Yosuky Mikaella - Tremere - Camarilla

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Yosuky Mikaella - Tremere - Camarilla

Mensagem por yosukysammy em Sex Ago 04, 2017 9:26 pm

1. Dados

Nome: Yosuky Sammy
Personagem: Yosuky Mikaella
Clã: Tremere
Natureza: Excêntrico
Comportamento: Celebrante
Geração: 10ª geração
Refúgio: Capela Tremere
Conceito: Samurai Arcana

Saldo de XP: 0/0


2. Atributos

Físicos
- Força: 1
- Destreza: 1 + 2
- Vigor: 1 + 1

Sociais
- Carisma: 1
- Manipulação: 1 + 2
- Aparência: 1 + 3 (Olhos Afiados)

Mentais
- Percepção: 1 + 2
- Inteligência: 1 + 3 (Analítico)
- Raciocínio: 1 + 2


3. Habilidades

Talentos

- Prontidão: 2
- Esportes: 1
- Briga:
- Esquiva: 2
- Empatia: 2
- Expressão: 1
- Intimidação: 2
- Liderança:
- Manha: 1
- Lábia: 2

Perícias

- Empatia c/ Animais:
- Ofícios:
- Condução: 1
- Etiqueta: 3
- Armas de Fogo:
- Armas Brancas: 2 +1 (2 PB)
- Performance:
- Segurança:
- Furtividade: 2
- Sobrevivência: 1

Conhecimentos

- Acadêmicos:
- Computador: 1
- Finanças:
- Investigação:
- Direito:
- Linguística: 1 (Inglês e Japonês)
- Medicina:
- Ocultismo: 3
- Política:
- Ciências:


4. Vantagens

Antecedentes
- Mentor: 1 + 1 (1 PB)
- Geração: 3
- Recursos: 1 + 2 (2 PB) - Provenientes do Mentor

Disciplinas

Taumaturgia: 1 (7 PB) - Linha: Movimento da Mente
Dominação: 1
Auspicius: 2


5. Virtudes

Virtudes
- Consciência: 3
- Autocontrole: 3
- Coragem: 4

Humanidade: 6

Força de Vontade: 4 (+3 PB)

Qualidades e Defeitos

- Voz Encantadora +2
- Vingança - 2


Observações
- Ritual de Nível Um: Contato com o Senhor
- Armas: espada Katana (herança de família) + uma adaga


6. Prelúdio

“Akai Ito, o fio vermelho do destino. Reza essa lenda chinesa que você nasce enlaçado a sua alma gêmea por um fio invisível a olho nu. Esse fio pode se esticar ou emaranhar, mas as duas pessoas que foram destinadas inevitavelmente irão se encontrar, independentemente do tempo, lugar ou circunstância. ”

Distrito de Osaka, Japão, 1995.

“Minha irmã nasceu em um dia de primavera, onde o sol era gentilmente quente e as flores de cerejeira exalavam seu perfume pelas ruas de Osaka. Tinha cabelos tão brancos como a neve e olhos azuis, grandes e curiosos, tão azuis quanto os meus. Eu a amei desde o primeiro momento em que senti seus dedos pequenos apertarem minha mão com força. E eu sorri. Verdadeiramente, sorri. ” - Yosuky Haruka

Distrito de Osaka, Japão, 2000.

“Minha irmã era um alvo quase impossível de se atingir. Por mais que eu tentasse, ela sempre estava dez passos a minha frente. Era tradição em nossa família, de ancestralidade samurai, que as mulheres recebessem treinamento em artes marciais e estratégias de guerra. Eu me frustrada a cada vez que era derrotada por minha própria irmã, sem que a mesma demonstrasse o mínimo de remorso. “Não sentir, não deixar saber”, esse era um dos ensinamentos de nosso pai, que sempre ecoava em minha mente e me impedia de chorar a cada nova derrota. Eu queria que nossos pais sorrissem para mim com o mesmo orgulho que sorriam para minha irmã. Eu a invejava em meu íntimo. ” – Yosuky Mikaella

Distrito de Osaka, Japão, 2008.

“Dizem que você não escolhe por quem irá se apaixonar. Mas meu coração escolheu alguém que me era impossível, minha própria irmã. Haruka já tinha seus vinte anos e eu era apenas uma adolescente. Nossa rivalidade ainda permanecia afiada, e nos enfrentávamos em combates de espadas com frequência, assistidos por nosso pai. Eu havia recebido de minha irmã uma katana como presente em meu décimo aniversário. Minhas habilidades com a espada já haviam evoluído significativamente e eu já não ficava tão atrás de minha irmã, por mais que eu ainda não conseguisse derrotá-la. Haruka havia mudado. Ela se mantinha distante de mim e sempre que eu a questionava ela encontrava uma maneira de me contornar. Eu sentia uma dor no peito a cada vez que a via desviar o olhar quando eu chegava no recinto. Minha mente me torturava dia a dia, criando paranoias e imaginado possibilidades absurdas. E eu me declarei. Me declarei para minha própria irmã. Ela não se desviou desta vez. Ela me fez dela e confessou o seu amor. Eu estava verdadeiramente feliz, embora soubesse que aquele segredo poderia nos matar. ” – Yosuky Mikaella

Distrito de Osaka, Japão, 2016.

“Já haviam sete anos desde que Haruka tinha saído de Osaka. Nos comunicávamos diariamente através de e-mails, chats e ligações. Eu não sabia exatamente onde ela estava e eu já havia desistido de questionar sobre isso. Eram por volta de nove horas da noite quando eu voltava para meu pequeno apartamento. Deixei minha mochila em cima do sofá e segui para meu quarto, como de costume. Eu tomaria um banho quente após um dia exaustivo de trabalho, comeria qualquer coisa industrializada. Estudaria por uma ou duas horas e tentaria dormir, depois de tomar minha dose diária de calmantes. Bem, esses eram os meus planos para aquela noite de sexta-feira. Mas no momento que eu entrei em meu quarto, braços me envolveram em um abraço frio e olhos vermelhos carmesim se fixaram nos meus. “Quieta. ” Um comando simples, e minha boca foi incapaz de emitir qualquer som. Uma voz e um rosto familiar. Haruka. Meu amor estava ali a minha frente, mas não era mais humana. Suas presas eram afiadas como agulhas, sua expressão era vazia, assim como seus olhos. Eu estava tomada de um sentimento confuso e apenas conseguia derramar as lágrimas que eu fui instruída por toda a vida a não derramar. Os minutos seguintes se arrastaram como horas, dolorosos e desesperadores. Um beijo gentil e meu corpo foi jogado contra a cama, despido por mãos frias e desejado por aqueles olhos cor de sangue. Comandos baixos me impediam de tentar fugir, ou talvez eu simplesmente não quisesse fugir dali. Novamente, Haruka me tomou para si, de uma forma muito mais profunda. Suas presas se cravaram em minha carne, a dilacerando, uma dor intensa misturada a algo que beirava o prazer tomava conta de meu corpo. Eu senti o cheiro de meu próprio sangue misturado ao perfume das flores de cerejeira. E desde este dia, eu também morri. E contra a minha vontade, eu jurei lealdade àqueles que eu deveria temer.” – Yosuky Mikaella

Los Angeles, Estados Unidos, 2017.

- Bem, eu era uma adolescente apaixonada e eu realmente acreditava que meu amor um dia seria correspondido, por mais impossível que pudesse parecer.

A vampira inclina a cabeça de lado, fazendo com que seus compridos cabelos brancos como a neve escorregassem por seu ombro e pousassem de forma suave próximo ao decote de seu vestido de cetim, preto. Era um movimento contido, não natural, quase como uma boneca.


- Desculpe, eu acho que me distrai novamente. - a mesma ergue a sobrancelha direita ao ver que o homem a sua frente parecia nervoso. - Acho que estou confundindo você. - uma risada suave ecoa pelo quarto vazio. - Você gosta de histórias? Eu adoro. Mas essa história me trás um sentimento diferente…

Uma longa pausa se segue, um silêncio incômodo que é quebrado pela respiração pesada do homem, como quem estivesse entrando em pânico e tentasse se controlar para não surtar. Não era medo. Ele havia escolhido estar ali e descobrir mais sobre aquela figura não viva que o tinha fascinado. Mas ela era como uma boneca, não havia traços de sentimentos, não havia um pulso em seu coração e sua pele era fria. Mas além disso, ela parecia como um anjo inocente que esperava seu alvo baixar a guarda para assassiná-lo sem o mínimo de pudor. Ok, talvez fosse medo, muito medo. Ele temia por sua vida e sabia que não conseguiria escapar se essa fosse a vontade da vampira.

- Por que estás tão nervoso? - a voz melodiosa e suave da vampira torna a chamar a atenção do homem. - Eu assusto você? Não tenha medo, não vou te fazer mal algum. Ok, talvez eu faça, mas eu prometo não lhe matar… se você for uma boa criança comigo.

Um sorriso psicopata surge no rosto pálido da vampira, fazendo sua companhia engolir em seco. O clima entre eles havia mudado completamente, bem como a voz da criatura, que se tornara sombria, embora permanecesse baixa. Agora o ambiente parecia sufocar, era pesado, e o homem tenta desafrouxar sua gravata vermelha, tentando manter a compostura.

- Onde paramos? - ela o polegar à boca, o mordendo suavemente com as presas pontiagudas, mas sem ferir a própria pele. - Ah, sim, amor. Bem, amar foi o meu pior erro. E o meu amor se tornou minha maldição. Eu vou tentar não me perder novamente e você vai entender. - mais um erguer de sobrancelhas, não natural - Você acha que consegue não ter uma parada cardíaca até lá? Eu posso ouvir que seu coração está muito acelerado, e isso me preocupa. Eu não tenho companhia a algum tempo, e eu odiaria que você morresse antes que eu pudesse conversar um pouco.

O homem murmura um “estou bem”, tão inseguro que se a vampira fosse viva, suspiraria pesadamente, tentando manter a paciência.

- Você mente tão mal. Assim como ela. - seu tom tinha certo ódio. - Minha irmã. A mulher pela qual eu me apaixonei. Ok, eu sei que você vai me julgar a partir de agora. Mas me diga, você escolheu as pessoas pelas quais se apaixonou em sua vida?

O homem apenas balança a cabeça negativamente.

- Então. Eu também não escolhi. Eu me apaixonei por minha irmã, mas eu sabia o quanto isso era imoral. Então eu guardei esse sentimento para mim mesma. Nossos pais nunca aceitariam um romance entre nós. E talvez nem mesmo Haruka aceitasse. Eu guardei esse segredo por longos anos, até que aconteceu…

Mais uma pausa. A vampira parecia se recordar de cada momento, e por um segundo parecia distraída. Uma boa oportunidade de fugir dali? O homem ponderava suas possibilidades. Mas no fundo ele sabia que não havia uma escapatória e também não queria abusar do “bom humor” de sua anfitriã. Um suspiro pesado dele trás a vampira de volta aquele lugar.

- O que aconteceu? - ele por fim diz algo num tom compreensível, e sua voz quase não tremeu. Isso fez a vampira sorrir.

- Finalmente parece interessado em minha história, me agrada muito saber disso. - ela leva o cálice que mantinha entre as mãos até a boca, dando um gole curto. - Ela se confessou pra mim. Ah, sim, meu coração parecia que iria explodir a cada palavra dela. Me lembro como se fosse hoje a sensação. “Eu”, “te”, “amo”. Foram as três palavras mais lindas que eu tinha ouvido até então. Eu era inocente, e acreditei. Eu me entreguei para minha irmã…

- Se entregou? - o homem pergunta, realmente interessado na história, embora ainda aparentasse estar nervoso.

- Sim, ela tirou minha inocência. Fizemos amor. - a vampira completa ao perceber que o homem não havia compreendido.

- E depois?

- Depois ela me traiu. - a vampira aperta o cálice de cristal, com um ódio tão visível quanto óleo na água, fazendo o cálice se partir e seu conteúdo se derramar sobre seu vestido negro. - Oh, desculpe. Eu costumo exagerar as vezes.

Novamente o clima pesa entre os dois. O homem se encolhe e engole em seco mais uma vez. A vampira ergue o olhar para o mesmo, olhos vermelhos como sangue, mortais, perversos.

- Bem, eu não entendo os motivos dela, mas o meu clã sabe... Eu sei disso porque eles enviaram Leonard pra me ensinar no lugar dela, e então você pergunta, como alguém tão jovem nessa vida eterna como a minha irmã pode ter a responsabilidade de comprometer mais alguém com a vida eterna? Eu não sei, mas como disse, o meu clã sabe, eles sabem de tudo, afinal mandaram um substituto como criador, certo? Eles sabem onde minha irmã está e o que está fazendo, mas eu não os vejo com maus olhos, ela ainda fez o que fez e só consigo culpar a ela por tudo isso. Você pode me achar obsessiva, e talvez eu seja e também talvez ela nem esteja mais neste mundo, mas ela precisa estar porque temos contas a acertar. Eu escolhi abandonar qualquer pedaço humano que tivesse dentro de mim. Eu não queria sentir. Eu também estou presa àqueles maiores que eu. Em parte, eu consigo entender como ela se sentia, estar entre a espada e a cruz…. Não ter controle sobre si mesma… Ter de ir além do que você acha certo ou errado e obedecer como uma boneca sem vontade. Esse é o nosso destino.

A vampira dá de ombros, aquilo já era normal em sua não vida.

- E depois de tudo…. Você tem algum objetivo?

- Talvez. - ela responde prontamente. - Eu tenho o desejo de obter conhecimento. Sobre a minha espécie, e muito além disso. Dizem que há coisas entre os céus e a terra que nunca iremos entender. Bem, eu lhe digo que isso é uma verdade. Mas ressalto, humanos não podem compreender. E eu já não sou mais humana. Como meu mestre costuma dizer, conhecimento é poder. E há um lugar onde eu quero chegar.

- Que lugar?

- Isso eu também não posso dizer. - a vampira mostra a língua entre as presas, quase como uma criança. - Mas agora, você sabe demais. E é contra as regras que humanos tomem conhecimento sobre nós. Então…

O homem se levanta bruscamente e corre até a porta, esta estava trancada.

- Ora, tente não gritar. - a vampira já estava pouco atrás dele. - Vai acabar rápido.

As mãos leves e pequenas da vampira apertam com suavidade os ombros do rapaz, subindo até seu pescoço em uma carícia quase sensual.

- V-você prometeu… - o homem é interrompido pela dor das presas da criatura cravando-se em sua carne.

- Eu menti. - A vampira diz em meio a uma pausa e torna a cravar suas presas, rasgando a carne e pele do homem, que pouco a pouco perde as forças até tudo se tornar escuro e seu corpo cair sem vida no chão.

- Mais uma vez você exagerou, Mikaella.

Uma voz grossa, baixa e fria rompe o silêncio que tinha se seguido. Mikaella revira os olhos e olha por cima do ombro.

- Você acha? Eu tentei ser gentil desta vez. - Um sorriso de criança surge no rosto da vampira que limpava os lábios com um lenço branco.

- O que pretende fazer com as evidências? - O vampiro de cabelos brancos como os de Mikaella sai de seu esconderijo às sombras.

- É dever do pai limpar a bagunça de seus filhos, Leonard. - A vampira diz, voltando a seu assento. - Apenas queime tudo.

- Eu não tenho muita paciência com crianças mimadas, então recomendo que não use esse tom comigo novamente. - o vampiro diz entredentes, sua voz com visível irritação.

- Desculpe, desculpe. Terei mais cuidado na próxima vez... - a Tremere abre novamente seu sorriso de criança. - Seus "dons" apenas tornam tudo mais fácil de ser apagado.

- Que seja.

Chamas vermelhas tomam o pequeno casebre, e a dupla de vampiros observa a madeira ruindo aos poucos, conforme é queimada.

- Agora vamos. Temos de nos apressar. - Leonard diz em seu habitual tom sério, sendo seguido pela Tremere que se detém a não perguntar aonde iriam agora, ou o objetivo.

"Só espero que Leonard não descubra meus reais objetivos..." - Mikaella pensa.


7. Banco de Dados
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Re: Yosuky Mikaella - Tremere - Camarilla

Mensagem por Detective Comics em Dom Ago 06, 2017 11:20 am

Bom fim de semana, Avaliadores! Divirtam-se
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Re: Yosuky Mikaella - Tremere - Camarilla

Mensagem por Bispo Altobello em Ter Ago 22, 2017 8:08 pm

Boa noite!

Seja bem-vinda ao Fórum! Sim, eu sei que demorei para aparecer! Aconteceu uma série de fatores que me fizeram ficar afastado do Fórum durante alguns dias. Mas agora estou aqui e poderei prosseguir com a avaliação da sua ficha. Espero que não tenha desanimado! Gostei da premissa do personagem (excetuando a relação incestuosa de hentai. Haha!), inclusive tenho um personagem bastante parecido. Bom, sem mais delongas, vamos à avaliação!


Humanidade: 6 - Mikaella ainda conserva boa parte de sua Humanidade, já que 6 corresponde a uma pessoa comum. Atos como se confessar para um mortal descuidadamente e matá-lo em seguida não condiz com esse nível de Humanidade. 

Prelúdio: Gostei da forma como foi escrito até o abraço. Há objetividade e a informação é passada de forma fluída. Depois torna-se maçante com informações repetidas, além de parecer mais um conto do que um prelúdio. Se estende mais que o necessário. Não vou fazer com que mude, mas fica a dica para possíveis personagens futuros. 

Com sete anos de não vida, Haruka mal é vista como uma Neófita e é extremamente improvável que receba autorização para o Abraço. Isso não depende só do Clã, mas também do Príncipe que é o vampiro que tem a palavra final nesse assunto. 

Um Mentor de nível 2 é um Ancião, alguém com pelo menos uns 400 anos. Por que ele resolveu cuidar de Mikaella? O que ele ganha mentorando a cria de uma Neófita?

Quais são os reais objetivos de Mikaella afinal de contas?

_________________
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E lá, mais alto que as nuvens, serei como o Altíssimo." 
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Re: Yosuky Mikaella - Tremere - Camarilla

Mensagem por yosukysammy em Qua Ago 23, 2017 10:17 am

1. Dados






Nome: Yosuky Sammy
Personagem: Yosuky Mikaella
Clã: Tremere
Natureza: Excêntrico
Comportamento: Celebrante
Geração: 10ª geração
Refúgio: Capela Tremere
Conceito: Samurai Arcana

 - Saldo de XP: 0/0


2. Atributos






 - Físicos

- Força: 1
- Destreza: 1 + 2
- Vigor: 1 + 1

 - Sociais

- Carisma: 1
- Manipulação: 1 + 2
- Aparência: 1 + 3 (Olhos Afiados)

 - Mentais

- Percepção: 1 + 2
- Inteligência: 1 + 3 (Analítico)
- Raciocínio: 1 + 2

3. Habilidades





♠ - Talentos

- Prontidão: 2
- Esportes: 1
- Briga:
- Esquiva: 2
- Empatia: 2
- Expressão: 1
- Intimidação: 2
- Liderança:
- Manha: 1
- Lábia: 2

 - Perícias

- Empatia c/ Animais:
- Ofícios:
- Condução: 1
- Etiqueta: 3
- Armas de Fogo:
- Armas Brancas: 2 +1 (2 PB)
- Performance:
- Segurança:
- Furtividade: 2
- Sobrevivência: 1

 - Conhecimentos

- Acadêmicos:
- Computador: 1
- Finanças:
- Investigação:
- Direito:
- Linguística: 1 (Inglês e Japonês)
- Medicina:
- Ocultismo: 3
- Política:
- Ciências:

4. Vantagens





 - Antecedentes

- Mentor: 1 + 1 (1 PB)
- Geração: 3
- Recursos: 1 + 2 (2 PB) - Provenientes do Mentor

 - Disciplinas

Taumaturgia: 1 (7 PB) - Linha: Movimento da Mente
Dominação: 1
Auspicius: 2

5. Virtudes





 - Virtudes

- Consciência: 3
- Autocontrole: 3
- Coragem: 4

 - Humanidade: 6

 - Força de Vontade: 4 (+3 PB)

 - Qualidades e Defeitos

- Voz Encantadora +2
- Vingança - 2

 - Observações

- Ritual de Nível Um: Contato com o Senhor
- Armas: espada Katana (herança de família) + uma adaga

6. Prelúdio


“Akai Ito, o fio vermelho do destino. Reza essa lenda chinesa que você nasce enlaçado a sua alma gêmea por um fio invisível a olho nu. Esse fio pode se esticar ou emaranhar, mas as duas pessoas que foram destinadas inevitavelmente irão se encontrar, independentemente do tempo, lugar ou circunstância. ”

 - Distrito de Osaka, Japão, 1995.
“Minha irmã nasceu em um dia de primavera, onde o sol era gentilmente quente e as flores de cerejeira exalavam seu perfume pelas ruas de Osaka. Tinha cabelos tão brancos como a neve e olhos azuis, grandes e curiosos, tão azuis quanto os meus. Eu a amei desde o primeiro momento em que senti seus dedos pequenos apertarem minha mão com força. E eu sorri. Verdadeiramente, sorri. ” - Yosuky Haruka
 - Distrito de Osaka, Japão, 2000.
“Minha irmã era um alvo quase impossível de se atingir. Por mais que eu tentasse, ela sempre estava dez passos a minha frente. Era tradição em nossa família, de ancestralidade samurai, que as mulheres recebessem treinamento em artes marciais e estratégias de guerra. Eu me frustrada a cada vez que era derrotada por minha própria irmã, sem que a mesma demonstrasse o mínimo de remorso. “Não sentir, não deixar saber”, esse era um dos ensinamentos de nosso pai, que sempre ecoava em minha mente e me impedia de chorar a cada nova derrota. Eu queria que nossos pais sorrissem para mim com o mesmo orgulho que sorriam para minha irmã. Eu a invejava em meu íntimo. ” – Yosuky Mikaella
 - Distrito de Osaka, Japão, 2008.
“Dizem que você não escolhe por quem irá se apaixonar. Mas meu coração escolheu alguém que me era impossível, minha própria irmã. Haruka já tinha seus vinte anos e eu era apenas uma adolescente. Nossa rivalidade ainda permanecia afiada, e nos enfrentávamos em combates de espadas com frequência, assistidos por nosso pai. Eu havia recebido de minha irmã uma katana como presente em meu décimo aniversário. Minhas habilidades com a espada já haviam evoluído significativamente e eu já não ficava tão atrás de minha irmã, por mais que eu ainda não conseguisse derrotá-la. Haruka havia mudado. Ela se mantinha distante de mim e sempre que eu a questionava ela encontrava uma maneira de me contornar. Eu sentia uma dor no peito a cada vez que a via desviar o olhar quando eu chegava no recinto. Minha mente me torturava dia a dia, criando paranoias e imaginado possibilidades absurdas. E eu me declarei. Me declarei para minha própria irmã. Ela não se desviou desta vez. Ela me fez dela e confessou o seu amor. Eu estava verdadeiramente feliz, embora soubesse que aquele segredo poderia nos matar. ” – Yosuky Mikaella
 - Distrito de Osaka, Japão, 2016.
“Já haviam sete anos desde que Haruka tinha saído de Osaka. Nos comunicávamos diariamente através de e-mails, chats e ligações. Eu não sabia exatamente onde ela estava e eu já havia desistido de questionar sobre isso. Eram por volta de nove horas da noite quando eu voltava para meu pequeno apartamento. Deixei minha mochila em cima do sofá e segui para meu quarto, como de costume. Eu tomaria um banho quente após um dia exaustivo de trabalho, comeria qualquer coisa industrializada. Estudaria por uma ou duas horas e tentaria dormir, depois de tomar minha dose diária de calmantes. Bem, esses eram os meus planos para aquela noite de sexta-feira. Mas no momento que eu entrei em meu quarto, braços me envolveram em um abraço frio e olhos vermelhos carmesim se fixaram nos meus. “Quieta. ” Um comando simples, e minha boca foi incapaz de emitir qualquer som. Uma voz e um rosto familiar. Haruka. Meu amor estava ali a minha frente, mas não era mais humana. Suas presas eram afiadas como agulhas, sua expressão era vazia, assim como seus olhos. Eu estava tomada de um sentimento confuso e apenas conseguia derramar as lágrimas que eu fui instruída por toda a vida a não derramar. Os minutos seguintes se arrastaram como horas, dolorosos e desesperadores. Um beijo gentil e meu corpo foi jogado contra a cama, despido por mãos frias e desejado por aqueles olhos cor de sangue. Comandos baixos me impediam de tentar fugir, ou talvez eu simplesmente não quisesse fugir dali. Novamente, Haruka me tomou para si, de uma forma muito mais profunda. Suas presas se cravaram em minha carne, a dilacerando, uma dor intensa misturada a algo que beirava o prazer tomava conta de meu corpo. Eu senti o cheiro de meu próprio sangue misturado ao perfume das flores de cerejeira. E desde este dia, eu também morri. E contra a minha vontade, eu jurei lealdade àqueles que eu deveria temer.” – Yosuky Mikaella
 - Los Angeles, Estados Unidos, 2017.
"Uma semana após o abraço, Haruka simplesmente desapareceu. Eu tentei por vezes descobrir o mistério por trás de tudo aquilo e, mesmo tendo sete anos de "não vida", muito ainda me era vago. Eu não conseguia compreender o porquê Haruka havia me transformado no que sou hoje e, pelo pouco que eu já havia compreendido, isso ia contra todas as "regras", tanto do clã, quanto da seita. Leonard havia assumido minha tutela pouco depois, e cuidava de cada passo que eu desse. Não podia ser coincidência, havia algo maior acontecendo e eu não conseguia chegar até uma resposta. Me parecia que ele havia sido designado para que minha venda fosse mantida, enquanto as principais peças desse jogo de xadrez se articulavam na escuridão. E talvez eu fosse um dos peões desse jogo insano. Muitas hipóteses já haviam se formado em minha mente, linhas de teorias vagas e fora de sentido. Eu mantinha isso para mim, uma vez que questionar diretamente era como implorar para ter minha "não vida" encerrada de uma vez por todas. E mesmo sem compreender, eu sentia certo rancor de minha irmã. Por que trazer a própria irmã para esse jogo? Por que abandoná-la, sem deixar o mínimo de pistas para que ela pudesse seguir? Eu era como uma criança no escuro, buscando as mãos gentis de seus pais para livrá-la do medo que a consumia. No fundo, eu ainda amava e buscava por minha irmã. Eu queria entender tudo aquilo, mas precisava ter cautela. Leonard sequer podia imaginar que meus objetivos eram chegar até Haruka e tirar o véu que cobria meus olhos, entender todos os fios desse jogo que me enlaçavam e me mantinham presa pelos pés, mãos e até mesmo pelo pescoço. Eu sabia que minha existência não era em vão, mas precisava de uma resposta para conseguir seguir. Essa bipolaridade de sentimentos de amor e ódio beiravam a uma obcessão. Eu precisava compreender qual era o meu papel nesse teatro macabro..." - Yosuky Mikaella

OBSERVAÇÕES SOBRE A AVALIAÇÃO

 - Sobre Mikaella: algumas partes de sua história são propositalmente vagas. Aos olhos de Mikaella, ela não compreende os objetivos de sua irmã e de seu clã, e onde ela se encaixa em tudo o que ela "sente" que está acontecendo. Essa personagem foi criada para ter sua história desenvolvida em meio a uma crônica, e já havia sido pré-acordado com o narrador. Inclusive, minha vaga já está reservada nas inscrições. Então nem mesmo eu, como sua criadora, sei o que irá acontecer com Mikaella, nem quais foram os reais motivos para tudo isso. Eu considero essa forma de jogar extremamente interessante, pois eu terei que ser Mikaella enquanto player, eu irei sentir seus anseios e sentimentos. É quase como um livro que não sei o que vai acontecer nos próximos capítulos.


 - Sobre seus sentimentos/objetivos: Mikaella foi baseada em uma experiência pessoal de vida, onde meus próprios sentimentos estavam desconexos e confusos. Mikaella sente ódio e amor pela irmã, ela vive um completo caos interior. Eu escolhi o clã Tremere pela sua rígida hierarquia, o que dificulta e muito as articulações de Mikaella, e Leonard se torna o principal impedimento dela em busca das respostas que ela precisa.

 - Sobre Prelúdio: modifiquei a última parte pois eu já tinha relido e já tinha em mente realmente alterá-la. Sua avaliação só reforçou essa ideia e acredito que o objetivo tenha ficado mais claro.
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Re: Yosuky Mikaella - Tremere - Camarilla

Mensagem por Bispo Altobello em Qua Set 06, 2017 8:37 pm

Humanidade: 6 - Mikaella ainda conserva boa parte de sua Humanidade, já que 6 corresponde a uma pessoa comum. Atos como se confessar para um mortal descuidadamente e matá-lo em seguida não condiz com esse nível de Humanidade. Você retirou a parte que desfigura a Humanidade 6 e isso é bom. Tenha em mente que, durante o jogo, atitudes como aquela ensejam perda de humanidade e isso é a única coisa que separa um vampiro de um animal.

Prelúdio: Gostei da forma como foi escrito até o abraço. Há objetividade e a informação é passada de forma fluída. Depois torna-se maçante com informações repetidas, além de parecer mais um conto do que um prelúdio. Se estende mais que o necessário. Não vou fazer com que mude, mas fica a dica para possíveis personagens futuros. 

Com sete anos de não vida, Haruka mal é vista como uma Neófita e é extremamente improvável que receba autorização para o Abraço. Isso não depende só do Clã, mas também do Príncipe que é o vampiro que tem a palavra final nesse assunto. Vou abrir uma exceção nessa parte, achei interessante essa busca por respostas em relação à irmã sumida. Pode dar um excelente arco nas mãos de um bom narrador. 


Em relação a Leonard, já não faz muito sentido o mistério. É preciso haver uma razão bem estabelecida para um Ancião resolver adotar a cria de uma vampira mais jovem. Um Mentor de nível 2 é um Ancião, alguém com pelo menos uns 400 anos. Por que ele resolveu cuidar de Mikaella? O que ele ganha mentorando a cria de uma Neófita? Não cobro por chatice ou simples implicância. Uma vez que sua ficha seja aprovada, você poderá cair nas mãos de qualquer narrador no futuro, não apenas na do Rian. Por isso é vital que a ficha esteja redondinha e que o mistério não seja construção exclusiva do narrador X. Leonard se interessar por Yosuky é algo que necessita de explicação.

Quais são os reais objetivos de Mikaella afinal de contas? Os objetivos da sua personagem não devem ser um mistério. Ela própria é quem define, como isso seria desconhecido para ela. De qualquer forma, agora ficou claro que é esclarecer a situação com a irmã. Se houver outros, pode colocar também.

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Re: Yosuky Mikaella - Tremere - Camarilla

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