O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

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O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Abr 05, 2017 11:33 pm

Olá crianças da noite!!! Sejam todos bem vindos a mais um ciclo de nossa crônica. Espero que possamos compartilhar bons momentos de jogatina nos próximos 3 meses, e que seja divertido para vocês como será para minha pessoa Rolling Eyes .

Qualquer dúvida, vocês podem me enviar uma MP que responderei o mais rápido possível ^.^

Hey! Ho! Let's go

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Sigo em frente... vivo numa noite eterna... as trevas me preenchem, me alimentam... sombras estão ao meu redor... elas falam comigo, me entendem... eu as entendo e compartilho de meu ser, minha alma... nós nos completamos e assim viveremos para todo o sempre.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Abr 07, 2017 12:18 am

Rian:


Características - Rian:

- PS: 6
- FdV: 3
- Vitalidade: Machucado (Agravado)


Preso no quarto de Marcílius e com a mente mais calma, Rian vê a oportunidade de observar o quarto de forma mais profunda. Remontando o pequeno momento de sanidade que tivera minutos atrás, o Gangrel vê o Ator jogado no chão tentando estancar o sangramento em seu braço causado por seus dentes. Dessa forma, é possível que Marcílius passe ainda algum tempo antes de tentar ver se Rian está pronto para ser liberto, embora nada tivesse conseguido parar o Gangrel em Frenesi.

Olhando para os lados, Rian percebe que nenhum dos objetos que estavam com ele antes de adormecer estavam lá. A faca de combate, arma com munição e a bolsa de Marie haviam sumido. O quadro contendo os três cainita ainda estava na parede. Três caixões, um ao lado do outro, estavam à frente do quadro. A caixa de madeira era facilmente observada pelo cainita.

Andando pelo quarto, Rian vê que o local tem a escada como centro, e que a lateral desta é feita de pedra, assim como as paredes de todo o cômodo. De ambos os lados, já próximo da parede, há uma porta de metal.

Ao subir a escada, não há nenhum barulho vindo do lado de fora.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Abr 07, 2017 12:29 am

Arnald Bradley:

Características - Arnald:

- PS: 4
- FdV: 5
- Vitalidade: Ferido Gravemente (Letal)



Novamente Arnald é trancafiado na escuridão completa, e isso o deixa maluco. Ele grita desesperadamente para ao menos saber o que irá acontecer com ele ali. Suas palavras despertam o efeito de seu dom em um dos seus carcereiros, que é arrastado para fora do lugar por seus companheiros. A mulher deixa somente as palavras de que aquilo será reportado aos superiores... Então certamente chegaria em Roden... o que poderia por a perder todos os movimentos do Ventrue.

Após todo o barulho, o lugar se preenche com o silêncio completo. Isso permite a Bradley escutar o som que vem da saleta logo ao seu lado direito.

- Saia daqui... minha cabeça... ela vem me pegar... eu sinto.... saia.... - A voz é de um homem. Junto a essas palavras, surge também um barulho contínuo, como algo batendo na parede sempre no mesmo intervalo de tempo.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Abr 09, 2017 9:33 am

Makus F. Hunt:

Características - Markus:

- PS: 13
- FdV: 7
- Vitalidade: Normal



Markus está completamente entregue ao nada. Ele nem ao menos sente quando o jato pousa, de tão profundamente preso ao seu sono diurno. As horas passam, os ponteiros correm no relógio até às 19:00, quando o Tremere finalmente acorda.

Ao abrir a porta de seu quarto, aparentemente não há ninguém dentro do avião. Tudo está completamente escuro. Nenhum som, nem mesmo a respiração de Kate ou dos pilotos. Ao olhar para fora por alguma das janelas, Markus continua vendo somente o breu completo, embora um pequeno filete de luz pôde ser observado quando o cainita virou-se o suficiente para acertar o ângulo correto da porta do galpão onde o avião havia sido guardado.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Abr 09, 2017 10:08 am

Alexia Grimaldi:

Características - Alexia:

- PS: 13
- FdV: 6
- Vitalidade: Normal


Finalmente chegara a hora de concluir o pedido de Mirella. Alexia está na porta do armazém indicado. Dentro, há várias coisas relacionadas a pesca penduradas nas paredes, como varas, iscas, além de peças para barcos. No final da loja há um cubículo fechado, talvez 3X3 metros, feito de um material que lembra pvc. Um retângulo de vidro mostra que dentro há uma mesa de madeira, algumas prateleiras contendo pastas, mais alguns objetos de escritório e dois homens sentados e conversando.

Alexia fica do lado de fora, esperando que um deles saia do armazém. Quando um deles sai, a Tremere segue em direção a sala, bate na porta do cubículo e anuncia sua presença.

Imagem - Armand Strauss:




- Entre e feche a porta ao passar. - Diz o homem. Sua voz é calma, mas distante e, provavelmente ele nem ao menos escutou o que a cainita falou. Assim que Alexia senta ele retoma. - Quem é você e o que quer aqui?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Abr 09, 2017 11:22 am

Jonah Fox:


Características - Fox:

- PS: 9
- FdV: 7
- Vitalidade: Normal



Simone nada diz a respeito das palavras de Fox. Contudo, seus olhos continuam em cima do cainita, embora ela tenha conseguido segurar melhor sua emoção e, nada mais transpareça de seus pensamentos.

- Ótimo. - Diz Toni. - Pelo menos vocês estão sendo sensatos. Agora vamos ao que interessa realmente. - Ele olha para Fox. - Simone falou que você está atrás de um tal de Baroc... conte-nos sua história, eu consigo reconhecer esse nome, mas minha memória precisa ser refrescada.

Nada muda na expressão de Simone, Tomas e Toni unem-se a ela e todos os três fixam o olhar em Jonah.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Undead King em Dom Abr 09, 2017 3:08 pm

Eu me recuperava do pânico que tomou conta de mim, e então percebia o que tinha acontecido. O soldado que estava sob meu controle tinha ouvido meu apelo por ajuda, e tinha acabado de me ferrar com isso. Aquele homem com voz de mulher iria reportar para Roden o que aconteceu, e ele com certeza saberá a causa do ataque de compaixão do soldado dele.
- Puta merda... - As algemas pesaram como nunca naquele momento. As chances de eu me foder praticamente triplicaram, meu plano de trazer os homens do Xerife silenciosamente para meu lado logo seria do conhecimento do mesmo. Eu devia ter me controlado, mas o medo daquele ser... qualquer escuridão me trazia a imagem dele na cabeça.
saleta do lado direito escreveu: - Saia daqui... minha cabeça... ela vem mepegar... eu sinto.... saia....
O silêncio tomava conta do lugar, e então eu ouvia. De início pensei que era algo importante, mas então percebi que era algum maluco. A princípio ele também estava preso, na sala do lado direito. Ele estava tendo alguma alucinação, agora sobre o que eu não sabia. Seja lá quem ou o que for "ela", não me interessava. Sentei no colchão enquanto pensava no que eu poderia inventar para me livrar da possível morte, enquanto aquela voz continuava repetindo, com a mesma batida. Uma hora ela teria que parar pelo menos...
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Abr 09, 2017 4:20 pm

Baruch King:


Características - Baruch:

- PS: 14
- FdV: 7
- Vitalidade: Normal



Naquela noite fria, final de outono, Baruch se vê envolto por diversos cainitas. Olhando para os lados, este vê mais uma vez aquelas paredes de terra escavada e reforçada, um teto reforçado para não desmoronar, além de velas penduradas em pilares de sustentação, as únicas fontes de luz naquele salão. Aqueles são os domínios de Arthur Kingson, Arcebispo de Glasgow. Dezenas de metros abaixo do cemitério Glasgow Necropolis, um conjunto de túneis conecta grandes salões, quartos, além de outras salas que o Lasombra ainda não conseguiu entrar. Esta é a residência de Arthur e seu "centro de operações" para a investida contra Edimburgo.

Através dos relatórios enviados por sua mentora, a séculos Arthur e Anthony Hotgan, Príncipe de Edimburgo, vem lutando para consolidar seu poder sobre toda a Escócia. Contudo, nenhum dos dois conseguiu, ainda, encontrar uma brecha nas defesas do outro. Todas as tentativas de ambos os cainitas foram completamente infrutíferas, e o Sabá continuava dominando Glasgow, capital comercial da Escócia, enquanto a Camarilla dominava Edimburgo, sede real do poder escocês.

O barulho ao redor do Lasombra era absurdo. Todos os presentes estavam conversando de forma animada, cantando, ou mesmo brigando entre si. As notícias dos últimos dias foram bastante animadoras para o grupo. Mais e mais bandos se unem a causa de Arthur e seus cinco Bispos, Lugh, Anderson, Maisie, Jessie e Pietro, na tentativa de tomar Edimburgo. Uma última batalha para destruir completamente o domínio de Hotgan.

A cidade está um caos. Subindo ao topo da Catedral de Glasgow, prédio à frente do cemitério, é facilmente observado a quantidade absurda de cainitas esperando pelas ordens de Arthur para rumar em direção à capital escocesa e, pelo que Baruch ouviu falar, mais e mais membros da Espada estão espalhados pelas cidades e vilas vizinhas.

A vitória é certa. Pelo que todos falavam, os "Ratos assustados" da Camarilla se acostumaram com a paz que seu líder trouxe nos últimos 400 anos e não estavam preparados para o que estava por vir. Juntamente, o Lasombra ouve sussurros de que este mesmo líder foi sequestrado por Arthur, morto, destruído por uma arma que acreditava ser sua salvação... os mais diversos fatos se espalhavam pelos túneis... mas uma coisa era certa, Baruch nunca vira uma quantidade tão absurda de cainitas no mesmo lugar.

Aquela seria a primeira missão de Baruch após consagrar-se Inquisidor. Em seu último encontro com os membros da Inquisição, Anne havia comentado sobre a situação geral da Escócia e manifestou certa preocupação em relação ao que estava ocorrendo. Haviam indícios de que, na verdade, tudo aquilo não fosse somente uma simples invasão, mas sim algo muito mais nefasto. Contudo, não havia nenhuma prova conclusiva de algo...

Dessa forma, o grupo incumbiu Baruch de fazer uma primeira investigação, procurar provas sobre atos impróprios e alertar os membros da Inquisição sobre os acontecimentos. Em um primeiro momento, o Lasombra deveria unir-se a investida enquanto observava e, após uma semana, outro membro da Inquisição iria se unir a Baruch para auxiliá-lo, trazer informações um pouco mais concretas e levar o que eles conseguissem aos outros membros.

- Irmãos! - A voz de Arthur ecoa por todas as salas e túneis. - Peguem as chaves do inferno e libertem o Cérberos... eu quero ver a destruição, eu quero ver sangue, tragam-me a cabeça de Roden. - Todos na sala viram as cabeças para observar os demais sem entender bem a situação. - Os Deuses finalmente sorriram para nossa causa, acabamos de encontrar a peça que faltava no quebra-cabeça. A vitória será nossa.

O urro foi geral, quase como uma única voz. As paredes e o teto tremeram, e um pouco de areia caiu no chão. Arthur havia liberado a movimentação dos bandos em direção à Edimburgo. À frente de Baruch, duas crianças de aproximadamente 10 anos, que provavelmente faziam parte dos servos de Arthur, eram completamente desmembradas e seu sangue era derramado no rosto e corpo de seis vampiros. Com a movimentação dos seis, algumas gotas caem no rosto de Baruch.


Última edição por Fuuma Monou em Seg Abr 10, 2017 12:27 am, editado 2 vez(es)

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Beaumont em Dom Abr 09, 2017 5:41 pm

Era o inicio da noite e Markus estava quase pronto para iniciar sua caçada noturna pela verdade. Markus era um estudioso ... Um descobridor e sua natureza sempre o conduziu aonde os outros tinham receio de ir, por essa e outras coisas que ele preferiu não ter uma vida monotona como regente em um lugar preso sem a perspectiva de conhecer o desconhecido. 

(Equipamento Carregado)
Markus então reuniu as suas coisas, preferiu usar o manto vermelho por motivos obvios, amarrou o lenço azul com o efeito do escudo da presença maligna sob o manto no braço esquerdo o colete por baixo do manto , o calular no bolso e o colar com 9 pedras de infusão de vitae . A besta nas costas guardada em um estojo como se fosse uma grande mochila juntamente com os virotes e por fim a colt na cintura por baixo do manto pela cintura. 
 
o vampiro então caminhava para o lado de fora seus olhos rapidamente tomavam um aspecto avaliativo sobre o local. O poder auspicioso aumentava seus sentidos (Auspicios 1 - Sentidos Aguçados) Seu objetivo era observar o local pelo qual o avião havia aterrissado. Caso ninguem estivesse olhando ele discretamente rasgava uma ultima folha de um livro e usava a sedução das chamas próximo do corpo para queimar a folha          (Taumaturgia - Sedução das Chamas 2 - Gasto 1pds) e deixa a folhar cair no chão para dar continuidade ao (Ritual de Apresentação.)




Mensagem de Apresentação escreveu:- Markus Hunt , Aspirante a Astor da Casa Tremere de Las Vegas de Oitava Geração. Estou me apresentando em Edimburgo para pedir auxilio para vocês, Merle Bristol, Donald Carter & Caroline para encontrar Antony Hotgan. Neste exato momento estou me dirigindo a residência de Bristol para angariar o máximo de informações sobre o assunto. Estejam bem Membros do Clã.

Terminado de enviar a mensagem destinada apenas aos membros do Clã Tremere que estão na cidade, Markus fazia questão de frizar que conhecia Donald e Caroline na esperança de que eles se dirigissem para a capela de Bristol para ajuda-lo. Markus procuraria um taxi para conduzi-lo até o endereço de Bristol.



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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Diana Luna. em Dom Abr 09, 2017 6:18 pm

O lugar era um verdadeiro paraíso para essa gente caipira daqui. Pela decoração do lugar, é notável ver como eles gostam de pesca. Não foi à toa que o mortal que me ajudou a chegar aqui estava exercendo exatamente essa atividade.

- Entre e feche a porta ao passar. - Diz o homem. Sua voz é calma, mas distante e, provavelmente ele nem ao menos escutou o que a cainita falou. Assim que Alexia senta ele retoma. - Quem é você e o que quer aqui?

Minha primeira avaliação daquele homem e daquele lugar foi estranha. Eu até mesmo cheguei a crer que estava no lugar errado, que eu havia me enganado. Os modos daquele homem estavam longe de ser como os modos de um cavalheiro e, seria ele ao menos um cainita? Eu deveria ao menos verificar isso. Um mortal é sempre mais fácil de persuadir. (Off: Auspícios 2)

-- Boa noite, senhor Strauss. Meu nome é Alexia e Mirella é minha...mãe. Ela me instruiu a procurar o senhor. Eu preciso ir para longe. Preciso ir para a Escócia.

Ser reticente nunca é uma boa coisa, mas acho melhor ser cautelosa na quantidade de informação. Afinal, é um homem que eu acabei de conhecer e, para ser honesta, não me causou boa impressão.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Fox em Seg Abr 10, 2017 9:56 am

Jonah sentia uma frieza maior vindo de Simone. Talvez a presença dos outros dois Cainitas inspirasse isso nela. A esperança do Gangrel de que a situação virasse a seu favor se mostrava falha, pelo menos em parte. Ele não podia contar tudo. Não enquanto ainda houvessem inimigos ocultos por trás das tramas de sua história. Mas também não podia perder uma oportunidade chegar mais próximo de seu objetivo. Embora os dois pensamentos passassem por sua cabeça no momento, a sensação de que aqueles vampiros escondiam algo corroía-o por dentro. Com tantas incógnitas em jogo, o Peregrino decide revelar parte da verdade.

- Este sujeito, Baroc, é um criminoso, ou pelo menos é envolvido de alguma forma com esse tipo de coisa. Tenho rastreado ele como o suposto assassino de uma pessoa que conhecia, Amanda Rice.


Jonah não iria revelar mais informações do que necessário. A pessoa de Amanda não era familiar a ele, mas serviria como uma motivação a ser dada. Ele esperaria a reação dos três e o que eles teriam a dizer para seguir com suas ações.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Rian em Seg Abr 10, 2017 5:01 pm

Sozinho em um quarto escuro, sentado com minha calda que envolvia minha cintura, flashs vinham em minha mente, trazendo com as imagens de um Marcílius machucado, cheiro de sangue e as outras sensações animalescas do verdadeiro monstro que habitava aquele corpo. Com a sanidade de volta agora eu relembrava o que havia acontecido, ou ao menos parte.
Fúria e sangue. Um soco potente atingia o piso do quarto secreto de Marcílius enquanto eu o blasfemava e o amaldiçoava por seu oportunismo.
- Desgraçado!
Marcílius tinha se aproveitado muito bem da situação. Com a desculpa de evitar um mal maior ele dera o primeiro passo em direção ao laço de sangue. “- O filho da puta além de me laçar ainda deve achar que me fez um favor...”
- Maldição!
“- Ah mas isso não vai ficar assim, não vai mesmo!” Sentia um leve desejo de rever o ator, o efeito do sangue dele em meu corpo.
“- As minhas coisas não estão aqui... eu não importo em perder os equipamentos que ele me entregou na noite passada, mas a mochila... Ele não devia mexer naquela mochila! Bom, depois eu vejo isso. Ao que parece ele não vai aparecer aqui novamente tão cedo, isso me dá um tempo para olhar esse lugar com calma.”

Um desejo forte de quem precisava descobrir algo sobre Marcílius. Eu precisava encontrar um motivo. Minha antipatia por ele não podia ser mera coincidência. “- Marcílius tem que esconder alguma coisa e eu irei descobrir!”
Me colocava de pé a observar todo o ambiente, agora com cautela. Olhava para o piso, para as paredes e para o teto. “- Muito bem Rian, vamos lá! Você vai encontrar alguma pista sobre algo de errado que Marcílius esconda aqui.”
Me aproximava da foto. “- Eu olhei esta foto na noite passada, mas eu estava com muita pressa, o sol já estava nascendo, tem que haver alguma coisa aqui!”

Fechava meus olhos e me concentrava... aos poucos eu começava a escutar até a movimentação do ar naquela câmara isolada, os cheiros que ali ficaram, a cintilante variação da temperatura, o gosto de minha última refeição e meus olhos, assim que abertos, me mostravam um pequenos detalhes antes ignorados em qualquer direção antes olhada. Mais do que isso... eu me esforçava para captar não só os sentidos físicos... eu precisava sentir também algo que não fosse tangível, mas que tivesse deixado sua marca espectral naquele lugar, embora eu não era muito ligado nessas coisas imateriais. (auspícius - sentidos aguçados)

Após olhar, cheirava o quadro da foto. Além de mim e de Marcílius, que outros cheiros haviam ficado ali? Era o que eu tentava descobrir. Não diferente, fazia com o paladar, lambendo a moldura e tentando captar algum gosto que ali tinha ficado. Após investigar a foto, passo a verificar a parede onde ela tinha sido colocada. Com os ouvidos encostados na parede, tentava escutar “alguma coisa” por trás das aparências. Simultaneamente minhas mãos deslizavam pela parede, deixando que o tato “pescasse” qualquer coisa que não deveria estar ali. Estenderia o processo na área de todo o cômodo, até chegar na porta, onde eu repetiria o mesmo processo feito com o quadro da foto.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Seg Abr 10, 2017 6:07 pm


Aquela era a cena que explicava o motivo de Baruch achar seus companheiros do Santo Ofício mais sofisticados que os demais membros da Espada de Caim. O ambiente "animado" era, na verdade, um Inferno no qual Baruch mal podia ouvir seus pensamentos, quanto mais formular um plano para que pudesse coletar as informações que precisava. Seria incômodo trabalhar ali - Principalmente pela necessidade de fingir interesse em algo que nunca lhe encheu os olhos: A Grande Jyhad. De qualquer maneira, quanto mais domínios pertencentes às fileiras da Horda de Caim, melhor. E se houvesse, ali, alguma mácula Infernalista, o Guardião descobriria, e levaria o infiel à justiça do Santo Ofício.

Era inevitável ficar - de certo modo - impressionado com o poder reunido ali por Arthur. Bandos e mais bandos, lado-a-lado, lutando para destronar um Príncipe decadente e petrificado, com seu corpo paralisado - tanto no tempo quanto fisicamente - como os anciões de sua terra natal e da terra natal dos pais do Inquisidor.

-- Devo parabenizar-lhe, Arthur... - Dizia o Anjo, olhando para Arthur. Um leve sorriso de satisfação começava a aparecer no semblante frio do Lasombra. -- Estou bastante satisfeito com o poder reunido por você. É um belo contingente de soldados... Roden terá um grande problema em suas mãos.



- Irmãos! Peguem as chaves do inferno e libertem o Cérberos... eu quero ver a destruição, eu quero ver sangue, tragam-me a cabeça de Roden. Os Deuses finalmente sorriram para nossa causa, acabamos de encontrar a peça que faltava no quebra-cabeça. A vitória será nossa..


-- Você parece não ter, apenas, um plano... - O Inquisidor encarava o Arce-Bispo, esperando que ele caísse na pequena armadilha. Enquanto aguardava o que Arthur diria, Baruch acionava o gravador de seu celular, dentro de um de seus bolsos. -- Você parece ter uma carta na manga. Uma arma que lhe assegurará a vitória...

Baruch apresentará um olhar interessado para o Arce-bispo, com uma expressão de curiosidade. Sob essa máscara de curiosidade, ele usaria sua percepção sobrenatural para ler as impressões da Aura do cainita.¹

-- Que grande carta na manga seria esta, meu caro? - A pequena armadilha havia sido armada.
Bastava que o Bispo caísse nela. Uma única pista seria o suficiente.
-- Um grande estrategista não arriscaria um número tão grande soldados sem que tivesse a certeza da vitória...

-- A propósito, meu caro Arthur, aproveitando que deixei o forte do Santo Ofício e vim para seu domínio, gostaria de perguntar-lhe uma coisa... Você não conheceria um bom ferreiro, especialista em lâminas tradicionais europeias, conheceria? Admito que ando interessado em uma lâmina muito familiar para vocês, Escoceses...



1: Auspícios 2 - Percepção de Aura

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Nós queremos ver você se curvar à escuridão. Você quer nos seguir através da noite? Você nunca morrerá como uma criança da noite
Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





Spoiler:

"Penso, Logo Existo"
- Sussurros, pois ninguém deve nos ouvir.
-- Por que não falamos de igual para igual?
--- Gritos, pois devo ser ouvido.
*Atos, pois não devo confiar apenas nas palavras.*
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Abr 11, 2017 12:22 pm

Arnald Bradley:

Características - Arnold:


- PS: 7
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Ao que parece, a sina de Arnald após ofender o Xerife de Edimburgo tornou-se ser transferido de uma prisão para a outra. Embora a escuridão fosse um fator constante nos locais escolhidos por Roden, dessa vez não havia o cheiro de sangue preenchendo as narinas do Ventrue. Contudo, isso era muito estranho. Marcílius havia falado que Roden poderia tê-lo matado por desconfiar que ele bebera o sangue da vampira no shopping, os homens do Xerife falaram que ele não teria pena nenhuma em enforcar ou arrancar cabeça de quem quer que fosse... enquanto ele ainda estava ali, sendo levado de uma sala escura para a outra.

O barulho na sala ao lado não cessa. De forma repetida, as batidas seguem unidas ao som da voz que mantém o mesmo tom e dizeres. E assim a noite se arrasta até mais um nascer do sol, e mais uma vez Arnald se vê, em sonho, na clareira. Ao seu redor somente árvores, à sua frente, uma grande fogueira que deixa sua cor vermelho-alaranjado em todas as direções. O céu escuro, sem estrelas. Uma cabana de madeira atrás da fogueira. O som ritmado de algo que lembra a voz de várias pessoas cantarolando uma canção sem abrir a boca., só deixando o ar escapar pelas narinas.

De repente ele aparece. A sombra. As pernas do Ventrue não aguentam e este cai deitado no chão perante aquela presença aterradora. Medo, este é o único sentimento que preenche a mente do vampiro, e todos os nervos respondem somente a isso. O cavaleiro de trevas é formado e anda em direção à Arnald, desta vez aproximando-se ainda mais. Sua aproximação é o suficiente para que o cainita consiga ver o contraste de algo que lembra um rosto na massa escura que forma a cabeça do ser.

Se este pesadelo levou minutos ou horas para acabar, o cainita não tinha como responder, mas quando a sombra estava a não mais que três metros de si seus olhos abriram e ele se viu novamente no quarto escuro. Mas agora seus braços e pernas estavam livres, e um pouco de sua sede havia sido saciada, embora o buraco no peito ainda estivesse presente e bastante dolorido.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Abr 12, 2017 12:07 am

Makus F. Hunt:


Envolto em escuridão, Markus encontra seus objetos pessoais e, ainda dentro do quarto no jato, prepara-se para seguir sua jornada em direção à residência de Bristol. Primeiramente, o Tremere encanta a faixa azul que carrega consigo e a prende em seu corpo, realizando assim o ritual de proteção. Uma hora é gasta para a realização deste processo.

Com tudo pronto, Markus segue a pouca luz que vem, provavelmente, da porta do local em que o avião fora guardado e consegue sair de dentro do mesmo. A distância entre a porta do avião e a fonte da luz é de aproximadamente 200 metros, talvez um pouco mais. Logo ao descer os primeiros degraus da aeronave, Markus ativa seus dons sobrenaturais, permitindo uma melhor compreensão do lugar através de uma potencialização de seus sentidos.

Ao longe o Tremere ouve o som de aviões pousando e levantando voo, o que dá um forte indicio de que ele está dentro do aeroporto, talvez um galpão próprio de Bristol ou do Clã dentro de Edimburgo. Somado a isso, ele ouve também o som do motor de um carro aproximando-se. Com sua visão aumentada, o Tremere vê que há uma movimentação do lado de fora do salão. Um carro para do lado de fora. Um homem para do lado de fora e abre a porta, adentrando ao lugar. Markus não consegue ver o seu rosto e, pela posição em que a pessoa está ela certamente não conseguiria ver o cainita que acabara de descer a escada, pois a luz do lado exterior não chega até o avião.

Uma névoa branca acompanha o recém-chegado e espalha-se por toda a área até que este fecha a porta.


Off: Se você for manter o ritual da apresentação pode repeti-lo aqui.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Abr 12, 2017 12:27 am

Alexia Grimaldi:



Rolagem de Dados - Alexia:

Alexia: Percepção da aura - 0 Sucesso(s)

Alexia: Percepção - -1 Sucesso(s)


Logo ao entrar na saleta de Armand Alexia sente-se completamente deslocada, e, em sua mente, ela se pergunta se realmente está no lugar correto. Os modos do homem que a recebeu foram completamente contrários aqueles que a cainita esperava encontrar em seu "salvador". Dessa forma, seu primeiro impulso foi utilizar-se de seus dons para saber se aquele sentado à sua frente era um humano ou cainita. A leitura da aura do homem pouco ou nada ajudou, pois o resultado foi completamente nulo. Será que aquele ser era algo aquém de seus poderes, ou naquele momento os seus poderes lhe falhavam? Era impossível saber, mas o que a jovem percebia é que nenhuma informação era obtida por aquela via de investigação.

Sentado em sua cadeira, o homem olha diretamente para Alexia, fixando seus olhos diretamente nos olhos da garota. Ao ouvir o nome de Mirella, ele não esboça nenhuma mudança de comportamento... nada. E, como se aquele nome não lhe tivesse nenhuma importância, ele simplesmente responde:

- Mirella... não sei se já ouvi esse nome em toda a minha vida. - Em seu rosto a impaciência surge. - Diga-me o que você realmente quer que eu faça? Você precisa ir à Escócia? Eu queria ter um minuto de descanso para ir pescar na água que está logo ai na frente.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Abr 13, 2017 11:01 am

Jonah Fox:


Rolagem de Dados - Fox:

Fox: Percepção - 3 Sucesso(s)






Jonah Fox escreveu:- Este sujeito, Baroc, é um criminoso, ou pelo menos é envolvido de alguma forma com esse tipo de coisa. Tenho rastreado ele como o suposto assassino de uma pessoa que conhecia, Amanda Rice.


Ao proferir estas palavras Fox sente que algo no ar mudou. Não somente em Simone, mas no rosto de Toni e Tomas transparece um misto de preocupação e medo. O que será que levou a tamanha mudança? Naquele exato momento o Gangrel não saberia precisar. Jonah vê que os olhos de seus dois anfitriões se encontram e rapidamente suas feições retornam ao que estava antes. Tudo isso não leva mais que alguns segundos, mas fora tempo o suficiente para permitir ao cainita perceber que algo está muito estranho.

Após um tempo de silêncio entre os quatro, Tomas resolve voltar a falar:

- Hum... então alguém te contratou para participar desta busca ou estais fazendo isso por vingança pela morte de sua conhecida?

- E este assassino é um cainita como nós, um humano ou alguma outra criatura sobrenatural? - Pergunta Toni.

- Ele já me disse que não sabe nada sobre esse tal de Baroc, nem ao menos se ela é um vampiro ou não. Se ele resolveu tornar-se uma criatura boa e trabalhar na caridade entregando sopa para os pobres ele nunca vai saber. - Respondia Simone ao questionamento de Tomas. Em sua voz havia um certo desdem.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Abr 13, 2017 12:32 pm

Rian:

Rolagem de Dados - Rian:

Rian: Autocontrole - -1 Sucesso(s)

Rian: Percepção - 2 Sucesso(s)

Rian: Raciocínio - 1 Sucesso(s)



Finalmente Rian encontra a oportunidade tão esperada de investigar Marcílius e descobrir o porque de sua antipatia pelo Ator ser tão grande e crescente. Em sua mente, não haveria um motivo para existir tamanha aversão ao cainita se este não fosse realmente culpado. Até mesmo a ação de entregar seu próprio sangue para impedir que o Gangrel causasse a loucura nas ruas de Edimburgo, que não precisaria de nenhuma ajuda para ocorrer devido a noite anterior, é visto simplesmente como uma forma de impor um Laço de Sangue.

Olhando para o teto, Rian percebe algo interessante. Pela disposição dos cômodos na casa, o desenho daquele cômodo secreto parece estar tomando também o subterrâneo da casa vizinha. Um indicativo de que a casa de Marcílius é mais antiga que as demais daquela rua, pelo menos que a sua vizinha. As paredes de pedra também são um indicativo de que aquela estrutura é bastante antiga em comparação a sua vizinhança.

O Gangrel para na frente do quadro de Peter, Edward e Marcílius mais jovens. Que tipo de relação esses três possuíam em sua juventude? Naquele momento seria impossível para Rian saber. Na foto, os três pareciam ser bastante próximos, embora eles não estivessem sorrindo no quadro, era palpável em seus olhares que cada um deles estava aproveitando a presença dos demais.

Abrindo-se para os sentidos animalescos da Besta, Rian potencializa suas capacidades naturais de visão, olfato e audição. O odor de umidade preenche as narinas do Gangrel. As cores vivas da tinta no painel e as imperfeições que o pincel deixou ao passar pela tela ao reproduzir a imagem dos três cainitas se tornam completamente nítidas para Rian. Ao passar sua língua pela madeira da moldura, o gosto amargo de verniz preenche sua boca completamente.

Olhando para o lado, a caixa de madeira entalhada continua lá. Ao tentar sentir os odores no quadro, Rian sente um outro cheiro, muito mais forte que qualquer outro. Ele simplesmente larga o quadro, deixando-o cair no chão. Seu corpo move-se sem a sua vontade. Ele começa a subir as escadas seguindo aquele doce odor. Ao chegar no topo, ele reconhece a fonte de tão maravilhoso cheiro, a camisa com o sangue de Marcílius que ele havia deixado ali em cima. Pegando a camisa em suas mãos, Rian estende a língua e começa a lambê-la tentando obter um pouco mais daquela vitae saborosa.


Off: Você não caiu em frenesi. Só precisa gastar 1FdV para "anular" o efeito temporariamente.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Rian em Qui Abr 13, 2017 3:22 pm

Inicialmente eu conseguia algumas pistas sobre a casa de Marcílius. Parte dela estava embaixo de uma casa vizinha, o que indicava que a casa do cainita era mais antiga que as demais construções do bairro. "- Como pode justo a casa dele ficar intacta após vários anos e após ataques do Sabá?! E mais uma vez ela não foi atacada... tem alguma coisa errada aí!"
Olhando para a foto agora com mais perícia eu tentava detectar algo que não deveria estar ali na foto ou algo que não deveria estar e que estava. O anel de Roden? A caixa de pandora? Algum detalhe que havia passado desapercebido em algum dos cainitas? Tudo isto eu tentava descobrir.

Logo o sentido do olfato parecia me dar uma pista. Rapidamente eu seguia a trilha do cheiro, subindo as escadas até perto da porta, e então logo descobria que havia caído em uma armadilha criada por mim mesmo. "- Ai droga!! O sangue de novo! Eu esqueci dessa parte! Que ingênuo que eu fui!" Imediatamente deixava meu olfato voltar ao normal. Ficaria apenas com a audição, a visão e o tato. Concentrava a minha mente na figura da minha irmã mais uma vez. Ela sempre me dava forças quando eu precisava, mesmo que apenas em pensamentos (-1FV). Começava a me sentir mentalmente cansado... e junto com o cansaço mental as minhas feridas voltavam a arder.
"- droga... estou passando por dias difíceis aqui na Escócia!" Um leve desejo de rever Marcílius também vinha em meu coração. Era o efeito nefasto do laço em sua primeira manifestação. Rapidamente eu o sufocava, tentando afastar a lembrança do ator. Ele seria meu desafeto e não o meu ídolo. Levava a camiseta suja de sangue a jogava dentro de um dos caixões, numa tentativa de tentar isolar o cheiro. No entanto não faria isso com o esquife de Marcílius, pois naquele instante me ocorria a ideia de investigar o seu leito. Abria o caixão de Marcílius e procurava por cada tampa, por cada fundo falso que pudesse haver ali. Quem sabe aquele louco ficasse acariciando algum "anel do poder" ou algo do tipo antes de pegar no sono.

Feito isto, eu passaria a apalpar com minhas mãos as paredes de pedra daquele lugar. Havia a possibilidade de que uma delas pudesse conter um plug ou um compartimento, um cofre secreto...

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Abr 14, 2017 1:51 am

Baruch King:



Rolagem de Dados - Baruch:

Baruch: Percepção da Aura - 2 Sucesso(s)


Em um canto do salão Baruch observa todos os presentes enquanto trata de consolidar seu plano de atuação, quando Arthur entra no salão. Ao lado do Arcebispo estão o Bispo Anderson e uma mulher que constantemente é vista ao lado dele, mas que o Lasombra não fora apresentado ainda. Sua primeira reação é aproximar-se do Arcebispo para saudá-lo.

Baruch escreveu:-- Devo parabenizar-lhe, Arthur... Estou bastante satisfeito com o poder reunido por você. É um belo contingente de soldados... Roden terá um grande problema em suas mãos.

O senhor de Glasgow faz somente um leve movimento com a cabeça, acenando de forma afirmativa. Os olhos do cainita varrem rapidamente todo o salão. Um sorriso de triunfo está marcado no rosto de Arthur, e certamente este está presente naquele salão para comunicar algo importante, pois ele dificilmente tem saído de sua sala de reuniões, onde fica a maior parte do tempo com os cinco Bispos.

Imagens - Arthur, Anderson e Mulher:










Arthur escreveu:- Irmãos! Peguem as chaves do inferno e libertem o Cérberos... eu quero ver a destruição, eu quero ver sangue, tragam-me a cabeça de Roden. Os Deuses finalmente sorriram para nossa causa, acabamos de encontrar a peça que faltava no quebra-cabeça. A vitória será nossa..

Sua voz é forte e ecoa por todo o lugar. Ao ver a resposta dos presentes à suas palavras, Arthur prepara-se para sair do salão quando Baruch volta a falar.

- Baruch, não é esse o seu nome? - Em seus olhos havia um brilho, um fogo, como se o cainita já estivesse criando em sua mente o que aconteceria com Edimburgo, e esse pensamento transparecesse em seu olhar. - Eu tenho neste país uma boa parte de toda a Seita do Velho Mundo. Minha arma secreta, como você diz, é o poder para dominar tudo o que está à minha frente, sem que haja nada no meu caminho. - Durante toda a conversa, a aura de Arthur mantém-se em um tom de violeta pálido. - Agora retornarei a minha sala para finalizarmos os últimos passos. - Ele recomeça seu caminhar em direção a entrada e some do olhar dos presentes quando vira à direita junto da mulher.

Contudo Anderson mantém-se no lugar.

- Sobre a sua espada, você pode falar comigo que talvez eu possa fazer algo por ti. - Um sorriso malicioso se forma em seu rosto. - Mas antes me diga. Nos dois dias que você passou sob nosso teto, encontrou algum bando em que queira entrar para participar do ataque? Eu tenho dois sob minha "tutela" que podem se encaixar bastante no que acredito ser o seu estilo....

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Undead King em Sex Abr 14, 2017 10:10 am

Sentando, naquele colchão velho e duro, esperei a noite passar. Não parecia que nada que eu pudesse fazer iria surtir efeito numa possível tentativa de fuga minha, pelo menos era isso que aparentava. Fiquei "sozinho" novamente, com aquela batida se repetindo, repetindo, repetindo... a noite iria realmente demorar a terminar...
A dor no meu peito ainda incomodava, não tanto quanto antes, graças às curas anteriores. Por algum tempo eu tinha até me esquecido da presença da ferida, eu estava focado demais no meu plano, mas agora que tudo deu errado, ela voltou a me incomodar, juntamente com a fome. Pelo menos eu não estava tendo que aguentar aquele cheiro constante de sangue no ar. Antes, eu me sentia como um cara que tinha ficado 5 dias sem comer, e na frente dele tinha um bife delicioso, mas que ele não pudesse pegar. Agora eu me sentia somente esfomeado. E tudo isso, apenas porque falei umas verdades ao Roden. Não me arrependo, na verdade, ainda vou prosseguir até desmascará-lo, e mostrar para todos que ele é um traidor desgraçado. Terei o respeito do clã Ventrue e da Camarilla, finalmente.

O tempo realmente demorava a passar, cada batida na parede era como um segundo sendo contabilizado, e a noite tem muitos segundos. Aquele desgraçado não parava de bater na parede, parecia incansável, e puta que pariu, isso já estava me irritando! Levantei e me movi com dificuldade até a parede, e joguei o peso das algemas para trás, e totalmente para frente depois, esmurrando a parede - Cala a boca! Tem gente querendo descansar! - Berrei para quem quer que estivesse fazendo essa droga de barulho. Voltei e sentei no colchão, e aproveitando o tempo sozinho, resolvi analisar o ferimento no meu peito. A vontade de me curar era grande, mas eu sabia que se eu perdesse só mais um pouco do meu sangue, talvez não conseguisse me controlar mais. Eu estava no limite.
Mais tempo passava... Roden era um tremendo de um maníaco, era essa conclusão que eu chegava. Ele aparentemente matava quem lhe falhasse, quem lhe desobedecesse, quem falasse qualquer coisa ofensiva sobre ele. E eu era um tremendo de um sortudo, se fosse pensar nisso. Fiz quase tudo isso, e continuava vivo. E nessa vida, tudo tinha motivo. E eu sabia que eu estava vivo só porque ele tinha interesse nisso. Eu percebi a raiva dele quando falei que tomei o sangue daquela mulher, ele só não me eliminou ali porque...  sei lá o porquê! Eu sei que ele tinha uso para mim, e esse uso tinha algo com aquele ser... Mas eu não poderia deduzir nada por enquanto.

Ele vinha, numa noite sem estrelas, com a única fonte de iluminação advinda de uma fogueira gigante. Eu não era um cara covarde, mas novamente um pavor inigualável tomava conta de mim. Eu caía, e não conseguia fazer mais nada. A canção ecoava pelo ambiente, como uma melodia macabra de um filme de terror, enquanto o cavaleiro sombrio se aproximava. Eu não conseguia me mover, o meu corpo estava preso pelo medo. Ele se aproximava mais do que dá última noite. Conseguia distinguir alguns detalhes, e faltando pouco mais do que alguns metros, eu acordei. Pisquei os olhos com força, por um momento eu tinha perdido a noção de onde estava. Eu me senti melhor, estava saciado, por algum motivo. Alguém entrou na cela enquanto eu dormia, e me deu sangue. Rapidamente eu focava ele na região do meu peito que estava aberta  (-1PDS), e olhava em volta, procurando qualquer coisa diferente.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Abr 14, 2017 2:43 pm

Rian:

Rolagem de Dados - Rian:

Rian: Investigação - 0 Sucesso(s)


Rian observa atentamente o quadro e o que ele representa. Os três garotos estão lado a lado em uma área de grama verde, ao fundo há uma estrada de paralelepípedos e algumas casas, além de, bem ao fundo, algo que lembra o castelo de Edimburgo que Rian "visitara" no dia anterior. Ao redor dos três há algumas árvores. Pela forma da rua e a disposição das casas ao fundo, é possível que aquele quadro tenha sido pintado na mesma rua em que Rian está agora. Contudo, todas as ruas que o Gangrel passou no tempo que está em solo escocês são praticamente idênticas...

A procura de Rian o leva até a camisa suja de sangue que ele mesmo havia deixado no topo da escada. Enquanto lambia o vitae deixado por Marcílius na roupa, o Gangrel percebe a loucura que está tentando se apossar de seu corpo e, procurando manter o foco em sua missão pessoal, trás a mente o grande amor de sua vida, sua irmã. Com isso ele consegue retomar o controle de seu corpo e mente, desce a escadaria, larga rapidamente a camisa dentro do caixão do meio e segue sua investigação dentro do caixão que ele acreditava ser do Ator, o primeiro da esquerda para a direita.

Assim como o caixão onde ele dormira na noite anterior, neste havia somente um tecido roxo de seda que cobre toda sua extensão. Uma almofada macia fica abaixo deste na posição da cabeça. Todo o fundo é acolchoado, como uma boa cama de hotel. Ao observar mais atentamente a madeira interna do caixão, Rian percebe uma pequena saliência e, ao abri-la, uma foto antiga, em preto e branco, de uma mulher é apresentada ao Gangrel. Está está em um balanço, provavelmente, e suas roupas lembram um pouco a vestimenta que os homens usavam no final do século XVIII início do XIX. Seu rosto é belo e jovem, embora seu olhar mostre uma certa preocupação com algo... mas hoje somente especulações poderiam ser feitas pelo Gangrel.

Imagem - Mulher:



A foto foi a única coisa encontrada por Rian dentro do caixão. Dessa forma, ele segue apalpando as paredes a procura de algum mecanismo secreto. Durante os próximos 20-30 minutos ele tateia sem sucesso as pedras da parede do cômodo, parando novamente na frente da porta do lado esquerdo da escada.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Abr 14, 2017 9:47 pm

Arnald Bradley:


Características - Arnald:

- PS: 6
- FdV: 5
- Vitalidade: Ferido Gravemente (Letal)



- Não cara... ela vem sempre que fecho os olhos... antes era só quando dormia, mas agora é o tempo todo... - A voz respondia ao grito de Arnald. As palavras saiam de forma rápida com palavras sendo atropeladas por outras. O dono da voz parecia estar ficando maluco com algo. - Estou aqui a dias, parte do meu couro cabeludo já foi embora com as cabeçadas de estou dando na parede... mas ela não sai... - Embora aparentasse sinais de loucura, ainda havia alguma sanidade no dono da voz. - E se você está aqui é porque já começou também.. não é? Você tem sonhado com ela não? - O som das pancadas continuava, isto é, o que está na outra sala continua batendo a cabeça na parede com muita força, ou pelo menos é isso que ele quer que Arnald acredite. - Cara, fale algo comigo... quem sabe assim essa loucura passe... não havia tentado isso antes, nem com a mulher que estava ai antes...


Off: É contigo manter ou não a conversa... Abaixo segue a continuação da noite posterior.


Ao acordar sentindo-se levemente saciado, Arnald procura rapidamente curar-se do dano causado por Roden em seu peito. Embora estivesse cicatrizando, o espaço vazio onde antes havia uma estaca ainda era visível. Dessa forma, concentrando seu sangue no local aberto, as camadas de tecido acabam reconstituindo-se um pouco mais, formando algo que lembra um fino tecido de seda que recobre toda a extensão do ferimento em ambos os lados. A escuridão que preenche todo o ambiente impede que o Ventrue veja qualquer coisa acontecendo, mas as sensações no seu corpo são o suficiente para indicar ao cainita o que está acontecendo.

Na escuridão completa, Arnald ouve o som de alguém ou alguma coisa batendo palmas. Uma, duas, três... o som ecoa por todas as paredes do quarto. Embora não possa ver, o Ventrue sabe que o som vem de dentro do quarto em que ele está preso. Contudo, em um primeiro momento ele não consegue distinguir de onde vem.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Beaumont em Sex Abr 14, 2017 10:07 pm

Markus estava prestes a dar seguimento ao ritual de apresentação quando alguém está a ponto de entrar no galpão. Markus então hesita e desiste de usar suas chamas ou chamaria demais a atenção. 

"Quem seria ? O Lacaio de Bistrol talvez ?.." 

Mesmo o sentido aguçado da visão não dava uma percepção clara  de quem estava entrando. Markus precisou se concentrar e invadir a mente do suposto invasor para obter uma resposta simples : 

A identidade do suposto invasor. (Auspicios 4 - Telepatia 9 dados +1FDV caso seja uma criatura sobrenatural) 

"Eu preciso saber quem está aqui, não posso me dar ao luxo de ficar desprotegido quando principe da cidade está desaparecido." 

Markus se mantinha onde estava e se agaichava já que a visibilidade ali era precaria para alguém avista-lo. Ele posicionava sua mão pegando a colt em sua cintura. Deixaria para fazer o ritual de apresentação depois que tudo estivesse bem.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

Mensagem por Diana Luna. em Sab Abr 15, 2017 12:14 am

De alguma forma, a leitura de sua aura me foi impossível. Talvez eu ainda esteja estranhando esse novo poder e não consegui aprender ainda como usá-lo corretamente; ou talvez esse homem rude não seja exatamente o que aparenta ser. Eu preciso tomar cuidado.

- Mirella... não sei se já ouvi esse nome em toda a minha vida.
- Em seu rosto a impaciência surge. - Diga-me o que você realmente quer que eu faça? Você precisa ir à Escócia? Eu queria ter um minuto de descanso para ir pescar na água que está logo ai na frente.

A cada ato e fala ele indica a mesma coisa: somente mais um homem caipira, rude,  pacóvio. No entanto, isso seria exatamente a atitude de alguém que espera ocultar a verdadeira natureza. Seria exatamente a atitude correta para alimentar um engodo. Por um momento eu considero tomar uma ação mais drástica, mas isso seria insensato, provavelmente. Eu não conheço esse homem.

-- Talvez o senhor esteja achando que eu esteja mentindo, mas não estou. Sei que não há motivo para confiar em mim, afinal é a primeira vez que nos falamos. Mas só estou fazendo o que Mirella disse. Ela disse que você pode me ajudar a sumir. Entende, senhor? Eu preciso desaparecer. Per favore, me leve de volta ao velho mundo. -- Eu então o toco suavemente em sua mão, de forma intencional. Talvez as minhas peculiaridades¹ tenham um efeito dramático, e façam ele mudar de opinião.

Off - ¹: Toque de congelamento e Marca do Amaldiçoado.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Os Filhos de Badb

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