New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Bad em Qui Maio 17, 2018 12:18 am

Tom não se contentava ao ver que seu jogo de sedução Funcionava mais uma vez,  Soltava um sorriso...

- E você ainda tinha duvidas que eu conseguiria Aislin caso eu realmente tentasse com todas as armas ?  Eu apenas gosto de apreciar cada momento...

Tom analisa a pele daquela mulher como se fosse de uma humana, mas intrigado aonde Condado tinha achado esta mulher, ainda mais com aquela aparência...

Yank : - Isso parece um sonho do qual eu não quero acordar.

- Não esse não é um sonho, sorte a minha, talvez azar o seu. Se tivesse em um sonho poderia se repetir, porque eu vivo uma noite por vez e digamos que não passo muito tempo intrigado com as mesmas coisas, digamos que não tenho um bom foco...


Tom coloca sua mão nas costas da moça trazendo ela para mais perto de ti,

- Viu? Já estava perdendo o foco do que realmente importa, me desculpe.

Tom deita a moça na areia de forma delicada, sua mão vai na coxa da moça e começa a beija-la, mas diferente dela, ele não vai se segurar, vai tomar seu sangue, e sentir o prazer da vitae em seu corpo.
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Bahamut em Sex Maio 18, 2018 2:58 am

Rugall está satisfeito com o relatório da cria de Meg. A revista parece estar indo no caminho que ele imaginava e tudo só deve melhorar. Com relação ao delegado, Rugall sente a preocupação na voz do homem e a sinceridade em suas palavras, acatando a sugestão dele.

Rugall: Estou a caminho. Chegarei o quanto antes.

Rugall então troca de roupa. Coloca uma calça esporte fino e uma camiseta preta simples. Ao sair para o salão, os olhares se lançam a ele com espanto e estranheza pois nunca o viram vestido dessa forma, visto que sempre andava muito bem vestido com ternos e outros trajes finos. Ele foi em direção a July, que não pode deixar de olhá-lo dos pés a cabeça e indaga-lo com o olhar. Rugall não reagiu à linguagem corporal de sua carniçal, apenas dirigindo-se a ela da forma como sempre fazia.

Rugall: Minha doce July, preciso que chame um Uber para o salão. O destino é a delegacia. Também preciso que prenda meu cabelo. Conto os detalhes depois.

July delicadamente se colocou atrás de seu amo e acariciou seus cabelos, passando os dedos pelo pescoço e pela nuca dele. A forma como manuseava o cabelo dele era como se estivesse acariciando um amante, terminando o rabo de cavalo de forma sensual e extravagante.

Rugall: Estarei esperando o carro na entrada do salão.

Rugall falava ao pé do ouvido de sua serva, que mantinha seus olhos para baixo, aproveitando enquanto a voz de seu mestre penetrava docemente em seu ouvido. Quando ele se afastou, ela pegou seu celular e abriu o uber, soltando suspiros profundos.

Não demorou para que o carro chegasse. Não era um veículo caro mas Rugall não se importou. Ao entrar fez questão de explicar ao motorista que precisava chegar à DP pela porta dos fundos e pediu para que não tivesse muita pressa. Em seguida se esgueirou pelo banco a fim de não ficar visível para quem olhasse para dentro do carro. Rugall sabe que pode estar sendo seguido ou que seus veículos sejam alvos, então ele procurou se portar de forma diferente, usando um veículo comum para se locomover. Ele espera ter feito uma boa aposta.
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por mitzrael em Sex Maio 18, 2018 10:06 pm

A mente de Herick estava em meio a um tuvão de imagens onde parecia umas novas e as antigas se apagavam era uma verdadeira confusão em sua mente , o seu sentimento por Alisha ia escorrendo como agua no ralo Herick estava de joelhos com a mao sobre o rosto
quando ele ouvia longe uma voz que agora era bem familiar .

Príncipe Ventrue de New Jersey Adam Bredley: - Sr. Draven ?

- Acho que o Xerife não está bem !! Talvez ele precise de mais sangue !!


Herick se erguia com dificuldade e começava a rir de tudo aquilo será que era mas um sonho , ou uma brincadeira do guri ? ele respirava fundo e se erguia .

Eu to bem senhor , foi so uma dor de cabeça , tivi um deslumbre as vezes isso acontece ,
senhor temos de agir antes que nossos inimigos fiquem muito fortes e complique a sua vida .

Temos de achar alisha , mas o nosso primeiro foco e a Ordem da razão eu tava procurando
informaçoes com meus contatos e descubrir que eles se encontram em um Bunker
e o que parece ele estao fazendo experimentos com um nome estranho algo com Thanos .

pensando : não posso deixar que aquele futuro aconte ser , vou acabar com cada um antes de obterem força suficiente , o brigado pela segunda chance não vou vacilar a camarilla vai ganhar agora sei onde é meu lugar e o que devo fazer .
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Maio 20, 2018 11:38 am

Hamlin responde minha pergunta enquanto a sensação de metal sendo amassado é recebido por todos os sensores de minha mão. A expectativa de ver a porta caindo some com uma velocidade surpreendente, assim como a raiva que me fez socar o metal, deixando no lugar somente uma sensação de apatia, desconsolo, mágoa... perda... A imagem de Lars sendo torturada volta a atormentar minha mente.

"- Droga!"

Ando em direção ao caminhão ao lado do Caitiff, que tem se mostrado bastante prestativo. Embora ainda exista algo nele que me faz estar sempre com um 'pé atrás', ele está sendo de grande ajuda neste momento em que me vejo abalado tanto fisica quanto mentalmente. Sua forma de falar comigo é bastante peculiar...

"- Seu vínculo comigo é bastante forte, não é mesmo? Mais forte que o sangue de um Ancião..."

Chagando no veículo, Hamlin prontamente responde que saberia dirigir o caminhão e nos levar para a estrada. Essa é a melhor forma de chegar à Detroit, e de lá à Lady Lucy. Apesar de estar bastante preocupado com os demais membros do Insight, eu precisava seguir com o combinado ou algo muito pior poderia acontecer.

"- Contudo... seria interessante..." - Minha mente não pôde deixar de imaginar a cena de um mundo dominado pelo Frenesi. O caos se espalhando, o mundo ruindo em chamas. Volto a realidade ao ouvir o som do veículo sendo ligado por Hamlin. "- Você está louco... se isso acontecesse não haveria mais comida, nossa necessidade por sangue nos faria destruir todas as fontes de vitae em poucos instantes. Esse futuro precisa ser parado".

Ao que parece, não fui o único a ser desperto pelo ronco do motor. A criatura no fundo do caminhão parece despertar, mas logo volta a ficar estática.

- Elisha disse que tinha a criatura sobre seu controle, e que esta ficaria dormindo até haver necessidade para ela... mas o que acontecerá se a levarmos daqui? - Minhas palavras saem mais como uma divagação, uma pergunta para mim mesmo. Essa dúvida surge com seu breve despertar. "- Se ela acordar no meio do caminho e destruir as grades que o prendem, além de nós dois... ou se dermos um jeito de deixá-la aqui.. o que acontecerá quando (ou se) os demais saírem e ela estiver acordada e esperando pelos recém-chegados..." - Volto a divagar enquanto parece estar tudo pronto para partirmos.

Assim, me vejo tendo de tomar as rédeas da situação novamente. O gosto amargo de minha derrota na última vez em que fui colocado à frente do Bando me volta a boca. Estive como Ductus do Insight por um breve momento, mas já coloquei a minha não-vida e a dos três que me seguiam bem próximo do fim por nos levar até uma zona onde um combate estava sendo travado. As queimaduras doem em meu corpo com a sensação de estar novamente neste 'cargo', como uma forma de aviso do que poderia estar por vir se eu não agisse da maneira correta.

Keyla escreveu:
Você tentou o máximo que pode, agora descanse.

As palavras da Ductus ressoam em minha mente e um leve tremor se espalha por todo meu corpo junto com a sensação de mal estar causada por minha primeira falha.

Naquele momento, a primeira escolha é: levar a criatura, tentar retirá-la do caminhão ou destruí-la.

- Estamos prontos para partir Hamlin? - Pergunto ao Caitiff enquanto tento resolver meu problema. Levá-la poderia servir como prova para os Inquisidores, ao mesmo tempo que sua fuga colocaria a minha vida em risco. Deixá-la traz um outro risco, uma vez que mover a grade poderia acordá-la e, da mesma forma, me colocar em risco. Tentar matar a criatura poderia levar um tempo que não temos para perder. "- Ao final, o que traria menos problemas?"

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Sigo em frente... vivo numa noite eterna... as trevas me preenchem, me alimentam... sombras estão ao meu redor... elas falam comigo, me entendem... eu as entendo e compartilho de meu ser, minha alma... nós nos completamos e assim viveremos para todo o sempre.
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Qui Maio 24, 2018 12:23 am

Vallek Morton
- PDS 8/14
- FDV 8/8
- Vitalidade Ok

Vallek escreveu:Toque do espirito Nos instrumentos de tortura Diff. 9. = 1 Sucesso

A primeira impressão que Vallek procura recolher são dos artefatos de tortura usados na vampira a sua frente, ele desliza seus dedos pela superfície já enferrujada do metal e viaja para o momento em que a Vampira era torturada, ele sentiu a mesma dor que ela sentiu quando aquele aparelho arrancou as duas presas de sua boca vagarosamente enquanto ela delirava de dor. O proposito era desconhecido, (Vontade de Ferro+FDV 8.) Vallek logo saiu do transe, sua mente era forte o suficiente para deixar a lembrança sem nenhuma sequela ou rastro de dor, o sentimento que ele tinha da mulher de pavor ficou apenas como uma leve lembrança. Em seguida Vallek toca na lança de madeira enorme que atravessara o membro. 

Vallek escreveu:Toque do Espirito Na estaca Diff. 6 = 5 Sucessos

Desta vez, o vampiro viajava profundamente no passado do material, sua mente recordou o momento em que o artefato atravessou o corpo da vampira, o momento em que ele atravessou vários outros corpos de Membros ainda ali naquele bunker, os Tecnocratas possuíam um conhecimento vasto dos vampiros, seu ponto fraco da estaca do coração, chamas e o sol. 

Vallek viajou para um passado no qual o bunker ainda era utilizável. Membros com suas roupas de "homens de preto" estocavam vampiros e os torturavam das mais várias formas com o intuito de descobrirem suas peculiaridades, difícil para alguém de fora descobrir o padrão das linhagens, mas foi através das torturas que eles descobriram o padrão na linhagem malkaviana e adotaram assim o nome de Hospedeiros de Thanatos. Provavelmente a partir de então a crença de que um malkaviano iria servir de involucro para o corpo de Adonnis se tornou real, mal eles sabiam que o próprio malkav tinha a capacidade de tornar de volta real o corpo destruído de Adonnis sem a necessidade de que ele precisasse possuir um corpo. Os tecnocratas sabiam muito sobre os vampiros e sobre os malkavianos. Sim a partir do poder do auspicios, Vallek conseguiu identificar a linhagem da moça, uma filha da Lua assim como ele e os outros dois que foram trazidos também. 3 Malkavianos a sua frente. 

Vallek Teste de Inteligencia + Politica+ Prestigio de Clã Diff. 6. = 3 Sucessos

Vallek pensou bastante, observou as opções e se valeria a pena trazer 3 malkavianos de volta do torpor. Vallek tinha a certeza de que aqueles três não pertenciam a nenhum bando Sabá e que provavelmente seriam Independentes ou membros da Camarilla. Mas desde de a volta de Malkav, o Anti deluviano trouxe todos os vampiros filhos da Lua para o seu lado sem exceção e por isso todos os vampiros da camarilla haviam se aliado ao Culto a Gehenna ou mortos pelos algozes da camarilla antes mesmo de conseguirem se juntar as fileiras da grande e nova seita criada pelo Anti Deluviano. 

Dessa forma Elizie, Nirhtak e Keyla iniciaram o processo de re animação dos corpos. Seus pulsos foram cortados todos com suas presas ou com a Adaga Ritualística de Elizie, a vampira começou a disparar palavras em um dialeto que derivava do Maya ou de alguma civilização próxima do algum lugar distante, a habilidades de Vallek com Línguas era muito ruim. De todos os três a vampira foi a primeira a abrir os olhos, ela não tinha iris e ao invés do branco o vermelho reinava em sua face. Ela estava pronta para lutar, rapidamente ela ruma em direção de Keyla que automaticamente toma uma forma serpenteante e se enrosca na vampira impedindo-a de continuar o seu surto frenético de frenesi, logo logo os outros dois acordariam daquela mesma maneira ?

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Qui Maio 24, 2018 12:36 am

Tom Halley
- PDS 14/14
- FDV 5/5
- Vitalidade OK

A moça não resiste a nenhuma investida de seu Casa nova, Tom praticamente tem o controle total sobre a mulher, a posição em que ela vai ficar e cada passo que ele daria naquele jogo de sedução e prazer. Yank parecia um gato a ronronar, Tom sente o sangue da moça descer por sua boca, seu sangue tem um gosto forte de cainita. Ela geme como se estivesse próximo a um orgasmo múltiplo. Ela grita alto o suficiente para que qualquer um que estivesse próximo pudesse ouvir. Ela segura a cabeça do musico com força pelos cabelos enquanto pede para que ele possa continuar. 

O jogo está bom, seu sangue é suculento. Yank é de fato uma vampira apesar de todos os traços de uma mortal, contudo ela subitamente começa a desaparecer. As pernas de Tom ficam a fraquejar, ela tinha algum tipo de veneno no sangue talvez ? Um assamita quem sabe devido ao tom de pele escuro dela. Não, ela era uma mortal...Mas esse sangue cainita ? 

Tom está com a vista cada vez mais turva, Yank desaparece bem na sua frente e ao perceber. Tom está em um lugar completamente escuro mas ouvi vozes. Tom não consegue enxergar quase nada. Tudo absolutamente escuro. 

- Ele está acordando ! Mas está lucido diferente da mulher ! 

- Eles seriam ótimas peças de Molde . 

Tom pode não ver, mas tem certeza que está cercado, mas por quem ? 

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Undead Freak em Qui Maio 24, 2018 10:58 am

A primeira vítima, a cainita, parecia estar ali a muito tempo; talvez muito mais tempo do que algum de nós pudesse imaginar. Quando toquei os espigões enferrujados que estavam atravessados em sua carne, a leitura da impressão foi trabalhosa e superficial, no entanto havia sido o bastante para confirmar o óbvio que todos já sabiam: tomada como um animal para estudo, pela ordem da razão na sua corrida em descobrir e compilar informações sobre os meios mais eficientes de combater os filhos de Cain. Pude ver suas presas sendo arrancadas por máquinas e, por um momento, pude sentir a mesma dor terrível que reverberava de sua energia espiritual contida ali, mesmo depois de tanto tempo.

-- Esta teve sorte por termos encontrado ela. Está aqui tanto tempo que poderia ter ficado aqui, definhando durante décadas ou mesmo séculos. -- disse, ao abrir os olhos. Talvez o tempo havia enfraquecido muito as impressões, ou talvez meu espírito e mente estivessem mais disciplinados pela prática constante da disciplina, mas pude ler o passado desta sem tomar nenhuma mácula para mim, fosse em carne, mente ou espírito.

A lança de madeira foi muito mais fácil de ler. As impressões eram muito mais recentes e quase que literalmente palpáveis. Era fácil ver, como se fosse um filme em alta resolução, os homens de preto trabalhando; ora torturando, ora anotando; ora teorizando, ora praticando. Esta era sem dúvida uma filha da lua, como nós. Foi através dessa leitura que pude saber sobre como criaram a teoria do hospedeiro, crentes de que Adonnis usaria o corpo de um de nós para voltar a forma física...

Quanta tolice.

Eu olhei para os três. Seria vantajoso despertá-los? A primeira está em torpor a muito tempo, e certamente vai nos dar trabalho contê-la. Nenhum ali parecia ser um antigo membro do Sabá, como eu. No entanto, com o despertar do pai, nós instintivamente descobrimos nosso propósito e missão, sem seitas, apenas nós. Esses três malditos merecem uma chance. Seria um erro grosseiro contra o pai deixar de recrutar novos irmãos do mesmo sangue.

-- São do nosso sangue. São filhos do nosso Pai e nossos irmãos. Independente do que aconteceu antes do despertar, eles merecem uma chance. Vamos despertá-los.

Elizie, Nirhtak e Keyla iniciaram o despertar do trio. Eles contaram os pulsos com as próprias presas, menos Elizie, que usou uma adaga ritualística, entoando cânticos em uma língua em que eu pouco ou nada conhecia. Como era de esperar, a irmã que estava em torpor mais tempo despertou primeiro. Seus olhos eram vermelhos como os de uma fera ensandecida, e ela agia como tal. Em fúria, descontrolada, confusa e amedrontada, ela partiu para cima de Keyla, mas com agilidade notável ela assume a forma de uma serpente, enrolando-se na irmã e freando sua investida.  Eu só posso torcer para que os outros dois não despertem com tal fervor, pois não podemos nos dar ao luxo de nos atrasar muito mais.

-- Cuidem dos outros! Eu vou ajudar Keyla.


Corri em direção a irmã que se debatia no corpo serpentino de Keyla, segurei seu rosto e olhei em seus olhos irracionais.

-- Acalma-te! Sangue do meu sangue! Sangue do nosso pai! Você está entre irmãos!

Off: Paixão, Demência 1. Minha intenção é entorpecer o frenesi. Quando ela se acalmar, eu lhe darei mais um ponto de sangue.

Se tudo der certo, considere a parte abaixo:


Quando os três estavam despertos e conscientes de nós, fui até eles e me apresentei.

-- Somos em maioria malkavianos, como vocês. Estamos aqui em missão oficial do clã, auxiliado por alguns aliados do Sabá. Deram a sorte de acharmos vocês aqui. Como são do nosso sangue, decidimos dar a vocês uma chance. Elizie, minha criança, vai prover os maiores detalhes, mas por agora saibam o seguinte: A Camarilla não existe mais aqui. Se quiserem se unir a nós e nos ajudar, sejam bem-vindos, mas façam de coração. Não tenho amor por mentirosos; e menos ainda por traidores. Agora... Quem são vocês?

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Bad em Qui Maio 24, 2018 4:36 pm

Tom viajava em satisfação, e aproveitava cada momento daquela situação, Yank era única, por diversas vezes não sabia se era humana ou se ela uma vampira...Não importava, estava ali para se satisfazer e ela estava dando conta do recado muito bem...

Ao experimentar o sangue de Yank tom sente o sangue vampírico. Mas após isso Yank começa a desaparecer por entre os braços de Tom, que cai de joelhos, amaldiçoando imediatamente Condado...
*Maldito isso tudo foi uma armadilha, uma assamita ? Uma humana com sangue envenenado, o que caralho foi tudo isso até então?*

Seus pensamentos entram em meios aos devaneios da Turvação, durante instantes... que foram quase instantâneos.


- Ele está acordando ! Mas está lucido diferente da mulher !

- Eles seriam ótimas peças de Molde.

* Merda... o que diabos esta acontecendo dessa vez* tom tenta buscar na memória se as vozes eram reconhecíveis...* Puta que pariu que noite maluca, um barco, uma praia, agora isso, que diabos.*

Tom tentava mover-se um pouco pondo-se sentado, mesmo sem ver nada a sua frente.

Após um tempo de aparente tensão no corpo de Tom ele ouve uma voz que parece bem seria ao proferir suas palavras.

Undead Freak escreveu:
-- Somos em maioria malkavianos, como vocês. Estamos aqui em missão oficial do clã, auxiliado por alguns aliados do Sabá. Deram a sorte de acharmos vocês aqui. Como são do nosso sangue, decidimos dar a vocês uma chance. Elizie, minha criança, vai prover os maiores detalhes, mas por agora saibam o seguinte: A Camarilla não existe mais aqui. Se quiserem se unir a nós e nos ajudar, sejam bem-vindos, mas façam de coração. Não tenho amor por mentirosos; e menos ainda por traidores. Agora... Quem são vocês?

Tom apesar de não entender bem o que está acontecendo resolve entrar no jogo, não tem porque não fazer, ao pensar nisso logo imaginava *estou começando a ficar bom nisso *

Tom tenta transparecer os ar calmo e tranquilo quando tudo aquilo é dito, ele tenta convencer todo mundo de que esta sereno em sua fala, não é hora de se colocar em desvantagem.

- Me chamo Tom Halley, Sou musico de New York, ou aonde precisarem da minha voz. Não tenho interesse em problemas entre saba ou camarilla, mas fico feliz em saber que o chamado do pai começou a ser atendido, parece que alguns Malkavianos já conseguiram se juntar... Alias ... - tom apesar de não ver nada, tenta olhar em volta... – Aonde estamos ?
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Qui Maio 24, 2018 10:59 pm

Rugall Salles
- PDS 8/10 
- FDV 6/6  
- Vitalidade Escoriado (1 Agravado)

Rugall não demorou muito para chegar ao departamento de policia de policia de Newark. A principal cidade da nova Camarilla tinha um bom vinculo com a policia graças a Rugall, o elegante homem saiu do carro e pagou pela corrida, aparentemente tudo estava normal, claro que Rugall não poderia se esquecer do que aconteceu da ultima vez que ele esteve em uma delegacia. Se lembrou da morte de Joshua nas mãos dele e de Lilly, mas aquilo era passado. 

O Tzmisce avançou pelos degraus de mármore do grande departamento e entrou no edifício se deparando com centenas de policiais que trafegavam o local mesmo a noite. Seria muita ousadia de alguém tentar invadir aquele local apenas por causa de uma carniçal. assim que ele declarou a sua presença, Rugall foi conduzido até a sala de testemunhas, uma sala grande onde também ocorria audiências. Lilly estava sozinha, tomava um copo de café com Whiskey e tinha uma 9mm e cima do balcão a sua direita. Assim que ela viu Rugall, um sorriso de alivio se estendeu em sua face. 

Lilly : - Querido...Me desculpe deixa-lo tão apreensivo. Mas eu não achei uma maneira melhor de colocar você a par de tudo se não fosse aqui em um lugar seguro. 

Lilly puxa então fotos de possíveis lugares e pessoas, do monte piomont, em uma das fotos estava Paul Kim Wisdom, Chefe da Divisão OR do FBI, Rugall lembrava daquele homem perfeitamente. 

Lilly : - "Flix" me entregou isso, aquela mulher é estranha, disse que conhecia você e que você precisava de mim pra um caso, me pediu para entregar essas fotos e desapareceu, desde então eu tive a sensação de estar sendo seguida. O que mais me deixou preocupada foi que ela disse "A nova Camarilla de NY já está está estragada" antes de sumir. 

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Qui Maio 24, 2018 11:21 pm

Herick Draven
- PDS 5/15 
- FDV 1/7  
- Vitalidade Ok

Herick voltou aos poucos a se situar, depois que a tontura passou o vampiro mencionou um Bunker, a Ordem da Razão e o projeto Thanatos, todas aqueles informações pareciam novas para o Príncipe e para sua equipe de algozes, eles se entre olharam e perguntaram. 

Príncipe : - Percebo que está tomando um rumo novo em suas investigações quanto ao Culto a Gehenna, pensei que você iria se encontrar com o Alastor Tremere para que fosse auxiliar na captura do Anti Deluviano que está causando todos esses problemas... 

Esse ultimo comentário foi muito interessante para Herick, nunca o vampiro havia tido a chance de conhecer um alastor, o nivel mais alto dos caçadores de diableristas e anatemas já conhecidos. New Jersey estava recebendo um Alastor para enfrentar Nissiku, o anti deluviano, aquele poder iria bem além da compreensão de qualquer um.

Seus algozes, 3 importantes e confiáveis membros da linhagem Brujah, Gangrel e Caitiff estavam bem na sua frente a espera de ordens. Restava saber como o vampiro iria conduzir sua investida em direção ao Bunker do piomont ou se ele iria avançar em um plano contra Sanders em Jersey City ou se simplesmente iria ajudar o Alastor Tremere que estava chegando na cidade.

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Sex Maio 25, 2018 12:14 am

Danio Benneti 
- PDS 6/14 
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- Vitalidade -2 Ferido Gravemente Agravado

Hamlin ligou a ignição do veiculo de vez. O comboio então partiu e o La sombra só pode olhar para trás enquanto seu coração morto pensava em Lars, uma forma rustica de sentimento gerado pelo vinculo de sangue que ambos tinham um pelo outro. Danio até sentia algo por Keyla e Madson mas não era a mesma coisa, ele não se importaria muito se elas encontrassem a morte final, mas Lars ele certamente sentiria. O vampiro se manteve desanimado e um pouco deprimido por grande parte da viagem, passado uma hora de viagem, o comboio saía do deserto do Piomont e alcançou o estado da Pensilvania, Hamlim ajustou o GPS e disse: 

Hamlim : - Meu senhor, são mais de 600 milhas até Detroit, levaremos ao menos 9 horas, teremos de estacionar na cidade de Pitburgo antes que o sol venha a nascer senhor, mas a sua decisão é final para mim. O que faremos ? 

Danio percebeu que a criatura ainda não havia despertado, mas será que ela despertaria de manhã ? E onde Danio e Hamlim iriam descansar ? Em um hotel beira de estrada ? Com aquela criatura no patio ? Danio ainda precisava tomar uma decisão final sobre a criatura de New Jersey.

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por mitzrael em Sex Maio 25, 2018 11:28 am

A pupila dos olhos de Herick delatavam ao saber que ele iria trabalhar com um alastor
era a mas temivel e uma honra ter um cara desse calibre ao seu lado , mas será que ele daria conta daquele cara , ele nem sem encontra nesse mundo .

Pensando : ele pode ser de grande ajuda , se eu tiver ajuda dele podemos ir em cada local que eu tive vamos acabar com essa merda toda , mas Alisha e quem dever ser neutralisada primeiro parando ela para aquele maldito ritual e de todos os ant acordarem .

O senhor ta certo senhor irei ao encontro do Alastor eu e meu grupo vamos ao encontro dele
não podemos nossos inimigos ter um minuto pra respirar senhor .


Herick sabia como tudo iria acabar se deixa se eles progredirem e ele nao podia isso acontecer

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Bahamut em Sex Maio 25, 2018 11:28 pm

Rugall entrava na delegacia a passos lentos. Tudo ali era bem conhecido dele em noites passadas, noites de loucura. Lembranças de Paul Kim o interrogando e enlouquecendo em seguida, pouco antes de desaparecer por completo. Lembranças de Joshua e de Lilly, lembranças sangrentas e cheias de medo. Lembranças do passado e que não voltam mais. Joshua foi morto e de acordo com o príncipe, Paul Kim também.

A polícia o recebeu bem e o conduziu até uma sala aonde se conduziam interrogatórios e lá estava Lilly. Parecia relativamente, tomando café com whisky e com sua arma em cima da mesa. Ao vê-lo, não temeu em esboçar um belo sorriso. Rugall foi de encontro a ela e tomando sua mão, fez com que ela se levantasse e a abraçou. Enquanto Lilly apreciava o abraço, Rugall sentia algo que a muito teimava em lhe escapar. Rugall se sentia bem em abraçar sua carniçal, em saber que ela estava bem e a salvo, Rugall experimentava o apreço que tinha por ela mais uma vez.

Lilly : - Querido...Me desculpe deixa-lo tão apreensivo. Mas eu não achei uma maneira melhor de colocar você a par de tudo se não fosse aqui em um lugar seguro.

Rugall acenou com a cabeça, fazendo um leve carinho na bochecha da bela loira. Em seguida ela colocou várias fotos na mesa, fotos de lugares e pessoas, sendo entre elas, Paul Kim.

Lilly : - "Flix" me entregou isso, aquela mulher é estranha, disse que conhecia você e que você precisava de mim pra um caso, me pediu para entregar essas fotos e desapareceu, desde então eu tive a sensação de estar sendo seguida. O que mais me deixou preocupada foi que ela disse "A nova Camarilla de NY já está está estragada" antes de sumir.

Rugall se deteve na foto de Paul Kim. Tentava entender o que aquilo significava. Estaria ele vivo? Como teria sobrevivido? Ou pior, teria Bredley mentido para Rugall? Esses pensamentos inundaram a sua cabeça e com um movimento rápido, ordenou que Lilly guardasse as fotos novamente e pegasse suas coisas e o seguisse. Em seguida procurou o delegado para que o cumprimentasse e agradecesse pela grande ajuda nesse momento de grande susto e apreensão.

Rugall - Meu caro, obrigado imensamente pelo apreço em vir pessoalmente me ajudar. O senhor é realmente um grande homem e com certeza lidera vários outros grandes oficiais por aqui. Eu e Lilly precisamos voltar ao salão e gostaria de aproveitar para pedir que venha conosco. Nos esconderíamos no carro e poderia parecer simplesmente que você foi me visitar. Assim eu poderia lhe mostrar o salão e continuarmos a conversa de antes. O que acha?
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Qua Maio 30, 2018 7:01 am

Tom Halley
- PDS 14/14
- FDV 5/5
- Vitalidade OK


Vallek Morton
- PDS 7/14 (pds dado a Aislin)
- FDV 8/8
- Vitalidade Ok

A serpente pressionava o corpo da vítima cainita e continha seus movimentos, ela estava arisco e endemoniada. 


Valek escreveu:Teste de Paixão Diff 6. =  2 Sucessos 

 Vallek se aproximou da cainita e vasculhou seus sentimentos, canalizando sua loucura e dissipando-a de forma tão tangível como se ele mesmo pudesse tocar. Seu estado de demência o permitia controlar até mesmo o sentimento da vampira. Ela diminuiu sua euforia, baixou a cabeça e disse suas primeiras palavras ainda presa a serpente Keyla. 

Aislin : - Finalmente acabou...

Tom despertava no meio daquele breu, apesar de não enxergar absolutamente nada, ele  era capaz  ouvir várias vozes, se diziam ser Malkavianos, Filhos da Lua assim como ele. Em meio aquele confuso cenário Tom poderia ouvir claramente uma voz que extremamente familiar, inconfundível, Aislin, sua voz taciturna e baixa que beirava a sedução com aquele leve sotaque Europeu, definitivamente era ela, mas estava fragilizada parecia ferida. Onde ela estava naquele imenso escuro ?

Elizie : - Este aqui não está recobrando a consciência, seu nível de Torpor está avançado, ele tem feridas profundas que não estão se fechando com sangue. Posso fazer um Ignobies Ritae, mas vou precisar de um pouco de terra, está difícil de ver aqui e algum tempo. Será que isso valerá a pena ? 

Elizie demonstra algum conhecimento nos ritus do Sabá que poderiam ajudar o terceiro Malkaviano a voltar do torpor. 

Uma voz então sussurrou bem próximo do ouvido de Tom, uma voz sinistra capaz de alimentar o medo de um vampiro qualquer, mas a loucura insana de Tom estava em um nível que o temor da morte era o menor de seus problemas. 

Tom escreveu:Tom teste de Coragem Diff. 6 = 3 Sucessos

Nirhtak : - Você está a 6 andares abaixo do inferno ! Melhor ter trazido um bom protetor solar porque as coisas que vimos fazerem com cainitas aqui vão derreter as nossas carnes em puro magma e chamas ! 

Apesar das palavras informativas da voz ao seu lado, Tom não parecia temer, mas entendeu que eles estavam em algum tipo de subsolo e que haveria fogo em algum momento do percurso. Tom ainda estava admirado em ouvir a voz de Aislin que iniciava seu depoimento após a pergunta do outro cainita. 

Vallek percebeu que Aislin e Tom não enxergavam naquele breu, na verdade mesmo o auspícios era dificultoso ali. Apenas ele tinha uma visão completa graças a mudança de sua realidade feita na caverna de Malkav e que aqueles seus novos olhos apesar enxergarem tudo apenas preto no branco, lhe permitiam enxergar os detalhes do lugar sem cor. 

Aislin: - Nós atendemos o chamado do Sol Negro de nosso pai, eu reuní meu circulo malkaviano, mas fomos caçados por algozes como traidores, todos os Malkavianos da Camarilla foram, nós vimos nossa Justicar Meris Streck ser empalada e queimada ao sol como forma de aviso... Os alastores estão na nossa caça e de nosso pai, me pegaram mas eu não contei para onde iamos, servirei ao nosso pai até o fim e eles não descobriram onde seria realizado o chamado...


Última edição por Beaumont em Qua Maio 30, 2018 10:03 am, editado 1 vez(es)

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Undead Freak em Qua Maio 30, 2018 9:28 am

- Finalmente acabou...

Eu a soltei, partilhando momentaneamente de sua paz. Passei então minha mão sobre sua cabeça, em um movimento tímido de carícia, na intenção de acalmá-la ainda mais.

-- Seja bem-vinda, irmã.


Notei que os recém-despertos estavam confusos; em parte graças a penumbra do local, que dificultava a visão até mesmo para aqueles com auspício desenvolvido.

- Este aqui não está recobrando a consciência, seu nível de Torpor está avançado, ele tem feridas profundas que não estão se fechando com sangue. Posso fazer um Ignobies Ritae, mas vou precisar de um pouco de terra, está difícil de ver aqui e algum tempo. Será que isso valerá a pena ?

Eu fui até o cainita que teimava em definhar em sono não-natural, e então parei ao lado de Elizie, ponderando sua sugestão. De fato exigiria um tempo que não tínhamos. Na verdade, não deveríamos mais perder tempo com nada. Eu não iria arriscar, deixando Elizie sozinha, tentando despertar um ser em estado tão avançado de torpor. Tampouco iria deixar algum sabá com ela, "protegendo-a" durante o processo, pois não confiava neles a ponto de deixar minha criança sozinha com algum deles.

-- De fato não temos mais tempo. Dependendo do desfecho da operação, talvez possamos tirá-lo daqui na volta, mas por agora é melhor prosseguirmos. No entanto, acredito possa haver algo na cabeça desse irmão que seja de valor ao nosso conhecimento em comum. Talvez pela telepatia eu possa vir a compartilhá-lo com todos vocês.

Off: Auspícios 4.

- Você está a 6 andares abaixo do inferno ! Melhor ter trazido um bom protetor solar porque as coisas que vimos fazerem com cainitas aqui vão derreter as nossas carnes em puro magma e chamas !

Nirhtak aparentemente percebeu também que os recém-despertos sofriam com a penumbra. Não sei se foi um desabafo ou se ele, por pura sacanagem, tentou amedrontar de forma deliberada aquele que se dizia chamar Tom Halley. Talvez ele estivesse expressando sua má-vontade e raiva por estar "obrigado" entre nós, ou talvez estivesse apenas zoando mas, pela reação do novato, ele não pareceu ligar para as palavras do Tzimisce.

-- De fato, meu amigo Tzimisce, mas não tenho a intenção de acabar aqui, como uma simples lembrança feita de cinzas tragadas pela escuridão que tudo oculta. Acredito que nenhum de vocês quer isso também.

- Nós atendemos o chamado do Sol Negro de nosso pai, eu reuní meu circulo malkaviano, mas fomos caçados por algozes como traidores, todos os Malkavianos da Camarilla foram, nós vimos nossa Justicar Meris Streck ser empalada e queimada ao sol como forma de aviso... Os alastores estão na nossa caça e de nosso pai, me pegaram mas eu não contei para onde iamos, servirei ao nosso pai até o fim e eles não descobriram onde seria realizado o chamado...

Eu então peguei a mão da mulher que falava e levei até a mão do outro recém-desperto.

-- Há um irmão próximo de vocês, que teima em despertar. Talvez ele seja do seu antigo círculo, talvez não. Vocês podem ficar e ajudá-lo com o torpor; ou podem vir conosco, se assim desejarem. Independente da escolha de vocês, nós precisamos prosseguir. Portanto, se assim escolherem ficar, nos perdoe, mas teremos que continuar descendo.


Tomada a decisão dos novos despertos, não perdi mais tempo e me dirigi ao grupo.

-- Vamos prosseguir. Há a necessidade de alcançarmos o oitavo andar e nos reunirmos com Elisha.

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Qui Maio 31, 2018 7:35 am

Herick Draven
- PDS 5/15 
- FDV 1/7  
- Vitalidade Ok

Herick então decidiu ver primeiro o Alastor, de qualquer forma ter os conselhos de um dos mais altos e experiente caçadores seria incrivelmente útil. 

Deixou a sala então ele e seus 3 fieis empregados. Os 4 formavam a elite de proteção da nova New Jersey. Desde a morte do antigo Xerife Nosferatus, Herick havia assumido o lugar, ele se lembra de ter ajudado a capturar aquele membro Sabá que se dizia ser membro da Elite sabá da qual Herick só ouviu rumores... Mão Negra, ele nunca soube o que de fato significava aquilo, se era uma patente ou um grupo. Enquanto Herick caminhava pelo extenso hall do tribunal que agora era dos grande Elísio de Jersey City. Herick se lembrou de tudo o que viveu quando aquele lugar ainda era o Jewel Palace. Reformulado agora para ser um prédio do governo, se olhasse nos detalhes era impossível de ver que aquele lugar já foi palco de uma guerra entre Camarilla e Sabá. 

A tortura sabá que Herick teve, a marca em sua testa proveniente de um ritus Sabá, tudo aquilo ficou apenas na lembrança. Herick deslizou seu dedo na testa e nada tinha, nenhum simbolo do Sabá...Nada. 

O grupo pegou um carro negro do qual A moça dirigiu, uma caitiff que lembrava muito Herick no inicio quando ainda era um neofito. Ela queria mostrar valor, tentava de todas as maneiras se superar e sempre fazia o que Herick pedia. Heick se sentou no banco do carona, atrás ficaram Lelouch, um Gangrel inteligente e áspero que apesar de sua aparência era extremamente sanguinário e o Tenente Francis Bluch. 

Francis era prole do primogeno Brujah, um Tenente da ativa e que passava menos tempo com o grupo por causa da sua função militar, mas que era bastante útil para treinamento, armas e sua devoção ao controle da cidade. 

O grupo viajou até uma biblioteca no centro de Jersey City, o estabelecimento estava fechado, mas assim que o carro parou um homem veio recebe-los. Era um senhor de idade que abriu a porta e os saldou o grupo com um sorriso de atenção. 

Homem : - Venham! Ela está aqui para recebe-los ! 

O grupo entrou por um enorme corredor com muitas peças de arte antigas.  Lelouch e Aiz admiravam cada uma delas ao longo percurso, no fim do corredor havia uma sala com uma aura purpura em volta, Herick sentiu como se toda a sua vontade de combate fosse expelida de seu corpo. 


Uma mulher carregava um pequeno vórtice em sua mão que findou assim que o grupo chagou. 

Lana Fellow : - Olá, eu já esperava por vocês. 


A mulher não parecia poderosa fisicamente, mas seu intelecto e poder estava além dos músculos. Vários livros flutuavam a sua volta, ela parecia le-los cada um deles enquanto conversava, parecia normal, mas como essa ação chamou a atenção do grupo ela também deixou de faze-lo e guardou todos os livros movimentando-os pelo ar.  

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Sex Jun 01, 2018 7:04 am

Rugall Salles
- PDS 8/10 
- FDV 6/6  
- Vitalidade Escoriado (1 Agravado)

De todas as fotos que Lilly havia recebido, a de Paul era a que mais chamava a atenção de Rugall, ele observou o fundo e a expressão de Paul Kim, o agente Federal parecia ais jovem, talvez fosse antiga aquela imagem, ainda intrigado sobre a natureza da vida do Agente ele imaginou se Paul havia sobrevivido a raiva vermelha de anos atrás que devastou New Jersey. 

Lilly e Rugall então seguiram pelo Departamento, foram até a sala de Jones e se depararam com o Delegado em meio aos berros com outros policiais, Jones era uma pessoa centrada, mas quando o assunto era trabalho ele se tornava um tanto imponente e arrogante. Jones não sorriu ao pedido de Rugall, as conduziu os dois para dentro da sua sala e os acomodou na frente da mesa, o cheiro de café era forte ali, este era o lugar que mais Jones passava durante o dia, havia cheiro de comida e uma bela visão da praça Central de Newark também. 

Jones : - Olá Sr. Salles, me desculpe a bagunça, mas eu preciso diminuir a onda de crimes em 40% até o fim do mês e isso significa coordenar dezenas de patrulhas todos os dias na cidade. O governador Christie precisa desses dados e eu não sei como faze-lo, eu não vou poder ir com você, mas posso tentar ajuda-lo agora ! Me conte melhor o que aconteceu com sua funcionária e talvez eu possa ajudar. Eu posso designar uma patrulha para ficar 24 horas por dia com o sr. Por enquanto isso é tudo que posso oferecer, ahhh não tenho a investigadora Lewis que está no lugar do falecido Joshua, se precisar de algumas informações novas.  

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Jun 01, 2018 9:25 pm

A dor sentida torna-se maior a cada metro que o veículo se distancia do local onde Lars e os outros ficaram. Sem sombra de dúvida a incerteza do que ocorrerá com o Insight é algo que me preocupa, mas não saber o que está acontecendo com a Gangrel é ainda mais tenebroso. Torno-me carrancudo... à imagem de Lars sendo torturado, que me retorna constantemente, me fecho. Foco meu olhar para o lado de fora, como se observasse o ambiente, mas minha mente está em outro lugar, sem focar em nada, ao mesmo tempo que uma torrente de informações fica circundando meus pensamentos.

Não sei quanto tempo se passou, mas a mão do Caitiff ajustando algo no GPS me retira do transe. Pela paisagem, saimos do deserto. Estamos agora na estrada. Assim, acredito que devamos estar nos movendo a aproximadamente uma hora.

Olho para Hamlin, agora meu único companheiro...

"- O mundo da voltas, não é mesmo? Mas é o mínimo que você pode fazer depois de tanto que perdi para lhe salvar... Certamente Darko seria um bom companheiro nesse momento...." - É interessante como o destino é algo imprevisível. Eu cacei esse infeliz, fui responsável pela morte de sua 'namorada', e agora ele está aqui, cuidando deste Cainita, até certo ponto, moribundo.

"- Talvez eu deva dar o braço a torcer e aceitar que Hamlin está do meu lado agora, o Sangue é forte e o prendeu à mim" - Nesse momento o Cainita começa a falar.

Hamlin escreveu:- Meu senhor, são mais de 600 milhas até Detroit, levaremos ao menos 9 horas, teremos de estacionar na cidade de Pitburgo antes que o sol venha a nascer senhor, mas a sua decisão é final para mim. O que faremos ?

Àquelas palavras me surge uma dúvida. "- Como ele sabe para onde devemos ir? Eu não cheguei a falar sobre nosso destino."

- Vejo que você está com o nosso destino no GPS. Quanto tempo temos até chegar em Pitsburg? - Olho profundamente nos olhos do Cainita. - Você já esteve em em Pitsburg? Conhece algum lugar onde poderíamos nos esconder durante o dia para seguir viagem durante a noite? - É impressionante, cada vez que acho que posso dar créditos ao poder do sangue o Caitiff faz algo que me deixa com o pé atrás. - E aquela criatura ali atrás... onde você acha que devemos escondê-la?

Espero pela resposta de Hamlin. Foco em cada detalhe de seu comportamento ao me responder (Empatia). Ele gagueja? Treme.. parece estar mentindo?

"- Meu foco agora é essa missão... ela tem de dar certo!"

Estou completamente atento ao caminho, às palavras do Cainita, ao que preciso fazer para evitar a calamidade iniciada por aqueles Lunáticos. Se Lady Lucy é aquela em quem Keyla acredita, então é a ela que irei.

- Não quero me enfiar em grandes cidades.. Há algo nos arredores? Alguma cidade menor?

Naquele momento a presença da Fera não chama minha atenção. Primeiramente quero pensar no caminho a ser seguido. Dependendo das respostas de Hamlin, volto-me para a criatura.

"- O que eu faço contigo? Podemos tentar lhe soltar aqui mesmo e ver o que acontece antes do sol nascer"

- Hamlin, você acha que consegue jogar a gaiola onde está nosso convidado para fora do caminhão?

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Bahamut em Sab Jun 02, 2018 8:43 pm

Rugall observava o delegado, nervoso e atarefado. Ele era um homem já de idade e muito competente, porém cansado pelo fardo pesado e muito exigente com os policiais. Logo ele conduzira Rugall e Lilly para a sua sala, com cara de poucos amigos depois da requisição de Rugall.

Jones : - Olá Sr. Salles, me desculpe a bagunça, mas eu preciso diminuir a onda de crimes em 40% até o fim do mês e isso significa coordenar dezenas de patrulhas todos os dias na cidade. O governador Christie precisa desses dados e eu não sei como faze-lo, eu não vou poder ir com você, mas posso tentar ajuda-lo agora ! Me conte melhor o que aconteceu com sua funcionária e talvez eu possa ajudar. Eu posso designar uma patrulha para ficar 24 horas por dia com o sr. Por enquanto isso é tudo que posso oferecer, ahhh não tenho a investigadora Lewis que está no lugar do falecido Joshua, se precisar de algumas informações novas.  

Rugall em seguida lhe retribuiu um sorriso sincero e respondeu calmamente.

Rugall: - Meu caro senhor Jones eu lhe agradeço muito e peço desculpas. As vezes eu me empolgo quando estou em meio à pessoas com as quais eu me identifico e tenho apreço e acabo esquecendo de suas obrigações e responsabilidades. É claro que o senhor não poderá me acompanhar e mais uma vez eu peço que perdoe a minha petulância ao lhe pedir isso.

Em seguida Rugall olha para Lilly. Sempre séria e inabalável, sua calça desenhava muito bem as belas curvas dos quadrís e a camisa não evidenciava a barriguinha sarada que ela tinha mas evidenciava os belos seios impossíveis de não serem notados. Ele pousou sua mão nas costas dela, que instintivamente virou seu rosto para seu amo e cruzando olhares com ele. Ele olhava profundamente para ela, estático e quase hipnótico, fazendo com que ela recuasse o olhar instantes depois, olhando para o chão e juntando suas mãos suavemente em frente aos quadris, quebrando totalmente o semblante que anteriormente demonstrava. Rugall então voltou sua atenção para o delegado.

Rugall: - Uma patrulha parece interessante mas eu preferiria não chamar tanto a atenção. No entanto o senhor comentou algo que me pareceu interessante. Essa investigadora, Lewis correto? Ela poderia nos encaminhar até o salão? Se não me engano o seu carro não é uma viatura convencional, o que não chamaria tanta atenção e assim eu poderia passar-lhe informações sobre os acontecimentos com Lilly e desafogar um pouco o senhor. O que acha? Envio depois um motorista para buscar o carro de Lilly.

Rugall mantém o mesmo sorriso amigável para o delegado, esperando a sua resposta e sua visão periférica capta o movimento dos policiais através da janela. Uma oficial lhe chama atenção. Ela não usa farda mas possui uma arma e tem um porte diferente de uma civil. Do pouco que conseguiu ver ele notou um grau de notoriedade com relação aos oficiais. Imponente por onde passa e também muito bela. Lilly por sua vez levanta o rosto, ajeitando o seu cabelo. A estranha reação ao olhar de Rugall poderia ser interpretada por qualquer pessoa como um tipo de submissão relacionada ao seu patrão ou até mesmo medo. Mas o fato é que Rugall possuía um certo efeito em suas servas, que conheciam muito bem seus olhares e gestos. O olhar profundo de Rugall evidenciava sua vontade e seu apetite para Lilly, que dadas as circunstancias, não pôde deixar de sentir um calor entrando pelos seus olhos através do olhar profundo de Rugall e inundando sua mente e suas bochechas, deixando-as ruborizadas. Em seguida o calor desce pelo pescoço que engole a seco, invade o peito com um profundo suspiro e enche os seios, forçando os mamilos a endurecerem. Ao continuar o movimento ascendente, o calor desce pela barriga causando suor e incandesce o quadril, deixando-a molhada. Por fim suas pernas foram inundadas pela onda de calor oriunda de Rugall e perderam as forças por uns instantes. Para não deixar transparecer, Lilly cortou o contato com os olhos de seu amo, olhando para baixo e concentrando suas forças para lutar contra o seu próprio corpo e os instintos que teimavam-lhe em tomar o controle.
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Bad em Seg Jun 04, 2018 8:47 am

Tom ainda confuso com a situação toda, e sem enxergar nada estava se sentindo completamente desconfortável, foi então que a voz de Aislin veio em sua mente, isso o deixou mais tranquilo, mas então mais preocupado, já que desde o navio não á via.

* O que diabos aconteceu, como assim nos reunirmos e fizemos tudo isso, estávamos a caminho ainda essa noite...*

Tom como que com um gesto involuntário, mas consciente começa a procurar sua gaita por dentro das roupas, ele sabia que teria dificuldade em usar seus dons caso não estive com seus instrumentos...

- Senhores, Desculpe mas, eu não sei de nada do que vocês estão falando, para mim o despertar do pai foi noite passada, que dia é hoje ?  o que realmente aconteceu ? E serio que ninguém aqui tem uma lanterna ?

Tom fala isso tentando se levantar com cuidado naquele breu, procurando algo para se apoiar.
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por mitzrael em Seg Jun 04, 2018 12:36 pm

Herick seguia seu plano cada vez mas tinha a certeza que aquilo não era
mas uma iluão de seus inimigos , como tinha acontecido antes .

Pensando : entao tudo de fato fico no passado ou melhor em um futuro
que não existiu , isso parece coisa de alem da imaginação , ou do devolta do futuro .


Herick entrava no carro encilensio e ia so observando seus novos companheiro tentando organisar suas novas memorias , pois sabia que seria dificio esplica que tava com duas memorias .

Herick seguia pela biblioteca e via como os demais estavam bem entrigados com toda aquela informação de cultura ,quando chegava ao seu destino via uma mulher com varios livros abertos .

pensando : outro mago? so que faltava pra onde viro acabo me esbarrando em um , mas to bem ligado com esse povo .


Oi senhora sou o novo xerife da cidade , meu nome é herick o principe me envio pra ajuda-la
qual será seu primeiro passo ??


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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Qua Jun 06, 2018 10:21 am

Tom Halley

- PDS 14/14

- FDV 5/5

- Vitalidade OK




Vallek Morton

- PDS 7/14

- FDV 7/8

- Vitalidade Ok

O escuro local poderia ter um teor de calmaria fora do comum, mas esse era o único fator que acalmaria todos ali, havia um impacto interior, uma espécie de pressão intuitiva que alimentava o desespero de Tom, Aislin, Vallek e Elizie. Algo pressionava suas mentes, tornando uma simples conversa em algo perturbador e opressor. Allen ainda não havia voltado, por esse motivo Elizie apenas se afastou para procura-lo e acabou saindo do local. Tom começou a se desesperar enquanto tateou seu corpo  que estava sem camisa, usando apenas uma calça sem sapatos e não encontrou sua gaita ou qualquer outro instrumento que fizesse dele o seguro boêmio que ele gostava de ser, sem seus instrumentos Tom era um homem inseguro de sí e de suas habilidades, a música lhe dava um ponto de segurança, um ponto de maestria. Desesperado ele tentou tatear pelo chão enquanto encontrava qualquer coisa, uma gaita ou seu violão...Mas tudo o que achou foram as mãos de Aislin que inconscientemente buscaram Tom assim que a serpente a soltou. A cabeça de Tom Halley se encostou nos seios desnudos de Aislin, ela o acariciou com suas presas expostas como uma mãe acalentava o filho desesperado, Tom precisava de segurança (Vc pode gastar 1 FDV por 1 turno para ignorar suas penalidades de -2 dados em suas ações enquanto não está com seus objetos de Poder ou seja nenhum de seus instrumentos)


Vallek e Nihrrtak  pode ver com detalhes o encontro dos dois malkavianos e sua estranha forma de afeto bestial, enquanto Keyla tomava sua forma humanoide novamente ainda mais fraca, se encostando no chão de dor e solidão.

Vallek ainda precisava obter mais resposta e por isso se aproximou do corpo do único vampiro caído restante.

Vallek escreveu:Auspicios Diff. 6 = 3 Sucessos (Necessário 1 FDV)

Vallek invadiu a mente do vampiro e percebeu que como qualquer criatura sobrenatural, invadir seus pensamentos exigia um esforço fora do comum. Sua mente entrou em uma batalha psíquica com a mente morta viva de ele atravessou a primeira camada descobrindo o nome de Dave e descobrindo que ele era um Malkaviano Neofito que serviu a camarilla por mais de 20 anos. Características superficiais foram invadidas de forma simples, gostos por pugilismo e música foram encontrados o que levou Vallek a invadir a segunda camada de sua mente e descobriu que Dave estava em um mundo paralelo junto com Aislin, Tom Halley, Samus, Elisha, entre outros, Malkav isolou a mente de todos para proteger informações importantes e impedi-los que sondas telepáticas pudessem extrair dos malkavianos informações importantes. O que levou a terceira camada da mente de Dave. O malkaviano havia sofrido uma tortura pesada, com muito fogo o que explicava o torpor profundo, Dave sofreu tortura assim como os outros mas quem o torturou não obteve respostas, Elisha provavelmente estava sendo torturada também de outra forma sua mente não estaria isolada em outro plano para proteção.

Infelizmente Vallek não conseguiu invadir ou continuar na invasão mental da mente de Dave. Mas conseguiu descobrir que o restante da equipe havia sido capturada e seja lá o que for, conseguiu capturar uma anciã de Sexta Geração e o próprio Arcebispo Tzmisce.

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Beaumont em Qua Jun 06, 2018 10:45 am

Danio Benneti
- PDS 6/14
- FDV 2/7  
- Vitalidade -2 Ferido Gravemente Agravado


Danio escreveu:Teste de Percepção + Empatia(Leitura Corporal)+ 3 Dados Laço. Diff 6. = 5 Sucessos


Ainda era confuso e perturbador para Danio ter de confiar em um Caitiff que serviu a Camarilla, o poder do sangue era forte, mas já houve boates daqueles que conseguiram se livrar da servidão do sangue. Muito improvável, mesmo assim, cada ação acometida por Hamlim era cuidadosamente estudada, isso porque Danio estava bem ferido e o Caitiff era a única pessoa que o protegia naquele momento. Os dois então saíram da área florestal e alcançaram a estrada. A pergunta de Danio foi respondida com um gesto de negatividade da parte de Hamlim, ele não conhecia a cidade muito bem e tudo o que pode fazer foi apontar para um hotel beira de estrada que apontava no GPS. Não havia nada que Hamlim pudesse esconder de seu senhor que ele não soubesse, Hamlim estava completamente devoto a Danio, como um filho é para um pai. Talvez o fato dele ser um Caitiff tenha tornado tudo muito mais fácil para o controle de suas vontades. Mas e quanto a criatura ? Como esconder a criatura enjaulada lá trás ?

Realizar uma manobra para despejar a gaiola do comboio era um ato de cinema e muito arriscado para Hamlim fazer, o Caitts então estacionou o carro e pediu permissão para sair e puxar a jaula com as próprias mãos. Ele sabia que o Caitiff era forte devido a potencia que nutria em seu corpo, ele puxaria e arremessaria com toda a força a jaula para fora do caminhão se na primeira puxada os olhos da criatura não tivessem sido abertos e  um agudo grito reverberado por um grande raio de distancia. A criatura despertava da maneira mais caótica possível e seu primeir golpe amassou parte das barras da jaula e certamente a segunda investida não aguentaria por muito tempo.

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Undead Freak em Qua Jun 06, 2018 6:57 pm

-- Dave...

Meus olhos então se abriram mais uma vez e eu pude processar o que consegui obter da telepatia forçada. Depois daquela escaramuça mental que tive com aquele irmão em Torpor, posso dizer que o que mais me impressionou foi aquela "jogada" de mentes. Dave, assim como o sujeito que se chamava Tom e a mulher de nome Aislin, estavam em uma espécie de realidade alternativa, como se tivessem sido transportados para uma dimensão de vibrações energéticas diferentes da tridimensão habitual da existência física a que todos nós estávamos acorrentados em carne -- morta-viva ou não. Além deles Samus e Elisha estavam -- ou tinham estado -- nesse plano existencial que, pelo o que pude assimilar e compreender, funcionava como uma blindagem adicional para evitar que sondas telepáticas extraíssem informação vital deles. Isso explica porque não pude dar continuação a leitura intrusiva e não pude ver quem torturava esse indivíduo chamado Dave.

É algo demasiado complexo para revelar agora. Fazê-lo só nos faria perder ainda mais tempo. Por agora não é prático, tampouco sensato discorrer sobre os caprichos do Pai, como se fossemos um grupinho de discussões teosóficas.

-- O terceiro indivíduo que ainda se encontra caído chama-se Dave, e é um neófito com um pouco mais de vinte anos de existência vampírica. Se ele tiver algum significado para vocês, vocês podem ficar e ajudá-lo. Em caso negativo, devemos por agora deixá-lo em torpor e prosseguir. Temos de encontrar Elisha e não devemos mais perder tempo. Os recém-despertos podem vir conosco ou aguardar nosso retorno aqui, com Dave.

Nesse momento, eu aguardei o posicionamento de todos quanto a situação. Só então prossegui com o grupo até os andares inferiores.

-- Vamos. Ainda precisamos descer mais!

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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

Mensagem por Bad em Sex Jun 08, 2018 3:45 pm

Tom sentia um angustia que a muito tempo não sentia, sentiu-se vulnerável, o fato de não ver nada, sentir que seus poderes não surtiriam efeitos sem suas armas, Tom precisava ser visto e ouvido, e isso não estava acontecendo , seu desespero era grande, até que sentiu a uma mão e a proteção do corpo de Aislin... Apesar da tentativa aquilo não era suficiente para acalmar tom...

Ate que tom ouve a voz do rapaz que aparentemente lidera o bando que os acordou, “—DAVE” * A então sobreviveu mais alguém...*

- Mesmo se eu quisesse ficar e ajuda-lo não serviria de muita ajuda, não nas minhas condições atuais....

Tom tenta se levantar enquanto ajuda Aislin a fazer o mesmo, após isso ele começa a falar com a escuridão pois não via nada a sua frente:

- Você... como se chamava mesmo?... Esquece, mas fato que pelo jeito você consegue ver normalmente mesmo nessa escuridão, eu não tenho essa capacidade, poderia por gentileza me guiar? E se não for pedir demais, caso veja um violão ou uma gaita por ai, eles são de extrema importância para minha pessoa.
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Re: New Jersey by Night - O Maquinário da Dor

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