A Tempestade Do Século

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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por Zed em Seg Jun 11, 2018 12:44 am

Pontos de Sangue: 12/13
Força de Vontade: 7/7
Vitalidade: 7/7
Humanidade: 4


Ao chegar ao local sentia estar alucinando. A princípio risadas, e então um desconforto nas cicatrizes, e estranhos sentimentos que pareciam estar aflorando sem motivo aparente. – Mais alguém ouviu uma criança? – Perguntava procurando por alguma sabendo que não devia ser nada... Ao menos nada de natural. “Alguma efeito colateral dos rituais? ” Era o mais provável. Mas não podia negar certa nostalgia e estranheza.

O Motorista agora sacava uma espada. Abri um largo sorriso enquanto via de longe aquela enorme lamina. – Ai sim... Esse é o espírito. Armas de fogo são úteis e tal, mas uma espada sim é uma arma digna de usar... Não tem outra ai? – Eis uma pequena inveja que tinha para com os antigos... “A idade média devia ter sido um tempo interessante de viver... Claro, tirando toda a praga, igreja and shit. ”

Tendo ou não uma espada, sendo ou não um local de rituais satânicos. Não estava com medo, estava na verdade ansioso. – Você é um demônio ou não? Vai ficar com medo de entrar em uma casa mal-assombrada? Vamos logo, se der merda eu confio em mim e no cara de espada. - Afinal ele tinha uma espada. Parecia perigoso o bastante pros meus padrões. Já os outros dois não passavam esse tipo de confiança.

Seguiria então em direção a casa, sozinho caso eles demorassem muito para se decidirem. Mas iria atento dada a cautela e desconfiança de Farris. Mesmo que pudéssemos lidar com a situação, ainda podia haver algum perigo. Caminhando com passos mais suaves que o normal e olhando pelos cantos antes de entrar em qualquer novo cômodo. Me mantendo nos cantos das salas durante a maior parte do tempo, para procurar cobertura nas sombras na presença de estranhos. Principalmente se fosse mais de um único indivíduo. (Ofuscação 1)

Ainda não sabia exatamente o que procurar devido à falta de conhecimento sobre tais magias. Mas imaginava que aparatos mágicos e locais de magia negra fossem sem bem óbvios e chamativos. Em todo caso tínhamos outros membros no grupo para esse tipo de tarefa.
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Zed

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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por Samuka em Seg Jun 11, 2018 10:31 am

PdS: 6
ou 7?:
Fala, mineiro. Revendo os posts de:
Ter Maio 08, 2018 3:46 pm
Ter Maio 08, 2018 10:20 pm
Qua Maio 09, 2018 6:59 pm
Qui Maio 17, 2018 12:25 pm
Qui Maio 17, 2018 7:30 pm

Me parece que cometi um equívoco. Acho que tem +1 de PdS que ficou perdido nessas cenas, não é?

Abçs meu bróde.
/10
FdV: 4/7
Humanidade: 7
Vitalidade: 5/7 (Ferido: -1 dado)
Destreza +2 e Força+1
÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷

Autocontrole. Valor primordial para um sangue azul e qualquer homem com agá maiúsculo, claro, que se preze. Mas, há momentos e momentos. Por exemplo, como numa situação dessa em que se precisa salvar seu cu. Era o que o pobre do Jim estava fazendo e não seria vergonhoso ceder assim à ela. ‘Cause beast I am instead. É o que todo Ventrue aprende, é o que Clark ensinou. Mas, foda-se o que Clark disse, não era o cu dele que estava em jogo. E Jim

quase pode ouvir ela, gritando, batendo na jaula querendo sair, talvez o gosto de sangue lubrificou as engrenagens da loucura

De fato

Jim [estava] prestes a qualquer momento ceder a fúria sanguinária do Frenesi

Seja pelo gosto do sangue do chicharito, o qual até manchou sua roupa, ou seja porque

Jim lutava contra um bando sabá e contra ele próprio

A verdade é que toda essa merda é uma loucura. Conspiração. Espionagem. White House. Pentágono. Cade o fio que relaciona com toda essa porra? Se há uma razão lógica, só podia ser os dunkey, pensava Jim enquanto percebia que

a luz do lugar se tornou cinza

E ao

[retirar] a estaca do peito de Alejandro, a garota iria experimentar uma dose de torpor [pensava Jim], ele [...] desfere um golpe contra a garota

Contudo

A garota sorri, Jim [falhou] miseravelmente o golpe e ela ataca com sua navalha

Era só uma sensação ao ver a navalha vaginar, superficialmente, sua pele morta. Apesar da careta que fez, Jim não sentiu nada e até deixou escapar um sorriso, retribuindo ao da mimicrazy. Então

Jim sente seu corpo novamente ser agarrado por um toque frio e pegajoso, o braço de piche nascido do abismo

Jim se debate e consegue se desvencilhar facilmente daquele kraken das sombras. Mas, ao se virar para o cabrón. “Pow”.

Jim é acertado em cheio por um taco de baseball, detalhe com pregos. Son of bitch, gritou Jim ao ser entacado.

O golpe derruba Jim, [o qual até o] deixa um pouco atordoado, [e] no chão ele vê a dupla avançando novamente

Essa é a física do 'você vai se fuder, não vai fuder’. Era, talvez, até o que os dois já esperavam. Jim, então, caso ainda esteja com sua Magnum, dará um tiro na cabeça da mimicrazy e tentará dar uma chave de perna tão logo o cabrón se chegue pra perto dele com o intuito de, também, derrubá-lo e depois morderá a perna do chicharito (-1 de FdV pra ignorar penalidade). Mas, caso não esteja com sua Magnum, ainda no chão dará um chute no joelho da mimicrazy com intuito de derrubá-la e depois morderáa a perna do chicharito (-1 de FdV pra ignorar penalidade).
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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por Krauzer em Ter Jun 12, 2018 2:25 pm

Dev se sentia em um daqueles contos Lovecraftianos que lia quando adolescente, isso ia muito além do que ele jamais havia imaginado, e olha que sua imaginação sempre havia sido excessivamente fértil.

A voz em sua cabeça continuava instigando-o e ele tinha uma rápida visão de uma imagem de pedra chorando lágrimas de sangue.

- É eu sei. Diz Xanadu olhando fixamente para Dev. Somos poucos, mas contribuímos como ativamente como oráculos para os Grandes. Agora chega de suspense barato e venha comigo.

Ambos descem ao subterrâneo da mansão, que mais parecia uma mistura de masmorra medieval com templo pagão.

- Essa construção é do século XIX, mas esses corredores datam a revolução americana, eu era apenas um Observador nessa terra selvagem.

- Em tempos de solidão eu escrevi nossa história nesse corredor. Diz Xanandu com uma tocha na mão.

Dev podia ver os desenhos na parede, aquilo tudo tinha um ar poético, apesar de assustador.

- Estamos indo para o salão da travessia, Enoque, a primeira cidade, encontramos ela além da Terra das sombras. Diz Xanandu causando ainda mais perplexidade.

A dupla adentrava a sala com um enorme altar. Sam, Anon e seus amigos por alguma razão agora surgiam em sua mente. Seria a última vez que os veria?!

No altar havia sangue fresco, e uma imensa parede com um portal desenhado, e símbolos arcanos antigos. Das sombras emerge uma mulher vestindo uma túnica negra rasgada, com uma aparência cadavérica, digna de um certo clã já extinto com o qual Dev apenas havia ouvido falar.

A mulher cadáver caminha até ele e beija carinhosamente sua testa, um beijo frio como a morte.

Outra visão, desta vez uma grande montanha, com diversos vampiros se atracando em um frenesi insano de sangue, praticando impunemente o amaranto.

- Filho de Malkav diz a criatura.
- Você pode ver a morte e a destruição, o caos e a entropia corrente, eu sinto sua alma negra. Diz ela com uma voz rouca.
- Precisamos nos preparar.

- Mas... nos preparar para quê exatamente?- Perguntava Dev em um tom quase inocente.


Dev era despido de suas roupas e seu corpo nu era pintado com uma tintura estranha. Em seguida, a próxima etapa envolvia orações profanas a Caim e à mãe negra (Lilith?), mas a pior parte vinha em seguida: Uma criança era trazida para a sala. Dev já imaginava para quê serviria o altar, mas ver uma criança ser levada até ele ainda o angustiava.

A mulher cadavérica abençoava a criança, para esta ser logo em seguida abatida por um machado como um cordeiro em um sacrifício ritual. Dev se sentia impotente demais para fazer algo a respeito e foi obrigado a ver esta cena.

(OFF: Vai rolar algum teste de humanidade?)

Então, o portal na parede se tornava translúcido, a dupla dava as mãos e as estendia a Dev para fecharem o círculo.

- Vamos!- Dizem ambos em uníssono.

Este provavelmente seria o momento mais significante de sua vida ou não-vida, bem como sua principal escolha. Sua curiosidade o instigava a seguir, mas os últimos resquícios de sanidade que ainda habitavam a alma do malkaviano o dizia para voltar.

Dev então decide estender sua mão e seguir com eles para o outro lado da realidade.

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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por @nonimous em Dom Jun 17, 2018 7:22 pm



Joseph

- Essa é minha companheira, sempre que Caiphas tem que lidar com essas coisas, sabe, a maioria dos monstros pode receber uma chuva de tiros e sair sorrindo, mas essa espada tem magias poderosas de minha família. Diz o homem negro sorrindo da piada sobre idade média de Joseph.

Aquilo tudo era muito pouco ortodoxo, sair na noite com um demônio e um cultista de um deus morto do Egito antigo, e agora um segurança caçador de bruxas, soa até de certa forma jocoso.
Claro, eles poderiam sair por ai, para uma festa, abastecer o carro, comprar bebidas, convidar alguns mortais e dar uma festa, seria melhor que rodar pela cidade caçando os caras que fuderam Joseph com aquele voodo de tatuagens e arrancar corações.

Joseph vai na frente, atravessa o jardim, morto, o mato estava alto e seco, arvores secas, mortas como uma paisagem morta de um quadro antigo, os céus escuros mantinha nuvens densas, carregadas de um cinza sombria que vez ou outra era rasgado por um raio que em seguida recebia o som grave de um trovão. A porta aberta revela uma casa abandonada, antiga de madeira, logo atrás o padre e Caiphas andavam juntos falando algo em tom baixo, alguns passos atrás o segurança com uma espada na mão, agora a arma estava descansando em seu ombro.
Quando a dupla alcança Joseph eles param.

- Joseph, precisamos pegar pistas de quem fez isso e como foi feito, só assim desfazemos. Diz o Padre de forma tranquila olhando para o céu.
Imediatamente uma chuva forte açoita o jardim, fazendo a terra virar lama.

- Alguém lá encima esta de sacanagem. Diz o Caído.
- Precisamos ser rápidos, essa água pode apagar as pinturas rituais. Completa o Farris.

Porém antes que Joseph possa esboçar reação a água da chuva se torna vermelha, o grupo se entre olha de forma curiosa diante de um evento tão peculiar.

- Está chovendo sangue?! indaga o segurança levando a mão molhada até a boca.
Joseph sente que é sangue, o cheiro enriquecido de ferro lhe é familiar.

- Parece que a Máscara foi para o inferno. Diz Caiphas entrando na casa.

O grupo adentra a casa, que agora começa a minar água, de fato tinha diversas pinturas e textos nas paredes que começavam a apagar. Joseph sente algo ruim, um sentimento de dor, mais risadas de crianças.

- Joseph..diz uma voz sussurando.
- Esperávamos você, venha até o porão, venha sozinho podemos te curar. Diz um turbilhão de vozes clamando por Joseph, o resto do grupo se mantém alheio apenas estudando as pinturas nas paredes.

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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por @nonimous em Dom Jun 17, 2018 7:33 pm

Jim

Jim estava no chão, fora derrubado por um golpe na cabeça, se sentia um pouco tonto, mas nada que pudesse comprometer sua performance, ele sabe que precisar reagir.

- Jim, você está do lado errado garoto. Diz Alejandro ainda sorrindo.

- Seu mestre trabalha para poderes sombrios, ele apenas usa você para seus fins.

Mas Jim sabe como reagir, e o faz.

Ele ainda está com sua Magnun, é sua companheira, em respeito a sua integridade segurança e a segunda emenda, todo cidadão americano tem direito de portar arma para se defender, mesmo que ele seja um chupador de sangue.
Ele atira.
Tiro
Arma de fogo:
Data Resultado
41488 17/06/2018 19:35:18 Dados:7, 5, 10, 7, 8
Dados Extras:5
JIM rolou 5 dado(s) com dificuldade 6 para Dano e obteve 4 sucesso(s)
Re-rolar 10: sim
Ignorar 1: não
41487 17/06/2018 19:35:02 Dados:3, 7, 9, 8, 1, 9, 1
JIM rolou 7 dado(s) com dificuldade 5 para Atirar e obteve 2 sucesso(s)
Re-rolar 10: sim
Ignorar 1: não
A cabeça da mulher é atingida pelo projétil, Jim já ouvira dizer que o corpo dos vampiros resistia a munição mesmo da mais pesada, a não ser que a cabeça fosse o alvo, era hora de testar essa teoria. O disparo é rápido, violento.
A munição abre um buraco na cabeça da garota, o fato dele ter flexionado seu sangue o faz ter êxito na empreitada, sangue jorra na parede, a garota cai, parece ter ficado inconsciente, o tentáculo agarra novamente Jim, que se solta mais uma vez, o Lasombra pela primeira vez se enfurece. parte para cima do Jim com seu taco adornado com espinhos.
porém uma explosão lança destroços sobre os dois, Jim é arremessado contra a parede, ele bate de costas, algumas costelas se quebram batem com força, se não fosse sua resistência sobrenatural as teria fraturado. Seus ouvidos zunem, ele ouve apenas o som abafado de vozes, poeira etá para todos os lados, a garota está debaixo de escombros, metade de seu rosto foi arranco, um dos braços dos amputado, vultos caminham pelo lugar, roupa militar de tropas de choque, a bandeira americana como brasão nos bíceps.
- Garoto eu odeio ficar de babá. Diz uma voz familiar.
Jim estava a salvo, Ann esta ali, a sua frente sorrindo falando em um celular via satélite, provavelmente com Clark.
- Sim senhor, ele vai ficar bem. Diz ela.
Jim sente apenas o orgulho ferido.

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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por @nonimous em Dom Jun 17, 2018 7:58 pm

Dev

Dev estava imerso na mais profunda escuridão, flutuando por algum espaço sem limite, apenas flutuava, não sentia dor, culpa, remorso ou desejos de sangue, era um momento de plenitude que levava ao climax do prazer. Ele sentia um pouco de frio, sentia, sentir é algo que não experimentava desde seu abraço, exceto o desejo por sangue e sua curiosidade.
Ele estava sereno, era como dormir e descansar após uma longa jornada de trabalho exaustivo, Dev repousava, descansava em ócio tranquilo.
- Dev, acorde. diz uma voz feminina.

Mas Dev se recusava a abrir os olhos, apenas sentia a leveza de estar flutuando, em descanso delicioso.

- Dev, acorde ou se perderá para sempre. Repete a insiste e agora irritante voz.
mas Dev ignorava a voz, ele sentia culpa por gostar do ócio, alguns até diziam que ele era preguiçoso, mas são esses momentos que lhe brinda com insights.
- Dev......

Ele ouve outras vozes.
Ele pode ver Amarock, sentir a voz narrativa de Pantera, tranquila pela primeira vez enquanto descreve aquele momento pleno, Hazzel também está ali, Dev o vê, pelo sangue, como são parecidos com Dev.

- Dev acorde.
Pela primeira vez Dev sente aquela calma.

Então ele sente uma dor lancinante e desperta.
Ele esta em um barco velho, um pequeno barco antigo, Xanadu e a mulher estão lá também, e uma outra figura, um homem alto, usando um manto negro e máscara de ossos, suas mãos cobertas por luvas negras, ele exala um odor de flor de velório e formol.

- Ele acordou. Diz Xanandu preocupado.
- Dev é perigoso você ficar preso no abismo, você pode nunca mais voltar, estamos na Terra das sombras, indo para Enoque, mas fomos interceptados por uma Tempestade. Dev então percebe o que Xanandu disse, ele está em alto mar, porém o céu está completamente escuro, raios cruzam o céu trazendo uma grande tormenta, tem diversos corpos na água e embarcações afundando.
- Esse é o mar das almas. Diz Xanandu.
- Não estamos muito longe, mas um evento causou uma tempestade, impedindo nossa jornada. Diz a mulher cadavérica.
Dev começa a imaginar que lugar é esse, como ele foi trazido para alto mar e como tanta gente morreu, que tragédia era aquela.
Porém seus pensamentos são interrompidos por um baque violento na pequena embarcação, o barco se mexe todo, rangendo a madeira e saindo violentamente do curso.Raios caem no mar, ventos fortes assopram, o barqueiro cai no assoalho da embarcação.
- São da Hierarquia. Diz ele.
- Se pegarem vocês aqui, será nosso fim. Diz ele nunha voz gutural.Mais um baque violento e Dev cai em alto mar, ele olha para cima e pode ver o barco rachando no meio, afundando, seu corpo cai e o desespero começa a tomar controle dele.







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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por Zed em Seg Jun 18, 2018 12:05 am

Pontos de Sangue: 12/13
Força de Vontade: 7/7
Vitalidade: 7/7
Humanidade: 4


Algumas poucas coisas estavam claras. A primeira: - Eu realmente gostei desse cara. – Dizia apontando para Joe. A segunda é que o local realmente parecia morto e desabitado, o jardim era a principal prova. Agora algo que realmente surpreendia era a repentina chuva que então ia de água para o sangue. – Porra Jesus, cadê o vinho? – Não que sangue fosse ruim a um vampiro. Infelizmente meu tanque estava praticamente cheio, então de nada aquilo me valia.

Meus companheiros pareciam se apressar com a chuva para analisar as paredes, algo relacionado ao ritual segundo eles. Por outro lado, o que mais captava minha atenção eram as vozes que pareciam chegar diretamente em meu cérebro. “Me curar eles dizem... ” Estava claramente desacreditado... Afinal, quem confia em vozes espectrais do além? “... Claro.... Vamos lá. O que pode dar de errado? ” Não realmente esperava encontrar uma cura, mas talvez inimigos ou sinal do coração roubado.

Discretamente sairia de perto do grupo, tentando não chamar a atenção de ninguém enquanto realmente iria sozinho em busca do porão. Com um pouco de sorte as vozes me levariam direto até ele ao invés de me fazer procurar por toda a casa abandonada. Seguiria com cautela, lentamente enquanto observaria tudo antes de avançar demais. – Espíritos?... Apareçam.... Zed amigo... – Chamava na esperança de algo extremamente obvio e magico acontecer, porra. Eu não entendia nada de magia, espíritos e essas coisas, era uma pessoa simples que curtia apenas passar suas noites matando, estuprando e torturando humanos. E claro, a ocasional briga com vampiros e carniçais enviados especialmente pra me matar... Ou as vezes alguns outros idiotas que cruzavam meu caminho e acabavam irritados por nada.

Mas por segurança, caso notasse a presença de qualquer ataque meu primeiro instinto seria saltar para trás tentando me esquivar e então ativar de meus dons de sangue, trocando o próprio liquido por incremento de velocidade e reação para o que viria a seguir. (-1 PdS/Rapidez 2)

Mas se tudo parecesse seguro apenas ficaria tranquilo tentando observar e entender. – Então... Me curar? Como exatamente? – Perguntaria caso houvesse alguém... Ou alguma outra coisa sapiente que pudesse me responder.
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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por Samuka em Seg Jun 18, 2018 1:23 pm

PdS: 6/10
FdV: 4/7
Humanidade: 7
Vitalidade: 6/7 (Machucado/-1 dado)
Destreza +2 e Força+1
÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷÷

What fuck night crazy, pensava Jim. Mais parecia cenas do próximo 007, ou de algum comercial doido de cerveja. Jim no chão piscava seus olhos buscando recuperar seus sentidos após a pancada e passava mão pelo rosto limpando o melado que escorria, enquanto isso o muchacho e a garota se aproximavam. Aliás, o mestizo parecia dizer algo sorrindo.

[...] você está do lado errado [...], seu mestre trabalha para poderes sombrios, ele apenas usa você

“Lado errado(Ele quer que eu passe para o lado dos dunkey's?)”, “poderes sombrios(Isso é alguma sociedade secreta?)”, Jim não conseguia entender muito bem. Seja pela pancada ou talvez pela sua ignorância. Mas, durante sua tutela, ele se lembra de Clark haver dito algo sobre uma disputa secular entre duas grandes seitas vampíricas que se arrasta desde a queda de Constantinopla e que possui relação com um anátema chamado Dylan, o qual deve morrer para o bem da ordem e para os Ventrue pelos erros de seu Sire, Gotsdam, como do Sire de seu Sire, uma tal de Tiamat. Sobre os nomes das seitas, Jim estupidamente associou com Camilla e com da banda de Osbourne. Que merda.

A par disso, a duplinha do mau avançava e nem um pouco amistosa. Jim tinha que reagir, na verdade precisava para sua sobrevivência.

Primeiro, vou atirar na cabeça da vadia, and later I will put off that motherfucker on the ground, esquematizou ele. At porque

Jim já ouvira dizer que o corpo dos vampiros resistia a munição mesmo da mais pesada [apesar de ser intrigante um spiked bat derrubar um cainita e um tiro de 44 ou 50mm não, os quais a queima roupa seria como se fosse golpeado por um taco de 2m de circunferência!!! segurado por 2 ou 3 Hank Aaron, the Hammer], a não ser que a cabeça fosse o alvo

E assim ele fez

O disparo é rápido, violento. A munição abre um buraco na cabeça da garota, o fato dele ter flexionado seu sangue o faz ter êxito na empreitada, sangue jorra na parede, a garota cai, parece ter ficado inconsciente

Só faltava o chicharito, o qual Jim quer já colocá-lo para dentro de si. Mas

o tentáculo agarra novamente Jim, [...] o Lasombra pela primeira vez se enfurece

Ao ver a eficiência de Jim em se desvencilhar de seus krakens obscuros. E

parte para cima do Jim com seu taco adornado com espinhos

Então. “Boom”. Uma explosão a la Hollywood ocorre.

Jim é arremessado contra a parede, ele bate de costas, algumas costelas se quebram batem com força, se não fosse sua resistência sobrenatural as teria fraturado. Seus ouvidos zunem, ele ouve apenas o som abafado de vozes

Graças aos poderes sobrenaturais de sua linhagem, Jim não teve grandes problemas. Ele via

poeira para todos os lados, a garota está debaixo de escombros, metade de seu rosto foi arranco, um dos braços dos amputado, vultos caminham pelo lugar, roupa militar de tropas de choque, a bandeira americana como brasão nos bíceps

Que porra está acontecendo aqui, pensava ele até obter a resposta através de uma voz, a voz de Ann

- Garoto eu odeio ficar de babá”, [a qual falava] em um celular via satélite, provavelmente com Clark, “- Sim senhor, ele vai ficar bem”. Diz ela [sorrindo]

Fuck, o que que ela 'tá fazendo aqui, o chicharito não disse que ela ia… Pensava Jim no fundo frustrado por ela se meter na briga, ele acreditava que poderia dar conta do Lasombra e quem sabe até de fazer aquele negócio que Clark não mencionou mas que descobriu, inevitavelmente, através da própria história dos Ventrue, isto é, do fim do Ventru. Jim atônito olhava para Anastazia e dizia procurando pelo Lasombra

- E os dois que estavam em cima? Acho melhor você e seus homens guardarem a parte de cima, pode haver mais.

Caso Ann hesitasse em seguir seu… Pedido… Jim se voltaria para ela sabendo que pela idade dela dificilmente conseguiria​ êxito numa Dominação e diria apontando para provavelmente onde estava a companheira do chicharito

-Há mais outro alí provavelmente. Pegue-o e suba, ainda preciso encontrar…

Jim se pausava intencionalmente, ele realmente queria o Guardião pra ele, quer dizer, sua vitae. Jim, então, direcionaria mais uma vez sua vitae a fim de regenerar sua Vitalidade (-1 de PdS) e procuraria ocultamente de Ann pela estaca e pelo Alejandro.
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Re: A Tempestade Do Século

Mensagem por Krauzer Ontem à(s) 10:20 am

Dev se sentia flutuando no vazio. Pela primeira vez em anos ele se sentia sereno, sem as vozes comuns em sua mente, apenas o frio toque do vácuo.

- Dev, acorde. diz uma voz feminina.

Ele se recusava a sair da zona de conforto e abrir os olhos. Era como voltar para o útero de sua mãe e estar protegido de todos os males deste mundo caótico, ele não queria voltar à realidade.

- Dev, acorde ou se perderá para sempre. Repete a insiste e agora irritante voz.

Maldita voz, ela estava acabando com seu momento...

- Dev......

Ele agora ouvia outras vozes. Vozes conhecidas, AMAROCK podia ser ouvido mesmo sem pronunciar som algum, Pantera fazia uma narrativa calma, descrevendo o momento que Dev passava, Hazzel estava próximo a ele, com uma capa e um chapéu de feiticeiro, mirando o infinito, Nette brincava, dançando no infinito, como uma criança inocente, e o homem do Tic-Toc apenas dizia que tudo fazia parte dos planos do "Narrador". Todos eles eram de alguma forma parecidos com Dev, todos representavam uma faceta de seu antigo eu, como estilhaços de um espelho partido, o símbolo do seu clã.

- Dev acorde.
Pela primeira vez Dev sente aquela calma, seguida de uma dor lancinante e finalmente abre os olhos.

Estava em um barco velho e pequeno. Xanadu e a mulher-cadáver estavam próximos, além de outra figura: alto, usando um manto negro e máscara de ossos, como a figura da morte, mas com um remo ao invés de uma foice.

- Ele acordou. Diz Xanandu preocupado.
- Dev, é perigoso você ficar preso no abismo, você pode nunca mais voltar, estamos na Terra das sombras, indo para Enoque, mas fomos interceptados por uma Tempestade.

Dev olhava para os lados. Estavam em meio a um mar infinito, o céu totalmente escuro, sem lua ou estrelas, iluminado apenas por diversos raios e trovões que atravessavam furiosamente os céus negros. Haviam diversas embarcações destruídas, bem como corpos boiando nas águas.


- Esse é o mar das almas. Diz Xanandu.
- Não estamos muito longe, mas um evento causou uma tempestade, impedindo nossa jornada. Diz a mulher cadavérica.

Então este era o mundo dos mortos? O barqueiro seria o próprio Caronte das lendas?

Seus pensamentos eram interrompidos por um forte baque na embarcação. O barco se move, desviando-se violentamente do curso. Raios atingem o mar, ventos terrivelmente fortes se aproximavam e derrubam o barqueiro no assoalho da embarcação.


- São da Hierarquia. Diz ele.
- Se pegarem vocês aqui, será nosso fim. Diz ele numa voz gutural.

Mais um baque ainda mais violento e Dev caia do barco em alto mar. Ele podia ver o barco se rachando ao meio e afundando. As águas o tomam, juntamente com o desespero, e ele tentava freneticamente nadar até algum lugar seguro.
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