TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Songette em Qua Mar 16, 2011 6:26 pm

Requiem mantêm sua atenção na primógena. Algo estava terrivelmente errado. Algo que nem sua mente perturbada podia compreender. Apesar de sentir compaixão, sentia que devia se afastar imediatamente. Poderia essa dualidade resultar dos ardis sedutores dos Toreador? "Talvez", ela pensava. Seria essa sensação responsável pelo estado angustiante no qual parecia estar a primógena?

A conversa é interrompida por um homem e sua companhia, e essa intromissão acaba por desfazer sua linha de pensamento. Ela lembrou-se de Raquel; Tinha que contactá-la, para informar o que havia acontecido. Aproveitando-se dessa brecha, ela apanhou o celular.

- Com sua licença, preciso atender uma ligação - ela dizia, afastando-se com mais uma reverência. De certa maneira, estava aliviada por afastar-se.

Ela disca o número que Raquel fornecera, e aguarda até que a mesma atende.

- Senhorita Raquel. Quem fala é Requiem. A Príncipe já foi informada da situação, porém... - ela escolhia as palavras com cuidado, para não enfurecê-la mais ainda - ...Ela não demonstrou qualquer interesse ou preocupação, e eu creio que ela não tomará nenhuma atitude.

Ela esperava a resposta da cainita, temendo que ela descontasse a frustração na pessoa errada.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Qua Mar 16, 2011 8:31 pm

Um homem aproximou-se de nós e parecia querer participar da conversa. Eu não pude evitar, o fuzilei com os olhos, mas nada falei. Eu tinha chegado primeiro, então seria muito anti-ético da parte da Toreadora conversar com ele antes de mim.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Qui Mar 17, 2011 1:12 pm

Cena: Réquiem, Kyle e Camuel
Horário: 00h12



Percebendo que não teria ótimas oportunidades para tal, o Feiticeiro começava a fintar as pessoas pelo hall principal do Teatro, até chegar na roda de conversa. Finalmente estava inserido onde queria. Os bajuladores se calaram, como se a compleição de Alexis Louvain os dominasse completamente. O Tremere, fino e impecável, interrompeu a conversa, mostrando-se calmo e sereno nas palavras. Aparentemente, os Toreadores não o reprovavam.

- Seja bem-vindo ao Susan, Sr. Camuel. É com um imenso prazer que recebemos os Feiticeiros, conheço você – deu uma pausa, encarando o Tremere com intensidade. Tal olhar fazia Camuel delirar, como se tivesse mergulhando nas profundezas do mais intenso prazer. Depois de alguns segundos viajando, voltou a si. - Desculpe, senhor. Mas esse casal também deseja falar comigo. Podemos conversar abertamente? E todos juntos? – indaga ela, sorridente.

Réquiem, por sua vez, prestava uma nova reverência, saindo de perto deles. Fez o que tinha que fazer, avisou sobre a resposta da Príncipe Blair. Sem mais delongas, desligava o celular. A sensação que a Lunática nutria outrora ainda persistia. Algo de errado tingia o Teatro de vermelho e negro. O comportamento de todos é falso e maquiado. Perceptiva, mesmo ao telefone, escutou o que Louvain dizia.

Ao mesmo tempo, Kyle Raymond se irradiava de ódio. Como aquele engomadinho ousava? Tinha chegado primeiro e, agora, teria que dividir a atenção da Primigênie. O Gangrel fuzilava o Feiticeiro com o olhar, demonstrando não gostar da postura intrometida.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Sex Mar 18, 2011 4:42 pm

- Seja bem-vindo ao Susan, Sr. Camuel. É com um imenso prazer que recebemos os Feiticeiros, conheço você – deu uma pausa, encarando o Tremere com intensidade. Tal olhar fazia Camuel delirar, como se tivesse mergulhando nas profundezas do mais intenso prazer. Depois de alguns segundos viajando, voltou a si. - Desculpe, senhor. Mas esse casal também deseja falar comigo. Podemos conversar abertamente? E todos juntos?
Após voltar do seu "transe de prazer" ele se recomponha - O prazer é todo meu em encontra-la e ficou surpreso que alguém como vós já me conheça, me sinto orgulho de ter meu nome conhecido por uma Dama de tal status a me conhecer. Ele olhava os outros 2 percebendo o olhar fuminante que Kyle lhe dava, mas ignorava o gangrel - Se os demais não se importarem em te dividir comigo, não me importarei em termos uma conversa aberta, já que meu assunto com você não é de conteúdo secreto. Olhava com uma expressão paciênte - Como é seu nome bela dama? E o seu meu caro?
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Sex Mar 18, 2011 5:53 pm

O tal de Camuel perguntou meu nome e o de Requiem. Ele era um sujeito bem educado e aparentemente simpático, tinha que admitir isso. Então não o trataria de maneira grosseira, de forma alguma, apesar de não ter gostado de sua intromissão em minha conversa com a Primigênie.

-Me chamo Kyle Raymond. - Disse educadamente para Camuel. Depois voltei meu olhar para Alexis. - Senhorita, preferiria conversar esse assunto em particular com você, mas como isso não foi possível, vou falar aqui mesmo. - Falei para Primigênie. - Alguns membros da Camarilla vem desaparecendo ultimamente, e hoje o fundador da boate Freedom também sumiu. Infelizmente, ao relatar isso para Príncipe, ela não pareceu sequer se importar e não tomou atitude alguma. Algo muito errado está acontecendo, e não quero ficar de braços cruzados diante disso, pois mais cedo ou mais tarde irá me afetar, assim como poderá afetar a senhorita de alguma maneira. - Falei e fiz uma pequena pausa. E então voltei a falar. - Tem alguma coisa que a senhorita saiba a respeito disso? Algo que possamos fazer? - Conclui gentilmente.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Sex Mar 18, 2011 6:40 pm

Camuel olhava para Kyle com uma expressão calma - É Um prazer conhece-lo senhor Kyle, mas por que tamanha preocupação, ele deve ter apenas feito uma viagem para comprar mais bebidas, afinal ele é o dono da Boate Freedom a casa noturna mais movimentada dessa cidade, mais cedo ou mais tarde ele precisa repor o seu estoque não acha? "Ele deve ser algum louco não reparou que a minha companhia é uma humana?" Camuel olhava para Kyle e lhe mostrava que estava acompanhado, e tentava lhe dá a entender que era ela uma humana a qual ele iria "lanchar" mais tarde. Camuel mexia a cabeça e como que se estivesse folgando o colarinho de sua camisa passava a mão no pescoço como modo de usar as referencias dos filmes para avisar ao Kyle que ela não era cainita.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Sex Mar 18, 2011 8:07 pm

Camuel olhava para mim e mexia a cabeça como se estivesse folgando o colarinho de sua camisa, logo entendi sua mensagem através de sua expressão. A garota era humana, mas estava rodeada de cainitas. Bom, eu poderia ter deduzido isso pelo seu tom de pele, mas sei também que nem todos os vampiros são necessariamente brancos, então não poderia ter certeza antes dessa confirmação. A conversa seria no mínimo muito estranha para moça, mas eu não poderia simplesmente deixar de falar por causa dela. Afinal de contas, Camuel e Alexis queriam conversar abertamente, enquanto eu ja havia deixado bem claro para a Toreadora que queria conversar em particular, então a culpa de fato não foi minha. Depois de falar tudo aquilo, eu não poderia simplesmente deixar pra lá a conversa importante que estava a ter com a Primigênie por causa de uma humana. Mas tentaria ser mais discreto.

-Bom, senhor Camuel, seria mais fácil pensar assim se ele tivesse apenas sumido, mas não foi só isso. Realmente tinha esquecido de mencionar uma parte importante da história, obrigado por lembrar-me. - Falei para Camuel. Agora eu dirigia meu olhar para Primigênie. - Philip acordou cedo essa noite e logo resolveu sair. Ele parecia estar com medo de alguma coisa, e alguém que o conhecia notou isso e o seguiu. Chegou um momento em que ele virou uma esquina e quando a pessoa que o seguia chegou até lá, encontrou apenas o seu casaco. A vestimenta indica que ele foi pego por algumas pessoas. Tudo indica que ele foi sequestrado. - Conclui.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Songette em Sex Mar 18, 2011 10:28 pm

Requiem ouve a resposta seca de Raquel. Não gostava de deixá-la na mão, mas enfrentar a príncipe não fazia parte de seus planos. Mas talvez a primógena podia ajudá-los. Ela recebe uma mensagem de Raquel pouco tempo depois:

Realmente foram rápidos. Consegui algo para você. Um tal de Hansi encontra-se em Nova York realmente. Infelizmente seus passos são tão rasos como de um rato. A última notícia que obtive dele é que passou pelo albergue na W 88th St, próximo ao central parque, uma das pessoas que estavam no corredor dele, foi encontrada morta, provavelmente por sua ação.

"Central Park", ela pensou. Devia dirigir-se para o local. Mas não podia deixar Raquel na mão, tinha que recompensá-la pela informação. Mandou de volta a seguinte mensagem: "Obrigada pela informação. Estamos conversando com a primógena Toreador, tentando obter algum apoio para o caso Philip por parte dela". Requiem retorna à conversa, e percebe que o intruso ainda encontrava-se lá. Podia ser um problema.


- Perdoem-me pela ausência. A Senhorita Raquel está muito, muito preocupada com Philip, e queria saber se sabíamos algo sobre seu paradeiro . És uma pessoa tão influente, ilustríssima Senhorita Louvain, conhece alguém que poderia nos ajudar em nossa empreitada?

Aquela aura que emanava do teatro a incomodava profundamente. Por mais que quisesse descobrir o que havia acontecido com Philip, e buscar informações sobre Hansi, também desejava saber o que diabos se passava no teatro. Ela olhou ao redor, para ver se alguém os observava.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Sab Mar 19, 2011 9:36 am

Cena: Réquiem, Kyle e Camuel
Horário: 00h15



A interação entre os quatro se inicia. Kyle, mesmo não gostando da atitude do Feiticeiro, resolve ser gentil – ou, ao menos, tentar. Réquiem, ainda não integrada ao grupo, apenas observa. Logo após as apresentações, a conversa múltipla continua. Alexis apenas sorri ao comentário de Camuel, enquanto escuta com atenção o relatório de Raymond. A Dama desvia o olhar para o Gangrel, que fica deveras encabulado pelo fato.

- Nova York nunca foi um principado tranqüilo, inúmeras vezes fatos assim ocorreram, infelizmente. Tanto que já perdemos a cidade para o Sabá, há algumas décadas. De qualquer forma, entendo tua preocupação, Sr. Raymond. Contudo, acho muito prepotente da tua parte, sequer imaginar que conseguiria julgar as prováveis ações da Srta. Hoffman, apenas analisando-a por uma breve conversa – apesar da dureza das palavras, Louvain falava com calma, sempre mantendo um doce sorriso nos lábios. O Gangrel não conseguia parar de olhar para a boca da Primigênie. - Pode ficar despreocupado, a Príncipe tomará a melhor atitude possível.

Logo após o Gangrel relatar os acontecimentos para Alexis, Camuel fica apreensivo. Neste momento, devido aos termos, a Máscara ali estaria comprometida. Ele dá um sinal claro que está acompanhado por uma mortal, mas era tarde demais. Sem se importar, Kyle prosseguia. Alexis Louvain, antes observando o Feiticeiro, voltava às atenções para Raymond.

- Suspeita de seqüestro? Compreendo. Tenho certeza que a Srta. Hoffman já avisou o Xerife sobre o ocorrido, à investigação do caso está em ótimas mãos, Sr. Raymond.

A mortal abraça Camuel, achando tudo aquilo muito bizarro. Ela franze o cenho, cochichando para o Feiticeiro.

- Do que estão falando? – indaga ela, parecendo assustada.

Nesse momento, Alexis a chama, simplesmente com um “moça...”. A mortal olha para ela, meio sem graça, pois a diferença de beleza e porte entre ambas, definitivamente, é abissal.

- Por favor, poderia ficar quieta? – decreta a Primigênie, dando ênfase na palavra “quieta”. Os olhos da mortal arregalaram e, subitamente, ela ficou quieta.

Louvain sorri, olhando diretamente nos olhos de Réquiem, recém integrada ao círculo. A sms já havia sido enviada, era o momento de tentar reforçar um provável apoio por parte dela. Alexis espera a Lunática finalizar, antes de respondê-la com graciosidade.

- Desaparecimentos nunca são tratados com descaso, Srta. Réquiem. Como expliquei para o Sr. Raymond, tenho total convicção que a Príncipe acionará o Xerife – argumentou, docemente.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Sab Mar 19, 2011 3:29 pm

Percebia que a Primigênie confiava excessivamente na Príncipe. Mas Blair deixara bem claro que não tomaria atitude alguma. Precisava discordar, da maneira mais educada possível.

-Senhorita, entendo que confie na Príncipe, mas pela maneira como ela nos respondeu, ficou bem claro que não tomaria atitude alguma. Não dúvido da capacidade que ela tem para governar essa cidade, porém creio que há algo de errado com ela. - Disse calmamente. - Caso a senhorita saiba algo que possamos fazer para ajudar, por favor, não hesite em nos falar. - Conclui.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Songette em Sab Mar 19, 2011 11:10 pm

Sem dúvidas a Primógena acreditava cegamente na Príncipe. Não era incomum, bajuladores desse tipo. Mas algo ainda estava errado. O ambiente, apesar de belo e escultural, estava podre e deteriorado por dentro. Precisava saber o que estava acontecendo, logo.

A malkaviana concentrou-se, e invocou o poder do sangue para ver além do que seus olhos viam. Não haveria como os outros detectarem o uso dessa disciplina. E talvez conseguisse obter algumas respostas.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Seg Mar 21, 2011 11:01 pm

Cena: Réquiem, Kyle e Camuel
Horário: 00h17



A visão de Réquiem se distorce, como se puxasse todas as imagens ao redor da Alexis Louvain, rasgando-as, eclodindo um manancial de cores, que exalavam como se fossem vivas. Com a base da aura pálida, reforçada por um brilho prateado – tendo o verde pulsando fortemente, com a mesma intensidade da cor prata, finalizando com espasmos magenta e estrias vermelhas.

Spoiler:
No livro diz que o teste de leitura de aura é jogado secretamente pelo Narrador. Por isso não irei revelá-lo.

Com as cores vívidas em frente, Réquiem poderia compreender a Primigênie Torador com mais profundidade. Porém, em quanto tal informação ajudaria? Tal pergunta apenas poderia ser respondida pela Lunática. Enquanto isso, o Gangrel, que insistia em argumentar sobre a Príncipe, percebia que Louvain continuava com a face generosa, além do sedutor sorriso.

- Você está sendo rude, Sr. Kyle. Mais uma vez proferindo tais comentários venenosos, como pode afirmar algo do tipo? Você não a conhece e, como eu disse antes, acho muita prepotência o senhor imaginar que poderia supor as atitudes da Príncipe, apenas analisando o comportamento dela. Talvez, se tivesse mais 400 anos de experiência, acho que poderia ter tal percepção das coisas, sendo assim, lhe afirmo, pode ficar tranqüilo – assegura Louvain, totalmente serena com as palavras.

Réquiem notou que Kyle não iria muito longe agindo assim. Se tivesse Hárpias presentes, sem nenhuma dúvida, a reputação do Gangrel iria para o Limbo. Já ele, por sua vez, ainda não percebia isso.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Guidim em Ter Mar 22, 2011 11:20 am

Os negócios pela cidade prosperavam, Pouco tempo em NY e o Setita ja tinha se mostrado um tanto eficaz, a Garota Ellen, a bela moça arrebanhada por Guidm na Freedom agora mantinha-se no templo do Setita adorando o Deus de todos os tempos, junto aos demais súditos de Guidim, o Filho de Set.

A teia de contatos do jovem Setita não é algo muito amplo, talvez seus interesses perante a camarilla esta lhe tomando tanto tempo e até agora nenhuma movimento se quer deu ao Setita a oportunidade de prestigiar seu clã com boas informações.

"Talvez a influência em prol a Set possa começar a tomar seu devido espaço nessa cidade."

Este era o pensamento de Guidim quando deixava seu templo em Jersey City aos cuidados de seus súditos, e junto com o seu costumeiro companheiro de corridas táxista se encaminhava até ao Teatro da Broadway, segundo algumas informações e rumores da cidade os degenerados e os mais fascinados pela beleza estariam por ali... a fraqueza pelas perdições da vida mortal era o impulso dos descedentes do clã da rosa, e mais do que ninguém corromper um desses pervertidos era um passatempo divertido para as cobras, pelo fato de não ser algo difícil, e podendo auto-afirmar nossa verdadeira ética moral.

Guidim pegava seu celular e ligava para o Táxista.

-Ei amigo seu eu de novo, lembre-se da corrida até a Freedom e depois a corrida com a garota até o park, então assim como sempre dou preferência a seus serviços, que tal uma corridinha? estou em jersey e pretendo ir até o teatro da Broadway, essas horas da noite deve ser interesante aquele monumento exuberante.

Guidim esperava o Táxista e caso ele viesse algum assunto seria trocado durante a corrida.

-Boa noite amigo, a propósito ainda não sei seu nome? (o táxista ja foi vitima de presença 1 e muitas gorjetas ja foi entregue a esse infeliz )

Presença 1 on no táxista
-E então *(nome do rapaz) alguma novidade correndo a solta pela cidade?

Assim como um bom jornalista que sou e tudo e todos que voce carrega pela cidade talvez voce possa saber de alguma coisa de diferente por ai... Nada demais mas talvez se começar a ficar atento e com os ouvidos abertos, poderá lucrar muita grana com as informações que possa me passar, tome essa proposta como uma atividade paralela, e quem sabe podemos ambos lucrar com essa história, hein?

Guidim falava enquanto acariciava o ombro do rapaz sem malícia apenas como bons amigos e o olhava nos olhos pelo retrovisor, talvez alguma proximdiade os dois ja teriam, pelos menos era isso que Guidim quisesse que ele pensasse.

Guidim usava de sua fala mansa (voz encantadora) para propor ao táxista um oportunidade de servir a Set mesmo que involuntariamente, e caso esse fosse um previlegiado em suas ações, com certeza a mão divina iria pairar sobre ele, quem sabe até algum dia não possa receber a comunhão de Set em seu corpo, porém para o momento era tudo, ainda não tinha demonstrado nenhum interesse nem mesmo alguma valia de sua existência e por hora o incentivo ja era o bastante.

A conversa fluia e Guidim a caminho do Teatro observava a paisagem e notava o movimento pelo estraho Bronx até chegar a iluminada Manhattan, enquanto passava em frente ao Hospital pensava e depois em um dia que acordasse mais cedo dar uma pequena visita, talvez os pesadelos que o atormenta pudesse ser tratado ou mesmo purgado de vez por algum especialista mortal, o rebanho mortal tinha suas valias e Guidim sabia usar desse artifício e se contentava com os propósitos de Set para o universo, aliás tudo que aqui vive, um dia prestará contas a ele.

Os devaneios partiam e Guidim se atentava á conversa com o táxista, ancioso para a chegada ao até então desconhecido Teatro da Broadway, algo que Guidim estava ancioso para conhecer.

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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Ter Mar 22, 2011 4:45 pm

Camuel ficava admirado com a atitude de Alexis, mais logo reparou que ela estava usando de seus "dons" para deixar a humana, mais tranquila, ele olhava para ela - Como a nossa anfitrião falou fique queta e se acalme, esta tudo bem! Ele logo olhava diretamente nos olhos de Alexis - Como não estou totalmente familiarizado com a Principe, já que dos meus anos na Capella foram destinados ao estudo e a pouco é que passei a ter o convivio com os demais, acho que a atitude dela é apenas para tranquilizar os demais senhor Kyle, afinal se todos começarmos a ter suposições sobre quem levou o dono da Boate, podemos ter um inicio de confusão devido ao estado de nervos que iriamos entrar, ela está agindo da forma correta tratando o assunto com atenção, mas sem que isso chame demais à atenção, e talvez não tenha sido o Sabá mas sim algum inimigo dele que o sequestrou! Ele olhava novamente para Kyle - A sua avaliação é premeditada mas também demonstra o seu comprometimento com a cidade, não aprovo mas também não lhe julgaria pelo seu comentario! Espero poder conhece-lo melhor afinal acho que poderiamos nos ajudar em muitos pontos! Se depois desejar me contactar para possiveis contatos futuros aqui está o meu cartão! camuel entregava um cartão com seu nome completo, telefone para contato e os dizeres ""Aquila non captat muscas." - Se desejar me contactar me procure nesse numero! "Ele se mostra um pouco desconfiado da atitude da Principe, mas acho que daria um bom serviçal, só preciso convence-lo disso!"
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Ter Mar 22, 2011 7:39 pm

Rude?? Tenho certeza que fui educado dessa vez. É muito estranho o quanto essa mulher acredita cegamente na Príncipe... talvez ela esteja conectada a ela por algum meio sobrenatural, como um laço de sangue. Seja lá o que for, é melhor eu recuar. Já ficou bem claro que ela não vai me ouvir. - Pensei diante da situação.

-Tudo bem, não insistirei mais nesse assunto. - Disse para ela.

O rapaz chamado Camuel expressava sua opinião também, sendo otimista e ao mesmo tempo neutro diante do que lhe foi falado. Entregou-me um cartão para contatos que poderia ser útil futuramente. Guardei-o e respondi a Camuel.

-Certo, Camuel. Caso também deseje contactar-me, posso passar-lhe meu número. - Falei e estendi a mão para pegar seu celular e digitar o número. Ter um cartão para contato seria útil numa hora dessas. Depois disso, achei que seria uma boa chance de conseguir o número da Primigênie também e então falei olhando para ela. - Senhorita Alexis, peço desculpas se lhe incomodei ou aborreci. Espero que possamos deixar esse fato de lado e se possível desenvolvermos futuramente uma amizade. Posso passar-lhe meu número, para mantermos o contato, se assim desejar. - Falei gentilmente.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Qua Mar 23, 2011 4:09 pm

Camuel após entregar seu cartão para Kyle lhe entrega o celular para pegar o numero do seu "novo amigo" "É esta tudso começando a ir como desejava, com o senhor Kyle, mas o principal e conseguir algo com a Alexis ela sim será uma boa conquista como uma "amiga"."

Camuel olhava para Kyle com uma expressão neutra sem demonstrar emoções - Será um prazer te-lo como amigo se me dá a liberdade de chama-lo assim!
Olhava para a outra dama na sala e estranhava a sua "distância" com relação aos demais "O que será que merece tamanha atenção?"
Olhava fixamente para ela tentando identificar através da sua aura o que poderia está acontecendo
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Songette em Qua Mar 23, 2011 9:58 pm

A melancolia tomava conta da primógena. "Mas por que?", a malkaviana pensava. Apesar de outros nuances tomarem conta de sua aura, a cor prata da desolação a dominava completamente. Via que ela estava sendo generosa conversando com os dois homens, enquanto ela observava, mas os últimos comentários de Kyle faziam surgir estrias vermelhas de irritação em sua aura pálida. Aliviou-se ao ver que ele recuava finalmente.

- Ilustre Senhorita Alexis. Por favor, queira perdoar-nos pelo rude incômodo. Saiba que estarei à disposição - ela sentia-se compadecida pela toreadora, abatida pela melancolia que tanto conhecia - Minha mente pode ser como um espelho despedaçado, mas posso ver além das tramas que afligem nossas almas imortais. Nada me agradaria mais do que ver um verdadeiro sorriso em teu belo rosto.

Ela se curva, mas sente-se incomodada com o olhar do outro homem, que parecia querer ver além de sua alma.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Sab Mar 26, 2011 11:48 am

Cena: Réquiem, Kyle e Camuel
Horário: 00h20



O jogo de influência prosseguia, Camuel, político, jogava panos quentes naquela situação. Alexis, por sua vez, não parecia sequer alterada por tudo aquilo – a Primigênie continuava com o lindo sorriso na face, ostentando uma beleza única. O Tremere e Gangrel trocam números, mas Kyle desejava ir além.

- Que isso, Sr. Kyle, não me julgue mal, não existe nada para deixarmos de lado – ela sorriu, sem mostrar os dentes, encarando-o. - Claro – concorda, abrindo a bolsa e retirando um pequeno cartão vermelho. - Tome – estende a mão, entregando o cartão para o Gangrel.

O Tremere foca em Réquiem, tentando ver além. A visão do Feiticeiro se distorce e ele percebe pouca coisa, vê a base da aura como pálida, e só. Camuel fica frustrado.

Réquiem por sua vez, um pouco alheia em tais superficialidades, aproxima-se de Louvain, tocando-lhe em âmbito astral. A Lunática nota que realmente conseguiu encostar-se à Toreadora, principalmente pelo olhar que Alexis direcionou especialmente para ela. Com um meio-sorriso, levemente tímido, a Primógena acenou positivamente com a face.

- Tua ternura me deixa constrangida e admirada, Srta. Réquiem, fico contente pelo teu desejo... Apesar de ser estranho – ela sorriu, acariciando a face da Lunática.

Mas hein?! Camuel e Kyle ficam estáticos, que demonstração súbita de carinho foi esse? Não tinha muita explicação, a não ser que as palavras da Malkaviana significassem algo além.




Cena: Guidim
Horário: 00h20



O fanatismo pelo Deus Morto, Set, beirava ao caos da iluminação. O Setita estava convicto dos próprios ideais, articulando toda a não-vida em prol do objetivo mais importante, reforçar as fileiras do Clã e a ressurreição Dele. Passo a passo. Sanedi ampliava os próprios objetivos. Já no interior do táxi, a conversa com Jones começava.

- Meu nome é Jones, senhor. Fico feliz por requisitar meus serviços, me dando clara preferência. Saiba que estarei sempre disposto, ok? Bom, sobre tua proposta, estou de acordo. Eu escuto muitas coisas aqui, muitas mesmo, senhor. E, como o senhor é um jornalista, acho que eu serei tua fonte, pode confiar – ele deu uma pausa, antes de prosseguir. - Ficarei atento e reportarei ao senhor, de quanto estamos falando? – a indireta sobre valores ficou evidente.

A corrida continuava. Quando estavam próximos do Teatro, Jones voltou a falar, explicando alguns pontos sobre o recinto, na visão dele, claro. Ele pigarreou, chamando a atenção de Guidim.

- Por exemplo... Esse Susan aí que você tá indo. Esse Teatro, senhor, na visão que tenho, virou um palco privativo, sabe? É muito difícil conseguir ingresso, muitas pessoas reclamam que não tem divulgação de venda. Acho que só entra nata aí, eu só vejo pessoas incrivelmente belas aos arredores. Isso é muito inusitado – deu uma risada. - No mais, a Broadway é um lugar onde se acha de tudo. Pronto, chegamos. Espero que não tenha demorado.

Finalmente chegava. Acertava com Jones e caminhava para a entrada. Quando entrou, notou o Teatro fechado. O corredor de acesso estava bloqueado, com um segurança muito bonito trajando terno. Ele, numa espécie de guarita, fala com desdém.

- Estamos fechados para mundanos.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Songette em Sab Mar 26, 2011 3:58 pm

Requiem sente-se, de certa maneira, bem. Gostava de saber que ajudou alguém, receber um elogio sincero.

- A maldição do meu clã me distorce a mente mas apura a minha visão dos fatos. Ilustre Senhorita Louvain, há algo que possa fazer para aplacar a dor em sua alma imortal? Qualquer coisa?

O magnetismo que ela emitia era maravilhoso. Requiem sentia-se completamente devota à ajudar a primógena.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Seg Mar 28, 2011 4:36 pm

Camuel estranhava um pouco a falicidade com que aquele "homem" teve em conseguir algo com a Alexis, mas matinha a sua discrição e apenas observavá os acontecimentos a sua volta, e não conseguia compreender a atitude de Alexis diante das palavras de requiém "O que pode ter levado esa mulher tão alta de sí a ficar desta maneira apenas com poucas palavras dessa outra? Isso é algo que escapa a minha percepção"
- Eu estou por deverás curioso com o que levou o senhor Kyle a ter essa opinião sobre a Principe! Poderia me contar tudo o que sabe? E Alexis eu desejo manter contato com você se não achar que eu estarei sendo deselegante gostaria de passar o meu contato e também ter o seu, se desejar me passar claro
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Ter Mar 29, 2011 4:38 pm

Me desculpar com a Primigênie havia sido mais fácil do que eu pensava. Ela era realmente uma mulher muito graciosa e simpática, totalmente diferente da metida da Blair.

Requiem parecia tentar confortá-la e logo após suas palavras afetivas, ela era acariciada por Alexis. Fiquei surpreso com essa atitude, mas algo me deixou ainda mais surpreso. Ao ver Requiem sendo acariciada, eu percebi que, uma parte de mim, também gostaria de tocá-la. Sentia naquele momento uma mistura de ciúmes e inveja. Mas por que eu sentia aquilo? Eu havia conhecido Requiem ainda esta noite e acabara de desenvolver um laço com ela. Não tinha percebido até aquele momento que havia me interessado tanto por ela. Analisava as duas atentamente, até que Camuel quebra minha concentração com sua pergunta.

-Acho melhor deixarmos esse assunto de lado, Camuel. - Respondi para ele. Não estava afim de levar esse assunto adiante. - Senhorita Alexis, saiba que também pode contar comigo para o que precisar. - Disse olhando para ela, quando ela desviou o olhar de Requiem.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Shirou em Sex Abr 01, 2011 4:25 pm

- Senhorita Lexis e Kyle por favor me dêem licença por um momento preciso fazer uma ligação
Camuel se afastava dos demais por um, breve momento, e ligava para John o seu segurança
ligação escreveu:- John sou eu Camuel, desejo que venha até o Teatrop assim que possivel.
(...)
- Não, não aconteceu nada, é apenas para que quando eu for sair desse lugar você me leve de carro para a Capella.
(...)
- Sim talvez eu precise disso, mas por enquanto é apenas por esse motivo, apenas venha!

Camuel desligava o celular mas antes de voltar a companhia dos demais ele lembra sobre o que Kyle havia feito, a quebra da mascara "Essa é uma boa oportunidade para conseguir certos favores do meu novo "amigo", vou pedir para que ele me acompanhar"
Ele segurava o celular e começava a digitar uma mensagem
"Mensagem":
Senhor Kyle, quero lhe pedir um pequeno favor, acho que não será nada demais para alguém como o senhor e não precisa se preocupar, ninguém além de nós dois saberá sobre isso, e só quero lembra-lo que caso não aceite o meu pedido as coisas podem se complicarem pra o senhor, afinal a Principe Blair não iria gostar de saber da sua opinião sobre ela e nem tão pouco que falou sobre a nossa sociedade diante de uma humana, devo pensar que ela acharia bem interessante não acha? Então o que eu desejo é que o senhor me acompanhe até uma outra sala a qual irei pedir para a senhorita Alexis para utilizar ainda aqui no Teatro para discutirmos alguns assuntos de seu interesse e logo após isso eu terei prazer em esquecer esse fato, se consentir faço um leve aceno com a cabeça possitivamente logo após terminar de ler essa mensagem!

Ele esperava um pouco logo após terminar de enviar e ir se aproximando dos demais com a mesma elegancia e calma demonstradas anteriormente
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por No One em Sex Abr 01, 2011 6:45 pm

Pouco antes da Primigênie responder ao meu comentário, o celular disparou um "bip". Peguei ele para dar uma olhada. Era uma nova mensagem, de Camuel. Qual era a necessidade de mandar uma mensagem estando bem na minha frente? Com certeza não era qualquer coisa. Li rapidamente.

Senhor Kyle, quero lhe pedir um pequeno favor, acho que não será nada demais para alguém como o senhor e não precisa se preocupar, ninguém além de nós dois saberá sobre isso, e só quero lembra-lo que caso não aceite o meu pedido as coisas podem se complicarem pra o senhor, afinal a Principe Blair não iria gostar de saber da sua opinião sobre ela e nem tão pouco que falou sobre a nossa sociedade diante de uma humana, devo pensar que ela acharia bem interessante não acha? Então o que eu desejo é que o senhor me acompanhe até uma outra sala a qual irei pedir para a senhorita Alexis para utilizar ainda aqui no Teatro para discutirmos alguns assuntos de seu interesse e logo após isso eu terei prazer em esquecer esse fato, se consentir faço um leve aceno com a cabeça possitivamente logo após terminar de ler essa mensagem!

Ele está falando sério? O cara realmente pensa que pode me chantagear com essas futilidades? Isso é bem engraçado de se ver... Ele comete o vacilo de trazer uma humana para um teatro cheio de vampiros, interrompe minha conversa com a Primigênie, queria que deixassemos de conversar um assunto importante por causa de sua companheira mortal, e agora está me acusando de ter quebrado a máscara, quando na verdade a culpa foi toda dele. E além disso, eu não falei nada que não fosse verdade sobre a Príncipe, para que ele pudesse usar isso contra mim.

Esse cara é um idiota, mas admito que estou curioso para saber que pedido seria esse. Só por isso, vou aceitar conversar com ele. Mas se ele pensa que pode me manipular, ainda mais através de chantagens, está perdendo seu tempo.

Por fim acenei a cabeça, em resposta a sua mensagem.
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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Tristan Thorn em Sex Abr 01, 2011 10:16 pm

Cena: Réquiem, Kyle e Camuel
Horário: 00h25


O assunto não era mais interessante para Louvain, notando uma atração entre Kyle e Camuel, a Primógena faz um pequeno gesto com a face, anunciando que retirar-se-ia da conversa. Com um olhar convidativo, chamava Réquiem para si. Qual seria a atitude da Lunática?

Camuel sabia que não precisava pedir autorização para utilizar as salas. Entendidos, o Tremere e o Gangrel vão até um recinto privativo. Eles estão num pequeno cômodo, um camarim coletivo, usado para os atores coadjuvantes. O local tem em torno de 6m², um baú de madeira no chão e uma penteadeira na esquerda.


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Re: TEATRO SUSAN WEBER - BROADWAY

Mensagem por Songette em Sab Abr 02, 2011 12:58 am

Requiem segue a primógena. O magnetismo que ela exercia fazia com que a cainita se mexesse sem sequer se dar conta do fato. Sentia...algo bom. A primógena estava sendo tão doce, e a malkaviana se sentia útil. Um sorriso suave surgiu em seu rosto. Não queria se afastar de Kyle, mas não podia abandonar aquela sensação.
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