NY - Um "novo" começo.

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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Guidim em Ter Jan 23, 2018 7:28 am

Magnólia
FV 3/6
PS 8/13


Magnólia seguia com sua noite, sua ambição tomava ainda mais formas quando se juntava com sua imortalidade e beleza, a Toreador, agora empenhava-se em fazer de seu sucesso um alvo de entretenimento de grande volume, divulgar o próprio sucesso, era um passo além do solicitado, seria esse o segredo de Magnólia para ser tão bem sucedida profissionalmente e uma estrela em ascendência dentro da Torre de Marfim?

A atendente revirava os olhos , parecia compartilhar da mesma "preguiça" de pessoas preguiçosas que Magnólia tentava esconder, arqueava o dedo fazendo menção para que Magnólia aguardasse um segundo, enquanto empunha dois telefones em mãos.

Telefonista: -Desculpa, qual o seu nome? Você tem hora marcada com o Sr. Baquet? Falava a atendente depois de alguns segundos e já com o telefone empunhado para fazer alguma ligação. Os demais tagarelavam, as duas outras moças gargalhavam até que bem alto para um ambiente de trabalho, o segurança atinha-se a um sorriso discreto, e começava fitar Magnólia, parecia esperar ela falar o próprio nome, mesmo parecendo distraído, o homem estava atento á seus afazeres e a todos ali naquela recepção.
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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Guidim em Ter Jan 23, 2018 7:51 am

Lily (Marri Carangi)
FV 4/5
PS 9/14


Alexandra abraçava fortemente sua cria, o silencio imperava, parecia que a Anciã buscava em sua mente processar as recentes informações, fazia isso enquanto acariciava sua cria e amante, o medo de perde-la misturado aos perigosos caminhos que vossas Jyhad haviam tomado nas ultimas noite.

-Vamos achar uma saída minha criança... Minhas influências se enfraqueceram nos últimos anos, essa troca de principado e a recente busca por sua libertação me cobraram recursos além dos que eu possuía, dessa vez seremos apenas nós, eu e você.

Alexandra afastava Marri de seu colo, olhava no fundo dos olhos, reconfortando e esboçando um caloroso sorriso. -Trataremos um problema de cada vez, se ele quer que você seja os olhos dele dentro do conclave, você será, não tenho forças para bater de frente com um maldito primógeno no momento, trataremos do laço num segundo momento, e por fim daremos um fim nessa maldita Jyhad que nos assola, um arconte estará nesse conclave, precisamos saber que raios esta acontecendo, e sair desse fogo cruzado que está muito além dos meus séculos de não-vida.

Alexandra levantava-se delicadamente, ajudando sua cria a se levantar também, seu toque gelado e carinhoso por fim mostrava para a criança da noite que estava em casa, no afago de sua Sire. -Vá se cuidar, iremos juntas á este conclave. O olhar demoníaco tomava conta da ancião, ninguém vive por séculos sem criar inimigos ou mesmo dar fim aos problemas que aparecem, e Alexandra, era muito mais que uma bela pintora reclusa e fraca.
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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Guidim em Ter Jan 23, 2018 8:03 am

Edgar O' Neil
FV 7/7
PS 9/14


Edgard escreveu:- O que..  ela tem?

Peter entreolhava seu senhor pelo retrovisor, nada era encontrado, mas o fazia por costume, talvez o fato de não olhar diretamente para seu Senhor facilitava as coisas para o Vassalo. -AIDS, ultima e dolorosa fase dessa decadente maldição. Edgard podia notar como seu vassalo apertava o volante com tamanha força, a ira dele ao falar da doença de sua amada, sua amada prostituta, por anos eram os únicos sentimentos que Edgard havia notado em seu vassalo além dos poderes artificiais e sobrenaturais da Vitae, o amor dos humanos, tão forte quanto o rubro néctar dos malditos cainitas. Qual seria o mais abstrato dos sentimentos?

Enquanto o drama de Peter se instaurava naquele carro, o destino do Magistrado por fim era alcançado. Peter permanecia calado, enquanto olhava para a delegacia.
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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Rian em Ter Jan 23, 2018 8:23 am



"- Bom, parece que nem todos estão tão distraídos!" Magnólia reparava no segurança fitando-a enquanto a recepcionista pedia para a vampira aguardar. Ela retribuía o olhar do segurança com um sorriso, enquanto voltava seus olhos lentamente para a telefonista. É claro que ele devia estar fazendo o seu trabalho, mas Magnólia sabia que sua presença era "marcante" e um sorriso com segundas intenções pode abrir portas, literalmente... Ela agora precisaria ser discreta para cumprir com seu objetivo.

Telefonista: -Desculpa, qual o seu nome? Você tem hora marcada com o Sr. Baquet?

- Magnólia! Ah... eu creio que sim, deixa eu só confirmar na minha agenda.
Magnólia colocava sua bolsa sobre o balcão, de modo que o fundo da bolsa ficava para o segurança e a abertura da mesma para a recepcionista. Como se procurasse pela agenda, que ela sabia que não teria horário nenhum com o Sr. Baquet que ela nunca nem tinha ouvido falar, Magnólia procurava por alguns maços de dólares que com certeza haveria de ter em sua bolsa, afinal ela era rica e dinheiro era o menor dos problemas para a vampira. Se o poder movia a engrenagem do mundo das Trevas, o dinheiro movia o mundo dos humanos. E assim que ela encontra algum dinheiro, sem retirá-lo da bolsa ela dizia:
- Ah, aqui está. Acho que eu tinha um horário marcado justamente para agora... Você poderia confirmar? Dizia ela sorrindo para a recepcionista sinalizando que o dinheiro poderia ser dela.

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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Guidim em Ter Jan 23, 2018 8:33 am

Cassandra Casther
FV 5/5
PS 2/13


O instinto de sobrevivência de Cassandra se mesclavam com um evidente abuso sobrenatural de vossos sentimentos, ela advogava por sua soltura, por sua não-vida, mas sabia que seus sentimentos diziam o contrário, era ironicamente engraçado ela advogar contra seus próprios sentimentos, desta vez sozinha, sem ninguém para lhe tomar os sentidos, dessa vez era somente ela, seus sentimentos, suas dúvidas, seus instintos, sua fome, sua raptora e suas feridas horrendas e anestesiadas, era somente Cassandra.

A velha observava atentamente as palavras de Cassandra, sua boa dicção seus argumentos e suas indignações eram totalmente relevantes e reais, e as respostas eram a evidente saída.

Hermione -Bem, vamos recomeçar...digamos... de uma maneira mais casual e amigável, me chamo Hermione Kensington, sou uma vampira assim como você, porém possuo séculos de existência, o que me torna uma Cainita, assim que nos chamamos... bem, nem todos, mas o que me torna uma Cainita muito poderosa, e alguns poderes exigem certos sacrifícios, seria o que aconteceria com você, mas para sua felicidade eu me equivoquei, eu lhe abordei de maneira errada, e por uma simples condição sua, que ainda não compreendo eu a manterei viva, talvez até lhe solte após isso, mas saiba que será inútil tentar reagir, fugir ou mesmo se exaltar... como já te disse sou muito mais poderosa do que imagina, resistir seria inútil.

Aquela velha maldita de fala mansa, era complacente ver ela te ameaçando com essa voz aveludada, ela fazia sem esforço, o rosto amigável escondendo um verdadeiro monstro, mas será que essa balela toda era verdade?

-Tome, alimente-se, não quero ter que me livrar do ultimo maldito neófito Malkaviano que restou na cidade por conta de um simples Frenesi de fome, seria muito mais desastroso do que imagina, há muitas coisas em jogo cara Cassandra. A velha rasgava um dos pulsos com seus enormes caninos, e ofertava seu pulso para Cassandra, com a outra mão, a velha começava a soltar as amarras.
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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Guidim em Ter Jan 23, 2018 10:04 am

Godric "Rick" Defoe
FV 9/9
PS 10/20


Egito - Em algum lugar do Cairo - 2 meses atrás.

Um a um, os filhos de Set eram julgados, Neferu, a porta-voz momentânea da verdade de Toth comandava o mais divino ato presenciado por Defoe, livrando as fileiras de Set dos nefastos, dos impuros e dos fracos, a escuridão e as areias reivindicaram cada ser cujo coração pesou pelo pecado, de certa forma era uma maneira de enfim se unir ao Deus, ofertando-lhe vossa mais magnifica essência para a volta e triunfo do primeiro Sutekh.

Defoe observava e compreendia que apenas esse seria o caminho, de nada adiantava viver nesse mundo caso não fosse a vontade de Set, apenas Defoe e Neferu restavam dentro da pirâmide escarlate, pela vontade de Neferu o coração rígido de Godric flutuava belamente pelos ares até pousar sobre um dos pratos dourados da balança. Um ultimo sussurro como aqueles que habitou a mente do Setita por décadas pairava sobre a câmara ritualística soprando as areias que residiam no chão e apagando todas as tochas que ali residiam, mas dessa vez não era a voz de Neferu, era uma voz máscula, rouca e quente, Defoe já ouviu esta voz uma vez, na noite de seu abraço, na noite em que por meio de Nebit, sua alma viajou através do Du'at para receber o beijo caloroso de seu Deus. Naquela escuridão total, escuridão que Set fez dela sua moradia por milênios, Set enfim havia escolhido um dentre seus filhos e Set por fim falava: -DEFOE.

Num pincelar de dedos de Neferu, e todas as tochas estavam acesas novamente, Defoe podia nota-la encarando-o, com um olhar de desejo e paixão, seu olhos agraciados pelos dons de Apep fitavam por fim o coração de Defoe, que assim como os demais, perdia-se entre as areias do recinto, se desfazendo com beleza e magia, transformando-se em areia e perdendo-se ao ar, mas diferente dos demais, Defoe vivia. -Que o escolhido de Set seja livre de um dos aspecto de vossa maldição, pela vontade de Set.

Defoe por fim compreendera, seu coração agora residia nos seios de seu Pai, Set o observaria de perto, Set pronunciou seu nome, e como um pai bondoso, livrava seu filho das fraquezas daquele coração mortal, Defoe não precisaria mais dele, sua besta, deste momento em diante, seria facilmente subjugada,  porém com seu Deus em porte de seu precioso coração, jamais poderia abdicar de vossa fé.

-Assim como a verdade que paira em vosso coração o libertou, você deterá a partir de agora o dom da verdade também, nossa existência mundana é deveras conturbada para julgar outro filho de Set, apenas Set pode faze-lo, e você, assim com eu levará este dom.

Neferu deslizava pelos ares, deslizando divinamente, bela e delicada como sempre, a balança de ouro a acompanhava pelos ares, e uma imensa porta de pedra maciça se abria em suas costas, dando acesso as entranhas da pirâmide escarlate, Neferu sumia na escuridão, convidando Defoe a segui-la.
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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Guidim em Ter Jan 23, 2018 10:21 am

Magnólia
FV 3/6
PS 8/13


Perspicaz e letal, nada seria capaz de se colocar entre Magnólia e seu objetivo, seus modos discretos, sua conversa envolvente, e sua beleza abriam portas que jamais alguém poderia abrir, as demais portas ficavam a mérito do dinheiro e seus dons vamíricos, ainda pouco apurados, porém essa combinação mortal fazia dessa Degenerada uma exímia vencedora da Jyhad.

O Segurança observava de longe os movimentos despretensiosos da Toreador, a atendente aguardava ansiosamente para que Magnólia enfim encontrasse o tal horário marcado, podia-se notar um ar de irritação mas enfim la estava, o tal "horário marcado".

Telefonista: -Ah! Desculpe-me Senhorita Magnólia, esta aqui, como eu pude deixar de ver. A telefonista pegava prontamente um crachá de visitante enquanto digitava algumas coisas no computador. -Décimo segundo andar, sala no final do corredor, mas creio que a senhorita já deva saber, estou apenas reforçando. A telefonista por detrás da bolsa que fazia uma barreira visual entre elas e o segurança entregava um crachá com o nome "STAFF" , e com um sorriso malicioso e olhos desconfiados aguardava a troca do crachá pelo maço de dinheiro, de maneira discreta e ilícita.
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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Outis em Ter Jan 23, 2018 5:57 pm


O julgamento continuava e, um a um, todos eram consumidos pela vontade de Set que se manifestava através de Neferu. Sua vontade é tão divina que toma forma através da escuridão que reivindica a essência daqueles que já haviam terminado sua jornada. Pecadores, fracassados, indignos, ainda assim tem sua utilidade para Set. Tudo à Ele pertence e tudo à Ele retornará. Mas eu não serei como eles, minha jornada nesse mundo apenas começou e, assim como essa escuridão cercada por areias, serei a manifestação da vontade de Set.

Um sussurro que só tinha ouvido em minha mente na noite em que fui abraçado estrondava na câmara. A mesma voz que que me fez ter certeza de que estava nos planos de meu Deus. Dessa vez, no entanto,  entendia como um benção. A benção de ter sido escolhido e de ouvir a voz de meu Pai. Minhas crenças e ideais já estavam cravados em minha alma de modo que já não tinha dúvidas em meu coração - que agora habitava juntamente dEle no Duat.

Livre da fraqueza que o coração carrega, a Besta será facilmente subjugada a partir de agora. Nem mesmo a maldição de Cain é capaz de impedir a vontade de Set. Não só a Besta como todo aquele que tentar ficar no caminho de sua vontade serão subjugados. Neferu, que carrega um olhar diferente de quando cheguei aqui, ainda possui a leveza e delicadeza de um floco de neve, durante sua fala, eu apenas a observo atentamente enquanto a voz melódica sai de sua boca.

Uma imensa porta se abre, Neferu entra ao mesmo tempo em que me convida a segui-la. Sem hesitar, me levanto e a acompanho para as profundezas da Pirâmide Escarlate.

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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Guidim em Qua Jan 24, 2018 8:06 am

Godric "Rick" Defoe
FV 9/9
PS 9/20


Nova York - Dias atuais.

Passaram-se dois meses desde que Godric adentrava para as estranhas da pirâmide Escarlate após um julgamento ministrado pela Rainha da Corte do Fogo, Neferu. Depois daquela noite, Godrick empenhou-se em observar tudo o que o chamado de Set havia lhe reservado, na escuridão repleta das catacumbas, seus sentidos abençoados por Set foram seus únicos sensores para o que acontecia em sua volta, a única iluminação avistada erra o temido fogo, algo dominado e que dobrava-se á vontade de sua Rainha Neferu, mas Godrick não o temia mais como antes, assim como sua besta sedenta, agora mais branda e subjugada pelas vontades tifônicas. Dois longos meses, um mero suspiro para a eternidade de um Setita, porém preciosos demais á presença de uma filha tão próxima a Set, que lhe dedicou essa parcela de sua eternidade mostrando os caminhos para seu Deus, e aprimorando suas habilidades, pois um súdito de Set jamais deve cair nas armadilhas dos Aeons, e Neferu abria os olhos de Godrick para a verdade de Totth.

Godrick durante esses tempo todo pode contemplar a escuridão que aprisionou Set, e aprendeu a apreciá-la "-Nossos julgamentos são nebulosos para identificar quem está nos planos de Set, e quem ja cumpriu sua tarefa nesse mundo, tudo a ele pertence, e apenas ele pode decidir sob o que a Set pertence". Neferu repetia incessantemente esta frase enquanto Godrick manipulava a balança dourada e tentava comungar seus sentidos com a vontade de Set, quando lembrava-se do ato de Set tomando seu coração para si, este era o momento em que a verdade de Toth, filho de Set, por fim manifestava-se no seu filho distante, Defoe.

Pesar o Coração:
Pesar o Coração
(Auspícios •••, Serpentis •••••)
Os antigos egípcios acreditavam que a consciência e julgamento residiam no coração; na pós vida os deuses pesavam o coração do individuo, as lembranças dos seus feitos, através da balança da verdade. Um Setita tendo aprendido Coração das trevas não somente pode remover o coração de um vampiro para mantê-lo a salvo, ele ganha um conhecimento profundo da consciência do outro. Este poder é desenvolvido através de Auspícios.
Como o deus Toth, um vampiro com esse poder pode "pesar" o coração de outra pessoa, para ler seu caráter e pecados.  Assim conhecendo o caráter de outra pessoa se torna mais fácil tentá-la, corrompê-la ou instruí-la.
Sistema: Este poder requer um teste de percepção + empatia (dificuldade 8 ). Cada sucesso revela uma verdade sobre o alvo, com particular ênfase nas fraquezas, paixões e pecados. A primeira verdade sempre é a natureza da vítima, verdades subsequentes podem incluir quaisquer perturbações ou defeito mental, paixões fortes ou medos mais profundos e delitos (embora nunca explique detalhes sobre crimes específicos).

Não apenas as habilidades haviam sido forçadas e testadas de Defoe, sua fé, sua convicção e seu autocontrole foram essenciais para galgar mais um degrau na eterna escada rumo a Set, sua alma transcendia e seu espirito fortalecia-se, Sutekh o chamava e cravava ainda mais suas fortes presas em seu filho, unindo-os cada vez mais. [ Trilha do Sutek 5 => 7]

De volta á seu futuro objeto de poder: A Grande Maçã. Ela havia mudado bastante enquanto Godrick manteve-se afastado, uma guerra silenciosa colocava fim a toda disputa do território do trafico de toda a cidade, El Mayo acompanhou de perto toda essa merda que estava acontecendo, e sabia que apenas um porto-riquenho maldito havia triunfado, Juan Fuentes, um maldito mortal com o controle total de distribuição das drogas em todos os condados da Grande Maçã. A Torre de Marfim também passava por um conturbado recomeço, Blair Lecter, a antiga dama gélida, havia sido destronada por Miro Renari, um maldito Ventrue do velho mundo, Godrick mais cedo ou mais tarde lhe deverá as devidas apresentações, afinal Blair era passado.

Em seu templo profano, Defoe encontrava-se sozinho, tramando seus próximos passos para a noite que já havia se iniciado, Defoe havia se inteirado de assuntos obscuros da cidade, da Camarilla e inclusive do Sabá, o gado movia-se á vontade dos Aeons, e um Setita jamais deve ficar para trás nos jogos da Jyhad, seria uma renuncia á Set, e um desperdício de talento.
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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Krauzer em Qua Jan 24, 2018 11:08 am

Lily derramava lágrimas de sangue no colo leitoso de Alexandra, mas se sentia mais satisfeita por sua mentora não ter ficado furiosa com ela após contar tudo. A neófita levantava a cabeça, olhava nos olhos de Alexandra, a agradecia por tê-la entendido e a beijava.

Após isso, ela se levantava e ia para seu quarto se arrumar para o conclave. Não havia muito a ser feito no momento, a não ser ceder às chantagens de Sombra. Por hora teriam de jogar seu jogo, mas pelo menos agora ela sabia que não estaria sozinha nessa.

Após se arrumar, ela esperava por Alexandra, para que ambas fossem juntas ao conclave.
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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Undead King em Qua Jan 24, 2018 12:30 pm



O Lasombra observava como o seu carniçal se comportava, movido por aquele sentimento maldito.
Peter escreveu: -AIDS,ultima e dolorosa fase dessa decadente maldição.
AIDS, a DST mais mortal e debilitante, era isso que causava a morte daquela puta ignóbil. Edgard se preocupou com a saúde do seu vassalo, se ele podia ter se infectado com a doença, e porque ele só foi saber que ela tinha essa doença agora, mas a merda já deveria estar feita. E o Lasombra se descobriu incapaz de responder a Peter qualquer coisa, a situação era algo tão inesperado! Quando Peter se apaixonou por aquela desgraçada? Edgard sabia que deveria ter prestado mais atenção no relacionamento entre os dois, se tivesse tomado as providências para evitar isso não estaria nessa situação tão inesperada. Ela tinha AIDS, no fim das contas ela iria morrer e Edgard pouco se importava com isso mas a desgraçada tinha fisgado seu carniçal com um arpão. Se ela morresse agora, nessa situação onde o Lasombra estava tentando aumentar sua influência e poder sobre a cidade, Peter ficaria deprimido, e isso prejudicaria o desempenho do carniçal, e Edgard não suportava a ideia de num momento tão importante ter seu vassalo chorando pelos cantos por causa de um puta! Edgard odiou ela do fundo da alma amaldiçoada dele por frustrar com os planos dele, por estragar seu carniçal. Talvez fosse necessário... trocar de servo.

Edgard ficou olhando para as costas de Peter por alguns segundos em silêncio, ponderando sobre tudo isso. Sua mão se fechava em uma fúria contida, da mesma forma que as mãos de Peter se fecharam sobre o volante na direção. É claro que o carniçal não via essa reação, Peter além de estar concentrado olhando para o caminho estava sofrendo por causa do estado terminal de sua amada. A viagem prosseguia sem mais uma palavra, até eles chegarem a delegacia de Chuck aonde o tal playboy traficante do Juan estava preso. O silêncio do Lasombra significava muito mais do que palavras para o carniçal.

O vampiro saía do carro, fechando a porta num baque, e caminhava decididamente para a delegacia. Peter esperaria no carro pelo seu senhor, pensando no que iria acontecer agora que ele tinha se aberto com Edgard. O Lasombra não pretendia demorar muito, queria se encontrar com Chuck e ter uma conversa com o cara que foi apreendido pelo chefe de polícia. Entrava na recepção e logo falava que queria falar com Chuck, o assunto sendo importante.
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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Guidim em Sex Jan 26, 2018 7:44 am

Lily (Marri Carangi)
FV 4/5
PS 9/14



Enquanto se arrumava e tirava de seu corpo toda aquela imundice dos esgotos da cidade, um lindo som melodioso vinha dos enormes corredores daquele apartamento luxuoso, provavelmente mais um dos dons de Alexandra, uma exímia artista não importava onde ela atuava, sempre era belo e bem executado.

A réquiem fazia Lily devanear por alguns segundos, lembrava-se do gosto do sangue do Nosferatu, aquele doce e rubro néctar, lembrava-se como a companhia do mesmo era reconfortante e paternal, os devaneios da música a remetiam os últimos sonhos das ultimas noites, e por fim, ela sabia que eram apenas os efeitos sobrenaturais do laço que ele havia imposto a ela, era inútil relutar, mas seria necessário.

Logo, as belas Toreador se punham no caminho do West Side Stadium, o Vassalo automato de Alexandra quem dirigia o luxuoso Sedan, as luzes da Grande maçã penetravam o interno do veículo, e evidenciava o belo sorriso de Alexandra, esta que não escondia um semblante sério e pensativo, a anciã parecia abalada e aflita, dois sentimentos que não são muito apreciados nos jogos da Jyhad.


Por fim, lá estavam, onde o Sombra havia dita que Lily deveria estar para observar e lhe contar tudo. A imensa construção do estádio abrigava em seu interior um espaço super reservado e seguro dedicado á convenções de alto padrão, seguindo Alexandra os caminhos eram liberados facilmente, no saguão principal ao ar livre e cercado de vidros espelhados avistava-se alguns membros já presentes. Basicamente as Harpias e alguns neófitos, o Príncipe ainda não havia chegado nem o zelador, Lily logo notava que sua irmã de clã, Gwen Bricmont, lhe encarava estranhamente, com os olhos escarlates que evidenciavam sua natureza vampírica.

-Tente não transbordar nossas inseguranças nem nossas receios, seria fatal se alguém soubesse de nossas.. digamos... fraquezas momentâneas.
Sussurrava sua senhora enquanto avistava os membros dispostos no salão, um sorriso belo e um semblante amigável instantaneamente tomava conta do rosto de Alexandra, e era possível até dizer que elas estava feliz e se divertindo prestes a socializar com a alta classe da sociedade cainita.


Alexandra dirigia-se para o grupo de harpias, deixando sua cria sozinha, logo uma voz vinha de trás de Lily, era Vivian, uma das mais influentes Toreador da Torre -Vivian: -Perdida minha criança? [risos acanhados] Nossa que indelicadeza minha, não foi minha intenção, afinal voce e Alexandra ja passaram péssimos momentos por conta de seus perdidos, perdoe-me novamente, não foi intencional, apenas uma acaso verbal.

Vivian:


Última edição por Guidim em Sex Jan 26, 2018 9:56 am, editado 1 vez(es)
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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Guidim em Sex Jan 26, 2018 8:05 am

Edgar O' Neil
FV 7/7
PS 9/14


Edgard se deparava com um problema que parecia descartável e detestável, o amor de Peter seria suficiente para transpassar o poder do laço de sangue a ponto de comprometer o rendimento de seu vassalo? Edgard poderia correr este risco num momento tão oportuno e delicado? Muitas coisas estavam em jogo, e o movimento das peças não paravam de surpreender Edgard.

Na Delegacia, um movimento caótico tomava conta dos corredores, Edgard era trombado muitas vezes, o irritando, presos e policiais fichando-os, por fim chegava até o gabinete de seu contato, o velho e gordo Chuck, com certeza esse miserável soube levar sua vida dentro da corporação, corrompendo os novatos e mantendo-se longe da corregedoria, Chuck sempre foi o cara neutro nas ruas e na corporação, sempre vendo seu lado antes do que de qualquer outro, mas era discreto e inteligente.


Chuck - Edgard, seu maldito miserável, achei que viria ontem, foi dificil manter o playboy aqui o dia todo, o pai desse arrombado tem muita grana, e mais contato do que imaginei... mas por azar dele e sorte nossa, meus contatos eram melhores hahahahahahaha. O gordo vinha risonho e caminhava-se lentamente e com dificuldades, dava um semi-abraço em Edgard enquanto falava, cumprimentando o Magistrado, e enquanto procurava algumas chaves numa gaveta com centenas delas, concluía. -Aqui esta, vamos, você conversa logo com esse filho da puta para que eu possa liberá-lo, não queremos chamar atenção não é mesmo.

Eles atravessavam os corredores de celas, Chuck indicava para Edgard aguardar numa saleta de interrogatório, após de alguns minutos Chuck voltava com um jovem universitário de boa aparência e roupas de grife, era belo e atlético. Chuck o sentava em uma das cadeiras dentro daquela tipica sala de interrogatório, o olhar do rapaz era cansado e irritado. -Quando acabar com ele, solte as algemas e libere-o, pedirei para alguém manter guarda na porta. Falava Chuck enquanto entregava a Edgard as chaves das algemas e retirava-se do recinto, não antes de desligar as câmeras que registravam o que ali dentro acontecia.
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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Rian em Qua Jan 31, 2018 3:11 pm



“- Quanto deve ganhar a recepcionista de um jornal? De longe não deve ser o cargo mais bem remunerado daqui. Com certeza um dinheiro extra seria o melhor argumento que poderia haver entre eu e ela. Vai saber quais os problemas uma mulher dessa pode ter?! Com certeza qualquer quantia equivalente a um salário que ela ganha já deve ser um super “extra”. Talvez eu possa ir até além de uma pequena marcação na agenda em troca de uma mesada mensal, afinal é sempre útil ter alguém dentro de um grande jornal...”

-Décimo segundo andar, sala no final do corredor, mas creio que a senhorita já deva saber, estou apenas reforçando.

- Ah sim claro! Mas isso é muito bom, afinal a memória já não é o meu forte e com tantos compromissos a gente acaba mesmo se confundido.
Enquanto sustentava um aparente bate-papo com a recepcionista, discretamente a vampira entregava o dinheiro no momento em que pegava o crachá e em seguida o colocava em sua blusa.
- Obrigada, senhorita... Dizia o nome após olhar no crachá da recepcionista. - Ah propósito, este aqui é meu cartão. Dizia entregando o cartão profissional com o contato pessoal de Magnólia. – Minha empresa está contratando, então se você souber de alguém... Antes de terminar a frase, fazia uma pequena pausa, separando as duas últimas palavras, para que ela entendesse o recado...- me ligue.
Em seguida Magnólia dirigia-se para o elevador.

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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Krauzer em Qua Jan 31, 2018 4:29 pm

Alexandra era uma ancilae experiente, mas Lily conseguia enxergar através de seu sorriso. Ela apenas esperava que os membros restantes não pudessem fazer o mesmo.

Elas provavelmente haviam chegado cedo (em ocasiões como esta, um leve atraso pode até mesmo passar uma boa impressão). O príncipe estava ausente, nem mesmo o zelador estava presente no momento, apenas algumas harpias e neófitos.

Enquanto observava os poucos presentes, o olhar da neófita encontra o de Gwen Bricmont, outro membro do clã das artes.


-Tente não transbordar nossas inseguranças nem nossas receios, seria fatal se alguém soubesse de nossas.. digamos... fraquezas momentâneas
Sussurrava sua senhora enquanto avistava os membros dispostos no salão, um sorriso belo e um semblante amigável instantaneamente tomava conta do rosto de Alexandra, e era possível até dizer que elas estava feliz e se divertindo prestes a socializar com a alta classe da sociedade cainita.

- Pode deixar, darei o máximo de mim!- Cochichava de volta.

Alexandra a deixava sozinha nesse mar de tubarões para interagir com as harpias. Lily não a culpava, pelo contrário, ela deveria aprender a se virar sozinha em meio aos chacais da alta sociedade.

-Vivian: -Perdida minha criança? [risos acanhados] Nossa que indelicadeza minha, não foi minha intenção, afinal voce e Alexandra ja passaram péssimos momentos por conta de seus perdidos, perdoe-me novamente, não foi intencional, apenas uma acaso verbal.

Era Vivian, outra influente Toreador quem pegava Lily desprevenida. Vivia tinha fama de ser dissimulada e invejosa (embora ninguém mencionasse isso em sua presença). Parece que ela estava sondando uma possível vítima social.

- Perdida?! Com certeza não, minha mentora está logo ali! Mas e você?! É impressão minha ou está sozinha?
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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Undead King em Sab Fev 03, 2018 2:37 pm

Edgard se movimentava pela delegacia, sendo esbarrando de vez em quando por algum funcionário apressado, aquilo incomodava o cainita, que apenas dirigia o seu olhar impetuoso para frente, para que a próxima pessoa que passasse pelo vampiro tivesse a sensação de que não era uma boa ideia esbarrar nele.
Finalmente o Lasombra chegava no gabinete de Chuck, o seu contato na Polícia. Edgard sabia que apesar de estar acima do peso e aparentar ser um cara preguiçoso, Chuck era bastante esperto e astuto, tinha sua influência cultivada com bastante afinco, ele podia ferrar com o Edgard facilmente se quisesse. O cainita nunca descartava essa possibilidade, sabia que Chuck venderia a própria mãe se a quantia valesse a pena.
Chuck Marshall escreveu: Chuck - Edgard, seu maldito miserável, achei que viria ontem, foi dificil manter o playboy aqui o dia todo, o pai desse arrombado tem muita grana, e mais contato do que imaginei... mas por azar dele e sorte nossa, meus contatos eram melhores hahahahahahaha.
- Tive outros assuntos para resolver, o caso daquele cara que foi morto perto da minha área, quis saber quem tinha sido a pessoa que puxou o gatilho. Quando cheguei aqui na delegacia você já tinha ido embora. Edgard já desconfiava quando Marshall falava sobre a família do playboy que era traficante do Juan. Essa familia rica e influente também poderia estar por trás da ascensão do Juan. Edgard encarava Chuck com um cenho de dúvida, sabendo que quando havia bastante dinheiro não podia confiar completamente nele - Suponho que eles tenham te oferecido um bom valor pra soltar o playboy não é? Vamos lá Chuck, eu te conheço, e você também me conhece. Se teve alguma oferta oculta eu gostaria de saber, eu geralmente cubro o preço. - Edgard deixava claro para Chuck, que a amizade do Lasombra valia muito mais do que as outras, literalmente. Não podia deixar outras pessoas comprarem seu principal contato e o usarem contra ele. - Bem, qual o nome da família do desgraçado? É dona de alguma empresa que eu conheça? - Perguntava despretensiosamente conforme andavam pelos corredores da delegacia, Edgard sabia que dependendo da família ele poderia traçar uma ligação até o vampiro por trás dessa mudança brusca nas ruas, e o Lasombra não duvidava que fosse a Charlotte que estivesse por trás disso. A Harpia estava tramando algo grande...
Edgard esperava na sala de interrogatório que Chuck havia mostrado, e logo via o cara que ele estava atrás. Ao ver o semblante cansado, Edgard dava um sorriso sádico, como o de um lobo para uma ovelha.
Chuck Marshall escreveu: - -Quando acabar com ele, solte as algemas e libere-o, pedirei para alguém manter guarda na porta.
- Não se preocupe, vou ser rápido. - Edgard matinha os olhos fixados no garoto, enquanto Chuck deixava com eles a chave da algema e desligava as câmeras. Só para garantir, o Lasombra usava das trevas (1PdS) para garantir que não fosse filmado nada, não que ele se importasse de ser filmado, mas um cara na sala de interrogatório falando sozinho podia ser visto como quebra de máscara. Num sutil movimento, a lente da câmera era obscurecida, e tudo que podia ser filmado eram trevas.
O silêncio preenchia a sala, enquanto Edgard observava o playboy, ele iria arrancar cada pedaço de informação possível. - Parado - O comando era dado, o cainita olhava fixamente para os olhos do garoto quando falou (Dominação 1). Lentamente ele se levantava e se dirigia aonde o traficante estava sentado, ficando bem próximo dele, o Lasombra falava em um tom bastante baixo mas o suficiente para o garoto ouvir - Vamos ser rápidos. Você responde o máximo possível e nada vai acontecer com você. Quero apenas dizer que odeio mentirosos...  (Intimidação) O Lasombra dava uma pausa, observando a reação do homem. Logo depois ele continuava - Qual o seu nome? O que você sabe sobre Juan? O que você estava fazendo na parte da cidade que não pertencia ao Juan? O que você tem haver com o Spencer? - O Lasombra fazia a primeira leva de perguntas.
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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Outis em Sex Fev 09, 2018 11:51 am

Como disse Einstein, o tempo é relativo. "Será que ninguém o abraçou? Ou o transformou em um carniçal pelo menos... uma mente, de fato, brilhante." - Foram dois meses cujo o valor é muito maior que um tempo de vida. Alguns levariam anos, décadas, para subir um degrau na caminhada rumo a nosso criador, quanto mais dois. Ser iluminado por alguém tão próximo de Set certamente acelera o processo, mas mais do que isso, a própria vontade dEle se fez presente.

Assim como Ele fez, me tornei um com a escuridão que o aprisionou, só assim eu pude compreender ao menos uma fração do que Set é capaz. Somos tão pequenos perto de sua magnitude que somente o seu julgamento pode ser levado em consideração, e era através da verdade de Toth, que se manifestava em mim, que seu julgamento se transmitia até nós. A partir de agora, além de carregar sua vontade, também carrego a permissão de julgar todo aquele que cruzar nosso caminho.

[...]


De volta a Grande Maçã, logo que retorno noto outro claro exemplo de como muita coisa pode mudar em pouco tempo. Uma guerra que se esticava a muito tempo, era silenciosamente finalizada e ganha por apenas um homem. A chegada do maldito Ventrue certamente não é coincidência, na verdade só deixam as coisas mais claras, e mais interessantes. Cedo ou tarde terei que encontrá-lo, que seja cedo, e nos meus termos.

Passo pelo local aonde guardo algumas garrafas da bebida tifônica e pego dois exemplares, cainitas antigos e mais desconfiados normalmente desperdiçam a primeira testando-a contra feitiços e coisas do tipo. Passo pela sala até que por fim chego na ampla parte aberta da cobertura que El Mayo possui em Manhattan e que gentilmente me cedeu para utilizar como refúgio. Contemplo a vista por alguns minutos, imaginando o dia que finalmente irei triunfar na conquista de todo esse território e dedicá-lo a Set. Pego as duas garrafas e sigo em direção ao Elísio.

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Re: NY - Um "novo" começo.

Mensagem por Winterfell em Seg Fev 19, 2018 4:22 pm

Hermione - Bem, vamos recomeçar...digamos... de uma maneira mais casual e amigável, me chamo Hermione Kensington, sou uma vampira assim como você, porém possuo séculos de existência, o que me torna uma Cainita, assim que nos chamamos... bem, nem todos, mas o que me torna uma Cainita muito poderosa, e alguns poderes exigem certos sacrifícios, seria o que aconteceria com você, mas para sua felicidade eu me equivoquei, eu lhe abordei de maneira errada, e por uma simples condição sua, que ainda não compreendo eu a manterei viva, talvez até lhe solte após isso, mas saiba que será inútil tentar reagir, fugir ou mesmo se exaltar... como já te disse sou muito mais poderosa do que imagina, resistir seria inútil.

"Se isso requer um sacrifício, espero que me abordar agora “da maneira certa” não resulte na consumação do que você queria." Fazendo desse momento, só uma espécie de protelação, que contudo, ainda resultaria no mesmo fim, minha morte. "Além disso, quando ela compreender o que quer que seja essa “minha condição” pode muito bem perder o interesse e por consequência se livrar de mim. Ou mesmo me sacrificar como era sua intenção no inicio. O que infelizmente da no mesmo pra mim, morte." Mais ciente agora da complexidade da minha situação, concluo: "Que situação de merda, puta que pariu! "

Quando torno a falar, ela não era a única a ostentar um “rostinho amigável”. - Minhas maneiras não devem ser um problema, mas ainda assim, tomarei redobrada atenção quanto ao que contradiga a conduta que você espera. "Claro que não tenho porque tornar a minha situação ainda mais difícil. Mas é bem possível que um daqueles imbecis faça alguma merda a primeira oportunidade, então seria bom conseguir que ela seja um pouco “mais paciente” a nossa situação ou posso acabar morrendo de graça." Me revolto internamente. "Como se morrer já não fosse irritantemente provável na minha situação atual." - De toda forma, devo dizer que há outros ... “inquilinos” e não posso responder por eles, embora, ainda espere que, como a cainita poderosa que é. Você poça lhes punir adequadamente, sem estender a mim uma punição que caiba a algum deles. Não queria dar muita informação sobre mim mesma, mas ela já parecia saber sobre “os outros” e ... queria me proteger da muito provável e praticamente inevitável estupidez deles. "Além disso, preciso que ela continue falando e me de mais informações em cima do que trabalhar." - Agora.... Mostrando curiosidade. - Posso saber a que “condição” se refere? Meu quadro é um tanto complexo e infelizmente padeço de “mais condições” do que gostaria. Seria agradável saber qual delas não pertence a “lista dos dissabores” por assim dizer.  

"Não posso correr o risco de “pagar pra ver” se você é toda super poderosa mesmo, então terei de continuar jogando conforme suas regras até encontrar uma saída." A nossa “negociação” então. - Agora quanto a me manter viva e talvez até me soltar. Posso manter meu semblante de advogada e uma postura agradável na superfície, por mais que no fundo queira acertar sua cabeça com um taco de beisebol. - Casualmente seria interessante elevar um pouco a sua proposta a termos mais amigáveis, digamos talvez a coisas que eu mesma não tivesse antes desse nosso encontro oportuno. Continuo a manter a “fachada amigável” enquanto tento negociar da maneira que posso. - Claro que não é minha intenção abusar da boa vontade da minha anfitriã, mas essa negociação pareceria mais uma negociação, se de fato houvesse algo a ganhar, ao invés de apenas algo que não se quer perder.

-Tome, alimente-se, não quero ter que me livrar do ultimo maldito neófito Malkaviano que restou na cidade por conta de um simples Frenesi de fome, seria muito mais desastroso do que imagina, há muitas coisas em jogo cara Cassandra. A velha rasgava um dos pulsos com seus enormes caninos, e ofertava seu pulso para Cassandra, com a outra mão, a velha começava a soltar as amarras.

"O que é um neófito malkaviano?" Era uma das coisas que queria perguntar, contudo, quando ela rasga seu pulso fazendo subir esse cheiro pungente e delicioso tenho de focar com todas as forças que me restam. Ou do contraria deixaria de ser “eu mesma”. "Nossa que cheiro bom!" Sentia-me ainda mais faminta, tanto que nem percebi minhas presas surgindo, mas elas já estavam ali ... e ... eu mesma já estava no pulso oferecido antes de dar-me conta. Como se atraída por uma força irresistível, uma espécie de “gravidade” condensada naquelas veias, na qual me via capturada, podendo apenas orbitar a volta. Bebendo de Hermione como se ela fosse o centro do meu universo.

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Re: NY - Um "novo" começo.

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