Drowned Souls

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Re: Drowned Souls

Mensagem por R.Gato em Seg Out 30, 2017 11:49 am

Stanislav Nottinghan
PDS 09/15


Resultados :
Stanislav rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 6 para tmt 3 + talismã que resultou 3, 8, 2, 4, 10, 2, 6, 5, 8, 3 - Total: 4 Sucessos
Stanislav rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 8 para ler aura que resultou 3, 2, 2, 6, 7, 9 - Total: 1 Sucessos

O príncipe prestava atenção em cada palavra que o bruxo falava, a atenção era toda voltada a ele, sua cordialidade era tremenda que o membro nem mesmo pareceu se importar em falar o clã ao qual pertencia. Alex olhava aquele lenço sendo amarrado no pescoço e parecia um pouco curioso com aquilo mas permaneceu calado ouvindo seu visitante.

"_Tem uma bela cidade meu senhor."

_Ó, bondade sua, ainda tenho muito o que fazer aqui.

A fala do membro tomava forma, uma fumaça pálida e fraca saia por sua boca, eram os reflexos de sua aura. Ele se ajeitava em sua poltrona enquanto esperava escutar o que havia perguntado.

"_Sou Stanislav Notinghan do clã Tremere."

_Interessante, nossa capela está vazia pelo que eu saiba. Acredito que seus companheiros o enviaram para tomar conta dela, não é mesmo?
- perceptivelmente sem graça ele continua - É uma pena essas série de assassinatos terem matado os dois bruxos da cidade.

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Re: Drowned Souls

Mensagem por R.Gato em Seg Out 30, 2017 12:07 pm


Malika de los Anjos
PDS 9/13


Teste:
Malika rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 8 para ausp 4 que resultou 10, 7, 8, 1, 9 - Total: 2 Sucessos

_Então é isso que você viu - a Malkavian olhava no fundo dos olhos de sua cria - é realmente bonito, apesar de perturbador, quanto mais tempo eu continuo em minhas jornadas mais eu percebo que não sei sobre nada. Muito obrigada criança, esses dias em sua companhia  foram como uma brisa em meio a um quente verão. Se permite um ultimo conselho, não fale sobre sua mediunidade com ninguém, os mais sensíveis ao oculto foram assassinados. Não é muito claro mas a TEIA me mostra a imagem de uma cobra engolindo mariposas. Creio que já temos uma pista de onde começarmos, esse riacho não deve ser difícil de localizar em um mapa.

A bela lunática se levanta com elegância, beija uma das bochechas de Malika e a entrega um cartão com um papel e números - aceite esse presente, eu imaginava que você poderia querer prosseguir sozinha e preparei esse regalo para sua independência. Mas ainda sim acredito que iremos nos ver mais vezes - a elegante mulher dá as costas e vai em direção a saída do parque.

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Re: Drowned Souls

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Seg Out 30, 2017 9:22 pm

 _ E agora, meu, senhor. Qual , o nosso, próximo, passo?

Baruch olhava com certa ira para o Carniçal. Ter ele como um ponto fraco tornava-se frustrante pois Felix já havia demonstrado-se útil no passado e nunca havia sido visto como uma forma de atingir o Inquisidor. As ameaças com as quais o Lasombra já tivera de lidar nunca, antes, haviam utilizado o humano como uma arma. Pelo menos até agora...

 -- Para começar, fique longe desta merda. - Diz o Vampiro referindo-se à droga. -- Se você não estiver totalmente alerta, em nada será útil para mim. 

 O Inquisidor conferia as armas que trouxera consigo: Seu machado, espada, facas, pistolas e o rifle de precisão. A atuação do Carniçal também lhe seria útil, fazendo com que seu estado letárgico atrasasse os planos do Guardião. Em sua mente, Baruch começava a traçar um plano que, não fosse pelo ato desmedido de Felix, seria perpetrado naquela mesma noite, dando fim a existência do Xerife e permitindo que Baruch começasse sua investigação tão logo a noite seguinte nascesse. 

 -- Vá dormir. Precisarei de você desperto amanhã a noite. - Diz o Inquisidor, conferindo a munição de suas pistolas e o fio de suas facas. Ainda que ele soubesse que estavam como deveriam, tal ação acabou por virar um hábito para o Cainita. -- Jogue a maconha no vaso sanitário, toxinas não são ineficazes contra você, então mantenha-se intocado.

 Baruch dirigia-se, enfim, para a porta do apartamento. Carregando suas pistolas, facas e a espada ocultas sob o sobretudo, ele levaria consigo, também, o rifle de precisão oculto em seu case. Já fora do apartamento, trancaria a porta e seguiria para o carro. Era hora de começar o trabalho. 

 Dirigindo-se aos locais indicados por Cobah como ambientes frequentados pelo Xerife, o Inquisidor usaria seu celular para tirar algumas fotos, tanto dos locais em si como da rua ao entorno: Prédios, becos, movimentação de transeuntes.

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Nós queremos ver você se curvar à escuridão. Você quer nos seguir através da noite? Você nunca morrerá como uma criança da noite
Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





Spoiler:

"Penso, Logo Existo"
- Sussurros, pois ninguém deve nos ouvir.
-- Por que não falamos de igual para igual?
--- Gritos, pois devo ser ouvido.
*Atos, pois não devo confiar apenas nas palavras.*
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Re: Drowned Souls

Mensagem por Guidim em Ter Out 31, 2017 3:04 pm

Malika assentia com a cabeça, demonstrando total entendimento aos conselhos de sua Sire. Por um instante sua mente viajava ao seu tempo de criança, e lembrava das atrocidades que fizeram com seu corpo pelo simples fato de saberem sobre os dons mediúnicos da jovenzinha Malika. Mais uma vez seus dons se tornaria um fardo e de agora em diante, a lunática carregaria isso como um de seus maiores segredos, atrás de sua inabalável fé, Malika agiria pela penumbra dos desconhecidos.

Com um singelo beijo gélido numa pele de ébano, Malika e Carmem selavam uma breve despedida? Ambas tinham a certeza que partiriam uma vez mais rumo ao vosso destino. Após ver Carmem sumindo pelo parque, Malika punha-se a sentar no mesmo assento onde sua senhora havia feito o monólogo, pegava-se pensando em todos os eventos que ás carregaram até aquele momento, lembrava dos conselhos que recebia, do diálogo com Alex, da visões do pergaminho e das nuances da Teia que Carmem havia compartilhado. Todos os eventos, todas as mais finas linhas que teciam a Jyhad da Criança da noite existiam, mas não existiam em vão, era como se o mundo tentasse lhe falar, mas ela ainda não estava pronta, ou mesmo não quisesse ver.

Malika permanecia ali, parada. Mesmo sem precisar enxia seus pulmões daquele ar fresco do parque enquanto se concentrava no mundano. Seus sentidos era iluminados pelo divino* e Malika clamava uma vez mais pelos seus dons mediúnicos, num transe complacente e libertador. A Malkaviana clamava pela sabedoria divina das entidades que ali residiam, tentava através do invisível, enxergar. o Insípido começava a tomava gosto, e o divino poderia enfim lhe tocar sem culpa, o inaudível do outro plano, poderiam enfim chegar aos ouvidos de Malika.

*[Auspex 1]
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Re: Drowned Souls

Mensagem por @nonimous em Ter Out 31, 2017 8:50 pm

Stanislav sente o poder fluir por ele, sua vontade magica reduz sua potemcia de sangue, ou amplia, pura semântica.
OFF 2 GERACOES POR DUAS HORAS.

- Nao precisa se constranger majestade, tenho certeza que minha casa e meu clã irão cuidar disso, venho aqui por outros motivos, e pode parecer precipitado, mas algo me faz acreditar que a destruição de meus consaguineos esta ligado ao que me trouxe aqui.

Stanislav lança aqielas palavras apos revelar um pouco da alma do vampiro, espera também uma reação a sua jogada, ele revelar aquilo, a morte de dois tremeres pode ser uma isca.


- Suspeito que o senhor tenha um devorador de almas na sua cidade praticando diabólismo. Cospe Stanislav e um mais serio.

Coupe de grace.

Em seguida o vampiro se prepara, apertando forte sua bengala, se sente seguro, e claro, um kovimento em falso e aquele pretender sofreria a morte final.
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Re: Drowned Souls

Mensagem por R.Gato em Ter Nov 07, 2017 12:06 pm


Baruch King
PDS 12/15


O Lassombra colocava seu criado no lugar com uma breve repressão, Felix envergonhado mas ainda letárgico enquanto iam para o apartamento tenta compensar sua falha e busca um dos endereços por celular. O Karaoke Do-Re-Mi estava destacado com marca texto e nem mesmo Felix sob efeito de drogas deixou isso passar despercebido, ao entrarem no apartamento ele mostrava a seu senhor a foto da entrada e o endereço. Talvez fosse um pedido de desculpas disfarçado ou desesperado mas seu corpo já estava muito relaxado para demonstrar e obedecendo seu senhor o carniçal desmorona na cama de um dos quartos.

O pouco tempo que o inquisidor passou no apartamento era o suficiente para ver que o interior não combinava com a área em que estavam, bem mais luxuoso que a decoração externa do conjunto de prédios aquilo mostrava um certo padrão nos domínios da serpente, talvez um hobbie ou perversão em afrontar a miséria. Observando isso, Baruch, com suas armas sempre bem polidas e limpas apesar do intenso uso demonstrava também algumas manias e essa analise o tomava a mente enquanto se preparava. Revendo a lista ele dispunha de 4 pontos de partida, o karaoke , dois bares e uma pequena casa de shows, a qual ele podia se lembrar ter visto fechada durante a ronda de reconhecimento.

Durante sua nova ronda, dessa vez mais especifica ele pode notal algumas coisas, todas as áreas eram na região Oeste, claramente a ilha mostrava alguma divisão de territórios entre as seitas, apesar da Camarilla ter o domínio geral do lugar o oeste era Claramente seu ponto  principal e as outras áreas ainda eram incógnitas, talvez o Sul realmente era dominado por Cobah, algo impressionante se tratando de um único individuo. Os lugares da lista não demonstravam grandes dificuldades de acesso, aparentemente qualquer um poderia entrar os dois bares não pareciam ter muita segurança interna fora a vistoria na entrada e o karaoke só possuía um enorme aviso na entrada - "Sorria, você está sendo filmado" - um lugar estranho para um Nosferatu que deveria evitar câmeras.

Com relação a região, Baruch não vê muitos arranha céus como no centro da cidade, apesar de ainda estarem no oeste os pontos demarcados estavam em zonas periferias ao grande centro e lembravam bastante a costa de Miami. As fachadas eram todas em fita, com portas e janelas do mesmo tamanho criando uma "muro de vidro", que com um leve insulfilme escureciam o interior para abrandar o sol forte da tarde.

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Re: Drowned Souls

Mensagem por R.Gato em Ter Nov 07, 2017 12:22 pm


Malika de los Anjos
PDS 9/13


A partida não foi dolorosa, Malika sabia que a eternidade ainda faria com que sua mentora a visitasse novamente, sua calma se conectava com a natureza do parque e aos poucos a conectavam com a vida noturna existente naquele lugar, os sons tornam-se mais audíveis, quase visíveis, as ondas sonoras eram como fumaça pairando pelo ar. A respiração dos pássaros dormindo pareciam enfeites ecoando pelos galhos das arvores. O cheiro te terra úmida pela maresia pareciam ter sabor de alguma comida que havia experimentado em vida e assim todos os sentidos se misturavam e intensificavam-se, escutando cores, provando cheiros, vendo sons a mente de Malika se moldava com o belo caos que formava a perfeita natureza mas nada mais que isso. O som de uma fonte d'água que escorria abundantemente no parque martelava a lembrança do riacho que a médium havia enxergado em sua visão e talvez estivesse atrapalhando-a em ativar seus dons mediúnicos.

Seus sentidos se ampliavam cada vez mais até que um barulho muito forte a tirava da meditação - boommm - era quase um explosão. A Malkavian pulava da cadeira assim como quando sonhamos que estamos tropeçando e depois de alguns segundos se recuperando ela percebe que era o relógio do parque acusando 1:00AM, o tempo meditando pareciam minutos mas ela havia ficado ali por quase uma hora.

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Re: Drowned Souls

Mensagem por Guidim em Qua Nov 08, 2017 7:57 am

Um transe imersivo me jogava para as veias de Drowned Island, um fluxo vívido, calmo e perene. Poderia continuar ali por horas, talvez ficaria ali parada observando as tênues linhas que teciam com maestria aquele local até o sol vir e tocar minha pele, reivindicado para si minha existência. Mas não era esse meu propósito, um sinal mais uma vez se revelava a mim, indicando que não era esse meu destino, e que a beleza do invisível não era o caminho, não desta vez. O estampido do relógio me retirava do transe num ímpeto revelador, indicador que o tempo corria num fluxo sem fim, rebatendo tudo em seu caminho e desaguando no infinito, como um rio, buscando seu fim e levando vida...sim...como o rio... era isso.

Malika guardava o que havia recebido de sua senhora no bolso, levantava séria e decidida, caminhava até a fonte do parque e banhava suas mãos daquela fonte, limpando algum resquício de suas chagas delicadamente, e benzia-se ao final, agradecendo por tudo, como sempre.

A lunática por fim, retirava-se do parque, caminhava pelas ruas enquanto tentava observar a lua e tentava atrelar o astro sem luz á alcunha de vosso clã, uma divagação e contestação mundana para uma caminhada na madrugada. Malika procurava por alguma lanchonete, posto de gasolina, mercado 24hrs, algum lugar que tivesse pessoas honestas e trabalhadoras, e que provavelmente fossem habitantes da ilha, questionaria sobre algum riacho que se esgueirava pela ilha, tentava descrever o local conforme sua visão havia a revelado. Era uma ótima maneira de se conectar com o local, com os habitantes e tentar absorver o clima e aura que pairava sobre aquela vívida ilha.

Fala mansa, acanhada e respeitosa, esse seria o tipo de abordagem da Maldita lunática. -Olá moço(a), boa noite! Poderia me ajudar, por favor? Acabo de chegar na ilha e gostaria de conhece-la melhor,  amanhã gostaria de visitar algum riacho, ou rio, provavelmente algo que desague no mar, poderia me indicar onde encontro esse rio ?.
Provavelmente alguém do hotel soubesse dar essa informação á Malika, ou talvez algum atendente tivesse o contato de algum Guia local. Tendo ou não qualquer informações dos residentes da ilha, Malika por fim se dirigia ao seu hotel. Lá questionaria a atendente sobre o tal riacho e também solicitaria o contato de algum Guia local, alguém disposto a mostrar aos turistas as ruínas, os templos, as minas e o mais importante, o Riacho.
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Re: Drowned Souls

Mensagem por R.Gato em Ter Nov 14, 2017 1:26 pm

Stanislav Nottinghan
PDS 09/15


O anfitrião se surpreendia, era facilmente notado por suas sobrancelhas arqueada e olhar curioso, talvez uma resposta tão simples não tivesse passado por sua cabeça que se concentrava em tramas complexas de mais para dar espaço ao básico. O interesse pelo feiticeiro cresce e mais uma vez, indo na contra mão do que havia sido dito sobre a personalidade de Alex, o vampiro se mostra muito receptivo:

_ Interessante, gostei do seu modo de pensar. Seja bem vindo à ilha eu o recebo de bom grado, não é todo dia que surgem companheiros dispostos a ajudar e creio que você pode ser uma importante aquisição à cidade. Caso descubra algo sobre o desaparecimento dos usuários do Dom da sensibilidade espiritual, me informe,  não negarei esforços para te ajudar.

Voltando seu rosto para uma enorme janela ele admirava as luzes do porto que ficava bem próximo:

_A ilha parece um ser vivo, não é mesmo? Mesmo que eu, você e todos morram ainda continuará sua lenta maturação. Quais tem sido suas primeiras impressões sobre ela?

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Re: Drowned Souls

Mensagem por @nonimous em Ter Nov 14, 2017 11:46 pm

Stanislav imaginou uma apresentação feito a toque de caixa, mas ao que parece conseguiu capturar o interesse de Alex, de certa forma uma lisonja, mas o suficiente para não o ver como um suspeito.
Bom, pelo ao menos por hora.

- Alex; Diz Stanislav em um tom ameno, chamar um príncipe ou qualquer autoridade pelo primeiro nome poderia estreitar ainda mais o abismo entre os dois, mas Stanislav não é só um recém abraçado ainda regojizando o dom das trevas, é um influente player na Jyhad.

Então ele se lembra das palavras do Astor Tremere, pedindo sigilo, soam até como uma armadilha. Maldito filho da puta, querendo que eu faça seu serviço sujo, se escondendo atrás da piramide. Outrora ele agia sobre o comando do pontificex, internamente, se envolvia com o outros raras vezes que agrediam o clâ Tremere.

Talvez seja a hora de virar o jogo.

- Primeiro meu senhor devo o alertar que como geral sou um nômade, muito raro fico muito tempo em alguma cidade, máximo de algumas décadas,mas claro que posso ajudar o senhor. E para isso deve ser mutuo os benefícios.
Antes de receber uma resposta ele pondera, suavizando aquela rodada de negociação.

- Uma das mais belas cidades que pude visitar, não vi mendigos, nem sirenes de policia gritando pela noite, e me parece que o ambiente de negócios e bastante livre e prospero,e claro estamos dentro de um dos mais belos edifícios que adentrei, se me permite qual é a receita dessa prosperidade?
Diz ele indo em direção a janela fitando o semblante noturno da cidade.

- A proposito, diz ele se virando para Alex.
= A quem o senhor se refere ao dizer dons da sensibilidade?
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Re: Drowned Souls

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Qua Nov 15, 2017 8:00 pm

Embora a repressão seja algo frequente em bandos de Inquisidores - que não podem se dar ao luxo de falhas - Baruch nutria um senso de camaradagem com seu carniçal, o que fazia com que momentos como aquele o incomodassem um pouco. Ele, é claro, não poderia permitir que seu objetivo fosse comprometido por um erro amador como aquele, e seu foco em impedir que o conhecimento do que ocorrera em Drowned se espalhasse fazia com que ele não cedesse em sua decisão.

 Concentrado nas imagens, Baruch tentava memorizar as fachadas e a vista que as fotos tinham do ambiente ao entorno dos estabelecimentos, além dos respectivos endereços, antes de partir para sua ronda. Enquanto rondava os territórios, ele preocupava-se em tirar algumas fotografias das regiões de 'fronteira' entre os aparentes domínios, tomando como estas tais fronteiras os locais onde as paisagens mesclavam-se entre os padrões de construção de cada "área de influência". 

 Após rondar cada um dos locais onde ele poderia, com maiores chances, encontrar o Xerife, Baruch começava a pensar em seu plano. O Inquisidor já havia passado por cidades dominadas pela seita inimiga. Seu trabalho o obrigava a saber como os Príncipes da Camarilla operavam - de modo generalizado - para que as fronteiras entre Sabá e Camarilla não tornassem-se barreiras físicas que o impedissem de caçar seus inimigos. 

"O que você faria se eu destruísse sua tão preciosa Máscara, Rato? Será que isso seria o suficiente para fazer você sair da toca?"


 Pensar no Xerife sendo afrontado com uma violação de suas preciosas Leis da Noite era divertido para o Inquisidor. Como um membro do Sabá, ele tinha certa aversão ao que a Camarilla chamava de 'tradições', mas como um membro do Santo Ofício, ele entendia o quanto elas permitiam que os Cainitas fortalecessem-se. Desse modo, qual seria a melhor forma de enfraquecer um membro da Bastarda?

 Enquanto estava dentro do carro, parado próximo ao último lugar visitado, o Karaokê, Baruch observava a entrada do lugar enquanto pegava seu celular. Ele pretendia entrar em contato com Cobah.

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Nós queremos ver você se curvar à escuridão. Você quer nos seguir através da noite? Você nunca morrerá como uma criança da noite
Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





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Re: Drowned Souls

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