Cidade de Merda, Noites de Merda.

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead King em Sex Jan 05, 2018 6:03 pm

Piroca ficava lá, em pé, enquanto Burke ficava que nem um desleixado em cima dele. Era uma bosta ficar assim, mas ele não podia largar ele no chão, o cara estava realmente fudido e essa era a única forma de manter o cara em pé. Philip não falava com o Burke, ele não parecia muito afim de uma conversa enquanto esperava a carona, e apesar de querer saber o motivo ter ido parar nesse inferno Philip deixava a carga quieta.
Depois de um tempo Piroca já podia ver aquele carrão foda cortando a estrada, e ele ficava feliz por poder finalmente largar o Burke e descansar as pernas depois dessa merda de noite.

Ted escreveu:
-- E aí, Philip? Mudou de ideia sobre a carona?-- Ted saiu do carro e abriu as portas de trás, pegando Burke e colocando-o de forma cuidadosa no banco.
- É.. quero testar o estofado do seu carro, minhas costas tão doendo de tanto carregar o Burke... - O nosferatu entregava o ombro do Burke para Ted, que o colocava dentro do carro. Apesar de não estar em segurança Piroca relaxou quando sentou naquele banco macio do carro, e aproveitou aquele passeio como qualquer nosferatu fudido que nem ele, que não tinha nem um carro merda, aproveitaria. Mesmo assim, o vampiro continuou com o poder da ofuscação ativado, não sabia o que esperava por ele nesse inferno.
[...]

Finalmente eu chegava aonde Diana tinha me convidado, o inferninho dela. Fazia muito tempo desde que eu não ia para um lugar desses, a minha última vez foi como vivo, e no momento que eu virei um vampiro lindo assim, tive que evitar esse tipo de lugar, não podia chamar atenção. Era estranho pra caralho voltar num lugar desses agora como vampiro, me dava uma sensação de nostalgia do cacete. Esse tipo de lugar tinha mudado muito, o visual diferente da minha época, mas era bem foda. Esse lugar era um serviço social para toda sociedade vampirica dessa cidade. Inclusive era o lugar com mais "luxo" que eu já vi um nosferatu ter!


Diana escreveu: -- Bem-vindos ao meu humilde lar -- dizia Diana, com pouco ânimo -- Burke, vá com o Ted até o porão. Depois nós conversamos. Quanto a você, Philip, venha comigo até o meu escritório. Vai tertempo para conhecer mais sobre a casa depois. Por agora preciso falar contigo.


Merda, vai começar o interrogatório. Eu sou um forasteiro nessa cidade, é claro que ela vai querer me perguntar algumas coisas, assim como eu não confio inteiramente nela, ela também não deve confiar em mim - Não posso negar o convite da anfitriã hehehehehe.
Eu seguia a Diana, observando os corredores do lugar até chegarmos a uma porta. Eu entrava naquela sala bonita, digna de uma Toreadora. Pelo isolamento acústico era ali que ela tinha as reuniões mais vampirescas. Ela me dava uma taça com sangue, e me oferecia um assento. Eu aceitava os dois, me sentava naquela poltrona aconchegante, mas o sangue eu não bebia. Eu não era retardado de beber qualquer coisa que me dessem, mesmo que fosse sangue humano. Não sabia que produtos químicos poderiam ter ali para me ferrar, mas é claro, guardava isso para mim mesmo. Qualquer coisa eu falaria que já estava satisfeito, apesar de que ela lê mentes. Isso é um problema...


Diana escreveu: -- Bem, agora que você teve uma aventura que lhe permitiu ver a nossa situação nessa cidade, creio que um bom descanso seja merecido. Eu vou responder o que quiser saber e vou te apresentar melhor o seu novo "hotel". No entanto, eu preciso te conhecer antes, Philip. Me diga: o que você veio fazer aqui, nesse lugar maldito?


Eu dava uma risada leve na parte da aventura. Aquilo lá foi brincar com a morte de roleta russa, isso sim! Eu olhava para cara da Diana, e tentava analisar ela. O que ela estava pedindo era uma troca de informação, e a que ela queria em troca era sobre mim. Eu entendia o ponto de vista dela sobre mim mas eu não queria dar nenhuma! Ela vai ler minha mente com certeza, apesar de ela se mostrar uma grande amiga de todo mundo nessa cidade, como os nosferatus, algo me dizia para manter o bico calado. Mas eu tinha uma boa carta na manga...  Eu também não sabia o que eu tinha vindo fazer aqui! Era só eu omitir um detalhe. - Olha Diana...  vou ser sincero com você. Não sei se deveria, mas você tem sido uma boa pessoa comigo. Eu vim pra esse inferno porque o meu senhor mandou. Eu iria me encontrar com o Burke e com o Hilltop, eles deviam estar com alguma merda, devem ter contatado meu senhor pedindo uma ajuda e ela chegou aqui com a merda já feita. Porra, eu não iria para cá nem se ele comesse meu cu com o braço dele se eu soubesse que esse lugar era assim! - Essa parte final era uma puta verdade, eu não sabia que esse lugar era assim, fui pego de surpresa e quase me fudi por causa disso! - Entende? Eu não sei que merda eu fui fazer aqui, pois meu sire não me disse nada. Só falou "Philip, acha o Hilltop e o Burke que eles vão te dizer qual o problema". Quando eu achei o Burke todo fudido no esgoto, foi por pura sorte dele. Sinceramente, se você quer saber de alguma coisa pergunta pra ele - Eu jogava a bomba para o cara no final das contas, ele realmente sabia mais que eu, inclusive a quantidade do que a Diana deveria saber. Eu não iria me ferrar arrumando uma desculpa, eu carreguei esse puto e salvei a vida dele, ele que se vire com esse problema. - Bem, mais alguma coisa que você quer saber?

Perguntas:


Caso a Diana não queria saber mais nada, Piroca vai fazer as seguintes perguntas, todas elas analisando ela procurando por algum sinal de que ela está mentindo, deturpando ou ocultando algo

Qual seu papel na cidade? Qual é a dos Coletores? Por que os lupinos invadiam a cidade, especificamente o esgoto? Essa cidade sempre foi assim? Por que vcs continuam aqui apesar dela ser um pedaço de bosta pra um vampiro morar?

(Off:Desculpa o sumiço Freak)
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Krauzer em Sab Jan 06, 2018 9:38 am

Uffizi se deslocava por entre as lápides e por trás das viaturas, quando uma visão o fazia estremecer. Ele rapidamente olhou para o vidro da porta do carro, e não viu seu reflexo. As lápides à sua volta, a lua e as árvores eram refletidas, mas ele não.

Apesar da urgência de escapar, o cruzado se permitiu distrair por alguns segundos, olhando para o vidro e tentando inutilmente encontrar seu reflexo (sem sucesso). O desespero o atingia em cheio, ele sabia que ao contrário das lendas, a maioria dos vampiros possuíam reflexo, mas alguns deles não... Essa era a prova final e definitiva de que ele agora era um amaldiçoado.

O choque faziam com que Uffizi se distraísse e tropeçasse, derrubando um vaso e chamando a atenção de um guarda próximo.

-- Alto!-- gritou o guarda, antes de dar um disparo para o alto, chamando a atenção de todos.

Uffizi estava muito abalado para fugir, se algo tivesse de acontecer com ele, esse seria seu destino. Ele vira-se para o guarda e levanta as mãos em sinal de rendição.

Os policiais com certeza estariam em peso no local por algum motivo. Era provável que eles não soubessem nada sobre vampiros, mas Uffizi poderia convence-los que o grupo de vampiros era algum tipo de seita satânica perigosa e indicar o refúgio deles. Ser capturado seria um preço pequeno a pagar para eliminar os malditos que haviam profanado sua alma e o transformado em um monstro!
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Beaumont em Ter Jan 09, 2018 7:51 pm

Torturada por horas e depois morta ? E ela ainda tem coragem de falar assim como se não fosse nada demais ? Fico chocado com o depoimento da menina, por mais que eu ainda tenha nervos e culhões para aguentar a vida dura de um policial, imaginar uma criança sendo torturada me dava ainda mais repulsa e ódio. Mas enquanto eu procurava aquela maldita enfermeira infiltrada, meus olhos corriam por cada perimetro daquele campo sepulcral. Eu precisava avista-la apenas, seria o suficiente para dar a voz e leva-la comigo, mas algo que a menina disse me fez brekar imediatamente. 

Leon Sussurrando : - Eu...estou sendo caçado? 






Como assim, quer dizer eu sei ! Eu estou visado. Eu vi a cara do Leather face, ele era ainda mais deformado do que as máscaras que ele usava, essa era a explicação para sua psicomaquia hedionda de vestir rostos, ele queria melhorar aquela merda que ele tinha de cara. Mas a garotinha falou algo certo e ao mesmo tempo confuso, por que Leather Face, um psicopata retardado, deficiente de face teria contatos na policia e nos hospitais para que limpassem sua barra, a menos que ele não fosse tão retardado mas ainda assim fosse um psicopata de alto calibre. Alysha você certamente seria uma luz nesse momento... Eu realmente era muito melhor com ela, deduzir a mente assassina era com ela, eu era apenas um monte de leis ambulante que sabia disparar uma arma, eu precisava evoluir ou nunca mais veria Alysha outra vez. 

Subtamente um dos policiais parecia ter visto algo, ingenuo seguiu só, eu sempre digo a eles que sigam em duplas mas eles não parecem entender o significado de parceiros. Eu tentei trotar e quem sabe até correr alguns passos, meu corpo ainda balançava e meu abdomem ainda parecia fragilizado por tudo que estava acontecendo, mas eu precisava continuar mesmo com as advertências que meu corpo dava para eu parar e descansar um dia inteiro. Eu tentei puxar a minha arma ou pelo menos o meu cacetete que fica na minha canela esquerda, não é muito mas um golpe daquilo realmente dói e intimida um bocado, eu tentei avançar mas com cuidado, você sempre precisa ter cuidado quando se ouvi um disparo, tentei avaliar a situação sempre buscando cobertura nas paredes, arvores ou qualquer outra coisa que eu pudesse me esconder caso um possive tiroteio ocorresse, mas eu não deixaria o policial sozinho nessa. Caso o visse eu ficaria na cobertura para protege-lo usando minha arma ou se não tivesse outra opção o meu cacetete. A noite ainda estava longe de acabar...

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Qua Jan 10, 2018 12:23 pm

– Uffizi & Leon –

Resumo de Leon:
Força de Vontade: 4/6
Vitalidade: Ok.


Resumo de Uffizi:
Reserva de Sangue: 13/15
Força de Vontade: 4/6
Vitalidade: Ok.


Leon saiu a trotes de dentro da ambulância seguindo um policial que, mais uma vez, fez a idiotice de abordar algo ou alguém suspeito que encontrou no cemitério. Embora se eu corpo não aparentasse uma recuperação total, Leon decidiu não forçar muito a barra, mesmo sabendo que o melhor que deveria fazer agora era descansar.

O delegado, depois de tudo o que viu, estava preocupado com os homens. Para ele, já bastava um morte e diversos desaparecimentos em uma única noite. Mesmo quando ouviu o tiro, não deixou de prosseguir. Ele apenas recobrou a cautela.

-------------

Uffizi não queria lutar. Não desejava lutar com os policia. O choque do reflexo foi demais para ele e, tendo agora a certeza do que se tornara, buscava apenas uma forma de punir os malditos que corromperam sua alma. Quando o guarda deu a ordem, ele parou, se virou e levantou as mãos.

– Quem é você?! O que... O que um padre está fazendo aqui essa hora? – perguntava o guarda confuso, abaixando a arma e encarando as roupas de Uffizi – Por que o senhor estava tentando passar despercebido, padre?

Uffizi aos poucos era cercado de homens. Estes, como o primeiro policial, não demonstravam hostilidade. Eles baixaram as suas armas assim que viram Uffizi e tinham o mesmo ar de confusão do primeiro policial.

“Que diabos um padre fazia no meio daquela confusão?”

-------------

Leon se aproximava com certa dificuldade, trotando desde que saira da ambulância. Ele se sentiu mais encorajado a se aproximar quando notou que nenhum tiroteio ou gritaria havia começado. Quando ele finalmente chegou no local, ele encontrou um monte de policiais confusos encarando um padre com as mãos para cima.

-------------

Teste:
(Uffizi) Percepção+Medicina (dif. 6): 6,8,3,10

Uffizi notou que o último homem a chegar se destacava por duas razões. A primeira eram suas roupas, que eram diferentes dos outros policiais. Ele não usava exatamente um uniforme, então provavelmente era alguém mais importante na hierarquia; talvez um investigador ou mesmo um delegado. Em segundo lugar, esse mesmo homem caminhava de um jeito estranho, como se estivesse ferido ou debilitado de alguma forma. Uffizi reparou que ele aparentava fraqueza semelhante a alguém que sofreu recentemente de uma crise nervosa e se perguntou se ele também viu ou mesmo foi atacado pelos vampiros que o transformaram.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Qua Jan 10, 2018 1:43 pm

-- Philip Diaz, vulgo "Piroca" --

Resumo:
Reserva de Sangue: 10/15.
Força de Vontade: 4/5.
Vitalidade: OK.


Piroca escreveu:- Olha Diana...  vou ser sincero com você. Não sei se deveria, mas você tem sido uma boa pessoa comigo. Eu vim pra esse inferno porque o meu senhor mandou. Eu iria me encontrar com o Burke e com o Hilltop, eles deviam estar com alguma merda, devem ter contatado meu senhor pedindo uma ajuda e ela chegou aqui com a merda já feita. Porra, eu não iria para cá nem se ele comesse meu cu com o braço dele se eu soubesse que esse lugar era assim!

Diana olhava Piroca nos olhos. Ela tinha uma expressão normal. Não estava analítica, fria ou desconfiada. Ela simplesmente ouvia Piroca como se já o conhecesse a muito tempo.  Ele não sabia dizer se isso era uma tática ou se era apenas o jeito dela, mas a verdade é que ela não transmitia nenhum tipo de ameaça. Na verdade, era fácil ficar a vontade perto dela e olha que ela nem estava usando presença...

Piroca escreveu:- Entende? Eu não sei que merda eu fui fazer aqui, pois meu sire não me disse nada. Só falou "Philip, acha o Hilltop e o Burke que eles vão te dizer qual o problema". Quando eu achei o Burke todo fudido no esgoto, foi por pura sorte dele. Sinceramente, se você quer saber de alguma coisa pergunta pra ele.

– O Burke só faz merda. É da natureza dele. É um bom sujeito, mas não tem o mínimo de bom senso. Sinceramente não sei como ainda não teve um fim desagradável. Aliás, se não fosse por você hoje, ele teria acabado na merda e não só literalmente.


Piroca escreveu:- Bem, mais alguma coisa que você quer saber?

Ela então levantou a mão em um sinal de “espere”.

– Uma vez cada um. Assim fica mais justo, certo? Como você ajudou o Burke, acho que te devo essa.


Piroca escreveu:- Qual seu papel na cidade? Qual é a dos Coletores? Por que os lupinos invadiam a cidade, especificamente o esgoto? Essa cidade sempre foi assim? Por que vcs continuam aqui apesar dela ser um pedaço de bosta pra um vampiro morar?

Diana se levantou e começou a andar calmamente de um lado para o outro.

– Meu papel na cidade é o mesmo papel de todos os outros cainitas. Aqui não temos Camarilla, Sabá ou mesmo anarquistas. Aqui estamos por conta própria. Ou nos unimos ou nos fodemos, entende? Aqui não tem espaço para intrigas ou conspirações, pois elas seriam nosso fim. Eu entendo que você não confie em mim e deve achar que eu sou filha da puta a ponto de te enganar e te dar meu próprio sangue em uma taça, mas vai por mim: é sangue de mortal, limpinho.

A Toreador se virou e olhou para Piroca. Mais uma vez ela não aparentava nenhum sinal de mentira ou distorção de fatos.

– Essa cidade já foi uma boa cidade para nós. Ela nunca chamou a atenção de seita nenhuma, então dava para “viver” aqui. O problema é que a alguns meses uma mulher que todos dizem ser uma verdadeira santa se mudou para cá, pregando para os mortais. Não demorou muito para esses coletores aparecerem. Eles são fiéis a ela. São o exército dela, por assim dizer. Eles não tem nada mais. São humanos como todos os outros, mas ela fornece a eles alguns trunfos contra nós. Algo que vai além da água benta.

Diana pegou a taça que Piroca ignorou e tomou o sangue ela mesma.

– Sabe qual foi a última vez que vi algo tão complicado assim? No inverno de 1025. Caçadores e santos de verdade são raros, mas quando aparecem...

Piroca quase caiu da cadeira quando Diana mencionou a data 1025.

– Então essa mulher santa e seus motoqueiros bêbados começaram a cavar, a cutucar e logo uma encrenca se iniciou. Foi uma guerra aberta onde todos ou quase todos passaram a ter noção de que nós existimos. Tudo isso atraiu os lupinos para cá. Pelo pouco que sei da cultura dessas bestas, nós temos algum tipo de aura ou marca sobrenatural que os atrai. Isso fica ainda mais facilmente perceptível para eles quando somos forçados a usar disciplinas no meio das ruas.

Nesse momento Ted entrou e se sentou ema poltrona. Diana simplesmente pareceu não se importar com isso.

– Desde que essa situação de lupinos e caçadores começou, nossos números se reduziram. Muitos migraram para outras cidades, outros caíram nas mãos de inimigos e foram destruídos. Vivemos acuados, paranoicos e amontoados aqui. Ainda assim, Phillip, acredito que valha a pena tentar fazer essa cidade voltar ao que era antes. Estou providenciando recursos para um plano. Uma última tentativa.

Testes:
Percepção+Empatia (dif. 9, Atento):

I – 10,4,3,8,6, 8  – 1 Sucesso.
II – 8,3,9,2,8 – 1 Sucesso.
III – 2,10,5,9,4, 6 – 2 Sucessos.
IV – 10,6,9,6,8, 9 – 3 Sucessos.
V – 2,2,7,10,4, 9 – 2 Sucessos.

Em momento algum você percebeu alguma mentira ou alguma informação omitida. Tudo indica que Diana foi sincera em tudo, até mesmo na idade dela.


A Toreador fez uma pausa para que Piroca processasse toda a informação (off: interprete como você reagiu aos fatos).

– Você está seguro aqui. Acredite ou não, somos amigos. Você pode se refugiar aqui o tempo que quiser, mas não seja imprudente como Burke. Já temos problemas demais. A propósito, te devo uma apresentação mais formal. Phillip, esse é Theodore Lynns – diz ela apontando para Ted – um dos poucos Ventrues que sobrou. Ele ajuda muito a nossa “pequena comunidade” aqui.

Ted então se levantou e apertou a mão de Piroca.

– Ted vai te apresentar o resto da casa e te apresentar a Tip. Acho que você vai ficar mais confortável entre os seus. Se você quiser me perguntar algo mais, vai fundo. Caso deseje ir agora, pode ir. Se precisar me contar algo ou precisar de mais alguma coisa, sabe onde me achar.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Krauzer em Qua Jan 10, 2018 3:23 pm

– Quem é você?! O que... O que um padre está fazendo aqui essa hora? – perguntava o guarda confuso, abaixando a arma e encarando as roupas de Uffizi – Por que o senhor estava tentando passar despercebido, padre?


Uffizi percebia que vários outros policiais o cercavam, mas ao verem suas roupas, abaixavam as armas, com expressões confusas. Mais atrás, outro homem chegava, sem os uniformes policiais, caminhando com passos incertos. O homem era um reflexo de como Uffizi se sentia neste momento, teria ele passado pelo mesmo tormento?

- Eu... está tudo muito confuso, eu estava hospedado no Hampton Inn, quando este foi atacado. Quando eu acordei, estava em um local estranho, possivelmente o refúgio de algum grupo satanista altamente militarizado. Talvez eles tenham me drogado, eu consegui escapar por pouco, o local encontra-se abaixo do cemitério, se quiserem posso lhes mostrar a saída por onde fugi, mas tenham cuidado, eles parecem perigosos!

O cruzado amaldiçoado tentava convence-los de que se tratava de algum tipo de seita, pois se eles não estivessem familiarizados com o sobrenatural, na certa o teriam por um louco. Ele esperava sinceramente que os policiais estivessem em numero suficiente e fortemente armados para conseguirem dar conta dos demônios escondidos abaixo das sepulturas.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Beaumont em Qua Jan 10, 2018 10:12 pm

Eu tentei manter a maior cautela possível. Não poderia ajudar ninguém se eu fosse mais um saco de ossos no chão, mas eu tive a surpresa de que o alvo era tão inofensivo, mas um padre não era de alimentar surpresas, considerando o malsoléu em que estávamos, fico surpreso apenas por acha-lo naquelas condições e naquela hora. Fiquei intrigado sim, ele sabia de algo e suas palavras logo o denunciaram. Eu preferi diminuir o ritmo, mesmo com a mão nas algemas eu ainda estava cansado e precisava me resguardar, aproveitei o momento para ouvir. 


Padre escreveu:- Eu... está tudo muito confuso, eu estava hospedado no Hampton Inn, quando este foi atacado. Quando eu acordei, estava em um local estranho, possivelmente o refúgio de algum grupo satanista altamente militarizado. Talvez eles tenham me drogado, eu consegui escapar por pouco, o local encontra-se abaixo do cemitério, se quiserem posso lhes mostrar a saída por onde fugi, mas tenham cuidado, eles parecem perigosos!

Tudo fazia muito mais sentido agora, Hampton Inn seria um bom ocal para buscar por evidências, mas esse padre é ainda melhor, eu ainda procurei com os olhos aquela enfermeira mas ela havia escorregado como agua por entre os dedos. 


Leon : - Eu sou o Capitão Summers e chefe do distrito 2 de Charleston. Eu tenho algumas perguntas a fazer para você mas prefiro fazer isso na Chefatura de Policia, por favor é muito importante que me acompanhe. Quanto ao restante peço que vasculhem o perimetro e isolem toda o cemitério, ninguém mais entra aqui, todo o resultado dos forenses na minha sala em no máximo 6 horas a partir de agora. 

Eu não poderia deixar arriscar a vida do padre. Ele era uma peça importante nesse quebra cabeças, eu poderia até achar Alysha mas considerando as palavras da garotinha outra vez. Quanto mais eu ajo sob a jurisdição da policia mais eu posso estar sendo visado. Então meu objetivo é conduzir o padre até meu carro com a desculpa de que o levaria para a delegacia, quando estivesses a sós eu diria. 

Leon : - Cuidado com quem você diz as coisas, algum polical está vendendo inforações e eu ainda não sei qual é. Preciso que seja sincero comigo e me diga. Você tem alguma ideia de quem são esses caras ? Já ouviu histporias sobre o leather face ?

É claro que eu não seria rude com ele mas precisava ser direto para ver sua reação, olhava em volta para não ver se estava sendo seguido, eu precisava cuidar deste padre. 

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead King em Qua Jan 10, 2018 11:20 pm

Apesar de tudo, eu relaxava um pouco na presença da Diana. Era algo que eu não deveria fazer, mas o jeito dela me deixava bastante a vontade. Poderia ser uma puta de uma armadilha, ela poderia estar lendo minha mente, aura, mas pelo menos essa noite Diana teria um voto de confiança meu, que se foda o resto.
Diana escreveu: – O Burke só faz merda. É da natureza dele. É um bom sujeito, mas não tem o mínimo de bom senso. Sinceramente não sei como ainda não teve um fim desagradável. Aliás, se não fosse por você hoje, ele teria acabado na merda e não só literalmente.
- Hehehe, é verdade - Realmente Burke fazia merda pra caralho, não deu para não lembrar como era a casa do cara.
Diana escreveu: – Uma vez cada um. Assim fica mais justo, certo? Como você ajudou o Burke, acho que te devo essa.
- Que seja então, vamos lá - Eu ia fazendo as perguntas em ordem, uma de cada vez. Gostaria de conseguir entender um pouco as coisas por aqui.
Diana escreveu: – Meu papel na cidade é o mesmo papel de todos os outros cainitas. Aqui não temos Camarilla, Sabá ou mesmo anarquistas. Aqui estamos por conta própria. Ou nos unimos ou nos fodemos, entende? Aqui não tem espaço para intrigas ou conspirações, pois elas seriam nosso fim. Eu entendo que você não confie em mim e deve achar que eu sou filha da puta a ponto de te enganar e te dar meu próprio sangue em uma taça, mas vai por mim: é sangue de mortal, limpinho.
Eu coçava a nuca e desviava os olhos da mulher. Eu até pensava em me explicar, mas fiquei calado. Porra, não dá pra sair bebendo tudo que oferecem pra gente, principalmente de gente que não conhecemos! Mas fora isso, se não tivesse caçadores essa cidade seria bem legal para um vampiro viver, sem aquela caralhada de intriga política e falsidade. Notava também que Diana não parecia estar mentido.
Diana escreveu: – Essa cidade já foi uma boa cidade para nós. Ela nunca chamou a atenção de seita nenhuma, então dava para “viver” aqui. O problema é que a alguns meses uma mulher que todos dizem ser uma verdadeira santa se mudou para cá, pregando para os mortais. Não demorou muito para esses coletores aparecerem. Eles são fiéis a ela. São o exército dela, por assim dizer. Eles não tem nada mais. São humanos como todos os outros, mas ela fornece a eles alguns trunfos contra nós. Algo que vai além da água benta.

- Ah sim, as tais balas bentas. - Pegava a minha uzi que eu roubei do coletor morto e mostrava para ela Essa droga aqui furou o Burke igual um mortal. Se isso fosse uma escopeta ele agora estaria a 7 palmos em baixo do esgoto - Voltava a guardar a arma junto na minha calça.
Diana escreveu: Diana pegou a taça que Piroca ignorou e tomou o sangue ela mesma.– Sabe qual foi a última vez que vi algo tão complicado assim? No inverno de 1025. Caçadores e santos de verdade são raros, mas quando aparecem...
Piroca quase caiu da cadeira quando Diana mencionou a data 1025.
Puta que me pariu! Essa vampira era mais velha que o Cagueta! Olhava em choque para a velhona que era a Diana, ela era uma matusalém! A última vez que ela viu algo assim foi em 1025, então deve ter tido outras situações assim, e isso acarretava na possibilidade de Diana ser muito mais velha! Isso explicava porque ela me deixou relaxado, imagina quantas situações sociais ela já se meteu?
Diana escreveu: – Então essa mulher santa e seus motoqueiros bêbados começaram a cavar, a cutucar e logo uma encrenca se iniciou. Foi uma guerra aberta onde todosou quase todos passaram a ter noção de que nós existimos. Tudo isso atraiu os lupinos para cá. Pelo pouco que sei da cultura dessas bestas, nós temos algum tipo de aura ou marca sobrenatural que os atrai. Isso fica ainda mais facilmente perceptível para eles quando somos forçados a usar disciplinas no meio das ruas.

Isso era uma informação que eu não sabia. Então se eu usasse ofuscação naquele esgoto, o lupino poderia ter me achado mais facilmente... puta merda! De repente o Ter entrava na sala, mas Diana nem ligava. Com certeza era telepatia, ele nem perguntou se poderia entrar.
Diana escreveu: – Desde que essa situação de lupinos e caçadores começou, nossos números se reduziram. Muitos migraram para outras cidades, outros caíram nas mãos de inimigos e foram destruídos. Vivemos acuados, paranoicos e amontoados aqui. Ainda assim, Phillip, acredito que valha a pena tentar fazer essa cidade voltar ao que era antes. Estou providenciando recursos para um plano. Uma última tentativa.
Apesar de eu analisar o melhor que pude o rosto da Diana, não tinha qualquer sinal de mentira ou omissão, ela estava sendo sincera comigo. Só no que se referia aos lupinos que eu ficava com uma pulga atrás da orelha. Os vampiros do Sabá usavam disciplinas pra caralho, e nem por isso as cidades foram invadidas por esses bichos. Apesar de não notar nenhum sinal de omissão na Diana, era algo estranho. Talvez ela não soubesse muito sobre isso...  Mas puta merda, era coisa pra caramba pra digerir! Eu assentia com a cabeça, mostrando que eu tinha entendido a situação do lugar, a merda era grande. - É, parece que vocês se fuderam pra caramba por aqui. Seria mais facil tacar fogo na cidade inteira e reconstruir de novo, essa merda tá muito complicada. -
Diana escreveu: – Você está seguro aqui. Acredite ou não, somos amigos. Você pode se refugiar aqui o tempo que quiser, mas não seja imprudente como Burke. Já temos problemas demais. A propósito, te devo uma apresentação mais formal. Phillip, esse é Theodore Lynns– diz ela apontando para Ted –um dos poucos Ventrues que sobrou. Ele ajuda muito a nossa “pequena comunidade” aqui.Ted então se levantou e apertou a mão de Piroca.– Ted vai te apresentar o resto da casa e te apresentar a Tip. Acho que você vai ficar mais confortável entre os seus. Se você quiser me perguntar algo mais, vai fundo. Caso deseje ir agora, pode ir. Se precisar me contar algo ou precisar de mais alguma coisa, sabe onde me achar.

Eu apertava a mão do Ted, outro cara que poderia se velho pra caramba. É, talvez eu estivesse seguro por aqui. Pelo menos por enquanto. - Bem, na verdade eu tenho mais uma pergunta. Qual é a dos espíritos? Vi um deles falando no ouvido do líder dos coletores, quase me fudi por causa disso!  - Depois da pergunta respondida, eu voltava a falar - Acredito que isso vai ser melhor na sua mão do que na minha, apesar de serem coisas inúteis pra caralho. - Retirava do meu bolso a foto da mulher de as chaves do cadáver do esgoto.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Krauzer em Qui Jan 11, 2018 11:25 am




O homem com vestimenta diferenciada se aproximava e o abordava.

Leon : - Eu sou o Capitão Summers e chefe do distrito 2 de Charleston. Eu tenho algumas perguntas a fazer para você mas prefiro fazer isso na Chefatura de Policia, por favor é muito importante que me acompanhe. Quanto ao restante peço que vasculhem o perimetro e isolem toda o cemitério, ninguém mais entra aqui, todo o resultado dos forenses na minha sala em no máximo 6 horas a partir de agora.


Uffizi: - Tudo bem, posso acompanhá-lo, mas sugiro que avise seus homens que o grupo de cultistas está pesadamente armado, se for possível, chame mais homens!


Uffizi o segue até o carro, quando Summers o aborda.

Leon : - Cuidado com quem você diz as coisas, algum polical está vendendo inforações e eu ainda não sei qual é. Preciso que seja sincero comigo e me diga. Você tem alguma ideia de quem são esses caras ? Já ouviu histporias sobre o leather face ?

O frade avaliava suas opções. Os demônios possivelmente tinham agentes infiltrados na polícia, então ele deveria encontrar alguém confiável para ajuda-lo a acabar com eles. Ele olhava nos olhos de oficial e o avaliava enquanto falava.

Uffizi: - Serei bem sincero com você, senhor Summers. Você acredita no sobrenatural?

O rumo da conversa a partir dali dependeria da resposta do agente, e Uffizi sabe que se sentiria mais confortável conversando com alguém sem precisar mentir.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Beaumont em Sab Jan 13, 2018 8:18 pm

Aquela questão me pegou de surpresa. Eu entendo que ele era um padre, senhor do clero e tudo mais contudo aquela pergunta ainda era difícil pra mim responder, putz aquela garotinha realmente voltou dos mortos pra me avisar ?? Ela acertou todos os palpites que ela deu e eu ainda estou tentando assimilar isso tudo. Eu olhei antes de entrar no carro. Nada como procurar por escutas ou alguma c4 proximo do motor antes de entrar. Aquela enfermeira ficou na mente tentei gravar a imagem de eu rosto na minha cabeça enquanto olhei uma ultima vez em volta. Alysha...Donovan... Peguei o celular antes de entrar no carro e liguei para o capitão da swat para que eles viessem investigar o mausoléu e a possivel entrada que o padre afirmou. (Teste de manipulacao + lideranca + influencia se preciso)


Leon : - Escute bem padre. Corta essa bobagem de sobrenatural e vai logo pra parte em que você me explica tudo com a sua visão teologica sobre o assunto. Eu perdi 3 dos meus melhores homens essa noite e preciso acha los . Eles tem familia são pessoas como nós e a minha unica pista é uma menininha fantasma que fica me dando dicas do quão cruel o leather face e seus asseclas podem ser. Então me diga, o que vc sabe sobre o leather face ? Eu estou ficando louco ou esses satanistas realmente podem mexer com coisas além da nossa imaginação ?

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Krauzer em Sab Jan 13, 2018 9:15 pm

Infelizmente, parece que o oficial possuía uma mente fechada para o assunto, então Uffizi teria de improvisar.

- Certo, essa é minha visão como padre. Não sei nada sobre esse tal leatherface, mas há algum tempo venho ouvindo sobre estranhos rumores nesta cidade. Ontem à noite fui capturado por um grupo de cultistas assassinos e...  quando estive preso lá embaixo, vi coisas que a maioria das pessoas sequer imaginem que existam. Talvez você acredite em mim, talvez não, mas uma coisa é certa, aqueles indivíduos são perigosos e precisam ser detidos a todo custo, espero que pelo nisso concordemos, senhor Summers!
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Beaumont em Sab Jan 13, 2018 9:24 pm

Leon : - certo padre você não foi muito convincente ! Você como se fosse falar algo e agora está dando voltas. Por que me perguntou se eu acredito no sobrenatural. O que foi você viu lá embaixo ? Não posso arriscar as forças especiais lá em baixo se eu não souber o que eles vao encontrar lá em baixo. Você precisa confiar em mim padre!

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Krauzer em Sab Jan 13, 2018 9:30 pm



Uffizi avaliava suas opções. Se ele se revelasse, com certeza seria levado sob custódia ou algo do tipo, mas o que ele tinha a perder agora? Ele já havia perdido tudo, até mesmo sua alma, a única coisa que lhe restava era sua vingança, e se fosse preciso se sacrificar para acabar com os demônios, ele o faria.

- Certo, preste atenção, senhor Summers, pois você pode se assustar!- Uffizi virava o espelho retrovisor do carro em sua direção - Está vendo meu reflexo? Nem eu! Não sei exatamente o que fizeram comigo lá embaixo, mas isso não pode ser explicado pela ciência!
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Dom Jan 14, 2018 11:09 pm

-- Philip Diaz, vulgo "Piroca" --

Resumo:
Reserva de Sangue: 10/15.
Força de Vontade: 4/5.
Vitalidade: OK.


Piroca escreveu:- Bem, na verdade eu tenho mais uma pergunta. Qual é a dos espíritos? Vi um deles falando no ouvido do líder dos coletores, quase me fudi por causa disso!

– Essa cidade sempre foi assombrada. Ela é muito velha e muita coisa ruim aconteceu aqui. Na verdade, acredito que essa cidadezinha seja um dos locais mais mal assombrados do mundo e esses espíritos são totalmente imprevisíveis, como as fadas. Eles podem tanto nos ajudar quanto nos prejudicar sem motivo aparente.


Piroca escreveu:- Acredito que isso vai ser melhor na sua mão do que na minha, apesar de serem coisas inúteis pra caralho. - Retirava do meu bolso a foto da mulher de as chaves do cadáver do esgoto.

Diana pegou a foto nas mãos e a encarou por um momento. Não foi difícil notar um brilho de ódio no olhar da Toreador.

– É ela. É a maldita santa. Madre Valesca!

Após sair de um momento de transe provocado pelo ódio, Diana jogou a foto sobre a mesa.

– Obrigada. Philip. Ted, mostre o lugar  ao nosso convidado.

Ted conduziu Piroca para fora da sala e eles voltaram a subir as escadas. Enquanto subiam, Ted fez um comentário no mínimo interessante.

– Você deve ter notado que, apesar de ela ser linda, não é tão bonita para uma Toreador da idade dela, não é? Bem, a verdade é que usa constantemente um truque de ofuscação para assumir um padrão mais humano de beleza. Chamar a atenção em uma cidade assim é pedir para se foder e, vai por mim, até mesmo a beleza pode ser perturbadora.


Off: Você vê Diana como alguém de Aparência 5.

Uma coisa que Piroca notou também é que, apesar de Diana ser muito antiga, ela parece uma adolescente, fala como uma adolescente e se veste como um adolescente. Ela certamente fez um trabalho incrível em se adaptar a essa época.

– Bem, aqui estamos de novo – diz Ted, ao voltar com Piroca para o andar principal – Realmente não há muito o que mostrar. Temos um palco no centro, para apresentações ao vivo, uma pista de dança à direita e um bar à esquerda. Aquela porta do lado do bar leva a um darkroom e aquelas duas portas do lado oposto são os banheiros. O resto é só um monte cadeiras, bancos e mesas. A maioria dos mortais que frequenta aqui ou é rebanho ou são carniçais, então você dificilmente verá um humano ameaçador por aqui.

Realmente não era um lugar muito diferente de uma boate alternativa de adolescentes góticos, mas já ajudava muito como refúgio. Tinha uma bela decoração e era bem estruturado, mas Ted basicamente disse tudo o que tinha para dizer sobre o local.

– Eu acredito que você queira falar logo com o Tip, então não vou me demorar muito aqui. Deixe apenas eu te apresentar as “figurinhas carimbadas” da casa. Aquela loirinha ali perto do palco é Kim Lane. Ela é a carniçal da Diana. Uma bela voz, talento musical e também uma cabeça toda fodida. Honestamente é melhor ficar longe, afinal ela nunca fala nada de interessante mesmo.

Kim Lane:

– Está vendo a morena ali no fundo, mexendo no celular? Ela é a Briana. Ela é legal, gentil. Acho que você vai gostar dela. Se precisar de algum tipo de arma, ela é a pessoa certa para falar.

Briana:

– Já aquela, dançando feito toda eufórica na pista de dança é a minha cria. Ela se chama Xenia Roberts. Boa garota, mas é inconsequente, jovem e só me dá problemas.

Xenia:

– Bem, é isso. Existem muitos outros aqui, mas talvez seja melhor que você os conheça pessoalmente. Por respeito aos nosferatu, não vou te acompanhar. Eles não vão reclamar se eu for, mas sei como eles gostam da privacidade deles, então é assim: Vá até o banheiro masculino. A última privada tem uma placa dizendo “Quebrado”.  Entre na cabine e puxe a corrente da descarga que uma parede falsa vai se mover e revelar uma passagem, te mostrando uma sala com uma escada. Não tem erro. É só descer a escada  e entrar na porta a sua frente. Lá é o alojamento dos Nosferatu.

Piroca memorizava cada informação, detalhe, rosto e manha que Ted falava. O Ventrue falava muita coisa ao mesmo tempo, mas eram coisas essenciais que o nosferatu deveria saber.

– Você pode ir falar com o Tip a hora que quiser, mas se quiser falar com alguém, se enturmar e fazer novos amigos é uma boa. Nessa cidade é bom ter muitos amigos, como você pôde ver. Se alguém estranhar você por ser novato, é só falar o meu nome ou o da Diana que ninguém encrespa com você e...Só uma coisa: se quiser falar com a Xenia, tudo bem. Só não dê ouvidos a alguma ideia estúpida que ela possa vir a ter, ok? Quem sabe você até põe um pouco de juízo nela.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Dom Jan 14, 2018 11:12 pm

-- Uffizi e Leon --

Resumo de Uffizi:
Reserva de Sangue: 13/15
Força de Vontade: 4/6
Vitalidade: Ok.


Resumo de Leon:
Força de Vontade: 4/6
Vitalidade: Ok.


Leon não teve dificuldades em retirar Uffizi do local após o relato do padre. Ele então mandou isolar todo o local enquanto ele se dirigia com Uffizi até o carro, com o pretexto de conduzi-lo até a delegacia. Ele teve o cuidado de verificar escutas e outros perigos no carro antes de entrar com o padre e até mesmo requisitou auxílio da Swat para cuidar da situação em que Uffizi relatara abaixo das criptas.

Testes (Leon):
Percepção+Investigação (dif. 6): 1,7,10,8,6 – 3 Sucessos.
Manipulação+Liderança+Influência (dif. 7): Sucesso Automático.


Uma conversa de clima tenso se iniciou entre o delegado e o padre. Leon queria saber exatamente o que estava acontecendo e o que era exatamente essa seita, além de querer saber se a mesma tinha relação com o tal Leatherface. Uffizi, por sua vez, tentava expandir a mente do policial antes de chegar ao x da questão, para não ser tomado como um louco. No entanto, a conversa não chegava a lugar nenhum, o que fez o padre tomar uma ação mais radical – e perigosa.

Uffizi escreveu:- Certo, preste atenção, senhor Summers, pois você pode se assustar!- Uffizi virava o espelho retrovisor do carro em sua direção - Está vendo meu reflexo? Nem eu! Não sei exatamente o que fizeram comigo lá embaixo, mas isso não pode ser explicado pela ciência!

Teste (Leon):
Auto-Controle (dif. 10): 6,3,10 – 1 Sucesso.


Foi um esforço e tanto para Leon suportar aquilo mas, depois de um fantasma que falava com ele flutuando ao seu lado, seria difícil alguma coisa mais chocá-lo – ao menos era o que tudo indicava. O delegado então parou, respirou fundo e refletiu. Vampiros... Era isso então? Vampiros também existiam? Seria esse tal de Leatherface um deles?

Off: Continuação em mp para o Beaumont.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Crowley em Qui Jan 18, 2018 4:37 pm

O sombrio adentrava no primeiro beco mais próximo, como uma ação de reflexo ao ver os mortais armados ele se esconde atrás de uma grande lixeira, tentando se ajeitar e contanto com que eles não tivessem visto seus movimentos, mas alguém conseguiu acompanhar sua velocidade sobrenatural...

Mas que filho da puta, como conseguiu ver onde eu entrei??

Crowley tem seus pensamentos interrompido com o homem armado o chamando de cuzão, e começa a falar com sigo mesmo.

Calma Crowley, calma!!

O sombrio queria muito poder acabar com tudo aquilo, mas é surpreendido novamente, mas agora por disparos que perfuram a grande lixeira com facilidade, ele tenta se proteger da melhor forma possível...

Caralho o que estou fazendo aqui, assim estou me humilhando de mais com essa situação.
Foda-se, melhor eu sair logo daqui, deixar para lutar outro dia, afinal tempo que não vai faltar!
Outras noites viram!


O sombrio ativa novamente sua super velocidade, a sua frente uma bifurcação, ele pega a saída da direita, pega suas cosias e segue direto para o hotel!
Deixando para lutar outro dia!


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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Beaumont em Qui Jan 18, 2018 10:02 pm

Aquela visão era tão chocante quanto tudo o que eu já havia visto naquela noite. Se havia um limiar para loucura eu certamente estava começando a transpassar esse limite. As coisas faziam cada vez menos sentido. Em uma noite atrás eu estava perseguindo um maniaco psicopata que tinha o costume de coisas hediondas e de usar a face de suas vítimas para cobrir seu rosto e hoje eu descobro que o Leather Face pode não estar agindo sozinho e que ele cobre sua face para esconder uma existência ainda mais demoniaca do que eu poderia imaginar, fantasmas, o culto macabro poderia ser mais do que um monte de loucos pevertidos e sanguinolentos, eles poderiam mesmo ser demonios vindo do inferno... 

Eu engoli a saliva e fechei bes os olhos para tentar recobrar a minha própria linha de raciocinio, eu achei que isso iria me livrar da loucura mas isso só trouxe a tona algo ainda mais perturbador. Eu ouvi aquela voz e tive um nostalgico momento de felicidade. Será que ela estava bem ? Pior... Será que ela também estava morta ? Eu olhei rapidamente em volta para ver se eu via Alysha, eu poderia jurar que ouvi a sua voz mas... Acho que não era, ou era, tudo era muito caracteristico e lembrava ela, seu perfume, sua voz. Eu me sentei no banco do motorista e esperei o padre também entrar, eu não podia tomar nenhuma decisão agora...Alysha, eu não queria acreditar que ela também havia se transformado em um fantasma. 

Leon : - Padre ! Vamos aqui você não esá seguro. 

Eu estava esperando o Padre entrar para dirigir até um lugar mais distante, quem sabea  minha casa. Um lugar onde pudessemos conversar de verdade.

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Krauzer em Sex Jan 19, 2018 10:43 am

Uffizi podia perceber o quanto o oficial ficou perturbado com sua revelação. Por sorte, ele havia reagido de forma mais amistosa do que o frade esperava.

Leon : - Padre ! Vamos aqui você não esá seguro.

Uffizi entra no carro enquanto Leon dirige.


- Precisamos resolver isso o mais rápido possível, senhor Summers! Aquelas criaturas que habitam a cripta abaixo do cemitério não são humanas, elas irão continuar trazendo caos e destruição para a cidade caso não sejam destruídas. Eu conheço algumas formas de combate-los!
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Beaumont em Sab Jan 20, 2018 1:05 pm

Assim que o padre entrou no carro eu acelerei, por mais que eu estivesse ainda com um milhão de coisas na cabeça, a enfermeira infiltrada, quais policiais poderiam estar envolvido com o culto macabro e o Leather face e agora eu poderia jurar que Alysha me avisou que o padre também era um deles exatamente como aquela garota afirmou sobre a enfermeira, droga será que eu estou ficando louco. Meu Deus Isso está fugindo da minha compreensão. Eu já não sei mais o que fazer pra me livrar disso tudo ! 

Leon : -  O Donovan estava na minha frente, eu poderia ter salvado ele, Alysha ! Você devia ter voltado pro carro com o Donovan ! Drogaaaa !!

Eu me descontrolei sim... Eu dei um soco no volante, mil coisas na minha cabeça e tudo o que eu conseguia pensar é que nada fazia sentido e que eu não tinha conseguido salvar meus amigos, cumprir meu papel, eu era um fracasso completo. Eu encostei o meu carro um pouco depois de sairmos do cemitério em um local mais vazio. Sem policiais ou testemunhas e então saquei minha arma contra o padre de maneira veloz e sem hesitar, ele estava no carro, não teria muitas possibilidades de esquiva sem espaço e com uma arma apontada a queima roupa ele não iria tentar reagir, nenhum "monstro" seja lá o que fosse tentaria algo com uma 457 apontada a queima roupa contra ele. 

Leon : - Padre, eu disse pra cortar o papo furado. ME RESPONDA ! Você está é um deles ? Ou ESTÁ com eles ? Melhor falar a verdade se eu perceber que está mentindo eu estouro seus miolos e veremos o quão imortal você pode ser ! Quero tudo com DETALHEs, como você chegou aqui, o que é você afinal quero sua história completa, eu sou a única pessoa que pode te julgar agora ! 

Todos os meus sentidos se voltaram para ele, meus olhos observavam as nuanças de sua face, meus ouvidos se focaram no que ele iria dizer, minhas narinas se alargaram para que eu tentasse respirar melhor e mais rápido. Eu não estava bem, mas só iria descansar depois de encontrar todos os policiais e esse maldito Leather Face .

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Krauzer em Sab Jan 20, 2018 6:07 pm

O homem parecia demonstrar um certo grau de desequilíbrio psicológico. Talvez estivesse tendo um dia muito ruim, mas no fundo ele exteriorizava o que Uffizi estava sentindo.

Ele apontava a arma para o padre, que o encarava:

- Vá em frente, senhor Summers, se é o que deseja, pode disparar! Minha vida foi tirada de mim, ACHA QUE ESTOU ME IMPORTANDO SE VOCÊ VAI EXPLODIR MEUS MIOLOS??? ACHA QUE ESTOU LIGANDO SE VOCÊ É UM ESQUIZOFRÊNICO DE MERDA??? SE VOCÊ ACHA QUE ISSO VAI FAZÊ-LO SE SENTIR MELHOR, VÁ EM FRENTE, NÃO ESTOU NEM AÍ SE VOCÊ ACABAR COM MEU SOFRIMENTO, MAS JURO QUE VOLTO DOS MORTOS PARA TE ATORMENTAR SE VOCÊ NÃO DER UM JEITO NAQUELES DEMÔNIOS!!!

Uffizi se exaltava, saliva voava de sua boca enquanto ele gritava. Há alguns dias atrás ele teria se envergonhado de seu comportamento atual, mas de que isso importava agora? Ele já estava condenado de qualquer forma mesmo.

- Escute, todos nós estamos passando por momentos difíceis - Dizia Uffizi, agora com mais calma - mas precisamos manter a calma. Eu vou lhe falar a verdade, mas se você vai acreditar ou não, é uma escolha sua!

- Sim, o sobrenatural é real. Sim, criaturas das trevas existem, e aqueles cultistas lá embaixo são algumas delas. No monastério onde fui criado, fui ensinado a caça-los. Vocês os conhecem por "vampiros", eles possuem algumas semelhanças com os monstros de filmes Hollywoodianos. Estes monstros se escondem da sociedade mortal por eras, manipulando a mídia e instituições para induzir às massas que eles não existem, mas eles são tão reais quanto eu ou você. Eu fui enviado a esta cidade para investiga-los, mas fui capturado no hotel, trazido para cá e por alguma razão resolveram me transformaram, talvez para obterem mais informações sobre a igreja, ou apenas para ser usado como bucha de canhão. Eu consegui escapar por pouco, e agora estou aqui.

O padre tomava fôlego antes de continuar, porém, percebeu que não tinha mais necessidade de respirar.

- Estas criaturas são vulneráveis durante o dia, então o mais sábio é ataca-las neste horário. Elas podem regenerar ferimentos com absurda rapidez, mas ferimentos causados por fogo podem destruí-los permanentemente. Decapitação idem, e a luz do sol os transforma em cinzas em questão de segundos. Diferente dos filmes Hollywoodianos, uma estaca no coração não irá mata-los, mas pode paralisá-los, e símbolos religiosos são inúteis nas mãos de descrentes como você! Fui bem claro?
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Beaumont em Sab Jan 20, 2018 8:17 pm

No meio de todos aqueles gritos psicoticos e explosões de raiva eu pensei em girar o tambor e deixar a arma engatilhada para o tiro. Mas aquele maldito homem era a unica testemunha que não era um fantasma que parecia ter visto a mesma coisa que eu vi. Apesar da arma ainda nao estar pronta para disparar o padre não precisava saber disso. 

Leon : - O Leather Face... Você sabe como destruí-lo ? 

Eu ainda não tinha certeza se iria entender a minha pergunta, mas muitos dos ganchos sem explicação fizeram sentido com aquela conversa. 

Leon : - O Calice de Prata... Você já ouviu falar dele ? Eu encontrei em posse de um dos agentes do culto macabro antes de morrer. Descobrimos em nossas investigações que eles acreditam que se alguém com fé usa-lo em solo sagrado poderá curar todo o tipo de ferimentos e doenças. Se isso for verdade, talvez aja um jeito de te livrar dessa maldição macabra. Eu não sei é apenas um palpite. 

Eu preciso me encontrar com o Capitão da SWAT, preciso voltar pra casa e re organizar as minhas ideias, se o que esse padrou falou, a melhor forma de achar Alysha será amanhã pela manhã bem cedo. Preciso estar pronto. E assim eu desistia de explodir a testa do padre e concentrava em me comunicar com o Captão da SWAT e voltar pra casa onde eu poderia encontrar o Relicário.

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Krauzer em Sab Jan 20, 2018 9:50 pm

Leon : - O Leather Face... Você sabe como destruí-lo ?

- Bem, na verdade não sei quem é esse tal de Leatherface, mas se ele for o líder do culto é bem provável que faça parte da mesma casta de demônios que os que me transformaram, então... sim, ele pode ser destruído da mesma forma que os outros, embora seja possível que ele seja o mais antigo e poderoso do culto. Estes monstros não envelhecem e se tornam mais poderosos com o passar dos tempos. Existem relatos de sugadores de sangue com séculos de vida, lendas falam de alguns até mais antigos, tendo milênios de vida!

Leon : - O Calice de Prata... Você já ouviu falar dele ? Eu encontrei em posse de um dos agentes do culto macabro antes de morrer. Descobrimos em nossas investigações que eles acreditam que se alguém com fé usa-lo em solo sagrado poderá curar todo o tipo de ferimentos e doenças. Se isso for verdade, talvez aja um jeito de te livrar dessa maldição macabra. Eu não sei é apenas um palpite.

Após o último comentário, Uffizi era atingido como que por um choque.

- M... me livrar da maldição? Será possível mesmo?

Então talvez houvesse uma saída afinal de contas. Talvez O Senhor não o tivesse abandonado afinal de contas e tudo isso fosse apenas um teste!

- OK, então talvez eu ainda tenha esperanças. Desculpe-me por tê-lo ofendido daquela forma, eu não estou em meu juízo perfeito e você aparentemente também passou por situações muito ruins nos últimos dias. Como eu lhe disse, as criaturas são vulneráveis durante o dia, e podem ser mortas através da decapitação, combustão e luz solar. Eles se alimentam de sangue, de preferência humano, então precisa tomar cuidado, a jugular costuma ser o alvo favorito nos ataques.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak Hoje à(s) 9:22 am

-- Leon & Uffizi --

Resumo de Leon:
Força de Vontade: 4/6
Vitalidade: Ok.

Resumo de Uffizi:
Reserva de Sangue: 13/15
Força de Vontade: 4/6
Vitalidade: Ok.

Teste(Leon):
Percepção+Empatia (dif. 9): 4,2 – Falha.

Você não consegue determinar se o padre omitiu, alterou ou aumentou alguma coisa em tudo o que ele falou.

Uffizi estava mais calmo, agora que Leon havia mencionado uma possível salvação para a sua alma. Leon, por sua vez, decidira poupar a criatura amaldiçoada a sua frente pois, vampiro ou não, Uffizi era a única testemunha de que Leon não estava louco. Havia mais alguém – ou mais alguma coisa – que havia testemunhado as mesmas coisas que ele. Após debates tensos e agressivos sobre as criaturas da noite e tudo  o que elas provocaram, a dupla de certa forma concordou em ajudar um ao outro.

Leon estava focado em contatar o capitão da Swat e se refugiar com Uffizi em sua casa enquanto tentava colocar a cabeça em ordem e bolar um plano para ajudar Alysha e os outros. Uffizi refletia sobre a informação recém-obtida sobre a relíquia mencionada por Leon. Ele estava ansioso para testá-la.

Não levou muito tempo para que a dupla chegasse a casa do delegado. Eles agora estavam longe de toda aquela confusão no cemitério. A rua onde se encontrava a residência de Leon estava muito calma e muito raramente se via alguém transitando na rua. Ventava muito, mas fora isso nada fazia barulho. Estava muito, muito silencioso e o céu noturno só aumentava ainda mais a atmosfera soturna da situação.

– Aqui é o Capitão George, câmbio – a voz no rádio por fim quebra o silêncio, aguardando a resposta de Leon.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak Hoje à(s) 9:24 am

-- Crowley --

Resumo:
Reserva de Sangue: 13/15.
Força de Vontade: 09/10.
Vitalidade: OK.

Crowley detestava a situação em si. Um detalhe banal iniciou algo totalmente desnecessário e caótico. Ele não gostava da situação de estar sendo “posto para correr” por mortais ordinários com armas de fogo, mas ele foi sensato. Aquela era uma briga desnecessária e ele tinha coisas mais importantes para resolver. Vencendo a batalha contra o próprio ego, ele ativa novamente sua velocidade natural e toma o caminho da direita, desaparecendo antes que os atiradores percebessem que ele não estava mais atrás da lixeira.

Crowley agora refletia enquanto corria. Talvez Thalles não estivesse mentindo quando disse a cidade era perigosa. Quando finalmente parou, notou que estava no centro da cidade. A penumbra da noite parecia ter ficado mais densa, o vento soava forte e a movimentação nas ruas diminuiu drasticamente. Fora a força do vento, nada mais ousava quebrar o silêncio altamente perceptível das ruas. Crowley sabia que o hotel Vendue ficava no centro. Ele não deveria estar muito longe agora.

The Vendue:

Construída em 1783, esta pousada boutique de Charleston está localizada no centro da cidade, em um bairro histórico e oferece café e chá todas as manhãs e uma recepção à tarde.

– Você não faz parte do nosso grupo. Nunca te vi aqui. Com quem você tá? – Crowley ouviu uma voz muito próxima dele, porém nada via. As palavras “Você não faz parte do nosso grupo” soam um tanto sugestivas...
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead King Hoje à(s) 4:02 pm

Diana escreveu: Essa cidade sempre foi assombrada. Ela é muito velha e muita coisa ruim aconteceu aqui. Na verdade, acredito que essa cidadezinha seja um dos locais maismal assombrados do mundo e esses espíritos são totalmente imprevisíveis, como as fadas. Eles podem tanto nos ajudar quanto nos prejudicar sem motivo aparente.
- Essa imprevisibilidade na minha terra se chama falta do que fazer! Quase me fudi hoje por que uma fantasma queria se divertir. - E eu queria que aquela garotinha fantasma estivesse viva só pra eu matar ela. Era interessante o fato da Diana ter citado fadas, mas eu não comentava mais nada afinal eu tinha que falar com o Tip. Só em uma noite aqui já aprendi coisa pra caramba, fadas, espíritos...
Philip se impressionava com o ódio pela tal Valesca. Geralmente os vampiros mais velhos escondiam as emoções mas a Diana mostrava o sentimento fortíssimo pela tal madre. Na cabeça de Piroca isso soava meio estranho, ele sempre achou que esse negócio de santidade era algo que era bom, apesar de não se importar com igreja ou o que for. Ver gente odiando uma suposta santa era algo novo, mas o vampiro logo chegou a conclusão de que eles eram malditos filhos das trevas, criaturas malignas e todo aquele papo, então era algo aceitável. No fim ele tinha visto o que as balas bentas tinham feito com o Burke. - Heheh, disponha Diana!
Ted escreveu: Ted conduziu Piroca para fora da sala e eles voltaram a subir as escadas. Enquanto subiam, Ted fez um comentário no mínimo interessante.– Você deve ter notado que, apesar de ela ser linda, não é tão bonita para uma Toreador da idade dela, não é? Bem, a verdade é que usa constantemente um truque de ofuscação para assumir um padrão mais humano de beleza. Chamar a atenção em uma cidade assim é pedir para se foder e, vai por mim, até mesmo a beleza pode ser perturbadora.
Piroca se indagava se dava para ficar mais bonita do que ela já era. Realmente isso era algo interessante de se saber, a Máscara das Mil Faces geralmente criava aparências genéricas, e mesmo ela sendo mais bonita que a aparência que ela mostrava, a aparência que ela mostrava era uma das mais lindas que Philip já tinha visto. Diana com certeza era poderosa para caralho! - Eu entendo ela Ted. Se eu ficar mostrando a minha beleza para os outros eles ficam perturbados também. E olha que eu nem sou uma Toreadora velhona! - Piroca dava uma risadinha esganiçada enquanto seguia o Ted.
Ted escreveu: – Bem, aqui estamos de novo– diz Ted, ao voltar com Piroca para o andar principal– Realmente não há muito o que mostrar. Temos um palco no centro, para apresentações ao vivo, uma pista de dança à direita e um bar à esquerda. Aquela porta do lado do bar leva a um darkroom e aquelas duas portas do lado oposto são os banheiros. O resto é só um monte cadeiras, bancos e mesas. A maioria dos mortais que frequenta aqui ou é rebanho ou são carniçais, então você dificilmente verá um humano ameaçador por aqui.

- É um bom lugar pra se caçar. Mas vocês sabem que boate numa cidade pequena e religiosa como essa é um chamariz não é? Acho que se eu fosse um coletor seria o primeiro lugar que eu olharia procurando os chupadores do diabo. Mas vocês já devem ter tomado as providências sobre isso com certeza. - Piroca pensava alto enquanto observava a boate, analisando o lugar. Logo o vampiro era apresentando as pessoas importantes do lugar, e afirmava com a cabeça enquanto Ted mostrava quem era quem no lugar, e as instruções para ir aonde os outros nosferatus estavam.
Ted escreveu: Só uma coisa: se quiser falar com a Xenia, tudo bem. Só não dê ouvidos a alguma ideia estúpida que ela possa vir a ter, ok? Quem sabe você até põe um pouco de juízo nela.
Eu não pretendia me envolver com a cria do Ted, não queria aquele Ventrue galã de novela com raiva de mim, mas essa parte eu confirmava com a cabeça um pouco mais - Sim sim... -
Depois disso eu me despedia do Ted, agradecendo os conselhos do cara, e ia em direção ao banheiro como ele falou. Abria a porta, e via se o lugar estava vazio ou tinha alguém mijando e ia em direção até a tal porta dizendo que estava quebrado, entrando ali e desfazendo a ofuscação. É...  mesmo sendo um lugar melhor que o esgoto, os nosferatus daqui ainda estão escondidos atrás de uma privada. Puxava a corrente e entrava no refúgio.
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Undead King

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

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