O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Beaumont em Sex Jun 29, 2018 5:10 pm

Tão rápido ? Será assim ? Não consigo imaginar se eles estão se fingindo de ingênuos ou eles possuem tamanha confiança em acreditarem ser superiores a mim. Ambos espelham seus segredos, transparentes feito a água de outrora, não parecem preocupados comigo ou com Alessa, uma mortal como ela deveria ser poupada de tantas informações, contudo eles não parecem preocupados se ela revelar essas informações que eles conseguiram esconder por tantos séculos. É evidente que eles possuem um plano, Mael citou a alteração de minha memória, ele seria capaz manipular a mente de um malkaviano desta maneira sem que fosse envolvido pela loucura que cerca a minha mente ? Somente quando isso acontecer saberemos.

Resolvi segui-lo então, a rota que ele nos conduziu mais uma vez revelava segredos, Alessa estava cada vez mais envolvida com isso, mas ela mantinha a discrição suficiente para mal ser notada naquele cenário Romeno e barulhento.

Beaumont (Giovanna) : - Quem é o convidado de quem vocês falaram anteriormente ? Estamos reunindo entidades significantes aqui pelo visto. Tenho interesse em conhecer Victor sim e seus novos convidados, posso dizer com certeza que estou me sentindo incrivelmente contente com tudo o que vejo.

Minha vontade era de conhecer Victor e os outros convidados, poderia assim descobrir mais sobre os outros e tentar entender um padrão na mente peculiar desse magnifico ser chamado Mael. Posso dizer que eu consigo entender superficialmente as vontades e ambições de Erwin mas Mael é uma completa incógnita para mim. Porem se eu perceber que Mael realmente quer que eu veja a central de controle eu o sigo, pois quem sabe assim posso entender um pouco mais sobre meu curioso anfitrião.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Rian em Seg Jul 02, 2018 2:28 pm

O homem parecia procurar algo na fonte, ele parecia convicto de que havia algo lá. Enquanto isto eu pensava em como abordá-lo....

“- Uma aproximação amistosa? Inventando uma conversa fiada... Ou de imediato uma intervenção agressiva tentando intimidá-lo? Bom... de qualquer forma a abordagem agressiva sempre estará disponível, enquanto a amigável deixará de existir à partir do momento que eu utilizar a segunda.”

Optava por tentar descobrir algo de forma amigável. Mergulhava em um vôo só de ida para o chão, desfazendo as asas e assumindo a forma humana enquanto deixava o manto da ofuscação se desfazer. Enquanto me aproximava pelas costas do sujeito, ainda antes de me fazer ser notado, pensava na minha irmã:

“- O que é que eu estou fazendo aqui? Eu deveria estar protegendo minha irmã neste momento! Mas olha só onde eu vim parar... As coisas tomaram um curso completamente inesperado. Mas eu não tive escolha... há pouco tempo estava ao lado de Roden e as circunstâncias me trouxeram para este grupo... é até engraçado escutar Daniel me falando que eu tinha a opção de recusar entrar para os Badb, que o demônio iria apenas apagar a minha mente e me deixar ir embora... ah, fala sério! Isso é uma piada! É lógico que eu não teria esta opção, ou eu aceitava ou eu seria morto! Não tenho dúvidas nenhuma disso. Agora estou aqui tentando fazer um trabalho sujo para limpar minha barra, sendo que eu nem pedi por esta situação! Que droga! Preciso largar tudo isso e ir embora, ficar ao lado da minha irmã!”

Pensamentos que passavam rápido em minha mente e então eu fazia a abordagem.
- Olá! Eu sei o que você está procurando... Dava um sorrisinho maroto. – Ah, não se assuste com minha cara feia, esse machucado no rosto foi causado em parte por isto que você procura e que eu também estou procurando.
Me aproximava enquanto notava a reação dele e eu me dirigia à fonte, tocando-a com a palma da minha mão como se também quisesse investigá-la, tentando passar a impressão de que eu não era uma ameaça. Em seguida ficava de frente para ele e dizia:
- Prazer, meu nome é Rian, e o seu?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jul 04, 2018 1:39 pm

Luthero Borgia/Beaumont:





Beaumont fica desconfiado com a velocidade com que Mael o "aceita" entre os filhos de Badb. Mesmo assim, o Malkaviano o segue o outro, bem como Erwin, até uma área mais reservada da casa, um ponto de encontro dos Filhos. Erwin é o primeiro a descer as escadas, sendo seguido por Mael. Enquanto descem, o último se põe a responder o questionamento de Beaumon.

- Ah! Nosso convidado... - Mael mostra um sorriso de satisfação. De frente par o Ancião, ele segue descendo as escadas. Certamente ele já fez isso tantas vezes que os degraus são um só com ele. - Vamos dizer que é um como vocês... - Ele faz um leve movimento com a cabeça indicando Beaumont e Erwin. - Assim que ele começou a se aproximar desta cidade nós tivemos a percepção do que ele estava atrás e isso entrou em consonância com algo que nós precisamos. Victor o levou agora para saber se ele ou o outro que estava ao seu lado é mais digno de receber essa missão.

A escada termina e os quatro caminham em direção a uma das mesas. Todos sentam. Alguns minutos se passam. Muitos dos jovens começam a sair para algumas das salas laterais ou sobem as escadas em direção à casa e, certamente, para a rua. Alguns poucos continuam no lugar, bebendo algo.. líquidos com as cores mais diversas. O tal de Victor sai da sala e caminha calmamente em direção aos demais, sem os dois que entraram na sala junto com ele.

- Boa noite senhores. Está chegando a minha hora. - Diz Erwin já se levantando. - Teremos muito o que conversar durante a noite, meu caro. - Diz ele olhando para Beaumont. Victor chega à mesa e Erwin aperta sua mão. - Finalmente estou de volta meu caro. Cuide bem de nosso colega. - O Mago mostra um leve sorriso enquanto olha para o ancião. Em nenhum momento os olhos do Cainita e do Mago se cruzaram.

- Pode deixar, teremos muito o que conversar... - Diz Victor enquanto assume a cadeira onde Erwin estava sentado. Este segue para uma das salas, àquela mais distante do centro do salão. A porta se fecha às suas costas. - Somos todos irmãos aqui. Se lhe trouxeram para nosso salão é porque as conversas estão bastante avançadas. Em que posso ser útil? Ao mesmo tempo... Desculpe-me estou sendo rude. Por favor, faça seus questionamentos antes que eu exponha os meus... ou você prefere um lugar onde possamos conversar à sós?


Imagem - Victor:



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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jul 04, 2018 3:20 pm

Rian:



Rian desfaz sua transformação enquanto se aproxima do chão. Ainda distante do Alvo, o Gangrel se perde em pensamentos sobre sua irmã, deixada para trás. Aos poucos o Cainita caminha silenciosamente até o homem.

Ao não mais de dois metros do alvo, este olha para trás, na direção do Gangrel, completamente desconfiado. Ele levanta-se e limpa as pernas da calça já se preparando para ir embora, quando Rian começa a falar.

- Eu não sei do que você está falando. - Ele diz já se preparando para seguir na direção do centro da cidade, mas de repente ele para e olha novamente para o Cainita. - Eu já lhe vi antes. Você está me seguindo? - Ele leva a mão direita às costas.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Beaumont em Qua Jul 04, 2018 4:56 pm

Todos pareciam me tratar como uma parte integrante do grupo, acredito que isto seja uma das diretrizes formais dos Filhos de Badb, um sentimento estranho para criaturas tão milenares... Isso certamente serve para inspirar confiança da mesma forma como um laço afetivo familiar, o termo irmão é muito utilizado. Irmão....

Aproveitei para manter a minha postura feminina e madura como performance do papel de Geovanna Felinni. Como eu disse, experimentar a mente e matéria destes corpos por tanto tempo apenas me ajudaram a entender e me familiarizar com a nuanças de ser um ator. Também sorriu para Victor, diferente de Erwin tento fechar a minha visão no olhar de Victor para tentar entender o que ele esconde por trás do espelho de sua alma. As vezes os olhos nos contam seus segredos (Empatia, com o objetivo de tentar entender um pouco a personalidade do novo personagem Victor)

Beaumont (Geovanni) : - Os termos "Coro Celestial" e "Sociedade Leopoldo" possuem algum significado para você ? Sou A Abadessa Geovana Felinni mas como Mael pode saber, esta casca é apenas uma peça de um quebra cabeças maior que define a minha real personalidade. 

Permito abrir espaço para que ele possa pensar e quem sabe até o próprio Mael possa pensar em minhas palavras. Retorno ao dialogo com outro questionamento. 

Beaumont (Geovanni) : - Como pode perceber, sou a representante de Ferrara em nome de Deus e designada pelo Vaticano, sou progênie de Lady do Luar e sim, sou uma criatura das trevas amaldiçoada a vagar pela eternidade nas noites que se seguem. Infelizmente, meu propósito como enviada de Deus para transformar a igreja está sendo interferido pelos alto intitulados "Cavaleiros Templários da nova Era" como eu costumo chama-los particularmente, falar sobre eles seria imensamente interessante para mim. 

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Rian em Qua Jul 04, 2018 5:45 pm

- Eu não sei do que você está falando.
"- Ah qual é cara... não dificulta as coisas!"
- Eu já lhe vi antes. Você está me seguindo?
"- Merda!" - Calma! Faço um sinal de pare com a palma da mão esquerda e uma pausa na fala antes de continuar para forçar uma freada em nossos impulsos.
Olho para um lado e para outro como quem observa os arredores antes de contar um segredo para se certificar de que não havia observadores, embora eu acreditava que meus novos "irmãos" estariam nos observando.
- Meu nome é Rian e eu sou um vampiro, que está a serviço de Edimburgo. Os últimos atentados que aconteceram naquela cidade me levou a um certo grupo terrorista e a este local. Bom... Eu achei que cruzando as informações que eu tenho com as suas informações, talvez pudéssemos descobrir algo útil e obtermos algum progresso...Observava a reação do homem..
- Então me diga... Estou certo ou errado sobre isso? "- Por favor me diga que eu esteja certo, senão terei que mudar completamente minha abordagem..."

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Alanmut em Sab Jul 07, 2018 11:02 pm

Concentrado em meu trabalho avalio a possibilidade de aproximação, apuro meus ouvidos para ouvir melhor sobre o que se passa no carro de meu alvo na esperança de ouvir alguma informação útil, seguro o cabo de minha adaga...há conforto e segurança ao fazê lo mesmo que não a use para este momento, tal ato é mais um mantra antes de entrar em ação, aperto firme, sinto como se a sensação de adrenalina percorresse meu corpo, como um ato reflexo sinto minha respiração acelerar...mas recordo que a anos já não preciso de tais ..."costumes" mortais, mas é inevitável, então faço uma rápida prece a Haqin e me esgueiro para frente...silêncio...e dou um leve sorriso de triunfo, não ouço o estalar do graveto que piso...sinto paz na calmaria ao meu redor, e me recordo das diversas reações de vitimas que compartilhei do meu silêncio, alguns mortais levavam as mãos a garganta achando que estavam sufocando...sorrio mais uma vez...e penso, a mente humana realmente nos prega peças, as crias de Kayin...? Entravam em desespero ao perceber que seus pedidos de socorros não seriam atendidos...patéticos, acham que estão no controle da situação, vivem engajados em seus joguinhos de conquistas e manipulações, mas não sabem de nada...volto a minha mente para o que estou fazendo, me concentro, me aproximo mais um pouco e me certifico das condições de meu alvo...

Fuuma Monou escreveu:Andrew Hadd:


Características:

- PS: 13
- FdV: 7
- Vitalidade: Normal


Escondido nas sombras, dentro de uma caverna com uma árvore protegendo a entrada de observadores desavisados, Andrew observa a aproximação de seu alvo. Um outro Cainita, mais um americano atraído pelo Arcebispo Arthur para terras escocesas com a promessa de invasão da capital Edimburgo e controle total do país pelo Sabá. O Assamita havia sido avisado disso ainda nos EUA, quando seu contratante fez a proposta: O outro Cainita com uma estaca fincada no coração, sabendo o que está acontecendo ao seu redor, mas sem conseguir se mover... O carro vai se aproximando, agora ele está a pouco mais de 1 quilometro. Andrew rememora os últimos acontecimentos, desde que ele pisou em solo escocês até aquele momento final. Houve outra possibilidade? Ele deixou o alvo escapar em algum outro momento? Certamente que não. Seria impossível capturá-lo em Glasgow com a enorme quantidade de Vampiros do Sabá da Europa e América na cidade... Mas algo aconteceu... Depois de muito tempo juntando os Cainitas ao seu redor, Arthur finalmente liberou seu exército. Isso foi perfeito para o Assamita, que pôde avaliar seu alvo sem problemas durante alguns dias. Ele certamente estaria sozinho, essa era a forma como ele agia, com confiança excessiva em sua própria força e desconfiando de todos.

O carro está a 500 metros e o lugar onde Andrew se escondeu está a 100 metros da estrada por onde o carro vai passar.
OFF: Fique a vontade para interpretar a situação.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jul 11, 2018 8:03 pm

Luthero Borgia/Beaumont:




Rolagem de dados:

Beaumont: Empatia - 4 sucesso(s)


Com toda a sua percepção sobre o comportamento humano e dos seres com quem conviveu durante os séculos, é fácil para Beaumont perceber alguns detalhes sobre o tal de Victor. Primeiramente, que algo aconteceu na sala e que o deixou com um ar de euforia. Seus olhos brilhavam com uma força aterradora enquanto o Mago se aproximava, fato que ele tentou com bastante sucesso ocultar ao sentar-se na mesa. Misturada a essa euforia havia certa ira em seus olhos, mas que foi se apagando com a aproximação. Contudo, o ponto principal da observação se deu pela percepção de que o Mago tentou olhar para os profundos olhos verdes de Erwin em duas rápidas ocasiões, mas foi o Vampiro quem evitou o contato visual.

Com todos em seus lugares, o Ancião fala sobre seus maiores obstáculos na dominação completa da igreja. Durante as duas pausas, Mael parecia levemente distante, com os olhos fechados e posição relaxada do corpo como um todo. Victor, no entanto, fixava seus olhos nos da Abadessa. Era uma sensação estranha, aqueles olhos presos ao seu, como se ele estivesse tentando retirar a alma do corpo e lê-la por inteiro. Da mesma forma, o Mago não demonstrou nenhum tipo de surpresa ao ouvir que a mulher à sua frente é somente um receptáculo, e somente deixou claro, em palavras diretas e sem dar muita importância:

- Conheço o truque. É bastante útil.

Agora chegava a hora de Victor e Mael falarem. Beaumont havia colocado seu ponto, então uma resposta precisava ser dada pelo outro lado.

- A Sociedade é uma pedra no sapato de todos nós a séculos... - Começa o Mago. - Eles ficaram mais contundentes, mas isso só prova que estão se tornando fracos. Um daqueles que está sob minha tutela conhece um deles... eles foram como pai e filho antes desse garoto ter seus olhos abertos para a realidade e enxergar o mundo como ele realmente é. Isso os afastou um pouco, mas podemos pensar em mandar um grupo capturar o homem e, com o meio certo, arrancamos dele onde encontrar os demais. - Ele olha para Mael que, sorrindo, acena com a cabeça de forma positiva. - Sobre o segundo nome...Ah! Conheço o Coro como qualquer parte de mim mesmo - Victor retira o casaco e desabotoa as mangas da camisa, puxando o tecido para cima e mostrando uma tatuagem. No pulso direito há uma cruz desenhada com um entrelaçado em seu centro, como aqueles encontrados na cruz celta, esferas vão surgindo, seguindo uma linha em direção ao seu peito. No outro braço, há uma medalha, sendo seguida por mais esferas negras até a altura do peito. Ao unir os braços ficou fácil para Beaumont perceber que aquela tatuagem no corpo do homem forma um rosário que se fecha quando Victor sobrepõe seus pulsos. - Na mesma fileira, mas ideia diferentes sobre o mundo me fizeram abandonar o mundo dos Coristas.

- Me diga, meu caro... conseguimos mostrar que estarás bem servido do nosso lado? - Mael pergunta.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jul 11, 2018 11:44 pm

Rian:



Rolagem de dados:

Rian: Percepção - 2 Sucesso(s)

Homem: Fé - 1 Sucesso(s)


Parado a alguns passos de seu alvo, Rian tenta falar com o homem antes que algo mais aconteça. A mão para trás ṕde indicar a presença de uma arma, mas o Gangrel prefere conversar a partir para cima.

O homem escuta sem nada dizer. Contudo, assim que Rian fala sobre sua não-vida a face do homem muda completamente. De desconfiado, o alvo mostra uma ira absurda. Sem deixar que o Cainita termine seu discurso, o homem retira a mão das costas trazendo uma cruz de madeira e apontando diretamente para Rian.

- Criatura das trevas, sinta a presença do Senhor Todo Poderoso. - Aos olhos de Rian o objeto começa a emitir uma luz branca forte. - Os filhos de Deus não serão subjugados pelos filhos do Demônio. Caia diante desta cruz, que representa a nossa salvação, e peça perdão por seus pecados antes que eu lhe envie para os confins do inferno.

Cada vez mais a luz do objeto tornava-se potente. As pernas de Rian não aguentam sua presença. Os olhos queimam. Quando consegue perceber, o Gangrel está correndo desesperadamente de encontro ao bosque que contorna a cidade.


Última edição por Fuuma Monou em Sab Jul 14, 2018 9:58 am, editado 2 vez(es)
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Simon Black em Qui Jul 12, 2018 7:46 pm

Suas forças esvaíam-se a medida em que o combate se intensificava. Teve a certeza de que seria derrotado no instante em que o lobo esquivou-se de seu ataque e se preparou para o bote. Naqueles curtíssimos segundos, viu sua não-vida passar diante de seus olhos. Todas as suas provações, toda sua retidão no cumprimento do dever, toda sua devoção. Era um sobrevivente, mas tinha a certeza de que seu momento havia chegado.

O uivo estridente do lobo maior fez sua atenção e a de seu oponente voltarem-se para ele. De alguma maneira, Leo parecia ter conseguido arrancar-lhe uma das partes do corpo e isso dera um novo alento aos cainitas, ao passo que os lupinos urraram em desespero.

Um sorriso satisfeito e animalesco surgiu em seu rosto ao mesmo tempo em que a esperança retornou. Não era o momento de desânimo nem de abaixar a cabeça. Aquele era o momento de refletir a melhor maneira de escaparem... e, também, de saírem vitoriosos, cumprindo a missão.

Ergueu as garras e encarou o lobo. Enquanto aguardava para ver seus movimentos, usou a potência de seu sangue para tentar curar parte de seus ferimentos.

OFF: Vou gastar 1 PS para curar 1 nível de vitalidade. Se puder, deixarei também ação preparada para contra-atacar o lobo caso ele salte para me dar um novo bote (não sei se é possível fazer isso ao mesmo tempo em que uso o PS para cura).

OFF 2: É possível curar dano agravado com PS? Se for, curarei primeiramente o agravado com a ação acima.

OFF 3: Desculpe a demora. Fiquei sem acesso a internet nas últimas semanas.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Jul 15, 2018 12:24 am

Andrew Hadd:


Vendo que o carro de seu alvo se aproxima da armadilha, Andrew utiliza da presença das árvores à sua frente para cada vez mais estar próximo do veículo na hora em que este passar. Aproveitando a cobertura da vegetação, o Assamita se aproxima da estrada sem chamar a atenção de seu alvo. Dez metros são facilmente sobrepujados pelo Cainita, que está constantemente observando o outro. O carro para a não mais de 300 metros. O Vampiro que sai do veículo é alto e musculoso, claramente um fisioculturista durant a vida mortal. Nesse momento, as palavras de seu contratante voltam a mente de Andrew:

- Ele sempre verifica todo seu equipamento pouco antes de chegar no destino. - Os olhos azuis do Contratante se fixam nos de Andrew. Há algo de estranho com eles... parece que ele não tem mais vontade, sua mente e corpo somente continuam a existir, mas sem um motivo. - Ele é um caçador de recompensas, e já matou muitos antes. - Ele se arruma na cadeira. O barulho do couro genuíno é fácil de reconhecer e ecoa pela grande sala onde estão os dois. A casa do Contratante é grande, mas a escuridão e silêncio do lugar mostram uma perda recente. - Ele está indo para a Escócia, preciso que você o traga para mim.

Como o Contratante disse, o alvo está caminhando para o porta-malas, onde ele guardou suas armas antes de partir de Glasgow.

Apesar de possuir uma audição invejável, a distância ainda não permite que Andrew saiba o que está dizendo.

Imagem - Alvo:



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