O Ruir do Velho Mundo - Ecos no Vazio

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O Ruir do Velho Mundo - Ecos no Vazio

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Jul 10, 2017 9:38 pm

Bom dia, boa tarde, boa noite pessoas. Recomeçamos agora nossa crônica....

Espero que todos possam divertir-se. Mais uma vez, quem tiver qualquer dúvida ou sugestão pode mandar uma MP.



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Re: O Ruir do Velho Mundo - Ecos no Vazio

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Jul 10, 2017 9:42 pm

Rian:

Características - Rian:

- PS: 6
- FdV: 2
- Vitalidade: Ferido (-1 Agravado, -1 Contusão)



Rian percebe que deixar a mochila com Framklin seria melhor do que tentar enfrentar a mulher de frente, a final todas suas tentativas não estavam resultando. Além disso, a Sargento já havia comentado que ela mesmo iria levar o objeto para Marie, então seria só seguir a mulher e encontrar seu alvo. Ao final, o Gangrel resolve esperar e "fazer as pazes" com Framklin. Ele coloca a mochila no banco de trás e retorna a seu lugar.

- Finalmente você está colocando a cabeça no lugar. Amigos? Vai demorar muito para isso, mas esse foi um bom começo. Escute-me e você se sairá muito bem. - A mulher continua apontando a arma para Rian, mas sua voz está menos séria, um tom um pouco mais casual.

O caminho seguido por Frankliim até a residência de Roden é todo de barro, assim como foi nas outras vezes que Rian teve de ir ou sair da casa do Xerife. Mais vinte minutos e os dois chegam a mansão. Logo na entrada Rian percebe que algo está diferente, pois vários carros estão parados na entrada. Tanto no portão como em vários pontos do terreno o Gangrel pôde verificar a presença de homens muito bem armados dando voltas, vistoriando tudo.

- Como eu falei, neste exato momento todos os figurões estão ai dentro discutindo o que aconteceu ontem. Não tenho como lhe colocar para falar com ele agora, mas lhe convidaram a estar aqui, então devem querer sua presença neste evento.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Ecos no Vazio

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Jul 10, 2017 9:51 pm

Arnald Bradley:

Características - Arnald Bradley:

- PS: 5
- FdV: 6
- Vitalidade: Ferido (Letal)



Arnald Bradley escreveu:- Eu faço o que posso...  além do mais, agi dessa forma com o Xerife por que não gostava dele. Com você, bem, não tenho nada a favor ou contra, mas quando te estacam por 3 dias, e te deixam à beira do frenesi, é normal não nos apegarmos ao nosso bem-estar.

Como Arnald não consegue ver o rosto de Sebastián, este só consegue ver que ele da de ombros ao ouvir as palavras do Ventrue.

Arnald Bradley escreveu:- Então vocês pretendem me colocar frente a frente com a sombra.. entendi. Mas o que impede de eu me suicidar só pra sacanear vocês e o Roden? Não que eu pretenda fazer isso agora, eu acredito que eu seja substituível, e como eu falei, nem sempre o que acreditamos é verdade. Se eu não for o único que pode fazer isso, essa sacanagem perderia o sentido e eu não sou do tipo que desperdiça a própria vida por algo sem sentido.


Seguindo Sebastián até o local em que dormiu, Arnald senta-se e os dois começam uma conversa. De forma bastante limpa o homem conta ao Ventrue o que esperam dele e, com isso, Bradley aproveita para tentar obter um pouco mais de informações.

- Posso lhe dizer que esperamos que você se saia bem, uma vez que sua "infecção", como costumamos chamar, não se deu de forma direta... mas você realmente é substituível. Pode ocorrer tudo bem e, ai sim, você será alguém muito importante, mas pode dar tudo errado e te jogaremos de volta nesta cela até a sua morte, o que não demorará muito tempo, tenha certeza. - Olhando para a boca do homem, Bradley percebe um sorriso formar-se.


Arnald Bradley escreveu:- Já que estamos colocando tudo em panos limpos, gostaria que me respondesse algumas perguntas, Sr. Sebastián. Por que vocês querem me botar perto dessa sombra? O que é esse mundo dessa sombra? O que aquela mulher de quem bebi o sangue tem haver com isso, juntamente com aqueles atentados que formaram vários símbolos na cidade? E principalmente, quem são vocês?

Com as respostas de Sebastián, Arnald continua a conversar com o homem. O cainita consegue captar que há algo no ar... algo estranho, como se ambos estivessem criando algum tipo de vínculo, pelo menos da parte do homem. Ele responde sinceramente às perguntas de Bradley sem rodeios e em um tom bastante amistoso para a situação, como se ambos estivessem em uma conversa de amigos que não se viam a muito tempo.

- Infelizmente não posso responder algumas de suas perguntas até o seu retorno, nós já tivemos problemas com isso anteriormente... até o fato de você estar aqui agora é parte deste erro. A mulher de quem você bebeu, provável causa da sua infecção, saiu destas celas.... foi uma loucura... mas voltando... O que é este mundo para onde você será levado. Imagine o seu sonho, este onde a sombra aparece. É exatamente para este lugar que você irá. Lá as coisas serão um pouco diferentes. Você poderá se mover livremente, falar, socar... usar algumas de suas habilidades sobrenaturais. Contudo, isso tem um preço. - Ele volta a levantar-se. - Mas haverá uma pessoa para lhe explicar tudo isso mais tarde. Você perguntou quem somos... Acho que o termo certo seja, salvadores do mundo. - Ele estende a mão para Bradley. - Você está pronto para juntar-se a nós?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Ecos no Vazio

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Jul 11, 2017 12:44 pm

Makus F. Hunt:

Características - Markus:

- PS: 13
- FdV: 6
- Vitalidade: Normal


Bristol continua a olhar para o Tremere enquanto este mostra-se preso em seus pensamentos. Markus tenta não passar muito tempo "fora", mas assim que retorna, ele vê o Regente com uma leve curiosidade marcada em seu rosto.

Markus escreveu:- O Sr. não possuí nada sobre magia Celta eu presumo ? Por acaso já ouviu falar sobre a Ordem de Hermes ou o Coro Celestial ? Os Magos despertos e sua magika viva totalmente diferente da nossa. Talvez tivesse algo a respeito deles por aqui ?

- Os Celtas que viveram nestas terras não eram muito de escrever, embora os seus Magos tivessem um sistema de escrita bastante interessante, mas que só começou a ser compreendido a pouquíssimo tempo. Contudo, após o cristianismo, vários textos sobre suas tradições começaram a ser publicados. Aqui mesmo tenho um exemplar bastante interessante sobre magia natural. Passo um bom tempo debruçado sobre ele... você já ouviu algo sobre fazer um bosque ou mesmo uma floresta nascer em poucos dias de ritual? Tenho estudado este manuscrito pelos últimos 25 anos. Os livros que você vê nesta sela são só uma pequena parte do nosso material de pesquisa. - Um sorriso de satisfação surge na face do Feiticeiro. - Agora, sobre os Magos Despertos.. nesta cidade mesmo existe um grupo bastante recluso que vive nas florestas ao redor da cidade. Eles mesmo se intitulam Verbena... acho que coloquei este nome no material que enviei para você no pen drive. Nada mais que uma Tradição, como estes seres gostam de chamar seus grupos.. Mas você encontrará um texto resumido sobre a organização desses Magos.. - Ele levanta e retira um livro de capa dura, com a cor verde musgo, que está atrás de si e coloca na mesa, de frente para Markus. - Consegui este com um membro dos Verbena que vive aqui. Você pode ver os detalhes da escrita... está em gaélico e talvez você não entenda, mas é algo interessante de se ler.

Imagem - Página do Livro:




O Mago passa as páginas lentamente para que Markus possa observar os textos, embora o Astor não consiga entender o que está escrito naquelas páginas. Com um movimento rápido, o Regente olha para cima e avisa que Carolina havia chegado.

Após alguns instantes uma jovem entra na sala. Apesar de aparentar ser bastante nova, um ar de superioridade natural exala de seus movimentos. Todos seus movimentos são suaves, cada passo em direção a Markus e Bristol são comedidos. Seu rosto sério e olhos que não demonstram emoção alguma são as principais marcas de seu rosto. Suas vestes mostram alguém que da certa importância a moda. Chegando a não mais que 2 passos dos outros Tremere, Caroline faz uma leve reverência à Bristol, que responde com o mesmo movimento, e vira-se para Markus, que prontamente fala com a recém-chegada enquanto estende a mão para esta.

Imagem - Caroline:




Markus escreveu:- Finalmente estou diante de Lady Caroline, como havia dito no ritual de apresentação, sou o Sr. Hunt e meu propósito nesta cidade é exatamente encontrar Hotgan antes que a estabilidade desta cidade seja comprometida por completo. Preciso de sua ajuda Lady Caroline para encontrar índicios sobre o paradeiro de Anthony Hortgan.

A jovem aperta a mão de Markus e, por alguns instantes, o Tremere pôde ver um reflexo de desprezo nos olhos de Caroline ao ouvir o nome de Hotgan. Uma sombra que sumiu com a mesma velocidade que surgiu. No seu lugar a mesma indiferença a tudo retornou.

- Em que posso lhe ser útil senhor Hunt?

- Por favor, queiramos nos sentar para conversarmos melhor. - Diz Bristol. Enquanto isso Carolina continua olhando diretamente para o Astor, sem mover nenhum músculo.


Última edição por Fuuma Monou em Qui Jul 13, 2017 12:51 am, editado 1 vez(es)

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Ecos no Vazio

Mensagem por Undead King em Qua Jul 12, 2017 2:15 pm

Maldito seja, Sebastián. Ele realmente esperava que eu caísse nesse teatro. Eu havia resolvido parar com aquele "jogo" de ofensas... mas aí ele fala com uma intimidade, como se fossemos amigos a décadas, fazendo parecer que estava com alguma espécie de afeição por mim.  Não, não parecia que ele estava mentindo, eu poderia jurar que essa afeição e intimidade que vem dele eram totalmente verdadeiras, não havia qualquer sinal de que ele não estava sendo sincero. Mas com um raciocínio simples eu percebia: por que ele sentiria qualquer afeto por alguém que riu da cara dele a alguns segundos atrás? Não havia motivo lógico, só havia uma possibilidade mais real, ele queria que eu confiasse nele. Talvez eu estivesse enganado, mas eu preferia me apegar à situação em que ele queira minha confiança. Pelo menos não seria pego desprevenido.
A principo, pelo menos, as respostas eram verdadeiras. Não havia como eu ter certeza também, afinal apesar de não haver sinais de mentira, eu estava completamente desconfiado dele. Contudo não tinha motivos para ele mentir, já que ele omitiu algumas coisas como eu já havia previsto que ele iria fazer. Eu fingia que estava um pouco mais a vontade ao lado dele, como se aquela vibração tivesse me deixado mais confortável em relação a Sebastián. Eu havia ganhado algumas das respostas que eu queria mas elas trouxeram mais perguntas. Aquele tal "mundo do sonho", por exemplo. Mas parecia que tudo se responderia com o tempo. Falava com um tom de conforto - Entendo...  salvadores do mundo...  quando você fala dessa forma me faz imaginar um monte de vampiros bonzinhos lutando contra o mal. Bem, não há como eu dizer não a sua proposta. Não sou o primeiro e talvez não seja o último. - Ainda não olhava para o rosto dele, apenas para os lábios. Me levantava, e com um sorriso cordial eu apertava a mão dele. A verdade é que eu percebi que podia ganhar algo com aquela situação. Pensava alguns segundos no que ia dizer e então, antes de soltar a mão dele dizia. Segundo o meu vizinho de cela, esse tal grupo do anel era o que os figurões, ou seja, os anciãos, participavam. - Mas eu quero algumas coisas em troca. Não, o que eu vou pedir não vai prejudicar ninguém, na verdade vai até ajudar nessa tal missão, e se vocês estão realmente interessados nos efeitos que o sucesso dela farão, acho que não vão negar. Acho que vocês tem alguns vampiros antigos associados. Eu gostaria que vocês me ensinassem algumas disciplinas. No dia do ataque, um companheiro de luta se transformou em um lobo, e aquela vampira, ela controlou as sombras. Acho que saber controlar as sombras seria algo bom quando o objetivo é lidar com uma não é? Pense, vocês investem em mim e eu passo a ter uma margem de sucesso mais alta. Vocês salvam o mundo e eu aprendo alguma coisa..  todo mundo sai ganhando! - Eu olhava pela primeira vez nos olhos de Sebastián. Era arriscado, mas daria "verdade" à simulação de que eu estava tendo confiança nele. Eu tentava soar o mais convincente possível, se eles investisssem em mim, ELES iriam ganhar. - O que me diz?
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Ecos no Vazio

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Jul 16, 2017 12:53 am

Arnald Bradley:


Bradley começa a "deixar-se levar" pelas palavras de Sebástian, ou pelo menos era isso que o Ventrue queria que o outro pensasse.

Arnald escreveu:- Entendo...  salvadores do mundo...  quando você fala dessa forma me faz imaginar um monte de vampiros bonzinhos lutando contra o mal. Bem, não há como eu dizer não a sua proposta. Não sou o primeiro e talvez não seja o último.

- Bem e mal são coisas relativas. Imagine o governo de um país... você precisa de áreas para plantar, seu povo precisa de alimento. Então você permite que uma pequena área de uma floresta seja derrubada para a criação de fazendas. Elas irão atrair trabalhadores, além do próprio lucro que será criado a partir disso e a alimentação de pessoas que antes passavam fome. Para alguns você está fazendo o bem, empregando pessoas, criando lucro e trazendo desenvolvimento para a região. Agora, para outras pessoas você será um monstro terrível por permitir que uma área de floresta, talvez mata nativa, seja derrubada para criar mais uma fazenda. Centenas de espécies animais e vegetais serão destruídas, o mundo ficará um pouco mais cinza por sua culpa. E no final, você é bom ou ruim? - O tom da fala de Sebástian fica completamente sério. - Todos os seres humanos são egoístas, é algo da natureza deles. Quando passamos a um nível superior, ou seja atingimos esta existência imortal, isso continua em nossa essência. Se o que estamos fazendo é bom... só o tempo dirá, e mesmo assim sempre haverão pessoas para dizer que estamos errados.

Enquanto ouve as palavras do homem, a mente de Arnald não para de trabalhar e um plano surge. Pedir a Sebástian que ele possa ser treinado em novas disciplinas. O Ventrue finalmente aventura-se e permite que seus olhos encontrem os olhos de Sebástian.


Imagem - Sebástian:


Arnald escreveu:- Mas eu quero algumas coisas em troca. Não, o que eu vou pedir não vai prejudicar ninguém, na verdade vai até ajudar nessa tal missão, e se vocês estão realmente interessados nos efeitos que o sucesso dela farão, acho que não vão negar. Acho que vocês tem alguns vampiros antigos associados. Eu gostaria que vocês me ensinassem algumas disciplinas. No dia do ataque, um companheiro de luta se transformou em um lobo, e aquela vampira, ela controlou as sombras. Acho que saber controlar as sombras seria algo bom quando o objetivo é lidar com uma não é? Pense, vocês investem em mim e eu passo a ter uma margem de sucesso mais alta. Vocês salvam o mundo e eu aprendo alguma coisa..  todo mundo sai ganhando!

- Quem você viu controlar sombras? Realmente, existe um Dom de Cain que permitiria tal coisa. Contudo, nós não temos tempo para isso... Achei que estivesse falando com alguém que possuí um pouco mais de experiência no mundo das Trevas, mas parece que és só mais um neófito. - Os olhos amarelos dele fecham-se por um momento. - Desculpe-me, acho que me exaltei. Demora muito tempo para aprender qualquer dom sobrenatural, e tempo é algo que nenhum de nós tem. Se tudo ocorrer bem, podemos conversar sobre isso. - Ele aperta a mão de Arnald com um pouco mais de força e solta rapidamente. - Podemos seguir?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Ecos no Vazio

Mensagem por Rian em Ter Jul 18, 2017 11:53 am

OFF: Voltando a ativa. Vamos ver se pego o ritmo de novo.

ON: Parece que eu e Franklim estávamos chegando a um acordo. Acho que eu tinha me preciptado. O caminho da diplomacia parecia funcionar melhor com ela.
- Como eu falei, neste exato momento todos os figurões estão ai dentro discutindo o que aconteceu ontem. Não tenho como lhe colocar para falar com ele agora, mas lhe convidaram a estar aqui, então devem querer sua presença neste evento.
- Ok, obrigado por me trazer aqui. Vamos ver o que esses figurões estão querendo.
Dirigia-me para a entrada do castelo. Embora era o castelo de Roden, estaria atendo a qualquer coisa fora do comum.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Ecos no Vazio

Mensagem por Beaumont em Qua Jul 19, 2017 9:08 am

A magika desperta sempre esteve lado a lado com Markus, mesmo que no inicio de sua trajetória tenha sido por mera coincidência, depois do encontro que teve com a casa Bonisagus (Herméticos) Markus se aprofundou mais e mais sobre a natureza de seus inimigos declarados. O vampiro Tremere então retirou o seu celular do bolso, pediu permissão ao Regente para tirar fotos das paginas para que pudesse estuda-las com mais calma em outro momento. Apesar do sinal não funcionar, Markus verificou antes para ver se as fotos não haviam ficado fora de foco sendo necessário tirar outras para que a foto ficasse bem nítida.

"Gaélico não é uma das minhas especialidades, mas quem sabe com um pouco de calma e estudo da língua eu não possa trazer a tona o significado total do que está escrito aqui(Qualidade Linguista Nato, Especialização Dialetos Antigos). Isso pode ser muito favorável para o desenvolvimento de nossa própria cultura como magi. Fascinante."


Um pouco absorto em seus pensamentos Markus não percebeu quando Caroline chegou, mas assim que notou sua presença ele foi em sua direção para recepciona-la de maneira mais cortes e educada. O modo como ela demonstrava desprezo ao príncipe foi importante para que Markus pensasse em como conduzir a conversa. O trio se sentou enquanto mentalmente Markus tentava imaginar como iria dar continuidade ao assunto. Seus olhos tentavam captar de maneira discreta o teor do clima no local, se sentou com educação e esperou alguns segundos para que alguém conduzisse a conversa, se ninguém o fizesse ele o faria.

Markus : - Lady Caroline, a situação em Edimburgo não é das melhores. Nosso poder era centralizado através de Antony Hotgan e desde de que o príncipe desapareceu o velho mundo como conhecemos está caindo em ruínas. Vocês precisam concordar que na época em que Hotgan atuava, existia um equilíbrio gritante entre o conflito em Glasgow e Edimburgo. Desde o sumiço do príncipe esse lugar se tornou cada vez mais hostil, a chance de uma invasão Sabbath é cada vez mais iminente e todos os membros da camarilla de Edimburgo podem ser vítimas dessa e de uma série de outros atentados que grupos terroristas ocasionam lá fora. Eu fui enviado, não apenas para resgatar o príncipe Hotgan. 

Neste momento Markus tenta conquistar a confiança de Caroline, a jovem não parecia estar apta a querer ajudar Hotgan então a unica forma de convence-la era criando outro motivo para acha-lo. Markus inflou seus pulmões dando enfase do que diria poderia ser perigoso e no mínimo importante. 

Markus : - Eu estou aqui como um Astor da Casa Tremere para descobrir, o que o príncipe Hotgan procurava, nas ruínas Celtas com tanto empenho. E descobrir se ele fazia isso em beneficio próprio ou da nossa casa Tremere. Mas eu só poderei ter essas respostas se encontra-lo. Preciso de sua ajuda Caroline. Preciso saber onde você teve sua ultima conversa com ele e o que vocês conversaram Lady Caroline. 

Markus foi incisivo nas perguntas. Não usou dominação mas agiu quase que exatamente como se usasse, sendo direto nas perguntas e olhando diretamente nos olhos da vampira. Se ela agisse de alguma forma suspeita ele certamente perceberia se olhasse diretamente para ela.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Ecos no Vazio

Mensagem por Undead King Ontem à(s) 11:03 am

Sebástian escreveu: - Bem e mal são coisas relativas. Imagine o governo de um país... você precisa de áreas para plantar, seu povo precisa de alimento. Então você permite que uma pequena área de uma floresta seja derrubada para a criação de fazendas. Elas irão atrair trabalhadores, além do próprio lucro que será criado a partir disso e a alimentação de pessoas que antes passavam fome. Para alguns você está fazendo o bem, empregando pessoas, criando lucro e trazendo desenvolvimento para a região. Agora, para outras pessoas você será um monstro terrível por permitir que uma área de floresta, talvez mata nativa, seja derrubada para criar mais uma fazenda. Centenas de espécies animais e vegetais serão destruídas, o mundo ficará um pouco mais cinza por sua culpa. E no final, você é bom ou ruim?- O tom da fala de Sebástian fica completamente sério. - Todos os seres humanos são egoístas, é algo da natureza deles. Quando passamos a um nível superior, ou seja atingimos esta existência imortal, isso continua em nossa essência. Se o que estamos fazendo é bom... só o tempo dirá, e mesmo assim sempre haverão pessoas para dizer que estamos errados.  

O que Sebástian dizia fazia sentido para mim, eu me pegava concordando com ele. Mas não pude deixar de imaginar como essa lógica se aplicava à todos nós, eu, essa sociedade secreta, os prisioneiros... pegando o mesmo exemplo, a mata que o governo desmatava era o ato de pegar vampiros, contamina-los com essa sombra maldita, e enviá-los para confrontar ela. Eu pretendia ser a árvore que era preservada. - Os fins justificam os meios... - Falava para mim mesmo, para fixar a ideia de Sebástian de modo geral.
Eu começava meu discurso, tentando ganhar algo com isso tudo, mas parecia que ele não havia concordado. Pelo visto eles iam me enviar pra esse tal mundo apenas com a esperança de que eu seja sortudo...
Sebástian escreveu: - Quem você viu controlar sombras? Realmente, existe um Dom de Cain que permitiria tal coisa. Contudo, nós não temos tempo para isso... Achei que estivesse falando com alguém que possuíum pouco mais de experiência no mundo das Trevas, mas parece que és só mais um neófito.- Os olhos amarelos dele fecham-se por um momento.- Desculpe-me, acho que me exaltei. Demora muito tempo para aprender qualquer dom sobrenatural, e tempo é algo que nenhum de nós tem. Se tudo ocorrer bem, podemos conversar sobre isso.

Parecia que a máscara de bom homem caía por um instante, aparentei que estava um pouco ofendido e assustado com aquela mudança, mas a verdade é que eu já esperava desde o começo sua falsidade. Isso me botava um pouco em dúvida, será que realmente eles iriam me ensinar qualquer coisa caso eu cumprisse essa missão? - A moça que empalaram à três dias atrás e de quem bebi o sangue, foi ela que eu vi controlando sombras... Desculpe se não correspodi suas expectativas, Sebástian, a alguns dias atrás eu nem sabia da existência de lobisomens, nos EUA não devem existir essas coisas e talvez seja por isso que nunca tinha visto um. - Deixava um certo tom de grosseria, o mesmo de alguns minutos atrás, transparecer na voz. Queria que ele sentisse que aquela confiança se rompera um pouco, sendo uma reação à atitude dele. - Mas como eu tive essa contaminação indireta, eu devo ter mais margem de sucesso que um ancião com contaminação direta, não é? Não é por acaso que sobrevivi a um bando do Sabá, a um lobisomem, a um ataque de criaturas com sangue ácido junto de uma vampira que controlava sombras e a um Xerife que queria eu morto - A verdade era que eu tinha muita sorte. Não pude deixar de lembrar daquela mulher, da noite do ataque. Será que ela ainda estaria viva? Depois que eu terminasse isso tudo, eu a procuraria, gostaria de passar mais umas noites com ela. - Podemos - Respondia o homem. Enquanto caminhávamos, eu tentaria ver o máximo desse lugar, possíveis rotas de fuga, e que tipo de coisas eram conduzidas ali.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Ecos no Vazio

Mensagem por Fuuma Monou Ontem à(s) 5:09 pm

Rian:


O carro de Franklim atravessa o portão principal da residência de Roden. Até a mansão, alguns metros são gastos ainda no carro, e durante todo o tempo Rian pôde observar a grande quantidade de seguranças bem armados espalhados pelo terreno. O Gangrel percebeu que a mulher guardou sua arma logo ao passar pelo portão e um dos guardas aproxima-se do carro. Ela abaixa o vidro.

- Franklim, Marcílius pediu que vocês desçam para o estacionamento e peguem o caminho até a sala de reuniões. Na entrada você encontrará mais um guarda, ele já sabe o que deve fazer.

- Ok. - A mulher fecha o vidro e segue por uma rota lateral, circundando a entrada da casa e descendo ao subterrâneo da mansão.

Diferente da garagem de Roden vista por Rian anteriormente, o lugar que Franklim leva o carro é bem menor. Seis carros estavam estacionados e seus motoristas conversavam em uma guarita no centro do lugar. Assim que abre a porta, os homens cumprimentam a Sargento e Rian.

- Venha comigo, logo nós estaremos em presença de Marcílius, Roden e os outros lobos... - Diz a mulher quando os dois chegam a porta no final da cômodo. Atrás desta porta há uma escada em linha reta até o topo, onde um outro segurança espera por eles.

- Esperem um pouco nesta sala Marcílius virá buscar vocês. - Diz o segurança enquanto encosta sua mão na parede. Um som de tranca sendo aberta é ouvido por Rian. Fendas surgem na parede e é afastada para frente, dando vista a sala de espera em que o Gangrel havia ficado enquanto esperava para conhecer Roden.

Dentro da sala, a porta se fecha e as fissuras somente lentamente. Após alguns instantes, Marcílius abre a porta e os chama para dentro. A sala está igual ao que Rian viu anteriormente. Roden está sentado atrás de sua mesa. Os mesmos quadros nas paredes. Contudo, desta vez seis outros sentam-se nas cadeiras ao redor da mesa. Rian nunca havia encontrado com nenhum deles. Todos olham para o Gangrel com curiosidade.

Marcílius senta-se em uma cadeira ao lado de Roden, que levanta-se e aproxima-se de Rian.

- Sente-se aqui Rian. - Ele indica uma cadeira ao lado de Marcílius.

- Boa noite, Rian. Meu nome é Bristol. Primeiramente, gostaríamos de saber o por que você está tão longe de sua terra natal, assim como o que aconteceu ontem. - A voz do homem é calma, mas direta e forte.

Imagem - Bristol:



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