A Última Estação (D&D 5ª Edição)

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Qua Ago 09, 2017 6:46 pm

Os ratos se dispersaram e Elloir conseguiu ficar ileso. Não que os ratos fossem uma ameaça, mas o escuro total com outras duas pessoas que ele desconhece, poderiam ser uma situação complicada.

Em seguida Elloir escuta Ulfgar chamar por eles, em seguida Aarlyn. O anão quer montar acampamento mas não quer fazê-lo aqui, então escolheu explorar a porta por onde os ratos saíram. Já o homem dos cabelos prateados não acha uma boa idéia, mas resolve seguir o anão. Ambos usam tochas para iluminar o caminho e Elloir resolve seguí-los, pelas sombras.

Elloir: - Estarei logo atrás de vocês.

Elloir não está desconfiado, tampouco deseja lhes causar mal. Mas eles estão explorando um local desconhecido e em uma situação de perigo, Elloir sabe que será mais útil nas sombras.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Qua Ago 09, 2017 9:58 pm

Enquanto caminhava em direção a porta. Percebo que não só a porta da direita, mas sim as 2 outras também havia caído com o trovão estrondoso. Perante essa situação digo:

" Amigos, parece que as outras duas portas cairam com o trovão... totalizando 3 passagens abertas. Engraçado e que também estamos em 3. Acho que para ganhar tempo e terreno deveríamos nos separar, e cada 1 explorar uma dessas portas. Eu irei na da direita. Nos encontramos aqui mesmo ao terminar.... até mais. "

Sem esperar respostas, adentro a passagem antes mesmo de qualquer protesto por parte dos humanos...
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Qua Ago 09, 2017 10:39 pm

Elloir escuta o anão bufar novamente. De maneira alguma Elloir vai adentrar em uma porta sozinho, ele não é guerreiro e sabe disso. Ele apenas mantém o que tinha pensado anteriormente. Elloir olha para o cabelos de prata e faz sinal que o seguirá de perto.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Qui Ago 10, 2017 1:08 am

*Responde Ulfgar*

- Esse lugar é totalmente desconhecido, agora foram ratos. Mas não sabemos que tipo de perigos pode existir aqui dentro. Eu só tenho a intenção de encontrar um lugar seguro para esperar essa tempestade passar, e não explorar todo o local.
- Enfim, não acho seguro sair explorando, acho se estamos juntos aqui, ou exploramos juntos, ou nem começamos.
- Se preferir ir sozinho, eu posso esperar aqui mesmo.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Qui Ago 10, 2017 10:23 pm

A GRANDE TORRE



Após o breve debate todos decidem permanecer juntos na exploração da Tumba, os viajantes optam pela porta à direita, aquela mesma porta por onde os ratos saíram. Após cruzarem o portal onde antes estava a pesada porta e percorrerem um curto corredor, eles chegam a uma pequena sala bem menor do que a que estavam antes, esta sala está vazia, exceto pela poeira e por uma única e pequena arca de pedra no centro do piso. Não existem outras portas, janelas ou entradas de ar, era evidentemente que ninguém perturbara esta câmara há muitos anos.

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Qui Ago 10, 2017 10:41 pm

Esses humanos são muito indecisos ou temerosos. Mas no final decidiram me acompanhar. Entramos naquela passagem escura e silenciosa. O barulho da tempestade ficava mais baixo a medida em que adentrávamos aqueles túneis. Ao chegar no fim do corredor, nos deparamos com uma pequena sala quase totalmente vazia, a não ser por uma arca que descansava no centro da mesma. Com as mãos dou sinal para que os dois humanos parassem.... 

me aproximo daquela arca, que devo confessar me despertou bastante a curiosidade. Antes de toca-la, aproveito a boa claridade proporcionada pela tocha e a inspeciono. Verifico se não se trata de uma armadilha, e caso confirme me ajoelho perante a mesma e procuro um meio de abri-la bem devagar...

[off: considerei o fato de ter caminhado a frente para escrever esse post. caso os outros queiram a chance de chegar na arca primeiro faço outro post, onde haverá marteladas e muitos machucados...rsrs]
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Sex Ago 11, 2017 1:47 pm

*Aarlyn acompanha os outros dois. Ao avistar a arca, analisa se é possível fazer uma fogueira come ela, embora neste salão um pouco menor isso fosse trazer bastante fumaça.

Então a distância observa a atitude de ambos.*
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Sex Ago 11, 2017 2:26 pm

Elloir chega na sala logo após seus companheiros. O anão com certeza acha que é o lider do grupo ou algo do tipo, pois já está começando a dar ordens. No meio da sala tem uma Arca e Elloir fica muito interessado, mas primeiro resolve procurar armadilhas. Pode ser que a armadilha esteja nas paredes e esse é o primeiro lugar que Elloir resolve analisar. Em seguida Elloir analisará a arca. Como pode ser aberta, seu formato e tamanho.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Sex Ago 11, 2017 6:46 pm

A GRANDE TORRE

O pequeno Anão ia a frente, como um batedor, agora com as tochas acesas, sua mão sangrando revelava-se e os outros viajantes percebiam que o combate com os ratos deixou sua marca em Ulfgar.  O curto tempo de vida do valente Anão ainda não o trouxera experiências fora daquilo que ele conhecia... e como um bom e tradicional Anão seu conhecimento se resumia as minas que seu clan explorava. Aquela Tumba o lembrava dessas minas e logo o seu pequeno cérebro o trazia uma falsa sensação de segurança. Sem esperar por ninguém Ulfgar adentrava a sala e se debruçava sobre a arca, que solitariamente repousava ali no centro. Aarlyn, desapegado a essas coisas mundanas, só pensava em achar um local seguro para passar a noite... Ao olhar melhor para a arca o Monge percebeu que ela era toda feita em pedra e nada ali o ajudaria a acender sua fogueira, pelo menos nada do lado de fora, talvez dentro, quem sabe ? Já Elloir era tomado por seu vício, uma arca como aquela provavelmente teria um espólio para o jovem ladrão, mas nada era tão fácil como aquilo parecia ser e antes de matar o seu vício e se deliciar com a sensação de abrir o seu “presente” ele iria investigar aquela sala com calma, na cabeça do Humano se aquilo fosse uma armadilha ela estaria em alguma das paredes, mas antes mesmo do Humano iniciar as suas investigações o teimoso Anão, com suas rechonchudas mãos começava a futricar na Arca e aquilo que Elloir temia aconteceu, um pequeno dispositivo na tampa da arca acionou um sistema de armadilha e de algum lugar das paredes, invisível aos olhos não treinados dos viajantes, pequenos dardos eram disparados acertando nos dois exploradores que estavam próximos. Uma dor dilacerante tomou o corpo do Anão e do Humano e dessa vez Ulfgar não conseguiria segurar o urro de dor. Mais uma vez o Anão se atrapalhava porém agora a escuridão não iria livrá-lo dos olhos de seus companheiros
[Dano sofrido:
Ulfgar - 3 de dano perfurante (totalizando 4 pontos de dano)
Elloir - 4 de dano perfurante (totalizando 4 pontos de dano)]

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Sab Ago 12, 2017 6:30 am

Elloir analisava as paredes quando escutou um barulho estranho. Nesse instante ele se virou para o anão, que inconsequentemente mechia e forçava a estrutura no meio da sala.

Elloir: - ULFGAR PARE! NÃO TOQUE NISSO!

Elloir tentou avisar o Anão mas foi tarde. O anão acionou uma armadilha e dardos voaram das paredes, acertando o anão e Elloir. A dor causada pelos dardos era muito forte. Elloir imagina que os dardos estejam envenenados.

Em seguida, Elloir se ergue e vai em direção ao Anão, sacando sua rapieira e sua espada curta, apontando-as para o pescoço de Ulfgar.

Elloir: - SEU IDIOTA. DA PRÓXIMA VEZ QUE PENSAR EM FAZER ALGUMA COISA ESTÚPIDA, CORTE O SEU PESCOÇO E NOS POUPE DE SUA TOLICE. SE VOCÊ AGIR ASSIM NOVAMENTE E SOBREVIVER, JURO QUE ACABO COM VOCÊ, VERME INÚTIL.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Sab Ago 12, 2017 8:39 am

Mesmo após minha inspeção, ainda cai em uma armadilha. Dardos foram expelidos das paredes e alguns me acertaram. A dor foi grande demais para evitar um grito que saiu sem que pudesse prevenir. Elloir também foi atingido pelos dardos e ficou furioso comigo... Enquanto tentava tirar os dardos do meu corpo, fui surpreendido por Elloir que encosta sua lâmina em meu pescoço sem que eu esperasse alguma prévia de luta.

Elloir: - SEU IDIOTA. DA PRÓXIMA VEZ QUE PENSAR EM FAZER ALGUMA COISA ESTÚPIDA, CORTE O SEU PESCOÇO E NOS POUPE DE SUA TOLICE. SE VOCÊ AGIR ASSIM NOVAMENTE E SOBREVIVER, JURO QUE ACABO COM VOCÊ, VERME INÚTIL.

" Eu não me lembro de ter te obrigado a me seguir. Já que é tão experiente, por que não ficaste de longe me observando? Quando chegamos na entrada desta sala eu sinalizei para que esperassem, estava prestes a abrir esta arca assim que bati os olhos nela, e sabia que podia ter consequências e não queria que se machucassem. Ma você.... você veio por que quis Elloir, agora me culpa pelo seu ímpeto, e ainda por cima me ameaça? Se for me matar, a hora é agora, pois assim que levantar, irei pegar o meu martelo e o meu escudo, e então lutaremos."

[off: caso elloir não arranque minha cabeça fora:]

Com dois dedos, afasto bem devagar a lâmina que me pegara desprevenido, olhando fundo nos olhos de Elloir. me levanto, e empunho o meu martelo e meu escudo.

" Pronto Elloir, agora podemos ter uma batalha justa, venha, vou lhe ensinar lições que a vida esqueceu de lhe ensinar... Vai se arrepender de ter ofendido um membro do clã Battlehammers!!!...."

Bato meu martelo no escudo afim de efetuar o som de batalha, o som que meus ouvidos não escutam a muito tempo... e parto para o ataque, correndo em direção a Elloir, para lhe deferir uma martelada com toda força.

"AAARRRGGHHHHHH!!!!"
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Sab Ago 12, 2017 12:52 pm

*Aalyn via o Ulfgar e Elloir ávidos pelo salão, mas para Aarlyn aquele local não representava nada mais do que um abrigo, ele tinha muitas dúvidas sobre seu propósito e seu passado ainda o mantinha preso a memórias de seu monastério.

Sem dúvida Aarlyn não fora treinado para entrar em masmorras, tumbas ou construções como aquela. É claro que ele viu histórias sobre armadilhas e coisas do gênero, mas não esperava que estivesse dentro de uma dessas histórias nesse momento. Sem dúvida combates, ratos eram coisas simples para quem treina desde os dois anos de idade, seus reflexos, mente e corpo estão no ápice e ele tem treinamento para isso.*

"Armadilha!?" *O pensamento de Aarlyn entrega o espanto por não entender o que era esse lugar. Sabia apenas que não parecia ser amistoso.

*Ainda próximo da entrada da sala, via Elloir e Ulfgar trocar insultos e gritos*


"AAARRRGGHHHHHH!!!!"

*Aarlyn grita*
- PAREM COM ISSO! ESTÃO LOUCOS?!

*avança com os braços abertos, palmas da mão na direção de cada um como quem fosse afastá-los. Aarlyn já não confiava em ambos e se eles prosseguirem com a ideia de se matarem, ele sente que será obrigado a derrubar ambos.

Deixava que eles agissem antes de se meter no meio e embora tenha se aproximado, se mantém a uma distância de 3 metros do centro dos dois. Caso um ataque e derrube o outro, Aarlyn vai deixar todos os seus ataques para aquele que ficar de pé.*


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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Dom Ago 13, 2017 7:57 pm

Elloir estava com sua rapieira apontada para o pescoço de Ulfgar, enquanto com a outra mão, sua espada curta também estava a postos. Ulfgar por sua vez tenta cantar de galo, colocando Elloir em uma posição difícil, alegando ter mandado os outros ficarem aonde estavam e ao falar, tenta afastar a espada de Elloir do seu pescoço.

Elloir por sua vez encosta a espada no pescoço do anão, forçando-o a recuar o pescoço para não ser perfurado. Ao mesmo tempo Elloir aponta a espada curta na barriga do anão.

Elloir: - Não se meche. Não se meche ou eu te furo, Ulfgar. Nem pense em sacar a sua arma.

Elloir olhava para os olhos do anão, fitando-o enquanto pensava sobre a situação.

Ellloir: - Você deve se considerar um guerreiro muito poderoso e temido para peitar um homem com uma espada em seu pescoço. Ainda mais por achar que pode dar ordens para qualquer um.

Nesse momento Aarlyn entrava na sala gritando para Elloir e Ulfgar pararem com as ameaças. Ele se posicionou a uma distãncia estratégica com os braços abertos.

Elloir não tirou os olhos de Ulfgar e começou a repensar a situação. Embora Ulfgar e Aarlyn não soubessem, Elloir era um assassino. Talvez não dos melhores, mas conseguiu se sustentar e aos seus prazeres muito bem com esse estilo de vida. Mas Elloir não matava porque gostava, ele o fazia pelo dinheiro. O fato é que não via motivo algum para interferir na vida de alguém, afinal pessoas nascem e morrem todos os dias, para que ele iria matar mais? O dinheiro veio lhe dizer que a morte de outras pessoas poderia mudar a própria vida para melhor. Assim Elloir matava, quando lhe fosse lucrativo.

Aquela situação já estava ficando chata e a torre já se mostrou pouco convidativa. Mesmo qua não confiasse em Ulfgar, em uma situação de perigo comum, sua experiência em combate seria útil. Então Elloir decidiu não matá-lo.

Elloir: - Hoje é seu dia de sorte anão.

Elloir recolhe suas espadas colocando-as em suas respectivas bainhas, vira-se para Aarlyn e anda em direção a ele e passando ao seu lado. Com uma breve pausa ele olha para Aarlyn e acena levemente com a cabeça, seguindo até a porta, se escorando na parede do corredor próxima a ela.

Elloir: - A armadilha já foi acionada, isso quer dizer que o baú deve estar seguro. E qualquer baú guardado por uma armadilha deve conter algo de valor. Você acionou a armadilha Ulfgar, o baú é seu.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Seg Ago 14, 2017 7:11 am

Elloir não foste homem suficiente para terminar o que começou. Ele recua como um covarde, mas se esforça para fazer isso com dignidade. Aarlyn tenta apaziguar a situação, mas seu esforço é em vão. Ele até tem boas intenções, mas Elloir ultrapassou todos os limites, ele não devia ter me ofendido daquela maneira. Agora ele terá que pagar o preço. Elloir se afasta com uma falsa glória que só os covardes sustentam. Agora que ele me deu espaço, pego o meu martelo e meu escudo...

"ELLOIR!!! NÃO VÁ TÃO LONGE. VOLTE AQUI E ME ENFRENTE SEU COVARDE."

Faço questão de gritar alto o suficiente para minha voz ecoar por toda a câmara de pedras e trevas. Ele não vai escapar sem lutar. Caso ele me ignore, o acertarei com uma de minhas machadinhas, que arremessarei com toda minha força. Ele nunca deveria ter me ofendido daquela maneira. Ele selou os nossos destinos com aquelas palavras infames. Não tem mais volta.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Seg Ago 14, 2017 12:56 pm

A GRANDE TORRE

Elloir escreveu: - SEU IDIOTA. DA PRÓXIMA VEZ QUE PENSAR EM FAZER ALGUMA COISA ESTÚPIDA, CORTE O SEU PESCOÇO E NOS POUPE DE SUA TOLICE. SE VOCÊ AGIR ASSIM NOVAMENTE E SOBREVIVER, JURO QUE ACABO COM VOCÊ, VERME INÚTIL.

Estranhamente o Ladino afrontou o Anão por ter acionado a armadilha, mas agora acionada, ele constatou que caso Ulfgar demorasse a chegar ele mesmo a teria acionado, no fundo o Humano sabia que nenhuma de suas habilidades seriam suficientes para encontrá-la e tampouco desarmá-la, mas sobressaltado de uma arrogância que os Ladrões não costumam ter, Elloir foi tirar satisfação com o Anão, que ainda tentava entender o que acabara de acontecer.
Ulfgar escreveu: Eu não me lembro de ter te obrigado a me seguir. Já que é tão experiente, por que não ficaste de longe me observando? Quando chegamos na entrada desta sala eu sinalizei para que esperassem, estava prestes a abrir esta arca assim que bati os olhos nela, e sabia que podia ter consequências e não queria que se machucassem. Ma você.... você veio por que quis Elloir, agora me culpa pelo seu ímpeto, e ainda por cima me ameaça? Se for me matar, a hora é agora, pois assim que levantar, irei pegar o meu martelo e o meu escudo, e então lutaremos.

Ao tirar a sua mão de cima da Arca para afastar a lâmina que acochava o seu pescoço, a pequena estrutura se abriu, revelando uma jóia que nenhum dos dois havia visto antes… Era uma gema linda, numa tonalidade verde escuro, mas não era um verde estático, era uma cor dinânimica, como se uma pequena floresta vivesse no coração da gema. Na mesma hora o Anão esquecera de tudo que estava acontecendo, ele já havia visto belas gemas, mas como aquela, jamais. Seus olhos se fixaram no centro da jóia querendo entender cada detalhe daquele maravilhoso item.

Assim que viu o item que estivera trancado dentro da Arca, Elloir deixou suas armas afrouxarem e lentamente elas foram repousando do lado do Ladino. Durante seus poucos anos de furtos ele já tivera visto algumas gemas, mas eram mais feias do que essa, definitivamente essa pequena pedrinha verde deveria valer um bom dinheiro.
Aarlyn escreveu: - PAREM COM ISSO! ESTÃO LOUCOS?!

Assim que disse isso o Monge percebeu que os dois, que a pouco trocavam juras de morte, agora estavam hipnotizado por algo dentro da Arca, curioso ele se aproximou o suficiente apenas para enxergar o que estava la dentro, assim que a vira ele não entendeu o fascínio de ambos, afinal era apenas uma pedra, uma bela pedra, mas ainda sim uma pequena pedra verde.

[O último post do Han e do Jean foram desconsiderados para efeito de narrativa, não existiram na crônica]

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Seg Ago 14, 2017 2:00 pm

*Aarlyn percebe que a discussão foi silenciada pelos olhares de ambos para o interior do baú, inconscientemente Aarlyn faz o mesmo e percebe uma joia de beleza rara. Se esforça para tentar identificar que joia seria.

Então volta-se mais uma vez para o ambiente e para a reação de ambos ao ver a joia. Não havia um interesse específico por riquezas, mas não desprezaria a oportunidade, caso fossem mantê-la como um grupo.*
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Seg Ago 14, 2017 4:19 pm

Elloir estava com a espada no pescoço de Ulfgar quando ele tirou a mão de cima do baú e este se abre, revelando uma jóia, uma gema. Sua cor era única e Elloir nunca havia visto uma jóia como aquela. Sua cor, sua forma, seu brilho, encantavam Elloir assim como Ulfgar.

Lentamente os braços de Elloir cediam até que suas espadas estivessem apontadas para o chão. Elloir queria segurá-la, admirá-la, como ele costumava fazer com as jóias que recebeu por vários de seus serviços prestados, como ele costumava fazer fom os belos seios e traseiros das mais belas concubinas que suas jóias puderam pagar.

Elloir: - Incrível como nossa euforia foi dobrada peli simples vislumbrar de uma bela gema. Seriamos nós escravos de nossos desejos ou seria esta gema encantada magicamente?

Ou amaldiçoada? Elloir não termina a frase, apenas guarda para si a dúvida final sobre a pedra. Embora quisesse muito, ele se ateve e não pegou a gema. Estava apreensivo por vários motivos e como um gato escaldado, evitou a pedra.

Ao se virar, notou que Aarlyn também foi ver a pedra mas não pareceu nem um pouco tocado por sua beleza. Ele realmente era diferente da grande maioria eos homens que Elloir chegou a conhecer e tinha dúvidas se isso era bom ou ruim.

Elloir: - Aqui não há lenha para fogueira. Pegue a gema se quiser Ulfgar. Vamos voltat para o salão. Temos mais duas portas para procurar.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Ter Ago 15, 2017 7:08 am

No meio daquela tensão, uma maravilhosa gema rouba a cena sem aviso prévio. Seu brilho, sua coloração, sua perfeição era tanta que até mesmo neus olhos acostumados com tais preciosidades se surpreenderam. Parece que a lição de Elloir terá que esperar...

Me aproximo novamente da arca e devagar pego a gema. Não penso que seja armadilha, se não, não teria armadilhas como os dardos para a proteger. Só um doente colocaria uma armadilha para proteger outra...
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Ter Ago 15, 2017 9:19 pm

Ao retirar o dardo que ainda estava cravado em sua pele o Ladino percebeu que existia ali uma fina crosta do que, provavelmente, antes fora algum tipo de veneno poderoso e pensou consigo mesmo que se aquele mesmo dardo o tivesse penetrado a alguns anos atrás, provavelmente nem ele, nem o Anão estariam vivos agora.

Apesar do "Quebra Ossos" acreditar que não tivesse nenhuma outra armadilha dentro da Arca, o sangue ainda escorria do seu pescoço, local onde o dardo o tivera atingido, fazendo o Anão se contrair involuntariamente ao recolher a gema, porém como a lógica que o ferreiro pensara, não havia mais nenhuma armadilha por ali.

Os demais membros do grupo deixaram a pequena joia para Ulfgar, que cuidadosamente a guardava dentro de suas coisas... E antes de qualquer outra ação dos demais companheiros, Elloir regressava para o Salão Central e mesmo após a desagradável surpresa que acabara de ter, o jovem assassino andava despretensioso, sem a cautela e cuidado que um assassino mais experiente teria.

O salão permanecia exatamente do mesmo jeito que estivera antes, aparentemente nada havia mudado... E lá fora a tempestade persistia em continuar marchando ao som dos retumbantes trovões.

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Qua Ago 16, 2017 9:08 am

Parece que meu instinto estava certo. Não havia outra armadilha. Guardo aquela maravilhosa joia com cuidado em minha algibeira. Olho para trás e Elloir já havia desaparecido, melhor assim... pra ele é claro. Aarlyn estava encostado na porta me observando, aceno positivamente com a cabeça, pego minha tocha e caminho em sua direção para conversar...

" Bom, Aarlyn, podemos armar acampamento aqui ou acha melhor explorar o resto da tumba? Sinceramente não sei se me sentiria seguro dormindo em um local que não conheço bem. E não me leve a mal, mas não te conheço o suficiente para fazermos o esquema de sentinela..."

Depois de tanta briga, tento estabelecer um laço de companheirismo. Pelo menos temporário. Quero ouvir o que Aarlyn tem a dizer. 

"Acredito que explorar o resto da caverna seja o mais apropriado Aarlyn. Dessa vez é claro com mais cautela. Pelo visto, não vamos sair desse lugar esta noite mesmo."
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Qua Ago 16, 2017 10:20 am


" Bom, Aarlyn, podemos armar acampamento aqui ou acha melhor explorar o resto da tumba? Sinceramente não sei se me sentiria seguro dormindo em um local que não conheço bem. E não me leve a mal, mas não te conheço o suficiente para fazermos o esquema de sentinela..."

"Eu não confio em nenhum de vocês dois, loucos" *Embora pensasse isso, disse:*

- É, esse lugar não me parece seguro, essas portas destruídas deixa acesso livre para a chegada de qualquer coisa que venha das profundezas dessa tumba. Melhor explorar um pouco mais. Mas talvez vocês queiram parar um pouco e recuperar as forças ou tratar dessas pequenas feridas que tiveram.
- Podemos prosseguir depois.



"Acredito que explorar o resto da caverna seja o mais apropriado Aarlyn. Dessa vez é claro com mais cautela. Pelo visto, não vamos sair desse lugar esta noite mesmo."

*Assente com a cabeça. Após eles se recuperarem diz:*
- Vamos pegar a próxima porta a direita dessa que entramos.

*por sentir que é o mais inteiro, vai na frente dessa vez. A menos que outro faça questão.*
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Qua Ago 16, 2017 4:22 pm

Elloir já estava no salão principal enquanto Ulfgar e Aarlyn decidiam o que fazer. Elloir sabia que não havia possibilidades de passar a noite ali. As portas destruídas deixavam o ambiente menos seguro para o que quer que estivesse lá embaixo. Então Elloir resolve se esconder na escuridão. Ele iria seguir os outros aventureiros de perto, uma vez que era mais seguro andarm juntos, mas se manteria sob a proteção das sombras uma vez que estava bem ferido.

O local que Elloir achou que seria mais útil para dicar escondido no momento era em um dos cantos da sala. entre a porta de entrada da torre e a porta cuja qual eles exploraram. Enquanto esperava que Ulfgar e Aarlyn chegassem no salão, Elloir pensava em descansar em uma boa estalagem, comer boa comida, cuidar de seus ferimentos, se aquecer nos braços de uma bela mulher e repousar sob uma cama confortável.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Qua Ago 16, 2017 9:59 pm

A GRANDE TORRE

Após um breve descanso, onde os dois feridos concentraram-se em fazer curativos em seus ferimentos, os 3 viajantes decidem explorar um pouco mais aquela construção, não por curiosidade, mas não havia outra escolha... lá fora a tempestade não os deixaria prosseguir a  viagem e ali dentro não poderiam ficar seguros enquanto não investigassem a Tumba por completo. Sem muito critério o Monge decidiu iniciar a exploração pela porta imediatamente a direita da sala onde acabaram de sair e os demais apenas o seguiram.

Após cruzarem o pórtico os aventureiros se depararam com um longo corredor estreito, Ulfgar e Aarlyn iam a frente enquanto o Ladino deslocava-se invisível pelas sombras (pelo menos era o que ele achava, porém tanto o Anão, quanto o Aarlyn perceberam a tentativa frustrada do Humano em tentar ser invisível). O longo corredor devia ter uns 50m de comprimento e era todo feito na pedra. Musgos se reproduziam na umidade da rocha, levando um cheiro esquisito ao nariz do grupo. O grande corredor terminava em uma pequena câmara igualmente de pedra, decorada apenas com mesas quebradas e apodrecidas nas quais alguns itens de ferro apodreciam enferrujados. A chuva caía no meio da sala através de uma abertura no teto (por volta de 40m de altura) que provavelmente dava acesso ao topo da torre. Do fundo dessa passagem estava pendurada uma corda, que lentamente balançava. Um dreno no centro do piso permitia que a água escoasse, porém manchas velhas e escuras sugeriam que ele foi usado para escoar outros fluidos há muito tempo atrás.

Mais a frente o corredor prosseguia dando acesso a uma porta de madeira, que daquela distância parecia ter sido atacada por golpes cortantes. A luz gerada pelas tochas traziam sombras bruxuleantes que confundiam um pouco a vista de quem não estava acostumado com a escuridão, porém o Anão que crescera cavando minas na extração de metais, conseguia ver detalhes que os demais não viam. Ulfgar foi o único a avistar uma estreita passagem na esquerda do corredor, um pouco antes da porta que todos avistaram, tão estreita que o grupo só conseguiria passar por ali um atrás do outro.


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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Qua Ago 16, 2017 10:28 pm

Aarlyn concorda comigo quanto a explorarmos o resto daquele lugar tenebroso. Pelo menos ele era sensato. Partimos então em direção à porta da direita a que entramos. Que na perspectiva do hall era a do meio, a principal. Aarlyn vai na frente desta vez, eu logo atrás. Elloir numa tentativa patética de se esconder, também no segue...

Depois de caminharmos por um longo corredor estreito e úmido, nos deparamos com mais uma sala de pedra. Mas desta vez não havia uma urna a me esperar e sim um cenário que sugeria torturas passadas. Manchas escuras no chão e cordas dependuradas, contribuiam com minha teoria. Mas seja o que for, já tem bastante tempo que não era praticado. Analisando mais o local, que só não era mais morto por causa de um contínuo barulho da água que caía de uma altura significativa, consigo achar uma pequena brecha que me parecia uma passagem. Isso graças a minha apurada visão. 

" Aarlyn, Achei uma passagem."

Não fiz questão de esconder aquela informação, pois por mais inconsistente que seja nosso grupo, se é que se pode considerar assim, acredito ser melhor ter pessoas por perto. Aliás, essa é uma condição favorável a todos. Tento ver onde a brecha leva, inclinando minha tocha pela mesma...

" É muito estreita monge, e se entrarmos, teremos que entrar um por vez, em fila."

Me volto para os humanos esperando as reações dos mesmos. Confesso que quero entrar, acredito que viemos parar ali por alguma razão...
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Qui Ago 17, 2017 1:02 pm

Elloir se aproxima, falando baixo para os outros dois companheiros, indicando a sua presença( ele não sabia que não havia conseguido se esconder).

Elloir: - Posso tentarme esqueirar sorrsteiramente pela passagem e voltar para dizer a vocês o que há lá. Se houver alguma coisa perigosa, estarmos juntos ou sozinhos não adiantará nada no corredor. Enquanto isso vocês podem analisar esta sala melhor ou tentar ver o que há atrás da porta.

Caso os companheiros decidam que Elloir siga em frente pela passagem, ele seguirá sorrateiramente sem olhar para trás e cuidadosamente analisando cada centímetro do corredor e do possível lugar que encontrará. (rolagem de dados para furtividade confirmada no telegram, 23)
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

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