O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Mar 07, 2017 12:51 am

Jonah Fox:


- Por que presumiu que minha busca se resume a uma caçada?


A mulher ouve o questionamento do Gangrel e parece se enrolar um pouco com as palavras ao responder. - Caçada... Procura... dependendo do contexto pode ser visto como a mesma coisa. Como dizem por ai, tudo depende do referencial. - Sua mão direita joga o cabelo para trás. Sua pose de "importante" acaba sendo derrubada.

Neste exato momento Tomas e Toni aproximam-se da dupla interrompendo a conversa. Os três trocam cumprimentos enquanto Fox continua encostado no muro da igreja observando a cena. Ao ver que todos se conhecem, o Gangrel relaxa um pouco, embora ele esteja em um lugar completamente novo com cainitas que ele nunca havia encontrado antes.

- Depende. A senhora Simone acabou de dizer abertamente que eu não sou bem-vindo nessas terras. Eu não sei o porquê dessa declaração, mas também não sei o quanto de suas palavras se estende a vocês. Gostaria de esclarecer isto antes de aceitar qualquer convite, afinal não os conheço ainda.

- Eu não disse que você não era bem vindo. - Sua face transforma-se me fúria. - Não ponha palavras em minha boca. Como os senhores sabem, - Simone vira o rosto para os recém-chegados. - Recentemente fomos obrigados a dar um fim em forasteiros... crianças da noite, que apareciam querendo fazer bagunça em nossa cidade. O que eu lhe disse foi que se você for mais uma dessas crianças é melhor ir embora para não ter o mesmo fim.

Toni olha para seu companheiro e responde à Fox. - Muito bem senhor... qual seu nome mesmo? - Assim que Fox responde ele continua. - Nós todos estamos tendo meses complicados aqui em nossa pequena cidade, e nos últimos dias a tensão está subindo às alturas. Queira desculpar a Simone. Acredito que um tempo aqui dentro, - Ele faz um movimento com a cabeça indicando a casa que Fox tentara entrar anteriormente. - pode resolver qualquer desavença... Ainda mais, nós poderemos conversar sobre esse Baroc que você procura. O que me diz?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Mar 07, 2017 12:45 pm

Markus F. Hunt:

Características - Markus:

- Pen Drive
- Computador de Kate
- Colar com 9 PdS
- PS: 14
- FdV: 7

- Vitalidade: Normal


Rolagem de Dados - Markus:

MARKUS: Labia - 1 sucesso(s)
KATE: Percepção - 1 sucesso(s)

MARKUS: Dominação - 3 sucesso(s)

MARKUS: Pesquisa - Falha crítica



Markus já estava preparado para descansar pelo resto da viagem quando Kate o questiona sobre tudo o que está acontecendo, principalmente sobre pontos dentro do banco de dados enviado por Bristol. Pelo pouco tempo entre as missões, o Tremere ainda não teve tempo de realmente iniciar sua carniçal no mundo das trevas e, consequentemente, ao ver alguém com aparente idade de 400 anos ela achou suspeito.

Contando uma verdade com alguns pequenos espaços na história, Markus vê no olhar de Kate que ela não engoliu totalmente o que lhe foi dito, e que provavelmente a Hacker tentará procurar mais sobre o mundo ao qual ela acabara de ser inserida. Contudo, ela sorri para o cainita indicando que está satisfeita com aquelas palavras. Percebendo que algo a mais deve ser feito para não permitir que Kate compartilhe o que foi visto, o Feiticeiro aproxima-se mais da garota, fazendo com que seus olhos se encontrem, e utiliza-se de seu dom do convencimento para forçá-la a não abrir a boca sobre nada do que foi lido nem visto.

A própria voz oscilante de Kate é um indicativo de que o poder de Markus surtiu o efeito desejado. - Claro Markus, não se preocupe... tudo o que está nesses arquivos ficará somente entre nós. - As primeiras palavras saem em um tom que indica algo semelhante a ironia, mas ao final somente respeito e uma vontade inabalável de proteger aqueles arquivos ecoam em sua voz.

Tendo a certeza que seu objetivo fora comprido, Markus observa o arquivo do banco de dados ainda aberto no computador de Kate. Neste o primeiro nome é de Arthur Kingson...

Algumas informações do DB:

- Nome: Arthur Kingson
- Idade: 430 anos
- Idade aparente: 25 anos
- Seita: Sabá
- Clã: Lasombra
- Geração: 7ª
- Residência: Glasgow Necropolis


- Nome: Donald Carter
- Idade: ...
- Idade aparente: 30 anos
- Seita: Camarilla
- Clã: Tremere
- Geração: ...
- Residência: ...


- Nome: Anderson Smith
- Idade: ...
- Idade aparente: 27 anos
- Seita: Sabá
- Clã: Brujah
- Geração: ...
- Residência: ...


- Nome: Robert Hotgan
- Idade: 200 anos
- Idade aparente: 45 anos
- Seita: Camarilla
- Clã: Ventrue
- Geração: 8ª
- Residência: Dean Village


- Nome: Michaelle ...
- Idade: 40 anos
- Idade aparente: 18 anos
- Seita: Camarilla
- Clã: Ventrue
- Geração: 9ª
- Residência: Dean Village


- Nome: Humbert Blacksmith
- Idade: 80 anos
- Idade aparente: 60 anos
- Seita: Camarilla
- Clã: Brujah
- Geração: 10ª
- Residência: Dunfermline


- Nome: Veronika Stroiks
- Idade: ...
- Idade aparente: 33 anos
- Seita: Camarilla
- Clã: Setita
- Geração: 9ª
- Residência: Musselburgh


- Nome: Antonelle
- Idade: 70 anos
- Verbena
- Residência: Pentland Hills


- Nome: Morgana
- Idade: 20 anos
- Verbena
- Residência: Pentland Hills


- Nome: Violet
- Idade: ...
- Idade aparente: 33 anos
- Seita: Camarilla
- Clã: Setita
- Geração: 10ª
- Residência: Musselburgh


- Nome: Brenda Shumer
- Idade: ...
- Idade aparente: 33 anos
- Seita: Camarilla
- Clã: Toreador
- Geração: 8ª
- Residência: Livingston


- Nome: Caroline
- Idade: 140 anos
- Idade aparente: 17 anos
- Seita: Camarilla
- Clã: Tremere
- Geração: 12ª
- Residência: Kirkcaldy


- Nome: Burkhard
- Idade: 29 anos
- Idade aparente: 19 anos
- Seita: Camarilla
- Clã: Toreador
- Geração: 11ª
- Residência: Glasgow



Com as informações em mãos, Markus pesquisa sobre o nome que chamou sua atenção: Verbena. Infelizmente o próprio banco de dados de Bristol não deixava claro o que seriam esses Verbena. Procurando em alguns livros, o máximo que o Tremere conseguiu encontrar foi a panta, muito usada para curar diversos problemas desde tempos imemoriáveis, além de um potente afrodisíaco.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Mar 07, 2017 1:04 pm

Alexia Grimaldi:


Rolagem de Dados - Alexia:

ALEXIA: Labia - 2 sucesso(s)
CARL: Perceber mentira - 1 sucesso(s)



Alexia vê suas palavras surtindo efeito. Apesar do olhar de Carl ainda mostrar que restam dúvidas em sua mente, ele se cala somente balançando a cabeça em tom afirmativo.

O resto do percurso é feito em total silêncio da parte do pescador, o que permite a Alexia ouvir os sons da cidade que se abre aos seus lados. Além disso, ela também ouve o som dos carros de bombeiro e a polícia que parece seguir em direção ao incêndio que provavelmente fora produzido por sua Senhora. O tempo vai passando e, como Carl falou, a viagem parece ser bem demorada. Aproximadamente trinta minutos se passam até que a Tremere consiga ver alguns navios aportados a alguns metros à frente.

- Estamos chegando. - Dizia Carl. - Mas terei que parar um pouco antes e você seguirá sozinha até lá. Não se preocupe, pois não será muito. Além disso, já devemos ter deixado seus perseguidores para trás... e a polícia está a caminho do lugar em que eles estavam.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Mar 07, 2017 1:37 pm

Papa Paradise:


- Compreendo! Então, ao contrario do que me disse anteriormente, não apenas o medalhão, mas também estes objetos podem influenciar perigosamente o vampiro que os segurar certo?


- Não. O que foi visto pelos nossos foi que somente o medalhão tem algum "poder" sobre os da nossa espécie. Contudo, não testamos tudo o que está aqui. Como ele foi o único a produzir um efeito indesejado, então focamos nele. - Nesse momento Peter levanta-se e começa a andar para recepcionar sua assistente e o garoto que será usado como cobaia. Paradise o segue de perto, lançando mais um questionamento ao Tremere.

- O que acontece é praticamente o que eu lhe disse anteriormente. Aquele que toca o medalhão passa por uma transformação, mas é algo bem mais comum... se é que posso usar esse termo. - Os passas dos dois ecoam pelo corredor da escadaria ao subirem. - Acredito que você alguma vez já esteve ou já viu alguém muito próximo de liberar sua Besta interior, certo? O efeito básico é esse. É como se o cainita que toca o medalhão abrisse todas as amarras que prendem nossa besta interior e tudo o que ele quer é destruir tudo o que há pela frente. Há alguma coisa naquele objeto, eu pude sentir... algo que inflama nossa ira natural, nosso desejo por sangue.

Os dois chegam ao salão principal do castelo. - Além disso há algum aumento de força e agilidade, mas não muito mais que isso... mas vamos, eles já chegaram e são eles ali a nossa espera. - Haviam duas pessoas paradas na porta de entrada, uma mulher trajando uma camisa de botão e manga longa de cor rocha e uma saia preta indo até o joelho, por cima de tudo ela traja um jaleco branco. O rapaz traja uma camisa listrada e calça jeans.

Imagem - Assistente de Peter e Garoto:






- Que bom que vocês chegaram rápido. Paradise, estes são Diana, minha assistente, e Roger, o mais novo membro de nossas fileiras. - Ambos sorriem para o Samedi e estendem a mão para cumprimentá-lo.

- Senhor Paradise, é uma honra conhecê-lo. Antes de viajar até a América, o Senhor Peter estava muito ansioso para conhecê-lo. - Diz Diana enquanto Peter mostra um sorriso sem graça com as palavras da assistente.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Diana Luna. em Qui Mar 09, 2017 3:45 pm

- Estamos chegando. - Dizia Carl. - Mas terei que parar um pouco antes e você seguirá sozinha até lá. Não se preocupe, pois não será muito. Além disso, já devemos ter deixado seus perseguidores para trás... e a polícia está a caminho do lugar em que eles estavam.

Por fim eu percebi que ele havia se calado. Não importa se ele ainda duvidava - mesmo que levemente - do que eu dizia. A única coisa que importava era que ele fizesse o que eu ordenasse. Ao julgar pelos resultados, posso deduzir que esta foi a primeira vitória da noite. Talvez uma mudança nos ventos?

- Não tem problemas, meu senhor. Eu agradeço de coração a sua ajuda. Pode me deixar onde achar apropriado. O resto do caminho eu posso ir andando. É como o senhor disse: essas horas os meus perseguidores já devem ter ficado para trás.

Antes de eu sair do barco, me virei para o homem e disse sorrindo para ele.

- Muito obrigada, mesmo. Eu nunca me esqueço de quem me ajuda.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Mar 09, 2017 10:10 pm

Alexia Grimaldi:


O pequeno barco se aproxima da margem e Carl desliga o motor. Ele desce do veículo e ajuda Alexia da descer. - Tenha cuidado criança. Tentarei seguir às docas quando finalizar meus afazeres, se precisares de mim logo estarei por lá. - Assim que a Tremere desce, ele afasta o barco da margem, sobe novamente e liga o motor. - Espero que consigas chegar ao seu destino em segurança. E, se não nos encontrarmos mais, tenha uma boa viagem. - Ele faz com que o barco vire, ficando com a proa para o caminho seguido. Antes de se afastar ele pergunta a Alexia: - A que lugar posso me dirigir para saber se estais bem?

Com a resposta da Feiticeira em mãos, Carl retorna pelas águas do Mississípi e some nas trevas da noite. Alexia estava com seu primeiro objetivo quase completo, ela estava quase no porto. Assim que conseguisse entrar no lugar viria a segunda parte, encontrar o homem que a levaria até a Escócia.

Alexia caminha por uma área lamacenta até chegar em um pedaço mais firme, composto por chão de pedra. Vários prédios estão à sua frente, de ambos os lados do Grande Rio. O percurso indicado por Carl a leva sempre em linha reta até que a cainita consegue ver o porto logo a sua frente.

As várias luzes mostravam bem o lugar. Dessa forma, Alexia vê aproximadamente 30 armazéns, um ao lado do outro. Várias pessoas ocupam o corredor entre os barcos e os armazéns... talvez estivesse acontecendo uma comemoração... ou somente pessoas passeavam pelo lugar, saindo de seus barcos recém ancorados... Agora chegava o momento de encontrar Armand Strauss.


Imagem - Caminho e Porto:








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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Rian em Sex Mar 10, 2017 2:15 pm

Acordo com uma dor de cabeça terrível. Ainda um pouco sonolento, me levanto um pouco tonto e desajeitado, recolhendo minhas coisas. Vozes estavam dentro de minha mente e uma sede profunda me incomodava. Meu rosto ainda estava machucado, podia sentir isto! Passava a mão esquerda no ferimento e via que meus dedos estavam vermelhos de sangue... "- Mas o que é isto? Eu fiz conforme meu sire ensinou! Por que o machucado não se curou?! Tem algo errado com isso!"

Marcílius estava à minha frente, todo engomadinho... enquanto que eu sentia a presença de comida passando na rua. A besta queria simplesmente saltar para fora e saciar-se.
"- Há algo de errado meu caro?"
- Eu... Eu estou com muita fome! Eu quero comer! Cuidado, ficar perto de mim agora é perigoso!
Saía do quarto de Marcílius e procurava uma saída para a rua. Eu precisava encontrar comida, não podia continuar daquele jeito...


OFF: Fuuma, quando é que o ferimento agravado vai curar?

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Undead King em Sab Mar 11, 2017 3:23 pm

Roden filho da puta... - Malditas algemas, eram muito mais pesadas que uma comum, além de parecerem mais resistentes. Depois de uns bons minutos tentando fazer qualquer coisa com elas, resolvi desistir. Esse tipo de algema com certeza era projetada para os "problemas" que o Xerife tinha que resolver, e esses "problemas" com certeza eram mais avantajados fisicamente. Se era para ser um desafio para esses caras escaparem, para mim era uma tarefa impossível. Meus braços abaixavam e a algema fazia um baque surdo no porta malas.
Para minha sorte, eles dirigiam por uma estrada de terra, o carro ficava balançando e não dava para perceber que eu me sacudi que nem um animal naquele porta-malas. A música alta também abafava qualquer outro som. Apesar de eu preferir outro tipo de música, me permiti apreciar um pouco daquela. Uma após a outra elas tocavam, conforme a viagem seguia. O motorista começava  a acelerar, talvez pelo embalo das canções, e dentro de mim, um sentimento de apreensão brotava. Aquelas músicas me faziam sentir que algo perigoso iria acontecer... a imagem do ser de sombras surgia na minha mente por um momento, tão vivida como no sonho, e as palavras do Xerife voltavam nos meus ouvidos...
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fox em Dom Mar 12, 2017 10:13 am

- Eu não disse que você não era bem vindo. Não ponha palavras em minha boca. Como os senhores sabem, recentemente fomos obrigados a dar um fim em forasteiros... crianças da noite, que apareciam querendo fazer bagunça em nossa cidade. O que eu lhe disse foi que se você for mais uma dessas crianças é melhor ir embora para não ter o mesmo fim.

Quando Simone vira-se para os dois homens, Fox dá um leve sorriso, que se desfaz ao retorno do olhar da mulher. Não havia dúvida de que sua pose era só uma fachada, embora os outros dois Cainitas tratassem ela com um certo respeito. O Gangrel imagina um Senhor de prestígio por trás, ou algo parecido. No entanto, ainda permanecia a dúvida sobre Baroc e de como ele usaria a situação para arrancar tal informação, já que ele não tinha certeza de que o que Tomas e Toni teriam a contar seria útil.


- Muito bem senhor... qual seu nome mesmo?

- Fox - responde ele monossilabicamente.


- Nós todos estamos tendo meses complicados aqui em nossa pequena cidade, e nos últimos dias a tensão está subindo às alturas. Queira desculpar a Simone. Acredito que um tempo aqui dentro, pode resolver qualquer desavença... Ainda mais, nós poderemos conversar sobre esse Baroc que você procura. O que me diz?

- Tudo bem. Aceito o convite, obrigado.


De certa forma, o objetivo inicial de Jonah tinha se completado. Agora ele era um convidado, protegido pela Lei da Hospitalidade, entrando no local onde informação é abundante. O próximo passo seria saber como tirar melhor proveito da situação. Sendo assim, ele segue seus anfitriões.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Mar 12, 2017 10:35 am

Rian:

Características - Rian:

- Laço de Sangue: Nv1 - Marcílius
- PS: 5
- FdV: 6
- Vitalidade: Machucado (Agravado)


Rolagem de Dados - Rian:
Rian: Autocontrole - Falha


Rian sai louco em direção à rua. Ao tentar pegar as coisas que ele guardara na noite anterior, o Gangrel percebe que não estão mais lá. Contudo, a secura em sua garganta e a força que ele usa para conseguir se manter com algum nível de sanidade mostram que não há muito mais tempo antes da Besta se tornar completamente livre. O mecanismo que aciona a porta escondida do quarto de dormir de Marcílius está acionada, significando que o cainita já havia saído e retornado, provavelmente ele só aparecera para avisar algo ao Gangrel quando este acordasse. Contudo, em sua sede por Vitae, Rian não presta atenção em nada disso... ele só sai correndo atrás do primeiro mortal que encontrar.

A casa toda está em silêncio, e talvez não haja ninguém mais ali... ou simplesmente os sons estão sendo abafados pela presença que, aos poucos, toma conta da mente de Rian, a Fome. Ao poucos, e sem perceber, o Gangrel começa a destruir os objetos que estão à sua frente enquanto caminha. Tudo o que aparece em sua frente, o atrapalhando de chegar à rua, é jogado de lado com tanta força que acerta a parede e quebra, ou então é triturado nas mãos fortes de Rian.

Chegando na escada que leva ao térreo e, consequentemente, à rua, Rian pula por cima do corrimão de madeira e aterriza já no chão. Antes de abrir a porta ele sente um cheiro doce que atiça e muito sua Sede. Há algo dentro da casa que chama a atenção de Fome. Algo que parece ser muito mais doce que qualquer outra coisa que o cainita já tenha experimentado em toda a sua não-vida.

Ao olhar para trás Rian vê Marcílius parado à um metro de si. Ele fala algumas palavras que o Gangrel quase não consegue entender, pois sua atenção está completamente presa no líquido vermelho que escorre pelo braço do Ator e cai no chão. Sem conseguir raciocinar direito, Rian se joga em cima de Marcílius e bebe do líquido que escorre por seu braço, fazendo um buraco ainda maior no pulso do cainita com suas presas.

- Não... sair assim.... bem pior... - São as únicas palavras que Rian consegue entender.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Mar 12, 2017 11:34 am

Arnald Bradley:





A viagem continua sem Arnald fazer ideia do que o futuro guarda para ele, ou pelo menos o que o Xerife está preparando... se é que há alguma diferença. O Ventrue não consegue retirar as algemas, e o peso delas faz com que o cainita fique completamente preso, tendo poucos meios de mover-se, mesmo com o chacoalhar incessante do carro. A música continua, e esta é a única forma de Bradley ter a noção do passar do tempo.

Em determinado momento, algo em torno de 30 minutos após os agentes de Roden ligarem o som, o carro passa por algo que arremessa Bradley ao teto do porta-malas com muita força e, mesmo no meio de todo aquele barulho, o cainita consegue ouvir algo destravando. O som parecia vir da tranca da porta da mala.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Undead King em Dom Mar 12, 2017 12:13 pm

A viagem continuava, com os balanços do carro me sacudindo e a música que tocava alta. Na verdade, até me lembrava das boates que eu frequentava nos EUA. Bons tempos, um arrependimento surgia em mim por ter ido até aqui para ganhar status... eu podia ter tentando fazer isso por lá!

O carro der repente passava por algum lugar, e me fazia bater com as costas no teto do lugar. A dor no meu peito ficava mais forte, mas eu conseguia distinguir um som diferente da música que tocava...  a trava do porta-malas parecia que tinha se destravado com a batida. Talvez eu pudesse escapar... Mas se eu fugir, talvez não descubra o que é aquilo com o que eu sonho. Além de que mesmo fugindo, eu estaria num lugar que não conheço, acorrentado por umas algemas extra-fortes... Roden me acharia e me mataria por ter tentado fugir. Era uma idéia idiota, era melhor continuar seguindo os planos dele por enquanto.
Permanecia parado esperando a chegada no meu destino.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Rian em Dom Mar 12, 2017 12:25 pm

- Graaaaaaaaaaarr!!! Segurava minha cabeça com ambas as mãos, mas era inútil. Uma dor terrível, uma ressaca miserável e eu não suportava mais segurar. Precisava beber! Saía como um cachorro louco esfomeado derrubando tudo pela frente. Não era mais um homem racional, e sim um animal, que deixava seus instintos selvagens e mais primários se aflorarem. Um animal perigoso, que precisava ser contido. Saltava sobre o corrimão, com uma destreza sem igual. Nestas horas, o monstro dentro da gente sabe como utilizar nossas habilidades da melhor forma, ou da pior forma, a depender do ponto de vista.
Era um caçador que farejava e perseguiria a primeira presa que aparecesse. Por sorte, Marcílius estava ali e conseguia me "conter". Na verdade, ele apenas me mostrava um "petisco" fácil e saboroso, mais saboroso do que o "osso" que eu poderia conseguir nas ruas. Como um cão, eu pulava sobre ele o derrubando no chão e mordia seu braço, desejando devorá-lo. Bebia um bom gole do mais precioso "vinho" e saciava boa parte da minha sede, no entanto, o monstro não pararia por aí.

Distante, tendo apenas uma vaga noção do que acontecia à minha volta, como se estivesse em um sonho nebuloso eu tentava acordar daquele pesadelo. (-1FV)

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Mar 12, 2017 2:29 pm

Jonah Fox:



Após a breve conversa com o recém-chegados, Fox resolve segui-los para manter o dialogo e procurar pistas de seu inimigo. Toni e Tomas acenam de forma positiva com a cabeça, e indicam ao Forasteiro para que os acompanhe. Simone fica atrás de todos, mas uma leve virada de cabeça do Gangrel mostra que ela não está muito feliz com a presença dele.

Tomas da as cinco batidas características que o Gangrel também fez anteriormente. A janelinha se abriu na porta e os mesmos olhos surgiram. o Cainita mostrou seus dentes para a mulher, que abriu a porta.

- Existe uma senha para cada criatura... nós mostramos os dentes, outros mostram uma tatuagem... E essa mulher espera alguns poucos segundos, se nenhuma marca for apresentada, ela fecha a porta. - Explica Toni.

O quarteto segue atravessando a porta. A mulher fica realmente atrás desta, impossibilitando que algo além de seus olhos seja visto. Toni fica para trás, deixando que Fox siga ao lado de Tomas, enquanto ele fica ao lado de Simone.

Por dentro a casa não parece ser diferente de qualquer outro lugar. Uma sala comum, contendo uma pequena mesa encostada na parede com uma flor vermelha. Acima desta há um espelho elíptico emoldurado. Há uma porta que leva aos outros cômodos da casa do lado direito. Do lado esquerdo de Fox há um armário para casacos. Tomas abre a porta, afasta alguns casacos e aperta um pequeno botão no fundo do armário. Uma porta se abre e uma música surge. Luzes completamente diferentes do ambiente da casa iluminam o interior daquele armário. Tomas passa pela porta e chama Fox, fazendo sinal com a mão para que este o siga.

- Este é o lugar que temos como ponto seguro. Nada pode ser feito nesse lugar. Aqui ninguém poderá interromper nossa conversa. - Atrás de si, Toni fala para Fox.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Mar 12, 2017 3:50 pm

Arnald Bradley:




Mesmo sabendo que havia uma possibilidade de fuga, Arnald prefere continuar confinado no parta-malas do carro à enfrentar uma fuga louca, principalmente por estar amarrado tanto nas pernas quanto nos braços. Mesmo que o cainita conseguisse sair as algemas impediriam que ele pudesse se mover direito, o tornando um alvo fácil, ainda mais se o carro de Roden seguisse logo atrás do seu.

Ao que da para perceber pela quantidade de músicas tocadas, uma hora se passa até que o carro finalmente reduz sua velocidade e para. O som é desligado, e Arnald ouve o barulho de portões metálicos se movendo. Alguns instante são o necessário para o veículo voltar a mover-se. Dez, talvez quinze minutos seguem após a parada completa e a mala é aberta. O cainita se vê próximo a um rio, ou algo parecido pois há o som de água corrente não muito distante, em um lugar completamente escuro. Somente o vento frio batendo nas árvores e no próprio Ventrue indicam que o mesmo está em uma área aberta. Uma voz bem conhecida surge naquela escuridão:

- Acendam as luzes e levem-no até a cela. - Claramente Roden está naquele lugar, e sua voz está se distanciando.

Após o tempo no escuro completo a luz de refletores posicionados acima dos carros, além da luz que sai dos faróis, machuca os olhos do cainita num primeiro momento. De repente Arnald se vê envolto por inúmeras árvores, talvez um bosque, uma floresta... Novamente três homens vão até o carro e o retiram de dentro do porta-malas. Um deles tem um certo cuidado ao retirá-lo do automóvel, os outros dois dão um empurrão neste, e deixam o Ventrue cair mais de um metro até chão.

- Droga, seu imbecil... você vai acabar estragando-o. O senhor Roden irá lhe enforcar por isso. - Era a voz que lembrava uma mulher, mas não parecia. Seu corpo tinha a mesma constituição física que os demais, como um homem que passa muito tempo na academia. Os três voltavam a pegar o corpo de Arnald e o levaram mais para dentro da floresta.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Mar 12, 2017 4:51 pm

Rian:

Características - Rian:

- PS: 7
- FdV: 5
- Vitalidade: Machucado (Agravado)
- Laço de Sangue: Nv 1 - Marcílius
- Garras da Besta
- Olhos da Besta


Rolagem de Dados - Rian:

Rian: Autocontrole - 1 Sucesso(s)

Marcílius: Força - 4 Sucesso(s)
Rian:Força - 4 Sucesso(s)

Rian: Atacar - 3 Sucesso(s)
Marcílius: Esquiva - 3 Sucesso(s)



Em sua sede por sangue, Rian cai em cima de Marcílius e rasga parte de seu braço fora para abrir caminho até a fonte da vitae. Ao sentir que o Gangrel não conseguiria se segurar e que poderia acabar esvaziando sua fonte, Marcílius tenta puxar seu braço e afastá-lo. Contudo, a força do Gangrel em frenesi é absurda e o Ator não consegue se separar. Percebendo que sua fonte tentava forçar um afastamento, Rian libera suas garras e tenta perfurar o braço de Marcílius. Rapidamente Marcílius consegue prever o movimento de Rian e entorta seu corpo antes que as armas naturais do Gangrel pudessem perfurar seu corpo.

Após errar o ataque, Rian possui um momento de sanidade e solta o braço de Marcílius, que cai no chão quase sem forças. Ele segura o braço e retira o pano que estava abaixo do telefone na mesinha da entrada. Com o tecido em mãos, o Ator pressiona o buraco que está em seu pulso, rastejando pelo chão para afastar-se do Gangrel com o intuito de impedir que o cainita volte ao estado de loucura.

As garras a mostra, os olhos vermelhos, o rosto transfigurado pela fúria e uma cauda, que surgia atrás do corpo do Gangrel formava uma combinação grotesca de se ver, e que colocaria o cainita em perigo se o mesmo tivesse conseguido chegar à rua. Contudo, ainda não é o fim e qualquer coisa pode liberar essa máquina de matar novamente.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Rian em Dom Mar 12, 2017 5:55 pm

Por muito pouco Marcílius não se feria gravemente. Era o que eu sabia após ter um breve momento de lucidez. Havia sangue por todos os lados, em Marcílius, em mim e no piso da casa. Eu estava bufando, o corpo muito agitado e minhas garras estavam expostas. "- Ai merda.. Puta que pariu! O monstro saiu da gaiola! Força Rian! Força!"

Aproveitando o curto momento de lucidez eu corria para dentro da área reservada da casa de Marcílius. Passaria pela porta e a fecharia atrás de mim, aproveitando as garras da besta para destruir o interruptor que abria abria a porta. Com sorte, se o monstro escapasse novamente no máximo eu destruiria o dormitório de Marcílius. No percurso mantinha minha mente concentrada para não deixar a fera escapar novamente (-1FV)

OFF: Caso seja necessário pode considerar o uso de rapidez para chegar ao local privativo de Marcílius.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Undead King em Dom Mar 12, 2017 10:23 pm

A viagem continuava. Depois de um bom tempo, talvez uma hora, quem sabe, o carro parava. Um som de metal rangendo dava a entender que era uma porta de metal se abrindo.. se estava entrando ou saindo de alguma área, eu não tinha nem como deduzir. Mas algo me chamou a atenção...  por que diabos eles desligaram a música? Talvez estivessem chegando no lugar e música no momento talvez não fosse apropriada?

Mais tempo se passava... Não poder fazer nada além de esperar me lembrava meu estado a pouco tempo atrás, quando a estaca estava no meu peito. A sensação agonizante disso fazia com que a viagem passasse mais devagar, contudo finalmente parecia que eles tinham chegado. Quando o porta-malas era aberto, eu conseguia ter uma percepção do ambiente através do som. Aparentava ser uma floresta.. Porém a voz de Roden cortava os barulhos, e estranhamente ela parecia estar se afastando. E parecia que iriam me aprisionar mais uma vez. Roden ainda irá pagar...
Uma luz desgraçada quase me cegava. Meus olhos tinham se acostumado com o escuro e de repente uma luz potente acertava em cheio eles! Antes que eu pudesse ver mais do que algumas árvores, 3 homens do Xerife vinham me retirar. Um ainda parecia estar sob o poder a Presença, mas o outro não. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa quanto a isso, acontecia um desentendimento e eles me derrubaram como um saco de bosta no chão. Meu peito doía com o impacto do chão. Um homem, ou mulher, falava algo sobre me estragar e que o Xerife iria enforcar o cara. Se isso era um modo de dizer, eu não sabia, mas se não fosse, Roden era mais cruel que eu pensava...  enforcar os próprios homens? Que tipo de maníaco faz isso? De qualquer forma, tentava trazer aqueles dois para o meu lado usando o dom da Presença novamente (Presença 3 nos dois que não estão sob efeito). Aquela floresta me deixava apreensivo, mais do que eu já estava. A lembrança daquele lobisomem ainda me dava calafrios, e o destino que me aguardava por entres as árvores também ...
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fox em Seg Mar 13, 2017 10:06 am

O grupo agora segue para a casa. Fox se mantém atento, mas com uma atitude mais desprendida. O que provavelmente irritaria ainda mais Simone, mas ele não se importa. Tomas executa o ritual que permite a sua entrada, enquanto Toni dá a explanação. O Gangrel responde com um sorriso de canto de boca, enquanto caminha porta adentro.

- Criativo.

Já dentro da casa, nada se destaca. Jonah passa os olhos pela velha que abrira a porta, tentando encontrar algo em seu olhar. Depois, se dirige à mesa, ficando de fronte ao espelho emoldurado. Ele fita seu reflexo por alguns instantes e, então, retira a mão direita do bolso do casaco e passa-a na superfície da moldura, voltando-se para os anfitriões logo após. Ao observar todo o cômodo, ele chega a se questionar por um momento que tipo de lugar seria esse, até que a entrada secreta é revelada.

- Este é o lugar que temos como ponto seguro. Nada pode ser feito nesse lugar. Aqui ninguém poderá interromper nossa conversa.

- Me pergunto que tipo de porto seguro é esse. Não existem muitos lugares assim. Que tipo de criaturas costumam visitar aqui? Além de nós, é claro. - ele faz uma pequena pausa, enquanto tenta aliar seu caminhar aos seus outros sentidos que percorrem esse novo ambiente - Porque, dependendo, manter algo assim funcionando é no mínimo trabalhoso.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Diana Luna. em Seg Mar 13, 2017 6:30 pm

- Tenha cuidado criança. Tentarei seguir às docas quando finalizar meus afazeres, se precisares de mim logo estarei por lá. - Assim que a Tremere desce, ele afasta o barco da margem, sobe novamente e liga o motor. - Espero que consigas chegar ao seu destino em segurança. E, se não nos encontrarmos mais, tenha uma boa viagem. - Ele faz com que o barco vire, ficando com a proa para o caminho seguido. Antes de se afastar ele pergunta a Alexia: - A que lugar posso me dirigir para saber se estais bem?

- Muito obrigada, mais uma vez. Caso não nos vermos mais, lhe desejo o melhor, senhor; mas caso ainda ocorra de nos vermos, me procure no armazém mais distante ao leste. Arrivederci, signore.

Mantive o sinal de despedida com a mão até que o pequeno barco voltou a se ocultar nas águas escuras do pântano noturno. Ele foi útil, mas será melhor para ambos se não nos encontrarmos mais.

Foi um alívio sair do chão instável e lamacento. Minhas botas estavam imundas, e isso me incomodava muito. Eram de um coro muito bom para terem tal tratamento. Segui reto, como o mortal indicou, passando por vários prédios, onde finalmente pude visualizar o porto...

O local estava bem movimentado. Por um lado isso é bom, já que poderei me misturar facilmente com os mortais. Por outro, achar alguém especificamente aqui não será fácil. Onde estaria Armand? É melhor eu procurar o mestre do porto ou algum funcionário que auxilia na ancoragem para perguntar. Se Armand é uma figura conhecida por aqui, as chances de um empregado saber onde ele está é maior do que um mero civil.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Mar 17, 2017 11:41 am

Rian:

Características - Rian:

- PS: 6
- FdV: 4
- Vitalidade: Machucado (Agravado)
- Laço de Sangue: Nv. 1 - Marcílius
- Garras da Besta
- Olhos da Besta
- Traço animalesco: Cauda - cauda peluda (preta) de pastor alemão com 40 centímetros.


Rolagem de Dados - Rian:

Rian: Autocontrole - 1 Sucesso(s)



Acalmando-se momentaneamente, Rian percebe o estrago que fez na casa de Marcílius e no próprio cainita. Sentado no chão, o Ator olha para o Gangrel de forma complacente. A toalha que ele usa para pressionar o ferimento está muito vermelha. Há sangue de Marcílius em todos os lados, no chão, na parede, nas roupas emprestadas do Ator que Rian está usando... Ao ver o companheiro de viagem naquele estado, Rian desperta ainda mais, percebendo que a Besta ainda está tentando tomar o controle de seu corpo.

Com esta percepção, ele corre o mais rápido que consegue para se trancar novamente no aposento especial de Marcílius. Ao olhar para si com um pouco mais de sanidade em sua mente, o Forasteiro percebe que está com suas garras expostas e a forma como ele consegue observar as coisas ao seu redor está diferente, como se ele estivesse a usar o dom de enxergar nas trevas. Atrás de si, ele percebe algo novo... como um novo membro em seu corpo. Ao olhar para trás, Rian nota o surgimento de uma cauda negra.

O cheiro do sangue na camisa atiça o pensamento de Rian. O doce sabor do vitae de Marcílius escorrendo por sua boca e garganta retorna. Apesar de passado o momento inicial de perda de consciência, o Gangrel sabe que não pode se descuidar nem um pouco, ou nada naquela casa conseguirá mantê-lo preso.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Beaumont em Sab Mar 18, 2017 1:04 pm

Pesquisar sobre os Verbenas não havia sido tão proveitoso quanto achou, Markus ficou desconfiado por não saber a naturea daquele código. Talvez fosse apenas uma forma enigmática de chamar um dos clans ou quem sabe uma sub linhagem dentro de um clã. 

A melhor parte é que o Tremere hava conseguido alguns endereços. Isso não tornaria a estada do vampiro em terras escocesas em vão. Olhou para Kate e fechou o computador enquanto anotava mentalmente os endereços que havia visto. 


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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Sab Mar 18, 2017 11:20 pm

Arnald Bradley:

Rolagem de Dados - Arnald:

Arnald: Transe - Falha Crítica
Arnald: Transe - 0 Sucesso(s)



Arnald se vê envolto por várias árvores e escuridão. Somente as luzes dos carros permitem ver algo ao redor. O Ventrue é pego novamente pelas três pessoas, uma segura seus pés e as outras duas seguram um braço cada e, ao que parece, mesmo tendo uma constituição física boa, os três estão tendo bastante trabalho para mantê-lo suspenso, provavelmente um efeito do peso das algemas. O cara que segura seus pés ainda parece ter algum cuidado ao caminhar, mas os outros dois continuam da mesma forma.

O Cainita é arrastado por entre as plantas por alguns poucos minutos, até que ele consegue ver uma pequena cabana de madeira a pouco mais de 10 metros no centro de uma clareira. Roden está à porta, esperando por seu pessoal. Assim que eles ficam a pouco mais de 5 metros, o Xerife entra na cabana e some das vistas. Arnald é arrastado até esse lugar e, ao entrar, vê bem em sua frente um elevador.

Os homens do Xerife o levam por esse elevador até quatro andares no subsolo. Ao sair, Arnald se vê em um corredor de concreto contendo várias portas de metal, de ambos os lados. Mais uma pessoa encapuzada está em pé na entrada desse corredor, e assim que o Ventrue chega na quinta porta, este homem a abre com muita dificuldade.

Bradley é, então, arremessado dentro de uma sala pequena e escura. Assim que todos saem e a porta se fecha, uma luz branca e forte se acende, e Arnald se vê em um lugar com um colchão no chão. Nada mais.

Após alguns minutos nessa nova prisão, Bradley começa a ouvir um barulho contínuo, como algo batendo na parede sempre no mesmo intervalo de tempo. Junto a isso, ele também escuta o som de murmúrios... algo como

- Saia daqui... minha cabeça... ela vem me pegar... eu sinto.... saia....

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Mar 19, 2017 10:35 am

Jonah Fox:



Ao passar pela porta aberta por Tomas, Fox se vê no topo de uma escada que leva ao andar subterrâneo da casa. Ao que pôde ser observado, o lugar deve ocupar a área daquela residência e mais duas casas de mesmo tamanho. Haviam dezenas de pessoas no lugar, estas estavam andando, dançando em uma área com chão de vidro iluminado de baixo para cima que havia no centro do salão, sentadas em uma espécie de bar onde três bartenders preparavam as bebidas mais diversas ou mesmo sentadas em bancos ou poltronas que circundam as diversas mesas dispostas no salão.

- Aqui nós temos um pouco de tudo... As criaturas que governam este lugar tem regras bastante rígidas e conseguem manter todos sossegados. Eles são criaturas bastante antigas e ninguém teria coragem de infringir suas leis. - Responde Tomas ao questionamento de Fox enquanto começa a descer a escada em caracol. - Mas vamos sentar, temos algo à conversar, não é mesmo?

A música continua a tocar. Assim que Fox chega ao topo da escada, somente algumas poucas pessoas viram o rosto para olhar os recém-chegados. Simone segue Tomas e também começa a descer a escada. Toni fica ao lado do Gangrel enquanto este observa todo o lugar. Atrás de si, um novo homem passa pela porta. Este olha para Fox e seus olhos mudam de preto e circular para algo como os olhos de uma serpente, de sua boa surge uma língua bifurcada.

Imagem - Olho:




- Teremos uma festa aqui em cima também, ou você poderia me dar licença... - Diz o homem de forma levemente sarcástica enquanto muda seu olhar de Fox para a escada.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - Uma Cidade de Sombras

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Mar 19, 2017 11:52 am

Alexia Grimaldi:


Longe do monte de pessoas que estavam claramente se divertindo, 5 homens vestidos com macacões de cor laranja e levando baldes contendo vários produtos e limpeza desciam até os pequenos barcos ancorados. Claramente eles faziam parte de um grupo contratado para fazer a faxina nos barcos ali aportados. Ao olhar novamente para os armazéns, Alexia via mais alguns homens com a mesma roupa laranja logo na entrada de um destes. Eles pareciam estar arrumando uma máquina que estava no chão.

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