New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Sex Jun 08, 2018 10:03 pm

Rugall Salles
- PDS 8/10 
- FDV 6/6  
- Vitalidade Escoriado (1 Agravado)

O vampiro pensou nas possibilidades. Permitir que o delegado realizasse sua função era de extrema utilidade para Rugall, pelo visto a cidade estava tendo um índice favorável e sendo Rugall o responsável pelo controle indireto da policia local isso era muito bom. Mas isso ainda não resolvia o problema com Lilly, a jovem que servia como o braço direito de Rugall era inteligente e habilidosa com uma arma na mão, o que será que a deixou com tanto medo ? Uma partícula de insegurança percorreu a mente do vampiro enquanto ele brincava com sua presa. Lilly era um ser facilmente domável por ele, seus sentimentos eram como uma bomba de prazer que sempre explodia quando o Tzimisce queria e isso sempre era bastante agradável para ele. Mas controlar o medo de Lilly assim era um tanto estranho, uma vez que ela sempre foi muito corajosa e certamente iria tentar enfrentar seu algoz de frente a menos que ele fosse realmente tenebroso... 

Lilly parecia completamente envolvida nas garras de Rugall e por isso ela fez o possível para manter o controle sobre o seu corpo, mas Rugall sabia que aquilo duraria apenas o próximo momento de sexo e troca de Vitae entre ambos. 

Jones então abriu a porta e chamou a atenção da mulher que Rugall havia visto antes, a moça tinha um andar autoritário, era esguia mas de olhar forte capaz de desnudar Rugall Salles como poucos minutos de conversa. Naquele momento Rugall percebeu o quão facilmente ela poderia notar a palidez da face do vampiro quando ela se aproximou com aquele olhar averiguou cada detalhe da fisionomia de Rugall além dos aspectos estranhos de Lilly realizava ao tentar conter seu desejo irrefreável pelo vampiro a sua frente. 

A moça era apresentada como Dana Lewis. Ela ficou por vários segundos paradas a destrinchar Rugall sem nenhuma resposta ou pergunta, apenas com a sua sombram selha esquerda erguida sobre uma face séria e avaliadora. 


A moça usava um belo blazer grafitti e cumprimentou Rugall e Lilly de maneira séria e sem o mínimo de intimidade, mesmo depois de Jones demonstrar o quão Rugall era importante para aquela cidade de Newark. 

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Sex Jun 08, 2018 10:34 pm

Herick Draven
- PDS 5/15 
- FDV 1/7  
- Vitalidade Ok

Finalmente Herick se viu diante de uma das figuras politicas mais poderosas da Camarilla. O alastor era nada mais que um agente da Cammarilla caçador dos mais perigosos inimigos da seita. Os Anatemas.  

Herick chegou na sala juntamente com seus 3 outros Algozes, nenhum teve a permissão de chegar a até a sala em que Lana estava. Apenas Herick teve essa permissão, assim que chegou na sala Herick foi surpreendido pela voz da tal Lana bem rente ao seu flanco, apesar disso ela ainda estava na sua frente segurando um tanto de livro das mais diferentes formas. 

Lana Fellow : - 2 Coisas me intrigaram em você Xerfe... A primeira é que você parece ser a única pessoa realmente desconsertada em sua vida.  Algo em você não faz sentido, você parece pertencer a outro lugar. Como sabe que eu sou uma Tremere ? Por acaso já ouviu falar da Marca do troféu ?

Lana não precisava caminhar para fazer nada, tudo era movimentado pelo poder de sua mente, isso dava a Herick uma sensação de que poderia ser atacado a qualquer momento. A sala de estudo em que ela estava tinha diversos livros e em uma analise mais superficial percebeu que todos os livros que ela lia tinham referencias ao passado de New Jersey ou a cultura americana desde o seu descobrimento. Ela lia os livros com incrível rapidez e vários ao mesmo tempo. 

Lana Fellow : - Você acredita que conhece os magos não é ? Sabe do que são capazes ?  Conhece as fraquezas de seu inimigo ? Será que não está aqui para me ajudar apenas por que está sendo controlado por um ? NIssiku é um inimigo a altura, mas você teve contato com seres que vão além da sua própria compreensão. Então ? Como planeja me ajudar Xerife ? Sabia que seus algozes estão perdidos nos corredores deste edificio como ratos em um labirinto  ? 

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Undead Freak em Sab Jun 09, 2018 11:41 am

- Você... como se chamava mesmo?... Esquece, mas fato que pelo jeito você consegue ver normalmente mesmo nessa escuridão, eu não tenho essa capacidade, poderia por gentileza me guiar? E se não for pedir demais, caso veja um violão ou uma gaita por ai, eles são de extrema importância para minha pessoa.

- Meu nome é Vallek Morton, e sim, eu posso guiar você; no entanto quando o demônio surgir, não vou poder lutar e te conduzir ao mesmo tempo. O ideal seria criar uma fonte de luz. Quanto a uma base, o humano não vai precisar mais dos ossos... Um antebraço deve ser o suficiente, não? Trapos tampouco não devem ser difíceis de arrumar aqui. O único problema é arrumar um mecanismo ou outro meio de ignição, e... Não vejo gaita ou violão algum aqui. Apenas imundice.

Off: Beau, na próxima jogada, se for possível, posso tentar fazer um teste rápido de percepção, para ver se encontro algum dos instrumentos.

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por mitzrael em Dom Jun 10, 2018 6:17 pm

Herick se mantinha firme com seus olhos ficços a mulher , e colocava seus braços pra traz cruzando neles .

Pensando : de fato ela tem rasao eu não sou desse tempo ainda to me perguntando se isso
e uma segunda chance ou so mas uma armadilha daquele guri ?


Voce e uma maga e é uma vampira juntando um mas um Tremere , empreção minha mas vc leu minha mente ? se for o caso talvez isso facilite as coisas cedo ou tarde vc vai acabar descubrindo lendo minha mente mesmo melhor fazer eu concentindo .

Em relação aos meus Algozes e bom pra eles ficarem entretidos , ja estive em varios tipos de labirintos ums não tao bons quantos outros , mas sobrevive .

Pensnado : a juda dela seria muito ultio , mas como confiar , confiei no passado em pessoas que so me usaram , tenho de ser mas prudente , pensar mas antes de agir não sou mas um neofito .

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Bahamut em Ter Jun 12, 2018 12:56 am

Rugall observou quando o delegado chamou a investigadora. Uma mulher séria, de passos firmes e eficiente em seu trabalho. Ela fitou Rugall e Lilly por um bom tempo, tempo o suficiente para Rugall fitá-la de volta e tentar traduzi-la através dos detalhes.

Além do óbvio, Rugall via em Dana o tipo de mulher enigmática que sempre parece saber mais do que aparenta. Uma mulher madura, que sabe o que quer e não tem medo de fazer o que for preciso para alcançar os seus objetivos. Discreta e muito bem controlada, assim como tem o hábito de ser controladora, porém, o aroma de sua pele, misturado ao perfume que usa, leva Rugall a crer que na intimidade ela seja uma mulher ardente e uma vez ao se entregar a alguém, não se atém a pequenices e infantilidades.

Rugall também notou que ela perceberia facilmente alguns detalhes seus, como o tom de pele e a forma como ele e Lilly se relacionavam. Seria interessante conhecer mais sobre essa mulher, mas tal contato deveria ser feito com cautela.

- Rugall: É umgrande prazer conhecê-la senhora Lewis. Queira perdoar o meu jeito, creio que minha pressão tenha caído. Fato recorrente de alguém que trabalha demais e descansa de menos. Logo minha pressão retornará.

Rugall procura segurar o braço de Lilly e limitar seus movimentos para forjar um possível sintoma fisiológico. Depois de um tempo irá forçar o seu corpo a demonstrar características de um corpo saudável usando o poder de seu sangue para poder manter um contato menos vulnerável com a investigadora.
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Qui Jun 14, 2018 9:27 pm

Tom Halley
- PDS 14/14
- FDV 5/5
- Vitalidade OK


Vallek Morton
- PDS 7/14 
- FDV 7/8
- Vitalidade Ok


As informações obtidas no interior da mente do malkaviano foram bastante reveladoras. Restava agora o grupo de Vallek encontrar Elisha, que provavelmente tinha sua mente invadida por alguém de outra maneira Malkav não haveria de ter protegido a mente da vampira em outra dimensão daquela maneira e conseguir encontrar o grupo de explosivos capaz de levar todo aquele bunker pelos ares. 

Elizie e Nirhtak ainda esperavam uma ação de seu líder, a missão de dividir e explorar já não parecia mais tão interessante uma vez que eles rodaram as celas e não encontraram nada além do que instrumentos enferrujados de corte, maquinários antigos e não mais funcionais, Nirhtak parecia ter um pouco de má vontade mas continuou a faze-lo. 

Vallek teve uma breve conversa com os novos aliados, tentou explicar o que podia do assunto, mas na verdade  Tom Halley estava mais preocupado com seus instrumentos, o malkaviano ainda olhou em volta, mas nada ali parecia com nada do que ele descreveu, nem mesmo as roupas da mulher poderiam ser encontradas, mas Aislin não tinha puder em ficar nua, estava escuro demais e talvez isso lhe desse um pouco de convicção, essa que não existia para Tom, ele realmente estava inseguro sem seus instrumentos, se sentia como alguém inútil, sem habilidades excepcionais. Sua auto confiança inabalável era afetada quando o músico não tinha qualquer um dos seus instrumentos, nem mesmo sua voz era digna de um blues, aquilo era um verdadeiro tormento para ele. 

Elizie se ofereceu para segurar as mãos de Aislin e Tom, como em uma grande ciranda, Elizie segurava Aislin que segurou a mão de Tom. 3 ratos cegos configurando com a cegueira de Keyla que também precisava da ajuda de Nirhtak para caminhar por ali. 

Aislin parecia muito mais gentil e atenciosa com Tom, suas mãos geladas firmemente seguravam os dedos do cantor, ela não disse nada, mas Tom sentia como se ela deslizasse os dedos nos dedos de Tom para afaga-lo em um gesto de carinho. 

De todos Vallek era o mais hábil enxergando tudo em preto e branco com a perfeição de detalhes mas ausência de cor. Ele voltou para o grande octágono e percebeu que o único caminho mesmo era subir para sétimo andar pelo caminho que Allen havia tomado, não era preciso dizer que os que estavam cegos tiveram uma enorme dificuldade em subir os escombros de metal e alvenaria até o sétimo andar. Allen estava ali sentado em uma das placas de metal, com as mãos sangrando e um gesto de tristeza no rosto. 

Allen : - Samus...O filho da puta foi o guerreiro mais honrado que eu conheci. Por anos tentou derrubar a camarilla de New Jersey e toda vez, acreditou na gente, merda... Não pude salva-lo...

Talvez fosse pelo Valderie ou quem sabe um sentimento de verdade mas, Keyla, Allen e Nirhtak se reuniram olhando pelo vidro o sofrimento de Samus, ele ainda estava vivo mas aquele vidro era impenetrável, finalmente a luz proveniente do Magma permitiu algum tom de claridade no sétimo andar. 

O sétimo andar era ainda mais destruído do que o Oitavo. Havia escombros para todos os lados, o chão parecia ter cedido de fato devido a velhice e não havia qualquer segurança por ali. Vallek percebeu que o local possuía ao menos mais duas portas além da porta onde Samus estava preso. As duas portas pareciam extremamente pesadas, por onde será que Elisha passou ? Estava tudo começando a ficar confuso. 

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Qui Jun 14, 2018 10:28 pm

Herick Draven
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Herick havia aprendido muito ao longo de todos esses anos, já poderia ser considerado um Ancillae de grande poder, não havia vivido uma centena de anos mas sua experiência já estava lhe dando uma noção de como se virar no mundo das trevas, ele percebeu rapidamente que a mulher podia invadir a sua mente com incrível facilidade, ele sequer sentiu quando ela invadiu. Isso deixou o vampiro muito mais cauteloso. 

Voce e uma maga e é uma vampira juntando um mas um Tremere , empreção minha mas vc leu minha mente ? se for o caso talvez isso facilite as coisas cedo ou tarde vc vai acabar descubrindo lendo minha mente mesmo melhor fazer eu concentindo . Em relação aos meus Algozes e bom pra eles ficarem entretidos , ja estive em varios tipos de labirintos ums não tao bons quantos outros , mas sobrevive . 

Em fração de segundos o corpo da moça desapareceu e re apareceu na frente de Herick, as paginas dos livros flutuantes viraram com incrível rapidez, Herick pode ver o instante em que seu corpo percorre de um ponto para outro apenas por que sua natureza vampira o torna sem a necessidade de piscar, mas mesmo assim ela é incrivelmente rápida e pelo menos o dobro da velocidade que Herick possuía em sua hábil velocidade sobrenatural. 

Lana Fellow : - Esta é a Maldição do Zumbi. Pelo visto você não sabe o que é a Marca do troféu. Um simbolo que todo Alastor recebe ao ser agraciado com esse peculiar posto. Eu entendo a sua habilidade como Xerife desta cidade, sua mente possuí um grupo interminável de caminhos, conhecimento sobre a Trilha de Caim, segredos sobre a Metamorfose e até mesmo sabe sobre a Tecnocracia, as esferas da Magika desperta e um pouco sobre a doença maligna mental do clã Malkaviano. Já esteve com eles, Nissiku, um matusalém de poderes incríveis e que pode controlar o tempo e o espaço de forma que deu a você a chance de trilhar os caminhos do paradoxo. Temos um problema com Nissiku sim, mas a Nova Ordem Mundial é ainda mais perigosa. Você sabe o que significao Termo "Tríade Maligna ?" Ou "Reino do Horizonte" ? "Oraculos ?"

A pergunta foi bem capciosa, Herick talvez tenha ouvido algo parecido sobre um dos três termos, mas de fato era difícil saber. Lana tinha um conhecimento diferente, sobre a guerr entre Camarilla, Sabá, Culto a Gehenna e a Nova Ordem Mundial. 

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Qui Jun 14, 2018 11:13 pm

Rugall Salles
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Rugall escreveu:- Rugall: É umgrande prazer conhecê-la senhora Lewis. Queira perdoar o meu jeito, creio que minha pressão tenha caído. Fato recorrente de alguém que trabalha demais e descansa de menos. Logo minha pressão retornará.

Rugall Teste de Man(Convincente)+ Lábia + Fama + Voz Encantadora   Diff 8. = 2 Sucessos

Dana Lewis Teste de Percepção + Lábia Diff 6. = ? 

Lewis e Salles apertavam as mãos, o vampiro já havia enrubescido parte do seu corpo e seu rosto para trazer uma face mais humana a sua frente, mesmo assim ele não obteve a simpatia de Lewis que ainda com a face fechada, se mostrou imparcial. Lewis então fitou Lilly que continuava a olhar para baixo, talvez a policial quisesse perguntar o que ela tinha de errado, mas não se preocupou em faze-lo. O delegado então arremessou a chave para ela que pegou apenas com uma mão. 

Dana Lewis : - Vamos senhor Salles. Vou aproveitar e fazer algumas perguntas para o Senhor. 

E assim, seguiram pelo extenso corredor da delegacia, Rugall, Lilly e Dana, o local ainda estava agitado para uma madrugada. Vários oficiais de policia corriqueiros, alguns tiravam piada uns com os outros mas Dana sempre é quem decidia com quem ela brincava ou não. Foi chamada de Miss. Colorado Mountains  uma analogia a sua beleza e frieza que se intercalavam como uma mulher durona. Isso tirou uma risada da moça, mas nada mais que isso. Quando chegaram na parte de trás do DP eles escolheram o carro discreto do Delegado, um Sienna marrom escuro não muito chamativo. Ela então começou as perguntas. 

Dana: - Você não parece forte o suficiente para ser Guarda Costas, possuí treinamento militar ? Serviu onde ? Delta Force ? Marines ? 

A pergunta foi direcionada a Lilly que preferiu não responder. 

Dana: - Okay se vai ser assim, não irei me comprometer caso algo ocorra com algum de vocês, sou uma investigadora, não babá. Se quiserem a minha ajuda respondam as perguntas. 

Ela puxa um celular digita um numero enquanto entra no carro e liga. 

Dana Ao Telefone : - Quero que me ligue com a Central da NOM. Onde está o relatório de atuação deles em Newark, sei que eles são federais, mas se eles não tiverem uma ordem, eles não podem atuar nesse condado ! Mande pro meu e-mail assim que possível. Quem ? Bredley, o Juiz ? Não tenho tempo, estou em um caso deixa pra lá. 

Dana desliga o telefone que imediatamente soa um bip de chegada de ao menos 3 mensagens que ela não atende. 

Dana : - Quando chegar no seu endereço eu vejo, preciso manter o foco. Para onde vamos Salles. E alias, quero que me conte o que sabe sobre a Nova Ordem Mundial, o que planejam , por que queriam sua ajuda e no que queriam. Soube que você teve sua reputação manchada Paul Kim, parece que ele não está morto, só mudou de nome, Jones me pediu para averiguar esse caso, esse homem pode ser perigoso para você e para esta cidade. Se quiser viver é melhor me ajudar. 

Rugall percebe que ela é a segunda pessoa que fala que Paul, o Chefe Operacional da Nova Ordem Mundial estava vivo, impossível uma vez que Rugall viu Paul morrer na sua frente. Vítima da Raiva Rubra. 

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Undead Freak em Qui Jun 14, 2018 11:52 pm

Com o vazio do abismo fazendo parte do meu ser, a própria escuridão não me era incômoda. Havia entre nós uma certa sintonia que, mesmo com a ausência de cores, não me causava nenhum tipo de sensação desagradável. Na verdade era algo prazeroso, como se eu estivesse dentro de um daqueles velhos filmes da Universal, ou mesmo da Hammer, produtora do meu país. Mas embora a penumbra estivesse em harmonia com minha alma, eu nada encontrei a respeito de instrumentos musicais ou mesmo roupas para a irmã nua que havia se juntado a nós. Notei, no entanto, que ela não parecia incomodada com a própria nudez. Notei também que o rapaz realmente se perturbava muito pela ausência dos instrumentos. Isso era algo que eu entendia bem e, portanto, não podia julgar. Eu ainda me recordo do poder maldito que o amuleto exercia sobre mim quando Adonnis fazia aquele jogo estúpido de gato e rato comigo. Por último, mas não mais importante, notei a má vontade de Nirhtak em me obedecer. O Tzimisce em si não me preocupava, mas sua aproximação com Keyla era um problema.

Malditos Sabás... Eles nunca vão entender.

A dupla de ex-companheiros de seita não estava ali de boa vontade. Desde o início deixaram claro que me seguiam por falta de escolha, e não pela compreensão clara de nossos objetivos. Eles podem se voltar contra nós a qualquer momento e, pelo o que eu noto, a questão não é se, e sim quando isso vai acontecer. Já estamos com problemas demais para ter de lidar com contendas entre o grupo.

-- A saída é pelo sétimo andar. Vamos subir -- disse eu, quando notei que os que sofriam pela cegueira da penumbra agora eram conduzidos aos trancos e barrancos. Aislin e Tom eram levados pela minha criança, que nada enxergava também. Nirhtak conduzia Keyla. Por um momento essa cena me desagradou, pois voltei a me lembrar da situação de complô entre os sabás do nosso grupo.

Não tive dificuldade em escalar os escombros até o sétimo andar. O resto do grupo, no entanto, sofreu para realizar a tarefa como se fosse a mais hercúlea das provações físicas que já foram submetidos. Até Nirhtak, que tinha a visão, se atrapalhou por ter de conduzir Keyla. Finalmente, no maldito sétimo andar, encontrei Allen, que agora estava mais calmo. Suas mãos sangravam e ele estava claramente abatido. Não tive dificuldades em "ler" nele um claro sentimento de tristeza misturado com frustração.

-- Samus...O filho da puta foi o guerreiro mais honrado que eu conheci. Por anos tentou derrubar a camarilla de New Jersey e toda vez, acreditou na gente, merda... Não pude salvá-lo...

Eu seria um tanto hipócrita se eu dissesse que essas palavras não me incomodaram. Allen às vezes ainda agia como um Sabá, parecendo mais leal a Samus do que ao seu sangue. A verdade é que isso me incomodava ainda mais porque, de todos os presentes, era Allen quem eu mais confiava.

Não acredito que Samus tenha perecido... -- falei honestamente, colocando a mão em seu ombro. -- Suas palavras são verdadeiras e, se eu puder ajudar o arcebispo, eu o farei. No entanto há outro grande guerreiro honrado, e eu preciso dele ao meu lado agora. Este guerreiro é você, meu irmão.

Ajudei ele a se levantar e procurei deixá-lo mais animado. Somente quando percebi que Allen estava novamente focado é que me atrevi a prosseguir.

Observação em Off: Quando disse "meu irmão" para Allen, eu falei de forma corriqueira, como se estivesse dizendo "irmão de clã", como me dirigo a qualquer outro malkaviano. Estou ressaltando isso porque não sei se Vallek já descobriu a questão de Annabelle ter abraçado tanto Allen quanto ele.


Havia magma no sétimo andar, o que finalmente fornecia alguma claridade para o grupo. Pude notar que ele era o mais destruído. Havia entulho por todos os lados, o que atrapalhava o vai e vem de qualquer um. O chão estava completamente fodido. Parecia ter cedido por pura deterioração do tempo. De fato era uma situação incômoda, na melhor das hipóteses.  

-- Cuidado agora. Caminhem de forma cautelosa, pois esse solo está péssimo e há entulhos para todos os lados.

Notei que havia ao menos duas portas. Ao menos duas possibilidades. Elisha teve de ter usado uma das duas para prosseguir e, pelo jeito, a única forma de descobrir qual era tentar captar as impressões psíquicas deixadas pela anciã. Como o uso foi recente, não acredito que terei dificuldades em me conduzir por essas leituras.

-- Sigam a estrada de tijolos amarelos... Os tijolos não podem ser vistos pelos olhos, mas podem ser vistos pela mente... Sigam os tijolos que a nossa querida anciã percorreu.

Off: Auspícios 3 em ambas as portas.

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por mitzrael em Sex Jun 15, 2018 12:34 pm

pensando : Tríade Maligna ? Ou "Reino do Horizonte? Oraculos ? eu nem vou gastar saliva com isso ja que vc pode ler minha mente talvez seja ate mas seguro mantemos contato por aqui mesmo .

De fato esses nomes não sao estranhos mas tanto faz como esses vermes se chamam so sei que tive uma chance de mudar a merda do meu futuro e vc é a que mas pode me ajudar
temos de acabar com o grupo da Alisha e assim ela não vai acorda nem um ant e tao pouco causar loucura mas ela se esconde em outro mundo vc teria como acha la atraves de minhas memorias ? temos de agir rapido ja que minhas antigas memorias estao sumindo , eu sou o remedio pra toda essa loucura , e ai vc vem comigo ??


Herick tinha presa pois sabia que os grupos estavam agindo e com rapides e tinha de impedilos o quanto antes ou não teria outra chance .
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Bahamut em Dom Jun 17, 2018 1:06 am

Lewis aparentava ser uma mulher notável. Sua seriedade e profissionalismo chamaram a atenção de Rugall. Sem delongas ela os conduziu até o carro e durante o caminho fez uma pergunta para Lilly, que não respondeu.

Rugall: - Queira desculpar Lilly. ela tem ordens minhas para manter sempre a discrição e evitar quaisquer adversidades a fim de manter a concentração. Pode não parecer, mas ela está bastante atenta. Lilly vem de uma família de militares e aprendeu muito com seu pai e irmãos mais velhos. Oficialmente sua carreira foi breve na polícia mas seu talento vai um pouco além do de uma simples policial.

Não demorou muito para que entrassem no carro e Lewis puxou o celular, falando apressadamente com alguém. O assunto parecia ser importante. Logo ela pergunta para Rugall qual seria o destino deles e comenta algo sobre a "Nova Ordem Mundial" e o fato de Paul Kim estar possivelmente vivo, comentando o fato que ocorreu entre os dois. A notícia fez Rugall pensar nas fotos que Lilly lhe mostrou e o fez ficar pensativo por uns instantes.

Rugall: - Ah sim, vamos para o meu salão. Não é difícil de chegar daqui. Quanto a essa nova ordem... Não sei do que trata. Acredito ser a primeira vez que ouço esse nome. Quanto a Paul Kim... Realmente tive alguns contratempos com ele. Também achei que estivesse morto.

Lewis estava muito bem informada. Isso quer dizer que a polícia possui um vasto conhecimento sobre os acontecimentos relativos a Rugall e ele não gostava nem um pouco disso. Talvez o ex-namorado de Lilly tivesse algo a ver com isso em suas investigações enquanto estava vivo.

Rugall: - Do que se trata essa nova ordem que você comentou? Ela tem alguma relação com Paul Kim?
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Bad em Ter Jun 19, 2018 11:50 pm

Tom percebeu o acolhimento em Aislin sobre ele, aquilo tudo ainda estava perturbando Tom, ele não conseguia raciocinar...
* PORRA... ESSE LUGAR DARIA UM BELO REQUIEM... PORRA MEUS INSTRUMENTOS.*

Continuava a caminhar seguindo o grupo, não queria deixar transparecer mais ainda seu sentimento de agoniar por não poder ajudar naquela situação... Ao ver o sentimento do grupo e a fala de Allen... * Algo aqui não é muito legal, a ponto de deixar Aislin assim, fazer eu nem saber onde estou e pelo visto esse Samus, não era brincadeira*.

Tom seguiu com o grupo ouvindo as dicas de Valek, quando se percebe um momento mais propicio, iria perguntar...

- Sei que não é o momento propicio, mas isso esta me incomodando bastante, quantas noites se passaram após o nascer do sol negro, porque na minha memória foi ontem, mas pelo visto , muita coisa tem ocorrido aqui... isso me incomoda.

De vez em quando tom apalpava suas vestes e levava a mão as costas involuntariamente procurando seus instrumentos, simplesmente ignorando o fato de ja saber que não estava ali, fazendo isso de forma mecanizada na tentativa falha de aliviar a agonia de não estar com algum deles.
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