O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

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O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Sab Jan 06, 2018 11:36 pm

Sejam todos bem vindos meus caros colegas. Edimburgo agora se vê em um estado de desordem muito grande, mas que está camuflada pela Camarilla local. Twisted Evil Twisted Evil

Sem mais delongas, daremos início à nossa história. Desejo a todos uma boa crônica e muita diversão. Qualquer coisa vocês podem me encontrar por MP, pois sempre estou aqui pelo fórum.

* OBS: Alguns de vocês estarão posicionados no dia dos acontecimentos do último ciclo, outros estarão um pouco antes ou um pouco depois.

*OBS²: Apesar de estar realmente usando o mapa da Escócia para posicionar os cenários e NPCs, existem algumas informações criadas por minha pessoa.

*OBS³: Não acho que seja necessário, mas vale ressaltar -> para mim, como narrador, preciso ver a interpretação dos seus personagens. O que eles estão pensando, sentindo, quais os objetivos. Não consigo ver como fazer isso em uma linha... Agora para fazer o medo, um pouco mais de 1/3 do XP final depende só disso. XD

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Jan 07, 2018 12:25 am

Um pequeno resumo para os novos participantes:

Durante o último ano a Escócia estava vivenciando tempos de forte pesar. Durante dezenas de anos, as duas capitais escocesas, Edimburgo e Glasgow (capital comercial), estavam sobre domínio da Camarilha e Sabbath, respectivamente. Este equilíbrio fora mantido mesmo após várias incursões de ambas as seitas para incorporar mais territórios ao seu domínio. Contudo, murmúrios foram se espalhando sobre uma forte aglomeração de bandos Sabbath em Glasgow sob a supervisão direta de Arthur Kingson, o Arcebispo. Dessa forma, Anthony Hotgan, Príncipe de Edimburgo, destaca um grupo de espiões que infiltram-se na capital comercial escocesa e retornam com provas sobre uma nova incursão Sabbath à Edimburgo sob as ordens de 5 Bispos, dentre eles estão Lugh, Anderson e Pietro, três dos mais cruéis membros da seita no Reino Unido e que estiveram ao lado de Arthur em sua última grande tentativa de tomar a capital escocesa.

Os rumores sobre a invasão percorrem toda a Escócia. Os residentes das cidades do interior, sendo estes membros ou não, começam a migrar para Edimburgo com o objetivo de fugir dos ataques que vem ocorrendo em suas propriedades. A presença de Hotgan é visto como um porto-seguro para os membros, pois o Príncipe já foi responsável por enviar um grande batalhão de Arthur com o rabo entre as pernas de volta à Glasgow. Além de ataques cainitas, outras criaturas vem sendo vistas pelas matas... e escuta-se o uivo de lobos cada vez mais próximo da capital.

Com um número cada vez maior de novos membros e cidadãos comuns na cidade, a Camarilla, junto com políticos, polícia e outros sistemas básicos, montam um plano para abrigar todas as pessoas. Apesar disso, ouve-se pelos pubs que o Príncipe sumiu, o que gera insatisfação entre os membros que vieram buscar proteção sob as "asas" de Hotgan. Roden, o Xerife, procura a todo o custo abafar esse murmurinho, mas não são todos que convencem-se por suas palavras. Soma-se a isso, o fato de alguns cainitas começarem a espalhar um rumor sobre uma aliança entre Roden com os Anarquistas para tomar o poder.

Nas ruas só se comenta sobre o sumiço de membros, e o surgimento de um novo ser que anda pela cidade em uma limousine preta conversando com alguns desses 'desaparecidos', só reforça o clima de instabilidade em Edimburgo. A única coisa já vista desse ser foi a sua mão contendo um anel em forma de serpente, semelhante ao que pode ser visto na mão de Roden, dentre outros membros da alta sociedade canita.

Enquanto isso, Glasgow reune o maior exercito Sabbath já visto. A inquietação dos bandos era palpável, todos querendo para si os espólios da guerra e tendo a certeza de que tudo já estava ganho. Mas Arthur esperava por algo, algum evento talvez.. ninguém sabia dizer, mas o Arcebispo se mantinha enterrado em sua base de operações no subterrâneo do cemitério Glasgow Necropolis. Em sua impaciência, os bandos começavam a atacar vilas próximas, o que estava levando ao êxodo em direção à Edimburgo.

Os meses passaram e nada do ataque massivo do Sabbath. Arthur se mantinha quieto. Ou era o que se acreditava, pois de repente incêndios e explosões se espalhavam pela capital escocesa alguns dias antes do Yule, a festa do solstício de inverno. Ninguém sabia muito bem o que havia ocorrido, pois espiões diziam que Arthur ainda se mantinha enclausurado... pelo menos até aquele momento...

E assim surge "Os Filhos de Badb". Pouco se sabe sobre o grupo 'terrorista', mas eles assumiram a responsabilidade sobre o atentado em Edimburgo, além de promover um segundo ataque diretamente no centro do poder da Camarilla, na mansão do Xerife Roden durante uma reunião com a Primigênie. No meio desta reunião, um bando de Lupinos e cainitas do Clã Gangrel invadiram o terreno de Roden enquanto um Corvo surgiu no centro da sala e deixou uma pena negra na mesa do Xerife antes de sumir completamente.

Dois dias se passaram e nenhuma informação foi encontrada. O que se conseguiu perceber foi que Os Filhos de Babd é composto por diferentes criaturas sobrenaturais. Contudo, as forças da Camarilla continuam a procurar por qualquer informação sobre o grupo.


Última edição por Fuuma Monou em Dom Jan 07, 2018 6:32 pm, editado 2 vez(es)

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Jan 07, 2018 5:07 pm

Arnald Bradley:

Características:

- PS: 5
- FdV: 4
- Vitalidade: -3 Letal

- Você é muito petulante, Filho de Cain. Vejo em sua mente que aqueles inúteis estão trabalhando mais lentamente. Mas você é um espécime diferente... você não veio somente para receber minha loucura, você já a possui. - Ele gargalha, e esta é terrível. O som ecoa mais uma vez pelas paredes. - Eles lhe enviaram para que eu decida o que fazer com você, mas lhe deram a esperança de se livrar disso e você acreditou? Acha mesmo que pode fazer algo contra mim, criatura insignificante? Eu, um dos criadores do universo. Aquele que por eras rechaçou as Hostes do céu, que lutou contra Miguel e o colocou para correr. Você é só mais um na lista de filhos de Cain que faz parte do meu exército na batalha contra aqueles que me importunam. E o mais engraçado é que foi escolha sua, eu não precisei fazer nada... - O ser volta a sorrir. - Venha e receba minha marca. - Ele levanta da seu trono e estende a mão, deixando-a na altura da cabeça de Bradley.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Jan 07, 2018 6:30 pm

Simon Black:

Características:

- PS: 8
- FdV: 6
- Vitalidade: -2 Contusão

Os últimos passos de Simon naquele dia o levam a sair dos túneis subterrâneos do cemitério de Glasgow, onde fica a base de Arthur, e seguir para a área portuária da cidade. É sempre impressionante ver uma cidade governada pelo Sabá. Vários adolescentes estavam no porto se drogando. Uma jovem corre desesperada pedindo por ajuda enquanto um homem a persegue, mas ninguém presta atenção e os dois somem dos olhos do Gangrel. Um odor desagradável se espalha pelo ar. É fácil ver vampiros espalhados pela cidade, alimentando-se dos transeuntes, dos bêbados e drogados. Com a chegada do inverno, fogo era aceso em baldes metálicos no meio da rua para aquecer os moradores de rua, que não eram poucos naquele momento. Ao fundo, o som de sirenes...

Algumas prostitutas estavam naquela área e Simon aproveita para se alimentar após uma batalha dura contra um adversário complicado. Alimentado, o cainita seguiu até uma área mais afastada onde a floresta havia tomado conta e utilizou os dons vampíricos para se fundir à terra e descansar até a próxima noite.

Simon acorda e segue o caminho retornando ao local onde o Bispo Lugh estaria. Contudo, algo no cenário está diferente... um silêncio perturbador, completamente diferente da noite anterior. A cidade que estava tão cheia de membros que barracas haviam sido montadas nos arredores agora parecia completamente vazia. Algo havia acontecido...

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Jan 07, 2018 11:22 pm

Luthero Borgia/Beaumont:

Características:

- PS: 19
- FdV: 6
- Vitalidade: Normal


Enquanto Bianca troca de roupa, Beaumont está preso em seus pensamentos tentando filtrar tudo o que descobriu sobre os dois intrusos. Após uma avaliação, o Ancião tem certeza sobre a garota estar sob efeito de Dominação. Ele a está vendo como uma boneca montada a partir de padrões literários de séculos no passado, o que faz com que o Malkaviano esteja cada vez mais desconfiado sobre a invasão ao seu território.

Com a garota pronta, vestida com o hábito de freira, o Ancião resolve voltar à presença de Geovanna, não sem antes fazer um 'graceço' à Bianca, que sorri docemente. Os dois caminham calmamente. De tempos em tempos a garota pergunta o que há atrás de algumas portas no caminho até a sala da Abadessa.

Ao chegar na sala, um pouco antes de atravessarem o arco da porta, Erwin levanta com um sorriso no rosto e braços estendidos para abraçar a filha.

- Como foi o passeio minha criança? - Ele abraça a garota. - Como estais bonita nestes trajes. - Ele agora olha diretamente nos olhos de Beaumont na forma de Freira. - Ela lhe deu algum trabalho, irmã? - Ele estende a mão em direção ao Cainita e espera que este a aperte.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Jan 09, 2018 11:57 am

Jack Hunter:

Características:

- PS: 9
- FdV: 6
- Vitalidade: Normal

Após muito tempo, finalmente Jack Hunter consegue uma pista sobre os dois inimigos responsáveis por sua ruína. Ao que tudo indica ambos estão na Suécia e, certamente, tramando algo no Velho Mundo. Largando tudo, ou o quase nada que possui nos Estados Unidos, o Nosferatus segue viagem à Estocolmo e tem sua primeira interação com os membros de seu clã na cidade. Apresentando-se a um dos Regentes da cidade, o Cainita segue pelas ruas a procura de alguma pista sobre aqueles que está caçando. O tempo é cruel e as 'pistas frescas' começam a desaparecer. Talvez a ida dos dois à Suécia tenha sido passageira... onde eles poderiam estar agora? Será que eles foram para o interior? Alguém avisou sobre sua presença? Dúvidas e mais dúvidas...

Durante suas investigações pela cidade, se tornou impossível não ouvir as notícias sobre o que estava acontecendo em Edimburgo, Escócia. Um ataque terrorista destruiu parte da cidade, deixando um rastro de fogo e sangue. Ademais, sussurros dizem que o Príncipe Anthony Hotgan, responsável pelo lugar, sumiu e ninguém sabe para onde ele foi. Além de uma possível investida do Sabá de Glasgow, outros seres sobrenaturais tem aparecido com maior frequência nos arredores da Escócia após o sumiço de Hoptgan. Ou seja, é um cenário perfeito para alguém que almeja chegar ao topo da Camarilla, uma vez que esta parece não estar conseguindo lidar com seus problemas internos...

Contudo, ainda não é hora de desistir. Jack continua sua busca. Muslin e James irão pagar pelo que lhe foi feito. As notícias sobre a Escócia continuam chegando aos ouvidos do Cainita. Um grupo terrorista chamado Os Filhos de Badb anunciou ser responsável pelo atentado enquanto atingia diretamente o 'coração' da Camarilla local com um ataque ao conselho da Primigênie. O atual responsável pelo lugar, o Xerife Roden, junto com o Senescal Robert Hotgan, estão loucos a procura de qualquer pista sobre esse grupo 'terrorista', oferecendo rios de dinheiro, além de outros 'presentes' a quem levar algo de conclusivo sobre os Filhos.

Uma vez que a pista esfriou e seus colegas dos Esgotos ainda não lhe deram nenhuma notícia, Jack resolve dar uma passada pela capital escocesa para dar uma geral sobre a situação e ver no que ele pode ganhar. Afinal, um Nosferatus sem nada a perder como ele no minimo não ganharia nada, o que já é comum em sua vida, mas as recompensas são bastante tentadoras... mais uma oportunidade de sair do nada para o tudo.
OFF: Fique a vontade para interpretar a situação. No final, você já estará em Edimburgo.. então me diga o que irá fazer pela cidade.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Jan 09, 2018 12:21 pm

Outis:

Características:

- PS: 14
- FdV: 10
- Vitalidade: Normal


Outis está cara a cara com um cainita de aparência relativamente jovem, talvez 40 anos. Seus olhos azuis presos nos de Outis mostram alguém realmente preocupado. Algo o aflige sobremaneira. Um sorriso cansado surge em sua boca. Os segundos passam sem que nenhum dos dois Feiticeiros diga nada, até que o Regente da Capela em Edimburgo resolve falar.

- Como você deve saber, meu nome é Bristol. Sou regente desta Capela a muitos anos. - Sentado em sua cadeira atrás da mesa Bristol finalmente relaxa, seus braços descem de encontro aos braços da cadeira, as costas finalmente vão de encontro ao encosto. Outis está sentado em uma cadeira semelhante, de frente para o Regente. Ao redor, vários livros dispostos pelas paredes daquela sala redonda. Cadeiras formam um semicírculo começando pelo local onde Bristol está sentado. - Esta cidade está entrando em um caos completo, mas nós não podemos perder aquilo que demoramos tanto para construir. Anthony Hotgan, Príncipe desta cidade e membro do nosso clã, sumiu a mais de uma semana. Por isso solicitei alguém entre os nossos que o pudesse rastrear. Contudo, após seguir à casa da cria de Hotgan, Peter, este membro não mais deu notícias, assim como meu Lacaio que o levou e o próprio Peter. - Realmente, durante o período em que o Tremere passou pelas ruas de Edimburgo ele viu inúmeras casas demolidas, paredes com a cor negra que surge após um incêndio, bombeiros na rua ajudando os desabrigados. Nos arredores da Capela Outis viu uma boa quantidade de seguranças armados. - Soube que você é bom no que faz, que vem subindo rápido pelos degraus da Torre, por isso lhe chamei.

Bristol levanta da cadeira e caminha até chegar do lado de Outis. Ele então se encosta na mesa.

- Veja, em dois dias nós presenciamos dois ataques à estrutura cainita desta cidade e a situação só tende a ficar pior. Nosso inimigo se mostrou durante uma reunião da Primigênie, nos atacando. O círculo interno da Camarilla está para nomear um novo Príncipe antes que tudo vá para o buraco e nós não podemos perder o controle da cidade... - Embora ainda com um olhar abatido, a fala do homem muda para algo mais vigoroso. Contudo, ele não termina o que estava para dizer. - Sua primeira missão aqui é descobrir o que houve com os dois membros desaparecidos.

Imagem - Bristol:




Última edição por Fuuma Monou em Qua Jan 10, 2018 12:52 am, editado 2 vez(es)

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Beaumont em Ter Jan 09, 2018 8:10 pm

Eu poderia analizar esse espécie por muito tempo, seus habitos mecanizados, sua postura recriada. Um boneco da mais alta perfeição, doentia para uma mente fraca mas quem realmente pode enchergar a beleza na cronstrução da mente ficaria maravilhado, meus dedos se levaram a minha boca que nem eu mesmo havia notado, eles deslizavam discretamente pelos meus lábios evidênciando o meu desejo pela pele alva de Bianca, mas ainda não...Esse não é o lugar. Essa não é a hora. 

Assim que ela terminou de se viestir começamos a caminhas pelas dependencias do grande Corpus Domini, eu comecei a mesclar o nosso belo e impávido Italiano com o léxico Latim na descrição de algumas áreas apenas para testar seu nivel na língua, claro que eu faria de maneira natural e esponãnea, a jovem Bianca sabia que estava sendo analisada a casa segundo, sendo assim se ela imaginasse que estava sendo avaliada devido ao postulado e não por que eu tenho curiosidade sobre ela, tuda ficava mas fácil. Depois de avaliar o nível do conhecimento dela na língua em descrevi as sessões do refeitório onde as mesas não havia quaquer tipo de hierarquisação, noviças, freiras, frades e até mesmo bispos comiam todos juntos na alegria do senhor, expliquei também mesclando o latim sobre a sala do coro no qual todas as noviças precisam escolhe um instrumento da liturgia para saber cantar ou deve ter uma voz abençoada para poder cantar no coro, mas de alguma forma a música precisava fazer parte da vida das noviças do Corpus Domini. Em todos os momentos ora ou outra eu preguntava sobre sua mãe, sobre o lugar onde morava tentando extrair mais informações sobre ela e o tão enigmático Erwin. 

Quando chegamos ao encontro de Geovanna e Erwin. A empolgação do homem foi exatamente como esperado, me mantive discretamente no canto enquanto avaliava os padrões de Erwin, o que será que o estudioso e minha carniçal tanto conversaram em minha ausencia ? [Auspicios 2 - Percepção da Aura 7 dados - Observar as auras de Erwin e Geovana]
Depois de olhar as auras eu me dediquei a responder delicada e respeitosamente a pergunta do homem. 


Freira (Beaumont) : - Não, na realidade ela está sendo esplendida até agora, o apostulado dela já teve o seu ínicio. 

Quando Erwin se apróximou eu preferi hesitar. Qualquer atitude impensada pode causar a sua morte final. 


Freira (Beaumont) : - Me perdoe...Estou em um voto até a próxima lua de não tocar nos semelhantes a Adão...Mil perdões. Vossa senhoria, eu conduzi nossa noviça como pedido . O deposito do tempo de convivêcia dela aqui no Corpus Domini será feito em dinheiro ou peças de ouro ? Preciso saber pois avisarei ao Frade para abrir o cofre no tempo necessário. 


Tentei parecer submissa a Geovanna mas mesmo assim precisava saber se Geovanna discutiu sobre o pagamento pelo tempo de estadia de Bianca no lugar ou se eles conversaram algo mais. 

A aura de Geovanna eu olhei discretamente pois gostaria de saber que sentimentos ele imbuiu em minha serva, Erwin tinha um desejo enorme em encontrar a mim mas até aonde ele seria obstinado a me encontrar, era que ele invadiria a mente de fortificada por mim Giovanna ? Qual foi o seu passo misterioso estudioso de Cain ? 

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Agradecimento a todos os players que gostam da minha narrativa  cheers clown cheers
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Outis em Qua Jan 10, 2018 10:14 am

Muito tem se falado sobre Edimburgo no último ano, e mais ainda nas últimas semanas. Assim como New York, a cidade tem sido palco de uma caótica e sangrenta disputa de território entre as seitas. Não tem jeito. A Camarilla já perdeu o pouco domínio que tinha sobre o Sabá, que agora luta de frente conosco. Nosso clã tem interesse no controle de New York, é claro, mas entre lidar com um bando de caipiras e demônios, prefiro tentar minhas chances no Velho Mundo.

A Escócia pode não ser uma super potência como a Inglaterra, mas faz parte de seu "conglomerado", e seu líder é um irmão, o que torna a cidade mais importante ainda. Confesso que quando Fausto me ofereceu o principado de New Haven tive que segurar a gargalhada pensando ser uma tarefa totalmente fora de nossos padrões, mas é claro que podemos assumir qualquer tarefa, e com o propósito certo, controlar uma cidade inteira pode ser extremamente benéfico para a família.

Logo após chegar na cidade, me encontro com Bristol, o regente da Capela de Edimburgo. Um cainita de aparência jovem, o que não diz nada realmente - mas sim o peso que sua preocupação causa em seu olhar é o que fala mais sobre ele. Visto o estado em que a cidade se encontra, não é para menos. Estou certo de que meu conhecimento do Mundo das Trevas ainda é apenas uma fração do todo, mas já é o suficiente para saber que as aparências não dizem muito sobre a força ou personalidade de um vampiro. Um rostinho puro e bonito? Ótimo para ganhar a atenção e confiança do gado. Já um rosto durão e desgastado como o meu é ótimo para intimidá-los e ser levado a sério. É apenas mais uma ferramenta de nosso enorme arsenal.

— Sim, é um imenso prazer conhecê-lo senhor Bristol. Uma pena não ser em melhores circunstâncias. - O cumprimento com um firme aperto de mão e uma leve reverência curvando a fonte, então me sento em uma das cadeiras. — Realmente, o cenário é caótico, mas nada está perdido, você fez bem em me chamar. Nos últimos anos tenho visto mais derrotas do que vitórias para a Camarilla, e isso tem me irritado profundamente. - Falo com tom firme e confiante. — Pude ver em primeira mão como os membros da seita estão acomodados, desorganizados e, principalmente, enfraquecidos. Somos de longe o elo mais forte dessa união entre os clãs e precisamos nos colocar a frente em épocas como esta. - Faço uma pequena pausa, então continuo. — Me passe todas a informações pertinentes e irei começar a investigação agora mesmo. Em quais setores da cidade temos influência? Posso agir livremente? Além disso, existe alguma safe house em que eu possa me abrigar? Ou até mesmo aqui na própria Capela, que nesse momento deve ser o local mais seguro da cidade.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Undead King em Qua Jan 10, 2018 2:04 pm

A gargalhada do ser me corta como uma lâmina, o desgraçado ainda dizia que lia minha mente... Ele poderia ser poderoso e antigo, mas eu não acreditava, nem queria, que ele podia ler minha mente, afinal ele não deu nenhuma informação específica, só informações gerais, e também não acreditava que ele poderia ser quem ele insinuava naquela conversa de ser um dos criadores do universo e ter chutado a bunda do Miguel, apesar de eu me lembrar que a história de quem chutou a bunda de quem era diferente. Qualquer um pode dizer que é o próprio satã. Isso me dava um pouco de coragem para encarar o que estava por vir. Mesmo que Roden e os outros tivessem me enviado para o abate, eu não iria deixar isso acontecer. Mesmo assim, nesse outro mundo e nessa situação, eu me questionava se realmente valia a pena ficar buscando o status na seita.   - Se você realmente leu minha mente você sabe o que vai acontecer. Sim, eu sou petulante, e eu vejo quem é o idiota aqui tendo esperança de que eu vá por vontade própria para meu fim. Qualquer um pode dizer que é o que é. Se você diz ser Lucifer, eu sou o próprio Deus, que te criei e tem o poder de te destruir. Não vou ser sua marionete. - Eu ainda estava amedrontado, mas eu engolia o medo e falava com força. Eu sou um Ventrue afinal de contar, se for para cair na mão desse verme que seja com dignidade. - Quem é você afinal para dizer que eu não tenho esperança de derrota-lo? Se os outros vampiros realmente me mandaram para você como oferenda ou seja lá o que for, eu cuspo neles, na sua loucura e em você. A escolha ainda é minha, como você mesmo disse - Eu não era um bom lutador, mas se esse fosse o caminho para acabar com meus pesadelos e voltar para meu mundo eu o faria. Eu esperava que o ser partisse para cima de mim depois do que eu falei, então recuava alguns passos e me preparava para o pior. Sentia o nervosismo antes de um embate começar, o misto de adrenalina e medo. Quando eu olhei para o ser com a armadura completa, sua altura e sua espada, tive a sensação que eu estava na merda.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Simon Black em Sex Jan 12, 2018 10:06 pm

Era mais um dia, ou melhor mais, uma noite da não-vida do cainita. Ele despertara com os sentimentos à flor da pele. Seu ombro doeu, lembrança de um antigo ferimento quando ainda era mortal. Seus pensamentos se dirigiram à batalha travada no dia anterior.

Por muito pouco, ele não encontrara sua morte final. Havia tido falhas de um principiante. Algo que precisava urgentemente mudar se ele quisesse realmente entrar para o seleto grupo sabá que tanto queria. E nada melhor do que trabalhar bem e cair nas graças de alguém como o Bispo Lugh.

Sentiu algo estranho em seu corpo durante o percurso até o local que estivera na noite anterior. Ferimentos da batalha pareciam ainda estar em seu corpo e ele fechou os olhos e concentrou-se por um longo tempo.

Só depois disso foi que olhou ao seu redor. E se deu conta de que havia algo muito estranho. Onde estavam as barracas que ele vira na noite anterior? Onde estavam os membros?

Apressou o passo diretamente até a entrada dos túneis abaixo do cemitério, local em que encontrara o Bispo Lugh no dia anterior. E então, procurou entrar lá com cautela, furtiva e lentamente.

OFF: Gasto de 1 PS para curar nível de vitalidade no meio da cena
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Jan 14, 2018 1:22 pm

Luthero Borgia/Beaumont:

Rolagem de Dados:

Beaumont: Percepção da aura - 0 Sucesso(s)
Beaumont: Percepção da aura - 0 Sucesso(s)

O desejo de Beaumont por Bianca é palpável. Suas ações, seus movimentos... tudo indica que sem uma grade força de vontade controlando sua mente ele certamente já teria partido para cima da garota. Os dois caminham de volta à sala onde Geovanna e Erwin ficaram conversando. Agora é o momento em que  Beaumont espera receber as informações obtidas por sua carniçal sobre os invasores de seu território. Enquanto passam novamente pelas áreas do mosteiro, o Malkaviano responde aos questionamentos da garota fazendo uma mistura de italiano com latim com o intuito de testar as capacidades de Bianca.

Como foi dito pela garota mais cedo, ela recebeu uma base de latim e isso a ajudou a compreender a maior parte do que lhe foi dito. Uma ou outra palavra lhe fugiam ao vocabulário, e nestas ela perguntava ao cainita o que ele estava querendo dizer. Mas mesmo nesses momentos ela mostrava um certo conhecimento, procurando identificar o significado através do radical das palavras. Ao ouvir sobre 'cantar' ela mostra-se bastante contente e afirma à 'Irmã' que sempre teve um prazer em soltar a sua voz, principalmente no coro da igreja da qual faz parte.

Durante todo o percurso, Beaumont tenta obter mais informações sobre Erwin e pontos específicos na vida da garota. Ela conta que possui poucas lembranças da mãe, pois esta morreu alguns poucos anos após seu nascimento. Já o lugar onde moram é uma casa grande no interior da Escócia, mas próximo o bastante de Edimburgo para que tenha passado parte de sua vida escolar na capital. Novamente o Malkaviano escuta sobre o pouco tempo que ambos, Erwin e Bianca, passaram juntos, ou seja, ela não tem muitas recordações sobre o pai.

Ao retornar à sala, há o já esperado abraço entre pai e filha, além do agradecimento de Erwin pelo tempo gasto pela 'Irmã' em levar a filha para conhecer o lugar. Quando o homem estende a mão para Beaumont, este se precavê e da uma desculpa para não tocar nele. Um olhar enigmático surge em Erwin, junto com um sorriso, dando a impressão à Beaumont de alguém que acabou de ter uma vitória interna, uma confirmação. Rapidamente Geovanna capta a situação e fala:

- Nossas irmãs fazem votos profundos aqui, senhor Erwin. Você entenderá melhor quando sua filha estiver sob nosso teto permanentemente. - O homem vira-se para a Abadessa e esse é o tempo que Beaumont esperava para ter uma visão mais profunda dos ânimos daqueles na sala. Utilizando de seus dons vampíricos, mas nada... nenhuma resposta. Talvez ele esteja tão desconcertado pela presença da garota que não consiga se concentrar, tão grande é seu desejo, mas o certo é que o Ancião não consegue distinguir nada na aura dos presentes.

- O senhor Erwin conversou comigo, Irmã, e chegamos a um acordo. - Geovanna continua. - Ele vem de uma família nobre da Escócia, o que o permitiu possuir um sem número de fundos e aplicações. Certo grau de parentesco com a rainha Elizabeth, não foi isso que você disse, senhor? - Com um sorriso ele confirma. - Além disso, a pesquisa deste cavalheiro recebe fundos de várias agências pela Europa. Ou seja, o dinheiro não será um problema.

- Não meço esforços para fazer o melhor pelo meu bem mais precioso. - Ele estende a mão para Bianca, que a segura e sorri, fazendo um movimento de cumprimento puxando um pouco a saia do hábito e abaixando a cabeça. - Ela é meu presente, nosso... - E ele olha para cima. Novamente aquele sorriso. - Se é que você me entende, Irmãs. - Erwin passa o olhar de Geovanna para Beaumont.

- A pesquisa dele também é bastante interessante, Irmã. Ele busca por resquícios de civilizações antigas pelo mundo.... - Geovanna continua, mas é interrompida por Erwin.

- Não só isso, mas especialmente minha busca pessoal é por locais onde havia culto a seres maravilhosos que esses povos antigos consideravam divindades. Seres com mutações que os tornavam mais potentes que Homo sapiens normais. Você já ouviu algo sobre isso? - Ele pergunta diretamente a Beaumont.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Jan 14, 2018 2:04 pm

Outis:


- Sim, nós somos a ponta forte e continuaremos assim. Duas noites atrás convidei um outro Magus indicado pelo círculo interno para investigar o sumiço do Príncipe, seu nome é Markus. Durante a investigação ele decidiu encontrar-se com Peter, cria de Hotgan, para fazer algumas perguntas. Dessa forma, enviei meu lacaio mais antigo para levá-lo até o castelo de Hotgan, ocupado hoje por Peter. A última resposta que tive de Njord, meu lacaio, foi de que eles havia chegado ao castelo e encontrado com a cria de Hotgan. Enviei outros membros, mas todos voltam sem resposta. - Seus olhos fixam-se nos de Outis. - Por isso você está aqui. - Ele começa a andar pela sala circular. - Sobre a cidade, a polícia e forças armadas são regida por Roden e Marcílius. O primeiro é o Xerife e braço direito de Anthony, o segundo é chefe do serviço secreto e um dos irmãos de Peter. A história desses irmãos, Peter, Marcílius e Edward, é complicada... nada mais que capricho de Anthony. - Ele para um segundo, como rememorando algo. - Os políticos são influenciados, principalmente, pelos Toreador, enquanto a mídia, no geral, é Ventrue. Contudo, nossa teia se estende por todos os lados. Esse é o principal motivo do Círculo não estar disposto a perder esta cidade de forma nenhuma.

Bristol volta a sentar-se em sua cadeira, de frente para Outis.

- Como eu disse, sua primeira missão é descobrir o que houve com Peter e Markus. Assim que isso estiver resolvido, retorne aqui. - Bristol inclina o corpo para frente. Suas mãos com os dedos entrelaçados estão agora no centro da mesa. - Você tem passe livre para agir, mas tenha em mente que não podemos, em nenhum hipótese, perder o poder aqui construído. Ademais, você é meu convidado nesta cidade e poderá ficar aqui, na Capela, se desejar. Mas também possuímos um prédio no centro da cidade, foi parcialmente destruído durante o primeiro ataque a cidade, mas a estrutura do subsolo está intacta.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Jan 14, 2018 2:24 pm

Arnald Bradley:


Após ouvir as palavras de Bradley, o ser volta a sentar. Seu rosto, ou melhor a parte frontal de seu elmo, continua voltado para o local onde está o Ventrue. De repente um som, uma variação na pressão às suas costas... ao olhar para trás Arnald vê uma espada fincada no chão a nada mais que um palmo de onde está.

- Filho de Caim. Cansou de seu discurso pré-morte? Se você quer lutar, venha então! Outros tentaram... Quem sabe você possa ter algum sucesso. - A voz do ser é firme, mas há tédio saindo junto com o som de sua voz. - Mas quem lhe disse que eu sou o Anjo da Luz? Isso tudo tem haver com ele, mas não sou este. E sim, sei o que você está pensando.... Venha e terminaremos com isso mais cedo, se o que você quer é morrer antes da hora, fique a vontade. Fiz o favor de trazer esta espada para você de eras passadas, uma época em que os ferreiros tinham alguma noção do que estavam fazendo. - Ele pega novamente a espada e começa a girá-la no chão, como uma criança brincando.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Jan 14, 2018 3:34 pm

Simon Black:

Características:

- PS: 7
- FdV: 6
- Vitalidade: -1 Contusão


Logo após sair das entranhas da terra Simon concentra-se na potência de seu sangue e recebe o alívio em ter seu corpo sentindo-se curado do combate da noite anterior, embora os danos físicos e mentais pareçam não querer deixá-lo tão cedo. Ele sente suas células caminhando até o local onde os ferimentos ainda estavam abertos. Mas sua mente está preocupada, como alguém que quer subir à elite do Sabá pode ter se deixado ferir tão profundamente... Sentindo um alívio em seu corpo, o Gangrel olha ao redor e percebe que o silêncio toma conta da cidade. Ao que parece todos os cainitas que estavam entupindo as ruas de Glasgow resolveram sumir da cidade.

Como soldado treinado, o primeiro pensamento de Simon é seguir até o local marcado com o máximo de cautela e atenção. Afinal ele não tem ideia do que ocorrera durante seu sono. Chegando ao cemitério de Glasgow, o Gangrel segue pelo mesmo labirinto de túneis por onde passara na noite anterior até entrar no cômodo onde se encontrara com o Bispo Lugh na noite anterior. Até mesmo neste lugar, onde ontem havia gritos de vários membros o silêncio era quase completo. Um ou outro som chamavam a atenção do Gangrel dentro de algumas salas... ams poderiam ser somente ratos.

A sala havia mudado completamente em uma única noite. Somente a cadeira de Lugh estava no mesmo lugar. Uma mesa havia sido posta no centro do cômodo, logo à frente da cadeira do Bispo, além de sete cadeias em tono desta. Uma cadeira estava vazia no final da mesa, ao lado direito do Bispo, certamente o lugar onde Simon deve sentar.

- Finalmente você chegou. - Esta é a voz inconfundível de Lugh. O Bispo fala enquanto o Gangrel entra na sala. - Sente-se no local vazio. Estes quatro homens estão sob as ordens do Bispo Anderson e formam o Bando Hell's Fire. - O Bispo indica os quatro homens sentados ao seu lado esquerdo. - Estes aqui, ao meu lado direito, fazem parte do Bando Moon's Song, que estão sob minhas ordens direta. Parte do bando está em missão e vocês se encontrarão mais à frente. Você, Simon, seguirá com o Moon's, diretamente sob minha supervisão.

Olhando para os membros do Bando no qual foi inserido, Simon vê que o úníco homem presente é exatamente aquele de quem ele arrancou a mão na noite anterior. E ele ainda está sem o membro.

- Vocês tem uma missão simples. Uma captura seguida por interrogatório. O alvo é a cria do Líder da Bastarda de Edimburgo, Peter. Ele está em um castelo, antes moradia de Anthony Hotgan. Nós precisamos saber onde o representante da Camarilla está escondido, pois sem ele será muito mais fácil a nossa invasão. Estamos entendidos? Do lado de fora há dois carros preparados para vocês. A viagem durará 3 horas. Enquanto vocês fazem isso, o corpo principal do nosso exército está seguindo para Edimburgo, tomar a cidade. Precisamos minar todos os pilares de sustentação da Camarilla para nossa vitória ser completa.
Bando Hell's Fire:









Bando Moon's Song:





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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Outis em Seg Jan 15, 2018 11:20 am

Presto atenção nas palavras do Regente, o encarando de maneira respeitosa e absorvendo cada palavra, ao mesmo tempo que começo a traçar um plano para executar a tarefa o mais rápido possível e com precisão. Todos esses sumiços me fazem pensar no pior, preciso agir com extrema cautela, mesmo que a tarefa inicial pareça simples, outros irmãos ainda não deram conta de realiza-la.

— Entendo. Todos esses sumiços são bem preocupantes. Em um momento como esse, precisamos de nossa força total visto que perder o controle da cidade é completamente inadmissível. - Continuo atento a tudo que o Regente fala e, dada a oportunidade, continuarei. — Os caprichos dos antigos tendem a ser realmente complicados. São muitos anos de não-vida, muitas experiências e vivências vão tornando a nossa mente extremamente complexa e robusta.

O regente continua a fornecer as informações que possui, se são todas jamais saberei, mas espero que sejam as necessárias para cumprir o objetivo. Irei me deslocar para a casa de Peter assim que terminar por aqui.

— Perfeito. Irei ficar por aqui, mas é bom saber que existe um abrigo no centro da cidade, caso necessário. Irei para a casa de Peter e assim que tiver notícias retornarei. Antes de partir só tenho uma última pergunta Senhor Bristol. - Enquanto faço a pergunta, deixo escapar o olhar mais intimidador e monstruoso que minha natureza carrega, rapidamente voltando para a feição seca e de blasé que carrego na presença de outros membros. — Em que momento vocês perderam os princípios? É quando perdemos nossos princípios que o convidamos o caos.

Sem delongas, me despeço do regente parto para a casa de Peter.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por HaSSaM em Seg Jan 15, 2018 5:25 pm

"A vingança é o deleite das almas desprezíveis"
- Proverbio tradicional

Jack nunca foi um bom caçador. Seguir rastros. Pistas. Isso não era pra ele. Ele era bom com intrigas. Colocar pessoas para fazer seu trabalho sujo, como os nosferatus em Estocolmo que lhe ajudaram com algumas informações. Mas diferente de seu ancestral, Jack era um péssimo caçador. Sempre atento, o imortal ouvia os boatos que circulavam pelo velho mundo. Edimburgo sangra como uma prostituta menstruando no colchão inteiro. Ninguem dava a minima importância, só queria foder com a cidade. Um príncipe desaparecido. Um possivel ataque sabah em grande escala. Ataques terrorista a primigenie. Caos.  Só um tolo não enxerga as oportunidades que são criadas na desordem. Ele podia não ser um caçador, mas não era tolo. A piramide deixava algumas lacunas vazias que precisavam ser preenchidas. Um xerife desesperado. Um senescal em busca de gloria. Jack tinha mais a ganhar naquela cidade do que indo atrás de James e Muslin. Era mais oportuno, no momento, deixa-los de lado para buscar uma chance naquela cidade, mas só por um momento.

Jack acorda jogado no chão sujo e úmido daquele buraco nos esgotos onde se enfiou. A escuridão lhe fazia companhia junto com o cheiro insuportável de merda que estuprava seu olfato. Sons de pequenos roedores ao seu redor. Pingos de agua gotejando na pedra fria onde seu corpo repousava. Ele se levanta, seus olhos aos poucos começa a enxergar na escuridão. Jack olhava para a água lamacenta e escura, via somente sua silhueta ali refletida. Uma sombra sem nenhuma marca de sua maldição. Era por isso que jack sorria, era desconfortante ter que se deparar com ela, era desumano, lamentável... Angustiante. Sua antiga aparência nunca seria esquecida e os desejos de te-la novamente nunca seriam apagados. Só o que ele podia fazer era tolerar, apenas tolerar.

Jack seguia para o Elísio para descobrir mais informações sobre a cidade. Precisava planejar bem seus próximos passos. Conhecer seus inimigos. O cheiro da desgraça se espalha rapidamente e a corja de miseráveis já deveriam estar a caminho para abocanhar o maior pedaço do bolo. Seres tão mesquinhos que não estavam prontos para dividir os ganhos. Isso o fazia se lembrar das ruas sujas de NOva Iorque. Dos traficantes chupando seus ovos por um pouco de prestigio. As surras nos viciados que estavam devendo ou nos que ficavam por ai pedindo uma pedrinha. Belos dias. Ótimas lembranças. Estava na hora deles conhecerem Jack Hunter. Era hora de e apresentar aos serviços do xerife e tirar a melhor vantagem de todas as oportunidades que lhe aparecer.

1 - Ofuscação 3 - Sigo para o Elisio.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Simon Black em Ter Jan 16, 2018 9:51 am

Caminhava lenta e cautelosamente pelo mesmo labirinto de túneis que passara na noite anterior. Manteve-se calmo durante a caminhada, o ferimento da noite anterior não se fechara por completo e ele tinha certeza de que mais cedo ou mais tarde, ainda naquela noite, ele precisaria de toda a potência de seu sangue para dar seguimento na missão em que viesse a se meter.

Seus instintos estavam completamente aguçados e meros sons podiam ser ouvidos em algumas das salas daqueles corredores. Ratos ou algo mais? Preferiu não abrir as portas para constatar, focando-se em seguir até a sala que encontrara o Bispo na noite anterior.

Ao abrir a porta, constatou uma total modificação no ambiente em relação à noite anterior. Ao menos, entretanto, o Bispo estava lá. E dessa vez estava acompanhado. Respirou profundamente e, de forma lenta, caminhou para dentro da sala, fechando a porta.

Fez um leve aceno com a cabeça para o Bispo Lugh ante o cumprimento de que acabara de chegar e dirigiu-se à cadeira vazia, a qual inicialmente deduzira ser para si e acertara em cheio. Em silêncio permaneceu, medindo cada um dos outros cainitas sentados na mesma mesa que agora ele se encontrava.

Anotou mentalmente cada nome proferido. Já ouvira falar bastante sobre o Bispo Anderson. Seus olhos perscrutaram então cada um dos membros do bando Hell´s Fire e, em seguida, do bando Moon´s Song. Nesse segundo grupo, deteve-se mais ainda em avaliação ao ouvir que faria parte daquele segundo grupo sob a supervisão direta do Bispo Lugh.

– É com prazer que me junto a vocês nessa demanda, Bispo... – fez um aceno de cabeça a ele e, em seguida, aos companheiros de missão.

Seus olhos se detém, entretanto, num homem especifico daquele grupo. Justamente o que ele tivera como missão, na noite anterior, arrancar-lhe a mão. Ergueu as sobrancelhas.

Então, o homem continuava em meio às forças do Bispo Lugh? Seria realmente de confiança? Como ter a certeza de que ele não o atacaria pelas costas? Espantou os pensamentos, se ele ali estava, devia entender que na vida há ordens a cumprir e hierarquia a seguir.

Se ele não entendesse isso, demonstraria que havia partes ainda piores de se perder.

Voltou sua atenção ao Bispo, que logo lhes dizia qual era a missão daquela noite. Ouviu tudo atentamente. Assim que ele terminou, fez a pergunta:

– Senhor, temos informações sobre o castelo? Sejam mapas ou informações sobre quem e o quê poderemos encontrar por lá?

Talvez os outros já soubessem disso, por estarem a mais tempo na Escócia do que ele.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Beaumont em Qui Jan 18, 2018 8:30 pm

Ora ora, quando meus olhos não puderam captar as nuanças emocionais de Erwin e Geovanna meu semblante mudou, tive certeza de que Erwin era uma peça mais enigmática do que Bianca naquele quebra-cabeças tão obscuro, um forasteiro me encontra...Enfia sob meus olhos uma boneca espiã sem vida, uma marionete. Enquanto o homem conversava com Geovanna minha face congelou, mergulhado em meus próprios pensamentos eu viajei para longe tentando imaginar até aonde esse Erwin era corajoso o suficiente para invadir os meus dominios e tentar me descobrir de tal maneira. O segundo sentimento que obtive foi o ódio. Sim, eu queria expor minhas presas e rasgar a pele nojenta deste homem por sua ousadia irrefreável, "Ele curioso, um pesquisador" Bianca disse mas será mesmo ? Um seguidor da trilha de Caim ? Mortais não teriam este poder de criar uma marionete como Bianca. A menos que este homem Erwin também fosse uma marionete, impossível, o modo como me olha, como observa atraves da minha performance perfeita de várias decadas de trabalho e aperfeiçoamento. Nada disso seria capaz para um simples mortal ingenuo e frágil. 
Minha mente volta para a conversa apenas quando a pergunta é referida a mim. 

Beaumont (Freira) : - Humm... Adorar outros deuses é um insulto contra o Deus verdadeiro. Os deuses falsos não merecem nossa dedicação nem nosso respeito, porque não criaram nada nem têm poder para nos ajudar. Toda a honra e glória pertence a Deus. Todos os outros "deuses" perecerão. Se fala sobre os Anjos de Deus possa ser que encontre alguma coisa mas não neste mundo. Esse mundo não é mais o éden de antigamente Sr. Erwin. Por acaso suas pesquisas já lhe levantaram a hipotese de que existe seres com poderes especiais ? Consegue ouvir o que está dizendo senhor Erwin ? 

Mas é claro que eu precisava levantar a acusação contra o acusador. Bianca e Geovanna estavam aqui e o melhor, eu, uma pobre e devota freira também. Hahaha falar de seres com poderes especiais é uma forma singela dele arrancar informação sobre o caso, sobre Beaumont...Ele realmente sabe das minhas habilidades e sabe que eu estou aqui. A pergunta é... como...

Beaumont (Freira) : - Sr. Erwin...A viagem de volta pode ser desgastante, Edinburgo é realmente longe e a menos que tenha um voo marcado para o seu país será dificil conseguir voltar a tempo. Porque não passa um tempo aqui e eu lhe conto como o padre Beaumont nos deixou de forma tão repentina. 

Minha face precisava daquele olhar desconsolado (Performance) mas eu precisava mais ainda ter mais tempo com este homem uma vez que Bianca estará a minha disposição por um bom tempo...

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Undead King em Sex Jan 19, 2018 9:21 am

Merda...  Mas o que eu poderia fazer? Minha única opção era lutar, e apesar de eu querer, não podia me acorvardar. Eu tinha certeza que Roden e os outros me trairam, ou me trairíam, não haveria motivo para me deixarem vivo depois de eu subjugar ou fazer o diabo que for com esse cara de asas negras. E caso eu arrumasse um jeito de voltar eu continuaria tendo os pesadelos malditos até chegar ao nível do meu vizinho de cela. Ahhh, se essa situação pudesse ser resolvida com diplomacia minha vida seria bem mais facil.
- Filho de Caim. Cansou de seu discurso pré-morte? Se você quer lutar, venha então! Outros tentaram... Quem sabe vocêpossa ter algum sucesso.- A voz do ser é firme, mas há tédio saindo junto com o som de sua voz.- Mas quem lhe disse queeu sou o Anjo da Luz? Isso tudo tem haver com ele, mas não sou este. E sim, sei o que você está pensando.... Venha e terminaremos com isso mais cedo, se o que você quer é morrer antes da hora, fique a vontade. Fiz o favor de trazer esta espada para você de eras passadas, uma época em que os ferreiros tinham algum anoção do que estavam fazendo.- Ele peganovamente a espada e começa a girá-la no chão, como uma criança brincando.
Eu olhava para trás depois do som de distorção. Havia agora ali, cravada, uma espada. Eu voltava a olhar para o ser, uma onda de ansiedade misturada com medo passou por mim quando eu percebi que ele realmente estava lendo a minha mente. Ele afirmava não ser o Lucifer, mas me deixava com uma dúvida, o porque de isso tudo ter haver com ele. Se ele lesse minha mente saberia que eu o perguntava sobre isso, enquanto pegava a espada, que infelizmente era a minha única opção. Eu não sabia usar uma espada, olhando para o ser manuseando a dele daquela forma me deixava com mais certeza de que eu estava fudido. - Não vai me dar uma armadura? Acho injusto eu só ter essa espada. E já que você não é o Anjo da Luz, gostaria de saber o seu nome. Acredito que você já saiba o meu, não é? - Eu ainda mantinha a postura corajosa, enquanto tentava me acostumar com a espada, coisa bem difícil. Num misto de vontade de adiar o combate e um pouco de curiosidade, eu fiz uma outra e última pergunta, afinal o ser parecia ser experiente e antigo, e não faria mal fazer essa pergunta - Caso eu ganhe de você e faça o que me mandaram fazer, o que você sugere que eu faça para sobreviver e não ser usado ou destruído por outros seres?
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Jan 22, 2018 5:38 pm

Outis:


Outis escreveu:
— Em que momento vocês perderam os princípios?

Um olhar e sorriso enigmáticos. Estas são as últimas coisas que o Tremere vê antes de sair da sala do Regente. O resultado das ações de Outis naquele momento pode vir rápida ou lentamente, mas certamente virá. Essa é a única certeza que o Feiticeiro possui. Assim que sai do cômodo, ele se vê mais uma vez no meio de um intrincado labirinto de portas, onde uma escolha errada poderia levá-lo às mais terríveis armadilhas, como dito por Bristol no momento de sua chegada à Capela. Após algum tempo de escolhas, o Cainita está de frente para o mecanismo que abre uma rampa falsa no assoalho e chega a uma cozinha. Passando pelo corredor de cruza todos os cômodos da parte visível ao nível térreo do prédio, Outis chega à porta de entrada. Do lado de fora um segurança está ao lado de um carro.

- O senhor Bristol me pediu que lhe entregasse este carro. No GPS já está adicionado o caminho até a residência do senhor Peter. - Ele entrega as chaves à Outis e retorna a ronda em torno da casa.

O caminho indicado pelo GPS tem 2-3 horas de duração, sendo que não há vias alternativas mostradas no mapa. Além deste ponto, o GPS também indica o local onde está o refúgio no centro de Edimburgo.

Off: É contigo usar ou não o carro oferecido por Bristol.

O caminho é bastante interessante até o ponto indicado como a moradia de Peter, com vastos campos e florestas, além de uma cadeia de montanhas que começam próximo de Edimburgo e se estendem por quilômetros. Pela localização da Capela, o percurso parece uma linha reta com alguns poucos desvios ou curvas. Ao se aproximar, o Tremere se vê frente a um castelo medieval, com algumas de suas paredes enegrecidas (como se queimadas), muros altos feitos da mesma pedra que o castelo. Um pouco a frente deste mura há um carro, um 4X4.


Carro e Castelo:




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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Jan 22, 2018 5:43 pm

Jack Hunter :


Rolagem de Dados:

Jack: Máscara de Mil Faces - 1 Sucesso(s)

Jack: Percepção: 0 Sucesso(s)

Após acordar nos esgotos de Edimburgo, Jack Hunter não vê a hora de apresentar-se e procurar uma forma de conseguir algo com a ruína na qual a capital escocesa se encontra. Rapidamente ele assume uma forma mais condescende com os padrões da sociedade humana através de sua Ofuscação e segue para o Elísio. Durante o percurso é fácil ver o resultado dos ataques sofridos pela cidade. Considerada por muitos uma cidade de pedra, as regiões mais antigas da cidade possuem construções que lembram muito umas às outras, sempre com a rocha usada nos prédios levemente enegrecida pela idade, mas de cor clara. Agora, as paredes que não estão no chão foram enegrecidas pelo fogo. Em vários pontos da cidade há pessoas reformando a cidade enquanto a prefeitura se encarrega de retirar os escombros espalhados pelo chão.

O Nosferatus segue até a galeria nacional, Elísio utilizado naquele momento pelo Xerife Roden. O local anterior, o shopping St. James, está passando por reformas após o primeiro ataque. Embora ele tenha sido salvo por alguns membros da Camarilla das explosões que ainda hoje tem seu resultado espalhado pela cidade, a Primigênie resolveu montar ali um edifício mais grandioso para mostrar a todos o seu "poder"...

Jack aproxima-se do edifício normalmente. Ao chegar na entrada, um segurança aproxima-se sorrateiramente do Cainita, saindo de trás de uma das pilastras:

- Boa noite. Você está portando alguma arma? - O segurança retira um detector de metais de dentro do seu paletó - Não posso lhe permitir entrar portando nada.

Passado o segurança um primeiro olhar no interior do lugar mostra várias obras de arte, como quadros e esculturas, além de armaduras medievais. Duas mulheres passam conversando pela frente de Jack saindo de uma das alas da galeria para a outra. Uma delas ainda olha para o Nosferatus e volta a falar com a outra. Ambas param e a primeira fala ao Cainita:

- Nunca lhe vi na cidade, qual o seu nome? - Em seu olhar da para ver claramente a desconfiança.

Galeria, Ruas de Edimburgo normalmente:




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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Jan 22, 2018 6:10 pm

Simon Black:


Não é o Bispo quem responde ao questionamento de Simon, mas um dos membros do Hell's Fire. O Cainita de camisa branca e rosto de "bom rapaz" volta seu rosto para o do Gangrel e fala:

- Nós temos monitorados as ruas de Edimburgo a meses. Sabemos tudo o que vem ocorrendo ao redor da cidade. Ademais, temos uma ideia geral do mapa externo do castelo e seus arredores, mas do interior não foi possível..


A garota do Moon's Song o interrompe:

- Um dos nossos está agora fazendo este mapa para nós. Nos encontraremos no caminho para que ele nos mostre o que conseguiu. - Ela alterou sua postura para falar, praticamente ficando em pé na cadeira.

- Certo... como eu estava dizendo. - Ele retoma. - O interior do castelo é pouco conhecido. O que temos certeza é que, além da residência de dois Tremere, o príncipe e sua cria, este lugar é também uma fábrica de "produtos farmacêuticos", se é que me entende. Eles produzem algo ali que é exportado para o mundo todo sob o nome de uma indústria do ramo de medicamentos. Sobre a parte externa, sabemos que o lugar é no meio do nada. Longe de  qualquer outra propriedade. Aqui está uma imagem aérea e outra frontal do lugar. - Ele pega um tablet que estava acima da mesa.

- Os carros estão esperando por vocês. - Diz Lugh levantando-se da cadeira, claramente mandando os Cainitas saírem para cumprir a missão. - Eu não aceito falhas. - Seu olhar é feroz.


Off: Perguntar mais ou conversar com os outros membros é contigo.



Do lado de fora, dois carros esperavam pelos Bandos. Todos os membros do Hell's Fire seguem para um enquanto os do Moon's Song seguem para o segundo.

- Você terá que dirigir, já que o John aqui fez besteira e ficou sem a mão... - Ela gargalha ao falar da desgraça que ocorrera com o outro membro do bando. - É só segui-los que vocês fará o caminho certo.

Castelo e Carros:





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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Outis em Seg Jan 22, 2018 7:41 pm

Eu sabia. Pode não ter sido ele, mas alguém fez merda. Talvez o Príncipe - sumido a mais de uma semana, só pode ter se enfiado em algo que saiu de seu controle. Eu não sou um cara perceptivo, de forma alguma, mas sinto que tem muita coisa por trás de todos os acontecimentos recentes dessa cidade. Estou criando um perigoso hábito de navegar no olho da tempestade.

O labirinto de portas é, no mínimo, estimulante. Um movimento errado poderia custar até mesmo a não-vida de um desavisado. Felizmente para mim - e infelizmente para outros - não foi dessa vez. Passando inicialmente pela cozinha e diversos cômodos, até finalmente chegar na entrada do prédio, logo avisto o segurança que me entrega o carro oferecido por Bristol.

— Excelente. Agradeça o Sr. Bristol por mim. Até breve.

É inevitável não notar a bela paisagem que não só Edimburgo mas toda a Escócia possui. O contraste que os recentes ataques causaram na cidade é realmente um chocante. O caminho é extremamente conveniente, algo que é bem provável ser proposital. Certamente possui seus seus benefícios, e os contras podem ser claramente vistos em sua nova fachada enegrecida.

Assim que noto o veículo estacionado, vou me aproximando naturalmente com o carro e ao passar por trás do carro estacionado, pego o celular e tiro uma foto de sua traseira. (off: caso eu tenha o número ou email de Bristol, irei enviar para ele, perguntando se o carro é conhecido. Irei aguardar no máximo 3 minutos por uma resposta.) Tento notar se tem alguém dentro do carro enquanto manobro estacionando ha pelo menos dez metros do outro carro. Antes de descer, me concentro para utilizar o terceiro nível da Trilha do Sangue. Ainda antes de descer, irei concentrar a vitae em minha pele, de modo a carregar novamente o rubor que os humanos possuem em sua pele, em seguida:

Caso tenha alguém no carro ou eu não tenha certeza,irei me aproximar contanto que não pareçam hostis.

— Boa noite. - Aceno cordialmente em direção a janela do carro, esperando por uma resposta. — Por acaso sabem se o Sr. Peter está em casa?

Caso não tenha ninguém no carro, irei pegar minha faca e furar pelo menos dois pneus, em seguida, irei adentrar a propriedade, procurando uma campainha, ou até mesmo algum funcionário do castelo.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Jan 25, 2018 10:27 pm

Luthero Borgia/Beaumont:


- Vendo a história da humanidade é fácil observar quantos seres foram considerados "criaturas especiais" que foram elevadas ao posto de divindades. Nos países nórdicos Odin e seus filhos podem ser vistos como humanos com armas mágicas. Nas ilhas britânicas temos outras divindades com uma característica semelhante... A Itália mesmo é base para o surgimento de muitos destes seres. Dizem, e é para onde meus estudos tem me levado, que o centro das civilizações, o oriente médio, é cheio de civilizações antigas que dominaram as demais sob a proteção de seres supremos, com rosto e corpo de homem, mas dons somente vistas em criaturas divinas.. - Erwin está com um olhar fervente, ele realmente acredita em tudo o que está dizendo. Seu tom de voz mostra que a busca por estes seres é perseguida com unhas e dentes. - Mas respondendo a sua pergunta Irmã... - Ele par ade falar um pouco. - Qual seu nome mesmo? - O homem espera pela resposta. - Se eu já vi algum desses seres... Sim e não. - Um sorriso brincalhão surge em seu rosto e Bianca toca em seu braço.

- Pai, não faça isso... - Ela olha para Beaumont. - Não ligue para ele Irmã, meu pai gosta de fazer muitas brincadeiras. - Ela volta a falar com o Homem. - Qual o nome daquele seu amigo que consegue levantar àquelas coisas super pesadas?

- Daniel. Exatamente por isso digo que Sim e Não. Ele é algo diferente do que procuro minha querida. Como ele já vi muitos, mas meu objetivo é bem mais profundo... e essa profundidade faz com que seja mais complicado. Isso me motiva.

Erwin ouve as palavras de Beaumont sem nenhuma alteração física. Ao terminar, a garota abraça o pai mais uma vez e pede que este fique, mesmo que masi algum tempo antes de seguir para o hotel.

- Claro, ainda tenho algumas horas antes de seguir. Você ficando aqui, preciso ligar para a escola, além de preparar outras cosias para sua mudança, minha querida. Mas ainda tenho algum tempo. Contudo, me deram a certeza de que o padre estaria aqui. Alguém que teve a impressão de vê-lo a pouco tempo... Estranho, nunca o vi errar. Gostaria de ouvir sua história Irmã.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Amanhã

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