TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Convidad em Sex Abr 15, 2011 8:52 pm

Guidin escreveu:-É Sanedi...Guidim Sanedi, Srta.Débora... ou será que posso lhe chamar de Dehby?

-Pode me chamar da maneira que mais lhe convenha Mon Cher. Antes de lhe estender a mão para que ele a cumprimentasse eu cruzava eles, perto do decote, um truque infalível, realçava os seios aos olhos dos homens, e esboçava um sorriso, magnificando minha presença até o máximo que eu conseguia*, seria minha primeira vitima da noite, e isso eu já havia decidido.

Guidin escreveu:-O problema é.... Senhorita.... não tenho papel nem caneta hahahahahaha, mas um comprimento ja me será de extrema preciosidade!!!

"Hahaha... Tadinho, até chego a sentir um pouco de remorso, talvez eu o deixe se satisfazer com meu corpo PERFEITO!" Eu piscava para mim mesma, por dentro, só o fato de pensar nisso já começava a me deixar "acessa", claro, se eu ainda fosse uma mortal. -Não há problema nenhum nisso Queridinho, quem sabe se você não for um bom garoto e se comportar direitinho ganhe um presente muito melhor que o autógrafo.

* Transe, Voz Encantadora e Rosto de Bebê
Desculpa se não for preciso colocar isso, juro que paro de colocar off's
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Seg Abr 18, 2011 4:44 pm

Ouvia atentamente as condições empostas por Kyle "Ele deseja ter o John como seu aliado, e manter um laço de sangue? Ele deve ter se esquecido que de uma forma ou de outra eles sempre terão uma ligação, mas irei aceitar essa condição, afinal assim terei o que desejo"
Olhando fixamente acendia com a cabeça - Que seja, mas também faço uma impossição, eu farei o seu favor se desejar, mas acho que iremos ter o nosso segredo e para manter assim, desejo mante-lo como meu aliado, já que acho que estamos assinando de alguma forma um pacto, não acha?
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Seg Abr 18, 2011 5:38 pm

Entendi rapidamente o que ele quis dizer com "segredo". Realmente ela queria que o segurança fosse transformado, com ou sem autorização da Príncipe. Mas eu sabia que se eu fizesse isso, e o segredo fosse descoberto, seria EU quem seria destruido, então nem pensei muito no assunto.

-Sim, claro que podemos nos aliar. Mas não acho que teremos segredo algum para compartilhar, pois eu pretendo pedir autorização para transformar o rapaz. Não vou arriscar a minha não-vida quebrando as regras da seita. Então me diga, que argumentos acha que poderiamos usar ao nosso favor para convencer a Príncipe a autorizar a transformação? Eu não posso simplesmente dizer que nem ao menos conheço o cara. Ele já tem algum conhecimento sobre o mundo dos vampiros? E outra coisa... antes de irmos até ela, eu quero conversar com ele. - Falei seriamente.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Seg Abr 18, 2011 5:47 pm

Camuel olhava com atenção e um sorriso ironico
- Claro que ele conhece afinal ele é meu carniçal! E será o nosso segredo que manteremos um laço de sangue com ele, afinal não desejamos que outros saibam da nossa aliança. Ou deseja que pensem que és minha cobaia?
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Seg Abr 18, 2011 5:57 pm

Camuel parecia estar colaborando muito. Se a príncipe aprovasse, e o rapaz realmente quisesse se tornar um de nós, ambos sairiamos ganhando. Eu ganharia dois aliados, e Camuel ainda me deveria um favor, que com certeza seria cobrado uma noite.

-Com certeza não. - Disse, sorrindo. - Agora vamos esperar que o rapaz chegue, estou ansioso para conhecê-lo. - Conclui.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Ter Abr 19, 2011 5:09 pm

Cena: Débora, Guidim
Horário: 00h36



Presença é uma disciplina venenosa. Ao mesmo tempo em que mostra total eficácia num mendigo da esquina, também mostra-se fatalmente eficaz contra um matusalém. Contudo, tal alteração sentimental imposta pela disciplina, definitivamente, é avassaladora.

Débora, sob efeito de Fascínio, fica ainda mais receptiva ao Setita, ainda que seja mais sutil, o primeiro passo da disciplina sempre é útil. Entretanto, a Ventrue estava disposta a jogar mais pesado.

Spoiler:
Guidim rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 7 para usar fascínio em Débora que resultou 1, 10, 6, 5, 7 - Total: 1 Sucesso

Débora rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 10 para usar transe em Guidim que resultou 10 (10, Cool, 8, 5, 2, 5, 4, 7, 6 - Total: 2 Sucessos

Duração do Transe: 1 dia

O irônico é que ambos sabem que estão laçados por Presença, já que ambos possuem a disciplina e são estudados no âmbito do Ocultismo. E agora?



Cena: Réquiem
Horário: 00h41



Annelise sentou-se num Café próximo, na esperança de colocar as ideias no lugar. Depois de breves minutos inerte, tentando analisar uma provável presa, sentiu aquele perfume, combinado por suspiros e sussurros quase frenéticos. Se a própria Lunática já atraía muitos olhares, Alexis Louvain atraía muito mais.

- Réquiem... – sibilou, roçando os lábios na nuca da Malkaviana. Estar de costas para a Primógena fazia Réquiem tremer por dentro. - Vamos para a minha casa? – indaga ela, sentando-se ao lado.

Spoiler:

Réquiem rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 8 para resistir ao impulso de ceder aos encantos de Louvain que resultou 6, 7, 2 - Total: 0 Sucessos




Cena: Kyle e Camuel
Horário: 00h36



O Segurança de Camuel finalmente chegava [John não possui ficha como carniçal, pode prosseguir com a descrição, natureza e comportamento dele, Camuel].

- Estou aqui, Mestre. Como posso ser útil? – pergunta ele, seriamente.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Oscar Vance em Ter Abr 19, 2011 8:41 pm

O livreiro caminhava com a pasta na mão. Uma óbvia pasta para laptop, COM o seu laptop dentro. Apesar de andar à meia noite, não se preocupava muito em ser assaltado; no máximo, definiria o primeiro lanchinho da noite.

Ao invés disso, procurava um lugar em que pudesse sentar-se e ficar à vontade. Não estava de bom humor; irritava-o o fato de não estar avançando em seus objetivos. A última ideia de colaborar com a Camarilla para pouco servira; não que tivesse servido para nada. De qualquer maneira, precisava organizar os seus planos, oportunidades aleatórias não bastariam.

Guardava sua Anaconda no lugar de sempre, trazendo na pasta, além do laptop, seus óculos escuros (apenas por precaução, gostava de tê-los por perto), o celular, as chaves de casa e do carro, cartão de crédito e identidade.

Jamila havia deixado um bilhete em sua mesa de cabeceira, que indicava o café a dez quadras da casa dele, desses muito longe para se ir a pé e muito perto para ir de carro. Como estava de mau humor, preferira caminhar ainda mais para o lado oposto. Pelo menos já conhecia a área, havia um café aqui por perto. De qualquer maneira, pra que serviu passar o seu número para aquela mulher? Em que época ela deve ter nascido, para insistir tanto em ficar escrevendo bilhetes? E que diabos de papel era aquele? Certamente não algo fácil de encontrar em papelarias modernas, ou mesmo nos livros que às vezes recebia.

Independentemente disso, lá estava Oscar a pé já há mais de meia hora, a noite escura, carregando a pasta com seu laptop, em busca de um lugar adequado para sentar e organizar os arquivos. O próprio café era uma idéia problemática, já que ele se sentaria, sem chegar a poder comer alguma coisa.

Erguendo um pouco os olhos de seus pensamentos, pode ver à direita o prédio de um teatro. O Sr. Vance não era exatamente um amante das artes cênicas, mas lembrava-se de que o lugar que estava procurando era perto de algo assim. Não é preciso procurar muito para ver um pequeno café ao redor. O lugar tinha aparência agradável; pelo que podia se recordar, não mudara muito. De qualquer maneira, seria ainda interessante ver o que faziam para atrair as pessoas naquele horário.

Senta-se em uma mesa ao canto, onde pudesse abrir seu PC sem que qualquer outro freguês visse o conteúdo em que trabalhava. Com seu equipamento de trabalho sobre a mesa, ocupa sua mente em observar o que os outros clientes pediam, o ambiente interno do estabelecimento e o atendimento dos funcionários, enquanto abre alguns arquivos sobre seu próprio café. Tentava distrair-se, mas uma coisa mantinha-se em sua mente: os Tremere. Precisava fazer um movimento preciso, sem demora.

Se alguma atendente viesse perguntar o que desejava, faria seu pedido olhando-a nos olhos, sem realmente observar o cardápio:

- Um expresso extra-forte para levar, por favor.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Convidad em Ter Abr 19, 2011 10:08 pm

Esse homem ... Guidin ... Sentia uma vontade estranha, não conseguia falar "Não" a ele, e aquilo me era Familiar, Aquilo era Presença. "Então, ele é um Cainita também? Interessante, não esperava conseguir uma presa maldita tão cedo assim." Mas o melhor é que meu Transe também o tinha afetado, então o jogo dos dois começava a ficar cada vez mais interessante, mais perigoso. Me desencostava da pilastra que servia de apoio e pegava na mão do Cainita, só faltava saber a qual Clã ele pertencia agora. -Vem comigo Queridinho, tem muita gente por aqui. Tentava encontrar um lugar onde eu podia conversar com o homem sem interrupções, uma sacada, alguma ante-sala, qualquer coisa do tipo.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Songette em Ter Abr 19, 2011 10:29 pm

Não podia ser. Ela só podia estar brincando. Por que tinha vindo até ali? Maldita toreador, essas palavras eram como um veneno delicioso. Era errado, não devia responder nada. Devia permanecer virada. Devia ignorar aquela voz, aquele perfume sedutor. Mas seu corpo movia-se contra sua vontade. Ela virou-se, e mirou aqueles olhos, perdendo-se neles. Ela era bela, inteligente. Se fosse com ela, poderiam conversar, ela explicaria o porque não deviam ficar juntas. Ela entenderia, e livraria Requiem de seus encantos.

- Está certo - ela dizia, após um longo tempo encarando os olhos de Alexis - Irei com você, senhorita Louvain...

Ela nunca deveria ter espiado a aura da toreador. Ou nunca deveria ter aberto a boca para falar dos sentimentos que viu. Ela fazia uma nota mental de permanecer quieta em situações semelhantes.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Guidim em Ter Abr 19, 2011 11:11 pm

A Diva encantadora com seus belos cabelos ruivos soltos, e sua mão próxima ao seu colo, despertava em Guidim uma paixão jamais sentida, o desejo e a paixão inibia as atitudes dissimuladas do Filho de Set, e o propósito da não-vida de Guidim tomava outro rumo, suas emoções não priorizavam mais á Set e sim a tal Diva Débora.

Enquanto o amor lhe tomava por completo, a parte inconsciente de Guidim era tomada por uma raiva equivalente, talvez seria a besta que fora subjugada por todos esses anos, pois seus instintos servem apenas á ela e não ao Deus patrono Set, talvez a vontade desta besta era tomar o controle de Guidim e acabar com aquela cena que com certeza seria desaprovada e punida.

Mesmo sem controlar suas emoções em um transe profundo, sucumbir ao desejos próprios enquanto as oportunidades á ressureição de Set está batendo á sua porta era um delito que Guidim se lembraria mais tarde, assim como os que desvirtuam um seguidor de seu caminho, com certeza está sob a má influência do Aeons, isso era perigoso, muito perigoso, e mais cedo ou mais tarde provariam da ira de Set.
Mas os poderes sobrenaturais da presença que Guidim sabia que lhe tinha tomado o corpo, era algo passageiro, Guidim sabia que logo se dissiparia, mais quando?

A proposta a procura de algum lugar mais reservado era instantâneamente acatado pelo Setita.

"-Será que é real, mal à conheço, mas por um instante todos meus pensamentos e todas minhas atitudes estão focada a cada movimento desta amaldiçoada filha de Caim."

O amor involuntário que aflorava no peito reptiliano de Guidim o deixava inteiramente ao mercê de Débora e nem ao menos tentava a negar.

-Para onde quiseres ir... eu irei minha diva. Falava o Setita quando sem precisar soltava um suspiro, algo que deixava bem evidente sua admiração pela luxúria de Débora.

Guidim procurava a mão próxima aos seios de Débora para tocá-la, um toque apenas satisfaria por hora a paixão inconcebível que Guidim sentia pela usuária do poder do transe, o papel que o Setita demonstrava poderia até parecer patético para os que á sua volta observava, mas dane-se eles, o amor que Guidim sentia no momento era o que importava, e se alguém ousasse alguma coisa com sua ama, o Setita poderia não responder por si, aliás o transe lhe tomava por completo.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Qua Abr 20, 2011 4:52 pm

Camuel abria a porta para John e logo tratava de apresenta-lo a Kyle
- Finalmente chegastes, John ese é o meu mais novo amigo, o senhor Kyle, eu pedi um favor a ele acho que após tantos anos me servindo você se mostrou digno de receber uma promoção!
Camuel tinha um sorriso ironico em seus labios "Agora iras me servir eternamente meu caro"
- Irei lhe dá a dadiva da imortalidade!
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Qua Abr 20, 2011 8:18 pm

Finalmente o rapaz chegou. Camuel abriu a porta para que ele entrasse, e disse algo engraçado... Disse que ELE daria a dádiva da imortalidade para o jovem. Levantei o dedo indicador, reprovando o comentário.

-Você não dará nada, Camuel. Se alguém vai transformá-lo, esse alguém sou eu. - Disse, sorrindo. E em seguida estendi minha mão para John. - É um prazer conhecê-lo, John. Eu serei o seu mentor, se tudo ocorrer como planejado. Mas diga-me, é realmente isso que VOCÊ quer? Quer abandonar sua vida humana? Depois disso, nunca mais verás o sol como antes. Nunca mais apreciarás uma comida humana como antes. Uma parte de você se tornará fria, e talvez você se torne ainda mais insensível com o tempo. Se você realmente quiser isso, eu te transformarei e te ajudarei a entrar nesse mundo. Claro que você também terá que me ajudar quando necessário, e sempre teremos uma ligação. A decisão cabe a você. O que me diz? - Falei para ele seriamente.

[OFF: Camuel, falta você descrever a personalidade (natureza, comportamento, defeitos, qualidades) e aparência do personagem.]


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Sab Abr 23, 2011 4:56 pm

Cena: Oscar
Horário: 00h43



A frustração tomava conta da mente do Setita. Depender da Camarilla não era uma opção tão viável, teria que manipulá-los, usando-os como ferramenta. O Legado de Set só seria executado devido aos melífluos do clã. Não existia papel para os fracassados. No entanto, ainda se prendia aos dogmas mortais... Até quando resistiria a mudança?

Sentado num Café, bem próximo ao Teatro, observou, ao longe, duas lindas mulheres entrando num veículo de luxo, mas não se importou. O movimento era mediano, a brisa tênue soprava, provocando uma leve sensação agradável. Era uma noite nublada, mal dava para ver a lua, apenas o brilho evidente, que contrastava com o céu fechado.

Como temia, depois de alguns segundos, foi atendido. Pediu o expresso, como de praxe. Minutos depois, lá estava, embalado pra viagem. Oscar permanecia sentado, vislumbrando o movimento, algumas presas em potencial estavam visíveis. Fora isso, sabia que o Teatro, um dos redutos da Camarilla em Nova York, abriga massivamente os Toreadores.



Cena: Réquiem
Horário: 04h40



Annelise finalmente cai no bote de Alexis, não tinha como resistir mais. O charme surreal da Primógena acabou envergando todos os conceitos da Lunática, chegando ao extremo de fazê-la esquecer da vingança por algumas horas. Doces horas... Ambas saíram do Café, entrando no luxuoso rolls-royce de Louvain, que era dotado de motorista.

Depois de alguns minutos, finalmente estavam na mansão da Toreadora. Réquiem estava atordoada, com as emoções remexidas. Além de permanecer levemente excitada e, ao mesmo tempo, relutante. Seria certo tudo isso? Ceder aos impulsos carnais-sanguíneos? Eis a questão. A Lunática mal reparou na decoração, apenas notou, de relance, uma lareira acesa, depois subiu uma longa escadaria, até chegar, finalmente, num dos quartos da Alexis Louvain.

Spoiler:

- Quero você só pra mim, Annelise Van Dijk – afirma Alexis, acariciando o rosto de Réquiem e fazendo-a sentar na ponta da cama.

Nota: O desfecho pode ser por MP. No mais, tua cena no Teatro terminou. Obrigado pela participação.



Cena: Kyle e Camuel
Horário: 02h30 – Três dias depois...



A vontade de John é ser abraçado, ele aceita as condições de Kyle Raymond. Por parte dos dois cainitas, o trato está selado. Contudo, ainda precisam da aprovação de Blair Hoffman. O Gangrel, nesta mesma noite, já havia encontrado dificuldade em compreender um diálogo com a Príncipe, chegando a ficar irritado com a postura da Ventrue. Agora, querendo ou não, teria que arcar com outra conversa.

Camuel fica esperando, não poderia intervir no diálogo. Enquanto isso, Kyle entrava no escritório, o mesmo que conversou com ela, outrora. Nervoso, pedia autorização para criar um novo vampiro. Inicialmente, Blair negou. Entretanto, depois de explicar que John é um carniçal antigo, já conhecedor das Tradições e fiel aos Tremere, a Príncipe concordava. Estava sacramentado.

Raymond avisa ao Feiticeiro que já tem a autorização. Nisso, requisita John pelos próximos três dias. Trato é trato. Camuel não poderia negar [se negar, paramos o post aqui, caso contrário, podemos seguir até o fim]. John passa três dias com Kyle. Feito. O Laço de Sangue está completo. Trocaram telefones e se conheceram um pouco, por fim, John manifestou o desejo de não retornar aos Tremere, queria seguir com o Gangrel. E agora?

Três dias depois, um novo encontro é marcado [isso se Kyle comparecer, existe tal variável, se tudo correr conforme o combinado, Kyle estará no Teatro]. O Gangrel e o Tremere se encontram novamente, John, ex-carniçal, agora é um cainita.



Nota: Guidim e Débora, vocês não precisam de mim para conversar. Enfim, prossigam.

Nota 2: Deixando a narração do Teatro. Uma nova Narradora assumirá, não se preocupem. Obrigado.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Sab Abr 23, 2011 6:59 pm

Três noites se passaram desde que me tornei um criador. Conheci um pouco da minha cria, nossas personalidades eram muito parecidas e me apeguei um pouco a ele. Quando o laço estava completo, John decide que quer ficar comigo. E agora? Isso não fazia parte do trato. Estava na hora de reencontrar Camuel, no mesmo lugar onde tudo começou. Quando o encontrei, fomos até uma sala vazia para que pudessemos conversar melhor.

-Boa noite, Camuel. Temos que conversar sobre o trato. Sei que combinamos que John ficaria com você depois dessas três noites, mas parece que não é isso que ele quer. E eu também acredito que, como meu aprendiz, ele deveria ficar comigo. Porém, não pretendo deixá-lo na mão. John pode não ser mais seu segurança, mas sempre que você precisar de alguns músculos, ele estará disposto a ajudá-lo, não é mesmo, John? - Fiz uma pausa para que John pudesse falar. - Em outras palavras, você pode não ter um segurança constante, mas terá dois aliados, quando precisar de ajuda. Podemos concluir o trato assim? - Disse calmamente, tentando ser educado.

[OFF: Caso o Camuel não tenha aceitado que o Kyle ficasse com o John durante os 3 dias, teremos que voltar a cena para a ação em que ele se recusa, para que eu possa ter a minha reação. Trato é trato, é claro que o Kyle n seria bobo pra deixar ele ir embora com o John depois da transformação.]
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Oscar Vance em Dom Abr 24, 2011 7:24 pm

A princípio, a atendente não parece se incomodar com sua presença, ou seu pedido. Provavelmente, porém, logo fosse desconfiar de algum problema com aquele homem que pedia um café pra levar e no entanto continuava sentado onde poderia bebê-lo. Claro, ele sabia que quem faria isso seria o primeiro mendigo que encontrasse na rua e estivesse interessado em um expresso. Se fosse ao menos um mínimo interessado no bem estar geral, não pediria um extra-forte para alguém com a barriga vazia; mas como obviamente esse bem estar não passava por sua cabeça...

Duas belas mulheres entram em uma limusine. Bonitas, mas já partindo e provavelmente ricas; logo, dificuldade quadruplicada e totalmente desnecessária. Se pretendia alimentar-se, era mais fácil escolher alguém ali mesmo. Pra variar, sua fome estava atrapalhando seu raciocínio. Fazia algumas anotações sobre o local, mas nada próximo do suficiente. Observa o teatro ao lado: o que os degenerados estariam fazendo hoje? Talvez pudesse participar da festa mais tarde; nada como aquelas florzinhas para compartilharem as últimas fofocas; talvez, fofocas sobre magos? Sim, isso seria bom.

Mas antes, ele queria comer. Não faria nada direito sem essa satisfação. Procura ao redor por alvos disponíveis, entre os atendentes ou os clientes sentados. O que ele buscava? Não um tipo físico específico, exceto talvez pela exigência de razoável saúde (não custava garantir, difícil acreditar que o que te alimenta não te afeta) e, claro, excluía os que tivessem pedido qualquer coisa alcóolica sobre a mesa. Por mais que fosse apreciar afastar-se um pouco da realidade que, nesse momento, o irritava, era preferível estar plenamente consciente quando fosse lidar com o clã da rosa. Por mais bobos que parecessem, ele sabia muito bem o quanto devia ser cauteloso. Infelizmente, hoje em dia, nem todos concordavam com seus objetivos.

Não estava muito criativo, nem muito disposto a perder tempo com isso. Levanta-se, guardando suas coisas, e vai até o balcão para pagar o café, com o próprio na mão. Assim que coloca a senha na máquina do cartão, olhando distraidamente para o lado, mostra-se repentinamente atento, com uma expressão de espanto. Pegando seu recibo, dirige-se com discrição a um dos funcionários:

- Com licença, eu tenho a impressão de que vi uma barata correndo para aquele canto.

Aponta para a entrada dos banheiros, onde imaginava que poderia ter mais privacidade. Espera que aquele com quem falara fosse conferir, seguindo-o para "mostrar com mais clareza para onde ela foi" (largando sua bebida onde estava). Deixa que o colaborador entre primeiro, esperando que ele procure por algum tempo em silêncio. Enquanto isso, apenas posiciona-se em frente à porta e a tranca com cuidado. Modifica seus olhos e língua, aguardando que o mortal se vire para dizer algo como "perdão senhor, não encontrei nada". Assim que tal fosse feito, paralisá-lo-ia, estendendo o órgão de seu paladar em direção ao pescoço, tomando o cuidado de fazer um corte pequeno. Mantém o contato visual durante todo o processo, para reduzir incômodos, dizendo apenas antes de começar:

- Não se preocupe, você vai gostar.

Alimenta-se até que ele desmaie, sem no entanto arriscar sua vida. Não queria problemas, e não tinha nada contra essa pessoa, só precisava do vitae. Terminando, fecharia o ferimento com cuidado, e deixaria o corpo desmaiado estendido de uma forma que parecesse que ele tinha caído. Sai do banheiro com um ar apreensivo, dizendo ao caixa:

- Olha, eu acho que está tudo bem, mas o seu colega desmaiou no banheiro. Alguém podia ir ajudá-lo. Ele não disse que tinha problemas com insetos, ou eu teria chamado outro...

Sai apenas com sua pasta para o teatro.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por [Amanda Victorine] Sonja em Seg Abr 25, 2011 4:45 pm

Falas
Pensamentos
{OFFse complementação a narrativa}

Tudo estava sendo tão difícil pra mim. Sei que isto provavelmente se deve a criação que recebi, mas sempre tive uma concepção moral bem definida quanto ao que é "certo e errado". Ter sido transformada podia mudar meu corpo mas não mudaria quem sou ou o que sentia. {Humanidade 08} Ainda que muitos pudessem me ter como ingênua, e por vezes chegue a ser mais humana que os humanos. Isto é quem sou. Não é como se pudesse simplesmente deixar de me importar, e ainda que pudesse não é algo que iria querer.

Não queria mudar, estava insegura, assustada e sozinha, tendo de enfrentar adversários que não compreendia
{a Besta} e necessidades que não sabia como reprimir {a Fome}. Podiam verdadeiramente me culpar? Minha dor era de fato tão incompreensível quanto meu Progenitor tinha feito parecer ser?

Só não queria deixar de me importar, não queria tornar-me insensível nem esquecer o que tanto valor um dia teve em minha vida. Não conseguiria abrir mão de minha humanidade, sonhava tocar com minha arte, não destruir com esta nova fome.
{Natureza Arquiteto e Comportamento Filantropo}Procurava por respostas, um meio de conter estas novas necessidades e talvez encontrasse aqui no Teatro alguém com dilemas semelhantes, podiam já ter chego às respostas que tanto ansiava e se as tivessem os convenceria a compartilhar comigo.

Alem disso ir a um Teatro faria bem a meu espírito.
{Natureza Arquiteto} Desde minha transformação tinha parado de pintar e enquanto a fome machucava meu corpo, ter deixado de criar feria minha alma. Embora o Clã da Rosa fosse tido como o clã dos “arteiros” {Artistas} a dor que me consumia {Desvantagem Culpa Destruidora e Humanidade 08} debilitava minhas mãos e me afastava da expressão de arte que um dia foi o ar que respirei. Não sei se estar morta estava matando minha criatividade, sei apenas que gastava minhas forças tentando conter os impulsos da Besta. {a Fome} não me sobrava força ou animo algum para qualquer outra coisa.

Vou encontrar outro Cainita lá? Contraindo-me em minha dor também tinha me afastado da Sociedade dos Membros, alem de meu Senhor a única Cainita que cheguei a conhecer
{Ainda que superficialmente} foi a Príncipe, pois tive de ir a ela recitar as tradições. Espero que o ambiente não seja hostil. De qualquer forma já tinha decidido ir, agora só tinha de manter o passo e logo chegaria ao teatro. {Decidi ir andando não só para relaxar mas também por não ter muito dinheiro. Recursos 00}

Usava roupas simples, não eram de qualquer marca expressiva {Recursos 00, não posso ter roupas caras} mas tinham sido escolhidas com cuidado e gosto, conseqüentemente caiam-me muito bem {Qualidade Senso para a Beleza e aparência 05 Beleza e Olhar Penetrante} o que aumentava o contraste com os inúmeros moradores de rua nas proximidades.

Ver tanta miséria causava-me mal estar.
{Comportamento Filantropo e Humanidade 08} Me aproximaria do morador de rua em estado mais precário, expressando em meu rosto grande sensibilidade mas sem perder a compostura {Etiqueta 03, sempre mantenho a classe} Aqui, pegue. dando a quem considerasse mais necessitado todo o pouco dinheiro que tinha. Sei que não é muito. Embora não tivesse o suficiente nem para mim, no fundo sei que ele precisava muito mais do que eu. Mais espero que ajude sua noite a ser um pouco mais confortável. {Comportamento Filantropo e Humanidade 08} Posteriormente me despediria com um assentir de cabeça, um gesto simples mais significativo, logo após voltando a dirigir-me ao Teatro aonde me identificaria como uma Cainita se necessário para poder entrar.

{Saindo de:Yankee Stadium, Indo para: Teatro Susan Weber}

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Ter Abr 26, 2011 4:58 pm

off: me desculpem a demora, passei o fim de semana relaxando e comemorando meu niver XD
off²: não saquei o por que do John, carniçal do Camuel já a 5anos (consta no preludio do personagem) deixar o seu chefe assim, afinal existia um laço de sangue entre eles além do longo periodo de servidão ao qual camuel lhe presenteou com o abraço, abraço esse que ajudaria ao John. mas enfim

Camuel olhava assustado afinal não esperava essa decisão de seu carniçal (laço de sangue) mas ele olhava fixamente para John - Se esse é o seu desejo meu fiel amigo que assim seja, e espero contar com a sua ajuda!


Última edição por Shirou em Ter Abr 26, 2011 6:10 pm, editado 1 vez(es)
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Guidim em Ter Abr 26, 2011 5:59 pm

O efeito de presença era desfeito, A garota á frente de Guidim dissipava como uma aparição, Talvez seria mais um dos pesadelos de Guidim, seria os planos dos Aeons para desviar o caminho do Setita.

Sabendo que agora no Teatro teria uma passagem livre, Guidim se retirava do local com cara de deboche e talvez voltaria para corromper o que foi feito para ser corrompido, os Toreadores.....

Saindo do Cenário....

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Ter Abr 26, 2011 10:08 pm

Nota: Kyle e Camuel - Cena Finalizada

Kyle Raymond

Ganhos e Perdas:


- Antecedentes:

Aprendiz: +1 (John)
Contatos: +2 (Camuel e Alexis Louvain)

- Qualidade:

Peão (John)

- Defeito:

Ódio - Nível 1: Alexis Louvain


Kyle não queria aceitar o acordo, tinha receio de ser passado para trás. Mas acabou levado pela lábia do Feiticeiro, além do mais, com a autorização de Blair, abraçou John. Para a surpresa do Gangrel, John decidiu trilhar o próprio caminho, desligando-se, indiretamente, de Camuel. Agora, não existiria mais um serviço de lacaio e sim de aliados. Kyle acabou descobrindo sobre o relacionamento duvidoso entre Alexis e Réquiem, não gostou, definitivamente. O ciúme que sente é doente.


---

Camuel

Ganhos e Perdas:


- Antecedentes:

Lacaios: PERDIDO
Aliados: +1 (John)
Contatos: +2 (Kyle e Alexis Louvain)

- Defeitos:

Inimigo - Nível 1 [Camuel não digeriu o "roubo" de John. Apesar de respeitar a decisão do ex-carniçal, a opinião que nutre sobre Kyle é completamente essa, um desgraçado aproveitador]: Kyle Raymond

Camuel caiu vítima do próprio veneno, quis aproveitar do Gangrel, mas não contava com o comportamento solista de John. Surpresa interessante, até. Contudo, acha que Kyle tem algo nisto tudo, não falou nada, concordou, mas não engoliu. Agora, John era um igual, um aliado em potencial


---

Réquiem

Ganhos e Perdas:


- Antecedentes:

Mentor: +4 (Alexis Louvain)

- Defeitos:

Unida ao Sangue (Laço de Sangue Nível 1 com Alexis Louvain)
Inimizade com o Clã Toreador (apenas quando não está com Alexis)
Visada (Alvo de inveja e fofoca do Clã Toreador)

Réquiem decidiu perfurar o limite entre razão e paixão, entrou no círculo de Alexis, acabou imersa em sentimentos confusos. Não queria ceder, mas acabou encantada pela Toreadora, perdida nos braços perfumados dela. Acabou acolhida pela Primógena, que, até então, mostra-se muito interessada pela Lunática.




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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Qui Abr 28, 2011 1:06 am

[OFF: Então... é por causa da personalidade do John, Camuel. Você quando fez a ficha dele, escolheu a natureza "Sobrevivente" e de acordo com a natureza, era muito improvável que ele continuasse te servindo eternamente depois de virar vampiro. Mas de qualquer modo, ele é seu aliado agora. xD]

Felizmente, Camuel tinha cooperado. E eu não tinha mais nada para fazer no Teatro.

-Nos vemos por ai, Camuel. Agora eu vou indo. - Disse gentilmente para ele. - Vamos John, tenho algumas coisas para te ensinar. - Disse para meu aprendiz.

[OFF: Saindo do Cenário.]
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Qui Abr 28, 2011 3:41 pm

Camuel apenas escutava e logo saia da sala chamando a sua companheira Sophi e saindo do teatro "Kyle não ache que ficarei queto, a vingança é um prato que se come frio, e para mim tenho a eternidade para buscar a vingança!"

off: saindo do cenario ainda sem destino XD
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Katrine [apple.] em Dom Maio 01, 2011 11:16 am

Amanda Victorine

Horário: 00:30h
A neófita chegava ao Teatro, na intenção de encontrar alguém pra compartilhar suas dores imortais. Apesar de ser uma cainita, ela ainda não havia aceitado a idéia e muito menos o pesado fardo de ser obrigada alimentar-se de vitae, sangue... Essa palavra provocava arrepios na jovem dama. Porquê isso ainda a atormentava tanto? Quando aprenderia? As dúvidas metralhavam sua cabeça. Ainda não conhecia muito sobre a sua verdadeira natureza, ainda não sabia de todas as desgraças de ser uma morta-viva, ainda não havia experimentado do veneno letal que circundava aquele mundo das trevas. Ainda tinha muito a conhecer...

Frustrada pela sua não-vida, ela tenta, simbolicamente, demonstrar seu lado mais humano. Com um ato singelo, ela se aproxima um mendigo qualquer, jogado aos trapos perto do Teatro. Realmente, era algo incomum. Uma bela cidade como Nova York, possuir cenas tão tristes como aquela. Isso alimentava o espírito humanitário da garota. O mendigo a observava perplexo. Era um senhor de idade. Seu corpo parecia muito mal conseguir suportar o próprio peso. Ele carregava uns papelões e fedia.

- Aqui, pegue. Sei que não é muito... Mas espero que ajude sua noite a ser um pouco mais confortável.

Desconfiado, ele pega o dinheiro rápido e vai embora, dando, no meio do caminho, um olhar desentendido pra você. Talvez a vida nas ruas tivesse colocado tamanha desconfiança naquele ser, mas aquele último olhar, você entende, fora uma forma de agradecimento.

Você se dirige ao Teatro e um segurança, um sujeito com longos cabelos negros, traços pontiagudos, olhos verdes [Aparência 4], lábios carnudos, sobrancelha grossa e com uma voz muito bonita, trajando um sobretudo de couro preto, calça social e coturnos te recepciona com uma cordialidade meio desconfiada, já havia tomado várias carteiradas naquela semana, não ia dar a mesma mancada outra vez:

-- Boa noite, bela senhorita. O lugar está fechado apenas para convidados especiais esta noite. Em que posso ajudá-la?

Era uma singular noite de inverno, sombria, escura, silenciosa, em que as nuvens pairavam baixas e opressoras no céu. Não era possível ver as estrelas e isso tudo fazia com que a fome a deixasse cada vez mais nervosa. Sua capacidade de pensar estava bem reduzida.


Oscar Vance

Horário: 01:30
Oscar tinha seus próprios planos para aquela noite, mas já havia não-vivido o suficiente para saber que precisava se alimentar antes de prosseguir. A primeira vítima que lhe vem é uma balconista muito jovem e bonita, mas como ela estava no caixa, chama um rapaz novo que limpava o vidro da porta do local. Ele parecia bem saudável, mas não era dotado de muita beleza. Ele pega uma vassoura e se dirige até o sanitário, exatamente como o setita esperava.

-- Olha, ela deve ter se enfiado em um buraco aqui, porque eu não estou vendo...

Tarde demais, ele já estava sob os efeitos do olhos da serpente do setita, completamente paralisado. Lentamente, o processo se segue... A língua da serpente desliza lentamente até alcançar o pescoço do mortal, penetrando suavemente no pescoço da sua vítima, sugando sua vitae até saciar-se. O rapaz delirava de prazer e o setita sentia uma sensação inigualavelmente agradável. Findo o processo, ele trata do ferimento agravado do pescoço do mortal e volta para a recepção.

- Olha, eu acho que está tudo bem, mas o seu colega desmaiou no banheiro. Alguém podia ir ajudá-lo. Ele não disse que tinha problemas com insetos, ou eu teria chamado outro...

-- Nossa, já vou checar. Obrigada, senhor. -- Ela sai correndo em direção ao banheiro, deixando uma outra moça no balcão. Pareciam não haver mais funcionários. E o seu café, permanecia intacto.

O movimento no Teatro permanecia calmo naquele inverno. Você vê dois homens muito bem trajados saindo do local.

[off: PDS cheio, fofa ;*]


Última edição por Katrine em Dom Maio 01, 2011 7:14 pm, editado 3 vez(es) (Razão : Formatação do texto)
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por [Amanda Victorine] Sonja em Seg Maio 02, 2011 1:26 am

As estrelas, um alento precioso que não se tinha esta noite. Estava escuro, silencioso e frio. A atmosfera noturna era opressiva e dura, mas nada comparado ao mal estar que ver tanta pobreza causava-me. Tudo tão ... Tanta miséria, pessoas desprovidas do básico, mal conseguindo se proteger do frio. tão triste. Estava profundamente incomodada, não que sentisse nojo ou aversão aquelas pessoas. Não nutria sentimentos de superioridade mais sim uma sensibilidade profunda que fazia-me sofrer ao ver o sofrimento. {Humanidade 08, Desvantagem Culpa Destruidora e Comportamento Filantropo} Sei que muitos, principalmente Cainitas chegam ao cumulo de deliciar-se com a dor, {Principalmente quando Alheia} mais nunca cultivaria um passatempo tão macabro. Dificilmente conseguiria mesmo que tentasse e ainda assim não é algo que me veja tentando.

As vezes, e ultimamente com mais e mais freqüência sentia-me tão perdida. Tantos “humanos” passavam pela rua evitando olhar para os desabrigados enquanto eu, que era o “monstro”, não conseguia tirar meus olhos deles.
{Humanidade 08} Não que não me doesse velos, sei que é difícil olhar, mas só não queria ignorá-los como a grande maioria fazia. Não queria que se sentissem invisíveis para mim como já eram para tantas pessoas. {Comportamento Filantropo} Não tinha recursos suficientes para fazer algo mais expressivo por eles, desde que fugi de minha família mortal e me desentendi com meu Progenitor Cainita vinha atravessando dificuldades financeiras, {Recursos 00} mais isto não me impediria de ter uma atitude humana. Não tinha de me comportar como um monstro, simplesmente por ter me transformado em um.

ela se aproxima de um mendigo qualquer, jogado aos trapos perto do Teatro. (...) O mendigo a observava perplexo. Era um senhor de idade. Seu corpo parecia muito mal conseguir suportar o próprio peso. Ele carregava uns papelões e fedia.

- Aqui, pegue. Sei que não é muito... Mas espero que ajude sua noite a ser um pouco mais confortável.

Desconfiado, ele pega o dinheiro rápido e vai embora, dando, no meio do caminho, um olhar desentendido pra você. Talvez a vida nas ruas tivesse colocado tamanha desconfiança naquele ser, mas aquele último olhar, você entende, fora uma forma de agradecimento.

Lhe sorriria singelamente em resposta sem segundas intenções observando seu afastar-se silencioso. Obrigada. Quem realmente tinha ajudado a quem aqui? A muito não lembrava de sentir-me tão bem comigo mesma, pela primeira vez em meses não estava roubando “fluidos” mais sim dando algo, contribuindo com alguma coisa, ajudando alguém. Pela primeira vez em meses meus ombros estavam leves, por alguns preciosos minutos deixei de sentir a culpa que sempre me esmagava. É quase como ser eu mesma novamente. {Por “eu mesma” entendam humana} É quase como se isto, não tivesse me acontecido. {Por “isto” entendam o vampirismo} Sentia-me bem agora e isto era muito raro.

Espere esta é a resposta? começo a pensar Talvez possa de alguma forma compensar os atos que vez ou outra não consigo refrear. Não que achasse realmente poder compensar meu comportamento como parasita, não há justificativa para uma coisa dessas.
{Desvantagem Culpa Destruidora} Mas ainda assim poderia ao menos diminuir este dano não poderia? Não me refiro a me abster da “alimentação”,não considerava “aquilo” alimento e já me abstinha sempre e ao maximo que meu corpo me permitia. Me referia aqui a agir, fazer alguma coisa que ajudasse essas pessoas e outras mais de forma duradoura. {Comportamento Filantropo e Natureza Arquiteto} Ajudar aqueles a minha volta, como tanto já tinha feito quando mortal. Mais como? Não é como se fosse fácil, não podia mais recorrer a meus pais {Não queria que se envolvessem, nem que descobrissem no que sua filha tinha se transformado. Por isso tinha fugido, por isso não buscava contato} e nem tinha capital próprio para começar uma empreitada como essa. Alem disso ainda nem sabia que “empreitada” seria essa, não tinha tido nenhuma “idéia brilhante” ou “solução milagrosa” para ajudar tantas pessoas. Acho que vou ter que “madurar” mais esta idéia. Ainda não sabia “o que” nem “como” fazer. Mais sei que alguma idéia me surgiria. Isto na verdade deveria me ocupar por muitas noites, Sei que vou conseguir ajudar essas pessoas. possivelmente também me impediria de me depreciar, demorara muito mais novamente tinha um foco e um “porque” para agir. {Sentia a motivação e inspiração voltando}.

(...) um segurança, com longos cabelos negros, traços pontiagudos, olhos verdes [Aparência 4], lábios carnudos, sobrancelha grossa e com uma voz muito bonita, trajando um sobretudo de couro preto, calça social e coturnos te recepciona com uma cordialidade meio desconfiada, já havia tomado várias carteiradas naquela semana, não ia dar a mesma mancada outra vez:

-- Boa noite, bela senhorita. O lugar está fechado apenas para convidados especiais esta noite. Em que posso ajudá-la?

Correspondo com educação e modéstia. Boa noite. Meu humor poucas vezes desde minha transformação estivera em igual alta, mas me comporto sem visíveis alterações. {Etiqueta 03} Estava radiando com as possibilidades do que faria por aquelas pessoas. Sei que meu animo é precipitado, já que não tinha nada de “concreto” nem sabia como faria para ajudar, mais as emoções não seguem a racionalidade e o “concreto”. Estava feliz e sinceramente agradava-me sentir este sentimento, já não me sentia assim há tanto tempo, permitia-me um pouco sentir este bem estar. Espero que possa realmente, já que suponho que o teatro não esteja fechado para mim. Digo expressando que minhas intenções mantinham-se inalteradas. Bom ele é um segurança desse domínio e também deu uma pequena amostra com este seus “convidados especiais”. Deve saber alguma coisa ou mesmo ser um carniçal. Chamo-me Amanda, qual seria seu nome Senhor ... ? {Espero que complete, se apresentando} Com simplicidade mais sinceridade: É um prazer conhecê-lo. Depois de uma cordial apresentação, e de observar se nossa conversa não era visada continuaria: Se achar necessário poso citar alguns textos um tanto antigas. Seis deles bem “tradicionais” para que tenha maior segurança em minha identidade. Seria lógico para quem conhecesse que estava me referindo às seis tradições e se as conhecia logicamente seria uma Cainita. Mais se ele não soubesse das tradições não deveria entender minha indireta e eu permaneceria segura por não ter exposto minha condição e conseqüentemente com isso infringido a mascara.

De qualquer forma não achava que fosse me ser difícil entrar, não só pelo meu elevado estado de espirito mais também por ser um Membro do clã da rosa.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Katrine [apple.] em Seg Maio 02, 2011 6:58 pm

Amanda Victorine

A mais nova representante do clã da rosa deixava aflorar ainda mais a humanidade que gritava por socorro dentro de si. Não apenas os cainitas, mas até mesmo os humanos poderiam ser considerados mais egoístas do que Victorine. Sua percepção do mundo ao seu redor era dolorida e a deixava cada vez mais angustiada, mas não fazia idéia de como poderia mudar sua condição. Afastada de seus pais pelo medo, ressentida com o seu senhor pelo que ele a havia transformado e sozinha pelo desprezo que sentia pelos outros membros, a toreadora não tinha muitas opções, a não ser dar um jeito de modificar alguma coisa.
O segurança te olhava com desconfiança ainda, mas responde com a mesma cordialidade:

-- Me chamo Robert, senhorita Victorine -- ele então reflete alguns instantes sobre o que você havia dito sobre os textos. Ele semicerra os olhos e franze o cenho, tentando compreender onde você queria chegar com o que havia dito, até que após alguns segundos de reflexão, olhando profundamente em teus olhos, ele volta a fisionomia normal, destacando-se apenas o levantar das sobrancelhas -- Perdão... perdão pela minha indelicadeza, pode entrar, porfavor. Mas é que é o meu trabalho.... -- Ele estava sem graça mas tena continuar --Mas então, já conhece o local? Nunca havia visto figura tão bela em nosso Teatro. Deveria nos visitar mais vezes para nos encantar com sua beleza fascinante, aqui é um local muito agradável para passar a noite e se divertir um bocado -- Ele tentava puxar assunto.


>>>>
Após a conversa...

Depois de passar pelo segurança muito bem treinado, diga-se de passagem, você entra no local e fica maravilhada com o que pode admirar. O Teatro Susan Weber, apesar de pequeno, era magnífico pelo bom gosto com o qual fora decorado e projetado. Diversos quadros belíssimos davam vida às frias paredes cor de areia; As cortinas vermelhas do palco, construído com madeira real, eram de uma cor tão viva e intensa que pareciam chamas.
Passeando pelos corredores, Amanda via cada quadro criar vida aos seus lados, todos dos mais diversos temas e dos mais diversos artistas. Mas o que mais te chamou a atenção fora um quadro grande, onde havia uma Rosa Vermelha pintada, que ficava logo atrás da platéia, ainda com poucos espectadores. Pelas estranhezas das pessoas ali presentes, você logo vê que todos se tratam de cainitas. Era um espetáculo fechado.
Mas o quadro... Uma rosa desabrochada... O desenho fora feito de forma absurdamente espetacular e cada detalhe, cada traço parecia ganhar uma nova vida, um novo desenho. A artista passava emoções extremas no quadro. E o vermelho... Era tão vivo, escarlate... Parecia sangue... A assinatura na arte estava como AP. Um letreiro dourado embaixo indicava Ashley Prescort.
O quadro te prendeu tanto, que você não foi capaz de notar que havia uma pessoa ao seu lado, que também observava o quadro. Um rapaz muito belo [aparência 4], cabelos castanhos, não muito curtos, no tamanho e no corte ideal, olhos cor de mel. Se trajava com terno e gravata, roupas completamente em sintonia. Seus traços eram suaves e o olhar dele transmitia... paz. Quando ele vê que finalmente nota sua presença ele te cumprimenta:

-- Boa noite, senhorita. Conheceu madame Ashley Prescort? -- A voz dele era doce, educada e te fascinava como músicas aos ouvidos, mas o olhar dele parecia distante ao se referir à artista.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Oscar Vance em Seg Maio 02, 2011 10:21 pm

Faz de conta que se esqueceu do café diante da situação estranha de um dos garçons desmaiar diante de si, observando enquanto a caixa vai até ele com um olhar curioso e retirando-se do local sem pressa, levando sua pasta na mão esquerda, enquanto deixava a direita casualmente no bolso. Gostava de manter uma das duas disponível, só para caso fosse útil...

Já se sentia bem melhor agora, alimentado. Mas ainda não deixara de lado seu mau humor. Hoje Oscar teria que observar-se, não pretendia fazer nenhum estardalhaço entre as rosas, apenas medir o terreno. E para isso, deveria se misturar ou se esconder. Nenhuma das opções parecia tão agradável, mas os resultados importavam mais.

Saindo dali, percebe dois homens deixando o local que pretendia como destino. Pelo visto, era noite dos ricaços saírem de perto quando ele estava chegando. Não que realmente se incomodasse com isso (a não ser que soubesse que algum deles era tremere). Sem mais pensar no assunto, atravessa a rua para o teatro como pretendia. Hora de saber o que estava acontecendo, não o que acabara de acontecer.

Com sua melhor expressão de passante casual, observa os cartazes, fingindo ler alguns roteiros, interessar-se mais por um ou outro ator. Depois de algum tempo, dirige-se ao primeiro funcionário que encontrar:

- Boa noite. Você poderia me dizer o que está passando agora?

Como qualquer curioso comum, olhava para dentro com movimentos discretos de cabeça, tentando ouvir o que os "atores" diziam, para "ver se sabia que peça estava passando" apenas pelas vozes. Isso talvez fosse possível, se ele fosse um frequentador mais constante. Se o funcionário respondesse algo como “não estamos abertos” ou “não está passando nada”, faria uma segunda pergunta; na verdade, dessa vez um pedido:

- Será que o(a) Sr.(a) me conseguiria a programação da semana em um folheto ou algo assim?

Seu jeito era extremamente amigável, como o de alguém que está interessado em começar a ir ao teatro, bem diferente de seus pensamentos. Esperava que ele procurasse alguma coisa, se distraísse por alguns momentos...
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

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