A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Página 4 de 4 Anterior  1, 2, 3, 4

Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Seg Out 02, 2017 5:00 pm

GOLDEN LEAF

Contrariados ou não todos decidiram seguir para a cidade escoltando o pobre velho.

Aarlyn escreveu:Estamos indo para a cidade também. Acompanhe-nos, vamos ajudá-lo.

Obrigado, meu jovem.

Aarlyn escreveu:Enquanto isso, conte-nos o que exatamente aconteceu?

Ah jovem rapaz, esta história é muito triste e me traz muito pesar, eu lhes peço que não me obriguem a reviver tudo isso, meu peito ainda está apertado e reviver essas emoções seria quase uma tortura.

O velho não estava mentindo, suas emoções carregadas transpareciam e de certa forma o grupo teve uma empatia com o velho e suas desgraças pessoais.

Ninguém mais falou nada durante todo o percurso até a cidade, por vezes os aventureiros puderam perceber lágrimas escorrendo pelo rosto do senhor. Seja o que for, as esperanças dele estavam no limite.

Surpreendentemente a mata mais densa aos poucos ia transformando-se em campos abertos de plantações, revelando-os que estavam perto da cidade, o sol ainda estava de pé, ainda possuiam mais algumas hora de luz antes dele se pôr no horizonte, o grupo enfim chegou muito antes do que esperavam. Algumas casas em meio as plantações podiam ser vistas. A paisagem era bonita, campos com os mais variados tipo de plantações estendiam-se até o limite da visão, ao longe os aventureiros já podiam identificar a silhueta da cidade. Conforme se aproximavam dos portões, mais casas podiam ser vistas, na verdade estavam mais para casebres, simples e servis, provavelmente de camponeses. Quando se aproximaram da ponte que cruzava o rio e terminava nos portões da cidade o grupo percebeu que o velho não estava mais entre ele, em algum momento de deslumbre com as grandes muralhas eles perderam o seu protegido. O grupo ainda tentou procurá-lo pelas proximidades mas não havia o menor sinal daquele senhor, ele simplesmente havia sumido.

Ainda na ponte, um pouco desnorteados com o sumiço do velho, o pequeno grupo se deparou com um homem encostado em uma das bordas, com um pequeno instrumento de cordas nas mãos cantando sua canção:

Preste bem atenção
Meu querido forasteiro
Os meus cantos são conhecidos
Pelo caráter verdadeiro

Não importa o que procuras
Aqui você irá encontrar
Comércio, jóias, teatro ou sexo
Tem tudo aqui neste lugar

Mas cuidado aventureiro
Saiba bem o que procurar
Pois poderão levar o seu dinheiro
ou até mesmo te matar

Mas não se assombre com esta rima
Basta somente, as leis, respeitar
Que eu te prometo, companheiro
Que esta cidade irás amar

E de uma coisa não tenho dúvida
Se por aqui, de vez, não ficar
Tenho certeza de que algum dia
Para cá irás retornar



_________________
avatar
Poeta

Data de inscrição : 19/05/2011

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Ter Out 03, 2017 4:30 am

A cidade, finalmente. Tudo era muito belo aos olhos de Elloir que ficou vidrado por um tempo, sem perceber que o velho que os acompanhava já não estava entre eles.

Procurá-lo se mostrou inútil e Elloir não iria se deter por muito tempo ali. Se o velho sumiu, então não precisava de tanta ajuda assim. Enquanto isso Elloir escuta a canção do bardo com atenção até o fim. Elloir acredita que o seu contato estará em uma estalagem ou taberna, mas poderia muito bem ser este bardo tentando passar uma mensagem escondida na música.

Depois de analisar bem a música e o bardo, Elloir continuará o seu caminho. Caso o bardo seja o seu contato, Elloir irá fazer um gesto discreto para avisar que o encontre na taberna.

Elloir: - Bom, o velho sumiu e chegamos em nosso destino. Não sei vocês mas tudo o que quero agora é boa comida, boa bebida e uma boa cama.

Elloir aguarda a resposta de seus companheiros. Atento ao seu redor, o sorrateiro caçador de recompensas imagina que o monge provavelmente irá optar por procurar o velho mas Ulfgar com certeza preferirá a estalagem.

Elloir espera encontrar o seu contato em breve. Ele pretende adquirir um mapa detalhado da cidade o quanto antes e está ávido por uma recompensa. Elloir também não se esqueceu da aranha e pretende vender suas partes para possíveis interessados.
avatar
Bahamut

Data de inscrição : 04/10/2015
Idade : 35

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Qua Out 04, 2017 10:53 am

Chegando na entrada de Golden Leaf, o movimento de todo tipo de seres se fazia presente nas mediações. O silêncio da paisagem de nossa caminhada era quebrado pela vida pulsante naquela cidade mercante. Tal contraste, nos tomou a atenção para apreciação e nos distraiu a tal ponto que perdemos o pobre velho que viajava conosco. Perplexo ao concluir que de fato ele havia desaparecido, indago aos meus companheiros.



- onde está o velho moribundo?
Não acredito que aquele rascunho de homem tenha nós ludibriado hahahahah....




Mas isso não importa porque enfim chegamos a Golden Leaf! Após muita caminhada finalmente alcançamos nosso objetivo. Não sei bem o verdadeiro motivo que leva os dois humanos a estarem ali, mas o meu não me sai da cabeça. Golden Leaf é conhecida por sua diversidade de seres, e com certeza alguém aqui será capaz de me ajudar em minha busca. O primeiro lugar que pretendo visitar é a taberna. Todo mundo vai a taberna, e caso não encontre alguém lá, o taberneiro saberá me orientar ao ouvir meu problema. Talvez seja melhor ir direto a ele.



- companheiros, não sei vocês,
mas eu irei a taberna. Preciso de uma boa cerveja!




Não sei se continuaremos juntos a partir daqui, pois o nosso objetivo comum já fora alcançado. Confesso que estava gostando da companhia dos humanos. É melhor que viajar só, é mais inteligente devido aos vários perigos...
avatar
Han

Data de inscrição : 24/07/2016

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Sab Out 07, 2017 2:46 pm

*Enquanto se aproximava da cidade, Arling lembrava apenas do seu item e de que precisaria mantê-lo protegido. Não tinha qualquer missão diferente, não se sentia herói, mas estava disposto a ajudar o velho, porém ele desapareceu como um fantasma.

Ouve a canção do Bardo e por fim, deixa uma peça de cobre com o mesmo.*

- Espero que isso lhe ajude.

*Dizia aos outros*

- Busco apenas meu auto-conhecimento. Estou disposto a ajudar vocês no que precisam.

*Embora ele realmente desejasse ajudar, sabia que com o auxílio de outros, teria mais chance de sobreviver caso fosse descoberto.

Seguia em direção a taverna, um bom banho e um descanso seriam bem vindos.*
avatar
MEZENGA

Data de inscrição : 13/04/2011

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Seg Jan 22, 2018 8:19 pm

A Última Estação

Rusumo

Para lembrar dos acontecimentos até aqui e ambientar o novo jogador fiz um breve resumo do que passamos até agora.

Cada qual com seus objetivos, suas crenças, suas motivações, os 3 viajantes caminhavam rumo a Golden Leaf, uma importante cidade do Reino, parada obrigatória para quem transitava por aquela região. Além das belas planícies, antes cenários de grandes batalhas, destacavam-se ao longe algumas construções, restos de estruturas tão antigas quanto as histórias da Batalha dos Dois Povos.

Misteriosamente, surgindo do horizonte, um conjunto de pesadas nuvens marchava trazendo junto consigo uma timível tempestade. Árvores centenárias eram arrancadas do solo, casebres ao longe eram destruídos como simples gravetos, raios e trovões rasgavam os céus.  Os viajantes não tiveram outra escolha senão procurar algum abrigo... E em uma daquelas construções antigas eles procuraram se proteger. De longe pareceu uma velha torre mas de perto eles perceberam que na verdade aquela grande construções era uma grande tumba, que outrora serviu como lugar de descanso para corpos flagelados de grandes guerreiros mortos em batalha, o local que já serviu como fonte de inspiração para os soldados que desejam alcançar a glória, agora servia como abrigo para animais selvagens e criaturas perigosas.

Ulfgar, Elloir e Aarlyn encontraram-se na entrada e após apresentações calorosas decidiram se concentrar na segurança do grupo. O lugar tinha algumas portas e de uma delas pequenos ratos surgiram em meio a escuridão. Após desvencilharem-se dos pequenos e raivosos animais o grupo decidiu explorar o lugar a fim de não serem surpreendidos com novos ataques. Em sua busca, um estreito corredor despertou o interesse do grupo, ao explorá-lo o grupo foi surpreendido por uma aranha gigante que desferiu um poderso golpe no pobre anão que por muito pouco não morreu envenenado. Após o encontro o grupo temendo por suas vidas, decidiu fugir daquela Tumba para nunca mais voltar e após uma noite inteira naquele horripilante e assombroso lugar o grupo finalmente caminhava seguros sob um explendoroso sol radiante.


Ao caminharem pela estrada que os levaria a cidade, um velho senhor os surpreendeu com um estranho pedido de ajuda, ninguém percebeu de onde ele saiu, mas ali estava ele implorando para que o grupo o escoltasse com segurança ate Golden Leaf, sua filha havia sido raptada e ele precisava chegar a cidade. A única coisa que o pobre homem pode oferecer era a ajuda de seu grande amigo Boldör, o taverneiro da principal taverna.

O velho não falou muito durante a viagem e esquivou-se das perguntas que o grupo fez, os viajantes esperariam chegar a cidade para entenderem melhor aquela história, mas quando finalmente chegaram a Golden Leaf e finalmente teriam a oportunidade de entender o que havia passado com aquele sujeito, o velho sumiu sem dizer nada... Simplesmente desapareceu das vistas do grupo.

Na entrada da cidade um bardo cantarolava suas poesias:

Preste bem atenção
Meu querido forasteiro
Os meus cantos são conhecidos
Pelo caráter verdadeiro

Não importa o que procuras
Aqui você irá encontrar
Comércio, jóias, teatro ou sexo
Tem tudo aqui neste lugar

Mas cuidado aventureiro
Saiba bem o que procurar
Pois poderão levar o seu dinheiro
ou até mesmo te matar

Mas não se assombre com esta rima
Basta somente, as leis, respeitar
Que eu te prometo, companheiro
Que esta cidade irás amar

E de uma coisa não tenho dúvida
Se por aqui, de vez, não ficar
Tenho certeza de que algum dia
Para cá irás retornar

_________________
avatar
Poeta

Data de inscrição : 19/05/2011

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Qua Jan 24, 2018 10:05 am

Golden Leaf



Após entrarem pelos grandiosos portões da cidade, guardados por sentinelas vigilantes, o grupo dirigiu-se a Taverna Sovaco de Cobra. No caminha, o grupo pode vislumbrar uma bela praça, os jardins eram milimetricamente podados, o local era perfeitamente limpo, diferente do resto da cidade onde esgotos a céu aberto corriam em direção ao rio, o chão da praça era feito por algum tipo de pedra polida que foram dispostas de uma maneira que pareciam diversos círculos concêntricos geometricamente exatos, que iam elevando-se, culminavam numa magnífica árvore. Aqueles que não sabiam o motivo do nome da cidade puderam agora contemplar a sua razão, exatamente no centro, uma imponente árvore se destacava frondosa, seus milhares de galhos ramificados suportavam suas belas folhas douradas que reluziam ao toque do sol. Era realmente uma árvores inspiradora, seus corações eram preenchidos com um novo vigor, os viajantes puderam sentir uma energia positiva que emanava, invisível, da árvore dourada. Porém olhando mais atentamente, eles perceberam que a árvore estava com partes de sua copa descoberta, faltando folhas, enquanto pequenas folhas novas nasciam naquele lugar, como se ela tivesse perdido recentemente suas folhas mais antigas.

A Árvore Dourada:

A cor da árvore e a disposição do piso.

A forma da árvore


Taverna Sovaco de Cobra

A principal Taverna da cidade, Sovaco de Cobra, era uma estalagem simples, nada de diferente das mais variadas tavernas que eles já não tivessem visto. No balcão, um Meio-orc atendia os clientes que ali chegavam, era estranho ao grupo ver um Meio-orc como o responsável por uma Taverna, porém somente eles estavam surpresos, os demais frequentadores, pelo visto, já estavam acostumados com o velho Boldör, ao se aproximarem eles perceberam que o Meio-orc possuía apenas um braço e uma cicatriz cortava-lhe o rosto passando por cima de uma deformação de pele e cicatriz que antes talvez tivesse sido seu olho direito.

Esse era o Taverneiro que o velho senhor havia indicado, talvez ele os desse mais algumas informações sobre o homem. Porém quando eles contaram toda a história para Boldör, o Meio-orc ficou furioso e retirando seu Machado de Batalha que descansava num canto encostado, ele cravou um golpe que quase destruiu o balcão.

- QUEM VOCÊS ACHAM QUE ESTÃO ENGANANDO?! EU POSSO PARECER BURRO, MAS AFIRMO-LHES QUE NÃO SOU! O MEU VELHO AMIGO IGAN FOI ASSASSINADO A POUCO MAIS DE 1 MÊS, EU MESMO ACOMPANHEI O VELÓRIO, E POSSO GARANTIR QUE ATÉ HOJE NUNCA TINHA VISTO NINGUÉM VOLTAR DO MUNDO DOS MORTOS PARA PEDIR AJUDA! SAIAM DAQUI, VÃO EMBORA E NÃO ME INCOMODEM MAIS!

Como assim morto, será que ele estava se referindo a outra pessoa ? Mas eles haviam descrito bem o velho, onde haviam encontrado... e o nome dele era Igan também. Definitivamera era ele mesmo. Mas morto ? O que estaria acontecendo ?

**O Roiran deverá ser o último a postar**

_________________
avatar
Poeta

Data de inscrição : 19/05/2011

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Qua Jan 24, 2018 2:29 pm

Finalmente chegamos na tão esperada Golden Leaf, e ao atravessar seus enormes portões guardados por vigilantes vigorosos, eu descubro a origem do nome que a cidade ostenta. Após caminharmos por um jardim que parecia ter sido plantado pelos deuses de tão perfeita beleza e sincronia, (com certeza teve a influência de um exímio matemático na sua construção...) nos deparamos com uma majestosa árvore dourada que ficava acima de degraus dourados assim como ela. Sua copa faltava uma boa parte de suas folhas, isso me fazia pensar em um possível ataque que a cidade poderia ter sofrido, mas as edificações não contam a mesma história daquela árvore de ouro... talvez tenha sido outro motivo que descobrirei mais tarde.


Entramos em uma taverna chamada suvaco de cobra. O nome não era dos mais convidativos, mas parecia ser a mais famosa da cidade. Ela também servia de estalagem para os viajantes, todo o tipo de criatura racional passava por ali para se abrigar dos perigos que as noites podem oferecer... Um meio-orc atendia atrás do balcão, pessoalmente, achei isso de muito mal gosto, mas para os demais parecia uma coisa normal... mas nada merecedor de um protesto, apesar da sua aparência horrenda... e bota horrenda nisso! Parece que um dragão o abocanhou mastigou... mastigou... mastigou e não gostou do sabor, e por isso, o cuspiu de volta..... argh. Me aproximo do balcão e falo: - Ei bonitão, me dê uma caneca bem grande da sua melhor cerveja!  Após refrescar minha garganta com o néctar dos deuses, enxugo o que escorria pela barba e bigode e puxo papo com o taverneiro que era mais feio que bater em mãe... contamos tudo que passamos até ali, e falamos especificamente sobre Ivan. Mas neste momento, a cria de sapo com demônio se enfurecia e deferia um golpe de machado no balcão, que quase o rachava ao meio... As canecas sobre o balcão deram um pulo com o impacto da arma e algumas até chegaram a cair no chão desperdiçando seus valiosos conteúdos...


O meio-orc gritava nos chamando de mentiroso e dizia ter ido ao velório de Igan. Ele realmente tinha ficado bastante furioso com a nossa história, mas não era motivo pra todo aquele alarde, ou talvez eu esteja super estimando os meio-orcs... Ele nos expulsava de maneira grosseira e ameaçadora, apesar de eu não tirar os olhos do meio-orc, eu pudia sentir os olhares de todos ali em nossa direção. Não que eu quisesse continuar mais um minuto ali naquela pocilga, mas aquela humilhação perante a todos não poderia ser aceita, e no mesmo tom eu respondia aquele monstrengo caolho... _ CUIDADO COM O SEU TOM TAVERNEIRO! ELE PODE CAUSAR PREJUÍZOS A SUA SAÚDE! NÃO SOMOS MENTIROSOS, ALIÁS, MENTIROSOS SÃO A RAÇA QUE TENHO MAIS ÓDIO! SE FALAMOS QUE O VIMOS É PORQUE O VIMOS! Eu pegava o meu martelo de guerra e ficava de prontidão para uma possível investida do meio-orc. Não iria começar uma luta, mas não correria se ele quisesse uma.
avatar
Han

Data de inscrição : 24/07/2016

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Qua Jan 24, 2018 10:37 pm

*Aarlyn olha maravilhado para a árvore dourada, ela parece mágica e dá um ar mágico a todo o local. Mas ele e seus novos companheiros estavam indo em direção de uma estalagem e encontram um local:

- Suvaco de cobra, que nome estranho?
*diz para seus companheiros com um certo humor.
Entrando na Taverna, Aarlyn pede um vinho e mantém-se calado enquanto os outros contam a história.*


- QUEM VOCÊS ACHAM QUE ESTÃO ENGANANDO?! EU POSSO PARECER BURRO, MAS AFIRMO-LHES QUE NÃO SOU! O MEU VELHO AMIGO IGAN FOI ASSASSINADO A POUCO MAIS DE 1 MÊS, EU MESMO ACOMPANHEI O VELÓRIO, E POSSO GARANTIR QUE ATÉ HOJE NUNCA TINHA VISTO NINGUÉM VOLTAR DO MUNDO DOS MORTOS PARA PEDIR AJUDA! SAIAM DAQUI, VÃO EMBORA E NÃO ME INCOMODEM MAIS!

*Aarlyn percebe o conflito no ar e observa o entorno, armas empunho, Aarlyn não queria chamar a atenção. Centrado diz:*

- Vamos embora, existem outros lugares para deixarmos nosso dinheiro.

*Aarlyn observava o entorno para saber quantos ali seriam dignos de uma luta e poderiam apresentar ameaça, sabia que não precisava de arma para derrotar qualquer um ali.*
avatar
MEZENGA

Data de inscrição : 13/04/2011

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Arcebispo Altobello em Qui Jan 25, 2018 9:25 am

O jovem elfo cinzento deixara sua terra natal há poucos dias. Não sabia ao certo para onde deveria ir. Por toda sua vida nunca havia cruzado os limites da floresta onde nasceu. Tudo que sabe sobre o mundo foi ensinado por sua mãe ou lido nos tomos sobre História ou Arcanismo. Assim, sem saber ao certo por onde começar, decidiu apenas seguir a estrada. Se estivesse certo, deveria, eventualmente, chegar até a cidade de Golden Leaf e conheceria com seus próprios olhos a Árvore Dourada que deu nome à cidade. Segundo os pergaminhos que havia estudado, essa era a fonte de toda a magia naquela região, além de ser responsável pelo equilíbrio espiritual local. Seria um bom ponto de partida.

Seguiu sua viagem, curioso com as novas coisas com que se deparava. Algumas conseguia coorrelacionar com que havia lido nos livros, outras pareciam ser completamente novas. A maior descoberta, no entanto, foi assim que chegou nas proximidades da cidade, ao ouvir a conversa de duas camponesas lamentando o sequestro de Lyana. Curioso com a história, interpelou as mulheres e decobriu se tratar de uma jovem com poderes especiais, assim como os seus. Pelo o que o contaram, tinha a estranha capacidade de mover objetos com a mente. Seu pobre pai havia sido assassinado no processo. Após as investigações infrutíferas, a guarda da cidade decidiu encerrar o caso.

Se, de alguma forma, conseguisse encontrar a moça, poderiam trocar conhecimentos sobre a natureza de seus dons e assim aprimorá-los ainda mais. Contudo, tinha um mal pressentimento. Não compreendia como a guarda de uma pacata cidade poderia desistir de uma busca tão fácil, ainda mais envolvendo um assassinato. Ou esses guardas eram muito incompetentes ou havia alguém influente por trás disso tudo. Já que Roiran desconhecia qualquer organização criminosa, apostava em nomes como o Nobre responsável pela cidade, o prefeito ou até mesmo os membros do conselho. Todos eram suspeitos.

Enquanto pensava sobre qual seria seu primeiro movimento, decidiu parar em um taverna. Descansar da longa viagem, provar a cerveja local e, quem sabe, obter alguma informação. Sentou a uma mesa um pouco mais reservada e fez seu pedido à ajudante do taberneiro. Enquanto se banqueteava, percebeu uma história intrigante vinda de uma dupla de forasteiros. O meio-orc dono da taverna pareceu irar-se ao ouvir o que os dois viajantes tinham a dizer, mas o anão jurou de pés juntos que dizia a verdade. Ambos parecem acreditar em suas versões. De acordo com os aventureiros, o pai da garota sequestrada estava vivo e havia lhes implorado por ajuda, mas de acordo com o meio-orc (e demais moradores da cidade), o velho estaria bastante morto.

Ao fundo da taverna, o jovem elfo cinzento permanece observando o desenrolar da história com atenção.


Última edição por Arcebispo Altobello em Dom Jan 28, 2018 3:13 pm, editado 1 vez(es)

_________________
"Subirei aos céus, erguerei meu trono acima das estrelas de Deus
E lá, mais alto que as nuvens, serei como o Altíssimo." 
avatar
Arcebispo Altobello
Administrador
Administrador

Data de inscrição : 08/03/2010
Idade : 23
Localização : Brasília - DF

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Qui Jan 25, 2018 10:55 am

CUIDADO COM O SEU TOM TAVERNEIRO! ELE PODE CAUSAR PREJUÍZOS A SUA SAÚDE! NÃO SOMOS MENTIROSOS, ALIÁS, MENTIROSOS SÃO A RAÇA QUE TENHO MAIS ÓDIO! SE FALAMOS QUE O VIMOS É PORQUE O VIMOS!

Boldör não iria se atracar com um toquinho que era menor do que o seu Machado de Batalha, não ele que enfrentou o Barão Tirano na Guerra das Rosas e guardara no seu corpo marcas daquele duelo. Mesmo velho, caolho e sem um braço mataria aquele anão somente com um tapa.

O Meio-orc permaneceu como estava, aguardando que a dupla se retirasse de sua Taverna, as palavras do Anão foram completamente ignoradas, como se uma mosca estivesse zumbindo em seu balcão.

_________________
avatar
Poeta

Data de inscrição : 19/05/2011

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Qui Jan 25, 2018 11:15 am

O grandalhão me ignorava pra manter a sua pose de mal sem arriscar levar uma surra de um anão. Ele fez a escolha certa. Muitos ali nos observava e temiam pelo taverneiro... Um silêncio preenchia a atmosfera do local... e só era interrompido pela voz de Aarlyn me chamando para sair dali e gastar nosso dinheiro em outro lugar. Aarlyn está certo, não vou dar minha preciosas moedas para aquele filhote de cruz credo mal parido. Olho para o monge e aceno positivamente com a cabeça. Olho para o meio orc e pego uma moeda em minha bolsa. Jogo-a no balcão para pagar a cerveja que pedi, não quero que nenhuma criatura saia dizendo que não pago a cerveja que bebo... cuspo no chão daquela maldita taverna de nome deplorável, pego meus pertences e me afasto de prontidão com o martelo em punho até estar a uma distância segura para me virar e seguir meu amigo. Os orcs não tem sua fama sustentada por serem honrosos em batalha, e não desacredito que aquele miserável meio meio-orc tentasse me atacar pela retaguarda...

- E agora Aarlyn, onde sugere que passamos a noite? perguntava ao monge com minha voz grave e rouca ao sair da taverna suvaco de cobra.... Cobra não tem braços, como haveria de ter sovacos? Monstrengo sem criatividade...
avatar
Han

Data de inscrição : 24/07/2016

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Arcebispo Altobello em Qui Jan 25, 2018 11:29 am

Assim que os aventureiros deixassem a taverna, o jovem elfo terminaria sua refeição e se aproximaria do balcão rachado pelo golpe de machado. - Taverneiro, tem quartos sobrando? - Puxa assunto. Em caso de uma resposta afirmativa, iria reservar um quarto. - Quantas moedas me custaria?

- E onde um aventureiro poderia arrumar um trabalho honesto nessa cidade? Ouvi dizer que os guardas daqui não são bons investigadores. Sabe se pagam recompensas por resgates de pessoas desaparecidas? - Dá um gole na bebida que ainda não terminara da refeição. O cinzento prefere jogar no ar os questionamentos do que perguntar diretamente. Sondava como quem não tinha muita idéia do que ocorrera, mas estava apenas vendo se poderia pisar com mais firmeza em terreno pantanoso.
avatar
Arcebispo Altobello
Administrador
Administrador

Data de inscrição : 08/03/2010
Idade : 23
Localização : Brasília - DF

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Sex Jan 26, 2018 1:39 pm

*Aarlyn continua observando o ambiente, recuando lentamente e sem responder nada. Ele observa a quantidade de mesas e pessoas, quantas poderiam ter uma arma e quais poderiam ser uma ameaça.*
avatar
MEZENGA

Data de inscrição : 13/04/2011

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Sex Jan 26, 2018 9:13 pm

O clima tenso aos poucos foi tomando conta do ambiente, atingindo cada um dos clientes da Taverna, os sons das várias vozes que antes se misturavam numa sinfonia desafinada agora davam lugar a um silêncio perturbador.

- Vamos embora, existem outros lugares para deixarmos nosso dinheiro.

O humano, mais sensato que o anão, avaliou que uma briga dentro de uma Taverna numa cidade que haviam acabado de chegar talvez não fosse a melhor alternativa. Porém Ulfgar não deixaria que tratassem ele daquela maneira, não ele O Quebra Ossos, esse Meio-Orc não sabia com quem estava se metendo.

A medida que Ulfgar se afastava do balcão o nível de tensão ia diminuindo, passo por passo, Boldör estava quase guardando o seu Machado de Guerra para voltar aos seus afazeres, afinal essa vida de lutas e batalhas ele havia deixado para trás, obviamente, como um ex-viciado, as vezes ele desejava sentir o gostinho de sangue na boca novamente, mas pelo visto não seria hoje, nem mesmo aquela moeda jogada com descaso ele consideraria uma ofensa, foi quando o Anão resolveu cuspir no chão do seu estabelecimento, o que fariam ali se ele permitisse que tratassem a sua Taverna daquela maneira.

Uma raiva que estava reprimida nas profundezas de sua mente aflorou e como uma bola de neve foi crescendo e tomando conta de cada parte de seu corpo, aquela adrenalina que a tempos não era sentida era destilada em suas veias, despertando músculos que estavam adormecidos, o tempo parecia desacelerar enquanto ele girava seu Machado de Guerra com o único braço que lhe sobrou. Era inacreditável que ele fizesse com apenas um braço o que pouco conseguiam fazer com os dois...

Enquanto isso Aarlyn andava de costas, tentando ler qualquer informação que podia lhe dar vantagens ou lhe criar desvantagens num possível combate, então, tirando sua concentração e atrapalhando um pouco a sua observação uma voz ecoa dentro da sua cabeça:

"Pegue seu amigo esquentadinho e me espere do lado de fora da taverna. Conversarei com o taverneiro e quem sabe poderemos dividir informações sobre o velho Igan."

Aarlyn nunca havia presenciado aquilo antes, o que estaria acontecendo ali ?

Rodopiando seu machado por cima de sua cabeça o Meio-orc desfere um golpe que acerta o ombro do pobre anão, talhando-lhe a carne expondo seu tórax e antes de qualquer reação, o machado voava novamente , acertando-lhe o pescoço, o golpe foi tão forte que sua cabeça desgrudou do seu corpo caindo, ironicamente, em cima de uma bandeja com copos sujos que havia no balcão...

Quando o primeiro golpe o acertou, Ulfgar já sentiu sua vida esvaindo e sua alma esvaziando o seu corpo, o Anão não pensou em Aarlyn, Elloir, no velho que sumiu ou na maldita Árvore Dourada, o Anão só pensou no filho que jamais teria, nos seu amado clã que ficaria fadado a extinção, na decepção que causaria ao não conseguir cumprir a missão que lhe fora destinado, as Batalhas que não mais travaria... E no seu último suspiro ele não se arrependeu de nada que fizera, aquela era sua natureza, aquilo era sua essência... Enquanto sua cabeça saltava do seu corpo os seus pequenos olhos fecharam-se pela última vez...

Pra findar o espetáculo dramático, com um toque de sociopatia, o Meio-orc bebia o sangue do Anão que enchia um dos copos que acomodava sua cabeça.

_________________
avatar
Poeta

Data de inscrição : 19/05/2011

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Sab Jan 27, 2018 9:43 am

*Aarlyn vê a criatura partir o anão por um cuspe no chão e uma história verdadeira, então conclui que ninguém sua existência também está em risco, apenas correndo para busca se distanciar daquele lugar.
Saí da cidade, para nunca mais voltar.*
avatar
MEZENGA

Data de inscrição : 13/04/2011

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Arcebispo Altobello em Dom Jan 28, 2018 5:34 pm

O meio-orc não apenas os chamava de mentirosos, como os tratava como escória. Os aventureiros eram expulsos do estabelecimento. O anão, orgulhoso, não poderia suportar ser tratado com tão pouco respeito e retrucava. O humano tentava conter os ânimos, parecia ser mais sensato. Os dois estavam prestes a ir embora. O meio-orc já estava mais calmo, disposto a esquecer a situação, mas o anão precisava retribuir o insulto. Jogou uma moeda para o maneta caolho, como quem diz que é de uma classe superior, e em seguida cuspiu em seu estabelecimento. No fruto de seu trabalho duro. Isso foi a gota d'água. A rara paciência do meio-orc se esgotou de vez.

Pulou por cima do balcão com uma destreza surpreendentemente incompatível com sua aparência. E com a força típica de seus ancestrais orcs, enterrou sua arma no ombro do anão. Antes que tivesse tempo de ter qualquer reação, sua cabeça já estava separada de seu tronco. Não foi uma luta, mas sim um massacre. O humano que o acompanhava, ao ver a cena, fugiu como se sua vida dependesse disso. E dessa forma se extinguia a chance de Roiran encontrar o velho Igan. Se é que ele estava mesmo vivo. O anão poderia ser estúpido e prepotente, mas não parecia estar mentindo. Ele de fato acreditava em sua história, o que significava que ou Igan estava vivo (ou morto-vivo) ou havia alguém se passando por ele.

Roiran termina sua refeição e caminha até o balcão. O corpo do anão estirado no chão, o sangue espalhando pelas tábuas de madeira do piso do salão. Viu muitas coisas novas desde que deixou sua terra natal, mas nunca imaginou que veria um anão sem cabeça tão cedo. - Bem... acho que ele não vai precisar dessas moedas... - Caso ninguém se opusesse, pegaria a algibeira do cadáver com as moedas que um dia o pertencera. O taverneiro parecia estar imerso em um estado de fúria, o elfo não ousaria interpelá-lo enquanto estivesse com esse mau-humor sanguinário.

- "Acalme-se, Boldör..." - A voz penetra diretamente na mente do meio-orc. Uma voz serena, porém retumbante, ecoa na cabeça do taverneiro. - "Está acabado. Ele está morto. Você precisa se acalmar. O Anão não mentiu. Alguém está se passando por Igan. Lyana corre grande perigo, ela precisa ser encontrada."

_________________
"Subirei aos céus, erguerei meu trono acima das estrelas de Deus
E lá, mais alto que as nuvens, serei como o Altíssimo." 
avatar
Arcebispo Altobello
Administrador
Administrador

Data de inscrição : 08/03/2010
Idade : 23
Localização : Brasília - DF

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Ter Jan 30, 2018 8:29 pm

Ninguém ali esperava aquela cena, muitos foram contra os líderes de outrora deixarem Boldör estabelecer a sua Taverna na cidade, porém devido as suas vitórias que contribuiram para o sucesso da Aliança Vermelha na Guerra das Rosas, lhe foi concedido uma autorização. Um certo preconceito velado ainda existia contra qualquer descendente de Orc, mesmo aqueles que também tinham sangue de outras raças. O espetáculo nefasto foi horroroso até mesmo a aqueles que estavam acostumados com o combate, alguns camponeses, coitados, que descansavam depois de um longo dia de trabalho não aguentaram a cena e se retiraram as pressas daquele ambiente.

O sangue ainda escorria do corpo inerte do Anão quando um homem desceu as escadas.Horrorizado com a cena ele não acreditava no que estava vendo.

- Ulfgar... NÃO! Não pode ser... Ulfgar, o Quebra Ossos...

Aarlyn já se preparava para sair da Taverna quando viu Elloir, seu companheiro de viagem, se aproximar do Anão.

- Elloir, passamos pouco tempo juntos nessa viagem para cá, sabemos o que vimos na estrada e por causa disso nosso amigo foi brutalmente assassinado, não estamos seguros aqui, eu estou de partida para nunca mais voltar, se quiser venha comigo!

Elloir ajoelhava-se ao lado dos restos mortais de Ulfgar e abraçava o que sobrou ali, estatelado no chão.

- Vá meu amigo, mas ficarei aqui e não descansarei enquanto a justiça não for feita!

Aarlyn saiu pela única porta que havia no salão e nunca mais veria nenhum de seus dois amigos.

No mesmo instante sons de cavalos relinchando podiam ser ouvidos do lado de fora do estabelecimento e logo em seguida um elfo garboso entrava pela porta, logo atrás dele mais 6 humanos o acompanhavam. O elfo usava uma bela armadura prateada com detalhes dourados, no centro de seu peitoral uma saliência em forma de uma rosa se destacava. Sua voz era retumbante e impositiva:

- Ah Boldör! Eu sempre soube, a ira maldosa de sua raça corre nessa suas veias, infelizmente eu sempre tive razão, você não conseguiria ficar muito mais tempo sem saborear um massacre, aqui tão longe das batalhas de outrora cedo ou tarde você cederia a sua sede. Você sabe que a prosperidade desta nossa cidade deve-se aos forasteiros, como ficaríamos se espalhasse-se pelos reinos que visitantes eram cruelmente assassinados aqui ? Vamos, você está preso.


Boldör agora dava-se conta do que acabara de fazer, suas pernas que a poucos minutos moviam-se ágeis e firmes agora fraquejavam, sua expressão era de profundo arrependimento, ele não era isso, não podia ser. O meio-orc não ofereceu nenhuma resistência, entregou-se ao cavaleiro e foi conduzido dali, os guardas que o acompanhavam pegaram a arma do crime e afastaram Elloir do corpo de Ulfgar, eles tentariam preservar aquela cena para que o perito viesse registrá-la.

- Vamos, saiam todos. A Taverna Sovaco de Cobra está fechada por tempo indeterminado!
– Disse um dos guardas.

Elloir ainda abalado dirigiu-se a saída.

_________________
avatar
Poeta

Data de inscrição : 19/05/2011

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Arcebispo Altobello em Qui Fev 01, 2018 3:26 pm

Um terceiro viajante aparece e se choca ao ver o corpo sem cabeça do anão. O humano, antes de correr para nunca mais voltar, revela que esse homem os acompanhou durante a viagem. Se o elfo tivese sorte, ele também teria visto Igan. Roiran permaneceu quieto, esperando a deixa para abordar Elloir.

Em seguida outro elfo adentra a taverna. Uma autoridade local, pelo visto. Ele despeja seu nojo contra Boldör e prende o meio-orc que ainda não havia entendido exatamente a gravidade dos seus atos. Todos recebem ordens para sair da Sovaco de Cobra. Essa era a deixa que queria.

- Lamento pela morte do seu amigo. - Mente. Suas palavras frias eram reproduções daquilo que leu nos romances de sua mãe. Não poderiam ser mais calorosas. - Mas se você realmente viajou com Ulfgar, creio que ainda tenha algo que possa fazer para honrar sua memória. Podemos conversar em outro lugar mais reservado?

_________________
"Subirei aos céus, erguerei meu trono acima das estrelas de Deus
E lá, mais alto que as nuvens, serei como o Altíssimo." 
avatar
Arcebispo Altobello
Administrador
Administrador

Data de inscrição : 08/03/2010
Idade : 23
Localização : Brasília - DF

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 4 de 4 Anterior  1, 2, 3, 4

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum