Rastros de Insanidade

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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por George Nickson em Qui Maio 04, 2017 12:32 am

BOMANI ASTENNU


Passar pela porta, não foi simples, o corpo musculoso e a alta estatura do setita dificultavam a travessia, porém, por fim, lá estava ele numa galeria de túneis cujo teto raspava em sua cabeça a cada passada.

A iluminação era inexistente e a umidade alta, o ar pesado tornava o mofo quase que palpável e as pedras que formavam o túnel estavam úmidas e cobertas por limo, ainda que não houvesse tantas dificuldades ao caminhar.

Para prosseguir era necessário uma lanterna que o setita possuía e estava ao alcance de sua mão assim como o misterioso bilhete.

Já iluminado os corredores se estendiam ante a escuridão ferida pela luz da lanterna. Caminhou até a primeira curva 10 metros a frente virando a direita enquanto a esquerda era bloqueado por grades enferrujadas, mas alguns metros e uma nova curva para direita e por fim a primeira claridade. Nas paredes estacas perfuravam crânios humanos e velas as encimavam criando uma teatro de sombras lúgubre a frente. Havia algo ali e Bomani podia sentir.

IAN BAXT

Melvin desligava deixando Baxt com seus ratos que vez ou outra brigavam pelo pedaço de queijo com o sangue do cainita. A rua estava praticamente deserta e passava de 23h, o superbowl a essa hora teria já se encerrado, mesmo que não pudesse ter certeza sobre o que acontecia em um evento que não lhe importava o Ravno tinha certeza que o studio de tatuagem estava fechado. A fachada era composta por uma parede pintada de verde com sinais de desgaste. Um letreiro luminoso indicava o local piscando intensamente nas cores vermelha e roxo iluminando o nome Faceless Tatto seguido pelo esboço inacabado de um rosto.

Assim que os ratos haviam comido até a última migalha de queijo Baxt os soltou da porta de seu carro e eles partiram pela noite rumo aos esgotos. O carro estava estacionado do outro lado da rua então era possível ver perfeitamente que o studio não possuía câmeras, mas o Ravno estacionara em frente um ATM, um caixa eletrônico preso a uma parede de um estabelecimento e, Ian bem sabia, que esses terminais possuíam câmeras.

O restante da rua era formada por pequenos comércios diurnos, havia na esquina uma banca de jornais, uma loja de antiguidades e uma casa de penhor, bem como outras lojas que estavam escuras, mas criavam uma gama de variedade no subúrbio.

Melvin não teria informações até a próxima noite e os ratos precisariam de tempo pra recolher as parcas informações de que necessitavam.

MALIKA DE LOS ANJOS

A súbita pergunta da Malkavian pareceu pegar a todos desprevenidos, em especial Landon que pareceu considerar a pergunta por um tempo enquanto era observado de perto pelo seu irmão gêmeo.

Percepção da Aura:
Dados, Percepção + Empatia = 5 dados, dif. 8 (5, 5, 10, 3, 8) Resultado: 2 sucessos

Para que discutir com os homens que não se rendem às verdades mais evidentes? Não são homens, são pedras. Tenho um instinto para amar a verdade; mas é apenas um instinto. - os olhos atentos de Malika enxergavam a luz roxa que dançava em volta de Landon freneticamente, havia, em seu sorriso um forte tom de diversão e interesse.

MAVERICK VIPER
Investigar:
Dados, Percepção + Investigação = 3 dados (2, 1, 7) Resultado: 1 falha crítica

Não foi difícil encontrar a cena do crime, ainda que no percurso a lama e a neve o tenham feito escorregar fazendo-o cair na lama formada pela neve que, apesar do forte frio, derretia esperando a próxima geada.

O local estava vazio e a única coisa que fazia perceber que um corpo estava ali era a ciência exata do ocorrido e um local remexido próximo a uma árvore, mas nada de útil chama a atenção do Tremere.

SAMUEL HAWKINS

Com certa dificuldade, principalmente por carregar em uma das mãos a pesada barra de ferro que perfurava o peito de Noah, Samuel carregava o ferido Nosferatu para fora dos esgotos, um pouco mais de dano e com certeza o cainita teria entrado no sono profundo do torpor enquanto esperaria dias para seu corpo se recompor.

_ Ele deve estar na capela Tremere agora, me leva lá.

Tirar o corpo dos esgotos não foi uma tarefa fácil, não teria como fazê-lo subir escadas bueiro a fora, então, com passos mais rápidos que pôde, e ainda assim os eram lentos devido ao fardo, Hawkins precisou caminhar por cerca de 40 minutos até encontrar uma grade que dava para o mundo exterior. Samuel não possuía um carro próximo a sua disposição, a menos que quisesse furtar um, ainda assim a condição de seu novo companheiro chamaria demais a atenção em meio a cidade.
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por Magnus em Qui Maio 04, 2017 1:30 pm

O local é totalmente desfavorável a qualquer episódio de hostilidade. Um ambiente pequeno, escorregadio e sem iluminação. A lanterna ajuda a percorrer o caminho, abaixo a cabeça levemente pra não bater ela contra o teto.

O sinal de luz adiante já me possibilita apagar a lanterna e seguir em frente. Que decoração exótica. .. definitivamente quem mora aqui não é de receber muita visita. Observo cada canto, cada pedaço de escuridão, como se a qualquer momento o tão esperado destinatário se apresente.

Tiro a anotação do bolso, ergo na altura da cabeça e me anuncio.

-Trago um recado do senhor Iorbut. Revele -se para recebê -lo, e então irei embora.

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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por MEZENGA em Sex Maio 05, 2017 1:45 pm

"investigar a destruição de um membro. Quem se importa com ele?"

*Apesar de seus pensamentos, Baxt não tinha nada melhor para fazer realmente. Ele buscava conhecimentos, mas não sabia mais por onde começar. Contatos e informações com o grupo phoenix poderiam dar um novo rumo para suas buscas pessoais.

preparado com seus equipamentos, Baxt sai do carro ofuscado e observa de mais perto a entrada, ativa seus sentidos aguçados tentando ouvir algum som do lado de dentro. Ele ainda poderia invocar Panush para observar o interior, mas Baxt via o local apenas como um lugar comum e não via uma grande ameaça ainda no local.

Dando a volta no local, observava se tinha uma porta dos fundos, assim, utilizava seus materiais e conhecimentos para arrombar a fechadura.*
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por Krauzer em Sab Maio 06, 2017 9:57 am


Carregar o nosferatu ferido e a barra de ferro era um grande fardo, e Samuel movia-se lentamente pelos esgotos. A capela Tremere? Como ele iria levar o Nosferatu pelas ruas lotadas de NY? Talvez o mais simples fosse o contrário, trazer Calebros até ali, mas será que Noah aguentaria ali sozinho?

- Amigo, não será nada fácil leva-lo neste estado pelas ruas. A não ser que você tenha uma ideia melhor, pretendo ir sozinho até la e chamar Calebros. Posso até mesmo deixar alguns animais protegendo-o aqui, o que me diz?
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por Guidim em Seg Maio 08, 2017 10:09 am

Assenti com a cabeça, e o sorriso roubado no canto de minha boca desmascarava a empatia que senti por Landon em todos os sentidos, nesse curto encontro casual.

Precisaria redobrar minha atenção ao sair dos domínios do Elísio, meus instintos de sobrevivência estava á ouvir os conselhos dos gêmeos, mas a ânsia por galgar na jornada de minha senhora e oferta-la meus serviços como gratidão á vida eterna também era imensa. Cada tênue passo dado na direção da verdade justificará o risco que poderei correr.

Enquanto deixava o Elísio em direção á Gran Concourse, repetia em minha mente o nome "Theo Bell" á fim de gravá-lo na memória, com certeza se eu conseguisse encontrar ou mesmo conhecer a face deste "resolvedor de problemas", estaria uma passo mais próximo dos acontecimentos da cidade, aliás, a fama precede esse nome.
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por George Nickson em Qui Maio 11, 2017 8:04 pm

OFF -
Peço desculpas a todos, essa semana foi corrido, estou finalizando um projeto de pesquisa de mestrado, pois vou concorrer a uma bolsa de pesquisa no exterior, sem falta amanhã postarei e tornarei a postar no domingo, peço desculpas novamente, mas sabem como é, oportunidade ímpar essa semana pra mim Smile...
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por George Nickson em Dom Maio 14, 2017 5:13 pm

BOMANI ASTENNU



Ao passar pelos crânios empalados e iluminados por velas a aparência de Bomani volta a ser a real, seu poder fora desfeito seguido de uma leve brisa que quase extinguiu a chama das velas fazendo as sombras dançarem, mas por fim apaziguou e tudo voltou ao silêncio inicial.

Bomani continua o percurso pelo corredor, elevando a voz junto ao bilhete de seu senhor, mas o corredor terminava em um novo corredor esse maior e sem a iluminação do fogo, entretanto havia uma leve iluminação no final, o corredor detinha quase cem metros de extensão e ao seu final um arco de pedra gasto separava um velho recinto grande, uma antiga plataforma de metro gasta e suja com grama crescendo entre os trilhos.

Assim que colocou os pés na plataforma pode visualizar que sob os trilhos três vagões de estavam estacionados, velhos e enferrujados as janelas todas eram cobertos com algum material escuro. A iluminação era dada por uma espécie de cerca circular que envolvia toda a câmara, ainda que a iluminação fosse fraca. A cerca era composta de estacas que atravessavam crânios e sobre eles velas grossas e longas, ao todo não chegavam ao peito do setita. Os crânios eram interligados uns aos outros com uma espécie de corda negra e brilhante, ao se aproximar setita pôde constatar que eram fios de cabelos trançados para formar uma corda de dois metros entre cada estaca.

Havia luz do vagão central, esta era mais forte que as proporcionadas pelas velas, a porta do vagão um homem estava sentado em um banquinho, uma cicatriz descia desde sua têmpora passando pelo olho esquerdo, nariz e bochecha direita. A boca era costurada por fios grossos e escuros e o cabelo era quase branco descendo solto pelas costas, a roupa era gasta, um colete marrom sobre uma blusa azul escura um tanto puída. As calças eram de couro curtido, similares as medievais e nos pés um coturno gasto. Se aproximando era possível ver o peito subir e descer numa respiração regular típica do sono.


IAN BAXT




Ian saia do carro, não fazia nem 10 minutos que soltara os ratos e nem 15 que contactara seu informante, a rua estava deserta, mas seria necessário ir até a próxima rua para checar os fundos já que essa não possuía uma viela ou beco que separasse o studio dos demais prédios. A volta foi cuidadosa, estava frio e as pessoas não saíam as ruas exceto por um carro que passou a pouco mais de 50km por hora e o motorista pareceu não prestar atenção em Ian de dentro do seu chevy azul.

Na rua paralela a que ficava o studio, havia diversos outros comércios, mas o mais importante, um beco levava aos fundos do studio. Latas de lixo cheias e dois gatos revirando-as eram os únicos adornos até os fundos do prédio. Uma luz fraca acesa iluminava a porta vermelha escura e uma única janela estava fechada e tampada com uma cortina.

Arrombar porta:
Dados, Destreza + Segurança = 8 dados, dif. 6 (9, 7, 2, 7, 9, 2, 7, 5) Resultado = 5 sucessos.

Frente as habilidades do Ravno a porta não foi obstáculo algum, menos de 20 segundos foram necessários para a porta se abrir e revelar seus segredos guardados.

Um corredor estreito porém cumprido levava a uma cortina no seu final, antes dela duas portas entre abertas davam a novos cômodos. O primeiro, a direita da entrada, era uma velha cozinha escura com piso de madeira assim como o corredor, parecia ser também onde o material era esterilizado. Uma mesa pequena, uma geladeira, um freezer, duas cadeiras, armário e um microondas completavam a cozinha, além de uma pia.

Perceber:
Dados, Percepção (Atento) + Investigação = 9 dados, dif. 10 (8, 2, 4, 10, 10, 6, 4, 2, 5) Resultado = 2 sucessos.

O segundo quarto era um studio com uma pequena mesa com pia acoplada, uma maca no centro com duas cadeiras para o tatuador e o cliente e uma estante com tintas, agulhas e a maquina de tatuagem.

Andando pelo quarto, próximo a mesa onde o cliente ficaria um som chamou a atenção de Ian, um rangido quase que imperceptível que diferia do restante do piso.

MALIKA DE LOS ANJOS



Enquanto a figura, momentaneamente onírica, tinha um local especial na mente da Malkavian a praça na Gran Concourse estava deserta, havia algumas árvores sem folhas e a neve no chão formava lama deixando o percurso escorregadio, de fato havia sinal de que alguém escorregara ali. Também havia sinal ainda visível de onde o corpo do xerife estivera.

Havia pouca coisa que ver na praça, nem mendigos se abrigariam ali nesse frio. Um prédio azul fazia fronteira com a praça de um lado, do outro uma rua que se aprofundava no subúrbio.

O som de um carro chamou a atenção, um velho dodge 68 muito bem cuidado parou no mesmo local que o táxi deixara a cainita. Dele saiu um homem, quase 1,90 de altura e negro, em sua cabeça um bonê do New York Yankees, um casaco do time e calças jeans escuras. No nariz um breathe-rite utilizado para facilitar a respiração, porém não havia o sinal claro de fumaça provocado pela respiração. Um bigode e um cavanhaque adornavam o rosto do homem, um rosto bonito e soturno.

Ele caminhou até a árvore que estivera o corpo do xerife, viu a cainita, mas a ignorou, prestou atenção na árvore por um tempo então se locomoveu uns 4 paços para a direita olhando pro chão como quem segue algum rastro. Estancou e começou a revirar a neve e de lá tirou alguma coisa, puxou um saco do bolso do casaco e colocou o objeto dentro com relativo cuidado, ao fazer isso Malika pode ver que era um pedaço de tecido com sangue congelado.


MAVERICK VIPER



OFF -
Segue o post anterior.

SAMUEL HAWKINS



Noah logo descartou a ideia alegando que se quem o tivesse atacado voltasse não haveria animais suficientes para protegê-lo.

_ Aquele carro, vamos até ele, eu te ensino a dar partida no motor. Noah apontara para um Chrysler Pacifica, uma espécie de minivan na cor preta estacionado há uns 30 metros.

O carro era suficientemente grande para colocar o combalido nosferatu atrás, não possuía vidro fumê, mas não seria dificil escondê-lo dentro do carro.
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por Guidim em Ter Maio 16, 2017 7:29 am

Como era de se esperar, outras pessoas estariam no encalço do acontecido, o yanke parecia saber o que estava fazendo e talvez chegaria a uma conclusão precoce, seus modos eram aparentemente eficientes, comprovado quando ele desenterrava um pedaço de pano com sangue congelado.

Eu o olhava atentamente, meu cenho franzido com os olhos apertados acompanhavam o movimento do homem, minhas mãos abraçavam meu próprio corpo e faziam fricção nos braços afim de evitar o frio do local, mesmo sendo inútil, mas era um habito difícil de se perder.

Enquanto observava os movimentos daquele homem eu me esgueirava passo-a-passo na direção dele, de um modo furtivo e despretensioso, chegaria o mais próximo possível dele a da cena que ainda estava fresca na neve, quando tivesse a oportunidade de estar próximo o bastante para um sussurro ser ouvido, eu falaria.

-Sei o que está fazendo... posso lhe ajudar com isso.

Meu era olhar profundo e misterioso e minhas palavras diretas, talvez pudesse soar estranho o pedido, mas o yanke deveria digerir de seu próprio modo, e eu estava ansiosa pela reação dele.
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por MEZENGA em Ter Maio 16, 2017 5:31 pm



*Baxt se ofuscava e abria com facilidade a fechadura do local. Ele não sabia o que poderia esperar, mas estava preparado. Entrava tentando observar câmeras ocultas e qual o nível de segurança do interior. Se fosse um lugar normal, não teria nada demais.*

"Vamos ver o que tem por aqui"

*Baxt escuta um barulho, bem baixo e ativa seus sentidos aguçados, espera imóvel para identificar da onde veio. abaixa e sente o solo tentando identificar vibrações no solo. Seus sentidos aguçados o ajudariam quanto a isso.*
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por Magnus em Sab Maio 20, 2017 5:12 pm

Off

Relaxa velho, todos nós estamos atolados, nossa diversão jamais pode interferir na vida profissional. Resolve as tretas aí que a gente espera o tempo que for necessário ;-)

On

Enquanto atravessava o local sombrio, a iluminação trêmula revela minha real aparência, sinto meu poder sendo anulado subitamente. O que está acontecendo? Eu nunca tinha sido alvo de uma mágica dessas, não entendo como funciona... mas prossigo pelo caminho tortuoso, apesar da sensação iminente de encrenca.

Outro caminho surge, maior que o percorrido antes. Com passos firmes e lentos, percorro observando cada filete de sombra, cada vestígio de vida. Esta tudo fácil demais, calmo demais. Sinal péssimo. Em toda minha não -vida, o silêncio sempre precedeu a morte. Os pensamentos inundam minha mente,lembranças tomam meu raciocínio. Fecho os punhos,como quem está prestes a socar a cara de alguém.

Ao chegar na plataforma e ver os vagões com janelas pretas, passo a ter certeza que cheguei no lugar certo. Com certeza alguém que teme a luz do dia se abriga aqui. A decoração do local parece mais algum tipo de superstição.  A grama crescendo entre os trilhos sugere que existe entrada de luz e água, provavelmente de chuva que escorre pelas rachaduras da velha cidade.

Por fim, a figura sombria do homem sentado, com a boca costurada. No mínimo é um serviçal que sabe demais, e que já deu com a língua nos dentes. Dormindo no horário de vigília, provavelmente sua próxima punição será suas pálpebras extirpadas. Devido a importância do recado que trago, não posso deixar a responsabilidade da entrega pra esse sujeito. Desperto-o com um leve chute na canela.

-Chame seu Senhor, por favor. - falo em tom baixo e educado com o pobre lacaio.
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por Aluncard em Dom Maio 21, 2017 11:04 pm

O local estava vazio e a única coisa que fazia perceber que um corpo estava ali era a ciência exata do ocorrido e um local remexido próximo a uma árvore, mas nada de útil chama a atenção do Tremere.

Depois de levar um tombo e ver que nenhuma evidencia tinha ali, achou melhor se dirigir ao predio de cor azul que tinha visto a minutos atras. Provavelmente haveria algum porteiro que poderia ter visto qualquer movimentação suspeita na noite do assasinato.
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por George Nickson em Seg Maio 22, 2017 10:38 pm

BOMANI ASTENNU
Quando o setita estava prestes a chutar a canela do homem ali sentado uma voz saiu de dentro de um dos vagões.

_ Eu não faria isso, vai por mim. - a voz era de um homem e se aproximou a medida que falava até que um senhor, com um nariz aquilino, longos cabelos brancos e uma barba branca bem aparada, porém totalmente grisalha, aparecia na porta.

Ele andava curvado apoiando-se sobre uma espécie de cajado de madeira retorcida, ainda que se estivesse ereto chegaria a ter quase 1,90 de altura. No topo do cajado um crânio de algum bicho estava voltado com a órbita dos olhos vazias porém fixas em Bomani. Os dedos longos e finos envolviam o cabo do cajado. Os olhos eram de um cinza como as nuves de uma tempestade e vívidos, interessados na figura que aparecia a sua porta. A roupa estava próxima do completo andrajo, calças caqui e uma camisa cinza puída. Ainda assim ele parecia ter seus 70 anos.


_ A que devo a honra de sua visita. - a pergunta foi seguida de uma leve risada que levou o velho a um acesso de tosse.

O homem dormia pacientemente em sua cadeira.

IAN BAXT


O cainita parou e escutou, escutou mais do que um mero mortal era capaz de escutar, escutou a madeira e pode sentir a tensão sobre ela, escutou além e pode ouvir os canos lá em baixo onde o gás e a água passavam, escutou além e ouviu um barulho familiar, um barulho que o acompanhava todas as noites em seu refúgio. O barulho de ratos correndo dentro de uma gaiola.

Com seus olhos acostumados agora com a visão superior que os dons lhe proporcionavam Ian pôde distinguir a leve fresta que separava a madeira que havia pisado do restante do piso, era um alçapão.

MALIKA DE LOS ANJOS

Malika se aproximou com a curiosidade aguçada sobre o que o visitante fazia naquele parque. Aproximou até sentir a tensão que escorria do corpo do homem e foi então obrigada a parar, mas seu sussurro era audível.

Como quem finalmente percebe a presença da cainita, o homem se levanta enquanto enfia o saco com o pedaço de pano no bolso do casaco dos Yankees.

_ Duvido muito que possa. - sua voz não trazia zombaria, ele parecia fazer apenas uma constatação de um fato - Ou talvez possa. - essa insinuação foi como se falasse para si próprio - Acha que pode passar entre algumas grades?

MAVERICK VIPER


Viper se aproximou do prédio azul, parecia ser uma galeria onde lojas se acumulavam dentro sendo um edifício que tomava uma quadra só pra si. Na parede que ficava de frente pra praça um ATM estava exposto enquanto de frente pra rua uma porta de vidro cerrava o interior em completa escuridão. Nos fundos não havia porta de vidro, mas uma grade separava a rua do interior.

Ainda que não houvessem câmeras visíveis para a praça haveria provavelmente uma saleta onde o segurança provavelmente passava sua vigília seja acordado ou dormindo, caso seja relapso.

SAMUEL HAWKINS


OFF -
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por MEZENGA em Sex Maio 26, 2017 1:35 pm

*Baxt prestava atenção em todo o ambiente a sua volta, o espaço parecia algo bem simples e comum, ativava então seus sentidos aguçados para tentar identificar algo e sentia o leve som por baixo de seus pés*



*havia corrente de ar, o leve som de ratos e de um ambiente vasto abaixo de seus pés. Agora deveria decidir*

"Esperto, pode ser só um depósito ou pode ser que eu encontre a ameça que sumiu com Pakhi."

*chegava sua Ruger, e a segurança externa, parecia tudo tranquilo. A partir de agora, mantinha-se ofuscado o tempo todo. Procurava onde tinha a alça do alçapão, se tinha algum lugar específico, algo que fosse pego constantemente, se encontrasse, faria o toque do espírito e tentaria descobrir as impressões de quem estava entrando e puxando o alçapão com regularidade. Depois, abriria a observaria.

Sabia que se tivesse uma armadilha, seu auspícios o alertaria, então mantinha-se apenas cauteloso.*
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por Magnus em Dom Maio 28, 2017 3:23 pm

Um homem velho surge e me impede de acordar o lacaio dorminhoco, em tom de ameaça. .. "Eu não faria isso, vai por mim..." que insolente! Hahahah como se eu devesse temer mortais inúteis! Seus acessórios parecem ter saído dos filmes medievais fantasiosos. Ele maneja seu cajado de caveira como quem tem medo. Aliás, ele fede a medo...

Seguro a vontade de ridicularizá-los e despedaçar seus corpos. Lembro que estou ali apenas pra entregar a mensagem e ir embora.

-"A que devo a honra de sua visita?" - o sujeito manda uma dessas e solta uma risadinha. .. definitivamente ele brinca com a morte. Se ele não fosse de alguma forma importante pro meu Senhor (é se eu estivesse com Sede) acho que já tinha acabado com a conversa... mas prossigo com o planejado.

-A honra é toda minha... - estendo a mão com o recado até o velhote,espero ele pegar. - o Senhor Abdullah Iorbut pediu para entregar-lhe uma mensagem.

Vejamos se essa tarefa simples tem seu desfecho agora.
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por Guidim em Seg Maio 29, 2017 10:57 am

Eu parecia ter pensando alto o suficiente para que o homem pudesse me ouvir, aparentemente estaria no encalço da verdade assim como eu, mas os conselhos dos irmãos no elísio alertavam meus instintos e o medo vinha á tona.

-Posso... sou pequena... e magra... mas não sei se devo, pode ser perigoso e os acontecimentos recentes... não sei se posso...

Minha fala era nervosa e ansiosa, não sabia de quem se tratava, e o medo mais uma vez açoitava minha vontade de sumir de vez daquela cidade.
Mesmo não precisando, eu tomava folego e respirava fundo algumas vezes, tentando retomar a calma e me mostrar compreensível ao homem á minha frente.

-Malika... creio que possa ajudar sim, posso passar por algumas grades sim, e garanto que consigo até mesmo saber tudo o que possa ser sabido sobre esse pedaço de pano que esta no seu bolso.

Falava mais calmamente, mas o tom de nervoso contido era perceptível no meu tom de voz, o olhar baixo e desconfiado mostrava meu receio, mas a minha mão estendida aguardando o cumprimento demostrava o voto de confiança.
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por George Nickson em Qui Jun 01, 2017 10:54 pm

BOMANI ASTENNU
A mão do velho alcança o papel e o retira da mão de Bomani, seus dedos são longos e magros.

_ Vejamos... hmmmm, sim... reconheço esse papel de algum lugar... ora se não é um dos meus, me parece que Abdullah andou agindo como a criança tola que sempre foi. - ele solta uma risada como quem ri de uma piada divertida. Parecia conversar consigo mesmo só então lembrou-se que Bomani estava parado a sua frente.
_ Ora garoto, não fique parado aí, entre, entre. - o velho voltou-se pra dentro do vagão dando as costas para o setita, mas resmungando para si mesmo. - Poderia jurar que guardei por aqui em algum canto, onde foi parar, onde está essa maldita caneta.

IAN BAXT


Não havia uma alça para elevar a porta do alçapão, na verdade se não fosse os sentidos aguçados do Ravno provavelmente sequer notaria a leve diferença no piso e não demorou para descobrir como abrir. O mecanismo era simples uma leve pressão na parte certa da porta e ela se contraia para depois se elevar, era um mecanismo inteligente, não se ativava com o peso de uma pessoa, pois exigia a pressão certa.

Toque do Espírito:
Dados, Percepção + Empatia, dif. 7 (7, 8, 10, 7, 7, 3, 8, 3, 4, 5 ) Resultado = 6 sucessos.

A porta revelou degraus estreitos e gastos feitos de madeira. O ar que veio de dentro era limpo e refrigerado, mas não havia luz. Ao tocar a porta o Ravno concentrou-se e deixou seus dons agirem e logo ele enxergou.

Não havia clareza, não era perceptível sua a face do vulto que representava alguma cena vivida poucas horas antes, contudo, ainda que não fosse de ver sua fisionomia sabia quem era como se o conhecesse há muito. Derick Grimshawn era seu nome, era o dono da casa de tatuagem e sua ansiedade era palpável revelando a importância que tinha pra ele o que quer que houvesse dentro do porão.
MALIKA DE LOS ANJOS


Meio a contragosto o homem apertou a mão de Malika, ele parecia curioso quanto aquela jovem que, se ninguém a conhecesse e a simplesmente observasse brevemente passaria por uma perfeita garota tímida e recatada.

_ Está vendo aquele prédio? Ele possui um ATM e a gravação da câmera de vigilância fica em algum canto lá dentro... veja bem, poderia simplesmente quebrar as grades, mas ninguém aqui quer quebrar a máscara, não é mesmo? - O prédio que apontara era um azul próximo ao parque, as luzes estavam apagadas, mas ocupava a quadra toda revelando-se um prédio galeria onde haviam algumas lojas.

Ainda que Malika houvesse citado o pano ele a ignorou como se nem tivesse tocado no assunto ou não estivesse disposto a compartilhar o objeto
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por Magnus em Sab Jun 03, 2017 6:06 am

O velhote pega o papel e começa a avaliar. Dedos longos e finos ilustram bem o que aparenta ser um homem debilitado. As tosses pararam...

-Vejamos... hmmmm, sim... reconheço esse papel de algum lugar... ora se não é um dos meus, me parece que Abdullah andou agindo como a criança tola que sempre foi.

Intrigante. .. ele se refere a meu Senhor como "criança"! Começo a achar que na minha frente está um ator a representar.

Ele diz que esse papel pertence a ele, o que me instiga mais ainda.

-"Ora garoto, não fique parado aí, entre, entre."

Esboço um sorriso e balanço a cabeça, positivamente. Acho um tanto engraçado ser chamado de garoto, com meus mais de 100 anos. Cada vez mais suspeita que ele pode ser uma criatura mais antiga e misteriosa do que eu e meu Senhor podemos ser... ou talvez seja só um velho doente, contando os dias pra morrer.

Ele começa a revirar seus pertences em busca de uma caneta.Aproveito o momento pra observar mais, descobrir um pouco sobre esse cara e qual é sua real existência, origem, costumes. Devemos conhecer bem os ditos "amigos", essa é a primeira lei dos que vivem a noite eterna sob o manto de Set.






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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por Guidim em Seg Jun 05, 2017 7:31 am

Invadir propriedade privada não me parecia uma boa ideia, caso algo desse errado eu estaria por minha conta em risco, já estive na prisão e não gostaria de voltar para lá, e pra ser bem sincera, duvido que tenham cela especial para uma vampira.

Eu olhava desconfiada para aquele homem, assim como não gostaria de ir pra cadeia ele não gostaria de quebrar a máscara, talvez o apreço pelas informações que eu poderia conseguir la dentro poderia fazer ele me suportar daqui de fora, ou talvez apenas estaria me driblando para que pudesse seguir seu caminho tranquilo.

Mas, no fim das contas, eu não tinha nenhuma outra saída ou forma de barganha para conseguir segurar aquele pano que poderia conter os traços mais marcantes do que acontecera com o Xerife nas horas que nos antecede... talvez o vídeo ajudaria.

-Sim, estou vendo o prédio sim, mostre-me por onde conseguir entrar que darei o meu jeito para trazer as gravações e tudo mais que me parecer útil, e claro, com a preservação da máscara intacta.

O tom de empolgação era tentado ser imitado, mas ele era praticamente abafado pela ansiedade e a desconfiança, eu sabia que estava fazendo algo de errado, a excitação me tomava por completo, e o medo poderia me paralisar a qualquer momento.

-Me passe o numero de seu telefone, vou precisar saber o que acontece aqui fora, tentarei ser o mais prudente possível.
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por MEZENGA em Qua Jun 07, 2017 4:57 pm

OFF: Agora entendi.




*Baxt percebia a imagem e as impressões do dono do local, em seguida olhava para as escadas e via que estava tudo escuro. Mas isso não o pararia*

"Não há sentido em manter tudo as escuras, o que quer que eu encontre agora, não terá uma boa impressão minha e se for um mortal, não será um problema"

*Acende a lanterna e ilumina o local.*

*Baxt saca a arma e uma lanterna e antes de pisar, ilumina cada área, seus sentidos aguçados ainda ativados aumentavam o alcance da lanterna. Procurava assim que possível um interruptor.*
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por George Nickson em Sab Jun 17, 2017 11:23 am

OFF -
Gostaria de pedir desculpa a todos pela demora, estive em semana de provas na faculdade e apresentação de projeto de monografia (não a monografia em si) o que tomou duas semanas do meu tempo entre o trabalho e estudando muito, mas estou de volta e de férias da faculdade então vamos acelerar isso aqui, botar post dia sim, dia não.

BOMANI ASTENNU

Os bancos do vagão haviam sido substituídos por mesas repletas de frascos e potes cerrados, alguns armários também foram colocados e estes se encontravam fechados, dois bancos estavam dispostos de fronte de uma mesa e havia sido colocado algumas tomadas ligadas a extensões cujos fios iam para debaixo do vagão.

O velho foi até um dos armários e retirou de lá alguns postes e um vidro com um líquido amarelado tal qual urina o qual jogou dentro de uma vasilha junto com algumas ervas retiradas dos potes. Misturou e amassou tudo enquanto cantarolava formando uma espécie de bebida um tanto quanto viscosa.


_ Você não teria queijo ai não, teria? Há dias quero comer queijo. Já foi a Itália? Tem uma cidadezinha no interior, lá havia uma moça que fazia um queijo maravilho de cabra. - o homem parou de mexer e derramou o conteúdo, cuja a cor parecia de verde musgo, num copo grande de metal.

_ Espere 5 minutos e beba como um bom garoto.

IAN BAXT

Não foi difícil encontrar o interruptor assim que conseguiu descer a escada. O botão junto a parede, quando acionado, revelou o que o studio de tatuagem ocultava em suas fundações, parecia uma espécie de laboratório improvisado em um espaço de 5x5m. Um freezer estava colocado no canto oposto a escada e nas paredes alguns armários com dezenas de frascos etiquetados e bandejas com instrumentos cirúrgicos. No centro uma cama com correntes grossas o suficiente para conter até mesmo um cainita. No canto mais a direita da entrada havia um computador, um microscópio e um forno ligado a frascos muito similar usado para produção de meta-anfetamina. Ao lado do computador três gaiolas de ratos, a primeira dois ratos jaziam mortos e ressecados, nas demais haviam 4 ratos saudáveis em cada uma.

Todo o local parecia um laboratório produzido as pressas, mas ainda muito aquém do que um simples tatuador poderia bancar.

MALIKA DE LOS ANJOS

O homem tirava do bolso um lenço e entregava a Malika.

_ Coloque isso no rosto, vão haver câmeras lá dentro então é por precaução. Meu número é xxx-xxx-xxxx, pode me chamar de Theo. -  o homem a guiou até a frente do prédio. Era uma galeria com várias lojas menores, o salão estava escuro, mas era possível ver, quase que no meio, uma porta O salão era separado por grades da rua, ainda que espaçadas suficiente em um canto, como se tivessem sido afastadas de propósito, para que a cainita pudesse passar.
[color=#00cc66]_ Dentro daquela porta vai encontrar a sala de segurança, pega pra mim e eu te deixo ver o pano que encontrei, temos um acordo? /color]
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por MEZENGA em Qui Jun 22, 2017 12:05 am

*Baxt via a história viva de tudo que ele pudesse querer saber ali. Tinham tantas pistas que demorou alguns segundos analisando por onde começar. Primeiro procurava por câmeras de segurança e entender que tipo de laboratório era aquele. Que tipo de experiências poderia ser desenvolvida ali.

Depois, fechava o alçapão, para que dar tempo de perceber a chegada de alguém de surpresa. E por fim, aproximava-se do rato e perguntava (Animalismo 1):

- "olá. Você quer sair daí? Quem trabalha aqui e o que está fazendo?"

*O diálogo continua e depois se possível, Baxt vai até o computador e tenta abrir os arquivos e descobrir o que está sendo visto por lá.

Tocava nos principais instrumentos para tentar descobrir sua*


Spoiler:

OFF: Eu adiantei a cena pra tentar agilizar. Mas pode interromper antes se preciso.
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por Guidim em Qui Jun 22, 2017 8:01 am

O medo começava a tomar conta de meu corpo, precisava descobrir o que acontecera ali antes de partir, e esse cara estranho, Theo, provavelmente... o revolvedor de problemas, estaria ele querendo me driblar? bom agora eu já tinha um nome e um número, preciso do resto das pistas para pode tocar aquele pano e poder ponderar o que aconteceu de fato com o xerife.

-Eu volto logo... minha fala saia abafada  pois o pano já amarrado em meu rosto a distorcia e trêmula pois a adrenalina tomava meu corpo.

Me esgueirava grade á dentro, ficaria atenta, usaria meus dons do auspício para melhorar meus sentidos e me guiar melhor pelo escuro, e assim que possível o dom da ofuscação para que as sombras do local fizesse minha presença sumir aos olhos menos atentos.

Invadir propriedade privada ainda mais violando uma grade de acesso, sim, todo esse plano estava cheirando á merda, ainda mais quando lá fora cainitas morrem e seus corpos permanecem intactos, quando você encontra o cara que esta no encalço de toda a bagunça acontecendo na cidade e ainda por cima voce ignora os conselhos dos mais experientes "fuja da cidade" "fuja da cidade".

Meu pensamento processava rapidamente recapitulando tudo que me fizera chegar aonde estou, a busca da verdade me colocava mais uma vez no rumo de um crime, não sei se o preço que estou prestes a pagar valera á pena, mas a vontade de seguir e chegar um passo mais próximo da verdade e ajudar minha senhora nessa jornada era mais forte que minhas vontade.

Seguiria rumo á sala de segurança conforme Theo havia instruído, realmente se tivermos essas imagens mais os traços recentes nos objetos do Xerife saberíamos qual desgraça esta precedendo nossos dias, poderíamos alertar os membros... sim... evitaríamos um belo estopim de uma guerra sem precedentes... se dias ruins ou piores estão por vim, saberemos disso essa noite...
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Re: Rastros de Insanidade

Mensagem por Magnus em Qui Jun 22, 2017 10:37 pm

O velhote revira seus pertences e prepara uma bebida, tão repulsiva quanto o lugar que me cerca. Respondo ele com toda simpatia que os anos de vivência me ensinaram a ter com gente doida.

-Não tenho queijo, senhor... mas eu poderia providenciar, se me contasse mais sobre o que está acontecendo de tão grave, que fez meu Senhor me enviar até aqui... - esboço um sorriso sem graça.

Ele estende o copo, esperando que eu beba! Com a pureza de uma criança, a inocência de um louco ou a malícia de uma serpente? Prefiro não pensar muito, dependendo do que eu constate, posso acabar me equivocando ao estripá-lo aqui e agora. Mais uma vez, respondo com cordialidade, polindo o tom de voz e gestos para que ele não se sinta ofendido.

-Desculpe, senhor. Minha natureza não me permite ingerir algo que não faça parte do meu restrito cardápio ... e mesmo que eu o fizesse, provavelmente regorgitaria na mesma hora. Terei o maior prazer de experimentar o seu drink exótico em uma próxima oportunidade...
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Re: Rastros de Insanidade

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