Drowned Souls

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Drowned Souls

Mensagem por R.Gato em Seg Out 02, 2017 2:59 pm

Olá jogadores!

Antes de iniciarmos a crônica gostaria de passar breves esclarecimentos sobre a maneira com que pretendo conduzir a história, regras, conselhos e distribuição de exp. Antes de qualquer coisa e o mais importante: estamos aqui para nos divertir e estou aberto a ideias de vocês, para isto basta entrar em contato por m.p. com seja lá qual for sua ideia, reclamação, duvida ou conselho.

Bom, seguem os pontos a serem considerados:

  • Eu pretendo fazer post semanais (provavelmente sábado ou domingo) e caso minha semana esteja tranquila podem vir posts bônus.
  • Existe um cenário central mas sintam-se livres para seguir o caminho que quiserem.
  • Dou muita importância para a interpretação, não só da Natureza e Comportamento mas também de outras características da ficha, por exemplo, se o personagem tem um ponto em condução, demonstre o desconforto ao ser obrigado a dirigir um carro, os pequenos erros ao faze-lo, etc.. Essa maneira é a unica que torna possível o ganho de 25 pontos de experiencia ao final do ciclo.
  • A regularidade também é um importante fator para obtenção dos 100% de experiencia mas apenas os post de fim de semana serão computados à contagem de regularidade. Caso esteja passando por problemas mande uma MP para que possamos resolver.
  • Abandono = 0exp
  • As regras usadas serão a do V20, Vampire the Masquerade-20th anniversary edition.
  • Muitas vezes, caso a interpretação seja fidedigna a rolagem de dados não será necessária (como no exemplo da condução).
  • A vida ou morte dos personagens está em suas mãos, assim como as recompensas, eu não salvarei personagens e acredito que isso fara com que suas vitórias tenham um gosto especial.


Bom jogo a todos Razz

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Com um comércio portuário intenso, terras ricas em minerais valiosos, paisagens estonteantes, ponto militar e famosa por suas ruínas, Drowned Island é um importante território Estado Unidense em acenção localizado a 870 km da costa leste americana. Apesar de possuir aproximadamente apenas 140 km²  é um importante ponto desde a descoberta de minerais valisoso na decada de 90. Antes disso o território só era usado para turismo natural e religioso e a muitos anos atrás, ponto de descanço para as grandes navegações.

Tão movimentada quanto qualquer grande metrópole, a ilha com o tamanho aproximado de três Manhattans é povoada por uma grande diversidade de grupos e culturas que vão de religiosos e pesquisadores que procuram por respostas nas ruínas dos templos a grandes empresários da extração mineral. Notavelmente o sul e sudoeste da ilha sofre mais intensamente o processo de urbanização enquanto

Como em toda cidade importante, a Torre de Marfim se faz presente sugando o lugar avida por tudo o que ele tem a oferecer mas com tamanhas possibilidades a ilha vem atraindo outros olhares de figuras igualmente parasitárias. Os primeiros sinais da presença da espada de Caim já podem ser notados com ondas de crimes violentos. Em resposta a essa crescente macula, o mundo espiritual parece perturbado para aqueles mais sensitivos.

Recentemente uma enorme coluna de luz pode ser vista pelos mais ligados a espiritualidade, seguida de uma estranha noite onde a besta ficou mais calma. Isso atraiu mais ainda a visão do mundo sobrenatural e agora a ilha está sob os spots de luz de todo o mundo. Seria mais um presságio como o de 1999?

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Posts assim que completar as vagas ou chegar dia 05/10

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Re: Drowned Souls

Mensagem por R.Gato em Qui Out 05, 2017 8:56 pm


Malika de los Anjos
PDS 9/13


Malika ainda tinha dificuldades para aceitar tudo que havia acontecido, pela primeira vez ela estava a trabalhar ativamente ao lado da Anciã Carmem Von Jour e nesse pequeno espaço de tempo já foi o suficiente para colocar em cheque a existência de um Deus misericordioso e bom. Sua mentora era implacável e fria, com rigor ela ia direto ao ponto em cada um dos desafios. A jovem vampira podia em fim entender o que a não vida trazia aos corações dos amaldiçoados, total indiferença ao sofrimento humano.

A quatro dias Malika encontrava-se esgueirando-se por uma galeria de lojas a procura de gravações do interesse do investigador Theo. Com suas chagas e dons de Caim ela pode convencer um guarda a ajuda-la mas assim que a dupla entra na sala de segurança Carmen surge ceifando a vida do homem e se alimenta para curar alguns ferimentos visíveis.

A morte fora completamente indiferente para a antiga Malkavian e sem demonstrar nenhuma preocupação ou incomodo informa sua cria:

_Já consegui as informações que queria aqui - ela joga um pequenino pergaminho para a neófito - veja também a aura que essa coisa emite. Interceptei isso de um bando sabá e não me cheira bem, sinto que algo grande está para acontecer.

Drowned Island, 16 de Julho de 2017

À minha querida amiga,

Já fazem anos que não lhe vejo não é mesmo Margot? A vida em Drowned Island mudou muito desde a descoberta dos metais preciosos. Muitos templos do leste da ilha já foram derrubados em busca de minerais e uma luta constante para preservar os que ainda restaram vem sendo travada. O oeste da ilha se torna cada vez mais tecnológico e parecido com Nova York e pouco a pouco a natureza magnifica deste lugar vem perdendo território para ganância do homem. Os cainitas já estão criando raízes aqui e me vejo perdendo mais um lar, em breve sairei daqui por motivos de segurança e assim que achar um novo lar volto a me comunicar. A partida é dolorosa mas se faz necessária pois além da presença de nossos irmãos cainitas venho tendo visões perturbadoras, creio que não é apenas o mundo físico que vem sofrendo com essas ações do mundo moderno.

Atenciosamente,
Prahalad Hiu'Orama

A mensagem parecia escrita com carinho e passava tranquilidade. Atentando para o pedido de sua criadora, a Malkvaian usa seus dons para ver a aura da carta e uma luz sublime e dourada emana como uma farol daquele papel levando a vidente a um estado catatônico por alguns instantes onde via a jornada de um homem:



"Prahalad Hiu'Orama chegava próximo a uma das ruínas do templo na ilha. O Salubri não mais dotado de bens materiais seguia junto ao enorme fluxo de energia espiritual que formava um verdadeiro rio, diferente do pequeno riacho visível no plano terreno que timidamente serpenteava entre as enormes rochas. As grandes pedras que escondiam partes do córrego estavam repletas de musgos escorregadios e macios que entravam entre os dedos de seus pés forçando uma caminhada lenta.

No fundo a criatura sabia que sua jornada estava chegando a um fim. O tempo nunca pode ser verdadeiramente domado e mensurado, seculos de de vida e não vida passavam por sua mente de maneira tão rápida. Amaldiçoado e besta, ambos já tão machucados pelas inúmeras batalhas já demonstravam submissão um ao outro, a disputa já não se fazia significante e ambos os lados vibravam em comunhão.

Ao final da colina onde a nascente de água se fazia espectadora das enormes colunas de pedra branca, o curso da energia erguia-se verticalmente ao infinito como uma cachoeira de fluxo invertido formando um pilar ainda mais grosso que os do templo em ruína.

Com passos leves que mal pareciam tocar o solo mas tão certos que ecoavam da mais profunda à mais alta das umbras a figura esguia rumava à clareira onde o fluxo energético ascendia. Uma fina camada de musgos podia ser notada em uma pedra polida no centro do vão entre arvores e naquele mesmo lugar o peregrino em lótus se acomoda e coloca-se em um estado meditativo profundo.

A sensação era corriqueira, como outras milhares de vezes Hiu'Orama preparava-se para atravessar o véu, era como passar por pesadas cortinas de veludo mas dessa vez uma sensação nova o vislumbra. As pontas de suas extremidades formigavam como se seu corpo estivesse em desintegração e ao abrir os olhos sua projeção astral ia mais longe e mais rápido do que jamais havia ido e brevemente ele se vê deixando o planeta terra seguido de um transe profundo onde todos os cinco sentidos tornavam-se um e sua existência apenas um signo abstrato.

Já sem olhos para enxergar ou qualquer outro conceito tão físico para localizar-se, a existência Prahalad Hiu'Orama percebe-se em um infinito branco de frente a uma versão de seu corpo terreno inteiramente em cor de ébano e olhos cor de sangue espelhando a posição de lótus que começa a desintegrar-se vagarosamente com uma feição de serenidade, era sua besta que desde o abraço o punia com a sede eterna."


O transe era algo inexplicável, as existências da Malkavian e do guru haviam se mesclado por um curto período e a vidente pode ver uma passagem da vida daquele ser. Com pouco tempo para recuperar-se Malika é indagada por Carmen:

_E então criança, viu alguma coisa além da aura perturbadora? Conte-me o que viu, eu não tenho seus dons mediúnicos incomuns.  


Última edição por R.Gato em Sab Out 07, 2017 4:34 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Drowned Souls

Mensagem por R.Gato em Qui Out 05, 2017 9:33 pm

Stanislav Nottinghan
PDS 10/15


Stanislav Nottinghan despertava no hotel Black Water com um breve apito do despertador, o blackout interno das janelas era recolhido assim que o aparelho soa deixando que a luz da noite entrasse no quarto. Eram 18:40 e já havia muito trabalho pela frente e cada minuto era importante. Das poucas informações que o Tremere tinha, uma delas era a localização do elísio onde ele tentou se apresentar mas foi direcionado ao hotel devido a ausência momentânea de Alex Cromuell, o príncipe.    

Anteriormente, sua visita a costa leste fora abruptamente interrompida pela mensagem vinda de um dos mais experientes Tremere da America, Petter Van Doom. Entregue por um de seus carniçais, a mensagem era na verdade um anel de cobre que ao ser colocado por Stanislav o indusiu a um estado catatônico onde era possível ver o próprio vampiro passando a mensagem.



A voz grave e suave do membro passava um ar quase palpável de superioridade e mesmo que aquilo fosse uma gravação a excitação do Feiticeiro era perspetivável em seu olhar penetrante.

_Boa noite meu caro, peço que preste atenção pois essa mensagem só sera passada uma vez. Qualquer que seja a tarefa dada a você até então deve ser cancelada em nome dos poderes consedidos a mim como Astor e substituída por esta.

_Interceptei uma carta de um suposto Salubri vinda de Drowned Island. O destinatário da carta já está sendo procurando na Itália pelo por mim. Sua parte nessa tarefa será investigar a veracidade dessa carta e para isso peço que vá até a ilha e capte o máximo de informações da possível veracidade da carta. Caso você realmente encontre um maldito Ciclope, entre em contato imediatamente, para isso basta derreter esse anel de cobre, lembre-se, IMEDIATAMENTE.

_Peço que essa tarefa fique por baixo dos panos para caso tudo isso tenha sido forjado, mesmo que para nossos irmãos de clã e principalmente da seita. Caso seja verdade a existência do Salubri e mais alguém esteja envolvido no caso e tente atrapalhar dou-lhe permissão para tomar as ações necessárias para mantermos isso entre nós, lembre-se chame a mim imediatamente caso encontre o Salubri. O sucesso nessa missão sera recompensado com um cargo nas linhas de investigação de nosso clã, perdão a qualquer pecado cometido até então e acesso a livros restritos da capela de Drowned Island.

_Uma cópia da carta está sendo mandada para você junto ao anel.



Drowned Island, 16 de Julho de 2017

À minha querida amiga,

Já fazem anos que não lhe vejo não é mesmo Margot? A vida em Drowned Island mudou muito desde a descoberta dos metais preciosos. Muitos templos do leste da ilha já foram derrubados em busca de minerais e uma luta constante para preservar os que ainda restaram vem sendo travada. O oeste da ilha se torna cada vez mais tecnológico e parecido com Nova York e pouco a pouco a natureza magnifica deste lugar vem perdendo território para ganância do homem. Os cainitas já estão criando raízes aqui e me vejo perdendo mais um lar, em breve sairei daqui por motivos de segurança e assim que achar um novo lar volto a me comunicar. A partida é dolorosa mas se faz necessária pois além da presença de nossos irmãos cainitas venho tendo visões perturbadoras, creio que não é apenas o mundo físico que vem sofrendo com essas ações do mundo moderno.

Atenciosamente,
Prahalad Hiu'Orama

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Re: Drowned Souls

Mensagem por R.Gato em Qui Out 05, 2017 10:49 pm


Baruch King
PDS 12/15


Em meio a escombros, sangue, fogo, e inúmeros tentáculos vindo de toda parte, o bando de Anne comemorava uma vitória esmagadora sobre um bando de adoradores do diabo. O ataque foi rápido e nada limpo, como a pancada de um martelo vindo do punho do próprio criador a choupana afastada da cidade foi reduzida a nada assim como os que la estavam.

Rodeados de tanto lixo e pedaços de madeira, o olhar afiado de Anne fita uma bilhete:


À minha querida amiga,

Já fazem anos que não lhe vejo não é mesmo Margot? A vida em Drowned Island mudou muito desde a descoberta dos metais preciosos. Muitos templos do leste da ilha já foram derrubados em busca de minerais e uma luta constante para preservar os que ainda restaram vem sendo travada. O oeste da ilha se torna cada vez mais tecnológico e parecido com Nova York e pouco a pouco a natureza magnifica deste lugar vem perdendo território para ganância do homem. Os cainitas já estão criando raízes aqui e me vejo perdendo mais um lar, em breve sairei daqui por motivos de segurança e assim que achar um novo lar volto a me comunicar. A partida é dolorosa mas se faz necessária pois além da presença de nossos irmãos cainitas venho tendo visões perturbadoras, creio que não é apenas o mundo físico que vem sofrendo com essas ações do mundo moderno.

Atenciosamente,
Prahalad Hiu'Orama

_Mas que porra é essa?! - a costumeiramente educada Lassombra não consegue conter a surpresa.

_O que essa escória de pecadores está planejando? Será verdade que ainda existem Salubri vagando por esse mundo que não lutam pela espada de Caim? De qualquer modo, a aura que isso emana é assustadora.

A líder do bando passa a carta para Baruch e os outros membros lerem e após todos estarem ciente do conteúdo, já recuperada da abrupta informação se dirige aos companheiros:

_Caso isso seja verdade esses degenerados sabem onde encontrar uma fonte muito rara de poder, algo quase divino. Sei que alguns de vocês não possuem o dom de ver as auras mas seja lá quem escreveu isso está mais próximo do criador do qualquer um já esteve. Precisamos informar isso para o restante dos inquisidores imediatamente e a posse dessa carta é fundamental para entenderem a gravidade da situação.

_Baruch, preciso que você investigue a origem disso em Drowned Island, cada segundo perdido é uma vantagem para esses adoradores do Diabo, o resto de vocês vem comigo.

A anciã se aproxima de sua cria e explica melhor seu plano:

_É chegada a hora de mostrar o seu valor, esse plano não aceita falhas. A Espada de Caim ainda é muito recente nessa ilha, se não me engano um bispo chamado Claus comanda as primeiras incursões contra a Torre de Marfim. Não faça muito alarde inicialmente, tente descobrir o que realmente está acontecendo e o por quê de termos encontrado esse bilhete aqui, num ninho de infernalistas. Caso tome proporções muito grandes, sinta-se a vontade para expor a situação ao Bispo. Assim que eu entregar essa carta para um Cardeal irei de encontro a você.

Anne corre em direção aos veículos com o pequeno grupo de elite enquanto Baruch ruma junto de Felix em direção a sua tarefa.

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Re: Drowned Souls

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Qui Out 05, 2017 11:53 pm

Em meio a escombros, sangue, fogo, e inúmeros tentáculos vindo de toda parte, o bando de Anne comemorava uma vitória esmagadora sobre um bando de adoradores do diabo. O ataque foi rápido e nada limpo, como a pancada de um martelo vindo do punho do próprio criador a choupana afastada da cidade foi reduzida a nada assim como os que la estavam.

O fogo rapidamente lambia o corpo do Infernalista, no momento em que Baruch acendia um cigarro, sem olhar diretamente para as chamas que tomavam conta do corpo do vampiro. Seus olhos estavam fixos em sua mentora e uma expressão preocupada surgia na face do Guardião.

"O que te perturba, meu Anjo...?"

Questionando-se sobre o que estaria passando pela cabeça da Alta-Inquisidora, Baruch aproxima-se lentamente da Guardiã, levando o cigarro negro a seus lábios e, então, esticando o braço em direção à Anciã.

-- Alguns hábitos dificilmente morrem... - Ele diz, olhando para o pequeno cilindro de papel preto com uma pequena chama em sua ponta e então oferecendo-o, com um gesto silencioso, para Anna. É possível sentir um leve aroma de chocolate saindo dali. -- O que está te perturbando, Anjo?

Rodeados de tanto lixo e pedaços de madeira, o olhar afiado de Anne fita uma bilhete:

 -- Pode ser uma armadilha, anjo... - Sugere Baruch - Ocorreu algo parecido quando estivemos em San Francisco...

O que essa escória de pecadores está planejando? Será verdade que ainda existem Salubri vagando por esse mundo que não lutam pela espada de Caim? De qualquer modo, a aura que isso emana é assustadora.

 -- Mas se não for uma emboscada, os Ciclopes não me parecem tão suficientemente extintos quanto os Fúrias costumam afirmar...


A líder do bando passa a carta para Baruch e os outros membros lerem e após todos estarem ciente do conteúdo, já recuperada da abrupta informação se dirige aos companheiros


Baruch remove, então, uma de suas luvas de couro. No momento em que pega a carta, ele focaliza sua visão no papel, quase como se pudesse ver através dele e concentra-se profundamente nas letras. Nesse instante, os olhos do Cainita tornam-se completamente brancos. Alheio ao mundo ao redor, Baruch vasculha todo o reflexo espiritual daquele objeto, através do dom de Auspícios¹. Ao retornar a si, no momento em que seus olhos recuperarem a cor, Baruch retornará sua visão ao foco normal mais rapidamente que o necessário, fazendo com que a diferença de foco tornasse sua visão embaçada, desfocada por alguns instantes de modo que consiga encontrar a aura do objeto². O inquisidor passará, então, o papel para os demais membros do bando.


_Caso isso seja verdade esses degenerados sabem onde encontrar uma fonte muito rara de poder, algo quase divino. Sei que alguns de vocês não possuem o dom de ver as auras mas seja lá quem escreveu isso está mais próximo do criador do qualquer um já esteve. Precisamos informar isso para o restante dos inquisidores imediatamente e a posse dessa carta é fundamental para entenderem a gravidade da situação.



 -- Não há tempo para que nos dirijamos ao Forte do Santo Ofício. Uma viagem à Europa nos tomaria muito tempo, Anjo. Deve existir outro modo de entrar em contato com a Madre-Superiora que não seja deslocando-se até ela. 


_Baruch, preciso que você investigue a origem disso em Drowned Island, cada segundo perdido é uma vantagem para esses adoradores do Diabo, o resto de vocês vem comigo.


 -- Você não virá comigo, Anjo? - Questiona, surpreso, o Inquisidor. Ele esperava que Anna encerrasse a missão com ao lado de sua cria.

A anciã se aproxima de sua cria e explica melhor seu plano

_É chegada a hora de mostrar o seu valor, esse plano não aceita falhas. A Espada de Caim ainda é muito recente nessa ilha, se não me engano um bispo chamado Claus comanda as primeiras incursões contra a Torre de Marfim. Não faça muito alarde inicialmente, tente descobrir o que realmente está acontecendo e o por quê de termos encontrado esse bilhete aqui, num ninho de infernalistas. Caso tome proporções muito grandes, sinta-se a vontade para expor a situação ao Bispo. Assim que eu entregar essa carta para um Cardeal irei de encontro a você.



 -- Nos veremos em breve, então, meu Anjo... - Baruch aproxima-se de sua mentora, ficando à distância de um sussurro. - Cuide-se, não quero que aconteça de novo o que houve em Glover. 


Anne corre em direção aos veículos com o pequeno grupo de elite enquanto Baruch ruma junto de Felix em direção a sua tarefa.



 -- Vamos, Felix. Temos trabalho à fazer...


Dito isso, Baruch e seu carniçal começariam os preparativos para a viagem até a Ilha. Assim que estivesse de volta ao refúgio que adotaram para a missão anterior, Baruch providenciaria um mapa de Drowned Island e começaria a preparar sua bagagem. Levando consigo suas armas (Espada, facas, machado, armas de fogo), e alguns outros objetos, como roupas e utensílios. Felix faria o mesmo e, na noite seguinte, rumariam para a Ilha. Ao chegarem à costa de Drowned, no momento em que o barco ancorasse, eles fariam o resto do caminho de carro³.





1 - Auspícios nível 3 - Toque do Espírito
2 - Auspícios nível 2 - Percepção de Aura
3 - Tô considerando que haja uma balsa que consiga transportar veículos

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Nós queremos ver você se curvar à escuridão. Você quer nos seguir através da noite? Você nunca morrerá como uma criança da noite
Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





Spoiler:

"Penso, Logo Existo"
- Sussurros, pois ninguém deve nos ouvir.
-- Por que não falamos de igual para igual?
--- Gritos, pois devo ser ouvido.
*Atos, pois não devo confiar apenas nas palavras.*
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Re: Drowned Souls

Mensagem por Guidim em Sex Out 06, 2017 9:44 am

4 dias atrás na Galeria.
Para Carmem, o gado parecia carne numa mesa de churrasco, estava ali apenas para sangrar e saciar a vontade dos convidados, era atormentador ver alguém ser assassinado á sangue frio, sem motivo e sem a chance de confessar vossos pecados, eu intercedia pela alma do pobre homem, ainda podia sentir a alma atormentada dele aos meus ouvidos, como um bafo quente desesperado sussurrando ao meu ouvido transmitindo todo o sofrimento da morte repentina.

Ainda assustada pelo ímpeto de crueldade de Carmem, e atendendo mais uma vez a um pedido dela, concentrei-me e dediquei todo o dom que a não-vida me trouxe naquele pequeno e estranho pergaminho, mesmo sem entender, eu fazia.

Um Esplendor dourado cegava meus olhos para as distrações do mundo real e aventurava meu juízo para o mundano, poderia sentir a agua corrente por debaixo dos meus pés, sentia o cheiro úmido dos musgos, no meu corpo as cicatrizes das batalhas de uma existência conturbada latejavam pedindo clemência.

Sem a real necessidade eu enxia meus pulmões de ar, a paz mesclada com sofrimento e a sensação de saber que meu fim estava próximo e meu caminho foi glorificado por algo maior e mais divino invadia meu ser. Sim, a luz dourada desintegrava meu corpo mundano e selava minha existência neste mundo de dor e submissão á besta.

Mas, não era eu de fato. De certa forma minha existência comungava as sensações daquele pobre homem, por fim, ele encontrara a verdadeira paz, se redimiu de vossos pecados, pôde sentar a direita de Deus pai.

Eu permanecia naquela galeria úmida e fétida, o sangue coagulado no chão corria em um fino filete rubro pelo corredor sujo se misturando á poeira e aos ratos, o corpo do segurança ainda estava quente com aqueles olhos mórbidos vidrados na umbra e apontando para mim, me atormentado. Carmem ainda permanecia ali parada, fixada em mim, esperando um respaldo de meus devaneios, sedenta por respostas.

_E então criança, viu alguma coisa além da aura perturbadora? Conte-me o que viu, eu não tenho seus dons mediúnicos incomuns.

-Paz... apenas redenção. Eu ainda estava sentada no chão, com o corpo escorado na parede do corredor e os olhos catatônicos olhando para o nada, a fala era calma, como seu eu falasse para mim mesma.

Passou alguns segundos para que  pude recobrar minha consciência e voltar a meu juízo, olhando á meu redor procurando o rosto de Carmem, um pouco perdida, por fim eu a via, -Não há nenhuma aura perturbada minha senhora, ele encontrou, ele finalmente encontrou a paz verdadeira, A besta, nossa maldição, nosso propósito... Ele finalmente achou...hahahahahaha. Eu havia sido tocada por aquele nuance de sentimentos alheios, minha fala era afobada, maravilhada pelo que havia presenciado, e no final a euforia se misturava com felicidade e um riso misturado com ânsia de choro se misturavam roubando minhas palavras, me impossibilitando de descrever o que estava sentindo e o que havia visto.


Hoje
Cada individuo , cada ser, cada acaso... todos possuem um propósito Divino, nada é coincidência, Carmem parecia não mais acreditar nisso, ela me provava mais uma vez, que a besta é sim uma maldição, eu ainda me recuso a acreditar, minha fé permanece inabalável e a tormenta daquele dia  da morte do segurança ainda abala minha humanidade tão ávida em minha existência, me atormenta noite após noite a ideia do que posso vir a me tornar, há dias não me alimento pois o pesar do sangue alheio se tornou um fardo maior durante esses dias, não sei se é o remorso ou culpa, para Carmem apenas frescura...

Ainda posso sentir a paz alheia dentro de minha existência, de certa forma ainda vislumbro os traços daquele pergaminho, a jornada de tal indivíduo, a redenção recebida, o sentimento de culpa e o bel entendimento das necessidades da besta, eu vislumbrava  mas ainda não entendia. Espero que Deus todo poderoso possa mais uma vez olhar para todos nesse mundo, me iluminar mais uma vez com a sagrada luz da verdade e principalmente Carmem, minha senhora, que ela nunca feche vossos olhos para a verdade, e que ela possa trilhar um caminho iluminado dentre as noites que virão. AMEM.

Malika encontrava-se ajoelhada ao pé de sua cama finalizando sua reza enquanto fazia o sinal da cruz, o terço era pressionado com tanta força que o sangue de suas chagas se misturavam com o objeto, e mais uma vez, intercedia pelos seus ideais enquanto tentava encontrar na força divina o vigor necessário para mais uma noite de convivência com sua besta, e perseverança na busca da verdade de sua existência.
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Re: Drowned Souls

Mensagem por R.Gato em Sab Out 07, 2017 4:33 pm


Malika de los Anjos
PDS 9/13


Malika se concentrava na oração como pudesse falar com o próprio divino e a visão de um ser tão iluminado em usa visão a dava folego em meio a um mar de crueldade e perdição em que a besta insistia em arrastar a todos os amaldiçoados. Alguns minutos depois ela percebe sua criadora esperando no esquadro da porta do quarto de hotel. Apesar da clara falta de credulidade demonstrada a alguns dias, alguma coisa havia mudado; aquela carta era uma resposta, uma pista, algo que poderia mudar todo o mundo por de trás da mascara. Seitas se separariam, anciões maculados por séculos de pecados cometeriam suicídio, tudo isso por causa da comprovação que a golconda é possível.

Os dias de jejum pedindo pela salvação acompanhados da memória daquele ser iluminado recuperam as forças da Malkavian, sua proximidade com Deus nunca fora tão estreita e de certa forma ela se aproxima daquele estado de espirito exemplar (possibilidade de aumento para 9 pts de humanidade).

Carmen com um olhar mais vazio que o normal mas ainda sem perder o ar de rigidez espera que sua cria termine o ritual e a jovem membro não pode deixar de notar a mudança; em poucos minutos de convivência ela havia presenciado o quão cruel sua mentora havia se tornado com o passar dos anos, para se livrar das provas ela queimou a sala de segurança e deu de ombros como se nada importasse a não ser o sucesso de sua tarefa, porem dia apos dia, até chegarem a Drowned Island no final da noite passada ela vem demonstrando estar mais e mais abatida.



_Malika, creio que você compreende o quão séria é nossa tarefa, precisamos descobrir se o que você viu é verdade e até que isso seja confirmado ninguém deve saber sobre o caso. Vamos nos apresentar ao príncipe Alex Cromuell e nada disso deve ser comentado - com um sinal de mão pede com que a siga - deixe que eu cuido das respostas às perguntas mais capciosas e tente agir naturalmente, só iremos nos apresentar e partimos para a investigação.  


Última edição por R.Gato em Ter Out 10, 2017 6:19 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Drowned Souls

Mensagem por R.Gato em Sab Out 07, 2017 4:38 pm


Baruch King
PDS 11/15


Dados escreveu:BARUCH rolou 3 dado(s) (inteligencia+política) com dificuldade 6 para Previsão de Consequências e obteve 2 sucesso(s)
BARUCH rolou 4 dado(s)(percepção+empatia) com dificuldade 1 para The Spirit's Touch e obteve 4 sucesso(s)
BARUCH rolou 6 dado(s)(percepção+acadêmicos) com dificuldade 6 para Leitura da Cidade e obteve 1 sucesso(s)

Apos uma breve discussão sobre o que seria o correto a fazer Anne insiste em seguir seu plano, aquela carta era muito valiosa para ser entregue a qualquer um ou enviada por correio e no fundo sua cria compreende. Após ver aquela aura imaculada em dourado intenso, algo que mais parecia um farol, Baruch entende que aquilo poderia ser o indicio que a redenção era possível e isso mudaria completamente a sociedade vampírica; seitas se dividiriam, convicções seriam mudadas, a busca pelo perdão seria um novo caminho e por isso o pedido de discrição inicial, de certo modo o ocorrido balançava até mesmo as convicções de sua mentora.

Agora, com o entendimento do quão grande aquela missão seria, o Lassombra se prepara para a partida. Um pouco abalado e com muito tempo livre devido a uma hora de viagem ele pensa sobre a visão que teve quando usou seu dom, flashs desconexos com uma luz ofuscante o impediam de interpretar seu Toque do Espirito, aquilo sem duvida era algo muito importante e o pedido de discrição de Anne fazia cada vez mais sentido, algo dessas proporções precisava ser mais investigado antes de ser aberto a "publico" e aquela seria uma importante conquista da inquisição.

A chegada em Drowned Island foi tranquila, com um atraso de 30 minutos o avião de carga chega com os "equipamentos de colecionador". Auxiliado pelo mapa e um carro alugado o inquisidor faz uma tour de reconhecimento junto de seu carniçal. A ilha demonstrava uma prosperidade econômica assustadora que refletia em cada equipamento urbano, lojas e cidadãos da região Sul e Sudoeste o sucesso da industria de minério. Algumas ruínas eram visíveis por todo resto da ilha, com poucos caminhos asfaltados e abertos na mata o inquisidor pouco pode ver das famosas belezas naturais da ilha mas uma enorme cratera de escavação na área central é perceptível através dos bairros pobres do Sul; região que parecia não pertencer à ilha tamanho o contraste.

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Re: Drowned Souls

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Sab Out 07, 2017 8:36 pm

 

Viajar longe de sua mentora nunca era confortável para o Lasombra. Desde que, por um erro seu, Anna quase fora usada em um ritual Infernalista, Baruch tinha um sentimento um tanto protetor com a Anciã. Em parte por sua esperança de que ela seja o meio que ele possui para ascender à Alto Inquisidor e, o que mais motiva esse sentimento, é a convivência e o tempo de luta ao lado da Guardiã. De qualquer maneira, não passava pela cabeça do Inquisidor questionar uma ordem de Anna, ainda mais quando uma informação tão preciosa quanto esta está em jogo...

 A viagem até Drowned Island durara uma eternidade. Baruch tivera tempo o suficiente para pensar no que ocorrera naquela noite, quando sua Senhora encontrou a carta que fez com que ele fosse mandado até a Ilha. Sua incapacidade de interpretar o Toque do Espírito era frustrante, perturbando o Inquisidor, inundando sua cabeça com suposições sobre o que aquilo significava. A estranha aura do objeto não era de grande ajuda, findando apenas por mostrar que aquele pedaço de papel era algo importante. 

 - Ligue para seus contatos, vamos precisar de informações sobre a parte obscura da cidade. - O Inquisidor sussurra para Felix, enquanto estão no avião. O Carniçal ainda possui conhecidos entre o crime-organizado, e faria os telefonemas necessários para tentar, ao menos, conseguir contatos que pudessem ser úteis em Drowned 

 Assim que o avião pousasse, Baruch esperaria a chegada de sua bagagem e, com o carro alugado sendo conduzido por Felix, o Inquisidor começaria o reconhecido pela cidade, percorrendo-a por inteiro. 

 -- Temos que tomar cuidado, Felix... - Baruch dizia, enquanto reorganizava suas armas em seu casaco, já dentro do carro. Com a Espada apoiada na lateral de sua perna, ele carregava as pistolas, colocava-as em seus coldres e ocultava as facas. -- Não podemos nos reportar ao Bispo, o que tira de nós o conhecimento da sociedade imortal. Não temos contatos cainitas aqui, portanto todo e qualquer lugar deve ser tratado como território hostil.

 -- Vá para o Sul. Vamos começar por lá... Locais onde a miséria é grande costumam atrair vermes. - Baruch indica ao carniçal, quando terminarem de rondar a cidade. -- Quando chegarmos lá, devemos procurar um lugar pra ficar... A ideia de invadir um apartamento me agrada bastante. Estou começando a sentir sede...

"Juntaremo-nos ao círculo, em vestes rubras, desconhecidos... Desembainhando nossas espadas preparados para dançar. Esta última noite de suas vidas é uma mortífera, mortífera noite de Baile..."

 -- Pare aqui... - Baruch indica ao carniçal um motel que pareça ter um movimento mediano. -- Peça dois quartos, usaremos um como isca para qualquer eventualidade.


 Assim que tivessem a chave dos dois quartos, Baruch e Felix começariam a preparar o lugar. Os dois vão tapar as janelas dos quartos (e dos banheiros) com os cobertores e lençóis. Caso haja alguma câmera nos quartos, eles obstruirão a visão destas. Assim que ambos os quartos estiverem devidamente arrumados, criando a impressão de que ambos estão ocupados, os dois dirigirão-se para o mesmo quarto, com todos os objetos que trouxeram para Drowned.


 Quando o nascer do sol começar, Baruch irá dormir, em um local sem a incidência de raios solares.

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Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





Spoiler:

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Re: Drowned Souls

Mensagem por @nonimous em Dom Out 08, 2017 7:22 pm



Então ele desperta, sente na boca o gosto amargo de sangue e de um inundação de decepção em sua alma amaldiçoada, sente seus musculos despertarem da letargia, depois de mais de um século sobre o fardo da existencia como um Kindred, ele ainda se assusta com alguns fatores da não vida. Despertar é com certeza um deles, esse momento quando no anoitecer, seu cadaver reanimado magicamente desperta para a noite.
Estava naquela maldita cidade, tinha a porra da tradição da hospitalidade, e o príncipe resolveu ainda não o receber, fora redirecionado, agora que foi anunciado, seria de bom tom ir falar com os oficiais e cair fora daquela maldita pocilga.
Petter, o maldito filho da puta do clã Tremere, esse maldito me salvou da destruição junto aos escrotos Astores, "bulshit".
Deveriam ter me deixado para a morte final nas mãos dos Anarquistas, e isso me faz lembrar de um pequeno monstrinho que habita minha alma escura, e não é da besta, mas aquela coisa que me persegue desde a Capela de Paris, ele criou algumas ilusões, alimentou minha besta, resultado frenesi, destruição caos até ser empalado pelos Anarquistas, Petter, seu maldito bastardo. Salvou minha pele e agora sou uma piada interna, o outrora ascendende regente primus, um aprendis quintus, uma maldita piada interna, fico imaginando, eles escarnecerem, não seja como Stanislav, ou seu ancião vai lhe empalhar e enviar para Viena, nao obtenha a atenção dos Astores como Stanislav.
Leio a carta, umas duas ou tres vezes, perseguir um ciclope devorador de almas, eles realmente estão irritados comigo, m,e enviam para um fim de mundo, um cu, que se parece uma ilha chamada Drowned Island, eu vou. Não estou em condições de retrucar alguem como Petter, não ainda. Mas não sou idiota. Claro que antes vou checar essas informações, não pretendo revelar muito, apenas dizer para alguns antigos aliados para onde estou indo. Nunca se sabe, pode ser uma armadilha, route jusqu'à la mort. Era a expressão quando eu localizava um traidor, fingia que ia levar ele para segurança, só para empalar o desgraçado ou reduzir ele á cinzas.

Que se dane.
Guardando o Anel eu parto para o Elísio, explicar que foi uma passagem rápida, que não pretendo ofender a hospitalidade, e em seguida arrumar alguma forma de chegar a ilha, mas seguro seria de barco.
Se certifica que suas defesas mágicas estão ativas, olha o brilho esverdeado da espada oculta dentro da bengala, sorri pensando nos gritos de horror que aquela coisa é capaz de arrancar até mesmo no mais durão Brujah, aquilo causa uma dor lascinante, e se lembra de como preparou aquela arma, aquela coisa bebeu de seu sangue e de sua dor. O lenço, ah o lenço azul, ele guardou no bolso do casaco, quando chegar no Elísio o colocara, isso vai impedir que o encanto sobrenatural dos Ventrue e Toreador o faça tender para paixões sombrias, sua quota de pecados já excedeu. Os demais itens, aquele pedaço de madeira que ele guarda no casaco, escondida dentro de pedaço de pano, o espelho para fugas eventuais e claro, Magister, sua bengala, ele as vezes acha que ela pode falar com ele, já o salvou diversas vezes, talvez tenha sido ela quem o ajudou a se safar em Las Vegas e na costa oeste.
Nesse momento ele parte, no caminho dentro do Uber se lembra de Maalia Hale, a garota selvagem de Nova Orleans, a garota era louca. Mas se tornaram amigos, ele olhando o telefone envia uma mensagem para ela.

" Olá Maalia, tudo bem? Espero que as coisas estejam melhores por ai, queria que soubesse que errei, não deveria ter ido embora, mas não tive outra escolha" Te vejo em breve.
Beijos.
Stan.

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Re: Drowned Souls

Mensagem por Guidim em Seg Out 09, 2017 10:21 am

_Malika, creio que você compreende o quão séria é nossa tarefa, precisamos descobrir se o que você viu é verdade e até que isso seja confirmado ninguém deve saber sobre o caso. Vamos nos apresentar ao príncipe Alex Cromuell e nada disso deve ser comentado - com um sinal de mão pede com que a siga - deixe que eu cuido das respostas às perguntas mais capciosas e tente agir naturalmente, só iremos nos apresentar e partimos para a investigação.

Malika assentia com a cabeça demonstrando total subordinação e respeito ao pedido de sua senhora, fazia isso enquanto se levantada e evidenciava os joelhos amassados, frutos do tempo dedicado á seu credo, as mãos e o rosário foram higienizados no banheiro, este ultimo ficava exposto no pescoço da neófita ao final de tudo.

Malika acompanhava sua senhora pelas acomodações do hotel, fazia isso enquanto encarava sua senhora como se algo há mais poderia ser visto, como se algo deveria ser dito, no fundo Malika sabia que o poder do divino estava querendo usar sua existência para falar com Carmem.

-Meus dons não se fazem necessários para sentir tamanho fardo que carregas com ti minha senhora. -Malika rompia o próprio silêncio, ela sabia que aquilo precisava ser dito, num ímpeto empático Malika se dirigia até sua senhora e lhe tomava as mãos carinhosamente.

-Não temas o desconhecido, vamos compreende-lo juntas, e ascenderemos na verdade. Numa tentativa de reconfortar o juízo de vossa senhora o sangue de Malika percorria por todo seu corpo aquecendo toda a carcaça mórbida, irradiando todo sentimento de compreensão e apoio á sua senhora em forma de calor, aquecendo aquelas mãos frigidas pelo tempo e pela maldição, lembrando-a de onde viemos, numa tentativa de demonstrar que a Besta é subjugável e a dúvida e o medo são sentimentos opcionais.

-Sei que tudo isso que está acontecendo vai além do meu entendimento do mundo que vivemos, mas se te preocupas, também me preocupas, apenas quero que saiba que a seguirei e estarei aqui para contribuir conforme o plano divino, á nós impostas. Malika finalizava na tentativa de inflar a confiança de sua senhora, preparando-a para a noite que se iniciava, no fundo ela saberia que algo grande estava para acontecer, e sua senhora precisaria estar formidavelmente confiante para triunfar uma vez mais no caminho da verdade.
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Re: Drowned Souls

Mensagem por @nonimous em Ter Out 10, 2017 1:18 am

Off topic desconsiderar o trecho onde informo estar indo para a ilha, depois foi explicado que ja estou la. Ou seja vou ate o elisio de drowned e nao de outra cidade, no intuito de fazer perguntas sobre a carta.
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Re: Drowned Souls

Mensagem por R.Gato em Ter Out 10, 2017 11:53 am


Baruch King
PDS 11/15



A viagem mal começava e Felix já estava repleto de afazeres, Baruch ordena que ele junte o máximo de informação sobre o submundo da ilha devido aos seus contatos e durante todo o voo era possível ver ele mandando várias mensagens para inúmeras pessoas. Talvez por sorte ou por anos de experiencia aquele simples pedido salvava o Lassombra de futuros imprevistos, o carniçal o avisa de um forte sistema de vigilância na saída do aeroporto e por sorte um de seus contatos os escoltaria pela saída de funcionários evitando contratempos.



Não era ninguém muito importante, talvez um dos sub-contados de Felix mas o auxiliar de carga que os guiava pelos extensos corredores tinha um jeito truculento e distinto, o suficiente para mostrar que a ilha não era aquele sonho americano que tanto falavam nas mídias. Sem muita educação ele aponta para a caixa que eles haviam enviado todo o armamento separadamente, destacando a pagina que documentava o transporte e rasgando-a ele solta alguma grosseria:

_Pronto, os playboy pode vazar, já limpei suas bunda. A saída é por ali.

Saindo por outra direção Baruch, já experiente, imagina que a Camarilla possa vigiar os cainitas que entram na ilha dessa maneira e por sorte Felix os livra desse problema.

Baruch escreveu:_Temos que tomar cuidado, Felix... - Baruch dizia, enquanto reorganizava suas armas em seu casaco, já dentro do carro. Com a Espada apoiada na lateral de sua perna, ele carregava as pistolas, colocava-as em seus coldres e ocultava as facas. _ Não podemos nos reportar ao Bispo, o que tira de nós o conhecimento da sociedade imortal. Não temos contatos cainitas aqui, portanto todo e qualquer lugar deve ser tratado como território hostil.

_Vá para o Sul. Vamos começar por lá... Locais onde a miséria é grande costumam atrair vermes. - Baruch indica ao carniçal, quando terminarem de rondar a cidade. _ Quando chegarmos lá, devemos procurar um lugar pra ficar... A ideia de invadir um apartamento me agrada bastante. Estou começando a sentir sede...

_ Pare aqui... - Baruch indica ao carniçal um motel que pareça ter um movimento mediano. _ Peça dois quartos, usaremos um como isca para qualquer eventualidade.

Com extrema dificuldade e claramente sem experiencia nenhuma o carniçal envergonhado por não conseguir guiar o carro com destreza  fala para seu mestre sobre as outras informações que havia colhido enquanto estavam no voo:

_Senhor, eu consegui falar com um dos cabeças do trafico aqui da ilha, ele mora em uma vizinhança de construções informais na parte sul, talvez ele possa nos ajudar e provavelmente nos dar melhores informações sobre essa ilha e - o carro engasta e morre; suando frio Felix bate a chave com força e volta a ligar o veiculo - essa bosta de..., eu sabia que devia ter feito aulas de direção. Err, me desculpe, você quer conhecer o figura? Talvez ele tenha um lugar para nós ficarmos e oferecer proteção durante o dia mesmo que sem saber da sua, humm...condição.

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Re: Drowned Souls

Mensagem por R.Gato em Ter Out 10, 2017 2:22 pm

Stanislav Nottinghan
PDS 10/15


O agora Acólito se recupera do "rigor mortis" após acordar, era algo impressionante para aqueles mais estudiosos sobre o oculto. Em sua mente o fracasso no hospital superava até mesmo essa maldição surpreendente herdada de Caim. Em seus pensamentos a fúria contra o clã não passava disso, um pensamento...o ritual do abraço tornava muito difícil rebelar-se contra o clã. Mas nada disso o faria esquecer a humilhação que estava sofrendo. No fundo ele imaginava que essa tarefa poderia ser um caminho para sua redenção ou pelo menos um divisor de águas após o fracasso que sua besta o encaminhou.

Com a carta em mãos ele voltava para o elísio esperando que dessa vez o príncipe estivesse presente, o caminho era tranquilo e dessa vez ele podia analisar um pouco melhor a cidade. Ele estava hospedado na região de classe média da ilha na parte sudoeste e mesmo assim desde o inicio do percurso até o grande arranha céu da zona Oeste ele podia notal muito luxo por toda a cidade, algo que alguns chamariam de sonho americano. O que diferenciava a porção Oeste da Sudoeste era a interessante mescla do urbano com a natureza; entre os enormes prédios haviam muitas praças altamente arborizadas dando um frescor agradável à noite quente e úmida do lugar.



Seu ponto de chegada era um enorme arranha-céu próximo a uma dos mais frondosos parques, o Arranha-Céu White Claw. A torre com mais de cem andares era propriedade de um dos grandes donos da industria de mineração da ilha, Donald White; repleta de lojas, restaurantes, consultórios e escritórios era um dos pontos mais chamativos da cidade e também o elísio de Alex Cromuell.

Logo na entrada com câmeras estranhas, Stanislav é recebido por uma mulher que segundos depois o reconhece:



_Oh, senhor...Nottingham, se me lembro bem. Esteve aqui ontem não é verdade? Garanto que hoje terá seu encontro, siga-me. - a mulher o guia para um elevador que ficava no centro do primeiro andar, do chão ao teto a recepção era inteiramente construída com revestimentos luxuosos e até o mais leigo visitante podia perceber. Já no elevador:

_Eu sou um dos zeladores, me chamo Millena Basques - curvava-se levemente demonstrando respeito - peço desculpas por ontem mas nem mesmo nós sabíamos onde o senhor Cromuell estava. Provavelmente cuidando de assuntos pessoais. - a mulher passa um cartão que ativa o elevador que possuía apenas dois botões, o de emergência e um outro escrito cobertura, para onde eles vão - E então, veio a negócios também? Hoje está bem movimentado.



Quando a porta se abre é possível ver uma bela sala com chão em madeira escura bruta, moveis finos acinzentados e uma decoração impecável, talvez de de oito a dez membros se encontravam ali entre devaneios, conversas fúteis e fofocas venenosas. A presença do Tremere pouco importa os grupos continuam a conversar. Com um gentil toque no ombro Millena o guia mais uma vez:

_Venha, é por aqui, acredito que Alex esteja livre. Não se chateie com sua personalidade ranzinza, ele não se sente confortável com estranhos.- ela aponta para a porta dando sinal verde para que ele entrasse e sai em direção aos elevador.

Rituais:

Stanislav rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 5 para Lâmina Ardente que resultou 8, 3, 9, 5, 1, 5, 1 - Total: 2 Sucessos (Bengala com 2 danos agravados acumulados)
Stanislav rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para escudo da presença maligna que resultou 5, 2, 7, 7, 6, 4 - Total: 3 Sucessos
Stanislav rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 7 para estilhaço-servo que resultou 1, 8, 6, 6, 7, 3, 6 - Total: 1 Sucessos

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Re: Drowned Souls

Mensagem por R.Gato em Ter Out 10, 2017 6:16 pm


Malika de los Anjos
PDS 9/13


Apesar da pouca idade comparada aos seculos de seus mentora, Malika demonstrava uma maturidade e estabilidade sentimental muito maior. Talvez, com o passar de tantas décadas a besta tenha apenas desgastado de mais Carmem Von Jour, seu distanciamento das virtudes humanas que anteriormente eram motivo de orgulho da predadora, agora a preenchiam de temor. Por alguns segundos a anciã se deixa levar e acaricia o roso de sua cria com suas mãos lisas e frias como mármore.

_Agradeço pelo conforto mas já vi e fiz muita coisa, muito além do que possa imaginar. Talvez o próprio anticristo tenha mais facilidade para conseguir perdão - uma breve risada entre os dentes revelava uma face nunca antes vista da tão renomada Malkavian - veja, lendas são contadas a milênios sobre membros que conseguiram o perdão divino e atingiram um estado chamado de Golconda e nessas lendas, tais indivíduos são mais puros até que muitos homens santos. Estamos diante de algo que pode comprovar a veracidade disso que muitos tratam como apenas uma lenda... e se... se isso for verdade, aqueles que levaram a vida como eu podem perder as esperanças.

Os minutos que seguem até a entrada no carro que vai a caminho do elísio é repleto do mais puro silencio e o velho semblante rigoroso de Carmen volta à tona. Durante o caminho a anciã volta a seu monologo:

_ A mim me resta cumprir o meu papel, que é descobrir a verdade. Talvez eu tenha lhe abraçado para que você possa cumprir um outro mas não vou me preocupar com antecedência, esse mundo é cheio de balelas inventadas por anciões entediados e tudo isso pode ser só mais um reflexo da umbra abalada pela urbanização recente deste lugar. - ela falava sem se importar com o que motorista estava ouvindo e ao chegarem na entrada principal do arranha céu White Claw ela passa uma das mãos na têmpora direita do motorista e fala algo ao pé do ouvido. a jovem Malkavian se surpreende com sua mentora saindo sem pagar e o homem nem mesmo esboçar uma reação com relação a isso - venha Malika, ele não se lembrará de nada.



A região era altamente arborizada, com um enorme parque em frente ao grande edifício o clima quente e úmido era quebrado por um frescor revigorante. A mentora segue para o prédio junto de sua cria e rapidamente são recepcionadas. Olhando para as câmeras da portaria Carmen denunciava à criança da noite os detectores de calor enquanto um homem jovem as cumprimentava:



_Olá, creio que gostariam de ir a cobertura falar com Alex Cromuell, estou certo? Sigam-me por favor, a proposito, meu nome é Lúcio, um dos zeladores.

O homem as leva para um elevador central com apenas dois botoes e passa um cartão liberando o acesso ao topo da torre e uma simpática mulher sai por outra acesso no mesmo momento em que as duas entram no compartimento.



A recepção da cobertura era admirável, com chão em madeira escura bruta, moveis finos acinzentados e uma decoração impecável, talvez de de oito a dez membros se encontravam ali entre devaneios, conversas fúteis e fofocas venenosas. O rapaz, Lúcio as leva até um conjunto de poltronas e pede educadamente que esperem:

_Por favor, esperem um momento, Alex está recepcionando um outro visitante, assim que ele sair podem entrar, sem bater mesmo.

Alguns olhares podem ser notados vindos dos membros que ali estavam mas ninguém ousa se aproximar, talvez se Malika estivesse sozinha eles viriam para bajular a criança da noite prodígio tão bem falada mas a presença de sua mentora era claramente o que os afastava, a fama de múltiplas personalidades tornava as conversas com ela uma roleta russa que não valia a pena testar, uma realidade ainda notada por sua cria.


Última edição por R.Gato em Ter Out 17, 2017 1:36 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Drowned Souls

Mensagem por Guidim em Qua Out 11, 2017 11:13 am

A criança da noite começa compreender o real motivo de tanta preocupação de sua Senhora referente aos sinais de uma possível alma ter alcançado o que ela chamava de Golconda.

Nesse instante a mente de Malika divaga uma vez mais, lembrando da sensação de paz e contemplação que a jornada do moribundo de suas visões havia encontrado, seus olhos fixavam no olhar penetrante de Carmem, sentindo pena, sabendo que sua senhora poderia jamais sentir tamanho nuance de libertação. Mas nada falava, apenas sentia.

Malika observava os movimentos de sua senhora, era curioso ver como ela agia e os dons que possuía, e ficava tão maravilhada quanto curiosa, toda vez que um dom novo era revelado á ela, ainda mais quando vinha de Carmem, seu objeto de idolatria e exemplo a ser seguido.

Por fim estávamos no elísio daquela misteriosa Ilha. O Salão quente bem decorado destoava com o frescor que havia sentido na entrada do prédio, a decoração de bom gosto logo tomava minha atenção, não fazendo mais importância o que eu gostava ou não, aquilo era simplesmente espetacular e aconchegante. Curiosamente meu espírito sentia um certo conforto ao permanecer junto dos meus semelhantes, deve ser por isso que durante as noites que passaram tenho passado tanto tempo presa e observando os membros, tento compreender o quão divino cada um de nós devemos ser para compreender então nosso verdadeiro propósito.

Eu os olhava por cima dos olhos, sem dar liberdade, olhava para minha Carmem, prepotente e preocupada, era evidente que mantinham distancia devido não compreenderem de fato minha senhora, mas era melhor assim, não estávamos em nossa melhor noite.

-Apenas seguiremos a tradição minha senhora? Ou alguma coisa nos aguarda?
Malika falava desconfiada, com o olhar perdido fitando todos dentro do salão, e seus cabelos levemente escondia e abafavam sua fala e a neófita não conseguia mais conter a curiosidade do que a aguardava.
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Re: Drowned Souls

Mensagem por @nonimous em Qua Out 11, 2017 9:34 pm


Um turbilhão de pensamentos inunda a mente de Stanislav, criando uma confusão mental que só dissipa quando ele suspira fundo, imitando o ato de respirar de um mortal e em seguida achando graça naquele ato tão vulgar e desnecessário.

O hospital, toda aquela sucessão de eventos, a Assombração que o persegue, a pirâmide e suas armadilhas nos círculos de mistérios.

Foda se a pirâmide.

Após dizer isso uma onda de culpa chega até a superficie de seus pensamentos, uma culpa destruidora, algo perto do ato de trair alguem que se ama muito.
A taça, sentimentos superficiais produzidos pelo ritual de transubstanciação dos sete, a porção mágica, dada a criança da noite durante o processo do abraço.
Embora ele saiba que aqueles sentimentos de devoção, culpa por pensar em transgredir a pirâmide sejam artificiais, produzidas por um ritual taumaturgico, ainda assim, se rende.
" juro lealdade eterna ao clã Tremere(...) Os inimigos do clã Tremere são meus inimigos;;

O juramento permanece firme em sua alma, deixando marcas indeleveis, malditos, por que não o deixou ser destruidos pelos anarquistas, teria lhe poupado todo esse sofrimento, culpa, amargor profundo em sua alma, o fardo da existência já algo sufucientemente pesado, adicionar esse débito, a culpa por ter falhado após quase cem anos, é muita sacanagem, malditos, essa é a punição perfeita, uma gaiola de ouro, não gritaram, não xingaram, não me forçaram ao laço de sangue, mas me prenderam a uma punição ainda mais terrível, a falha com o juramento, com a pirâmide, com o conselho com a casa e com o clã.
Merda de lealdade com esses malditos filhos da puta bastardos.

Ele vaga até o Elisio, saboreando o clima agradavel, ele pensa na assombração que o persegue, no Salubri, " esses malditos não estavam extintos?!

Falando nisso, ele tinha razão, na carta ele menciona locais misticos sendo corrompidos, talvez por isso esse clima tão agradavel mesmo com um arranha céus de 100 andares. A luz do White Claw reflete seus óculos escuros, um adereço últil contra luzs muito fortes, Stanislav as vezes aguça seus sentidos, e um farol pode o deixar cego por horas a fio.

O vampiro cruza graciosamente a entrada do suntuoso Elísio, ele possui cabelos longos e escuros, um casaco cinza pesado, ocultando sua bengala e outros itens.

- Agradeço pela hospitalidade senhora Basques, em honra a tradição do domínio retorno. Diz Stanislav de forma amena.

- Aliás se me permite, tu fizestes um belissimo trabalho. Referindo se claro, a manutenção do Elísio, a organização da estrutura e tudo mais.

- Sim, negócios. Mineração e outros assuntos menos seculares, mais proximos da metafisica, falando nisso, soube de expansão nessa área, quem é responsavel por tamanha expansão da mineração, algum membro especificio? Indaga o vampiro de forma despretensiosa.


- Juro não me chatear, sua companhia já apaziguou minha alma, nenhum príncipe furioso vai me debelar de estado de graça produzido por sua beleza. Diz Tremere fazendo um sinal de silêncio como que quisesse segredo daquilo, em um ar teatral.

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Re: Drowned Souls

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Dom Out 15, 2017 8:40 pm

A preocupação do Inquisidor com discrição - A melhor vantagem que alguém em seu posto pode ter, ao chegar a uma cidade - mostrou-se realmente necessária. Os olhos e ouvidos da Camarilla estendiam-se por todo o aeroporto, o que poderia representar um problema para o Inquisidor, dado a sua posição e, principalmente, a característica marcante de seu clã: A Ausência de imagem refletida. 

 Por sorte Felix, o carniçal do Inquisidor, ainda cultivava contatos com o mundo externo - Uma pequena herança deixada por sua 'vida passada' como integrante da máfia ítalo-americana - o que lhe levou até um funcionário do aeroporto, que o escoltara por uma parte com menor segurança. A partir dali, Baruch e Felix teriam as sombras da noite para ocultá-los do olhar vigilante da Camarilla.

 -- Obrigado. - Baruch diz, olhando nos olhos do homem. Em seguida, ele ergue duas notas de cem dólares recém retiradas do caixa eletrônico em direção ao funcionário do aeroporto. -- Como um gesto de agradecimento... 

Assim que o homem puxasse as notas da mão do Inquisidor, o mesmo prenderia-as, reforçando a pegada para impedir que o funcionário do aeroporto conseguisse tirá-las de sua mão. O Cainita relaxaria a pegada no momento em que o homem olhasse para ele. Nesse instante, Baruch projetará sua mente sobre a do homem, forçando sua consciência sobre o subconsciente do funcionário. Ele, então, iniciará uma busca nas memórias do homem, destruindo suas lembranças sobre Vampiro.¹


Baruch king rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 4 para dominação - ordenar esquecimento que resultou 1, 8, 4, 7, 4 - Total: 3 Sucessos


 - Você esteve o tempo todo trabalhando em suas funções. Carregar malas e demais objetos de um lado para outro fazem suas costas doerem. Você precisou de um pequeno intervalo, para um breve descanso, e por isso veio até aqui, onde é calmo e você pode se sentar - ou até mesmo deitar - um pouco no chão, para esticar a coluna. A melhor parte de ter vindo até aqui agora, foi que você encontrou duzentos jogados no chão, que talvez devam ter caído do bolso de alguém... - Baruch sussurra no subconsciente do homem, assim que removesse as lembranças dele sobre aquela parte da noite, para implantar imagens falsas em sua cabeça. Feito isso, ele continuará seu caminho com Felix, deixando o aeroporto.




_Senhor, eu consegui falar com um dos cabeças do trafico aqui da ilha, ele mora em uma vizinhança de construções informais na parte sul, talvez ele possa nos ajudar e provavelmente nos dar melhores informações sobre essa ilha... você quer conhecer o figura? Talvez ele tenha um lugar para nós ficarmos e oferecer proteção durante o dia mesmo que sem saber da sua, humm...condição.

 -- Vamos até lá, então... Quero conhecê-lo, talvez possa convencer o tal traficante a nos auxiliar em nossa missão. Com um pouco de sorte, encontraremos algum lugar para que eu possa me alimentar. Algo me diz que este lugar não é tão calmo quanto aparenta...




1 - Dominação Nível 3 - Ordenar Esquecimento

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Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





Spoiler:

"Penso, Logo Existo"
- Sussurros, pois ninguém deve nos ouvir.
-- Por que não falamos de igual para igual?
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Re: Drowned Souls

Mensagem por R.Gato Ontem à(s) 1:34 pm

Stanislav Nottinghan
PDS 10/15


Enquanto o elevador fazia seu percurso os dois membros mantinham alguma conversação educada. Basques inclinada devido a educação de  Stanislav respondia sem problemas as perguntas do Tremere que aos poucos e discretamente já começava sua investigação.

Stanislav escreveu:- Sim, negócios. Mineração e outros assuntos menos seculares, mais próximos da metafisica, falando nisso, soube de expansão nessa área, quem é responsável por tamanha expansão da mineração, algum membro especifico? Indaga o vampiro de forma despretensiosa.

_Oh, sim. Foi um dos carniçais do príncipe Cromuell que descobriu os veios de pedras preciosas e metais, o dono desse prédio Donald White. Mas ele é apenas um dos empresários ligados ao Príncipe Alex, grande parte dos figurões da mineração da ilha estão.

Durante o caminho até a sala ambos se despediam e com o alerta sobre a personalidade do Principe o Tremere entrava na sala. Era algo fantástico, qualquer Toreador ficaria ali por horas em transe. As paredes cobertas por mármore esmeralda e detalhes em dourado destacavam as inúmeras obras de arte que variavam de quadros a estatuas. Uma janela em fita que atravessava toda a parede do fundo criava uma vista fantástica do encontro do mar com a cidade. Ao meio era possível ver a figura do membro que com um sorriso simpático recebia o convidado.



_Seja bem vindo irmão, a que devo a honra?


Aquilo parecia uma piada. Onde quer que o príncipe ranzinza que não se sentia confortável com estranhos estivesse enfiado, definitivamente não era aquele homem educado e cortes logo a frente.

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R.Gato

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Re: Drowned Souls

Mensagem por @nonimous Ontem à(s) 8:55 pm



Como suspeitava, Donald White era um peão do príncipe local, o que explicava a magnitude da exploração e riqueza da cidade.
Stanislav refletiu sobre aquilo, a expansão da cidade e a aparente decepção do Salubri e seu interlocutor na carta, era a modernidade
trazendo seu vendaval destruidor, reformulando a realidade, Stanislav se lembra bem da revolução industrial, quando máquinas a vapor
substituiram mãos de familias inteiras, massificando o trabalho e a produção, o outro lado é mais sombrio, traz dor e sofrimento, aliemntando
um sistema inteiro gerador de pobreza e caos. E claro locais de poder e magia, vários deles foram violados nos quatro cantos do mundo, por algum
motivo tecnologia e progressos mata a magia do mundo, é como se máquinas destruissem pura e simplesmente horrores aos quais a humanidade sempre se escondeu.

Stanislav nunca advogou contra a expansão e modernidade, por mais paradoxal que fosse, a magia Tremere nasceu e existe no sangue Tremere, não é afetada
pelo consciente ou violação de locais mágicos, em tese é a potente vitae Tremere o condutor e realizador dos efeitos do magus Tremere.

Porém um trecho pertubador ecoa repetinamente na mente do Tremere, " Creio que não é apenas o mundo fisíco que vem sofrendo
com essas ações de mundo moderno" será que as ações mineradores tem criando ondas de pertubação na Umbra?!


Stanislav interrompe suas reflexões e olha afetuosamente para a mulher que o acompahava e em um tom de despedida ele diz:

- Obrigado minha cara. Eu deixei meu telefone na noite passada, sim, naquele hotel onde você me sugeriu, alías, se me permite gostaria de falar a sós com a senhorita.

O vampiro se despede da Zelador do Elísio ao chegar na suntuosa sala de recepção de Cromuell.

- Vim perante vossa graça me apresentar, honrando as tradições meu príncipe. Dispara o Tremere ainda surpreso com a aparência jovial e nada assombrosa, conforme pintada
por membros de sua corte.


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@nonimous

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Re: Drowned Souls

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