Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

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Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Jason Pallas em Seg Jul 19, 2010 7:35 pm

Off:

Olá, tudo bom? Sou Pablo Luna, e serei o narrador, durante este ciclo. Espero que seja muito proveitoso, para todos nós. Então, se tiverem sugestões ou dúvidas, podem mandar por MP ou msn: pablo_sccp_luna@hotmail.com

Dias de postagem, Segunda e Quinta.

Vagas encerradas.
3 Camarillas (Lotado - Nixa Romanov / Ângelo / Samuel Dabkhara)
5 Anarquistas / Independentes / Sabás (Lotado - Scarlett Marjorie / The Lady / Steven Le'Blon / Luthier / Joselito)

Então, comecemos.

On:

Prólogo

Manila, Filipinas, 2010

Faz um certo tempo que a professora Myrta Hayyan seguiu o seu mestre, Endres Makke-Cardoso, para compreender coisas que vira muito além de sua sala de aula.

Dessa forma, durante 31 anos, Manila cresceu, na consciência de que estava livre de tudo. Da Guerra Fria, dos americanos e dos espanhóis. Além disso, tornou-se uma força turística, depois da recuperação do país de suas repetidas ocupações. Mas ainda sim muito da influência das ocupações influíram no país asiático. A maioria cristã, as empresas, o modo de desenvolvimento das cidades...

Com tantas características em comum às cidades ocidentais, é natural que Manila seja o ponto de partida para a conquista cainita da Ásia. Já que o número de cataios era irrelevante por ali, diferente de países como Japão e China.

Durante esse desenvolvimento da sociedade cainita, na cidade, que começou com as ocupações da Espanha e dos Estados Unidos, começando há um século atrás, com os adventos da Camarilla, na cidade. E também de um certo número de Sabás e Independentes, que foi dizimado, durante as guerras do país.

Nesses fatores, a Camarilla conseguiu o seu poder, e depois disso, só precisou assegurar, com o punho de ferro do príncipe Ventrue, Alfred Kaiserkoff. Com a queda das últimas resistências Anarch e Sabá, e o desaparecimento do Barão Caitiff Eric Schiel e a morte final do último Bispo Lasombra Martin Levinsky, a Torre de Mármore permaneceu intocada, durante bons anos.

Até agora.

Os maiores historiadores vindos da Camarilla, admitem a queda dos Anarquistas e do Sabá pelo fim da década de 60. Mas não foram auxiliados pelo historiador mais experiente, que era declarado Autarca. Endres Makke-Cardoso, do clã Brujah. Sumiu como várias peças importantes.

Não iria parecer tão estranho o sumiço dele, se de repente, não houvessem boatos de uma palavra, que era discutida em bares, o tempo todo. “Kalayaan”. Liberdade, em tagalo. Para Kaiserkoff, apenas uma revoltinha qualquer de cainitas insatisfeitos.

Por outro lado, há uma crescente onda de movimentos estudantis e sindicalistas, além de desordeiros que destroem algumas posses de gente importante e pessoas descontentes com o governo corrupto local, que se mantém prostrado aos interesses internacionais.

Quanto aos remanescentes contrários à Camarilla, pouquíssimos sabem que Schiel está em algum lugar, ainda preservando sua não-vida. A maioria se esconde em locais de difícil acesso, ou “fingem” aceitar a Camarilla. Mas se quiserem se libertar, talvez a junção de tudo seja a única solução. Nota-se uma leve organização daqueles mais decididos, em bares, cemitérios, ou onde der para se reunir, sem serem visados.

Para a Camarilla, o que fazer para controlar tudo de vez, e rumar em busca da Conquista da Ásia? Para os Anarquistas, Sabás e Independentes... será que eles ainda podem ter algum tipo de esperança?


Importante: Para todos que entrarem no jogo, considerem que são chamados, convocados, por uma mensagem telepática. Cada uma de um jeito, que será citado. Todos terão liberdade de descrever seu refúgio temporário.


Ângelo (leojaco25)

23 de julho

”Venha para Filipinas. Alfred saberá de sua presença e irá chamar-lhe. Suas escolhas definirão o que você realmente é, caro Forasteiro.”

Alfred? De quem se trata? Aliás, por que raios estava em Filipinas? Várias perguntas sem respostas se formavam na cabeça do Gangrel brasileiro. No entanto, já que estava ali, tinha a opção de relaxar, curtir a viagem inesperada e pagar para ver, ou então, passar a noite, e na seguinte, voltar para a sua casa.

Ao andar pela cidade, às 10 da noite, no entanto, via que um homem, de cabelos lisos, e olhos azuis, com barba por fazer, o observava, longamente, naquela avenida que aos poucos se esvaziava, à medida em que o tempo passava, cheia de luzes e empresas fechadas, além de algumas abertas também, 24 horas. Manila parecia não ser tão diferente do resto dos locais em que fora para vida. Coisa impressionante de se destacar, em uma cidade Asiática.

Mais tarde, o rapaz percebia que o homem, de olhos azuis, parava em frente à ele, com uma camisa, e um paletó, alinhados, como se acabasse de sair do trabalho.


????? – Boa noite senhor. Será que poderíamos conversar um pouco?

Se chegasse mais perto, Angelo poderia notar suas pupilas, oblíquas como as de um gato, não circulares.


Marco Deville

23 de julho, Sofitel Phillipine Plaza, Centro de Convenções Internacional das Filipinas

(Off.: Estará livre para descrever toda a sua apresentação, nesta altura, são em volta de 8 e meia da noite para você)

"Vamos ver se tem habilidade para o confronto ou a política, do jeito que tem para tocar seu piano, meu caro Rato de Esgoto Deville. Qual a próxima nota que você me dará? Não desafine."

Era difícil para um Nosferatu manter-se dentro da Máscara. Principalmente atuando como um pianista. E agora, deveria enfrentar mais um desafio, para apresentar em um país que lhe é totalmente estranho. Mas, deveria ir, para espalhar a sua música, e sua arte, para expressar a beleza, através de suas mãos hábeis, a mesma beleza que lhe falta em seu rosto e seu corpo de amaldiçoado. Além disso, as anedotas musicais que eram sopradas em sua mente faziam-lhe perguntar o porque daquilo? Não era só uma apresentação?

Enfim, o pianista estava em seu Camarim, ainda com um convite em cima do sofá, que falava do convite, que lhe foi mandado:


"Caro senhor Deville.

É uma honra, convidá-lo, para meu país e para minha cidade, para dar-nos o prazer de suas notas. Já tive oportunidade de ouvir falar do senhor, de caríssimos colegas artistas, e o tive em excelente conta, segundo eles. Gostaria de convidar-lhe, para o Centro de Convenções das Filipinas, para que tenhamos a honra de ter uma boa conversa.

Até breve.

Amanda Krismann Villanueva"


De repente, o Nosferatu é apresentado para a sua apresentação. Assim que pudesse entrar no palco, poderia ver uma bela moça, com cabelos aloirados, e pele morena, além de um corpo curvilíneo, que de longe, chamava a atenção das pessoas que passavam por ela. Ela estava sentada entre as primeiras fileiras, esperando pelas primeiras notas...


Última edição por Nathalie Lisier Ardène em Sab Jul 31, 2010 1:54 am, editado 4 vez(es)
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Marco Deville em Qua Jul 21, 2010 8:48 pm

Ali estava o excêntrico Nosferatu: dentro de um camarim, olhando o falso reflexo que a máscara produzia no espelho a sua frente como se fosse mais um musicista habitual que se apresentava no Centro de Convenções Internacional das Filipinas ou em qualquer outro lugar do planeta. Mas ele não era.

A aparência horrenda e grotesca, nunca vista por outros seres se não o próprio Nosferatu, se escondia por detrás da máscara e da peruca a fim de evitar constragimentos para o Rato e para todos que estavam para apreciar sua música. Mesmo com essas dificuldades, Marco se detinha a alguma coisa que o chamava mais atenção: aquela voz que outrora ouvira em sua mente, parecia o desafiar para alguma coisa grande que ele não tinha conhecimento, mas que talvez descobrisse ao tardar das noites.

Os problemas eram tantos na cabeça do Nosferatu que ele nem escutara seu nome ser chamado no palco, Ferdinand precisou bater algumas vezes na porta e avisa-lo que o público esperava para que ele seguisse para fora do camarim. Ao passar pela porta Marco deixou que seus problemas se esvaissem pelo aposento que ele tinha habitado segundos atrás, ele estava se concentrando para a apresentação que faria a poucos instantes. Enquanto caminhavam pelo corredor vazio Marco fez questão de perguntar com sua voz calejante se o seu refúgio estava pronto para o amanhecer, o seu carniçal lhe garantiu que o último camarim do andar de cima estava pronto para recepciona-lo com a vinda do Sol, as cópias das chaves do anfiteatro tinham sido conseguidas e a chave do camarim furtada para que ninguém atrapalhasse o sono do Rato, que repousaria em um armário imbutido na parede e escondido atrás de estantes.

Quando finalmente chegaram nas proximidades do palco Marco respirou profundamente, por mais que não necessitasse disso, e entrou saudando a todos que estavam ali para assistir com leves movimentos de suas mãos, enquanto o seu manto esvoaçava suntuosamente com o seu andar. O Nosferatu notou a bela moça de cabelos aloirados que contrastavam com sua pele morena e curvas salientes, sentada logo nas primeiras filas, Marco se sentiu entrigado com aquele beleza, mas estava compenetrado na sua apresentação. Ele se sentou no banco a frente do piano, gostava de sentir aquela tensão pré-apresentação.

"Agora, todos os meus ouvintes escutarão a melhor obra depois de Beethoven."

Por dentro da máscara, a faceta monstruosa sorria enquanto pousava suas mãos, cobertas com luvas para esconder as chagas vindas com o Abraço, sobre o instrumento que tanto admirava. Assim começara o concerto do cainita, uma partitura suave na maioria de seus trechos com alguns momentos estridentes, os dedos do Nosferatu pareciam fazer mágica sobre as teclas do piano. Marco se sentia finalmente em casa desde que chegou nas Filipinas.

O som que era proferido pelo pianista talvez causasse fascínio nos Toreador, ninguém poderia desconsiderar o talento que o Nosferatu tinha, nem mesmo aqueles que se diziam os protetores das artes e 'inimigos' declarados do clã do pianista poderiam negar que Marco era um talento que a muito tempo não se era escutado. A melodia era excêntrica como o dono, mas era algo que atraia os ouvidos.

Marco estava concentrado e tinha se doado completamente para a apresentação de sua obra, a bela morena de cabelos enloirados ainda pairava de leve a sua mente, talvez ele desse uma última olhada nela ao final, e somente ao final de sua apresentação. Há um bom tempo que o Nosferatu entendera que não adianta ser belo se o recipiente não tem serventia.

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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Jason Pallas em Qui Jul 22, 2010 8:39 pm

Aparência do homem desconhecido, para Ângelo:
http://perfectnika.files.wordpress.com/2008/04/jared-leto.jpg

Aparência da mulher da primeira fileira, para Marco:
http://anabeatrizbarrosfan.com/gallery/full/8356/

Aparência de Aletto Black, para Marjorie:
http://static.blogstorage.hi-pi.com/photos/jacobyshaddix.musicblog.com.br/images/gd/1269133191/HISTORIA-DO-JACOBY-SHADDIX.jpg


Ângelo (leojaco25) - Reprise

23 de julho

”Venha para Filipinas. Alfred saberá de sua presença e irá chamar-lhe. Suas escolhas definirão o que você realmente é, caro Forasteiro.”

Alfred? De quem se trata? Aliás, por que raios estava em Filipinas? Várias perguntas sem respostas se formavam na cabeça do Gangrel brasileiro. No entanto, já que estava ali, tinha a opção de relaxar, curtir a viagem inesperada e pagar para ver, ou então, passar a noite, e na seguinte, voltar para a sua casa.

Ao andar pela cidade, às 10 da noite, no entanto, via que um homem, de cabelos lisos, e olhos azuis, com barba por fazer, o observava, longamente, naquela avenida que aos poucos se esvaziava, à medida em que o tempo passava, cheia de luzes e empresas fechadas, além de algumas abertas também, 24 horas. Manila parecia não ser tão diferente do resto dos locais em que fora para vida. Coisa impressionante de se destacar, em uma cidade Asiática.

Mais tarde, o rapaz percebia que o homem, de olhos azuis, parava em frente à ele, com uma camisa, e um paletó, alinhados, como se acabasse de sair do trabalho.


????? – Boa noite senhor. Será que poderíamos conversar um pouco?

Se chegasse mais perto, Angelo poderia notar suas pupilas, oblíquas como as de um gato, não circulares.


Marco Deville

Marco deville rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 7 para destreza + performance que resultou 8, 7, 4, 3, 7, 6 - Total: 3 Sucessos

A música de Marco parecia agradar, até aos ouvidos artísticos mais exigentes. Sinais de aprovação eram vistos pela platéia, que se mantinha atenta à apresentação do Nosferatu. E a mulher, na primeira fileira, observava tudo, calmamente, com um sorriso de canto, nos lábios. De certa forma, parecia acompanhar cada detalhe, daquela apresentação.

O Nosferatu parecia estar em sintonia, com o local, a situação, afinal de contas, suas habilidades foram desenvolvidas, naquele meio, desde os tempos de mortal. E quando não estava tentando fugir da Violação da Máscara, estava fazendo os seus ensaios.

Enfim, tudo seguia às mil maravilhas, até que um homem de terno preto, com aparência humana comum, sussurrava algo no ouvido da mulher daprimeira fileira, que estava ali assistindo. Ela pensava um pouco e se levantava, para verificar o que estava acontecendo. Saía pela porta do auditório, para verificar algo. E logo depois, voltava. Mas, segundos depois, uma grande explosão na grande porta de madeira envernizada, derrubava-a, e deixava alguns objetos mais suscetíveis ao fogo, como decorações feitas de tecido, ao fogo...

Algumas pessoas ficavam assustadas com o acontecido, se recolhendo na sala. Outras, procuravam pelos extintores. Então, a mulher subia ao palco, e tentava tranquilizar todos, falando no microfone.


??????? - Peço a todos que não entrem em pânico. Temos equipes preparadas para conter este tipo de situação.

Aos poucos, alguns homens voltavam com extintores, para neutralizar o fogo, enquanto a mulher, em cima do palco, dava alguns passos, para o pianista, e falava, em tom gracioso.

Amanda - Peço desculpas, meu bom homem. Isso definitivamente não é algo que acontecia com constância. Mas deixe-me apresentar. Amanda Villanueva, administradora do Sofitel Phillipine Plaza. Prazer em conhecê-lo, senhor Deville. Por favor, siga-me. Por motivos de segurança, é bom nos recolhermos.

Assim, Amanda seguia, para dentro, em direção aos camarins, esperando que Marco seguisse-a.


Scarllett Marjorie

23 de julho, Tone Def Music.

"Alguns radicais te julgariam uma aberração, Sereia. Te isolaste por isto ou pela natureza de tua própria Linhagem? Não sei. Mas talvez tenha uma ajuda inesperada. Apenas tenha cuidado com teus contatos. Queres manter-se viva e apagar-se na sociedade, ou queres fazer parte de algo maior, para bem ou para o mal, arcar com as consequências e os riscos, mas ter possibilidade de brilhar, como nunca brilhaste em suas atuações?"

Essa voz na mente sussurrava nos ouvidos da Filha da Cacofonia, de vez em quando, desde que chegara à Manila. Por um convite de um produtor musical de Manilla, que parecia ter se interessado em seu trabalho, marcaram um encontro, para um local, em especial.

"Scarllett,

Fiquei sabendo de seus trabalhos, por meio da Sra. Marjorie, e eu queria avaliar você melhor. Você vai poder conseguir seu tão sonhado sucesso, se merecer.

Venha para a Tone Def, às 10 da noite, para conversar.

Até lá,

Aletto Black."


Assim que se encontrava no local indicado, a menina via as luzes ligadas, num local, que apresentava uma faxada moderna... até mesmo excêntrica. E logo, ela entrava, onde via alguém no balcão da recepção, que esperava, além de alguns outros, espalhados por ali, que pareciam punks, com roupa pesada, e conversavam, olhando para a garota.

Dessa forma, um daqueles punks se aproximava dela, de cabelos arrepiados, e sorria, cruzando os braços.


Aletto: - E aí, menina! É você que é a Scarlett? Beleza, fui eu que te mandei o convite, tudo legal? Então... tá preparada para me mostrar tudo o que sabe? Antes eu queria saber um pouco mais de você, certo?

Ele parecia bem informal, e descontraído, quanto no convite que havia dado, mas se ele era um dos principais caçadores de tlentos de Manila, ele deveria ser bom. Não se podia julgar um livro pela capa.
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Marco Deville em Sex Jul 23, 2010 8:12 pm

Marco tinha se entregado de corpo, mas sem alma talvez, para aquela apresentação. Ele observava pelo canto do olho a felicidade que transparecia pelas pessoas, mas ele também percebeu quando a bela moça da primeira fileira saiu pela grande porta e voltou minutos depois. O Nosferatu estava muito concentrado na sua apresentação quando a explosão chegou aos seus ouvidos e o desconcertou de ímpeto.

O desespero das pessoas chegou a fazer com que Marco sentisse uma leve inspiração, talvez estivesse na hora de uma nova composição, mas logo homens entraram para neutralizar o fogo depois da mulher morena de cabelos enloirados se pronunciar.

"Pelo menos, não tive o desprazer de ser acertado por um tacho de fogo ou coisa parecida"

Marco se levantou do piano e antes que pudesse dar um passo, a mesma mulher se pronunciava, agora, a sua frente. Pedia desculpas e pedia que ele a acompanhasse. O Nosferatu apenas assentiu com a cabeça de mãos com as mãos levemente viradas para direção do camarim. Marco não era de muitas palavras, ele preferia os gestos sutis e os sons produzidos pelos pianos.
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Scarllett Marjorie em Sab Jul 24, 2010 7:50 pm

OFF: Peso desculpas pelo meu atraso (queria ter postado bem antes) mas minha internet tem estado muito instável (estão mexendo na rede) e mesmo fiquei mais de 24 horas sem conseguir acesso. Bom enfim minha postagem. ^^

"Alguns radicais te julgariam uma aberração, Sereia. Te isolaste por isto ou pela natureza de tua própria Linhagem? Não sei. Mas talvez tenha uma ajuda inesperada. Apenas tenha cuidado com teus contatos. Queres manter-se viva e apagar-se na sociedade, ou queres fazer parte de algo maior, para bem ou para o mal, arcar com as conseqüências e os riscos, mas ter possibilidade de brilhar, como nunca brilhaste em suas atuações?"

Não falarei da normalidade, sei estar bem longe dela. Marina (Mentora) alertara-me, éramos poucas. Seres tão "Especiais" mesmo entre outros também "Vampiros", diferentes e consequentemente incompreendidos. Ainda que fosse fácil culpa-los, é tão normal temer o desconhecido (e somos tão diferentes) ... Mas não creio que este seja o caso (ao menos não totalmente) ... Minha Mãe (Marina) alertara-me também quanto ao que seguia-se ao abraço. A musica, minha expressão de arte, ao mesmo que exteriorizarão da alma tornaria-se tão mais profunda ... Mesmo eu, que tanto preparei-me ate tolamente dizer-me "preparada" ... Acabei deparando-me com a imensidão de minha ignorância ... tudo tornara-se tão mais intenso ... como pedir que outros compreendam se mesmo Eu as vezes não o faço? Como descrever algo que não pode ser descrito em simples palavras? Como se transmitir a magnitude que nos sufoca ou o terror da Besta?

A única alternativa era fazê-los sentir também. A musica agora não era mais uma paixão e sim um motivo de existência, a válvula de escape que possibilitava diminuir nosso próprio peso e ao mesmo tempo compartilhar nossa paixão.

"Alguns radicais te julgariam uma aberração, Sereia. Te isolaste por isto ou pela natureza de tua própria Linhagem? Não sei. Mas talvez tenha uma ajuda inesperada. Apenas tenha cuidado com teus contatos. Queres manter-se viva e apagar-se na sociedade, ou queres fazer parte de algo maior, para bem ou para o mal, arcar com as conseqüências e os riscos, mas ter possibilidade de brilhar, como nunca brilhaste em suas atuações?"

Contudo outra coisa vinha perturbando-me com freqüência. Desviando o foco de minha paixão e atiçando minha curiosidade.

"Alguns radicais te julgariam uma aberração, Sereia. Te isolaste por isto ou pela natureza de tua própria Linhagem? Não sei. Mas talvez tenha uma ajuda inesperada. Apenas tenha cuidado com teus contatos. Queres manter-se viva e apagar-se na sociedade, ou queres fazer parte de algo maior, para bem ou para o mal, arcar com as conseqüências e os riscos, mas ter possibilidade de brilhar, como nunca brilhaste em suas atuações?"

A mensagem se repedia e repetia desde que chegara a Manila. Sempre quis vir a Europa nem que fosse só para fazer compras mas não tivera ainda à oportunidade. Admito ter irradiado felicidade quando um convite oportuno unira tanto este desejo adolescente quanto minha paixão pela musica. Ainda que não estivesse exatamente na "melhor" área da Europa para compras, era um sonho de criança, uma aventura e oportunidade. Como ignorar?

Não se ignora. Despedira-me de Minha Senhora e partira tão logo quanto possível. Mas isso era tão estranho. Quem esta falando comigo, como me conhece? Porque esta me dizendo isto? Ter cuidado com quem? Sequer sabia poder confiar no que estavam me dizendo, na verdade diziam tão pouco que traziam mais duvidas do que esclarecimento ... e depois de algum tempo repetiam a mesma mensagem ... Quem é você? Tentava reconhecer a voz, retirar algo novo do que era dito, repetido, repetido ... mas continuava preenchida por duvidas. (Começava a ficar tensa). Estaria ficando louca? Minha mente não mais me pertencia? e mais importante confiar ou não no que me era dito? A falta de respostas em nada diminuía minha ansiedade e não lidava tão bem com esta quanto gostaria. O que esta acontecendo aqui?

Era bem mais do que desagradável estava realmente preocupada (quase paranóica) mais sentar e chorar não resolveria o problema nem me enquadro no perfil de mulheres histéricas. Quem quer que estivesse brincando com minha mente precisaria de muito mais do que isto para me intimidar.

"Scarllett,

Fiquei sabendo de seus trabalhos, por meio da Sra. Marjorie, e eu queria avaliar você melhor. Você vai poder conseguir seu tão sonhado sucesso, se merecer.

Venha para a Tone Def, às 10 da noite, para conversar.

Até lá,

Aletto Black."

Como pedia o bilhete ali estava, afinal era muito mais que um desejo adolescente, cantar era meu sonho, minha paixão e não deixaria o medo me afastar de mim mesma. (Pos não me sentia Eu sem a musica).

O local era um pouco excêntrico mas não desagradável. Alem disso a curiosidade e a expectativa conduziam meus passos enquanto meus pés voltavam a seguir mais livres. (ao menos por enquanto tinha deixado de remoer aquela mensagem, que invadia hora ou outra minha mente).

Lá dentro, logo na entrada. Alguém chama minha atenção (um grupo na verdade) aparentemente punks que conversavam olhando para mim o que me fez sentir-me um pouco deslocada já que não me enquadrava tão bem neste meio (punk). De qualquer forma tento não demonstrar e um deles se aproxima.

Aletto: - E aí, menina! É você que é a Scarlett?

- Boa Noite. O comprimento de forma educada e receptiva. - Sou sim é um prazer conhece-lo. Digo sendo sincera, sempre fui uma pessoa sociável.

Beleza, fui eu que te mandei o convite, tudo legal?

- Aletto, suponho então. Diria sorrindo, - Estou otima, obrigada pelo convite.

Então... tá preparada para me mostrar tudo o que sabe?

- Quando você quiser. Diria com segurança (não prepotência), demonstrando estar animada com a possibilidade.

Antes eu queria saber um pouco mais de você, certo?

- Não vejo problema. Diria sinceramente (não era uma boa mentirosa mesmo). - Vamos nos sentar um pouco então? Se quizer pode ser Perto dos rapazes ou em qualquer lugar. Digo tentando ficar também mais à-vontade mas ainda sendo proficional, não queria ser simplesmente "a conhecida melhor" gostaria que esta fosse uma mão dupla. Que Ele tambem falasse um pouco sobre si. (Na verdade que a conversa continuasse sendo agradavel). - O que gostaria de saber? Ele não era bem o que esperava mas não costumava me prender a preconceitos.
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Jason Pallas em Seg Jul 26, 2010 7:39 pm

Marco Deville

O Nosferatu nem chegou a ter perigo de vida. Mas de qualquer forma, era um alerta, para todos ali, Cainitas ou não. De certa forma, a mulher preferiu sair pelo fundo, pelo corredor dos Camarins, onde tinha uma saída de Emergência, ao fundo. Enquanto andavam, a mulher acompnhava o pianista, sozinha por ali.

Amanda parecia uma mulher refinada, gentil, nascida em berço áureo. E uma exímia amante da cultura, em geral. Marco poderia perceber que o rosto dela, agora, ficava um tanto mais pálido, apesar do rosto continuar impassível, e ainda assim, belo. Enquanto acompanhava o senhor Deville, até o seu camarim, ela apenas o fitava.


Amanda: - Interessante, sua máscara, suas roupas. Parece um bom modo de se manter oculto. - disse, de forma despreocupava, fitando-o, e depois, emendava - Mas enfim. Isto não vem ao caso. Gostaria que viesse comigo, para que alguém, de grande importância em Manilla, conhecesse-o. Tive boas informações sobre o senhor, Deville. A maioria das pessoas que contribuem para o desenvolvimento da sociedade em Manila, em geral, vem de outros países, para oferecer suas experiências, a esta cidade, que está tão recente de suas libertações. Eu, que sou nativa, desta terra, agradeço, por isto. Mas nem sempre as pessoas têm inteligência o suficiente, para entender. Por isto chamamos o senhor. Para ajudar-nos no desenvolvimento de nossa sociedade, por sua música. Se isto não lhe for incômodo, claro.

A mulher sorria de canto, até chegarem, ao camarim de Marco, de volta. Mas algo havia ocorrido. Ao abrir, poderiam ver os objetos revirados, espelhos quebrados, e luzes no quarto funcionando mal, piscando... e a cada piscada, eles poderiam ver o estado do quarto, e na parede, pintada em tinta negra, o seguinte símbolo:


Amanda: - Vamos sair daqui. Agora. Acompanhe-me até meu carro.

Disse para Marco, andando em passos rápidos, para que saíssem, pela porta de Emergência. Sons de urros e gritos eram ouvidos do auditório. Agora a expressão de Amanda era serena, porém séria.

Scarlett Marjorie

Off.: Relaxa ^^ Você tem 3 dias de prazo, entre uma postagem e outra. Meus dias de postagem são sempre Segunda e Quinta feira.

O rapaz sorriu para Marjorie. Apesar de um jeito mal encarado, Aletto parecia ser alguém de bem. Mas logo, Scarlett iria ver que ele era extremamente sincero em suas palavras. Sem muitos rodeios.

Aletto: - Ok, gostei disso! Bonita você, hein? Parabéns. Vamo lá até o Estúdio, então. Lá tem cadeiras, e alguma coisinha legal, para a gente comer.

Aletto rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 8 para percepção + ocultismo (diff aumentada em +1 devido ao rosto de bebê) que resultou 9, 7, 4, 1 - Total: 0 Sucessos

Aletto: - Talvez um suco, refrigerante, chocolate, enfim, você que sabe. E depois, vamo pegar no batente.

Parecia que Aletto não tinha idéia da real natureza de Scarlett. Melhor assim, por enquanto. Então, assim que entravam, a menina via o Estúdio, com tecnologia de ponta, além de uma mesa redonda, com algumas cadeiras, e dois frigobares. Um deles era trancado à cadeado.

Aletto se sentava, à frente dela, e dizia, colocando os pés na mesa.


Aletto: - Então, mina, é o seguinte. A Tone Def veio dos Estados Unidos, diretamente pra cá, para ver o que é que tem de bom por aqui, em Manila. Mas infelizmente, aqui, assim como no mundo todo, tá ocorrendo a praga de um monte de lixos musicais fazendo sucesso. E o pior. Outras gravadoras daqui APOIAM isso. E tá deixando muita gente capaz de fora, cara! Então eu queria saber, antes de tudo, se as tuas músicas têm uma mensagem legal pra passar. Algo com muito mais significado do que "Baby, eu te quero muito, é só você dizer sim", saca? Putz... bons tempos do Sex Pistols que não voltam mais... tipo, quero algo que faça esse povo acordar, entendeu? Essas músicas que estão aparecendo agora, tipo, alienam todo mundo e transforma o povo em uma massa de manobra, dessa midiazinha internacional de merda... foi mal, mas então, você deve ter entendido. Pra mim não adianta só um rostinho bonito se a cabeça não tem conteúdo.

Agora, eu quero saber: você tem conteúdo musical pra me dar?


Aletto gesticulava bastante, para dar uma dimensão às suas idéias, e falava com toda a sinceridade possível, doa a quem doer. Até que o telefone tocava, logo depois que Scarlett respondia. O rapaz dava uma conferida, e fazia um gesto para ela esperar e virava de costas, se distanciando um pouco, em alguns passos, até a parede de cor alaranjada.

Aletto: - Eae, Eric. O que tu manda, cara?

Off.: Por enquanto, a menina pode ouvir um certo ruído embrulhado vindo do celular, quando a linha do outro lado se comunicava com Aletto, graças à Audição Aguçada.
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Scarllett Marjorie em Ter Jul 27, 2010 2:28 am

Tinha afastado a incomoda mensagem de meus pensamentos, não daria credibilidade a alguém que invadira minha mente e sequer se identificara, mas como precaução não confiaria tolamente em ninguém nem me exporia demais ainda que logicamente não estivesse disposta a desistir de minha musica. (Na verdade pretendia fazer isto antes mesmo de ter minha integridade mental violada).

Aletto: - Ok, gostei disso! Bonita você, hein? Parabéns.

Aletto sorria, o que quebrava muito a má impressão e desconforto causado inicialmente, alem disso sentia-me mais à-vontade agora e mesmo também mais segura já que ele não me precionava como pensei que pudesse fazer. - Obrigada retribuía com um sorriso.

Vamo lá até o Estúdio, então. Lá tem cadeiras, e alguma coisinha legal, para a gente comer. Talvez um suco, refrigerante, chocolate, enfim, você que sabe. E depois, vamo pegar no batente.


Estava entusiasmada mas mantinha a compostura, - Vamos sim. o Rapaz também não parecia saber com “o que” estava lidando e achei melhor não clarear sua compreensão. Afinal também não era-me fácil admitir minha própria mudança. (Sou uma Criança da Noite) Ainda me adaptava a esta situação. (Se lá no estúdio me oferecer algo aceitarei um copo de água). OFF: Tenho a vantagem ingerir comida.

Já no estúdio observo o local com surpresa. A tecnologia era notável e um de seus frigobares “interessante”, admito ter ficado curiosa mas achei melhor não perguntar. Não queria mostrar ter interesse em “futilidades” e tentava portar-me da forma mais profissional possível. (Ainda que tenha achado um pouco suspeito). Sento-me compostamente a sua frente demonstrando atenção e concentração.

Aletto: - Então, mina, é o seguinte. A Tone Def veio dos Estados Unidos, diretamente pra cá, para ver o que é que tem de bom por aqui, em Manila. Mas infelizmente, aqui, assim como no mundo todo, tá ocorrendo a praga de um monte de lixos musicais fazendo sucesso. E o pior. Outras gravadoras daqui APOIAM isso. E tá deixando muita gente capaz de fora, cara! Então eu queria saber, antes de tudo, se as tuas músicas têm uma mensagem legal pra passar. Algo com muito mais significado do que "Baby, eu te quero muito, é só você dizer sim", saca?

Afirmo breve e positivamente com minha face, prestando-lhe atenção enquanto continua.

Putz... bons tempos do Sex Pistols que não voltam mais... tipo, quero algo que faça esse povo acordar, entendeu? Essas músicas que estão aparecendo agora, tipo, alienam todo mundo e transforma o povo em uma massa de manobra, dessa midiazinha internacional de merda... foi mal, mas então, você deve ter entendido. Pra mim não adianta só um rostinho bonito se a cabeça não tem conteúdo. Agora, eu quero saber: você tem conteúdo musical pra me dar?

Estava simplesmente adorando esse Rapaz, - Entendo sim, falando com sinceridade vou adorar te surpreender. A musica é a expressão da alma de uma Sereia, fora a minha paixão e apego a ela que fizera-me aceitar o Abraço. acho que vamos nos dar muito bem. nunca enxergaria a musica com leviandade, seria o mesmo que pisar em mim mesma e em tudo que já significou algo na minha vida.

Mal acabo de responder e o telefone toca, ele se afasta então para atender a ligação enquanto me mantenho na cadeira.

Aletto: - Eae, Eric. O que tu manda, cara?

Me recosto mas confortavelmente na cadeira, espero que o mesmo termine sua ligação e apesar de não ser minha intenção ao principio começo a escuta-la. Que som estranho. Parecia alguma coisa embrulhada, o que chama minha atenção.
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por leojaco25 em Ter Jul 27, 2010 4:28 pm

Ângelo olha para o homem à sua frente. Ele não gosta muito de ser seguido, mas não consegue ver o sujeito como uma ameaça. O encara num curto período de tempo, olha para os lados, tentando ver se mais alguém está à espreita, e então pergunta:
Ângelo: Sejamos apresentados, e então podemos conversar. Posso saber seu nome, em primeiro lugar?
Está vestindo uma jaqueta de pano, com uma camisa não muito velha, cabelos não muito bem penteados, como se fosse um jovem rebelde. Veste calças jeans, com pequenos rasgos nas pernas, mas não são ragos rotos, como se a calça fosse velha, mas algo como se tivesse um jeito próprio de se vestir. Calça botas, e está "desarmado", à primeira vista.
Ângelo: Vamos caminhar um pouco.

OFF.: Senhores, desculpe pela demora, e por postar agora, fora do dia específico, mas não percebi que a aventura havia começado. Foi falha minha.
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Jason Pallas em Qui Jul 29, 2010 5:34 pm

Off.: Vamos dar as boas vindas para nossos novos jogadores, phecarvalho (Nixa Romanov), Steven Le’Blon e Beaumont (The Lady) =D



Ângelo (leojaco25)

Off.: Beleza, Ângelo… apenas se lembre de dar uma passada aqui toda segunda e quinta, beleza?

O rapaz olhava para Ângelo, de forma a ser um tanto investigativo.

Algoz mitchell rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 7 para percepção + ocultismo que resultou 4, 4, 6, 9, 2, 9 - Total: 2 Sucessos + 1 FDV = 3 Sucessos


Mitchell: - Muito bem, senhor. Meu nome é Mitchell. Acredito que sejas aquele de quem recebi informações.

Dessa feita, o rapaz caminhava, olhando o brasileiro, que à primeira vista, poderia ser confundido com um Anarch qualquer. Se estivesse desavisado, Mitchell usaria as suas armas. Mas não estava. Enfim, o rapaz caminhava, em direção às Empresas Grantie, num local um pouco mais isolado no centro.

Mitchell: - Devo me apresentar melhor. Sou algoz da Camarilla, do clã Gangrel. E presumo que sejas um irmão de clã. Na verdade, tivemos informações sobre o senhor. Afinal de contas, o Príncipe quis convocar aqueles que se mostram mais capazes. Acho que por isto, estás aqui, em Manila.

Ele seguia, olhando para os lados, e nas vitrines da TV, onde podiam ver uma grande explosão num local chamado Sofitel Phillipine Plaza. Pelo que parecia, tinham muitos mortos por ali.

Mitchell: - Por estas e outras, precisamos de gente como você, meu caro.

Disse Mitchell, apontando para o noticiário, enquanto andavam por alguns minutos, até um grande edifício, com parque industrial pesado. À primeira vista, parecia uma empresa de automóveis populares.

Mitchell: - Venha comigo.

Disse o rapaz, em direção à Ângelo, entrando pela porta principal.


Marco Deville

(Off.: O jogador decidiu desistir deste personagem. Então, consideremos que Marco Deville chegou à sua Morte Final. O jogador em questão, assumirá agora Samuel Dabkhara, Tremere.)

Amanda sumia da visão de Marco, dando uma forte pancada, com seu punho, destruindo a saída de Emergência, para que saísse o mais rápido possível dali. Mas Marco acabara ficando... e ouvindo uma palavra aterradora vinda do auditório.

??????: - BOMBA!!!

Marco ouviu. Mas quando tentava fugir, até a saída, era tarde demais. A bomba potente tinha tomado conta de todo o perímetro do Centro de Convenções, e os abalos da Bomba, podem ser sentidos por todo o Sofitel Plaza.

Esta foi a última nota do pianista Nosferatu.


”O mundo da música pode ser agradável, mas o da política, é cruel. Adeus, caro Nosferatu. Nem tive a chance de ouvir de sua melodia. Uma pena.”


Scarllett Marjorie

Scarllett começava a ouvir alguma coisa estranha, no telefone, enquanto Aletto se afastava e falava mais baixo.

Scarlett rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 5 para percepção + empatia que resultou 9, 7, 5, 10, 8, 7, 3 - Total: 6 Sucessos

Logo, com um pouco mais de atenção, a menina podia ouvir o outro interlocutor, perfeitamente, como se estivesse no lugar de Aletto, com sua audição. Ouvia a conversa de maneira completa.

Eric: - Aletto, meu velho! Tem alguém aí, com você? Cuidado pra não deixar escapar porra nenhuma!

Aletto: - Relaxa, cara.

Eric: - Então, velho, quando você ver a Myrta por aí, diga que a primeira parte do plano foi completa. Detonamos com o Centro de Convenções da Primigenie Brujah, HAHA! Eu queria ver a cara daquela traidora da Amanda.

Aletto: - É, velho, muito bom... eles tiveram o que mereceram.

Eric: - Cara, 31 anos, sabe o que é isso? Com a Camarilla de merda ferrando com a gente. Mas agora, a gente ta se fortalecendo, com a formação de nosso bando. E eu acho que tá na hora perfeita de voltar a me apresentar.

Aletto: - Você tá ligado que Endres não ia concordar com isso, né?

Eric: - É, sim, ele disse que eu tinha que esperar pra não ferrar tudo. Tô esperando, aqui, de boa. Mas eu sei que a hora ta chegando, para a gente acabar com esses filhos da puta. Mal vejo a hora.

Aletto: -Tô entendendo, cara. Não sei muito ainda do mundo de vocês, mas podem contar comigo para o que precisar. Se é para acabar com essa putaria dessas mídias manipuladoras que têm por aí, eu to dentro.

Eric: - Um dia tu vai saber melhor, cara. A gente ta precisando de cada vez mais gente, para a gente conseguir chegar à nossa tão sonhada Kalayaan, nossa liberdade. Liberdade pra todos os cainitas, sem a opressão da Torre de Mármore, que derrubaram a nossa Anarquia uma vez. E eu acredito que tu vai ter que ser bem mais do que um carniçal, para fazer força efetiva contra a Camarilla de Kaiserkoff. Se um dia tu virar cainita, tu vai ver que o negócio é muito mais sujo do que imagina.

Aletto: - Prometo que eu vou pensar nisso, Eric. Agora venha pra cá o mais rápido possível, para tu se refugiar por aqui. Por que depois disso, as buscas por você vão voltar, beleza?

Eric: - Beleza, velho. A gente vai te trazer umas bolsas de sangue pra tu se manter, por aí, por pelo menos, um mês. Vamos passar por aquele banco conhecido. Então, a gente se vê mais tarde. 11 horas, devo estar por aí. Espero encontrar a Myrta pelo caminho, se ela não chegar antes de mim, por aí.

Aletto: - Ok, mano. Falou.


Dessa forma, a menina ouviu toda aquela conversa, de forma a analisar tudo. Então, sabia que agora, Aletto era um Carniçal. E que parecia estar do lado dos Anarquistas da cidade, contra a Camarilla. E que a Tone Def, além de um Estúdio Musical, parecia ter outra serventia, de reunião para os revolucionários cainitas. Como Scarllett reagiria à tudo isso?

Assim, Aletto voltava de onde estava, e sorria para a garota, pegando água e um pouco de chocolate para ela, colocando na mesa.


Aletto: - Foi mal, mina... um amigo meu ligou para mim, e tive que acertr uns negócios... mas e aí, o que tu acha de começar? Água faz bem para as cordas vocais.


Nixa Romanov & Samuel Dabkhara

23 de julho. Aeroporto de Manila.

Off.: Aparência de Hans Maiworm:
http://www.ontaponline.com/photos/42009//Headshot_lajoie1.gif

”Hora de provar o seu valor, Sangue-Azul. O quanto você tem controle, diante de uma ordem que parece firme, mas aos poucos se desfragmenta. Será que iria preferir a desordem ou a reconstituição?”

”Feiticeiros... nunca foram muito dados às mesmas paixões arrebatadoras de Lunáticos, Ralés ou Forasteiros. Talvez por isso, provavelmente estão em crescimento, em relação aos colegas cainitas. Mas a sua bênção pode ser sua maldição... cuidado. Jogue as cartas certas pelos ideais que você defende. E cuidado com os falsos amigos, coisas muito comuns para sua Linhagem.”


Nixa e Samuel foram escolhidos pela Camarilla, para auxiliar o Príncipe de Manila, Alfred Kaiserkoff, em uma missão mundial de importância: a manutenção do poder da Camarilla em Filipinas e a conquista rumo à toda a Ásia, contra os Cataios. Um objetivo realmente desafiador.

Samuel procurava por conhecimento. Nixa por prestígio. E como duas pessoas diferentes que eram, cada um recebeu uma mensagem, em sua mente. Mas ambos estavam no mesmo jato particular, de New York para Manila. Foi assim, que eles passaram, para chegarem por ali, às 9:45 da noite.

Logo, o avião de Nixa e Samuel pousava, e poderiam passar pelo saguão do aeroporto, onde um homem, com umas roupas, um tanto excêntricas (supositório verde, por cima de uma camisa preta, segurando calças verdes) e um chapéu típico de alemães da Bavária, segurava placas com os nomes de ambos (considerem Aparência 1). Ao se aproximarem, o homem diria.


Hans: - Hihihihihi! Pensei que nunca mais chegariam. O Jack também, hihi! – disse ele, apontando para o lado, onde não tinha nada – Meu nome é Hans Maiworm. Sou comediante aqui, hahaha! Então, vamos, parceirinhos?

Logo, o comediante levava eles, para fora do local, pedindo para que o seguissem, até seu carro popular.

Hans: - Acredito que não seja muito bom pra vocês... mas é melhor que andar de ônibus, né? Hihihihi! Iremos falar com o manda-chuva daqui!

Hans esperava que ambos entrassem no carro ou lhe fizessem perguntas.


The Lady

23 de julho. Palm Plaza Hotel.

”Bem vinda a Manila, cara Lunática. Espero que entendas logo a dimensão do problema neste lugar. Sua voz fascina a muitos, mas será que é capaz de ser tocante, na alma daqueles que realmente necessitam de uma mensagem importante, para o bem ou para o mal? Só você pode nos falar.”

Ali estava ela. Glamurosa, querida, excêntrica, rica e muito bem sucedida. The Lady. Uma das cantoras de maior sucesso mundial. Ela saía da limusine, num tapete vermelho, para entrar no saguão do Palm Plaza, fazer alguns autógrafos, por uma hora, para depois, ir para o seu show, que seria no Sofitel Plaza.

Eram 9 da noite, naquele momento.

Os fãs gritavam por ela, enquanto os seguranças isolavam o caminho do tapete. Logo, a Malkaviana entrava por ali, e assentava-se, em uma cadeira e mesa de acrílico, enquanto a fila era formada.

Passava-se um tempo, até se aproximar das 10 da noite. Na fila, para conseguir um autógrafo da The Lady, aparecia uma moça, tão graciosa quanto a mesma, mas com um jeito de estudiosa, diferente de cantora. Parecia um tanto pálida também. Um tanto pálida, ela se encostava, e colocava um dos CD’s de The Lady, em cima da mesa dela.


Myrta: - Gostaria de um autógrafo, senhorita. É um prazer estar aqui e conhece-la. O meu nome é Myrta Hayyan.


Steven Le’Blon

Off.: Imagem de Vicenzo Giovanni.
http://3.bp.blogspot.com/_GxlgvQ-i0so/SlTajx-hkYI/AAAAAAAACGc/BC5U556XmdI/s400/milo-ventimiglia.jpg

23 de julho, St. Luke's Medical Centre

”Necromântico, bem sabemos que sua linhagem priorizou sua liberdade. Mas sabe-se também que a mesma tem certos contatos com a Camarilla. Se tivesse de escolher... o que escolheria? Pois então, prepare-se. Pelo menos aqui em Manila, você terá de escolher."


Manila definitivamente não era um dos cantos mais hospitaleiros para um Giovanni ficar. Mas Steven fora para o local, para a ajuda na cura de um novo tipo de doença, que parecia estar assolando os humanos, a chamada Influenza H1N1. Ou para os mais leigos, Gripe Suína. Médicos de todo mundo foram convocados para o Arquipélago. Além disso, fora recomendado pelos Giovanni a resgatar seus pouquíssimos irmãos de clã, que se mantém vivos na capital das Filipinas.

Dessa forma, já instalado em Manila, e dentro do hospital, às 10:30 da noite, ele pôde ver os noticiários locais.

- The Lady, famosa cantora pop mundial, fez uma noite de autógrafos com os seus fãs.

- O Centro de Convenções Internacional de Filipinas foi destruído por uma bomba, deixando 84 mortos, e 43 desaparecidos, entre estes, o pianista Marco Deville, e a administradora do Sofitel Plaza Amanda Villanueva.

Desta forma, um outro médico que chegou do seu lado, e que sabia da procedência de Steven (um médico enviado assim como ele, considerem que estavam na mesma viagem), tocou-lhe no ombro.


Vicenzo: - É, fratello. Parece que nada mais vai ser como antes por aqui.

Vicenzo rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 7 para percepção + ocultismo que resultou 10, 7, 9, 3, 8, 8, 6, 6 - Total: 5 Sucessos

Disse o rapaz, com feições claramente italianas, que antes, caminhava pelo hospital.

Vicenzo: - Não precisa se assustar, quanto à isso. Talvez até mude para melhor. Alguns tem de abandonar suas existências, pois cumpriram sua missão... e deixar que outros cumpram as deles. Prazer, Vicenzo Rosselini Giovanni.


Última edição por Nathalie Lisier Ardène em Sex Jul 30, 2010 2:23 am, editado 1 vez(es)
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por @nDRoid[94] em Qui Jul 29, 2010 8:43 pm

O vôo de New York tinha sido calmo, o tal Ventrue que viera do lado do feiticeiro aparentemente não queria papo, o que facilitou para Samuel. Ele ficou lembrando a mensagem que ecoou em sua mente durante sua vinda a Manila, aquilo intrigava o Tremere e ele gostava disso.

Quando o jato fretado pousou e ele puderam descer, o Tremere pegou sua maleta com seus objetos e vestimentas e seguiu com Nixa para o saguão, onde um homem esperava por eles com placas com seus nomes.

- Pelo menos, não precisaremos esperar. Gosto da competência desse Principado. Não achas a mesma coisa, senhor Romanov?

Independente da resposta, Samuel continuou o trajeto até aquele homem excêntrico. E que roupas eram aquelas? Estavam no Carnaval e o Tremere tinha esquecido da data?! O feiticeiro não sabia, mas quando ouviu o homem falar se deu conta que estava na frente, talvez, de mais Lunático. Samuel apenas o cumprimentou:

- É um prazer conhecê-lo Hans... e Jack. Meu nome é Samuel Dabkhara, à disposição do seu Príncipe

" É melhor não contrariar esses Lunáticos"

O Tremere estendeu a mão para que Hans a apertasse. Após as apresentações, ele seguiu seu afitrião para o carro popular, o Tremere não achava aquilo ruim pois o Oriente Médio lhe ensinara uma filosofia um pouco diferenciada. Ele entrou no carro após o comentário de Hans e esperou que o Ventrue fizesse o mesmo para que ambos seguisse rumo ao encontro do Príncipe.
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por leojaco25 em Sex Jul 30, 2010 8:24 am

Ângelo olha seu interlucutor meio desconfiado. Evita parecer meio desconfortável, pois não gosta muito de ser observado. Começa a seguir o rapaz, sempre atento ao que ocorre ao seu redor.

Mitchell: - Muito bem, senhor. Meu nome é Mitchell. Acredito que sejas aquele de quem recebi informações.

Ângelo: Ângelo Alencar. Muito bem, Mitchell, espero que as informações sejam boas.

Mitchell: - Devo me apresentar melhor. Sou algoz da Camarilla, do clã Gangrel. E presumo que sejas um irmão de clã. Na verdade, tivemos informações sobre o senhor. Afinal de contas, o Príncipe quis convocar aqueles que se mostram mais capazes. Acho que por isto, estás aqui, em Manila.

Ângelo: Hmmm. Um irmão de clã, então. Bom, o que está acontecendo por aqui? Estas imagens... preciso me atualizar melhor. É algum tipo de ataque terrorista? Mas o que nós, Vampiros, temos haver com isso?

Mitchell: - Por estas e outras, precisamos de gente como você, meu caro.

Ângelo: Espero, então, que eu possa ser útil, e consiga ajudar em algo. Afinal, como membros da mesma família, devemos sempre ajudar um ao outro. Pena que existam tanto de nós que pensem o contrário, preferindo destruir em pouco tempo o que levou séculos para se construir.

Ângelo se referia aos membros do Sabá, e não conseguia entender por que esses membros voltaram as costas para os princípios do clã, já que o que conhece sobre a vida vampírica é o que aprendeu com seu antigo senhor, seu primeiro amigo, e o vampiro em quem mais confia atualmente. "Seria bom se Marcelus estivesse aqui também", ele pensou.

Ângelo entra no edifício, sempre seguindo Mitchell.
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Beaumont em Sex Jul 30, 2010 8:49 am

Off: O Player Joselito quer ocupar a ultima Vaga Sabá . Com sua La sombra , ele é um bom player e é responsavel ^^
estarei fazendo minha ação logo desculpe ^^

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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por phecarvalho em Sex Jul 30, 2010 5:12 pm

[OFF] Primeiramente quero agradecer a acolhida^^...agora vamos ao jogo:

Nixa entrou em Manilla como uma resposta da camarilla ao pedido de ajuda do príncipe local ou como um membro influente que vai pra lá pra resolver a situação? se for a segunda opção quais são os poderes dele perante o príncipe?...farei um post bem neutro pois ainda não sei como q se deu a convocação de nixa...se foi como ajudante ou não...^^ Note que mesmo que seja auxílio pode ser que a Camarilla tenha outras intenções ao mandar um Ancião pra uma região dessas, além de ajudá-lo.
Meu rebanho veio comigo,virá ou eu vou ter q me virar por ai mesmo?
Os Ventrues fizeram algum pedido especial? eu tenho alguma missão que o Clã me pediu além da dada pela Camarilla?[OFF]



Nixa se encontra no jato indo para Manilla...o que será q a Camarilla está querendo me enviando pra tal lugar?...de qualquer jeito será uma boa hora pra mostrar minha capacidade...e adquirir mais prestígio...afinal me preocupo de mais com minhas empresas e deixei a Seita um pouco de lado nos últimos meses..graças a Caim, que pude me dar férias para cuidar desse assunto...Aquela Frase ecoava em sua cabeça...

”Hora de provar o seu valor, Sangue-Azul. O quanto você tem controle, diante de uma ordem que parece firme, mas aos poucos se desfragmenta. Será que iria preferir a desordem ou a reconstituição?”

No Aeroporto:
Nixa:- V kontse kontsov(finalmente)!!..uma cara de tédio misturado com irritabilidade por ter demorado tanto o vôo figura o Ventrue, que não era acostumado a ter de esperar por nada...

Samuel ao ver o homem com uma placa...olha pra Nicolau e complementa...

Samuel:
- Pelo menos, não precisaremos esperar. Gosto da competência desse Principado. Não achas a mesma coisa, senhor Romanov?

Nixa:- My uvidim(Veremos) como está a situação aqui...não é atoa que a Camarilla nos enviou Sr.Samuel

Nixa olhando o Homem a uma pequena distância... ativa presença 1 Fascínio..ele queria ser o melhor recebido q pudesse...e sabia que uma boa presença é sempre muito bem vinda...além disso...facilitaria para ele tomar informações daquele senhor um tanto quanto peculiar...se ele estivesse submetido a presença..afinal Nixa não entraria em um carro só porque o homem estava com uma placa e seu nome...

Hans: - Hihihihihi! Pensei que nunca mais chegariam. O Jack também, hihi! – disse ele, apontando para o lado, onde não tinha nada – Meu nome é Hans Maiworm. Sou comediante aqui, hahaha! Então, vamos, parceirinhos?

Nixa:- Prazer Sr. Hans, acredito que sabe porque viemos não?...Nixa falara com Hans apenas para ter o efeito desejado do fascínio...já que não costumava falar com subalternos...Ele caminhava junto com Samuel e Hans até o carro...

Quando o Sangue azul olha o carro..Mater-ublyudok...não tinha nenhum carro mais adequado para meu Status?...pff...melhor que nada....

Hans: - Acredito que não seja muito bom pra vocês... mas é melhor que andar de ônibus, né? Hihihihi! Iremos falar com o manda-chuva daqui!

Hans esperava que ambos entrassem no carro ou lhe fizessem perguntas.

Nixa:- Sr. Hans...tentando chamando a atenção deleMe diga... quem lhe enviou aqui para nos apanhar?(dominação 2 Transe ) Fale a verdade...

Caso a resposta se confirme com o nome de Alfred Kaiserkoff Nixa entraria no carro...era um homem acostumado com a não vida... sabia q não podia confiar em qualquer um que risse a ele...principalmente em alguém que nem conhecia..já que até com os conhecidos devia-se tomar muito cuidado...
Caso o nome seja outro... Nixa usa Dominação1 manda-o parar e o leva para um canto hermo do aeroporto para poder interrogá-lo...
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Beaumont em Sab Jul 31, 2010 8:04 am

Eram 9 da noite em um cenario tipico e habitual para a malkaviana de fama absoluta . Talvez ela nunca tivesse imaginado que iria chegar tão longe ... Não talvez ela soubesse sim , aquele olhar sinico e com uma certa fonte de felicidade ao degustar da situação dava a ela um simples motivo de se ela pudesse faria tudo o que fez no passado , até chegar aonde chegou .

The Lady : - Eles querem meu , meu tudo , o toque da minha mão , querem tudo de mim , isso não é demais ?!

Esbraguejava algumas frases por alto no tempo em que ainda se mantinha no carro , observava o lado de fora , todas aqueals pessoas e de fato ela estava certa , fariam qualquer coisa para ter um minimo do pedacinho da Diva Malkaviana . Se enrrolavam se empurravam , se empressavam . Tudo por alguem que nem ao menos conheciam por completo . The Lady saia esbanjando seu carisma unico , uma forma excentrica de demonstrar afeto aos seus seguidores , caminhava como se estivesse em uma passarela improvisada posando de fotos sensuais e olhares fetichistas para as fotos do publico retirada .

Tha Lady : - Para Myrta Hayyan de The Lady com amor .... J'veux mon amour ? Filha do meu pai ? Minha irmã???

Seus olhos se fixavam aos da garota sem expressar qualquer sentimento , uma simples maneira de perguntar sem palavras se era só aquilo que ela queria . Na verdade The Lady não havia perguntado , mas tambem não havia simplesmente ignorado a presença da garota . segurava sua mão sem tornar a proferir palavras de sua boca . Entregavalhe o CD que estava exatamente com as mesmas palavras que havia ditado segundos atras , se tinha um significado ou não o futuro iria responder .

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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Scarllett Marjorie em Dom Ago 01, 2010 4:01 am

OFF: Bem vindos. ^^

ON:

(Cruzo as pernas me reclinando na cadeira enquanto finjo desinteresse). Me sinto uma criança ouvindo atrás da porta. Não era um belo gesto mas não queria refrear minha curiosidade, Aletto ter se afastado para atender e o ruído não familiar na ligação fora um gatilho a minha atenção e com um pouco de esforço (bem pouco na verdade) me incluía como ouvinte.

Escutando o dialogo

Eric. Pelo que escutei quem quer que fosse era encrenca ... Meu Deus ... eles detonaram algum Elisio? Como assim detonaram? Isso é em sentido literal?

Parece ser... e se fosse mesmo quantos inocentes teriam se ferido para passar a “mensagem”? Essa "Amanda" que pra piorar ainda era a Primigenie Brujah (e se agisse como a maioria) dificilmente reagiria bem Ninguém reage bem a isso. ... Quantos teriam ficado para trás ou sido sacrificados para passar um recado? Quantos mais se feririam na “resposta” a este recado? (Porque recorrer a violência? Tinham tantas outras formas de se passar uma mensagem ... Musicas podiam marcar profundamente uma alma, mas eram muito mais humanas ... não causavam tanta dor nem feriam inocentes). Escolheram a forma errada, quantos por causa de alguns... Era lamentável.

Myrta. Obviamente uma de suas aliadas, alguém envolvida. Ainda que a seu respeito soubesse apenas o nome. Ela é importante? Ainda não sabia dizer, na verdade era tudo muito novo para mim. Primeira parte completa ... quantas partes são ao total? Quantos lugares seriam atacados? Eles estavam mais fortes como este Eric dizia estarem? O quanto pior os “ataques” se tornariam?

Aletto me surpreendia denovo, era inclusive um carniçal com altas atribuições e parecia ser mais inteligente que este Eric. Pelo progredir das coisas pode logo tornar-se um Cainita e já não parecem ser poucos. Quantos Membros estariam nesse movimento? Endres. Este parecia ser importante, gozava do respeito tanto de Aletto quanto de Eric. (Eles o Ouviam). Talvez um líder não sei.

Kalayaan ... uma denominação estranha para liberdade Mas quem é Kaiserkoff? como assim a Camarilla dele? Deve ter um posto de importância. nossa porque fui me colocar no meio disso tudo? realmente não devia ter começado a escutar.

Me lembro da mensagem que vez ou outra vinha a minha mente. Realmente deveria ter tido mais cuidado com meus “contatos”. agora já estava aqui, já sabia o que não deveria saber ... Melhor decidir como agir. De preferência enquanto ainda tinha alguma vantagem. (Aletto obviamente não tinha idéia que sabia, ele sequer percebera-me como uma Cainita). Agora sei onde este “Eric” vai estar e ate em que horário, alem disso esta “Myrta” pode também estar aqui mais tarde. Alem de todo o resto escutado, tudo tão comprometedor ... importante. Droga, agora você já sabe. Pense no que fazer. E pense direito.

O sensato seria ao menos não me envolver, se ficar na Tone Def acabarei sendo arrastada pra isso. Se me afastasse agora e não informasse o que descobri a Camarilla conseguiria uma posição neutra nisso, se os delatasse certamente conseguiria alguma coisa da Camarilla mas nunca tive esse tipo de pretensão. Que os venenosos me desculpem mas algumas pessoas não querem “subir pisando nos outros”. A formas mais difíceis mas bem mais nobres de alcançar o topo. Alem disso a política nunca me atraiu em vida, não começaria a faze-lo agora na morte.

Mas independente do lado ou ação que tomasse os mortais pareciam ser, e continuariam sendo os mais prejudicados. Não seja idiota, sua segurança primeiro. Também corria perigo e não queria nem estava disposta a me ferir. (Estava tensa).

Se a anarquia se resumisse a um grupo Explodindo o que não gosta, teria tido uma imensa decepção, (Sorriso sutil e nervoso) Se Marina estivesse aqui ... Como os conselhos dela seriam bem vindos agora. Talvez o melhor seja arrumar algum problema contratual, dificultar qualquer acordo e deixar a cidade. Não queria isto para mim, não conseguia me ver como uma “terrorista” e se não conseguisse fazer nada para impedir queria ao menos poupar-me de ver os danos pela minha omissão. Sou tão covarde. Na verdade não queria me torturar olhando. (O sofrimento alheio não me trazia prazer algum e em uma “Guerra” perdas são inevitáveis).

Porque ela me recomendou para alguém como Aletto? Marina não queria o meu mal, era inconcebível que minha própria Mãe quisesse me matar então por quê? Talvez se eu ... não é idiotice. Me expor prematuramente seria loucura. Confiava no julgamento de Marina e bem deveria haver um “porque” para a indicação, algum motivo para que Eu mesma estivesse aqui mas ainda era sedo demais e não tinha segurança suficiente para arriscar. Vou ficar mais atenta agora. Eles podiam acabar me “detonando” também, precisava de alguma garantia. (Suspiro pesadamente) parecia uma menininha tendo suas fantasias quebradas pela realidade. “Papai Noel não existe” ou mais correto neste caso “Os anarquistas não são mocinhos”. É melhor ser cautelosa agora. (Olho para Aletto e embora o mesmo não esteja me vendo demonstro decepção). O primeiro anarquista que conheço não era bem o que esperava. O carniçal parecia ser um apoio importante mas não estar na causa pelo ideal da mesma em si. Na verdade sua “luta” parecia ser mas exclusiva aos meios de mídia, a manipulação das massas.

É bem verdade que não sou um poço de instrução e pouco sei sobre a noite, mas pelo que Minha Senhora comentara havia entendido a disputa Anarquia / Camarilla como uma espécie de “republica” contra a “monarquia”. Sinceramente a Anarquia me atraia muito mais do que a Camarilla mas os métodos do grupo local me levaram a repensar esta “republica”. Não tenho uma visão utópica das coisas mas não sou dada a violência e também não pensei que a “republica” o fosse. Ainda que a igualdade e liberdade atraíssem-me como poucas coisas não via estar dentro do movimento anarquista como um requisito obrigatório para poder pensar dessa forma. Se a Anarquia me decepcionasse ainda assim manteria meus ideais. Ideais que pensei serem comuns também a anarquia.

Mas estes não mostravam ideais e sim serem perigosos. Os fins não justificam os meios, ao menos não pra mim. (Estava decepcionada mas ao ver a intenção de voltar de Aletto corrijo minha postura, continuando a disfarçar ter escutado sua conversa). O mundo é neutro as pessoas que o fazem cruel. (Penso amargamente). Não sabia se valia a pena me arriscar e de maneira nenhuma agradava-me fazer o mesmo. A anarquia estava me decepcionando como a Camarilla já havia feito a pouco tempo atrás. (desmotivada) Continuar neutra parece-me melhor. Aonde estava continuaria a observar o Movimento anarquista, ver se realmente me decepcionavam por completo. (Na verdade tinha esperanças em um “porque” para estas ações mais extremas). Vou observar ate entender melhor o que devo fazer.

A conversa termina.

Droga! Eu só quero cantar. Isso devia ser simples! Porque tudo ficou tão mais complicado? (Nessas horas gostaria de voltar ao coral da Igreja Santa Maria, era tudo tão mais fácil quando se é uma criança ... tudo complicava tanto quando se crescia e ... e tudo parecia apodrecer ao nosso redor quando se é um Membro).

Aletto: - Foi mal, mina... um amigo meu ligou para mim, e tive que acertar uns negócios... mas e aí, o que tu acha de começar? Água faz bem para as cordas vocais.


Coragem. Só deveria permanecer firme e não “dar bandeira”, estando aqui viria a descobrir, com o tempo saberia que lado escolher. Agora cante. - Uma ótima idéia. Sorrio sutilmente e vou me levantando da cadeira devagar. O que vou cantar? a musica que tinha ensaiado parecia um tanto quanto inadequada agora, Não conseguirei cantar a canção que preparei. esperava que o movimento anarquista fosse muito alem desse “Sabá disfarçado”, mas não era hora para repensar o que tinha ouvido. Ela não seria plena, portanto cantarei algo no qual minhas emoções não vacilem. por mais turbulentos que fossem meus pensamentos, minhas emoções eram sempre precisas. Cantando Dante´s Prayer, uma das musicas que cantava para Minha Senhora e conduzindo meus pensamentos a Marina, conseguiria esquecer o que ouvi e me desligar do resto. Me entregar plenamente e transmitir o límpido sentimento que sentia por ela.

começo a Cantar.


Letra
Spoiler:
(Dante's Prayer)
When the dark wood fell before me
And all the paths were overgrown
When the priests of pride say there is no other way
I tilled the sorrows of stone

I did not believe because I could not see
Though you came to me in the night
When the dawn seemed forever lost
You showed me your love in the light of the stars

Cast your eyes on the ocean
Cast your soul to the sea
When the dark night seems endless
Please remember me

Then the mountain rose before me
By the deep well of desire
From the fountain of forgiveness
Beyond the ice and fire

Cast your eyes on the ocean
Cast your soul to the sea
When the dark night seems endless
Please remember me

Though we share this humble path, alone
How fragile is the heart
Oh give these clay feet wings to fly
To touch the face of the stars

Breathe life into this feeble heart
Lift this mortal veil of fear
Take these crumbled hopes, etched with tears
We'll rise above these earthly cares

Cast your eyes on the ocean
Cast your soul to the sea
When the dark night seems endless
Please remember me
Please remember me

Tradução
Spoiler:
(Oração de Dante)
Quando a floresta escura caiu diante de mim
E todos os caminhos estavam encobertos
Quando padres do orgulho dizem não haver outro caminho
Eu cultivo a tristeza de pedra

Eu não acreditei porque não podia ver
Embora você tenha vindo a mim durante a noite
Quando a aurora parecia para sempre perdida
Você mostrou-me o seu amor na luz das estrelas

Lance seus olhos no oceano
Lance sua alma para o mar
Quando a escura noite parece sem fim
Por favor, lembre-se de mim

Então a montanha elevou-se diante de mim
Pelo vão profundo de desejo
Da fonte de perdão
Além do gelo e do fogo

Lance seus olhos no oceano
Lance sua alma para o mar
Quando a escura noite parece sem fim
Por favor, lembre-se de mim

Embora nós partilhemos este humilde caminho, sozinhos
Quão frágil é o coração
Oh! Dê a estes pés de barro asas para voar
Para tocar a face das estrelas

respire vida dentro deste fraco coração
Levante este véu mortal de medo
Pegue estas esperanças despedaçadas, gravadas com lágrimas
Nos ergueremos por sobre esses cuidados terrenos

Lance seus olhos no oceano
Lance sua alma para o mar
Quando a escura noite parece sem fim
Por favor, lembre-se de mim
Por favor, lembre-se de mim

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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Joselito em Dom Ago 01, 2010 8:24 pm

Ola gente...espero ancioso pelo meu turno hehehe
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Steven Le'Blon em Dom Ago 01, 2010 10:20 pm

Como de costume o jovem Giovanni acordara aproximadamente as 20 horas no hotel em que se encontrava. Dono de grandes mansões pelo mundo, Le'Blon decidiu por se hospedar em um dos mais importantes hotéis da região. Devido a seus hábitos noturnos, e sua profissão de médico, não foi difícil convencer a todos que o jovem médico era o mestre dos plantões, tendo assim trocado o dia pela noite.

Caminhando lentamente o vampiro foi ao banheiro. Se fosse um humano vivo, ele se passaria perfeitamente por alguém que gostaria de continuar dormindo pela próxima eternidade. Steven se olhou no espelho, demorando um longo tempo. Seus olhos tentavam perceber cada detalhe de seu rosto, memorizar aquela face eterna, aquela face imutável. A cada dia que se passava, o vampiro aprimorava um dos dons vindos de sua condição, algo que ele percebeu ao encarar o príncipe de uma outra cidade.

- É Le'Blon, o que realmente você veio procurar nesse lugar? Apesar de amar aventuras, algo realmente estranho esta no ar... Foram as palavras do vampiro enquanto se dirigia para o chuveiro e um longo banho...


- The Lady, famosa cantora pop mundial, fez uma noite de autógrafos com os seus fãs.

- O Centro de Convenções Internacional de Filipinas foi destruído por uma bomba, deixando 84 mortos, e 43 desaparecidos, entre estes, o pianista Marco Deville, e a administradora do Sofitel Plaza Amanda Villanueva

Os olhos e ouvidos de Steven prestavam atenção especial as notícias. Aquela cidade parecia trazer uma surpresa a cada hora que se passava. Eram 22:30 quando o vampiro, já no hospital, ouvia as notícias e tentava assimila-las.


”Necromântico, bem sabemos que sua linhagem priorizou sua liberdade. Mas sabe-se também que a mesma tem certos contatos com a Camarilla. Se tivesse de escolher... o que escolheria? Pois então, prepare-se. Pelo menos aqui em Manila, você terá de escolher."

A frase, maldita frase, continuava ecoando na mente do necromântico. Fora ela a responsável pelo vampiro estar na cidade, naquele hospital. A curiosidade de quem seria capaz de evocar tal mensagem na mente de Steven o fazia se arrepiar. Enquanto meditava nas notícias e na frase, um homem de aparência impecável havia se aproximado e iniciado uma conversa.


Vicenzo: - Não precisa se assustar, quanto à isso. Talvez até mude para melhor. Alguns tem de abandonar suas existências, pois cumpriram sua missão... e deixar que outros cumpram as deles. Prazer, Vicenzo Rosselini Giovanni.

Steven olhou nos olhos daquele ser que se apresentara. Fitou-o durante alguns segundos com uma expressão neutra. Depois, esboçou um leve sorriso estendendo a mão para o mais novo 'parente' conhecido.

[color=orange] - Muito prazer, sou Steven Le'Blon Giovanni. [/quote]

- E em mais um canto do mundo encontro um parente. O que o traz aqui, Vicenzo?

Steven olha o noticiário novamente e deixa sua mente vagar alguns segundos.

- Realmente alguns tem deixar a existência, mas me pergunto o por que, ou melhor, o que levou a tal ação, e quem foram os responsáveis... Steven perguntou mais para si mesmo do que para Vicenzo
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Jason Pallas em Ter Ago 03, 2010 12:05 am

OFF.: Gente, tive problemas acadêmicos, digamos assim, em off, peço desculpas. Mas logo logo, o post sairá.
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por phecarvalho em Ter Ago 03, 2010 12:20 am

[OFF]Sem problemas Pablo....^^
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Jason Pallas em Ter Ago 03, 2010 3:16 am

Ângelo Alencar

Mitchell: - Bom, é uma longa história. Estávamos aqui, tranquilos em Manila. Vivíamos em paz, consoliados, sem muitos abalos, nesta terra na qual muito lutamos para que fosse nossa. Agora, vem alguns desocupados que querem por em risco nossa soberania, sobre o que conquistamos. Creio que o Príncipe terá prazer em explicar-lhe melhor que eu.

Dizia Mitchell, com autoridade, enquanto entravam ali, onde alguns vampiros ficavam de sentinela em algumas salas, de maneira intimidativa. Outros, cochichavam, se perguntando quem era o novato. Enfim, estava na recepção da empresa Grantie, que servia como o Elísio.

Mitchell continuava, andando pela empresa que servia de Elísio, com o rapaz ao seu lado, pensando, de certa forma, no que aconteceu. Aquele local em chamas era de alguém extremamente conhecido da Camarilla. Aquilo não iria passar despercebido, com certeza.

Em frente à porta do escritório so Príncipe estava o que parecia ser um Senescal, com uma máscara de ferro e roupas que cobriam-no pelo corpo. Com um ligeiro cumprimento de cabeça, e a entrega de um papel, por parte de Mitchell, anunciando Ângelo Alencar, o Senescal abriu a porta, anunciando para o Príncipe.


Senescal Nott: - Senhor, um dos nossos está presente. Ângelo Alencar, do clã dos Forasteiros. - dizia o Senescal, em seu típico tom rouco.

Alfred estava sentado atrás de uma grande mesa, visivelmente agitado.



Scarllett Marjorie


Scarllett parecia chocada com o extremismo tomado por aqueles anarquistas em questão, Eric e Aletto. Mas ela resolvia agir com prudência, para saber quem estava certo, no fim das contas. E resolvia cantar, para afastar todos os mauis pensamentos.

Scarlett rolou 9 dados de 10 lados com dificuldade 5 para carisma + performance que resultou 2, 7, 2, 8, 8, 8, 1, 8, 10 - Total: 5 Sucessos

O rapaz ficava, de certa forma, um tanto que extasiado, maravilhado, vendo a menina cantar. E assim que a música terminava, ele olhava para os olhos dela, sorrindo, ainda sob o efeito da bela música.

Aletto: - Pô.... era isso que eu tava procurando... sabe... isso me lembra de algo, à muito tempo atrás.

De repente, o rosto de Aletto se fechou. Parecia que estava tocando em lembranças extremamente dolorosas, mas não queria dizer. Enfim, ele levantava, e voltava a olhar, para os olhos dela. Ele não parecia procurar uma humana ou cainita em potencial, para juntar-se à causa. Apenas alguém que cantasse e passasse sua mensagem, de uma boa maneira. Enfim, depois de alguns minutos, para melhorar ainda mais a música, nos ajustes do estúdio, Aletto dizia:

Aletto: - Bom, acho que a gente podia começar amanhã mesmo, tudo bem? Acho que umas oito horas da noite, deve ser bom. Então, seria legal poder contar com sua presença e...

Punk: - Hey, Aletto! A Myrta e o Eric acabaram de chegar. E tão discutindo pra caramba, ali na sala ao lado.


Aletto revirava os olhos, quando um daqueles punks amigos dele entraram na sala. Com certeza, a discussão era por aquilo que Eric tinha acabado de fazer.

Aletto: - Desculpa por isso, sabe... é uma questão de ideologias diferentes, aqui na Tone Def, para geri-la. Mas, com licença. Te vejo amanhã, Scarllett...

Scarllett poderia ver todos qu estavam na recepção entrando na sala. Preparava-se para sair, enquanto que com o seu ouvido atiçado, poderia ouvir alguns tons calorosos de voz. O relógio já marcava 11 da noite.


Nixa Romanov & Samuel Dabkhara

Nixa rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 7 para presença 1 que resultou 5, 8, 8, 6, 5, 9 - Total: 3 Sucessos
Nixa rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 6 para dominação 2 que resultou 6, 9, 7, 3, 7, 5, 5 - Total: 4 Sucessos

Off.: Se quiser, Samuel pode gastar 1fdv para se livrar do Fascínio de Nixa. Mas enquanto estiver no Fascínio, deverá relatar isso, da maneira que achar que deve.

Com o poder forte exercido no subconsciente de Hans, o riso do Malkaviano, diminuiu, até se tornar uma expressão fria e neutra, para dizer o que o Ventrue precisava saber.

Hans: - Alfred Kaiserkoff. Príncipe Ventrue de Manila e dono da Empresa Grantie.

Enquanto Nixa tinha sua dúvida solucionada, e Hans se recuperava aos poucos da Dominação que lhe foi exercida, o Samuel, parecia se decidir logo ao entrar no carro. Coisa que Nixa também fizera.

Hans: - Hihihihi! Sr. Dabkhara, não se importa de ir atrás, sentado ao lado de meu amigo Jack, né? Hihi! Romanov, virás comigo aqui na frente!

As diferenças de status começavam a se mostrar ali, mesmo que fossem nas coisas mais simples. Nixa tinha o apoio de Hans, e até mesmo do próprio Samuel. A figura do Ventrue lhe parecia um tanto mais respeitável neste momento. Enfim, Hans dirigia pela cidade, durante um bom tempo, cantarolando músicas completamente sem sentido. Dizia ele que era do seu CD de piadas.

Durante a viagem, Nixa recebia uma mensagem. Seu rebanho logo chegaria em Manila. Estavam neste momento, atravessando a fronteira entre Quezon City e a cidade, de onde falamos. Logo estariam no refúgio, para avaliar possíveis negócios na Ásia (off.: Terá total liberdade para descrever o seu refúgio temporário).

Logo, passavam perto de um local, um grande prédio onde se via o nome Sofitel Phillipine Plaza. Podiam ver uma certa agitação na frente, quando de repente, viram um clarão.

BUM!

Muita coisa saiu voando por ali, na base do prédio, no local onde parecia apresentar os eventos dali, já que saíam pessoas bem vestidas, de certa forma desesperadas do local.


Hans: - PUTZGRILA! O QUE FOI ISSO????

Hans botava para acelerar seu carro, de tão covarde que era, com medo de haver mais explosões e sobrar para eles. Dessa forma, tomavam distância, enquanto podiam ver o fogo tomar conta da base do local. E se dirigia rumo à Empresa Grantie.

Hans: - Aiaiai, Kaiserkoff não vai gostar nada disso... hihihihi!


The Lady

Myrta rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 7 para presença 1 que resultou 5, 1, 9, 4, 7, 10, 9, 7 - Total: 4 Sucessos

Off.: Pode gastar FDV, se quiser resistir. Mas lembre-se de relatar o que sentiu depois disso.

O brilho dos olhos de Myrta era belo, de maneira incomum, enquanto sorria para a cantora Malkaviana, olhando em seu olho. E de repente, para a Lunática, Myrta lhe parecia uma bela garota, atraente... e poderia se sentir inclinada, de certa forma, a fazer suas vontades, no momento, que era a de dar o seu CD autografado, enquanto a menina pegava o CD e dizia:

Myrta: - Obrigada, The Lady... espero vê-la novamente, em breve.

A garota sorria e ia-se embora. Ao mesmo tempo, outras pessoas, ficaram um tanto impressionadas com a garota, pelo menos no início da fila, dividindo temporariamente a atenção com The Lady... e a cantora tinha uma leve sensação de que não havia acabado por ali, até porque a importwante presença que a menina fez a Malkaviana sentir, era a prova daquilo. Logo, a hora de autógrafos terminava, e ela poderia voltar à sua preparação, para o show de hoje.

Ou não.

O seu celular tocou. Era da administração do Sofitel Plaza, segundo o que foi anunciado no telefone, onde seria o próximo show de The Lady.


?????: - Minha querida, venho aqui para dar uma notícia não muito boa. O Sofitel Plaza recebeu um fortíssimo atentado, de modo que por segurança, resolvemos cancelar os eventos daqui.

Atentado? O que tinha acontecido? Perguntas poderiam se formar, na cabeça de The Lady, enquanto ela decidia trilhar seu caminho.


Steven Le'Blon

Vicenzo cumprimentava, levemente com sua cabeça, em sinal de cumprimento, e um leve sorriso nos lábios. Logo, o rapaz continuava, enquanto andava ao lado de Steven

Vicenzo: - Acredito que a mesma coisa que você, fratello. Sou de Veneza, Itália. Uma bela cidade, talvez bela demais para que eu saísse e estivesse aqui, na Ásia, onde alguns dos nossos chamam por aqui de "zona de risco". Mas enfim, aqui estou eu. Para cuidar de novos pacientes e para resgatar a minha família... digo... a nossa familia, Sr. Le'Blon, que corre perigo neste lugar, e decidiremos como fazer isto. Quanto à autoria do atentado, eu não sei. Parece muito ser de movimentos contra o poder, o que seria ridículo... já que as informações que tive, é de que foram superadas há tempos, pelo poderio atual.

Vicenzo falava em códigos, mas para um bom entendedor, poucas palavras bastavam. Vicenzo falava de algo, como Sabá e Anarquia. E de que a Camarilla havia derrotado ambas.

Vicenzo: - Para mim, isto me soa muito mais como uma dissidência descontente. Mas isto não importa, agora. O que quero dizer, é que temos apenas um dos mais velhos de nossa família aqui em Manila. Apenas um Anziani. O resto está morto, ou fugiu para outro lugar. E alguns poucos subordinados a ele. Por isso, acho que devemos encontrar mis gente como nós.

Logo, ele entregou um convite, confidencial.

"Vicenzo,

Devo agradecer-lhe enormemente pela ajuda nestes dias, para reunir nossos irmãos. Gostaria que chamasse a todos, para uma reunião de suma importância, na minha antiga mansão, na fronteira entre Manila e Quezon City. Devemos decidir nossos passos, com estas novas evidências acontecendo.

Saudações.

Emmut Rakien Giovanni."


Era de se estranhar, por que os Giovanni estavam em um lugar tão isolado, se podiam ser livres. Steven poderia pensar sobre isto, e refletir, de certa forma. O que estava acontecendo realmente com o clã em Manila? O perigo era tão iminente assim para os Necromânticos? Logo, Vicenzo continuava.

Vicenzo: - Acredito que outros Anziani ao redor do mundo estejam presentes para esta reunião. Irá conosco, fratello?


Luthier Schinayder & Charlotte Magno

23 de julho, Avenida Principal.

Off: Estão livres para descrever refúgio temporário, se trouxeram lacaios, aliados e outros.

"Estava escrito que dois Guardiões chegariam nesta cidade, para se depararem com um grande pesadelo em suas vidas. Mas tudo pode acontecer, e com um pouco de força de vontade, podem dar fim à este pesadelo... agora."

Luthier e Charlotte, Lasombras de Sabá, fazem parte da Seita que se erradicara em Manila, pelo menos, depois da morte do último Bispo. Desde então, nenhum bando tem a coragem de se denominar Sabá. E desta forma, a estadia para eles, naquele lugar, era arriscada. Mas algo os fez ir até ali.

Eram 9:30 da noite. Charlotte andava por ali, entre as sombras dos prédios, em Manila, até que um homem, de aparência má e doentia, dava um sorriso, e segurava pela mão da criança.


??????: - Olá, pequena... o que faz sozinha, à noite...? Deve ser muito perigoso para você...

O homem dá um sorriso de canto, malicioso, enquanto continuava.

??????: - Venha comigo. Irá ficar beeem protegidinha em minha casa. E não faça escândalos. Senão será punida! Vá andando...

Disse o tal homem, mostrando um canivete, perto do pescoço da menina. Perto dali, Luthier andava, com seus próprios pensamentos, em como podia arranjar algo para se dar bem naquela cidade, enquanto estava por ali... mas logo, ele vira uma criança, sendo ameaçada por um canivete... o que lhe fazia lembrar de um passado, de certa forma muito ruim... o que ele faria?
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Beaumont em Ter Ago 03, 2010 8:32 am

Se por um momento a mente frenetica e desenfreada da malkaviana poderia mais esquizofrenica do que já era , aquele era o momento , suas mãos travavam no momento de entregar , um misto de fulgor e sentimentalismo envolvia os brandos olhos azuis claros da loira malkaviana aturdida e perdida nas palavras da tal Myrta . Era como se tudo se fechasse , o fascinio emglobava unicamente os ohos de The Lady voltados para o de Myrta .

The Lady : - ...

Desconcertada , ela não sabia ao certo o que dizer , o que falar

Myrta: - Obrigada, The Lady... espero vê-la novamente, em breve.

Não haviam palavras , The Lady apenas fechava o olho , olhando para baixo como se finalmente saisse das garras de intrigante manipulação de gestos e palavras . (1FDV gasto) Ao recuperar-se de sua propria vontade os olhos d eThe Lady voltavan-se com um descontrole emocional ainda mais forte , seus sentimentos se interligavam entre desejo , insensatez , ira e rebeldia , mas talvez fosse tarde , a moça já caminhava em direção a saida , pouco se podia conseguir agora , esnobe The Lady não se daria ao luxo de correr atras dela . Mas observava dali os passos da garota avaliando-a observando qualquer traço que fosse imporante nela .Um sinal Caracteristico , uma tatuagem ou um simbolo em suas roupas , sua etnia , qualquer coisa que fizesse de Myrta unica para que pudesse encontrar com ela tão brevemente quanto esperavam . ( Percepção 3)

Com um gesto de suas mãos antes que o proximo pedindte de autografo viesse , The Lady exigia a atenção do segurança mais proximo .

The Lady - Segurança ! Me descubra quem é aquela mulher , Siga-a , diga que eu quero me encontrar com ela , se ela quer que nosso encontro exista , diga a ela que eu tambem almejo isso ...

Com o Cancelamento do show , os pensamentos da malkaviana se tornavam unicos aquela mulher , sua mente mal conseguia se concentrar , seus pensamentos se voltavam unicamente a curiosidade de "quem era aquela garota" Se obtesse alguem resultado de traço caracterisco , parassaria horas e horas em seu quarto desenhando os traços que fizessem de Myrta unica , quase como se fosse uma obsseção .

The Lady :- Como em uma Valsa Maligna é nessessario dois para se dançar , tambem quero te encontrar logo . Myrta ... Dama do Fascinio ...

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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por phecarvalho em Ter Ago 03, 2010 10:52 am


Durante a viagem, Nixa recebia uma mensagem. Seu rebanho logo chegaria em Manila. Estavam neste momento, atravessando a fronteira entre Quezon City e a cidade, de onde falamos. Logo estariam no refúgio, para avaliar possíveis negócios na Ásia


Nixa pensava no que seria melhor....e chega a conclusão de que deveria esperar sua reunião com o principe para depois avaliar o melhor lugar para se instalar...enquanto isso mandava uma msg para Jully informando-a de que seria melhor se manter fora de Manilla até que ele lhe avisasse o local correto do refúgio...nessa mesma mensagem ele perguntava se as outras duas estavam junto ou se tinham ficado em NY....ele prefiria que Steffany viesse mas que Clarence ficasse por lá, assim ele manteria um contato com NY...

Logo, passavam perto de um local, um grande prédio onde se via o nome Sofitel Phillipine Plaza. Podiam ver uma certa agitação na frente, quando de repente, viram um clarão.

BUM!
Hans: - PUTZGRILA! O QUE FOI ISSO????

Nixa olha para a explosão e tenta gravar o máximo de informação possível do lugar das pessoas e do acontecimento...(percepção + prontidão) tenta perceber alguma coisa que seja relevante... o responsavel ou coisa que valha a pena o olhar de Nixa

Hans: - Aiaiai, Kaiserkoff não vai gostar nada disso... hihihihi!

Nixa: -Proklyatie!! é... a situação deste principado não esta confortável...teremos que agir o mais rápido possível...... por ora vou esperar as "privet·stvovatʹ" ("Boas vindas") de Kaiserkoff e assim pensar no que fazer com relação a Manilla....mas não posso deixar passar nada.
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por @nDRoid[94] em Ter Ago 03, 2010 2:41 pm

OFFGAME: Com as perguntas do Phe eu acabei de me lembrar que Samuel possui uma pick up vermelha, por acaso ela estaria disponível em Manila? Eu vou ter que narrar como ela chegou aqui, caso a resposta seja afirmativa, não é?

ONGAME

A magia do Fascínio Ventrue assolou a todos que estavam próximos, era uma magia íncrivel e deveria ser usada para exercer uma vantagem contra o inimigo e
Samuel percebeu o que o Sangue Azul queria saber quando exerceu a Dominação sobre o motorista lunático. O sr. Romanov sabia muito bem usufluir de suas habilidades, o que fez Samuel assenti a cabeça a Hans e segui para o banco detrás, as pessoas de Status deveriam ter uma importância maior. Com sua mala ao lado, o Tremere esperou que partissem rumo ao encontro do Príncipe.

Por dentro, na verdade, o Tremere não gostava nada disso, se quissessem respeito da parte dele deveriam lutar por ele e não exercer mais uma das habilidades que a imortalidade nos deu. Então, Samuel fez um 'grande' esforço para sair daquela situação de "servidão".

"O sr. Romanov transpira realmente sabedoria nas diretrizes do nosso mundo, devo manter os olhos atentos sobre ele caso eu necessite de uma forte aliança aqui em Manila."

E assim, o carro popular partiu seguindo rumo ao seu destino. No meio do percusso eles passaram por um prédio que explodira diante de seus olhos, Hans parecia temer o que acontecia e acelerou o carro para longe do incidente, lamentando e lamentando.

Então o Tremere resolveu falar a primeira vez desde que entrou no carro:

- Sr. Hans, por acaso esse tipo de balbucia é constante todas as noites? Depredações, vandalismo, esse tipo de coisa que só os ingnorantes se atrevem em praticar?

- E, por acaso, essa localidade era de importância para a Corte de Manila?


O Tremere ainda tentava olhar para o local em chamas, aquilo o fazia lembrar de sua estimada linha taumatúrgica e como ela era poderosa. O lembrar de seu poder fez com que Samuel se recordasse que nesse momento deveria esta preparando o seu ritual de Apresentação, infelizmente o Príncipe os esperava e caso ele não encontra-se um outro magus faria isso o mais rápido possível. O carro se distânciava mais e mais do incidente, o Ventrue falara algumas coisas, mas Samuel estava concentrado em seus pensamentos para fomular uma resposta.

________________________________________
Utilização de um ponto de Força de Vontade.
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por leojaco25 em Ter Ago 03, 2010 3:28 pm

Mitchell: - Bom, é uma longa história. Estávamos aqui, tranquilos em Manila. Vivíamos em paz, consoliados, sem muitos abalos, nesta terra na qual muito lutamos para que fosse nossa. Agora, vem alguns desocupados que querem por em risco nossa soberania, sobre o que conquistamos. Creio que o Príncipe terá prazer em explicar-lhe melhor que eu.

Ângelo ouve atentamente, tentando coletar o máximo de informações que pode. Não acredita que exista membros que queiram colocar sua própria existência em risco. Lembra de uma vez que estava sendo seguido por caçadores, logo após seu abraço, e só escapou por pura sorte, e uma ajudinha de um grupo de lobisomens, que atacou seu quase algoz, dando tempo para que ele escapasse.

...enquanto entravam ali, onde alguns vampiros ficavam de sentinela em algumas salas, de maneira intimidativa. Outros, cochichavam, se perguntando quem era o novato. Enfim, estava na recepção da empresa Grantie, que servia como o Elísio.

Acompanhando Mitchell, ele percebe que se tornara, assim que adentrou na empresa, o "centro das atenções" com todos o olhando dessa maneira, coisa que não era acostumado. Sentindo-se um pouco retraído com esta atenção repentina, e pensa: "O que está acontecendo para deixar todos assim, apreensivos? Acho que não se trata apenas de ataque terrorista, mas algo muito maior está acontecendo. Vamos ver o que o Princípe diz disso tudo."

Em frente à porta do escritório so Príncipe estava o que parecia ser um Senescal, com uma máscara de ferro e roupas que cobriam-no pelo corpo. Com um ligeiro cumprimento de cabeça, e a entrega de um papel, por parte de Mitchell, anunciando Ângelo Alencar, o Senescal abriu a porta, anunciando para o Príncipe.

Ele olha tudo ao seu redor. Fica admirando o hall de entrada, diferente do que imaginava, pois somente havia estado em um local parecido quando ainda estudava, muitos anos atrás. Mesmo assim, sabia que deveria ser algo de luxo, pois pela explicação que teve, este era um refúgio, ou algo assim, de um Ventrue, que eram a "Casta Nobre" dos Membros.

Senescal Nott: - Senhor, um dos nossos está presente. Ângelo Alencar, do clã dos Forasteiros. - dizia o Senescal, em seu típico tom rouco.

Ângelo permanece pouco atrás de seu anunciador. Ele lembra quando era participante de um Elísio na cidade de Curitiba, tempos atrás, e aguardava que o Princípe o chamasse para dentro da sala. Quando entra, faz uma cumprimento, fazendo uma revencia de leve, e se apresenta:

Ângelo: "Sou Ângelo Alencar, cria de Marcelus. Recebi um chamado, e vim assim que pude. Desculpe pelo modo como me visto, mas não sabia nada do que estava ocorrendo por aqui, e por esta razão não tive tempo de me vestir apropriadamente", disse. Quem escuta, pensa que está desdenhando o principe, mas é apenas a forma como se apresenta.

Fica aguardando o homem que está à sua frente, que olhando em direção a uma vidraça, parece não ouvir o que havia sido dito à pouco. Seus pensamentos parecem que estão em outro lugar, sua mente vagando em um turbilhão. Ângelo percebe que não é hora de se mostrar presente, pelo menos enquanto ele está nesta situação. Enquanto aguarda, fica prestando atenção nas pinturas, esculturas, nos móveis, e tudo o demonstra a riquesa e a luxúria deste Vampiro. Fica pensando quanto teria custado tudo isso, e se perguntando o que vale ter tudo isso e quanto tempo levou para juntar tamanha riqueza.
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

Mensagem por Antony Salon em Ter Ago 03, 2010 10:23 pm

Acabava de acordar em meus aposentos nada muito exagerado , uma boa casa de clase media alta.
Em meu quarto no sobsolo da casa, um grande comodo sem janelas com um closet com minhas roupas e dentro um compartimento camuflado aonde guardo minhas armas e item valiosos.
No closet visto-me com as roupas do avatar(foto perfil) pego minhas 2 desert Iagles (Bom não as tenho escrito na ficha mais creio que recursos 3 me da condições para ter armas deste porte. Se você aceitar claro).
Subo ate a casa e procuro por Maya (lacaia).
Maya estou saindo agora tome conta das coisas por aqui e qualquer coisa me ligue ok.
Cuidado ninguem pode saber sobre nossa existencia aqui heim.


Caminhando pela avenida principal da cidade ja aviam se passado horas, em um dos cantos da avenida eu conseguia avistar um pequena garotinha em apuros, não sabia explicar o porque mais não podia deixa aquele homem fazer mal aquela criança.
Caminhando na direção do homem a uma pequena distancia chamo por ele.

Senhor!!
Senhor!
Acho que esta carteira é sua.

Quando o homem se virar para mim olho em seus olhos (Dominação 2).

O senhor não quer fazer mal a esta garotinha, nos somos seus amigos, me espere naquele beco ali.Aponto para o beco mais proximo aparentemente deserto.

Caso eu tiver sucessos na dominação pode considerar esta parte.

Spoiler:
Me abaixo perto da menina.
Você esta bem?
Vamos vou te levar para sua casa venha.

Me levanto e sigo na direção ao beco que mandei o homem ir, quando eu estiver a uns 100 metros do beco.
Me espere aqui querida já volto tá.
Vou ate o beco e quando estiver ao lado do homem puxo uma de minhas desert coloco na cabeça dele;
Seu palhaço agora oque você acha disto, não queria maltratar aquela criança.
Cravo minhas presas em seu pescoso e sugo seu vitae ate que ele morra, lambo a ferida e volto ate a criança.
Vamos querida.
Aonde você mora?
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Re: Kalayaan - A Liberdade em Tagalo - Parte I (Crônica Oficial)

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