Cidade de Merda, Noites de Merda.

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Crowley em Qua Jun 06, 2018 10:02 pm

Após traçarem um plano inicial sobre qual lugar visitar primeiro os dois sabazitos partiram rumo ao desconhecido, talvez nem tão desconhecido assim graças as habilidades de Thalles, ao chegar no local o sombrio ficava em silêncio deixando Thalles tagarelar, Antony sempre foi calma e sempre agia conforme a lógica evitando que suas emoções o fizesse cometer erros, após as dicas de Thalles sobre o número de homens armados Antony fica com algo em mente mas continua quieto, então Thalles mostra uma falha na estoura e fala sobre possíveis câmera de visão noturna, nesse momento Crowley rir e diz -- Isso é o de menos, assim como você eu também tenho minhas artes manhas, mas preciso saber se os cuzões estão com máscara de visão noturna- para Antony as câmeras seriam os de menos, as sua maldição também pode ser explorada aponto de tomar em um coisa possitiva.

Thalles é um cara muito inteligente, e seus apetrechos tecnológico faz Crowley lembrae da época que era mortal e usava tais suportes constantemente, Antony presta atenção sobre o que Thalles dizia, ele concorda sacudindo a cabeça e por final diz -- Ótimo trabalho, tudo muito bem pensando, mas antes queria usar umas das minhas habilidades e preciso que você faça silêncio pro alguns instantes - Então nesse momento ele se concentra e e depois  amplia todos seus sentidos usando sua habilidade  + auspícios e fica com uma habilidade sensorial muito além do sobrenatural, ele tenta sentir odores diferentes, sentir cheiro de pólvora para descobrir o tamanho do poder bélico de seus rivais, com a audição tentar detecta números de membro e quem sabe ouvi seus pontos de escuta assim como o que Thalles acabaste de lhe entregar, somente Depois de toda essa análise do perímetro ele vai juntar com as informações obtidas por Thalles para ter uma linha de partida.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Sab Jun 09, 2018 12:42 pm

Leon

Resumo:


Força de Vontade: 7/7
Vitalidade: Ok.

O esquadrão se dissipava aos poucos da sala de conferência. Apenas quando o último policial deixou o recinto que Leon retornou ao seu escritório e voltou a se focar no seu computador. Ele teria um tempo até que a coletiva da imprensa estivesse pronta e o prefeito ligasse para ele, como foi solicitado. Nessa hora ele se concentrou em obter a maior quantidade possível de informações sobre os coletores; principalmente em saber se algum deles estava preso ou se teria alguma outra forma de falar com eles.

Ele levou algum tempo pesquisando. A maioria das informações eram confirmação de fofoca que todo cidadão de Charleston ouvia. Nas notícias e arquivamentos online dos jornais, mantidos em um domínio público, era possível ver um grupo de homens, que lembravam muito uma gangue típica de motoqueiros, ora em moto, ora em jipes ou carros 4x4 similares, sendo aplaudidos pela população -- na maior parte de idosos. De todos os nomes que se destacavam, o mais recorrente era James Hawkins. Ele era aparentemente o líder desses caçadores.


Raciocínio+Computação: 1 Sucesso.

Cruzando informações com palavras-chave sugestivas, Leon encontrou um blog anônimo, que aparentemente se dedica unica e exclusivamente a falar sobre os feitos dos coletores. Em meio aos artigos

recolhidos pelo blog, um em especial chama a atenção.


O nome Lilian Tyson se destaca.

Raciocínio+Computação: 2 Sucessos.


Ao fazer uma pesquisa ainda mais minuciosa, o mecanismo de busca revela um link que aponta diretamente para um arquivo compactado: Lilian.rar. Ao fazer o download do arquivo, Leon percebe que o mesmo está protegido por senha. O conhecimento de computação dele não é o suficiente para burlar esse tipo de segurança. Nesse momento o telefone toca, tirando a concentração de Leon. Era o prefeito.

-- Summers? Fui informado que você tinha urgência em falar comigo.

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Sab Jun 09, 2018 1:00 pm

Uffizi

Resumo:

Força de Vontade: 5/6
Vitalidade: Espancado (Agravado, -2)
Pontos de Sangue: 05/15


Off: Vou considerar que você descansou o suficiente para curar um nível de ferimento agravado.

Uffizi refletia sobre o que a garotinha havia dito. Tendo agora melhor domínio de como o sangue operava em seu organismo, ele concentrou o vitae de modo que ele agisse como um agente curativo. Ele consegui. Estava se sentindo melhor. As dores estavam menos violentas, ele conseguia se mover um pouco melhor e, embora não pudesse ver nada no espelho, sua aparência estava um pouco mais humana. No entanto, algo mais aconteceu: queimação. Suas entranhas pareciam arder e se enrolar umas nas outras. Fome... Uffizi sentia vontade de sangue.

Auto-Controle: 1 Sucesso.

A fome ainda não era o suficiente para fazê-lo perder a razão, mas certamente era algo incômodo, ainda que fosse fraco por agora.

Off: Uffizi nota que uma grande ratazana barulhenta invade o quarto. Embora ele precise apenas chamar alguém e pedir por sangue, talvez ele ainda se sinta mal com a ideia de beber sangue humano (...). A escolha é totalmente sua.

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Sab Jun 09, 2018 1:18 pm

Crowley

Resumo:


Pontos de Sangue: 12/15
Força de Vontade: 8/8
Vitalidade: Ok.

Crowley se concentrou, ampliando seus sentidos o máximo que conseguia. Thalles nada dizia, nem se mexia. Ele não fazia nenhum barulho para não atrapalhar o Lasombra. Quanto as respostas, a audição nada revelou. O que ele ouviu foi apenas o vento, tão alto que parecia um furacão, mas só. No sentido da visão, não houve resposta alguma também. A melhor resposta veio do oufato. Entre a sujeira, o mijo, a merda e os cadáveres desovados que, em combinação, emitiam um odor terrivelmente repulsivo, veio também o cheiro da pólvora. Aparentemente os caras não tem muito o que fazer lá dentro, e tem como hábito praticar tiro ao alvo. O cheiro era forte demais.

De repente um clarão aconteceu dentro do galpão. Crowley também ouviu um barulho abafado, uma espécie de estouro agudo, porém sufocado. O clarão afetou a sua visão por um instante, já que seus sentidos estavam elevados. Seus olhos arderam e escureceram durante um tempo.

Percepção+Prontidão: 1 Sucesso.


Isso não foi tudo. Crowley percebeu ao longe um sujeito com roupas pretas encostado atrás de um poste, onde nenhuma luz batia. Ele estava com as mãos no bolso, mas sua boca se mexia em murmúrio, como se estivesse conversando sozinho ou com algo que não pode ser visto.

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Krauzer em Ter Jun 12, 2018 2:00 pm

Após algum descanso e um novo uso de seus "dons", Uffizi já não sentia mais seu corpo tão dolorido. Olhando suas mãos, podia ver que estava com um aspecto um pouco melhor.



Porém, uma nova sensação se apoderava dele, a fome. Não a fome que estava acostumado quando mortal, mas algo muito mais profundo do que jamais sentira antes. Era uma sensação difícil de descrever, e ele precisou se concentrar ao máximo para não perder totalmente a razão e sair do quarto em busca de uma vítima.

Após alguns minutos sozinho com sua fome angustiante, Uffizi percebe que não estava sozinho no quarto. Ruídos de baixo da sua cama despertavam sua atenção, e seu novo instinto predatório, reforçado pela voracidade de seu estado atual lhe indicavam que um enorme rato compartilhava o quarto com ele.

A ideia o repugnava, mas ele sabia que se permanecesse assim por muito tempo, acabaria perdendo o controle. Seria possível sobreviver assim? Apenas com sangue de animais? Ele podia contrair alguma doença?

Enquanto pensava, o rato se movia mais uma vez e Uffizi rapidamente tentava caça-lo para em seguida beber seu néctar.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Dom Jun 17, 2018 7:07 pm

Merick Trent



Resumo:

Reserva de Sangue: 08/15.
Força de Vontade: 7/7.
Vitalidade: Ok.

Apartamento de Trent, 22:15...

Merick despertou na escuridão total do seu quarto. Assim que abriu seus olhos, sua mente começou a trabalhar automaticamente, fuzilando-o com lembranças dos eventos caóticos das últimas noites. O sono fora estranho, um tanto inquieto, como se ele tivesse dormido mal. Havia uma atmosfera hostil por toda a cidade e, mesmo em seu refúgio, uma impressão desagradável de que alguma merda terrível iria acontecer a qualquer momento pairava no ar.

Assim que fez o primeiro movimento para se levantar, a energia altiva da noite começava a percorrer por todo o seu corpo morto. Ele então acendeu a luz. Parecia ter algo de agourento no brilho que subitamente tomava todo o aposento, como se nele houvesse algum efeito sobrenatural que intensificasse ainda mais sua atividade cerebral que já se encontrava perturbadoramente ágil. Os ataques, as mortes e, principalmente, a atividade intensa dos caçadores. Assim como os demais Sabás da cidade, ele deveria ser cauteloso, pois apesar do acordo entre a Espada de Cain e a Independente Diana e sua pequena trupe de cainitas de mesma ideologia, as autoridades mortais e, principalmente os assim chamados coletores não faziam distinção entre Sabás e Não-Sabás. Para eles vampiros eram vampiros, e todos precisavam ser exterminados sem misericórdia.

O papel do Sabá era "simples": auxiliar a anciã Diana e seus seguidores contra a ameaça crescente dos coletores e demais merdas que eles atraíram para a cidade. Isto significava na prática táticas elaboradas, suporte logístico e, em muitos casos, combates sangrentos. Mesmo para um Sabá não era exatamente algo agradável; ao menos não para Merick. Existiam estúpidos suicidas que nada tinham na cabeça a não ser a vontade de destruir e matar, e existiam os espertos, que agiam com sabedoria para sobreviver e saborear os resultados com segurança. Merick era esse tipo de agente.

Merick despertou, se limpou, se arrumou e fez todo os demais procedimentos ordinários que todos, sejam vivos ou mortos, faziam quando se tratava de higiene pessoal. Ele teoricamente teria que esperar por demais instruções e informações de Anastasia, mas o tempo passava e nenhum contato era feito entre ele e sua mentora.

22:45...

Meia hora ele havia permanecido no ócio, aguardando um telefonema, uma mensagem no celular ou mesmo um contato face a face, mas não aconteceu. Anastasia estava atrasada, e se atrasar não era do seu feitio. Algo pode ter acontecido, e se tratando dessa cidade, só poderia ser uma coisa: merda.

Off: Vou te passar mais detalhes em privado a respeito dos eventos da cidade. Por agora você pode usar essa jogada inicial para se situar e planejar. Você pode aguardar mais para ver se Anastasia aparece ou pode ir atrás dela por conta própria.

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Black Thief em Ter Jun 19, 2018 12:06 pm



Trilha Sonora:

O Anjo de Caim abria seus olhos e batia suas asas. A noite já havia subido a algum tempo, o sol a horas já tinha se posto, mas apenas no aprofundamento das trevas é que ele era capaz de despertar, o que era um problema, pois ao invés de compreender e comungar com o monstro dentro de si que ele havia se tornado, era como se estivesse reprimindo-o ainda, e isso era um erro, o aprofundamento nas trevas para despertar era a prova disso. Merick olhou para o relógio da cabeceira ao seu lado e via que eram 22:15. Fitou o teto por uns instantes, um teto familiar que não deveria mais lhe ser familiar, não pelo apartamento em si, mas pela cidade. Também não poderia se iludir e esquecer que era Humano quando nasceu, cresceu e viveu em Charleston, esquecer que já foi um homem que amou uma mulher, que teve família e amigos e agora era amaldiçoado e por ser um amaldiçoado devia viver como o tal. Merick se levantou da cama, estava nu, não havia necessidade de roupas para mergulhar na escuridão diurna, não sentia frio, não sentia calor, não despertaria no meio da noite para nada além de proteger-se dos vivos amedrontados e do seu pior inimigo, o Divino, o mesmo Divino que deu ao Pai Sombrio a maldição que ele compartilhou para não sentir a solidão, também a mesma maldição que apontava quem eram os andarilhos da noite e os isolados da humanidade, a luz de fogo que revelava os abandonados e os esquecidos.

Merick lembrava-se das ultimas poucas noites, diria que o mundo estava uma bagunça mas a realidade é que estava como sempre foi, segundo as histórias. Os humanos perdidos e assim os Cainitas, não como se o próprio Merick também não estivesse perdido, mas não podia falar por eles, podia falar por si que estava procurando o seu significado como um amaldiçoado e aceitando este fato. Foi difícil,mas Anastasia conseguira convencê-lo, após muitas lições duras, que somos agora o que somos, e assim como Cain não escolheu tornar-se um Vampiro pelas mãos de Deus, nós também não deveríamos escolher este destino. A maldição escolhe o maldito. E de uma forma ou de outra, Merick já se sentia amaldiçoado desde que era um humano, com a perda da vida de seu amor humano, a sua própria vida perdeu o significado e agora com novos pensamentos na cabeça, ele busca procurar novos meios, não para um fim, mas para uma eternidade. Era uma maldição... Sim... Era uma maldição e não havia como negar, e por isso se quisesse sobreviver deveria se adaptar a ela aceitando quem era agora, concordando que era um inumano, afinal... Como um ser exilado do céu e do inferno, para onde iria além desta Terra?

Ele se levantava em caminhava-se para o banheiro, e ele tinha um mal pressentimento, algo ruim estava para acontecer, seu senho franziu em resposta a esta sensação, seus sentidos aguçados pareciam que estavam bem alertadas depois disso. Merick ligava o chuveiro e embora não fosse mais vivo para sujar-se com secreções e fluídos humanos, ainda era como um objeto que acumulava o pó e outras impurezas do mundo exterior, mas diferente dos outros objetos, ele mesmo conseguia se limpar. E então, Merick reparou... Sua mente estava muito acelerada aquela noite, mais do que o normal, as luzes que havia acendido pareciam uma espécie de estimulante para uma ansiedade ainda maior do que a que sentia, isso era algo natural? Depois de terminar o banho, Merick saiu do chuveiro e começou a secar-se com uma toalha, seu corpo era quase como uma estátua perfeita, uma obra de arte de um escultor grego com aquela palidez. Ele seguia para o quarto e vestia-se, dessa vez não usava seu sobretudo negro, não tinha a intenção de ir para a ação pois aquele sobretudo era reforçado e aguentava uma pancada maior do que as roupas comuns, em contraparte sobretudos são elegantes e chamam a atenção e como Merick conhecia mais da metade dessa cidade quando era um Humano, não convinha a ele chamar atenção nem mostrar a ninguém que havia voltado, principalmente para a polícia, embora, o delegado Sullivan agora seja um escravo dos amaldiçoados, embora fosse aquela outra mulher que era parceira dele que havia o prendido por ter matado o humano que falsificou o tratamento da humana Tracy. Merick Trent era conhecido nas ruas por ter sido um homem de bem, mas surtou com a morte da noiva e descontou a frustração da morte dela no médico que não conseguiu tratá-la. Hoje isso não importava... Merick Trent de fato era culpado mas aquele médico estava longe de ser inocente e agora não importava mais este assunto. Merick havia abandonado tudo de quando era vivo, inclusive essa história, ela seria apenas uma complicação apenas por causa deste rosto. Agora ele vestia uma jaqueta de couro fina, era de motoqueiro, vestia calça jeans que eram um pouco mais próprias para os movimentos físicos e um coturno militar preto, passando a barra da calça por cima do cano longo.

Ele olhou para o relógio novamente, eram 22:45, então olhou para o celular e via que Anastasia não havia mandado nenhuma mensagem para ele e nem mesmo uma ligação perdida que fosse. Merick tinha o costume de ter dois celulares, um celular pré-pago muito antigo, que não se tratava de um smartphone era apenas para comunicação, e um smartphone também pré -pago mas que ninguém sabia qual era o número, apenas Merick e seu lacaio, para ter acesso a internet e se beneficiar das tecnologias do mesmo. Era seu carniçal que recarregava esses dois celulares mensalmente com um quantia razoável de crédito quando seu mestre solicitava. Tinham combinado que ela iria contata-lo de alguma forma mas não aconteceu... Não era do feitio de sua criadora se atrasar, mas Merick também acreditava que para tudo tinha uma primeira vez. Ele ficou a fitar o celular por alguns segundos, sua face era blasé como normalmente ela o é. Talvez seus instintos estivessem mais aflorados aquela noite. Se não tivesse tido esse mal pressentimento, Merick esperaria mais algum tempo, mas confiar nos seus instintos de predador era o normalmente o guiava nas noites malditas. Ele terminou de seu arrumar em frente ao espelho embora sua aparência devesse manter-se uma incógnita. Seus cabelos estavam longos e sua barba por fazer. Quando fora amaldiçoado estava desleixado com a aparência, não cortava os cabelos e nem fazia a barba direito e então a partir daquele momento ele sempre estaria daquela forma, imutável, enquanto o mundo à sua volta seguia em frente ele sempre permaneceria o mesmo. Merick então pegou seu capacete de motoqueiro, pegou sua glock e colocou no cós da calça, sua faca ele botava no bolso interno da jaqueta. Ele então pegava a chave de sua Yamaha MT-25.

Yamaha MT-25:

E saía já vestido com o capacete mas com a viseira aberta avaliando minuciosamente o perímetro fora da porta. Só depois de confirmar que estava tudo bem e ninguem o observava, Merick botava um pedaço de papel bem pequeno e botava bem no alto, na dobradiça da porta,, uma polegada de distância da altura máxima para delimitar onde exatamente ele colocara, assim se alguém tivesse entrado em seu apartamento ele saberia, mesmo que tivessem visto o papel caído no chão e tentado colocar de volta. Assim, logo depois ele seguia caminho, saindo para o lado de fora observava o perímetro novamente com seus sentidos aguçados e então subiria na sua moto partindo para o refúgio de Anastasia, mas parando a dois quarteirões de distância e indo o restante do trajeto a pé e ofuscado para apenas observar o perímetro em volta do refúgio de Anastasia para averiguar se estava tudo bem.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Ter Jun 19, 2018 10:29 pm

Merick Trent

Resumo:


Reserva de Sangue: 08/15
Força de Vontade: 07/07
Vitalidade: Ok

Merick iniciou sua noite inquieto. Tudo piorou depois que sua mentora, que não tinha o hábito de se atrasar, simplesmente não apareceu, tampouco tentou contatá-lo de alguma forma. Decidido a não facilitar, ele toma todas as precauções. Procura vestir-se de forma mais discreta e comum, além de fazer uso de uma pequena artimanha que permite a ele identificar uma possível intrusão em seu refúgio durante sua ausência.

Os sentidos aguçados de Merick nada detectam de anormal. A rua se encontrava pouco movimentada e a maioria das pessoas, salvo algumas adolescentes que falavam com vozes exaltadas por causa de alguma bobagem, caminhava de forma silenciosa e introspectiva. O trajeto de moto que percorria metade do caminho até o refúgio de Anastasia também não revelava nada que não fosse incrivelmente ordinário em Charleston.

Percepção+Prontidão (dif.6 - Bônus(Qualidade): Sentido aguçado(Visão)): 3 Sucessos.

Foi somente após completar o restante do caminho a pé que Merick, guiado por uma cautela anormal ou mesmo pura paranoia, detectou algo estranho quando estava a alguns metros de distância do refúgio de sua mentora.



Observação em Off: Como é praticamente impossível achar uma foto decente de alguma moradia à noite, por favor considere o horário do jogo.

Três harleys estavam estacionadas do outro lado da rua. No beco, ao lado da porta do refúgio de Anastasia, dois homens estavam parados, conversando baixo, vez ou outra olhando para os lados.

Percepção+Manha (dif.7 - Bônus(Qualidade): Sentido aguçado(Visão)): 1 Sucesso.

Merick, analisando a postura dos sujeitos, percebe que ambos estão armados. De repente um deles saca o celular, olha rapidamente algo na tela e o guarda, dando então um toque no ombro do outro homem ao seu lado, sendo seguido por ele enquanto ambos correm para dentro do refúgio, abrindo a porta que alguém havia previamente destrancado.

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Black Thief em Ter Jun 19, 2018 11:26 pm



Trilha Sonora:

Merick parecia que tinha feito bem em confiar em seus instintos. Pelas Harleys que ele via à distância, só podia dizer que seriam de uma trupe de humanos conhecidos por serem membros de um motoclub de terceira, bêbados e armados pela postura que estavam, os Coletores. Imediatamene, Merick sacou seu smartphone mirou em todo o cenário, deu alguns zooms e tirou fotografias daquele campo de visão. Felizmente ele costumava tirar todo tipo de sons que o smartphone emitia, notificações, efeitos sonoros, até mesmo os modos vibracais eram inexistentes em seus aparelhos. Merick era um caçador de recompensas quando era humano, esse tipo de trabalho para ele já era de costume ser feito, entrar por casas e janelas, invadir, tirar fotos como evidências .O que ele tinha pra tirar de tudo isso, era usar a lei dos humanos contra eles. A maior força dos Coletores era seu apoio público e a Madre Valesca, se conseguisse tirar o apoio público dando a Anya o que ela precisa para incriminar os Coletores, certamente estaria os enfraquecendo. Lei era Lei no final das contas. Após terminar de tirar as fotos um deles recebia algo no celular, logo eles se apressaram para entrar pela porta que parecia estar previamente aberta, como se eles tivessem acabado de receber um sinal para entrar. Merick tirava fotos dos homens entrando e após eles entrarem, Merick sacou sua faca e se aproximou do perímetro.  Torcia para que Anastasia não estivesse ainda lá dentro, pois a ideia de Merick era fazer o reconhecimento, não podia chegar lá apenas matando os humanos, faria isso se visse que o momento fosse propício e por Cain... Como ele queria que o momento fosse propício....

Merick então, cuidadosamente, mesmo ofuscado, se aproximava e se a porta fosse deixada aberta ele entraria na mesma devagar e com cuidado para não tocar em nada. Caso a porta tivesse sido fechada, ele contornaria a casa e veria outra entrada que pudesse usar sem que tivesse que correr o risco de quebrar sua ilusão. Todo modo, ainda estava com o capacete e com seus sentidos aguçados bem alertas tentando ouvir tudo lá dentro, da mesma forma, não era só porque estava ofuscado que andaria abertamente, estava sempre se esgueirando pois sabia que esses Humanos tinha o poder do Divino ao lado deles e portanto subestimar, este poder, não seria sábio.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Crowley Ontem à(s) 2:54 pm

Uma missão de reconhecimento as vezes pode se levar messes até saber a hora certo de ataca, tenho uma experiência com isso da época quando mortal, tinhamos que criar rotinas, ir nos mesmos lugares, as mesmas horas durante alguns dias da semana ou todos días, era um trabalho de construção a longo prazo ou podemos fazer essa merda que estamos fazendo aqui hoje, sem muito preparo, sem muito tempo, uma coisa muito engraçada da não-vida é que temos a eternidade por assim dizer mas sempre estamos correndo contra o tempo para executarmos algumas façanhas. O menos minha vingança é um prato que irei me servir frio…

O sombrio usava agora umas de seus habilidades, um grande truque para um rápido reconhecimento com precisão, mas não tinha o retorno esperado por hora, Thalles fica parado feito pedra, entende que o menor dos movimentos poderia criar sons ao ponto de deixar seu aliado surdo por horas, mas durante o exame de todo o perímetro, percebe que estava em uma área de tiros pelo inúmeros resíduos de pólvoras queimadas, “esses guardas devem prática bastante tiro ao alvo”,mas  fora os demais cheiros que os humanos não são capazes de perceber essa descoberta já poderia dizer que possuem um grande arcenal e poder de  fogo, mas então um claro acontecia dentro do galpão é junto um barulho abafado, talvez arma com silenciador, mas o clarão foi suficiente para afetar a visão do sombrio por alguns segundos.

Crowley dar uma piscada de olhos espaçadas devido o ocorrido mas em seguida recupera os sentidos e percebe que mais afrente uma figura encostada no poste, um homem, vestia roupas pretas e estava nas sombras, o mesmo parecia estar falando com alguém….

“Esses mortais são caçadores, e esse concerteza não está falando sozinho, deve está com algum ponto de escuta”
Então o sombrio se concentra para tentar ouvir algo e com visão tentar perceber o que era dito pelo suspeito.
Durante a observa com atenção  e concentrado ele fala com Thalles…

 -- Thalles, ouça com atenção e sem fazer barulho…
Tente encontrar alguma outra frequência de pontos de escuta nesse região, não somos os únicos com auxílio de tecnologia nesse local, talvez um sinal de baixa frequência seja a origem, tente digitar sem fazer muito barulho por favor.


Então o sombrio descide incrementar um pouco a situação, pois caso fosse um sentinela ele vai soltar um sinal de alentar e quem sabe os outros ocultos se revelem.

O sombrio se concentra e invoca umas de suas primas técnicas aprendidas do seu clã, ele bombeia o sangue  (01 ponto de sangue - jogos das sombras nível 1) então ele começa a controlar as sombras próximo esse homem, então com as sombras em seu controle o  sombrio projeta as sombras em pontos estratégicos como se tivessem homens aramados saído em vários pontos para que o mesmo possa ver, e faziam com as às sombras aparecessem e depois desaparecessem e  reaparecessem  em outro ponto,  como se estivessem em movimentos, e as projetas em direção contraria da van de onde ele se encontrava.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak Ontem à(s) 7:37 pm

Uffizi

Resumo:

Força de Vontade: 5/6
Vitalidade: Espancado (Agravado, -2)
Pontos de Sangue: 06/15


Destreza+Prontidão (dif. 7): 1 Sucesso.

Teimando contra as dores e o desconforto de seu corpo, Uffizi investe contra aquela criatura gorda e peluda que rondava por debaixo de sua cama. Mesmo com sua cordenação motora afetada, ele consegue agarrar a ratazana pelo cangote. A criatura guincha, se debate e tenta mordê-lo, mas ele não perde muito tempo em cravar suas presas no animal.

Off: +1 PdS.

O gosto não era muito bom. Na verdade, era bem ruim. Era quente, mas não tão quente quanto o sangue humano, além de não ter a mesma consistência. Ao invés de doce, viciante e saboroso, era incrivelmente salgado. Era como beber de uma vez só um grande resto de molho de tomate que alguém exagerou no sal, sem falar que aquele bicho conseguiu lhe dar pouco sustento, devida a quantidade diminuta de sangue que conseguia oferecer.

Nessa hora alguém bate na porta, abre brevemente e já enfia a cabeça pela fresta. Era James. Ele presencia a cena de Uffizi segurando uma ratazana drenada nas mãos, com a boca suja de sangue e uma careta de asco evidente.

-- Tudo bem, chapa? Precisa de alguma coisa?

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak Ontem à(s) 8:02 pm

Crowley

Resumo:

Força de Vontade: 8/8
Vitalidade: Ok.
Pontos de Sangue: 11/15

-- Thalles, ouça com atenção e sem fazer barulho… Tente encontrar alguma outra frequência de pontos de escuta nesse região, não somos os únicos com auxílio de tecnologia nesse local, talvez um sinal de baixa frequência seja a origem, tente digitar sem fazer muito barulho por favor.


Thalles digitava em seu notebook, mas desta vez não era rápido e frenético. Ele digitava lentamente, repousando a ponta do dedo no botão e afundando-o de forma gentil. O mesmo processo era repetido a cada digito que era impresso na tela do computador.

Enquanto isso, Thales se concentrava nas sombras e, fazendo uso do seu sangue, ele consegue manipulá-las, fazendo-as tomar forma de homens armados, ora parados, ora em movimento; aparecendo e reaparecendo, ora ali, outra vez aqui...

(Sujeito)-Coragem (dif.8 ):Falha Crítica.

O sujeito começa a entrar em pânico. De repente o padrão dos movimentos das sombras que aparecem e desaparecem torna-se insuportável. O sujeito passa a gritar de forma histérica, saca uma arma e começa a disparar nas sombras. Quando ele percebe que nada consegue acertar, ele passa a correr do local, ainda virando vez ou outra para continuar os disparos.

Mesmo a distância, os estouros dos tiros causaram uma agonia terrível em Crowley, que chegou a sofrer uma tontura súbita, perdendo toda a concentração e tendo a manipulação sombria interrompida.

-- Droga, Crowley! -- disse Thalles, sem se importar com o volume de sua voz -- Esse filho da puta vai atrair gente para cá! Polícia! Acho melhor cairmos fora já, porque quem quer que sejam os vampiros nesse galpão, sem dúvidas viram e ouviram o cara surtar, e logo vão sair para investigar. Nem mesmo a minha mágica vai nos ajudar se as coisas ficarem muito feias.


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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak Ontem à(s) 8:34 pm

Merick Trent

Resumo:


Reserva de Sangue: 08/15
Força de Vontade: 07/07
Vitalidade: Ok

Após tomar todas as providências básicas envolvendo o aparelho e usar o mesmo para registrar em fotos os sujeitos, Merick se surpreende quando eles invadem a casa, deixando claro que receberam algum tipo de "ok" pelo celular, que dizia a eles para entrar. A porta já estava aberta, pois tudo levava a indicar que alguém já estava lá dentro, fazendo algo, enquanto os outros dois estavam de guarda.

Mesmo sabendo do possível perigo que Anastasia podia se encontrar, ele procura manter o controle. Fazendo uso da ofuscação, do seu capacete e de muita cautela, Merick se aproxima pelo perímetro com a faca em mãos. Sua intenção era analisar e tomar conhecimento da situação, ao invés de simplesmente entrar trucidando esses sujeitos.

Raciocínio+Furtividade(dif. 7): 3 Sucessos.

A porta abriu, revelando que os sujeitos sequer se deram o trabalho de trancá-la. Com muito cuidado, Merick foi se aproximando. O chão da casa era todo de madeira, e seria muito fácil se descuidar e emitir ali um rangido que denunciasse sua presença. Merick foi seguindo os barulhos. Eram coisas sendo arrastadas, puxadas e mesmo arremessadas. Quando Merick finalmente chega no aposento, ele percebe que todo o ambiente está revirado. Algumas coisas estão quebradas e outras totalmente bagunçadas. Haviam quatro sujeitos espalhados. Às vezes eles se separavam e iam para outros cômodos, mas logo reapareciam na sala de estar novamente, que era onde a balburdia realmente acontecia.









Merick notou que o primeiro, que parecia ser o coordenador da balburdia, parecia ser familiar. Notou também que os dois que já se encontravam dentro da casa antes estavam armados com fuzis de assalto. Os outros tinham pistolas e revólveres pesados no coldre.

Inteligência+Armas de Fogo(dif. 9): 2 Sucessos.

Observação em Off: Você identifica ao menos um dos fuzis: FB MSBS, fuzil polonês, disponível em 7.62 e 5.55



O outro fuzil você não consegue identificar. A pistola e o revólver ainda estão no coldre, então você não consegue ter certeza dos modelos. Apenas consegue ver que são cromados, grandes e, provavelmente, de calibre pesado.


-- Não há nada aqui -- disse o sujeito que parece familiar a Merick. -- Vamos ver lá em cima.



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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Crowley Ontem à(s) 10:21 pm

(Off: jogos das sombras “ Tenebrosidade nível 1” não precisa se concentração e dura uma cena)

-- Maldição - cospia entre os dentes e levando suas mãos até o ouvido após o suspeito surta e começar a atirar e as cosias ficam ainda pior quando Thalles se esquece e começa a falar sem se importar com o tom de voz, Antony interrompe sua habilidade e fica meio tonto por alguns segundos. Após Thalles argumento o sombrio fica em silêncio por alguns segundos e susurra -- Calma, deixe-me pensar, deixe-me pensar…- Antony passa a mão em seu rosto como numa tentativa de despertar seu raciocínio.

“ Ter quase ficado surdo teve uma vantagem, o sujeito que se assustou não era um imortal, um vampiro não entraria em pânico assim, eu acho, mas acredito que se tratava de um humano a espionar o galpão, e já descobri o que temos que fazer”

Após ficar alguns segundos em silêncio ele vira para Thalles e diz:
-- Você tem razão, aquele infeliz vai atrair a atenção e isso pode ser nossa deixa, afinal o que procuramos está em posse de humanos e não dos vampiros que estão nesse galpão, o que isso indica que estamos no local errado, essa não é nossa missão e estamos longe de nossa vingança, vamos para o Outro local.

O sombrio deduzia de forma racional, quem eles procuravam estava aprisionado com os caçadores e não com vampiros, e esse local só os deixavam distante de seus objetivos.

“ Até que valeu apena mexer com aquele sujeito, me fez ver com mais clareza a perca de tempo que estávamos tendo Aqui”

A dupla partia para o outro local que Thalles rastreio, e no caminho o sombrio pega as imagens da catedral e as observa…

-- Hummm…
--Deixem me ver isso aqui…

O sombrio não tinha muito habilidade com computadores mas ainda assim era apenas clicar e arrastar e em seguida ele se vira para o amigo…

-- Thalles, temos algum edifício próxima dessa categoria? Estou procurando um ponto de observação em uma grande elevação, fica mais fácil cobrir o local quando olhamos por cima.

Crowley já planeja o próximo passo, essa noite estava longe de terminar, muita coisa ainda estava para acontecer.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Beaumont Ontem à(s) 11:41 pm

Talvez fosse o meu sexto sentido me apitando, na verdade eu sempre fui muito cético sobre isso, mas de uns tempos para cá ando revendo meus conceitos sobre o que é verdade absoluta ou não. A verdade é que algo me dizia que esses caçadores poderiam ser a chave para salvar Charleston da merda em que estava. O culto Macabro, Leather Face, aquela mulher que tanto mexia comigo, todos eles estavam além das minhas expectativas, eu precisava de ajuda. Eu então peguei i nome Lilian Tyson e guardei na memória. Busquei os dados que a policia tinha na tentativa de achar um nome e um numero de telefone ligado a ela, se não o próprio. Eu precisava ve-la pois ela tinha mais informação sobre a tal gangue de motoqueiros e onde eles se encontram e quem sabe ela pudesse ajudar a me levar sem que eu tivesse problemas. 

Foi nesse instante que o telefone tocou e eu tomei um susto que quase me derrubou da cadeira. Eu atendi o telefone, era o prefeito, aproveitei e coloquei o artigo .rar justamente em um pen drive pequeno e escondi no bolso de dentro da jaqueta. 

Leon : - Olá prefeito ! Sim eu precisava falar com o sr. Melhor o senhor e a população saber que eu enviei um memorando da morte dos policiais a corregedoria e ao grau mais superior, os federais. Vou esperar o retorno deles senhor. Faça um pronunciamento se necessário, vou dobrar o policiamento nas ruas, meus homens porem não irão mais investigar o caso Leather Face, tive homens mortos, eles não estão preparados para um assassino em série, faremos nosso dever de "servir e proteger" 

Contei o que havia contato na palestra ao prefeito, ele tomaria suas decisões com o secretário da defesa de Charleston. estava na hora de assim que possível procurar o endereço desta Lilian Tyson !

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Agradecimento a todos os players que gostam da minha narrativa  cheers clown cheers
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

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