O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Jan 25, 2018 10:28 pm

Arnald Bradley:


A dúvida paira na mente de Arnald. O que acontecerá após a derrota do ser que está a sua frente. Se os demais o haviam enviado ali para morrer, qual a possibilidade dele sobreviver em seu próprio mundo. O que viria depois... As palavras que lhe foram ditas antes da "viagem" apenas indicavam que ele saberia de mais assim que conseguisse derrotar o ser e voltar. Contudo, mesmo assim, o Ventrue mantém sua cabeça erguida, embora esse comportamento não tenha serventia se a Criatura estivesse lendo seu pensamentos naquele momento.

Arnald está tentando se acostumar ao uso da espada enquanto faz questionamentos ao seu oponente. À primeira pergunta o ser simplesmente da de ombros, mostrando que não se importa sobre a armadura, mas às duas outras ele responde:

- Você não sobreviverá... a menos que queira se ajoelhar perante os pés de Caleb, os meus pés. - Ele se levanta e estende sua espada em direção à Arnald. - Você vem ou eu vou? - Ele começa a andar na direção do Ventrue. Suas asas negras se abrem e batem com força uma única vez, , ficando abertas, levantando algo como areia do chão, algo com uma textura diferente da areia comum, mas é certamente a areia daquele lugar. Não mais que alguns minutos separam os oponentes.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Jan 26, 2018 5:55 pm

Outis:


Rolagem de Dados:

Outis: Potência do sangue - "-1 Sucesso(s)"

Características:

- PS: 12
- FdV: 9
- Vitalidade: Normal
* Devido à falha no uso da Taumaturgia, 1 FdV será descontado de sua ficha de acordo com o livro básico, página 178: "Uma falha neste teste indica que magia de sangue falhou, enquanto falhas críticas significam que o personagem perdeu um ponto permanente de Força de Vontade."


Finalmente Outis chega ao castelo. Ao aproximar-se do lugar, o Tremere encontra um carro estacionado. Ele então estaciona bem próximo e retira uma foto, que envia diretamente para Bristol. Enquanto espera a resposta, Outis aproveita o momento para conjurar o poder do sangue com o objetivo de tornar-se mais poderoso, afinal não da para saber o que o vampiro irá enfrentar no castelo. Acostumado como está ao uso deste Dom, o Cainita estranha quando não se sente mais forte.. ao contrário, ele sente como se algo roubasse um pouco de sua essência rígida. Algo está errado consigo mesmo. A Taumaturgia não é uma brincadeira e, com o conhecimento adquirido sobre esta durante décadas, ele sabe que recebeu sua punição por tentar utilizá-la sem estar preparado de corpo e alma.

Contudo, há uma missão a cumprir e Outis deve continuar sempre indo em frente se quiser subir os níveis da pirâmide. Em sua primeira observação, ainda no carro, o Tremere não vê ninguém dentro do outro veículo, então ele utiliza seu sangue para deixar a pele mais "viva" e segue em direção ao carro. Assim que ele chega à frente do veículo, e não vê ninguém dentro, ele recebe uma ligação do Regente.

- Meu Lacaio o dirigia enquanto levava o outro Tremere do qual falei para entrevistar Peter. Sabendo que poderia ser importante, mandei que nenhum dos demais trouxessem-no de volta, mas fique a vontade para vistoriá-lo. - Assim que termina de falar, Bristol espera alguns poucos segundos para que Outis possa falar algo e, se não o fizer, ele desliga o aparelho.

O Tremere retira sua faca e fura os dois pneus do lado esquerdo do carro antes de caminhar até a porta, que está aberta. Alguns metros separam o muro da porta principal que leva ao interior da fortaleza. O campo ao redor do prédio principal é completamente coberto pelo verde da grama, mas nenhuma árvore é visível dentro dos muros. Em dois pontos distintos, o Cainita pôde ver que paredes impediam a passagem para a parte de trás do castelo, embora o muro externo desse a volta em toda a fortificação com aproximadamente a mesma distância entre o prédio e a parede externa.
Vista do castelo:



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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por HaSSaM em Dom Jan 28, 2018 11:55 am

- Quero inventar o meu próprio pecado
Quero morrer do meu próprio veneno.

- Chico Buarque, Cálice.

Talvez não ter de encarar os olhares de nojo e repudio das pessoas ao seu redor fosse o ponto alto de sua noite. Ou talvez o simples fato de ver uma oportunidade na qual pudesse lucrar em cima de alguém mais fodido que ele. Jack não sabia. Mas a noite tinha bons presságios estampados na decoração dos prédios por onde passava. Jack, com as mãos nos bolsos e com um sorriso no rosto, seguia para o que parecia ser o Elísio, pelo menos, temporariamente já que o anterior sofreu uma onda de ataques. Estaria o sabá por de trás disso? Jack não sabia e por isso ia atrás de alguém que sabia mais que ele.

Abordado logo na entrada. "Meu Deus idiotas" Pensa Jack tirando o canivete do bolso, único objeto que poderia ser considerado como arma que tinha no corpo. "Se eu fosse a porra de uma ameaça não seria vocês que deteriam minha entrada" Pensa ele olhando o mortal em seu uniforme elegante. Abrindo os braços Jack da uma radadinha para que ele passasse o objeto. Já estava acostumado com isso, pelo menos o infeliz não o jogou contra a parede e pediu pra abrir as pernas como os policias faziam com ele antes do abraço. Como havia sentido, aquela noite tinha algo de especial.

Finalmente Jack entra no Elísio. Chato. Coisas sem graça a todo redor. "Porque ainda não fizeram o Elísio em um bar" Pensa andando pelo lugar se sentindo um gênio, Jack anota mentalmente aquela ideia. Passando por uma peça de armaduras dos seculos passado Jack fica impressionado. "Se essa porra de Elísio for invadida de novo vou enviar essa peça de bronze no rabo de alguém" Jack continua sua caminhada quando duas mulheres o abordam.

- Jack, Jack hunter. E Quem são as senhoritas? -
Pergunta ele com um sorriso no rosto. - Onde posso encontrar Roden por aqui? - Indaga logo em seguida para logo tirar o  que queria dela e deixa-las com suas perguntas.

Se ambas tivesse os olhos mais aguçados veriam um ser asqueroso vestindo um terno rasgado e surrado, um rosto monstruoso com pustulas de pus explodindo pra todos os lados ,chumaço de cabelos faltando na cabeça, dentes tortos e retorcidos.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Jan 28, 2018 9:09 pm

Jack Hunter:


- Pelo seu sotaque, deve ser americano. - Responde a segunda mulher. Em sua voz há um leve tom de desprezo. - O que você veio fazer aqui? Não me diga, eu posso adivinhar... é mais um desses vampiros de fora veio pensando em conseguir algo aqui devido aos ataques. - Rapidamente o Nosferatus muda o destino da conversa e pergunta pelo Xerife. A primeira mulher informa que Roden está em uma das últimas áreas do prédio, onde há uma maquete com as áreas do Castelo de Edimburgo. Ambas viram as costas para Jack e retornam para o caminho que estavam seguindo.

Jack continua o caminho até o local indicado pelas duas mulheres. Na sala há uma maquete de aproximadamente um metro e meio de altura representando a arquitetura do castelo sem o teto, mostrando o interior deste e indicando com retângulos de papel o que seria cada cômodo. De costas para a entrada e de frente para a maquete está um homem alto, careca e vestindo um terno. Com a aproximação do Nosferatus o homem se vira. Como não havia mais ninguém na sala, aquele é certamente o Xerife: um homem que tinha aproximadamente 40 anos ao ser transformado, forte, talvez um lutador em sua vida mortal, com o traço mais marcante sendo os três anéis em suas mãos: dois na mão direita e um na mão esquerda, este ultimo tinha a forma de uma serpente se enroscando em seu dedo.

- Gostaria de falar comigo? - A voz do Cainita é forte, o som de alguém acostumado ao comando.
Roden:



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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Simon Black em Ter Jan 30, 2018 9:02 pm

Simon ouve em silêncio as primeiras palavras que são ditas a ele, não pelo bispo, mas sim por um dos cainitas do "outro grupo".

Encarou-o por um instante e pensou no que ele dissera. Eles sabiam ao menos sobre os arredores do castelo. Isso seria importante para a primeira etapa da invasão, mas andar dentro do mesmo...

Isso era outra história. E talvez fosse a mais importante. Estariam no escuro lá dentro. Precisavam encontrar, rapidamente, uma vantagem.

Seus pensamentos foram interrompidos pela fala da garota que fazia parte do mesmo "grupo" que ele. E foi exatamente as palavras que ele queria ouvir.

- Um mapa... ok, continue... - perdera por um instante o "fio da meada", mas logo a narrativa foi retomada. Então teriam um pequeno exército lá dentro e uma possível conjuração de feiticeiros a enfrentar.

Produtos farmacêuticos... Desgostava por completo daqueles que mexiam com forças mágicas. Já dera cabo de mais de um tremere em sua não vida. Uma antiga capela. Um sorrisinho brotou no canto de seus lábios ao lembrar daqueles cainitas pegando fogo.

O olhar feroz do Bispo e suas palavras sobre não aceitar falhas foram recebidas normalmente por Simon. Ele acenou com a cabeça, quase como se estivesse batendo continência para o mesmo.

- A missão será cumprida! - disse e ergueu-se da cadeira, seguindo com os demais membros do seu Bando.

Do lado de fora, encarou finalmente o homem que arrancara a mão na noite anterior. Ouviu as palavras da garota, mas não sorriu. Apenas murmurou:

- John, espero que não guarde ressentimentos. Cumpri ordens ontem da mesma forma que as cumpriremos hoje! - fez um aceno de cabeça e pegou a chave do carro.

- Há propósito, me chamo Simon Black! - apresentou-se a eles e em seguida virou-se para a garota, perguntando - E você é?

Em seguida, entrou no carro e começou a dirigir, assim que os dois entraram também. Ia no caminho pedindo indicações, já que não conhecia exatamente o caminho.

- Há algo mais que vocês sabem sobre o lugar ou sobre os que lá moram?
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Jan 31, 2018 8:01 pm

Simon Black:


John escreveu:- John, espero que não guarde ressentimentos. Cumpri ordens ontem da mesma forma que as cumpriremos hoje!



Ao ouvir as palavras de Simon, o Cainita que ele caçara na noite anterior olha para o Gangrel sem entender muito bem sobre o que ele estava falando. A expressão em seu rosto era de total incompreensão, que modificou-se um pouco para algo indicando que ele achava Simon louco. Assim, John fez um rapido aceno com a cabeça mostrando uma afirmação e seguiu para o banco de trás do carro logo que o Gangrel se apresentou.

- Camille. Este é o meu nome. - Ela olha para o lado. - Não mãe.. ele não é ruim, ele vai servir. - Ela volta a olhar para Simon com um sorriso no rosto. - Vamos? - Ela corre até o banco da frente e abre a porta, sentando- se no banco.

Simon começa a dirigir o carro. Ao pedir indicações do caminho, Camille volta a dizer que ele deve se guiar pelo carro do outro bando, pois eles possuem um mapa com a rota mais rápida e segura até o local, mas que se fosse necessário ela mesmo indicava o caminho que conhecia. Rapidamente os olhos do Gangrel focam no retrovisor interno do carro. John está olhando para ele fixamente com um olhar sombrio. Certamente ele fez as conexões e descobrira do que Simon estava falando instantes atrás. Em seu rosto está estampada a certeza de que Simon pode espera por algo e não será esquecido...

Simon está agora em um bando novo, com companheiros que já se conhecem, mas que ainda não o conhecem. Ademais, um desses companheiros teve sua mão arrancada pelo próprio Gangrel na noite anterior. Algo precisará ser feito...

Do lado de fora, a paisagem é bela. Montes se espalham pelo horizonte com grandes árvores sem folhas. Uma leve camada branca formada pela neve começa a surgir no chão, encobrindo a grama, antes verde, e deixando-a com aparência morta.

Camille liga o som do carro.

As horas vão passando e finalmente o carro com os membros do Hell's Fire faz sinal de que irá sair da pista. Alguns metros dentro de um bosque eles param o carro e descem.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Beaumont em Sex Fev 02, 2018 10:45 pm

Beaumont (Freira) : - Blasfêmia, você insulta a divindade, a religião e tudo o que é considerado mais sagrado em nossa existência com suas palavras ! 

Minha voz se alterou levemente, o jogo deste Erwin alimentava a minha besta de maneira visceral e alienada. Eu não respondi a sua pergunta sobre meu nome por dois motivos óbvios: Primeiro porque seria muito mais interessante que ele achasse que a minha personagem estivesse abalada com suas palavras, eu podia sentir que pouco a pouco havia uma desconfiança enorme dele sobre a minha a real identidade e a interpretação poria uma dúvida avassaladora sobre a sua mente, segundamente porque eu estava mais interessado em saber quem ele era do o contrário. A minha interpretação era de uma mulher exaltada, minhas mãos tremeram quando ouvi aquilo. Deixei parte da besta evoluir unicamente para dar mais vivacidade a personagem da freira fervorosa. Me aproximei de Bianca que serviu como o álibi perfeito para nutrir o papel quando ela ficou ao meu favor. Me fiz de vítima em meu papel perfeito, suspirei fundo em minha mentira impecável de simular a mortalidade (esp. Lábia) 

Beaumont(Freira) : - Sim, eu explicarei tudo ao senhor, mas farei isso a sós, o que tenho a dizer pode ser perturbador tanto para a senhora Fellini quanto para Bianca. 

Me aproximei de Geovanna e sussurrei em seu ouvido "Peça a Milano para me guardar e diga como estou vestida, estarei em ambiente aberto, ele deve ser discreta". Logo em seguida me aproximei de Bianca, segurei ternamente suas mãos e com um sorriso terno me coloquei a agradece-la também com um sussuro. "Tenha uma boa noite minha filha, seu caminho será iluminado e eu posso ver isso". Tive a certeza de olar para Erwin unicamente para notar o grau de sua curiosidade perante as palavras que citei, mais uma vez sua incrivel coragem em vir aqui completamente desarmado e com suspeitas da minha natureza me deixaram intrigado. Completamente intrigado. 

Beaumont(Freira) : - Queira me acompanhar sr. Erwin. 

Eu então abri a porta de madeira da maneira mais sutil possível, meu rosto encaravam Geovanna para que ela me confirmasse que havia entendido o plano perfeitamente, Geovanna precisava avisar minha guardiã Alessa de que ela sabia quem eu estava performando e o local aberto seria perfeito para que ela pudesse usar alguma arma silenciosa e a longa distancia caso fosse preciso. Erwin era enigmático, perigoso e sem duvidas incrivelmente confiante em sí mesmo para estar aqui sabendo quem eu sou e não trazendo consigo nenhum tipo de reforço aparente. Meus ouvidos se tornaram mais aflorados unicamente para que eu pudesse me focar em seus batimentos cardíacos (Auspicios 1) Ele era um humano ? Ele estava longe de se parecer com um muito perto de estar falando realmente a verdade sobre suas pesquisas. Os "antigos" poderiam ser facilmente traduzidos para "anciões", Erwin se mostrava uma presa enigmática incrivelmente saborosa. Meu sorriso poderia destruír a minha performance então eu precisava evita-la a qualquer custo, segui na frente mas nunca deixando a guarda inteiramente aberta, me virava de flanco de momentos a momentos e o conduzia até um longo corredor com o teto descoberto semelhante a um jardim . 


Beaumont (Freira) : - Antes de lhe contar essa história preciso perguntar, quem é o seu contato, quem falou com o Sr. sobre Beaumont ? Pois talvez o senhor não saiba, mas você não foi o primeiro a procurar por ele. Talvez seja por isso que ele tenha ido embora. Muitas pessoas sem explicação perguntando por você pode assusta-lo. Talvez se o senhor fosse um pouco mais transparente essa "cortina" que esconde o Padre poderia vir a cair. Me diga sr. Erwin. Quem o mandou aqui ? (Presença 3 - Transe)

Era óbvio que para conseguir arrancar algo dele eu precisava conquistar a sua confiança. eramos dois predadores escondendo de fato nossos segredos e eu aposto que o tempo todo ele também está tentando obter informações de minhas, de Geovanna e até mesmo de Beaumont. A pergunta real é. O que ele quer ?? Ainda com os sentidos aguçados aflorados, eu esperava a posição de Alessa, precisava ter a certeza de que ela estava a proteger o meu pescoço de qualquer alusão ao perigo que Erwin pudesse me proporcionar, o sangue percorria o meu corpo e enrijecia meus musculos mortos...Eu estava me preparando para qualquer ação do invasor... (Gasto 3Pds em Força) 

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Agradecimento a todos os players que gostam da minha narrativa  cheers clown cheers
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Undead King em Sab Fev 03, 2018 10:23 am

O ar desse mundo me incomodava, era denso e estranho para mim, assim como o sol negro que não saía do lugar. Era tudo muito diferente, e lá na minha frente estava uma criatura que mais parecia um anjo caído, e eu tinha que subjugar ela ou sofrer com um tormento eterno. Era uma situação desgraçada, eu estava completamente ferrado...   - Pode caminhar até mim, Caleb, eu não sou digno de caminhar na sua presença - Eu estava nervoso, com medo desse combate, mas falava em tom de escárnio, afinal meu orgulho era a única coisa que eu podia me apegar nessa hora.
Caleb, com suas asas negras abertas para intimidar, avançava. Eu me pegava surpreendido com o combate iminente, aquele ser de 2 metros e com armadura, com uma proficiência com a espada capaz de ganhar de um arcanjo, estava vindo me atacar. Merda...  como eu posso ganhar desse desgraçado?! Olhava para os lados, procurando alguma forma de evitar o combate naquele corredor de pedra, mas sem achar nada. Será que os dons vampíricos funcionavam nesse mundo? Eu tinha que testar pra saber, e talvez o subjugar significasse isso. Meus olhos se fixaram no ser, e uma aura de vontade o encobria, eu não era o inimigo, era na verdade a pessoa a quem ele sempre quis se ajoelhar! (Bradley vai tentar usar Presença 3 no Caleb)
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por HaSSaM em Sab Fev 03, 2018 3:54 pm

A mulher menospreza o imortal sem qualquer receio, vulgarmente escarra as verdades mais profundas de suas motivações na cara de Jack. Ou ela era muito esperta ou Jack já não era o primeiro. Um sorriso cínico estampa sua face. Sua bela face. Quais outras verdades ela  jogaria nele caso visse por detrás de sua ilusão? Jack não da muita atenção pra isso, já estava tempo demais naquele mundo para dar atenção a intrigas insignificantes. No final, quem conseguisse salvar aquele navio teria suas recompensas. Quando se trata de uma cidade cercadas de inúteis já era esperado chegar alguém mais qualificado. E quando Jack conseguisse o poder, teria ela audácia para menospreza-lo? Jack guarda seu rosto na memoria, ela não dizia seu nome, mas Jack se lembraria dela. em breve...

- Talvez um desses vampiros de fora salve seu traseiro magrelo e impeça a queda da cidade enquanto as duas passeiam pelo Elísio - Diz Jack colocando as mãos nos bolsos e dando as costas para as duas mulheres.

Já havia conseguido o que queria, a localização do xerife e coloca-las em seu devido lugar. Perder tempo com as duas não estava em seus planos, e continuar aquela briguinha fútil muito menos. Jack continua seu caminho e logo encontra-se com o xerife. O guardião da cidade. O membro que traria paz e segurança para todos ali. O homem que Jack usaria para seus próprios fins sórdidos para conseguir poder. Ou quem saber, algo melhor. O que viesse primeiro já estava de bom tamanho.  

- Se você for o Roden de que todos falam. É você mesmo? - Diz Jack se aproximando ainda mais. - Me Chamo Jack, Jack Huter. Membro do clã nosferatu. - Jack falava de modo serio, as primeiras impressões eram tudo que tinha junto com uma conversa fiada sobre ajudar a cidade, Jack estende a mão para cumprimenta-lo - Estava próximo a cidade quando ouvi os boatos sobre os ataques, venho lhe oferecer minha ajuda de deter os avanços desse grupo e impedir um possível ataque sabá.

Jack não sabia muito sobre os últimos acontecimentos. Não conhecia a cidade. Não podia ajudar em absolutamente nada. Mas pra quem esta se afundando qualquer bosta é boia. Jack só precisava de tempo para conseguir dominar a operação de defesa e conseguir substituir o antigo príncipe, o inútil miserável que desapareceu. Que por sinal ainda era uma incógnita. Teria ele tomado conhecimento do que estava prestes a acontecer na cidade? Teria ele fugido com os rabos entre as pernas? Teria ele sido assassinado na calada da noite? Estaria ele numa operação secreta tentando salvar a cidade? Jack estava totalmente no escuro, e se havia alguém que poderia lhe esclarecer as coisas, esse alguém era Roden.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Outis em Seg Fev 05, 2018 11:21 am

O fato de falhar na utilização de um dos poderes mais básicos que nosso clã possui é, no mínimo, frustante. Funcionamos de maneira simples, e ao mesmo tempo extremamente complexa. Nervosismo? Jamais. Destino? Quem sabe... Puto da vida, tento esquecer a falha amadora que acabo de cometer e continuo com o plano. Me aproximo do carro e noto que a principio não há ninguém dentro. Ótimo. O celular toca, é Bristol.

— Certo. Irei retornar assim que tiver mais informações ou alguma dúvida. Até logo.

Desligo o celular e rapidamente furo os pneus do carro. Adentrando o perímetro do castelo, posso ter uma visualização melhor de seu interior, simetricamente guarnecido pela parede que contorna todo o castelo. Não deve impedir muita coisa se tratando do supernatural, mas ao menos dificulta a ação do gado.

Atento, continuo seguindo em frente rumo a parte de dentro do castelo, buscando encontrar alguém ou algo que indique o paradeiro do Tremere e do Carniçal.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Fev 08, 2018 5:00 pm

Luthero Borgia/Beaumont:

Rolagem de Dados:

Beaumont: Transe - 0 Sucesso(s)

Características:

- PS: 16
- FdV: 6
- Vitalidade: Normal

- Força 5


Beaumont é um perfeito ator. Aos olhos dos demais ele é visto como uma freira completamente insultada pelas palavras de Erwin, mas em seu interior o Ancião se diverte com o que está acontecendo. Seu desejo por conhecer o ser que invadiu seu território tem consumido sua mente e permitido à Besta se liberar de forma contida. Ao olhar para Erwin, a Freira viu uma expressão gélida.. Talvez ódio.. mas que logo se esvai em uma máscara de pedra, nenhuma emoção. Seus olhos vazios se prendem nos de Beaumont por algum tempo, enquanto este se aproxima de Bianca e esta reclama das palavras do pai. Assim que ela termina de falar, o homem a olha serenamente e o clima "pesado" que se formou volta a sumir com a mesma velocidade com que surgiu.

Antes de saírem da sala, Beaumont deixa algumas palavras com a Abadessa e com Bianca.

- Eu a levarei para conhecer os dormitórios senhor Erwin. - Diz Geovanna antes que os dois saíssem. Beaumont sabia que ela cumpriria sua parte no pedido e em pouco tempo a guarda-costas do Ancião estaria pronta para assegurar sua não-vida, mas antes a mulher precisaria se livrar da garota para continuar com o jogo.

Erwin segue àquele antes chamado pelo nome de Luthero para uma área completamente aberta, onde Milano poderia facilmente acertá-lo a qualquer sinal de problemas. Os dois caminham, com Beaumont um pouco mais à frente. Todo o caminho é feito em silêncio. Nos momentos em que virava para olhar o invasor, o Ancião só vê a mesma expressão vazia que se formou após a discussão na sala de Geaovanna. Ele não parecia estar olhando para o Cainita, mas sim para frente, seguindo o movimento da Freira.

O Cainita potencializa sua audição, tentando notar algum batimento cardíaco no intruso. O único som que vem dele são de seus sapatos batendo no chão e ecoando pelo corredor. Seria ele um vampiro ou alguma outra criatura? Finalmente Beaumont chega ao lugar onde pretendia. Um jardim se abria à sua frente, sem teto, mas com as grossas paredes dos prédios do mosteiro permitindo uma abertura para Alessa ficar de prontidão.

O silêncio é quebrado pelas palavras do próprio Ancião, que são analisadas pelo outro de forma lenta. Os sons da rua atravessam as paredes e chegam aos ouvidos de Beaumont, poucos carros parecem circular. Mas sua atenção está completamente focada em ouvir Erwin e descobrir se Milano está em posição. O Cainita continua a sondar o lugar à procura de sua Lacaio enquanto o outro não responde. Ao que parece, esta é a segunda vez que seus Dons são aparados por Erwin. Um som acima do telhado, atrás de Erwin chama a atenção de Beaumont. Alessa havia chegado e estava pronta. O homem não parecia estar ciente do que acontecia e começa a responder.

- Como disse anteriormente, um colega me contou sobre ele e pediu que eu lhe trouxesse um presente... poderia chamar mais de oferenda. Ele gostaria do auxílio de Beaumont em uma de suas jornadas.
- Um sorriso se forma em seu rosto, mas com sua presença enigmática é muito difícil saber se este foi um sorriso de concordância ou de escárnio. - Mas é uma pena que ele não esteja aqui.. embora reitero que este colega nunca errou. Será que ele não está por aqui sem que você saiba.. irmã...? - Novamente ele questiona Beaumont sobre seu nome. O Cainita concentra-se em seu sangue, bombeando-o para seus músculos e os fortalecendo.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Fev 08, 2018 5:05 pm

Arnald Bradley:

Rolagem de Dados:

Arnald: Transe - -1 Sucesso(s)

Caleb: Ataque - 5 Sucesso(s)
Arnald: Esquiva - 1 Sucesso(s)

Caleb: Dano - 4 Sucesso(s)
Arnald: Vigor - 1 Sucesso(s) + 3 Automáticos


Caleb continua indo para cima de Bradley. Suas asas negras o impulsionam para frente, diminuindo o espaço entre os dois. Arnald se vê preso a única coisa que aparece em sua mente, tentar derrotar o Ser Angelical usando sua principal arma, a Presença que sempre funcionara tão bem no mundo físico, até mesmo quando estava sendo preso na cela do "laboratório", como dissera Sebástian. Caleb levanta sua espada e parte com tudo para acertar o Cainita. Sua tentativa foi infrutífera.

- Morra, criatura inferior.
- Essas foram as palavras antes de desferir o golpe fatal.

A espada desceu em um semicírculo atingindo diretamente o ponto entre o pescoço e ombro de Arnald indo para dentro de seu corpo. O vampiro sentia o frio da lâmina de metal em seu corpo, mas só isso... sem dor, sem sangue. Ao olhar, a lâmina havia parado onde acertara. Caleb estava bem à sua frente. Dois olhos azuis em fúria enfrentando os de Bradley.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Fev 08, 2018 5:21 pm

Jack Hunter:


Haviam poucas pessoas dentro do Elisium naquele momento, sendo que Jack encontrara somente com duas, mas não havia dúvidas de que outros estavam ali. Ainda assim, há um silêncio mortal dentro da sala. Certamente aquela câmara fora construída com o objetivo de abafar os sons externos. Roden olha diretamente nos olhos do Rato, como avaliando a criatura à sua frente. Pela face do Xerife não é possível avaliar o que ele está pensando sobre o cainita.

Roden tem um olhar forte, assim como sua atitude e voz. Ele se aproxima de Jack assim que este estende sua mão. O Cainita aperta a mão do Nosferatus. - Não gosto de enrolação, então me diga no que eu posso usar sua ajuda, senhor Jack. - A voz do homem da uma entonação maior no 'usar'.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Fev 08, 2018 10:21 pm

Outis:


Rolagem de Dados:

Outis: Percepção - 1 Sucesso(s)

Outis: Investigação - 2 Sucesso(s)

Do lado de fora não há nada que chame a atenção do Tremere, então este começa a caminhar para o interior do castelo. Assim como a entrada externa, a porta que leva ao interior do edifício está aberta, mas não escancarada. Alerta à qualquer problema, Thoreau entra no castelo. Uma observação superficial mostrou que não havia nada de errado, então ele começa a caminhar pela salão que se estende a sua frente. Este possui mais de 20 metros de largura e profundida. Nas paredes, alguns quadros pintados com cenas de batalhas antigas. Grandes janelas surgem a cada 2 metro, sendo cobertas por grossas cortinas vermelho sangue. Um tapete de cor amarelo claro contendo formas geométricas se entrelaçando atravessa todo este salão. Ao final, uma escada leva ao andares superiores. Nas laterais do salão, pequenas mobílias contendo fotografias, antiguidades e alguns outros apetrechos preenchem os espaços não cobertos pelas cortinas. Ao andar próximo da escada, o Feiticeiro percebe a presença de uma porta posicionada na lateral da escadaria de pedra, já perto da parede do fundo do salão.

Um odor chama sua atenção ao chegar à porta, sangue. A olhar para baixo, o Tremere vê uma pequena mancha vermelha logo abaixo da porta.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por HaSSaM em Sex Fev 09, 2018 3:32 pm

O xerife aperta a mão purulenta de Jack que fica satisfeito com ele indo direto ao assunto. "Após tantos imbecis o procurarem pra ganhar alguma coisa ele já deve estar cansado de tanta ladainha" Jack sorri enquanto rodeia a maquete em passos lentos. "preciso dar a ele algo melhor do que apenas palavras vazias" Jack pensa olhando as defesas que ele planejava "O que poderia ser tão bom quanto  aquilo que queremos?" Jack sorri com a própria linha de pensamento "Claro... Mentiras" Ele olha nos fundos dos olhos do Xerife.

- Em muitas coisas, é claro! -Ele diz parecendo assustado com a pergunta -Mas a principal seria na estrategia e defesa da cidade. Tenho uma certa experiencia com isso - Diz ele olhando a maquete. - Claro que você parece já estar fazendo isso, mas acredito que duas cabeças pensam melhor do que uma.

Jack pensa em dizer mais, sobressaltar suas qualidades. Mas desiste rapidamente. Eles que precisam de ajuda. Eles que vão cair caso não consigam deter o saba. Jack não tem nenhum compromisso ali. Poderia sumir da cidade como um bom e sábio nosferato sem qualquer problema. O xerife seria um tolo se recusasse. Mas de tolos, aquela cidade estava cheia. Jack faz uma prece silenciosa para que Roden não seja apenas mais um tolo. Numa guerra a muitas formas de se ganhar alguma coisa. Se não fosse através de Roden, seria através de outras oportunidade. Só esperava o momento certo e a hora certa.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Simon Black em Sab Fev 10, 2018 8:34 pm

Simon balançou a cabeça negativamente ao ver que o cainita que enfrentara no dia anterior não havia entendido o que ele dissera. Paciência, voltou-se para a garota que parecia falar consigo. Ao menos inicialmente ao se apresentar como Camille, mas em seguida ela passou a falar sozinha. Ou com a mãe, que não estava ali. Ergueu as sobrancelhas e pensou que bando de loucos era aquele em que ele se metera.

Embora ele também o fosse. Afinal, não era ele que ainda tinha pesadelos com sua vida mortal? Não era ele que acordava com seu ombro doendo todas as noites?

- Vamos...

Suspirou e entrou no carro como indicado, imediatamente passou a dirigir pelo caminho. Seus olhos percorriam o ambiente e enquanto dirigia pelo caminho que devia seguir, seus olhos acabaram no retrovisor e ele viu a expressão sombria de John. Ele suspirou de novo ao perceber. Murmurou apenas:

- Como eu disse antes, John, apenas cumpri ordens. Não sabia nem mesmo quem estava naquela sala... - voltou a dirigir e tirou os olhos do retrovisor, estavam finalmente chegando no destino - Espero que não leve para o lado pessoal... - completou e parou o veículo.

Desligou o carro, tirou o cinto, abriu a porta e desceu do carro. Encarou os membros do bando Hell´s Fire.

- É aqui, certo? E agora? Qual o caminho? - perguntou baixo, verificando seus pertences para a missão que logo ia iniciar.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Beaumont em Seg Fev 12, 2018 11:50 pm

Estavámos ali, exatamente onde eu queria, Erwin e eu e mesmo assim a auto confiança desta criatura era surpreendentemente inabalável. Meu instinto secular não me enganava, essa criatura. Erwin já possuía a ciência da minha verdadeira indentidade e mesmo assim ficava brincando nesse inexpicável e sem sentido jogo de advinhações. Ele queria realmente que eu dissesse onde estava Beaumont, será que ele acreditaria se eu simplesmente dissesse que Beaumont era qualquer um dos frades que compunha a eletiva hoste anglicana de Ferrara ? 

Eu me propus a vagarosamente caminhar em direção a umas das copas de alvenaria que compunha a grande Catedral. A escuridão era o meu lar e era ali onde eu mais me sentia bem, aos olhos de Erwin eu creio que ele deve estar me enchergando como a freira fervorosa de antes, mas mesmo como a freira que costumo aparenta, minhas ações paulatinamente tornarão a faze-lo entender qual seria a minha real natureza, Erwin...Erwin. Seu poder enigmático me levam a crer a cada segundo que você é uma carapaça oculta e impenetravel. 

Enquanto ele falava eu me voltei a permanecer nas sombras, minhas roupas claras não me permitiam ocultar por completo, esse era o meu objetivo, ficar apenas um pouco mais discreto para minhas ações futuras. Quando Erwin perguntou o meu nome tive de brincar um pouco mais em nosso enigmático jogo de detetive. 

Beaumont(Freira) : - Em todos esses séculos de existência, Beaumont nunca revelou sua verdadeira natureza a ninguém, ou quem sabe tenha revelado, como seu "amigo" pode ter certeza que falou com a lendária criatura que vaga por Ferrera se mesmo você não possuí certeza de que está falando com ela esse tempo tempo ? Eu poderia ter passado por você dezenas de vezes e você nunca perceberia, como pode ter tanta certeza que Beaumont é um Padre ? Suas informações estão cada vez menos imprecisas meu caro senhor. e da mesma forma que sou tão escorregadio a ponto de dar a verdadeira localização de Beaumont, você também é a ponto de revelar a verdadeira natureza desse seu misterioso amigo. Então até que você me diga quem te enviou aqui, nunca saberá a verdadeira forma do ser que procura, você pode nunca acha-lo se não souber quem está procurando sabia senhor Erwin ?

Depois de reverlar as minhas intenções, meus olhos e minhas presas se tornam mais insinuosas, minhas presas mostram a minha natureza bestial, meu ser maligno se esboça demonstrando de forma ameaçadora e velada que se ele não disser (Man+Intimidação 9 dados) quem está por trás da minha procura eu teria de força-lo de maneira um pouco mais dolorosa (2PDs em Força)

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Fev 13, 2018 6:07 pm

Jack Hunter:


Roden é um homem forte, e certamente coloca medo em seus adversários. Para alguns Cainitas isso é um dos pontos essenciais para um Xerife que quer ter algum futuro. O cainita ouve atentamente ao que Jack tem a dizer, olhando diretamente em seus olhos. O Nosferatus parece ofendido às palavras do Xerife, que não da a menor importância para isso. Assim que Jack termina, Roden volta para sua posição original, ficando de frente para a maquete do Castelo de Edimburgo. Segue alguns instantes de silêncio até que Roden volta a falar:

- Você ainda não respondeu a minha pergunta. Onde eu poderia lhe usar? - Diz enquanto senta no banco atrás de si. Embora sua voz seja firme, dura, o Nosferatus teve a certeza de que havia plantado uma semente nos pensamentos de Roden, pois antes do Xerife se afastar seu olhar mostrava a determinação de alguém que conseguiu enxergar uma saída. Prestando atenção no Xerife, Jack vê que este sentou-se de forma a permitir mais um sentado confortavelmente no banco.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Fev 13, 2018 7:35 pm

Simon Black:


Simon se vê cercado por árvores altas e bastante antigas, provavelmente com centenas de anos. O frio do começo de inverno não retirou sua beleza, e muitas delas ainda possuem folhas. A resistência de coníferas ao frio é impressionante. Camille desce do carro logo após, mas John demora um pouco antes de sair. O Gangrel vê os quatro homens do Hell's fire caminhando na direção deles e logo pergunta como será o caminho a partir dali.

- Agora nós esperamos um pouco. Foi aqui que combinamos de encontrar Denver, não?
- Diz o mesmo Cainita que lhe mostrara as imagens do castelo, olhando para Camille. A garota, que não parecia ter mais do que 15 anos ao ser transformada, faz um sinal afirmativo. - Meu nome é Raphael. - Ele estende a mão para Simon.

Os outros membros do Hell's fire se espalham para o interior da floresta, cada um indo em uma direção diferente.

- Eles estão vasculhando a área a procura do companheiro de vocês. Como você sabe... invadir o covil de um Feiticeiro nunca é coisa fácil. - Enquanto fala, Raphael retira uma bolsa do carro. Ele a abre e pega o drone que estava em seu interior. O Cainita liga o aparelho e, em instantes, o drone está sobrevoando a área. Raphael conecta o visor do drone em uma tela maior, sentando-se no chão. Camille senta-se ao seu lado e observa a tela. Logo no início, os três cainitas do outro bando aparecem no visor, mas todos somem alguns segundos depois, dando espaço somente para o mundo de árvores.

O drone vai cada vez mais alto, até que surge um ponto se movendo dentro do bosque. Raphael aproxima a imagem neste ponto, mostrando uma pessoa se dirigindo ao lugar onde eles estão.

- É ele. - Diz Camille.

- Ele está chegando. - Fala Raphael em um microfone que ele puxou do fone em seu ouvido. - Podem voltar.

Em pouco instantes os três membros do Hell's fire estão de volta, junto com Denver. Este é um cainita com não mais que 25 de aparêcia mortal.

- Há mais um com ele, além de alguns serviçais dentro do castelo. - Ele para e olha para os sete presentes. - Somos oito... mas um que deixei lá. Acho que não teremos problemas. Precisaremos andar mais 15 minutos Aparentemente não há magia protegendo a parte externa, mas não conseguimos nos infiltrar profundamente. Logo na entrada há um muro alto, mas não será problema. Dentro, só pudemos observar uma escada que leva aos andares superiores. Sabemos que existem um andar subterrâneo dividido em várias alas por baixo do castelo, pois conseguimos capturar um visitante assim que este saiu do lugar. Contudo ele morreu antes que conseguíssemos retirar algo a mais. - Ele olha para todos. - Algo mais ou podemos seguir?

Os membros do Hell's fire se levantam, assim como Camille e John, o último não para de olhar para Simon. Denver vira-se e começa a seguir na direção em que veio com os demais o seguindo. Pouco depois, o castelo surge à frente. Há um carro estacionado com um motorista dentro deste.


Última edição por Fuuma Monou em Qua Fev 14, 2018 9:01 am, editado 2 vez(es)

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Fev 13, 2018 10:33 pm

Luthero Borgia/Beaumont:

Rolagem de Dados:


Beaumont: Intimidação - 0 Sucesso(s)
Erwin: Força de Vontade - 4 Sucesso(s)

Erwin: Interrogatório - 3 Sucesso(s)
Beaumont: Força de Vontade - 4 Sucesso(s)

Características:

- PS: 14
- FdV: 6
- Vitalidade: Normal
- Força 7


Erwin olha a Freira mover-se até um local mais escuro dentro da área aberta. Seus olhos a acompanham calmamente e, quando esta para, ele caminha de forma a não deixar mais de um metro entre eles. Da mesma forma ele escuta as palavras de Beaumont. Seus olhos se perdem por um momento, focando em algo atrás do Ancião, mas logo voltam a encará-lo no momento em que este mostra-lhe as presas e o olha de forma ameaçadora. Erwin sorri frente a intimidação do Vampiro, um sorriso de deboche, e começa a falar:

- Finalmente entramos nesta etapa do diálogo. Posso passar semanas assim.. afinal, tenho todo o tempo do mundo. Mas Mael gostaria que nós apreçássemos as coisas. Ele estaria em completa agonia agora, talvez tivesse posto tudo a perder na frente de Bianca. Por isso ele me enviou, escavar civilizações antigas me permitiu ter a paciência de Jó, se é que me entende. - Ele da um passo para trás e vira-se, ficando com o lado direito do corpo voltado para Beaumont e o esquerdo para o lugar onde Milano havia se escondido. - Se chegamos a isso, significa que todos aqui sabem no que estão se metendo e os mortais não passarão pelo infortúnio de ver o que somos... - Seus olhos tornam-se vermelhos e vão de Beaumont para o telhado onde está sua Lacaio, retornando rapidamente para o Malkaviano. - Com exceção daquela ali.. que sabe o que você é. - Ele levanta a mão esquerda, apontando para Milano. Nesse momento Beaumont pôde ver que ele estava com membranas conectando seus dedos em ambas as mãos. - Eu realmente preciso falar com Beaumont, e eu sei que ele não é padre... pelo menos a garota não precisava ter essa noção. Agora, se você quer continuar jogando esse jogo eu posso fazer meu papel... mas não consigo ver motivo para isso. E pelo que vejo você está ficando cansado, é uma pena... parece que eu ganhei. Sempre há algo a ganhar quando ajudamos uns aos outros, irmã... - Ele fala a última palavra em tom irônico.

Ao final das palavras do outro, Beaumont percebe facilmente que ele tenta alimentar o Cainita com palavras que o façam falar sobre o Beaumont, mesmo agindo com certa indiferença. Os dois tentam, de forma diferente, atrair a tenção do outro e roubar informações, sem sucesso. Mas Erwin deixa sair o nome daquele que o enviou, ou talvez ele esteja somente jogando com Beaumont.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por HaSSaM em Qui Fev 15, 2018 9:01 am

Músculos. Essencial para um  xerife manter a ordem. Mas para manter o posto deveria ter no minimo um pouco de cérebro. Conspirações. Traições. Sabotagem. Simples cotidiano do mundo das trevas que membros no poder tinha que estar sempre atentos. A montanha de músculos na frente de Jack tinha ausência de um deles ou apenas queria testar o pobre Nosferatu. "Claro..." Pensa Jack sorrindo "Talvez ele esteja apenas brincando comigo" Ele segue a linha de raciocínio "Não é hora para subestima-lo. Entre no jogo e conquiste o que é seu" Pensa Jack confiante olhando o xerife se acomodar no banco.

- Bem... - Começa Jack sorrindo e contornando a maquete. - Parece que nós tivemos uma invasão  no antigo Elisio. - Jack faz uma pequena pausa olhando para o xerife. - Não estou aqui para culpar o Zelador. Não estou aqui para culpar você ou o príncipe desaparecido. - Uma nova pausa enquanto se aproximava do Brujah e se sentava ao seu lado no banco. - O que estou querendo dizer é que houve uma falha. Perdemos membros. Perdemos a estabilidade. Estamos vulneráveis. - Uma nova pausa para que o Xerife absorva tudo que Jack dizia. - Sem enrolação, estou aqui para ajuda-los a defender essa cidade. E não pense que o ultimo ataque foi tudo... O Ataque foi apenas o inicio e se você quiser manter essa cidade de pé vai precisar da minha ajuda. Vai precisar de uma defesa decente para impedir o que não pode impedir noites atrás. Agora eles sabem que as defesas serão melhoras, pois eles não tem mais o elemento surpresa. - Jack volta a se levantar olhando para a maquete. - Um ataque massivo na cabeça da camarilla. Um ataque a você jovem Roden. - Finaliza Jack olhando nos olhos do imortal. - Talvez você seja a ultima peça que mantenha essa cidade em pé. Talvez juntos possamos acabar com todo a ameaça

Jack tenta plantar o medo no coração do imortal ao mesmo tempo que o faça parecer importante. Sim. Ele parecia a ultima peça. Primigenie atacada. Príncipe desaparecido. Só restava ele. Sem Roden, que outra pessoa organizaria tudo para que volte a ser a boa e segura Edimburgo. Talvez o próprio Jack, mas não poderia descartar Roden enquanto não tivesse um pouco de poder ali dentro e o próprio Roden lhe daria essa chance. No momento certo. Na hora certa. As coisas poderiam a vir a acontecer. Só precisava manter a ordem, achar a paz no meio do caos.


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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Beaumont em Dom Fev 18, 2018 10:20 pm

De todas as facetas que esse Erwin apresentou, todas se mostram em um nível de controle emocional que sobrepõe os limites da razão existencial humana. Bianca era um boneco sem vida, Erwin possuí muitas articulações, sua habilidade de retorica é vísivelmente aplaudida pelo meu coração já esquecido de bater, Erwin e um ser que merece a minha atenção e sem dúvidas o meu agrado, mas faze-lo perceber, sentir e se aproveitar desta situação. Isso sim seria um erro. Ele já percebeu que não estamos sozinhos, na verdade em momento algum estivemos sozinhos. Ferrara é meu refugio, meu lar e sem duvidas eu conheço cada saída, cada ponto positivo que eu pudesse ter para escapar ou para persegui-lo aqui. A catedral é gigantesca e muito bem construída assim como suas catacumbas e mesmo assim essa criatura, Erwin manteve-se perfeitamente inalterada em seu alicerce estavel. Nada em sua inabalável estrutura psicologica de poder e persuasão foi agredida por mim, pela presena de minha serva ou por todo o dialogo que tivemos desde de que ele chegou, e mesmo assim por algum motivo. Ele ainda busca ingenuamente se encontrar com Beaumont, incrivel como um ser tão estável não percebeu que Beaumont está diante dele, o que me leva a pensar que ele não tem acesso aos pensamentos alheios ou poderia ter roubasso essa informação de mim ou de Giovanna. 

Minha mente percorre pelo nome Mael, na tentativa de buscar se me é familiar, nesses 400 anos de vida eu pude estudar muito sobre civilizações, lendas para buscar a natureza de uma existência com membranas entre seus dedos, meus olhos facilmente podiam ser notados com admiração no momento em que encherguei aquela iguaria da qual tanto eu queria provar. (Teste de Int+Academicos ou Ocultimos 7 dados para tentar relacionar algumas histórias que tenham povos com membranas da quais fariam sentido se conectar a existência de Erwin) 

Uma vez que se realiza uma ameaça você precisa avançar ou seu poder de persuasão se perde e fica sem sentido, o sangue já havia endurecido em meu corpo. Eu era mais forte do que qualquer ser mortal existente e muito mais forte que muitos de minha raça. O poder do sangue poderia fortalecer até mesmo músculos ressecados pelo tempo. Meu corpo foi expulso da escuridão com o salto que dei em direção a Erwin, havia pouco mais de um metro entre nós, meu objetivo era simples e direto.Usar a força do meu sangue unida ao poder do poder sobrenatural da Potencia para imobilizar os braços e tronco de Erwin contra a parede em um angulo em que Alessa pudesse ter ao menos a visão da cabeça de Erwin, assim que minha investida fosse realizada era possível que meu "ilustre"convidado pudesse resistir, desta forma meus olhos se mantinham focados em uma possível necessidade de usar um contra golpe (Agarrar - Força + Briga 9 dados + Potencia +1 FDV para 1 Sucesso - Dano nenhum) (Bloqueio - Destreza + Briga 6 dados ) (Obs: 2 ações sem uso de rapidez)

Uma vez que eu pudesse sentir o peso do corpo de Erwin contra a parede a excitação percorria o meu interior, minhas presas se alargariam. Uma franzina e humilde freira agindo como um perfeito demonio. 

Beaumont (Freira) : - Nós não experimentamos o medo de fato, mas nós sabemos como esse sentimento não afetou você desde de que chegou aqui. Nós somos Beaumont, aquele ser com um rifle com a mira contra a sua cabeça é Beaumont, eu a todo tempo avaliando suas ações sou beaumont, a Abadessa deste lugar que neste exato momento saboreia a oferenda que você nos presenteou é Beaumont, nós somos ele e ele pode se conectar a nós como um só. Sua mente pode ser tão avançada a ponto de entender o que eu estou dizendo ou você ainda tentará encontrar Beaumont como uma forma física e tangivel como a sua ? Beaumont não tem um rosto, talvez ele nem mesmo exista da forma como você está tentando encontra-lo. 

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Simon Black em Seg Fev 19, 2018 2:31 pm

Cercado por árvores bem antigas e altas, o gangrel espera a resposta por parte dos companheiros. Seus olhos se deslocam pelo ambiente e ele sente finalmente a brisa do inverno a tocar-lhe a face. A Escócia era ainda mais fria do que sua América naquela época do ano.

Impressionado com a resistência das árvores em manter suas folhas mesmo sob aquele pesado clima, ele retornou sua atenção para o bando Hell´s Fire, que finalmente se aproximava deles, dizia que aquele era o momento de aguardarem a volta de um tal Denver. E estendeu a mão, apresentando-se.

– E eu me chamo Simon... – disse, apertando sua mão.

Enquanto isso, os demais membros do Hell's fire se espalham para o interior da floresta, cada um indo em uma direção diferente enquanto o Raphael informava que eles estavam vasculhando a área, procurando o último membro do seu bando, Denver.

Abriu um leve sorriso irônico ao lembrar da última vez que invadira o covil de um feiticeiro. Havia feitiços, é verdade, e uma infinidade de defesas. Mas o bando ao qual fazia parte conseguira por abaixo uma capela. Muito se divulgou em época... ataque terrorista, disseram.

Simon fica em silêncio vendo o vampiro utilizar um drone. Chega a erguer as sobrancelhas e aproxima-se para ver o visor, as imagens que ele consegue ter. Era impressionante o quanto a tecnologia evoluíra nos últimos anos.

Ele e Camille se sentaram no chão, lado a lado, enquanto Simon ficou com o corpo curvado, vendo o mesmo que eles. Os três cainitas do Hell´s Fire aparecem no visor, mas todos somem alguns segundos depois, dando espaço somente para o mundo de árvores.

O drone vai cada vez mais alto, até que surge um ponto se movendo dentro do bosque. Raphael aproxima a imagem neste ponto, mostrando uma pessoa se dirigindo ao lugar onde eles estão.

Camille informa que aquele é Denver. Ele respira fundo, sabendo que logo invadirão a mansão. Depois que todos estão reunidos, o novo cainita, que não tem mais do que uns 25 anos, começa a passar toda a situação averiguada até então, o que precisarão fazer, como é o acesso à casa e quantas pessoas estão lá. E chega o momento de seguirem.

– Acho que falo por todos ao dizer que podemos seguir... – murmura, com forte sotaque norte-americano e complementa em seguida, estendendo-lhe a mão – Sou o Simon!

Simon ignora os olhares de John e começa a seguir atrás de Denver, assim como os demais cainitas. Já deixara claro seu posicionamento e agora apenas esperaria o que quer que ele tentasse fazer para finalmente fazer com que ele encontrasse a morte final. Caso fosse esse o desejo dele.

Ao pararem, percebeu que havia um motorista dentro de um carro estacionado na frente do castelo. Murmurou, diretamente a Denver:

– Sabe quem é aquele? – olhou mais atentamente na direção dele e avaliou em seguida o muro, murmurando mais para si do que para os outros – Será possível pularmos por ele?
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Fev 21, 2018 12:47 am

Jack Hunter:


Um sorriso surge n face do Xerife e este fala:

- Fazem alguns séculos que não me chamam de Jovem. - Seu olhar se torna vago, talvez rememorando o momento em que escutara aquela palavra pela última vez. - Mas vamos trabalhar aqui. - Roden foca seus olhos nos de Jack. Não há medo, somente a força embutida na certeza de que tudo terminará certo. - Você ainda não me respondeu diretamente, então vamos fazer um jogo.. dependendo do resultado podemos pensar em algo concreto. - O silêncio toma conta da sala por alguns segundos. - Você sabe do último ataque à Primigênie. O que irei lhe contar não foi divulgado, então saberei a quem procurar se algo sobre circular pelas ruas. - Novamente o silêncio. Roden cruza as pernas e vira seu rosto para a maquete.

- Este último ataque ocorreu no dia posterior ao primeiro, enquanto os membros da Primigênie discutiam o como moldar a cidade de forma a evitar um problema maior e organizar um contra-ataque. Isso ocorria em minha residência, um ponto relativamente afastado do centro da cidade. Às costas da casa há um penhasco que leva ao mar. Um raio de dez metros, a partir do prédio, com espaço completamente aberto forma o limite entre a mansão e um bosque, dentro do qual várias minas terrestres e sensores de calor estão instalados, juntamente com câmeras de visão noturna. Meus seguranças, divididos em times de Carniçais e Vampiros, estão vigiando a propriedade. Além deles, temos os seguranças de cada um dos membros fazendo a proteção de seus senhores. - Roden para mais uma vez, dando espaço para o Nosferatus ligar as informações dadas pelo Cainita. - Ouvimos o primeiro estrondo, as bombas foram ativadas. As câmeras e sensores indicaram que grandes animais estavam invadindo, o que percebemos depois se tratar de Metamorfos, Aqueles malditos Lobos, alguns bandos, junto com Vampiros na forma animal. Quando preparávamos a fuga dos Anciões, um corvo surgiu na sala lançando fortes ventos e deixando uma pena negra sobre minha mesa antes de sumir, desaparecer por completo.

O Xerife volta a olhar para Jack. Há malícia em seu olhar.

- Meu jogo é o seguinte. Desde que você começou a falar, está sempre citando defesa, mas não chega em lugar algum.... como você defenderia o lugar se eu tivesse você no comando naquela noite?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Fev 21, 2018 1:50 am

Luthero Borgia/Beaumont:


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Beaumont: Percepção - 2 Sucesso(s)

Erwin: Telepatia - 2 Sucesso(s)


Beaumont procura em sua mente algo que possa relacionar com o tal de Mael ou com alguém que possua membranas entre os dedos. Certamente, dentre seus 400 anos de vida o Imortal viu inúmeros humanos com corpos fora do padrão aceito como normal, "gigantes", anões,  corcundas, pessoas com a doença que muito mais tarde recebeu o nome de elefantíase. Os circos eram lotados com esse tipo de atração. Dentre os seres sobrenaturiais, os mais comuns estavam entre os membros do Clã Gangrel, que após serem tomados pela fúria da Besta podiam ficar perpetuamente com marcas de sua forma animal. Enquanto se vê tomado pelos pnsamentos à procura de algo que o relacione ao invasor, o Ancião vê que o mesmo está com a dor estampada em seu rosto e rapidamente agacha-se, abraçando as próprias pernas de costas para o Malkaviano.

Não há momento melhor. Com a potência de seus músculos no máximo, como efeito do bombeamento contínuo de seu sangue para os tecidos, o Ancião pula em cima do Invasor, que ainda está no chão.

- Estou me divertindo muito contigo. - Estas são as palavras que Beaumont escuta enquanto vê que seu alvo não mais está no chão. Com uma velocidade muito acima do esperado para um humano, Erwin salta aos céus instantes antes do Malkaviano conseguir chegar perto de seu corpo. Penas brancas caem no chão, aos pés de Beaumont.

Ele já se preparava pra falar, tendo a certeza de que seu alvo seria capturado. Ao olhar para cima, para o lugar onde seu oponente saltou, Beaumont vê uma criatura alada. Uma coruja branca voa nos céus, dois a três metros acima de sua cabeça. Esta possui pouco mais de 1 metro e, com um bater estrondoso de suas asas, move-se até a beirada do telhado onde o Imortal antes estava abaixo, escondendo-se nas sombras.

O Ancião sente algo em sua mente, algo querendo que ele saiba que está lá. A imagem de um homem louro e barbado surge em seus pensamentos, falando...

- Quando pedi a Erwin que fosse lhe encontrar, tive a certeza de que a missão dele seria um sucesso. Ele está entre aqueles que mais confio e que mais me divertem, com essa mente perspicaz, rápida e certeira. Espero que você concorde comigo.
- Um rio passa por trás do homem, deixando o som do curso da água. - Me chamo Mael, e sou um dos criadores do grupo conhecido como Filhos de Babd. Provavelmente você nunca ouviu falar sobre nós, mas eu venho lhe observando a algum tempo. Nós temos algo em comum... o mundo está podre, necessita de uma renovação. Você sabe do que estou falando. Os humanos estão caminhando para a decadência. Alguém precisa iluminar este bando de ovelhas... - Ele para de falar por algum tempo. - Nós precisamos fazer isso... e por isso eu lhe convido, meu amigo, a encabeçar este grupo conosco. - Um sorriso bondoso surge no rosto de Mael. - Como prova de minha amizade enviei Bianca. Ela é uma garota adorável, não achou? Tudo o que você viu faz parte de sua essência real. A única parte dela que foi manipulada está na memória de ser filha de Erwin. Podemos selar nosso acordo com a iluminação desta garota?

Imagem - Coruja e Mael:





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Sigo em frente... vivo numa noite eterna... as trevas me preenchem, me alimentam... sombras estão ao meu redor... elas falam comigo, me entendem... eu as entendo e compartilho de meu ser, minha alma... nós nos completamos e assim viveremos para todo o sempre.
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Fuuma Monou

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