TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Página 8 de 8 Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8

Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por [Amanda Victorine] Sonja em Ter Maio 03, 2011 12:34 am

Mais alguns passos e começo a tratar com um belo rapaz {Aparência 04} que me olhava com desconfiança em uma postura que julgo ser bem defensiva, mas não chega a recusar se apresentar.

- Me chamo Robert, senhorita Victorine.

Se achar necessário poso citar alguns textos um tanto antigos. Seis deles bem “tradicionais” para que tenha maior segurança em minha identidade

Admito ter achado que este comentário resolveria, mais como o Segurança não parecia ter compreendido fico um tanto incerta. Acho que deveria ter sido um pouco mais clara. O rosto dele tinha se alterado, parecia buscar algum significado para minhas palavras mais ainda não ter encontrado nenhum. Será que me enganei e ele é Humano e não Carniçal? Começava a me preocupar, deveria mesmo ser mais clara que isso? Mas deixariam um segurança em estado de “ignorância” nas portas de um Elísio como este Teatro? Não sei ao certo se devo realmente complementar o que disse, pois não tenho mais certezas quanto ao que ele sabe. Melhor não me afobar e esperar um pouco. Mantenho então o olhar quando Robert me fita, dando o tempo que ele precisar enquanto aguardo apenas uma confirmação ou uma negativa, depois da qual ai sim decidiria como voltar a agir.

Mas felizmente enfim pareço ser compreendida:


- Perdão... perdão pela minha indelicadeza, pode entrar, por favor. Mas é que é o meu trabalho....

Que bom. Para ser sincera não tinha muita experiência em situações como esta, ficava aliviada por não ter de prolongar a “identificação” pois se tivesse de insistir de mais talvez não soubesse o que fazer. {Afinal sou apenas uma Neofita} A não se desculpe nem se preocupe, sorrio de forma bem delicada e limpidamente, como diz é seu trabalho não tenho porque, nem poderia me ofender. Digo tentando deixá-lo mais a vontade, ele parecia sem graça e não via porque deixá-lo desconfortável.

-Mas então, já conhece o local?

Correspondendo com receptividade e educação: Na verdade não, é a primeira vez que venho aqui. {Qualidade Fisionomia Amigável: “Rosto Honesto”} Sou um tanto “nova nisso”. Digo por fim tentando não me aprofundar muito no assunto mais sem ser indelicada e sendo bem sutil ao não me aprofundar no tema. A verdade é que tinha evitado contato com outros Cainitas por muito tempo. Não conseguia aceitar bem minha transformação, e me isolar ajudava a tornar aquela situação menos real. Era mais fácil negar quando não havia outros que pudessem confirmar. Levei muito tempo ate ter coragem suficiente para procurar esse lugar, e ainda assim agora que estava aqui sei que não foi bem a coragem que me trousse. {Foi medo} Temia terminar louca dentro daquele pequeno quarto que vinha habitando, temia continuar sozinha ou pior, perder para o monstro dentro de mim. Estou aqui porque negar “isto” não esta dando certo. Procurava sentir-me parte de algo. Por isso estava aqui buscando respostas entro os que supostamente compartilhavam a mesma maldição comigo.

Nunca havia visto figura tão bela em nosso Teatro. Deveria nos visitar mais vezes para nos encantar com sua beleza fascinante, aqui é um local muito agradável para passar a noite e se divertir um bocado.

Agora quem estava ficando sem graça era eu, mais tento não demonstrar. Você é muito agradável, sorrio mas esta me superestimando, termino por ser modesta. não faço jus a uma estima tão alta. Olho um pouco e sutilmente o ambiente ao nosso redor, logo voltando minha atenção para ele curiosa. Recomenda alguma ala em especial Robert? Pergunto sem presunções mais sim uma curiosidade sincera, ele conhecia o teatro bem melhor do que eu, quem sabe o que poderia me indicar. Falo com bom humor, Sei que tem bom gosto, o que me recomenda? Pela disposição de suas roupas e aparência parecia-me ter bom gosto e pelo que dissera ate agora, também uma boa personalidade. Se alguma obra ou peça aqui o agradava a ponto de poder recomendá-la gostaria de vela.

{Se ele der alguma referencia para checar direi isto} Agradeço a dica, logo completando se não for incomodo para você gostaria de prolongar esta conversa em um outro momento. Olho para as outras pessoas que possivelmente estariam próximas ou mesmo em uma possível fila na entrada. Não quero tomar ainda mais seu tempo, sei que esta ocupado e assim acabo sendo um estorvo. Sorriria em um gesto breve e cortes em seguida despedindo-me. Podemos voltar a conversar em um momento mais oportuno, se você também quiser claro. Sei que não era viável nos estendermos muito agora, mais gostaria de conversar mais com ele em outro momento. Foi um prazer conhecê-lo. {Qualidade Voz Encantadora}

{Já dentro do teatro}

Nossa Vejo-me presa por cada entalhe ou mínimo detalhe da decoração. Tudo era tão perfeito que facilmente confundia meus sentidos deixando-me hipnotizada para depois novamente hipnotizar-me a cada novo quadro, em uma deliciosa sucessão de descobertas. {Tratei cada quadro aqui como uma “descoberta”}

Consumida pela luta contra a Besta, admito que minha criatividade vinha ruindo junto com minha alto-estima e já não conseguia mais pintar. Mais esta noite, depois de começar a ver esse lugar Que nostálgico. novamente sentia a inspiração despontando em mim como sempre me ocorria quando era apenas uma mortal apaixonada pelas mil possibilidades de uma tela em branco.

Talvez consiga voltar a criar. como queria que esta vontade se concretizasse.
{Natureza Arquiteto} É isso! Talvez consiga criar algo realmente significativo e com essa criação possa geral capital suficiente para ajudar os desabrigados. Eu não só criaria algo mais realmente ajudaria aquelas pessoas. {Comportamento Filantropo e Natureza Arquiteto} Sentia meu peito se aquecer enquanto este pensamento tomava forma. Posso rondar a área e procurar alguma instituição de amparo nas redondezas, ver o quanto elas precisam e através do meu trabalho como artista arrecadar fundos para a instituição que ajudaria aquelas pessoas desabrigadas. Bom meu intuito de ajudar ainda era só uma idéia pouco refinada, nada tinha sido bem bolado ainda mas já era um começo e é preciso começar por algo.

Alem disso meu corpo esta leve, meu peito quente e uma felicidade quase irreal parecia me abraçar. Não sentia-me assim desde que tinha sido transformada, queria fazer este bom sentimento durar. É quase como se fosse eu mesma de novo.
{Por “eu mesma” entendam humana} Sentia a paixão que tanto me motivou quando viva voltando e isto deixava-me muito feliz.

Continuo me deliciando a cada novo quadro, ate ser absorvida por uma pintura maior em um local de destaque logo atrás da platéia. O quadro tinha um apelo simples pois destacava uma única rosa vermelha, mais isto era a única coisa simples no quadro. Na verdade ate a simplicidade por tratar-se de uma única rosa acabava por realçar a imensa complexidade da obra. Acaba não sendo difícil perceber estar entre outros amaldiçoados, não parecia haver humanos ali mais estava imersa demais no quadro para dar atenção a estes “detalhes”. {A Amanda não considera a fraqueza do clã Toreador uma “fraqueza” então abro mão do teste para resistir ao “encanto” pelo quadro e se você quiser Katrine pode deixar ela se perder na pintura por algum tempo ^^}.

{Também pode fazer um teste de Apreciação da arte pra mim? Quero qualquer detalhe extra que puder obter sobre esse quadro. A propósito tenho varias vantagens que me ajudam nisso como “Visão Aguçada”, “Senso para a Beleza”, “Dotado” e “Existência Abençoada”. Pra vc não ter de procurar algumas no livro de clã toreador vou mandar a descrição delas por MP ^-^}

Ainda imersa no quadro, aquela estonteante rosa viva. {A propósito tenho a qualidade “Olfato Aguçado” então se sangue tiver mesmo sido usado na pintura quero saber em. ^^ Se for realmente sangue infelizmente isso vai causar repulsa na minha personagem} Mal conseguia acreditar que aquilo pudesse ser idealizado, era como ter inúmeras pinturas, todas diferentes mais ainda assim se completando harmoniosamente, se unindo em cada pétala formando uma obra maior. As emoções eram passadas de forma tão viva era quase inacreditável. AP? Ashley Prescort. Queria conhecer esta artista, tinha me apaixonado por sua expressão da arte e ela merecia meus sinceros cumprimentos.

- Boa noite, senhorita. Conheceu madame Ashley Prescort? -- A voz dele era doce, educada e te fascinava como músicas aos ouvidos, mas o olhar dele parecia distante ao se referir à artista.

Ele já esta aqui há quanto tempo? Sentia-me ligeiramente mal pela indelicadeza, não tive intenção de ignorá-lo mais imersa na pintura infelizmente foi o que tinha feito a principio. Conheceu? Não acho que alguém aparentemente instruído como ele, erraria o tempo de um verbo em uma frase. Ela é falecida? Esperava sinceramente que este não fosse o caso, Boa noite Senhor. queria conhecê-la. Não a conheço, mas espero sinceramente que este prazer ainda esteja acessível. Digo com sinceridade e sutileza, também tentando manter o “tato” tendo em vista minhas suspeitas. {Etiqueta 03} Alem disso seu olhar tomava distancia, e isto não parecia-me um bom sinal. Chamo-me Amanda Victorine, encantada em conhecê-lo. Apresento-me de forma cordial, elegante mas também sem extravagâncias enquanto internamente estou um pouco surpresa. Paz? Sinceramente não é bem isso que esperava encontrar nos olhos de um amaldiçoado. Espero não estar tocando em um ponto sensível, sera que ela realmente esta morta? Não sabia se era apropriado perguntar o "destino" desta artista então resolvo abordá-lo de forma mais sutil. Sabe dizer se Ela tem outras obras expostas neste teatro?


Última edição por Amanda Victorine em Ter Maio 03, 2011 12:30 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Correção ortográfica)

[Amanda Victorine] Sonja

Data de inscrição : 15/04/2011
Idade : 30
Localização : Nova York

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Qua Maio 04, 2011 4:54 pm

off/; desistindo do post de saída, afinal havia realizado o mesmo devido o narrador avisar de sua saída do cenario, e pensei que iria demorar a ter um novo, bom postando =D

Camuel após o aviso de que John não era mais um dos seus lacaios, e agora preferia ter a sua não vida fora da capella ele guardava um profundo resentimento por Kyle, já que foi graças a ele que John havia se rebelado Kyle aguiarde a sua hora vai chegar e eu estarei lá para lhe dá a ultima olhada e terminar de tirar a sua não vida e lhe jogar no buraco do esquecimento que merece!

Camuel agora voltava ao salão onde as peças aconteciam olhando atentamente para os ali presentes sem reconhecer os novos rosto do lugar, ele ficava a observa a uma certa distância, por segurança para ter a vantagem que as "sombras" lhe dariam. Olhava atentamente para a mulher que estava ali (Amanda), sua aparência atraia toda a atenção dele, e lhe tinha a impressão que a conhecia de algum lugar mais não saberia de onde, era apenas uma vaga impressão em sua mente
avatar
Shirou

Data de inscrição : 06/03/2010
Idade : 32

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Chris Yates em Qua Maio 04, 2011 5:38 pm

O Toreador voltou na noite seguinte ao teatro Susan Weber. A visão do desgosto de Alexis em relação a sua pessoa seria notavelmente e absurdamente terrível, mas mais terrível ainda era se arriscar em ir para um lugar tão inóspito e desagradável quanto aquele insalubre esgoto! Preferia morrer a voltar lá outra vez.

Parou seu carro em frente ao teatro e entrou de pressa, evitando causar alvoroço. Não estava disposto a perder tempo com frivolidades como encarar Paparazzi e bancar o mortal no momento. Seu terno preto com gravata branca o dava um ar mais sério que o comum. Puxou um cigarro de seu paletó e o acendeu, somente para descartar antes de entrar no teatro.

Lá dentro procurava por pessoas importantes. Não importava se eram mortais ou Cainitas. Queria fazer boas "amizades" esta noite. O único problema era encontrar Alexis. A falha em sua missão era vergonhosa.

(Off: O meu narrador tinha sumido, então eu vim pra cá. Considere que estou procurando qualquer NPC influente na cidade, exceto a Alexis Louvain)
avatar
Chris Yates

Data de inscrição : 05/04/2010
Idade : 48
Localização : Onde você quiser

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Algis em Qui Maio 05, 2011 6:49 pm

Saulo junto com Jhon chegam no teatro, Saulo olha aos redores para ver se há ninguém observando, então Jhon e Saulo entram pela entrada secreta do teatro

O que vou dizer para a Senhorita Alexis?

Saulo entrava no teatro e olhava para Jhon, um olhar de preocupação, Saulo estava triste, no camarim ele perguntava para Jhon:
E agora? Saulo expressava tristeza em suas palavras, ele se sentava na poltrona dentro do camarim
avatar
Algis

Data de inscrição : 09/03/2010
Idade : 26
Localização : Rio de Janeiro

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Katrine [apple.] em Qua Maio 11, 2011 11:12 am


[off: Me perdoem pela demora injustificada. É que eu estava em semana de provas, fiquei doidinha. Me perdoem, vou tentar compensar]


Oscar Vance

O segurança, um sujeito com longos cabelos negros, traços pontiagudos, olhos verdes [Aparência 4], lábios carnudos, sobrancelha grossa e com uma voz muito bonita, trajando um sobretudo de couro preto, calça social e coturnos, te recebe rispidamente:

- Boa noite. Você poderia me dizer o que está passando agora?

-- O local está fechado para mundanos. É uma noite particular e não temos atrações. Volte outro dia.

Era de deixar qualquer um impressionado. Um belo teatro como aquele, com uma recepção desse nível, definitivamente não era algo comum... Mas era hora de ser paciente:

- Será que o(a) Sr.(a) me conseguiria a programação da semana em um folheto ou algo assim?

-- O senhor pode ter a programação mensal completa no site www... Tenha uma boa noite -- pelo tom de voz ele não está muito disposo a conversas, era duro na queda, fazendo muito bem o seu trabalho. Mas o que ele quis dizer com ‘mundanos’? Provavelmente Oscar já sabia a resposta. Entraria no recinto das rosas? Correria tal perigo?

No mais, não dava pra ver muito do lado de fora... As altas paredes de concreto eram completadas por pouquíssimas janelas de madeira tão antigas quanto o prédio. Para conferir o que se passava, o jeito era entrar.


Camuel

Por causa do seu poder,
eu a atendi-a, mas profundamente dentro de mim uma semente foi plantada,
uma semente de rebelião...
(O livro de Nod - As crônicas de Caim)

O tremere acreditava que a perda de seu lacaio era culpa de Kyle. Mas ele já devia estar preparado para esse acontecimento. O sangue une os seres de forma mística. Assim o é com os humanos e suas descendências, por exemplo. Apesar das intrigas, sempre se preocupam em manter laços com os que compartilham um pouco do próprio sangue. É assim e sempre o será. Camuel deve aprender a lidar com isso e reverter o jogo, afinal a idéia de dar Jhon a Kyle para abraço fora sua.

No mais, procurando não se preocupar com isso temporariamente, o feiticeiro continua o passeio pelo grande salão do teatro, no andar superior ao da Platéia. O lugar era repleto de quadros e esculturas magnificamente belas. E os freqüentadores, em sua maioria do clã da rosa, ainda mais. Mas uma garota lhe chamou a atenção: Uma ruiva fatal que observava um quadro belíssimo atrás do palco. Você a observou por alguns instantes e viu que um homem se aproximou. Logo desistiu do rostinho bonito e tornou a observar os arredores do lugar. A maioria dos babacas que cercavam a Primigênie tinha ido embora, junto com a mesma, mas alguns ainda permaneciam. Até então, nenhum rosto conhecido, mas era um prato cheio de beleza.


Amanda Victorine

“E então, por Uriel, o terrível Deus Todo Poderoso me amaldiçoou, dizendo:
'Então, para que você caminhe nesta terra,
você e suas crianças se agarrarão a Escuridão. .
Você só beberá sangue. Você só comerá cinzas.
Você sempre será como você estava na morte,
Nunca morrerá, se mantendo vivo.
Você entrará para sempre na Escuridão, tudo que você tocar irá se tornar em nada,
até os últimos dias’.
Eu dei um grito de angústia a esta maldição terrível e rasguei a minha carne.
Eu chorei sangue. (...)
(...)E então eu entrei no Abismo. Eu cai eternamente,
caindo na escuridão mais profunda.

(O livro de Nod - As crônicas de Caim)

O quadro era sim, feito de sangue. Como ela poderia aceitar isso? O homem sorria e dizia com a maior tranquilidade do mundo:

-- Não conhece? É uma pena mesmo. Ela fora muito conhecida por sua personalidade quase que esquizofrênica... Dizem que ela pintou este belo quadro com o sangue do próprio pai.... Mas devem ser só boatos

Não, não eram. O olhar aguçado para artes da Toreadora diziam para ela que era sangue... Não restavam duvidas...
O que era ser um cainita? Tudo era tão podre...

{Termine a subita onda de depressão da sua antiga personagem. Foi um prazer e volte sempre ;*}


Dimitri


Algis

[Posting...]



Última edição por Katrine em Qua Maio 11, 2011 7:17 pm, editado 1 vez(es)
avatar
Katrine [apple.]

Data de inscrição : 08/03/2010
Localização : Rio de Janeiro

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Qua Maio 11, 2011 5:06 pm

Camuel seguia observando os quadros, se aproximando pouco a pouco de Alexis, observando a sua companhia - Boa noite Senhorita Alexis, espero que está noite esteja sendo mais agradavel Ele a olhava tendo em seu olhar o brilho da sedução, ele ignorava os demais tendo apenas Alexis ali para ele, lhe estendia a mão direita (esperava Alexis estender a sua) dava um beijo suave na mão de dela, e lhe olhava diretamente nos olhos, - Estás bela como sempre minha cara Alexis, não sei qual é a obra de arte mais bela desse Teatro, se os quadros ou se a senhorita
avatar
Shirou

Data de inscrição : 06/03/2010
Idade : 32

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Oscar Vance em Dom Maio 15, 2011 4:34 pm

O segurança era um homem muito bonito; bonito demais para um segurança. Oscar observava seus traços com gosto: o clã da Rosa sabia escolher seus funcionários, ao menos para fazerem uma boa aparição. No quesito civilidade ele já não era tão bom. Em que tipo de lugar um cliente seria tão mal atendido ao questionar sobre os serviços oferecidos. Se o seu objetivo fosse realmente assistir a uma peça, o Setita sem dúvida já teria buscado a concorrência. Porém, ao menos naquela noite, parecia que essa era a pretensão do segurança, e não a sua. As palavras dele deixavam claro que o palpite do livreiro estava certo, não eram humanos que se reuniam agora no teatro. E nesse caso, ele não estava a fim de desistir tão facilmente.

O homem não estava a fim de papo. Preferia passar a noite olhando as paredes, esperando que aparecesse algum qualquer como ele pra dizer "chispa daqui" e continuar seu interessantíssimo exercício de analisar o assoalho? O que era aquilo? Os degenerados estavam importando guardas londrinos agora? Por precaução, não fitava mais diretamente aqueles olhos verdes; não sabia se era um Membro, e nesse caso poderia ser perigoso. Claro que não seria tão fácil fazê-lo desistir.

- Entendo... Vocês têm wireless, certo? Ajude-me a encontrar o site.

Puxava o laptop da pasta sem dar tempo para respostas. Estava exercendo seu poder de cliente e ordenando, não pedindo. Mesmo um guarda mal-educado ainda era um guarda. Caso o sujeito dissesse alguma coisa sobre voltar ao trabalho, responderia simplesmente, sorrindo:

- Ora, seu trabalho é cuidar pra que caras como eu não entrem. Ao invés de ficar vigiando enquanto eu exerço tentativas infrutíferas de pular os muros, me mostre o site, que estará fazendo a mesma coisa, com a vantagem de que pular o muro seria muito mais complicado.

Olhava para seus joelhos com pena, como se antecipasse a dor de uma queda das altas estruturas de pedra. Abria seu computador, clicando para ligar e voltando-o para o funcionário, com um olhar bem humorado. Observava alternadamente o homem e a tela, abrindo a internet e esperando que ele fizesse o resto. Na verdade, já estava se divertindo um pouco apenas com aquela situação, parecia que seu humor melhorava em poder importunar um pouco esse cara. Apesar disso, não perdia de vista o motivo de estar ali, mas o segurança poderia ser um bom começo. Ao menos, ele sabia exatamente quem estava lá dentro e provavelmente o porquê.
avatar
Oscar Vance

Data de inscrição : 13/01/2011
Idade : 26
Localização : Rio Grande do Sul

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Katrine [apple.] em Dom Maio 22, 2011 12:31 pm

Atenção!!!

Primeiramente, gostaria de pedir desculpas aos players pela demora a responder. Eu andei num período de desânimo mórbido para narrar porque é difícil pegar os players que já têm história no cenário e vocês não conhecem tudo. Tive que ler além do cenário inteiro, outros cenários. Fiquei um tempo impedida de jogar, o que me desanimou mais ainda. Mas agora estou de volta e pretendo regularizar tudo por aqui.

Entretanto, pra não embolar as coisas, vou fazer intensas modificações no cenário, nos NPCs e até em detalhes já carregados pelos players, que enviarei por PM. Acho que ficou um cenário difícil de trabalhar, pelo menos pra mim, então estou procurando facilitar a minha vida e a dos players.

Por alto, já posso deixar vocês cientes do seguinte. Pelo que percebi poucas pessoas entenderam bem a descrição inicial do cenário. Então vou detalhar por alto alguns pontos do cenário que são essenciais para que se possa interagir:


O Teatro Susan Weber pode ser visto da seguinte maneira:

"Visto de fora, é possível ver um belo prédio, antigo, porém bem conservado. Do lado esquerdo, existe um estacionamento para o subsolo e do lado direito, uma pequena escadaria que leva para a porta principal. Essa porta é guardada por um único segurança, mas seria indelicadeza entrar sem a permissão deste. Para comprar ingressos é necessário entrar no Teatro. A bilheteria fica logo após a porta de entrada, do lado direito do local.

O lado esquerdo do 1º andar é composto por um grande corredor repleto de quadros e esculturas, para que os toreadores e apreciadores da arte possam se deliciar com o bom gosto da dona do lugar. No final do corredor, existe uma grande porta, guardada por mais dois seguranças. É necessário apresentar o ingresso para entrar ou algo mais que o defina como convidado.

A grande porta te leva para o outro lado do segundo andar. De frente para a porta existe uma escadaria que leva para o segundo andar e do lado direito um grande salão, com algumas mobílias para que os frequentadores possam se socializar em momentos que não tivessem apresentações. Atrás do salão existe uma porta de vidro fumê que separa o salão da palco menor, ou tradicional, onde as apresentações cainitas costumam ocorrer.

Subindo as escadas, temos o 2º andar, com o palco maior, onde as apresentações de grande porte acontecem. Geralmente se encontra fechada. Quase ninguém sabe como os funcionários chegam ao 3º andar, sendo que a porta da platéia maior permanece fechada na maioria das vezes.

No terceiro andar temos os camarins e a sala da administração. O acesso a este andar é restrito aos artistas que estiverem se apresentando e aos funcionários... Quando chamados."

Estacionamento no Subsolo:

Spoiler:


Bilheteria (Sem os telões, é claro)

Spoiler:


Atenção²!!

O cenário agora só será aberto quando houverem apresentações. Vou dar um tempo pros players se acostumarem, mas pra aproveitar melhor o que de fato o cenário quis trazer, não acho que deveria ser um cenário aberto 24h. Mas o exterior do local fica completamente liberado. Em breve postarei com mais detalhes o lado externo do Teatro, os estabelecimentos que se encontram na redondeza e tudo mais.

Os players que já estão interagindo podem continuar. Conduzirei vocês para as reformas trazidas por aqui. Procurarei postar mais imagens e providenciarei fichas para todos os NPCs.

Peço desculpas novamente pela demora, essa semana tudo será regularizado.

Att,

Tia Kat o/
avatar
Katrine [apple.]

Data de inscrição : 08/03/2010
Localização : Rio de Janeiro

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Katrine [apple.] em Ter Jun 07, 2011 11:36 am

[off: Como todos já devem saber, estou deixando o fórum. Mas seria injusto sair daqui antes que um narrador assuma, então prevalecerei até lá.]


Oscar Vance


O modelo ideal para um guarda londrino te fitava com os olhos faiscando, como se estivesse farto da sua ‘inconveniência’. O setita insistia no segurança:

- Entendo... Vocês têm wireless, certo? Ajude-me a encontrar o site.


Ele retrucava:

-- O senhor não está entendendo. Eu preciso estar atento à entrada do local, o sr. está atrapalhando o meu serviço. A bilheteria está fechada a esta hora, é um evento particular e não posso permitir que estranhos entrem. Nem trabalhar aqui eu trabalho com freqüência, somente para eventos especiais. Então por gentileza, qual seria a sua dificuldade em encontrar um simples site?

Mas Oscar não estava disposto a desistir. E claro, já tinha a confirmação de algumas suspeitas em uma conversa rápida. Decidiu estender o assunto:

- Ora, seu trabalho é cuidar pra que caras como eu não entrem. Ao invés de ficar vigiando enquanto eu exerço tentativas infrutíferas de pular os muros, me mostre o site, que estará fazendo a mesma coisa, com a vantagem de que pular o muro seria muito mais complicado.


O guarda soltava um longo suspiro. Você ganhou pela insistência.

-- Ok, ok. Desde que me deixe em paz após ver o que precisa.

É claro que o comportamento dele era completamente compreensível. Como todos sabem, vários mendigos e criminosos circundavam o Teatro como moscas varejeiras. Era dever dele cuidar pra que nenhum deles tentasse nenhuma gracinha. Ele se aproxima do laptop e digita o site do Teatro. No site era possível ver algumas imagens do interior do local, bem como uma descrição simples de que o Teatro possuía 2 palcos e quadros famosos em seus corredores. Algo lhe dizia de que por este motivo, o Teatro era muito melhor guardado do que um simples segurança de bela aparência.

-- Aqui está -- Ele finalmente decreta após dar alguns cliques pelas páginas do site. --Tem a programação do mês inteiro. -- ele não tirava os olhos da entrada do recinto.

[off: se precisar mesmo da programação, me mande um PM que eu lhe respondo]

O Teatro Susan Weber não tinha muitas peças programadas para aquele mês. A bilheteria ficava aberta das 9h am às 8h pm., de segunda a sexta e de 9h am às 2 pm aos sábados. Dias de domingo não funcionava. A maioria das atrações eram na parte da tarde/noite, algumas oficinas e palestras na parte da manhã/tarde, mas, você observa, que às segundas e terças, no mês inteiro, não havia nenhuma programação para a noite. Bastante suspeito.

-- Posso voltar ao meu trabalho agora, senhor pulador de muros?

Você vê que um sujeito, de terno preto e gravata branca, se aproxima do lugar. Ele faz um leve aceno de cabeça para o segurança que acenava pra ele, positivamente. Pareciam já se conhecer.

Alguns segundos depois, uma mulher belíssima de cabelos vermelhos, sai correndo do local tapando o olhos com as mãos delicadas, como se estivesse chorando e some nos becos e esquinas de Manhattan. [não tente seguí-la. xD]




Dimitri Dumont


Após deixar o carro no estacionamento do subsolo, o toreador entrou no local sem muitos problemas. Os arredores do Teatro estavam relativamente vazios, não contando pelo segurança que você já conhecia que conversava com um homem do lado de fora, que tinha um laptop aberto.

Lá dentro, ele passa pelo corredor que já conhecia, cheio de quadros belíssimos. A bilheteria que ficava logo na entrada estava fechada, mas as portas estavam abertas. Dois seguranças que guardavam a porta para o salão principal apenas te encaravam, mas não barravam sua entrada.

Para sua sorte, Aléxis não estava lá. Não ainda. Você sabia que o Teatro abria suas portas para os imortais às segundas e terças, especialmente. E aquela era uma terça-feira. Provavelmente ela, como representante do clã, chegaria lá, cedo ou tarde.

Em especial, você via um homem vestindo jeans e camisa de cor neutra e um sobretudo preto no meio de várias pessoas vestidas formalmente. [Camuel] [considerei os trajes descritos na ficha, já que não mencionou]Como estava à procura de pessoas influentes, Camuel não parecia fazer o estereótipo de alguém de muito impacto, então voltou a sua atenção ao grande salão.

Lá, você via inicialmente um homem muito belo [aparência 4], cabelos castanhos, não muito curtos, no tamanho e no corte ideal, olhos cor de mel. Se trajava com terno e gravata, roupas completamente em sintonia e tinha traços suaves, parecia uma pessoa extremamente sensata. Ele conversava com uma ruiva muito bela enquanto admirava um dos mais belos quadros do local: Uma Rosa Vermelha. Mas, inesperadamente, a ruiva começa a chorar lágrimas de sangue e sai correndo do recinto, sumindo porta a fora. [não tente seguí-la xD]

A maioria no local eram homens. As poucas mulheres pareciam agrupar-se, fofocando e dando risadinhas enquanto bebiam um líquido vermelho e espesso em taças. Sangue, você já sabia.



Saulo Bittencourt

O toreador entrava na passagem secreta, mas percebia que esta havia mudado um pouco. Agora levava direto para a sala da administração.
Antes de entrar, você pede um conselho a John, que parecia inexpressivo:

-- Diga apenas a verdade. Diga o que deve ser dito. Acredito que não terá muitos problemas com Aléxis dessa forma -- ele falava, secamente.

Para sua surpresa, Alexis estava sentada atrás de uma mesa de mogno. Um batom escarlate lhe cobria os lábios, que combinavam com o mesmo tom do vestido que evidenciavam as belas formas que possuía. Com os dedos entrelaçados, onde apoiava o queixo ela fitava ambos com um sorriso nos lábios.

-- Boa noite, meus queridos. Espero que tenham boas notícias para mim hoje.

Ela estava sozinha. Eram só os três na sala, o que poderia provocar um leve pânico no Toreador. Então algo lhe ocorre: O quê Alexis fazia na sala da administração? Teria ela comprado o Teatro sem que ninguém soubesse? Era, de fato, algo muito estranho.


Camuel


[off: Shi, eu disse que Alexis não estava no Salão. Como suas ações se basearam nela, considere que você viu Dimitri chegando ao local. Terno e gravata. Buscando socializar-se.]





avatar
Katrine [apple.]

Data de inscrição : 08/03/2010
Localização : Rio de Janeiro

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Oscar Vance em Qua Jun 08, 2011 8:17 pm

Mesmo antes de insistir, já recebia uma resposta interessante. Como suspeitava... Não trabalhava ali, apenas em eventos "especiais". Não tinha a menor dúvida de que aquilo era coisa do clã da rosa. Se aquele homem não era um Membro, era um carniçal. Ignorar a grosseria seria fácil, diante das informações que recebia aos poucos. Agora ele queria mais ainda entrar.

E afinal, ele concordava. Bom, manteve a posição e distraiu o guarda um pouquinho. Enquanto este estava ocupado abrindo o site e mostrando o que queria, aproveita para dar uma breve observada na segurança ao redor. O belo homem não devia ser o único obstáculo por ali, mas o que mais? Distrai-se com isso e é desperto apenas com o aviso do guarda de que tinha encontrado a programação. Observa a página por cima, comentando em alguns pontos:

- Você sabe se essa vai ser boa? - ... - Conhece essa atriz? Eu vi ela em outra peça há duas semanas... Qual era o nome mesmo? - ... - Nossa, por que você acha que colocaram tantos musicais nessa semana?

Comentários absolutamente genéricos. Sinceramente, ele não conhecia nada daquilo, mas melhor justificar sua permanência ali até que surgisse uma oportunidade. Entretanto, uma coisa realmente se destaca. Não havia programação todas as segundas e terças à noite. Provavelmente, isso não significava que o teatro ficasse fechado nesses dias, apenas fechado para "eventos especiais". Sim, agora sabia algo sobre essas reuniõezinhas. A visita estava valendo a pena já; mas ainda não tinha o que viera buscar.

Mas sua oportunidade, ou a possibilidade de uma, aparece com a chegada de um homem de terno preto. Ótimo. Não custava tentar. No máximo o jogariam para fora, onde ele já estava. Por precaução, sabia onde estava sua arma. Olha para o homem no rosto, abrindo um sorriso de alívio e aproximando-se com familiaridade.

- Cara, achei que fosse levar um bolo. Não me deixaram entrar. Sem brincadeira, se o seu amigo ali - aponta com a cabeça para o segurança, sempre com um sorriso cordial - não tivesse me feito companhia, eu já tinha voltado pra casa.

Contava com a boa vontade do Toreador - ao menos, quem ele achava ser Toreador. Mas, quem não arrisca não petisca, e poderiam discutir depois uma troca de favores com relação a isso; afinal, ele nunca fora ingrato. Se ele concordasse, já tinha um início de conversa. Se não; bem, o segurança já o via como um penetra em potencial, não mudaria muito sua situação.
avatar
Oscar Vance

Data de inscrição : 13/01/2011
Idade : 26
Localização : Rio Grande do Sul

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Katrine [apple.] em Qui Jun 09, 2011 8:09 am

[off: Dimitri, as ações de Oscar acontecem antes que você possa entrar. Fique à vontade para interagir com ele, se assim desejar.]
avatar
Katrine [apple.]

Data de inscrição : 08/03/2010
Localização : Rio de Janeiro

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Algis em Qui Jun 09, 2011 2:18 pm

O toreador entrava na passagem secreta, mas percebia que esta havia mudado um pouco. Agora levava direto para a sala da administração.
Antes de entrar, você pede um conselho a John, que parecia inexpressivo:

Estranho, essa passagem não dava para o camarim?
Saulo e Jhon passavam pela passagem. Antes de entrar na sala o seu colega de clã lhe responde:
- Diga apenas a verdade. Diga o que deve ser dito. Acredito que não terá muitos problemas com Aléxis dessa forma -- ele falava, secamente.

Não terei "muitos" problemas, odeio frcassos, mas tenho que conviver com isso... Não pra me redimir vou continuar nessa investigação e Jhon transparece nenhuma emoção, ele está tentando esconder sua frustração?

O toreador estava frustrado, balançava a cabeça em descontentamento

Um teste de empatia, já que não é permitido usar discuplinas em recintos da camarilla, para perceber o que Jhon está sentindo

Para sua surpresa, Alexis estava sentada atrás de uma mesa de mogno. Um batom escarlate lhe cobria os lábios, que combinavam com o mesmo tom do vestido que evidenciavam as belas formas que possuía. Com os dedos entrelaçados, onde apoiava o queixo ela fitava ambos com um sorriso nos lábios.

-- Boa noite, meus queridos. Espero que tenham boas notícias para mim hoje.

Saulo se vira, pois levava um susto:
Senhorita Alexis? - Saulo dá um sorriso de alívio e vira para ela -
Desculpe tomei um susto... Saulo continua com um sorriso, mesmo que estando com um certo "medo", só tinha os três na sala... Saulo estava tenso, ele escolhia as palavras que iria dizer para a Primigênie

Vou ter que falar a verdade, tivemos que sair de lá, aquela criatura era mito forte, era uma ameaça... O que Alexis está fazendo aqui? Será que... Ela comprou o Teatro, como ninguém ficou sabendo disso? Situaçãozinha essa...

Saulo dava um passo a frente, era notável a beleza da mulher, seu vestido, seu rosto, sua formosura... Saulo se controlava e falava em um tom sério, mas não humilhante, ele dá um suspiro

Infelizmente, tivemos de sair de lá as pressas, uma criatura nos encontrou, tentamos negociar, tivemos que sair de lá, pois a criatura era deveras poderosa... Saulo termina sua frase, ele estava atento, pois não saberia a reação da Primigênie, ele a olhava em seus olhos
avatar
Algis

Data de inscrição : 09/03/2010
Idade : 26
Localização : Rio de Janeiro

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Chris Yates em Qui Jun 09, 2011 8:19 pm

- Cara, achei que fosse levar um bolo. Não me deixaram entrar. Sem brincadeira, se o seu amigo ali não tivesse me feito companhia, eu já tinha voltado pra casa.

Ora. Interessante. Para o Toreador, coisas como esta só aconteciam em filmes e peças. Aquele homem que fingia o conhecer para entrar era com toda a certeza duas coisas: Um grande vagabundo e um amante das artes. Seria realmente engraçado ver até onde aquela situação iria. Mesmo sem saber ao certo o que aquela pessoa era, decidiu entrar na brincadeira: — Ora... Claro mon ami. Pequenos atrasos são elegantes. Vamos andando. Não queremos perder nada hoje a noite não é?

Dimitri sorriu de maneira carismática enquanto que se atrevia a segurar o engraçadinho pelo ombro como se fossem grandes amigos enquanto entravam. Ao chegar lá dentro, o Toreador ainda sorridente, evitando muita atenção disse: — Certo. Já deixei você entrar, agora pode me contar o que quer aqui hoje, oui?

Antes que pudesse ouvir a resposta de seu "convidado" seus olhos encontraram um homem muito belo, cabelos castanhos, não muito curtos, no tamanho e no corte ideal, olhos cor de mel. Se trajava com terno e gravata, roupas completamente em sintonia e tinha traços suaves. Ficou olhando para ele atento, perdido por alguns instantes na beleza, mas logo retornou para o engraçadinho que tinha permitido entrar.

Esperava respostas mas ao mesmo tempo tentava não perder aquela pessoa bela de vista.
avatar
Chris Yates

Data de inscrição : 05/04/2010
Idade : 48
Localização : Onde você quiser

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Katrine [apple.] em Seg Jun 13, 2011 2:44 pm


Saulo Bittencourt


Realmente John estava deveras estranho. Como um ator que era, uma bruma de drama sempre parecia acompanhá-lo, mas desta vez parecia frustrado.

Spoiler:
Saulo rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 6 para sentir emoções de john que resultou 5, 4, 7, 10, 6, 2, 8 - Total: 4 Sucessos

Exatamente como o toreador suspeitava. Por algum motivo que você não conhecia, John parecia preocupado e não queria demonstrar. Seria até compreensível, afinal fora uma missão dada pela primigênie de seu próprio clã e eles haviam fracassado. Mas havia algo mais... Aquele olhar robótico de John parecia demonstrar algo intenso por Alexis. Amor, raiva, ódio...? Saulo ainda não sabia, mas isso poderia desperta-lhe a curiosidade.

-Senhorita Alexis? Desculpe tomei um susto...

-- Que gracinha... Não precisa se assustar, querido. Eu não mordo.-- Ela então olhava para John -- Jhon, o que houve com você? Parece estático. O quê houve nos esgotos? -- Ela parecia... Preocupada?

-- Nada, senhorita Louvain. Estou apenas angustiado. Acredito que não lhe serão aprazíveis as novas que trazemos.-- Apesar do vocabulário culto e rebuscado, ele falava como um robô.

Antes que Alexis começasse a especular, Saulo toma a iniciativa:

-Infelizmente, tivemos de sair de lá as pressas, uma criatura nos encontrou, tentamos negociar, tivemos que sair de lá, pois a criatura era deveras poderosa...

Alexis então se levantava suavamente. Agora sua face era coberta por uma expressão séria, porém pensativa... Distante. Você esperava uma reação ruim, no mínimo uma decepção, mas ela não parecia julgá-los. Ela olhou com carinho para ambos e disse, sorrindo:

-- Entendo, Sr. Saulo. Sentem-se porfavor. -- Ela então começava a caminhar lentamente pela sala. Seus sapatos vermelhos de saltos agulha quase não faziam barulho no assoalho de madeira. Todos os movimentos e palavras dela retratavam uma serenidade incrível. O clã estava, de fato, sendo muito bem representado. -- Vamos começar denovo, Sr. Saulo... Diga-me com detalhes: O quê houve lá? Qualquer pequena informação poderá ser de extrema importância. Onde está o Sr. Dimitri? -- Ela era curta e objetiva, mas nenhuma das palavras soava ríspida.

-- Ah, srta. Louvain. Me recuso a descrever o quão repulsivo é aquele lugar. A criatura só fez se esconder e dizer palavras sem sentido. Mas não notamos nenhuma movimentação intensa nos esgotos. Percorremos um bom pedaço do lugar e aparentemente estava tudo calmo por lá. Parece que foi um alarme falso -- John dava uma pausa para que Saulo pudesse se manifestar.

avatar
Katrine [apple.]

Data de inscrição : 08/03/2010
Localização : Rio de Janeiro

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Oscar Vance em Ter Jun 14, 2011 8:39 pm

Ele apostara e... Bingo! O rapaz simpático decidira ajudá-lo. Conseguira seu ingresso para a festa; agora era saber o que podia fazer por lá. Ao ouvir o comentário sobre hoje a noite, coloca um sorriso malicioso no rosto, como quem sabe do que ele estava falando; apesar de não ter nem ideia. Guarda o computador rapidamente na pasta e acena em despedida para o guarda, com um sorriso que poderia ser “confundido” com deboche.

Deixa-se ser guiado até o interior, sem preocupar-se com o braço em seu ombro. Era bom para a encenação afinal. Assim que estão dentro, e fora das vistas do segurança, no entanto, a situação já era outra. Até por que, é imediatamente questionado. Apesar disso, quando pretendia responder percebe que seu interlocutor estava mais interessado em observar uma bela figura por perto. Sim, confirmava que fosse do Clã da Rosa. Aguarda até ter novamente a atenção, aproveitando para observar o espaço interior, principalmente as pessoas, sem, porém, focar-se tanto em ideais estéticos. Assim que o recém-conhecido volta-se para ele, principia sua resposta:

- Sou Raphael Gaarder, prazer. – Estende a mão amigavelmente para cumprimentá-lo. Olha para os lados, observando discretamente se alguém podia ouvi-los. – Vou ser sincero com você, estou aqui a mando do meu editor. Trabalho na revista Aesthetica; pretendemos publicar um artigo sobre o teatro de New York, então eu vim fazer a primeira visita, anônima naturalmente, de avaliação. Dependendo do resultado, o Susan’s ganhará excelente publicidade entre nossos leitores. Tenho certeza de que você conhece o trabalho do meu grupo, apesar de nos destinarmos a um público seleto. – observava-o de forma inquiridora; claramente, se ele dissesse que não os conhecia, passaria a considerá-lo e às suas opiniões no referente à arte menos que lixo hospitalar - De qualquer forma, espero que entenda que isso deve ficar entre nós; estou te contando apenas por que você me ajudou.

Sua expressão era de cumplicidade ao fim da última frase. Poderia aproveitar ainda um pouco a ajuda desse Toreador. De revistas ele conhecia alguma coisa; afinal tinha uma seção delas na sua livraria, e lembrava-se daquela com as capas cults. Não que alguma vez tivesse lido uma, mas poderia dar alguns nomes que memorizara ao cadastrá-las, se precisasse. Fosse como fosse, a atenção dividida desse cara não o ajudaria a ver através de sua mentira.

- Hei, obrigado pela mão até agora garoto. Mas talvez você possa ainda me apresentar a alguns dos freqüentadores. Acredito que seja conhecido. E ambos sabemos que o público diz tudo sobre um espetáculo.

Um degenerado era sempre um degenerado, e estava fadado a proteger o seu ego antes de tudo. Agora, era preciso ver o que aconteceria.
avatar
Oscar Vance

Data de inscrição : 13/01/2011
Idade : 26
Localização : Rio Grande do Sul

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Algis em Qua Jun 15, 2011 7:45 pm

Estava os três dentro daquela sala, uma cena tanto que incomum, Saaulo estava com um pouco de receio, pois sabia como seu clã funcionava...

Verdadeiramente este rapaz está frustrado, mas eu vejo mais que frustração, esse olhar robótico... Saulo dá um pequeno sorriso Certo está ele em não demonstrar o que sente... para não dar vantagem a futuros rivais ou adversários...

- Que gracinha... Não precisa se assustar, querido. Eu não mordo.

Não morde? Mas como todo toreador, pode arrasar alguém socialmente...

Ela então olhava para John -- Jhon, o que houve com você? Parece estático. O quê houve nos esgotos? -- Ela parecia... Preocupada?

-- Nada, senhorita Louvain. Estou apenas angustiado. Acredito que não lhe serão aprazíveis as novas que trazemos.-- Apesar do vocabulário culto e rebuscado, ele falava como um robô.

Antes que Alexis começasse a especular, Saulo toma a iniciativa:

-Infelizmente, tivemos de sair de lá as pressas, uma criatura nos encontrou, tentamos negociar, tivemos que sair de lá, pois a criatura era deveras poderosa...

Aquela bela mulher se levanta séria, não havia decepção, nem raiva, nada... Ela estava sendo compreensiva...

Um teste de empatia na Primigênie

-- Entendo, Sr. Saulo. Sentem-se porfavor. -- Ela então começava a caminhar lentamente pela sala. Seus sapatos vermelhos de saltos agulha quase não faziam barulho no assoalho de madeira. Todos os movimentos e palavras dela retratavam uma serenidade incrível. O clã estava, de fato, sendo muito bem representado. -- Vamos começar denovo, Sr. Saulo... Diga-me com detalhes: O quê houve lá? Qualquer pequena informação poderá ser de extrema importância. Onde está o Sr. Dimitri? -- Ela era curta e objetiva, mas nenhuma das palavras soava ríspida.

- Ah, srta. Louvain. Me recuso a descrever o quão repulsivo é aquele lugar. A criatura só fez se esconder e dizer palavras sem sentido. Mas não notamos nenhuma movimentação intensa nos esgotos. Percorremos um bom pedaço do lugar e aparentemente estava tudo calmo por lá. Parece que foi um alarme falso

Saulo após ouvir as palavras de Jhon, se senta, respira bem fundo para se acalmar e olha para a Primigênie e Jhon, ele se senta, cruzando suas pernas como um cavaleiro:

Primeiramente, respondendo a pergunta sobre o Sr. Dimitri, ele deve estar aqui no teatro, pois combinamos que eu entraria aqui com Jhon da mesma maneira que saimos para não levantar suspeitas e o Sr Dimitri como não chegou a sair pela entrada secreta daqui, achamos prudente ele entrar pela bilheteria... O Arteiro gesticulava com a mão

A Primogênie tendo respondido:

Pois bem com um mapa nós marcamos um caminho, onde possilvemente ficaria o refúgio do Primogênie Nosferatu, andamos bastante naquilo ali Saulo expressa nojo
até que nos deparamos com uma criatura, era mulher, pois tinha contornos femininos, vi com Percepção da Aura, sua carne estava decomposta, não tinha nariz, sua pele estava esticada sobre os ossos, pelo menos tentei domá-la com presença, mas não surgiu efeito, tentamos negociar, daí concluimos que uma luta naquele esgoto com pistolas não ia dar certo, pois o barulho iria ecoar por todo esgoto, a criatura já estava se alterando, ah sim, ia me esquecendo ela se apresentou como Gangrena.., Saaulo termina seu relatório e depois vira para Jhon:

Esqueci de alguma coisa? Saulo olha para seu companheiro de clã, apreensivo...
avatar
Algis

Data de inscrição : 09/03/2010
Idade : 26
Localização : Rio de Janeiro

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Edriel em Qui Jun 23, 2011 11:01 pm

--Senhorita estamos chegando--- falou Angelina.

O carro preto se aproximou lentamente até estacionar em frente de um prédio bem conservado e distinto, era o famoso e conhecido Teatro de Susan, um lugar perfeito para uma Sereia se apresentar para os filhos de Caim em um pequeno teatro musical, mesmo que ainda não houvesse um pedido para que isso se ocorra, e de fato, a menina nunca realmente havia se interessado a tocar ali, até que um dia ela foi convidada a ouvir outra sereia fazendo um pequeno musical, e desde aquele dia em diante ela começou a nutrir esse desejo de cantar naquele local, portanto, para tal, ela precisaria conhecer os donos do teatro, e tentar um espaço entre os vários cantores que almejavam ser ouvidos pelos seus interlocutores.
Ela educadamente esperou que Angelina abrisse a porta do carro, para que ela pudesse sair, saltou com certa dificuldade seu vestido rosado e florido era o culpado, apesar de belo dificultava movimentos bruscos.
Seus olhos azuis fitaram de relance o grande numero de mendigos que permeavam aquela região, não era a visão mais agradável, Elijah, não entendia o motivo da Camarilia ou os toreadores, grandes fãs e obcecado pelas artes e pela boa compostura, permitir que os mendigos continuassem perto daquele local, aquilo para ela, era uma profanação a um templo de arte.

--Senhorita, retornarei para casa, volto mais tarde para buscá-la---

A voz de Angelina quebrou os pensamentos de Elijah, que agora docilmente voltava-se em sua direção.

--Sim esta bem, pode ir—

Ela vagarosamente se dirigiu até o guarda que permanecia imóvel, ela sorriu para ele do seu jeito gentil, pediu licença e entrou.
Ao adentrar vislumbrou com orgulho os quadros e esculturas que existiam ali, segundo o seu próprio pensamento, depois do canto, os quadros eram os melhores simbolismos da alma.
Ela então ficou entrertida com eles, se vislumbrando com as imagens, cores e formas que elas tinham.

Edriel

Data de inscrição : 11/06/2011

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Katrine [apple.] em Qui Jun 30, 2011 10:51 am

Saulo Bittencourt


Spoiler:
Saulo rolou 1 dados de 10 lados com dificuldade 8 para especialização que resultou 9 - Total: 1 Sucessos
Saulo rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 8 para empatia na primigênie que resultou 1, 6, 7, 3, 5, 4, 10 - Total: 0 Sucessos

Alexis escutava tudo com atenção e sempre em silêncio. Suas expressões pareciam paredes de chumbo. O que ela estava sentindo? Decepção? Compreensão? Angústia? Preocupação? Cada vez mais difícil. Quando ambos terminaram de falar, ela espirou fundo, como se precisasse do ar e disse lentamente:

-- Entendo... Gangrena, é? Sei. Já entendi tudo. -- Ela faz mais alguns segundos de silêncio e então retornava à mesa e sentava-se na cadeira, confortavelmente. Os dedos entrelaçados e a presença impactuante -- Entendam uma coisa, senhores... Vou explicar uma vez e só uma vez a gravidade da situação. Sabe, a cidade está passando por um caos generalizado. A sociedade dos membros está cada vez maior em Nova York o que vem trazendo diversos aborrecimentos desnecessários para Blair o que, por consequência, traz aborrecimentos para os membros da Primigênie, que parecem cada vez mais desinteressados em trabalhar. Se continuarmos desta forma, é certo de que o Sabá tomará a cidade e Blair cairá. -- Ela fazia uma nova pausa. Mas desta vez, a sua expressão era séria e ameaçadora. Ela analisava cada movimento corporal de vocês, como se pudesse despi-los com os olhos, enquanto prosseguia -- Misteriosamente os lupinos do Central Park saíram, em conjunto, para sabe-se lá Deus onde, após atacarem dois mortais em um café próximo ao lugar. É incrível como alguns membros conseguem ser imbecis o suficiente para achar que existe algum lugar em Nova York que pode ser chamado de Terra de Ninguém. Acho que andam menosprezando os poderes de Blair... Aparentemente, tanto os anciões, quanto os neófitos não respeitam mais o Principado... Em Staten Island existe um bando de membros fazendo uma festa de horrores. Nunca vi tantos sabás reunidos em um só lugar, um verdadeiro inferno...-- Ela tira uma foto de dentro da gaveta da mesa de mogno. A foto mostrava um homem morto com o corpo completamente deformado. Ossos saindo pelas costas e o rosto dilacerado -- Isso foi encontrado nos arredores do Hospital Presbiteriano... Não restam dúvidas de que isso foi obra de um Tzimisce, senhores. Tanto essas, quanto diversas outras dores de cabeças começaram de algum lugar. Alguém está desvirtuando o Principado e espalhando boatos de que na cidade você pode fazer o que quiser e o que bem entender. Mas nós sabemos que não é assim que funciona e queremos parar esse maldito. -- Ela então se levantava e caminhava até vocês e coloca a mão no ombro de ambos e se abaixa enquanto sussurra em seus ouvidos -- Não sei se sabem quem sou, queridos. Mas vou dizer com clareza, pra ficar bem fixado na cabecinha de vocês: Primigênie Alexis Louvain. Isso significa que, não importa aonde tenham que ir ou quanto tempo demorem, encontrem essa informação pra mim. Quero saber quem é o infeliz que está nos aborrecendo e só voltem aqui quando tiverem a informação completa. -- Seus sussurros eram ameaçadores. Cada palavra ecoava em sua cabeça medonhamente. -- Fui clara, senhores? Se sim, estão dispensados. -- Ela voltava ao sorriso exuberante de antes. Um gato branco sai de sabe-se lá onde e pula em seu colo enquanto ela o acaricia com cuidado. -- Ah, e se precisarem... Liguem para esse número. -- Ela lhe entregava um cartão vermelho -- Peçam pra falar com Dereck, a pedido de Alexis Louvain. Boa noite. -- Era um claro: "Cai fora da minha sala".

Antes que percebesse, você ouve a porta batendo atrás de você, com força. Era John que havia saído enfurecido. O motivo? Provavelmente você já sabia.

Descendo as escadas e chegando até o salão principal, John estava com os olhos faiscando de raiva, equanto trocava algumas palavras rápidas com um homem de cabelos compridos e negros, que usava um óculos redondo, muito bem trajado, sentado em uma das poltronas da sala.


avatar
Katrine [apple.]

Data de inscrição : 08/03/2010
Localização : Rio de Janeiro

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Algis em Dom Jul 03, 2011 3:43 pm

Enquanto Saulo falava, a linda mulher permanecia parada, apenas ouvindo-o, aquilo de certo modo deixava o ator nervoso, pois não dava para saber o que ela estava sentindo, depois do toreador terminar de falar, ela fala:

-- Entendo... Gangrena, é? Sei. Já entendi tudo. -- Ela faz mais alguns segundos de silêncio e então retornava à mesa e sentava-se na cadeira, confortavelmente. Os dedos entrelaçados e a presença impactuante -- Entendam uma coisa, senhores... Vou explicar uma vez e só uma vez a gravidade da situação. Sabe, a cidade está passando por um caos generalizado. A sociedade dos membros está cada vez maior em Nova York o que vem trazendo diversos aborrecimentos desnecessários para Blair o que, por consequência, traz aborrecimentos para os membros da Primigênie, que parecem cada vez mais desinteressados em trabalhar. Se continuarmos desta forma, é certo de que o Sabá tomará a cidade e Blair cairá. -

Interessante, super população de cainitas...

O toreador permanecia sentado olhando-a nos olhos, ouvindo atentamente o que se passava ali...

-- Misteriosamente os lupinos do Central Park saíram, em conjunto, para sabe-se lá Deus onde, após atacarem dois mortais em um café próximo ao lugar. É incrível como alguns membros conseguem ser imbecis o suficiente para achar que existe algum lugar em Nova York que pode ser chamado de Terra de Ninguém. Acho que andam menosprezando os poderes de Blair... Aparentemente, tanto os anciões, quanto os neófitos não respeitam mais o Principado... Em Staten Island existe um bando de membros fazendo uma festa de horrores. Nunca vi tantos sabás reunidos em um só lugar, um verdadeiro inferno...-- Ela tira uma foto de dentro da gaveta da mesa de mogno. A foto mostrava um homem morto com o corpo completamente deformado. Ossos saindo pelas costas e o rosto dilacerado

Nisso ela tem razão, se continuarmos assim o Sabá tomará esse lugar

-- Isso foi encontrado nos arredores do Hospital Presbiteriano... Não restam dúvidas de que isso foi obra de um Tzimisce, senhores. Tanto essas, quanto diversas outras dores de cabeças começaram de algum lugar. Alguém está desvirtuando o Principado e espalhando boatos de que na cidade você pode fazer o que quiser e o que bem entender. Mas nós sabemos que não é assim que funciona e queremos parar esse maldito. -- Ela então se levantava e caminhava até vocês e coloca a mão no ombro de ambos e se abaixa enquanto sussurra em seus ouvidos -- Não sei se sabem quem sou, queridos. Mas vou dizer com clareza, pra ficar bem fixado na cabecinha de vocês: Primigênie Alexis Louvain. Isso significa que, não importa aonde tenham que ir ou quanto tempo demorem, encontrem essa informação pra mim. Quero saber quem é o infeliz que está nos aborrecendo e só voltem aqui quando tiverem a informação completa. -- Seus sussurros eram ameaçadores. Cada palavra ecoava em sua cabeça medonhamente. -- Fui clara, senhores? Se sim, estão dispensados. -- Ela voltava ao sorriso exuberante de antes. Um gato branco sai de sabe-se lá onde e pula em seu colo enquanto ela o acaricia com cuidado

Acabei de levar uma bronca de Alexis...... O toreador respirava fundo e se controlava, pois levar uma bronca de alguém não é uma coisa agradável...

-- Fui clara, senhores? Se sim, estão dispensados. -- Ela voltava ao sorriso exuberante de antes. Um gato branco sai de sabe-se lá onde e pula em seu colo enquanto ela o acaricia com cuidado. -- Ah, e se precisarem... Liguem para esse número. -- Ela lhe entregava um cartão vermelho -- Peçam pra falar com Dereck, a pedido de Alexis Louvain. Boa noite. -- Era um claro: "Cai fora da minha sala".

Pois bem Saulo se levanta acena com a cabeça positivamente, pega o cartão e sai da sala, o toreador se assusta com o barulho da porta, a batida alta, fazia com que Saulo olhasse para trás e observasse o Jhon passando por ele, Saulo andava, muito chateado, pois havia falhado em sua missão....

Entrando no salão, ele se depara com um homem bem trajado, e jhon se mordendo de raiva

Saulo observa o local, dá uma olhada e espera jhon acabar de falar com o tal homem, depois que acabasse de falar, ele chegaria a jhon:
Temos que conversar.... Saulo faz uma expressão séria
Sou novo aqui na cidade, conheço nada, nem sequer sei dos boatos, poderia me contar o que sabe? Alex tinha dado a oportunidade de onde começar a investigar...

Temos que contactar o Sr Dimitri Saulo olhava aos redores procurando pelo seu companheiro de clã...
avatar
Algis

Data de inscrição : 09/03/2010
Idade : 26
Localização : Rio de Janeiro

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Chris Yates em Ter Jul 05, 2011 7:36 pm

- Hei, obrigado pela mão até agora garoto. Mas talvez você possa ainda me apresentar a alguns dos freqüentadores. Acredito que seja conhecido. E ambos sabemos que o público diz tudo sobre um espetáculo.

— Modéstia a parte, se você não sabe quem eu sou é porque nunca leu as notícias. Então acho difícil que você realmente trabalhe para a Aesthetica. Se quer penetrar uma festa, tente ser mais sucinto e se comportar à francesa, sim? Muito prazer, meu nome é Dimitri Dumont... — O Toreador olhava entediado para o homem a sua frente e logo suspirava, sem deixar que aquela figura bela saisse de suas vistas. Olhou no fundo dos olhos do seu interlocutor e disse num tom de voz grave, embora suave: — Me desculpe. Não posso conversar agora. Tenho outras coisas a tratar. Boa noite e boa festa.

Embora tenha soado ríspido, Dimitri realmente não queria perder tempo nesta noite com qualquer um. Torcia para que aquele homem que havia capturado sua atenção fosse um mortal. Aproximou-se dele devagar, analisando traços como a palidez e outros. Bombeou sua vitae para o corpo, devolvendo o rubor e o calor humano. Quando chegou perto do homem, abriu um sorriso cumprimentando-o.

Estava tentando ignorar a ruiva embora fosse nítido que ela sim era no mínimo suspeita. Estendeu a mão para o homem e então disse: — Ah... Esse sim é um belo quadro. Estou vendo que você é um apreciador de arte huh? Ah. Que gafe a minha. Meu nome é Dimitri.

(Vou fazer um teste pra ver se ele é vampiro, e apertar a mão dele é a confirmação. Gastando 1 pds pra retomar aparência mortal)
avatar
Chris Yates

Data de inscrição : 05/04/2010
Idade : 48
Localização : Onde você quiser

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Oscar Vance em Seg Jul 11, 2011 7:23 pm

Quando o tal Toreador se declara uma figura importante, Oscar realmente observa seu rosto com cuidado. Analisa os traços, tentando comparar com qualquer figura que aparecesse no noticiário. Não.

- De fato. Não te conheço.

Fosse quem fosse, tão famoso assim não podia ser; ou ele já teria visto sua imagem em algum lugar. De qualquer forma, era querer demais que aquela história de revista colasse por ali; apesar de ter sido uma ideia divertida. O cara já o ajudara a entrar, e em segundos tinha também seu nome. Era suficiente; melhor liberá-lo pra flertar com o bonitão do outro lado.

- Boa noite.

Despede-se, talvez um pouco mais educado que Dimitri. Estava feliz de não ter que se explicar, ou de passar qualquer dado que indicasse sua procedência. E assim que o outro cainita se vira vai também cuidar de seus assuntos: andando distraído entre os convidados. Procura localizar os equipamentos de segurança ao seu redor, mas discretamente; pareceria mais um perdido qualquer procurando o banheiro que alguém com quem um membro do Clã da Rosa desejaria conversar.

Caminha entre as pessoas, tentando ouvir o que diziam, encaminhando-se efetivamente (apesar de algumas voltas para cobrir todo o espaço e ter um panorama geral do lugar) para a copa, o bar, a cozinha; enfim, qualquer lugar que vendesse bebidas por ali. Se elas estivessem apenas sendo distribuídas, um garçom serviria.

Conseguindo qualquer uma dessas opções, falaria com o funcionário:

- Hei! Me consegue um cigarro?

Dizia isso já com uma nota de 20 dólares entre os dedos, que passaria discretamente para o colaborador.
avatar
Oscar Vance

Data de inscrição : 13/01/2011
Idade : 26
Localização : Rio Grande do Sul

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Algis em Seg Jul 11, 2011 10:53 pm

Saulo após ver todo o salão, encontra Dimitri conversando com um rapaz:

Olhe Jhon é o Sr Dimitri Saulo fala com com seu companheiro de clã

Saulo espera por alguns momentoso homem se afastar de Dimitri, Saulo não queria ser mal-educado

Assim que aquele senhor se despedir de Dimitri, iremos falar com ele Saulo se vira para Jhon, olhando para ele, como ele morava na cidade a mais tempo que Saulo, ninguém melhor que ele para traçar um destino

Jhon, qual seria o melhor lugar para verificarmos o que a Senhorita Alexis nos contou, ir primeiramente.... O toreador dava a oportunidade ao rapaz

Após algum tempo conversando Saulo percebe que o Senhor já tinha se afastado de Dimitri, o toreador vai ao encontro dele

Sr Dimitri Saulo dá uma pausa e fala baixo Temos assuntos a tratar, Senhorita Alexis nos pediu Saulo fala baixo, pois as paredes tinham ouvidos

Sabás... Eles estão se concentrando, isso não é bom...
avatar
Algis

Data de inscrição : 09/03/2010
Idade : 26
Localização : Rio de Janeiro

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Oscar Vance em Sex Jul 29, 2011 1:48 pm

Depois de caminhar por algum tempo, sem visualizar ninguém que parecesse trabalhar ali, Oscar começava a se perguntar como era possível uma festa sem staff trabalhando e servindo os convidados. Esperava, no mínimo, alguma humana com cara de "sirvo-te por alguns dólares".

Mas, aparentemente, seria melhor que adiasse sua ideia para alguma outra noite. Isso não seria um problema, já que agora tinha uma boa noção de quando seriam as próximas reuniões; bastaria que ele voltasse ali nas datas que conhecia.

Sendo assim, o Setita retira-se em silenciosa tranquilidade. Antes de sair, percebe que o tal Dimitri que o ajudara a entrar conversava com outra pessoa, também desconhecido para ele. Apenas guarda os rostos dos dois, sem saber se seria muito útil.

Não esperava ter problemas para sair de lá (em geral, a segurança é mais crítica na entrada); sendo assim, busca calmamente o caminho de volta. Sua casa talvez não fosse perto, mas ele não estava com pressa. Pensava no caminho naquele grupo em que havia se infiltrado por alguns momentos, e em como poderia encaixá-los em seus planos futuros. Sim, para todos havia uma posição útil.
avatar
Oscar Vance

Data de inscrição : 13/01/2011
Idade : 26
Localização : Rio Grande do Sul

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 8 de 8 Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum