O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

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O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Maio 09, 2018 7:10 pm

Durante o último ano a Escócia estava vivenciando tempos de forte pesar. Durante dezenas de anos, as duas capitais escocesas, Edimburgo e Glasgow (capital comercial), estavam sobre domínio da Camarilha e Sabbath, respectivamente. Este equilíbrio fora mantido mesmo após várias incursões de ambas as seitas para incorporar mais territórios ao seu domínio. Contudo, murmúrios foram se espalhando sobre uma forte aglomeração de bandos Sabbath em Glasgow sob a supervisão direta de Arthur Kingson, o Arcebispo. Dessa forma, Anthony Hotgan, Príncipe de Edimburgo, destaca um grupo de espiões que infiltram-se na capital comercial escocesa e retornam com provas sobre uma nova incursão Sabbath à Edimburgo sob as ordens de 5 Bispos, dentre eles estão Lugh, Anderson e Pietro, três dos mais cruéis membros da seita no Reino Unido e que estiveram ao lado de Arthur em sua última grande tentativa de tomar a capital escocesa.

Os rumores sobre a invasão percorrem toda a Escócia. Os residentes das cidades do interior, sendo estes membros ou não, começam a migrar para Edimburgo com o objetivo de fugir dos ataques que vem ocorrendo em suas propriedades. A presença de Hotgan é visto como um porto-seguro para os membros, pois o Príncipe já foi responsável por enviar um grande batalhão de Arthur com o rabo entre as pernas de volta à Glasgow. Além de ataques cainitas, outras criaturas vem sendo vistas pelas matas... e escuta-se o uivo de lobos cada vez mais próximo da capital.

Com um número cada vez maior de novos membros e cidadãos comuns na cidade, a Camarilla, junto com políticos, polícia e outros sistemas básicos, montam um plano para abrigar todas as pessoas. Apesar disso, ouve-se pelos pubs que o Príncipe sumiu, o que gera insatisfação entre os membros que vieram buscar proteção sob as "asas" de Hotgan. Roden, o Xerife, procura a todo o custo abafar esse murmurinho, mas não são todos que convencem-se por suas palavras. Soma-se a isso, o fato de alguns cainitas começarem a espalhar um rumor sobre uma aliança entre Roden com os Anarquistas para tomar o poder.

Nas ruas só se comenta sobre o sumiço de membros, e o surgimento de um novo ser que anda pela cidade em uma limousine preta conversando com alguns desses 'desaparecidos', só reforça o clima de instabilidade em Edimburgo. A única coisa já vista desse ser foi a sua mão contendo um anel em forma de serpente, semelhante ao que pode ser visto na mão de Roden, dentre outros membros da alta sociedade canita.

Enquanto isso, Glasgow reune o maior exercito Sabbath já visto. A inquietação dos bandos era palpável, todos querendo para si os espólios da guerra e tendo a certeza de que tudo já estava ganho. Mas Arthur esperava por algo, algum evento talvez.. ninguém sabia dizer, mas o Arcebispo se mantinha enterrado em sua base de operações no subterrâneo do cemitério Glasgow Necropolis. Em sua impaciência, os bandos começavam a atacar vilas próximas, o que estava levando ao êxodo em direção à Edimburgo.

Os meses passaram e nada do ataque massivo do Sabbath. Arthur se mantinha quieto. Ou era o que se acreditava, pois de repente incêndios e explosões se espalhavam pela capital escocesa alguns dias antes do Yule, a festa do solstício de inverno. Ninguém sabia muito bem o que havia ocorrido, pois espiões diziam que Arthur ainda se mantinha enclausurado... pelo menos até aquele momento...

E assim surge "Os Filhos de Badb". Pouco se sabe sobre o grupo 'terrorista', mas eles assumiram a responsabilidade sobre o atentado em Edimburgo, além de promover um segundo ataque diretamente no centro do poder da Camarilla, na mansão do Xerife Roden durante uma reunião com a Primigênie. No meio desta reunião, um bando de Lupinos e cainitas do Clã Gangrel invadiram o terreno de Roden enquanto um Corvo surgiu no centro da sala e deixou uma pena negra na mesa do Xerife antes de sumir completamente.

Dois dias se passaram e nenhuma informação foi encontrada. O que se conseguiu perceber foi que Os Filhos de Babd é composto por diferentes criaturas sobrenaturais. Contudo, as forças da Camarilla continuam a procurar por qualquer informação sobre o grupo.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Maio 09, 2018 7:13 pm

Rian:

Características:

- PS: 12
- FdV: 2
- Vitalidade: -1 (Agravado) - 1 (Letal)


Rian procura em sua memória por odores de seu alvo, talvez algo que possa ajudá-lo a encontrá-lo. Ao retornar ao pub para deixar a mulher, o Gangrel ainda procura por algo que possa auxiliá-lo nesta busca, mas não há nada. Mesmo em sua memória há somente um espaço vazio quando o Cainita tenta buscar por pistas sobre o Alvo. Em sua mente há o alvo como foi visto, mas nada mais que isso.

A única saída que o Gangrel encontrou foi entrar em sua forma animal e voar pelo caminho seguido pelo homem. O melhor lugar para iniciar a transformação é, sem dúvida, o meio das árvores que circundam a cidade. Assim, ele retorna ao meio do mato e é metamorfoseado em morcego. Desta forma, o Gangrel consegue voar livremente. Retornando ao pub, Rian refaz o caminho do Alvo. Virando a direita, três ruas surgem à sua frente, três possibilidades de caminho: A rua onde ele está agora segue em uma linha reta na direção de várias casas, provavelmente o bairro residencial da cidade; um pouco mais à frente surge a segunda rua, que segue pela direita indo de encontro a uma das saídas para a floresta que circunda a cidade; a terceira rua é a mesma por onde ele e Daniel haviam chegado ao pub, onde o Garou o deixou.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Maio 09, 2018 7:14 pm

Simon Black:

Características:

- PS: 6
- FdV: 6
- Vitalidade: -1 Contusão
- Destreza +1



Andando à frente, Leo reduz o passo e todos o seguem. Com a atenção máxima, o clima de tensão toma conta do ambiente, o ar parece estar pesado... os sons que Simon ouviu param pouco depois. Talvez tenha sido só impressão.. mas alguém treinado como o Gangrel não seria enganado dessa forma.

O grupo continua andando em fila indiana até ver o final do túnel. Nada mais de sons. Assim que Leo caminha para o lado, Simon e todos os demais se veem em uma caverna com teto muito alto, algo maior do que vinte metros. Contudo, durante a caminhada nenhum deles sentiu que estava descendo.. o caminho sempre pareceu uma linha reta. Essa caverna é profunda e escura, sendo impossível ver o fundo. do lugar onde eles estão. Um buraco no teto projeta um feixe de luz em um ponto específico no que parece ser o centro do lugar.

- Precisamos de um reconhecimento da área. Não consegui estar aqui durante minha vistoria. - Diz Leo.

Logo os olhos de Daimon tornam-se vermelhos como o sangue.

- Não parece haver na... - Sua voz falha. Ele leva a mão à boca pedindo silêncio. Com a outra mão ele indica um canto escuro. Àquele que conseguem ver sentem o terror de Daimon. A poucos metros do grupo, um lobo gigantesco está a espera, escondido na escuridão. Em sua boca, presas gigantescas. Seu corpo é levemente disforme, provavelmente o efeito de alguma transformação. Ele caminha lentamente na direção dos Cainitas.


Última edição por Fuuma Monou em Dom Maio 13, 2018 11:31 pm, editado 1 vez(es)

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Maio 09, 2018 7:16 pm

Luthero Borgia/Beaumont:

Características:

- PS: 20
- FdV: 5
- Vitalidade: Normal


Erwin escuta atentamente cada palavra dita por Beaumont, assimilando cada nova informação e a registrando em sua mente. O tempo vai passando e os três chegam no aeroporto, onde seguem direto para o local onde a aeronave do Cainita estava os esperando para levá-los à presença de Mael. O Ancião parece sentir o prazer em cada nova sensação que surge ao utilizar o corpo da Abadessa. Dentro da aeronave, piloto segue para a cabine, onde um co-piloto preparava tudo para o voo. O avião é bastante confortável, com poltronas em todos os cantos, com o espaço entre elas sendo ocupada por mesas de madeira.

Ao olhar para o anfitrião, Beaumont percebe que este o estava observando atentamente. Logo que o Malkaviano o percebe, Erwin volta a falar:

- Conte-me um pouco de sua história, se não for incomodar... teremos algumas horas atravessando o mar pelas nuvens. Por que viver em um lugar tão remoto se você tem poder e experiência de vida o suficiente para ser o senhor de um mundo...?

A conversa entre os dois continua por um bom tempo. Afinal a aeronave mostra sinais de que é chegada a hora de descer em solo escocês. Pouco tempo depois, o avião toca o solo. Uma limousine os espera na lateral da pista de pouso e, assim que porta do avião é aberta, o veículo se aproxima. O motorista, um homem aparentando ter 30 anos, de pele morena e olhos cor de mel, desce do carro e abre a porta para os três. Erwin espera que Beaumont e Alessa entrem antes dele mesmo passar e sentar-se.

O caminho é relativamente longo, mas algumas horas separam os Cainitas do nascer do sol. O ambiente circundando o veículo é belo, lembrando um pouco o que o Ancião viu ao sair do Mosteiro. Em alguns pontos do percurso, só havia uma vegetação rasteira, mas que corria por todos os lados, como um pasto, em outros grandes árvores impediam a visão do que havia mais atrás. Assim como outros locais da Europa, aqui e ali surgiam ruínas de velhos castelos no horizonte.

O carro para em uma pequena cidade, talvez menor do que Ferrara. O motorista mais uma vez desce do carro e abre a porta. À frente, uma pequena casa branca, atrás o muro de uma catedral. Erwin para na porta da casa e bate com movimentos ritmados, provavelmente uma senha para alguém do lado de dentro. Alessa parece levemente inquieta, talvez o estar em um lugar desconhecido a esteja perturbando. A porta se abre e o homem que surgira na mente de Beaumont, o tal Mael, está do lado de dentro. Com um sorriso estampado no rosto, o ser caminha em direção à Beaumont/Abadessa com os braços

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Beaumont em Dom Maio 13, 2018 6:04 am

Devo admitir que a observação de Erwin é um ponto fácil de se perceber e uma lacuna clara em minha vida, por que me manter em Ferrara quando eu poderia claramente me deliciar dos prazeres que o mundo poderia me oferecer. A resposta estava em um nome puramente simbólico, mas que mostrava a resistência da crença humana nos objetivos claros de senhores do século VII. 

Beaumont (Giovanna): - A sociedade Leopoldo...O Coro Celestial...Além de outras possíveis fontes de resistência de influência que tentam minar o meu controle sobre a igreja ortodoxa em sua totalidade. 

Minha voz outra vez saiu por aquelas cordas vocais secas e desgastadas, em um momento a minha voz falhou e tudo o que saiu foi vendo, pobre Giovanna, já haveria de ter morrido se não fosse pelo meu dom oferecido a ela. Posso sentir o quanto ela é grata por minha gratidão e generosidade. 

Beaumont (Giovanna): - Como havia dito antes, precisamos ser cautelosos se possuímos o objetivo de viver eternamente. O controle sobre a igreja ao longo dos séculos pela Lady do Luar e e eu, chamou a atenção de resistentes e por isso quando a sua pessoa se ofereceu para ajudar eu pensei comigo mesmo porque não ? Então nesse momento em que estamos tendo essa conversa eu lhe pergunto. Como pode me ajudar a erradicar o meu problema quanto a Sociedade Leopoldo e sua influencia na igreja, o quanto vocês sabem sobre ela e o Coro Celestial para me ajudar ?

Não poderia deixar de levar esta conversa para este rumo. Como poderiam os Filhos de Badb me ajudar a conhecer mais o Coro Celestial e a eliminar de vez essa ameaça para que eu possa ter o controle sobre o conselho Papal ? Ainda preciso ter acesso a todos do conselho e alastrar essa influencia por todo o globo. 

Quando saí do avião, me dirigi a limousine, muito luxo, o suficiente para me manter acomodado da forma que eu mereço. aproveitei o tempo ocioso para continuar a conversa com Erwin e quando finalmente nos deparamos com Mael, a noite já estava acabando, normalmente Giovanna estaria pronta para voltar a dominar seu próprio corpo mas eu pedi  para que ela se recolhesse nas próximas noites, (Dominação 6: Lealdade) eu iria do controle desta casca e ela não ousaria me desobedecer em um momento como este. De fato eu estava adorando aquela experiência, o solo Eu europeu da nova cidade era sublime, me dirigi até Mael, havia um sorriso em minha face sincero até de quem está disposto a ouvir uma conversa interessante de um anfitrião audaz.

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Agradecimento a todos os players que gostam da minha narrativa  cheers clown cheers
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

Mensagem por Fuuma Monou Ontem à(s) 8:46 pm

Luthero Borgia/Beaumont:



Off: No avião
Os olhos de Erwin estão fixos nos de Geovanna. Cada palavra dita por Beaumont é absorvida pelo Cainita, e assim que o Ancião se cala o outro fecha os olhos sem emitir nenhum som. O avião está fazendo uma curva no ar e todos conseguem sentir o movimento da aeronave enquanto as luzes do que aparenta ser uma grande cidade surgem pela janela logo abaixo deles assim que o avião atravessa as nuvens. Dentro da aeronave há uma música de fundo tocando, com volume baixo, mas o suficiente para Beaumont perceber e seguir o movimento do piano. Somente o som da música preenche o lugar por algum tempo, até que Erwin, ainda com os olhos fechados, começa a falar:

- Sobre a Sociedade... eles são um incomodo a todas as criaturas que, como nós, estão um passo a frente na evolução.
- Aos poucos seus olhos vão se abrindo enquanto uma expressão séria se forma em seu rosto. - Por isso eu posso lhe garantir que estaremos juntos na jornada pela destruição dessas Criaturas infames. - Sua voz deixa transparecer um tom de raiva ao falar as últimas palavras. - Agora, sobre a segunda parte... como eu lhe disse anteriormente, há entre nós todo tipo de ser que você pode imaginar. Entre esses tantos, existem Magos que certamente estão buscando o enfrentamento desses seres atrasados...

O rosto de Erwin volta a suavizar aos poucos. É bastante interessante observar as oscilações no comportamento de Erwin.

- Mas estamos aqui discutindo isso e ainda não sei o que você está pensando sobre o que somos... Deixe-me conhecer como este cérebro centenário está processando tudo o que foi apresentado...
- Há uma curiosidade legítima expressa em seu olhar.


Off: Em presença de Mael


- Bom final de noite.
- Diz Mael ao estender a mão direita para Beaumont. - Acredito que assim poderemos ter um tempo a mais para conversarmos... pelo menos até esse boneco cair de cansado, mas será o suficiente. - Assim como Erwin, este parece estar sempre com um sorriso estampado no rosto. - Como foi a viagem? Cansativa? - Ele continua indicando para o Ancião entrar na casa.

Esta é bastante simples. Logo à frente existe uma bancada de madeira com um jarro de rosas acima, contendo algumas violetas dentro, além de um telefone ao lado deste. Poucos centímetros acima da bancada há um espelho de forma elíptica com moldura de madeira entalhada. Dando alguns passos mais para dentro da casa, a porta é fechada. Alessa segue o corpo de Geovanna, ficando sempre a não mais de 1 passo da Abadessa. Uma sala contendo algumas cadeiras, também de madeira entalhada, mas com estofado coberto por seda vermelha, e uma mesa de centro forma o cômodo logo ao lado desse hall de entrada.

- O que está achando de nossa sede? - Pergunta o Anfitrião posicionado logo ao lado de Beaumont.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Irmãos de Sangue

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