Denver by Night – Sangue Ruim

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Sex Mar 02, 2018 9:30 am

Marko Cerveni Obertus, PS: 12/13; Força de Vontade: 3/7 Vitalidade: Espancado (agravado) (-2 d); Força +1

narrado por whatsapp

Não foi difícil entender a intenção da Degenerada. Na verdade a partir da placa “for sale” isso já estava um tanto obvio, contudo ainda olho pra ela meio assim e falo: -- Tem certeza?  Afinal "o personagem' que tentava compor para meu bando era o de alguém que se importava (e não o do filho da puta que na verdade eu era). -- Você sabe que eu e o Lionel somos dois fudidos não é? (Digo me referindo a não termos dinheiro). -- A minha ideia sempre foi "crescermos juntos" e isso parece mais com "dois parasitas" agarrados em você. (Digo a ela expondo "alguma consideração"). -- Claro que da pra interpretar o maridinho, (digo dando a mão a ela) -- Nem é um grande esforço, (fazer esse par)  -- Mas por mais que a negociação vá bem e consiga abaixar o preço de compra. Esse custo ainda vai acabar caindo em cima de você. (Que afinal é a unica que tem grana). -- Realmente tudo bem por você?
Não iria impor esse tipo de investimento no nosso bando, mas se ela realmente quisesse seguir esse plano de ação, também não a impediria e representaria o "maridinho". No fundo só queria mostrar me importar com o "crescimento dela" por assim dizer. (Parte de representar o "ductus" que queria que eles enxergassem em mim era me portar como alguem que justamente se importava).

Marko e Franchesca batiam a porta de uma casa a venda simulando eles serem marido e mulher quando eram atendidos pelo proprietário.

Winterfell:

Quando ouço o trinco destrancar, paro de falar qualquer coisa mais verdadeira. Entrando no papel de marido entusiasmado e quando Franchesca acaricia meus ombros falando o quanto aguardava esse momento, sorrio como sorriem os homens quando recebem carinho em publico. Uma mistura de orgulho, satisfação e constrangimento.  
Quando ele diz: Pois não. Respondo sorrindo meio sem jeito, como em um pedido de desculpas pelo horário. – Desculpe por isso. (Levo a mão atrás da cabeça bagunçando um pouco meus próprios cabelos enquanto lido com o constrangimento e tento impulsionar minha coragem). – Sou Nathan e (encosto em uma das mãos em meu ombro com carinho, a acariciando sutilmente antes de falar) – Esta é Isabella. (Volto minhas mãos para a posição normal). – Estávamos voltando quando vimos a placa de vende-se. (Olho pra Franchesca e sorrio, como sorri um apaixonado. Deixando transparecer para o homem que erramos um casal com a intenção de começar a morar juntos e me virando bem determinado e animado para o homem falo). – Apesar da hora, você pode nos mostrar um pouco da casa?

O casal era convidado a entrar e o homem começava a mostrar a residência. Eles subiam as escadas em direção ao sótão e Marko percebia Franchesca usando o sangue.

Winterfell:
Quando ela me chama de amor, me volto pra ela respondendo. – Claro meu amor, tudo que você quiser. (Digo me referindo a irmos ver o sotão, quando então pareço lembrar de algo e meu semblante fica meio preocupado me levando a acrescentar logo depois). – Vocês tem problemas com fungos e mofo no sótão? (Me volto pra Franchesca). – Dependendo é melhor você não descer amor. (Digo como “pai de primeira viagem” preocupado com tudo e tratando a mulher como se ela fosse de porcelana). Quando ela diz estar gravida e o proprietário me parabeniza, meio que “me escapa” um sorriso orgulhoso que se instala em meu rosto e parece não mais sair (a felicidade genuína de ser pai).

Enquanto eles subiam as escadas a nossa frente, continuo bancando o interessado e não deixando que o silêncio fique incomodo. – Como é a vizinhança? A escola do seu filho é muito longe? (Digo assentindo com a cabeça para Franchesca, deixando claro que entendi e começando eu mesmo a usar o sangue).

Off. + 4 pds em Força (ou menos se não der pra bombar tanto)    

Então em sinergia com Franchesca atacaria a minha vitima, enquanto ela mesma atacaria a dela. (Ou seja eu ataco a pessoa a minha frente na escada e ela ataca a pessoa a frente dela). Em meu ataque tenho a intenção de agarrar minha vitima por trás lhe mordendo (beijo) enquanto com uma das mãos lhe tapo a boca, para impedir que em sua reação ela acorde a criança ou mesmo chame a atenção de algum vizinho. (Beberei 4 pds enquanto observo a reação da vitima, tentando desacorda-la de forma bruta se preciso).  

Depois que eles estiverem dominados (o que como tenho potencia 3 não deve ser difícil) direi a Franchesca. – Por que você não apresenta o lindo conto de fadas que você mesma é, ao pequeno dorminhoco? (Digo a degenerada, sabendo o quanto ela se divertiria com isso). – Vou amarrar estes aqui e chamar os dois lá fora. (Depois de revistar, despir e amarar o casal com suas próprias roupas. Deixo ambos inconscientes próximos a mim e tirando pouco os olhos deles,  enquanto mantenho minha audição aguçada para que eles não consigam fingir estar dormindo e fugir de mim, vou até a porta e faço sinal para o Capacho estacionar na garagem).

Depois dos dois entrarem, com a porta já trancada as costas digo. – Bem vindos ao nosso castelo. (Sorrio mostrando a casa) – Agora (olhando pro capacho) – Fica de olho nos dois, enquanto eu e o Lionel vamos dar uma olhada em nossas aquisições e ver se encontramos cordas, fita adesiva, ou outras coisas do gênero pra prender melhor estes dois. Quero deixa-los como lanche pra mais tarde (e eles deviam estar inconscientes, além de estarem nus, amarados e amordaçados). – Mas se esse não for o caso, espanque-os um pouco mais.  

Depois de ter disso isso ao Capacho me volto pro Lincoln. – E então bora a caça ao tesouro? (Digo em tom de humor).

Assim como Franchesca, Marko começava a usar o sangue direcionando sua vitae para amplificar sua força. Ele percebia, com seus sentidos de vampiro, que Franchesca já havia parado de usar o sangue. Ela pousava sua mão sobre uma faca que carregava em sua cintura e em movimento leve, rápido e repentino ela se tornava apenas um borrão. Marko se sentia em câmera lenta, como se tivesse seus músculos atados por correntes enquanto apenas assistia os movimentos de Franchesca dotados de uma bela destreza. Em um instante menor que um piscar de olhos, Franchesca estava ficando as presas no pescoço do homem que se entregava ao prazer do beijo. Marko pensava em agir rapidamente contra a esposa do proprietário da casa, afinal, por que Franchesca atacaria o homem e deixaria a mulher de lado? Será que ela tinha deixado a mulher para que Marko cuidasse? Mas sem nada dizer?

Talvez a lâmina da faca de Franchesca vermelha em sangue começava a responder as indagações do Tzimisce. Afinal, ela não havia ferido o homem. Então por que a faca estava enxague em sangue? A moradora da casa parecia ter algum problema. Ela parecia engasgada. Girava seu corpo e ficava de frente para Marko. Então Marko via que a garganta dela estava aberta e o sangue escorria abundantemente. Com o pescoço cortado ela não conseguia gritar. Apenas caía e se Marko não desviasse cairia em cima dele.

Com um movimento rápido e bonito Franchesca girava a faca como os cowboys do velho oeste giravam o revólver antes de colocá-lo no coldre. Mas ao invés de guardar a faca na mão, ela guardava a lâmina na cabeça do homem. Seu corpo também caía e com a boca e o pescoço vermelho de sangue ela saía procurando o quarto do garoto.

Winterfell:
Me desvio deixando o corpo da esposa cair, enquanto em minha cabeça ainda penso. "Que desperdício de vitae". Mas não a repreendo, silencio é importante de qualquer forma e ter os dois mortos sem que tenha tido de usar minha propria força (usar sangue) não deixa de ser eficiente.  Digo então a Franchesca – Por que você não apresenta o lindo conto de fadas que você mesma é, ao pequeno dorminhoco? (E enquanto ela sobe para ver o menino eu desço e vou a porta, fazendo sinal para o capacho estacionar na garagem e ambos entrarem na casa).
Aproveito para checar se a algum "vizinho abelhudo" espionando de alguma janela proxima e depois começo a fazer o "balanço" da nossa nova aquisição. (vendo o que os baris tinham como bens na casa).
Parece que Lincoln enfim poderia ver um pouco de tv, como ele já vinha querendo fazer a algum tempo.


- Com todo prazer! Dizia a Degenerada com um sorriso sádico saindo de cena. Enquanto isto Marko voltava e abria a garagem para Jessie guardar o carro. Aparentemente nenhum vizinho estava curiando as visitas. - Aaan, que casa legal! Dizia Lionel quando entrava. Não era nenhuma mansão. Na verdade era uma casa tão comum como a maioria das casas, e isto incluía a mobília. Nada de luxuoso, apenas o necessário à sobrevivência dentro dos parâmetros capitalistas americano. Um carro na garagem dividia o espaço com o táxi de Jessie.
- É, parece que temos uma casa agora... comentava Lionel.

Sorrio para Lincoln enquanto fecho a garagem. Depois indo conferir o sótão (ver o que encontro lá), assim como procurar algum computador pela casa.
E era exatamente o que Lionel fazia. Aquele corpo de 2m de altura desabava em cima do sofá, ocupando todo o espaço. Ele ligava a TV com o controle e começava a fuçar nos canais. Franchesca, certamente estaria cuidando bem do pirralho. Jessie pegava uma garrava de cerveja na geladeira enquanto dizia: - Acho que não terei concorrência, então posso beber tudo sozinho né?! Dizia o carniçal fazendo uma piada com os vampiros, embora suas palavras trêmulas indicava que ele tinha medo de Marko e Lionel.


Última edição por Rian em Sex Mar 02, 2018 9:35 am, editado 1 vez(es)

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Sex Mar 02, 2018 9:35 am

Marko Cerveni Obertus, PS: 12/13; Força de Vontade: 3/7 Vitalidade: Espancado (agravado) (-2 d);

Winterfell:
[09:16, 13/2/2018] +55 22 99845-9454: Descendo do sótão já começo a dar atenção a alguns por menores. "Bom vamos as preparações." Primeiro olho em um relógio na casa pra saber quanto tempo ainda tinhamos antes do sol nascer. Depois disso procuro alguma lona, cobertor ou sacos plásticos (daqueles grandes) e coloco os corpos lá dentro. Para depois os transportar até a banheira do banheiro deixando eles (os corpos) lá dentro por enquanto. Aproveitando que estou no banheiro para me lavar na pia e tirar de minhas mãos ou ainda de outra parte do meu corpo os respingos de sangue que possam estar em mim.

Depois de me limpar no banheiro e deixar os corpos lá, vou a todas as janelas da casa fechando-as e conferido se as cortinas também estão fechadas (menos a do quarto do pequeno para dar alguma privacidade a diversão da degenerada). Me certificando que algum abelhudo que venha a tocar a campainha durante o dia, n tenha visão da mancha de sangue na escada.
[09:41, 13/2/2018] +55 22 99845-9454: Depois pego as carteiras (pego o dinheiro deles pra mim) e o celular do casal (dele e dela) e começo a conferir as mensagens vendo se tem "algo interessante" enquanto também vou abrindo algumas gavetas principalmente no quarto do casal, sala e escritório (se houver) vendo se acho documentos e/ou outras coisas importantes (como talvez uma arma de fogo).

Então vou até o computador da família e entrarei em qualquer aplicativo social que esteja com senha salva no PC (como Facebook, Twitter, Instagram e outras similares). Minha intenção e ter uma idéia de como são suas relações familiares e também suas relações com vizinhos e amigos próximos (para ver quem poderia tentar/querer visitar a família). Já que não quero ser surpreendido durante o dia.

Alem disso, também aproveitaria para ver o mapa da região (no Google maps) e ver os estabelecimentos por perto (além dos residenciais). Vendo lojas, boates e outros estabelecimentos próximos. (Obs. Principalmente quero saber qual é a delegacia, hospital e também o corpo de bombeiros mais próximo da residência, assim poderia saber quanto tempo levaria para chegar a esses lugares. Para fazer o pensamento inverso e saber quanto tempo uma viatura da polícia, ambulância ou carro dos bombeiros levaria pra chegar no nosso refúgio).

Off. Agi pouco porque quero saber quanto tempo me resta antes de começar mesmo com o grosso do post. Pra saber +ou- o que dará pra fazer antes do sono bater.

[09:15, 14/2/2018] +55 62 8266-7833: Ainda era 22h30min. Marko tinha uma noite inteira pela frente. No entanto, ele gastaria no mínimo 1hora para guardar os corpos e se lavar. Em seguida o Tzmisce fechava as janelas e recolhia o dinheiro do casal (300 dólares) e os celulares. Verificando os celulares ele percebia que não havia nade muito importante nas mensagens. Vistoriar as careiras, celulares e as gavetas e outros papéis da casa levava mais 1hora, o vampiro estava sempre de olho no relógio. No entanto, nada fora do comum era encontrado, e nenhuma arma de fogo. Ao que parecia era um casal "pacífico".
[09:16, 14/2/2018] +55 62 8266-7833: Marko rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para computador que resultou 9, 10, 2, 9, 3, 9 - Total: 4 Sucessos
[09:21, 14/2/2018] +55 62 8266-7833: Vistoriando as redes sociais, Marko encontrava as relações do casal e não demorou para descobrir que a Babá do menino passaria no dia seguinte às 09horas da manhã para buscar a criança e ficar com ela. Em seguida a devolveria no final do dia, às 18horas, enquanto os pais estariam para o trabalho.

Acessando o mapa ele conseguia as distâncias dos pontos estratégicos. Bombeiros: 6km. Subdelegacia: 7km. Hospital: 2km



Winterfell:
Enquanto Franchesca se divertia e Lincoln e o Capacho coçam o saco. Vou resolvendo os por menores indispensáveis a nossa estadia na casa. "De toda forma é melhor que eu faça essas coisas sozinho mesmo". Afinal, duvido que a degenerada ou o brutos dariam a importância devida a tarefa, enquanto o Capacho provavelmente mais atrapalharia do que ajudaria. "Ao menos assim, sei que foram bem feitas". (Comportamento Perfeccionista).

Vou cumprindo tarefa por tarefa até que, depois de algum tempo fuçando nas redes do casal, descubro uma complicação antes que ela de fato se torne um problema. "É por essas e outras que preferia deixar ao menos a mulher viva por enquanto." Séria muito mais fácil tomar ciência dessas complicações se pudéssemos arrancar informações dela e além disso, ainda não tinhamos forçado a transferência da propriedade para o nosso nome. "Agora com eles mortos, vai ser mais difícil providenciar os documentos que façam nossa propriedade perdurar aos olhos mortais". Documentos e merdas desse gênero que dão materialidade e respaldo não são tão fáceis de arrumar. "Mais de toda formas esses são problemas a longo prazo". Consequentemente teria bastante tempo pra lidar com isso. "A curto e médio prazo só tenho de me focar em fazer a venda da propriedade para o nosso bando algo crível". Afinal se não levantassemos muitas suspeitas como novos vizinhos, não teríamos ninguem fuçando a documentação da propriedade, só precisávamos manter a aparência de novos moradores a medida que fingimos que os antigos se mudaram.

Depois de vistoriar os celulares e documentos do casal com atenção por mais de uma hora, não devia ser difícil imitar a forma de escrita do homem ou da mulher. Portanto, imitando a escrita da mulher (me refiro a escrita eletrônica, palavras que ela normalmente usa, abreviações que faz, emojis que utiliza e até mesmo erros de gramática que comete) mando uma mensagem para a babá: Dispensando os seus serviços amanhã, dando uma desculpa crível pela mensagem a essa alta hora e ao mesmo tempo não sendo específica demais, para não dificultar minhas mentiras futuras.

Inicio da mensagem → Desculpe cancelar assim em cima da hora, mas não vamos precisar dos seus serviços amanhã pois meu marido enfim conseguiu vender a casa e prometemos levar nosso filho para visitar alguns lugares quando isso acontecesse, para ele aceitar melhor a mudança. Ps. Por desmarcar assim em cima da hora, pode contar o dia de amanhã como um dia trabalhado. Mais a frente, antes de nos mudarmos de fato, vamos marcar uma vinda sua aqui, para acertarmos com você e nos despedirmos. ← Fim da Mensagem

(Off. Não esqueça de considerar que estou tentando escrever como a mulher normalmente escreve, para não levantar surpresas).

Depois disso, saio de frente do computador indo até a placa de vende-se na frente da casa, virando-a e colocando a mostra o outro lado com os dizeres 'vendido' em seu lugar.

Voltando a casa irei a cozinha e pegarei alguns produtos de limpeza (como o Carniçal Tzimisce que fui por longo tempo, sei bem a que produtos recorrer quando preciso limpar sangue). "Enfim ao menos o grosso dessa função posso delegar ao Capacho". Voltando da cozinha entregarei os itens de limpeza ao Carniçal. — Vá limpando aquela bagunça. (Digo me referindo ao sangue na escada, onde o casal foi morto. Afinal mesmo que já tivesse cuidado dos corpos, ainda tinha o sangue e era bom coloca-lo pra ir cuidando disso), "Ele não é um revenante como eu, então é bom começar assim de forma leve". (Pedindo para que ele cuide simplesmente do sangue, sem de fato chegar a ver os corpos). "Assim ele vai se habituando a servir como carniçal Sabá sem quebrar mentalmente".

Depois disso me voltando para Lincoln digo: — Lionel me ajuda a descer com a tralha do sótão? Eu subo lá e vou passando as coisas pra você na base da escada. (Com a altura dele ele nem precisaria ficar na escada para receber as caixas de mim). — Assim conseguimos otimizar a remoção daqueles bagulhos e viabilizar o cômodo mais rapidamente.

Já tinha agilizado o que precisava fazer sozinho, então agora com eles ajudando no grosso enquanto coordenava (e supervisionava) o trabalho, deviamos conseguir terminar com isso ainda hoje sem maiores problemas.

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Rian

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Winterfell em Seg Mar 05, 2018 7:40 pm

Juntamente com o Brutus, começo a mover toda aquela tralha do sótão, passando-lhe uma caixa. E o ciclo se repete. Admito que esse tipo de “trabalho braçal” não é nenhuma novidade pra mim. Já que, embora supostamente Obertus sejam “intelectuais”, como carniçal não estava bem em “condições de escolher” as minhas tarefas. A quanto tempo não coloco as mãos em um único livro? Vou acabar ficando burro desse jeito. As vezes me bate essa vontade de ler, ler, ler e ler. Como fazia quando minhas únicas preocupações eram o meu próprio aperfeiçoamento em meu tempo escolástico. No monastério Obertus na base de minha formação, antes de me enviarem ao “sebo de rola” do Ivan. Se descobrir quem foi o filho da puta que me designou praquele babaca... O faria me compensar lenta e longamente. Caralho como foi difícil sobreviver aquele porra. Se eu não fosse EU, (Megalomaníaco) não teria conseguido. Vários não conseguiram imitar o meu feito e mesmo pra mim, foi tenso... Perdi uns bons pedaços pelo caminho... literalmente. Devia ter suspeitado que esse escroto era infernalista, puta que pariu. Mas infelizmente o sadismo e perversidade não é assim tão raro entre os Tzimisces. Enfim. No fim das contas. O que importa é que EU venci! PAU NO TEU CÚ IVAN! Isso quase pedia uma “dancinha da vitória”. Puta que pariu to feliz pra caralho! Porra que delicia dizer aquelas verdades na cara dele, deixa-lo saber que por minha causa ele falhou. Normalmente sou mais objetivo e não veria porque incitar um inimigo, mas porra! O cara já me esfolou mais de uma vez! (Literalmente)! Objetividade é o caralho! Ao menos dessa vez, faço questão que ele saiba que o pau enfiado no cu dele é meu! Saboreei a minha rola! Delicia! Se tivesse conseguido beber dele na ocasião, teria sido perfeito. Ele ter escapado é um problema e pior, um problema que vai voltar. Ele tem esse habito de culpar os outros por sua própria incompetência. Trouxa. Enquanto retiro as caixas, sorrio ao pensar no que farei com ele. Pule de pescoço nos meus dentes. Bebe-lo vai ser muito doce, ainda que o sangue do puto seja meio podre. Sou um Obertus de Palavra! Hahahaha. Mas é melhor deixar essa introspecção para depois e voltar a ser objetivo.

Tenho mais com o que me preocupar e essa situação com Lincoln pode ser útil. Aproveito que estamos sozinhos para iniciar um diálogo casual. – Tinha algo interessante na tv? Pergunto abrindo a conversa com leveza e naturalidade, enquanto lhe passo outra caixa. (Espero a resposta, usando-a para sondar o grau de disposição dele a esse bate-papo).

– Amanhã vou arrumar um celular pra mim, com toda essa merda acontecendo acho melhor termos como nos contatar, você vai querer um? Digo sem alfinetar, “genuinamente” oferecendo providenciar um pra ele também. – Tava pensando em providenciar umas armas e outros brinquedos, prefiro começar a nos preparar melhor pra essa merda toda que vem acontecendo a nossa volta. Você pensa em descolar uma nova moto?

xXx – Terminado a limpeza do sótão – xXx

Com a ajuda do Lincoln, terminamos com uma boa sobra de tempo então depois de já ter deixado minha mochila no sótão de uma vez, nos descemos juntos ainda conversando, enquanto vamos checar se Jessy já fez sua parte. (Ele terminou? Se sim, fez direito)?

xXx – Terminado a interação com Jessy – xXx


Franchesca tá demorando pra caralho. Sem falar que ela ficou só se divertindo enquanto a gente trabalhava... Meio folgada... mas depois das nossas ultimas noites, acho que dá pra relevar. Criar atrito por motivos superficiais seria contra-producente. Mas ainda assim, vou ter de abordar o desperdício de vitae. O que ela fez com o casal era no mínimo um desperdício. Ainda que ela quisesse matar, quebrar o pescoço seria tão mais limpo. Penso sem deixar de ser prático. Sem falar que, é muito mais fácil coagi-los a assinar do que falsificar os documentos da casa, e resolver isso ia acabar sobrando pra quem? Adivinha... Bom... se isso aqui acabar sendo só um refugio temporário, não vou precisar chegar a tanto. Essa questão só se tornara um problema a longo prazo e não estou pensando em ficar em Denver por tanto tempo assim. Até porque, Larassa e a sua “cara de cu com câimbra” não tinha me dado qualquer motivo para pensar o contrário. ”Tem planos pra mim”. Ironizo lembrando o que ele disse. Enfia um rojão no cu e sai voando! Vacilão do caralho! Graças a esse cuzão, a noite de hoje foi tão ruim quanto a de ontem. A “Paquita do Capeta” (Se referindo a Hibrida Infernalista). ao menos deixava claro que queria nos matar desde o princípio, agora o que devo esperar da porra de um Arcebispo que não segue o Código, usa disciplinas em mim, compromete os integrantes do meu bando e pior, nem me recompensa direito!?! Por que na boa, me tornar Ductus foi só oficializar o que Anne já tinha feito, mas o que mais ele fez por mim? Pelo que Karla disse, não a muitos Sabás pela região. Ter um bando a mais para usar contra a Bastarda e ainda por cima um bando com a fama do Devoures é ótimo pro puto. Não foi favor nenhum nos deixar nos acomodarmos no território de domínio dele. Então voltando de novo a questão, o que ele fez por mim? Falou com minha sacerdote quando eu não estava presente, colocou o que quer que lhe fosse conveniente na cabeça do Lincoln, e pior O puto me “lê” com uma facilidade preocupante. Fui cuidadoso com as palavras desde o começo, mas o arrombado sempre parecia conseguir me ler. Ter alguma fidelidade a esse Larassa não é nada rentável e se participar de uma invasão por si, já não pesasse muito no “currículo do Devoures” poderíamos só resolver nossas pendencias em Denver e vazar daqui. Mas havia uma invasão... Vou ter de encontrar uma forma de lidar com esse mamador de porra.

Pego o computador da casa (se for portátil como um notebook por exemplo) e continuo descendo com Lincoln com destino ao sofá, onde me sento em uma poltrona com o computador no colo, deixando Lincoln senta em outra e monopoliza o controle remoto. (Vou pesquisando as notícias até que): – Saca só Lionel. (Mostro a ele a notícia do atentado ao Elísio).

DENVER NEWS - Teatro de Denver é Alvo de Atentado e Incêndio

Uma intensa troca de tiros aconteceu nesta noite no Teatro Denver, no centro da Capital do Colorado. A Polícia atendeu um chamado de urgência e ao chegar no local foi recebida a bala. Mesmo com equipes da SWAT em ação a troca de tiros durou mais de 1hora e um incêndio criminoso consumiu o Teatro Denver. Dentro do edifício foram encontrados 16 corpos carbonizados que ainda não foram identificados.


– Os barris já noticiaram o golpe na Bastarda. Digo mostrando a confirmação do que antes ouvimos pela boca do “Sombra”. – A sua cadela deve ter perdido ainda mais aliados e influencia, na próxima vez que a Espada atacar, nós vamos estar lá pra vocês matarem a saudade um do outro. Digo com um sorriso cumplice, depois voltando a teclar no computador enquanto torno a tentar me curar, desta vez despendendo muito mais sangue e empenho. (Tentando curar 1 de Agravado ao custo de 5 PdS).

(Como estar sentado no sofá me curando não me impede de mexer no computador, vou pesquisar: 1 – Onde posso comprar um celular descartável na região. 2 – Como se faz a transferência escolar de uma criança, já que tenho de simular que a criança se mudou ou a escola pode reportar abandono escolar as autoridades. 3 – Tentarei descobrir, “onde” e com “o que” o casal dessa casa trabalhava. 4 – “Por que” e para “onde”, queriam se mudar. 5 – Como fazer um coquetel molotov. Ou o que der disso dentro do prazo que temos antes do sol nascer. Sendo que quando tiver algo em torno de apenas uns 10 minutos para o amanhecer): Fecharei o notebook, trancarei a porta e começarei a me mover lentamente de encontro ao sótão. (Se Franchesca ainda não tiver descido até então, eu dispenso Jessy, dizendo que ele retorne pra encontrar Franchesca na noite seguinte, tranco a porta da residência depois de sua saída e enquanto vou subindo para o sótão chamo a toreador para que acompanhe a mim e Lincoln).

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Dom Mar 11, 2018 12:55 pm

Gerrard Blackwood; PdS: 09/15; FdV: 08/08; Vitalidade: ok


Logo que pousou próximo à cena do embate não demorou muito para que Gerrard percebesse o que estava acontecendo. Um dos homens segurava a vítima contra uma parede de cimento enquanto o outro desferia socos no estômago. O homem que segurava olhava em volta e dizia:
- Vai! Agora!

O outro sacava uma faca e desferia três golpes contra a vítima que caía no chão. Em seguida os outros dois saíam correndo. E agora?

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Seg Mar 12, 2018 1:55 pm

Marko Cerveni Obertus, PS: 07/13; Força de Vontade: 3/7 Vitalidade: Espancado (agravado) (-2 d); (-05pds)

– Tinha algo interessante na tv?
Lincoln balançava a cabeça negativamente, respondendo: - Nada, Marko. Nada...
Era uma resposta curta e desinteressada.
– Amanhã vou arrumar um celular pra mim, com toda essa merda acontecendo acho melhor termos como nos contatar, você vai querer um? . – Tava pensando em providenciar umas armas e outros brinquedos, prefiro começar a nos preparar melhor pra essa merda toda que vem acontecendo a nossa volta. Você pensa em descolar uma nova moto?
Lionel continuava apenas fazendo o trabalho físico, demorava um pouco para responder. Talvez estivesse pensando ou relembrando de algum acontecido.
- Não... sem celulares. Ele era seco na resposta e duro consigo mesmo. – Não acha que já temos armas suficiente? Se for somar todos os “canos” que temos aqui vai acabar sobrando... Tá querendo virar traficante de armas? Quero ver como tu vai explicar isso se uns tiras parar a gente e pegar esse tanto de arma que já temos.
Ele pegava mais umas caixas e removia pra um canto e depois continuava: - Além do mais, até onde me lembro, essas porra não tiveram efeito nenhum contra “a coisa”.
Após arrumar o sótão Marko descia e verificava o serviço de Jessy. Pelo menos pra serviços gerais o rapaz era bom.
Depois, o Tzimisce voltava para a sala e pegava o computador a pesquisar notícias na internet. Lincoln voltava a ver um filme antigo e de ação na TV. Ele parecia imerso em seus próprios pensamentos.
– A sua cadela deve ter perdido ainda mais aliados e influencia, na próxima vez que a Espada atacar, nós vamos estar lá pra vocês matarem a saudade um do outro.
Um sorriso filnalmente se estampava na face do Brujah: - Por mim a gente ia era agora!
Pesquisando sobre celulares no Google, tudo que Marko conseguia era apontadores no mapa indicando lojas de celulares. Havia dezenas delas numa região de 6km.
Ao pesquisar sobre como transferir uma criança, Marko descobria que havia necessidade de que os pais ou o “responsável legal” comparecesse à administração da escola em horário comercial.

Noutra pesquisa pela casa o vampiro descobria que o dono da residência trabalhava em uma empresa de reciclagem da cidade. Havia uma credencial deixada em cima do balcão da casa. Ele era um lixeiro.

A mulher, que estava indefinido qual era sua atividade. Não havia carteira, documento, credencial nem o pista nenhuma nas redes sociais, exceto algumas fotos no que parecia ser um “centro de beleza estética”. No entanto, se ela era a manicure ou a dona do negócio, isso era uma verdadeira incógnita.

Quanto ao motivo da mudança, rapidamente o cainita descobria que o casal tinha recebido uma oferta de emprego no Texas.

Por fim o vampiro pesquisava na internet como fazer um coquetel molotov. Encontrar um site que ensinava não foi difícil, o vampiro era inteligente e a teoria ele tirava de letra. No entanto, uma coisa era pesquisar o que ele precisava, outra coisa era “por a mão na massa”.


OFF: Rolagem para fazer o coquetel molotov: Destreza + ofícios.
Para arremessar o coquetel: desterza + esportes.
Para curar o agravado é necessário um dia de descanso além do gasto do sangue.

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Seg Mar 12, 2018 3:20 pm

Alex Troy; PdS.: 10/15; FdV: 03/10; Vitalidade: machucado (agravado)


Alex Troy estava finalmente de volta ao Colorado. Assim que adentra ao Estado ele checa a sua caixa de mensagem de email e verifica que havia uma boa quantidade de currículo. Na primeira parada ele confere com mais detalhe e constata que o desemprego devia estar em alta. Havia 126 currículos em sua caixa de entrada.

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Blackwood em Sex Mar 16, 2018 3:00 pm

Não tive muito tempo para entender a situação mais a fundo. Poucos segundos após ter pousado, uma ordem era dada e um homem sacava uma faca, e depois a enfiava três vezes seguidas no corpo do rapaz. Naquele momento e naquela forma, minhas opções eram restritas, eu apenas observei o ato de assassinato sem poder fazer muita coisa.

Os assassinos fugiam e a "vitima" caía ao chão como um saco flácido vazando o líquido vermelho. Num ponto estratégico, eu volto a minha forma original sem que o moribundo pudesse observar a transformação e a primeira ideia que me ocorre é levar aquele homem à um hospital ou melhor, chamar o resgate. Mas antes, verifico onde foram desferidas as facadas e analiso as chances de vida, isso se ele já não estiver morto.

Se alguma vida ainda estiver pulsando naquele homem e por sorte um fiasco de consciência ainda se prender na sua cabeça, eu tento descobrir o por que daquilo, e quem foi o culpado. Me abaixo para ficar mais próximo do corpo e o pego de forma que sua face fique de frente para mim:

- Fique comigo! Estou aqui para ajudar! Diga-me, quem e você e quem fez isso com você e porque?

Tento manter a atenção dele em mim enquanto extraio informações e ligo para o resgate se julgar válido o socorro...

Caso o homem não resista ou já esteja morto na minha abordagem, eu irei dar uma geral no corpo dele procurando por itens relevantes a investigação. Depois, eu me alimento dele aproveitando o sangue ainda quente. Mas eu não o seco, e depois uso minha saliva para cicatrizar a ferida. Deixo o corpo no mesmo local e assumo a forma canina para melhor rastrear os assassinos e vou atrás...
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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Ignus em Dom Mar 18, 2018 9:37 pm

Alex Troy estava finalmente de volta ao Colorado. Assim que adentra ao Estado ele checa a sua caixa de mensagem de email e verifica que havia uma boa quantidade de currículo. Na primeira parada ele confere com mais detalhe e constata que o desemprego devia estar em alta. Havia 126 currículos em sua caixa de entrada.


Troy se permite um largo sorriso em seu rosto novo ao ver a quantidade de interessados na 'vaga de emprego'.

"Mais de uma centena de ex-soldados desempregados ávidos por trocar sua expertise por dinheiro. Estou feliz por voltar aos EUA. Onde mais seria tão fácil obter mão de obra qualificada? Não devo ter dificuldade em selecionar duas dezenas de candidatos ao Abraço dentre todos esses voluntários."

Feliz pelo início promissor, Alex decide cuidar de alguns outros detalhes que precisaria para levar a cabo seu projeto de formar um novo Bando. Ele sem dúvida porderia pedir a seu Arcebispo auxílio com os pormenores, mas Troy acreditava em não pedir nada que pudesse fazer por conta próprio.

Pensando em não ser surpreendido com o inconveniente de ficar sem bateria Alex irá comprar vários carregadores de celular portáteis e coloca-los para carregar em seu novo carro, que substituiu o que ele havia abandonado no México, enquanto dirige. Troy também pretende comprar cadernos e canetas em alguma papelaria, bem como 10 pás, 12 facas, 5 serrotes e 5 marretas, correntes grossas e cadeados grandes em uma loja de materiais de construção. Ele também irá adquirir alguns isqueiros do tipo que não seja preciso ficar com o dedo para manter a chama acesa. O pagamento de tudo será feito em dinheiro vivo.

A seguir ele irá procurar por alguma fábrica abandonada em um local não muito próximo, porém também não muito distante do Convento de Larassa. Se não lograr êxito em encontrar apenas dirigindo ele irá usar seu smarthphone para auxiliá-lo na tarefa.

Tudo dando certo ele irá entrar no lugar que encontrar e inspecionar se ele é adequado para suas necessidades de Abraço em massa. Não era preciso muita coisa, apenas que o local pudesse ocultá-lo de olhos e ouvidos curiosos, que pudesse ser adequadamente trancado quando todos os convidados tivessem chegado e que houvesse espaço para cavar uma cova coletiva para seus futuros subordinados.

Quando finalmente encontrar um local adequado Alex irá sair para se alimentar. Ele pretende ir a cafeterias e encontrar mulheres que atendam aos seus padrões alimentares {Presença 3+Dominação 2 para leva-las até seu carro / beber 2pds / apagar a memória delas com Dominação 3 e manda-las para casa}. Sua intenção era repetir o processo até ficar totalmente saciado ou até o limite prudencial de tempo para retornar à fábrica abandonada que será seu refúgio pelos próximos dias.

Tudo dando certo ele irá retornar para a fábrica e dormir até o dia seguinte.

No dia seguinte Troy pretende sequer se levantar de sua ‘cama’. Ele irá ficar o dia inteiro deitado, curando 1 grau de vitalidade {-5pds} do dano agravado recebido enquanto analisa os currículos recebidos pelo celular. Ele tomará nota dos candidatos mais promissores, dando particular atenção àqueles com conhecimentos em (i) técnicas de combate corpo-a-corpo (de preferência dentre ex-Marines), (ii) explosivos, (iii) franco atiradores, (iv) engenharia, (v) pilotos e (vi) informática. Membros de unidades especiais como os SEAL da Marinha ou os Rangers do Exército também serão minuciosamente analisados. Seu objetivo é baixar o número de candidatos para 20.

No dia seguinte ele repetirá a rotina do dia anterior (se ainda não tiver terminado a seleção) e irá curar mais 1 grau de vitalidade {-5pds} do dano agravado recebido.

Tudo dando certo na noite posterior ele irá procurar o Arcebispo para lhe informar que está pronto para atrair os futuros Membros de seu Bando para o Abraço e lhe perguntar se dali a duas noites seria conveniente para Sua Excelência. Ele também irá se certificar de quantos cainitas ele convidaria para o ato para que o número de candidatos seja relativamente proporcional ao número de vampiros.
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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Qui Abr 05, 2018 1:58 pm

Gerrard Blackwood; PdS: 09/15; FdV: 08/08; Vitalidade: ok


Aparentemente aquele pobre homem não iria escapar de um precoce fim de sua vida. A temperatura do corpo dele caía drasticamente, sangrava muito e parecia perder forças. Com uma certa dificuldade ele retirava o seu sapato esquerdo e de dentro da sola do calçado pegava um bilhete de papel muito amassado, suado e surrado, com algo escrito em tinta de caneta. Ele colocava o papel nas mãos do Algoz e em um último esforço ele segurava Gerrard com ambas as mãos pelo colarinho da camisa do vampiro, reunindo sua força derradeira, enquanto fixava os seus olhos nos olhos do Gangrel fazendo o último pedido de sua vida:
- Pode ficar com tudo, mas por favor, pelo menos quite a hipoteca da casa dela e pague um bom plano de saúde para quando ela ficar velha... o resto...
cof! cof!
- O resto é tudo se... cof! cof!

Em seguida, o homem tirava uma um outro pedaço de papel da carteira e a entregava para Gerrard, com as mãos trêmulas e suando frio. Quase que ele deixava a foto cair antes que o Gangrel a pegasse e então, o homem tombava para o lado cerrando os olhos.
Era uma foto, uma foto de uma mulher. No verso da foto estava escrito: "Para sempre ao seu lado!" e um endereço, provavelmente da mulher da foto.

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Winterfell em Qui Abr 05, 2018 2:58 pm

Marko Cerveni Obertus, PS: 07/13; Força de Vontade: 3/7 Vitalidade: Espancado (agravado) (-2 d); (-
05pds) (Obs. Riam minha FdV deveria estar 4/8, vc gastou 1 a mais e não computou ainda o aumento para 8, que ocorreu do ciclo passado para esse).

- Não... sem celulares. Ele era seco na resposta e duro consigo mesmo.


– Tá legal. Isso me agrada. Bom. Afinal o único ponto positivo de uma falha, era o exemplo do que não tornar a fazer. Ele parece já ter aprendido a lição, sem que eu mesmo tenha de martelar no cérebro dele. O que me possibilitava continuar interpretando o “bom chefe”, sem comprometer o amadurecimento do Brutus (Unificador).

– Não acha que já temos armas suficiente? Se for somar todos os “canos” que temos aqui vai acabar sobrando... Tá querendo virar traficante de armas? Quero ver como tu vai explicar isso se uns tiras parar a gente e pegar esse tanto de arma que já temos.


– Eu tenho uma SigSauer (Pistola) – e uma Stakeout. (Escopeta Ithaca M37) – Cortesia daquele Algoz baitola e seus “pau no cu”. Aproveito pra tirar com a cara do morto, mas logo continuo. – Realmente não é uma combinação ruim, o problema é que estou quase sem munição pra ambas. Você tem alguns pentes sobrando? Aguardo a resposta dele e depois continuo. – Tu, eu e a Fran já temos os canos. Problema agora é preenche-los. Estou pensando em comprar apenas munição, coletes e algumas garrafas pra preparar uns molotov. As balas e os coletes podemos comprar tranquilo legalmente em qualquer loja de armas, a munição não é tão bem controlada quanto as próprias armas. Dou de ombros. – E a matéria prima pros molotov, da pra descolar em qualquer lojinha de esquina. Tipo é bem pouco trabalho que vai dar viabilizar de novo essas armas e vão ser uma boa vantagem pra gente. Você não pensa assim? Digo deixando espaço para que ele fale, como se a opinião dele fosse importante. (No fundo não é, mas é bom que ele se iluda). – Se a policia nos parar as armas não são nem de longe a nossa maior preocupação. Aponto pra ele e depois pra mim mesmo, falando descontraidamente. – Essas nossas carinhas lindas são a definição do que eles chamam “suspeito”. Somos o tipo de caras que eles levam pra passar a noite no xadrez só por diversão. Não que sejamos “inocentes”, mas mesmo se estivermos “apenas na nossa” Lincoln está perto demais da Besta e eu mesmo sou um Unificador, nossa aparência não é bem o que se diria “humana”. – Se a Fran não der uma chave de buceta nos tiras, nos provavelmente vamos ter de resolver com eles. Tendo-se por “resolver”, matar. – Lembro de um Rato (Nosferatu) – no bando da minha progenitora que conseguia ocultar outros junto consigo mesmo. Desde que nos tornamos aliados, comecei a me focar nisso por entender que poderia nos ser útil, mas parece que ainda preciso aumentar um pouco meu dom sobre o subterfugio antes de igualar a habilidade do cara. Olho pro Lincoln. – Lionel, se as coisas se complicarem e você não conseguir me ver, não pense que te abandonei ou outra merda do gênero, falou? Você é meu irmão e não te deixo pra trás nem fudendo. Só estarei invisível tentando usar isso de vantagem pra resolver os nossos problemas. Digo, para deixa-lo ciente e para que em uma situação de combate real ele não perdesse tempo “pensando merda”. Não sei se esse aviso de fato, vai chegar a ser útil. Mas também não sabia que, o que disse no carro junto ao Linconl e a Franchesca chegaria a ser necessário e foi bem isso que “salvou nossos traseiros” junto com o Larassa. É fundamental ser precavido. (Perfeccionista).

- Além do mais, até onde me lembro, essas porra não tiveram efeito nenhum contra “a coisa”.

– Mais olha a sua referência também po! A “quela porá” é tipo o Chuck Norris dos cainitas! Bendita hora que aquela pedra caiu. Tudo porque o arrombado do Ivan queria fugir me levando com ele. Começo a rir um pouco, contidamente meio que relembrando. – Caiu a pedra e eu. Uso as mãos pra representar uma espécie de hambúrguer, fazendo piada. – Sanduba de pedra, a coisa e eu somos o pão. Volto a pegar outra caixa. – Quero ver é quem morde esse recheio, file de pedregulho temperado com poeira. Termino a piada interna me divertindo enquanto também tento melhorar o clima entre nos dois. Lincoln estava pra baixo pra caramba, o que era atípico e também preocupante.

– Mais serio agora, digo dividindo conhecimento com meu companheiro. – armas de fogo no geral não são muito uteis contra cainitas, mas esse jogo vira se você souber onde atirar. Aponto pra minha própria cabeça. – Tiros na cabeça fazem um estrago lindo, mesmo que seu alvo seja um cainita. Pego outra caixa, puta que pariu quanta tralha esses barris tinham guardado aqui? Estão estocando desde a segunda guerra? Era lixeiro por “profissão” e “vocação”, infeliz acumulador do caralho. – Os coletes também não são para o que você esta pensando, estou mais preocupado com flechas e estacas, do que propriamente com balas.

xXx

– Bom. Digo ao rapaz, indicando que esta adequado e ele já pode parar. – A Franchesca não parece que vai descer ainda hoje. Você pode ir pra casa e voltar aqui para vela amanhã a noite ou ficar por aqui mesmo e tomar conta da casa durante o dia. Vou observando a reação dele a medida que vou falando. – Particularmente a segunda opção é melhor. Você tem que bater ponto como taxista ou coisa parecida? Se sua falta no trabalho fosse ser sentida, a primeira opção se faria mais viável. Contudo, se ele fosse autônomo ou tivesse uma mobilidade maior, empregaria a segunda opção.

(No caso da 1º opção, direi): – Muito bem, vai fazer o que você tem de fazer e mantem a sua vida em ordem. Não tem porque levantar suspeitas, volte aqui amanhã a noite, umas 19 horas. Observando-o enquanto digo, acrescento. – Além disso, não precisa ter esse medo todo de mim e do Lionel, você está do nosso lado, nossas garras não são destinadas a você. Digo tranquilizando-o, medo demais também é contraproducente. – Saiba o seu lugar, mas também que você tem seu valor para nós, com o tempo vai perceber que sou bem razoável. No fundo, acho que é mais fácil lidar comigo que com a dona dele. – De toda forma quando você voltar aqui amanhã a noite, me traga um celular descartável. Passo as instruções de forma detalhada. – Tem de ser um modelo sem GPS, só precisa fazer ligações e receber mensagens, nada muito complexo e consequentemente nada muito caro também. O importante é que você compre no dinheiro e de preferência em uma loja sem câmeras de segurança. Não me chega aqui com um aparelho roubado também não, compre uma coisa barata, mas dentro da legalidade. Por fim o incentivo. – Peça ao vendedor a nota fiscal, que chegando aqui te reembolso o valor pago mais uns 10% por me poupar o trabalho de sair. Digo por fim levando ele até a porta e me despedindo.

(No caso da 2º opção, direi): – Você pode ficar com o quarto do casal, durma por lá quando o sono bater, mas seja útil e fique de olho na casa. Caso alguém venha aqui durante o dia, é preferível que você não atenda a porta, fingindo que a casa está vazia e simplesmente nos repasse quando acordarmos, o máximo de informação possível sobre esses bisbilhoteiros, uma foto deles com o seu celular seria o ideal, lembre-se de tirar o som e o flash antes de começar a bater as fotos. Mas se isso não for possível, apenas uma descrição bastara, lembre do que falei e de a devida atenção aos detalhes. Caso você seja obrigado a atender a porta, sua história é que você e amigo do X. (Digo aqui o nome do lixeiro). – Mas como tem carro disponível em virtude do trabalho como taxista, ele te pediu pra ajudar no transporte de algumas coisas, pra baratear o custo da mudança. Você vai ter a chave da casa e sua licença de taxista como provas dessa versão e como eu mesmo desliguei os celulares do casal e o carro deles está escondido na garagem. Não vão poder refutar a sua história. Qualquer coisa você banca o ofendido e diz que não deve satisfação a eles, mande-os voltar a noite quando X estará aqui. Obviamente, a partir dai eu mesmo resolveria o problema. – Vamos estar no sótão e não queremos ser perturbados, portanto só nos acorde caso haja uma emergência real. Dúvidas? Digo por fim levando ele até a porta e me despedindo.

xXx

Pesquisando sobre celulares no Google, tudo que Marko conseguia era apontadores no mapa indicando lojas de celulares. Havia dezenas delas numa região de 6km.

Pesquisando estas lojas que já localizei, tentarei identificar alguma que não tenha sistema de vigilância por vídeo (câmeras de segurança).

Ao pesquisar sobre como transferir uma criança, Marko descobria que havia necessidade de que os pais ou o “responsável legal” comparecesse à administração da escola em horário comercial.

Mando um e-mail para a escola me passando pelo pai da criança (ainda observando a forma dele digitar) e afirmando que em virtude de uma proposta de emprego inesperada, estamos nos mudando apressadamente para não perder a oportunidade de melhora de vida. (Faço todo um drama de como isso é importante pra família, e como vai modificar positivamente nossa situação financeira). O que me leva a pedir que eles sejam um pouco mais flexíveis (em razão das circunstâncias) e me atendam um pouco depois do horário comercial, logo no inicio da noite de depois de amanhã.

– A sua cadela deve ter perdido ainda mais aliados e influencia, na próxima vez que a Espada atacar, nós vamos estar lá pra vocês matarem a saudade um do outro. Um sorriso finalmente se estampava na face do Brujah: - Por mim a gente ia era agora!

– Sei da sua necessidade de acertar com ela, de toda forma não tarda muito mais agora. Me levanto do sofá. – Vou ver se a Franchesca não está fazendo merda lá em cima e já vou deitar pra começar a curar essa merda. Digo colocando a mão no peito, enquanto vou sumindo a escada.

Chegando lá em cima vou me valer de meus poderes de ocultação (Ofuscação) e depois ir para o quarto da criança. Ver o que diabos estava acontecendo por lá.

Se ela não estiver fazendo nenhuma "merda" vou deixa-la se divertindo e ir dormir no sótão. (colocando um punhado de terra sobre mim, como de costume). Se ela estiver fazendo merda, possivelmente terei de agir, então interrompa a ação aqui (antes do personagem se deitar, para que eu ainda tenha como reagir a cena. Obrigada).

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Sab Abr 07, 2018 6:43 pm

Alex Troy; PdS.: 10/15; FdV: 05/10; Vitalidade: ok


O ancilae era experiente. Comprar as ferramentas necessárias para um abraço em massa e encontrar o local adequado não foi fácil, mas também não foi difícil. Logo o vampiro encontrava um galpão que atendia todas às suas necessidades a 6km do refúgio de Larassa, onde deixara as ferramentas e passara a noite. Após se alimentar o vampiro se curava e passava o dia analisando os currículos dos interessados. Dentre as qualidades especiais que o ancilae buscava conseguiu reduzir os perfis para 22. Por fim excluiu 2 que pareciam menos qualificados entre os mais para alcançar o número de 20.

No dia seguinte repetiu a operação para se curar. Larassa estava favorável a Troy e lhe informou que o Ventrue teria quantos vampiros de quais clãs desejasse. Bastava agora o ancilae apertar o gatilho... E agora?

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Seg Abr 09, 2018 8:25 am

Marko Cerveni Obertus, PS: 07/13; Força de Vontade: 4/8 Vitalidade: Espancado (agravado) (-2 d);


- Pode ficar com isso aqui, eu tenho coisa melhor do que isso! Dizia Lionel entregando-lhe um pente de 9mm para a sigsawer enquanto mostrava os músculos, que para ele resolviam mais do que algumas armas de fogo.
(...)Você não pensa assim?
- Não... não penso assim... dizia Lionel dando de ombros e esboçando uma careta no rosto, fazendo pouco caso dos efeitos das armas de fogo.
(...)não pense que te abandonei ou outra merda do gênero, falou?
- Man, você está falando igualzinho a um maconheiro! Que papo mais noiado esse nosso! Hahahaha
Lincoln ria um pouco da piada de Marko, mas talvez apenas por gentileza. Ele parecia realmente para baixo. Enquanto isso, Jessie respondia dizendo que era autônomo e completava:
- Cara, enquanto tiver cerveja na geladeira eu fico por aqui numa boa! Podem contar comigo! Hehehehe! Dizia dando um tapinha no ombro de Marko, coisa que ele nunca tinha feito antes e não atreveria fazer se não tivesse tomado umas.
Em seguida ele confirmava as instruções dadas por Marko:
- Não cara, de boa! Dúvidas nenhuma! Podexá comigo! O grande Jessie fará seu papel na nossa jornada! Hahahaha! O bafo do álcool e da cerveja era presente durante a conversa.

Em seguida o Tzmisce procurava encontrar alguma loja de celular que não tivesse câmera de vigilância. Mas, aquilo não seria uma tarefa possível pelo computador, ele teria que ir a campo para identificar aquelas que teriam ou não câmeras.
Ofuscado Marko chega até a porta do quarto da criança. A porta estava fechado e o Tzmisce sabia que passar pela porta poderia quebrar a ofuscação. Mas ele podia ouvir o que estava acontecendo lá dentro. Franchesca parecia estar cantando uma música para o pirralho. (vide post do Thief)



Marko Cerveni Obertus, PS: 06/13; Força de Vontade: 5/8 Vitalidade: Ferido Gravemente (agravado) (-2 d);

Na noite seguinte Marko sentia-se um pouquinho melhor. Ele notava que o rasgo em seu peito havia diminuído, pouca coisa, mas estava menor. Lincoln ainda dormia, apagado no sótão perto do Tzmisce e Franchesca, ao que parecia tinha dormido no quarto do garoto... E agora?



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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Blackwood em Seg Abr 09, 2018 12:16 pm

O fim era inevitável para aquele homem, por mais que eu desejasse salvar a sua vida, nada pudia fazer. Mas ele ainda não tinha cumprido o seu papel naquele mundo, uma ultiúl missão ainda tinha de ser concluída. Com muita dificuldade, o pobre homem retirava de seu sapato um papel surrado e me entregava, antes que eu pudesse abrir, ele me agarrava e com aflição pedia para que eu cuidasse "dela". E notável a importância de tal mulher para aquele rapaz que negociava a segurança dela no seu leito de morte. O homem retirava uma foto da carteira e me entregava. No verso tinha uma mensagem junto a um endereço. Antes de qualquer reacao minha o rapaz morria nos meus braços de forma triste. Parecia uma boa pessoa... Mas como posso dizer isso se acabo de conhecê-lo? 

Primeira coisa que faço após a morte do rapaz é me alimentar. Aproveito o corpo fresco para me saciar ao maximo. Sei que não preciso de muito para isso. Ergo o corpo do defunto um pouco e me inclino até seu pescoço, cravo minhas presas e começo a sugar. Depois de satisfeito, cicatrizo a ferida com minha saliva para não atrair atenção indesejada. Me levanto e pego o papel surrado que foi retirado do sapato para ler o seu conteúdo.

Procuro um celular no corpo da vítima para fazer uma busca rápida para obter mais informações de quem era aquele homem, até mesmo para ter uma base para um diálogo com aquela mulher. Mas farei isso em outro lugar, com mais segurança. Naquele momento, eu só utilizo o telefone para fazer uma ligação para a polícia e avisar sobre o homicídio. Olhando para os lados, me certifico de não estar sendo observado, caso necessário vou até um local banhado pelas sombras e volto a minha forma de vôo. Após completar a transformação, vôo para o endereço daquela mulher para matar minha curiosidade sobre o caso e chegar a algum lugar. Talvez ela estivesse correndo perigo...
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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Seg Abr 09, 2018 2:33 pm

Gerrard Blackwood; PdS: 13/15; FdV: 08/08; Vitalidade: ok


O Gangrel aproveitava o crime para se alimentar e em seguida cuidaria dos "negócios". O papel surrado tinha apenas um endereço e um pequeno mapa com um "X" onde deveria estar guardado ou escondido alguma coisa. Certamente ele havia feito aquele mapa para entregar a alguém, mas possivelmente não conseguiu cumprir sua missão, afinal, se ele sabia onde estava alguma coisa, para que diabos precisaria de um mapa? Por outro lado talvez fosse uma questão um pouco mais difícil de responder, afinal os motivos poderiam ser vários. No corpo do homem Gerrard encontrava um celular. Mas não era bem o que ele esperava. Em plena época do smartphone ele encontrava nos bolsos apenas um celular analógico antigo, que fazia apenas chamadas e sms e pouco daria para saber sobre a vítima com aquele aparelho. Após chamar a polícia ele alçava vôo dirigindo-se para o endereço da mulher.

O lugar era um condomínio residencial de pessoas comuns, ou classe média. De longe ele já podia avistar a casa da mulher. Uma estrutura simples, sem luxo nenhum, assim como as outras residências vizinhas.

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Ignus em Qui Abr 12, 2018 2:28 am

O ancilae era experiente. Comprar as ferramentas necessárias para um abraço em massa e encontrar o local adequado não foi fácil, mas também não foi difícil. Logo o vampiro encontrava um galpão que atendia todas às suas necessidades a 6km do refúgio de Larassa, onde deixara as ferramentas e passara a noite. Após se alimentar o vampiro se curava e passava o dia analisando os currículos dos interessados. Dentre as qualidades especiais que o ancilae buscava conseguiu reduzir os perfis para 22. Por fim excluiu 2 que pareciam menos qualificados entre os mais para alcançar o número de 20.


Depois de riscar os candidatos número 21 e 22 da lista Troy passa novamente os olhos pelos nomes remanescentes, mas sem se esforçar muito para memorizá-los. Vinte militares que ele considerava aptos para o recrutamento. Daquela lista ele supunha que talvez 1 ou 2 não aparecessem para a "entrevista" e quase metade dos demais teria problemas em encontrar seu caminho para fora da sepultura inteiros. Dos que sobrassem ele permitiria que eles tentassem devorar um ao outro no frenesi da fome para ficar apenas com os mais fortes. Se tudo saísse como esperado em breve dali sairiam os cinco elementos que se tornariam seus novos subordinados.


No dia seguinte repetiu a operação para se curar. Larassa estava favorável a Troy e lhe informou que o Ventrue teria quantos vampiros de quais clãs desejasse. Bastava agora o ancilae apertar o gatilho... E agora?


"O Arcebispo é verdadeiramente muito generoso comigo. Fornecendo-me de bom grado todas as ferramentas que preciso para formar meu Bando. Claro que no longo prazo isso também o beneficia, já que eu exterminarei o Príncipe com essa força de combate que estou formando e seus superiores verão com bons olhos os sucessos de sua Arquidiocese. Mas ainda assim, ele poderia ser muito menos solícito. Bem, se não é um problema trazer vários cainitas posso aproveitar para formar algumas novas alianças. Praticamente todos os irmãos da Espada que eu conheço encontraram a Morte Final."

Alex agradece pela generosidade de seu Arcebispo e informa que ele pretende ver 20 recrutas abraçados, então diz que pensa que 10 cainitas seria um bom número, assim cada um deles poderia cuidar de dois humanos Ele próprio não pretendia abraçar nenhum dos recrutas porque considerava que um único Ventrue - com suas restrições alimentares - já era o suficiente em seu Bando. Em face disso ele pede a Larassa que leve consigo Karla e mais 1 Brujah, 2 Assamitas, 4 Gangreis e 1 Lassombra para o evento dali a duas noites. Com essa proporção de cainitas Troy acredita que a matemática tenderia a fazer com que a composição de seu novo Bando fosse a que ele desejava. Ele dá o endereço do local a seu Arcebispo e pede que eles cheguem às 21h. ele também perguntará se o cainita que seria seu Sacerdote já havia sido selecionado.

Caso nada mais tome seu tempo Alex irá cuidar dos preparativos finais do abraço em massa programado.

A princípio ele irá procurar uma mulher que atenda seus padrões alimentares (talvez uma garçonete de Hooters ou coisa parecida) e usará os dons do sangue {Presença 3+Dominação 2} para que ela invente uma desculpa para ir embora e siga com ele até seu carro. Caso algo de errado ele simplesmente irá procurar outro alvo.

Dando certo, quando eles estiverem em um local com privacidade ele irá usar os dons do sangue {Dominação 3} para persuadi-la que ela é a assistente recém contratada dele e que ambos trabalham para uma empresa de segurança privada de grande porte e que estão recrutando novos seguranças para um contrato grande envolvendo a proteção de um parlamentar. Ele pedirá a ela que peça demissão de seu emprego anterior por telefone e que alugue uma sala comercial para o dia seguinte, onde deve convocar os 20 candidatos para uma conversas individual. Durante a conversa ela deve perguntar sobre a experiencia deles nas Forças Armadas, deixar escapar que a remuneração ultrapassa 3 mil dólares por mês e dizer que apenas os melhores dentre os melhores terão uma chance. A seguir ela deverá pedir a eles que compareçam no da seguinte na fábrica que Alex usará para o Abraço para uma avaliação física às 23h. Ela deve pedir desculpas pelo horário noturno, mas infelizmente é porque seu chefe quer pessoalmente avaliá-los e durante o dia ele estará ocupado com a implementação de um sistema de segurança na casa de um figurão. Eles devem ir com roupas próprias para prática esportiva para a avaliação física. A "assistente" também deve comparecer, às 21h30 com as anotações feitas pois ela irá ajudar na recepção dos candidatos.

Embora esse expediente parecesse um pouco enfadonho ele tinha uma razão de ser. O propósito dessas ações era se certificar de que os 20 candidatos realmente eram humanos, do tipo que conseguem andar sob a luz do sol sem problemas, assim como para não enviar o endereço de onde o Abraço seria feito por meios digitais ou por telefone para evitar que essa informação sensível pudesse ser interceptada e dar uma aparência de legitimidade ao negócio. Em suma, se tratava de uma cautela para evitar que a Camarila pudesse ter visto o anúncio do jornal e enviado alguém investigar como um falso candidato.

Ele então pegará o contato da garota e a despachará. Chegando ao seu refúgio ele irá cavar as covas coletivas e posicionar as correntes e cadeados para trancar o lugar próximo das portas em que elas serão utilizadas.

No dia seguinte assim que acordasse ele verificaria com a menina se tudo correu como o planejado. Não havendo contratempos ele pretendia receber seus pares cainitas às 21h, procurando estabelecer contatos para o futuro. Quando sua "assistente" chegasse ele lhe mostraria os locais em que ela deveria trancar com as correntes e cadeados 'para evitar interrupções externas' e então orientaria ela a receber os convidados e fazer sala para eles até que todos chegassem. Às 22h15, desde que houvesse pelo menos 15 recrutas Troy pretendia dar início aos trabalhos.

Ele a princípio pediria a sua "assistente" que trancasse as portas como anteriormente instruído e depois voltasse para junto dele. E pediria aos candidatos formassem duas filas e permanecessem em posição de "descansar".

Troy então começaria um breve discurso {Presença 1}. Ele enrolará um pouco para dar tempo de sua 'assistente' trancar o local e andará entre os recrutas enquanto fala com eles. Caso alguém saia da formação ou olhe ao redor ele dirá que espera que todos os candidatos se portem durante a seleção como o fariam durante uma instrução militar e que portanto devem permanecer olhando para frente. Ele dirá que eles foram escolhidos por seu histórico nas forças armadas para aquela seleção. A contraprestação pelos serviços que seriam prestados seria superior a de qualquer outra empresa de segurança do mercado. Infelizmente apenas 5 deles teriam a possibilidade de ingressar em sua organização. Ele esperava disciplina dos candidatos e lhes assegurava que apenas os melhores dos melhores eram ali admitidos. Quando sua assistente retornar ele fará um sinal para os demais cainitas, de forma que eles iniciem o banquete, a princípio pela fileira de trás, de forma que a fileira da frente demorasse um pouco até entender o que estava acontecendo fora de seu campo visual. Depois que cada cainita terminasse com o primeiro ele poderia avançar para o segundo.

A essa altura Troy pretendia drenar sua 'assistente' até se sentir satisfeito, selar as ferias e deixar o corpo inerte dela ali como um prêmio ao primeiro dos cabeças de pá que conseguisse sair da sepultura para se baquetear com a vitae que sobrara.

Quanto aos demais, lhes aguardava um golpe de pá na cabeça e ter seu corpo jogado na vala para ser enterrado enquanto a transformação acontecia. A seguir era questão de esperar que o destino seguisse seu curso até que os cinco mais aptos se revelassem.
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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Blackwood em Qui Abr 12, 2018 8:50 am

Após vencer alguns km de distância, finalmente eu chegava a residência indicada no papel. Por enquanto eu ainda não conseguia detectar a presença de alguém lá dentro. Vôo mais próximo da casa dela e avistando uma janelj aberta ou outro ponto que de para entrar eu invadia a casa dela. Minha intenção é investigar o local na tentativa de prever com quem ou o que estava lidando.
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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Seg Abr 23, 2018 2:15 pm

Alex Troy; PdS.: 10/15; FdV: 05/10; Vitalidade: ok



Na conversa com o Arcebispo, Alex era informado de que logo poderia ter o seu sacerdote.
- Já estou cuidando disto, no tempo certo ele estará à sua disposição.
O tempo certo era muito vago, talvez pudesse significar algo após a criação do novo bando, talvez...

Em seguida o Ventrue prosseguia com seu plano e aliciava uma garçonete que seria a sua secretaria executiva para fins de contratação dos ex-militares. Enfeitiçada pelo poder que era a assinatura dos Ventrues, ela procedia como um robô executando todo o plano de Alex. Por fim, a hora estava se aproximando. Os candidatos tinham passado pela entrevista com a secretaria e vampiros e os candidatos se reuniam no ponto de encontro do abraço.
Quando Troy chegava ao local encontrava o pequeno grupo de candidatos reunidos com sua secretária. Alguns conversavam entre si sobre suas experiências militares enquanto outros preferiam ficar isolados. Assim que o vampiro chegava, ganhava a atenção dos candidatos. Alguns que estavam sentados se colocavam de pé imediatamente, quase em posição de sentido. Havia 17 candidatos, o suficiente para o vampiro iniciar os trabalhos. Os vampiros chegavam praticamente juntos de Troy. Parecia uma reunião de negócios noturna com alguns figurões.

Assim, quando todos estavam prontos a secretária trancava as portas, enquanto os candidatos eram colocados em um pequeno pelotão com Alex à frente deles. Larassa, Karla e outros três vampiros que Troy ainda não conhecia, ficavam de frente para o ventrue e atrás do pelotão.
Enquanto os recrutas estavam em posição de descansar a assistente concluía seu trabalho e Alex passava entre eles como se fosse o comandante do pelotão, fazendo um discurso tipicamente militar, com uma pegada empreendedora, exaltando o trabalho dos candidatos nas forças armadas e iludindo-os com o que eles poderiam ganhar naquele novo trabalho.

Quando tudo finalmente estava pronto, Alex fazia um sinal para o “start”. O próprio Larassa, ao lado de Karla, apanhava os dois últimos da fila, em seguida os outros vampiros começavam a sua parte. No entanto, os que estavam ali eram os melhores dos melhores. Mesmo olhando para frente, eles tinham sido treinados para notar qualquer tipo de situação hostil em qualquer ambiente. Assim que dois cainitas, pelas características um gangrel e um assamita, se serviam logo após Karla e Larassa, alguns militares percebiam que algo estava errado e a atitude desconfiada destes alertava os que ainda não tinham percebido.

Imediatamente alguns buscavam se esconder ou se barricar enquanto outros sacavam armas (pistolas e facas) ali mesmo. Logo o galpão se transformaria em praça de guerra e então o Ventrue lembrara que esquecera de revistar ou recolher as armas dos candidatos antes do “teste físico”.


OFF: A iniciativa é sua. Considere que há candidatos com intenções direcionadas contra Alex Troy e os demais vampiros, quanto também alguns estão se movendo ou para se barricar ou para fugir.

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Seg Abr 23, 2018 2:36 pm

Gerrard Blackwood; PdS: 13/15; FdV: 08/08; Vitalidade: ok


Gerrard conseguia passar por uma fresta de uma janela aberta. Ele vagava pela casa tentando investigar o lugar. Era uma casa comum, e alguém parecia estar no banheiro tomando um banho. Algum tempo depois uma mulher de meia idade saía envolta em uma toalha. O vampiro estava ainda em sua forma de morcego escondido perto de uma moldura na parede. Aparentemente ela morava sozinha.

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Ignus em Qui Abr 26, 2018 4:54 am

Na conversa com o Arcebispo, Alex era informado de que logo poderia ter o seu sacerdote.
- Já estou cuidando disto, no tempo certo ele estará à sua disposição.
O tempo certo era muito vago, talvez pudesse significar algo após a criação do novo bando, talvez...


Aquela maneira lacônica de Larassa incomodava Alex muito, mas ele não estava em posição de discutir com seu Arcebispo, muito menos depois de tudo que ele fizera para resgatá-lo das mãos do Príncipe. De toda forma, embora não pudesse explicar perfeitamente o porquê ele confiava em seu superior, então se limita a agradecê-lo e segue com os preparativos para a noite do Abraço.

****


Em seguida o Ventrue prosseguia com seu plano e aliciava uma garçonete que seria a sua secretaria executiva para fins de contratação dos ex-militares. Enfeitiçada pelo poder que era a assinatura dos Ventrues, ela procedia como um robô executando todo o plano de Alex. Por fim, a hora estava se aproximando. Os candidatos tinham passado pela entrevista com a secretaria e vampiros e os candidatos se reuniam no ponto de encontro do abraço.
Quando Troy chegava ao local encontrava o pequeno grupo de candidatos reunidos com sua secretária. Alguns conversavam entre si sobre suas experiências militares enquanto outros preferiam ficar isolados. Assim que o vampiro chegava, ganhava a atenção dos candidatos. Alguns que estavam sentados se colocavam de pé imediatamente, quase em posição de sentido. Havia 17 candidatos, o suficiente para o vampiro iniciar os trabalhos. Os vampiros chegavam praticamente juntos de Troy. Parecia uma reunião de negócios noturna com alguns figurões.


Troy passa os olhos pelos candidatos satisfeito. Muito em breve seu novo Bando nascera a partir daqueles homens forjados na caserna.



Assim, quando todos estavam prontos a secretária trancava as portas, enquanto os candidatos eram colocados em um pequeno pelotão com Alex à frente deles. Larassa, Karla e outros três vampiros que Troy ainda não conhecia, ficavam de frente para o ventrue e atrás do pelotão.
Enquanto os recrutas estavam em posição de descansar a assistente concluía seu trabalho e Alex passava entre eles como se fosse o comandante do pelotão, fazendo um discurso tipicamente militar, com uma pegada empreendedora, exaltando o trabalho dos candidatos nas forças armadas e iludindo-os com o que eles poderiam ganhar naquele novo trabalho.

Quando tudo finalmente estava pronto, Alex fazia um sinal para o “start”.


"É hora do show."


O próprio Larassa, ao lado de Karla, apanhava os dois últimos da fila, em seguida os outros vampiros começavam a sua parte. No entanto, os que estavam ali eram os melhores dos melhores. Mesmo olhando para frente, eles tinham sido treinados para notar qualquer tipo de situação hostil em qualquer ambiente. Assim que dois cainitas, pelas características um gangrel e um assamita, se serviam logo após Karla e Larassa, alguns militares percebiam que algo estava errado e a atitude desconfiada destes alertava os que ainda não tinham percebido.


Embora fosse de se esperar que Alex ficaria preocupado com a iminência de mais de uma dezena de ex-militares potencialmente hostis se voltando contra ele, em verdade ele estava satisfeito. O fato de seus candidatos perceberem a ameaça que se aproximava depunha em favor deles. Era sem dúvida um bom material para se formar um Bando.


Imediatamente alguns buscavam se esconder ou se barricar enquanto outros sacavam armas (pistolas e facas) ali mesmo. Logo o galpão se transformaria em praça de guerra e então o Ventrue lembrara que esquecera de revistar ou recolher as armas dos candidatos antes do “teste físico”.


"Se eu tivesse recolhido as armas quando eles entraram provavelmente esse abraço correria de forma bem mais tranquila. Mas acho que não faz mal. Eles não tem meios para realmente nos ferir e o local está bem trancado, de modo que não conseguirão fugir rapidamente. Talvez seja até bom que haja algum combate no rito de iniciação deles, já que vai dar a eles uma mostra do que um cainita é capaz. Aposto que boa parte de meus irmãos irá inclusive preferir um pouco de exercício antes de drenar o sangue deles. Mas é melhor que não haja luta demais. Os que forem abraçados feridos irão ter de se curar das lesões noite após noite, o que será um terrível desperdício de boa vitae, então é melhor manter a maioria deles tão intactos quanto possível."

Troy faz uma expressão carrancuda enquanto usa seu tom mais autoritário de voz em conjunto com os dons do sangue {Presença 5}.

-Os Srs. não receberam autorização para sair da formação- Ele balança a cabeça em sinal de reprovação -Vejo que eu estava enganado ao achar que a maioria perceberia o teste e manteria a ordem e a disciplina. Agora parem com essa balbúrdia imediatamente e me ouçam.

Troy espera que a grande maioria de seus recrutas pare ou pelo menos fique suficientemente confuso a ponto de permitir que os demais cainitas prossigam com o planejado sem maiores contratempo. Não obstante, por medida de precaução ele se prepara para a eventualidade de ter de tomar medidas mais físicas ele próprio {1pds em rapidez, 1pds em destreza, 1 pds em vigor}
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