A Tempestade Do Século

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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por @nonimous em Seg Jul 09, 2018 11:25 am

Krauzer escreveu:


- Ah, bem... obrigado pela preocupação, mas... o que exatamente aconteceu? [/color]

***
.

- Fomos apanhados por uma tempestade. Responde Xanandu com feições preocupadas.

Dentro da tumba onde 4 imensos caixões de concreto guardam vampiros antigos, dezenas de cainitas usando túnicas oram e meditam, aquilo era bizarro. Um culto adorando aqueles sepulcros, as imagens na cabeça de Dev, aquilo era uma ilusão? Ou era real, é possível Vampiros irem até o mundo dos mortos? Dev por algum motivo enxerga uma explosão de auras, pálidas, vermelhadas, azuis, se mesclando em um desfile de cores que deixam os olhos de Dev irritados e sua cabeça rodopia.

E então tudo fica escuro, as trevas abraçam novamente Dev, está frio, seu corpo sente letargia.

- Dev, acorde. Dev abra os olhos, visão embaçada, ele vê o rosto de Sam, fiquei preocupado com você, depois de muito tempo ouvi você gritar coisas estranhas, falando uma língua que não entendia.

- Grande mãe, você está bem. Diz ela.
Dev esta em um quarto, parece um porão, ele está dentro de uma tumba de concreto, seu corpo está vestindo uma túnica branca o lugar é iluminado apenas por um lampião de querosene.


- Que bom que você está de volta. Diz a garota aflita. Dev, sente uma profunda letargia, como se tivesse dormido por eras.



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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por Zed em Seg Jul 09, 2018 5:51 pm

Pontos de Sangue: 08/13
Força de Vontade: 7/7
Vitalidade: 6/7 (1 dano agravado)
Humanidade: 4
Efeitos ativos: Rapidez 2


Talvez alguns vampiros mais arrogantes de seus dons de sangue pudessem criticar meu limitado arsenal, não seria a primeira vez que esse tipo de coisa acontece. Mas talvez o que eles não saibam é o poder e a eficiência de disciplinas tão simples. Com resistência e agilidade sobrenatural era “fácil” se manter vivo... Claro, eu ainda era um tanto inexperiente e imprudente quanto a isso. Preferia usar minha agilidade em conjunto da força para causar o máximo de estrago possível. Mas gostava de imaginar que cada novo combate noturno onde via minha vida por um fio era uma chance de aprende e me desenvolver como criatura sobrenatural, e como um predador.

Mas quando o assunto é predador, isso também incluía meu inimigo, que era apenas tipo diferente. Menos inteligente, mais feroz e bestial. E a visão daquelas garras vindo em minha direção rapidamente dava a certeza de ser talvez ainda mais letal.

Afastando as mortíferas garras negras, atingia pesadamente o rosto de Michele, ela virava no choque. Meus olhos iam de encontro ao martelo na parede e desejava muito por uma oportunidade de alcançá-lo naquele momento, mas as garras da vadia vinham até mim novamente, rasgavam minhas roupas e abriam um entalho em meu peito, a ardência e o desconforto me faziam apertar os dentes e emitir uma espécie de gemido-urro. – Mexicana filha de uma puta. - Não que eu realmente soubesse a nacionalidade dela, a única coisa que importava agora era retaliar.

Fechava o punho e deixava o sentimento de raiva me guiar, o destino era a luz vermelha de seus olhos. Mesmo com métodos mais eficientes, sabia que me sentiria melhor depois de quebrar a cabeça dela no soco. E aquela primeira pancada era um bom começo.

Ficaria atento as garras dela, aquele entalho me incomodava mais do que qualquer tiro ou facada, e eu não queria ser vítima novamente. Tentaria desviar/esquivar de qualquer ataque que ela pudesse lançar, ainda que no escuro isso fosse mais complicado no escuro. Não importava exatamente o momento em que ela faria isto, uma vez que notasse o ataque iria interromper o que estivesse fazendo para me proteger.

Obviamente não esperava quebrar a cabeça de um dos meus com um ou dois socos, talvez levassem uns 10 ou 20. Bom, talvez fosse uma bora hora de começar a contar. – TRÊS! – Diria com o maior animo do mundo considerando que atingisse meu segundo golpe da vez. E como já de praxe, não poupava vitae quando o assunto era me manter em alta velocidade. E não iria começar a fazer isso enfrentando alguém que tinha unhas capazes de me fatiar como pão quente. (-1 PdS/Rapidez)


OFF: Mandei uma PM o texto. (y)

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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por Samuka em Seg Jul 09, 2018 8:18 pm

PdS: 5/10
FdV: 4/7
Humanidade: 7
Vitalidade: 7/7
÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷

Jim, após se assear e recompor, caminhava pela mansão

Jim estava no primeiro andar [e] passa pelo Hall de entrada

Era uma antiga casa, uma típica dos old southern citizens. Madeira, mobília antiga e  outros objetos, os quais não apenas denuciavam a personalidade como a idade do cainita ali refugiado.

o lugar é bem cuidado

“Seja lá quem for, dono ou dona, é apegado com ordem”, pensava. Jim não fazia idéia que, talvez, caminhava por um provável refúgio de Ann.

nas paredes fotos antigas

“Seriam do refugiado nesta mansão?”, se questionava tentando observá-las.“Era mais um sinal da idade elevada do ou da cainita”, pensava ele.

bustos de figuras de poder e influência adornam o local

“Macho ou fêmea seduzido por um dos 7 deadly sins, ganancioso ou osa by power”, concluía ele.

obras de arte e livros empilhados assim como estátuas e um piano de calda [&] Após visitar os 12 comodos do primeiro piso que inclui 5 dormitórios, uma cozinha que toma dois quartos

Jim chegava a conclusão de que “além de tudo, possui um gosto refinado, de boa formação”. Quer dizer, diferentemente dele, não era nenhum imbecil que acha que tudo gira entorno de conspiração ou natural selection, melhor ‘keep your asshole in safe’ como ele diz. A mansão ainda possuía cômodos que além de revelar uma relação com a Humanidade, claramente também revelava a magnitude da sua influência: chegava até aos mortais ao ponto de violentá-los diretamente como um Boss.

Jim subia a escada para o piso superior e observava através das janelas

o céu [da madrugada o qual] ainda estava conturbado, chovia levemente e as marcas de sangue anda marcavam a plantação de algodão

Jim estacionava no piso superior ajeitando a gola do novo terno e sua manga, enquanto observava

um homem negro dormia em uma poltrona cochilando enquanto assistia a tv, um jornal

Que dava especial atenção, e como não daria, para esta estranha tempestade. A tempestade do século emitia o little mass media box com um sol que se mimetiza em qualquer coisa e está aprisionado entre um vidro. E enquanto caminhava, ele ouvia, além do ronco do mulatto, a “tragédia”, “tempestade”, “white house”, “desaparecidos”, “mortes” etc. Uma outra tempestade se formava enquanto Jim caminhava, seus sapatos atingindo aerossóis agitando-os, sacudindo-os elevando-os e esmagando-os, ou dividindo-os com a força da suas pisadas.

Ele, entao, vê logo a frente uma porta com dizeres em latim inscritos no portal: MAGNI, de magnificência, de magnânimo, de magnífica etc. Provavelmente, era o teor dos assuntos, como daqueles que além daquelas portas se reuniam ali: 'great ever’.

e vozes vindo lá de dentro, [sem dúvida era] a biblioteca

A porta era aberta, Jim adentrava naquele espaço de forma despretensiosa, um pouco inocente, talvez pela imprevisibilidade que lhe aguardava. Contudo, ele via reunidos

Ann, um homem loiro [e] um homem de cabelos compridos

Ainda que seus olhos buscassem algum detalhe em suas feições que lhe pudesse trazer memórias, lembranças, destas figuras era uma tentativa inútil. Ele não os conhece, de fato. Além disso, era impossível focar em algo mentalmente quando se estava diante daquela beleza de mulher, que roubava qualquer razão. Como sempre, Ann estava MAGNIfica

estava sentada em um sofá, vestido negro e descalça, em uma posição de comanda em uma poltrona elevada, mais parecido como um trono

Jim se chegava pianamente, não queria agir como um bufão diante daquelas figuras que tomava como rivais numa pseudo disputa por elegância e etiqueta diante daquela gorgeous mulher como se fosse a lua vestida da noite.

Ele se estacionava na entrada e abotoava o paletó depois de disfarçadamente observar os trajes dos indivíduos

[o] loiro, [de] olhos verdes, [de] pele branca e pálida, [de] cabelos curtos penteados meticulosamente, [usava] um terno branco com lenço vermelho na lapela

“Combinação interessante”, pensou ele após ter observado

[a do] homem de cabelos cumprido, [que] usa uma túnica azul, mais parece um robe, [com] inscrições douradas

“Diferente”, concluía ele.

O breve silêncio era interrompido com o sujeito diferente, aparentemente também coxo, lhe dando boas vindas e lhe chamando pelo sobrenome. “Me conhece?”, Jim se questionava internamente enquanto respondia com um “Obrigado”
E era abraçado e beijado no rosto por Ann que dizia apontando para cada um

- Jim lhe apresento Louis Franco, ele é nosso Gransire, senhor de Clark e príncipe de Baton Rouge, e respeitosamente lhe apresento Magnus, lorde do Lousiana, ele é senhor desses domínios faz alguns séculos.

Eles respondem com gestos educadamente,

O príncipe apenas acena para Jim, enquanto Magnus se curva [e] caminha lentamente até Jim [e diz algo] com uma voz rouca

- Então você é a cria de Clark

-”Sim”, respondia apesar de não ser uma pergunta direta.

ele fez uma escolha honrosa, um militar?!

-”Sim, Senhor, ex Seal’s”, novamente respondia não sabendo se era uma pilhéria ou um elogio de fato. O sujeito indiferente as suas respostas prosseguia

Eu também era militar quando ainda respirava na Gália antiga. Mas deixemos essa história para uma futura oportunidade criança da noite, temos negócios a tratar. Finaliza o ancião [indo até um sofá e] se sentando com as pernas cruzadas.

Ann, então,

arrasta [Jim] para um sofá e se senta junto com [ele], de frente para o Príncipe da cidade.

Com certeza, seria muito agradavel, ainda para um morto-vivo, se sentar de frente para Ann, aquele pedaço de carne morto e esculpido pela natureza, pela natureza, mais ainda seria para um mortal ainda viril.

Era uma apresentação ao Príncipe, como exigia as Tradições. Esse estúpido chegou à esta conclusão após ouvir “bem-vindo”, “uma honra ter você”, “continue entre nós”. Esta última acreditava estar

se referindo a potura de Jim de se manter distante dos assuntos dos Ventrue e da Camarilla.

Era tentador, apesar de crer que era um convite, subliminarmente, ao contrário, um convite-pedido em manter-se discreto como está.

Continuava ele levando com seu sotaque francesado, o que agora parecia se tornar uma entrevista.

- Me parece que você se envolveu m um embate com o Sabá, fico satisfeito que esteja bem, e você será tratado como um caso raro, ter entrado em embate sozinho e cercado e ter sobrevivido, isso é pouco ortodoxo monsier.

Antes mesmo que Jim pudesse dizer algo, ele o atropelava e prosseguia
- Alejandro é um tipo cruel e o abraço da Mão negra o enlouqueceu completamente, ele sucumbiu a besta, a ultima vez que entramos em embate foi em 1989, em Berlim, Ann assim como você era apenas uma criança recém liberada, e agora a situação se repete, e eu era como a An é agora, eu instrui ela em nossa cultura. Porém Jim me preocupa, Alejandro é uma peça muito perigosa ele é empregado por vampiros perigosos e cruéis, ele citou algum nome?

Apesar de um nome citado desconhecido do neófito Jim, 'Mão negra', de um fato ocorrido à par dele, 'Berlin, o qual revelava mais alguns sinais sobre Ann e de um possível disputa travada com o chicharito e o tal Blood já há decadas. E à pergunta do Príncipe, se ajeitando no sofá, levando um dos seus braços sobre o encosto e sobre Ann sem encostar em seus ombros, Jim respondia desabotoando o paletó:

-Sim, citou sim. Um bispo chamado L Blood, Senhor.


Última edição por Samuka em Ter Jul 10, 2018 7:08 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Semântica)
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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por @nonimous em Qua Jul 11, 2018 11:14 am

Joseph


A garota abre a guarda quando ataca com a garra, ela é feroz mas é lenta, bom claro que isso é discutível, afinal, segundos e frações de segundos é a divisão de tempo daqueles poucos golpes, Joseph percebe a abertura de guarda da garota como e estivesse em camera lenta, não era a Shelly, não deveria ser, corpo sujo, sem vida.
Antes que ela possa se recuperar para fatiar o corpo de Joseph ele brada.
" Três"
E desfere um golpe contra o olho brilhante da garota.
Ele acerta.
Mas ela parece uma muralha, mesmo com Joseph descarregando uma força sobre humana nela, e ela devolve a gentileza, as garras voltam de forma violenta.
A garota ataca sem jeito apenas esbarra em Joseph que ataca com o soco número 4.
O olho atinge o olho da garota, ela tropeça cambaleante, abrindo caminho até o martelo]

Ações:

Joseph rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para dano que resultou 4, 9, 5, 4 - Total: 1 Sucessos
Joseph rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 4 para socar rosto da garota que resultou 4, 1, 7, 2, 9, 3 - Total: 2 Sucessos
Shelly rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para ataque com garras que resultou 1, 1, 9, 4, 4, 10 - Total: 0 Sucessos
Joseph rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 4 para socar rosto da garota que resultou 2, 3, 3, 8, 1, 5 - Total: 1 Sucessos
Godhunter rolou 7 dados de 6 lados com dificuldade 6 para dano que resultou 6, 4, 4, 4, 2, 3, 6 - Total: 2 Suces

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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por @nonimous em Qua Jul 11, 2018 11:28 am

- Ann, descriptografe esse nome, não parece der nenhum de nossos inimigos conhecidos no Sabá. Ordena o príncipe para a garota, o velho ainda sentado de pernas cruzadas movimenta alguma peça em um tabuleiro de xadrez.

- L.Blood? Indaga Ann para Jim. Só isso? Ele não falou mais nada, algo de cunho pessoal, ameaça ou algo assim?

Jim se sentia profundamente letárgico, isso indicava que a noite estava no fim, o sol estava perto de nascer, nenhum dos três Ventrue parecia se preocupar.

- Nosso clâ se orgulha de carregar o fardo da liderança. Diz o velho.
- Mas eles são egoístas, mesquinhos e vulgares Jim, não entendem o custo de manter a coisas funcionando noite pós noite, somos reis e cavalheiros, só trocamos castelos por mansões fortificadas, cavalos por jatos que voam a 800 km por hora. Diz o ancião movimentando outra peça, um peão, Jim podia jurar que tinha sua face naquela peça.

Ann estava em um celular provavelmente tentando descriptografar aquele nome, o príncipe caminhava de um lado para o outro com um celular no ouvido, falava com muitas pessoas, ligação atrás de ligação, parecia conversar com alguém da imprensa, com algum político, pois se referia a ele como excelência, poderia ser um juíz também.

MAs era dificil prestar atenção com o ancião Ventrue olhando para ele, era como se Magnus olhasse dentro de sua cabeça.

- Em breve esse será seu fardo.Diz o velho pigarreando.

- Venha, vamos repousar, esses dois vão trabalhar algumas horas, e meus conselhos já foram dados. Mas me diga, como está Clark? Ele me deu muito trabalho, minha cria rebelde. Diz o velho causando espanto em Jim. Ao mesmo tempo que os dois saiam da biblioteca.

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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por Samuka em Qua Jul 11, 2018 4:56 pm

Após dizer o nome do tal bispo Sabá, Magnus dividia sua atenção entre o jogo e a conversação. Naquele instante, seja pelo espaço, pelo assunto, pela conversa, pelo clima, pela tempestade, pela figura de Ann com seu sinuoso corpo naquele vestido escuro bem ao seu lado, pela figura do lorde à sua frente movendo peças de um jogo enquanto conversava, parecia que tudo aquilo havia se erotizado de alguma forma. Para Jim, contudo, era só uma conversa estranha, com caras estranhos.

”Ann, descriptografe esse nome, não parece der nenhum de nossos inimigos conhecidos no Sabá”. Ordena o príncipe para a garota

A atenção agora era direcionada para Ann, a qual estava bem ao seu lado e há poucos centímetros. Os olhos de Jim percorriam seu corpo até alcançar seus lábios que questionavam.

- “L.Blood? Indaga Ann para Jim. Só isso? Ele não falou mais nada, algo de cunho pessoal, ameaça ou algo assim?”

”Nope! Quer dizer”, prosseguia ele após ter tido algum lapso de memória, “Alejandro havia dito que tinha conseguido rastrear nossos movimentos, que Bendinne foi só uma isca e que você, Anastazia Drukov”, dizia Jim agora acariciando os cabelos de Ann e a ponta do seu queixo, “seria destruída logo que chegasse no pantano atrás desse motherfucker”,dito isso Jim se levantava do sofá num sobressalto.

Seja pelo movimento brusco ao se levantar, ou não, fez Jim sentir o peso da maldição, uma breve vertigem acompanhada daquela letargia sobrenatural. Jim sabia que

isso indicava que a noite estava no fim, o sol estava perto de nascer, [contudo] nenhum dos três parecia se preocupar [“certamente por causa da força de seus sangues”, pensava Jim após lembrar de algo do gênero enquanto esteve com Clark]

As figuras se distorciam, Jim se sentia pesado, parecia que carregava o mundo e o firmamento em seus ombros como Atlas, as vozes se modelavam, até parecia que ele cairia como uma pedra dura no chão, se não tivesse se apoiado no braço do sofá enquanto o velho prosseguia com suas considerações, indiferente ao tempo e ao amanhecer.

- “Nosso clâ se orgulha de carregar o fardo da liderança. Mas eles são egoístas, mesquinhos e vulgares Jim, [a voz baixava num tom mais grave de que contralto] não entendem o custo de manter a coisas funcionando noite pós noite, somos reis e cavalheiros, [mantinha alguns decíbes acima do normal] só trocamos castelos por mansões fortificadas, [e se normalizava] cavalos por jatos que voam a 800 km por hora”. Diz o ancião movimentando outra peça, um peão, Jim podia jurar que tinha sua face naquela peça.

“Shit”, pensava Jim, “devo estar alucinando”. O velho, de repente, parecia se erotizar, se transformar no próprio Saturno, com sua foice apoiada sobre o colo, enquanto movia os destinos de todos, inclusive o de Jim, que incrédulo coçava seus olhos.

Não era uma alucinação, talvez uma leve e sinistra admoestação.

[“Será que Ann está sentindo isso?”, se questionava Jim buscando ela com os olhos] Ann estava em um celular provavelmente tentando descriptografar aquele nome, [“Talvez Sir Louis”, pensava ele] o príncipe caminhava de um lado para o outro com um celular no ouvido, falava com muitas pessoas, ligação atrás de ligação

Era algo estranho e que, naquele instante, era só percebido por Jim e Magnus, como se ambos transcendessem o tempo e o espaço numa viagem subjetiva, como se o mundo se descontruísse, o concreto se abstraísse e o canal fossem os olhos. Não era uma brisa qualquer, Jim não tinha fumado maconha nem tomado chá de cogumelo, era uma puta viagem.

Jim não o encarava nem disputava um jogo de olhares, simplesmente viajava naquele olhar do Lord ancião

Ventrue olhando para ele, [que também] era como se Magnus olhasse dentro de sua cabeça [enquanto que dizia]
- “Em breve esse será seu fardo”.Diz o velho pigarreando [e se levantando do sofá, rompendo logo em seguida]
-”Venha, vamos repousar, esses dois vão trabalhar algumas horas, e meus conselhos já foram dados. Mas me diga, como está Clark? Ele me deu muito trabalho, minha cria rebelde”Diz o velho causando espanto em Jim

Jim se deixava levar pelo Gransire, correspondia com um tímido sorriso, apesar de não ter nenhum interesse em alguma ordenação política como a sugerida."Não sou uma puta mercenária", se autocriticava. Jim sabia que estava além de suas condições, por enquanto, um pariatus daquela MAGNItude, ao menos que fosse para usá-lo como Judas. Ele não podia esconder o espanto por imaginar Clark taxado como rebelde, e respondia enquanto o acompanhava para seja lá onde estivesse indo.

-Acredito que muito bem por fazer tempo que não dá as caras.
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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por Zed em Qua Jul 11, 2018 7:35 pm

Pontos de Sangue: 07/13
Força de Vontade: 7/7
Vitalidade: 6/7 (1 dano agravado)
Humanidade: 4
Efeitos ativos: Rapidez 2


E pensar que antes tinha dúvidas da utilidade dela. “Se eu soubesse que ela aguentava esse tanto, já teria partido pra cima daqueles humanos antes... ” Não que tivesse motivo pra isso, mas agora repensava as chances de sucesso.

A agilidade extra obtida através dos dons de sangue estava demonstrando maior utilidade que as garras, ainda que fossem mortais, de nada serviam se não pudessem atingir o alvo. – “Tomarei o sangue de seu coração”, mimimi. – Relembrava aquelas ameaças iniciais ao mesmo tempo em que zombava delas. Mas claro, entregar a vantagem agora seria idiota. Sem demoras corria até o martelo tentando apanhar a arma e já virando para encarar aquela coisa.

Até então a estratégia vinha dando certo, não fazia sentido mudar, mesmo tendo uma arma em mãos. Aguardando por uma ofensiva, tentaria esquivar para a lateral. Evitando o golpe imediatamente balançaria o martelo mirando naquele brilho avermelhado dos olhos. Na falta de espaço para esquiva, usaria o martelo para aparar o golpe e atacando em seguida. E em qualquer cenário onde a esquiva/bloqueio não saísse como o planejado, ainda assim tentaria devolver qualquer dano causado com a martelada na cabeça. E considerando que o combate não parecia tão próxima do fim, então manteria a cautela e meus movimentos ágeis como de costume. (-1 Pds/Rapidez)


OFF: Só vai bater o insta karma agora.
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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por Krauzer em Sex Jul 13, 2018 10:52 am

Dev os segue até uma grande tumba com 4 imensos caixões de concreto, e dezenas de cainitas vestindo túnicas se reuniam em volta, orando, como um bizarro culto pagão. Imagens passavam pela mente do Malkaviano. Ele via um enxame de auras, pálidas, vermelhas, azuis, se mesclando em um turbilhão que ofendia seus sentidos aguçados.

Sua cabeça rodopiava e tudo ia ficando novamente escuro e frio, como o vazio do limbo...

- Dev, acorde. Dev abra os olhos!

Sua visão ainda estava fora de foco, mas ele reconhecia a voz de Sam.

- fiquei preocupada com você, depois de muito tempo ouvi você gritar coisas estranhas, falando uma língua que não entendia. - Grande mãe, você está bem!

Olhando à sua volta, Dev parecia estar em um quarto. Ou seria um porão?! Ele estava dentro de uma tumba de concreto, e estava vestindo uma túnica branca.

- Que bom que você está de volta - Diz a garota aflita.

Dev, sente uma profunda letargia, como se tivesse dormido por eras.

- Sam, quanto tempo se passou desde que fomos capturados? O que aconteceu durante o tempo que eu apaguei? Ainda estamos na casa de Xanadu?


Aquilo tudo teria mesmo acontecido? Nem mesmo seus delírios costumavam ser tão incongruentes, o que levava o Malkaviano a pensar que algo muito fora do comum havia realmente ocorrido. Se tudo fosse verdade, como ele havia saído do mundo dos mortos? a última coisa que ele se lembrava era daquele culto sombrio logo antes de apagar.
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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por @nonimous Ontem à(s) 11:42 pm

Jim Jacobson.





Jim e Magnus caminham pela mansão em direção ao subsolo, o velho se apoiava no corpo de Jim, o neófito diferente do Gransire, estava letárgico, o velho falava de tempos gloriosos quando era um Lorde na longa noite, guiando o destino de aldeões e centenas de Ventrue sobre sua liderança, Jim via aquilo como um delírio de alguém que beirava a demência geriátrica, pelos cálculos o velho tinha quase dois mil anos, e mesmo cansado pela letargia Jim ainda era surpreendido pela sabedoria do ancião.



A dupla então se vê em uma tumba subterrânea, um imenso sarcófago a frente, nas paredes pinturas, mais bustos de porcelana e mármore, espadas e armaduras.



- Lembranças de centenas de anos, uma batalha interminável, contra ao que parece ser uma luta interna contra meu monstro interior. Diz o velho abrindo o sarcófago.

- Te agradeço pela companhia meu jovem. Agora sei porque Clark lhe concedeu o dom negro do Abraço, você é exatamente como ele, ainda me lembro, Louis tinha acabado de chegar nessa terra, abraçou um soldado com grande envergadura moral, porém bem distante, se recusava a jogar o eterno jogo de poder e loucura da família. Um soldado acostumado com a batalha, mas sem muito traquejo social, clark deu um certo trabalho para seu senhor e claro para mim, que naquela época estava maior parte do tempo nos braços frios do torpor, me lembro que a Casa branca oi incendiada e isso fez Clark mudar de ideia, defender seu clã, seu país seu mundo e sua alma, e isso talvez lhe soe familiar.



Jim se arrasta após ouvir os conselhos de Magnus o Grande Ancião Ventrue, ele volta par ao quarto onde trocou de roupa, o lugar era hermeticamente fechado, podia dormir em tranquilidade enquanto o sol iria reinar, Ann e Louis pareciam estar trabalhando.



Fazenda de Algodão Leroulin

Baton Rouge, 7:43PM



Jim desperta após ser tragado para o torpor característico da Família, ele desperta com Anastazia em seu quarto, ele vestia um vestido branco com jaqueta de couro e era visível um coldre debaixo da arma.



- Estão todos mortos, o presidente da Biotech e da Biocorp, assassinados por um freelancer. Diz ela sorrindo.

- O soldado lobo solitário foi preso pelo FBI em sua casa de campo em Lefreve, em questão de tempo ele vai colaborar. Precisamos de um novo favor, esse nome que você nos deu, descobri algumas pistas, parece que um Brujah vai receber um pacote, e o remetente é L Blood, e isso vai acontecer em um clube em Nova Orleans, Hells club, vá até lá e pegue o pacote, e descubra quem enviou e talvez chegaremos a grande mente que está atacando Clark. Eu preciso resolver um pequeno problema com um ramo Giovanni de traficantes Sul americanos.







Joseph



Joseph aperta bem o martelo ao conseguir pega-lo, sente a firmeza daquela arma branca em sua mão, a água parece estar escoando para algum canto, o mais engraçado que a sensação de umidade desapareceu e seu pé deveria estar molhado, mas estava seco, então ele subitamente se vê dentro de um galpão, grande, chão de terra batida e materiais de construção, o lugar fechado parecia em obras, a garota continuava lá, seus olhos selvagens ainda emitiam um brilho vermelho de puro ódio, e isso o fez lembrar de quando apagou em Jacksonville, então ele tem u insight, alguém estava brincando com sua mente, ele estava dentro de um ilusão, agora sim, ele parece estar em algo real, e isso se dá pois ele sente que está com sono, o dia já vai nascer, e ele teria que protelar a batalha ou acabar com ela.

Então ele flexiona o sangue e ataca com o martelo, a arma acerta em cheio a garota no olho, ele fica sem chances de defesa, atordoada, ele ataca novamente, já que não se fez necessário o bloqueio, a garota titubeia, cai no solo de terra batida, sangue espirra do crânio aberto, de costas o sangue verte, em um filete rubro, a garota está ali no chão sangrando, paralisada, como se estivesse morta.





Null/Dev



A garota não tinha uma única ruga no rosto, mas pela primeira vez contorceu a face mordendo os lábios enquanto fitava Dev, ela imediatamente o abraça.



- Mais tempo do que deveria. diz ela em resposta á indagação do vampiro.



- Quando acordei a casa estava vazia, você estava adormecido no sofá em uma sala azul, eu passei noites a seu lado, e você continuava adormecido. Mas as vezes você falava coisas sem sentido, então passei a anotar, preocupada eu fui até a casa de Anoun e achei alguns arquivos criptografados falando sobre anatomia de sua raça, parece que é normal vocês adormecerem com frequência, especialmente os mais velhos, isso ele chama...ah como é mesmo;...ah sim Torpecimento, é isso mesmo? Mas você falava sobre Noites finais, Aralu, Enoque, algumas vezes eu me sentia muito deprimida quando vinha aqui, ou muito eufórica, por algum motivo estar com você potencializava meus sentimentos mais profundos. A última coisa que você disse, foi um código, eu substitui algumas palavras, e achei Garotas Armish, e curiosamente duas garotas Armish parecem ter desaparecido em uma colônia aqui perto, Anoun coincidentemente visitou o pai delas recentemente, acho que isso pode ser uma pista para achar ele. Diz ela respirando fundo.

- Diga alguma coisa, odeio quando você parece mais morto que realmente é.

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" Seu tolo, entregou sua lealdade para mestres profanos, agora sinta a dor da traição, não precisar implorar por perdão, eu sou o arauto da morte, nosso clã já te julgou culpado, e pouco me importo, tudo o que sei é que você é uma ameaça, e será expurgada da pirâmide."
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@nonimous

Data de inscrição : 01/06/2011

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Re: A Tempestade Do Século

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