New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por mitzrael em Sex Jul 06, 2018 7:29 pm

Herick sabia que de alguma forma o Nissiku o queria vivo e ele de alguma forma fez Herick voltar ao tempo , e ambos sabiam o motivo . 
Será que seria prudente tentar acabar com ele . 

Pensando : Ele de serta forma me ajudo me devolvendo ao passado , minhas lembranças ainda estao confusas e tenho de ser prudente com que eu falo e como ajo ja que isso inumeras vezes custo minha vida , tenho de saber jogar esse jogo , isso não e coisa pra ser resolvida com musculos e um jogo de tabuleiros onde todos somos pioes , eu sou  um bug 
nesse jogo tenho de fazer isso funcionar ao meu favor , maga se ainda estiver me ouvindo 
temos de ver melhor seu plano isso e como uma sopa quentes , temos de comer as beradas pra não se queimar eu sei os passos da Alisha , ela vai querer soltar suas criaturas  para 
criar distraçoes para sua verdadeira missao , e seu proximo passo e atacar a camarilla , assim enfraquecendos , com a nossa caida o proximo alvo é o saba de alguma forma ela tem aliados  na mao negra eu nunca pude ter certeza do que isso se trata , mas Viper meu maior inimigo sempre estava por perto quando Alisha aparecia , acho que ele é mas importante que  eu imaginava , sei q vc quer pegar Nissiku mas ele vai ficar mas poderoso se deixarmos Alisha concluir seus objetivos . e ainda tem os humanos viciados em tecnologia , eles estao desperços nesse plano mas vao dar muito trabalho para nois  , infriltrados nos meios dos humanos normais sao bem dificeis de ser pegos sem chamar atenção mas os seus vicios sao suas maiores fraquezas , devamos neutra lizar Alisha senhora antes que tudo isso seja perdido novamente . 

Herick falava quando algo chamava sua atenção 
uma estranha figura um frio na espinha de Herick tomava suas costas por alguns estantes achava que era Nissiku mas logo via a cirueta de uma mulher e ele sentia algo com isso .

Pensando : como posso ainda sentir algo por ela se eu voltei ao tempo sera que ainda corre algum resquizio em minhas veias , devo ser forte , dessa vez não sere lubridiado por ninguem , tenho de manter meu foco ela deve ser neutralizada o quanto antes , e esse pedido socorro que será isso ? mas uma artimanha dela ? ou de missiku ? 

Herick ficava imovel esperando uma reação da estranha aparição .

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Bad em Sab Jul 07, 2018 5:20 pm

Tom sabia que aquilo era uma situação que suas capacidades não poderiam ajudar ninguém ali, na verdade ele nem sabia o que estava acontecendo ali, parecia para ele que todos sabiam algo a mais que ele, então seu atual objetivo era sobreviver... Ao ver aquele feiche de luz passando ao seu lado e toda aquela cena vinda diretamente de filme de ação, tom não conseguia mais pensar nas suas futilidades, seu instinto sobrevivente falou mais alto, ele ainda conseguiu raciocinar que se ficasse ali morreria, aparentemente o outro grupo tinha um poderio militar mais forte... Tom olha para traz rapidamente em uma ultima tentativa desesperadora de salvar Aislin, *Olhar aterrorizante*, para aqueles que disparam em sua direção, mas não esperou pra ver o resultado, gastou seu sangue para fortalecer suas pernas ( aumentando sua velocidade) para conseguir correr...

- Me desculpe Aislin, mas eu não conseguiria te ajudar

corre em recuada ao andar anterior... Quando fora da vista ativaria Ofuscação nível 2 com tentativa de se esconder melhor, evitando sempre lugares abertos e mantendo-se nos cantos da paredes sempre apos escondido.
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Dom Jul 08, 2018 6:53 pm

Rugall Salles



Estavam reunidos no salão principal. Rugall, Lilly, July e a investigadora Lewis. Os três primeiros estavam ligeiramente a vontade, o salão era um refugio seguro ou pelo menos isso fazia com que o vampiro e suas duas carniçais se sentissem. 

Os mortais naquele recinto se resumiam a incrível segurança que havia no local, homens armados em pontos estratégicos de maneira discreta para que a clientela não se sentisse constrangida. Todos muito bem arrumados. Além da segurança havia uma equipe de garçons e no interior do estabelecimento logo chegariam os estilistas, maquiadores e outros funcionários. Devido o horário, o quadro estava reduzido a menos da metade. 

Lewis ainda estava extremamente na defensiva, nada a fazia relaxar. 

Lewis : - Meg. F Night... A Ex modelo Francesa ? Muita coisa faz e não faz sentido. A Nova Ordem Mundial está atrás de Elisha Hurley, Também modelo internacional. As duas se conheciam, pelo visto você só foi uma isca que sofreu muito no meio disso tudo...Mas porque você ainda mantem contato com a senhorita Night ? Se você sabe que ela pode estar envolvida com terrorismo internacional. E quem sabe em um culto ainda mais macabro e simbolista. O Culto a Gehenna. Você acreditaria se eu disse que Meg F. Night poderia estar envolvida e mais uma vez...Eu digo mais uma vez fosse possa acabar sobrando como isca com possível envolvimento terrorista e dessa vez ainda pior. Envolvido com Culto infernalista ! Sr. Salles, ou o senhor é muito ingenuo ou realmente está envolvido com matérias obscuras. 

Lewis era do tipo que chegava a fundo nas informações. Como ela sabia sobre o Culto a Gehenna ? O que era o Culto a Gehenna afinal e por que Meg estaria envolvida nisso ?

Lilly então deixou cair seu copo de Whiskey, o copo esparramou deixando inúmeros cacos de vidro no chão, Lilly rapidamente recobrou a consciência dizendo. 

Lilly : - Eu preciso ir no banheiro. 

Em passos rápidos ela deixou a sala em um claro sinal de que não estava bem. 

Lewis observou Lilly se retirar com os olhos e voltou a falar. 

Lewis : - Eu tenho um nome. Kyle Sanders, ele é o novo chefe operacional do FBI em New Jersey, aparentemente ele ainda não foi atrás de você então talvez fosse somente Paul Kim que quisesse você. Mas eu tenho um outro nome. "Nirrhtak" esse pseudônimo apareceu no banco de dados da Policia em uma folha de pagamento, na compra de escravos orientais para Phillisburgh. Quando o Juiz Adam Bredley viu este nick name ele pediu para que eu buscasse mais informações com você. Disse que você saberia o que fazer. Eu ainda preciso achar uma conexão para isso tudo. Preciso da sua ajuda Salles. 


Spoiler:


Rugall Salles 
- PDS 7/10  
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- Vitalidade Escoriado Agravado


Última edição por Beaumont em Dom Jul 08, 2018 9:08 pm, editado 2 vez(es)

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Dom Jul 08, 2018 8:02 pm

Tom Halley     Vallek Morton


A imagem estava muito clara para Tom Halley.  Humanoides extremamente rápidos que se deslocavam como se pudessem flutuar de tão rápido que seus pés se moviam. 

Tom escreveu:Olhar Aterrorizante Diff. 10 = 0 Sucessos
Humanoides com armas de Feixe Diff 6. = 5 Sucessos
Tom Halley Teste de  Des+ Esquiva Diff 6. = 1 Sucesso
Humanoides com armas de Feixe Dano Diff 6. = ? Sucessos 
Tom Halley Absorção Diff 6. = 1 Sucesso

Por um momento os olhos de Tom mudaram, a revolta que sentiu foi exatamente um ato reflexo que refletiu seu instinto de auto preservação. O demônio despertou de dentro do vampiro. A besta de Tom aflorou fitando a face dos seus algozes. 

Spoiler:

Seus algozes porem de olhos vermelhos. Não temiam nada, o medo que Tom Halley poderia interpor sobre eles pareceu inútil uma vez que eles avançaram mesmo assim. Ainda tentando fugir Tom viu um novo tiro de raio atravessar a face de Aislin explodindo mais de 50% de sua face e deixando apenas um pequeno regalo da parte direita de seu rosto. O olho que restou de Aislin estava arregalado fitando cruelmente Tom que pode sentir como se ela pudesse dizer. "Ohh Halley..." com aquela voz agateada e rouca que ela possuía. 

Talvez a falta que Aislin lhe traria fez ele perder um segundo de foco, o suficiente para que ele não conseguisse escapar de um dos raios vermelhos da morte. O feixe rasgou o lado direito do seu tronco reduzindo, pulmão e vísceras a nada. 

Tom foi cuspido pelo impacto para o andar B8 outra vez. Vallek que estava escondendo Elizie entre os escombros se assustou ao ver o quão rápido aqueles homens haviam alcançado a dupla.  Não havia tempo para sentimentalismo. Elizie alisou o rosto do Malkaviano com os dedos entre as mechas do cabelo negro liso que ele possuía e logo em seguida desapareceu no breu da escuridão do andar B8. 

Vallek escreveu:Teste de Des+A. Fogo Diff. 8 = 2 Sucesso
Dano diff 6. 5 Sucessos (Acido x2 turnos com esse dano)

O vampiro então disparou contra o justo inimigo que avançava para o andar B8. De fato aqueles olhos brilhantes (No andar B8 Vallek apenas enxerga preto e branco) pareciam fazer com que a criatura pudesse ver no breu total, a granada acertou em cheio a coxa do inimigo e instantaneamente ele caiu, o acido começou a corroer o que parecia uma carapaça dura de metal. O inimigo ainda estava efetivo apesar de não conseguir mais se locomover. A arma de feixe na verdade era acoplada as mãos da criatura. Onde na verdade eles não possuíam uma mão. 

Enquanto preparava um segundo tiro, Vallek olhou para o andar B7 e percebeu que outros dois estava se aproximando, porem eles foram alvejados de surpresa por uma criatura gigante. Que logo Vallek assimilou que seria a forma monstruosa e bestial que os Tzmisce usavam em suas cruzadas contra a Camarilla. A forma Zulu...



Spoiler:

A criatura foi eficaz ao arremessar para longe 2 deles, mas a criatura que Vallek acertou mirou na grande criatura e disparou um feixe que atravessou o ombro do monstro o fazendo perder um pouco o equilíbrio e sua efetividade. 



Spoiler:

Tom Halley
- PDS 12/14 (+2 destreza)
- FDV 5/5
- Vitalidade -2 Ferido Gravemente (Agravado)[/left]

Vallek Morton
- PDS 6/14 
- FDV 7/8
- Vitalidade Ok

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Dom Jul 08, 2018 8:51 pm

Danio Benetti 


Foi naquele momento, quando Danio vislumbrou o retrovisor outra vez que a criatura não estava mais lá. Para onde ela foi ? Hamlim desesperadamente correu da parte de trás do comboio em direção ao banco do carona. Apesar de Danio não vê-lo, ele podia ouvir os passos apressados de Hamlim. 

Danio escreveu:Teste de Mortalha das Trevas Diff 7. = 5 Sucessos (48 metros)

Quando o veiculo freou, o vampiro teve a certeza absoluta de que se não tivesse incorporado as sombras do abismo e freado aquele veiculo certamente Hamlim agora estaria com um profundo rasgo no peito. O caçador de New Jersey rasgou com extrema força o metal da parte do comboio, que juntamente com a instabilidade do freio fez  o veiculo derrubar instantaneamente. 

Danio,Hamlim escreveu:Danio teste de Absorção Diff 6. = 3 Sucessos
Hamlim teste de Absorção Diff 6. = ?

Apesar da queda do veiculo Danio não sofreu nenhum tipo de ferimento, mas a dor dos ferimentos que Danio já possuía pela queimadura o fizeram sentir dor. Danio apenas escutou os gemidos de Hamlim, desesperado Hamlim gritava dizendo que não estava conseguindo enxergar. 

O rugido da fera soou assustador e chamou a atenção de ambos, é claro que o que mais surpreendeu Danio foi quando ele percebeu que todas as luzes dos postes e do farol do caminhão se apagaram, assim como o motor do carro. 

Tudo se envolveu em um breu total, mas aquilo não parecia ser o suficiente para conter a fúria da criatura demoníaca, pois ela também parecia desenvolver uma forma para contornar a escuridão. 

Spoiler:




Spoiler:


Danio Benneti 
- PDS 5/14  
- FDV 2/7  
- Vitalidade -2 Ferido Gravemente Agravado

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Dom Jul 08, 2018 9:23 pm

Herick Draven 


Foi então que juntamente com a voz que martelava pedindo ajuda para Herick que a voz da alastor repercutiu na mente do vampiro. 

Fellow : "Você está citando muitas vezes, que precisamos encontrar e minar Elisha Hurley  mas onde é que podemos encontra-la ? Se você tiver acesso a essa informação as coisas vão se tornar mais fáceis." 

Herick se sentia tentado a ir até a janela, o pedido de ajuda, ficava mais forte a cada vez que ele olhava para a janela ou que sua atenção se focava para a janela. 


Lana Fellow : - Muito bem meus caros... A unica pessoa que pode enfrentar Nissiku de frente será eu. Como o Xerife de vocês ordenou. O foco de vocês será em Elisha Hurley. Quero saber onde ela está, pesquisem de tudo, jornais, internet, revista. Qualquer informação será útil. Preciso entender qual é a ligação da Tecnocracia nisso tudo. Além do mais quero que fiquem com isso. 

A moça retira de uma gaveta 5 anéis. O primeiro ela coloca em seu dedo polegar  enquanto os outros ela espalha pela mesa para que cada um pegasse. 


Fellow : - Esses são os anéis do tempo. Permitem que vocês possam paralisar o tempo por 3 segundos. Nada mais do que isso, só podem ser usado uma vez por dia e isso será a única coisa que permitirá que vocês tenham de vantagem contra Nissiku ou qualquer outro caminhante do tempo ou que ao menos tenha uma rapidez maior que a de vocês. Se não usarem encontrarão a morte final logo. Lembrem-se. Nissiku ouvi e vê tudo fora desta sala e quem sabe até mesmo dentro dela. Não posso ter certeza. Preciso encontra-lo, Elisha pode ser uma boa Isca quem sabe ou até uma fonte de informação, eu quero ela viva. Esses 3 segundos podem ajudar. 

Herick ainda era perturbado pelo pedido de ajuda da sombra que estava na janela. 

"Por favor... Preciso de sua Ajuda..." 
 





Spoiler:


Herick Draven
- PDS 5/15 
- FDV 3/7   
- Vitalidade Ok

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Undead Freak em Seg Jul 09, 2018 7:51 pm

Eu sentia seus dedos macios, gélidos e belos deslizando pelo meu rosto, passando por meus cabelos, enquanto olhava em seus olhos profundos e hipnóticos conforme sua imagem se tornava algo semitransparente, que aos poucos sumia por completo. Eu sabia que ela estava ali. Sabia que era apenas o uso de sua ofuscação lhe dando proteção, como eu disse a ela para fazer, mas aquela visão era terrível. Era como em um de meus pesadelos; daqueles particularmente macabros que eu costumava ter com Annabelle, quando ela ainda estava entre nós.

Porra!

Elizie mal tinha se ocultado quando o primeiro deles, com uma agilidade notável, havia me alcançado no andar inferior que eu havia saltado com minha criança. Sem pensar duas vezes, atirei com o lança granadas naquele maldito ser artificial, usando as granadas ácidas, justamente como eu havia deduzido que seria o melhor tipo de munição contra aquelas criaturas metálicas.

A explosão da granada danificou uma das pernas da criatura, que o impediu de se locomover de forma apropriada. O ácido começava a corroer ainda mais a carapaça do defensor robótico, e assim deverá continuar por algum tempo.

Ao menos isso dará um jeito na agilidade dele...

Mais dois deles investiram contra mim enquanto eu preparava o segundo tiro. No entanto, algo que eu não esperava aconteceu. Uma criatura grande investiu contra eles. Uma criatura gigante, cinzenta e facilmente identificada como a forma Zulu dos Tzimisce.

Nirhtak...

Não imaginava que ele iria se envolver na briga gratuitamente. Podia jurar que ele havia desaparecido na intenção de apenas garantir sua segurança. No fim das contas, sua ajuda foi muito bem-vinda. Nesse momento de surpresa, contudo, o ser metálico danificado pelo ácido atirou no Tzimisce, desestabilizando-o momentaneamente. Nessa hora eu me aproveitei para tomar cobertura, como Elizie fez, recarreguei minha arma e ativei minha ofuscação, me preparando para atacá-los de forma sorrateira.

Off: Minha intenção é, antes de tudo, tomar cobertura em algum escombro (não o mesmo em que Elizie está), ativar ofuscação(2) e, se aproveitando do efeito da disciplina (se é que afeta o ciborgue), ter tempo para mirar e atirar na cabeça, destruindo ele. Então vou ativar ofuscação de novo(se for preciso um novo teste) e me preparar para mirar e disparar no outro que estiver nais próximo de mim.

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Bahamut em Seg Jul 09, 2018 11:27 pm

Lewis discursa sobre as informações que Rugall forneceu, focando principalmente na modelo Meg. De acordo com ela, Meg estaria envolvida em cultos satânicos e é um alvo marcado pela Nova Ordem Mundial. Também ressaltou o fato de que Rugall manter relacionamentos com ela o mantém como um suspeito em potencial, ou um empresário muito ingênuo.

Após dadas essas informações, Lilly deixa o seu copo de whisky cair ao chão e depois de alguns instantes se retira para o banheiro. Rugall instintivamente olha para Lilly ao escutar o barulho e percebe o olhar investigativo de Dana seguir sua carniçal. Claro que Rugall também percebeu algo estranho e resolveu aumentar os seus sentidos para escutar o que Lilly iria fazer. Em seguida ele chamou o garçom e pediu educadamente para que ele limpasse o lugar.

Dana então continuou a falar, dizendo que o novo chefe do FBI seria Kyle Sanders e ainda deu mais uma informação. De acordo com o que ela disse, o nome Nirrhtak apareceu nos arquivos, envolvido com tráfico de escravos e Adam Bredley indicou Rugall como alguém com informações sobre Nirrhtak.

Rugall ficou um pouco pensativo. Explicar algo sobre Nirrhtak seria difícil, mesmo que fosse fantasioso. Adam tê-lo indicado talvez seja um sinal ou um ato de desespero... Se bem que o nome Kyle Sanders remete a July. Ao que se lembra, ele seria irmão dela, o que seria bom, visto que o seu pai já está do seu lado. Mas ainda assim, o que fazer...

Rugall: - Nirrhtak... Não há como falar dele sem falar de Meg ao mesmo tempo. Sabe, eu e Meg já havíamos nos conhecido antes. Eu sempre estive inserido neste mundo de salões de beleza e meu salão principal fica em Vegas. Com o tempo é natural que se conheça nomes da moda e eu cheguei a trabalhar com Meg. Montei uma equipe para fazer a maquiagem das modelos em um desfile de moda e Meg chefiava o desfile. Nos demos muito bem e trabalhamos juntos várias vezes. Ela havia sido contratada por uma empresa de moda que tentava crescer no mercado e tinha várias modelos iniciantes, sendo Meg a garota propaganda e ensinava as meninas novas na carreira de modelo. Porém, futuramente ela descobriu que essa empresa estava ligada com tráfico de pessoas e as modelos eram meninas tiradas de suas famílias em outros países para trabalhar forçadamente nessa área. Com um pouco mais de investigação usando um detetive particular, ela descobriu que essa empresa era só a ponta do iceberg, pois o grande responsável por tudo isso tinha controle de vários chefes da polícia, política e imprensa e era conhecido como Nirrhtak. Ao descobrir tudo isso ela viu que a situação era muito complicada e que não podia simplesmente sair de lá pois temia algum tipo de retaliação e foi para mim que ela pediu ajuda. Como temíamos a polícia, contratamos secretamente uma empresa de ex-militares altamente treinados e explicamos o caso. Eles fizeram o reconhecimento da organização e atacaram, fazendo parecer um acidente. A policia e os bombeiros apareceram e obviamente que muita coisa foi encontrada, as modelos foram devolvidas aos seus países e todo o esquema foi descoberto, inclusive indícios de satanismo por parte de Nirrhtak. O fato é que tudo foi abafado e quase nada saiu para a imprensa, mas nós conseguimos ficar incógnitos nisso, pelo menos até agora. Infelizmente pelo fato de Meg ter sido contratada pela empresa, é capaz que o seu nome tenha sido ligado a Nirrhtak e a outras coisas relacionadas a ele, infelizmente. Futuramente, após me mudar para Jersey, ouvi o nome dele mais uma vez e fiquei sabendo que ele estaria atuando por aqui. Não sei o que ele anda fazendo mas eu cheguei a pensar que talvez tenha descoberto o meu envolvimento e o de Meg em Vegas, mas não ouvi mais falar dele depois.

A história tinha muitos fatos verdadeiros, visto que Rugall conhece bem do passado de Nirrhtak, mas ainda assim ele arriscava ao colocar fatos que não existem, mesmo que seja quase impossível rastrear tais informações. Mesmo assim ele mantém a serenidade que tem mantido a noite toda. Por fora, o empresário continua sendo o cavalheiro disposto a ajudar a qualquer custo, por dentro é um monstro, pensando em mil assuntos e ansioso para que Dana deixe o seu recinto, pois ele tinha alguns telefonemas a fazer... e um interrogatório para presidir.
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Bad em Sab Jul 14, 2018 12:43 pm

Tom se sente culpado por não conseguir ajudar Aislin, mas tinha consciência e conhecimento das próprias habilidades, ele sabia que aquilo não era possível para ele, Tom mesmo tentando desesperadamente algo, mais como instinto que com raciocínio, acaba sendo ferido e jogado para o outro andar, agora ele não via mais nada... mesmo assim ele tentou ativar sua ofuscação ( nível 2) para se esconder, ele ouvia barulho de luta e tiros, mas não sabia o que fazer, Tom se sentia uma criança em meio aquela briga de monstros, ele não podia fazer nada, não sabia o que fazer, desesperado procurou novamente algo no chão e nas paredes que pudesse ajuda-lo.

Tom tentaria se afastar cada vez mais do som de batalha, evitando se tornar um alvo exposto.
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Seg Jul 16, 2018 9:20 pm

Tom Halley     Vallek Morton


Impossibilitados de fazer uma analise mais profunda da situação os invasores tentam contra atacar a investida das criaturas cibernética. 


Combate escreveu:Vallek Teste de Des+A. Fogo Diff. 9 = 1 Sucesso
Dano diff 6. 5 Sucessos (Acido x2 turnos com esse dano)

 O disparo de Vallek é preciso. A granada acerta a face e o metal praticamente se rompe instantaneamente corroendo rapidamente a lataria fazendo o que era antes uma das luzes que representavam os olhos da criatura, agora apenas um sinal opaco. No mesmo instante em que o tiro foi disparado o malkaviano buscou abrigo,  não demorou até que dois outros vigilantes metálicos cortassem o cenário de maneira rápida, desta vez Vallek conseguiu ver os propulsores em sua parte inferior que funcionavam para dar a velocidade tão privilegiada.  Eles se dividiram e buscaram pelo perímetro, Vallek tinha certeza que o malkaviano (Tom) e Elizie estavam por ali, mas talvez ambos tenham desaparecido com o poder místico da ofuscação, no andar superior a criatura gigantesca ainda enfrentava dois outros vigilantes e parecia estar levando a pior devido os gritos berrantes de dor. 

Tom estava praticamente indefeso, inseguro e tateava por algum milagre que pudesse lhe dar confiança, em sua mente a voz de Condado repetia o quanto ele era inútil e que sua vida seria exterminada naquele lugar, tom não sabia o que fazer, simplesmente avançava sem rumo na direção do breu se afastando o quanto possível. 

Um dos vigilantes realizou um grande salto aterrissando bem próximo de tom, os olhos do vampiro se arregalaram, ele podia jurar que a criatura havia percebido a sua presença, havia apenas um bloco de concreto que separava os dois, quando a voz de Aislin sussurra levemente no ouvido de Tom. 

"Haley você não irá durar muito se continuar agindo assim, porque não canta para mim ?"

O outro parecia andar para um caminho pre determinado, virou as costas para Vallek e ergueu a arma para um bloco de britas realizando um único disparo. 

Uma adaga saltitou tilintando no chão recheada de sangue. Aquela adaga era inconfundível pois Vallek também tinha uma, Elizie ainda estaria viva depois daquele tiro. 

Vallek escreveu:Teste de Auto Controle Diff 8. = 0 Sucessos
Pode gastar 1 fdv para se manter livre do frenesi por um turno
O frenesi acabará quando o vigilante que  disparou contra Elizie estiver desabilitado. 

Vallek acabava de carregar sua M79 quando a fúria da besta começou a lhe consumir.  Ele não podia perder Elizie outra vez, ela era muito valiosa para que isso acontecesse. 



Spoiler:

Tom Halley
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Seg Jul 16, 2018 10:10 pm

Rugall Salles



O que aconteceu com Lilly não foi normal, Rugall conhecia sua carniçal muito bem para saber Lilly era uma pessoa estável, segura de si e uma excelente guarda costas. Os sentidos do vampiro se ampliaram e ele pode escutar uma breve conversa que Lilly e July tiveram em outro comodo. 

Lilly : - "July, nosso querido Rugall está em perigo envolvido com esta mulher Meg. Night. Eu tenho certeza, posso te garantir ! Precisamos avisa-lo !! Eu recebi informações através de uma fonte...É essa fonte é ainda mais bizarra, ela parece ser um dos contatos daquele Nosferatu que está envolvido com Rugall, ela disse que a nova primigenie de New Jersey está corrompida. É isso, essa mulher Night está vendendo informações da Camarilla para Elisha, e você sabe... Elisha está perigosa !" 

July : - " Acalme-se Lilly, assim que investigadora sair, nós explicaremos tudo ao nosso senhor, ele saberá o que fazer, ele sempre sabe."  
Apesar da atenção de Rugall se dividir em dois pontos diferentes ele conseguiu montar uma grande farsa envolvendo o nome de nirrhtak de forma coesa. A investigadora pareceu coletar cada pedaço de informação de maneira a observa-lo. 

Lewis : - Eu entendo perfeitamente, Nirrhtak pode ser um código mais que uma pessoa. Isso pode dar uma nova visão a investigação. Obrigado senhor Salles, fique certo de que Adam Bredley me pediu para descansar apenas quando Nirrhtak não for mais um perigo para o senhor. 

Dizia a investigadora se erguendo e limpando a roupa. De uma forma misteriosa, Lewis era uma mortal que estava envolvida com Adam, mas não parecia conhecer a verdadeira natureza dele mas como muitas pessoas naquela cidade fazia parte de sua influência. Caso Rugall não precisasse mais dela, Lewis deixaria o local levando o carro de Jones outra vez, enquanto Rugall pensaria em seu próximo passo a cerca dos últimos acontecimentos. 


Spoiler:


Rugall Salles 
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Bad em Seg Jul 16, 2018 11:06 pm

Tom sabia que não adiantava mais tentar se esconder, a criatura já estava bem em sua frente toda aquela cena, aquilo não era o destino de Tom, Ele sabia que não adiantaria tentar correr ou se esconder daquelas coisas, ficou bem claro que elas eram bem mais rápidos e capacitados de estarem naquele lugar,  até que a voz de Aislin tomou seus pensamentos...

Beaumont escreveu:
"Haley você não irá durar muito se continuar agindo assim, porque não canta para mim ?"
Em sua face se expressou um sorriso, Tom tinha fugido da sua natureza desde que Chegou aqui, mas isso não seria mais empecilho para ele...

- Não Posso negar o ultimo pedido de uma Dama, não é mesmo?

Tom não sabia se tinha desferido as palavras ou apenas pensado, mas como instinto e costume, encostou-se a parede, começou uma sequencias de palma, olhou pra criatura,

- Este pode ser meu Requiem, Mas eu serei vingado maldito...



Tom começa seu desempenho... (1FDV  Olhar aterrorizante, 1FDV+1PDS Voz da loucura)
+1PDS PARA DEX)


Suas mãos ditavam o ritmo até que o som saiu de sua garganta cantando o que seria possivelmente o Requiem, contudo não desistiria, caso a criatura o atacasse durante a musica, evitaria ao máximo qualquer ataque, afinal, ele já cantou o próprio réquiem em vida, sempre é possível imaginar mais uma chance.
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Undead Freak em Ter Jul 17, 2018 12:30 am

Um estouro abafado e breve para uma granada, mas o outro som... Aquele som corrosivo era para mim, naquele momento, como a mais doce melodia. A ação da substância ácida, que começou a agir assim que o explosivo atingiu o alvo, acabou com aquele maldito vigilante metálico. A luz artificial deixou os seus "olhos", assim como o brilho deixa os olhos de um mortal no momento em que o seu espírito abandona seu corpo.

Sem perder tempo, eu tomei cobertura. Enquanto recarregava o meu m79, outros dois daqueles seres artificiais apareciam ali, em velocidade surpreendente. O ângulo desta vez me permitiu ver exatamente como os propulsores (um dos diversos "updgrades" que aquelas merdas deveriam ter) davam a eles a velocidade avantajada que nos colocou em uma situação complicada no andar de cima -- e aqui embaixo também.

Sanders deveria morrer por isso.

Muita coisa acontecia ao mesmo tempo. No andar de cima Nirhtak continuava a luta com aquelas coisas e, ao julgar pelos seus gritos de dor, não parecia estar levando a melhor. Elizie está escondida por aqui e, possivelmente, Tom também, embora eu não tenha tempo de ativar o auspícios para localizar nenhum dos dois.

Na verdade eu não tenho tempo para merda nenhuma agora. Porra!


Eu ainda não podia deduzir com precisão as capacidades dessas coisas. Não sabia se de fato a ofuscação era efetiva contra eles ou se estávamos apenas dando sorte.

Ah?!

Um deles caminhou metodicamente e deu as costas para mim. Ele apontou para um bloco de entulho que estava a minha frente.

Que merda ele está fa...

E então disparou. Entre o som da explosão, meus ouvidos detectaram um metal que tinia no chão, como se arremessado para longe com violência. O som era próximo e cada vez mais próximo a cada "plim" que soava quase que ritmicamente. Foi então que eu vi.

E...lizie...

Estava ali, aos meus pés. Uma adaga idêntica a adaga que ela tinha me dado naquela noite, no cemitério.

Elizie...

Meu corpo começou a tremer.

Elizie... Elizie...

Eu respirava ofegante. Eu não precisava mais respirar, mas estava hiperventilando. Minhas presas começaram a se expandir em um movimento instintivo.

De repente, no meio de todo aquele pandemônio, ouvi uma voz na minha cabeça. Uma voz que não ouvia a muito tempo. Pude ouvir Mantus, como se ele estivesse parado ao meu lado, e ele disse as mesmas palavras que tantas vezes disse no passado, tão marcadas em minha mente.

"Eles precisam morrer. Todos eles precisam morrer".

Eu repeti as palavras na minha mente, e a besta me falava "Deixe comigo, Vallek. Deixe-me cuidar disso para você. Relaxe um pouco, e deixe me divertir um pouco também".

Eu estava a beira da inconsciência e juro que o que eu mais queria naquela hora era me entregar ao mais puro e refinado impulso destrutivo, homicida e mandar tudo e todos para as profundezas mais agoniantes do inferno, mas...

"A criança é minha! Minha vingança!"

Off:

Vou gastar 1 ponto de força de vontade para me controlar por um turno. Em seguida, vou ativar rapidez (1 ponto de sangue) e farei as seguintes ações:

1 - Vou agarrar e imobilizar o ciborgue na minha frente (o que está de costas e atirou em Elizie).

2 - Vou gritar para o outro "Eeei, imbecil! Estou aqui!"

3 - Quando ele disparar, vou usar o imobilizado de escudo. Um pouco antes do tiro alvejar ele, vou empurrá-lo na direção do disparo e desviar para o lado.

4 - Em seguida, vou mirar (cabeça) e disparar no ciborgue que atraí com o grito. Se tudo der certo, um destrói o outro e o eu destruo o que sobrar. Se nenhum outro pular na merda do buraco em que eu estou, começo a procurar por Elizie imediatamente.

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Jul 17, 2018 11:54 am

"- Onde está essa criatura?" - Penso ao olhar para o retrovisor e não mais o ver. Enfio o pé no freio enquanto peço às criaturas do abismo que libertem-se na Mortalha. Vejo a neblina densa se espalhar momentos antes do impacto. A freada, juntamente com o ataque da criatura, lança o caminhão ao chão com um único ataque. Dentro do carro, sinto todo o movimento do veículo... a traseira é levantada e tomba para o lado ao perder a estabilidade, a cabine do motorista é a última a mover-se, sendo jogada para o lado com o peso de todo o resto do veículo sendo arremessado para o lado.

Meu corpo é jogado de um lado para o outro até que o veículo chega ao chão, o que me arremessa para a porta lateral. Felizmente, não sofro nenhum dano com o impacto, mas os ferimentos da queimadura ainda me perturbam. Durante toda a movimentação do comboio, minha pele queima como se tivesse retornado ao inferno de chamas. Ao tocar na porta, lanço um grito de dor que poderia ser ouvido até mesmo pela criatura. Prendo minha mente em respirar lenta e ritmicamente. Obviamente isso não tem função prática, mas vai me ajudando a esquecer da dor e focar minha mente no que realmente importa, escapar da fera.

Assim que mente e corpo se alinham e me permitem levantar, olho para os destroços do veículo enquanto procuro a besta em meio a destruição. Ao passar os olhos rapidamente pelo arredores percebo que as luzes vão se apagando.

"- O que diabos significa isso?" - Cada vez sinto mais a presença da Anciã Malkaviano ao meu lado. Minha mente quer acreditar que tudo isso não passa de algum tipo de lavagem cerebral que Elisha está fazendo em minha mente. É tudo muito irreal... Os gritos do Caitiff me retiram do mundo dos pensamentos.. se é que eu já saí dele.

Me aproximo de Hamlin com o intuito de fazê-lo calar a boca. O urro me mostra onde está a criatura. Mesmo dentro da Mortalha o som é ouvido por nós dois. Meus olhos se voltam direto para o ser, que agora está sofrendo uma transformação em seu corpo.

- O que Diabo...?! - O que fizeram com esse cara pra que agora ele conseguisse se adaptar às Sombras um mistério para mim, o que me faz ter mais uma vez a impressão de estar preso dentro de um sonho. Me vejo pensando que talvez ainda esteja na cama de Madson, sonhando como nunca havia feito após minha transformação. Ou talvez eu esteja realmente preso em algum mundo criado pela Anciã em minha mente.

Procuro me ocultar nas trevas para observar o que a criatura pensa em fazer (Ofuscação). Espero que a mortalha das trevas e a cobertura criada pelo veículo caído sejam o suficiente para me retirar da mira do Caçador. Aproveito o momento para olhar ao redor. Existe algo mais ali? Que tipo de criatura está me atacando ou controlando essa coisa (Auspícios 2).

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Sigo em frente... vivo numa noite eterna... as trevas me preenchem, me alimentam... sombras estão ao meu redor... elas falam comigo, me entendem... eu as entendo e compartilho de meu ser, minha alma... nós nos completamos e assim viveremos para todo o sempre.
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Bahamut em Ter Jul 17, 2018 11:35 pm

Rugall conseguiu escutar a conversa de Lilly e July muito bem e ao mesmo tempo criou uma história que pareceu convincente. Lewis em seguida revelava que entendia a gravidade do caso e que Adam a havia ordenado que não medisse esforços para interromper o avanço desse Nirrhtak. Rugall tirou os últimos segundos em que ela falava e depois se erguia para analisa-la mais um pouco. Sua concentração era notável e suas feições imutáveis.

Ele então se levantou, juntamente com a investigadora para cordialmente acompanhar sua convidada para a saída ou qualquer outro destino dentro do seu estabelecimento, caso assim ela o deseje.

Rugall: - E eu agradeço muito por tudo. Eu estarei sempre à sua disposição caso precise de algo. Eu a convidaria para um drink mas temo que você ainda tenha muito serviço para fazer e eu não quero te atrapalhar. Mas o convite está feito. Quando tiver um pouco mais de tempo eu teria o maior prazer de recebe-la aqui. Poderíamos conversar mais sobre o caso, sejam novidades ou curiosidades que você tenha, seja sobre mim ou outros assuntos pertinentes ou apenas uma boa conversa, regados com uma boa bebida. Também faço questão que você usufrua de nossos serviços diversos como agradecimento aos bons serviços prestados. Terá um dia todo por conta da casa, basta me ligar e eu providenciarei tudo que precisar.

Na porta de entrada do seu salão, Rugall se despede de Lewis com muita elegância e resolve se arriscar. com uma pose específica, ele toma a mão de Lewis e a beija, como manda a etiqueta. Ela esteve impassível e inabalável o tempo todo em que esteve em seu salão. Analisou o ambiente e as pessoas, sem esboçar nenhum tipo de reação. Rugall quer aproveitar para se portar de forma mais polida possível e por fim, tentar arrancar dela algum tipo de reação ou emoção, visto que até agora ela tem sido uma incógnita e ele precisa de um ponto de partida para tentar criar o seu perfil. Enquanto Lewis for ao seu carro e partir, Rugall permanecerá na entrada do salão, observando seus movimentos e esperará ela ter saído de sua vista para adentrar novamente no salão. Uma vez lá dentro, ele irá em direção ao seu escritório mas não sem antes ordenar que July e Lilly o acompanhassem.

As duas, uma um pouco mais transtornada do que a outra, o acompanharam sem pestanejar e Rugall se manteve sério. Uma vez em seu escritório ele se colocou atrás de sua escrivaninha e as impediu de falar quando o ímpeto as acometeu e começou.

Rugall: - Vocês duas são as pessoas mais próximas de mim. São meus braços, mãos, rosto e voz para momentos em que eu não estou presente. São meu apoio para todas as horas e ainda mais agora que estamos sem a Diana, que era de grande auxílio para todos nós. Tendo dito isso, eu devo lhe dizer Lilly meu amor que eu espero de você um pouco mais de controle emocional. Você cuida da minha defesa e da defesa de meu patrimônio e por isso eu esperava um pouco mais de você. Agora vamos aos assuntos importantes, conte-me como foi o encontro e que produtos ele nos gerou? Mostre-me também as fotos.

Rugall analisou os dados e as informações (quero narrar essa parte no próximo tópico também, mas pensei em adiantar algumas coisas) com calma e depois de tudo discutido, saiu de trás de sua escrivaninha e se adiantou à frente de Lilly, que se manteve de cabeça baixa. Rugall pôs a mão em seu queixo e ergueu levemente a sua cabeça para que ela olhasse em seus olhos.

Rugall: - Não quero que fique triste, você não fez nada de errado. Porém se você não treinar o seu equilíbrio emocional, corremos risco de ter problemas.

Ela tinha o olhar triste e July compartilhava de seu sentimento. As duas estavam tristes pelo deslize e não estavam em condições de se expressar. Rugall então tomou July pela mão, puxando-a para perto e enlaçando-a pela cintura. Quanto a Lilly, ele deslizou a sua mão pelo rosto dela até encaixar a sua mão em sua nuca, encostando o seu nariz no dela.

Rugall: - Não fiquem tristes, eu escutei a conversa de vocês e estou muito contente com a sua preocupação e as informações obtidas. Agora tenho que apurar os detalhes sobre Meg e o Nosferatu. Imagino que o seu encontro tenha sido deveras estranho, mas foi produtivo. Por isso e outros motivos que eu amo demais vocês duas.

Rugall terminou a sua fala colocando a sua língua para fora e lambendo do queixo até a ponta no nariz de Lilly bem lentamente. Ela por sua vez fechou seus olhos e respirando profundamente enquanto July abria sua boca com uma expressão de criança quando quer doce, avançando com o rosto em direção ao de Rugal e Lilly.

Rugall: - Eu tenho algumas ligações a fazer. Vejam o que precisa de atenção no salão e vejam com a nova assistente como está a posição dela com relação aos seus afazeres daqui e as novidades que tem aprendido. Quando eu terminar aqui entrarei em contato para que tragam ela aqui. Preciso de um braço novo e vocês de um alívio. Depois terminaremos o que eu comecei aqui.

Ele espera as duas saírem do escritório para ligar para Adam Bradley. Adam passou informações sobre Nirrhtak e o ligou com Rugall para a investigadora e Rugall espera que ele lhe passe algumas informações sobre ela.

Rugall: - Adam Bredley, muitíssimo boa noite, como o senhor está? Eu estou tendo uma noite muito boa meu caro. Agora mesmo tive uma pequena reunião com uma mulher muito distinta e interessante. A senhora Lewis parece ser muito competente no que faz. Mas diga-me, qual é a posição dela nisso tudo? O senhor a colocou à frente da investigação sobre Nirrhtak e a nova ordem mundial, colocando o meu nome como contato e confesso que fui pego de surpresa com isso. Não que eu esteja querendo questionar o seu conhecimento e experiência em diversos assuntos, mas seria interessante se eu soubesse um pouco mais sobre ela e o papel dela nesse contexto, quem sabe com uma certa antecedência. Se o senhor tiver um tempo pode vir até o salão para podermos conversar pessoalmente.

Ao terminar a ligação Rugall pondera um pouco sobre tudo o que está acontecendo e as informações obtidas por Lilly. Se tudo isso for verdade, que Meg sabe a localização de Elisha e ainda é informante dela, as coisas podem começar a ficar complicadas. Mas e se for ao contrário? Rugall também não conhece bem o ancião nosferatu e suas intenções no jogo de poder. Mas as especulações ainda terão tempo para serem confirmadas e a estratégia precisa ser montada com muito cuidado. Dessa forma Rugall confere o seu estoque do próprio vitae e o repõe se necessário para assim pedir que suas servas tragam a sua gerente de Vegas para o escritório para passar o relatório.
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