A Última Estação (D&D 5ª Edição)

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Qui Ago 17, 2017 1:54 pm

*Aarlyn continuava a frente do pequeno grupo, ao se deparar com o primeiro salão, tentava lembrar se havia ouvido alguma história do local ou dados históricos sobre que tipo de lugar era aquele. Embora Ulfgar tenha dito que era uma Tumba, ele não sabia se era isso mesmo ou se era apenas isso.*


" Aarlyn, Achei uma passagem."

- Onde?

*Observava em seguida a passagem.*


" É muito estreita monge, e se entrarmos, teremos que entrar um por vez, em fila."
- Acho melhor continuarmos por onde podemos nos mover, mas você que enxerga melhor, pode tentar dar uma olhada para saber o que tem um pouco mais adiante.


Elloir: - Posso tentarme esqueirar sorrsteiramente pela passagem e voltar para dizer a vocês o que há lá. Se houver alguma coisa perigosa, estarmos juntos ou sozinhos não adiantará nada no corredor. Enquanto isso vocês podem analisar esta sala melhor ou tentar ver o que há atrás da porta.

- O problema é que você precisa da tocha pra enxergar alguma coisa. Mas se quiser tentar, eu prefiro continuar na passagem a frente.

*Aarlyn vai aguardar verificarem e se nada diferente acontecer, vai continuar seguindo o caminho.*


Spoiler:

ROLAMENTO DE TESTE DE HISTÓRIA:
Aarlyn rolou 1 dados de 20 lados com dificuldade 1 para história que resultou 2 - Total: 1 Sucessos
2 + 3 = total 5
]OFF: vou desconsiderar o "MONGE", ninguém sabe que sou monge.]

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Qui Ago 17, 2017 9:29 pm

A GRANDE TORRE

Ao se depararem com a pequena câmara, Aarlyn tentava lembrar-se de seus estudos a fim de obter alguma informação que pudesse ser útil para identificar aquele lugar, porém aquilo não parecia com nada que tivesse visto ou estudado. Quebrando um pouco a concentração do Monge, Ulfgar apontava para as sombras mostrando-lhes um escondido corredor.

Aarlyn possuía uma certa visão de combate e temia que caso fossem surpreendidos por algum inimigo, uma luta naquele ambiente fechado seria desfavorável para o grupo, porém Elloir confiava nas suas habilidades assassinas e propôs fazer um reconhecimento do local antes de todos o seguirem... Porém por mais receio que Ulfgar tivesse em adentrar naquele corredor, ele morreria mil vezes antes de ficar parado, com medo, enquanto Elloir desbravava o caminho sozinho.

Então os dois seguiram pelo corredor, apesar do orgulho e teimosia o Anão permitiu que Elloir fosse a frente como um batedor. Dessa vez os movimentos do humano eram tão precisos e cuidadosos que mesmo ele estando logo a frente, o Anão não escutava nada, era como se o Ladino flutuasse sobre o solo.

No fim deste corredor existia uma pequena sala cuja porta de madeira estava no chão. O cheiro de poeira permeava o ar e o som dos trovões ficavam emudecidos ali. No mesmo momento que o Anão avistava, de longe, vários pedaços de formato humano cuidadosamente enrolados em camadas de fio cinza, Elloir, que estava mais a frente na estreita passagem, não percebeu os finíssimos fios que ziguezagueavam toda a parte final do corredor e antes mesmo do Anão poder avisá-lo de algum provável perigo, o Humano emaranhava-se na forte teia, ficando totalmente preso.



Surgindo das sombras uma gigantesca aranha revelava-se, seus oito olhos amarelos e vorazes, juntamente com suas aterrorizantes presas foram as últimas coisa que o Ladino viu antes de ter seu ombro esquerdo atingido pela forte picada daquele monstro. Quando a dor lancinante parecia querer abrandar, Elloir sentiu como se uma seringa despejasse uma lava vulcânica em seu corpo e aos poucos esse liquido espesso ia queimando cada músculo que possuía, prorrogando um pouco mais a aterrorizante cena.

Aarlyn que ficara no corredor anterior não tinha a visão completa do que estava acontecendo, mas pelo urro de dor do Ladino e o vulto que distinguira surgindo do teto, ele conseguia definir que o grupo estava sendo atacado.

[Elloir recebeu 5 de dano da picada + 2 de dano do veneno (metade já que teve sucesso num TR de Con) - Totalizando 7 de dano.]
[Teste de iniciativa da Aranha para o próximo turno: 8]
[Ulfgar e Elloir podem rolar o teste de iniciativa e agir caso sejam primeiros que o inimigo]
[Aarlyn está muito distante e levará 1 turno inteiro para os alcançar]



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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Qui Ago 17, 2017 10:19 pm

Por um momento aquela tumba passa a falsa impressão de segurança. Quieta, silenciosa... Mas após vencermos o trajeto daquela brecha estreita chegamos a um local assustador. Silhuetas humanas de ponta a cabeça dependuradas no teto enchia o local como um imenso lustre das trevas. Um cheiro fétido invadia minhas narinas me causando aversão aquele ambiente. Elloir não possui a habilidade que tenho de enxergar em locais escuros. Ele caminhava descuidadosamente quando uma enorme sombra se aproxima do humano que agora se atrapalhava entrelaçando se em fios fortes e pegajosos. Antes que pudesse avisa-lo, a sombra sai das trevas se mostrando uma aranha enorme que atacava Elloir sem chance de defesa para o mesmo. O coitado urra de dor como um gado ao ser abocanhado por lobos ou um grande felino, sem dúvida deve ter sido uma dor imensurável...

Não sei por que, mas tomado por um instinto defensor decido acudir Elloir que outrora me ameaçava covardemente. solto minha mochila no chão e avanço em direção aquele grande inseto com a mão erguida para intimidar aquela criatura da escuridão com a chama que ardia na ponta de minha tocha. E na outra mão levava uma de minhas machadinhas em quanto a outra estava presa a minha cintura por um adereço bastante útil.

"OOOUUUUU OOOUUUUUUUUU OOOOUUUUUUUUUUU"

Balançando o fogo vigorosamente tento intimidar o monstro, e assim, me aproximar de Elloir para tentar solta-lo. Caso a aranha não se afaste, arremesso-lhe a machadinha. Mas caso o fogo seja suficiente para assusta-la por um instante, Solto Elloir. Dependendo de sua situação decidirei como irei solta-lo. Caso esteja muito enrolado, como moscas envelopadas uso a lâmina da machadinha para cortar o casulo de teia. Agora, caso sejam poucos fios, uso a tocha mesmo para queima-los e assim livrando Elloir da morte certa.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Qui Ago 17, 2017 11:00 pm

*Aarlyn olhava o ambiente enquanto eles entravam no estreito corredor. Sabia que se algo não saísse bem, não teria espaço para se movimentar nesse corredor, mas não deixaria eles por conta própria, assim, saca seu arco curto que seria a única opção, mesmo que sem uma visão aberta.

Então escuta o grito e seus receios se confirmam. Com o arco em sua base na mão esquerda, e a tocha em sua mão direita, avanço, ao avistar algo, solta a tocha no chão e usa seu arco. *

Spoiler:
rolamento de ataque com desvantagem, se possível.
Aarlyn rolou 2 dados de 20 lados com dificuldade 1 para flechas que resultou 5, 14 - Total: 2 Sucessos

+5 pra acertar
total:
10, 19

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Sex Ago 18, 2017 10:26 am

Elloir então segue à frente. e sorrateiro atravéz do corredor estreito. Ulfgar resolve seguí-lo pelo corredor e percebe algo de estranho, algo que Elloir não percebeu. Algumas linhas estranhas projetadas pelas paredes logo no fim do corredor e na sala adiante, alguns corpos pendurados e enrolados em alguma coisa. Elloir não conseguiu ver nada disso e foi surpreendido com uma dor muito forte em seu ombro, seguida de uma sensação de calor extremo invadindo o seu corpo, partindo do lugar da dor.

Ulfgar escutou o urro de Elloir e se deparou com uma aranha enorme atrás de seu companheiro e resolve agir. Aarlyn que havia ficado para trás, ao escutar o grito de dor, arma seu arco e flecha e parte para a ajuda.

Elloir por sua vez, além da dor intensa, estava parcialmente preso por várias teias e precisaria se soltar para conseguir reagir. Assim, ele alcança suas espadas para cortar as teias e ao se soltar, procura dar um salto a frente e ao chegar ao solo, se virar para a aranha em posição defensiva. A dor do ataque era muito grande e Elloir sentia-se um pouco debilitado pelo veneno, mas não se deixaria ser abatido dessa forma sem lutar. Se entregar não era uma opção.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Seg Ago 21, 2017 9:39 pm

A GRANDE TORRE

Quando ouviu o grito vindo do fundo do corredo que seus companheiros acabaram de entrar, Aarlyn confirmou seus receios, eles estavam sob ataque. O Monge tinha a oportunidade de correr para longe e se afastar do perigo, porém uma inexplicável empatia pelos dois aventureiros que acabara de conhecer tomou conta de suas ações e o impeliu a, juntamente com os outros, enfrentar o inimigo que acabara de surgir naquele estreito corredor.

Quanto mais tentava se soltar mais aquela teia aderia ao corpo de Elloir, nesse momento o único movimento que conseguira fazer, sob muito esforço, fora sacar suas espadas, sua idéia inicial seria atacar o monstro que quase lhe tirara a vida, mas logo contentou-se em apenas se livrar daquele emaranhado de fios pegajosos que imobilizavam o seu corpo.

Olhando o desespero estampado no rosto do Humano, o Anão sentiu no seu próprio corpo o pavor que Elloir sentira na hora do ataque. Pelo menos por alguns instantes qualquer desavença que existiu entre eles havia sumido e no lugar um sentimento de proteção assumia as ações do valente Ferreiro. Mas antes de qualquer ação do Anão, uma flecha vinda de trás cruzava o ar passando muito próximo do Ladino e bem longe da Aranha. Ainda pensando em salvar o Humano, Ulfgar utilizou a tocha que estava em sua mão para tentar afastar o Monstro que enfrentava seu companheiro. Ao balançar a tocha Ulfgar não conseguira afastar a Aranha, porém algo que não esperava aconteceu, o fogo queimou as teias com muita facilidade, libertando o Humano, que nessa altura já estava totalmente imobilizado a mais de 2 metros do solo.

Quando a tocha do Anão raspou a teia que o prendia, os fios queimaram e libertaram o Ladino que agora estava a 2 metros do solo e sem nada para o segurar. Porém o humano possuía reflexos apurados e antes mesmo de tocar o solo ele rodopiou seu corpo no ar, com os braços abertos e uma espada em cada mão, acertando os dois golpes na Aranha e pousando suavemente no chão. Atrás dele a Aranha caía inerte com sua cabeça separada de seu corpo.

Agora sem nenhum perigo visível o grupo visualizava, na sala ao fundo, pedaços de goblins enrolados em teias... E espalhados pelo piso, armas e equipamentos aparentemente inutéis.

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Ter Ago 22, 2017 1:17 am

*Aarlyn sabia utilizar um arco, mas o combate corpo-a-corpo sempre foi sua especialidade, além da dificuldade da penumbra. Assim, seu tiro passou longe da criatura, mas Aarlyn acreditava que isso já tiraria a atenção da criatura em atacar Elloir.

Via o desfecho do acontecido e por fim dizia:*

- Como vocês estão?

*Via os Goblins mortos, haviam corpos inteiros e dizia*

- Esses corpos ainda estão inteiros, isso significa que existem goblins nesse lugar ainda. Acho que vai ser difícil conseguir descansar de maneira apropriada.

*Observava essa pequena sala e tentava identificar qual a utilidade real dela, antes da aranha transformar em covil.*
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Ter Ago 22, 2017 9:48 am

Tudo aconteceu bem rapido. Elloir estava preso nas teias sem conseguir se soltar e com uma dor enorme atrás do ombro. Em seguida foi lentamente erguido no ar, ficando suspenso e imóvel a dois metros de altura.

Seus companheiros vieram para a sua ajuda e Elloir pôde ver quando uma flecha passou bem perto dele. Em seguida escutou Ulfgar se esforçando para afugentar a aranha porém sem sucesso. Elloir conseguiu pegar suas armas para tentar cortar as teias mas não tinha mobilidade para isso e enquanto isso, se balançava e girava para tentar alcançar a teia com suas espadas. Nesse ínterim, viu quando Ulfgar ateou fogo nos fios pegajosos criados pela aranha e percebeu uma chance. Logo que a teia aonde estava preso pegou fogo, Elloir conseguiu se soltar e começou a cair. Com uma destreza incrível, ele projetou seu corpo no ar em um rodopio gracioso, de forma que conseguisse atacar a aranha e ainda pousar em segurança.

Então lá estava Elloir. Sua posição ao aterrissar era perfeita e o líquido viscoso que escorria de suas espadas denunciava a morte do aracnídeo, que jazia inerte e sem sua cabeça logo atrás de Elloir.

Em seguida Elloir se vira para seus companheiros, indo em direção a Ulfgar.

Elloir: - Parece que eu te julguei mal Ulfgar. Você salvou minha vida e sou muito grato por isso. Quando chegarmos em nosso destino, permita-me pagar sua comida e sua bebida. É o mínimo que posso fazer.

Elloir acena para Aarlyn, que está um pouco mais afastado.

Aarlyn: - Como vocês estão?

Elloir: - Não muito bem, mas vivo graças a vocês. Teremos que continuar unidos se quisermos sobreviver aqui

Aarlyn: - Esses corpos ainda estão inteiros, isso significa que existem goblins nesse lugar ainda. Acho que vai ser difícil conseguir descansar de maneira apropriada.

Elloir: - Eu penso diferente. Acredito que aqui seja um ponto seguro. Os corpos dos goblins mortos indicam que esse deve ser o covil da aranha e muito provavelmente, ninguém se aventura por aqui por causa dela. Ela provavelmente saía para caçar e deveria saber exatamente aonde os goblins habitam.

Em seguida Elloir se volta para o corpo da aranha e tem um flashback. Se lembrou de quando era criança e das dificuldades que passou. Suas habilidades e esperteza o ajudaram a se virar pelas ruas, roubando seu sustento até aprender a ganhar seu dinheiro de forma mais lucrativa. Acontece que nesse período, ele se lembrou de ter escutado que magos pagam caro por itens estranhos e as vezes difíceis de achar. Itens que podem ser usados nas confecções de suas magias. Elloir então pegou uma de suas adagas e resolveu retirar a glandula de onde sai a teia da aranha, seus olhos e também suas presas inteiras, sem separar a glandula da peçonha. A peçonha ele pensa em utilizar futuramente para envenenar suas armas e as outras substancias ele irá vender. Ao fazer isso, Elloir toma cuidado para não atrapalhar a locomoção de seus companheiros. Aquele covil pode ter algo de interessante e eles provavelmente irão querer explorá-lo.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Qua Ago 23, 2017 10:32 pm

Por um momento achei que seria o fim de Elloir, mas um conjunto de fatores e esforço coletivo salvaram seu pescoço. Confesso que fiquei apreensivo por ele mas isso me deixa bastante confuso. A poucos minutos eu queria lhe dar uma boa surra...

Elloir: - Parece que eu te julguei mal Ulfgar. Você salvou minha vida e sou muito grato por isso. Quando chegarmos em nosso destino, permita-me pagar sua comida e sua bebida. É o mínimo que posso fazer.

Essa reação também me confundia, de arrogante a humilde. Talvez por esse motivo eu não tenha conseguido responder com palavras aquele humano. Mas também não o ignorei. Aceno lenta e positivamente com a cabeça, como quem ainda estava absorvendo todo o ocorrido.

Aarlyn: - Esses corpos ainda estão inteiros, isso significa que existem goblins nesse lugar ainda. Acho que vai ser difícil conseguir descansar de maneira apropriada.

Elloir: - Eu penso diferente. Acredito que aqui seja um ponto seguro. Os corpos dos goblins mortos indicam que esse deve ser o covil da aranha e muito provavelmente, ninguém se aventura por aqui por causa dela. Ela provavelmente saía para caçar e deveria saber exatamente aonde os goblins habitam.

- Não querendo ser o do contra, mas uma terceira hipótese passa por minha cabeça. Aqui parece ser o lar dessa criatura certo? Quem me garante que mais adentro desta tumba maldita, não tenha uma porção de ovos dessa aranha prontos para eclodir e doidos para ter sua primeira refeição? Um dos motivos para que esse monstro tenha nos atacado, possa ser no intuito de defender seu território, pois alimento ela tem bastante como podem ver...

Me recomponho e observo todo o ambiente. Quando olho novamente para a aranha, vejo Elloir a esquartejando inteira e guardando seus pedaços....ggrrhhhh que cara nojento.

- Então, exploraremos mais ou voltamos para o hall e tentamos tampar as portas com as pedras que despencaram sobre o chão? Depois poderíamos revezar turnos de sentinelas enquanto um dorme dois ficam acordados... pois não nos conhecemos bem para deixar um cuidando de dois dormindo... estou cansado e com sono, acredito que vocês também estejam e não vejo opção melhor. Além do mais, Elloir está ferido e precisa muito desse descanso.

Olho para ambos esperando suas decisões.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Qui Ago 24, 2017 7:40 pm

Elloir termina de coletar as partes da aranha que lhe interessam e se vira para os corpos dos goblins. Elloir procura achar algo de valor ou útil com eles.

Elloir: - Acho que devemos continuar. Já estamos por aqui mesmo! Está certo que estou muito ferido, mas agora que estou aqui não consigo pensar em outra coisa.

Elloir continua vasculhando os corpos dos goblins. Talvez tenha alguma pista sobre o local. Elloir não sabe muito sobre explorações e aventuras, mas locais fechados como esse costumam abrigar cogumelos de vários tipos, pequenas pragas como ratos e morcegos e sempre há algo escondido em algum lugar.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Seg Ago 28, 2017 9:25 pm

A GRANDE TORRE

O corpo da aranha ainda expelia seu sangue preto pelo chão e o Ladino já vilependiava as partes que achava que poderiam render-lhe algo proveitoso, ele não fazia idéia do que estava fazendo, mas já ouvira algum bardo cantando canções sobre magos que necessitavam de itens exóticos para conjurar suas poderosas magias. Enquanto isso os demais iam transpondo seu corpo a fim de alcançarem a sala no final do corredor, ao mesmo tempo que iam criando teorias sobre aquele local, cada qual possuia a sua própria e todas totalmente diferente… Será que chegariam a um consenso ?

A sala que enfim chegaram era muito pequena, não havia portas, janelas, entradas de ar, drenos, nem nada do tipo… Com a pouca experiência que possuiam era impossível determinar o que era aquilo… uma cela, uma sala, um esconderijo ? Talvez os 3, talvez nenhum deles… Ou no final era somente uma das câmaras de uma grandiosa Tumba, como o Anão insistia em afirmar. Aarlyn não conseguira identificar o que era aquela construção, mas agora com calma, tentando achar um significado para aquele lugar, o Monge percebera que eles não haviam descido em momento nenhum e que na verdade eles estavam dentro da montanha, logo os limites daquele local eram a base da colina e pelo que eles caminharam não tinha como ter muitas outras salas, pelo menos não para frente (tendo a porta de entrada da Tumba como referencial), aquela porta que decidiram não abrir antes de entrarem nesse estreito corredor, provavelmente daria acesso a uma das últimas salas, senão a última, naquela direção.

Investigando aquela câmara, os viajantes não encontraram nada de interessante nos restos de corpos dos Goblins que apodreciam no chão, mas acharam algumas algibeiras com moedas dentro e juntando todas havia ali 750 PP e 100 PC. Em uma das paredes a uns 3m do chão, presa por pedaços de teia, existia um pequeno frasco, dentro do frasco um líquido tricolor dividido em cores marrom, prata e cinza. Além desses itens, não existia mais nada de valor naquela sala.

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Ter Ago 29, 2017 6:31 pm

*Com uma tocha Aalyn queimava todas as teias até os cantos, os corpos apareciam e com eles, seus pertences. Prata e cobre, uma quantidade grande, o que significava que aquele local existia grande quantidade do mesmo ou que os goblins haviam saqueado viajantes antes de morrer.

Não dava pra determinar o que era o local, mas era perceptível que só havia uma entrada e uma saída. Se eles fossem encontrados por outros Goblins, isso seria um problema.

Pegava algumas moedas e dizia a todos:*

- Acho que eles não vão mais precisar desse dinheiro, na cidade essa prata e cobre poderão pagar uma ótima estadia e várias refeições. Vamos dividir por três?


- Não querendo ser o do contra, mas uma terceira hipótese passa por minha cabeça. Aqui parece ser o lar dessa criatura certo? Quem me garante que mais adentro desta tumba maldita, não tenha uma porção de ovos dessa aranha prontos para eclodir e doidos para ter sua primeira refeição? Um dos motivos para que esse monstro tenha nos atacado, possa ser no intuito de defender seu território, pois alimento ela tem bastante como podem ver...

- Acabei de queimar as teias finais, dificilmente teriam filhotes passeando por aí. O local está limpo E realmente acho que esse local deve ser evitado por Goblins.

- Vocês estão bem feridos e acho que um descanso poderá ajudar vocês a recuperar as forças.


*Pega o frasco, abre e sente o cheiro. Tenta se lembrar de já ter visto algo parecido ou visto em um dos livros do monastério.*
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Ter Ago 29, 2017 11:02 pm

Depois de alguns acontecimentos, Passo a observar melhor o perfil de cada um dos dois humanos que por vontade do destino lutaram ao meu lado contra aquela aranha gigante. Não que eu precisasse de ajuda, mas na hora do aperto fomos todos solidários. É claro que essa análise nem deve ser considerada por tão pouco conhecimento de tal grupo, mas dos males o menor.

Aarlyn verifica todo o resto da sala e não encontra filhotes algum. O que encontramos foram peças de prata e cobre que reluziam por causa da claridade de nossas tochas. Aarlyn pega algumas peças com destinos prévios para tais e sugere que façamos o mesmo. Claro que todos concordamos. Pego algumas peças e as guardo na gibeira.

- Vocês estão bem feridos e acho que um descanso poderá ajudar vocês a recuperar as forças.

- Concordo, mas da maneira que sugeri. Terá de haver dois sentinelas, enquanto um dorme. Não me levem a mal, mas não me sinto seguro para dormir enquanto apenas um nos vigia. Terá de ter mais um acordado para vigiar o outro sentinela, concordam?

Eu realmente estava bastante cansado, e dormir me parecia muito, muito atraente. Mas não pudia ser tão prudente em minha jornada. Afinal, meu clã conta comigo para se ver livre de tal maldição...

- Não vejo a hora dessa noite tempestuosa passar e o sol raiar novamente para que possamos seguir viagem e cada um seguir seu caminho não é mesmo? Puxo papo para que possamos relaxar um pouco depois de tantos problemas. Em quanto monto o acampamento, continuo a conversa...

- Por que não dizem de onde são e o que os trouxe até aqui, merecemos um bom papo depois dessa batalha inesperada... Me esforçava ao máximo para ser agradável e solícito. De fato queria conhecer melhor aqueles dois humanos...
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Qua Ago 30, 2017 1:46 am

Elloir que estava vasculhando os corpos dos goblins emquanto Aarlyn queimava as teias, encontra algumas peças de cobre e de prata. Embora o impulso fosse guardá-las, ele as divide entre os três. 250 pp para cada e 30 pc para cada, guardando 40 pc para si. Elloir também guarda o frasco, após emprestar para Aarlyn que tentava identificar a substância ali presente. Elloir pensa em sua futura utilidade, seja para uso ou para venda, de qualquer forma, o líquido seria útil.

Ulfgar coloca a sua posição de querer descansar. Dois de tocaia por vez em turnos. A idéia é boa, ainda mais para Elloir que está bastante ferido, mas Elloir quer terminar de vasculhar o local. Ao que parece não falta muito para explorar.

Elloir: - Eu acho que deviamos terminar de explorar o local. Já estamos aqui e não deve haver muito mais a explorar. Digo para seguirmos até a próxima porta.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Qui Ago 31, 2017 2:23 am

*Ouve ambos e diz:*

- Realmente acho que devemos ficar aqui e descansar. Eu posso ficar acordado com mais um de vocês.

- É, eu ainda não conheço essa cidade. Nem tenho nada de especial me aguardando lá. Acho que podemos explorar esse local, mas primeiro vocês tem que recuperar as forças.



- Por que não dizem de onde são e o que os trouxe até aqui, merecemos um bom papo depois dessa batalha inesperada...

- Estou buscando informações, histórias antigas. Tive treinamento em um monastério até um dia escolher utilizar o que aprendi fora dos muros. *Não havia mentira nas palavras de Aarlyn, mas ocultava a verdade que era a morte de seus companheiros*

- Qual a história de vocês? O que estão indo fazer lá na cidade?


*Sentava-se em posição de lótus e ficava estilo meditativo, já dando início a primeira ronda.*
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Qui Ago 31, 2017 9:53 am

Elloir escuta as palavras de Aarlyn e se encosta na parede. Ao que parece não haverá mais exploração do local. Ellour já começa a ficar entediado mas não tem muita escolha.

Elloir: - Eu estou de mudança. A cidade em que eu morava era pequena e com poucas oportunidades. Acho que me adequarei melhor a uma cidade grande. Muitas pessoas, mervados vastos, estalagens e tavernas. Só de imaginar já me sinto melhor.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Qui Ago 31, 2017 1:37 pm

Todos falavam um pouquinho mais de si mesmo... eles não entravam em detalhes, parecem desconfiados e temerosos. Não irei julgar, quem sabe os motivos deles são só eles... o ultimo a falar é Elloir, que com uma brevissíma explicação encerra o assunto. Não diferente foi Aarlyn, poucas palavras e nada mais... Não disfarço o olhar de descontentamento com as falas deles... então:

- Bom, já sabem meu nome e minha origem, só não sabem ainda o real motivo de eu estar aqui. Estou em jornada, buscando resposta para solucionar uma terrível maldição que assola meu povo. Infelizmente por falta de conhecimento talvez,
mineramos em uma montanha sagrada, e como castigo, não conseguimos mais ver nossos filhos crescerem. Nenhum anão do meu clã ultrapassa os quatro anos de vida. E se continuar assim, logo meu estimado clã não passara de uma lembrança, e após algum tempo, uma lenda.


Respiro fundo para continuar minha fala...

- Então aqui estou eu, numa tumba cheia de perigos com dois humanos desconhecidos compartilhando o calor de uma fogueira... HAHAHAHAHAHA

Dou uma risada alta e longa, sei que essa atitude pode assustar aqueles que não estão acostumados, mas essa risada nada mais é, do que uma válvula de escape para a angústia que aperta meu coração, quando penso no sofrimento de meu povo. Após isso, abaixo minha cabeça e me ponho a refletir enquanto me distraio com o coreografia das chamas que parecia dançar com as sombras se movimentando em função uma da outra...
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Qui Ago 31, 2017 7:55 pm

Elloir escuta a história de Ulfgar e pensa em como não podia se importar menos. Mas então vem à sua cabeça que uma situação como essa possivelmebte tem origem mágica e somado ao desespero dos afetados, pode gerar muitas sitiações bem lucrativas.

Elloir: - Uma situação no minimo inusitada Ulfgar. Qual é o seu plano? Tem alguma idéia do que possa ser o problema? Estranho apenas um anão estar procurando salvar seu povo. Acha que clérigos ou magos possam ajudar?

Elloir demonstra interesse e espera boa receptividade de sua curiosidade. De certa forma Elloir quer ajudar mas não necessariamente pelo bem estar de Ulffar e dos seus. Claro que isso seria indispensável para alcançar o seu objetivo, que é enriquecer.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Ter Set 26, 2017 5:37 pm

A GRANDE TORRE

Após o golpe fatal desferido pelo Ladino, Aarlyn quis se precaver utilizando a sua tocha para queimar todas as teias que formavam o ninho daquela monstruosa aranha. Em meio ao emaranhado de teias Aarlyn distinguiu um pequeno frasco, não fosse a adrenalina do combate aumentando seus sentidos provavelmente teria colocado fogo no pequeno frasco.

Sem muita dificuldade Aarlyn alcançou o item, mas sua tentativa em descobrir do que se tratava falhou, nenhuma de suas cores, cheiro ou qualquer outra característica o lembrava de algo que ele já tenha visto e provavelmente nenhum aventureiro naquela sala teria algum conhecimento para identificar o que era ou para que servia aquele líquido. Aarlyn guardou consigo o frasco enquanto Elloir dividia as peças que havia descoberto [cada um recebeu 250 PP + 33 PC ].

Após certificarem-se de que estavam seguros ali naquela sala, o grupo decidiu fazer os curativos em suas feridas, uma refeição rápida e descansarem. Todos estavam preocupados pois ninguém ali se conhecia e qualquer um poderia ser um potencial agressor, porém os sérios ferimentos obrigaram Elloir e Ulfgar a aceitaram a única situação possível, dormirem sob a guarda de Aarlyn, mas não sem antes praticamente se amarrarem aos seus pertences, como se caso Aarlyn quisesse roubá-los, uma adaga perfurando o pescoço de cada um não sairia mais fácil do que simplesmente tentar arrancar suas coisas enquanto dormiam. Porém nem o Monge e nem qualquer outro perigo os importunou durante a noite.

Ao acordarem ambos puderam ver Aarlyn empenhado em sua guarda, vigilante e atento, sem o mínimo sinal de sono. Agora que todos estavam recuperados e dispostos, eles resolveram voltar a entrada daquela construção para ver se a tempestade já havia passado. Enquanto voltavam pelo grande corredor o grupo percebeu que raios de sol transpunham a passagem aberta no teto de onde descia a longa corda, aquilo os trouxe um sentimento alegre que encheu-lhes a alma...

Lá fora pássaros cantavam belos cantos, contrastando com a feia visão da paisagem destruída pela tempestade... Em meio a esse caos os aventureiros retomavam seu trajeto em direção a Golden Leaf e se eles apressassem o passo poderiam chegar a cidade sem terem que dormir mais uma noite na estrada. Atrás deles permanecia inerte a Tumba, Torre, Forte ou seja lá o que era aquilo, parcialmente explorada, o que será que teria atrás daquelas portas que não foram abertas, o que significaria aquele lugar, que tesouros será que ainda teriam guardados lá ? Essas perguntas ficariam, sem respostas, entoando na cabeça dos aventureiros, quem sabe um dia os caminhos da vida não lhes trariam ali novamente, mas não hoje, hoje eles fugiriam.

Enquanto caminhavam em direção a cidade, o grupo percebeu um estranho barulho se aproximando pela mata à sua direita, armando-se eles esperaram o pior, porém em meio as árvores saiu um homem maltrapilho, suas roupas estava sujas e rasgadas, havia manchas de sangue e alguns cortes em seu corpo era perceptível, seu semblante era de total desespero, ele não portava nenhum tipo de arma ou armadura e nenhum objeto valioso era visível.

-SOCORRO, PELO AMOR DE PELOR, ME AJUDEM.

O homem tinha na sua voz o desespero incrustado.

-Saqueadores invadiram minha casa, queimaram minhas plantações, roubaram meus pertences e raptaram minha filha, não vos peço nada, até porque não tenho como pagar, só preciso que me escoltem até a cidade, lá eu sou muito conhecido e tenho certeza de que diversos amigos me ajudarão. Não posso lhes prometer qualquer recompensa, porém digam ao Taverneiro Baldör que me ajudaram e tenho certeza que pelo menos uma instalação para desfrutarem enquanto necessitarem pernoitar na cidade, vocês terão.

Sem muito tempo a perder o homem parte pela estrada em direção a cidade, ele estava visilmente abalado.

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Qua Set 27, 2017 7:34 am

Meus olhos se abriam vagarosamente, demoro alguns segundos para recompor minha consciência da realidade em minha volta. Um homem fazia vigília enquanto um outro e eu dormíamos exaustos pela batalha e ferimentos. Aarlyn, o monge vigilante. Eloir, o outro humano... Desperto de vez, e após uma boa analisada em minha volta e aos meus pertences, de maneira discreta, não queria chatear ninguém, me ponho de pé e dou uma boa espreguiçada......



- Aaaahhhhhh..... Não consigo conter um longo bocejar.... - Bom dia Aarlyn! Tudo bem?



Eloir acorda também e após um curto diálogo e nós pegarmos nossos pertences, caminhamos para fora daquela tumba que tanto nos surpreendeu. Ao se aproximar da saída, um feixe de luz era percebido invadindo a entrada. Tenho que confessar que aquilo me trouxe um conforto sem igual. O caos havia se dissipado, e agora poderia tomar o caminho de volta a Golden Leaf. Parecia que esse era um destino comum à nós três, e por isso caminhamos juntos como uma equipe.



Pássaros nos recepcionava à aquele dia maravilhoso, quase perfeito, se não fosse pela devastação sofrida pela vegetação do local. Mas logo aquela área estaria totalmente recuperada não tenho dúvidas. Nossa caminhada é surpreendida por um velho muito ferido e assustado...



-SOCORRO, PELO AMOR DE PELOR, ME AJUDEM.



Olho para meus companheiros indagados e falo com o idoso:- Calma, calma.... O que houve com o senhor? Conte-nos, quem sabe poderemos o ajudar?



-Saqueadores invadiram minha casa, queimaram minhas plantações, roubaram meus pertences e raptaram minha filha, não vos peço nada, até porque não tenho como pagar, só preciso que me escoltem até a cidade, lá eu sou muito conhecido e tenho certeza de que diversos amigos me ajudarão. Não posso lhes prometer qualquer recompensa, porém digam ao Taverneiro Baldör que me ajudaram e tenho certeza que pelo menos uma instalação para desfrutarem enquanto necessitarem pernoitar na cidade, vocês terão.



Antes que eu pudesse oferecer uma ajuda para ir atrás desses saqueadores, o homem dispara na frente visivelmente abalado. Ele só queria chegar a cidade que parecia ser o único lugar seguro no mundo para aquele sujeito.



- Amigo! espere, vamos pensar com calma. Os saqueadores, o senhor sabe quem são? sabe onde encontra-los? O senhor não acha que seria melhor tentar alcança-los ao invés de ir a cidade? A não ser que eles tenham tomado esse caminho também. Além do mais a cidade não está tão perto, uma carroça seria de grande valia para nossa busca. O cavalheiro não teria uma?
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Qua Set 27, 2017 3:13 pm

Elloir acorda, renovado e aliviado. Seus colegas ainda estão lá e seus pertences também. O sol irrompe pela abertura no teto e Elloir não consegue pensar em outra coisa que não seja partir.

Elloir: - Enfim é dia e a tempestade se fora. O sol nos saúda e nos convida para sair. Já estão prontos?

Não demorou muito para que saíssem da velha torre e partissem para a cidade, mas as coisas não iriam correr calmamente na estrada. Um homem aparece na estrada, ofegante e machucado pedindo ajuda. Elloir nada diz apenas analisa o homem enquanto ele conversa com Ulfgar e transtornado, vai em direção à cidade.

Elloir não gosta da situação. Ele não gosta de se colocar em perigo caso não haja algum lucro e esse homem não tem dinheiro. Ulfgar parece ansioso para ajudar e Elloir pensa um pouco mais. Em seguida, em voz baixa ele fala com seus companheiros

Elloir: - O homem está ferido e fora de si. Não sei se é uma boa idéia partir em direção aos seus domínios. Talvez seja mais prudente partir com ele até a cidade e de lá juntar ajuda para o caso de suas palavras serem verdade. De qualquer forma eu irei com ele. A estrada pode ser calma, mas no estado em que ele está pode ser imprudente deixá-lo sozinho.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Sex Set 29, 2017 4:11 am

*Aarlyn se manteve meditando e antes dos outros acordarem, já fazia alongamentos e um tai chi praticando posições de combate que cresceu aprimorando.*

- Aaaahhhhhh..... Não consigo conter um longo bocejar.... - Bom dia Aarlyn! Tudo bem?

- Tudo se manteve tranquilo.

*Aarlyn descansou menos que os demais e isso o fez manter-se mais calado. Viu o sol e isso acalmou-o ainda mais. Mas ainda não sabia para o que deveria fazer e qual seria seu rumo.

Caminhando em direção da cidade observa a reação de seus companheiros. Seu ímpeto seria o de ajudar, embora não tenha se posicionado.*
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Sex Set 29, 2017 9:54 am

ESTRADA DO TRONCO PODRE
Início da tarde


Ulfgar escreveu:- Amigo! espere, vamos pensar com calma. Os saqueadores, o senhor sabe quem são? sabe onde encontra-los? O senhor não acha que seria melhor tentar alcança-los ao invés de ir a cidade? A não ser que eles tenham tomado esse caminho também. Além do mais a cidade não está tão perto, uma carroça seria de grande valia para nossa busca. O cavalheiro não teria uma?

O velho, que já ia mais a frente, pára e com uma cara de súplica responde:

-Agradeço a boa vontade cavalheiro, mas conheço alguém na cidade que terá melhores condições de rastrear esses saqueadores. Só lhes peço pra não perdermos tempo aqui, a vida da minha filha corre perigo e infelizmente todos os meus cavalos foram saqueados, tenho apenas alguns bois para puxarem as carroças, mas como você deve saber bois são demasiadamente lentos, nos atrasaria demais.

O senhor aguardava parado a ação de algum dos aventureiros.

Elloir escreveu:- O homem está ferido e fora de si. Não sei se é uma boa idéia partir em direção aos seus domínios. Talvez seja mais prudente partir com ele até a cidade e de lá juntar ajuda para o caso de suas palavras serem verdade. De qualquer forma eu irei com ele. A estrada pode ser calma, mas no estado em que ele está pode ser imprudente deixá-lo sozinho.

-Obrigado senhor! Que Pelor lhe guia pelo caminho da Luz.

E assim os dois partiram em direção a cidade.

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Sex Set 29, 2017 10:30 am

O venho estava demasiado afobado e não considerou muito minha sugestão. Pro azar dele é nosso também seus cavalos foram levados pelos saqueadores. Elloir se põe a acompanhar o pobre homem que só conseguia pensar em chegar à Golden Leaf e conseguir ajuda para resgatar sua querida filha.



O monge Aarlyn se mantinha indiferente a tal ocasião. Talvez estivesse cansado, pois passou a noite em claro fazendo vigília para que eu e Elloir pudéssemos descansar da batalha travada na tumba. Olho para o monge e com a cabeça aceno para que também seguir os dois apressados.



Me ponho na trilha atrás de Elloir e do homem desconhecido. Espero chegar ligo a Golden Leaf...
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Sex Set 29, 2017 12:37 pm

*Tentava entender as motivações e as emoções do velho*

- Estamos indo para a cidade também. Acompanhe-nos, vamos ajudá-lo.
- Enquanto isso, conte-nos o que exatamente aconteceu?


*Acompanhava o grupo a uma distância de 4,5 metros, mantendo-se a frente.*
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

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