deve ter ouvido falar sobre meus feitos

Aradia não queria que Gam soubesse que ela era uma cainita, e nem que ela já sabia que ele era um de nós, mas agora não tinha mas segredinhos com Gam, até eles saírem daquele covil eram aliados, antes mesmo da Aradia se pronunciar, gam respondeu meio que afoito

- Mike. - Michael Nickelson.

[i]"Mike? Porque será que ele teme ser reconhecido? Bom pelo menos ele sabe o perigo que corremos e vai seguir meus passos ou me proteger"[i]

-Eu cheguei atrasada? Me desculpe Bran, na verdade nem tinha me planejado, você sabe mais do que eu que prefiro a clássica Europa né meu bem? Me desculpe se o ensultei.. Aradia se vira para Gam .

-Mike! onde está minha bolsa? Você sempre esquecendo as coisas, pedi que trouxesse preciso ir ao toilet refazer a makeup..vamos pega-la.. retornando o olhar para Bran Aradia diz

-Com licença Bran, volto em instantes meu querido.. Aradia se aproxima de Bran pega seu queixo suavemente com as mãos, e se despede dando um selinho em Bran

Ela encaixa o braço nos braço de Gam e vai até a saída elegantemente, tentando não ser notada..

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Qui Fev 03, 2011 11:21 am

A Arte da Raposa ~ Fugir ou Encarar?


Cena: Gam e Aradia
Horário: 21h56


Antes numa imensa maré de sorte, com uma linda mortal para se alimentar, Gam se via encurralado. Já foi uma surpresa quando descobriu, logo na entrada, que Aradia era cainita, contudo, deslumbrar o Teatro com alguns membros, definitivamente, não fazia parte dos planos. Já Aradia, se via abalada. Apesar de manter o autocontrole, estar com Toreadores é desconfortável. Tinha medo que algo desse errado, medo de... Enfim, ela sabia muito bem.

O Toreador mantinha as atenções na Ventrue e, pouco a pouco, aumentava o clima ali presente. O interesse dele era óbvio. Quando Aradia finalizou, Bran arqueou as sobrancelhas, respondendo:

- Sim, senhorita Alarcão, chegou atrasada... – desviou o olhar, aparentemente não engolindo o lance de “clássica Europa”.

Ambos se portam com maestria, Gam, que sabia o básico da etiqueta, não cometeu nenhuma gafe. Aradia agia como uma lady, mas os trajes de garotinha açoitava a visão dos mais tradicionalistas que ali estavam – e ela sabia disso muito bem. Ivers fitava Gam, lhe respondendo:

- O prazer é todo meu, Nickelson – completa Bran, acenando com a face e ficando sério. Aparentemente, tudo corria normal. Gam estava apreensivo e, ao mesmo tempo, muito excitado pela situação.

Gam estava normal. Aradia, não. Porém, Gam não notava os sentimentos da Ventrue. A velha desculpa da bolsa no carro, será que colava? A Sangue Azul mostrava desenvoltura, aparentemente, Bran caía na lábia dela. Mas, quando ambos ameaçaram se retirar...

- Aradia... – a voz de temor de Ivers era evidente. - Não vai cumprimentar Alexis? – indagou, falando num tom baixo.

Pelo senso de etiqueta que nutria, Aradia sabia muito bem a falta que estava prestes a cometer. Entrar no bairro de Louvain, no covil de shows dela e, não saudá-la como se deve, era um risco severo demais para alguém na posição de Ventrue. Aradia sabia que Alexis é tradicionalista e radicalmente fina, tal ato era um desrespeito com o clã da Rosa. E agora? Saíria do Teatro ou correria o risco em ficar?

Paradoxalmente, Gam, o Raposão, estava controlado. Sentia o perigo lhe inchar as veias mortas, gostava disso. Notava, também, que Aradia era conhecida na Camarilla – sendo longe de ser mais uma. Contudo, por algum motivo que Gam não entendia, ela desejava sair dali, quais os planos dela? Seria risco demais confiar numa Ventrue?

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Aradia em Qui Fev 03, 2011 11:38 am

Sendo indelicada e não esperando que Bran autorizasse a saída de braços dados com Gam Bran a chama novamente.

- Aradia... - Não vai cumprimentar Alexis?

Aradia não podia deixar de falar com Lovain, realmente era desrespeitoso, e Aradia não queria uma toreadora furiosa atrás dela, então ela olha pra Gam querendo que ele entedesse que ela queria sair dali, logo após sorri para Bran

-Mas Bran, eu só ia pegar minha bolsa, mas com toda razão, devo cumprimenta-la em primeiro lugar, me acompanha Bran?

Aradia se dirigia até a toreadora, que já havia visto..

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Gam em Qui Fev 03, 2011 2:45 pm

- Ora, hoje é a minha noite de sorte. Tenho a chance de conhecer a senhora Alexis em pessoa!

E então ele se dirige a Aradia:

- A bolsa pode esperar. Não é como se ela fosse sair correndo, não é mesmo? Hohoho - Gam agora olha para Ivers enquanto faz a "piadinha formal". Caramba, como isso é divertido!

Mas ele notou a urgência de Aradia em fugir daqui. Ora, ela já se mostrou ser da turminha do barulho. Por que diabos quer escapar? A Camarilla parece ser uma panela realmente confusa.

Enrolar com esse Ivers? Nem a pau, o cara é todo errado.
Acompanhando Aradia, ele vai até a tal de Alexis, que ele não sabe quem é.
Ele irá esperar ela cumprimentá-la primeiro, para então se apresentar.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Qui Fev 03, 2011 5:54 pm

Atração Fatal ~ A Pétala Escarlate


Cena: Gam e Aradia
Horário: 22h04


Ivers fez um sinal de negação com a face, sorrindo para Aradia. Pelo visto, ele não estava muito interessado em servir como escudo para a Sangue Azul. O violinista não dava mais muita moral para Gam, apenas assentiu com o rosto, ignorando-o logo em seguida. Passou pelos dois, agora, ambos estavam de costas um para o outro.

O Ravnos esquadrinhou o recinto. Definitivamente, os padrões eram finos ao extremo. Todos estavam com trajes de gala e, quando desviou o olhar para o lado, notando as vestes da Aradia, teve quase uma crise nervosa de risos, obviamente, tudo no pensamento. Gam ficava excitado com o ar cômico, como se fosse humor-negro, e dos melhores.

Estavam diante da deslumbrante Alexis Louvain, Primigênie do clã Toreador [descrição nos posts acima]. Ela sorriu docemente, penetrando, um de cada vez, com o surreal olhar que nutria. No momento, estava sozinha, sentada no palco e, letalmente, exibindo o corte lateral do vestido. É, camarada, Gam se achava o cainita mais sortudo, deslumbrar Alexis era como estar no Paraíso com as mais belas Ninfas. Como uma ótima anfitriã, educada como sempre, ela se dirigia aos dois.

- Boa noite, Aradia Alarcão – sorria angelicalmente, olhando-a de cima à baixo. Aradia, perceptiva no âmbito emocional, notava que Louvain a recriminava com o olhar. - É com um imenso prazer que lhes recebo aqui, pena que a nossa inauguração não deu certo, nossa seita está em peso aqui – Alexis terminava, inclinando a face para o lado e semicerrando as orbes, a expressão perfeita e meiga, contrastava com o impiedoso olhar que ela irradiava. Aradia entendeu perfeitamente o “nossa seita em peso aqui”, em outras palavras: quem realmente importa está aqui. [O Ravnos não escutou Alexis se apresentar, pois estava em outra "dimensão"]

A atração que a Primigênie emanava era sobrenatural. Gam estava em choque, parecia viajar naquele monumento. Como seria ter aquele pedaço de mau-caminho deitada, nua, e com o poderoso vitae vampírico a disposição? Ah, o doce néctar que só outro vampiro poderia ter, um luxo pra poucos. Porém, quando acordava das próprias fantasias, já era tarde, percebera que Alexis tinha acabado de falar, o que ela disse?

Problemas. Isso foi só o primeiro rastro de pólvora que Aradia imaginou. Se hoje foi a inauguração do Teatro, certamente, muitos Ventrues e membros influentes da Camarilla também estavam aqui. Encontrar com a Príncipe, nesses trajes, definitivamente, apenas destruiria o ego da Sangue Azul. Alarcão sabia o clã de Blair, as coisas não estavam boas. Outra pergunta ficava no ar, por que a peça não deu certo?

Aradia, portando-se com delicadeza, desenrola uma tênue conversa com Alexis. A Prmigênie explica o ocorrido, em detalhes. Claro, Louvain só fez isso porque Aradia Alarcão é, justamente, Aradia Alarcão, uma respeitada Ancillae, que já tinha contribuído muito para a Torre de Marfim [Aradia, basta ler a introdução do enredo do Teatro, lá possui as informações que Alexis te passou]. A Sangue Azul notou que, dessa vez, nutrir tal Status na seita foi importante.

Gam, surpreso por estar num importante evento da Camarilla, até então, fica apenas escutando. Informações sempre são bem-vindas, principalmente para um independente. Contudo, permanecer aqui não é seguro. Se estava num evento de gala da seita, a chance de encontras pessoas indesejáveis apenas aumentava.

Se Aradia pudesse ler a mente do Ravnos, se julgaria uma vidente precisa. Ao desviar a atenção levemente para trás - fez isso porque notou o olhar de Alexis into para outro ponto, notou Blair, logo no começo do salão, a Príncipe estava acompanhada de um Algoz - Andrev K, ambos com semblantes fechados. Qual seria o motivo disso tudo?

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Aradia em Ter Fev 08, 2011 12:21 pm

Ivers havia se negado a companhar Aradia e isso a deixaria extremamente enfurecida se não estivesse tão desesperada para sair dali..Andando meio que arrastada ela chegava até a dama atraente, uma Toreadora com gradioso talento que Aradia já conhecia..Ao se aproximar Lovain logo cumprimenta Aradia, como se estivesse esperando os cumprimentos da mesma por seu espetáculo

- Boa noite, Aradia Alarcão
Aradia sentia o olhar da encantadora e bela Lovain reprovando toda a roupa da Aradia.

"Tomara que ela não tome isso como um insulto"

-Boa Noite Lovain !

Aradia sorria elegante, apesar de suas roupas seu habitos continuavam clássicos

- É com um imenso prazer que lhes recebo aqui, pena que a nossa inauguração não deu certo, nossa seita está em peso aqui

-Perdoe-me, este é um amigo recente Michael Nickelson, desculpe-me pela aparência Alexis, sei que consideraria como uma falta irreperável, mas realmente não tive como me trocar, ou perderia seu espetaculo, e nunca aconteceria, sabe como adoro as suas apresentações (carisma:3) Aradia sorria cativante -Mas..o qe houve quanto ao espetáculo, por que não irá acontecer?

Acompanhando o olhar de Lovain Aradia percebe o caminhar majestoso e tenebroso da Príncipe, ela estava ali, Aradia não poderia ser vista por ela, mas não podia fazer muita coisa..

Será que esse cara ficou tão embasbacado que não entende que preciso sair daqui, talvez ele seja mais útil fora daqui, talvez sem a distração que é os péitos da Lovain ele raciocine, saindo os dois juntos vai chamar mais atenção..o melhor é..

-Maik, faz um favor pra mim querido, pegue a bolsa que está no carro, e não demore por favor, acabo de ver a Principe Blair, preciso refazer a maquiagem.. Aradia sorria para o cainita e logo após para Lovain -Já volto querida Alexis, preciso cumprimentar a príncipe.. Aradia sorri e depois prestava reverência a Lovain e caminha para o oeste procurando por um banheiro.

"Agora todos podem me ver, talvez se eu entrar no banheiro me esqueçam e eu possa sair a francesa"

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Gam em Ter Fev 08, 2011 3:50 pm

Príncipe Blair? A PRÍNCIPE? PUTAQUEOPARIU.
Agora quebrou o pau da barraca de vez. Se a Príncipe já o viu, ela já deve estar com a pulga atrás da orelha por ele não ter apresentado-se. Sabe lá o que pode acontecer se Gam sair por aquela porta sem antes falar com a lazarenta.

- Claro, querida. Mas, se a Príncipe está aqui, sinto-me na obrigação de cumprimentá-la antes de qualquer coisa. Creio que nós ainda não nos conhecemos.

Sem esperar resposta de ninguém, Gam caminha até a tal da Príncipe. Agora é um momento crucial de sua não-vida. A cada passo mais próximo dela, ele arquiteta um plano para se dar bem dessa vez.
Ao finalmente chegar na Príncipe, ele espera que ela tenha sua atenção e ajoelha-se como um cavaleiro. Assim, do nada, no meio de todo mundo, de um jeito bem extravagante.

- Princesa. É mais que uma honra estar em sua presença. - Ele diz, olhando-a nos olhos.

Se seu conhecimento de etiqueta e gente rica não lhe falha, agora é a hora que ela irá perguntar-lhe quem ele é. Essa é uma parte chave do plano improvisado. A apresentação.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Ter Fev 08, 2011 11:22 pm

Castelo de Cartas



Cena: Gam
Horário: 22h07


Aradia usava uma das últimas cartadas que tinha, de fato, Gam já tinha notado que ela queria ir embora – apesar de não notar que ela estava tensa e demonstrando receio de alguma coisa (ou alguém). Ela insistiu com a bolsa e se retirou.

Gam, por sua vez, agiu corretamente. Recuar logo agora, como um total estranho ali dentro e sendo um contraste vivo – principalmente pelas vestes, não era uma boa opção. Enquanto a recém-conhecida saía à francesa, deixando o Ravnos com as Leoas, a excitação de Gam gritava.

A apresentação era feita – sim, tão extravagante quanto o próprio cainita assumia a não-vida, tão sagaz que, talvez, daria certo. Blair era um iceberg, todos conheciam a ponta, mas nem sequer imaginavam como seria a base. Gam não compreendia as emoções da Príncipe – e talvez nem queira notá-los.

- Ah... – ela suspirou, irônica, passando para as costas de Gam, não dando muito importância. - Vejo uma apresentação, mas ainda não disse o teu nome, o teu clã e o que quer aqui – decreta Blair, num tom tão frívolo que fez o interior do Ravnos tremer.

Porém, Gam não era mais um garoto nesse meio, tratou de controlar as emoções e portou-se sem medo, por enquanto.




Cena: Aradia
Horário: 22h08


Aradia saía do epicentro do Teatro, deixando Gam à própria sorte. A Ventrue aproveitava da situação, saindo lateralmente e entrando no banheiro. Esgueirou e, notando que Blair conversava com Gam, tratou de deixar o Teatro.

A Sangue Azul saía do recinto, estava na calçada, ainda na entrada. Deslocou-se mais, virando a esquina. Finalmente estava longe do furacão de acontecimentos, distante da presença da Príncipe e, assim como queria, afastada do clã da Rosa.

Estava na esquina de uma larga aveniada, bem iluminada. O trânsito estava leve, alguns pedestres passavam por ali. A cidade que nunca para ainda funcionava, comércios abertos - na maioria, assim como várias outras opções.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Gam em Qua Fev 09, 2011 12:09 am

Ótimo. Foi como esperado. Agora Gam tem a atenção dela e começa o verdadeiro teatro.
Ele levanta-se, vira-se para a Príncipe que havia passado para suas costas e solta a bomba:

- Meu nome, Princesa, - E ele insiste em chamá-la assim - é Michael Nickelson. Em minha terra é desrespeitoso perguntar pelo clã de outro filho de Cain, mas humildemente me adequarei a sua cultura ocidental. - Ele confia que sua pele morena o ajude nesse blefe - Sou do clã Gangrel. Um "forasteiro", como vocês chamam por aqui. Vim de longe, das terras de Jin Khandagar, com uma proposta para a senhora. Se puder me dar a honra de uma conversa mais privativa, poderei apresentar-lhe nos mínimos detalhes. Tenho certeza de que achará proveitosa para seus assuntos em Nova Iorque.

Isso deve dar impacto. Talvez agora ela não o encare mais como mais um Vampiro indigno de suas preocupações reais e queira ouvir o que ele tem a dizer.

A Príncipe pode causar estrago com suas friezas, mas o sucesso de todo o futuro de Gam depende em manter o jogo de cintura agora.
Apenas em caso de se desconcertar devido a Presença/Dominação/Lazarentice da Príncipe, -1 FV para resistir e manter a postura

Hahaha, Jin Khandagar. Essa foi boa.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Qua Fev 09, 2011 11:03 am

Aposta


Cena: Gam
Horário: 22h11


-O senhor precisa compreender, Nickelson, que, simplesmente, não posso me dar ao luxo de engolir tais frescuras. Quem entra na minha cidade, principalmente sem referências, necessita passar por minhas leis – decreta Blair, lançando um olhar inconstante em Gam. Tal fato fazia o Ravnos ficar receoso.

O olhar azul da Príncipe é penetrante, visceral, enigmático e, acima de tudo, ameaçador. Gam sentia que estava diante uma predadora silenciosa, qualquer descuido seria fatal.

- Venha – decretou, dando de ombros para ele. Caminhou lateralmente, aproximando-se de uma porta, abrindo-a. - Entre – afirma, tão fria quanto um punhal envenenado. O tom de ordem foi tão forte, que Gam nem ao menos pensou em ser “gentil”, apenas obedeceu e entrou.

Blair entrava por último, fechando a porta. Era uma sala administrativa, cerca de 20m². Uma mesa grandiosa, provavelmente de mogno, bem escura e rústica, ficava posicionada quase no final do recinto. Atrás, Gam poderia notar uma prateleira, que tomava o espaço de toda a parede, repleta de livros – dos mais variados títulos e idiomas. A Príncipe circundou a mesa, deixando o dedo indicador na base de madeira, girou o corpo e sentou na poltrona de couro. Ela sinalizou para Gam sentar, logo à frente. O Ravnos viu alguns quadros lateralmente

- Diz que é um Gangrel, mas não vejo nenhuma marca do clã da Besta – tal comentário tinha o efeito de uma estocada. O sorriso de Blair começava a se abrir, lentamente. Gam não tinha intenção de vislumbrar tal sorriso verdadeiramente aberto. - Mas isso não importa. Eu não costumo dialogar pessoalmente com membros, deixo tais funções para os meus subordinados, talvez seja o teu dia de sorte. Você tem cinco minutos – finaliza, friamente, encarando o Ravnos.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Gam em Qua Fev 09, 2011 4:27 pm

Aaaaah muleque! É verdade que Gam esperava ficar a sós com a Príncipe, mas jamais que ele ia imaginar que seria um a sós "a sós". Ele tinha quase certeza que ela traria consigo um ou dois guarda-costas. Eles não atrapalhariam o plano, mas seriam inconvenientes.
Então isso quer dizer que ela não é apenas muito poderosa, mas também muito prepotente para se trancar sozinha numa sala com qualquer desconhecido. E se ele fosse um assassino? Não é o caso, obviamente. Mas e se fosse, ein?

- É, de fato eu não sou um Gangrel. Como esperado, se requer muita astúcia pra alcançar um cargo desses. - Ele bajula. - E é nessa astúcia que eu estava confiando quando decidi vir aqui.

Gam se inclina pra frente na poltrona, como quem vai começar a falar de um assunto sério.

- Eu vou abrir o jogo com você, Príncipe. - E chamá-la assim é o ponto definitivo que mostra que ele largou a máscara que estava usando. - Eu só fiz aquele teatro porque não queria me revelar no meio de tanta gente. O meu nome é Gam. Eu trabalho e sou dono de um bar chamado Fox Whistle, um pouco longe daqui. Sou um Ravnos. Fui abraçado há quinze anos. - Ele a metralha com informações. - Se visualizar minha aura, notará que ela ainda é humana. Assim como alguns fatos como minha pele quente e a possibilidade de ingestão de alimentos. Estes resquícios de humanidade ficaram em mim mesmo após o Abraço e é deles que eu venho me aproveitando pra me disfarçar na sua cidade por tanto tempo.

- Eu não sou de terras distantes, mas de fato vim procurar a senhora com uma proposta que pode agradá-la. - Ele continua. - Sabe, eu tenho essa tara por caçar emoções fortes. Como uma mudança que acontece com muita gente, ela me acometeu depois que fui abraçado.
- Ocasionalmente - Não é ocasionalmente. É o tempo todo, mas ele quer amenizar. - eu recebo Membros precisando de favores. Membros de todas as seitas, não vou mentir pra você. E eu faço estes favores pra eles em troca de outros. Me encare como um mercenário. - Ele se encara como um agente duplo, mas não vai falar isso pra ela. - Pois bem, recentemente me acometeu que eu não quero mais ser um mercenário. Quero entrar para a Camarilla e servir a senhora.

- A minha proposta é simples e absolutamente vantajosa para nós dois. Proponho continuar fazendo exatamente o que eu faço, mas agora do seu lado. Tudo o que eu ouvir do Sabá, te direi. Todas as missões que eu fizer para eles, farei do jeito que você me disser. Quero ser seus olhos e ouvidos do submundo, e em troca peço apenas que mantenha meu anonimato que tanto me conforta. O que me diz? - As palavras finais são humildes como ele imagina que ela gostaria de ouvir.

Blair não tem absolutamente nada a perder. Gam está confiante de que ela aceitará a proposta sem pensar duas vezes.
Um contato dentro do Sabá? Quantos Príncipes tem uma chance dessas na vida?

-2 pds em Destreza

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Gam em Qui Fev 10, 2011 10:10 pm

-1 FV na manipulação

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Qui Fev 10, 2011 11:20 pm

O Rei da Lábia



Cena: Gam
Horário: 22h14


Enquanto Gam metralhava Blair com as mais variadas informações, ela ficou inerte. Fixa, olhando diretamente nos olhos do Ravnos, permaneceu alargando, pouco a pouco, o ainda tênue sorriso. Definitivamente, ela era arrojada e prepotente para encarar qualquer cainita num encontro desse porte. Vampiros menos controlados e inseguros, certamente, já estariam nervosos e tremendo de medo, mas o Raposão estava firme.

Autrocontrole (Dif 7): 3+9+6+8 (2 sucessos)
Coragem (Dif 6): 7+1+9 (1 sucesso)


Perfeito. Portar-se calmo é uma coisa, estar calmo, diante Blair, definitivamente, já era outra coisa. Apesar de tudo que tinha ouvido a respeito dela, Gam ainda continuava tenso, era uma tensão natural. Contudo, estar calmo e sem medo, era um ótimo jeito de começar as coisas.

Blair o encara por alguns segundos, nesse estágio, para o Ravnos, era como se tivesse passado longos minutos – o ambiente parecia desintegrar, ele só conseguia ver a presença da Príncipe, como se só ela existisse ali. Aterrador, excitante, que sensação era essa? Os olhos dela, praticamente um “céu límpido”, era hipnotizador por natureza, sedutores normalmente e fatalmente graciosos e convidativos – viciante, tal palavra definia perfeitamente os olhos azuis daquela mulher. Quando o Raposão piscou, notou que, tudo que pensou ver e, tudo que sentiu, realmente, não passou de uma sensação, uma combustão do próprio cérebro, que foi alimentada pelos pensamentos dele.

Gam, mesmo desconcertado, prosseguia. Que tipo de emoções ainda restariam? Teve a auto-hipnose quando deslumbrou Alexis, agora, por muito menos, já estava fascinado (e viciado) pelo enigmático e predatório olhar da Príncipe. Finalmente, ele finalizava todo o discurso.

Manipulação + Lábia + 1FV (Dif 10): 8+9+8+10(6)+6+8+10(9)+4+10(10;6)+5 (5 sucessos)

Blair ostentava um meio-sorriso, exato, ainda estava no meio. Toda aquela cena, o gestual quase nulo, a face compenetrada e imóvel, gerava uma atração avassaladora no Ravnos. Ela levantou a face levemente, olhando de cima, o ar de superioridade era evidente.

- Você é uma espécime rara. Tua pele de cordeiro é perfeita para diversas operações da Torre de Marfim – dava uma pausa, dilatando o sorriso quase no ponto sublime. - Mas, se pensa que sou tão ingênua ao ponto de confiar num Shilmulo, você acabou de subestimar uma pessoa – decreta ela, finalmente deixando o sorriso ao ápice.

Nesse ponto, Gam desviou o olhar, mas era tarde demais. Uma torrente mental o penetrava, paralisando-o por completo. Estava sob efeito da mais mortal das disciplinas: Dominação [terá que responder todas as próximas perguntas com sinceridade]

- Quero saber o teu propósito em Nova York. Teu real plano em vir falar comigo. E o que espera lucrar com tal negociação. Também exijo que diga se tudo isso que afirmou é verdade, se realmente tem como me nutrir com tais informações e quais meios usa para consegui-las. Diga-me quem é o Ancião que lhe mandou e o que os Shilmulo desejam em NY. Ou, caso não estiver ligado aos Shilmulo, quem lhe mandou? Está com o Sabá? Agindo por conta? Até que ponto pretendia ser fiel ao principado nova-iorquino? – as palavras saíam como uma estocada banhada de veneno, Gam não tinha força para negá-la, responderia tudo com sinceridade.

A conversa não pararia, não agora. Logo após o Ravnos responder todas as perguntas, Blair cessaria o uso da disciplina. Voltando ao normal, Gam tinha ciência de tudo. A Príncipe decidia não alterar as memórias dele, propositalmente. A última jogada estava feita: xeque-mate? Blair se mostrava terrivelmente sagaz, impenetrável e, estrnahamente calma. A posição da Príncipe não se alterava, a conversa continuaria? Eis a questão.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Gam em Qui Fev 10, 2011 11:58 pm

Pronto, agora fodeu.
Gam entra em completo parafuso. Ele teve sua mente invadida e sente a obrigação de responder tudo com sinceridade, mas a Príncipe já começou com uma pergunta difícil.

"Meu propósito em Nova York?"

O ravnos gagueja. Pela primeira vez, ele hesita:

- Meu... propósito... Meu propósito em Nova York... Aqui? Meu propósito... - E então ele respira fundo, estica as costas na poltrona e decreta. - Eu não sei. Nunca parei pra pensar nisso.

- Tudo o que falei era verdade. O bar, o tempo que estou aqui, meu nome e clã. De fato recebo Membros da Camarilla e do Sabá onde trabalho, e o tempo todo eles requisitam minha ajuda em suas missões. Mais que um mercenário, sou um agente duplo, já que nenhuma das seitas sabe de meus serviços para a outra. O meu plano era ter a sua confiança, mas eu não iria agir com completa transparência. Eu não diria tudo o que o Sabá estivesse fazendo, mas só o que me conviesse. Eu iria adquirir certa confiança e então usar isso ao meu favor, negociando com eles e fazendo exatamente o que fiz aqui hoje. Eu não trabalho pra Camarilla. Eu não trabalho pro Sabá. Eu não trabalho pra nenhum Ancião. Eu só trabalho pra eu mesmo, e o meu objetivo é buscar emoções cada vez mais fortes e provar pra mim mesmo o quanto sou capaz.

- Eu pretendo ser fiel ao principado nova-iorquino até que isso não me traga mais lucros. - Ele termina.

E então a Príncipe o libera de sua algema mental. Gam respira ofegante como quem estava se afogando e acabou de sair da água. A primeira coisa que faz é desviar o olhar de Blair. Ele olha para o chão enquanto repassa mentalmente o que acabou de acontecer.

E, subitamente, ele se acalma.

Encarando seus próprios pés, a primeira sensação que tem é que a qualquer momento Blair fincará as presas em suas costas e fim. Mas não, nem tudo está perdido.
Ele não falou sobre Giovanna em momento algum, então não teve que citá-la durante o transe por que passou. A segurança dela é de sua responsabilidade, e agora Gam percebe que as coisas que está se metendo são tão grandes que podem acabar chegando nela. Ele irá demití-la assim que possível.
E, felizmente, ele não tinha um plano em mente. Sua total falta de expectativa na vida foi sua salvação dessa vez. Repassando suas próprias palavras, Gam notou que não mostrou ser grande ameaça pra Príncipe. Provar a si mesmo o quanto é capaz? Grande bosta.
Hora do plano B.

Gam levanta-se da poltrona.

- É, você me pegou. Se me deixou vivo até agora, é só porque ainda posso ser útil pra você. - Ele está olhando para a Príncipe novamente. - Muito bem. Eu tenho uma nova proposta.

- Ofereço meus serviços a Camarilla em troca de minha sobrevivência.

A princípio parece uma proposta extremamente semelhante a anterior, mas Gam logo a diferencia:

- Sugiro um laço de sangue para que possa confiar em minhas palavras. Para continuar a existir, só me resta me render a você. Se me permitir viver, em troca lhe serei fiel de verdade. Ainda mais, sugiro também que envie um ou dois de sua confiança para me vigiar integralmente. Sob fachada de funcionários do meu bar, todas as noites eles vigiam meus passos. Acha mais seguro assim?

-1 FV para Ignis Fatuus
-1 pds para Aparição
[Quimerismo]
Dessa vez Gam não está olhando nos olhos de Blair. Uma ilusão faz parecer que ele está encarando-a nos olhos, mas na verdade ele está encarando mais abaixo, quase em seus seios. Só o bastante para que os olhos dela sumam de seu campo de visão.
Se ela pensar em usar Auspícios e conseguir vencer o Quimerismo, Gam está apostando que ela não irá notar a sutil diferença do posicionamento de sua íris.
[/Quimerismo]

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Sab Fev 12, 2011 1:21 am

Muralha da Gelo ~ O Vácuo do Coração




Cena: Gam
Horário 22h17


A dedução de Gam é correta, Blair, por enquanto, não tem intenção de matá-lo. Afinal, destruir o Ravnos pra quê? Definitivamente, as coisas não funcionavam assim – não nos meios políticos. Articulações e, membros independentes úteis, estavam cheios em Nova York, contudo, não tinha ninguém como Gam. Uma raposa, em pele de cordeiro.

Blair continuava inerte, na mesma posição de outrora, como uma estátua. Enquanto Gam, por sua vez, mexeu na poltrona, desviou a face, esticou os membros, moveu os olhos, levantou-se... A diferença entre as posturas urravam naquela sala. Tensão. Excitação. O que restaria para o Raposão?

- Sente-se – afirma ela, num tom tão frívolo que fez a espinha-dorsal do Ravnos congelar. O timbre da rouca voz de Blair contrastava com a paixão e delírio que ela passava. Definitivamente, Blair é deslumbrante, dava a “ordem” no exato momento em que o Ravnos ameaçou levantar.

Tendo Gam se levantado, ou ficado na cadeira, tais reações não mudariam o repertório da Príncipe. Os olhos dela estavam ameaçadoramente sedutores, letalmente perigosos e, paradoxalmente vazios – que tipo de mistérios ela escondia na intimidade? Eis uma pergunta que valeria uma bela resposta.

- Não seja tolo – diz, secamente. - Eu prezo os Shilmulo e não sairia matando Ravnos por motivos banais – completa ela, friamente e mantendo o olhar fixo nos olhos de Gam. - Já existe um Laço entre nós. Você irá reportar, de agora em diante, diretamente ao Xerife. Quero que repasse informações importantes, tendo que prová-las. Logo, se os conhecimentos que passou forem reais, ou seja, se ajudar a Torre de Marfim, teremos um acordo – decreta Blair. Nenhuma emoção vivia naquela face, as palavras, mesmo articuladas, nasciam lotadas de charme. Porém, no semblante dela, não existia nada.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Gam em Sab Fev 12, 2011 2:00 am

-1 pds para Permanência da ilusão anterior

Gam sentou imediatamente quando a ordem foi dada. Se ela pedisse pra ele fingir de morto, ele teria feito isso também. Não se brinca com um bicho desses, cruz credo.
Mas calma, "já existe um Laço entre nós"?

- Fico feliz em ouvir isso. - Ele diz, ainda mantendo o truque do olho. - Ganhar a sua confiança, mais que nunca, é muito importante pra mim. Não quero pisar na bola, principalmente agora que você sabe onde me encontrar. - Ele está apostando na sua última jogada.

Uma mulher tão prepotente deve cair fácil na velha lábia do "estou apavorado, você é demais pra mim". Todos os cainitas caem. Manter-se perto da Camarilla agora vai dar um pouco mais de trabalho do que daria se ela simplesmente tivesse caído na primeira tentativa de acordo, mas as coisas ainda estão caminhando na direção certa. Mais lentamente, mas estão. O que o deixa preocupado é esse tal Laço a que ela se referiu. Como assim já existe? Perae, perae. Tem alguma coisa errada aí.

- Farei o que diz. Mas como posso contatar o Xerife, e com discrição?

Será que ela usou algum daqueles truques do capeta com o olho e tá achando que funcionou? Será isso o tal do Laço?

- Muito obrigado pela sua atenção, Príncipe. - Gam diz assim que Blair tiver respondido e dado-lhe nova oportunidade para falar. - Se não houver mais nada que queira tratar, já é hora de eu sair correndo por aquela porta.

Será que o Laço que ela tá falando agora é o acordo que fizeram? Gam não vai perguntar, nem mesmo tocar no assunto. Assim que sair daqui, ele irá ligar para Gina e cuidar da segurança dela. Depois, procurar alguém instruído que possa lhe dizer um pouco mais sobre outros tipos de Laço. Ou outros meios de formar um.
Nessas horas ele fica puto por seu senhor tê-lo ensinado tudo com tanta pressa. (Ocultismo 2)

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Sab Fev 12, 2011 10:08 am

Múltiplos Jogos



Cena: Gam
Horário: 22h19


O veneno já destilava pelas veias astrais do Ravnos. Confusão. Desorientação. Receio. Excitação. Medo. Uma fusão de sentimentos inconstantes o arrasava por dentro, lhe puxando para incertezas e, pouco a pouco, envenenando ainda mais. Quantos séculos de idade essa maldita Príncipe tem? A pergunta martelava a mente de Gam.

Que Laço era esse? O que uma simples afirmação fazia com o “Rei dos Blefes”? É, meu amigo, aprendemos mais numa simples conversa do que em muitos fatos desta não-vida. Bastou um letal comentário, pronto, as idéias do Raposão já estavam em pane, quem diria. O aprendizado não era um mar de rosas, não na totalidade. Outro ponto importante, jamais olhar diretamente nos olhos de outros membros, a disciplina Dominação, sem sombra de dúvida, é perigosa demais.

Se recompondo, Gam finalizava. Manteve o Quimerismo ativo, óbvio, não era nenhum amador. Contudo, a calma de Blair, as afirmativas, insinuações e a ausência de emoções que ela passava, neste momento, deixava o clima da sala pesado – como se ela pudesse piscar e estraçalhar a mente do Ravnos a qualquer momento.

- Assim que sair daqui passarei as informações deste encontro para o Xerife. Tome – ela entregou um cartão preto, com um número de celular, só. - Enquanto junta as provas que necessito, reflita como a Camarilla pode lavar a tua mão. No bairro onde mora, a partir de hoje, será proibida a caça, encare isso como um brinde pra você – finaliza, deixando uma pitada de malícia no ar. É claro que apenas Gam poderia caçar lá, mas que tipo de atitude foi essa? Generosidade nunca foi o ponto forte da Torre de Marfim, seria o Ravnos valioso demais? Ou...? Enfim, as coisas estavam se entrelaçando.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Gam em Sab Fev 12, 2011 10:37 am

Outros vampiros caçando no bairro do Fox Whistle nunca deram problema pra Gam. Mas quem é ele pra contestar as gentilezas da Camarilla, não é mesmo? Na dúvida, ele sorri quando recebe a notícia.

- Ora, quem diria? Fico lisonjeado pelo ato de fé. - Fica nada, fica nada. Aí tem coisa, certeza.

Gam guarda o cartão negro no bolso e levanta-se para sair. Isso se a Príncipe não fizer qualquer menção contrária a isso, é claro.

- Então tá, tchau. Você vai ser a segunda a saber assim que eu descobrir alguma coisa. - O primeiro vai ser o Xerife, obviamente.

Quando passa pela porta e volta para a área principal, ele dá uma boa olhada nos cainitas presentes. Ele vê se encontra Aradia, Alexis e Bran e nota o que estão fazendo. Caso ninguém interfira, ele simplesmente passa por todos e vai embora do teatro.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Sab Fev 12, 2011 11:16 am

Intenções




Cena: Gam
Horário: 22h21


O acordo estava selado. Ponto pro Ravnos. Apesar de ter conseguido o que queria – em partes, Gam subestimou a Príncipe e acabou revelando coisas demais, mas nem tudo estava perdido. Blair tinha dado um curral para ele, tal medida era um símbolo de confiança, pois currais particulares, principalmente em Nova York, é luxo.

A Dama Gélida não respondia ao “tchau”, apenas acenou com a face, seriamente, despedindo-se também. Gam saía do recinto, fechando a porta em seguida. Esquadrinhou a ala principal do Teatro, não encontrou Aradia. Notou Bran num círculo de três pessoas, um homem – meia-idade, óculos, calvo, terno escuro e duas mulheres – a primeira era loira, aspecto jovial e trajava um vestido tubo azul, a segunda aparentava uns 35 anos, roupas góticas e maquiagem escura, no mínimo, contrastante.

Alexis estava no mesmo local, sentada no palco do Teatro, tão deslumbrante quanto antes, irresistível e tentadora – como se fosse um suculento pedaço de pura volúpia. Ela estava cercada por cinco pessoas, todos homens; todos trajavam roupas chiques, dois estavam com fraques e os outros três, de ternos. Todos tinham aparência jovial, beirando 25 ~ 30 anos e ninguém era feio [todos com Aparência 3+].

Em ambos os casos, tento no círculo de Bran, quanto na roda de Alexis, o assunto parecia interessante, eles gesticulavam, riam com delicadeza e, o mais importante, falavam baixo, Gam só conseguia ver os lábios se movendo, não escutava nada.

Ninguém interferia, Gam passava por todos eles, indo embora.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Gam em Sab Fev 12, 2011 12:38 pm

-1 FV na Manipulação a seguir

- Alô? Giovanna? Você está despedida. Eu resolvi procurar outra pessoa. Alguém que tenha a coragem de receber os poderes e a glória que eu tenho a oferecer. Não quero mais uma covarde pisando na minha casa. Eu quero que você tranque o bar, vá embora daí e nunca mais apareça na minha frente. Eu envio o seu último cheque por correio e te cedo boas recomendações, mas só porque tenho pena de você. Se eu ouvir falar do seu nome de novo, você é uma mulher morta. Entendeu? Isso não é uma brincadeira. - Ele dá uma ligeira pausa para recuperar o fôlego. - e... Boa sorte na faculdade. Se cuida. - Uma pequena fraquejada no final. Mas nada que vá atrapalhar com toda a cena, ele acredita.

Gam desliga o celular antes de ouvir uma resposta. Foi pesado e difícil pra ele se despedir assim, mas teve que ser feito. Ele tinha que ser convincente se quisesse que ela sumisse do mapa. Agora que ele viu de perto o que é a Dominação, qualquer informação na cabeça dessa menina pode significar a sua morte.

Ele se senta na guia da calçada e respira fundo com a mão na cabeça. Por um instante pensa em voltar atrás, mandar uma mensagem no celular, mas não. Isso foi o melhor a fazer.

Ele levanta e vai pra casa, dessa vez de táxi. Assim que chegar no bar ele irá destruir ou deletar toda e qualquer informação que tiver sobre Gigina.
Levar esse bar sozinho vai ser complicado até que ele encontre outra pessoa, mas não impossível. Dessa vez vai ser alguém que saiba no que está se metendo, para que ele não tome a responsabilidade sobre seus ombros novamente.

[OFF]
Antes de qualquer coisa, eu não sei se tenho que avisar: Estou saindo desse cenário e (após uma parada simbólica no bar) vou pro Central Park.


Na descrição de Caçador de Emoções diz que o narrador pode me ceder mais de 1 FV se a situação que eu me meter for extra-danger. E aí, o que me diz? Essa mereceu recarregar o tanque?

E, quanto as modificações na ficha, como vai ficar? Além de perder meu lacaio, imagino que eu ganhe um contato (Xerife). Acho que tem uma qualidade da Camarilla sobre ter um distrito, né? E eu mereço também um ponto em Intrigas ou tô forçando a barra?

Qualquer coisa manda MP. Você já sabe meu número!

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Sab Fev 12, 2011 1:03 pm

Dor




Cena: Gam
Horário: 22h25


Era o fim da linha para Giovanna, ao menos por enquanto. Gam foi convincente, prático e absurdamente cruel. Conseguiu escutar a respiração pesada dela, enquanto vomitava o próprio veneno para convencê-la. Xeque-mate. A pobre Gigina ainda soluçou, possivelmente chorava, fato que o Ravnos captou muitíssimo bem. Por fim, desligou o celular, sem dar qualquer chance dela responder.

Vazio. Sentiu um vácuo obscuro no meio do peito, mas, por enquanto, manter Giovanna longe era o mais prudente. Pegou um táxi, chegando ao Bar e fazendo o que tinha que ser feito.

Nota Informativa:

Lacaios 1: Antecedente congelado. Não é o bastante para perdê-lo. Por enquanto, Giovanna continua viva, e magoada o suficiente para ficar longe. Caso ela fosse morta, perderia automaticamente o antecedente. Nesse estágio, acho prudente deixar congelado. Tuas próximas ações serão cruciais para sabermos se perdeu mesmo este Antecedente.

Natureza: Sim. Chegamos num estágio onde, pela carga de emoção e excitação, seja condizente a recuperação total da tua Força de Vontade.

Outras Características ~ Intriga 1: Não forçou, entretanto, não seria tão simples. Conseguir Intriga por causa de uma simples conversa de breves minutos? Ainda não. Porém, é coerente que, a partir deste encontro com a Blair, Gam já esteja predisposto a desenvolver Intriga 1. Tuas próximas ações dirão, ou não.

Novo Antecedente ~ Contatos 1 (Xerife): No caso do Antecedentes “Contatos”, sim. A tal qualidade que disse, se não me engano, se chama “Amigo do Xerife”, essa não. De acordo com Blair, de agora em diante, o Xerife será o teu canal direto com ela. Ou seja, é pra ele que Gam passará as informações.

Nova Qualidade ~ Domínio (2 Pontos): Alguns quarteirões, para ser mais específico, circundando o Bar de Gam. Neste território, apenas o Raposão tem direito. Porém, diante tantos agrados, que tipo de conta Blair mandaria no futuro?


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Aradia em Dom Fev 13, 2011 9:09 am

Aradia vai caminhando para longe o bastante do Teatro para sair do cenário.Ela para em um orelhão e liga para que James vá busca-la..

Off:Para felicidade de Tristan, menos um player

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É a única forma de tocar o que ainda não compreendo."
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