Ficha: Joseph Zedwards - Caitiff - Autarca

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Ficha: Joseph Zedwards - Caitiff - Autarca

Mensagem por Zed em Dom Fev 11, 2018 3:55 am

1. Dados

Nome: Zed
Personagem: Joseph Zedwards
Clã: Caitiff
Natureza: Sociopata
Comportamento: Gozador
Geração: 10° Geração
Refúgio: Apartamento Alugado
Conceito: Assassino em série

Saldo de XP: 0/0




2. Atributos (7/5/3)

Físicos (5)[5 PB]
- Força: 3
- Destreza: 4 – Velocidade
- Vigor: 2

Sociais (3)
- Carisma: 2
- Manipulação: 2
- Aparência: 2

Mentais (7)
- Percepção: 3
- Inteligência: 3
- Raciocínio: 4 – Emboscadas




3. Habilidades (13/9/5)

Talentos (9)
- Prontidão: 2
- Esportes: 1
- Briga: 2
- Esquiva: 1
- Empatia: 1
- Expressão:
- Intimidação: 1
- Liderança:
- Manha: 1
- Lábia:

Perícias (13)
- Empatia c/ Animais: 1
- Ofícios:
- Condução: 1
- Etiqueta: 1
- Armas de Fogo: 1
- Armas Brancas: 2
- Performance: 1
- Segurança: 2
- Furtividade: 2
- Sobrevivência: 2

Conhecimentos (5)
- Acadêmicos: 1
- Computador:
- Finanças:
- Investigação: 1
- Direito:
- Linguística:
- Medicina: 1
- Ocultismo: 1
- Política:
- Ciências: 1




4. Vantagens

Antecedentes(5)
Geração: 3
Recursos: 2

Disciplinas(3) [7PB]
Ofuscação: 1
Rapidez: 1
Potencia: 1
Fortitude: 1




5. Virtudes

Virtudes (7)
- Consciência: 1
- Autocontrole: 4
- Coragem: 5

Humanidade: 5

Força de Vontade: 7 [2 PB]




Qualidades e Defeitos

Qualidades: [8PB]
- Diablerie Oculta (3 pontos)
- Vontade de Ferro (3 pontos)
- Peregrino (2 ponto)

Defeitos: [+7PB]
- Recém-Chegado (1 ponto)
- Caçado como um Cão (3 pontos)
- Inimigo (5)
- Identidade Trocada (1)

Observações
- Idade antes do abraço: 18
- Idade atual: 36
- Data de Nascimento: 01/01/1982
- Aparência: Possui um corpo padrão sem muitos músculos nem poucos. Estatura mediana, 1,72 m de altura com 72 kg. Pele clara em padrão europeu, cabelo negro curto despenteado com as laterais raspadas. Olhos castanho escuro. Normalmente usando um sobretudo, calça e botas roupas tendem a ser de tons pretos, brancos ou cinza.
- Personalidade: É despreocupado quanto a tudo, principalmente quanto a vida, seja ela de quem for, inclusive sua própria é pouco importante. Pra ele nada é motivo de seriedade e qualquer coisa pode ser uma piada, principalmente se irritar alguém no processo. Também acredita que o mundo é um lugar onde os fortes tem direito sobre os fracos, mas acha politicagens ou formalidades extremamente irritantes ou tediosas, por isso prefere se manter a distancia disso.

- Inventário:
- Faca de Combate
-



6. Prelúdio

Joseph Zedwards nasceu no primeiro dia do ano de 1982 em Liverpool sendo o segundo filho de um total de quatro. Enquanto a mãe passava os dias em casa cuidado das crianças, o pai era um politico local de baixa importância.

Ainda que seus familiares não notassem ou simplesmente ignorassem o fato, ele era muito bem consciente de que era diferente. Passava os dias solitários, não possuía nenhum amigo e apenas se relacionava superficialmente na escola com o restante dos alunos. Possuía muitos hobbies e zonas de interesse ainda que não fosse um especialista em nada. Não era muito ligado a livros e conhecimentos teóricos, sendo uma pessoa mais direcionada a pratica.

Desde que é capaz de recordar, frequentemente matava insetos. Esmagando formigas ou arrancando asas de borboletas, eram coisas comuns e que frequentemente eram ignoradas. Nem mesmo ele sabe o motivo, mas sempre encontrou calma e tranquilidade ao observar a morte de pequenas criaturas. Lidar com outras pessoas era trabalhoso, desconfortável, irritante ou simplesmente desnecessário. Mesmo quando sozinho ainda parecia que faltava algo para realmente acalmá-lo, o que parecia diminuir enquanto distraidamente obliterava com os insetos.

Com o tempo isso foi progredindo, de pequenos insetos avançou para pequenos anfíbios e repteis ou aves, tais como lagartixas, sapos ou mesmo filhote de passarinho que não conseguia voar. Apesar de achar agradável o ato de trucidar com as pequenas criaturas, ou mesmo relaxante, as pessoas ao seu redor pareciam discordar dos ideais. Reagindo com repudia ou desprezo ao vê-lo sendo “cruel”, conceito que sempre teve dificuldade de entender. Ao menos era um aprendizado, para nunca mais repetir aquilo em frente as lebres, como ele mesmo preferia chamar as pessoas comuns.

Pelo tempo que completou o ensino fundamental e iniciou o médio, o tamanho de suas presas haviam aumentado. Cães e gatos em geral, em especial aqueles que de alguma forma conseguiam irritá-lo, fosse através de latidos repetidos e intermináveis, ou pelo simples fato de ter preparado uma armadilha com excrementos no gramado. Mas mesmo isso já não era o suficiente para conter o que possivelmente fosse seu maior desejo no tempo, esquartejar um
humano. Mesmo Joseph hesitou com a ideia de encerrar a vida de um dos seus, ainda que a tentação fosse maior. Ele resistiu a princípio por motivos que nem ele sabe ao certo afirmar, mas notando que era algo que inevitavelmente aconteceria resolveu concentrar em se controlar até o momento ser perfeito.

Finalmente uma noite invadiu a casa de um estranho, era uma casa isolada no meio do nada que ele previamente havia passado dias observando em segredo. Um único senhor de idade habitava na residência ainda que recebesse visitas frequentes pela manhã ou tarde. Mas a noite ele sempre passava solitário. A invasão ocorreu durante a madrugada, após pelo menos duas horas da luz do quarto ser apagada, só por garantia.

Pela primeira vez ele invadia e se esgueirava pela residência de um estranho com o único objetivo de mata-lo, era uma tensão e tanto no tempo. Quando chegou ao quarto ele cuidadosamente se aproximou e lambeu a garganta com um canivete. A vítima gritou e viveu o suficiente para tentar reagir. A situação saiu completamente de controle e diversas facadas tiveram de ser desferidas até que finalmente Joseph se tornasse um definitivo assassino. Fugiu um tanto quanto apressado dali, felizmente sem deixar nenhuma pista que o direcionasse diretamente ao crime, claro, ainda assim acabou por se tornar uma das principais notícias em 1997. Principalmente por ser a primeira de muitas.

Depois daquela experiência, parar não era uma opção. Pelo contrário, ele apenas tinha mais e mais prazer com o ato, e a cada repetição havia um novo aprendizado. As primeiras vitimas em gerais eram assassinatos desajeitados, barulhentos e chamativos. Mas como isso já era calculado no plano ele conseguia evitar de ser pego. Mas com o tempo e pratica Joseph só se tornava um assassino mais mortal e silencioso e claro, mais cruel. A princípio apenas matar era o suficiente, mas com o tempo matar uma única pessoa sequer parecia lhe trazer alegria, o que o fez procurar novas formas de diversão com as vítimas. Nenhum tipo de abominação parecia ser demais para ele, nem mesmo estupro, fosse estivesse a vítima ainda viva ou mesmo pós-morta. As autoridades obviamente se mobilizaram tentando capturar o rapaz, mas ele era esperto demais pro seu tempo, e sempre estava um passo à frente da precária força policial. Porém as mortes com suas marcas pessoais subitamente pararam no ano de 2000.

Seu último dia como humano foi como qualquer outro dia. Acordou cedo, foi para o medíocre trabalho que tinha como garçom em um restaurante, não era como se ele realmente gostasse, mas era um ótimo disfarce que permitia ouvir conversas paralelas que vinham a ser ótimas informações eventualmente. Ao final de seu expediente foi até a cidade vizinha com seu carro espreitar uma casa que já tinha definido como seu próximo alvo.

Os moradores eram apenas uma dupla de mulheres, uma mãe solteira e sua filha. Clientes frequentes do restaurante a quem ele vinha observando em sigilo durante o trabalho já fazia alguns meses, diferente da grande maioria que parecia ser aleatório ou simplesmente seguro, este era um crime especial. Onde havia um risco muito maior do que o normal, mas principalmente um motivo. O desejo pela mais nova das moças.

Invadir e render as vítimas naquele ponto quase mais parecia uma brincadeira do que um desafio. Duas vítimas exigiam certos cuidados especiais, mas nada que ele não dessa conta. Depois de saciar sua vontade a contragosto da garota, ele procedeu com o abate, amarrando ambas de cabeça para baixo e cortando a garganta de ambas deixando o sangue fluir e encher uma garrafa plástica, ele inicialmente pretendia usar o sangue para formar um círculo satânico no chão como forma de brincadeira para os policiais, porém enquanto derramava o liquido dando forma a imagem pode ouvir uma voz na sala. – Ei, não derruba isso, se não quiser eu aceito. – O estranho dotado de uma velocidade sobrenatural tomou a garrafa e bebeu do liquido. Talvez tomado pela adrenalina ou medo em ser descoberto, Zedwards tentou agredir o estranho com uma adaga, porém este era muito mais rápido e forte do qualquer um que já tivesse visto e acabou por ser facilmente rendido.

- Agora eu vejo... Não só em aparência, mas até essa agressividade vocês tem em comum... Mas você é só um humano... - Enquanto se aproximou do meu pescoço ouvi seus últimos sussurros. – Mas eu vou mudar isso. – Tendo o rosto virado para o chão Joseph não foi capaz de realmente observar o que aconteceu, apenas sentiu algo penetrar o pescoço, a princípio houve um estranho prazer hipnótico e sedutor, por mais que tentasse se debater ou atingir o agressor não haviam forças em seu corpo, e as forças só se esvaiam rapidamente.

Quando finalmente acreditava que iria morrer o bebedor de sangue parou de lhe consumir, ainda assim estava enfraquecido e com os sentidos afetados, tentava inutilmente se levantar mas era difícil somente ficar acordado. Sentiu o gotejar de um liquido próximo a boca, a fraqueza também havia secado a garganta e por mero instinto ele tentou se hidratar, mas não foi bem o que aconteceu.

Acordou eventualmente sentindo uma fome diferente de qualquer outra. Na sala ainda recheada de sangue instintivamente ele começava a entender. E novamente como antes ele percebeu o quão inútil era se desgastar combatendo a natureza puramente instintiva e se deliciou no sangue que ainda restava na garrafa, até mesmo lambeu o que havia no chão. O prazer sentido era quase tão agradável quanto ao de ver o breve momento em que um ser vivo definhar.

Um ser com tão pouca moral teve uma enorme facilidade em se adaptar ao seu novo estilo de vida. Na verdade, era quase como sentisse que tinha nascido para aquilo. Espreitar presas pela noite e atacar roubando seu sangue e vida. Dificilmente poupava uma das lebres. Não havia sentido, sempre via o quão sujo e inescrupuloso humanos podiam ser, ele mesmo era um ótimo exemplo. E eles se reproduziam tão rápido que a vida de um ou outro não valia de nada, as vezes até mesmo era engraçado de vê-los morrer, principalmente quando feito de uma forma criativa.

Nunca teve nenhum tipo de mestre ou mentor na vida e sociedade vampírica. Não fazia questão de manter contato com outros, bem como quando humano. Era um caçador solitário que vivia a princípio. Caçava, descansava e nas horas livres tentava entender como podia sobre sua não-vida. Era uma vida que muito rapidamente de

Eventualmente outros vampiros vieram a seu encontro devido aos problemas que vinha causando na região com sua falta de cuidado para com a máscara. Recusando-se a visitar o príncipe a violência foi utilizada, e da mesma forma devolvida. Mas o inexperiente Caitiff acabou por ser vencido por um grupo de Brujah parrudos e foi levado para julgamento em 2003.

Ainda que não sabia das causas exatas que levaram a esta circunstância, foi forçado pela Camarilla a servir com um outro grupo de desgarrados, uma oportunidade que lhe permitiu aprender com seus “irmãos” e aprender uma boa porção de disciplinas físicas.

Depois de seis meses de serviços forçados, um dia uma reunião foi marcada e Joseph supostamente iria conhecer uma personalidade importante da Camarilla. Acabou por ser um vampiro que no tempo possuía seus 998 anos, através de boatos descobriu se tratar de um indivíduo da 5° geração e que o motivo de sua vinda era pela existência de que um Caitiff que havia sido recentemente pego era muito similar a ele. O que acabou por se provar uma verdade, uma vez que Joseph e Zakarys eram virtualmente idênticos.

Ainda haviam algumas claras diferenças, enquanto um era um plebeu imundo, sujo, insano e violento o outro era uma nobre, antigo e poderoso vampiro. Ao menos assim diziam, Joseph apenas via um afeminado cercado de proteção e futilidades. As visões conflitantes ficaram claras, o Caitiff parecia fazer questão em rejeitar qualquer semelhança com o outro, que não muito depois devolveu o descontentamento. Tudo parecia terminar naquela noite, ao menos assim ele queria pensar.

Após aquele dia, estranhos ataques começaram a ser direcionados a Joseph. Vampiros desconhecidos frequentemente vinham ao seu encontro com provocações que eventualmente estouravam em combates ou mesmo ataques furtivos diretamente. Não havia padrão nos ataques, eram realizados por indivíduos vindo de fora, alguns internos. Nenhum clã em específico, mas provavelmente todo tipo de inimigo. Em geral membros de alta geração ou até mesmo carniças. Ninguém realmente forte, normalmente explorando de grande número de buchas de canhão. O que tornava possível fugir ou reagir. A medida que os ataques iam se tornando mais frequentes e mais intensos novos truques iam sendo desenvolvidos com seus companheiros desgarrados, mesmo assim não era possível lutar para sempre. Em 2005 não teve escolha se não fugir de Liverpool.

Passou os últimos 10 anos percorrendo o reino unido, viajando pelas cidades tentando se manter longe dos perseguidores, mas eles nunca realmente sumiam por completo, mas manter-se em movimento diminuía grotescamente o número de encontros. E os poucos que ainda eram capazes de aparecer em seu caminho eram mortos, até que finalmente ele resolveu tratar os vampiros como as lebres e se alimentar deles. Assim como quando humano novamente estava quebrando as “leis morais”, por isso sabia que mesmo que ele não ligasse precisava ter absoluta certeza de nunca ser descoberto. O que de alguma forma realmente aconteceu mesmo com os boatos sobre linhas na aura que eram visíveis pelas habilidades de outros vampiros.

Eventualmente veio a descobrir que o responsável pela perseguição era o próprio Zakarys que era capaz de mobilizar diversos vampiros a sua vontade. Até 2016 caçou discretamente aqueles que pode associar ao vampiro já milenar. Era mais difícil do que parecia, principalmente quando manter-se parado significava se tornar um alvo. Quando finalmente conseguiu localizar seu inimigo, notou a enorme diferença. Zakarys era muito bem guardado por carniçais extremamente qualificados bem como alguns vampiros de baixa geração. A única opção para permanecer vivo foi fugir, o que também foi complicado, principalmente com a caçada se intensificando ainda mais.

Quando finalmente conseguiu descansar decidiu fugir da Europa, acreditando assim estar longe da influência de seu “clone”. Navegou na carga de um navio por cerca de um mês, do qual especialmente foi responsável por nenhuma morte. Controlou-se espetacularmente apesar de ser a primeira vez em muito tempo que tenha tentado. Truques que não usava desde sua estadia forçada na Camarilla.

Finalmente chegando aos Estados unidos, conseguiu descansar e relaxar das constantes perseguições. Voltando até mesmo a cair na rotina de matar indiscriminadamente ou por diversão. Ainda que não precisasse necessariamente, também levava com frequência dinheiro ou joias. Zakarys apesar de tudo havia lhe ensinado o poder que havia em influência política e monetária. Aos poucos acumula pequenas quantidades na esperança de ter real poder um dia, mas não vê isso como uma prioridade, e mais como um extra.

Infelizmente o novo país também não proporciona total segurança, mesmo que menor proporção, Zakarys ainda possui certo poder pela américa. Eventualmente perseguidores continuam a aparecer bem como informações sobre Joseph continuam chegando na Europa.




7. Banco de Dados

Zed

Data de inscrição : 08/04/2015

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