Cidade de Merda, Noites de Merda.

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Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Qua Out 11, 2017 8:36 am




Charleston, Carolina do Sul
Quarta Feira, 11 de Outubro de 2017, 19:30
Mais uma noite de merda como qualquer outra...


Conhecida como a "Cidade Sagrada" graças as torres da igreja que pontilham seu horizonte, Charleston é uma das cidades mais antigas dos EUA, e também uma das mais assombradas. As mansões vitorianas alinham a área do centro conhecida como Battery, uma antiga instalação de artilharia protetora durante a Guerra Civil, e é aqui que muitas das casas mais assombradas da cidade podem ser encontradas. Talvez o local mal assombrado mais famoso seja o Battery Carriage House Inn, um hotel onde as pessoas relataram ter visto de tudo, desde luzes estranhas, até o fantasma de um estudante que morreu depois de saltar do telhado, além de um torso sem cabeça que aparece nos cabeceiras dos hóspedes no meio da noite. Charleston também é conhecida por uma série de histórias de fantasmas que se originaram com o Gullah, uma cultura da África Ocidental que povoa partes da Carolina do Sul e da Geórgia. As histórias de terror Gullah mais famosas geralmente se centram em Boo Hags, um tipo de vampiro  que usa a pele humana como máscara e alimenta-se da energia da vítima enquanto dorme.

A Sociedade Imortal e Seus Algozes

Os únicos clãs razoavelmente numerosos na cidade são Toreador, Ventrue e alguns grupos de nosferatu que ajudam na espionagem e nas informações vitais para a sobrevivência de todos. Nem o sabá e nem a camarilla exercem domínio em Charleston. Na melhor das hipóteses, pode se dizer que se trata de uma cidade anarquista. A população cainita na cidade é muito baixa. Tendo pouco mais de 120.000 habitantes, existem apenas 0,5% de amaldiçoados nela. A razão para isso é muito simples: a cidade é vigiada e patrulhada por um extenso grupo de caçadores chamados de "Coletores". Esses mortais possuem uma aparência rude, muito semelhante a motoqueiros bêbados e arruaceiros, andando pelas ruas com jipes, furgões e motos. Alguns os julgam como desocupados ou malucos, mas há rumores de que um membro poderoso da igreja local está "administrando" eles. Independente de sua aparência ou reputação, esse grupo representa um perigo real, demonstrando muitas vezes treinamento em combate e uma grande criatividade em criar "engenhocas" para matar vampiros.

Charleston é uma cidade mal assombrada, com uma população tipicamente caipira (ou seja, paranoica e supersticiosa). Excêntricos são vistos com desconfiança, aparições viram temas de relatos entre os moradores quase que todos os dias e, como se não bastasse, há relatos de mortais envolvidos em bruxaria, satanismo e magia negra. É um lugar difícil para os cainitas, especialmente para aqueles que, de alguma forma, possuem dificuldade em parecer normais, seja por fatores físicos ou mentais. Talvez Charleston seja a cidade que mais estimula aliança, união e companheirismo entre os clãs; afinal, em um lugar como esse, é simplesmente estúpido fazer inimigos de graça.

Fatos Conhecidos

Já faz quase um mês que alguns membros sentem algo estranho vindo da grande igreja Emanuel African Methodist Episcopal Church. Alguns dizem que sentem uma espécie de vibração ou energia negativa. Outros dizem que um urro furioso ecoa pela madrugada -- um urro que os mortais não conseguem ouvir. Seja como for, ninguém pode provar nada, e ninguém está a fim de entrar em uma igreja para explorar...

Uma aparição estranha é frequentemente relatada no Magnolia Cemetery. Se trata de uma mulher toda de branco, cujo rosto é coberto por um véu fino, quase transparente. Muitas pessoas afirmam ter sido atacadas por essa entidade, além de ela supostamente sequestrar crianças. Alguns dizem ser o fantasma de uma atriz local que morreu assassinada recentemente.

Um homem estranho aparentemente surge vestindo uma máscara feita de pele humana em locais aleatórios, assustando e atacando pessoas. Não se sabe se ele é algo sobrenatural ou se é apenas um louco.

Diversas residências são consideradas mal-assombradas -- muitas delas estão, inclusive, abandonadas.

Quem é Quem?

Os Coletores



Um grupo de malucos que ganha a vida caçando vampiros, magos, lobisomens, zumbis ou qualquer outra coisa "do capeta" que aparecer na frente deles. Possuem vários tenentes, mas teoricamente é chefiada por Hawkins. Muitos acreditam que, na verdade, o bispo da igreja local esteja por trás dos "serviços" desse grupo.

Bispo Lancaster



Tido como santo por muitos, há rumores de que ele seja um membro da Sociedade de Leopoldo e de que esteja "patrocinando" os coletores (segundo os nosferatu).

Hawkins



O líder dos coletores. É tido como um típico "fodão" que não perdoa nada nem ninguém.

A Aparição do Cemitério



Teoricamente o fantasma de uma atriz local morta que foi assassinada. Anda muito famosa nos tablóides e na boca do povão como uma entidade hostil e sequestradora de crianças.

Diana Annushka



Uma Toreador, proprietária de uma boate chamada "Graceful Sight". Costuma ser muito educada, agradável e simpática. Ela consegue se passar facilmente por uma mortal e quase todos os cainitas da cidade frequentam sua boate, que é praticamente um refúgio para aqueles que querem evitar os coletores.

Theodore Lynns.



Um Ventrue influente e respeitável homem de negócios, provavelmente o mais rico da cidade. Ele usa todo o seu poder para ajudar a manter a "comunidade sanguessuga" oculta. É tido como um homem meio arrogante, desconfiado e imprevisível. Atua principalmente no setor imobiliário e administrativo.

Xenia Roberts



A criança problemática de Theodore. É impulsiva, curiosa, aventureira e pouco discreta -- tudo o que um cainita não deve ser em uma cidade como essas.

Kim Lane



Uma atriz adolescente da música local, e também uma lésbica sado-masoquista, maníaca-depressiva e carniçal de Diana. A garota é totalmente fodida da cabeça, depravada e, ainda assim, uma fonte maravilhosa de informações -- além de fazer ótimas apresentações.

??????????



Ninguém sabe quem é o homem por trás da máscara de pele humana. Supostamente é um cainita ou apenas um serial killer mortal.

"Tip"



Nosferatu que comanda uma rede de espiões no esgoto. Muito gente fina, por sinal.

Briana



Uma das poucas do clã Brujah que ainda permanece na cidade. Felizmente ela até que é sensata e amistosa. Ela tem contato com traficantes de armas.

?????????? ²



"Esse filho da puta é um lupino! Eu juro que é! Fiquem longe desse filho da puta!" (Tip)

Vagas: 00/03
Seitas: Camarilla, Sabá, Independentes, Anarquistas, Mortais, etc.
Tema: Investigação, Terror, Pancadaria, Conspiração, etc.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por @nonimous em Qua Out 11, 2017 7:39 pm

Opa to dentro, pode usar outra planilha?
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@nonimous

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Qua Out 11, 2017 10:20 pm

@nonimous escreveu:Opa to dentro, pode usar outra planilha?

Sim. Me manda a ficha por mp. A única coisa que vou pedir é que você seja um recém-chegado na cidade.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Bad em Qua Out 11, 2017 10:51 pm

Tem vaga pra mim?
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Bad

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Qua Out 11, 2017 11:34 pm

Bad escreveu:Tem vaga pra mim?

Tem, sim. Mesma coisa: Me manda a ficha por mp. A única coisa que vou pedir é que você seja um recém-chegado na cidade.

Contigo as vagas fecham. Ficou o Undead King, o @nonimous e você. Posso no máximo abrir mais uma, mas não mais que quatro players, senão a dinâmica fica muito ruim.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Sex Out 13, 2017 9:33 am

Vagas Preenchidas:3/3

- Undead King.
- @nonymous.
- Bad.

Caso alguém deseje, posso abrir no máximo mais uma vaga. Caso algum dos jogadores mude de ideia e saia, eu informo.

-- Philip Diaz, vulgo "Piroca" --

Não foi difícil para o Piroca conseguir entrar em Charleston -- e isso já é um feito e tanto, visto que essa cidade anda bem vigiada. "Cagueta" lhe deu apenas um pouco de dinheiro (U$120) e um molho de chaves velhas e gastas, além de um pequeno pedaço de papel com um endereço: Oaks Ave, n° 166. "Nesse endereço você deve encontrar Burke e Hilltop", disse Cagueta, "eles vão levá-lo ao 'Tip'. Use sua chave, pois assim vão saber que é você. Se bater na porta provavelmente vai levar um tiro na cara".


Piroca achou que seria algum buraco não muito diferente do esgoto em que está acostumado, mas não! A casa era discreta, afastada e em uma rua muito bem arborizada. Estava muito longe de ser a melhor casa da cidade, mas era agradável. Cagueta não teria capacidade de fornecer um local assim, nem mesmo alugá-la para um fim de semana, o que significa que ele não está trabalhando sozinho. E se ele não está trabalhando sozinho, significa que ele está aprontando alguma merda muito maior do que ele...

Havia uma entrada pelos fundos, o que facilitou ainda mais sua discrição. Dentro da casa, Piroca sentiu um misto de cheiros familiares: carne podre, bolor, merda e urina. A sala estava desarrumada, com muito lixo jogado por todos os lados. Os tais Burke e Hilltop deveriam estar lá. Um dos dois deveria estar presente para recebê-lo, mas ninguém apareceu. Só havia muito entulho, merda e urina. Havia mijo e sangue no carpete, e montes de bosta enfestados de vermes e moscas pelos cantos. Aparentemente não havia ninguém em casa, o que já não era um bom sinal.

*Boom!*

Um barulho oco de pancada ecoou em um outro cômodo da casa, como algo sendo arremessado contra uma porta.

*Boom!* *Boom!* *Boom!* *Boom!*

De novo, porém agora foi uma sucessão de barulhos. Era como se alguém estivesse preso em um quarto, batendo na porta ou nas paredes para pedir por ajuda. Os ruídos de pancadas eram intercalados com períodos breves de silêncio. Tudo isso era muito estranho. Piroca não sabia se eram os outros dois nosferatus que estavam no outro cômodo, mas ele certamente não estava sozinho na casa. E por que caralhos havia urina e merda pela casa, já que nosferatus não cagam nem mijam? Aquilo certamente não eram dejetos de animais.

Resumo:

Reserva de Sangue: [1d10 = 5] 5/15.
Força de Vontade: 6/6.
Vitalidade: OK.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Sex Out 13, 2017 8:17 pm

-- Tom Halley --

"Alguma coisa quente vai rolar em Charleston; você deveria se apresentar lá!"

Tom nunca teve razões para não confiar em Antony, afinal foi o dito cujo que o levou a fazer parte da família, por assim dizer. No entanto, dessa vez, algo estava muito estranho. Antony fora vago, enigmático e reticente quanto a essa nova cidade e esse novo lugar -- coisa que ele nunca fez antes.

"Lá você deve encontrar Diana Annushka. Ela é linda, influente e controla a maior boate da cidade. Tudo o que você gosta em uma mulher, não é?"

Tom não conhecia muito de Charleston. Sabia apenas que era uma cidade velha, conhecida mais por suas assombrações. Era talvez como uma Salém: uma cidadezinha chata do interior sem muito o que oferecer, a menos que você seja um fanático por halloween, ocultismo ou alguma merda do tipo.

"Alguma coisa quente vai rolar em Charleston..."

Se alguma coisa interessante aconteceu ou fosse acontecer ali, certamente não parecia ser na esfera da música ou qualquer outro meio artístico. Talvez fosse isso mesmo. Talvez Antony esteja planejando algo diferente e quisesse que Tom saísse da sua zona de conforto, por assim dizer. Mas por quê? Tom era músico, isso não faria sentido. Seria legal fazer parte de algo grande, mas como ele poderia ajudar nisso? Compondo uma música? Aquilo tudo soava muito estranho.


Fazia um pouco mais de dez minutos que ele entrou em Charleston. Pela visão que tinha das ruas, parecia ser uma cidade bem chata e típica, sem nada de interessante e uma vida noturna mais morta do que ele. As ruas eram muito arborizadas e as casas seguiam, em grande parte, um estilo vitoriano. Em termos de instalações e serviços, era uma cidade muito bem organizada -- apesar de tediosa.

-- Merda!

A viagem não tinha sido fácil. Antony lhe forneceu um bom dinheiro, mas não lhe deu meios rápidos -- ou seguros e confortáveis -- para ir. Isso significa um deslocamento lento por terra, com muitas paradas em hotéis, motéis e pousadas de segunda. Tom não se alimentava bem a noites e, para piorar, o táxi em que estava acabou de morrer em uma rua deserta, próxima a um parque.

-- Puta que pariu, caralho! Só me faltava essa...


O motorista gordo e bigodudo, na faixa dos trinta e tantos anos sai do carro praguejando baixo e vai até o motor. Pela fumaça que se levanta, você percebe que ele não vai conseguir arrumar o problema tão já -- isso se ele conseguir arrumar alguma hora.

Off: Você pode se afastar um pouco para explorar, talvez procurar algum "saco de sangue" para se alimentar. O cara não vai se importar. Ele está puto demais e, se não conseguir arrumar o táxi, vai ter que deixar a corrida de graça de qualquer forma.

Resumo:

Reserva de Sangue: [1d10 = 3] 3/14.
Força de Vontade: 5/5.
Vitalidade: OK.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead King em Sab Out 14, 2017 9:45 am

Essa viagem foi cansativa. Subornar um caminhoneiro pra levar uma caixa pequena por 3 dias e largar ela no meio da rua x, pra depois eu ter que arrumar um jeito de sair, além de ser demorado é desconfortável pra caralho! Eu sentia que metade do meu sangue tinha ido pra casa do caralho nessa brincadeira. Deve ter realmente ido, mas foda-se isso, tenho que ir nessa merda de endereço, Oak Ave sei lá aonde, deve ser aqui, tá cheio de árvore, pelo menos tiveram a decência de me deixarem num lugar perto...
O nosferatu observava a residência que teria que entrar. Ele já desconfiava que a merda ia ser grande, o Cagueta geralmente dava detalhes sobre aonde ele iria se infurnar, e dessa vez ele só tinha dito para ele entrar naquele lugar e falar com uns caras. E o nível da residência confirmava isso, seu chefe não tinha grana nem pra alugar isso.
É...  como diz ele, "muito dinheiro chama muita atenção, e pouco dinheiro chama desprezo. Nós temos que ser desprezados, assim ninguém levará nós como uma ameaça". Pra mim isso era papo de idiota, uma cama pra descansar é o básico porra! Olha a casa que esses nosferatu tem, meu piru que é o desprezo!
Piroca entrava pela porta dos fundos, divagando sobre a vida, e observava o ambiente sujo e desarrumado. Sangue, merda, mijo, e ninguém pra fazer a recepção. Era estranho aqueles elementos na sala, mas logo piroca deduzia que poderiam ser algum rebanho de mendigos que os outros nosferatu poderiam ter, mas então um som de pancadas tiravam a atenção de Piroca.
Mas que caralhos?! Tão fudendo aqui? Merda, ninguém me explicou porra nenhuma e agora vou ter que ver o que que tá rolando. Eu utilizava o manto da ofuscação (nível 2) e começava a adentrar mais pra dentro da casa, evitando pisar nessas merdas, a próxima vez que eu encontrar com o Cagueta vou mandar ele se fuder!
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Seg Out 16, 2017 1:30 pm

-- Philip Diaz, vulgo "Piroca" --

Spoiler:
Resumo:

Reserva de Sangue: 5/15.
Força de Vontade: 5/5.
Vitalidade: OK.

Presença Invisível Ativada (Ofuscação 2)

Piroca fez uso do seu poder de ofuscação, adentrando o lugar com cautela. Ele abandonou o cômodo quadrado e apertado da entrada dos fundos, seguiu pelo corredor estreito desviando dos excrementos no carpete que fedia muito e seguiu o barulho de pancadas a passos lentos, tomando o cuidado para que o assoalho de madeira não produzisse um som alto o suficiente a ponto de entregar sua presença a quem quer que estivesse ali, causando aqueles sons de pancadas -- não foi algo difícil, afinal ventava bastante naquela noite e toda a porra da casa parecia ranger, por consequência.

Ele chegou ao que seria a sala principal. Ela estava ainda mais suja e mais desarrumada do que o pequeno cômodo anterior; no entanto, o som não estava vindo de lá. Mais um "boom!", e finalmente o "batedor" se entregou. Estava vindo do cômodo ao lado, na ala oeste: um quarto.


Ironicamente, o quarto era limpo, bem arrumado e até bonitinho, destoando muito do resto da casa. A única coisa estranha era um cheiro fraco de gangrena purulenta que vinha do lençol, apesar da cama estar arrumada.

*Boom!*

Finalmente ali estava a fonte. Uma porta branca de madeira comum, que aparentemente era a porta de um armário, tremia timidamente a cada pancada. Avaliando pelo barulho, a força empregada era de algum animal de médio porte ou de uma pessoa não muito forte.

Spoiler:
Percepção+Segurança (Dif. 6): 10, 6, 5, 10, 5, 8, 2, 3 (Atento) - 4 Sucessos.

Piroca percebe que a fechadura da porta está uma merda. Provavelmente nem deve estar trancada. Se esses golpes continuarem, a porta vai ceder, mesmo que eles não sejam tão fortes.


Piroca ouvia um barulho estranho atrás da porta. Era como um grunhindo abafado de uma voz fina, como o barulho de uma pessoa com retardo mental balbuciando algo. Era constante e dava nos nervos.


De repente os golpes aumentaram de intensidade, ficando mais fortes. A maçaneta se soltou e caiu no chão, fazendo um barulho abafado de metal tinindo. O próximo golpe fez a porta abrir de forma tímida. Um cheiro forte de merda e urina dominou o quarto e, para piorar, alguma coisa estava se arrastando para fora do armário, e Piroca logo viu o que era: uma mulher de cabelo liso e castanho, nua. Sua boca estava tampada com um pedaço de fita, suas mãos estavam amarradas para trás com um pedaço grosso de corda branca e, em um dos tornozelos, ela também possuía um pedaço da mesma corda. Piroca deduziu que a mulher, de alguma forma, conseguiu soltar os tornozelos e chutou a porta até ela abrir -- obviamente ela sabia do estado da porta e se aproveitou disso. Suas costas e peitos possuíam marcas de cortes e queimaduras de cigarro. Seu rosto possuía vários hematomas e seu nariz e boca tinham sangue seco. Ela estava toda cagada e mijada, chorando, se arrastando desesperadamente como um verme pelo quarto.

Off: eu ia colocar uma imagem, mas achei melhor não para não dar problema com o pessoal do politicamente correto.

Spoiler:
Autocontrole (Dif. 8 ): 4, 9, 7 - 1 Sucesso.

A visão da mulher nua com o sangue seco no rosto atiçou a besta de Piroca. Por agora, com muito esforço, ele resiste!


Obviamente ela não via Piroca, mas ele a via muito bem. Piroca olhava para aquela mulher com desejo. Não desejo de foder com ela, mas de drenar suas veias. Um barulho na porta de entrada coloca Piroca de prontidão, desviando sua atenção da mulher. Alguém havia acabado de entrar na casa e, como era de se esperar, a mulher entrou em uma espécie de surto psicótico. Mesmo com a boca tampada, tentava gritar e se debatia no chão de madeira, fazendo um tremendo alarde e chamando a atenção de quem quer que tenha entrado para o quarto em que o nosferatu estava.

Off: Você escuta passos rápidos e pesados; o chão range muito e em breve alguém irá aparecer no quarto, flagrando a mulher fujona e, dependendo de quem seja, você também -- mesmo com o poder da ofuscação.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead King em Qui Out 19, 2017 11:39 am

Mas que merda de casa! E eu aqui achando que era um lugar com o mínimo de decência! Tá tudo quebrado, cagado, mijado, fudido, e o caralho a quatro! Mas por que eu esperava que fosse decente, eu estou lidando com outros nosferatu, claro que vão ferrar com tudo que mexerem!
O vampiro andava com cautela, passo por passo, de forma fria e calculada, cada movimento tentado a ser totalmente perfeito, pois um passo em falso e todo o encanto da ofuscação iria ser desfeito. Conforme ele adentrava o interior da casa, os sons das batidas aumentavam gradativamente, assim como a curiosidade do nosferatu sobre o que estaria fazendo isso. E claro, o cheiro de bosta também aumentava. Piroca finalmente chegava a sala principal da casa.  
Tô começando a ter minhas dúvidas sobre esse negócio de vampiro não cagar. Tem que ter muito cu pra fazer essa quantidade de merda! Mas eu vou descobrir isso com quem está fazendo essa barulheira toda, já que a recepção da casa está ocupada demais pra atender o vampiro que foi enviado pra prestar auxílio. Mas aonde que está vind...
boom escreveu: *boom*
Ah, então é daqui que tá vindo...
Piroca ia em direção da porta cuidadosamente, olhando para os lados antes de abri-la. Sentia como se alguém fosse surgir do nada e pegar ele no flagra, mas ninguém surgiu. Então ele abriu com todo o cuidado a porta, tentando evitar que ela rangesse ou fizesse qualquer barulho. Naqueles momentos, ser fraco fisicamente era uma bênção para o nosferatu, que usava o mínimo de força para abrir. E então Piroca sofria um baque, pois o quarto se contrastava totalmente com o resto da casa. E ali dentro de um armário, estava a fonte do barulho. Em um instante Piroca já sabia do que se travava, alguém estava preso ali dentro, vítima de sequestro ou qualquer coisa. E nesse mesmo instante ele teve a certeza que a porta iria ceder àquele sequestrado. A fechadura fraca e enferrujada tinha sido rapidamente notada pelos olhos treinados do vampiro. Aqueles sons vindos de dentro do armário davam a certeza de que era alguém tentando pedir por ajuda mas que não conseguia pois a boca estava ocupada com outra coisa. Ele viveu muito tempo nas ruas, tinha experiência com isso. Fechou a porta bem devagar, e na hora da batida de fechamento, a porta do armário caiu.
Ehhh, vamos ver agora quem é o ganhador do prêmio. Uma mulher, só que toda cagada... É...  Eu devia esperar algo desse tipo vindo dessa espelunca não é? Olha lá ela chorando.. Me dá um pouco de pena, não posso negar, mas uma mordida na piranha não faria mal. É claro que ela não vai se importar se eu beber todo o sangue.. Arrrgh, porra, essa fome tá foda! Negócios primeiro, lanche depois! Ela parece que sofreu abuso sexual, o jeito que ela tá, toda fudida, entrega ela. Hematoma, cicatrizes, sangue seco na boca...  Merda! Depois Philip, depois! Vou interrogar essa coitada aí e depois...
Um barulho na porta de entrada coloca Pirocade prontidão, desviando sua atenção da mulher. Alguém havia acabado de entrar na casa e, como era de se esperar, a mulher entrou em uma espécie de surto psicótico. Mesmo com a boca tampada, tentava gritar e se debatia no chão de madeira, fazendo um tremendo alarde e chamando a atenção de quem quer que tenha entrado para o quarto em que o nosferatu estava.
Puta merda, essa mulher é retardada! Alguém entra na casa em que ela tá presa e ao invés dela calar essa boca suja ela berra! Alguém tá vindo aqui, que de foda ela, melhor eu me esconder. Essa cama é tampada pelos lençóis, me parece um bom lugar, e vai ser! Sem chamar a atenção daquela moça acabada, eu me movia até debaixo da cama para me esconder da vista de quem quer que estivesse entrando. Tinha chances de serem os dois nosferatus que eu tinha que me encontrar, mas eu acho que eles não gostariam de ver outro vampiro dentro da casa deles sem mais nem menos.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Qui Out 19, 2017 12:30 pm

-- Andy Berther --

Resumo:
Reserva de Sangue: [1d10 = 10] 10/15.
Força de Vontade: 6/6.
Vitalidade: OK.

The Vendue:


Construída em 1783, esta pousada boutique de Charleston está localizada no centro da cidade, em um bairro histórico e oferece café e chá todas as manhãs e uma recepção à tarde.


O Vendue era um local agradável. Não tinha a melhor vista, mas era aconchegante. Andy teve sorte de conseguir uma boa localização em um bairro bom. Isso facilitaria a sua investigação e, principalmente, sua locomoção. O centro ajudaria muito nisso. No entanto, a parte boa acaba aí...

Andy é um Salubri recém-chegado em uma cidade onde não existe nem Sabá e nem Camarilla. Os poucos vampiros que estão na cidade não o conhecem (ou seja, não confiam nele). As notícias da esfera mortal também não são nada agradáveis. Há caçadores motorizados e loucos por todas as partes. "Os Inquisidores do Diesel", como alguns os chamam. Os mortais de Charleston são algo mais do que caipiras supersticiosos típicos dos EU. O Arcannun foi bem específico:

Você deve ser cauteloso. Acreditamos que todo o caos que ocorre em Charleston nesse momento ocorre graças ao mal de algo antigo e perigoso que se oculta abaixo da igreja Emanuel African Methodist Episcopal Church. Encerrando esse problema, os demais acabarão sozinhos. Você deve descobrir o que ocorre na cidade, o que está oculto em suas entranhas. Não interfira diretamente se puder. Colete informações e reporte a nós. Tudo o que estiver ao nosso alcance você obterá para o seu auxílio.

Charleston nunca foi uma cidade muito agradável. Ela é antiga, e como toda cidade antiga tem fama de mal assombrada. Há muitos relatos aparições em muitos lugares, sendo que muitos desses relatos são realmente bizarros. Longe de querer ser dramático, posso dizer que Andy está realmente fodido, pois ele está em um local desconhecido, tendo que tomar cuidado nas duas frentes: a dos mortais e a dos membros, além de lidar com os outros problemas sobrenaturais da cidade.

O Que Andy Sabe:


Conhecida como a "Cidade Sagrada" graças as torres da igreja que pontilham seu horizonte, Charleston é uma das cidades mais antigas dos EUA, e também uma das mais assombradas. As mansões vitorianas alinham a área do centro conhecida como Battery, uma antiga instalação de artilharia protetora durante a Guerra Civil, e é aqui que muitas das casas mais assombradas da cidade podem ser encontradas. Talvez o local mal assombrado mais famoso seja o Battery Carriage House Inn, um hotel onde as pessoas relataram ter visto de tudo, desde luzes estranhas, até o fantasma de um estudante que morreu depois de saltar do telhado, além de um torso sem cabeça que aparece nos cabeceiras dos hóspedes no meio da noite. Charleston também é conhecida por uma série de histórias de fantasmas que se originaram com o Gullah, uma cultura da África Ocidental que povoa partes da Carolina do Sul e da Geórgia. As histórias de terror Gullah mais famosas geralmente se centram em Boo Hags, um tipo de vampiro  que usa a pele humana como máscara e alimenta-se da energia da vítima enquanto dorme.

Fatos Conhecidos

Já faz quase um mês que alguns membros sentem algo estranho vindo da grande igreja Emanuel African Methodist Episcopal Church. Alguns dizem que sentem uma espécie de vibração ou energia negativa. Outros dizem que um urro furioso ecoa pela madrugada -- um urro que os mortais não conseguem ouvir. Seja como for, ninguém pode provar nada, e ninguém está a fim de entrar em uma igreja para explorar...

Uma aparição estranha é frequentemente relatada no Magnolia Cemetery. Se trata de uma mulher toda de branco, cujo rosto é coberto por um véu fino, quase transparente. Muitas pessoas afirmam ter sido atacadas por essa entidade, além de ela supostamente sequestrar crianças. Alguns dizem ser o fantasma de uma atriz local que morreu assassinada recentemente.

Um homem estranho aparentemente surge vestindo uma máscara feita de pele humana em locais aleatórios, assustando e atacando pessoas. Não se sabe se ele é algo sobrenatural ou se é apenas um louco.

Diversas residências são consideradas mal-assombradas -- muitas delas estão, inclusive, abandonadas.

Caçadores do Sobrenatural motorizados saem por aí a noite, em jipes e motos, patrulhando a cidade contra seres sobrenaturais.
[/b]

[Off] A situação inicial é a seguinte: Você está no seu quarto no The Vendue, início da noite. Até agora nenhum mortal cismou com você, mas você não sabe o que acontece do lado imortal. Você foi informado que os vampiros em Charleston são poucos, não fazendo parte de nenhuma seita, mas não tem como saber ainda como operam. Talvez algum nosferatu linguarudo já tenha informado sobre você assim que colocou os pés na cidade (o que não é difícil, já que, devido ao estado de "caça aberta" da cidade, esses vampiros devem estar em constante prontidão para tudo o que ocorre).
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Qui Out 19, 2017 1:23 pm

-- Philip Diaz, vulgo "Piroca" --

Resumo:
Reserva de Sangue: 5/15.
Força de Vontade: 5/5.
Vitalidade: OK.

-- Por Cain... Olha esse lugar! -- Uma voz feminina muito bonita, em um tom de asco, com volume controlado.

-- Não me admira que tenham sido atacados... -- Uma voz masculina do tipo dublador, em um tom calmo, quase indiferente.

Cain! Só um membro usaria tal expressão. Piroca ouvia tudo debaixo da cama. Ele sabia que nem Burke e nem Hilltop eram uma mulher, e ele tinha certeza de que uma dupla de nosferatus que pareciam ter fetiche por merda não teriam uma voz dessas, do tipo locutor de rádio. Resumindo: deu merda, e agora ele está dentro de um quarto e vai ser recebido sabe-se lá por quem.





Alguns segundos de agonia depois, uma dupla aparece na porta. Uma mulher, linda de morrer, do tipo que todo homem mortal mataria para foder. O sujeito, todo boa pinta e de terno caro, é o tipo de galã que as tiazonas adoram ficar babando através da tela da tv.

-- Vejam só o que eles fizeram... Idiotas!

O sujeito se alterou feio, sacou uma pistola cromada com silenciador e meteu uma bala na cabeça da garota pelada sem pensar duas vezes.

Spoiler:
Percepção+Armas de Fogo(dif. 9): 8,7,6,9 - 1 sucesso.

Piroca não tinha muita familiaridade com armas de fogo, mas ao julgar pelo tamanho do estojo do projétil que rolou para próximo dele quando saiu da câmara da arma, parecia ser o famoso calibre 9mm, embora ele não pudesse ter certeza.

-- Aparentemente nem Burke e nem Hilltop conseguiram voltar. Pelo jeito os coletores os pegaram... Pode ser que ambos tenham sido destruídos já... Merda! Merda! Merda! Isso não é bom!

-- Ted, é bom que saiba que...

-- Bem, um problema de cada vez. Diana, pegue os pés, sim? Vamos tirar essa carcaça daqui antes que essa maldita casa chame ainda mais a atenção.

-- Ted!

-- Ah, sim? Desculpe, eu te interrompi. O que ia me dizer?

-- É bom que saiba que alguém mais entrou nessa casa. Senti isso quando toquei na fechadura da porta e, apesar do cheiro repulsivo, sinto aqui outro cheiro. Não pertence ao lixo, aos excrementos e nem a Burke ou Hilltop.


Nessas horas um choque de adrenalina passou pelo corpo de piroca, que ouvia tudo embaixo da cama. Aquilo parecia que não ia acabar bem...

-- Ted, não estamos sozinhos aqui. Tem alguém mais. O odor diferente está mais forte nesse quarto...

O tal Ted, que empunhava a pistola, se manteve em alerta. A dupla agora tinha uma feição de alerta e preocupação.

-- Diana, fique aqui, por favor. Eu vou lacrar a casa toda e depois vamos atear fogo em tudo antes de sair. Aqui, fique com a minha arma.

Ted saiu disparado pelo corredor. É certeza que o maldito vai revistar quarto por quarto, para ter certeza de que algo ou alguém não está escondido na casa para emboscá-los. Piroca agora está preso embaixo da cama, com uma mulher pelada morta no chão e uma gostosa armada na porta do quarto, que está olhando fixamente para a cama, como se soubesse exatamente onde o maldito rato está se escondendo. O cara estava lacrando tudo e preparando para incendiar a casa e, como se tudo isso não bastasse, o sangue estourado da cabeça da garota estava escorrendo... para debaixo da cama, bem pertinho de Piroca! E agora?

Spoiler:
Auto Controle (Dif. 9): 9,1,10 - 1 Sucesso.

O esforço que você teve que fazer agora para não entrar em frenesi foi pior que o esforço de um depravado sexual para não se envolver em uma roda de orgia feitas só de mulheres deliciosas que estavam chamando-o de forma provocante. Você sabe que uma hora vai acabar cedendo se essa situação continuar, e isso piora a cada minuto que você passa próximo de sangue.

Imagem da Arma:

A tal Diana fecha a porta e caminha para próximo da cama. Ela está no pé da cama, enquanto a garota morta, o armário com a porta fodida e a porta da saída do quarto estão a direita. [Off]: Você está de bruços, olhando diretamente para o pé da cama, onde a única coisa que consegue ver de Diana é um par de botas de couro parado de frente para você.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead King em Sex Out 20, 2017 11:28 am

Dava pra ouvir direitinho os filhos da puta falando enquanto vinham para esse quarto que eu estava. Aquele papo de "por Cain" entregava que esses dois eram vampirões que mordiam pescocinhos durante a noite. Eu também queria morder aquele pescocinho da mulher amarrada, mas prioridades em primeiro lugar. Aparentemente esses putos aí não eram os donos dessa merda toda, em todos os sentidos da palavra merda! O que é uma merda pra mim!
O nosferatu ficava mais encolhido quando as duas pessoas entraram no quarto. Ele estava nervoso, já sabia que se tratavam de um homem e uma mulher, e assim que entraram ele teve essa confirmação. E assim que entraram no quarto mataram aquela mulher à sangue frio, no momento que ele viu ela levando o tiro Piroca se encolheu mais ainda. Seja lá quem era aquela mulher, ela deixou o cara gostosão bem puto.
Parece que os dois nosferatu, Hilltop e Burke, estão em um lugar pior. Droga, vim para esse quinto dos infernos para me encontrar com dois caras mortos! Parece que esses dois que estão aqui dentro os conheciam, e que diabos são esses tais "coletores"?
- Aparentemente nem Burke e nem Hilltop conseguiram voltar. Pelo jeito os coletoresos pegaram... Pode ser que ambos tenham sido destruídos já... Merda! Merda! Merda! Isso não é bom!-
- Ted, é bom que saiba que...-
- Bem, um problema de cada vez. Diana, pegue os pés, sim? Vamos tirar essa carcaça daqui antes que essa maldita casa chame ainda mais a atenção.-
- Ted! -
- Ah, sim? Desculpe, eu te interrompi. O que ia me dizer?
-- É bom que saiba que alguém mais entrou nessa casa. Senti isso quando toquei na fechadura da porta e, apesar do cheiro repulsivo, sinto aqui outro cheiro. Não pertence ao lixo, aos excrementos e nem a Burke ou Hilltop.
Nessas horas um choque de adrenalina passou pelo corpo de piroca, que ouvia tudo embaixo da cama. Aquilo parecia que não ia acabar bem...
-- Ted, não estamos sozinhos aqui. Tem alguém mais. O odor diferente está mais forte nesse quarto...
O tal Ted, que empunhava a pistola, se manteve em alerta. A dupla agora tinha uma feição de alerta e preocupação.
-- Diana, fique aqui, por favor. Eu vou lacrar a casa toda e depois vamos atear fogo em tudo antes de sair. Aqui, fique com a minha arma.
PUTA MERDAAAA!!  Fudeu legal, eles sabem que eu estou aqui, isso vai dar muito errado! Esse tal de Tom vai tacar fogo na casa, e eu vou morrer, e essa Diana vai impedir a minha fuga! O feioso derrotado pelo gostoso e pela gostosa, é uma puta de uma ironia! Agora olhe para eles, estão olhando direto para mim! Eles sabem, eles sabem, só estão fingindo que não pra me fazer sair por bem! Se eu tivesse um pouco mais de sangue... olha ali, essa poça se formando aqui em baixo! Maldito desnível do chão! Eu preciso desse sangue, mas se eu sair eles me pegam! Não dá pra fugir assim, vou tomar tiro pra caralho dessa piranha! Eu preciso desse sangue! Pau no cu, ela tá chegando perto, eu não posso ser descoberto. Aaaaaaarrrrghh!!!!
O nosferatu se encontrava num triplo impasse. Sangue, fuga, bloqueio. Ele não conseguia pensar direito, então tomou uma atitude louca. Ele precisava de sangue e sangue ele teria. Aumentado a própria força (3pds) Piroca fazia um movimento rápido, saindo o mínimo possível para não sair completamente da cama, agarrava a parte mais perto dele e puxava o corpo da mulher para debaixo da cama, é claro que isso iria alertar a tal Diana, mas pelo tipo de pistola ele achava que não daria para perfurar o colchão. Feito isso ele beberia o máximo que conseguisse.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por @nonimous em Sex Out 20, 2017 6:50 pm

Andy fita o teto do quarto do hotel apos uma lomga viagem, o cansaço característico de mortais nao o incomoda, além de sua fisiologia diferentedo ele esta habituado a viagens. Faz uma pequena mochila, saca o telefone que passou o dia carregando e parte em direçãoa sua melhor pista.
Parte para a igreja african methodist, prefere ir de coletivo urbano, nao queria chamar muita atenção, usa roupas folgadas e um chapeu que lhe cobre a testa, ocultando o terceiro olho
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Sab Out 21, 2017 9:56 pm

-- Philip Diaz, vulgo "Piroca" --

Resumo:


- 3 PS.
Força +3 (4).

Reserva de Sangue: 2/15.
Força de Vontade: 5/5.
Vitalidade: OK.

Perturbado pela tentação do sangue e pela sensação constante de hostilidade e perigo naquela situação, Piroca, encurralado, resolve tomar uma ação desesperada. Ele faz uso das propriedades do sangue em seu organismo e, em um movimento sorrateiro e rápido, puxa o cadáver da mulher nua para si e começa a sugá-lo desesperadamente, tomando todo o resto do sangue ainda no organismo morto recentemente, acalmando sua besta.

Resumo:


+8 PS.
Força 4 (3 turnos)

Reserva de Sangue: 10/15.
Força de Vontade: 5/5.
Vitalidade: OK.

Quando terminou de drenar o corpo, percebeu que a cama tinha sido erguida. Quando percebeu, a tal Diana segurava calmamente o pé da cama erguido acima de sua cabeça com uma mão, enquanto que com a outra apontava a pistola para ele. Ted também estava ali, olhando de forma inexpressiva para o nosferatu. Piroca se espantou de ver uma loirinha mirradinha e baixinha levantando a cama como se não pesasse nada.

[Off]Explicando:

Piroca estava tão necessitado de sangue que não percebeu nada depois que cravou as presas no pescoço da mulher morta, mas assim que ele surrupiou o cadáver para debaixo da cama, Diana imediatamente fez um movimento acrobático, como se fosse dar uma "estrelinha" no chão, mas parou em posição de "bananeira", com os pés apontando para cima. Com uma das mãos, ela suportava o peso do próprio corpo, enquanto com a outra apontava a arma para debaixo da cama. Na posição que ela estava, o que ela viu foi um nosferatu desconhecido se alimentando como se não visse sangue a meses, tão compenetrado no que fazia que mal percebeu ela. Ela cerrou levemente os olhos, pensando em algo como "Te achei!", voltando a ficar de pé e erguendo a cama com uma das mãos.


Piroca estava ali, desprevenido, olhando para os dois que o encaravam.

-- Então... Poderia nos fazer o favor de dizer quem é você e o que está fazendo aqui?
-- perguntou Ted, em um tom surpreendentemente calmo.

Piroca ainda tentava entender como o cara tinha surgido ali de novo, tão rápido, mas logo ele percebeu o que havia acontecido: Diana, muito provavelmente uma toreador, deve ter feito uso do Auspícios para avisar ele de forma telepática sobre quem (o que) ela havia encontrado em baixo da cama. Ela agora devolvia a arma para Ted de forma despreocupada, apenas aguardando uma resposta.

[Off]Não é querendo te deixar mais puto ainda, mas sim! A arma atravessaria o colchão caso ela decidisse atirar. Na verdade, até um calibre .22 faz isso. Olha:

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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Sab Out 21, 2017 9:58 pm

-- Andy Berther --

Resumo:
Reserva de Sangue: 10/15.
Força de Vontade: 6/6.
Vitalidade: OK.

O ônibus não levou muito tempo para chegar ao seu destino. Durante todo o trajeto Andy recebeu olhares estranhos. Era fácil perceber que ele não era de lá, até porque ninguém que seja de lá precisa perguntar ao motorista se "passa na porta da igreja", então era óbvio que ele seria observado com certa estranheza, mesmo sentando-se no fundo, para não chamar a atenção -- cidade pequena é foda.


Assim que saiu do ponto, localizou a igreja próxima. Não era nenhuma catedral europeia do século XIX de Budapeste, mas chamava a atenção. Assim como toda estrutura eclesiástica, tinha a sua atmosfera macabra. Andy sentiu uma sensação ruim, como um pressentimento. Havia de fato algo ruim, hostil ali, mas ele não sabia dizer exatamente o que era.

Spoiler:
Percepção+Prontidão (dif. 7): 8,3,9,6,5 - 2 Sucessos.

Na esquina do outro lado da rua há um bar com algumas motos estacionadas na entrada. Próximo das motos, um trio de homens com roupas típicas de motoqueiros bebem cerveja. Andy tem a impressão de que eles estão olhando para ele por cima dos ombros e falando sobre ele de forma discreta.



A igreja aparentava ser maior do lado de dentro do que realmente era do lado de fora. Ao fundo, próximo ao altar, duas figuras conversavam em um tom baixo e cauteloso. Um era claramente um sacerdote, outro parecia um motoqueiro delinquente.



Ambos continuam conversando. Aparentemente nenhum deles ainda percebeu que Andy havia entrado na cidade. A conversa seguia em um tom calmo, porém era constante e ambos pareciam preocupados.

-- Pois não? Posso ajudar o senhor?
-- Andy escuta uma voz feminia suave atrás de si. Ao se virar, ele se depara com o rosto sorridente e simpático de uma freira olhando para ele.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por @nonimous em Sab Out 21, 2017 11:15 pm

"Droga fui descoberto" Essa cidade é um maldito inferno, como podem ter me percebido tão rápido.

- Não senhora, sou um fiel que veio de longe, apenas para conhecer. Diz Andy de forma gentil.

Imediatamente ele procura algum abrigo, não queria ser encurralado, são definitivamente caçadores, e um embate poderia ter mortais feridos, e Andy não queria isso. Ferir alguém.

Ele busca dentro da igreja um lugar mais discreto, uma pilastra ou algo assim, a ideia era se ocultar de seus perseguidores.
Raciocínio + Furtividade para buscar se esconder.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead King em Dom Out 22, 2017 8:00 pm

(OFF - Como eu não quase nada eu achei que um colchão dava para parar o movimento de uma bala, mas como eu falei eu não entendo quase nada CD
ON)

A fome e a tensão de estar prestes a ser descoberto atormentavam a mente do nosferatu. Piroca estava sedento por sangue, e ter o cheiro do seu desejo no ar fazia seu raciocínio ficar nublado. Ele achava que talvez estivesse fazendo a coisa errada se entregando a fome e não se escondendo, mas aquele cheiro estava enlouquecendo ele. Num ato instintivo ele puxava o cadáver da moça pra debaixo da cama. Mas quando cravou as presas e o sangue entrou na boca dele, o vampiro teve a certeza de que tinha valido a pena, o mundo tinha parado de exisitir, todos os problemas tinham acabado. Piroca era um homem num deserto achando o oásis que salvaria a vida dele, e a cada gole ele se sentia mais vivo, revigorado, novo. O tempo não existia, apenas o sangue, doce e saboroso, que escorria pela garganta do nosferatu acalmando a besta esfomeada...
No último gole, o mundo começou a voltar, e Piroca se lembrou do que estava acontecendo. Olhou e viu que a vampira bonitona estava segurando a cama como se ela não fosse nada, o nosferatu olhou surpreso, uma magricela daquela segurando a cama daquele jeito era muito estranho. O vampiro também via que o parceiro dela, o tal de Ted estava ali, num primeiro momento ele estranhou, como aquele almofadinha chegou tão rápido sem ninguém avisar? O raciocínio de Piroca era bem rápido contudo, e como bom investigador ele deduziu que a Diana sabia usar um poder bem avançado, telepatia. A espinha dele gelou, ele não queria uma vagabunda qualquer lendo a mente dele porra! Se as informações estavam na mente dele eram pra ficar lá!

Ted escreveu:-- Então... Poderia nos fazer o favor de dizer quem é você e o que está fazendo aqui?-- perguntou Ted, em um tom surpreendentemente calmo.
Eu sem querer dava um sorriso meio constrangido, aqueles putos me observando não davam a melhor das sensações, mesmo agindo de forma calma e não hostil. Esses filhos da puta vão me fuder assim que descobrirem o que eu to fazendo aqui, com certeza. Como diz o Cagueta: nós valemos o preço das nossas informações. Mas vamos arrumar alguma forma dessa Diana não ler meu pensamento... Bem, se você já estiver lendo pare de ler! Err..Bem, meu nome é Philip, prazer. E não, minha madrasta me ensinou a não conversar com estranhos, principalmente os armados que as que levantam a cama com uma força descomunal. E logo lhe aviso toeradora, ler a aura e a mente dos outros é falta de educação. - Dava um risinho debochado, era mais forte que eu falar informações que das pessoas sem elas saberem! Deixava elas se sentido nuas, e o corpinho dessa daí na minha frente seria uma bela visão... Eu saía devagar debaixo da cama, não queria provocar a hostilidade daqueles dois.   - Não precisam se preocupar em apresentação, você do terno é o Ted e tu é a Diana. Vocês falam demais sabiam? Que tal vocês me dizerem primeiro o que tavam fazendo na casa dos meus amigos Hilltop e Burke? Os nosferatus que perguntam porquê outros vampiros andam no território deles, não o contrário - Seria bom conseguir informações de onde estavam aqueles dois ou o que ocorreu com eles, afinal eles tinham alguma coisa pra eu fazer!
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Seg Out 23, 2017 5:18 pm

-- Andy Berther --

Resumo:
Reserva de Sangue: 10/15.
Força de Vontade: 6/6.
Vitalidade: OK.

- Não senhora, sou um fiel que veio de longe, apenas para conhecer - Diz Andy de forma gentil.

-- Fique à vontade. Se precisar de alguma assistência pode me procurar. Meu nome é irmã Heleanor.


A freira se afasta de Andy, da mesma forma simpática e gentil de quando o abordou, dando a ele liberdade para explorar o interior da igreja. Incomodado com a situação, e já imaginando que ele poderia ter sido notado no mesmo instante em que colocou os pés dentro da igreja, Andy decide procurar um local mais discreto, para não chamar a atenção.

Spoiler:
Raciocínio+Prontidão (dif. 9): 7,1,7,8 - Falha crítica.

Caminhando de forma preocupada, ele percorre o grande salão pelas bordas do corredor, ladeado por uma grande fileiras de bancos de boa qualidade, muito provavelmente mogno (Off: Ofícios 2). Ao chegar em uma porta dupla, ele testa a maçaneta e a porta abre, revelando algo inesperado atrás dela.


Andy grita, e grita alto, afinal não é sempre que vê uma dupla tão macabra de aparições de forma inesperada. Seu grito ecoa por todo o salão, o que obviamente faz a dupla próxima ao altar interromper a conversa. A imagem horripilante logo desaparece, mas Andy escuta uma risada macabra no ar, feita por vozes que não parecem humanas, que logo também sem dissipa.


Spoiler:
Coragem (dif. 9): 3,8,4 - Falha.

Andy está desnorteado com o que viu. O pânico aumenta, conforme o que acontece a seguir. Penalidade de -2 até o fim da cena.

Passos rápidos e pesados ecoam pelo salão. Fica evidente que a dupla próxima do altar está se aproximando de Andy, e eles logo o encontrarão (Off: eles não viram que você contornou o salão e está parado próximo a porta aberta, mas logo te verão).

Em um momento de desespero, Andy escuta uma voz na sua cabeça. Não era uma voz conhecida, mas ao menos não era a voz demoníaca da risada. Ela diz "Homens de fé vindo, monstruosidade abaixo. Cuidado!"

Off: O corredor é estreito, ele segue adiante, tem escadas para cima (à direita) e para baixo (à esquerda), além de duas portas laterais, uma de cada lado.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Seg Out 23, 2017 6:06 pm

-- Philip Diaz, vulgo "Piroca" --


Resumo:

Força 4 (2 turnos restantes)

Reserva de Sangue: 10/15.
Força de Vontade: 5/5.
Vitalidade: OK.

-- Err..Bem, meu nome é Philip, prazer. E não, minha madrasta me ensinou a não conversar com estranhos, principalmente os armados que as que levantam a cama com uma força descomunal. E logo lhe aviso toeradora, ler a aura e a mente dos outros é falta de educação. -- Dava um risinho debochado, era mais forte que eu falar informações que das pessoas sem elas saberem! Deixava elas se sentido nuas, e o corpinho dessa daí na minha frente seria uma bela visão... Eu saía devagar debaixo da cama, não queria provocar a hostilidade daqueles dois.  -- Não precisam se preocupar em apresentação, você do terno é o Ted e tu é a Diana. Vocês falam demais sabiam? Que tal vocês me dizerem primeiro o que tavam fazendo na casa dos meus amigos Hilltop e Burke? -- Os nosferatus que perguntam porquê outros vampiros andam no território deles, não o contrário. Seria bom conseguir informações de onde estavam aqueles dois ou o que ocorreu com eles, afinal eles tinham alguma coisa pra eu fazer!

-- Espera, você... Você conhece Burke e Hilltop? -- perguntava Diana, curiosa, enquanto colocava a cama no chão -- Você não parece estar mentindo.

-- Ah, sim! Agora me lembro! -- disse Ted, dando um tapinha na testa -- Burke e Hilltop me disseram que estavam aguardando um colega de clã de outra cidade. Bem, a questão é que eles fizeram besteira. Esse refúgio está comprometido. Vamos para um local seguro, pois os coletores, que nada mais são do que caçadores, estão vindo para cá. Burke e Hilltop foram emboscados, atacados e estão desaparecidos. Podem ser até que estejam destruídos. Diana, leve ele para fora com vocêe me espere. Vou terminar aqui. Decidi fazer uma coisa mais interessante com essa casa.

Philip não parava de estranhar as coisas. Era muito estranho ver dois vampiros como aqueles não tratando ele feito merda, ainda mais levando em consideração que um deles era uma toreador. Eles pareciam ser legais, e ele não sabia se deveria confiar neles. No entanto, se Burke e Hilltop realmente se foderam, ele não tinha escolha. Ao menos ele ouviu da boca dos dois, antes de ser exposto, que eles realmente conheciam a dupla de nosferatus.

Diana e Ted levaram Philip até a saída. A garota colocou a cabeça para fora, deu uma olhada demorada pelos dois lados (provavelmente estava usando auspícios para detectar algo oculto) e saiu.

-- Tá limpo. Não tem ninguém.

Philip saiu em seguida, com Ted atrás, que logo tomou a dianteira e foi até um carro preto próximo da entrada, abrindo o porta-malas.


Sim, era um puta de um carro.

-- Já que os nossos amigos caçadores estão tão desesperados em nos encontrar, vamos dar a ele uma recepção inesquecível.


Ted joga a chave para Diana e entra novamente na casa, enquanto Diana e Philip aguardam do lado de fora, próximos ao carro.

-- Então... acredito que você tenha vindo para cá para falar com o nosso famoso "Tip", não é?


[Off]Você pode conversar com Diana enquanto Ted não volta. Ela parece mais calma e sociável aqui.


Não demora muito tempo até que o outro vampiro volta. Diana abre a porta de trás e joga a chave para Ted, que já assume o lugar do motorista.

-- Philip, podemos te oferecer uma carona ou você pode ir por conta própria. Não vamos te forçar a andar conosco, já que provavelmente você não confia em nós ainda. Independente da sua escolha, saiba que o único lugar seguro é a boate Graceful Sight, que fica nesse endereço
-- Ela lhe dá um cartão com o endereço e contato da boate -- Bem, se quiser uma carona, eis sua chance -- ela olha para você, segurando a porta e aguardando sua resposta.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead King em Qua Nov 01, 2017 4:34 pm

Puta merda, eu não conseguia confiar nesses dois putos, o jeito com que eles agiam, falavam, me tratavam bem... porra, ninguém gosta de Nosferatus! Isso me cheira a merda, tão fedida quanto esse lugar! 
A Toeradora não parecia perceber qualquer mentira, apesar de eu não conhecer realmente Hilltop e Burke. Ted então falava que os dois tinham comentado com ele que um outro Nosferatu, no caso o Piroca aqui, ia vir se encontrar com eles...  eles estavam de sacanagem com a minha cara? QUE TIPO DE VAMPIRO FICA COMENTANDO OS ASSUNTOS DO CLàCOM ESSE TIPO DE PESSOA, PORRA?! Eu continuava dando um sorriso bonito para os dois, mas realmente tinha algo estranho. A mulher pode entrar na minha mente e sondar a verdade, ela pode ter feito isso e fingir-se de amiguinha pra arrancar todo o resto que ela não achou. Ela pode ter entrado e avisado o Ted para contar essa historinha telepaticamente. Mas e se ela não entrou na minha cabeça? Puta que pariu, que ótima situação!  - Que? Eles...  morreram? Tipo, viraram pó, presunto e a porra toda? Obrigado por levantar a cama moça. Mas morreram mesmo? -  De uma coisa eu tinha certeza pelo menos, esses dois aí realmente conheciam Burke e Hilltop. Eu observava eles procurando algum traço de que estavam mentido ou distorcendo alguma coisa, isso me fazia parecer bem interessado, como se os dois Nosferatus fossem realmente algo para mim. E esse papo de coletores que são caçadores, se for verdade eu me enfiei num puteiro em que o cafetão não gosta de mim. Já começamos a missão bem Piroca... 

Eu seguia aqueles dois para fora da casa,  parecia que eu estava sendo escoltado por eles ou coisa assim. Então eu via, o mais foda de todos, o melhor e mais bonito carro que eu já tinha visto na vida e não vida, ali, parado nesse fim de mundo. É...  esses vampiros são cheios da grana. E então o tal do Ted corria e pegava um puta explosivo de dentro do carro.  - Vocês andam com explosivos dentro do carro? É meio perigoso, não acham? -  Eles não estavam pra brincadeiras, parece que estou lidando com profissionais de guerra aqui! A mulher que levanta a cama com uma mão e o ricasso plantador de bombas. Essa cidade do interior é cheia de surpresas. Enquanto Ted planta a bomba, a telepata resolve falar comigo sobre o Tip. E eu me lembrava, os dois Nosferatus iam me levar até ele. Então Tip era como se fosse o líder da comunidade Nosferstu da cidade, e me dava um sentimento de insegurança essa mulher que lê mentes ficar acertando os meus objetivos.  - Hehehe...  É, parece que tu sabe muito das coisas! -  Eu não via a hora de sair de perto dessa Diana, nunca me senti tão exposto assim!  - Então... qual é a desses tais coletores? E daquela mulher pelada que vocês...  bem, que vocês mataram? -  É claro que um pouco de informação sempre é bom também! Tentava ver algum sinal de mentira na cara da Diana, é claro! 

Ted voltava sem a bomba, ia rolar uma bela explosão aqui pelo visto. Diana me oferecia uma carona, e sinceramente eu fiquei tentado a aceitar, não era todo dia que eu andava num carro daqueles! Mas a voz do Cagueta na minha cabeça falando "Nunca confie em ninguém" falava bem mais alto. Ela me entregava um cartão com o nome de uma boate. Um lugar que Nosferatus não deviam se enfiar, mas segundo ela era o único lugar seguro nessa cidade inteira.  - Ah, bem, eu aceitaria a carona mas é melhor eu ir andando, heheh. Eu vou tentar ir nessa boate então, Diana. -  Eu agradecia ela com um aceno de cabeça e um sorriso meio amarelo, ela não me tratava como um lixo, e isso me deixava um pouco sem chão. Eu esperaria o carro deles ir embora, e então iria me utilizar do dom da Ofuscação (3) para deixar de ser feio. Eu assumia minha cara antes de ser transformado em vampiro, eu usava esse disfarce para quando eu não estava me infiltrado em algum lugar. Era bom ser "Eu" de novo, por um momento eu me lembrava daquela vida boa que eu levava... Mas não era tempo para ficar pensando, tinha que me esconder. Arrumava um lugar em que eu pudesse ver a casa dos Nosferatus de uma distância segura e sem ser notado e esperava até os tais coletores darem as caras.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Qui Nov 02, 2017 6:24 pm

-- Philip Diaz, vulgo "Piroca" --


Resumo:

Força 4 (1 turno restante)

Reserva de Sangue: 10/15.
Força de Vontade: 5/5.
Vitalidade: OK.

- Que? Eles...  morreram? Tipo, viraram pó, presunto e a porra toda? Obrigado por levantar a cama moça. Mas morreram mesmo? -

-- Não posso te dar certeza, Philip -- Diana responde, chamando ele pelo nome -- Se os coletores o pegaram, as chances são grandes.

Spoiler:
Percepção+Empatia (Dif. 9): 2, 7, 10, 5, 9, 4 (atento) - 2 sucessos.

Pelo o que você conseguiu notar, ambos estavam sendo completamente francos contigo.

***

- Vocês andam com explosivos dentro do carro? É meio perigoso, não acham? -

-- Não tato quanto essa cidade -- responde Ted, sem perda de tempo, dirigindo-se para dentro da casa.

-- Então... acredito que você tenha vindo para cá para falar com o nosso famoso "Tip", não é?

- Hehehe...  É, parece que tu sabe muito das coisas! - - Eu não via a hora de sair de perto dessa Diana, nunca me senti tão exposto assim! - Então... qual é a desses tais coletores? E daquela mulher pelada que vocês...  bem, que vocês mataram? - - É claro que um pouco de informação sempre é bom também! Tentava ver algum sinal de mentira na cara da Diana, é claro!

Diana olhou com seriedade nos olhos de Piroca. Ele viu como novamente que ela tinha olhos lindos, mas a forma como ela olhava chegava a incomodar. Era um olhar frio e severo, como de uma alma penada prestes a recitar uma maldição antiga.

-- Os Coletores são caçadores. Dizem que eles são... "financiados" por um maldito homem santo da igreja, o Bispo Lancaster. Eles são caçadores bem equipados, bem motivados e brutais. Some isso ao fato de que talvez exista algo de realmente divino conduzindo-os e todos nós teremos grandes problemas. Hawkins é o chefe deles... Eles parecem motoqueiros bêbados e arruaceiros, mas é só a aparência. A cidade agora está cheia deles. Quanto a mulher, aquilo foi uma farra idiota de dois nosferatus que poderia ter nos custado caro.

Spoiler:
Percepção+Empatia (Dif. 9): 5,4,4,10,8,6 - 1 Sucesso.

Novamente, você não notou que ela estava mentindo.

***

- Ah, bem, eu aceitaria a carona mas é melhor eu ir andando, heheh. Eu vou tentar ir nessa boate então, Diana. -

-- Não fica dando bobeira na rua-- diz Ted, enquanto dá a ignição no motor -- vaza assim que a explosão acontecer

Em um instante, aquela maravilhosa lamborghini desapareceu na estrada, como um borrão preto indecifrável.

Spoiler:
[Ofuscação 3]Manipulação+Performance (dif. 7): 8,5,10,5,8,4 - 3 Sucessos.

Fazendo uso do poder da ofuscação, Piroca assume sua antiga forma humana para quem pudesse vê-lo. Afastando-se estrategicamente, Piroca procura um ponto onde ele possa observar a casa, mantendo uma distância segura da explosão. Ele encontra um ponto de ônibus e decide ficar por ali.

Levou o que? Três? Quatro minutos? Não levou muito mais do que isso para um barulho infernal ser ouvido em todo o quarteirão. Uma parede de fogo, fumaça e entulhos se ergue, espalhando pedaços de reboco, madeira e vidro por todos os lados. Até mesmo daquela distância pedaços do antigo refúgio nosferatu caíram praticamente do lado de Piroca.


Muitas pessoas se aglomeraram perto dele. Gritavam e se benziam, clamando por deus. Não demorou muito para que um grupo estranho, com motocicletas e jipes aparecesse. Desciam dos veículos xingando e praguejando.


-- Merda! Merda! Merda! Chegamos tarde demais!

-- Ah!!! Buceta, meu caralho! Puta que pariu!

-- Porra! Malditos filhos da puta!


Entre o grupinho, um dos caras se destacava.


Esse provavelmente era o tal do Hawkins que Diana disse.

É... talvez Diana não estivesse mentindo...

-- Montoya, divida os garotos em três grupos! Os filhos da puta devem estar por perto ainda! Quero patrulha no perímetro todo! Já!

Isso não é bom. Ele lembrou agora das palavras de Ted para ele não dar bobeira. Se realmente existir algo de santo nesses boca-sujas do caralho, ofuscação não vai ser o suficiente para salvar o Piroca. Ele percebeu que algumas pessoas ao redor saudavam e aplaudiam esses caras. As velhinhas falavam "Homens de deus! Nos salvem!" e coisas do tipo. Era como se o Batman aparecesse de repente nas ruas de gotham para todo mundo.

Piroca estava tão concentrado na situação que não notou alguém do lado esquerdo dele. O caso é que antes não tinha ninguém do lado esquerdo dele e, pela sua visão periférica, era alguém vestido de branco. Na verdade, era algo bem inesperado...


Não estava apenas vestida de branco, era toda branca. Na verdade, transparente. Não tinha olhos e sim dois buracos negros nas órbitas, feitos de pura penumbra. Os pés dela não tocavam no chão. Eles estavam dez centímetros acima do chão.

Sim, Piroca estava vendo uma aparição.

Spoiler:
Coragem (dif. 9): 2,3,2,5,9 - 1 Sucesso.

Você não surta, não grita e não sai correndo, mas treme e fica sentindo uma espécie de adrenalina ruim. É extremamente desconfortável ficar perto desse ser, cujo frio se espalha por todo o lugar ao seu redor.

-- Trapaceiro, hein? Isso vai ser divertido.

A voz do fantasma é terrível, inumano. Ela flutua até o suposto Hawkins e cochicha algo na orelha dele, enquanto olha para você com um sorrisinho sacana. É claro que Hawkins não está ouvindo as palavras, afinal ele não é médium. No entanto esse tipo de atitude influencia as pessoas inconscientemente. É assim que os chamados "encostos" fazem.

-- Espera aí... Tem alguma coisa errada por aqui!

Hawkins, como se tivesse sido repentinamente hipnotizado, vai até o jipe e tira uma besta, armada com um virote estranho. Ele começa a caminhar em direção ao ponto, indo para mais perto de Piroca.

-- Como sabe que está por aqui? -- pergunta o tal Montoya.

-- Intuição...

Piroca vê a aparição distante rindo com as mãos na boca, enquanto Hawkins e Montoya seguem a "intuição", procurando algo estranho. Eles vão passando pela multidão que os acaricia, os cumprimenta e abraça, chegando cada vez mais perto do nosferatu.

É... talvez Diana não estivesse mentindo...
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead King em Qua Nov 08, 2017 3:41 pm

Caçadores, homens santos malditos, puta merda, que droga de cidade! Eu sabia que iria ser algo importante, mas num lugar como esse vai ser um inferno fazer qualquer coisa... Olha como essa mulher olha pra mim, eu não quero ela como inimiga com certeza!
Piroca se escolhia com olhar rigoroso de Diana, ele sabia que tinha tocado em algum ponto sensível mas não sabia qual era. Talvez tivesse haver com a pelada? Diana tinha sido falado pouco de propósito, pelo menos isso Piroca sabia, tinha algo além de "apenas uma diversão". Mas talvez ela apenas não gostasse de enxeridos.
[...]
Cara do Phillip:
Piroca rapidamente ia em direção ao ponto, o lugar que lhe parecia melhor e mais seguro para observar de longe aquela casa. Esperava um pouco, absorvendo as informações da cidade, de como ela era fodida, e como ela poderia foder com Piroca. Uma explosão repentina tirava o Nosferatu dos pensamentos, ele pulava de susto e caía no chão. A explosão tinha sido realmente potente, Philip buscava abrigo debaixo do banco do ponto para evitar aqueles destroços malditos. Aquele Ted tinha uma bomba potente, puta que pariu! O vampiro se levantou e sentou de novo no banco, vendo que várias pessoas chegavam perto dele observando aquele estrago no refúgio do Hilltop e do Burke. E logo apareciam um bando de motoqueiros mal encarados, xingando a porra toda, Piroca deduziu que fossem os tais coletores, mas não sabia porque eles ajudavam um Bispo vestidos como barderneiros.. essa cidade realmente estava toda errada. O tal de Hawkings se destacava dos outros, era bem "fodão" ele. E quando ele mandou todos se dividirem e procurarem, Piroca descobriu que devia ter saído junto de Diana.
Merda! Fudeu legal agora, e se eles puderem me ver? Vou estar muito fudido se me acharem vou apanhar que nem uma puta pra eles! E eles tem o apoio da comunidade ainda, puta merda! Eu olhava para os lados procurando uma boa saída, e então eu via uma garota sentada perto de mim, eu ignoraria se não fosse...  os detalhes.
Não estava apenas vestida de branco, era toda branca. Na verdade, transparente. Não tinha olhos e sim dois buracos negros nas órbitas, feitos de pura penumbra. Os pés dela não tocavam no chão. Eles estavam dez centímetros acima do chão.
Que diabos era aquilo?! E porque só eu estou vendo essa merda?! Eu me afastava o máximo que podia daquela coisa demoníaca, meu peito parecia que ia explodir, apesar do meu coração estar parado, eu estava horrorizado com o que eu via!
- Trapaceiro, hein? Isso vai ser divertido.
A voz do fantasma é terrível, inumano. Ela flutua até o suposto Hawkins e cochicha algo na orelha dele, enquanto olha para você com um sorrisinho sacana. É claro que Hawkins não está ouvindo as palavras, afinal ele não é médium. No entanto esse tipo de atitude influencia as pessoas inconscientemente. É assim que os chamados "encostos" fazem.
A voz dela era mais macabra que qualquer coisa que eu já vi! Não tinha certeza, mas isso parece um fantasma! Pura merda, fantasmas existem! Maldita cidade!
Hawkings ouvia aquela coisa desgraçada falando no ouvido dele indiretamente, intuição era meu pau! O cara não era nada santo, ele tava era com a porra de um espírito fudido encostado nele! A filha da puta ria, e eu iria me foder! Me levantava ainda olhando aquela merda, enquanto Hawkings se aproximava cada vez mais. Ele já devia ter feito isso um milhão de vezes, com certeza eu seria pego se ficasse por aqui. Observei a área, procurando o melhor ponto para me esconder, um boeiro. Qualquer coisa que desse para despistar aqueles filhos da puta, e me dirigiria para lá, sem chamar muita atenção, usando aquele aglomerado de pessoas para me esconder. Usaria o dom da Ofuscação (3) de novo para me transformar em outro rosto, alguém que estava fresco na minha memória, o Ted talvez, algo parecido com ele. Isso faria o viadinho do Hawkings me perder de vista, e assim eu me afastaria pois aquela...  aquela fantasma ainda me veria..  obrigado por me enviar para esse inferno, Cagueta!
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead Freak em Qua Nov 08, 2017 10:31 pm

-- Philip Diaz, vulgo "Piroca" --


Resumo:

Reserva de Sangue: 10/15.
Força de Vontade: 5/5.
Vitalidade: OK.

(Ofuscação nível 3 ativado)


Piroca tinha que pensar, e pensar rápido. Aquela situação estava ficando cada vez mais complicada. Ele nunca lamentou tanto ter recusado uma carona em sua (não)vida.

Tentando manter-se o mais frio possível, ele começou a caminhar de forma lenta, se misturando com os demais. Ora ia para um lado, ora ia para outro; ora mais para cima, ora mais para baixo. Enquanto enrolava entre os mortais, seus olhos iam buscando uma forma de sair daquela encrenca sem ser notado -- pelo menos entre os mortais, porque a fantasma filha da puta certamente estava vendo tudo o que ele fazia.

Piroca cogitou de se transformar em Ted, mas e se esses coletores conhecessem Ted e não gostassem dele? Talvez os caçadores saibam exatamente quem são os vampiros da cidade, só não tiveram ainda a chance de acabar com eles? Era pouco provável, mas em um lugar de merda assim ele não deveria arriscar.

A sorte de Piroca é que os caçadores ainda não focaram exatamente nele. Eles sabem que algo ruim está por perto, só não sabem exatamente quem ou onde e, apesar de ser o tipo de cidade de merda onde todo mundo conhece todo mundo, em um alvoroço assim, ainda mais causado por uma explosão, ninguém vai ficar olhando rosto por rosto na multidão.

Spoiler:
Percepção+Prontidão (dif. 7): 6,1,10,9,9,7,2,2 - 3 Sucessos.

Você detectou uma saída para cada sucesso. Cada saída vai te levar a um lugar diferente. Uns interessantes, outros nem tanto.

1 - Há um bueiro próximo de algumas caçambas de lixo na entrada de um beco, do outro lado da rua. É um meio rápido e fácil de escapar, já que tem gente para tudo quanto e lado na rua, o que vai facilitar o seu movimento de forma camuflada.

2 - Há pessoas próximas das motos e jipes e os caçadores estão longe delas agora. Se quiser tentar alguma loucura, você pode tocar o foda-se, roubar um dos veículos e dar no pé. Eles podem te perseguir, mas com tanta gente na rua eles terão dificuldade em te alcançar.

3 - Há um portão de grade não muito longe de você, que parece estar destrancado. Ele vai dar no pátio do que parece ser um ferro-velho ou desmanche de carros. O terreno é grande e cheio de porcariada que você pode usar para se esconder.


Enquanto pensava e amaldiçoava a fantasma, o nosferatu encontrou alguns meios de sair da merda em que se meteu -- ou meteram ele. Ele deve escolher, e rápido.
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

Mensagem por Undead King em Ter Nov 14, 2017 5:48 pm

[OFF: Freak, só um ponto aí, eu não quis dizer que o Piroca ia se transformar no Ted, isso seria burrice, quis dizer que como ele tava meio desesperado, não conseguiu pensar em alguma outra cara de forma decente, então tinha pego uma imagem fresca da mente dele, no caso o Ted, e usado como fonte pra fazer algo por cima, parecido mas tendo diferenças. Só isso mesmo lol
On]

Na tentativa de escapar dos coletores, Piroca se metia no meio das pessoas. Aquela fantasma vagabunda tinha ferrado com ele, se jogar no meio da multidão era a melhor opção para despistar os perseguidores com a "intuição divina" que de divina não tinha nada.
Piroca se esbarrava, andava um pouco pra frente, pra trás, tentando seguir o ritmo da multidão ao mesmo tempo que tentava arrumar um jeito se sair dali.

Maldita hora pra eu não ter aceitado a carona, lá pelo menos eu estaria sentado num banco de couro confortável e longe de qualquer confusão ao invés de ficar sendo roçado por esse bando de gente burra. Olhava para os lados, tinha que arrumar uma saída segura. Qualquer uma que se apresentasse eu pegaria sem pensar duas vezes, e a próxima vez que eu encontrar com o Cagueta vou mandar ele aconselhar o cu dele!
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Re: Cidade de Merda, Noites de Merda.

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