TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Convidad em Sab Abr 02, 2011 1:12 am

Eu me levantava lentamente, meus olhos azuis se incomodavam com a luz fraca que entrava pela fresta entre a porta de meu quarto e o chão de tabua corrida do apartamento de Richard.

A noite passada foi exaustiva, passar mais de 5 horas fazendo posses e caras me era exaustivos, mas mesmo assim eu amava minha profissão, e mais ainda meu corpo e aparência, e aquele eram um dos melhores meios de mostrar ele ao mundo todo. Sentia meu corpo cansado, uma pequena e contida fome me tocava, fui até a geladeira e me alimentei de duas bolsas de sangue em uma taça de cristal, a melhor e única maneira que eu conseguia matar minha fome.

"Ah, acho que hoje sairei pra passear um pouco, chega de trabalho para Débora por hoje."

Depois de um banho quente na banheira do meu quarto eu me troquei, vestia um corselet preto com detalhes vermelhos, um bolero de couro por cima e uma calça de couro perto também.


Spoiler:

Pegava meu carro e ia começava a me dirigir até o teatro, talvez pudesse ter algum espetáculo em cartaz, talvez até mesmo achar algum mortal para brincar e depois jogar fora, e o principal, mostrar a todos o quanto Débora Mackinens era bela e formosa (Aparência 5, Rubor de Saúde)

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Ter Abr 05, 2011 3:46 pm

Camuel ao chegar no camarim, olhava para Kyle com uma expressão serena
- Senhor Kyle, sei que para o seu clã, o ocorrido pode não ter lá muita importância, afinal foi apenas um pequeno comentario sobre nossa sociedade, mas não penso que para Blair isso seja visto da mesma maneira, afinal nós pregamos o total anomimato, tudo sobre a Camarilla não deve ser do conhecimento dos humanos
Olhava fixamente nos olhos de Kyle, vendo as variações das suas expressões a cada palavra do seu pequeno discurso - Mas farei um pedido bem simples para o senhor apenas que me conte tudo que sabe sobre o desaparecimento do dono da Boate Freedom e talvez lider dos Anarquistas nessa cidade, mais esse não é um lugar muito adequado para essa conversa, seria melhor que isso ocorre-se na casa do meu carniçal o John ele virá me pegar daqui alguns minutos e desejo que me acompanhe, acho que a conversa será do seu agrado!
Camuel olhava bem para ele tentando vê aravés da aura de Kyle o que ele estava sentindo naquele instante
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Ter Abr 05, 2011 7:01 pm

A proposta de Camuel parecia duvidosa. Será que ele realmente só queria aquilo? Ele parece ser o tipo de pessoa fingida, que sempre tem segundas intenções ao agir ou falar alguma coisa. Eu não confio nele e não me dou bem com chantagens. Então obviamente não iria me arriscar saindo com ele daqui. Ele ainda é um desconhecido e sabe-se lá o que ele realmente pretende comigo. Não que eu tivesse medo, mas seria tolo ao cair nessa suposta armadilha. Apesar de que, o meu sexto sentido não me alertara de nenhum perigo ainda, então eu devo estar exagerando. Talvez não seja armadilha nenhuma, mas mesmo assim não pretendo acompanha-lo.

-Camuel, caso você ainda não tenha percebido, a "infração" a Máscara é de certo modo, sua culpa. Você quem trouxe uma humana e você quem interrompeu minha conversa com a Primigênie. E eu não pretendia me calar pela sua chegada, já que estava ali antes. A humana é sua responsabilidade e farei questão de usar isso em minha defesa caso deseje informar o ocorrido a Blair. Além disso, tenho certeza que ela pode resolver isso facilmente apagando a memória de sua companheira. - Disse calmamente olhando para ele com uma expressão também calma. - O que eu tinha para falar sobre o desaparecimento do proprietário da Boate Freedom, eu já falei em sua presença e também na de Alexis. Não tenho mais informações sobre o que aconteceu. Mas caso queira conversar mesmo assim, conversaremos aqui. A sala está vazia, e não vejo necessidade de me deslocar. - Conclui, ainda com a voz e expressão calmas.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Guidim em Qua Abr 06, 2011 9:24 pm

DENTRO DO TÁXI

A proposta que Guidim fazia para o Sr. Jones incitava a ganância capitalista no rapaz, assim que Jones falava de valores o sorriso se abria na face de Guidim, que retirava de seu rosto seus óculos escuros- dentro do táxi a irritação pelas luzes artificiais não afetavam tanto os sensíveis olhos do serpente- e apenas olhava para o assoalho do carro quando algum farol alto vinha de encontro na mão oposta.

Agora com os olhos a mostra Guidim dava um pequeno aperto no ombro de Jones e com alegria em sua palavras demonstrava o quanto Jones poderia lucrar.

-Estamos falando de muito meu rapaz..... hahahaha, vejo que capitalismo é uma coisa que aprecia , e sabe demonstrar seus interesses, isso é bom muito bom....

A face do Setita mudava de um bom amigo para um demônio encarnado, Guidim até pensava em corromper esse humano até ultimo fio de cabelo, a sede de corrupção alegraa a noite do Setita, e Jones logo menos provaria de suas próprias fraquezas, Guidim sabia que tinha que livrar as pessoas dos desejos mortais, e esse poderia ser o pecado para Jones.
Voltando o semblante amigável para Jones, Guidim conclui sua oração.

-Assim como voce Jones para pagar minhas contas , ou informantes nesse caso, preciso antes gerar meu capital, vamos dizer que uma boa matéria vinda de sua autoria daria um lucro de uns U$3.000 , isso apenas por manter seus ouvidos abertos, quanto voce ganha para rodar a cidade toda noite adentro e correr riscos por toda cidade Sr. Jones?

Guidim tentava ironizar o trabalho de Jones a ponto de ridicularizar a profissão de táxista, talvez tendo pena de si mesmo Jones possa se esforçar um pouco mais a adquirir informações.
Assim que terminava sua frase Guidim se impressionava com a espontaneidade de Jones na informação que acabava de soltar.

Jones: - Por exemplo... Esse Susan aí que você tá indo. Esse Teatro, senhor, na visão que tenho, virou um palco privativo, sabe? É muito difícil conseguir ingresso, muitas pessoas reclamam que não tem divulgação de venda. Acho que só entra nata aí, eu só vejo pessoas incrivelmente belas aos arredores. Isso é muito inusitado – deu uma risada. - No mais, a Broadway é um lugar onde se acha de tudo. Pronto, chegamos. Espero que não tenha demorado.

-Bom saber disso Jones, talvez eu consiga algo nesse tal clubinho privativo, isso é se houver algum.

Guidim recolocava seus óculos escuros, e respondia á seu "amigo" Jones.

-Foi mais rápido do que esperava Jones, obrigado pela corrida, e lembre-se fique atento camarada.
Guidim pagava a corrida e dava mais 100 pratas de gorjeta para Jones
-Tome isso como um incentivo

FORA DO TÁXI

Guidim observava o táxi sumir ao horizonte enquanto sentia seu sangue ferver de alegria, assim como um peixe era fisgado por um anzol, o dinheiro poderia fisgar toda a atenção desse rapaz para Guidim, depois disso, Jones iria se arrepender amargamente de ter feito negócios com uma cobra, tudo só era questão de tempo.

Guidim analisava o Teatro que assim como todos deveria ter alguma história artística que muitos adorariam contar por horas e horas, para um parasita nato Guidim estava disposto a se submeter a esta encheção de saco, quem sabe não poderia acabar descolando algum desses fanáticos carentes de atenção.

Guidim apenas adentrava se abismando com a fachada de glamour do local.

"Quanto maior a altura.... maior a queda"
Guidim saberia que adentrando aquele local não estaria mais lidando com um táxista qualquer e sim com insetos parasitas sangue-sugas que usam de todas suas belezas artísticas para atrair o máximo de atenção possível para seus interesses pessoais e em deslumbrar mortais sem o mínimo de força de vontade para satisfazetem seus desejos mais secretos.

"Desejos secretos hmmm, seria uma honra ajudá-los nisso..."
Guidim não parava com seus pensamentos nem por um minuto se quer, mas seus devaneios eram interrompidos quando a fala de um segurança era deferida para Guidim com um tom de desdém, assim como o segurança, má intenção Guidim tinha de sobra.

-Ahhh!! então vocês estão fechados para mundanos correto??? Guidim se aproximava do belo Segurança e o começava rodear - Mundanos.... que modo mais rude de se referir á uma pessoa que o senhor nem saiba quem é, o senhor não se acha muito impenitente não?
Guidim dava uma pausa e esperava a reação do segurança e logo concluia.

-Apenas para lhe informar, estou a espera do Sr. Nicolau Romanov (Nixa) que por sinal me informou que eu não teria problemas ao tentar adentrar ao Teatro, pois logo ele estaria aqui para tratarmos de negócios pessoais, acho que o senhor deve ser inteligente o suficiente para passar por cima da imagem de alguém tão importante nessa cidade não é mesmo.

Guidim começava seus jogos psicológicos e tentava dobrar o segurança com sua história recheada de veneno e oportunismo, Guidim conheceu Nixa no Elisio e a atenção que Blair depositou em Romanov pareceu pra Guidim um tanto quanto diferente para qualquer outro cainita naquela noite, e Guidim usava de sua percepção para tentar mostrar para aquele segurança o "perigo" que poderia correr ao desrespeitar a vontade de tal pessoal.

gasto FV para eventuais teste + voz encantadora.





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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Qui Abr 07, 2011 4:35 pm

Camuel olhava calmamente para Kyle - Eu a trouxe aqui a final os Toreadores, não são os mais proximos dos humanos? A minha intensão era diverti a humana até conquistar a sua confiança e depois começar a tentar envolve-la ao ponto de inclui-la em meu rebanho! Você deveria ser mais cuidadoso ao falar sobre nossa sociedade meu caro! Camuel olhava bem nos olhos de Kyle - Ela ira apagar a memoria da humana, mas não ira deixar passar a sua deselegância em falar abertamente sem antes descobrir quem está a sua volta!
Camuel parava e observavá Kyle, de forma meticulosa ele se agastava alguns passos e se aproximando da porta e a trancando removendo a chave e a colocando em seu bolso - Meu caro Kyle, eu serei breve e direto, o que desejo não é apenas essas informações mais isso é algo que o local ainda não me permite falar, mais em breve meu segurança chegará e ai irei pedir esse favor! E após realizar isso "apagarei" o ocorrido de minha memoria, se é que me entendi!?
Camuel pegava em seu bolso o seu celular e segurava em sua mão direito dava um pequena olhada na hora e voltavba a olhar para Kyle. Sentava em uma das cadeiras do camarim e aguardava John e o que Kyle iria lhe falar
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Sab Abr 09, 2011 2:57 pm

Cena: Débora, Guidim
Horário: 00h30



Um novo dia já se iniciava, quando a estonteante Débora Mackinens chegava ao recinto. Enquanto a Sangue Azul descia do veículo, Guidim começava a argumentar com o Segurança. Quando ele ouviu “Nixa Romanov”, toda a marra era debelada, assumindo uma feição séria e olhar amedrontado. Engoliu a seco, respirando fundo. E, ao mesmo tempo, a Ventrue se aproximava, fitando o belo homem que servia de filtro entre a rua e o Teatro.

- Certo... Pode entrar, ex-mundano - resmungou.

O Segurança, um sujeito com longos cabelos negros, traços pontiagudos, olhos verdes [Aparência 4], lábios carnudos, sobrancelha grossa e com uma voz muito bonita. Trajava um sobretudo de couro preto, calça social e coturnos, realmente, não estava com muita sorte. É a quarta carteirada que ele leva. Franziu o cenho, balançando o rosto em negação e permitindo a entrada do Setita, quando... Arregalou os olhos e sorriu, alguém se aproximava.

- Diva Débora! Que honra é para nós, poder contar com a ilustre presença da Srta – se curvou, fazendo uma saudação à cavaleiro. - Por favor, queira entrar – sorriu, dando passagem para ela.

Já no interior do Teatro, Guidim e Débora reconheciam a Primigênie do clã Toreador, a belíssima [Aparência 5] Alexis Louvain; que possui um olhar felino, orbes negras, cabelo castanho, liso, preso num coque, com alguns fios lhe cobrindo a lateral da face e outros delineando a nuca. Traja um vestido de gala vermelho e luvas longas – até o cotovelo, brancas, meio transparentes, salto agulha. Ela está acompanhada, uma ruiva desconhecida, até então. O clima entre elas parece mais quente...



Ilustração meramente para visualização, este não é o interior do Susan. Serve apenas como um modelo-genérico


Já mais próximo da entrada, outro membro. Dessa vez, um conhecido. Bran Ivers, um violinista irlandês, olhos cinzas, cabelo ruivo, desfiado e arrepiado, barba ruiva de três dias [Aparência 3]. Traja um terno preto, gravata vermelha. Ele conversa numa roda com mais três pessoas desconhecidas. Bran avista Débora, cumprimentando-a com a face. Guidim, inerte, apenas observa, mas conseguiu entrar, fato mais importante, estava num dos redutos da Camarilla.




Cena: Réquiem
Horário: 00h30



Finalmente à sós, se é que podiam usar tal termo, já que estavam num Teatro, Annelise se via perdida diante o olhar intenso de Alexis. O que tais orbes negras representavam? Tão cheias de vida, mais pareciam pulsar o néctar da salvação e perdição, paradoxalmente. A majestosa Primógena sorriu, acariciando a face da Lunática e aproximando-se mais, tocando-lhe corporalmente, ambas tinham o corpo colado uma na outra.

- Será que sou a única quem tenta esconder tais mazelas, minha bela? Você, sozinha aqui, perdida aqui, num relento inconstante de sofrimento... – deu uma pausa, sorrindo docemente para a Malkaviana. - E insiste, trilhando o caminho, errado ou certo, sob esta Lua Escarlate, num envolto de trevas, banhada com um sangue que não é teu. E então, por que não acredita? As pétalas ainda caiem no meu jardim, a cadeira de balanço da varanda ainda move. Meu chá está quente, minhas artérias ainda pulsam, vamos lá, por que não acredita? – envolveu a cintura de Réquiem com as mãos, roçando os lábios aos dela. Tal atração foi tal forte, tão surreal, que Annelise se via paralisada, como se tivesse sido tragada para outra dimensão. - O redemoinho entre o coração e a razão, a paixão assola o corpo, corrompe a alma, arromba os sentimentos, converte em amor. Ó, doce amor... Meu néctar é todo teu, minha bela dama! – finaliza Alexis, fechando os olhos e beijando Réquiem ardentemente.



Cena: Kyle e Camuel
Horário: 00h30


A conversa permanecia tensa, o clima não era tão amigável quanto as palavras dos dois. Estavam camuflando a situação, típico de vampiros. Nisso, o segurança chega, avisando Camuel por sms...


Última edição por Tristan Thorn em Sab Abr 09, 2011 6:17 pm, editado 1 vez(es)

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Songette em Sab Abr 09, 2011 3:41 pm

O perfume de Alexis era quase etéreo, e as palavras que saíam de seus lábios rubros pareciam plumas, de tão suaves. Seu sorriso fazia com que o sangue da Malkaviana fluísse com mais força dentro das artérias mortas. O toque de sua pele era como veludo. Ela fechou os olhos por um momento, deixando aquela sensação tão estranha e prazerosa percorrer-lhe o corpo. Quando abre os olhos, os lábios da primógena estão colados contra os seus, seus corpos entrelaçados.

A sensação era como a de uma droga poderosa. Era viciante, mas ela sabia que era totalmente errado. Ela afasta a primógena, segurando-a pelos ombros, de forma delicada (Se necessário gastar 1 FV).

- Me perdoe, Ilustre Senhorita Louvain. Mas não posso fazer isso. Eu quero vê-la sorrindo...Quero agradá-la....Mas....essa não é a maneira correta... - sua face estaria rubra se ainda fosse viva - Por favor, aceite minhas desculpas.

Ela tinha um grande sentimento de empatia com Louvain, porque via que suas almas carregavam um sofrimento parecido. Mas não podia fazer isso. Não podia envolver-se com ninguém, muito menos uma primógena. Sabia que os toreador eram sedutores, e provavelmente ela era apenas o brinquedo novo de Alexis, que seria jogado fora logo que um novo fosse encontrado. Queria estar perto dela, mas seu corpo tremia por dentro. A sensação de seu toque era prazerosa, mas a fazia lembrar-se de cada detalhe do dia em que tivera sua alma roubada por Hansi.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Sab Abr 09, 2011 6:55 pm

Cena: Réquiem
Horário: 00h33


Spoiler:
OFF: Réquiem precisa ser capaz de lutar contra o próprio corpo. Fechada emocionalmente, devido ao trauma, qualquer tentativa normal de carinho seria repelida facilmente. Contudo, Alexis Louvain está longe de ser "normal". Annelise está incrivelmente encantada pela Primógena, ao ponto de tentar, ao máximo, se controlar, para não perder o controle e ceder aos instintos de desejo...

Annelise testando Autocontrole (Dif 8 ): 5 e 2: Falha +1 FV (1 sucesso)

Não foi o suficiente. Réquiem quis, e não quis, ao mesmo tempo. Não conseguiu cessar o beijo de Louvain, como tentou. Ela corresponderá ao beijo.

Annelise testando Autocontrole (Dif 8 ): 5 e 9 +1 FV: (2 sucessos)

Agora sim. Depois de corresponder ao beijo intenso, Réquiem consegue reagir, cessando Alexis, caso queira. Detalhe importante é: Réquiem gostou.

- Certo e errado não passa de um padrão relativo de nossas mentes, Srta. Réquiem, não percebe? Teu corpo como um todo reagindo ao meu? Teus lábios corresponderam aos meus, você sente uma vontade imensa de provar-me, então, por que insistir em se reprimir? Abra tuas asas, minha dama... - afirma a Primógena, angelicalmente sorrindo, como se recitasse um poema.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Songette em Sab Abr 09, 2011 7:21 pm

Aquela voz penetrava em sua alma, como uma canção vindo diretamente do paraíso. Metade de si gostaria de estar envolta nos braços macios como veludo da primógena, e a outra metade sabia que tinha que sair dali antes que fosse tarde. Tinha um propósito maior a cumprir. Precisava destruir Hansi, e depois encerrar sua própria existência. Não podia se dar ao luxo de delongar seu tempo de não-vida por sentimentos como esses.

Além de tudo, ela era uma representante da camarilla. Era fiel à seita apenas para não ser caçada pela cidade, e prestava-se às tradições por questão de etiqueta. Mas envolver-se com a torre de marfim era como caminhar numa corda bamba. E quando descobrissem que seu senhor pertencia ao sabá? Não podia confiar nos peões da camarilla. Ela tocou o próprio lábio, lembrando-se da sensação extasiante do beijo, mas balançou a cabeça em seguida, tentando não pensar naquilo. Ela ajoelhou-se e tomou as mãos de Alexis, sem olhar diretamente para seus olhos. A malkaviana corria o risco de perder-se naquele olhar.

- Senhorita Louvain. A minha existência traz apenas dor às pessoas ao meu redor. Minha mente, meus propósitos...São conturbados em demasia. A minha não-vida não será longa. Tenho plena consciência disso, e é exatamente o que desejo. Embora grande parte de mim queira permanecer ao seu lado, esse meu propósito é o que dá sentido a essa existência. Queira perdoar-me - ela dá um beijo suave nas costas da mão de Alexis - Eu devo ir. Por favor tome cuidado.

Ela levanta-se e vira, tentando não mirar a beleza fascinante da primógena. Ela sequer respira, temendo inalar aquele perfume sedutor. Ela queria entregar seu telefone, dizer que sempre poderia procurá-la. Mas sabia que isso apenas prolongaria aquele sentimento. Ela anda rumo à saída.

(Uso de quantos FVs forem necessários =P)
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Dom Abr 10, 2011 11:04 am

Cena: Réquiem
Horário: 00h35



Um grande dilema assola a mente da Lunática. Ficar ou não ficar? Resistir ou ceder? Querer e não querer... Tinha um propósito, no qual usava como escudo e desculpa para não se machucar mais, quem garantiria que seria diferente daqui pra frente? Presa na própria insegurança, temendo arcaicos fantasmas de volta, Annelise demonstrava ainda mais ternura, quando ajoelhou-se, sentiu o corpo de Alexis reagir, envolvendo-a.

E, quando se pôs de pé, dando de ombros para a Primógena, tudo corria como o esperado. Sair logo dali era o mais prudente, o mais fácil e o menos perigoso. Estava tentada a ficar, mesmo assim, o desejo de proteger-se, somada ao sentimento que a nutre, a vingança, praticamente a movia para fora dali. Contudo, eis que Louvain perfura o coração da Malkaviana, segurando-a pela mão. Réquiem para devido ao toque.

Spoiler:
Réquiem testando Autocontrole (Dif 8 [+1 por ter gostado do beijo e por ter a mão segurada por Alexis] = 9): 10 e 8 +1 FV: 2 sucessos.

Difícil, tal palavra definiria muito bem a situação. Réquiem lutava contra ela mesma, queria ficar, mas não podia, desejava ceder, mergulhando nos braços de Alexis, mas não poderia esquecer o pesadelo imposto por Hansi. A Lunática fecha os olhos, inerte, não conseguia se mover.

- Até quando fugirá, minha dama? – cantarolou. - Por que se isola? Deixe-me ajudá-la, assim como ofereceu-me auxílio, também lhe estendo minha mão... – afirma Alexis, abraçando Annelise por trás e repousando os lábios rente ao ouvido da Malkaviana. - Coloquei um cartão especial, com o meu número privativo, no teu bolso... Sobre tua mente, teus propósitos, ficarei contente, caso queira compartilhá-los comigo... – sussurrou, soltando Réquiem.

Spoiler:
Réquiem testando Autocontrole (Dif 8 [+1 por ter gostado do beijo e por ter a mão segurada por Alexis] = 9): 7 e 7 +1 FV: 1 sucesso

Réquiem testando Autocontrole (Dif 8 [+1 por ter gostado do beijo e por ter a mão segurada por Alexis] = 9): 8 e 8 +1 FV: 1 sucesso

Ficou parada alguns segundos, a súbita vontade de virar-se, para encarar Alexis Louvain, foi tão forte, mais tão forte, que precisou se concentrar ao extremo para não ceder aos impulsos. Estava tentada, afinal, além da forte atração que sentiu, era alguém oferecendo carinho e ajuda, mas não era uma qualquer, era uma Primigênie. Finalmente conseguiu se focar, tendo forças para ir embora dali. Saía do Teatro.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Songette em Dom Abr 10, 2011 10:34 pm

Requiem cerrava os olhos com força enquanto caminhava para fora. Aquele perfume estava agora em seu corpo, e a sensação embriagante era um veneno. Tentava esvaziar a mente. "Nada, nada, nada, nada", ela ficava repetindo mentalmente. Maldita toreador. Como conseguira enfeitiçá-la dessa maneira?

Ao sentir o vento gelado contra sua face, pode se acalmar um pouco. Não iria sair dali ainda, precisava esperar por Kyle. Mas era prudente ficar do lado de fora. Ela recostou-se contra uma das pilastras gregas do teatro, e mandou uma mensagem de texto para Kyle. "Estou do lado de fora, esperarei aqui".

Ela apanhou o cartão com o telefone da primógena, e fechou os olhos sentindo o aroma. Aquele maldito perfume, era viciante. Ela guardou-o na carteira, com delicadeza, como se estivesse guardando uma pétala de rosa. Não sabia o quanto Kyle demoraria, então começou a caminhar pela calçada em volta do teatro.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Seg Abr 11, 2011 1:02 am

Eu sabia que ele queria mais do que simples informações, e agora ele confirmava isso. Não fazia idéia do tipo de favor que ele me pediria, mas com certeza não deveria ser coisa boa. Não pretendia acompanhá-lo, primeiro porque não gosto de chantagens, segundo porque não deixaria Requiem sozinha aqui, e terceiro porque não confio nenhum pouco nele.

-Já que não pretende falar aqui, lamento, mas não irei acompanhá-lo. Caso deseje contar o ocorrido a Príncipe, vá em frente. Tenho certeza que não ganhará nada com isso. - Disse calmamente para Camuel.

Logo após terminar de falar, recebi uma mensagem no celular e logo voltei minha atenção para ele. Era de Requiem. A mensagem dizia que ela me esperava do lado de fora do teatro.

-Estou me retirando agora. A gente se bate por ai, qualquer hora. - Disse para Camuel.

Me retirei da sala e parti para saída do teatro. Lá fora, encontrei Requiem, andando pela calçada em volta do teatro. Me aproximei dela, sorrindo.

-Você está meio agitada. - Comentei.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Songette em Seg Abr 11, 2011 6:57 pm

Requiem estava absorta em seus pensamentos. Tentava esquecer o que acabara de acontecer, e por pior que fosse, tentava colocar em sua mente as imagens da noite em que Hansi tomou sua alma. Por mais que isso a destruísse, fizesse seu corpo tremer de pavor, tinha que se focar em seu objetivo. Não poderia deixar que Alexis a desviasse de seu caminho. "Ainda mais...", ela pensava, "...Eu sou apenas uma paixão momentânea de uma Toreador que sempre teve tudo aos seus pés. A partir do momento que seu interesse acabasse, eu serei descartada, provavelmente como muitos outros". Aquele pensamento, por mais que bem lá no fundo a incomodasse, a fazia se acalmar. De tão absorta em seus pensamentos, nem percebeu Kyle se aproximando, e deu um sobressalto quando ele dirigiu-se à ela.


-Você está meio agitada. - Comentei.

Ela deu um leve sorriso. A presença de Kyle a fazia se sentir mais segura, mais confortável.

- Me perdoe...Eu estava perdida em meus conturbados pensamentos.

Ela não queria revelar o que havia acontecido. Por mais que não fosse algo que concernisse seu amigo, ela sentia uma certa...vergonha. Estava acostumada a pessoas debochando dela desde a infância, mas algo dentro de si não queria que Kyle fosse mais uma dessas pessoas. Não queria que Kyle se afastasse.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Seg Abr 11, 2011 7:08 pm

OFF: Teste de empatia para analisar expressão e sentimentos de Requiem
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Seg Abr 11, 2011 11:18 pm

Nota: Teste de Empatia feito. Resultado enviado por mensagem pessoal. Prossiga.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Convidad em Ter Abr 12, 2011 4:04 pm

Como era bom ser alguém conhecida nessa cidade. Já o segurança do Teatro me cumprimentava como a estrela que era mesmo, talvez um fã fissurado de meus filmes ou alguém que já tinha visto meu rostos nas revistas e Tv’s da cidade, pouco importava, a maioria de meu publico eram de homens e poucas mulheres. Quando eu o vi fazendo uma reverencia o cumprimentei como manda a Etiqueta e o Bom-senso. –Boa noite Queridinho.

Já dentro do teatro eu via Alexis, linda e bela, conversando com outra mulher que não conseguia identificar, uma pontada de inveja acertava meu coração morto, minha vontade era de falar com Alexis agora mesmo, mas atrapalhar sua conversa não era de bom tom, então percebi os olhares de um homem em minha direção. "Será que ele é um de nós? Pelo visto deve me conhecer. Talvez uma brincadeira com ele... Hmm, quem sabe?"

Lançava meu olhar até ele e dava uma piscada rápida com meus olhos azuis. Ali começava meu pequeno jogo de sedução. Ajeitava meu cabelo de um modo que espalhasse o perfume pelo ambiente e botava a mão esquerda no pescoço. Ficava em um canto esperando que ele fizesse o primeiro movimento.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Qua Abr 13, 2011 4:18 pm

off: Kyle como vc saiu? pq se reparou em meu post eu tranquei a porta

se aproximando da porta e a trancando removendo a chave e a colocando em seu bolso

Camuel após receber o aviso da chegada de seu segurança o John, lhe enviava uma mensagem
SMS para John escreveu:Entre eu estou em um dos camarins, o "porteiro" pode tentar te empedir, passe por ele com aquele "jeitinho" que você tem para convencer as pessoas e logo após venha ao meu encontro!
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Qua Abr 13, 2011 10:11 pm

OFF: Desgraçado o_ó agora vou ter que voltar no tempo e cancelar a minha conversa com a Requiem.

ON:

Ao tentar abrir a porta, percebi que ela estava fechada. Não sabia o que esse cara queria comigo, mas não deveria ser coisa boa.

-Poderia abrir a porta por favor? Como disse, já estou de saída. - Disse, tentando ser educado.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Guidim em Qua Abr 13, 2011 10:29 pm

Alexis Louvain... era um nome tentador e a posição e a influencia que a mesma exalava pela cidade era mais tentadora ainda.

"-Tudo que Set precisa embrulhado em uma caixinha de presente, e que bela caixinha temos aqui hein..."

Guidim pensava enquanto adentrava o Teatro e ja ao longe avistava a beldade que seus pensamentos ardilosamente maquinavam contra.

Ja logo na entrada, algo mais acessível e um tanto quanto provocador chamava a atenção do bote da cobra....

-"Diva Débora... hunf, mais facil do que pensei."

Guidim analisava o recinto e a beleza inigualável, Guidim nunca tinha entrado antes em um local como aquele, e realmente era um mundano no mundo das artes, mas o que é arte? - No mundo de hoje qualquer talento feito com maestria pode se considerar uma arte, e Guidim sabia de seus dons, e quem sabe se mostrando um verdadeiro artista do saciador dos desejos carnais pudesse ser considerar como tal pelos degenerados?

Ao ver a presa , a "Diva Débora" entrando no local a mente de Guidim se voltava contra seu juízo e num desejo sedento de se mostrar o tal artista da arte que tem ofício Guidim se aproximava da Cainita de um modo excepcionalmente cativante e um tanto quanto audacioso.

-Um autógrafo para um admirador? ou seria muito inapropriado essa minhas demonstração de admiração neste momento Srta. Débora? hahahaha.
Guidim permanecia com seus óculos escuros ao rosto, e falava para a garota com a cabeça baixa demonstrando total submissão a ela, com um ombro escorado em uma pilastra de luxo o Setita se demonstrava misterioso e interessado em Débora.

Guidim abordava a tal Diva que ele nem sabia qual era o ramo de atuação, mas status é uma coisa que tal pessoas preferem que seja reconhecido, e para se juntar ao ramo a natureza parasita de Guidim falava mais alto e seu amor próprio era deixado totalmente de lado nesse momento, a ordem do momento era, puxar o saco.

Guidim apenas esperava a reação da tal Diva, talvez se a solicitação fosse ignorada estaria pronto para tentar algo melhor....

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Convidad em Qui Abr 14, 2011 5:20 pm

Guidim escreveu:-Um autógrafo para um admirador? ou seria muito inapropriado essa minhas demonstração de admiração neste momento Srta. Débora? hahahaha.

Até parece que não sabia que isso era possível, mas não rápido assim, e talvez tivesse fisgado o homem errado, mas mesmo assim um homem. -Claro lindinho, qual o nome do meu fã? usava de minha voz mas doce e meiga como sempre tratava um fã, mas dessa vez queria usa-lo para tentar provocar o outro homem que lançava olhares para mim.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Songette em Qui Abr 14, 2011 10:12 pm

(OFF:Bom, pressupondo que o Kyle ainda está preso com o Camuel, e a conversa entre ele e Requiem não aconteceu, eu vou refazer minha última ação)


Requiem rondava pelo teatro, observando seus arredores e transeuntes. Não queria sair de perto do teatro ainda, pois estava esperando por Kyle. Então iria procurar um local nos arredores que a distraísse. Talvez algum humano também. Não estava com sede, mas saciar-se ao máximo impediria que seus instintos despertassem. E uma grande parte deles a direcionava para a maldita primógena.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Sex Abr 15, 2011 4:47 pm

off: irei aguarda o que o narrador irei aceitar como sendo os acontecimentos passados e atuais.

- A porta será aberta assim que meus interesses sejam cumpridos
Camuel olhava atentamente para Kyle "Ele não se curva diante dos fatos, acho que uma abordagem mais objetiva seria mais indicada"
- Meu caro Kyle, seria direto e objetivo! Meu desejo é apenas um, meu guarda costas já está a um tempo comigo e vejo que ele é digno de adentrar a nossa sociedade, mas não o vejo como um de minha casa, afinal ele está muito mais para os musculos do que para a mente, desejo apenas que o abrace, claro tudo como manda as regras de nossa sociedade!


Última edição por Shirou em Sex Abr 15, 2011 6:01 pm, editado 1 vez(es)
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Sex Abr 15, 2011 5:07 pm

Nota: Kyle está dentro do cômodo. Réquiem está nos arredores do Teatro. Guidim e Débora, prossigam.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Guidim em Sex Abr 15, 2011 5:40 pm

-Claro lindinho, qual o nome do meu fã?

"hahaha, mais facil do que pensava, mas lindinho [¬¬'] , não deveria esperar muito mesmo desta classe de pessoas; eles me parecem muito falsos que irônico, acho que posso até acabar gostando dela."

Guidim se desencostava da pilastra em que estava inerte, e caminhava lentamente até Débora, ao passo que andava retirava os óculos do rosto, pois queria o contato visual com a beldade á sua frente. Guidim usava de seus dons naturais para deslumbrar aquela desconhecida [presença 1 on] e torná-la um tanto mais acessível.

-É Sanedi...Guidim Sanedi, Srta.Débora... ou será que posso lhe chamar de Dehby?

Guidim Não sabia as reais intenções da tal diva á sua frente e nem o porque tal pessoa estaria tardes da noite a procura em um teatro, Guidim tinha claramente em sua mente que estava ali para dar aos degenerados da arte o que eles tanto almejar, a lusuria e os desejos carnais mais deslumbrantes ja provados. Mas esta Débora, qual a procedência desta carne?

-O problema é.... Senhorita.... não tenho papel nem caneta hahahahahaha, mas um comprimento ja me será de extrema preciosidade!!!

Guidim estendia as mãos para cumprimentá-la feito uam dama, o setita era dissimulado e sínico, sua fala saia mansa e cheia de sensualidade [voz encantadora] sabia que não tinha papel nem caneta para o tal autógrafo, e o que mais queria era se aproximar da tal diva.

Para um parasita como Guidim ser visto ao lado de tal beldade no covil de amantes da supreme arte, era com certeza o pulo para ser falado, no mundo sem graça que eles viviam.

[gasto FV no teste, focarei apenas Débora]

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Sex Abr 15, 2011 7:07 pm

Finalmente Camuel foi direto em seus objetivos. Transformar o segurança dele? Eu nunca havia pensado em ser um criador antes. Mas não queria transformar qualquer um, e ainda por cima para outra pessoa. Porém, eu poderia entrar em um acordo com ele, obtendo alguma vantagem através disso.

-Entendi. Mas quero deixar claro, que não estou pensando nisso como uma chantagem. Caso eu faça isso, estarei fazendo um favor, e espero cobra-lo algum dia. - Disse seriamente para ele. - Além disso, caso eu realmente transforme o seu segurança, eu tenho umas condições. Sendo ele a minha cria, eu não quero simplesmente dar ele pra você e nunca mais vê-lo. Quero ter uma relação com ele, assim como tenho com minha senhora. Em outras palavras, quero ele como meu aliado, assim como ele também será pra você. Ele continuará sendo seu segurança, não se preocupe. Mas como serei o mentor, e terei responsabilidade sobre ele, quero garantir que meus laços não sejam perdidos. - Disse calmamente. - E para garantir isso, eu quero que ele tenha um laço de sangue comigo. Essas são minhas condições. Está disposto a aceitá-las? - Conclui.

Eu realmente criaria outro vampiro? Precisava me acostumar com isso.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

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