Rubra Rosa - Anneke van Utrecht - Mortal

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Rubra Rosa - Anneke van Utrecht - Mortal

Mensagem por joan silvergate em Dom Jun 13, 2010 11:14 pm

Nome: Rubra Rosa
Personagem: Anneke van Utrecht
Natureza: Reservada
Comportamento (Opcional): Inexpressiva
Idade: 19 anos
Conceito: Artista

Experiência:


ATRIBUTOS (6 - 4 - 3)

Físicos (4)
- Força: 1+1
- Destreza: 1+2
- Vigor: 1+1

Sociais (6)
- Carisma: 1+1
- Manipulação: 1+2
- Aparência: 1+3

Mentais (3)
- Percepção: 1+1
- Inteligência: 1+1
- Raciocínio: 1+1


HABILIDADES (11 - 7 - 4)

Talentos (11)
- Prontidão: +1
- Esportes: 2
- Briga: 1 +1
- Esquiva: +2
- Empatia: 0
- Expressão: +1
- Intimidação: +2
- Liderança: +1
- Manha: 0
- Lábia: 1 +1

Perícias (7)
- Empatia c/ Animais: +1
- Ofícios: 0
- Condução: 1 +1
- Etiqueta: +1
- Armas de Fogo: 2 +1
- Armas Brancas: 2 +1
- Performance: +1
- Segurança: 0
- Furtividade: +1
- Sobrevivência: 0

Conhecimentos (4)
- Acadêmicos: +1
- Computador: +1
- Finanças: 0
- Investigação: 1 +1
- Direito: 0
- Lingüística: +1(ingles)
- Medicina: 0
- Ocultismo: +1
- Política: 0
- Ciências: 0


VANTAGENS

Antecedentes (5)
---------------
Recursos: +2
Contatos: +2
Fama: +1

Númina e Outras Características
-------------


NÚMINA:


Virtudes (7)
- Consciência: 1+2

- Autocontrole:1+2

- Coragem: 1+3


FÉ: +1

HUMANIDADE: +6

FORÇA DE VONTADE: +4


QUALIDADES e DEFEITOS
-------------
1. Ambidestria -1
2. Memória Eidética -2
3. Vício ( cigarro e sexo ) +3
4. Médium -2
5. Ódio +3 (de uma prima por parte de pai, Antje [Ana] )
6. Pesadelos +1

PRELÚDIO

Nascimento

Anneke nasceu em Amsterdã - Holanda, em 23 de Outubro de 1991. Viveu a vida toda em uma casa próximo ao rio Amstel. Seu pai é um empresário dono de um Hotel muito bem freqüentado e sua mãe uma artista plástica, estão sempre trabalhando. Anneke se lembra muito bem das muitas tardes que passara no saguão do hotel fazendo suas tarefas escolares ou no ateliê de sua mãe distraída enquanto se deliciava com a delicadeza com que sua mãe trabalhava em suas obras. Nunca gostou de ter babás e as babás nunca se sentindo bem vindas, acabavam por desistir do trabalho. Anneke sempre preferiu ficar perto dos pais, ela os admirava. Assim como a sua irmã mais velha que era um exemplo para Anneke.

Infância e Adolescência

Foi aos 5 anos que aquelas perturbações começaram. Vozes durante o sono, sonhos assustadores e confusos. Anneke só falara sobre eles com o primo porque tinha receio de contar aos pais e eles acharem que ela estava maluca ou doente. Já ouvira ou lera casos de que os pais sem saber o que fazer acabam por mandar o filho para instituições de saúde mental. Anneke sentia que não estava louca porque estava sempre lúcida e pensante. Acontecia apenas quando ela se encontrava sozinha no início, mas conforme fora crescendo as coisas aconteciam com um pouco mais de freqüência e às vezes em qualquer lugar.

Fora mandada para uma escola católica, apenas para meninas, quando tinha 10 anos por escolha da mãe que era religiosa. A escola era composta pelo prédio das salas de aula e a diretoria, do lado de fora um grande jardim q circulava a escola, com bancos de baixo das árvores e uma estátua de Maria em frente a qual Anneke ficava oras e onde compunha as letras de suas primeiras músicas para depois na sala de música compor a melodia. Aos 12 já sabia tocar piano, canto lírico e aperfeiçoava sua habilidade musical, além de aprender Ballet, também na escola. Com o passar dos anos tirava músicas de ouvido e começava a aprender violino. Sozinha aprendeu guitarra, já que a aula de música era apenas para instrumentos clássicos e coral. Compôs suas primeiras letras de música nas horas livres, entre as aulas e suas obrigações escolares. Durante os anos na escola interpretou o Cisnei e outras duas peças. E em todos estes anos, aquilo do que ela mais sentia falta era da presença da irmã e do primo Daniel, as pessoas com quem Anneke tinha mais proximidade, mas ambos desapareceram e foram considerados mortos pela polícia, mas os corpos na verdade nunca foram encontrados.

Quando terminou o colégio voltou para a casa dos pais descobriu que a irmã se envolvera em uma seita pouco antes de morrer, mas guardou este segredo apenas para si, pois sabia que contar isso a mãe a assustaria e também a decepcionaria - levando em consideração q ela era católica. Já sobre o primo, nunca descobriram nada sobre seu desaparecimento. Isso tudo abalou muito Anneke e já de volta a sua casa ela resolveu então que queria se dedicar mais a música e que também queria aprender outras danças, porque era o que ainda trazia alguma alegria p a vida vazia dela, e já que não cultivara suficientemente as amizades da escola devido a sua personalidade reservada. Só aqueles que a conheciam bem eram a irmã mais velha, sempre muito protetora, o primo Daniel de quem Anneke sempre foi muito próxima e uma amiga. O que mais lhe trouxe alegria foi rever os pais, era estar em casa e agora poder dedicar-se as coisas que ela gostava e tinha prazer de fazer: como seus passatempos de papél, a música, leitura. Talvez também pudesse rever sua unica amiga.

Personalidade

Na adolescência Anneke já possuía aquele olhar de águia que percebe aquilo que se transmuta. A finalidade que se encontra na essência primordial da vida. Adquiriu a essência do mistério, daquele olhar magnético que te atravessa e te desnuda até a alma. Nada é superficial com ela, despreza qualquer coisa próxima ao supérfluo ou mesquinho. Ela é aquele tipo de pessoa oculta num canto da festa que chama a atenção de todos, de atitude discreta. Não se move - desliza, fala baixinho -, e você não sabe porque quer ouvir tudo o que ela tem a dizer. Muitas vezes sem saber o pq, acaba lidando com a habilidade da percepção, a intensidade emocional, o poder material, coisas ocultas... Liderar para ela se tornou quase que uma sina! Talvez a sua postura de auto-controle que dá a parecer que nada a abala, o comportamento de discrição e silêncio que transmite confiança e auto-domínio - todos pequenos comportamentos que acabam arrastando a personalidade dela exatamente para onde ela não quer ser lançada: bem alí - no meio de suas próprias intensidades e contradições. Nada é banal, sua vida é muito vivida através dos estremos: oito ou oitenta. Assim, de preferência com poucas palavras, torna-se mais impactante. E ela geralmente não permite invasões no seu mundo! Certamente tornava-se melhor ter alguém como ela como amigo do que como inimigo. A capacidade de analisar os acontecimentos das vidas das pessoas se destaca, quando gosta de alguém - apesar de ser difícil conseguir o carinho verdadeiro dela -, pode defender tal pessoa com unhas e dentes. Ela busca suas amizades pela empatia mental, mas não é do tipo q faz bajulações ou de ter uma presença constante, ela acha q isso não é necessário pq seus elos de amizade são calcadas na confiança mútua - embora seja difícil convence-la da reciprocidade visto que ela é do tipo desconfiada. E caso pisem na bola ela rompe o elo e se possível se esquece da existência daquela pessoa!
Pode ser difícil fazê-la revelar o amor que sente por alguém, chega a optar por aquele amor platônico, distante, silencioso e "suspirante", mas é capaz de que, se ela se entrega, que se entregue completamente! E sendo assim seria capaz de sacrifícios por aqueles que ama. Em segredo, Anneke acredita no amor eterno e talvez este seja outro motivo pelo qual ela se torna tão cativante. Anneke é pura intensidade!

Fase adulta

Após ter completado 18 anos sentiu uma grande vontade de mostrar aos outros aquilo que vinha de dentro. Decidiu que queria tocar nos bares em Amsterdã e assim começaram suas primeiras apresentações. Recentemente ganhou um carro dos pais de presente por entrar na faculdade.
Não é por ser católica que Anneke demorou a perder a virgindade, mas por ter estudado tanto tempo numa escola só de meninas e ter apenas seu pai e seu primo como figura masculina, isso de certo modo também a tornou uma garota tímida nesse aspecto. Acabou mantendo-se longe dos rapazes que encontrou ao voltar para casa. Acaba também não investindo em relações amorosas porque tem se dedicado a música que é uma de suas paixões. Mas ao começar o ano letivo na faculdade e acostumar-se a ter contato com outras figuras masculinas, Anneke perdeu a virgindade com um rapaz nerd e tão tímido quanto ela, ainda assim mais experiente do que ela. Depois disso, viciou-se em sexo. E posteriormente aprendeu a fumar e viciou-se nisso também. Claro que fuma e sai com rapazes escondida dos pais. A confiança extrema em sua filhinha religiosa e talentosa, os mantém bem tranquilos...

OBS.:


BANCO DE XP
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BANCO DE DADOS
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Contatos: Daniel (primo, personagem do Dimitri) e uma amiga.
[Ainda não tenho o nome da amiga pq a jogadora ainda não criou a personagem, mas informo quando ela criar, tudo bem?]
Recursos: Os recursos que ela possui foi adquirido com as apresentações que ela fizera.
Fama: Adquirida também conforme fazia as apresentações musicais pelos bares e cafés de Amsterdã.
Linguística: Este ponto é p inglês, fora a língua de origem dela que é holandês.
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joan silvergate

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