O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Rian em Dom Mar 19, 2017 11:53 am

Por um instante eu estava lá de novo, e não o Animal. “- What a fuck?!! Mas que bagunça....” O monstro era muito mais forte e terrível do que eu imaginava. Sabia que precisava contê-lo, pois seria muito perigoso deixar a fera escapar novamente. Se os meus ferimentos da noite passada ainda doíam, eu mal tinha tempo para pensar na dor. O cheiro do sangue estava por todo lado, inclusive na camisa emprestada de Marcílius.
“ – A besta não vai descansar enquanto tiver sentido esse cheiro...”
Além disso, tudo estava.... um pouco diferente. A fera havia ativado alguns níveis da metamorfose... “- Esse monstro está assumindo o controle do meu corpo, isso é assustador!”. Deixava minha visão voltar ao normal e aproveitava as garras para rasgar a camisa de Marcílius e jogá-la para longe de mim, mas não sem antes limpar minha boca e meu pescoço rapidamente. Se possível, faria isso antes de me trancar nos aposentos de Marcílius, para não ter que abrir a porta novamente.
Lá naquele apertado escuro e isolado ambiente eu me concentrava... “- Vamos Rian, pense no seu objetivo aqui em Edimburgo. Pense em sua irmã, você precisa voltar pra ela. Não pode permitir que a Besta volte no seu lugar....” (-1FV)

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Mar 19, 2017 1:08 pm

Markus F. Hunt:

Não havendo resultados em sua pesquisa sobre o termo Verbena relacionado ao mundo das trevas, Markus fixa sua mente nos endereços descritos por Bristol em seu banco de dados. O Regente havia, em uma primeira vista, facilitado o trabalho do Tremere, pois todos os possíveis alvos já estavam todos tabelados e com suas posições discriminadas.

- Há algo que você quer que eu faça? - Pergunta Kate ao ver que Markus largou os livros sem ter parado em nada por muito tempo.

As horas vão se passando e aos poucos a mente e o corpo do Tremere começam a mostrar indícios de que o dia logo vai nascer. Njord abre a porta da cabine do piloto e caminha em direção a Markus e Katy.

- Senhor Hunt. O quarto no final do jato é completamente adaptado para não haver intromissão de luz durante o seu descanso. No momento em que sua porta for fechada, é impossível a entrada de qualquer luminosidade. Portanto, quando estiveres se sentindo cansado, podes entrar e esperar que, no momento em que a porta for aberta novamente, nós seguiremos de carro até a residência do senhor Bristol. - Com isso dito, o piloto segue novamente à cabine.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Mar 19, 2017 1:32 pm

Rian:


Rolagem de Dados - Rian:

Rian: Autocontrole - 1 Sucesso(s)



Rian consegue manter sua consciência por um pouco mais de tempo, quanto a mais? É impossível dizer. Contudo, isso é o suficiente para que o Gangrel veja a si mesmo, o sangue espalhado por todos os lados de seu corpo. Usando a própria camisa que Marcílius lhe dera, Rian limpa o quanto pode da vitae do Ator. Subindo novamente as escadas, ele tenta usar o botão para abrir novamente a porta e lançar a camisa fora. Ao aproximar-se ele logo vê que será impossível, pois quando entrou no aposento privado de Marcílius ele destruiu o mecanismo que o permitiria sair.

Ele poderia tentar quebrar a porta, mas isso só o deixaria com uma barreira a menos se ocorresse da Besta se libertar novamente. Pouco a pouco a sede e a vontade superior da Besta começam a sumir, e Rian sabe que está perto de aquietar o animal que vive dentro de si. Ele foca sua mente na irmã, o que lhe ajuda a não perder a cabeça novamente.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fox em Dom Mar 19, 2017 5:24 pm

Fox atravessa a porta escusa e desce pela escadaria circular. O que ele encontra embaixo não é muito diferente do que ele esperava. Apesar de habitado por criaturas sobrenaturais, o lugar era como qualquer casa de festa dos dias atuais. Mesmo as tendências mortais influenciavam os gostos e diversões daqueles seres. No entanto, o que impressiona o Gangrel é a grande quantidade de pessoas. Sua dúvida intensifica, até que um de seus acompanhantes explica em resposta.

- Aqui nós temos um pouco de tudo... As criaturas que governam este lugar tem regras bastante rígidas e conseguem manter todos sossegados. Eles são criaturas bastante antigas e ninguém teria coragem de infringir suas leis. Mas vamos sentar, temos algo à conversar, não é mesmo?

Jonah percebe a evasão de Tomas à sua pergunta. Talvez ele não quisesse revelar isso a alguém em quem não confiasse ainda, ou talvez ele realmente não soubesse. De qualquer forma, não era algo tão importante, o Gangrel estava mesmo interessado no que poderia descobrir sobre Baroc, sobre o que Simone sabia e sobre a cidade daqueles três.

- Claro, só fiquei curioso.

Ao chegar ao topo da escada, Jonah pode ter uma visão panorâmica do lugar. Ele observa atentamente cada um, tentando identificar e marcar os rostos mais chamativos. Isso toma alguns segundos, até que seu ato é interrompido. Seu rosto vira para o novo visitante. A princípio, os olhos do sujeito tiram toda a atenção de Fox, à medida que suas íris se fundem às pupilas, tornando-se uma elipse vertical achatada. Depois, sua língua bifurcada sai de sua boca, emitindo as palavras:

- Teremos uma festa aqui em cima também, ou você poderia me dar licença...

Sem saber o real motivo, o sangue de Fox fervilha. A atitude do homem não era das mais amigáveis e o Gangrel não tinha essa qualidade também. Ainda fitando o sujeito, seus olhos, que passam total seriedade, se tornam rubros (Metamorfose 1), transparecendo o olhar da sua Besta interior. Ele move-se do caminho, deixando o pequeno espaço para que ele passe a frente. No entanto, com o olhar ainda fixo no homem, ele questiona seu companheiro em alto e bom tom.

- Toni. Os nossos anfitriões tem alguma regra sobre violência?
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Diana Luna. em Dom Mar 19, 2017 7:59 pm

Não demorou muito para que eu encontrasse funcionários do porto, dividos em tarefas. Alguns estavam limpando, outros pareciam estar arrumando ou calibrando alguma máquina que eu não sabia ali, naquela hora, reconhecer.

O quinteto, que parecia fazer parte da equipe da equipe de limpeza, foi a minha escolha. Me aproximei educadamente e os chamei.

- Com licença, senhores. Eu preciso saber onde está Armand. Algum de vocês sabem onde ele se encontra?
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Beaumont em Dom Mar 19, 2017 9:39 pm

Kate escreveu:- Há algo que você quer que eu faça? 

Markus ergue o corpo alongando os dois braços paralelos ao seu corpo enquanto ouvia o questionamento de Kate. Logo depois usou o celular para fazer uma transferencia bancária do mil doláres para a conta de Kate, essa era uma das formas com a qual ele costumava pagar parte dos serviços da garota. 

- Eu preciso descansar um pouco, tive uma longa noite e estou com sérias suspeitas que a próxima também será. Eu depositei parte da quantia referente ao trabalho que faremos aqui na Europa. A outra metade eu entrego quando terminarmos, aproveite para conhecer a cidade quando aterrisarmos, eu terei de visitar um velho amigo e ele provavelmente será arredio a sua presença. Manetenha o telefone próximo pois eu ligarei para você com certeza. 

Markus aproveita o momento em que se virava para poder se concentrar na mente de Kate descobrir o que ela estava pensando sobre tudo aquilo que ela descobriu naquela noite. (Telepatia - 7 Dados)


"Talvez seja melhor encontrar com Bistrol sozinho. A ultima coisa que Bistrol vai precisar é mais uma carniçal envolvida nessa história toda."

E por fim Markus se retirava para o quarto, aproveitava o momento em que estaria só para usar o seu próprio sangue para realizar o ritual do refugio sagrado nas fendas do quarto. (1Pds Gasto) Então ele já poderia se recolher para uma nova noite.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Undead King em Seg Mar 20, 2017 10:02 am

A influência sobrenatural pairava sobre os outros dois homens do Xerife, mas parecia que eles não eram afetados por ela. Eu pretendia tentar mais uma vez,  não iria desistir logo na segunda tentativa, porém no meio tempo em que eles me carregavam e eu tentava usar a Presença neles, acabamos chegando numa cabana, e nela estava Roden. Se ele percebesse o que eu estava fazendo, eu seria totalmente destruído, e não queria isso. A única coisa que eu fiz foi encarar o Xerife, sem tentar esconder a minha raiva dele naquele momento. Eu iria fazer esse jogo virar, a se iria... ganhar status na Camarilla e ainda ferrar com ele era algo que eu almejava, só precisava de provas e do meu celular de volta. Antes que me aproximasse muito, Roden entrava na cabana. Não entendi o porquê de me arrastarem de uma fortaleza até uma cabana no meio de uma floresta, era algo sem sentido para mim, porém, quando os homens do Roden me levaram para dentro, um elevador, dentro daquela cabana no meio da floresta, me esperava.

Conforme o elevador ia descendo, aproveitei a falta de qualquer pessoa ali para tentar trazer os homens do Xerife para o meu lado novamente, (Presença 3 neles) fazendo com que minha influência sobrenatural pairasse sobre cada um.
Um, dois, três andares no subsolo... aquilo me parecia uma base secreta, Roden deve ter gastado muito nisso. O que tinha em cada um desses andares, eu não poderia nem tentar deduzir, mas cada vez mais minhas suspeitas sobre Roden aumentavam. Se aqui for uma base secreta dele, por que ele a construiu? Se ele é o Xerife, ele não precisava manter nada em segredo.
A porta do elevador se abria no quarto andar, e um corredor de concreto com várias portas metálicas. Isso era o que, uma prisão? Merda, se for ela parece bem mais difícil de sair do que aquela na qual eu estava. Havia um outro soldado do Xerife ali, encapuzado igual aos outros, tentava o encantar com uma influência magnética (Presença 3). Me levavam ainda com alguma dificuldade até uma porta, por conta das algemas, e aquele outro soldado abria a porta e os outros me jogavam ali dentro. Era totalmente escuro, a única luz emanava de fora. Um medo me abateu, aquela escuridão me lembrava aquele ser...   - Não, esperem, o que vai acontecer comigo.. não me deixem aqui!  -   Tentava me levantar e correr até a porta, mas as algemas me prendiam totalmente no chão, o peso era gigante. A porta se fechava, e a completa escuridão tomava conta do lugar, mas depois de alguns segundos a sala ficava iluminada. Era pequena, realmente se tratava de uma prisão, havendo apenas um colchão no canto. Tentava me levantar, mesmo com o peso das algemas, e me dirigir ao colchão. Pelo menos nessa prisão tinha um colchão, já era um começo. Olhei para os lados, procurando qualquer câmera ou outro objeto naquele lugar, mas um barulho me fez parar tudo. Batidas na parede, num ritmo constante. Tentei ouvir de que lado elas vinham ( Peço teste de percepção), e um murmúrio vindo de sei lá aonde, ressoava no meu ouvido, pedido para eu sair, e que ela estava vindo...  eu tentava localizar a fonte da mesma. Eu não respondia, apenas prestava atenção. Quem era "ela"?
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Mar 21, 2017 11:39 am

Jonah Fox:

Rolagem de Dados - Fox:

Fox: Percepção - 4 Sucesso(s)



Após atravessar a porta secreta, Fox se mantém no mesmo andar dando uma geral no lugar e nos presentes. Ao olhar para todos os presentes, o Gangrel não vê nada no rosto das pessoas ali que possa indicar se estas são humanas, cainitas ou qualquer outra raça de criaturas da noite. A única indicação é o fato de nem todos ali estarem bebendo algo. Contudo, os olhos treinados do Gangrel o permitem perceber uma marca distinta no braço de alguns. Daquela distância ele não consegue precisar se é uma tatuagem ou fora marcada ali de outra maneira, mas tudo indica se tratar de um corvo com as asas abertas.

Imagem - Marca:





Sua verificação é interrompida por alguém que acabara de atravessar a mesma porta secreta, o que impede um olhar mais aprofundado nos indivíduos. Fox havia parado bem na frente da escada, impedindo que os demais pudessem descer e se dirigir ao salão. O homem mostra-se uma criatura não muito comum, com seus olhos e língua de serpente. O sangue do Forasteiro ferve à provocação do ser e seus olhos se tornam rubros, os olhos de uma Besta.

Com sua demonstração de poder, Fox abre espaço para o homem seguir pela escada. Os dois ficam se encarando pelo tempo em que o homem faz o primeiro giro da escada em caracol e Fox solta uma indireta muito direta para o ser.

A audição aguçada do Forasteiro permite que ele ouça um sorriso de deboche vindo do homem, junto com um movimento de cabeça que indica uma negação, como se ele não estivesse acreditando no que estava acontecendo ao mesmo tempo que achava tudo muito engraçado. O homem continua a descer a escada e segue até o bar, sentando-se em um dos bancos.

- A sim... iniciar uma briga aqui seria o mesmo que assinar uma sentença de morte. - Responde Toni, que também está sorrindo da situação. Ele põe sua mão esquerda no ombro de Fox. - Podemos seguir meu caro? - Com este movimento, o pulso do cainita fica parcialmente exposto, e o Viajante pôde ver algo que lembra a marca vista em parte das pessoas que estavam no lugar. Tomas sentava-se em uma das poltronas, juntamente com Simone. Ele escolhia um lugar mais afastado da pista de dança, e faz sinal para Toni e Fox sentarem-se com ele. - Ali... Tomas nos chama. Acredito que teremos muito o que conversar.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Mar 21, 2017 12:52 pm

Alexia Grimaldi:


Seguindo até a área do porto, Alexia desce a pequena escadaria até o local em que os barcos menores estavam ancorados. Um odor forte de peixe entra pelas narinas da Tremere, indicando que pelo menos alguns daqueles são barcos pesqueiros, mas muito mais caros que o de Carl. Caminhando um pouco por sobre a superfície de madeira e entre as embarcações, Alexia se aproxima do pequeno grupo de limpeza. Todos parecem cansados, alguns estão olhando para o pessoal que se diverte perto dos armazéns deixando claro que gostariam de estar lá e não limpando barcos cheirando a peixe.

Antes que Alexia consiga chegar perto do grupo completo, eles começam a se afastar um dos outros e vão para barcos diferentes. A Tremere então pergunta por Armand, mas somente um deles da atenção à garota enquanto os outros dão a entender que não viram nem ouviram Alexia.

- Boa noite criança. Você está procurando o senhor Strauss? - Ele espera pela resposta de Alexia. - Bem, ele fica naquele armazém. - O homem levanta o braço e indica o último armazém onde, de tempos em tempos, entra uma pessoa diferente, desde homens de terno e gravata à crianças brincando com balões e suas mães.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fox em Ter Mar 21, 2017 10:34 pm

Observando a festa de cima e tentando descobrir um padrão, Fox consegue identificar uma marca comum a vários frequentadores da "casa de festas". O corvo de asas abertas, a principio, não lhe remete a nada, mas com certeza aquilo não era pura coincidência. No entanto, seus pensamentos são interrompidos pelo novo visitante. A ameaça do Gangrel é recebida com um tom de escárnio. Nada mais previsível. Naquele local protegido pelas suas próprias leis, algo assim não representava muita coisa, principalmente quando recebida por um ser com uma personalidade aparente tão ácida. Não se pode esperar nada mais de uma serpente, a qual seus poderes e aparência remetem. Isso é suficiente para deixar Jonah mais calmo. Ele estava segurando essa atitude por muito tempo.

Enquanto o sujeito caminha escada abaixo, Jonah aproveita para observá-lo com mais atenção de soslaio. Sua aparência, assim como suas vestes e pose, podiam falar tanto quanto sua atitude. Ele permanece assim até Toni respondê-lo.

- A sim... iniciar uma briga aqui seria o mesmo que assinar uma sentença de morte. Podemos seguir meu caro?

- Não se preocupe. - responde Fox, já tomando o caminho abaixo. - Não planejava fazer nada tão impulsivo, só queria cortar a língua daquele sujeito... Não ao pé da letra.

Jonah nota a marca no braço do seu companheiro, quando este o ergue, mas decide não comentar nada por hora, visto que provavelmente teria sua questão evadida novamente. Ao ser chamado por Tomas, ele se dirige até onde estão, sentando-se em algum lugar voltado para Simone.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Rian em Ter Mar 21, 2017 11:38 pm

Ao encontrar a porta estragada desisto da ideia de abri-la e simplesmente deixava a camisa suja de sangue ali mesmo, voltando em seguida para onde estava antes. Pelo menos a distância haveria de diminuir a intensidade do cheiro do sangue.
Notava que eu estava me acalmando. A besta finalmente estava sendo sobrepujada e minha consciência ganhava controle sobre o meu corpo. Pensar em minha irmã parecia ajudar no processo.
“- É isso! Vou me concentrar e pensar nela até isto passar!”
Finalmente, no dormitório de Marcílius eu me sentava no chão, assumindo a posição de meditação. Porém, assim que minha bunda tocava no chão, eu me sentava em cima de alguma coisa e sentia uma dor aguda. “- Ai caralho!!”
Assim que passava a mão... o susto! – MAS QUE DROGA É ESSA?! UM RABO? EU TENHO UM RABOOO??!
Estava aflito. Mil e um pensamentos em minha cabeça, enquanto eu examinava aquele novo membro. Havia sentado em cima do meu próprio rabo e por isso sentira a dor. “- Aiaiaiai... e agora?! Como é que eu vou explicar pra minha irmã que eu tenho um rabo de cachorro?! Mas que droga!! Que drogaaaaa!!!” Caía sentado no chão, e novamente sentava em cima do meu rabo.
“- Era só o que faltava! Vou ter que aprender a sentar com isso agora! Tudo bem Rian... concentre-se no mais importante! Afastar a fera primeiro...”
Com cuidado, ajeitava meu rabo para não sentar em cima dele novamente e então dirigia meu pensamento à minha irmã enquanto ficava na posição de meditação. Relembraria nossos momentos antigos. Relembraria o treinamento do velho mestre, de suas lições de Karatê.
"- Esforçar-se para formação do caráter;
Fidelidade para com o verdadeiro caminho da razão;
Criar o intuito de esforço;
Respeitar acima de tudo;
Conter o espírito de agressão."
Não era minha voz... pelo contrário, escutava a voz do velho mestre dentro da minha cabeça. Era como se ele estivesse recitando cada um dos cinco lemas do Karate. O último lema... “Conter o espírito de agressão”. Como um praticante dedicado que eu tinha sido a vida inteira, precisava viver o karatê e eu faria isto. Usaria isto para vencer a natureza da Fera. (-1FV)

OFF: Fuuma, não seria o caso de recuperar 1 FV após a luta contra os verdinhos?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Mar 23, 2017 11:30 am

Markus F. Hunt:


Rolagem de Dados - Markus:

Markus: Telepatia - 4 Sucesso(s)



As últimas informações enviadas por Bristol para Markus foram obtidas, como peças de um quebra-cabeças que acabaram de ser espalhadas sobre a mesa, agora só resta começar a montá-las de forma a mostrar a figura final. Mas isso só poderá ser feito após a chegada do Tremere em solo escocês.

O avião segue seu percurso normal, sem mais turbulências ou outros problemas. Como é de praxe, Markus envia para Kate o pagamento por seus serviços e avisa a garota que mais será entregue quando o trabalho estiver concluído. A humana pega o celular e confere algo na tela, provavelmente sua conta bancária. Um sorriso surge em sua face e ela volta a olhar para o Feiticeiro.

Markus escreveu:- Eu preciso descansar um pouco, tive uma longa noite e estou com sérias suspeitas que a próxima também será. Eu depositei parte da quantia referente ao trabalho que faremos aqui na Europa. A outra metade eu entrego quando terminarmos, aproveite para conhecer a cidade quando aterrisarmos, eu terei de visitar um velho amigo e ele provavelmente será arredio a sua presença. Manetenha o telefone próximo pois eu ligarei para você com certeza.

- Certo. Darei um passeio pelas ruas... conhecer a Escócia será algo no mínimo interessante. Principalmente pela loucura que deve estar na cidade. - O ego da garota fica completamente estampado em sua face. - Pois mesmo fazendo meu serviço, não deixei de ouvir o que havia sido dito na televisão. Parece que ouve um ataque terrorista, não?

Hunt utiliza-se mais uma vez de seu poder de Telepatia, mas desta vez em sua própria carniçal para poder saber o que se passa em sua mente. Um poder bastante útil para conseguir controlar o ímpeto de alguns humanos. A mente de Kate não parava de trabalhar tentando associar os fatos das noites anteriores, durante a busca de Markus por Alessa, com aquilo que fora visto durante aquela noite. O pouco tempo que Markus e Kate estão juntos, praticamente saltando de uma missão para a outra, não permitiram que o Tremere realmente iniciasse-a no mundo das trevas, e isso não perturba a garota, mas atiça a vontade dela de continuar ao lado de Markus e descobrir o que realmente se esconde nas profundezas de toda aquela loucura. No geral, ela ainda não conseguiu fazer muitas associações, mas sua mente não para de trabalhar neste sentido.

Com estas informações em mãos, Markus se retira, com suas malas, para o quarto no fundo do jato. Como visto anteriormente, o quarto é relativamente simples, contendo somente a cama, um frigobar ao lado desta e uma televisão à sua frente. Ao fechar a porta, somente a luz de lampadas iluminam o lugar, pois todas as janelas haviam sido retiradas, e somente a porta oferecia alguma entrada para qualquer luz externa.

Apesar disso, um cainita não sobrevive tantas noites como Markus sem se precaver. Dessa forma, o Tremere passa a última hora se preparando e realizando o ritual que irá impedir que a luz do sol adentre no local. Com tudo pronto, Markus finalmente se entrega ao Sono.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Mar 23, 2017 12:16 pm

Arnald Bradley:


Rolagem de Dados - Arnald:

Arnald: Transe - 4 Sucesso(s)
Arnald: Transe - 0 Sucesso(s)
Arnald: Transe - 1 Sucessos

Arnald: Percepção - 3 Sucesso(s)



Arnald escreveu:- Não, esperem, o que vai acontecer comigo.. não me deixem aqui!


Novamente Arnald é trancafiado na escuridão completa, e isso o deixa maluco. Ele grita desesperadamente para ao menos saber o que irá acontecer com ele ali. Suas palavras despertam o efeito de seu dom em um dos seus carcereiros, que fala apressadamente:

- Não se preocupe, eu não deixarei que nada ocorra contigo. - O som de metal... talvez ele esteja tentando abrir a porta. Contudo, o barulho é atrapalhado por um segundo som, o barulho de algo se quebrando... talvez ossos, e um grito de dor que preenche toda o lugar.

- Que diabos é isso que você está fazendo seu imbecil... vais tentar libertar o prisioneiro do Senhor Roden? O que aconteceu com você? - Diz a mesma voz de mulher que anteriormente reclamara com o companheiro.

- Ele me pediu para libertá-lo, eu preciso fazê-lo. - Dizia o homem em tom choroso.

- Imbecil... ganhou um braço quebrado. - Dizia um terceiro rindo do colega que, pelos sons que chegavam à Bradley, se encostava na porta e escorregava até o chão.

- Vamos embora. E isso será reportado. - Dizia a mulher. Agora os sons indicam que o homem que tentara salvar Bradley estava sendo arrastado para fora da sala.

Após todo esse barulho, todo o lugar se preenche com o silêncio completo. Isso permite a Bradley escutar o som que vem da saleta logo ao seu lado.


Alguém escreveu:- Saia daqui... minha cabeça... ela vem me pegar... eu sinto.... saia....

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Mar 23, 2017 12:58 pm

Jonah Fox:

Enquanto observa o homem descer as escadas, Fox marca seu rosto e vestes. Ele traja um terno preto, com uma camisa branca e sapatos. Em seu rosto, somente é possível perceber que é uma pessoa relativamente nova, talvez algo por volta dos 30 anos.

Imagem - Philip:




- Só não mantenha este olhos assim... seria perigoso, se é que posso dizer dessa forma. - Diz Toni enquanto retira sua mão do ombro de Fox.

Descendo as escadas, Fox e Toni seguem até o local onde Tomas e Simone estão sentados. Há cinco poltronas em torno de uma mesa circular, de forma que todos possam ver o rosto dos demais. As cadeiras são bastante confortáveis, e o lugar escolhido por Tomas é um pouco mais silencioso que praticamente todo o resto da sala, embora ainda seja movimentado e dê para escutar a música muito bem.

Fox senta exatamente de frente para Simone, que mantém os olhos fixos nos do Gangrel.

- Muito bem, primeiramente vamos sanar esse problema... recomeçar... - Diz Tomas assim que todos estão bem acomodados. - Meu nome é Tomas, estes são Toni e Simone. Nós três gostaríamos de lhe dar às boas vindas a Dunkeld. Somos uma cidade pequena, com poucos habitantes, mas que sabemos muito bem tratar os recém-chegados. Não é verdade Simone. - Diz o cainita olhando para a companheira sentada ao seu lado.

- Claro. Contudo você sabe o que vem acontecendo... e ele ainda bebeu da minha futura criança.

- Como ele poderia saber, Simone? - Diz Toni. - Mas vamos começar retirando este rancor entre vocês... certo senhor Fox?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Mar 23, 2017 1:27 pm

Rian:

Características - Rian:

- PS: 6
- FdV: 3
- Vitalidade: Machucado(Agravado)
- Laço de Sangue: Nv 1 - Marcílius
- Garras da Besta
- Traço animalesco: Cauda - cauda peluda (preta) de pastor alemão com 40 centímetros.


Rolagem de Dados - Rian:

Rian: Autocontrole - 2 Sucesso(s)



Pela primeira vez Rian nota o resultado de sua batalha interior contra a Besta. Ao perceber que trazer sua irmã à mente ajudaria a conter seu espírito de caçador, o Gangrel tenta se sentar no chão, mas é impedido pela dor de amassar sua própria cauda. O próprio ato se sentar se torna estranho, pois a presença desse novo membro modifica levemente o centro de gravidade do Karateca, o que irá requerer um pouco de treino para acostumar-se até mesmo a andar.

Quando ele finalmente consegue sentar-se de maneira confortável, Rian trás a memória não só a irmã, mas tudo aquilo que foi ensinado durante seus anos no dojo de seu mestre. Focado em sua missão, na irmã e agora recitando o lema do karate, o Gangrel vê sua mente clarear e retomar quase por completo sua sanidade.... pois embora sua mente esteja calma, a possibilidade de cair novamente no abismo do Frenesi agora será constante e a Besta está completamente acordada, só esperando o momento certo de sair.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Diana Luna. em Qui Mar 23, 2017 5:31 pm

- Boa noite criança. Você está procurando o senhor Strauss?

- Sim, meu senhor. Tenho urgência em falar com ele. Ele é um grande amigo da minha...mãe.

- Bem, ele fica naquele armazém.
- O homem levanta o braço e indica o último armazém onde, de tempos em tempos, entra uma pessoa diferente, desde homens de terno e gravata à crianças brincando com balões e suas mães.

- Muito obrigada.

Caminhei até a porta. Honestamente achei que ia ter problema com alguns desses sujeitos, mas parece que ainda existem mortais com modos nessa posição social. Quem diria!

- Com licença, senhor Strauss? Meu nome é Alexia. Venho a mando de Mirella. - digo eu, após bater na porta e verificar se ele não estava falando com alguém primeiro.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Rian em Qui Mar 23, 2017 5:52 pm

Relembrava de tudo, como se a minha vida fosse um filme que tivesse sido rebobinado. Os sons dos socos no saco de pancada ecoavam pelo dojo.
Puf! Puf! Puf! "- Cento e um! Cento e dois! Cento e três!"
O cheiro do chá que estava sendo preparado pela minha irmã conforme o velho mestre havia ensinado saía da cozinha e chegava ao local de treinamento. Estava faminto, não via a hora de parar. Meus pés quase não se firmavam mais no piso de madeira por conta do suor que chegava a minar até ali na planta dos pés.
- Alinha esse ombro, Rian! Não estou vendo o movimento do quadril, já tem 5 anos que você está aqui e continua socando com os ombros. Um faixa preta que ainda não dominou nem a técnica básica do soco?!

Puf! Puf! "- Cento e quatro! Cento e cinco!"
- Mais firmeza! Mais velocidade!
"- Droga, eu já estou exausto! Meus braços estão tremendo!"
Minha irmã chegava trazendo o chã em uma bandeja. O mestre, na posição de meditação bebia o chá quente enquanto dizia o que eu tinha que fazer. Minha irmã ficava em pé apenas me observando com um leve sorriso no rosto. Ela também treinava, era uma faixa preta assim como eu. No entanto seu treinamento era mais leve, afinal ela tinha outros afazeres no dojo. Enquanto ela treinava 1 hora por dia eu treinava 4, inclusive sábados e domingos...

Meus olhos se abriam e então eu voltava à nua e crua realidade. Claira não estava ali comigo, muito pelo contrário, estávamos separados por um oceano inteiro e eu ficava triste, e me via obrigado a conter a infelicidade, pois caso me entregasse corria o risco de até chorar ali, sozinho naquela terra estrangeira com pessoas estranhas.
"- Embarcar nessa viagem foi a maior idiotice que eu já fiz.... É hora de contabilizar o estrago."
Então eu me lembrava que estava preso ali dentro, comigo e com a Besta. "- São momentos como estes que eu penso que às vezes seria melhor deixar minha irmã ser levada pelo tempo do que abraçá-la... ou amaldiçoá-la..."

- O jeito é esperar Marcílius abrir a porta pelo lado de fora... Enquanto isso eu olhava o quarto novamente. Precisava encontrar as minhas coisas, inclusive a mochila da garota. - Como eu acordei com aFome, acabei sendo relapso e não observei o lugar direito...

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fox em Sab Mar 25, 2017 11:11 am

- Só não mantenha este olhos assim... seria perigoso, se é que posso dizer dessa forma.

Fox aceita o conselho de Toni e retorna seus olhos ao seu estado original. Ao chegar no espaço reservado, a conversa inicia. Ele primeiramente observa a troca de comentários entre os cainitas nativos, apenas fazendo um gesto de agradecimento à declaração de boas vindas. Não planejava interrompê-los até que a deixa fosse dada. Quando questionado, o Gangrel responde com um tom apaziguador, mas mantendo sua atitude séria.

- Não há rancor nenhum, por minha parte. Vocês estão certos em proteger os seus domínios, mas achei que minha explicação já tinha esclarecido tudo. Não ter me alimentado poderia ter causados problemas de verdade à cidade, inclusive à sua futura cria. - Jonah se dirige a Simone com um olhar mais expressivo, de forma a dar crédito ao seu discurso - Eu fiz de forma que nem mesmo ele teria percebido o que aconteceu, se não tivesse conhecimento de nossas capacidades. A não ser de forma consentida, não consigo pensar em um jeito mais seguro... Uma criança da noite não teria agido dessa forma.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Sab Mar 25, 2017 2:25 pm

CONTINUA...




Chegamos ao final de mais um ciclo e, como sempre, espero que vocês possam ter chegado até aqui se divertindo, pois me diverti muito ao acompanhar a nossa trajetória. Como é de praxe, venho pedir que vocês me enviem uma MP comentando sobre os pontos positivos e negativos da crônica e confirmando se irão ou não participar de sua sequência no próximo ciclo, para reservar uma vaga.

Fiquem atentos à área dos avisos da narração, pois nos próximos dias colocarei um post com os ganhos e perdas desse ciclo para os seus personagens.


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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

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