A Última Estação (D&D 5ª Edição)

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A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Qua Ago 02, 2017 11:08 pm

Aventura: A última estação
Sistema: D&D Next
Vagas: 4
- Jean (Humano/Ladino)
- Hansolo (Anão/Guerreiro)
- Mezenga (Humano/Monge)
- (não preenchida)

A Última Estação

Elloir Thaeodir

O jovem e impulsivo humano só se importava consigo mesmo. Nenhuma vida, além da sua, tinha algum significado maior do que “o que pode me render?”. Thaeodir não sentia o menor remorso pelas vidas que tirou, na sua balança moral as moedas que conseguiu com essas mortes que causou compensavam o risco que sofreu.
Seus métodos estavam ficando conhecidos naquela cidade, as autoridades já o olhavam com suspeita, Elloir não  podia mais ficar ali…
Naquela noite, naquele beco, após limpar sua adaga nas roupas do cadáver que a pouco, vivo, ouvia sua história com atenção, Thaeodir decidia sua próxima cidade…
Ulfgar, Quebra Ossos

Ajoelhado em frente à nova lápide branca, que haviam acabado de enterrar mais um de seus sobrinhos, Ulfgar reparava o quanto o cemitério havia aumentado após aquela maldição, o seu clã estava envelhecendo e, infelizmente, fadado a extinção. Destinado a curar a praga que recaiu em sua linhagem o ferreiro despedia-se de seus familiares e iniciava sua expedição em direção ao ignoto. Sua primeira parada: Golden Leaf.
Aarlyn, Cabelos de Prata

Aarlyn não conhecia outra vida além dos limites do seu mosteiro, sua experiência de vida resumia-se aos seus treinos diários, suas regras, sua isolação. É inenarrável o sentimento que aflingiu o jovem humano quando, ao retornar de uma de suas missões, deparou-se com o monastério atacado, após receber uma pequena jóia de seu mestre, o Monge fugiu do local furtivamente, sem rumo, sem direção, com um objetivo em sua mente: Descobrir o que significa aquela jóia.
Estradas

Golden Leaf não era a maior das cidades daquele Reino, porém era uma das mais importantes, diversas estradas passavam por ali, além do rio Mitheithel, um importante rio da Região.



Os 3 viajantes (em locais diferentes) animavam-se com a cidade que se aproximava a cada instante, estavam a menos de 1 dia de viagem. Os campos que agora percorriam, já foram cenários de grandes batalhas entre Hobgoblins e Orcs, que disputavam extensões territoriais naquela região, dessa época remota, além das canções cantadas pelos bardos nas praças das cidades, sobraram algumas construções que insistiam em resistir ao tempo... e uma delas era a Grande Torre, que permanecia silenciosa ao fundo, como um enfeite de moldura.



A torre surgia no horizonte, imponente, no topo de um morro. Ao vê-la ao longe, um pouco mais cedo, os viajantes a admiraram e indagaram-se a que ela se destinou um dia: Uma torre de vigia ? Um ponto de apoio aos Exércitos ? Um ponto de localização ?



Aquelas perguntas ficariam sem resposta pois o céu estava fechando, prenunciando uma tempestade a caminhho, e eles tinham que percorrer a estrada o máximo que conseguissem. Porém aquela tempestade era diferente, tinha vontade própria, e muito antes do que esperavam ela os alcançou. A medida que tentavam enfrentá-la ela tornava-se mais feroz, cuspindo raios e trovões na direção deles. Ao fundo, não muito distante, a silhueta da torre iluminava-se com os flashes vindo dos céus.

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Qua Ago 02, 2017 11:57 pm

O sorriso inocente daquelas crianças ficará marcado em minhas memórias... suas gargalhadas ecoam em meus ouvidos, da mesma maneira que o semblante sem vida também me atordoa.

Enquanto viajava pelas estradas, e mais ainda em meus devaneios, sou alcançado por uma terrível tempestade que me obriga a procurar um lugar para passar a noite. Ao longe, o contorno de uma antiga torre se fazia atrativo. As gotas da chuva se misturam a minhas lágrimas enquanto caminhava em direção a torre. As rajadas de vento assobiavam em meus ouvidos como se tivesse vida própria. O caos dos trovões e raios me faziam lembrar das batalhas vividas e vencidas. Mas sem dúvidas precisava sair daquela tempestade fria e furiosa. Me esforço para alcançar a torre o mais rápido possível.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Qui Ago 03, 2017 12:38 am



Aaryn viajava há algumas semanas, uma viagem solitária embora tivesse passado por alguns vilarejos. A estrada era sua companheira, bem como sua flauta que o faziam lembrar dos dias tranquilos de monastério. Visões do monges mortos e do ataque ao seu monastério ainda percorriam eventualmente sua mente. Por indicações de outros viajantes, viajava para uma cidade que era referência.

"Golden Leaf". pensava o nome da cidade em que estava se aproximando.

Observava na estrada uma velha torre, talvez abandonada e esquecida pelo tempo, talvez habitada, não poderia saber, não estava tão próximo.
Não sabia exatamente quanto tempo levaria para chegar na cidade, mas pelas informações que recolheu anteriormente, estaria mais ou menos um dia de viagem.

Subitamente o tempo fechava e uma tempestade se aproximava mais rápido do que Aarlyn poderia prever e logo ele estava sob uma forte chuva, deixando a estrada totalmente escura.



Raios cortavam o céu e Aalyn procurava onde se abrigar. O local mais óbvio seria a torre e não haveria motivos para não tentar auxílio até a tempestade passar. andando o mais rápido possível, vai na direção da torre.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Qui Ago 03, 2017 1:33 pm

A estrada estava calma e de acordo com viajantes, a viagem tomaria menos de um dia. Por isso Elloir resolveu sair pouco antes do amanhecer, depois do desjejum. Assim poderia aproveitar bastante tempo na próxima cidade, que lhe traria muitas oportunidades.

Ao caminhar, Elloir contemplava os vastos campos que dançavam com o vento. A imagem era um tanto contemplativa até mesmo para um assassino como ele. Afinal de contas, beleza existe em todos os lugares não é mesmo? Seja em um campo vasto e verdejante, seja no corpo de uma mulher, seja nas formas que o sangue faz ao escorrer de sua lamina ensanguentada. Isso o faz imaginar como seriam esses campos se estivessem manchados de sangue? As histórias dos bardos e dos velhos contavam sobre intensos confrontos entre orcs e hobgoblins nestas planícies. As duas raças disputavam territórios e os confrontos teriam sido temerosos. Por um instante Elloir se sente aliviado por estar sozinho nesta estrada, sem a possibilidade de ser atacado por um orc ou hobgoblin, mas por outro lado uma guerra abriria possibilidades para contratos arriscados mas muito valiosos, tanto de assassinato, espionagem ou sabotagem.

Mais um tempo caminhando e Elloir ve ao longe uma torre. Bem no meio dos campos, uma torre bem alta que por algum motivo ele deixou de notar. Como um veterano de várias guerras, imponente e glorios, mas cheio de cicatrizes e em alguns casos, membros perdidos. A torre se mantinha de pé mas os danos em sua estrutura marcavam uma história de muitos ataques e conflitos.

Elloir se perguntava quantas estruturas como aquela teriam sobrevivido ao período de guerras passadas mas se interrompeu ao notar uma extensa nuvem escura de tempestade se aproximando rapidamente ao horizonte. Isso não era nada bom. Uma tempestade como essa não é comum nessa época e a viagem que deveria ser rápida vai demorar mais que o esperado e o pior, sem provisões.

Elloir então aperta o passo. Na melhor das hipóteses conseguirá chegar na torre a ponto de se proteger da tempestade, que começa a clarear o céu por trás da torre com seus raios serpenteando os céus.

O cenário de clima agradável e bela vegetação está prestes a se tornar frio, molhado, trovejante e relampejante.

Elloir: - Tomara que eu chegue na torre logo, merda. É melhor correr.

Elloir muda o passo já acelerado e tenta correr o máximo que conseguir. A nuvem se aproxima rapidamente e caminhar em meio a tempestade será mais difícil.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Qui Ago 03, 2017 10:55 pm

A GRANDE TORRE

A medida que os raios começavam a atingir o topo das árvores e partículas de granizo começavam a acertar a terra, a necessidade de um abrigo tornava-se urgente. Distante ao fundo, a silhueta de uma sentinela de pedra iluminava-se ao cintilar dos relâmpagos. A escolha, naquela situação, para qualquer viajante que a visse era óbvia… Apesar de estar parcialmente destruída sua estrutura rochosa era visilmente forte suficiente para aguentar aquela tempestade... Definitivamente a Grande Torre era a única alternativa dos viajantes.

Conforme se aproximavam os viajantes podiam deslumbrar os resto do que fora uma imponente construção, ainda de longe eles iam observando a Torre a procura de alguma entrada. O primeiro a chegar e entender aquela construção foi o Anão, que não tardou em identificar que na verdade a Torre ocupava a colina inteira e a estrutura acima que elevava-se na crista da elevação, tratava-se apenas da ponta do “iceberg”.

Uma inspeção mais próxima revelou a grande porta que cortava o sopé da colina, a grande entrada a sua frente possuia uns 6 metros de altura por uns 3 metros de largura. Ao observar pedaços de rocha espalhados pelo chão, Ulfgar percebeu que, provavelmente, havia ali uma grande rocha tampando a entrada. Investigando a grama que já crescia nos pedaços quebrados da rocha o Ferreiro precisou que aquela pedra havia sido destruída há poucas semanas. Pelos trovões que cortavam os céus e a frequência de tempestades naquela região, o Anão chegou a conclusão que provavelmente um raio havia destruído a Rocha que bloqueava a entrada da Torre. Do lado de fora ainda, Ulfgar decidiu que ali seria um bom lugar para proteger-se da tempestade.



Assim que ele entrou naquela construção o Anão percebeu que aquilo não se tratava de um ponto de apoio, muito menos de uma torre de vigia, ele não estava entrando na Grande Torre, ele acabará de entrar na Grande Tumba.

A estrutura tratava-se de uma grande tumba utilizada nos tempos de batalha para receber os corpos mortos dos grandes guerreiros.

A GRANDE TUMBA

Ao adentrar na garganta da colina o Anão deparou-se com uma grande câmara aberta na rocha, ela possuia por volta de 10 metros de largura e por volta de 8 metros de altura. Alguns sinais de pintura juntamente com os arabescos quebrados sugerem que aquele local já fora decorado com muito cuidado, há muito tempo atrás, mas agora não restava muita coisa além de poeira. 3 pesadas portas maciças (uma a esquerda, uma a direita e uma a frente) separavam o salão do resto da construção.

Aalyn apressava seus passos conforme a tempestade tornava-se mais intensa… Assim que deparou-se com a entrada da Tumba o Monge observou que alguém estava se aproximando…

Elloir contornava a colina procurando a entrada daquela construção… Além da grande entrada incrustada no morro, o Ladino deparou-se com Aalyn Cabelos de prata que também o observava…

Ambos entreolharam-se preparando-se para qualquer atitude hostil que os ameaçasse, porém os granizos que os atingiam já estavam ferindo os dois e num temporário e silencioso “cessar fogo” eles entraram na colina...

No centro da câmara rochosa ambos perceberam um Anão que observava intrigado as portas que os cercavam


[Foi usado Fog of War nas áreas desconhecidas]


Última edição por Poeta em Sex Ago 04, 2017 12:54 pm, editado 1 vez(es)

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Qui Ago 03, 2017 11:55 pm



Aarlyn corria para se abrigar na torre enquanto granizos começaram a cair, ao se aproximar encontrava um outro homem que parecia buscar abrigo no mesmo lugar.

Apenas olhava para Elloir e acenava com a cabeça como cumprimento. Aarlyn não sabia quem era o outro viajante, mas ele parecia sozinho. Juntos correram em direção da porta que estava destrancada e então avistou o anão.

Aarlyn quebra o gelo e diz:
- Olá

*Analisava agora ambos e buscava entender qual seria a postura de ambos.*

Spoiler:

Aarlyn está vestido com roupas de explorador, conforme imagem abaixo:



Última edição por MEZENGA em Sex Ago 04, 2017 1:03 pm, editado 1 vez(es)
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Sex Ago 04, 2017 9:30 am

Por fim cheguei naquela estrutura que os leigos acreditam ser uma torre. Mas não para mim. Logo que me aproximei, percebi o quanto tão grande era aquela construção. Logo que entrei, me deparei com um grande salão escuro. Os relâmpagos revelaram pinturas e ornamentações à tempos deixados ali. O barulho da tempestade ecoava naquela câmara como se ela respondesse a altura, a fúria dos trovões... mais um raio, e então percebo portas gigantescas rasgando as frias paredes daquele local... resolvo ascender uma tocha para melhor analisar o ambiente. 

Agora com a claridade que o fogo de minha tocha proporcionava, consigo ver que as portas são 3. Uma a frente e mais duas, sendo uma de cada lado. A idéia era um lugar seguro para proteger da tempestade, mas o lugar atiça minha curiosidade e decido explorar mais a falsa torre. Puxo e empurro a porta da esquerda na tentativa que a mesma se abra. (Off: caso não consiga, inspeciono o local para achar algum dispositivo como alavanca ou coisa do tipo).

Antea que eu consiga abrir a porta, sou surpreendido por dois homens aparentemente humanos que chegam para se esconder da tempestade. Imediatamente empunho o meu martelo e me prontifico para uma possível batalha.

- Ulfgar: "QUEM SAO VOCÊS???" 

Digo em alto e bom som. Minha voz grave e rouca ecoa pelas câmaras escuras daquele lugar enquanto esperava uma resposta dos mesmos...
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Sex Ago 04, 2017 11:50 am

Elloir corria contra o tempo. A tempestade o alcançara e ele ainda teria que dar a volta na torre para poder chegar até a entrada.

O tempo piorava e Elloir sentia o granizo cair sobre si até que finalmente chegou à frente da grande porta e para sua surpresa, outra pessoa também ali estava. Um homem forte de cabelos prateados estava parado em frente a torre e inevitavelmente, ele e Elloir ficaram se analisando. Para Elloir, este homem havia chego a pouco, visto o temporal que caía e o fato de ele estar do lado de fora.

O impasse entre os dois foi quebrado quando a chuva de granizos aumentou, forçando-os a deixar os anseios de lado e entrarem juntos na torre.

Uma vez dentro, Elloir se deparou dentro de um grande salão com três portas. Estas eram iluminadas pela tocha na mão de um anão que abria a porta da esquerda. O homem de cabelos prateados arriscou um "olá" e em seguida, o Anão se vira para trás brandindo seu martelo e gritando, querendo saber quem éram os intrusos.

Elloir deu um passo atrás erguendo as mãos. Seu capuz atrapalhava que enchergassem seu rosto, mas sua posição era defensiva e amigável.

Elloir: - Calma, sou apenas um viajante tentando me proteger da tempestade. Assim que a tempestade terminar eu retomarei meu caminho e sairei da torre.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Sex Ago 04, 2017 1:45 pm

*avaliando os outros dois, Aarlyn sabia que não precisava pegar em armas para se defender de um atacante, mas ficava alerta para o próximo movimento do anão (considere que estou em "ready action, se ele vier pra cima, eu ataco).*

[quote]
Elloir: - Calma, sou apenas um viajante tentando me proteger da tempestade. Assim que a tempestade terminar eu retomarei meu caminho e sairei da torre.r=#006600]- Somos dois que estamos viajando. Pelos seus trajes e por também estar molhado da chuva, acho que somos 3.

*Percebe que o outro humano também está tranquilo.*

- Eu me chamo Aarlyn. Acho que seria educado se vocês também se apresentassem. Parece que a chuva ainda vai demorar um tempo para passar.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Sex Ago 04, 2017 2:44 pm

Ali estava eu, num lugar desconhecido, com pessoas estranhas. Definitivamente estava fora da minha zona de conforto. De repente me bate uma saudade do leito aconchegante de minha família, e dos meus amigos de batlaha...

- Ulfgar: "Sou Ulfgar, Quebra Ossos! Guerreiro do implacável exército do clã Battlehammer!" ao dizer isso olho para o meu martelo de guerra erguido pela minha mão com muito orgulho. Por um momento posso ouvir o estalar dos ossos de meus inimigos no campo de batalha...

- Ulfgar: "Estava seguindo o meu caminho quando fui surpreendido por essa terrível tempestade, resolvi me abrigar neste local que pensei ser uma torre."

Eu me chamo Aarlyn.

Por um instante reflito se já teria escutado este nome em algum lugar...mas acho que não. Analiso por inteiro os dois, sempre mantendo meu semblante sério e atento. Não quero que pensem que sou amigável.

-Ulfgar: "Seu amigo tem nome Aarlyn?"
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Sex Ago 04, 2017 6:33 pm

A tensão na situação de Elloir começava a diminuir. O homem de cabelos prateados se apresentou pelo nome Aarlyn e o anão começava a sair da defensiva. Elloir abaixou os braços e respirou um pouco mais aliviado.

Aarlyn pedia de forma educada que nos apresentassem e o anão se prontificou.

- Anão: "Sou Ulfgar, Quebra Ossos! Guerreiro do implacável exército do clã Battlehammer!"

Elloir olhava para o orgulhoso anão enquanto ele olhava para seu martelo erguido no ar. Diferente de Aarlyn, que parecia mais calmo e controlado. Agora Elloir tinha certeza de que todos ali estavam na estrada e se esconderam da tempestade na torre.

-Ulfgar: "Seu amigo tem nome Aarlyn?"

Elloir: - Eu sou Elloir. Creio não conhecer Aarlyn, apenas chegamos ao mesmo tempo na torre.

Elloir ficou muito curioso com um comentário que Ulfgar fez, embora receoso resolveu perguntar ao guerreiro.

Elloir: - Estou curioso Ulfgar. Você comentou que achou que este lugar seria uma torre. Se não é uma torre, que tipo de lugar é esse?
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Sex Ago 04, 2017 7:25 pm

*Aarlyn só assentia com a cabeça ao ouvir as palavras de Elloir. Então dizia a todos:*

- Acho que estamos apresentados.

*Acende uma tocha e começa a avaliar o lugar.*
Spoiler:



- Não quero incomodar, só quero esperar essa chuva passar. Estou indo na direção de Golden Leaf.

*Procurava objetos no salão e o que mais tivesse no local.*
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Sex Ago 04, 2017 7:32 pm

Os humanos não são tão calorosos quanto os anões. Eles nem se quer se apresentaram da forma certa. Talvez achem que um anão não mereça tal consideração.


"- Pelas montanhas de Battlehammer! Essa sem dúvida foi a pior apresentação que já presenciei em toda minha vida. Parecem não se orgulhar de quem são. Aarlyn... Elloir... Vocês não tem uma origem?...um conceito?... São simplesmente Aarlyn e Elloir? Vamos, darei uma chance para que melhorem essa apresentação..."

Espero que desta vez a apresentação seja tão decente quanto a minha. Caso não seja, não os considerarei dignos de minha atenção. Simplesmente irei ignora-los e continuar a explorar o local. Claro que sozinho!
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Sex Ago 04, 2017 10:27 pm

A noite já havia caído. Elloir estava molhado, com frio e com fome. Não tinha um bom lugar para dormir, estava com duas pessoas desconhecidas e até onde se sabe, não são confiáveis. Agora para piorar, o anão quer fazer uma competição de quem se apresenta melhor. Elloir podia sumir na escuridão, podia se esgueirar até o seu pescoço ou arremessar suas adagas e enquanto ele se ocupava delas, investia com suas espadas. Mas ele é bem forte, tem um grande martelo e parece bem resistente. Que noite maravilhosa.

Bom, o anão pedira um show não? Pois bem. Elloir fazia uma pose de reverência e começou a se apresentar de forma graciosa.

Elloir: - Saudações meus bons amigos. Eu sou Elloir Thaeodir, homem sem raízes e de visão aguçada, pés silenciosos e mãos ágeis. É uma honra estar entre tão valorosos senhores.

Depois do teatro, Elloir retoma sua posição anterior e volta a falar.

Elloir: - Desculpem pelo sarcasmo, deve ser a fome. Aliás, algum de vocês tem algo para comer? Ah, Ulfgar, não respondeu a minha pergunta. Sabe algo mais sobre este lugar?

Elloir se vira para Aarlyn, mirando em sua tocha.


Elloir: - Ei Aarlyn, acha que conseguimos fazer uma fogueira?
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Sex Ago 04, 2017 10:48 pm

Parece que alguém não gostou do meu pedido de apresentações descentes. Tanto faz. O importante é que ele acatou o solicitado. Com deboche mas acatou. Pra ser sincero até achei engraçado, quase ri...

Elloir: - Saudações meus bons amigos. Eu sou Elloir Thaeodir, homem sem raízes e de visão aguçada, pés silenciosos e mãos ágeis. É uma honra estar entre tão valorosos senhores.

"-hahaha...... resumindo: ladrão foragido! Mas isso não me interessa. Desde quando não tente me prejudicar...

a preservação da honra não parece ser importante para Elloir. Bom, nem todos são iguais. Por um lado é até bom, pois se não existisse o feio, o bonito não teria seu destaque.

Elloir: - Desculpem pelo sarcasmo, deve ser a fome. Aliás, algum de vocês tem algo para comer? 

um suspiro irônico escapa dos meus lábios inevitavelmente. Pego minha bolsa de viagem que deixara no chão próximo a mim e tiro uma porção de comida que levo em meu kit aventureiro. Olho para Elloir e jogo o pacote testando seu reflexo.

"- Pegue!"

Olho para Aarlyn e digo:

"- Se se apresentar melhor também ganha comidinha!"

-Ah, Ulfgar, não respondeu a minha pergunta. Sabe algo mais sobre este lugar? 

"-Na verdade, é a primeira vez que aqui estou. Mas sem muito esforço consigo precisar que estamos dentro de uma antiga e enorme tumba. Não sei muito além disso. Estava começando minha pesquisa quando fui interrompido por vocês dois..."

Olho novamente para Aarlyn com cara de indagação esperando sua reação.

"-Então, vai querer o lanchinho ou não?"

Ao acabar a frase um sorriso teima em sair entre meus lábios. Sorriso esse que luto ferozmente para mante-lo preso!!!
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Sab Ago 05, 2017 12:41 am

*Aarlyn olha com desconfiança para o Anão. Qualquer um poderia estar envolvido com o incidente no templo, embora já tivesse semanas de distância. Então diz de maneira resoluta:*

- Quem me conhece melhor se refere a mim como Aarlyn, cabelos de prata. Não sou tão astuto para querer qualquer alcunha maior que essa.


Elloir: - Ei Aarlyn, acha que conseguimos fazer uma fogueira?

- Eu tenho uma pederneira, estou viajando há algum tempo e realmente pretendo fazer uma fogueira, só precisamos de lenha. O que tem lá fora não vai servir no momento.


"- Se se apresentar melhor também ganha comidinha!"

- Eu tenho minhas rações de viagem. Obrigado.

*Ainda observa o local e as portas. Pergunta então a Ulfgar:*

- Acredita que essa... Tumba. Está habitada?


*tira um naco de carne seca, uma batata e um pedaço de queijo, sua refeição noturna já pronta.*
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Sab Ago 05, 2017 11:06 am

Elloir pega a comida que o anão lhe arremessara. Estava contente por ter pelo menos algo para comer.

Elloir: - Obrigado pela comida anão. Fico te devendo essa.

O anão além de aparentar ser um orgulhoso guerreiro, também parecia ser um tanto fanfarrão, mas em contrapartida levava a vida e as pessoas numa boa, o que para Elloir era algo positivo.

Aarlyn se prontificava com sua pederneira, mas colocou um ponto importante que era a falta de madeira.

Embora tenha analisado Aarlyn como sendo um homem controlado e amigável, muito pouco além disso era capaz de se deduzir, uma vez que ele se mostrava pouco.

O anão em seguida respondia a pergunta de Elloir, explicando que ao adentrar na suposta torre, identificou-a como sendo uma enorme tumba e estava prestes a explorá-la.

Elloir: - Bom, se é uma tumba acredito que deve haver caixões, se há caixões há madeira.

Ulfgar: - Acredita que esta, "tumba" esteja habitada?

Elloir: - Eu não sou nenhum entendedor do assunto, mas uma torre dessa no meio de uma intersecção na estrada não me parece um lugar onde criaturas fariam covis, mas sempre houvi histórias dos anciões sobre os mortos que despertam para destruir os vivos. Não quero parecer covarde, mas não gostaria de surpresas desagradáveis.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Sab Ago 05, 2017 1:27 pm

Aarlyn: - Quem me conhece melhor se refere a mim como Aarlyn, cabelos de prata.

"- Tenho amigos que fariam de tudo para garimpar seu crânio senhor cabelos de prata hahahaha..."

Aarlyn- Não sou tão astuto para querer qualquer alcunha maior que essa.

"- Não diga! "

Aarlyn: - Acredita que essa... Tumba. Está habitada?

"- Bom Aarlyn, por enquanto não posso afirmar nada. Espero que sim, e que sejam hostis... meu martelo não quebra ossos ja faz um bom tempo..."

Elloir: - Obrigado pela comida anão. Fico te devendo essa.

Será que ele ja esqueceu meu nome....

"- De nada... humano."

Elloir: - Bom, se é uma tumba acredito que deve haver caixões, se há caixões há madeira.

"- Não acredito na sua teoria. Essa é uma tumba que servia a soldados em batalha. Ou seja, muitos corpos... e sem dizer que estavam longe de suas famílias. Não creio que haviam cerimônias e caixões. Não por falta de mérito, e sim por falta de tempo. Nada além de uma prece curta e tecidos para enrolar os corpos..."

Lembro de meus companheiros de guerra que deram sua vida pelo seu povo com fervor no coração. Felizes e orgulhosos de seus destinos.

Elloir: - Não quero parecer covarde, mas não gostaria de surpresas desagradáveis.

Olho de rabo de olho para Elloir com um sorriso discreto camuflado na minha longa barba ruiva...

"- É... eu já não posso dizer o mesmo!"

"- Vou montar acampamento aqui e investigar mais essa tumba. Aconselho não deixar nada de valor aqui Aarlyn... hehehe."

Procuro alguma madeira lá dentro para fazer a fogueira. Mas caso nao ache, procuro um lugar para encaixar uma tocha. Neste caso, ascenderei outra para levar comigo.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Sab Ago 05, 2017 9:30 pm

Ulfgar escreveu:"-hahaha...... resumindo: ladrão foragido! Mas isso não me interessa. Desde quando não tente me prejudicar...
[Ulfgar não tem inteligência pra fazer essa correlação, nem mesmo o Monge poderia chegar a essa conclusão com a apresentação do Ladino, ou seja, ninguém pode afirmar que Elloir é um Ladino]
[Na verdade nem mesmo a ironia nas palavras do Elloir foram perceptiveis ao Anão.]


Elloir escreveu:"- Bom, se é uma tumba acredito que deve haver caixões, se há caixões há madeira.

[Teste de Habilidade História: Elloir – Falha; Ulfgar – Falha; Aarlyn – Sucesso]

“Aarlyn”: Não meu caro, esse tipo de construção era utilizado em batalhas como forma de eternizar os grandes guerreiros, heróis de suas batalhas e tinha como objetivo inceentivar os demais soldados a lutarem de corpo e alma, para seus corpos, após sua morte, ficarem eternizado dentro dessas Tumbas. Provavelmente encontraremos aqui, caso ainda não tenham sido saqueados, belos santuários cravados na pedra ou até mesmo estátuas de guerreiros antigos.

A GRANDE TUMBA

O grupo procurava madeiras pelo salão onde estavam, enquanto aproveitavam o tempo para se alimentar, porém o local era totalmente esculpido no seio da rocha, até mesmo as portas ali eram feitas de pedra, não havia nada que pudesse ser utilizado como combustível para uma fogueira.

O som da chuva sibilante, do granizo cadente e do vento uivante do lado de fora é interrompido apenas pelos altos ruídos dos trovões que atacam de forma feroz o morro. Ainda sim, a sala parecia estável o bastante. Mesmo quando os trovões pareciam tremer o próprio solo, nada além de um monte de poeira caía do teto. As portas que levavam para dentro da tumba, contudo, mostravam sinais de fraqueza, parecendo tremer com cada trovejada.

De repente, em conjunto com um trovejar particularmente alto, todas as três portas se quebram de uma só vez, caindo dos seus portais para dentro da sala com uma grande cacofonia. A corrente de vento que invadiu a sala acabou apagando todas as tochas acesas, deixando o ambiente em escuridão total, iluminado apenas pelos flashes dos relámpagos que cruzavam o céu. Segundos depois, o som de guinchados preenche o ar à medida que um grupo de ratos invade pela passagem da direita. Instintivamente os ratos atacaram o grupo que não esperava por aquilo [surpresos]. Apesar da escuridão estar atrapalhando o grupo de aventureiros [situação: penumbra], eles conseguem se livrar do primeiro ataque da horda de ratos que os atacavam.

[iniciativa (sequência): Ratos, AArlyn, Ulfgar e Elloir]

[Exceto Ulfgar (visão no escuro), todos os demais estão com desvantagens nas jogadas de ataque]
[Ação dos ratos: atacar]

Os ratos vorazes não desistiram de atacarem os seres que invadiam os seus domínios, com olhos cintilantes e os dentes expostos eles pulavam em cima dos aventureiros. Porém dos 6 ratos que atacavam o grupo apenas 1 acertou sua mordida na mão do Anão, os demais não foram eficazes em seus ataques, errando o seu avanço ou acertando partes dos equipamentos que aqueles bípedes usavam.

[Ulfgar: -1PV]

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Dom Ago 06, 2017 11:21 am

"AAAhhhhhhhhhh RATOS MALDITOS!!!"

Um bando de ratos nojentos invade o salão através das portas que se desfizeram com uma forte trovoada. E esses pequenos mamíferos nos atacou como se tivessem chance contra Ulfgar, Quebra Ossos. Um desses malditos de alguma maneira consegue me morder... isso vai ser bom pra aquecer! Aarlyn e Elloir parecem desorientados com a escuridão. Mas isso não é problema para mim.

Primeiro, bato o rato que estava preso a mim com toda minha força na parede para esmagar aquele pequeno animal repugnante.

"Toma isso seu roedor maldito....aaarghh...."

Bom, para inimigos pequenos utilizarei armas pequenas... Pego minhas machadinhas para começar o show. Agora com as machadinhas em punho, invisto contra o bando de roedores...


"Entrem na fila ratinhos... hahahaha"

Ataco todos que estão a meu alcance. Distribuindo golpes de machadinhas sem miséria.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Bahamut em Dom Ago 06, 2017 11:40 pm

Elloir estava atento à tempestade. Embora a estrada não fosse uma boa escolha à noite, era bom saber o que acontece la fora para saber o que espera quando saísse da torre/tumba.

Os trovões aumentavam em quantidade e intensidade. era como se a tempestade estivesse atacando diretamente a torre, tentando-a a se render com suas açoitadas. A torre por outro lado mantinha-se estável, inabalada. Suas paredes ronronavam de volta aos trovões, se deleitando com o doce prazer que os açoites da tempestade traziam para suas paredes. Porém, o mesmo não podia se dizer dos três portões à frente dos aventureiros. As dobradiças não suportaram os fortes trovões e em um estardalhaço, as três grandes portas foram a baixo. Com isso, ventos fortes entraram na câmara, apagando todas as tochas e de uma das portas,  um grupo de ratos entrava no grande hall, guinchando em fúria e atacando os ali presentes.

Elloir sacou suas adagas ao escutar os sons dos ratos. Embora o estrondo causado pelo cair das portas tenha caisado um certo desconforto, o som de roedores não. Porém contudo, Elloir sabe muito bem o que ratos famintos e ferozes podem fazer com os desavisados. Um dos seus mais novos companheiros aparentemente havia sido mordido e Elloir tem uma breve lembrança de sua infância pobre, onde pessoas morriam por doenças trazidas pelos ratos. Seja pela urina ou seja pelos dentes.

Elloir então tentou se concentrar nos sons que os ratos faziam para tentar localizá-los e sentiu quando tentaram mordê-lo. Com movimentos rápidos ele atacou a escuridão, de acordo com seus instintos, a fim de acabar com a vida destes pequenos diabos.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Seg Ago 07, 2017 2:45 am

*Aarlyn diz:*

-  Pelo que entendo esse tipo de construção era utilizado em batalhas como forma de eternizar os grandes guerreiros, heróis de suas batalhas e tinha como objetivo incentivar os demais soldados a lutarem de corpo e alma, para seus corpos, após sua morte, ficarem eternizado dentro dessas Tumbas.


Elloir: - Bom, se é uma tumba acredito que deve haver caixões, se há caixões há madeira.
- Acho que encontraremos aqui, caso ainda não tenham sido saqueados, santuários cravados na pedra e quem sabe estátuas de guerreiros antigos. Mas pode ser que possamos encontrar algo de madeira se procurarmos.

*Aarlyn apenas observa a conversa dos dois enquanto termina sua breve refeição. Em algum momento, ele precisaria dormir, mas deveria prestar mais atenção em quem eram esses outros viajantes.

Permanece observando e tentando conhecer mais os dois, quando as portas são quebradas, e uma lufada de fento corre por todo o salão, algo tão forte e abruto que apaga sua tocha, em seguida os vultos de ratazanas na direção de todos. Seu treinamento no monastério lhe permite se esquivar das bichanas que vem para mordê-lo, mas o anão não parece ser tão ágil e é mordido. Sem tempo para acender uma nova tocha, Aarlyn saca sua espada e a utiliza com maestria, atendo uma por uma até que todas morram.*

Spoiler:

[ação de atacar com a espada curta, ação bônus dar outro ataque com a espada curta. Finalizando meus 2 ataques por turno.
Rolei os dados aqui:
http://www.sfn.com.br/roller.php
Aarlyn rolou 4 dados de 20 lados com dificuldade 1 para espada curta que resultou 20, 20, 11, 19 - Total: 4 Sucessos

Primeiro ataque: 20 / 20 = Acerto crítico
Segundo ataque: 11 / 19 = 11 (desvantagem) + 5 bônus de ataque = Acerto  até CA 16
Em caso de acertos:
Aarlyn rolou 2 dados de 6 lados com dificuldade 1 para acerto crítico que resultou 6, 4 - Total: 2 Sucessos
= 6 + 4 + 3 (bônus dex) = 13 dano
Aarlyn rolou 1 dados de 6 lados com dificuldade 1 para espadada simples que resultou 6 - Total: 1 Sucessos
= 6 +3 (bônus dex) = 9 dano
*Conforme informado, troco o alvo após matar. Se 1 acerto foi o suficiente, eu já ataco outro rato.]

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Poeta em Ter Ago 08, 2017 10:14 pm

A GRANDE TORRE

A batalha contra os ratos ia transformando-se cada vez mais num duelo épico, talvez pela escuridão total, talvez pela inexperiência dos viajantes. O único que conseguiu dar conta de seus bravos inimigos numa primeira investida, foi o Monge, que lembrou-se de seus treinamento as cegas e brandiu sua espada cortando um rato ao meio enquanto com apenas um tapa fazia outro explodir na parede. Os outros dois embananavam-se, seja martelando o sólido chão da sala, seja cortando o vazio. Mas entre ratos mortos e fugidos, finalmente o embate foi vencido pelos bravos “guerreiros”, que agora podiam se recuperar do susto causado pela queda das portas e invasão dos ratos famintos.

A sala permanecia totalmente escura e de onde estavam nem mesmo o anão conseguia enxergar o que tinha nas áreas que antes estavam atrás das portas de pedra, aos poucos o som da respiração ofegante dos aventureiros ia sendo substituído pelo som da tempestado que insistia em não parar. Agora mais calmos o trio conseguia sentir o vento que invadia a sala pela porta mais a frente, o vento não carregava nenhum cheiro atípico, apenas o odor comum a qualquer lugar antigo.

Felizmente nenhum de vocês conseguiu ver o pífio desempenho dos demais, nem mesmo o anão.

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por Han em Qua Ago 09, 2017 9:21 am

Pelas barbas do patriarca! Esses ratos foram rápidos demais para Ulfgar! O bom que do mesmo modo que veio eles partiram... subitamente. E ninguém precisa saber da minha trapalhada...

Assim que a horda de roedores se dissipa, eu dou um jeito de limpar meu ferimento na minha roupa por debaixo da armadura. esses humanos não precisam saber que fui ferido por uma criatura tão fraca como essas ratazanas...

" estão todos bem? "

Olho para eles gozando da minha capacidade de enxergar em ambientes com pouca ou até mesmo sem luz para me certificar onde estão e como estão. Procuro minha tocha apagada pelo forte vento invasor e a reascendo com minha caixa de fogo. Dou uma olhada em volta atestando que aqueles ratos pequenininhos e rapidinhos não estão a espreita pronto para nos atacar novamente.

" vamos explorar esse lugar. não irei montar acampamento até ter certeza de que o local é seguro... que tal começar por essa porta que desabou? "

Pego todo o meu kit não deixo nada pra trás. Não confio nesse tal de Elloir. Não espero a resposta de ambos para me deslocar caverna a dentro, inibindo a escuridão absoluta com o clarão de minha tocha... observando cada detalhe daquele local antigo.
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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

Mensagem por MEZENGA em Qua Ago 09, 2017 2:20 pm

*Aarlyn não estava suado, afinal seus movimentos foram precisos e rápidos, outros ratos fugiram ou simplesmente não foram pra cima dele.

Olhava a sua volta e reparava o vulto do Ulfgar e Elloir, eles pareciam bem também. Imediatamente buscava reacender sua tocha.


" estão todos bem? "
- Acredito que sim. Foram apenas ratazanas assustadas.

*Limpava a lâmina e guardava sua espada curta.*


" vamos explorar esse lugar. não irei montar acampamento até ter certeza de que o local é seguro... que tal começar por essa porta que desabou? "
*Aarlyn ponderam em pensamento as palavras de Ulfgar*
"Não me parece sensato entrar neste lugar, sair não é uma opção por agora e aqui tão pouco me parece seguro."
*E então diz:
- Ok. Acho que precisamos de um lugar mais seguro mesmo.

*com a tocha empunho, segue o anão.*

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Re: A Última Estação (D&D 5ª Edição)

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