Denver by Night – Sangue Ruim

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por @nDRoid[94] em Sex Jan 26, 2018 8:40 pm


O sono turbulento do Tremere o atormenta por várias vezes. Apesar da inércia de seu corpo, o espírito do tecnomante estava em agonia. Sons insdistintos. Gritos. Vozes. Não era possível! Não podia ser! "Por Tremere! O que você quer de mim?" A voz ecoava dentro da cabeça do acólito que sentia uma vontade imensa de arrancar seus próprios tímpanos para cessar aquela agonia. O infeliz estava morto, e aquilo não era culpa de Rami! O cainita repetia sua inocência constantes vezes, centenas e milhares de "Eu não fiz isso" que se misturavam com os gritos do assassinado. O jovem adormecido consegue enfim abrir os olhos, mas o que ele encontra a sua frente não era o teto de sua cela na capela. Não. Ele se via, como se estivesse sobrevoando o próprio corpo. As experiências do jovem acólito em suas rápidas aventuras no mundo espiritual, levavam a crer que ele havia entrada num estágio de projeção psíquica. Ele reconhecia que vampiros com grandes níveis de auspícios conseguiam fazer aquilo, mas aquele não era nem de longe o seu caso. Ele não havia chegado a tal nível de compreensão e ele não acreditava num aprendizado repentino sem ao menos um tipo de treinamento prévio.

"O que está acontecendo?"

Ele vaga por seu quarto, evitando a força gravitacional de seu corpo, que tentava o puxar mais uma vez para dentro de si. Ele se afasta e atravessa as paredes do seu refúgio temporário. Ele sabia que o quarto de Kamilla estava ao seu lado... ele atravessa as divisas para observá-la. Chegando lá ele tentaria se aproximar do corpo inerte de sua aparente falecida irmã de clã. Porque Krum havia levado o seu corpo? Seria possível ajudá-la? Rami erguia a mão tentando tocá-la. Investigava aquela situação adversa que estava enfrentando. Sua prévia experiência com o mundo espiritual o fazia temer menos a experiência e ter muito mais curiosidade.
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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Seg Jan 29, 2018 1:23 pm

Gerrard Blackwood; PdS: 07/15; FdV: 08/08; Vitalidade: ok
Garras da Besta/ Olhos da Besta


Talvez por um momento o vampiro poderia sentir-se vivo novamente. Momentos como aquele eram raros, embora nos últimos anos estava um pouco mais freqüente. Talvez no fundo o Gangrel até desejava um pouco de ancião, para contrastar o marasmo das noites vampíricas, embora a grande maioria dos membros tinham aversão a esse tipo de “emoção”, visto o risco que ele representava, afinal, séculos de existência poderiam ir pro ralo no calor da emoção em questão de segundos.

Enquanto o humano com os olhos esbugalhado assistia àquela cena incrédulo, o Gangrel saía em disparada atrás do alvo enquanto dava ordem para seu lacaio vigiar o humano.

A perseguição se iniciava. O Gangrel sacava sua arma de grosso calibre e pretendia derrubar o alvo com um tiro nas pernas. No entanto, enquanto sacava a sua 45, o desconhecido cainita se tornava apenas um borrão aumentando drasticamente a distância entre eles, apenas em questão de segundos. Fora do alcance útil da arma, Gerrard sabia que seria quase impossível acertar o corpo, quanto mais as pernas do alvo àquela distância. Mais um pouco e aquele sujeito desapareceria na noite.

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Seg Jan 29, 2018 2:17 pm

Alex Troy; PdS.: 05/15; FdV: 03/10; Vitalidade: Ferido (agravado) (-2d)


-Sendo sincero, Arcebispo, do ponto de vista físico eu me sinto muito mal. Eu achei que seria prudente não dispender minha vitae para me curar imediatamente porque não estou bem alimentado, mas isso é o de menos. Este corpo alquebrado pode ser facilmente regenerado com um pouco de vitae.

O Arcebispo apenas ouvia em silêncio as palavras de Alex. Ele sempre fora daquela forma, ele nunca dizia alguma coisa apenas por dizer. Era como se sua palavra tivesse muito valor para ser dada sem um bom motivo. Não que a conversa com Troy não fosse motivo suficiente.

-Considerando tudo que aconteceu, acredito que não tenho alternativa além de beber até a última gota do sangue de Máximus e me assegurar que cada cainita da Bastarda em Denver seja exterminado, fuja para longe ou se una a nossa causa. Mas por mais que eu desejasse providenciar isso agora mesmo, esse é um projeto a médio prazo. No momento eu sou um Ductus sem bando, sem recursos materiais e desfigurado. Preciso remediar esses três problemas no curto prazo para poder voltar a servir a Espada adequadamente.

Karla e o Larassa se entreolhavam. Agora os dois se mantinham silentes apenas escutando o que Troy tinha a dizer.

-Para tanto, rogo por seu apoio, Arcebispo, para encontrar um sacerdote para tomar o lugar de Helena - Alex se esforça para não deixar a voz embargar ao mencioná-la - Talvez algum Tzimisce com habilidades semelhantes àquele que alterou meu rosto antes de minha infiltração da Bastarda? Isso solucionaria dois problemas de uma única vez.

Finalmente ele quebrava o silêncio dizendo: - Eu já tinha pensado nisto, mesmo enquanto você dormia. Já tenho alguém bom o suficiente em mente...
No entanto, o arcebispo ainda não revelava quem seria esta pessoa.
-A seguir há a questão de formar um novo Bando. Eu irie selecionar uma dezena de mortais com um passado nas Forças Armadas como potenciais candidatos. Depois disso, claro que eu poderia eu próprio abraçar todos os futuros integrantes de meu bando, mas como o Sr. bem sabe eu acredito que seja melhor diversificar os rol de habilidades do que fazer um grupo puro-sangue. Assim sendo, gostaria de fazer um convite tanto ao Sr. como a minha irmã Karla. Ambos muito me honrariam se participassem da cerimônia na qual os recrutas serão Abraçados. Se o Sr. pudesse também convidar um Gangrel e um Assamita para termos maior diversidade no novo Bando eu me sentiria particularmente grato.

- Não vejo nenhum problema nisto. Apenas certifique-se de escolher bem os candidatos... Assentia o Arcebispo.
- Será um prazer lhe emprestar a força e a agilidade sobrenatural dos Brujah. Afirmava Karla com um ânimo positivo.
-Depois de formado o novo Bando eu mesmo me assegurarei de treiná-los. Creio que com algumas poucas semanas de treno já estaremos aptos a exterminar o Príncipe.
- Isto seria ótimo! Afirmava Larassa convicto. Talvez ele desejava aquilo tanto quanto Alex Troy. – Eles estão fracos agora, perderam muitos dos seus durante o ataque. No entanto, não tenho a menor dúvida que eles irão tapar esse buraco realizando uma quantidade de Abraços acima dos padrões da Bastarda. Então não se preocupe com eles agora. Cumpra seus objetivos pessoais. Esta guerra ainda se arrastará no tempo. Afirmava Larassa.

Em seguida o Arcebispo fazia um sinal positivo para Karla e ela se aproximava entregando a Troy um pedaço de papel, amassado e amarelado pelo tempo.
Era um endereço que remetia à cidade de El Paso, divisa do México com os EUA.
- La Arte é um Tzmisce, ou uma Tzmisce, entenda como quiser, que pode ser encontrado nesse endereço em El Paso. Eu já disse a ela que você a procuraria, então sugiro que vá o quanto antes, pois, não é atoa que há muito tempo seu nome foi esquecido e agora é conhecida apenas por La Arte. Ele é capaz de te deixar parecido com o que você quiser. No entanto, deverás levar uma oferenda para La Arte, ou você próprio poderá ser usado como tela se chegares de mãos vazias. Larassa alternava entre os pronomes masculinos e femininos de hora em hora, talvez nem mesmo ele sabia quem fora, originalmente, La Arte.
- Além disso, não será assim tão fácil, só chegar, levar uma oferenda e sair com outro corpo. Apesar de ter um favor na conta do Arcebispo, isto por si só não garante que La Arte fará o que se pede. Ela tem alguns gostos digamos.... exóticos, e muito certamente você também terá que prestar algum tipo de favor, ou talvez participar de algum joguinho mortal que La Arte lhe peça. Afirmava Karla.
- Tem um carro na garagem. Certifique-se de dar um fim neste veículo quando chegar em El Paso e volte de outra forma. Como você irá voltar, eu não sei, isto não será problema nosso. Afirmava o Arcebispo, agora em um tom um pouco severo, como um pai fala ao filho.
- Você será outra pessoa não só por fora, mas também por dentro, a mudança será completa! Decretava Karla com um sorriso triunfante no rosto.
- Alguma dúvida, senhor Troy? Perguntava Larassa.

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Qua Jan 31, 2018 12:59 pm

Rami Malik; Energia: 12/12; FV: 4/9; Vit.: Ok



De alguma forma Rami havia sido projetado psiquicamente consciente e ele tentava compreender aquilo, embora tudo parecia confuso. Enquanto se afastava de seu corpo ele atravessava a parede e se via agora no quarto de Kamila. O corpo de Kamila não estava no quarto, talvez Victor o tivesse colocado em outro lugar, no entanto, assim como Rami, Kamila estava psiquicamente projetada ali? Pelo menos era o que parecia.

Ela estava sentada em sua cama, com a cabeça baixa, murmurando. Ao perceber que Rami estava ali, ela se levantava assustada e com um pouco de dificuldade e com uma expressão incrédula no rosto indagava:
- R-rami! Você também... ela desviava o olhar antes de completar a frase ...morreu?
Seus olhos voltavam-se para uma escrivaninha de madeira, com duas gavetas e um abajur, que estava ao lado da cama. Então ela comentava com uma voz fraca e triste.
- Dentro daquela gaveta de cima tenho um pingente. Dentro dele tem uma foto da minha família mortal. Mas... mas eu não posso abri-lo mais... Então como se fosse um pensamento passageiro ela voltava seu olhar para Rami e continuava:
- O que será que vai acontecer com nós? Por que estamos aqui? É o que as pessoas fazem depois que morrem? Ficam aqui nesta réplica do mundo físico? Eu achei que iríamos para o inferno...

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Blackwood em Sex Fev 02, 2018 7:38 am

A perseguição estava justa até certo momento. Mas o filho da puta tinha que jogar sujo, e como o flash, ele desaparecia da minha linha de visão. Admito que almejo tal poder... mas hoje, o que me resta é diminuir meus passos e recuperar meu "fôlego"... Por poucos segundos eu fico parado com cara de idiota, até aceitar que eu tinha perdido o meu terceiro alvo. Guardo minha colt, e olho para trás tentando avistar Athena. Onde ela estivesse sobrevoando estaria sob ela o humano que viu demais. Me dirijo até o local, pois tinha esse problema para resolver. Não irei fazer nada com o pobre rapaz, mas se ele estiver lúcido demais eu serei obrigado a dar-lhe uma coronhada para desliga-lo por algum tempo. Pelo menos até o pessoal da "faxina" chegar... sabe, tipo aqueles cara do mib homens de preto. Os engomadinhos do clã ventrue são como aqueles aparelhos que soltam a luz vermelha e apagam a a memória de qualquer um... Envio um sms na minha xerife explicando a situação e espero orientações de volta.
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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Sex Fev 02, 2018 1:38 pm

Gerrard Blackwood; PdS: 07/15; FdV: 08/08; Vitalidade: ok
Garras da Besta/ Olhos da Besta


Após localizar o humano o Algoz constata que ele havia visto coisas que não devia. Gerrard se sente obrigado a nocauteá-lo e esperar a cavalaria. Após contatar a Xerife, rapidamente ele recebia uma resposta: "- Isto não é algo comum. Estou indo para aí agora!"

Passado cerca de 30minutos os faróis de um carro surgiam na esquina. Os faróis logo cegavam completamente o vampiro e ele se via obrigado a ficar de costas para o carro ou cobrir os olhos. Era um Ford antigo, provavelmente um sedã ano 78. Assim que o motor desligava e os faróis eram apagados, Gerrard podia ver um homem que saía do banco do motorista e a própria Xerife Valerya que descia do banco do passageiro.



Eles mau tinham tempo para trocar algumas palavras quando outro carro dobrava a esquina. Logo Gerrard podia identificar que era um SUV preto e parava logo atrás do carro no qual chegara a xerife. As luzes de led piscando no farol da SUV dava a entender que seria um carro da polícia ou do "governo". Três homens, todos de terno desciam do SUV. Gerrard conhecia de vista um deles, um Ventrue metido que sempre estava com os Membros dos postos mais altos em Denver. Os outros dois provavelmente seriam carniçais.
- Xerife... Dizia ele em um tom de superioridade. - Você precisa ensinar seus homens a fazerem o serviço direito.
- Onde você quer chegar? A Xerife era direta.
- Aaah... Onde eu quero chegar? Porra! Desde quando foi permitido mandar a máscara pro ralo? Você tem que colocar uma rédea mais curta nos seus homens! Nós não podemos ser o papel higiênico da Camarilla. Vocês tem que ser mais discretos! Agora seu homem apronta uma bagunça aqui, expondo o véu aos olhos mortais e o clã Ventrue tem que intervir!
- Apenas faça o seu trabalho! Se eu ficasse apenas reclamando ao invés de fazer o meu trabalho você não estaria vivo hoje, teria morrido na noite passada no ataque ao Elisium. Afirmava Valerya.
- Você tem sorte de ter a proteção de Máximus. Se fosse Kate no comando esse algoz estaria ferrado e você também responderia pelas ações dele.

Após trocarem farpas a Xerife seguia investigando o local e o engomadinho se dirigia ao humano.


Última edição por Rian em Sex Fev 02, 2018 2:57 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Blackwood em Sex Fev 02, 2018 2:10 pm

pouco tempo após o envio da minha mensagem, Valerya chegava num ford antigo, e logo atrás, um SUV que trazia um ventrue engomadinho de língua afiada. O ventrue chegava cheio de acusações e ofensas para cima de mim e de minha xerife, eu não pudia deixar aquilo barato, ele nem sabia do que estava falando... exceto na parte que se comparou a um papel higiênico... rsrsr fui obrigado a interferir.

- Alto-lá meu camarada, você não pode simplesmente chegar aqui e distribuir acusações sem saber a verdadeira natureza dos fatos. Antes de revelar minha verdadeira natureza pra esse mortal, ele já tinha se deparado com três cainitas invasores que estavam se alimentando dele... não acredito que se eu os convidasse a se retirarem de nosso domínio eles iriam obedecer.

Dou uma pausa para analisar a reação do engomadinho e de Valerya ao escutar minhas informações... prossigo:

- Dois encontraram a morte final nas minhas garras, mas o último conseguiu escapar graças a sua velocidade sobrenatural. O filho da puta estava na minha mira quando de repente se tornou apenas um borrão do que eu estava perseguindo.

- Vocês do alto escalão deveriam tratar Valerya e seus algozes com mais respeito, digo até que devem gratidão a nós. Se não fosse nós para fazer a limpeza nas ruas, talvez você nem estivesse vivo para destilar essa arrogância... agora por que você não faz seu serviço como a xerife sugeriu e apaga logo a memória do rapaz?

Viro de costas para o ventrue e me dirijo a xerife, e pra finalizar eu falo: - Nunca reclame do seu papel na Camarila rapaz, ou sua lealdade poderá ser questionada. Faça o que tem que fazer, e nós iremos fazer o que cabe a nós, da melhor maneira possível...

Chegando perto de Valerya digo: - Boa noite Valerya, infelizmente deixei o terceiro vampiro fugir, minha intenção era segura-lo e manda-lo para interrogatório. Mas irei esbarrar com aquele filho de uma puta outra vez... e dessa vez ele não irá escapar.


Última edição por Han em Sex Fev 02, 2018 5:49 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por @nDRoid[94] em Sex Fev 02, 2018 5:08 pm

Rami não encontra o corpo de Kamilla em seu quarto, provavelmente guardado em algum lugar pelo Regente... entretanto, o espírito da neófito estava ali. E ela estava desolada, a morte de fato não havia lhe caído bem. Ela o observa e questiona se a mortalidade também havia deixado o corpo do tecnocrata. Rami, sem hesitar, balança a cabeça negativa. Entretanto, uma questão brota em sua mente: estaria ele ainda vivo, realmente? Ele conseguiria voltar para seu corpo depois? Ele se perde em devaneios até que ela faz outros comentários; um pingente e uma foto familiar. Ela os queria.

Malik vai se aproximando da mesa, enquanto escutava a garota. Por fim, ele se vira para  a mesma.

'- Eu não morri... ao menos não como você. Nós voltamos para a capela e eu adormeci na minha cela! Eu não sei exatamente o que está acontecendo, não me é parecido com minha experiência, é diferente.'

Ele pausa, pousa sua mão a um milímetro de distância do móvel onde as coisas de Kamilla estavam guardadas e volta a falar:

'- O nome deste local é Penumbra, Kamilla; os espíritos rondam por esse plano que está sobre o nosso... como as cascas de uma cebola... Mas esse não é local para espíritos como o nosso... Não, não somos desse plano; apesar de eu já ter atravessado ele uma vez para ir para mais longe. Eu não morri, mas preciso descobri o que aconteceu comigo... já você, eu não sei muito o que lhe acontecerá¹... Não sei muito bem o que acontece com nossos espíritos depois da morte... Ouvi falar que o Inferno espiritual se chama Malfeas, mas não sei se é verdadeiro e se todos nós iremos para lá... Escutei também que existem cavaleiros que caçam as almas perdidas, mas nunca pude averiguar essa informação.'

Uma nova pausa é feita e o cainita se concentra por alguns segundos². Ele já havia escutado que espíritos podiam interagir com o mundo físico, mas que era muito despendioso. Talvez conseguisse satisfazer aquele desejo de Kamilla de ter as suas coisas.

_______
¹ Não ficou claro no ciclo passado: o corpo de Kamilla se deteriorou de alguma forma? Não lembro.
² Pode considerar o gasto de Fdv se necessário para fazer essa manobra... não sei muito bem como proceder diante disso.
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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Ignus em Dom Fev 04, 2018 4:37 pm

Finalmente ele quebrava o silêncio dizendo: - Eu já tinha pensado nisto, mesmo enquanto você dormia. Já tenho alguém bom o suficiente em mente...
No entanto, o arcebispo ainda não revelava quem seria esta pessoa.


Alex faz um gesto breve com a cabeça de anuência. Larassa já havia se adiantado a seu pedido. Aquilo não era exatamente surpreendente. Ninguém se torna Arcebispo sendo relapso no final das contas.

***


- Isto seria ótimo! Afirmava Larassa convicto. Talvez ele desejava aquilo tanto quanto Alex Troy. – Eles estão fracos agora, perderam muitos dos seus durante o ataque. No entanto, não tenho a menor dúvida que eles irão tapar esse buraco realizando uma quantidade de Abraços acima dos padrões da Bastarda. Então não se preocupe com eles agora. Cumpra seus objetivos pessoais. Esta guerra ainda se arrastará no tempo. Afirmava Larassa.


"Cumprir meus projetos pessoais em vez de atacar um inimigo caído o quanto antes? Não me recordo de algum dia ter ouvido algo assim antes. Será isso um teste? Não. O Arcebispo deve ter outra coisa em mente. Talvez ele acredite que eu serei mais útil sem parecer um Nosferatu e apenas queira parecer magnânimo. Ou isso ou tem algum elemento nessa história que eu não consegui enxergar. De toda forma, aproveitarei essa oportunidade, tenha ela vindo do motivo que for. Torço apenas para que Maximus não encontre a Morte Final antes d emeu retorno."


Em seguida o Arcebispo fazia um sinal positivo para Karla e ela se aproximava entregando a Troy um pedaço de papel, amassado e amarelado pelo tempo.
Era um endereço que remetia à cidade de El Paso, divisa do México com os EUA.
- La Arte é um Tzmisce, ou uma Tzmisce, entenda como quiser, que pode ser encontrado nesse endereço em El Paso. Eu já disse a ela que você a procuraria, então sugiro que vá o quanto antes, pois, não é atoa que há muito tempo seu nome foi esquecido e agora é conhecida apenas por La Arte. Ele é capaz de te deixar parecido com o que você quiser. No entanto, deverás levar uma oferenda para La Arte, ou você próprio poderá ser usado como tela se chegares de mãos vazias. Larassa alternava entre os pronomes masculinos e femininos de hora em hora, talvez nem mesmo ele sabia quem fora, originalmente, La Arte.
- Além disso, não será assim tão fácil, só chegar, levar uma oferenda e sair com outro corpo. Apesar de ter um favor na conta do Arcebispo, isto por si só não garante que La Arte fará o que se pede. Ela tem alguns gostos digamos.... exóticos, e muito certamente você também terá que prestar algum tipo de favor, ou talvez participar de algum joguinho mortal que La Arte lhe peça. Afirmava Karla.
- Tem um carro na garagem. Certifique-se de dar um fim neste veículo quando chegar em El Paso e volte de outra forma. Como você irá voltar, eu não sei, isto não será problema nosso. Afirmava o Arcebispo, agora em um tom um pouco severo, como um pai fala ao filho.
- Você será outra pessoa não só por fora, mas também por dentro, a mudança será completa! Decretava Karla com um sorriso triunfante no rosto.
- Alguma dúvida, senhor Troy? Perguntava Larassa.


-Apenas uma. Que tipo de oferente La Arte apreciaria?

****

Ao sair do convento Troy se dirige ao carro ao sentar atrás do volante monta mentalmente seus próximos passos. Dinheiro em espécie e um smartphone tornariam sua não-vida muito mais fácil, e eram fáceis de obter. Isso significava que eram o primeiro passo lógico a ser dado.

Troy irá estacionar seu carro relativamente afastado de um shopping center. A seguir irá se ofuscar para adquirir outra face e irá até o estacionamento do shopping, como se estivesse indo pegar seu carro que deixara ali. Ele irá procurar por alguém que dirija um carro carro e esteja sozinho e irá abordar a pessoa (Presença 3+Dominação 2) dizendo para ela ir com ele até um ATM, sacar todo o dinheiro que puder, entregar para ele e ir embora para casa em silêncio.

Se isso der certo ele irá então ao banheiro, trocará de rosto com Ofuscação e comprará um smartphone e diversos chips.

A seguir ele procurará alguma mulher que atenda seus padrões alimentares e a abordará (Presença 3) perguntando se ela não é 'Mary'. Se perceber que o alvo não está receptivo ele se desculpará pelo 'equívoco' dizendo que a confundiu e procurará outra vítima. Se ele estiver receptivo ele emendará Dominação 2 {Vamos até meu carro, onde irei lhe beijar depois de encontrar um lugar com privacidade}. Ele então pegará o carro e procurará um beco ou algo semelhante, onde não haja olhos curiosos e drenará completamente a garota. Depois disso ele derrubará uma gota de sua vitae em seus lábios para abraça-la enquanto mantém o corpo dela agarrado. Assim que ela abrir os olhos irá lhe morder para que o corpo se transforme em cinzas. Ele irá então se recuperar tanto quanto possível dos ferimentos sofridos.

Tudo dando certo ele irá criar uma conta de email e entrará em contato (ligação ou email) com um jornal local, dizendo que quer fazer um anúncio. O texto do anúncio será:

"Empresa de segurança de grande porte recruta colaboradores saídos das Forças Armadas para contratação. Pagamento acima da média de mercado. Interessados devem enviar currículo para o email XXXXX". Ele fará o pagamento pelo anúncio por depósito via ATM no próximo posto de gasolina pelo qual passar.

Vencido tudo isso sem problemas ele irá usar um mapa no celular adquirido para verificar a distância até a próxima cidade. Troy se certificaria de que tem tempo durante as horas sem Sol enquanto estiver na estrada. Nas paradas ele irá ficar em hotéis baratos, sempre usando Presença 3+ Dominação 2 nos atendentes para se certificar de que a ordem de não irão pertubá-lo durante o dia seja transmitida.
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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Qui Fev 08, 2018 2:25 pm

Rami Malik; Energia: 12/12; FV: 3/9; Vit.: Ok

'- Eu não morri... ao menos não como você. Nós voltamos para a capela e eu adormeci na minha cela! Eu não sei exatamente o que está acontecendo, não me é parecido com minha experiência, é diferente.'


Ao ouvir aquelas palavras Kamila colocava ambas as mãos em seu peito como se tentasse amparar o impacto que a notícia causava em seu coração, ao mesmo tempo em que ela dava um passo para trás, recuando com a notícia. Seus olhos mostravam que ela estava chocada. Rami, por sua vez, continuava.

'- O nome deste local é Penumbra, Kamilla; os espíritos rondam por esse plano que está sobre o nosso... como as cascas de uma cebola... Mas esse não é local para espíritos como o nosso... Não, não somos desse plano; apesar de eu já ter atravessado ele uma vez para ir para mais longe. Eu não morri, mas preciso descobri o que aconteceu comigo... já você, eu não sei muito o que lhe acontecerá¹... Não sei muito bem o que acontece com nossos espíritos depois da morte... Ouvi falar que o Inferno espiritual se chama Malfeas, mas não sei se é verdadeiro e se todos nós iremos para lá... Escutei também que existem cavaleiros que caçam as almas perdidas, mas nunca pude averiguar essa informação.'

Assim que ouvia sobre cavaleiros que caçavam almas perdidas, Kamyla parecia entrar em um quase desespero. Ela colocava as duas mãos na cabeça e olhava em volta preocupada achando que um desses cavaleiros poderia surgir a qualquer momento. – Eu não quero ir pra esse lugar! Eu não quero! Repetia ela referindo-se ao Malfeas.

Rami, por outro lado, tentava proporcionar um pouco de consolo à sua amiga. Ele concentrava toda sua vontade no desejo de abrir a escrivaninha. Não sabia como aquilo funcionava. Após alguns segundos e após gastar muita energia com aquele sentimento, a gaveta abria abruptamente e junto dela o pingente mostrando a foto de Kamyla e um casal, que provavelmente eram seus pais mortais.

Ao ver a foto novamente Kamyla parecia esquecer as preocupações do mundo espiritual. Ela se agachava próximo ao objeto e passava a fitar a foto profundamente. Por um instante ela esquecia do mundo e talvez até esquecera que não estava mais no plano físico. Essa ciência só vinha quando ela tentava pegar o pingente e seus dedos o atravessavam diretamente. Ela começava a chorar e não conseguia parar.

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Dom Fev 11, 2018 12:03 pm

Alex Troy; PdS.: 14/15; FdV: 03/10; Vitalidade: Ferido (agravado) (-2d)

-Apenas uma. Que tipo de oferente La Arte apreciaria?
- Uma “tela” para que ele possa “pintar”. Caso contrário, você pode acabar se tornando a tela de suas mais profundas inspirações. Embora parece controverso o fato de que você também está indo lá para ser uma “tela”. Mas uma coisa é a arte pelo trabalho e outra totalmente diferente é a arte pela arte... Afirmava Karla.

O ventrue tinha muito o que fazer. A primeira preocupação era descolar uma grana e encher suas reservas. O cainita ia até o estacionamento de um shopping e conseguia uma vítima. A pessoa, sem saber porque, sacava 3mil dólares de sua conta e o entregava de bom grado ao vampiro. Com 500 dólares ele comprava um bom smartphone e alguns chips, sobrando 2.500 dólares.

Em seguida ele procurava uma segunda vítima, a arrastava para um beco e drenava todo o seu sangue, a abraçando e a destruindo logo em seguida. Feito isso, o vampiro criava um email e entrava em contato com o Denver News, o jornal de maior circulação local. O anúncio era efetivado após o vampiro realizar a transferência do dinheiro, o que ocorreria somente durante o dia seguinte.

Enquanto isso Troy seguia para El Paso. Iria gastar pelo menos 2 dias de viagem, mas o percurso percorria sem problemas. A este ponto o seu anúncio no jornal já estava sendo publicado. Então, finalmente lá estava Alex Troy, saindo dos EUA e entrando no México, em El Paso. A paisagem mudava drasticamente. Uma cidade típica de um país que sofre com problema sociais, de segurança e infra-estrutura. Enquanto entrava nas primeiras ruas de El Paso ele podia ouvir os nativos falando espanhol, as ruas pareciam mais hostil do que nos EUA com presença de maloqueiros e prostitutas.

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Dom Fev 11, 2018 12:08 pm

DENVER NEWS

Annoucements


"Empresa de segurança de grande porte recruta colaboradores saídos das Forças Armadas para contratação. Pagamento acima da média de mercado. Interessados devem enviar currículo para o email XXXXX".

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Qua Fev 14, 2018 9:09 am

Gerrard Blackwood; PdS: 06/15; FdV: 08/08; Vitalidade: ok
Garras da Besta/ Olhos da Besta


Narrado pelo whatsapp:
O problema do mortal já tinha sido resolvido, o ventrue estava fazendo o trabalho dele. Mas sinceramente, ou esse sangue azul é muito arrogante arrogante, ou ele é um traidor amador. Meus anos de xerife me diz que nesse angu tem caroço. Ele não me pareceu surpreso nem assustado com a invasão Sabá (...) Será?
Valerya era durona demais para esboçar qualquer tipo de agradecimento por minha intervenção. Não que ela precisasse de defesa, mas aquele engomado precisava ouvir o que ouviu. Não admito injustiças(...)
A xerife me dava ordens para averiguar outros pontos de limites de nosso domínio, eu acato ascenando positivamente com a cabeça e me afasto do local.
Aceno para que Athena me acompanhasse, tinha um pedido especial para ela. Estendo meu braço, num movimento conhecido pela ave para que a mesma pousasse em meu antebraço.
-Primeiro, quero te dar os parabéns por ter sido tão eficaz. Tome seu prêmio.
Com o canino, faço um pequeno corte em minha lingua, o suficiente para brotar sangue que eu poça pingar no bico de Athena. Após recompensar minha lacaia eu prossigo com o pedido:
- Minha querida, preciso que você siga discretamente aquele homem com o qual me viu discutir. Caso ele sair de nossos domínios, quero que me avise, ok?
Após delegar função a ave, começo a me preocupar em me alimentar. Inicio uma caçada, procurando a melhor oportunidade de emboscar alguém e dar-lhe uma pancada na cabeça para apagá-la. Só depois irei me alimentar e logo após cicatrizar a ferida causada por minhas presas deixando a vítima em um local que eu julgar ser seguro até que ela acorde.

Após alimentar seu lacaio, o Algoz ordenava que a ave seguisse o Ventrue. Assim que o sangue-azul terminava o procedimento, ele entrava no carro ao passo que ave alçava vôo e seguia em seu encalço. Em seguida o Gangrel saía atrás de alimento. Ele levava algum tempo até achar um lugar propício e uma vítima. Mas antes tarde do que nunca. Lá vinha um homem bêbado, com um paletó todo sujo e a gravata toda torta. Ele estava com uma aparência nada boa, com uma garrafa de whisky na mão enquanto cantarolava sozinho no meio da rua, cambaleando bêbado.

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Blackwood em Qua Fev 14, 2018 10:18 am

Após alguns minutos procurando, eu vejo um homem bêbado e mal vestido. O cara cambaleava pelas ruas escuras lutando contra sua condição para se manter de pé. O local era propício, nenhuma testemunha e várias possibilidades de ocultar meu ato de alimentação. Mas confesso que não me senti muito atraído por tal presa, além de estar bêbado tinha a possibilidade de me transmitir alguma doença (...) Talvez seja preconceito de minha parte, como se diz por aí: ninguém vem com estrela na testa. Eu não pudia arriscar sucumbir a um frenesi de fome então decido me alimentar do bêbado.

Primeiro desativou meus olhos da besta para chamar menos atenção. Faço o mesmo com minhas garras, não será preciso. Espero o melhor momento para segui-lo e saco a minha Colt. Eu não iria atirar contra o homem, mas utilizaria a coronha para deferir um golpe na base do crânio apagando-o por alguns instantes para que eu possa me alimentar tranquilo. Tendo sucesso no golpe, arrasto o homem para um local discreto e sugo uma porção do seu sangue.

OFF: pretendo sugar 4 pontos de sangue.
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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por @nDRoid[94] em Sex Fev 16, 2018 7:54 pm

Rami nota que suas palavras haviam abatido a jovem recém-falecida, mas aquilo não o atinge. Era a pura verdade! E ela parecia ficar mais histérica ainda quando ele comenta sobre seus poucos conhecimentos do mundo espiritual. O pequeno presente que recebe do tecnocrata acalma o coração perturbado por pouco tempo. Ela não consegue tocar seus grilhões e aquilo a entristece bastante.

'- Talvez, se você usar um pouco de sua vontade... se concentrar... talvez você consiga tocá-los.'

Era um preço caro, ele mesmo havia despendido energia demais apenas para abrir uma droga de gaveta! Ele fica observando o choro da jovem, esperando que ela pelo menos calasse um pouco de sua boca para conversarem.

'- É... Kamille... precisamos ir até Krum... Você consegue me mostrar onde é o recinto dele?' 
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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Ignus em Dom Fev 18, 2018 3:26 am

No caminho rumo ao sul Troy ouve a notícia sobre o reforço na segurança que o governo federal enviaria para Denver.

"Porque diabos o presidente autorizaria a CIA a agir quando há tantas ferramentas governamentais mais adequadas? A atuação dessa agência vai levantar todo tipo de impugnação quando levarem eventuais presos a julgamento. Ele poderia facilmente ter usado a NSA. Quem sabe até o FBI, desde que houvesse anuência estadual. Mas uma agência que tem a missão legal de atuar no exterior? Eu adoraria pulverizar um caso desses em Juízo. Seria ótimo para a reputação de qualquer advogado."

Alex balança a cabeça por um instante em reprovação, quando um pensamento lhe passa pela cabeça que acaba lhe causando uma risada.

"Reputação de advogado? No que é que eu estou pensado? Parece que estou com dificuldade de abandonar meu personagem. Suponho que todos os grandes atores passem por isso em algum momento de suas carreiras. É verdadeiramente uma lástima que apesar disso eu tenha sido descoberto. Se tiver a oportunidade vou interrogar Maximus sobre como ele descobriu antes de diableriza-lo."

****


O ventrue tinha muito o que fazer. A primeira preocupação era descolar uma grana e encher suas reservas. O cainita ia até o estacionamento de um shopping e conseguia uma vítima. A pessoa, sem saber porque, sacava 3mil dólares de sua conta e o entregava de bom grado ao vampiro. Com 500 dólares ele comprava um bom smartphone e alguns chips, sobrando 2.500 dólares.

Em seguida ele procurava uma segunda vítima, a arrastava para um beco e drenava todo o seu sangue, a abraçando e a destruindo logo em seguida. Feito isso, o vampiro criava um email e entrava em contato com o Denver News, o jornal de maior circulação local. O anúncio era efetivado após o vampiro realizar a transferência do dinheiro, o que ocorreria somente durante o dia seguinte.


Após finalmente sair do posto e pegar a estrada rumo ao sul Alex se permite um sorriso autêntico. O primeiro que ele tinha em muito tempo. Tudo caminhava bem finalmente. Troy se sente tentado a ligar o rádio alto, abrir a janela e curtir a viagem, mas ele logo abandona essa ideia. Ele era um ductus, não um adolescente levando a namorada para um passeio. Era melhor se manter atento para qualquer ameaça que pudesse aparecer.

***

{Gostaria de curar 1 nível de dano agravado quando para no primeiro hotel}

***


Enquanto isso Troy seguia para El Paso. Iria gastar pelo menos 2 dias de viagem, mas o percurso percorria sem problemas. A este ponto o seu anúncio no jornal já estava sendo publicado. Então, finalmente lá estava Alex Troy, saindo dos EUA e entrando no México, em El Paso. A paisagem mudava drasticamente. Uma cidade típica de um país que sofre com problema sociais, de segurança e infra-estrutura. Enquanto entrava nas primeiras ruas de El Paso ele podia ouvir os nativos falando espanhol, as ruas pareciam mais hostil do que nos EUA com presença de maloqueiros e prostitutas.


"Parece que por aqui até o gado é mais verdadeiro em relação a sua verdadeira natureza. Tanto quanto melhor, seja para me mesclar a multidão, seja porque menos gente deve procurar pelas 'telas' que irei levar para La Arte."

Troy uma vez mais altera sua fisionomia {Ofuscação 2}. Ele pretendia adotar um rosto de um homem de pele bem branca, com o intuito de que qualquer um que o visse pensasse que ele não era dali. No rosto ele deixaria uma cicatriz em uma das bochechas, de forma que quem o visse se lembrasse dessa característica. Ele irá circular pelas ruas atrás, a princípio, de uma prostituta bonita e que fale sua língua.

Caso ao abordar uma menina ele revela não falar inglês ele irá procurar outra. Dando certo seu estratagema ele irá usar os dons do sangue {Presença 3} para deixá-la mais maleável. Se ela parecer não estar sob efeito de drogas ele dirigirá até um lugar reservado e beberá 2 pds dela. Caso contrário ele não beberá do barril.

A seguir irá usar Dominação 2 (trecho sublinhado).

-Vamos agora para um lugar onde possamos terminar essa noite gostosa. Mas eu não quero que minha esposa me veja. Eu quero que você entre no porta-malas, deite-se confortavelmente lá e então fique calada e sem se mexer como se estivesse dormindo até eu mandar você sair.

"Muito bem, a primeira tela já está disponível. Vou levar mais uma para La Arte como um sinal de boa vontade."

Troy uma vez mais troca de fisionomia. Dessa vez para a de um magrelo com cara de drogado e um bigodinho. Novamente com uma tez braquela para parecer um 'gringo'. Agora ele irá procurar por algum dos maloqueiros. De preferência um que estivesse caminhando sozinho. Ele irá se aproximar com uma nota de 50 dólares na mão e com os dons do sangue para parecer mais simpático {Presença 3} e perguntará se ele fala sua língua. Em caso afirmativo ele vai dizer que quer comprar pó e que daria uma recompensa para o sujeito se ele o levasse até um lugar em que vendessem. Caso a vítima tope ele dirigirá alguns quarteirões e ao parar em algum farol irá olhar nos olhos do sujeito e {Dominação 2}.

-Meu amigo, você parece cansado. Recline o banco, feche os olhos e permaneça em silêncio, como se estivesse dormindo, até que eu o chame.

Tudo dando certo ele finalmente irá até o endereço que recebera do Arcebispo. Usando um novo rosto {Ofuscação 3} inspirado nos traços de Larassa (mas sem a pretensão de se passar por ele) ele passará na frente e analisará o lugar. A seguir estacionará o carro próximo dali e tocará a campainha. Ao ser atendido ele dirá:

-Sou Alex Troy e venho da parte de Larassa a procura da renomada artista La Arte. Ele está disponível para me receber?

{Caso a resposta seja positiva ou caso me convidem para entrar}

-Eu não quis vir de mãos vazias, então trouxe duas telas como um presente. Ambas permanecerão como se estivessem adormecidas até que eu ordene que elas levantem. Elas estão em meu carro, um modelo XXX, que estacionei a algumas quadras daqui por não saber se seria de bom tom trazê-las diretamente sem informar primeiro de que se tratam de telas. Gostaria de entregar meu presente para minha insigne anfitriã ao encontrá-la.

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Qui Fev 22, 2018 1:51 pm

Gerrard Blackwood; PdS: 10/15; FdV: 08/08; Vitalidade: ok

O Gangrel espreitava atrás de um poste enquanto a vítima, bêbada, se aproximava cambaleando. O vampiro sacava previamente sua colt e, em um movimento rápido e preciso, desferia a coronhada na cabeça do bêbado que desmoronava no chão sem nem saber o que havia lhe atingido. Em seguida Gerrard arrastava sua comida para um canto escuro, embaixo de uma árvore e se alimentava, afastando o perigo da Besta tomar o controle, pelo menos por hora.

Após se alimentar, começava a acordar, mas não conseguia esboçar nenhuma reação. Ficava no chão apenas gemendo e sujando seu terno, que aparentemente parecia uma roupa de grife para um bebum qualquer.

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Blackwood em Qui Fev 22, 2018 3:21 pm

Tudo saiu como planejado, uma investida limpa e discreta. Após me alimentar, deixo o homem em um local seguro e escondido para que não venha um espertinho e limpe a sua carteira. Aproveitando o local propicio, mudo para a minha forma de vôo abrangendo assim uma área maior na minha escolta. Vôo pelo perímetro da cidade observando não somente possíveis inimigos, mas também os que se dizem aliados, observo a todos. Eu posso não ser mais o sherife, mas ainda não larguei os hábitos do cargo. Avistando algo suspeito, irei me aproximar furtivamente e observar a situação até ter informações suficientes para agir da maneira mais conveniente.
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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Qui Fev 22, 2018 3:38 pm

Rami Malik; Energia: 12/12; FV: 3/9; Vit.: Ok


Kamile continuava com um olhar perdido e melancólico encarando o fato de que não mais estava no plano físico. Ela parecia que nem tinha escutado as palavras de Rami, ou se as tinha escutado, estava debilitada demais para afetar o mundo material.
'- É... Kamille... precisamos ir até Krum... Você consegue me mostrar onde é o recinto dele?'

- Sim... Respondia Kamile, com uma voz fraca e pouca vontade de sair de onde estava. Mas passado algum tempo ela conseguia reunir coragem para se levantar.
- É por aqui! Dizia ela passando pela porta do seu quarto sem abri-la. Em seguida eles iam até o final do corredor. – Fica atrás desta porta.
Assim que Kamile terminava de falar, algo chamava a sua atenção e ela sentia um desejo de olhar para trás. Assim que olhava, Rami percebia sua pupila dilatando, o ambiente ficava com uma cor laranja e então ela pulava sobre Rami derrubando-o, e os dois caíam no chão. Uma bola de fogo explodia na porta, embora esta continuava intacta.
Atordoado, Rami olhava para trás, de onde eles tinham vindo e não podia acreditar no que via.

Vanessa e Leonard estavam lado a lado do outro lado do corredor parados e fitando Kamile e Rami após a tentativa de incinerá-los pelas costas. Havia muito ódio no olhar do casal.
- É hora de acertarmos a conta, Rami! Dizia Leonard.
Vanessa dava um passo a frente e afirmava: - Se o destruirmos aqui talvez podemos até pegar o corpo dele para um de nós dois, afinal teremos muito tempo para descobrir algum tipo de ritual que permita isso...
- E é exatamente isso que faremos! Decretava Leornad.
-O que vocês estão fazendo?! Kamile gritava indignada com o casal. – Por que eles querem te matar? Ela perguntava para Rami.
- Por que não conta pra ela, Rami?! Afirmava Leonard com um sorriso cínico no rosto, acreditando que Kamile certamente deixará de proteger Rami se souber o que aconteceu.

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por @nDRoid[94] em Dom Fev 25, 2018 7:03 pm

Rami seguia com sua irmã de clã até o quarto de Krum. Diante da porta, a alguns centímetros de atravessá-la, o tecnocrata sente o corpo de Kamille contra o seu, caindo ao chão a tempo de ver uma bola de fogo colidir com o local onde antes estava. Seus olhos se arregalam e ele vê algo que não gostaria de ver: eram Leonard e Vanessa!

*Puta que pariu! Esses dois não podem simplesmente seguirem de uma vez por todas para Malfeas!*

Ele se ergue enquanto Kamille questionava ambos. Ele olha para os dois decepcionado, balançando a cabeça enquanto se erguia.

'- Tremere deve está decepcionado que o sangue de sua linhagem corra na veia de vocês dois!'

Ele escuta o questionamento de Leonard e gargalha compulsivamente diante de seu tolo jogo de interesse. Se recuperando, ele responde ao outro Acólito:

'- Vocês dois realmente fazem parte da linhagem de Caim? São vampiros realmente? Por um momento pensei que fossem fadinhas idiotas com esses discurso afetado! ME POUPEM!'

Ele olha para Kamille e diz:

'- Kamille, eu posso te ajudar... eu já percorri esses reinos, desbraveio-os... mas você precisa me ajudar com esses dois... eles acham que eu realmente tinha algum dever em tirá-los das garras de um bando ensandecido de cabeças de pás, quando eu não tinha forças nem para me ajudar! Se eu pensasse como eles, a nossa Casa teria perdido mais um acólito e estaria completamente enfraquecida! Agora... cuide de Vanessa enquanto eu neutralizo Leonard, por favor! Só eu posso lhe ajudar agora.'

E falando isso, ele olha para Leonard e diz em alto e bom som:

'- AGORA, CALE A BOCA E SE AJOELHE!

Malik se utilizava de suas habilidades com a linha espiritual¹ para contornar aquela situação. Ele esperava um pouco de gratidão vindo de sua companheira. Aqueles dois não haviam nascido para serem vampiros; era bom que fossem eliminados de uma vez por todas


¹ Utilização do nível 3 da linha de Manipulação Espiritual - Voz da Autoridade.
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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Seg Fev 26, 2018 2:39 pm

Alex Troy; PdS.: 11/15; FdV: 03/10; Vitalidade: machucado (agravado) (-2d)

O lugar era uma catedral abandonada, com árvores plantadas na frente e um portão velho e enferrujado. A calçada estava repleta de folhas secas que caíam das árvores, obstruindo um pouco da luz da cidade deixando o local com um ar de abandono mais evidente. A luminária mais próxima daquele ponto estava quebrada por algum vândalo. Troy tinha deixado o Ford ano 85 próximo dali, um carro velho em um país de terceiro mundo, eu com certeza não chamaria atenção de ninguém, com as duas telas em seu interior.

O interfone era velho e Alex começava a duvidar se aquela porra funcionava também. Após esperar um tempo e interfonar novamente ele começava a duvidar que o endereço estava certo. Talvez Larassa havia se enganado ou será que era um trote do Arcebispo? Desapontado ele começava a caminhar em direção ao carro, em passos lentos, observando a rua vazia e gritos em espanhol vindos de algum bar ou zona próximo dali, quando o portão velho chiava, pela ferrugem, sendo aberto. Ao olhar para trás ele via uma criança, um garoto de uns 9 anos com traços nativos dali.

- Onde estão as telas? Indagava a criança. Troy respondia já indo buscá-las, enquanto o garoto aguarda no portão. Logo o Ventrue voltava com os dois barris, que caminhavam como o gado vai para o abate.
- Rápido, por aqui! Dizia o garoto dando a volta pela igreja descendo um apertado lance de escadas que dava numa porta estreita de madeira, no que seria o porão da igreja. Assim que eles entravam estavam em um corredor de pedra e escuro, iluminado por uma única tocha de fogo que seguia por vários cômodos da igreja. Em uma lateral do corredor havia 4 estantes predispostas com livros velhos e empoeirados. O lugar estava repleto de teia de aranha, precisando de uma faxina. O garoto então empurrava a terceira estante de livros e ela se abria como uma porta. Troy e os humanos passavam por ela.

Agora eles estavam em uma câmara totalmente rústica, de pedra e barro nas paredes de forma irregular. Parecia mais a entrada ampla de uma caverna. Apenas um recipiente de metal próximo da entrada que gerava a pouca luz ali. Parecia um vaso de plantas, mas ele suportava uma certa quantidade de brasa que queimava, gerando uma luz trêmula e amarelada em um ambiente úmido, escuro e que até uma agulha que caísse no chão ecoaria longe. Era possível ver que havia alguma coisa à frente. O garoto corria alguns metros e cochichava algumas palavras em espanhol. Troy conseguia compreender a palavra “Larassa”.

Aquela coisa que estava logo a frente parecia ter sumido repentinamente. O ambiente escuro dificultava um pouco a percepção. Alex sentia que alguma coisa estava atrás dele, enquanto algumas pedrinhas e areia caíam de um lugar mais alto próximo do vampiro e dos dois humanos. Assim que olhava para trás, agora com a luz da brasa próxima dali, ele podia ver perfeitamente uma espécie do que seria um grande “lagarto”, de cor amarela, pendurado na parede através de suas garras, de cabeça para baixo como se estivesse descendo do teto e com a cabeça próximo de Troy e dos humanos.

Seus olhos eram amarelados com uma Iris negra como a de uma serpente. A criatura tinha aproximadamente 1,5 metros de altura com uns 2 metros de comprimento de corpo e 4m com a calda. O monstro parecia um dragão, no entanto não tinha asas, mas tinha grandes espinhos na cabeça que saíam pelo seu dorso e terminavam na cauda.

Sua cabeça se aproximava lentamente. A mulher que Troy havia trazido, tinha a dominação quebrada ao ver o monstro, no entanto ela ficava paralisada em pavor e não saía do lugar, sem conseguir se mexer. O homem por sua vez, gritava e saía em disparada para fugir do monstro. No entanto, antes que ele fosse muito longe, a cauda do monstro enrolava em sua cintura e o puxava de volta. Com uma única bocada o monstro engolia sua cabeça, pescoço e o braço direito, sobrando metade do tronco e o restante do corpo. Era possível ainda ver o coração batendo enquanto que o sangue jorrava. Mas pouco era desperdiçado. O monstro logo abocanhava o restante do tronco, consumindo não só o sangue, mas também a carne e os ossos. Por fim, com a última bocada não existia mais a primeira “tela”. Tudo isso tinha durado pouquíssimos segundos, quase um piscar de olhos. Uma voz rouca, grave e forte como um trovão saía do monstro, que rodeava Troy o envolvendo com seu próprio corpo enquanto a prostituta apenas chorava intacta no lugar.

- Então por que Larassa lhe disse para me procurar?

OFF: Humanidade -1. Troy levou um humano direto para a morte e sabia o que aconteceria.

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Seg Fev 26, 2018 6:24 pm

Gerrard Blackwood; PdS: 09/15; FdV: 08/08; Vitalidade: ok


Gerrard deixava sua presa após se alimentar. O Forasteiro iniciava um dos poderosos dons de Cain e legado dos Gangrel, a metamorfose. Seu corpo começava a diminuir em tamanho e forma, ganhando penas, enquanto os ossos se quebravam e ganhava asas, modificando toda a estrutura. A dor da transformação era alucinante e ao mesmo tempo prazerosa, uma espécie de sadomasoquismo. Logo que completava a transformação, Gerrard alçava vôo e agora tinha uma visão panorâmica da cidade.

A forma de vôo lhe trazia muitas vantagens e seus olhos de corvos eram mais apurados. Naturalmente sua visão alcançava mais longe que seus olhos na forma humana. Ele começava a patrulhar a região como um xerife que já tivera sido um dia. Enquanto procurava por alguma pista ou suspeito ele via dois homens cercando um terceiro em uma rua qualquer, escura e deserta, antes de um deles lhe desferir um mata leão. Àquela altura ele não podia afirmar o que se passava lá embaixo... E agora?

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Blackwood em Seg Fev 26, 2018 9:26 pm

A transformação era uma experiência única. Uma mistura de dor e prazer tomava conta do meu corpo até que eu me tornasse um animal pequeno e longe de qualquer suspeita. Eu alço voo e agora minha patrulha se torna muito mais eficiente. A visão panorâmica me permite alcançar uma grande parte do domínio ao mesmo tempo. Não demora muito, e aqui de cima avisto dois homens abordando um outro. De longe parecia ser um assalto, ou quem sabe um acerto de contas, mas eu preciso me aproximar para poder julgar melhor a situação.

não é muito difícil encontrar um local bem próximo para poder pousar e analisar a situação. Quem suspeitaria de um pequeno e inocente corvo? Aliás, essa disciplina guardada pelo meu clã é uma verdadeira maravilha da versatilidade, almejada e temida por muitos. A ligação que nossa família tem com a natureza talvez seja o seu maior trunfo. Mas voltando a cena, vamos ver quem é o culpado!
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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Qua Fev 28, 2018 3:26 pm

Rami Malik; Energia: 11/12; FV: 3/9; Vit.: Ok

Rami amaldiçoava os dois neófitos Tremere que desde que os conhecera insistiam em lhe perseguir. O discurso naquele lugar acirrava, levando a um caminho sem volta. À medida que os ânimos se acirravam um consenso era cada vez mais improvável e um combate se tornava mais iminente. Rami fazia uma promessa a Kamila, na tentativa de torná-la sua aliada. A cria do regente ficava sem reação enquanto Vanessa gritava:
- Qual é Kamila?! Não dê ouvidos a esse cara! A gente se conhece há muito mais tempo, ele é só um estranho! Não faça algo do que você poderá se arrepender depois! Vai apostar seu destino nas mãos de um desconhecido?

- A Vanessa está certa, sabia?! Dizia Kamila insegura. – Você é muito estranho, você não conversa, não compartilha as coisas. Eu tentei me aproximar de você enquanto você preferia se manter em seu mundinho fechado e recluso e agora me pede para atacar a Vanessa? Porra cara... é a Vanessa! Você acha que eu a conheci numa mesa de buteco? Num bate-papo nojento da internte?!

Rami, por outro lado não perdia tempo e iniciava um ataque a Leonard através da manipulação espiritual. Ele concentrava sua mente e usava seus terríveis dons de feiticeiro que alteravam a ordem natural do mundo espiritual, enquanto ordenava que Leonard se ajoelhasse. Instantaneamente, os joelhos de Leornard se dobravam contra sua própria vontade o colocando em uma posição humilhante. No entanto, aquilo por si só, não seria suficiente para parar o outro neófito.

Ele tentava revidar invocando um fogo mágico para queimar Rami. No entanto, o poder falhava e por algum motivo, ele não conseguia colocar as chamas no corpo de Rami.
Vanessa, ao ver que Leonard precisaria de ajuda dizia: - Kamila! Saia da frente. Isso é entre nós e esse estrangeiro miserável. Não temos nada contra você, inclusive podemos te ajudar também. Mas você precisa sair daí agora! Precisa parar de protegê-lo!
- Parem!! Que droga!! Gritava Kamila. – Eu preciso pensar! Não dá pra vocês fazerem outra coisa sem ser se matarem no mundo dos mortos?!
- Vanessa, apenas queima ele logo e acabamos com isso! Pedia Leonard sem forças para agir naquele momento.

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Re: Denver by Night – Sangue Ruim

Mensagem por Rian em Qua Fev 28, 2018 3:32 pm

OFF: Nova Regra de Ouro:
O 1 não cancelará mais sucessos em TODAS as rolagens. No entanto, a falha e a falha crítica continuam existindo. Exemplo de rolagens:
6, 8, 1, 1, 1 = 2 sucessos
3, 5, 5, 2 = falha normal
3, 1, 5, 2 = falha crítica

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