Et innocentiae labem - Fria alma

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Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Papa Paradise em Qua Maio 09, 2018 12:37 am

Et innocentiae labem - Fria alma













Nuiqsut  seria o perfeito exemplo do que alguém quer dizer quando diz que vive em  um lugar no fim do mundo. Longe, cerca de 1000km da vila mais próxima, a população era composta de 200 homens e 216 mulheres. Esperava-se que esse número mudasse em breve com o nascimento de uma criança cuja mãe estava no oitavo mês de gestação. A vila tinha apenas uma única hospedaria que também era um dos dois bares locais.












Jack Hunter
pds:5 fv: 6

dados:
Jack hunter rolou 1 dados de 10 lados para reserva de sangue que resultou 5 + geração 0 = 5pds

Jack resolveu entrar literalmente em uma fria!  Aliado ao seu prestigio de clã e uma situação com Muslin ele embarca numa aventura no Alaska. Poderia ser facilmente um personagem de Esquadrão suicida. Se sobrevivesse e voltasse com a missão cumprida teria alguns problemas resolvidos. Sagwon era a cidade menos distante com alguma estrutura, era lá o aeroporto mais próximo. No verão era possível pegar um jatinho para levar os mais apressados até as vilas mais ao norte, mas era inverno e o único jeito seria com o comboio de suprimentos que fazia a viagem para as vilas. Cerca de 6 veículos entre caminhões carros e ônibus seguiam em caravana até Nuiqsut. A caravana sairia a noite, especialmente naquela ocasião, para tentar chegar antes de uma nevasca prevista para os próximos dias. A viagem duraria aproximadamente 26H, e para vampiros essa viagem só poderia ser feita naquela época por ocasião da verdadeira noite polar, isto é, escuridão total por mais de 24 horas seguidas.

Não havia muito tempo para pensar, era descer do avião e seguir para embarcar no ônibus que aguardava apenas o tal passageiro forasteiro. Não era um veiculo ruim, era preparado para aguentar a neve e de certa forma confortável.

Jack pega um táxi que o leva par ao local de partida. A caravana estava pronta o motorista o esperava do lado de fora do veículo. Um vento forte cortava o ar, a visualização era difícil já que eram noites escuras. O motorista acenava enquanto segurava o gorro.

veículo:






Andrew Kingler
pds:15 fv: 8

dados:
Andrew kingler rolou 1 dados de 10 lados para reserva de sangue que resultou 10 + geração 5 = 15

Andrew Kingler foi recrutado pela capela para uma missão que combinava perfeitamente com suas qualidades e habilidades. Ele deveria seguir para uma vila de difícil acesso nos confins do Alaska, chamada Nuiqsut. Sagwon era a cidade menos distante com alguma estrutura, era lá o aeroporto mais próximo e onde Andrew se encontrava naquela noite. Era um aeroporto pequeno, havia apenas 2 voos diários, de forma que nunca haviam muitas aeronaves na pista e da mesma forma também não haviam muitos passageiros quando estas chegavam. Andrew sabia que em Sagwon ele deveria procurar a melhor maneira de chegar ate seu destino. Não seria complicado ir convencionalmente por terra, mas segundo os sites das companhias de transportes haveria várias outras opções que dependiam da previsão do tempo. Por terra, seria uma viagem longa, mas havia a facilidade da ocasião da verdadeira noite polar, isto é, escuridão total por mais de 24 horas seguidas, que acontecia rotineiramente naquela época.

Andrew e uma mulher estavam no voo. O avião pousa e eles ouvem o aviso para destravar os cintos e abertura das portas. A mulher se aproxima de Andrew e tenta dialogar:

- Ola! Desculpe, eu gostaria de lhe pedir um favor! Meu nome é Mary Blosson. Eu sou pesquisadora de história natural da Universidade de Chicago e estou indo para Nuiqsut! Meu telefone celular descarregou e acho que meu carregador está com problemas. Ppor acaso você teria um carregador ou poderia me emprestar seu telefone para que eu avise quem está vindo me receber que cheguei? Eu viria no voo anterior, mas foi cancelado!


Damaru - FV 7/10/ pds 14/20






“- Senhora Kashahall? A sopa estava ótima, obrigado. A espingarda está pronta?”

- Fico feliz que tenha gostado é uma receita da família kashahall passada a gerações! Ah sim! Eu já limpei essa belezinha, e veja, eu encontrei quatro cartuchos, e como eu disse não precisa pagar por eles! – kashahall dá uma piscadela marota!

Quando Damaru recebe a arma uma aranha sai do cano, Kashahaal grita estericamente!

- Pelos deuses eu limpei isso tão bem! Ela começa bater com um pano no aracnideio - Tire isso daqui!

Era uma época de noites longas frias e visualização complicada. La fora a neve tomava conta do local. Damaru permanece por algum tempo na beira da estrada logo a frente do hotel.

Uma luz surge no fim da estrada, era uma escavadeira!

O circulo na foto é o local do hotel na vila.



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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Gam em Qua Maio 09, 2018 11:46 pm

Não desta vez!

-5 pds em Destreza

Ele faz de tudo para não permitir que ela escape, saltando sobre ela com as mãos em concha com um reflexo abismal. Sua intenção não é matá-la, mas prendê-la. Não importa se ela lhe morder ou picar, ele não soltará de jeito algum.

- Um copo, por favor! E um pires! - Ele apressa a senhora Kashahall, e então pensa em alguma razão para o que está fazendo. - É uma espécie fascinante, raríssima!

Em caso de sucesso, ele irá prender a aranha entre o copo o pires e subir com ela como uma criança que ganhou um brinquedo novo.

- Vou guardá-la com cuidado. - Ele explica para o que imagina ser uma confusa senhora Kashahall.

Ele sobe com pressa, observando o comportamento do aracnídeo dentro de sua prisão de vidro. Dentro do quarto, posiciona-a com cuidado no chão e tranca a porta para que tenham um momento a sós.

- Muito bem... - Ele senta-se em posição de lótus, encarando a criatura aprisionada.

Ele busca sinais inteligentes, os mesmos que viu na outra noite. É claro que, se for um vampiro, ele poderia ter simplesmente abandonado o corpo do animal. Mas ele não fez isso da última vez que foi descoberto, não é mesmo? Talvez não tenha feito agora.

Em todo o caso, é mais interessante para Damaru tentar comunicar-se com a criatura do que desafiá-la frente a frente. Talvez, se ele tentar a abordagem que tentou no futuro com o pretenso Cérberus... Telepatia. Naturalmente, sua tentativa falha. Ele logo entende que só conseguiu invadir a mente do cão pois ele tratava-se de uma criatura astral, muito mais complexa que um aracnídeo do mundo dos vivos. Assim sendo, ele tenta algo mais primitivo.

- Vamos, fale comigo. - Ele experimenta dobrar-se e estralar a língua enquanto imita o comportamento dos artrópodes. (Sussurros Selvagens)

Caso isso também não funcione, ele possui um método intermediário. Queira ou não queira, aquela é uma criatura inteligente. Ele viu seu comportamento, analisou sua complexa aura. Desde que a criatura queira colaborar, ele pode trabalhar com isso. Animado com o experimento, ele pega uma folha e uma caneta. Estourando a caneta, deixa pingar algumas gotas na ponta da folha. Também rasga um pequenino pedaço rasgado de papel higiênico e posiciona ao lado. E então, com muita cautela para não deixá-la escapar, troca o pires pelo papel.

- Você agora está sobre uma folha em branco. Escreva com a tinta. - Ele simula com a caneta quebrada. - E limpe no papel higiênico. - Simula então limpar sua caneta na própria manga. - Vamos, não me desaponte.

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Poeta em Qui Maio 10, 2018 11:01 am

Saint Barthelemy

Andrew chegara recente na Corte de Saint Barthelemy e tentava descobrir informações que fossem úteis a sua Capela, porém algo mais importante e mais urgente fizera com que o Feiticeiro fosse chamado de volta, o assunto era tão sensível que nenhum detalhe fora revelado por telefone, apenas a ordem para retornar imediatamente e se apresentar para sua Regente.

Intrigado o cainita retornou o mais breve possível a Nova York, a fim de entender o que seria tão importante ao ponto de abortar a sua última missão.

Nova York

Antes mesmo de passar em seu refúgio Andrew se dirigiu a Capela e lá lhe foi passado uma nova demanda, mas era algo grande, que não se limitava apenas aquela Capela, mas poderia afetar a própria pirâmide.

Um Santo... Mesmo com todo seu estudo cabalístico Andrew nunca havia se interessado pelos chamados Santos, seres mortais, “abençoados” pelo próprio Deus, capazes de fazer “milagres”, o Feiticeiro sabia o poder que a crença, a tal da fé, poderia fazer, mas um Santo... o que seria tal “entidade” ? Algum Mago desperto ? Um simples mortal com uma fé inabalável ? Bom se isso despertou a curiosidade ao ponto de ser mandado exclusivamente para investigar esse mistério, com certeza era algo importante.

Já se dirigindo ao aeroporto, após todos os preparativos usuais que uma missão dessa requer, já dentro do seu carro, Andrew pensa em voz alta:

-Mas que bosta! Tantos Rio de Janeiros, Arquipélogos Gregos, Praias no Caribe, para esse tal Santo morrer, ele me inventa de  falecer lá nos cofins do Alaska!! Agora cá estou eu me dirigindo a esse fim de mundo.

Sagwon - Alaska

-Senhores passageiros, dentro de instantes pousaremos no aeroporto de Sagwon, no momento a temperatura local é de 10ºF – comunicava o Comandante da aeronave.

-Senhores passageiros, dentro de instantes pousaremos no Freezer de Sagwon, no momento a temperatura local é de congelar o mijo. – balbuciava Andrew sarcasticamente.

- Ola! Desculpe, eu gostaria de lhe pedir um favor! Meu nome é Mary Blosson. Eu sou pesquisadora de história natural da Universidade de Chicago e estou indo para Nuiqsut! Meu telefone celular descarregou e acho que meu carregador está com problemas. Por acaso você teria um carregador ou poderia me emprestar seu telefone para que eu avise quem está vindo me receber que cheguei? Eu viria no voo anterior, mas foi cancelado! - Uma mulher surpreendia Andrew.

-Holy shit! Que coincidência absurda, também sou Americano e, pasme, também estou indo para Nuiqsut. É uma imensa satisfação encontrar uma colega, se é que posso chamá-la assim, pois também sou pesquisador, porém sou pesquisar da Santa Igreja Católica – Andrew faz o sinal da Cruz – E estou aqui para pesquisar os registros históricos católicos dessa pequena, mas abençoada cidade. Infelizmente a assessoria da minha igreja fez um trabalho incompleto, me mandaram até aqui, porém eu não faço idéia de como irei daqui para Nuiqsut, creio que aqui não tenha Uber! – O Tremere sorri amigavelmente - Mas tome, pegue meu celular, pode fazer as ligações que precisar, afinal é na conta do Papa! – Rindo de sua própria piada, Andrew entrega o seu celular.

Apesar da distância e desconfortos dos deslocamento, o Cainita considerava aquela uma oportunidade importante de provar a sua importância para a Pirâmide e mais do que isso, era uma oportunidade de expandir seus conhecimentos cabalísticos.

Mas uma pergunta pairava em sua mente, quem é Damaru e qual a importância dele nisso tudo! Eram poucos os membros fora do Clã dignos de nossa confiança... O que ele tinha de especial ?

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Papa Paradise em Qui Maio 10, 2018 7:57 pm

Damaru - FV 7/10/ pds 9/20



Kashahall não sabia de estava mais assustada com a aranha ou com o fato de seu lucrativo único hospede se interessar pelo animal. Um pouco atordoada ela pega uma taça de vidro e entrega Damaru. Com uma agilidade sobre-humana ele captura o pequeno e sobe imediatamente para o quarto deixando a velha, a arma e qualquer outra coisa para trás.

A velha tenta balbuciar algo, mas logo desiste, estava atônita com a situação.

Damaru tenta a melhor abordagem para falar com a criatura. Posicionado ridiculamente e soando em estalidos ele usa seu animalismo para tentar conectar-se com a besta da aranha. Logo percebe que talvez artrópodes sejam primitivos demais para aquele tipo de interação!


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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por HaSSaM em Sex Maio 11, 2018 12:01 pm


Não valia a pena. Jack concluiu antes de se aventurar em outra missão. Simplesmente não valia a pena correr atrás de seus inimigos. Mesmo que ele fosse imortal e tivesse seculos ainda pela frente, desperdiçou naqueles meses recursos e tempo, e só o que conseguiu foi rodar atrás do próprio rabo. Inferno! Na época isso foi necessário, era arriscado demais deixa-los a solta infernizando seus planos, se tornando uma pedra ainda maior em seu sapato. Mas Jack tinha certeza que no momento certo eles voltariam do velho mundo e ele teria sua vingança assim que mostrassem suas caras pálidas por sua cidade. Então bastava aguardar, e tempo ele tinha pra isso.

Desde que Jack Hunter voltou de Stockholm, os boatos sobre seu talento em burlar as câmeras e celulares com o uso de seus dons se alastrou, tornando-o um membro notório dentro do clã. Isso o agradou, até que surgiu aquele "favorzinho". "Quer ficar se esgueirando em buracos fedorentos e ouvindo conversas tediosas Hunter? Não, eu não quero porra!!" Era degradante ter de fazer o serviços sujos deles, degradante ter de ir até o fim do mundo, e o pior de tudo era ter que vigiar a porra dos tremeres. Não que fosse ficar feliz com outro clã, mas menos incomodado. Seu desagrado se devia unicamente ao fato de ouvir os boatos sobre sua magia. Bruxaria. Feitiços. Seja lá o que for, Jack não fazia a menor ideia da extensão de seus poderes. Um Brujah você sabe que pode levar um murro na cara, um ventrue você tem que ter certeza do que esta fazendo é realmente seus planos e sua vontade. Mas com um bruxo, o que deveria esperar? Que tipo de ritual e voodoo eles poderiam invocar? Muitas perguntas e poucos respostas. Isso lhe causava certo receio. "Espero não ter que descobrir". . E ainda existia os "De fora". Quem seria eles? Assamitas, Setitas, Giovanni? Se tratando de um mago morto, provavelmente são os Giovanni, seria um deleite pra eles, mas seria novidade ve-los trabalhando com tremeres.

Jack descia do avião. O vento gelado lhe fazia perceber a fria que entrou. Mas não tinha mais o que reclamar. Durante toda a viagem foi enumerando as desvantagens dessa missão, e a unica vantagem era ter acesso a grande tipo de informação depois que Guttenheimer começasse a lhe ajudar. Isso se ele cumprisse com sua palavra. Isso se Jack Hunter saísse com sua não-vida intacta. Tudo era incerto. Mas mesmo assim Jack Hunter subia naquele ônibus e sabia que agora as coisas só dependiam dele.


Última edição por HaSSaM em Sex Maio 11, 2018 2:59 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Poeta meu corretor ortográfico!!)

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Gam em Sab Maio 12, 2018 4:36 pm

Bom, talvez simplesmente não seja ela. Ou talvez seu espião tenha de fato abandonado o corpo. Resignando-se, ele levanta-se. Hora de trabalhar.

Damaru pega seu celular e envia novas ordens para Lilo.

"Envie-me imagens de satélite tratadas desta região durante este período." - Ele indica a região da casa do padre e o tempo desde que o prendeu ali até a hora em que descobriu que ele havia sumido. - "Contate todas as empresas que tenham varrido essa área e compre o máximo de imagens neste espectro de tempo."

Nem todos os satélites passam por uma mesma região durante o mesmo tempo específico, mas definitivamente ele terá resultados de mais de um. A definição da imagem fornecida por empresas privadas é assustadoramente precisa. Ninguém está seguro ao ar livre.

"Ah, e abra nossa própria agência de mercenários. Essa espera é inadmissível, da próxima vez prefiro ter resultados imediatos."

Sentindo-se um pouco melhor, ele busca a espingarda e sai para a noite fria. A aranha ele deixa presa ali para testar uma coisa.

Provavelmente não é tarde demais para chegar nos escombros. Enquanto caminha por conta própria naquela direção, a espingarda disfarçada em uma bengala, ele torce para encontrar algum veículo para pedir carona.

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Papa Paradise em Sab Maio 12, 2018 11:08 pm



Andrew Kingler
pds:15/15 fv: 8/8

Mary era uma mulher que aparentava aproximadamente 30 anos, aproximadamente 1.60 de altura, cabelos curtos, óculos de aros grossos, um tipo feminista para primeira impressão.





Andrew percebe que que a princípio suas piadas foram recebidas com estranheza, mas logo a sequência delas e sua generosidade conquistaram simpatia da mulher que de certa forma até ficou rubra. Andrew Não tinha a aparência de um homem atraente, mas era medianamente carismático e parecia saber jogar com isso. Ela não se contém e sorri.

- Desculpe, mas pensar que o Papa pagaria a ligação de um ateu é interessante! Talvez se houvessem mais padres com seu humor eu teria ouvido um sermão ou dois! Como posso chama-lo?

Ela recebe o telefone e disca! Tenta uma vez, 2 vezes, 3 vezes e nada!

- Bem, ninguém atende! Parece que teremos que tentar tomar nosso rumo por nos mesmos! Sei que aqui no aeroporto uma agência faz o percurso, só temos que ter sorte de ter linha disponível para esse tempo! Aqui está seu telefone, muito obrigada! Permita que eu retribua sua gentileza e consiga um jeito de nos levar ate Nuiqsut. Tudo bem?

Em caso positivo ela já se dirige para fora da aeronave e saguão de desembarque!

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Papa Paradise em Sab Maio 12, 2018 11:58 pm

Jack Hunter
pds:5/10 fv: 6/6






Jack entra no ônibus, o motorista entre logo atrás dele, um pouco impaciente por não entender porque Jack não parecia estar com frio. Ele aguarda Jack sentar-se para iniciarem a jornada. Dentro do veiculo estava aquecido, estavam apenas Jack e mais duas pessoas, uma velha e uma criança de aproximadamente 8 anos. Jack entra e recebe um sorriso da pequena criatura que parecia estar tirando o juízo da avó, mas que ficou quase hipnotizada ao ver Jack.

- Vamos Kut, onde você colocou minhas chaves? - dizia a velha enquanto a criança sorria em piruetas.






O tempo parecia piorar, mas eles partem assim mesmo. Tudo que se podia ver pelas janelas era a neve cobrindo toda a paisagem. Jack continua pensando nos porquês de sua viagem enquanto seu corpo começa a sentir uma leve fome. O motorista coloca Frank Sinatra em voluma baixo.

Após algumas horas de viagem Jack então é abordado por algo que o cutuca. Era a criança, parecia ser uma menina:

-Oi, meu nome é kutulu! Como é seu nome?

A menina segurava um ramalhete de flores artificias, provavelmente ela já havia brincado muito com eles e já eram mais talos que pétalas. Ela cutuca uma das bolhas purulentas que Jack tinhas no dorso da mão.

- Minha avó disse que se a gente rezar para o anjo, podemos ser curados, quer que eu reze por você?

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Papa Paradise em Dom Maio 13, 2018 12:33 am

Damaru - FV 7/10/ pds 9/20

Damaru envia mensagens para Lilo com novas instruções, ela prontamente promete providenciar tudo com urgência.

- Farei uma busca minuciosa e enviarei as imagens o mais rápido possível. Já tenho algum sucesso com a nova caravana, acredito que m 3 dias eles chegarão. Eles terão que ir ate o aeroporto de Sagwon e de lá para Nuiqsut, por terra. Posso enviá-los de avião, mas nenhuma torre é de acordo por causa do tempo. Quer arriscar?

Ao abrir a porta do quarto para sair damaru da de cara com o casal de donos do hotel. A velha desconcertada adianta:

- Oh querido, está tudo bem? viemos ver se está tudo certo com você e a aranha? Tome, aqui está a arma, desta vez esta bem limpa posso assegurar.

La fora, não muito distante uma escavadeira estava parada com as luzes acesas, havia um homem na direção!




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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Gam em Dom Maio 13, 2018 1:14 am

"Não arrisque. Diga para se apresentarem como minha equipe de suporte quando chegarem."

Depois de uma semana inteira de espera não há razão para pressa agora, não é mesmo?

- Oh sim, senhora Kashahall! Que espécime esplêndida! Após essa descoberta, irei prolongar minha estadia. Uma nova equipe está vindo para substituir a anterior dentro de alguns dias, a senhora poderia recebê-los também? - E recebe a arma. - Ah sim, muito obrigado.

Após trancar a porta de seu quarto, ele sai da estalagem e disfarça a espingarda assim que se vê sozinho.

- Boa noite, camarada! - Ele cumprimenta o motorista da escavadeira enquanto se protege do frio. - Mal lhe pergunte, o senhor por acaso estaria indo ajudar no velho mausoléu? Eu lhe pediria uma carona, fosse o caso.

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por HaSSaM em Dom Maio 13, 2018 12:02 pm

Branco. Era assim por toda a paisagem. A ventania cortante. A neve fria. Tão fria quanto o corpo de Jack, agora sem vida. Ele estava calado olhando pela janela, ignorando os outros passageiros e se perguntando a todo momento porque diabos estava ali afinal de contas. "Influencia. Influencia... Poder". Ele repetia para sí mesmo como um mantra com algum significado. Naquela guerra selvagem e silenciosa que era a Jyhad, poder era tudo que realmente importava. Se afaste. Fuja. Se esconda. Mas no final a guerra chega até você, não há como lutar contra isso. Não ve esse ser magico, tão distante de tudo e de todos, isolado, e lá estavam os tremeres revirando seus restos mortais.

Jack saia de seu devaneio pelo toque da menina. Por algum motivo a fedelha cutucava sua mão, trazendo de volta a realidade grotesca de Jack. Pensamento sórdidos pairam por sua mente. A fome se faz presente. As maças coradas de sangue da menina se torna atraentes tanto quanto a velha enrugada. A besta se agita pelo simples pensamento de se alimentar. Inferno. Porque não se alimentou antes de entrar no avião? Foi descuidado. Agora teria que se virar num vilarejo pequeno onde qualquer sumiço se torna um verdadeiro alvoroço.

- Quero que cale a boca! - Sussurra Jack olhando para os olhos da menina (Dominação 2)

Por algum motivo a menina conseguia ver além de seus dons. Estaria ele a caminho de algum povoado magico? Não. Ninguem além dela conseguiu perceber seu truque. Mas com o comando simples e claro, poderia ter um dia de sono tranquilo. Afinal ficariam ali por horas naquela viagem. O que poderia vir a calhar, precisava de sangue.

Hunter volta a olhar para a janela. As monstruosas rodas abrindo e jogando salpicos de neve por onde passava. O imortal iria esperar que a madrugada caisse para então agir. Com sua presença invisível, iria até a velha dormindo e sugaria um pouco de seu sangue, e então até a menina. Isso lhe daria forças por mais alguns dias antes de ter que se preocupar com isso. Após se alimentar iria lamber a ferida da duas para que não ficasse nenhum rastro de seus passos.

off: Vou utilizar ofuscação 2 - e sugarei 2 pontos da velha e 1 da menina.

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Papa Paradise em Dom Maio 13, 2018 3:51 pm

Damaru - FV 7/10/ pds 9/20

Damaru sair do hotel e vai de encontro a escavadeira:

- Boa noite, camarada! Mal lhe pergunte, o senhor por acaso estaria indo ajudar no velho mausoléu? Eu lhe pediria uma carona, fosse o caso.

O homem assusta-se um pouco, parecia estar pensativo.

- Boa noite! Ah, sim! Estou, tenho certeza que essa belezinha irá fazer a diferença lá! Nunca vi você por aqui, quem é você? Mas se está querendo ajudar já é bem-vindo!

- Meu nome é Carlos estou esperando minha esposa que esta vindo do culto! Ah, ai vem ela!

Uma mulher se aproxima...

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Papa Paradise em Dom Maio 13, 2018 4:16 pm

Jack Hunter
pds:5/10 fv: 6/6

- Quero que cale a boca!

dados:
Jack rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 8 para dominação que resultou 6, 7, 2, 5, 3, 6 - Total: 0 Sucessos

A criança olha com surpresa para Jack! Ela não esperava uma resposta tão ríspida. Um pouco envergonhada e com os olhos cheios de lagrimas ela volta para onde estava sua avó alguns bancos a frente de Jack. A velha da um sermão na menina:

- Kut, onde você estava? Fique aqui, não vá mexer com o moço!

-Mas vovô, ele...

- Não quero saber, fique aqui e não saia!

Jack percebia que talvez aquela criança tenha algo de especial, pelo menos ela parecia ver através de sua ofuscação e tinha uma alta força de vontade.

O tempo piorava cada vez mais, e a caravana seguia. Algum momento mais tarde, o motorista apaga as luzes e desliga o som. Jack espera o momento oportuno para alimentar-se.

Quando percebe que é um bom momento ele esgueira-se silenciosamente como uma serpente. A criança e a velha estavam dormindo. A velha estava na poltrona do corredor e a menina ao seu lado. Jack não teria problemas em se alimentar se não fosse seu vício, a necessidade do álcool no sangue ara maior que sua fome, ele desiste de morder!

- Oi tio minha avó esta dormindo! Quer brincar?

A menina estava subitamente de pé na poltrona, olhando para ele com um olhar de felicidade!

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Gam em Dom Maio 13, 2018 4:59 pm

- David. - Ele se apresenta pelo nome que deu a senhora Kashahall. - Sou um turista, vim em uma viagem científica e estou ficando na estalagem da dona Kashahall.

- Oh, então o padre está bem? - Ele fala, supondo que não haveria outro padre para gerir um culto em vilarejo tão pequeno. - Confesso que fiquei preocupado com ele quando ouvi sobre o desmoronamento.

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por HaSSaM em Dom Maio 13, 2018 7:15 pm

Tudo por água abaixo. Por mais entretido que Jack estivesse em seus próprios pensamentos egoístas ao olhar pra janela, ouvir a menina conversando com a velha mexeu com seu orgulho. Ficou um tempo questionando sua própria capacidade. Seria ele um inútil? Merda. Claro que sim. A garota tinha o que? 10 anos. 8. 6. Droga. Isso era confuso pra ele. Há muito tempo isso já não importava. Nem se lembrava mais quando foi a ultima vez que viu uma criança. Ainda mais uma que tivesse a capacidade de ignorar seus comandos, até os traficantes mais barra pesadas ou a prostitutas mais valentes ficavam a merce de sua vontade, agora uma criança desafiava suas ordens e além disso, via atravesses de suas ilusões. Talvez ela realmente tenha algo de especial afinal de contas.

Jack aguardava. Como um predador vendo sua presa pastar. As luzes eram apagadas. a musica era desligada. Por fim ficam apenas o barulho do motor e o som de suas respirações. Era o momento mais oportuno. Jack se levanta de seu assento, desliza entre entre o corredor. Estava tão próximo, tão perto de se alimentar. Mas sabia que aquele sangue não teria o mesmo gosto, não deixaria nenhum barato. Por um momento hesita. foi quando percebeu que a menina estava mais acordado e alerta que ele próprio. Maldição!

- Não. - Diz Jack irritado voltando a se sentar, agora do outro lado do corredor perto delas. - De onde você é? - Ele pergunta realmente intrigado. - Já viu sua vo curando alguém? - Perguntava agora se achando um verdadeiro tolo. "Merda Jack, essas coisas não existem". Talvez estivesse ficando paranoico.

Jack por fim desiste de se alimentar. Por mais faminto que tivesse, aguardaria momento mais oportunos. Um bar. Uma esquina. um beco. Não... um bar seria o ideal. Só de pensar que não tinha nada para beber ele ficava irritado. Mas não havia nada que ele pudesse fazer, e ficar praguejando a viagem toda seria perda de tempo. Ficava agora olhando para a menina, talvez realmente sua afirmação sobre um povoado magico não estivesse longe de ser verdade.

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Poeta em Dom Maio 13, 2018 10:10 pm

Sagwon - Alaska

Aos poucos Andrew ia quebrando o gelo, quase que literalmente, que o separava da jovem pesquisadora. Como era de costume entre intelectuais de humanas, ela lhe aparentava ser um tipo feminista, uma mulher determinada, de veras uma mulher atraente.

- Desculpe, mas pensar que o Papa pagaria a ligação de um ateu é interessante! Talvez se houvessem mais padres com seu humor eu teria ouvido um sermão ou dois! Como posso chama-lo?

Se houvesse sangue correndo em suas veias, talvez o Feiticeiro estivesse enrubescido nesse momento.

- Mas é exatamente para os Ateus que o Santo Padre mais reza – falava Andrew enquanto retribuía o sorriso – Mas não estou aqui para dar sermões nem para arrebanhar, não quero afastá-la. Também não sou Padre, confesso-lhe que até tentei, mas não consegui cumprir o celibato! – Rindo um pouco mais descontraído, Andrew encostava sutilmente a mão no braço dela - Me chame de Andrew... senhorita Blossom ?! - O Cainita escolheu as palavras com a intenção que partisse dela a abertura para a informalidade.

- Bem, ninguém atende! Parece que teremos que tentar tomar nosso rumo por nos mesmos! Sei que aqui no aeroporto uma agência faz o percurso, só temos que ter sorte de ter linha disponível para esse tempo! Aqui está seu telefone, muito obrigada! Permita que eu retribua sua gentileza e consiga um jeito de nos levar ate Nuiqsut. Tudo bem?

- Claro, claro... na verdade, estou em suas mãos... – Sem dúvidas deixá-la demonstrar controle da situação afagaria-lhe o ego feminista, facilitando qualquer tipo de interação que precisasse ter.

Andrew sabia que a população da cidade que estava indo era ínfima e que já havia um ancião por lá, tudo o levava a crer que alimentar-se em Nuiqsu sem quebrar a Máscara, não seria uma tarefa fácil... Bancos de sangue, caso tivesse, seriam muito limitados e certamente bem controlados, logo, uma das possíveis soluções era formar um rebanho e partindo desse ponto, Mary Blossom veio a calhar.

Seguindo sua futura taça de sangue privada, o Tremere dirigia-se ao saguão do aeroporto. Andrew não tivera tempo de comprar um telefone satelital antes de iniciar sua viagem, porém aproveitaria a oportunidade para passar em alguma loja no aeroporto e adquirir um dos poucos meios de comunicações que funcionariam naquele fim de mundo. Devido ao fluxo de pessoas que possivelmente usavam  Sagwon como ponto de apoio para partir dali em direção a regiões ermas daquelas terras, provavelmente ali, no próprio aeroporto, teria uma loja especializada nisso. Porém caso não achasse nada, Andrew seguiria com Mary a viagem para Nuiqsu.

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Papa Paradise em Ter Maio 15, 2018 7:06 pm

Jack Hunter
pds:5/10 fv: 6/6

- Não! De onde você é? – diz Jack.

A menina faz um gesto de “não sei” com uma feição triste e abrindo as mãos e os pulsos para os lados.

- Já viu sua vó curando alguém?

Ela balança com a cabeça para os lados indicando que não! Em seguida ela faz um gesto de silêncio colocando o dedo indicador em frente aos lábios! Ela não queria acordar a avó! Então ela passa por cima da velha que se meche um pouco incomodada, mas não acorda. A menina vai próximo a Jack e diz sussurrando:

- Quer jogar um jogo? Se você ganhar deixo você sentar aqui com a minha avó, ela tem balas de morango na bolsa! Se eu ganhar você tem que brincar de boneca comigo! Olha ela o nome dela é Toth!

A menina mostra uma boneca de pano surrada que ela tira de dentro de uma bolsa tiracolo que carregava.

- Eu vou colocar esses talinhos de flores na minha bolsinha, quem tirar o menor perde!

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Papa Paradise em Ter Maio 15, 2018 11:29 pm



Damaru - FV 7/10/ pds 9/20


"- David! Sou um turista, vim em uma viagem científica e estou ficando na estalagem da dona Kashahall."

- Ah sim, Seja bem vindo a Nuiqsut então! Eu diria para ter paciência com os kashahll, eles são pessoas difíceis mas de bom coração. Eles vem passando dificuldades, especialmente depois que o velho Kolbi começou a ficar esclerosado! Mas a velhice chega para todos não é mesmo!

"- Meu nome é Carlos estou esperando minha esposa que esta vindo do culto! Ah, ai vem ela!"

- Oh, então o padre está bem? Confesso que fiquei preocupado com ele quando ouvi sobre o desmoronamento.

- Bem eu acho que não! Pelo menos eu já teria surtado se estivesse vivo preso naquele buraco, isso com sorte! Imagine se ele estiver sob os escombros. Com esse frio, certamente já deve estar morto! Mas é uma tragedia, não é verdade? Não somos um vilarejo católico, aqui temos nossa própria religião, adoramos os deuses antigos dos nossos antepassados, e sempre houve resistência de aceitar a crença católica. Mesmo assim não podemos ficar de braços cruzados, é um homem como nós que esta la!

A mulher se aproxima e chama o marido em particular um pouco afastado de Damaru. Mas não era difícil para o velho ravnos ouvir:

- Carlos eu não quero ir, tenho coisas mais importantes para fazer em casa e acho que você também não devia se arriscar. Sabe que o reverendo não apoia esta ação, é quase um pecado, uma traição a nossas crenças. È como ele diz, se os deuses dele fossem tão poderosos o teriam salvado do desastre, interferir pode atrair maldição!

- Mulher, pare com isso! Independente de qualquer coisa, ele é um ser humano, já vivia isolado e solitário, ninguém merece morrer assim! Ao menos um enterro digno e ele deve ter! Vai que ainda esta vivo! As pessoas estão filmando, podemos ate ficar famosos como heróis!

Você é um tolo Carlos! E quem é aquele sujeito? Não é daqui, o que ele quer?

- Ah, é um turista, ofereceu ajuda la nos escombros! Você deveria se espelhar na solidariedade dele!

- Você nem conhece esse homem, e se for um assassino? Não quero que va sozinho, muito menos com um desconhecido!

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Papa Paradise em Qua Maio 16, 2018 12:54 am



Andrew Kingler
pds:15/15 fv: 8/8

"- Mas é exatamente para os Ateus que o Santo Padre mais reza. Mas não estou aqui para dar sermões nem para arrebanhar, não quero afastá-la. Também não sou Padre, confesso-lhe que até tentei, mas não consegui cumprir o celibato! Me chame de Andrew... senhorita Blossom ?!"

Andrew tenta abrir vantagem com um flerte mas não é bem recebido. Mary tira rispidamente o braço. Tentando não ser indelicada, ela contem-se e apenas diz:

- Se o que lhe impediu de seguir a carreira foi o celibato, sugiro que procure pedir a Deus que lhe dê mais controle sobre seus atos! Você deve entender que nem todas as pessoas querem ser tocadas.

"- Bem, ninguém atende! Parece que teremos que tentar tomar nosso rumo por nos mesmos! Sei que aqui no aeroporto uma agência faz o percurso, só temos que ter sorte de ter linha disponível para esse tempo! Aqui está seu telefone, muito obrigada! Permita que eu retribua sua gentileza e consiga um jeito de nos levar ate Nuiqsut. Tudo bem? "

"- Claro, claro... na verdade, estou em suas mãos.."

-Vamos! Ela segue na frente para o desembarque, aguarda Andrew se aproximar e pergunta:

- Mas então, sobre o que mais mentiu? Se não é padre, então toda aquela estoria sobre igreja te enviar e a pesquisa faziam parte da mesma piada sobre o papa pagar ligações?




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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Poeta em Qua Maio 16, 2018 11:32 am

Sagwon - Alaska

- Se o que lhe impediu de seguir a carreira foi o celibato, sugiro que procure pedir a Deus que lhe dê mais controle sobre seus atos! Você deve entender que nem todas as pessoas querem ser tocadas.

Andrew simplesmente ignora a hostilidade da mulher, que visilmente era insegura quanto as suas vontades, provavelmente presa aos grilhões dos tabus sociais de uma sociedade falida... Tornando-se bem menos interessante agora, sua importância agora reduzia-se apenas ao alimento que circulava em suas veias.

[PERCEPÇÃO DA AURA (Percepção + Empatia (dificuldade 8 ))]

- Mas então, sobre o que mais mentiu? Se não é padre, então toda aquela estoria sobre igreja te enviar e a pesquisa faziam parte da mesma piada sobre o papa pagar ligações?

-Desculpe-me se não me fiz ser compreendido, você entendeu completamente errado, mas compreendo, como Ateia que diz ser você não deve ter a mínima noção sobre as diversas ramificações abordadas pela Santa Igreja. Nem todos os membros da Igreja estão dentro de sua hierarquia eclesiástica, digamos que algumas coisas a Igreja “terceiriza”, eles consideram importante a visão de alguém de fora da estrutura sobre determinados assuntos, é exatamente aí que eu me encaixo. Estou indo pesquisar alguns assuntos religiosos sob a minha própria ótica particular.

- Mas conte-me, qual o foco da sua pesquisa, aqui nessa região?


Obviamente antes de entrar no transporte arranjado pela mulher, o Cainita se certificaria que daria tempo de chegar em seu destino sem ter que contemplar um belo e último por do sol no caminho.

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por HaSSaM em Qui Maio 17, 2018 11:29 am

A pequena fagulha de interesse que ele tinha na menina se esvai rapidamente. Ela não seria útil. Mas acaba por ai? Não, claro que não . A fedelha achava que Jack queria brincar. "Puta que pariu, NÃO!!" Pensa ele vendo a menina se esticar por cima de sua vó e perguntar se queria jogar. Hunter queria se banhar no sangue de seus inimigos. Conquistas poder, gloria e toda e qualquer coisa daquele mundo miserável. Não balas de morango.  Jack se levanta para volta a se sentar o mais longe possível, mas por um momento, numa pequena fração de segundos,  a inocência da pequena menina lhe toca. Talvez o brilho de seus olhos ou sorriso em seus lábios. Talvez o fato de mesmo ela enxergando sua verdadeira face, ela não tenha ficado assustada, mesmo percebendo o monstro grotesco que Jack tentava esconder de todos e até mesmo tentava esquecer por algumas horas que fosse, a menina, em toda sua gentileza não havia corrido dele. O vampiro suspiro tentando controlar seus instintos e volta a se sentar. "Porque não?".

- Você é muito chata, sabia disso? - Diz ele seriamente.

Jack retira o talho de flor fitando os olhos da menina. Podia aquele cadáver amar alguma coisa a  não ser ele mesmo? A resposta era amarga demais. Não havia mais volta. Jack Hunter era agora apenas um reflexo do que foi um dia. Nada daquilo era verdadeiro. Todos seus sentimentos era apenas um código moral do que ele se lembrava de quando era humano. Declínio. Aos poucos a besta dominaria tudo. Jack volta a se levantar. irritado por sua linha de raciocínio. Irritado por ter em um instante fingido ser o que não era.Enganando a sí mesmo. "Idiota"

- Se afaste de mim garota. - sussurra

Jack volta a se sentar longe e olhar pela janela. Mal podia esperar para que chegasse logo para que pudesse pegar todas as informações necessárias e voltar para a cidade. "Maldita garota" Pensa ele. Trouxera-lhe sentimentos deprimente a tona. Na qual estavam enterrados tão fundo que fazia décadas que não se preocupava.

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Papa Paradise em Qui Maio 17, 2018 4:59 pm

Jack Hunter
pds:5/10 fv: 6/6

- Você é muito chata, sabia disso?

A menina sorri e estende a bolsa para que ele tire o talo. Jack retira o talo maior vencendo o jogo. A menina faz um carinha de desapontada, mas logo diz de volta:

- Vamos de novo? Você pode sentar com a minha avó mas dessa vez...

- Se afaste de mim garota.

Jack volta a sentar-se no fundo do veiculo. A menina insistia em ir atras mas sua a vó acorda e a segura pelo braço:

- Kut fique aqui, o que você esta fazendo no corredor?

Mais algumas horas se passam e o tempo fica realmente violento.  Eles estavam ultrapassando uma área de montanhas e de repente uma estrondo é ouvido, algo realmente grande estava desmoronando. O auspicius de Jack é acionado, uma sensação de perigo é alarmada. O motorista acende as luzes e o carro acelera.



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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Papa Paradise em Qui Maio 17, 2018 5:24 pm

Andrew Kingler
pds:15/15 fv: 8/8

dados auspicius:
Dados:4, 5, 4, 1, 10, 7
ANDREW KINGLER rolou 6 dado(s) com dificuldade 8 para percepção de aura e obteve 0 sucesso(s)

"-Desculpe-me se não me fiz ser compreendido, você entendeu completamente errado, mas compreendo, como Ateia que diz ser você não deve ter a mínima noção sobre as diversas ramificações abordadas pela Santa Igreja. Nem todos os membros da Igreja estão dentro de sua hierarquia eclesiástica, digamos que algumas coisas a Igreja “terceiriza”, eles consideram importante a visão de alguém de fora da estrutura sobre determinados assuntos, é exatamente aí que eu me encaixo. Estou indo pesquisar alguns assuntos religiosos sob a minha própria ótica particular."

teste resistido de manipulação:
Dados:10, 1, 9, 6, 5, 2
ANDREW KINGLER rolou 6 dado(s) com dificuldade 6 para reconquistar a confiança e obteve 2 sucesso(s)

Dados:4, 7, 2
MARY BLOSSOM rolou 4 dado(s) com dificuldade 6 para resistir a manipulação de Andrew e obteve 1 sucesso(s)

Andrew argumenta bem, mas a pequena Mary era uma cientista e precisava ver apara crer algumas coisas. Ela não acreditava e nem desacreditava em Andrew, mas estava com a pulga atras da orelha com seu novo colega.

- Confesso, que não conheço a politia dentro da igreja, mas sei que pode ser tão suja quanto poderosa.

Mary olha desconfiada para Andrew. Nesse momento eles chegam ao saguão de desembarque. Haviam varias lojas de produtos regionais, aluguel de carros e imoveis e também uma empresa especializada em telefonia por satélite.

"- Mas conte-me, qual o foco da sua pesquisa, aqui nessa região?"

Mary falava eufórica sobre sua pesquisa:

- Bem, eu venho estudar as ruínas antigas que são encontradas nessa região, elas parecem datar de tempos tão remotos quanto o aparecimento dos primeiros homens na terra, é algo realmente incrível que intriga a ciência atual. Tenho um mapeamento da região subterrânea que foi o que sobrou dessas construções enigmáticas. Eu sei que a igreja comprou os direitos da região a muito tempo, ao que parece um padre vive la recluso. - Nesse momento sua expressão torna-se mais receptiva - Então acho que sua estoria pode fazer sentido. Eu estudo as escrituras que estão espalhadas por todas as paredes do local. E você qual seria seu foco?


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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por HaSSaM em Sab Maio 19, 2018 2:59 pm

Qualquer pessoa normal sentiria tédio ou já estaria nos braços de Morfeu nesse momento, como a velha a alguns bancos a frente. Aquela paisagem monótona e o silencio sendo violado apenas pelo barulho dos motores não ajudam muito. Mas Jack estava acordado e pensativo, calculando cuidadosamente seus próximos passos. Na verdade, não havia muito o que ser feito já que não fazia ideia do que o esperava no vilarejo. O primeiro passo seria arrumar algum lugar para se esconder do sol, talvez um hotel, mas considerando o numero de habitantes e de visitantes no local, seria difícil imaginar alguém que ganhasse dinheiro com isso. Depois procurar o cemitério local... Um trovão...

Não...  Algo mais próximo que isso. Jack olha pela janela tentando ver o que havia acontecido "Merda! Será possível?". Hunter sabia que alguma coisa havia dado muito errada. Apreensivo, Jack corre para próximo do motorista.

- É o que imagino? - Jack pergunta ao motorista.

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Re: Et innocentiae labem - Fria alma

Mensagem por Papa Paradise em Sab Maio 19, 2018 7:05 pm

Jack Hunter
pds:5/10 fv: 6/6




Jack abre a porta da cabine do motorista estava focado na estrada como se sua vida dependesse disso, e dependia. O radio de comunicação soava freneticamente em muitas conversas.

- Deus nos ajude!

- Vamos, a avalanche não vai demorar atingir a estrada!

- Primeiros carros fora de perigo!

As vozes no radio já respondiam a pergunta de Jack mas  o motorista  grita  nitidamente emocionado:

- Uma maldita avalanche estourou! Deus nos ajude, filho! Sugiro que volte, pro banco aperte os cintos e reze pra todos os santos que você conhecer! Estamos no final da caravana, pelos meus cálculos, em 3 km, se atravessamos a ponte depois do penhasco, estaremos a salvo!

dados:
Dados:7, 7, 7, 5, 2
JACK rolou 5 dado(s) com dificuldade 6 para avaliar a avalanche e obteve 3 sucesso(s)

Os vidros da frente do ônibus davam uma visão mais ampla da paisagem, do lado direito no alto das montanhas a nuvem branca descia crescendo exponencialmente em trovoadas estrondosas, do lado esquerdo um penhasco. O motorista dirigia na velocidade máxima possível 180km/h, ou seja, em 2,6 min eles estariam a salvo. Mas o destino não estava a favor! A avalanche atingiria a estrada em aproximadamente 2 min. Dependeria agora da pericia do motorista em dirigir mais rápido na nevasca e na pista congelada. Jack tinha 2 minutos para decidir o que faria ou e esperar que o motorista fizesse um milagre.

A velha e menina estavam sentadas na primeiras poltronas e ouviram a conversa! A velha começa a surtar em prantos e rezas, enquanto a menina olha para Jack e diz:

- Tio, protege a gente! Senta aqui comigo estou com medo!

destino:
Dados:3
DESTINO rolou 1 dado(s)  para tempo da avalanche

1-2 = 1 min 3-4 =2 min 5-6 =3 min 7-8=4 min 9-10=4 min

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