O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

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O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Maio 09, 2018 7:10 pm

Durante o último ano a Escócia estava vivenciando tempos de forte pesar. Durante dezenas de anos, as duas capitais escocesas, Edimburgo e Glasgow (capital comercial), estavam sobre domínio da Camarilha e Sabbath, respectivamente. Este equilíbrio fora mantido mesmo após várias incursões de ambas as seitas para incorporar mais territórios ao seu domínio. Contudo, murmúrios foram se espalhando sobre uma forte aglomeração de bandos Sabbath em Glasgow sob a supervisão direta de Arthur Kingson, o Arcebispo. Dessa forma, Anthony Hotgan, Príncipe de Edimburgo, destaca um grupo de espiões que infiltram-se na capital comercial escocesa e retornam com provas sobre uma nova incursão Sabbath à Edimburgo sob as ordens de 5 Bispos, dentre eles estão Lugh, Anderson e Pietro, três dos mais cruéis membros da seita no Reino Unido e que estiveram ao lado de Arthur em sua última grande tentativa de tomar a capital escocesa.

Os rumores sobre a invasão percorrem toda a Escócia. Os residentes das cidades do interior, sendo estes membros ou não, começam a migrar para Edimburgo com o objetivo de fugir dos ataques que vem ocorrendo em suas propriedades. A presença de Hotgan é visto como um porto-seguro para os membros, pois o Príncipe já foi responsável por enviar um grande batalhão de Arthur com o rabo entre as pernas de volta à Glasgow. Além de ataques cainitas, outras criaturas vem sendo vistas pelas matas... e escuta-se o uivo de lobos cada vez mais próximo da capital.

Com um número cada vez maior de novos membros e cidadãos comuns na cidade, a Camarilla, junto com políticos, polícia e outros sistemas básicos, montam um plano para abrigar todas as pessoas. Apesar disso, ouve-se pelos pubs que o Príncipe sumiu, o que gera insatisfação entre os membros que vieram buscar proteção sob as "asas" de Hotgan. Roden, o Xerife, procura a todo o custo abafar esse murmurinho, mas não são todos que convencem-se por suas palavras. Soma-se a isso, o fato de alguns cainitas começarem a espalhar um rumor sobre uma aliança entre Roden com os Anarquistas para tomar o poder.

Nas ruas só se comenta sobre o sumiço de membros, e o surgimento de um novo ser que anda pela cidade em uma limousine preta conversando com alguns desses 'desaparecidos', só reforça o clima de instabilidade em Edimburgo. A única coisa já vista desse ser foi a sua mão contendo um anel em forma de serpente, semelhante ao que pode ser visto na mão de Roden, dentre outros membros da alta sociedade canita.

Enquanto isso, Glasgow reune o maior exercito Sabbath já visto. A inquietação dos bandos era palpável, todos querendo para si os espólios da guerra e tendo a certeza de que tudo já estava ganho. Mas Arthur esperava por algo, algum evento talvez.. ninguém sabia dizer, mas o Arcebispo se mantinha enterrado em sua base de operações no subterrâneo do cemitério Glasgow Necropolis. Em sua impaciência, os bandos começavam a atacar vilas próximas, o que estava levando ao êxodo em direção à Edimburgo.

Os meses passaram e nada do ataque massivo do Sabbath. Arthur se mantinha quieto. Ou era o que se acreditava, pois de repente incêndios e explosões se espalhavam pela capital escocesa alguns dias antes do Yule, a festa do solstício de inverno. Ninguém sabia muito bem o que havia ocorrido, pois espiões diziam que Arthur ainda se mantinha enclausurado... pelo menos até aquele momento...

E assim surge "Os Filhos de Badb". Pouco se sabe sobre o grupo 'terrorista', mas eles assumiram a responsabilidade sobre o atentado em Edimburgo, além de promover um segundo ataque diretamente no centro do poder da Camarilla, na mansão do Xerife Roden durante uma reunião com a Primigênie. No meio desta reunião, um bando de Lupinos e cainitas do Clã Gangrel invadiram o terreno de Roden enquanto um Corvo surgiu no centro da sala e deixou uma pena negra na mesa do Xerife antes de sumir completamente.

Dois dias se passaram e nenhuma informação foi encontrada. O que se conseguiu perceber foi que Os Filhos de Babd é composto por diferentes criaturas sobrenaturais. Contudo, as forças da Camarilla continuam a procurar por qualquer informação sobre o grupo.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Maio 09, 2018 7:13 pm

Rian:

Características:

- PS: 12
- FdV: 2
- Vitalidade: -1 (Agravado) - 1 (Letal)


Rian procura em sua memória por odores de seu alvo, talvez algo que possa ajudá-lo a encontrá-lo. Ao retornar ao pub para deixar a mulher, o Gangrel ainda procura por algo que possa auxiliá-lo nesta busca, mas não há nada. Mesmo em sua memória há somente um espaço vazio quando o Cainita tenta buscar por pistas sobre o Alvo. Em sua mente há o alvo como foi visto, mas nada mais que isso.

A única saída que o Gangrel encontrou foi entrar em sua forma animal e voar pelo caminho seguido pelo homem. O melhor lugar para iniciar a transformação é, sem dúvida, o meio das árvores que circundam a cidade. Assim, ele retorna ao meio do mato e é metamorfoseado em morcego. Desta forma, o Gangrel consegue voar livremente. Retornando ao pub, Rian refaz o caminho do Alvo. Virando a direita, três ruas surgem à sua frente, três possibilidades de caminho: A rua onde ele está agora segue em uma linha reta na direção de várias casas, provavelmente o bairro residencial da cidade; um pouco mais à frente surge a segunda rua, que segue pela direita indo de encontro a uma das saídas para a floresta que circunda a cidade; a terceira rua é a mesma por onde ele e Daniel haviam chegado ao pub, onde o Garou o deixou.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Maio 09, 2018 7:14 pm

Simon Black:

Características:

- PS: 6
- FdV: 6
- Vitalidade: -1 Contusão
- Destreza +1



Andando à frente, Leo reduz o passo e todos o seguem. Com a atenção máxima, o clima de tensão toma conta do ambiente, o ar parece estar pesado... os sons que Simon ouviu param pouco depois. Talvez tenha sido só impressão.. mas alguém treinado como o Gangrel não seria enganado dessa forma.

O grupo continua andando em fila indiana até ver o final do túnel. Nada mais de sons. Assim que Leo caminha para o lado, Simon e todos os demais se veem em uma caverna com teto muito alto, algo maior do que vinte metros. Contudo, durante a caminhada nenhum deles sentiu que estava descendo.. o caminho sempre pareceu uma linha reta. Essa caverna é profunda e escura, sendo impossível ver o fundo. do lugar onde eles estão. Um buraco no teto projeta um feixe de luz em um ponto específico no que parece ser o centro do lugar.

- Precisamos de um reconhecimento da área. Não consegui estar aqui durante minha vistoria. - Diz Leo.

Logo os olhos de Daimon tornam-se vermelhos como o sangue.

- Não parece haver na... - Sua voz falha. Ele leva a mão à boca pedindo silêncio. Com a outra mão ele indica um canto escuro. Àquele que conseguem ver sentem o terror de Daimon. A poucos metros do grupo, um lobo gigantesco está a espreita, escondido na escuridão. Em sua boca, presas gigantescas. Seu corpo é levemente disforme, provavelmente o efeito de alguma transformação. Ele caminha lentamente na direção dos Cainitas.
Imagem - lobo:




Última edição por Fuuma Monou em Dom Maio 20, 2018 3:39 pm, editado 2 vez(es)

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Maio 09, 2018 7:16 pm

Luthero Borgia/Beaumont:

Características:

- PS: 20
- FdV: 5
- Vitalidade: Normal


Erwin escuta atentamente cada palavra dita por Beaumont, assimilando cada nova informação e a registrando em sua mente. O tempo vai passando e os três chegam no aeroporto, onde seguem direto para o local onde a aeronave do Cainita estava os esperando para levá-los à presença de Mael. O Ancião parece sentir o prazer em cada nova sensação que surge ao utilizar o corpo da Abadessa. Dentro da aeronave, piloto segue para a cabine, onde um co-piloto preparava tudo para o voo. O avião é bastante confortável, com poltronas em todos os cantos, com o espaço entre elas sendo ocupada por mesas de madeira.

Ao olhar para o anfitrião, Beaumont percebe que este o estava observando atentamente. Logo que o Malkaviano o percebe, Erwin volta a falar:

- Conte-me um pouco de sua história, se não for incomodar... teremos algumas horas atravessando o mar pelas nuvens. Por que viver em um lugar tão remoto se você tem poder e experiência de vida o suficiente para ser o senhor de um mundo...?

A conversa entre os dois continua por um bom tempo. Afinal a aeronave mostra sinais de que é chegada a hora de descer em solo escocês. Pouco tempo depois, o avião toca o solo. Uma limousine os espera na lateral da pista de pouso e, assim que porta do avião é aberta, o veículo se aproxima. O motorista, um homem aparentando ter 30 anos, de pele morena e olhos cor de mel, desce do carro e abre a porta para os três. Erwin espera que Beaumont e Alessa entrem antes dele mesmo passar e sentar-se.

O caminho é relativamente longo, mas algumas horas separam os Cainitas do nascer do sol. O ambiente circundando o veículo é belo, lembrando um pouco o que o Ancião viu ao sair do Mosteiro. Em alguns pontos do percurso, só havia uma vegetação rasteira, mas que corria por todos os lados, como um pasto, em outros grandes árvores impediam a visão do que havia mais atrás. Assim como outros locais da Europa, aqui e ali surgiam ruínas de velhos castelos no horizonte.

O carro para em uma pequena cidade, talvez menor do que Ferrara. O motorista mais uma vez desce do carro e abre a porta. À frente, uma pequena casa branca, atrás o muro de uma catedral. Erwin para na porta da casa e bate com movimentos ritmados, provavelmente uma senha para alguém do lado de dentro. Alessa parece levemente inquieta, talvez o estar em um lugar desconhecido a esteja perturbando. A porta se abre e o homem que surgira na mente de Beaumont, o tal Mael, está do lado de dentro. Com um sorriso estampado no rosto, o ser caminha em direção à Beaumont/Abadessa com os braços

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Beaumont em Dom Maio 13, 2018 6:04 am

Devo admitir que a observação de Erwin é um ponto fácil de se perceber e uma lacuna clara em minha vida, por que me manter em Ferrara quando eu poderia claramente me deliciar dos prazeres que o mundo poderia me oferecer. A resposta estava em um nome puramente simbólico, mas que mostrava a resistência da crença humana nos objetivos claros de senhores do século VII. 

Beaumont (Giovanna): - A sociedade Leopoldo...O Coro Celestial...Além de outras possíveis fontes de resistência de influência que tentam minar o meu controle sobre a igreja ortodoxa em sua totalidade. 

Minha voz outra vez saiu por aquelas cordas vocais secas e desgastadas, em um momento a minha voz falhou e tudo o que saiu foi vendo, pobre Giovanna, já haveria de ter morrido se não fosse pelo meu dom oferecido a ela. Posso sentir o quanto ela é grata por minha gratidão e generosidade. 

Beaumont (Giovanna): - Como havia dito antes, precisamos ser cautelosos se possuímos o objetivo de viver eternamente. O controle sobre a igreja ao longo dos séculos pela Lady do Luar e e eu, chamou a atenção de resistentes e por isso quando a sua pessoa se ofereceu para ajudar eu pensei comigo mesmo porque não ? Então nesse momento em que estamos tendo essa conversa eu lhe pergunto. Como pode me ajudar a erradicar o meu problema quanto a Sociedade Leopoldo e sua influencia na igreja, o quanto vocês sabem sobre ela e o Coro Celestial para me ajudar ?

Não poderia deixar de levar esta conversa para este rumo. Como poderiam os Filhos de Badb me ajudar a conhecer mais o Coro Celestial e a eliminar de vez essa ameaça para que eu possa ter o controle sobre o conselho Papal ? Ainda preciso ter acesso a todos do conselho e alastrar essa influencia por todo o globo. 

Quando saí do avião, me dirigi a limousine, muito luxo, o suficiente para me manter acomodado da forma que eu mereço. aproveitei o tempo ocioso para continuar a conversa com Erwin e quando finalmente nos deparamos com Mael, a noite já estava acabando, normalmente Giovanna estaria pronta para voltar a dominar seu próprio corpo mas eu pedi  para que ela se recolhesse nas próximas noites, (Dominação 6: Lealdade) eu iria do controle desta casca e ela não ousaria me desobedecer em um momento como este. De fato eu estava adorando aquela experiência, o solo Eu europeu da nova cidade era sublime, me dirigi até Mael, havia um sorriso em minha face sincero até de quem está disposto a ouvir uma conversa interessante de um anfitrião audaz.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Sab Maio 19, 2018 8:46 pm

Luthero Borgia/Beaumont:



Off: No avião
Os olhos de Erwin estão fixos nos de Geovanna. Cada palavra dita por Beaumont é absorvida pelo Cainita, e assim que o Ancião se cala o outro fecha os olhos sem emitir nenhum som. O avião está fazendo uma curva no ar e todos conseguem sentir o movimento da aeronave enquanto as luzes do que aparenta ser uma grande cidade surgem pela janela logo abaixo deles assim que o avião atravessa as nuvens. Dentro da aeronave há uma música de fundo tocando, com volume baixo, mas o suficiente para Beaumont perceber e seguir o movimento do piano. Somente o som da música preenche o lugar por algum tempo, até que Erwin, ainda com os olhos fechados, começa a falar:

- Sobre a Sociedade... eles são um incomodo a todas as criaturas que, como nós, estão um passo a frente na evolução.
- Aos poucos seus olhos vão se abrindo enquanto uma expressão séria se forma em seu rosto. - Por isso eu posso lhe garantir que estaremos juntos na jornada pela destruição dessas Criaturas infames. - Sua voz deixa transparecer um tom de raiva ao falar as últimas palavras. - Agora, sobre a segunda parte... como eu lhe disse anteriormente, há entre nós todo tipo de ser que você pode imaginar. Entre esses tantos, existem Magos que certamente estão buscando o enfrentamento desses seres atrasados...

O rosto de Erwin volta a suavizar aos poucos. É bastante interessante observar as oscilações no comportamento de Erwin.

- Mas estamos aqui discutindo isso e ainda não sei o que você está pensando sobre o que somos... Deixe-me conhecer como este cérebro centenário está processando tudo o que foi apresentado...
- Há uma curiosidade legítima expressa em seu olhar.


Off: Em presença de Mael


- Bom final de noite.
- Diz Mael ao estender a mão direita para Beaumont. - Acredito que assim poderemos ter um tempo a mais para conversarmos... pelo menos até esse boneco cair de cansado, mas será o suficiente. - Assim como Erwin, este parece estar sempre com um sorriso estampado no rosto. - Como foi a viagem? Cansativa? - Ele continua indicando para o Ancião entrar na casa.

Esta é bastante simples. Logo à frente existe uma bancada de madeira com um jarro de rosas acima, contendo algumas violetas dentro, além de um telefone ao lado deste. Poucos centímetros acima da bancada há um espelho de forma elíptica com moldura de madeira entalhada. Dando alguns passos mais para dentro da casa, a porta é fechada. Alessa segue o corpo de Geovanna, ficando sempre a não mais de 1 passo da Abadessa. Uma sala contendo algumas cadeiras, também de madeira entalhada, mas com estofado coberto por seda vermelha, e uma mesa de centro forma o cômodo logo ao lado desse hall de entrada.

- O que está achando de nossa sede? - Pergunta o Anfitrião posicionado logo ao lado de Beaumont.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Simon Black em Qua Maio 23, 2018 9:35 pm

Pé ante pé, o gangrel segue andando lentamente pelo caminho, na fila indiana. Era o segundo e seus sentidos estavam cada vez mais aguçados. Quase solta um palavrão de surpresa ao ver o que o daimon apontava na frente deles.

Era um lobo gigantesco e seus olhos se arregalam neste instante. Estreita o olhar e o encara, tendo a certeza de que mesmo naquela escuridão ele os vira. Simplesmente indica para os outros o que há na frente deles.

Morde levemente o lábio inferior decidindo-se o que fazer. Ele então, após engolir em seco, fecha momentaneamente os olhos e busca tornar-se uno com o ambiente. E, de forma lenta e furtiva, busca se deslocar na direção que deveriam seguir, esperando não ser visto.


OBS: Inicialmente vou utilizar Ofuscação 2 (Presença Invisível). Depois disso, caminhar lentamente para o caminho que deveria seguir, passando por trás do lobo sem ser visto.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Maio 24, 2018 10:51 am

Simon Black:



Rolagem de dados:

SIMON: Furtividade - 2 sucesso(s)

SIMON: Percepção - 3 sucesso(s)

Vendo a criatura gigante que sai das sombras em direção ao grupo, Simon rapidamente utiliza do dom da ofuscação para sumir dos olhos do Lobo e continuar seu caminho. Sem olhar para seus companheiros, o Gangrel procura em sua mente o modo de ativar este poder e segue em linha reta em direção ao final da caverna. De repente uma voz surge em sua cabeça:

- O que você acha que sou, filho de Cain? - A voz é gutural, potente... - Uma brincadeira como essa não conseguiria NOS enganar. - O Lobo uiva e outros três lobos saem das sombras, formando uma barreira física contra a passagem do grupo.

Os três lobos são menores que o primeiro, mas a ferocidade está estampada na fronte de cada animal.

- Parece que você irritou nosso colega... - Diz Leo à Simon, que não havia conseguido se afastar muito.

Com uma velocidade surpreendente, Simon percebe a pata de um daqueles lobos vindo em sua direção como um raio. Só a pata do animal é um pouco maior do que o tamanho de seu tronco e certamente fará um estrago se acertar.


OFF:
Rolei iniciativa e a primeira jogada é do lobo. Como você teve uma quantidade significativa de sucessos no teste de percepção, sua próxima jogada deve começar com você me dizendo se vai tentar esquivar ou aparar o golpe. Depois disso, você deve postar o que fará se for sua a iniciativa e se for do lobo novamente.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Beaumont em Sex Maio 25, 2018 7:03 am

No Avião 

Beaumont (Giovanna) : - A sua ordem parece buscar algo além do controle da sociedade humana, vocês são discretos o suficiente para se manterem tão ocultos quanto os monitores Inconnus, mas são fortes o suficiente para enfrentarem a seita centenária da Camarilla se for preciso, o que eu acredito que não há necessidade uma vez que vocês ou nós possuímos membros dentro da seita que possa nos manter informados de tudo. Assim que tiver uma chance com a minha Lady também falarei de vocês se assim desejarem... Se não, eu também entenderei. 

Por mais que o avião seja interessante, o enfoque da conversa também é. Conhecer Erwin, conhecer os Filhos de Badb são uma novidade. Eles possuem um propósito superficial, mas será que possuem uma hierarquia ? 

Beaumont (Giovanna) : - Quanto a Mael ? Como vocês se conheceram ? Certamente um dia eu terei essa conversa com alguém e me lembrarei em detalhes como foi o nosso primeiro encontro Erwin ! 

Um sorriso percorre minha face envelhecida de Giovanna, o sorriso é sincero. Me lembrar de Bianca e Erwin me trazia respectivamente a sensação de prazer e curiosidade. 

Na Presença de Mael

Me aproximo de Mael para iniciarmos a conversa. Sua auto confiança transparece por entre seus poros e sua aura, parece ser uma característica marcante de todos os Filhos, essa aura de evolução espiritual é visível a qualquer um que avalie suas psiquê por alguns minutos, eles não parecem ter sentimentos que os diminuam, medo, insegurança, nervosismo. são como deuses em cascas mortais, ou será que seus níveis de loucura transcenderam a razão? 

Aperto a mão de Mael e naquele mesmo instante meu poder auspiciosos se aflora, (Auspícios 2 Percepção da Aura) Preciso conhecer um pouco mais o Mael que se esconde, cada detalhe que pode ser uma peça a mais nesse quebra-cabeças interessante. 

Beaumont (Giovanna) : - Seu suposto lar é tão discreto e requintando quanto nosso continente. Não poderia esperar mais de pessoas com uma estirpe tão nobre. 

Eu não esperava agir com tamanha educação, tive uma breve nostalgia de uma época da qual vivo como um sonho, minha época mortal talvez, tanto tempo que mesmo minha mente poderosa e imortal me fez esquecer de alguns detalhes, mas algo neste lugar me fez me sentir bem. Não sei o que era, me sentei no estofado logo depois que entramos, Alessa ficou atrás de mim e repousou  suas mãos nos velhos ombros de Giovanna, de forma leve eu pudi sentir seus dedos gelados devido ao clima do cenário europeu. Olhei mais uma vez para Mael divagando nos detalhes do seu rosto, queria guardar para mim aquele momento.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Simon Black em Dom Maio 27, 2018 8:26 pm

Sentiu como se um véu lhe encobrisse e caminhou lentamente tentando manter-se escondido do lobo gigantesco. O medo, entretanto, lhe veio de assalto no instante em que a criatura falou - e, como disse Leo, ele não havia gostado nada de sua tentativa de engodo.

Outros três lobos apareceram ante o uivo da besta imensa que agora virara de vez inimigo deles. Seus sentidos aguçados podem ter lhe salvado, pois percebeu a hora em que um dos lobos avançou e ele afastou pro lado, tentando esquivar-se.

Logo em seguida, sacou a arma e atirou, enquanto continuava tentando se esquivar dos ataques do lobo.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Maio 28, 2018 12:26 pm

Luthero Borgia/Beaumont:




No avião:

Beaumont aproveita cada momento daquela viagem para conhecer mais o seu "recrutador" e o grupo intitulado Filhos de Badb. Enquanto fala, o Ancião percebe que Erwin se diverte com algo dito pelo Cainita. Logo que o primeiro acaba de fazer seus questionamentos, o outro Imortal arruma-se na poltrona, cruza as pernas e leva o braço direito a servir de apoio para a cabeça, enquanto o outro braço está apoiado no braço da poltrona. Em seus olhos há um leve brilho, embora mostrem que este está com a mente distante.

- Começando pelo princípio. Nós temos nomes importantes em todas as seitas. Eu mesmo faço parte da Primigênie de Edimburgo, apesar de estar aqui, lhe recrutando. Em relação a segunda parte, - Ele olha para um relógio digital na entrada da cabine do piloto. - a Camarilla está sendo atacada nesse exato momento por nossas forças. - Ele deixa àquelas palavras se alojarem na mente do Malkaviano por alguns instantes antes de recomeçar. - Nós temos o controle do Sabá de Glasgow, e estamos usando isso para evitar chamar a atenção da Camarilla para nós. A séculos o Sabá tenta tomar Edimburgo e, consequentemente, toda a Escócia. Contudo, isso sempre foi impedido. Arthur, Arcebispo de Glasgow, vem reunindo um exército absurdo para uma nova tentativa e nós estamos dando o pontapé inicial para essa invasão. - Ele olha para Beaumont como uma criança ao fazer algo que sabe estar errado, mas que está se divertindo com isso. - E você me pergunta: No que isso nos ajudaria? Uma nova guerra entre eles nos mantém ocultos, desvia olhares... Nós estamos bem perto de ambos os lados. Enquanto os mantivermos ocupados, eles não nos percebem.

Mais uma vez, Erwin se põe em silêncio. O que o Cainita disse precisava ser digerido pela mente centenária de Beaumont antes que ele pudesse continuar respondendo as perguntas. Havia algo a mais naquelas palavras...

- Agora, sobre como conheci Mael. Eu estava trabalhando na mesma escavação em que estou agora. Era o princípio do nosso  trabalho na região. Eu só tinha acesso às lendas locais para tentar imaginar onde começar a trabalhar. - Os olhos do Cainita se fecham, como se ele estivesse revivendo aquele momento em sua mente. - Assim que encontrei uma caverna onde os habitantes não chegavam perto por temor a um antigo Deus adorado por tribos que viviam na região fui direto ao lugar para tentar encontrar esse "Deus". Ajustei meus olhos para se adaptar a escuridão do lugar e entrei na caverna. Logo aos primeiros passos um homem veio na direção contrária, parando à minha frente e dizendo:

Mael escreveu:- Ele não está mais aqui. Ele foi morto pelos humanos.  

- Naquele momento eu não acreditei nas palavras daquele ser. Continuei entrando cada vez mais profundamente na caverna, sem nada encontrar. Uma estaca no chão foi meu primeiro indício. Tentei observar as emanações de lembranças contidas naquele objeto e encontrei a verdade. Cai no chão com a dor que senti pela perda daquele ser, talvez tão antigo que poderia me contar onde estão aqueles Esquecidos pela história. O homem havia caminhado ao meu lado todo o tempo. Nesse momento ele se ajoelhou e disse ao meu ouvido:


Mael escreveu:- Conheço sua dor, sei do seu desejo mais profundo. Posso ajudá-lo a encontrá-los se você assim desejar.

- Desde então estamos juntos, Mael e eu.

Os olhos de Erwin tornam a abrir.

- Desculpe-me pela história longa. Mas e você, o que pode me dizer de sua história? O que o fez entrar nesse caminho?


Na presença de Mael


O lugar, tão simples ao mesmo temo que aconchegante e refinado, trás à mente Imortal de Beaumont lembranças, reflexos de tempos passados. O Ancião fala com Mael como ele faria a séculos atrás com qualquer um que estivesse na sua presença no palácio dos Bórgia.

Ao apertar a mão do ser, Beaumont tenta obter uma leitura astral do que ele seria, que tipo de criatura ele estaria enfrentando naquele momento. Contudo, assim como ocorreu com Erwin, o poder do Ancião não resulta em efeito, e a aura de Mael continua tão invisível quanto antes da tentativa falha do Cainita. O que há com esses seres?

- Sei que tens muito a perguntar e estou aqui para responder. Por favor, não se acanhe e deixe as perguntas que estão em sua mente fluírem pelo ar.


Erwin também senta-se, próximo ao Ancião, enquanto Alessa mantém-se de pé, logo atrás do Cainita.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Maio 29, 2018 11:09 am

Simon Black:



Rolagem de dados:

Simon: Esquiva - 3 sucesso(s)

Simon: Atirar - 2 sucesso(s)
Simon: Dano - 3 sucesso(s)
Lobo: Resistir - ??? sucesso(s)


Percebendo que o lobo partia para cima em um ataque voraz, Simon se joga para o lado em busca de um espaço que o permitisse fugir do ataque violento do animal, sacar sua arma e atirar.

Executando um rolamento com precisão, o Gangrel consegue se afastar em tempo da pata do Lobo, que já prepara-se para saltar na direção de Simon. Para um soldado experiente, cada segundo é importante. Esse infimo momento em que o Animal se posiciona é o suficiente para que o Forasteiro saque sua arma e puxe o gatilho no mesmo instante em que o Lobo torna a saltar.

Simon sabe que acertou um tiro na perna dianteira, pois o Animal parou seu movimento no meio do salto. Agora, o Lobo anda para o lado, fazendo um semi-círculo em torno do Gangrel. Contudo, seu movimento é sólido e o Gangrel não consegue saber se surtiu algum efeito no Lobo, e sua pele "diferente" só da forças para que o Gangrel não saiba o que está acontecendo. Com a movimentação do animal, Simon consegue ver o que está acontecendo ao seu redor. Todos os companheiros de ataque estão lutando contra as Feras. Por outro lado, o primeiro Animal a aparecer está no centro, só observando o que ocorre ao seu redor.

Iniciativa:

Lobo: 30
Simon: 15

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Rian em Qua Maio 30, 2018 2:18 pm

Não encontrava nada do que eu procurava. O sujeito havia sumido feito fumaça em meio a cidade. Agora estava começando do zero, era como procurar uma agulha no palheiro. Mas precisava cumprir a tarefa, não poderia voltar de mãos vazias, sem ao menos uma pista. Assim, aproveitando a vantagem do vôo sigo para a zona residencial pegando a primeira rua, voando como um morcego que não queria nada com nada, checando as casas uma a uma, em busca de qualquer pista que fosse. Se percebesse algo suspeito recorreria aos sentidos aguçados para apurar a busca.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Beaumont em Dom Jun 03, 2018 7:00 am

NO AVIÃO 

Beaumont (Giovanna) : - Ohh, então as duas seitas se destroem sob suas ordens pelo simples objetivo de desviar o olhar ? Raciocínio ousado e a frente do normal. 

Não poderia deixar de mais uma vez demonstrar que estava seguindo a linha de planos de Erwin de forma atenciosa. As peças começavam a se encaixar, mas o motivo de eu estar aqui ainda era uma leve incógnita... Quando ele perguntou sobre o meu passado eu simplesmente apaguei...

Beaumont (Giovanna) : - Dizer sobre a minha estória ? 

Naquele momento eu fiquei com os olhos perdidos no tempo. Tive muito tempo para pensar em minha história, mas ela de fato começa apenas depois do nascimento de Beaumont. Eu tentei reconstituir algo antes do meu abraço mas as minhas memórias se perdiam em um espalhado de moedas impossíveis de se reconstruir.  Depois do blackout eu tentei contornar a situação voltando ao foco do que realmente era importante para mim. 

Beaumont (Giovanna) : - Ora, ora Erwin, essa pergunta é muito mais difícil de se explicar em poucas palavras, Lady é um dos maiores motivos por eu estar aqui. Ela me ensinou os segredos do Cátaros, descobri através  das reuniões malkavianas contadas por ela e por todas as noticias que li nos jornais e informações que obtive nas sombras, sim, se você ler os jornais nas linhas subliminares você irá entender o que eu quero dizer. Os Filhos da Lua determinam traços importante da história da humanidade com o que chamamos de Great Prank, uma grande brincadeira que nós para influenciar o mundo, a revolução Francesa do século XVIII foi a que eu mais estive presente, percebe que o meu real objetivo é transformar essa sociedade morta e preto e branco em uma sociedade vívida. O vermelho do sangue só manchou as ruas 1793 por minha causa. 

Beaumont (Giovanna) : - Créer, c’est vivre deux fois. Créer, c’est aussi donner une forme à son destin.

Tradução:
Criar é viver duas vezes.Criar é também dar uma forma ao seu destino.

As palavras em minha boca saíram em Francês como se eu nostalgizasse os sentimentos do passado, o gosto da carne dos mortos na minha boca e o sabor do vitae de uma conquista de paradigmas, nem a Igreja nem a Corte poderiam ser superiores ao meu poder...Nunca. 

Naquele momento meus olhos macabros se viraram lentamente para Ervin e uma pergunta divagou a minha boca ainda ávida pelo sangue de minhas memórias. 

Beaumont (Giovanna) : - Dentre muros e fortalezas, reis e cardeais, poucos foram capazes de impedir o dobramento da minha vontade, o que o torna tão diferente dos outros ? Que tipo de aliança é essa sua com Mael que te torna tão poderoso a minhas habilidades ?



NA PRESENÇA DE MAEL 

Da mesma forma como procedeu com Erwin, minhas habilidades pareciam completamente inúteis contra a presença desta criatura que ao meus olhos parecia apenas um homem normal. A figura escondida por debaixo de um cordeiro. Meus olhos seguiram para Erwin quando ele Mael fez a pergunta pois indiretamente Erwin já sabia qual seria a minha a pergunta pois eu já havia feito a mesma pergunta dentro do avião. Me intrigava enormemente que o meu aprendizado em Dominação,Auspicios e Presença se mostrassem particularmente inúteis contra eles. Eles possuíam um bloqueio contra minhas habilidades, um manto impenetrável, conheciam a mim antes mesmo de se revelarem. 

Beaumont (Giovanna) : - Os filhos de Badb, fico intrigado e lisonjeado em ser convidado a participar deste grupo ao qual pertencem. Ervin me disse sobre o controle absoluto sobre as seitas Camarilla e Sabá da região e quem sabe de todo o globo ao qual possuem, ficarei feliz em usar os meus "contatos" na igreja sempre que precisarem. Mas adverti o Sr. Erwin de que apesar de ter influencia direta com o Papa, eu ainda preciso agir com descrição. A Sociedade Leopoldo, possuí juízes cruéis denominados de "O coro celestial" que me impedem de ter um controle absoluto sobre o Vaticano. 

Me resumo em minhas dificuldades sobre o controle na igreja, percebi que eles gostam de "controle" sobre forças então foi por isso que me escolheram para fazer parte do mundo deles. Ainda não me sentia totalmente a vontade na presença de Mael da mesma forma que me sentia na presença de Erwin, isso era algo qe talvez levasse um pouco mais de tempo. Me resumi a permitir ouvir mais do que perguntar. 

Beaumont (Giovanna) : - Como soube da minha existência? Tento dobra-la aos olhos de todos o máximo possível, Beaumont é um nome praticamente inexistente na contemporaneidade, então porque minha influencia vampira parece tão inútil contra vocês ?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Simon Black em Ter Jun 05, 2018 9:34 pm

Se ainda fosse mortal, Simon estaria respirando profundamente, buscando o ar, haja vista a intensidade com que o combate se desenrolava. Como não o era, ele apenas encarava a situação, tentando ser o mais veloz e ágil possível.

O disparo pareceu não surgir qualquer efeito sobre o inimigo, pois o mesmo o circundava, deixando claro que faria do cainita seu jantar.

Embora tenha visto o maior dos lobos, sua atenção está voltada para aquele que se encontra em combate consigo. Olha para a própria mão, a que não segurava a arma, e decide o que fará por hora.

Sem desviar sua atenção do lobo, preparando-se para fazer um novo rolamento para o lado caso seja atacado, ele concentra todo seu pensamento em transformar a mão livre em garra. Para em seguida ir na direção do lobo, tentar atingi-lo com a garra afiada.

Quem sabe um ataque poderoso como aquele não surtisse efeito...
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Jun 11, 2018 10:51 am

Rian:



Rian sobrevoa a rua principal da pequena cidade a procura de seu alvo. Rapidamente ele chega na zona residencial e começa a vasculhar os arredores a procura do homem. O vento frio do começo de inverno bate no rosto do Gangrel enquanto passa pelas asas do Morcego, criando uma resistência bem conhecida. Aquilo é a liberdade... Mais uma vez, sua busca é infrutífera. Nada do alvo. Talvez, ter parado para alimentar-se não tenha sido a melhor das opções.

De repente uma imagem surge em sua mente. É quase como se Rian estivesse vendo através dos olhos de outro. A rua muda completamente. A sensação que as imagens passam é de alguém correndo, pela altura do chão, pode ser uma criança ou um animal. Os prédios passam rapidamente, em uma velocidade muito maior do que uma criança humana seria capaz de atingir. A movimentação vai diminuindo de ritmo, até que para completamente quando, o que quer que esteja enviando as imagens, chega a uma fonte. O Gangrel consegue ter ideia de onde aquilo está... perto do local onde está a base dos Filhos de Badb. Rian passou perto dela ao atravessar a cidade com o Garou em direção ao pub.

"- Sua última chance." - E com essas palavras a imagem se desfaz, não sem antes mostrar que o Alvo estava próximo da fonte. Ele estava agachado, como que procurando algo.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Jun 11, 2018 12:41 pm

Luthero Borgia/Beaumont:




No avião:

Beaumont se perde em devaneios sobre seu passado até um ponto onde o gatilho de sua sanidade está esperando por ser destruído. Após algum tempo preso no passado, o Ancião retorna à realidade e se foca em responder Erwin da melhor maneira que sua mente pôde conceber. Beaumont vê claramente estampado no rosto do Cainita que este está assimilando o que está sendo dito e avaliando tudo. Em seus pensamentos, Erwin está tentando analisar cada palavra, criar conexões com algo que somente o Imortal poderia explicar. Um pesquisador nato. Isso é o que o Malkaviano percebe como traço principal do companheiro de viagem. Apesar do sorriso que está sempre visível na face do outro, o Ancião sabe que o mesmo está sempre a analisar tudo ao seu redor.

- Quem sabe?  Não havia percebido que você havia tentado fazer algo comigo... - Seu olhar torna-se menos sério, retornando ao rosto do vampiro uma de sua característica mais marcante, a aparente despreocupação. - Nossos dons são um mistério... mas acredito que parte dessa falha possa se dar pelo tempo que tenho no Mundo das Trevas, como alguns gostam de chamar. No dia de hoje completo 340 anos de meu renascimento. Como você sabe, a idade nos trás benefícios sobre corpo e mente que afugenta aqueles tantos que tentam influenciar nosso comportamento. - Ele não parece nem mesmo sentido ao saber que Beaumont tentou lhe controlar.

Erwin deixa suas costas ficarem confortáveis na cadeira e fecha os olhos por um bom período de tempo.

- É uma sensação maravilhosa... a liberdade... Nós temos o poder para mudar tudo, mas sempre estivemos cegos. - Ele volta a abrir os olhos. - Percebo que vamos nos divertir muito enquanto estivermos juntos.


Na presença de Mael:

Os quatro estão na pequena sala. Mael sentado à frente de Beaumont, Erwin ao seu lado e Alessa em pé, atrás do corpo da Abadessa. Diferente do Outro cainita, Mael não mudava de expressão ao ouvir o que o Ancião diz. Ele da a impressão de já saber tudo o que Beaumont tem a dizer antes mesmo do próprio pensar na resposta que dará. Logo que acaba de falar, Mael começa a responder.

- Sobre a sua existência.. posso lhe dizer que tenho um dom bastante interessante. - Ele esboça uma pequena gargalhada, sendo acompanhado por Erwin. - Eu consigo sentir algumas presenças, e é assim que venho auxiliando Erwin com sua busca. - Ele deixa o silêncio tomar conta da sala por não mais que alguns segundos. - Sobre a segunda parte... você não deveria tentar manipular amigos, meu caro. Isso é feio... - Sempre com o mesmo sorriso no rosto, Mael continua a falar com Beaumont. - Vou ser direto com você. Precisamos de amigos, em especial de amigos como você, que possuem forte influência na sociedade mortal e sobrenatural. Acredito que Erwin conversou contigo sobre a ideia geral de nossos planos. E pelo que percebi, você tem uma mente como a nossa.... um passo à frente. Somos uma família de seres descontentes com a realidade que está nos sendo imposta e temos a força para mudar o atual futuro que está por vir. Estamos espalhados por todos os grupos, todas as crenças... e, por isso, podemos nos ajudar mutualmente. Você tem problemas com um grupo em específico..certamente teremos alguém entre nossos irmãos que pode lhe ajudar com isso. Minha proposta é bem simples... fique conosco e ajude-nos a criar um novo mundo colorido, ou você pode retornar o seu mosteiro sem lembranças de Erwin e de tudo mais sobre os Filhos de Badb. - As palavras de Mael ecoam pela pequena sala antes de se perderem, serem levadas pelo vento. O silêncio toma conta do lugar mais uma vez.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Jun 11, 2018 1:24 pm

Simon Black:



Características:

- PS: 5
- FdV: 6
- Vitalidade: -1 Contusão, -2 Agravado
- Garras da Besta: ativo

Rolagem de dados:

Lobo: Morder - 6 sucesso(s)
Simon: Esquiva - 3 sucesso(s)

Lobo: Dano - 3 sucesso(s)
Simon: Resistir - 1 sucesso(s)



O  lobo não mostra nenhum indício de ter sofrido dano após receber um tiro direto da arma de Simon. Dessa forma, o Gangrel se prepara para um ataque direto. Concentrando o sangue potente em modificar seu corpo de forma a surgir garras em sua mão esquerda, o tempo de reação de Simon não é o suficiente para livrar-se da boca gigantesca do lobo que, assim que percebe uma leve mudança no comportamento do Gangrel, pula na direção do Cainita.

Em meio a mais um rolamento para fugir do animal, Simon é pego por suas presas, que se fincam na lateral direita do tórax do Gangrel. Diferente do resto do corpo do animal, suas presas possuem forma física bastante sólida e transpassam pele e músculo com bastante facilidade. Ademais, as duas últimas costelas do Gangrel parecem estar quebradas.

O animal salta para trás novamente, abrindo um espaço entre eles enquanto prepara sua próxima investida. Um líquido vermelho escorre do focinho do lobo. O animal está pronto para retirar um pedaço do Gangrel no próximo ataque.

Iniciativa:

O primeiro movimento é seu

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Simon Black em Ter Jun 19, 2018 9:16 pm

Aquele era um dos mais formidáveis inimigos que já enfrentara e não passava de um mero lobo. Sabia, bem lá no fundo, que não se tratava de um lobo comum. Sentiu medo por um instante, passando a temer por sua não-vida.

Pensou em fugir. Uma transformação faria sentido. Mas aquilo ia de encontro frontal a quem ele era. Ele não recuava, não se dava por vencido. Cumpria ordens.

E tinha verdadeira paixão por isso.

O temor fugiu-lhe da face. Se morreria, novamente, ali, levaria seu inimigo junto.

Sentindo a dor na região das costelas, grunhiu na direção do lobo. E se atirou nele, saltando em sua direção, tentando acertar sua barriga com as garras que surgiram em sua mão.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Beaumont em Qua Jun 20, 2018 11:24 pm

Na presença de Mael:


Enquanto as palavras de Mael saem de sua boca como uma torrente de persuasão sobre o lago escaldante de ódio em meu coração, não me demonstro de tamanha rebeldia. Poque eu iria ? Não valeria a pena enfrentar uma criatura como Mael em seu território, com suas regras e com todo o seu poder apenas para alimentar o mais primitivo dos sentimentos humanos, eu não sou mais humano, os ensinamentos de Lady sobre o Cátaros já me livraram deste terrível fardo a muito tempo. Meu objetivo agora é unicamente prover a corrupção do mundo atual. O mundo está imperfeito e controlado por forças que desconhecemos, a Igreja, politica, poder. Ao menos os Filhos de Badb estão tentando cortar o seu pedaço da torna de maneira mais inteligente que as seitas Camarilla e Sabá, enquanto nossos objetivos se cruzarem, não há por que ter mais um inimigo, Mael me deu uma escolha, mas optar por esquecer tudo enquanto eles lembram quem sou eu, onde me refugio e quais são minhas fraquezas como o meu problema com o Coro Celestial não será nada inteligente. Esquecer tudo isso seria ter alguém  apto a me apunhalar pelas costas a qualquer instante. 

Beaumont (Geovanna) : - Esquecer tudo isso e virar as costas assim ? Não , não !! Isso seria um ultraje ! Ficaria muito feliz em pertencer aos Filhos de Badb com uma condição. Preciso de pessoas que conheçam meus inimigos caçadores, quero saber mais sobre o Coro Celestial e seu ponto fraco, quero que me ajudem a encontrar aqueles capazes de enfrentar e extinguir a ameaça que me impede de manipular o vaticano, se me ajudarem terão a influencia e aliança da igreja para vocês como minha forma de agradecimento. 

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Rian em Sex Jun 22, 2018 7:38 am

Enquanto sobrevoava a cidade pensava em como a Metamorfose deveria ter sido cobiçada nos tempos mais antigos, quando a tecnologia era limitada e ver o mundo lá de cima era possível apenas com poderes sobre naturais. Meus pensamentos eram interrompidos por imagens enviadas para mim. A surpresa era inevitável.
"- Estou lidando com pessoas poderosas. Isso é ao mesmo tempo proveitoso e perigoso..."
Via claramente que o alvo estava na fonte e que eu o havia perdido. Se não fosse aquela ajuda inesperada talvez eu não o encontrasse mais. Imediatamente sigo para a fonte e me preparo para chegar furtivamente, observar o local e colher informações importantes sobre o alvo, o lugar, e outros possíveis seres que estejam à espreita, antes de pousar e assumir a forma humana.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Jun 26, 2018 7:54 pm

Simon Black:



Características:

- PS: 5
- FdV: 6
- Vitalidade: -1 Contusão, -2 Agravado
- Garras da Besta: ativo

Rolagem de dados:

Simon: Ataque com Garras - 2 sucesso(s)
Lobo: Esquiva - 3 sucesso(s)

O foco de Simon está totalmente voltado para seu inimigo, talvez o mais formidável que o Gangrel já enfrentou em todos os seus anos como soldado. A fera à sua frente prepara-se para mais um assalto. Com o focinho sujo com o sangue retirado no último ataque, o Lobo está jogando o peso do corpo nas patas traseiras... aquele é o momento e Simon sabe disso... mais um ataque e todo o seu tronco pode acabar sendo dilacerado pelas presas mortais da fera. O Imortal sente o fluido que escorre por sua pele onde o Lobo enfiou os dentes a poucos instantes, e ela já está pronta para mais uma investida.

Tentando retirar a dor do ferimento de sua mente, o Gangrel salta com suas garras a mostra antes que o animal faça seu movimento. O animal não esperava por isso, mas Simon pôde ver o ódio por estar sendo atrapalhado em seu jantar. Apesar do ataque surpresa, o Lobo consegue saltar para o lado no último instante e as garras de Simon fincam no chão com a potência do golpe desferido pelo Cainita. Por outro lado, a fera aproveita o movimento e usa o peso nas patas traseiras para ter impulso e saltar novamente para o Gangrel... mas algo acontece.

A atenção dos dois inimigos é atraída por um som estridente. O Lobo maior, que estava no centro da caverna, agora uiva enquanto uma de suas patas some magicamente na forma de um fogo azulado. O animal gigantesco consegue se manter com dificuldade sobre os outros três membros. Ao olhar para o lado, Simon vê Leo segurando o que resta do maxilar da criatura que estava lutando contra ele, enquanto o restante do corpo some no mesmo fogo azul.

Iniciativa:

O primeiro movimento é seu

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jun 27, 2018 4:03 pm

Luthero Borgia/Beaumont:




Rolagem de dados:

Beaumont: Percepção - 3 sucesso(s)


- Ótimo!! - O outro diz enquanto levanta da cadeira já com a mão estendida para apertar novamente a mão de Beaumont. - Por favor, venham comigo. - Mael volta a primeira área da sala. Logo ao lado esquerdo da porta de entrada havia um armário embutido na parede. Mael abre a porta e aperta um botão no interior fazendo com que o fundo do objeto desça, mostrando uma abertura secreta para uma outra área da casa. Mael é o primeiro a entrar, sendo seguido por Erwin. Logo o Cainita pede que Beaumont o siga.

- Desculpe-me pelo barulho, mas alguns gostam desse tipo de música mais barulhenta. - Erwin fala para Beaumont. - Então é normal que em alguns momentos esse tipo de música esteja ecoando pelo salão logo abaixo de nós. - Ao dar alguns passos para dentro do armário, o Malkaviano se vê em uma plataforma acima de um grande salão. A poucos metros uma escada de metal desce em caracol em direção ao andar subterrâneo, onde alguns jovens bebem em um bar no outro extremo da sala. Com sua alta percepção, o Ancião vê um pequeno grupo, um trio, que segue na direção do balcão do bar, mas entra em uma porta quase imperceptível ao lado deste.

- Parece que Victor está lidando com nosso novo convidado.. - Diz Mael. - É uma pena. Ele é a pessoa que quero lhe apresentar.. Ele é um Mago bastante Antigo e um dos fundadores dos Filhos. Ele é a pessoa indicada para falar contigo sobre os seus problemas. Você gostaria de sentar lá embaixo e esperar por ele ou prefere que eu lhe apresente nossa central de operações?

Olhando ao redor, Beaumont vê algumas mesas circundadas por confortáveis poltronas. No centro do salão há um tipo de pista de dança, onde alguns estão pulando freneticamente ao som da música. É facilmente perceptível que a área do salão é bem maior do que a casa, bem como é fácil observar que outras portas como àquela onde o tal de Victor entrou estão espalhadas pelo lugar...

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jun 27, 2018 5:15 pm

Rian:

Rolagem de dados:

Rian: Percepção - 2 sucesso(s)


O bom de estar em uma cidade pequena é que com um voo rápido Rian logo chega ao lugar indicado pela mensagem em sua mente. O Gangrel está logo acima de um prédio branco, escondido atrás das árvores, mas consegue ver tudo o que está acontecendo em torno do chafariz. Focando sua mente em procurar inicialmente por aquele que lhe enviou as imagens e tentando descobrir o que seu alvo está fazendo, Rian se mantém nas sombras por um longo período. Contudo, o Cainita não consegue ver nenhum outro ser nas redondezas, somente seu alvo está no lugar. Tendo a noção de que se meteu com criaturas poderosas, o Imortal não tem como saber se as imagens foram enviadas quem o fez sumiu logo após, ou se ele ainda está por lá, oculto nas trevas da noite.

Em relação ao alvo, durante todo o tempo que o Gangrel esperou, ele parecia procurar algo em torno da fonte. O homem se agachou, engatinhou, olhou dentro da torre, tanto na direção superior quanto inferior... tudo isso enquanto esfregava as mãos nas paredes do ornamento. E ele não parecia desistir do que quer que ele estivesse fazendo.

Fonte:



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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Jun 28, 2018 1:29 pm

Andrew Hadd:


Características:

- PS: 13
- FdV: 7
- Vitalidade: Normal


Escondido nas sombras, dentro de uma caverna com uma árvore protegendo a entrada de observadores desavisados, Andrew observa a aproximação de seu alvo. Um outro Cainita, mais um americano atraído pelo Arcebispo Arthur para terras escocesas com a promessa de invasão da capital Edimburgo e controle total do país pelo Sabá. O Assamita havia sido avisado disso ainda nos EUA, quando seu contratante fez a proposta: O outro Cainita com uma estaca fincada no coração, sabendo o que está acontecendo ao seu redor, mas sem conseguir se mover... O carro vai se aproximando, agora ele está a pouco mais de 1 quilometro. Andrew rememora os últimos acontecimentos, desde que ele pisou em solo escocês até aquele momento final. Houve outra possibilidade? Ele deixou o alvo escapar em algum outro momento? Certamente que não. Seria impossível capturá-lo em Glasgow com a enorme quantidade de Vampiros do Sabá da Europa e América na cidade... Mas algo aconteceu... Depois de muito tempo juntando os Cainitas ao seu redor, Arthur finalmente liberou seu exército. Isso foi perfeito para o Assamita, que pôde avaliar seu alvo sem problemas durante alguns dias. Ele certamente estaria sozinho, essa era a forma como ele agia, com confiança excessiva em sua própria força e desconfiando de todos.

O carro está a 500 metros e o lugar onde Andrew se escondeu está a 100 metros da estrada por onde o carro vai passar.

OFF: Fique a vontade para interpretar a situação.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

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