Prologue - A Rose for Epona

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Prologue - A Rose for Epona

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Qua Jan 17, 2018 9:14 pm

Esta crônica faz parte de uma Sequência, e você pode ler nos links abaixo seus capítulos anteriores:



Prologue - A Rose for Epona




"While I lay down a Crimson Rose..."








Nova York   


Faz pouco mais de uma semana, desde que as três mulheres reuniram-se novamente. Assim como ocorrera naquela mesma cidade, anos antes, A Guardiã teria de liderar uma nova incursão, desta vez à cidade vizinha de Yonkers, a fim de impedir que a Camarilla frustre os planos dos mesmos indivíduos que ordenaram os ataques à Grande Maçã. O problema, desta vez, era que a Horda que Nicolle lideraria não possui alianças, ao contrário do que havia ocorrido na cidade da qual ela respondia como Bispa. Depois de todo esse tempo, ao que parece, o tédio havia transformado-se em melancolia, enquanto a Lasombra observava sua cidade, permitindo que as luzes noturnas distraíssem-na, fazendo com que ela revisitasse sua última lembrança viva, visualizando o céu estrelado às margens do Rio Saône, quando suas águas foram manchadas pelo sangue Helvético. 

"Do You feel the thorns?"


As duas Guardiãs aproximavam-se da sacada do prédio, desde que chegaram à cidade, elas repetiam o mesmo 'ritual' todas as noites. Mirando o horizonte, as duas mulheres colocavam-se uma de cada lado da terceira delas, que já estava naquele lugar há horas. As três não pronunciavam uma única palavra, nem mesmo olhavam umas para as outras. Para qualquer um que observasse-as de frente, a cena era dotada de alguma beleza intrínseca: Os três pares de olhos - completamente negros - eram tão inexpressivos que acabavam por traduzir a mensagem que se passava na cabeça da mulher do centro: Tristeza. Quando as primeiras palavras da noite são, enfim, pronunciadas, uma lágrima de carmesim brilhante escorre pelos olhos dela e, ao chegar aos limites de seu rosto, pingam em direção ao chão, dezenas de andares abaixo delas.

"Do You see the tears?"


'Esta cidade me faz lembrar Dela...' diz Nataly, a única que não possuía cabelos negros. Reconhecida por ter, entre as três, a maior afinidade com o ofício de Sacerdotisa ela é, provavelmente, uma das três que mais sente a morte de sua Mentora, até então, Grande Sacerdotisa. Aquela fatídica noite ainda assombrava a mente das três Guardiãs, mas principalmente de Nicolle. Havia sido ela, afinal, a última a encontrar-se com sua Mentora, antes que ela fosse destruída por um traidor. Uma promessa que o trio fizera, mas nunca poderia cumprir, era de vingá-la...

"Do You see the blood shed in this fell war?"


A Última Rainha e sua impiedosa Xerife observavam, das profundezas de sua cidadela subterrânea, todos os cantos de seu domínio. A pequena cidade da qual ela respondia como a Príncipe havia se tornado o mais influente domínio da Camarilla no estado, desde a queda da Grande Maçã para os selvagens do Sabá. A partir do momento em que assumira seu posto, há dois séculos, a mulher controlava seu feudo com punhos de ferro e, quando sua seita tomou Nova York as mãos do antigo bispo, Yonkers tornou-se uma espécie de cidade satélite - ou posto avançado -. Agora, entretanto, com uma Camarilla fragilizada e um cada vez mais consolidado domínio Sabá, o laço da 'Patrona Noturna das Artes' sobre Yonkers apertava muito mais.

"In your Nemeton, these grey stone walls are Cold and Silent as the fallen..."







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Re: Prologue - A Rose for Epona

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Sex Jan 19, 2018 3:03 pm

Bomani Astennu - 6/15 PdS - 8/8 FdV - Vitalidade: OK


 O olhar de Bomani para o corpo da mulher era atento, como um predador espreitando sua vítima. Se Inis percebia o olhar do cainita, não demonstrava. Não havia detalhes chamativos em suas mãos, a qual não ostentava cicatrizes ou tatuagens. Um único detalhe que prendia a atenção de Bomani eram as unhas da mulher, tão longas e pontudas que assemelhavam-se, bastante, a garras. Além disso, a única joia que ela carregava consigo era uma gargantilha feita de couro com um pingente que, pelo brilho, aparentava ser de prata. A pequena peça de metal, bastante desgastada, apresentava alguns arranhões. 


-Senhorita, me passe seu contato também, por favor... caso seja possível.


-- Isso não será possível. - Ela responde com serenidade, antes de rasgar uma fatia de pão sírio. -- Como eu havia dito, você estará sozinho assim que pisar na América, de forma que não haverá contato entre nós até que você entregue o objetivo da missão no endereço marcado. 

-Devo partir a Yonkers ainda hoje. Fiquem a postos, tentarei ser o mais breve possível. 


 -- Parta tão logo quanto achar prudente. - Inis responde, ao terminar de mastigar o pedaço de pão sírio que comera. -- Sua ação deve ser precisa e tão silenciosa quanto possível. Seja cuidadoso, afinal você estará invadindo o refúgio de um Príncipe.

 Ao deixar o restaurante, Bomani pode começar a traçar seus planos de viagem. O bairro no qual encontra-se é bastante movimentado, de forma que as ruas a pesar do horário, encontram-se abarrotadas de pedestres e carros. Encontrar uma presa, entretanto, não será a tarefa mais fácil visto a necessidade de ocultar-se para que pudesse se alimentar. 

 Bomani rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 8 para caça que resultou 3, 4 - Total: 0 Sucessos


 Ao final de duas horas, o Setita ainda não havia encontrado um mortal que pudesse suprir suas necessidades de sangue. O tempo de caça havia tomado-lhe parte das horas que restavam-lhe antes do amanhecer, forçando-o a fazer uma escolha: Se optasse por partir para a América, em algum momento de sua viagem até Nova York, teria de enfrentar a besta por conta da falta de sangue. Por outro lado, o tempo que dispunha até o amanhecer era pouco (cerca de 2 horas) de forma que insistir em uma nova caçada no bairro poderia ser perigoso, bem como mudar o local de caçada o obrigaria a passar mais uma noite em Londres.


(Pingente que Inis entregou a Bomani)
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Re: Prologue - A Rose for Epona

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Sex Jan 19, 2018 10:52 pm

Enoch Campbell - 6/13 PdS - 4/4 FdV - Vitalidade: OK


 Os nomes aos quais Morgan se referia eram, de algum modo, familiares à Nook. O Malkaviano os reconhecia, mas não lembrava-se de onde, nem porque, os reconhecia.


Nook rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 8 para lembrar que resultou 9, 5, 7, 8, 7, 2 - Total: 2 Sucessos


  Com um pouco de esforço, o Lunático reconhecia enfim um dos nomes que a mulher havia dito para o segurança: Ansperger, é esse o sobrenome da Bispa de Nova York, Nicolle Ansperger. Mas, ainda assim, Enoch não conseguia recordar-se do que o outro nome, Pander, significava para ele. Satisfeito, ainda que apenas em parte, em 'descobrir' aquela informação, Nook poderia seguir com seu pequeno plano e continuar prestando atenção na conversa dos dois, até encontrar o momento certo para, disfarçadamente, derrubar o copo com o Uísque de cima do balcão. O som do pesado corpo de vidro chocando-se contra o chão fazia com que Morgan voltasse, rapidamente, sua atenção para o Lunático, instantes depois do homem dar as costas à ela e seguir para a porta dos fundos do bar.

 -- Mas que porra?! - Ela diz, fazendo-se ser ouvida apesar da música alta e do falatório dos clientes do local. -- Sabe que vai ter que pagar por isso, não é Escocês?

Ian Baxt - 13/15 PdS - 08/10 FdV - Vitalidade: OK




 - Boa noite. Eu tenho certeza que vocês podem me ajudar. Procuro essa pessoa.


 -- É mesmo? - Responde a Ruiva, sem olhar para a ilusão. -- E por que você acha que nós podemos te ajudar nisso, parceiro?

 Os outros dois viravam-se para encarar o executivo criado pela disciplina do Ravnos. Nenhum deles - o homem e a morena - pareciam conhecê-lo, de modo que era possível ver a desconfiança no olhar de ambos, embora não parecessem agressivos. A Ruiva, que ainda não havia se virado para o executivo, mantinha sua atenção em algum lugar distante, focalizando sua visão apenas no pequeno cigarro preto, nos momentos em que tirava-o de sua boca.

- Eu também gostaria de conversar com seu barão. Eu e meus comandados gostaríamos de fazer negócios por aqui. 


 -- O que disse? - A Ruiva responde, desta vez com um pouco mais de rispidez. Nesse momento, a ruiva vira-se de lado para que possa ver melhor com quem está falando. -- Acho que você se confundiu, parceiro... - O vocativo usado tinha, desta vez, uma entonação um pouco mais hostil. -- Nós não podemos te ajudar.
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Re: Prologue - A Rose for Epona

Mensagem por MEZENGA em Ter Jan 23, 2018 4:48 pm



*Baxt buscava perceber no semblante de cada um se havia um reconhecimento da pessoa que estava na imagem ]empatia] certamente os olhos de surpresa seriam percebidos, algo diferente na voz.

Ouvia atentamente as palavras dos três e enquanto sua ilusão permanecia ouvindo, olhava as auras de cada um.

A ilusão assim fala:*

- Estou tentando falar de maneira amigável.

*Uma breve pausa e prossegue:*
- Mas não conheço vocês e realmente não me importo com a existência de vocês. De qualquer forma preciso conversar com o barão e encontrar essa garota. Sei que vocês tem informações valiosas que podem me passar, prefiro que essas informações sejam trocadas sem qualquer tipo de problema.

*Baxt se mantém próximo a ruiva, mantém suas presas de fora a lentamente fica na altura de seu pescoço. ]3 pts de sangue pra força].

O homem de negócios na frente deles vira-se para os dois que deram atenção:*

- Digam-me e vocês podem ganhar um aliado. De qualquer forma, vou encontrar com o barão e encontrar a pessoa da foto.

*A ilusão mantém um tom sombrio, junto com sua voz, um arrepio na nuca pode ser sentido por todos.*
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Re: Prologue - A Rose for Epona

Mensagem por Ghost em Ter Jan 23, 2018 10:21 pm

Nicole Ansperger, Bispa de Nova Iorque – Reconheci o nome, não tinha certeza se foi algo que busquei na memória ou foi pela percepção aguçada proveniente de meu clã, estava tudo tão confuso em minha mente. Tudo o que eu sabia era que deveria sair dali imediatamente. Estava frustrado, minhas chances de conseguir me alimentar naquela noite, naquela cidade, eram praticamente nulas.
Descobrir sobre os Panders eu poderia fazer isso na relativa segurança do meu Refúgio provisório. Mas de qualquer forma o Sabá estava envolvido. Precisava retornar à Yonkers quanto antes.
Quando o copo de uísque finalmente foi de encontro ao chão e Morgan se voltou a mim novamente e peguei o celular para discar para o taxista que me trouxera até ali.
Já aproximava o celular de meu ouvido quando escutei a garçonete dizer:
-Mas que porra?! Sabe que vai ter que pagar por isso, não é, Escocês?
Fingindo um certo arrependimento, eu sussurro um desculpa e deposito cinquenta dólares americanos em sua mão.
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Re: Prologue - A Rose for Epona

Mensagem por Magnus em Sex Jan 26, 2018 5:49 pm

Inis nega passar o contato, o que me faz pensar que eles são mais cheios de recursos do que imagino. Eles se garantem em me localizar através desse dispositivo em forma de pingente... vou seguir conforme eles planejam, mas como não tenho certeza do que exatamente se trata, vou colocar no bolso ao invés de pendurar em algum cordão e colocar no pescoço.

Me despeço da jovem e atraente marionete, e ando calmamente pelas ruas, ansioso pra matar a Sede. A difícil noite de caça lacra o encontro misterioso com Inis e seu contratante misterioso. Sinto as veias pulsando, o abdome queimando, implorando por um gole de vitae. A hora de reconhecer o fracasso na caçada e me recolher, pra que na noite seguinte eu consiga me saciar. Talvez um bairro mais afastado possa me dar o que preciso.

OFF

Na noite seguinte, vou usar a noite toda se for necessário pra encher a bloodpool do char.
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Re: Prologue - A Rose for Epona

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Seg Fev 05, 2018 8:25 pm

Ian Baxt - 13/15 PdS - 08/10 FdV - Vitalidade: OK


Ian Baxt rolou 10d10 - Dificuldade: 8 - Para Identificar Reação - Resultado: 7 7 7 8 6 10 2 8 6 6 (3 Sucessos)
Ian Baxt rolou 1d10 - Dificuldade: 8 - Para "Explosão do 10" - Resultado: 4 (0 Sucessos)


Baxt percebe a mudança no olhar da Ruiva e da Morena. As duas mulheres não demonstram, porém, surpresa, embora transmitam, agora, uma hostilidade ainda mais latente no olhar. A Ruiva, principalmente, Baxt percebe que cerra os punhos e lentamente aspira o ar, como se estivesse enchendo os pulmões. A Morena, por outro lado, não esboça outra reação a não ser manter seu olhar fixo no homem criado pela ilusão.

Morena rolou ?d10 - Dificuldade 8 - Para: ???????? - Resultado: 7 Sucessos

-- E nós estamos dizendo que você. está. errado. - Diz a ruiva, pausadamente. O tom de voz dela torna-se mais hostil a cada palavra.

Enquanto a ilusão dialoga com a mulher, Baxt têm a impressão de ouvir algum ruído ao fundo. A natureza do ruído, porém, poderia muito bem ser um engano de sua própria percepção, causado pela música ensurdecedora do lugar que, agora, contava com a cacofonia de gritos femininos sobre acordes de guitarra.

-- Você preferiria que nós te dessemos informações sem qualquer problema? Você TERÁ problemas, se não nos deixar em paz. Agora.

O volume da música intensificava-se, dando àquilo tudo, uma atmosfera de uma simples briga de bar. Ao tentar observar a aura dos três vampiros, Baxt conseguia captar a mesma palidez, mas desta vez a coloração havia modificado-se, e todos - incluindo a mulher ruiva - apresentavam mistos das cores laranja e púrpura.
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Re: Prologue - A Rose for Epona

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Seg Fev 05, 2018 8:46 pm

Bomani Astennu - 15/15 PdS - 8/8 FdV - Vitalidade: Ferido (-1)


Sem poder alimentar a Besta interior naquela noite, Bomani dava-a por encerrada, retornando ao refúgio que utiliza desde que chegou a cidade. Manter os sussurros da Besta sob controle foi uma tarefa irritantemente exaustiva, ao menos até a chegada do amanhecer. Sob a segurança de um teto, longe dos letais raios solares, Astnnu dormira quase que instantaneamente assim que o sol nasceu. Ao despertar, o Setita torna a sentir a dor proveniente dos cortes de seus pulsos que, por algum motivo, nunca foram curados pelo abraço.

Levou algumas horas para que o Setita conseguisse, outra vez, encontrar comida. A caçada, que teve de estender-se por alguns bairros da cidade européia, acabou por lhe gerar frutos e deixando-o apto a prosseguir com sua nova missão, agora sem a preocupação de entrar em Frenesi enquanto locomove-se para a cidade de Nova York. Com seus preparativos prontos, não havia mais nada que forçasse sua permanência ali, a não ser como ele chegaria até o Novo Mundo.

Enoch Campbell - 6/13 PdS - 4/4 FdV - Vitalidade: OK


Enoch rolou 1d10 - Dificuldade 5 - para Dado do Destino - Resultado: 9
Resultados: 1,2,3,4,5 = Positivo | 6,7,8,9,10 = Negativo

As coisas estava começando a tornar-se estranhas para Nook. Mais uma vez com a atenção de Morgan voltada para si, o Malkaviano notava que havia algo diferente em seu olhar. Além disso, a mulher parecia analisá-lo de algum maneira, percorrendo seu corpo de cima a baixo com uma atenção que chegava a causar calafrios no Lunático.

-- Vai querer outra dose? - A Bargirl diz, ao recolher os 50 dólares que Enoch deixou sobre o balcão, para pagar o copo quebrado. Ela começava a adotar um tom de voz diferente do que usava há até poucos minutos. Ao contrário do tom amistoso que ela usara anteriormente, agora ela falava com Nook de modo ríspido, quase hostil.

Como que para tornar aquela situação ainda pior, o Telefonema que Enoch fazia para o taxista de nada adiantava. Ao tentar contactar o humano, a voz feminina da resposta dizia a seguinte mensagem: O número chamado está desligado ou fora da área de cobertura. Tente novamente mais tarde.
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Re: Prologue - A Rose for Epona

Mensagem por Ghost em Qui Fev 08, 2018 9:01 pm

Nervoso, tento me acalmar diante a mensagem dada ao tentar contactar o taxista, preciso estar calmo para pensar com clareza.
- Vai querer outra dose? - Ouço a garçonete perguntar de modo ríspido
- Não, obrigado -respondo - Bom, Morgan. Desculpe-me pelo copo. Não ando muito bem ultimamente. Por acaso sabes de algum taxista que possa estar disponível nesse horário?
Nisso, tento ler sua aura.
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Re: Prologue - A Rose for Epona

Mensagem por MEZENGA em Sab Mar 03, 2018 3:24 am



[Gasto 1 pt de sangue pra força, 1 pra rapidez e 1 pra destreza]

"Cansei de conversas" *Pensa Baxt

* Concentrado em sua ilusão, ela se expande a partir do homem que se transforma em fumaça e começa a tomar todo o salão em torno deles. Então para de se concentrar na ilusão sabendo que ela se manterá por algum tempo, até que ele saia da perto da ilsuão. Ao mesmo tempo, Baxt ofusca a Ruiva de todos os outros [ofuscação 5]

[Destreza + furtividade para emboscada]
[turnos de rapidez, descrevo após a ação regular]
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Re: Prologue - A Rose for Epona

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