Sangue Ruim - A Revelação

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Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Rian em Qui Jan 05, 2017 2:23 pm

Sangue Ruim - A Revelação


As recorrentes quebras da Máscara na capital do Estado do Colorado levaram o Arconte Lunato a deslocar-se pessoalmente para a cidade. Um novo príncipe será escolhido. Com os rumores da queda da atual príncipe, Kate Emeri, se tornando realidade, acordos de sangue são feitos e favores serão cobrados. Uma corrida pelo trono começa na cidade enquanto Kate, já conformada com sua queda, prepara-se para se manter em uma escala menor de poder e, com isso, ao alcance das garras de seus inimigos. Ela busca novos aliados e deseja descobrir a identidade por trás das infrações da Máscara, para isto, conta com o apoio de um Tremere recém chegado a cidade, e portanto, alguém que ela tem certeza que não está envolvido com as infrações, Uryuda Chiovenda. Por outro lado o clã Ventrue de New York envia um de seus melhores ancillas para garantir que o trono seja ocupado por um sangue-azul. Henry Crow consegue cativar o Arconte em seu favor, colocando os Ventrues em vantagem em relação aos demais clãs. As hárpias espalham a notícia da proeminência de Crow e agora todo candidato ao principado deseja conquistar o apoio do ancilla.
 
Enquanto os vampiros da Camarilla tramam nos bastidores do poder, infernalistas do Sabá infestam a cidade e, após armarem uma cilada para a inquisição em uma cidade da Bastarda e com isso dificultando um possível reforço ou que sejam descobertos, iniciam um ritual raro e muitíssimo poderoso para soltar uma verdadeira arma "viva" contra cainitas. Um misterioso cainita, chamado John White, busca apoio de membros do Sabá, Lincoln e Marko, para libertarem um ancilla inquisidor que está preso (Baruch King) e, com isso, tentar eliminar o perigo.


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NPCs conhecidos:


Luis Antomiel Lunato – Arconte
Clã: Requer Status Camarilla nível 1
Geração: Requer Status Camarilla nível 3
Característica marcante: Recatado e observador. Escuta mais do que fala.

 
O arconte vive recluso em um refúgio privativo dentro do Elísio. Aparecendo poucas vezes na área comunal do grande teatro, pouco se sabe sobre o misterioso vampiro que sabe diferir o tratamento adequado àqueles que o procuram para compartilhar informações construtivas sobre as infrações à máscara daqueles pobres infelizes que o procuraram apenas com o intuito de tentar coletar informações ou desmerecer seus rivais.
Rumores dizem que o Arconte deu carta branca para o forasteiro ancilla Ventrue Henry Crow agir em seu nome para chegar ao infrator da Máscara.
 
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Kate Emeri – Príncipe
Clã: Toreador
Geração: Requer Status Camarilla nível 2
Característica marcante: Sua beleza física estonteante (aparência 5)
 

A atual príncipe da capital do Colorado está em sua iminente queda e ela sabe disso. Por outro lado, Kate vem se preparando para voltar ao status quo e estar ao alcance das garras dos inimigos que fizera ao longo dos anos. Ela sabe que o novo príncipe fará com que as engrenagens da cidade estarão voltadas sutilmente contra ela. No entanto, reciprocamente o próximo príncipe pode esperar para figurar como o suspeito nº 1 dos ataques à Máscara (pelo menos por parte de Kate).
Alguns dizem que o poder corrompeu Kate e a está levando a loucura. Dizem que ela passa as noites em seu recinto privativo no Elísio, às vezes falando sozinha e balbuciando coisas sem sentido. Outros dizem que a Toreador fará uma loucura para se manter no poder.
 
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William Parker – Senescal
Clã: Ventrue
Geração: Requer membro Camarilla
Característica marcante: Reservado, frio e calculista
 

O senescal é o próximo na linha de sucessão com uma eventual queda de um príncipe. Por isso rumores nos corredores da cidade dão conta de que William será o próximo príncipe, independente de quem de quem descobrir a identidade por trás das quebras da Máscara. Além disso o Senescal já estaria fazendo planos com seu novo status e torcendo para a queda da Toreador.
Por outro lado, as más línguas dizem que a escolha do novo príncipe caberia ao forasteiro Henry Crow, um ancilla Ventrue de NY que estaria a serviço do Arconte, como também que o Arconte teria objeções contra a indicação de William por ele também ter responsabilidade pelo zelo da Máscara e, como Senescal, não ter feito o suficiente.
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Valerya – Xerife
Clã: Brujah
Geração: 8ª
Característica marcante: Mais ação e menos palavras
 

Valerya é uma típica Brujah, porém com uma dose extra de paixão. A vampira não tem paciência para escutar discursos longos e muito menos ouvir desculpas esfarrapadas. Se enganam aqueles vampiros que, ao lidar com a xerife, acreditam que ela é apenas mais um Brujah que só conhece a força bruta. Valerya é especialista em detectar emoções e expressões corporais, o que coloca vampiros que queiram passar desapercebidos pela cidade em uma tênue e perigosa linha.
Desde o início das infrações da Máscara ela tem se esforçado para encontrar os responsáveis e, apesar da conhecida rivalidade entre os clãs Brujah e Toreador, ela vem demonstrando uma fidelidade sem igual para com a príncipe do Clã da Rosa. Alguns dizem que ela está sob influência de Kate, outros que ela apenas está cumprindo o seu papel.
 
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Hendric Evilyn Torres
Clã: Ventrue
Geração: Requer Camarilla status 1 ou membro Ventrue



Hendric é nada mais que o vampiro canalha responsável pelo passado criminoso de Lincoln Duarte Nóbrega (player). Hendric é um ambicioso Membro que deseja nada mais que ter toda a América em suas mãos. Ele sabe que a escalada é longa mas planeja cuidadosamente cada passo em direção ao poder. Nas horas vagas ele tem o estranho hobby de destruir a vida de humanos, assim como fez com Lincoln e família White, criando um divórcio entre os pais de John e Mary White.
Atualmente Hendric está mirando o trono de Glover e fará de absolutamente tudo para conseguir seu objetivo. Embora seja originariamente de NY ele foi convidado pela própria Kate, como um aliado para solucionar os problemas da Máscara na capital do Colorado, pois sabe-se que Hendric é um vampiro extremamente influente no submundo, no entanto, mesmo alguém como ele com olhos em todos os lugares, está encontrando dificuldades para encontrar o responsável ou os responsáveis pelos ataques.



A Primigênie (Ventrue, Toreador, Malkaviano, Brujah e Nosferatu)
Arthea Cranberry
Clã: Ventrue
Geração: desconhecida (status camarilla 1 ou pertencer ao clã Ventrue)

 
Arthea é conhecida por seus métodos ortodoxos e comprovadamente certos para se chegar a um resultado. Ela se baseia no conhecimento empírico e sua posição conservadora é bastante criticada principalmente pelos neófitos do clã Ventrue que dizem que o clã precisa de uma nova liderança e que William representa muito melhor os objetivos do clã. Isso fez com quem Arthea desenvolvesse uma rivalidade com o Senescal.
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Marcel – O Zelador
Clã: Malkaviano
Geração: desconhecida
 

Marcel é um inigmático, um Malkaviano totalmente fora do esteriótipo comum do clã. O vampiro se envolveu na política da cidade e parece determinado a buscar, descobrir ou conquistar alguma coisa, embora ninguém saiba exatamente o quê. Sua rixa com o Senescal Ventrue é conhecida por todos na cidade, talvez ele saiba algo sobre William, no entanto, mesmo que seja isto ainda é um segredo não desvendado. Marcel é manifestamente contrário à posição de Kate no poder, talvez por isso, ele tenha sido escolhido por ela como o Zelador, talvez uma forma de ver o Malkaviano fracassar publicamente.
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Máximus
Clâ: Brujah
Geração: Requer Status Camarilla 2 (ou Clã Brujah + Status 1)
 

Máximus representa tudo o que é o Clã Brujah em Glover. Anteriormente Glover era governada por um príncipe Brujah, no entanto ele (e muitos outros vampiros) morrera durante um ataque Lupino ao antigo Elísium da cidade. Como os garous descobriram a localização do antigo Elisium ainda permanece um mistério. Kate foi indicada como nova príncipe (por ela ser a antiga senescal) e desde então estabeleceu um rígido controle da máscara sob o pretexto de que pequenos deslizes teriam que ser punidos exemplarmente para evitar que os lobisomens descobrissem a localização do novo elisium. Com isso Kate condenou à morte final dois neófitos Brujah, o que gerou um conflito entre os clãs Brujah e Toreador.
O Clã Brujah é o segundo clã mais influente em Glover (ganhando até dos Ventrue). A boate London, recinto do clã, é a balada mais cara e mais frequentada de todo o Estado do Colorado. A boate ocupa um quarteirão inteiro, sem falar no espaço reservado para o estacionamento. Políticos importantes, magnatas, capitalistas e jovens ricos frequentam o local. No entanto, várias outras boates e setores de diversão dos mortais são controlados pelos Brujah na cidade, sob o comando e Máximus, um ex-general que lutou na guerra da Independência dos EUA e agora lidera o clã na Jyhad de Glover. Não é preciso nem dizer como Máximos vê a iminente queda Kate. Estaria ele por trás dos ataques à máscara? Pelo menos é o que neófitos do clã Toreador tem especulado nas últimas noites...
 
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Frederic Roseman
Clã: Toreador
Geração: requer Camarilla Status 1
 
“Fred” foi em vida um músico violinista que se apresentava em um teatro em Londres. Ninguém sabe o que motivou sua vinda para o Estado do Colorado, nos EUA. Roseman é um vampiro que, apesar de um pouco mais velho que a maioria dos membros, aceitou e acompanhou a evolução tecnológica humana. Talvez por conta disso ele é bem conceituado entre os neófitos e não é estranho ver o primogênito Toreador em um círculo de neófitos no Elisium do que entre vampiros mais velhos. Frederic parece não se interessar muito pela política. Ele é um amante da arte, impressiona tanto os novos quantos os velhos com a música e, por estranho que pareça, contrariou Kate defendendo os neófitos Brujah infratores da Máscara, tentando dar-lhes uma segunda chance. Talvez, o fato de sobreviver ao ataque lupino fizera Fred enxergar o quanto a vida é frágil e como ela deve ser aproveitada antes do final que a todos aguarda.
 
 
Marcus Stark
Clã: Nosferatu
Geração: requer Camarilla status 2 (ou membro do clã Nosferatu)

 
Marcus foi muito assediado por Kate assim que as infrações à Máscara começaram. Ela acreditava que o clã Nosferatu podia ter a resposta ao que estava acontecendo na cidade ou a identidade do responsável pelos ataques. No entanto, o fato é que Kate há muito havia negligenciado o clã Nosferatu, deixando-os jogados à sua própria sorte nos esgotos como se eles não existissem. Agora a príncipe está furiosa com o tão pouco de informação que tem conseguido com os ratos. O clã Nosferatu foi o menos atingindo pela Tempestade Garou, como ficou conhecido o ataque que matou o antigo príncipe. Talvez eles sabiam de alguma coisa ou talvez os esgotos da cidade fora uma natural forma de proteção para o clã.
Pode ser que Marcus saiba de alguma coisa, no entanto, ninguém sabe o que Kate pode ter oferecido em troca de informações e, por isso, pode ser também que os Nosferatus estejam tão perdidos quanto todos na cidade em relação ao criadores dos Caitiffs.
 
 
Outros Membros:
 
Victor Krum – Regente da Capela de Glover
Clã: Tremere
Geração: requer status Camarilla 2 (ou membro do Clã Tremere)
 

Inicialmente o Clã Tremere não integrava a Camarilla da capital do Colorado. Contudo, fatos recentes fizeram com que o feiticeiro se estabelecesse no local juntamente com três neófitos que o acompanharam em sua mudança, sendo Kamila a sua cria e os outros dois vindos da Capela de Oklahoma, sendo que Victor e Kamila vieram de Seatle.
No entanto, apesar de obscuro, está mais que claro que o interesse do Clã Tremere em estabelecer uma capela em Glover, principalmente com o astuto e proeminente Victor Krum, só pode ser obra de alguém que tem algum interesse nisso, provavelmente a própria Kate ou algum outro Membro que deseja obter apoio em sua empreitada rumo ao trono para suceder a príncipe. A pergunta que não quer calar é: de que lado do tabuleiro de Xadrez estaria o feiticeiro?
O fato é que Victor já se proclama o primogênito Tremere de Glover.
 
 
Cláudia
Clã: Toreador
Geração: Requer Status Camarilla nível 2

 
Cláudia é uma criança irritada com sua própria existência. O abraço lhe ceifou a possibilidade de crescer fisicamente e isto mexeu profundamente com o psicológico da menina que tentou por várias vezes se entregar à luz do sol e, por isso, passou parte de sua não-vida trancafiada por Kate. Foi graças ao senescal William que Cláudia se reestabeleceu e talvez a criança seja agora o principal elo que une a príncipe e o senescal.
 
 
Helena S. Cage - Hárpia
Clã: Toreador
Geração: Requer status Camarilla nível 1
 
É a vampira Cage quem dá as cartas no campo social em Glover e o Elisium é seu principal campo de atuação. Ela decide quem será o próximo alvo de deboches e quem é o fenômeno do momento. Helena constitui uma das principais influências do clã Toreador na cidade, quando o assunto é clã vs clã. Máximus só não ainda chegou ao trono graças às manobras sociais de Helena.
 
 
Donnald – Algoz
Clã: Toreador
Geração ?
Status: morto.
Donnald era cria de Kate. O algoz foi um dos responsáveis por levar a cabo muitos vampiros, principalmente anarquistas, que não haviam se apresentado à Kate. Um fiel seguidor da príncipe, extremamente arrogante e presunçoso e uma habilidade espetacular com armas brancas. Donnald recebeu a morte final nas ruas de Glover nas mãos de Lincoln, Marko e Franchesca.


Última edição por Rian em Qui Jan 05, 2017 8:21 pm, editado 3 vez(es)

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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Rian em Qui Jan 05, 2017 3:55 pm

O Sabá (Infernalistas)


Lord Dark – Infernalista
Raça: desconhecida
Clã: desconhecido
Geração: desconhecida

Um misterioso agente infernalista que aparentemente tem um altíssimo nível de compreensão de ocultismo e infernalismo. Lord Dark, como é chamado por seus seguidores, está conduzindo um ritual em Glover para criar uma nova raça híbrida de lupino, vampiro e humano. Seu objetivo é ter um servo vampiro extremamente poderoso e capaz de caminhar sob a luz do sol para, com isso, destruir seus inimigos e cumprir seus obscuros objetivos
 
Salazar – Ductus
Clã: Serpente da Luz
Geração: desconhecida

Salazar lidera o bando infernalista em Glover sob as ordens diretas de Lord Dark. Foi ele quem liderou e colocou em execução um audacioso plano para capturar uma Lassombra de 7ª geração que seria usada no ritual negro. Para isso Salazar usou John White em uma armadilha para a inquisição, levando-a para uma emboscada. Salazar é um vampiro experiente, astuto e ambicioso, tanto é que vendeu sua alma em troca de poder.
 
Morena Gonzales
Clã: Serpente da Luz
Geração: desconhecida

Morena é cria de Salazar que a instruiu e a criou dentro do manto das forças negras dos rituais proibidos, uma forma de compensar a pouca vivência da mulher com um nível maior de poder, que no final também lhe custará caro. Morena desempenha o papel de, eventualmente, seduzir mortais para serem usados nos rituais macabros do bando.
 
Walter Guttemberg
Clã: Desconhecido
Geração: desconhecida

Walter foi em vida um atleta e campeão mundial e campeão olímpico em arquearia. Ele morreu durante um misterioso assalto durante o último campeonato mundial de arquearia realizado em Glover, há quase 30 anos. Contudo, o que ninguém sabe é que as habilidades de Walter estão sendo usadas para servir a Salazar. Ele é o principal elemento usado nas emboscadas pelo Ductus Serpente da Luz.
 
John White
Clã: Serpente da Luz
Geração: Desconhecida
 
John foi abraçado por Salazar contra a sua vontade. O Ductus coagiu o jovem a rapaz a servi-lo em troca de manter sua família segura, um presente de Salazar pelo bom comportamento do vampiro. Ele foi o responsável por carregar um bilhete que daria a “pista” inicial para a inquisição e que seria o gatilho para a armadilha. Curiosamente ele é extremamente parecido fisicamente com o Tzimisce Marko Cerveni Obertus, que acabou se aproximando e se passando por John junto à irmã do vampiro, Mary White. Pode ser que essa paridade entre os dois vampiros seja uma incrível coincidência, ou talvez, essa semelhança tenha raízes muito mais profundas e eventualmente pode não ser apenas uma mera coincidência...


 
Humanos:

Arnold Schwarzenegger – Governador do Estado do Colorado
Idade: 52 anos
Profissão: Ator

 
Após o término do seu mandato na Califórnia, estranhamente Schwarzenegger aceitou um convite para concorrer às eleições no Colorado. Ele venceu por uma apertada margem sobre seu rival e sua campanha foi marcada por acontecimentos estranhos, ou no mínimo inusitados, como a desistência do candidato que era o atual governador do Colorado e favorito nas eleições. Em seguida o Governador Schwarzenegger escolheu o médico Stephen Meyers para a prefeitura da capital. Como a sede do Governo do Colorado fica em Glover, Arnold Schwarzenegger está constantemente na mídia local e interfere diretamente nas esferas de poderes da cidade. Estaria Arnold sob influência de algum vampiro de Glover?
 
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Stephen Meyers – Prefeito de Glover
Idade: 56 anos
Profissão: Médico


 
Stephen Meyers está em seu segundo mandato na prefeitura de Glover. Arrojado o prefeito realiza inúmeras obras e embarga construções particulares de grandes empresas, através do setor de arquitetura e urbanismo da prefeitura. Sua autonomia não é grande quanto a do Governador, mas sua atuação enérgica mostra que ele beneficia alguns setores do capital privado enquanto complica as coisas para outros. Antes de ser prefeito, Stephen era apenas um médico. Rumores dão conta de que algum dinheiro sujo garantiu seu cargo na prefeitura e agora ele deve favores.
 
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Lucy Banderas
Idade: 37 anos
Profissão: Perita Criminal (Faculdade de Biologia pela Universidade do Colorado; Pós-Graduação pela Escola de Criminologia de Chicago; Especialização em Bioquímica pela Universidade de Boston)


Perspicaz, observadora, inteligente e introspectiva. Essas qualidades fizeram desta mulher uma perita criminal que nenhum criminoso gostaria de tê-la investigando um de seus crimes. De origem espanhola e naturalizada cidadã americana, Lucy se tornou perita e demonstrou uma incrível eficiência na solução dos casos em que atuou, se tornando uma agente em evidência dentro do departamento, criando admiradores e inimigos por sua simples eficácia. Atualmente o Ventrue Henry Crow tenta laçá-la através do sangue e usá-la para seus propósitos.

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Vampiros recém-chegados a Glover:

Baruch King, O Anjo Caído
Clã: Lassombra
Geração: Requer Status Sabá 1

Baruch quando humano era um criminoso que atuava para uma máfia local. Ele acabou sendo abraçado pela inquisidora Lassombra Anne BlackHearth e, desde então, foi instruído na luta contra o infernalismo que corrói o Sabá como um câncer. O cainita ainda não é reconhecido como um inquisidor, embora sua mentora não tenha dúvidas de que ele já esteja pronto para assumir a função. Recentemente o bando de Anne descobriu uma célula infernalista em São Francisco. Contudo não passava de uma armadilha para que a inquisição caísse nas garras de Salazar e seu bando, em Glover. Baruch viu seus companheiros de bando morrerem um a um e agora ele jura vingança contra os infernalistas de Glover.

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Franchesca Sardou
Clã: Toreador AT
Geração: requer membro Sabá

Franchesca foi até Glover para cumprir sua vingança contra a banda famosa internacionalmente Aerofire. Na verdade, quando humana ela era a vocalista da banda. Contudo a garota fora assassinada por um conluio formado pelo empresário, patrocinadores e os outros membros da banda com o intuito de alavancar as vendas de discos. Ela acabou conhecendo Lincoln e Marko nas ruas de Glover e juntos destruíram o Algoz Donnald. No entanto, agora ela deverá redobrar a atenção, pois com certeza a Camarilla tentará encontrar os responsáveis pela morte de Donnald.
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Henry Crow
Clã: Ventrue
Geração: Requer camarilla status nível 1 (ou membro Ventrue)

Henry foi enviado a Glover a pedido do próprio ancião do clã Ventrue de NY, com o objetivo de expandir o domínio Ventrue e colocar um fim na bagunça que assola a capital do Colorado. Surpreendentemente o ancilla conseguiu cair nas graças do Arconte e agora trabalha para descobrir a identidade por trás dos ataques à máscara. Recentemente ele descobriu a perita Lucy, que estaria sendo influenciada por Hendric, e decidiu tomá-la para si.

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Lincoln Duarte Nóbrega
Clã: Brujah
Geração: Requer membro Camarilla

Lincoln foi até Glover, juntamente com seu sire Klaus, para cumprir sua vingança contra Hendric, o homem que havia destruído o passado dos dois Brujahs. Contudo, as coisas saíram fora de controle, a cidade estava um caos total e quando Lincoln percebeu estava dentro de uma teia de aranha da qual dificilmente sairia vivo. Ele viu seu sire morrer nas garras de Kate e agora a vingança turva sua mente. Ele quer a morte de Kate acima de qualquer outra coisa. Após receber uma caçada de sangue, Lincoln fugiu para o Sabá, onde recebeu uma nova aparência e escolheu uma nova identidade. Lincoln foi um dos autores da morte-final do algoz Donnald. Seria este apenas o início de sua vingança?

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Marko Cerveni Obertus
Clã: Tzimisce
Geração: Requer membro Sabá

Marko chegou a Glover e logo descobriu uma foto "sua" na carteira de uma mulher. Ele logo descobriu que na verdade se tratava de outro cainita extremamente parecido consigo. O Tzimisce decide tomar a garota como sua carniçal. Contudo, nesse meio tempo muitas coisas acontecem, ele acaba conhecendo Lincoln e Franchesca, um caçado da camarilla e uma vampira sabá que também estava em Glover. Marko é um cainita com mania de grandeza e tem como objetivo chegar ao topo do Sabá. Seria no mínimo inusitado que seu primeiro degrau fosse em uma cidade camarilla.

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Uryuda Chiovenda
Clã: Tremere
Geração: Requer Camarilla status 1

Uryuda chegou à Glover a convite da própria príncipe Kate Emeri. Assim que conhece a vampira, o feiticeiro descobre que ela e seu sire eram próximos e que a vampira não sabia do desaparecimento de seu mentor. Contudo a Toreador promete ao Tremere que irá ajudá-lo a encontrar o seu mestre enquanto que, por outro lado, pede sua ajuda na luta contra aqueles que atentam contra a sua pessoa.







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Bem-vindos a mais um ciclo! Inicialmente estava planejado para este ser o último ciclo da história e, para isso, vocês vão reparar que a cadeia de eventos começará a girar com mais velocidade. Pode acontecer de que a história não termine nesse ciclo (principalmente se ficar forçado para o final sair), tudo vai depender do que ocorrer em ON, afinal o único objetivo desta história é a diversão de vocês jogadores. Vocês são os atores principais desta crônica, cada um protagonista de sua própria história.

Deverão começar postando: Baruch King e Ury Wayne (deverão responder o meu último post pra vocês no ciclo passado);
Devo postar para: Winterfell, Lord, Ignus;
Post livre: Android (pode tanto tomar a iniciativa de postar como aguardar eu postar).

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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Rian em Sex Jan 06, 2017 11:06 am

Lincoln; PS: 04/12; Força de Vontade: 7/8 ;Vitalidade: ok
Marko Cerveni Obertus, PS: 05/12; Força de Vontade: 5/7 Vitalidade: ok



John começava a olhar, preocupado, através da janela do ônibus. Ele respondia sucintamente às indagações de Marko:
- Não se preocupe com a aparência de Lionel. Ele será coberto com um manto que usamos para os sacrifícios, eles não verão o rosto dele. Quanto aos carniçais eu também sei como resolver o problema... e quanto à sua pergunta, Lionel, no caminho eu explico. Mas adianto que você é a “coleta” para a próxima noite e não para hoje, então relaxa, cara!
Ele então se levantava e apertava o botão de parada. Lincoln e Marko notavam que o ônibus passava em frente ao cemitério naquele momento e, por fim, parava em um dos pontos, abrindo a porta para os passageiros descerem e outros entrarem.
- A não-vida é assim meus caros, nem sempre teremos tempo para planejar tudo bonitinho como vocês gostariam, às vezes somos pegos de surpresa e precisamos saber como lidar com o que temos. É aí que mora a diferença entre os que triunfam sobre os que são triunfados, mais cedo ou mais tarde vocês serão pegos de surpresa por algum fato e terão que improvisar... Enfim, é aqui que vocês decidem seu futuro. Ignorem os acontecimentos e levem suas humilde não-vidas adiante dentro deste ônibus, anônimos dentro da Seita, como se nada estivesse acontecendo, e continuem sendo apenas cainitas anônimos sobrevivendo noite após noite ou façam essa aposta alta, desçam comigo e elevem o nome de vocês perante todo o Sabá e sejam os heróis do amanhã! Nosso tempo acabou. Decretava ele.
John descia do ônibus e caminhava rápido em direção ao cemitério. Ele parecia estar muito preocupado com as horas e a impressão que Lincoln e Marko tinha é que ele corria contra o tempo. De fato, se o que ele dizia era verdade, não haveria mais tempo para maquinações, deliberações e conversa. Era pegar ou largar, no entanto, o coração de Marko e de Lincoln palpitava. O discurso inflamado de John enxia-os de coragem e parecia fazer com que eles reconhecessem o quanto suas vidas eram mesquinhas. Lincoln o caçado era nada mais que uma criança da noite largada à sua própria sorte e, apenas por sorte, ainda não tinha morrido. Marko, por outro lado, se achava grandioso, mas não passava de apenas mais um cainita qualquer dentro das fileiras do Sabá tão igual quanto um cabeça de pá qualquer. Sua grandiosidade estava apenas dentro de suas fantasias e o discurso de John White fazia essa fantasia quebrar em mil pedacinhos, obrigando Marko a encarar a verdade.

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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Winterfell em Sab Jan 07, 2017 1:20 pm

John começa a demonstrar presa, o que é até esperado, mas ainda incomodo já que as respostas as minhas indagações ficam mais sucintas. - Não se preocupe com a aparência de Lionel. Ele será coberto com um manto que usamos para os sacrifícios, eles não verão o rosto dele. Quanto aos carniçais eu também sei como resolver o problema... - Então compartilhe. Não é por você não estar mentindo, que se tornou um bom estrategista. Eu sou um bom estrategista! Deixe que julgue se essa “solução” é de fato viável. Afinal já tinha muitas incertezas e zonas escuras nesse nosso plano. Agir de “improviso” assim e tão no escura vai contra meus instintos. (Perfeccionista) e quanto à sua pergunta, Lionel, no caminho eu explico. Mas adianto que você é a “coleta” para a próxima noite e não para hoje, então relaxa, cara! - Podemos ajeitar os “detalhes” no caminho então. Entendo que tempo é um luxo que não temos. Olho pro Lincoln, enquanto falo. Me dirigindo diretamente a ele. - O ritual de hoje já é aparentemente o despertar dessa coisa, de qualquer forma se a encenação der errado e você se sentir em perigo real saia enfiando a porrada. Vou estar lá também e cubro as suas costas. Nossa aliança é recente mas bem forte. Afinal uma experiência de “quase morte-final” e o delicioso alimento (Diablerie de Donnald) que dividimos, me fez compreender a utilidade (e necessidade) de um aliado fisicamente capaz como Lincoln. Esse “companheirismo de motoqueiros” não é uma carapuça que “me sirva” bem, mas não pretendia deixa-lo morrer. Você é o segundo membro do meu bando afinal. Não somos “motoqueiros”, mas somos um “bando”. Ou ao menos seremos quando tudo isso acabar. (Megalomaníaco e Unificador) Ele não morreria se eu pudesse evitar e creio que ele também pense desta forma em relação a mim.  

O “John real” aperta o botão de parada enfrente ao cemitério. - A não-vida é assim meus caros, nem sempre teremos tempo para planejar tudo bonitinho como vocês gostariam, às vezes somos pegos de surpresa e precisamos saber como lidar com o que temos. Sei bem o que é lidar com surpresas desagradáveis, por isso mesmo detesto surpresas quero garantir que “essa” não seja uma. - É aí que mora a diferença entre os que triunfam sobre os que são triunfados, Serio que você vai jogar esse “papo” em mim? Não gosto de ser “conduzido” muito menos manipulado. E ele obviamente tenta nos instigar. Já disse que vou cacete, guarda o discurso. -  mais cedo ou mais tarde vocês serão pegos de surpresa por algum fato e terão que improvisar... Enfim, é aqui que vocês decidem seu futuro. Ignorem os acontecimentos e levem suas humilde não-vidas adiante dentro deste ônibus, anônimos dentro da Seita, Anônimo. penso sem na verdade me ofender. Só permanecerei anônimo enquanto isso for conveniente. (Perturbação permanente como a Malkaviana – Megalomania. Portanto Marko não “encara a verdade que ele é um merdinha”. Em sua psique ele é muito mais que isso. Ele é “especial” e destinado a “grandeza”). Você pode ter tentado me ofender, supondo minha também suposta insignificância. Mas na verdade o anonimato me permite uma melhor mobilidade. Consequentemente colher informação dos cainitas e da “situação local” a minha volta, antes de me revelar. Portanto quando me “revelar”, não serei “mais um cordeiro” e sim um lobo. O Sabá dessa cidade pode achar que sou apenas mais um “peixe no lago”. Na verdade mesmo prefiro assim. Continuem ignorantes quanto a “este tubarão”. - como se nada estivesse acontecendo, e continuem sendo apenas cainitas anônimos sobrevivendo noite após noite ou façam essa aposta alta, desçam comigo e elevem o nome de vocês perante todo o Sabá e sejam os heróis do amanhã! Nosso tempo acabou. Sendo sincero esse tipo de discurso motivacional e indutivo não costuma ter efeito em mim. Não sou alguém muito “emocional” e prefiro manipular a ser manipulado. Ainda assim, me sinto surpreendentemente motivado. Até podia sentir meu coração palpitar. Estranho. Me levanto, olho para o Lincoln fazendo um sim com a cabeça e logo depois começando a descer também do ônibus. Já tinha dito que iria de qualquer forma. Não que ser “o Herói” me interesse. Quero o mérito e reputação que um sucesso aqui me trará. Como sempre, meu desejo é simples; PODER Agora voltando à estranheza de minhas emoções... penso Será que esse puto, fez alguma coisa para manipula-las? (Como ele mesmo disse sei que é um Serpente da Luz, posso supor que tenha usado presença em mim)? De qualquer forma, tem algumas coisas que ainda preciso saber. E uma delas nem se relaciona ao nosso “plano de ação”. Tento alcançar o Cainita, me mantendo próximo a John e Lincoln. Enquanto também destino alguma atenção a observar o ônibus e me certificar que ninguém desceu atrás de nós. (Perfeccionista) (Alguém desceu no mesmo ponto que a gente? Se sim, como essa pessoa se comporta e em que direção esta indo? Ela também parece nos observar? Como era o comportamento dela dentro do ônibus)? Tento descobrir quem é responsável por esse surto caitiff desde que cheguei a cidade. - Afinal de contas. Digo relativamente mais baixo, um dialogo entre nos 3. Sem o intuito de chamar atenção das redondezas. - São vocês os responsáveis pelos abraços que vem acontecendo na cidade? Ele estava sendo “tão sincero” ate agora (mesmo tinha me garantido dessa “sinceridade”) Ele não teria porque mentir sobre isso. E com isso devo entender de uma vez se essa merda é trabalho interno da própria Bastarda ou não. Observo-o atentamente aguardando uma resposta. (Como já entendi como são as impressões e “maneirismos” dele, creio que seja ainda mais fácil perceber novamente se diz a verdade).

Claro que também tinha algumas coisas (muitas na verdade) que não me desciam bem nessa historia. Ainda não entendo porque diabos somos tão parecidos. E eu não acredito em coincidências. Mas John também não parece ter essa resposta. Isso seria o estratagema de um terceiro? Tem mais um “jogador” nesse tabuleiro? Isso teria de ser devidamente investigado. Claro que depois de sobreviver a essa noite. Como queria ter um plano melhor. Agir dessa forma “de qualquer jeito” me deixa muito apreensivo. Pra piorar ainda mais estou longe de estar satisfeito (5 pontos de sangue na reserva sanguínea). Deveria ao menos estar devidamente saciado, antes de pular nesse “ninho de cobras”. Enquanto vou andando, mexo em minha mochila procurando a escopeta. - E então, qual o seu plano? Depois de acha-la, a engatilho deixando-a pronta para o uso. (Assim não teria que engatilhar na hora e consequentemente não faria aquele barulhinho que bem poderia entregar a minha localização antes do tiro). Puxo a trava de segurança, para que acidentalmente ela não disparasse dentro da minha mochila e volto a guarda-la.        

---xXx---


- Entendi... E quanto tempo levaríamos pra recuperar um membro perdido? Meses? Anos? Levo a mão ao queixo, parecendo ponderar por algum tempo. -Tendo muito sangue a sua disposição e não tendo frescura quanto à dor. Alguns dias. Uma semana é um prazo razoável. Dou de ombros. - Isso depende do cainita. Exemplifico - Já vi um Demônio refazer uma perna queimada ate as cinzas em três noites. Sorrio sutilmente. - Nos Tzimisces somos um tanto mais próximos à dor, consequentemente resistentes também. Sorrio sutilmente, um sorriso sutil sem mostrar os dentes, frio e desprovido de humor. Como era a característica do meu “sorriso real”. - Claro que só é complexo assim se você tiver perdido esse membro pro fogo. Ou outra forma igualmente perigosa e dolorida de amputação. Se for algo mais simples, é tranquilo. Cresce rapidinho em uma noite mesmo. Digo como se isso não fosse nada. - Tem um canivete ae? Posso cortar fora um de meus dedos e fazê-lo crescer se você estiver descrente. Digo como quem oferece, como se não fosse nada demais. - Você ainda esta muito apegado aos conceitos que tinha como humano. Tente ver o mundo por uma nova perspectiva. O mundo não é tão “limitado à física” quanto os mortais acreditam.  

- Oh sim, Klaus me explicou muito bem o quanto nós somos criaturas frágeis... Menos frágeis que os humanos, mas definitivamente frágeis. Ao menos isso esse puto fez direito então. Faço que sim com a cabeça. - Isso é bom, mas também fique “esperto” com aquilo que você desconhece. Novamente exemplifico. - Se estiver lidando com algo que não seja humano, suponha que esse porra deve ter uma forma ou outra de te ferrar. Porque não estaria lidando com você sem uma “garantia”.

- Digo quando nos conhecemos por exemplo. Minha intenção é que virássemos os parceiros que somos agora. Mas eu tinha um plano de “escape” caso você tentasse me atacar. E pretendia te ferrar se você tivesse tentado ferrar comigo. Digo como quem diz a verdade, e de fato não minto. - Fui bem honesto contigo quando me aproximei de você e aquele papel que te deixei com a minha “mensagem de encontro” você podia acabar usando contra mim. Ele praticamente atestava que tinha um Sabá “interessado” em você. Então se você quisesse usar isso como barganha com a Bastarda pra tentar de alguma forma voltar a ser um deles, e não tivesse deixado o bilhete ali com o seu telefone eu teria me decepcionado e também teria de fazer algo saca? Tipo, te seguir pegar o bilhete de volta e armar pra bastarda te achar. Assim você morreria antes de ter a chance de me vender pra esses putos. Levo as mãos aos bolsos e continuo andando. - Quando percebi que você não me trairia ai te revelei meu rosto real. Depois de tudo que a gente passou, sei que posso confiar em você. E também disse que seria sincero então não vou “amenizar” só porque é “feio”. Olho nos olhos do Lincoln quando digo isso. - Cainitas são “feios” mesmo os “barris” são feios. Volto a olhar pra frente. - Quem não é, normalmente é manipulado por quem é e não vive muito. Dou um tapinha batendo no ombro mais próximo do Lincoln. Por isso é tão importante encontrar aqueles com interesse em comum com você, Cainitas que possam e queiram ser companheiros de verdade. É difícil ter “sinceridade” entre os membros, mais um bando é uma das promessas mais reais que se pode ter disso.  

- Falando em cainitas, digo indo para um assunto mais leve. - muitas vezes sabendo ao menos o clã de outro cainita, já da pra ter um “básico” do que esperar dele. Você entende algo dos outros clãs?
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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Rian em Sab Jan 07, 2017 3:52 pm

Henry Crow; PS: 14/15; Força de Vontade: 09/10; Vitalidade: ok


- Oh sim, entendi onde quer chegar... precisa de informações precisas. Bom eu entendo... Dizia Hendric com sua mania de coçar o queixo. – Veja bem, sr. Crow. Eu estou há muito pouco tempo em Glover e, assim como o senhor, não tenho influências aqui. Sou um forasteiro. Embora, é claro, eu tenha alguns contatos nesta cidade. Mas só agora que decidi me estabelecer é que estou em busca de domínios. Ele fazia uma pausa enquanto fitava Henry com um sorriso. Estava contente com as palavras do ancilae. Ele se aproximava de Henry um pouco mais e falava mais sério:
- Eu não tenho influência no necrotério. Um ar de decepção emanava do rosto de Hendric. – Mas eu juro, também por minhas dignitas, que tornarei este lugar um território Ventrue hoje mesmo, amparado em seu nome, Sr. Crow. É evidente, que seja lá quem estiver no controle do necrotério, não está contribuindo com a Camarilla. Farei um favor a todos tomando esse lugar.
Hendric percebia que podia se beneficiar da posição de Henry enquanto, ao mesmo tempo, ajudava ao clã Ventrue. E ele gostava da ideia.
- Se precisar que eu tome outras ações que julgar necessário, não hesite em compartilhar.
--
Antes de partir, a perita Banderas se permitia um sorriso e fazia uma piada com o comentário do sr. Bowman:
- Então são vampiros! Ela ria... mas aos poucos fechava o sorriso e Henry percebia que pouco a pouco a ficha dela parecia cair e ela começava a se sentir desconfortável até chegar ao ponto de se despedir rapidamente e ir embora:
- Sim, sr. Bowman. Nos vemos amanhã. Era notável que a perita começava a duvidar que vampiros poderiam não ser apenas criaturas fantásticas e ia embora extremamente pensativa.
Assim que a agente Banderas ia embora, Crow procurava um telefone público e falava com seu mentor. O rato de NY parecia muito satisfeito com o pedaço do bolo que lhe era ofertado de tão boa vontade por parte de Henry. Agora o ancilae tinha certeza que em breve o seu progresso chegaria até ao clã Ventrue de NY e espalharia como uma erva daninha por toda a Glover. Em contrapartida, 20minutos após desligar o telefone, uma mensagem do rato no telefone de Crow fornecia os contatos de Victor Krum (Regente Tremere de Glover) e Marcus Stark, o primógeno nosferatu de Glover.

Finalmente o vampiro estava de volta ao hotel. Ele dava uma gorjeta a um dos balconistas que estava no plantão daquela noite. No crachá constava “Peter”. O vampiro usava seus dons sobrenaturais para persuadi-lo que não queria ser incomodado no dia seguinte. O balconista sorria e fazia um sinal de que entendia o pedido do vampiro, inclusive sugerindo um quarto no segundo andar do subsolo, especial para “Membros do clube”. Logo, Henry concluía que aquele hotel era, muito provavelmente, propriedade de algum membro da Camarilla local. Contudo o quarto custava o dobro da mais cara acomodação dos andares “normais”, a cobertura.
Ao chegar no quarto, Henry colocava a placa de “não incomode” do lado de fora da porta e verificava as instalações. A verdade é que o Glover Park Hotel era o maior e mais luxuoso hotel de Glover. Personalidades famosas e políticos ali se hospedavam. O hotel estava bastante movimentado, havia uma significativa presença da imprensa e jovens roqueiros do lado de fora. Não demorou para o vampiro descobrir que uma banda famosa internacionalmente, a Aerofire, estava hospedada naquele prédio para um show que fariam na noite seguinte.
O quarto tinha uma estrutura muito boa e, por ser no subsolo não havia janelas. Um perfeito refúgio que permitiria ao vampiro dormir na cama mesmo.
--
Na noite seguinte uma mulher batia à porta do ancilae. Era uma bela garota de programa, indicada pelo atendente Peter.
Após a alimentação, um novo encontro com a agente Banderas era realizado e, mais uma vez, ela provava do vitae de Henry enquanto expunha:
- Não faz sentido... aliás, pior que faz sentido. Se vampiros existissem, eu diria que nosso alvo a ser investigado é um vampiro. Isso explicaria muita coisao, mas até onde eu sei, vampiros são apenas um conto de horror! Lucy estava indignada, ou pelo menos frustrada. Talvez a ideia da existência doe vampiros era algo que ela jamais suspeitaria e por isso nunca chegaria ao real suspeito.
--
Assim que terminava com Lucy, Henry dirigia-se para o elísio, onde seria realizada a reunião do clube dos pares. Assim que Henry entra na sala de reuniões do teatro, poucos minutos depois outra pessoa chegava, também antes do horário marcado. Era William, o senescal.
- Olá sr. Crow! Creio que os membros logo estarão todos aqui.


OFF: O f

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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Jan 08, 2017 4:05 pm

Eu percebia a pressa surgindo nos olhos de John, a medida que ele ia olhando para a janela e deixava de dar respostas satisfatórias para Marko, sua inquietude era visível, quase palpável. – Ficar relaxado? Você ta brincando? Já se esqueceu o que vamos fazer la? A ultima coisa que eu estou relaxado! – Eu dizia em um tom zombeteiro, como se o gêmeo do meu amigo, tivesse falado uma coisa extremamente idiota. O que de certo modo, ele disse.

Eu observava novamente a pressa com que John se levantava e apertava o botão de parada do ônibus, avisando ao motorista que a nossa parada já estava se aproximando. Ele então começava o seu discurso motivacional.

Eu começava a sentir uma emoção a medida que John ia falando, algo dentro de mim queria levantar e aplaudir o que ele dizia, queria segui-lo nessa empreitada e fazer o meu nome dentro da seita. “ Mas eu estou pouco me fodendo para a seita, eu quero a cabeça da Kate, não me importo se eu fizer isso como um anônimo no sabbath, ou como o líder da seita. “ Ainda assim aquele sentimento estava ali, aquela euforia, aquele desejo de seguir John. “ Caralho, que merda é essa, eu nem mesmo acredito no que ele ta dizendo, só aceitei participar por que o Marko parece acreditar, e eu não vou deixar ele se foder sozinho nessa. Que merda de sentimento é esse que eu estou sentindo? “

Marko então se levantava e olhava para mim, fazendo um sinal de que iria descer junto com seu gêmeo, eu espero que ele chegue até o corretor e então me levanto também, indo atrás dos dois vampiros. Meu coração já não batia a semanas, mas agora eu estava sentindo como se ele estivesse batendo de novo, clamando por esse momento. “ Mas que porra, não quero sentir isso, o que está acontecendo comigo? Esse sentimento não é real, não é meu... “ . Uma vez fora do ônibus, começo a seguir John e Marko que tiveram alguns segundos de vantagem sobre mim.

– Qual o plano John? Espero que seja bom. – Eu dizia seriamente, olhando o arredor, estávamos indo para o mesmo cemitério que eu ouvi tiros na outra noite, não pode ser coincidência. Definitivamente não é coincidência.

--

Fico perplexo com as novas informações que Marko estava me dando, três dias para regenerar um membro inteiro? Isso é demasiadamente rápido demais, mesmo que doa tanto quanto ele estava dizendo, não parecia possível. Mas Marko não tem motivos para mentir. – Incrivel... O que mais nós podemos fazer que eu não estou sabendo? – Eu perguntava com um brilho nos olhos, precisava conhecer todas a capacidades e limites que a condição de vampiro me proporcionava.

– Estava planejando me trair Marko? – Ficava uma expressão um tanto quanto magoada, como se não estivesse esperando por aquilo. Olhava para baixo e me virava de costas para o Tzimisce.

Segundos depois eu dou uma risada e dois tapinhas nas costas dele. – Relaxe, estou brincando, não esperava nada diferente vindo de você. Mas saiba, que mesmo que eu não confiasse em você. Eu não tentaria te vender pra bastarda. Como você bem sabe, eu quero destruir a Kate, me recuso a me aliar novamente a ela. – Abria um sorriso amigável e então dava de ombros.

– Quanto aos outros clãs, Klaus me falou sobre eles, não falou muita coisa, posso dizer que as opiniões que eu tenho foram formadas com o convívio, enquanto eu ainda era da camarilla.
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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por @nDRoid[94] em Dom Jan 08, 2017 6:49 pm

Algo deu errado. Muito errado mesmo. E o Tecnocrata não sabia dizer exatamente o que havia arruinado os planos dele. Tampouco lembrava da sequência dos acontecimentos desde que ele e Marko haviam deixado a mortal no Hotel naquela noite. Tudo parecia-lhe um grande borrão na mente. "O que diabos aconteceu, caralho?! Não pode ser possível que eu tenha esquecido tudo... ou pode?". A única coisa que ele conseguia escutar em sua mente era a voz retumbante do demônio. Volte, Rami! Voltar para onde? E porque ele tinha ido a outro lugar para precisar voltar? Ele ainda se recordava do plano e das palavras de Adremelech convidando-o a chamá-lo quando chegassem na tal clareira. Mas agora tudo era borrão. O Tremere acordou mais uma vez em Las Vegas, mas não no quarto que havia alugado do Caesar's. Estava na casa de sua mãe, mais precisamente em Winchester, um subúrbio da cidade que nunca parava. Reconheceu seu quarto, os pôsteres, seu computador antigo. Ele acorda num sobressalto. Não podia estar ali.

"Isso a deixará em perigo. Porque eu vim para cá? Ela pode ser torturada caso queiram chegar até mim."

Sua mãe. Ele se levanta assustado, pegando suas coisas. A sua mochila ainda estava ali e uma rápida verificada lhe mostrou que tudo estava como ele havia deixado. Ele coloca a mochila nas costas e parte para a porta. Ele a abre lentamente. Aparentemente, não havia ninguém em casa. Na verdade, parecia não haver alguém ali a muito tempo. "Estranho", pensou o acólito. Na verdade, era plausível, já que ele não tinha notícias de sua família desde o Abraço, o que já havia anos. Queria protegê-los do monstro que havia se tornado. Tinha feito a melhor escolha.

Ele deixa a casa, ainda sem entender como havia parado ali. Teria seu novo "colega" lhe guiado inconscientemente até ali; queria lhe mostrar como o conhecia em tão pouco tempo? Demônio miserável! Ardiloso! O cainita chuta a lata de lixo em frente a sua antiga casa, abandonando o local de vez. Não podia ficar ali em Winchester; não podia ficar em Las Vegas! Ele vai até a rodoviária e compra uma passagem para New York City, com sua Sire em mente. Ela poderia ajudá-lo a se livrar daquele momento.

O Tremere espera o ônibus e sobe nele, andando até a última fileira de cadeiras, próximas do banheiro, onde as pessoas evitavam sentar. Ele abre a mesa de apoio de sua cadeira, retirando o notebook de sua mochila. Enquanto o ônibus fazia o processo de embarque, ele começava a navegar na rede, pesquisando mais informações sobre aquela criatura. Sempre as mesmas informações, nada novo. Entidade antiga, perigosa. É, ele estava ferrado! Com aquela certeza o hacker sente o automóvel seguir seu rumo, lhe caindo a ficha: “Você está assinando sua sentença de morte, seu idiota!”. Ir para Manhattan na atual situação em que estava era pedir para ser interrogado pelos Anciões do clã que ali estavam. Ele sofreria uma verdadeira lavagem cerebral; eles descobririam as máculas em sua aura e o puniriam por se envolver com algo tão perigoso assim por um objetivo aparentemente tão fútil. Eles não entenderiam. Com aquela certeza o tecnocrata sabia que não poderia retornar a NYC, ao menos não agora. Ele aproveita o péssimo wifi do ônibus para fazer uma outra pesquisa.

Jogando palavras chaves em buscadores da net, ele procurava saber um pouco mais sobre Glover, a capital do Colorado. Era bem nítido em sua mente uma conversa que havia escutado nas salas do Elísio sobre a cidade estar infestada de infernalistas, que a Torre perderia logo logo sua hegemonia ali. As coisas pareciam estar bastante movimentadas lá. Malik tinha um plano suicida em mente, mas pra que já estava com uma estaca fincada no peito, uma outra no olho não faria tanto mal assim. Ele iria para Glover, iria encontrar esses sujeitos. Mas ele seria menos imprudente dessa vez. Esses cara tomam chá com o capeta, Rami! Você precisa ter os dois pés atrás quando falar com eles.

A sorte dele era que aquele ônibus tinha uma parada na capital do Colorado, o que não o impedia de descer nela e nunca mais retornar ao ônibus. Sim, seria isso que faria. Com o tempo restante da viagem, ele aproveitava para anotar as coisas que sabia sobre a cidade, Membros importantes, Domínios conhecidos e quem os dominava. Locais onde a Torre evitava adentrar… Ele chega em Glover antes mesmo de acabar de elencar tudo. Já estava para amanhecer, o que o obriga a dormir no motel da rodoviária. Ele aluga um quarto individual simples, toma os devidos cuidados com seu refúgio provisório e parte para os braços de Morpheus, a fim de ter o descanso dos amaldiçoados. Ele dorme feito uma pedra, feito um corpo morto sem vida. Sim, era exatamente isso que ele era.

Caos.

Era isso que permeia o sonho do Tremere. Gritos, explosões, cheiro de carne queimada. Carne humana. Ele acorda de um sobressalto, completamente encharcado em suor. Não o suor dos vivos, evidentemente. Uma leve camada de sangue cobria o seu corpo, transpirada de seus poros afuncionais. Ele se levanta, pela segunda vez, em um sobressalto. Dormia sem suas roupas, o que o fez só se livrar da roupa íntima, impregnada do rubor vermelho que latejou de seu corpo, tomando um banho mais gelado que a sua pele. Ele vestiu suas roupas e deitou mais uma vez na cama, abrindo o computador e iniciando uma nova pesquisa. Precisava de pistas que lhe levassem até algo ou alguém que representasse os infernalistas. Ele passou três noites entre sites de notícias internacionais a folhetins amadores locais. Em alguns poucos intervalos que deu a si, ele encomendou um pouco de cocaína na deep web, que lhe foi entregue no começo de uma das noites; arranjou uma prostituta que quisesse consumí-la consigo; e “transou” com a mesma se aproveitando do êxtase da situação para lhe empregar o Beijo. Lhe retirou sangue suficiente para deixá-la com as pernas bambas. A puta adormeceu ao lado do hacker, nua. Ele acendeu um cigarro de maconha e fumou-o observando-a. A mortalidade era bela em certo ponto e ele havia esquecido isso. Ele deixou o preço da foda e da pernoite sobre a mesinha de canto, pegando suas coisas e partindo para outro motel, onde continuaria sua pesquisa.

No fim da terceira noite ele havia chegado em um nome. John White. Ele estava metido com os demônios do capeta. Era isso, começaria por aí. Ele conseguiu algumas informações sobre o mesmo, inclusive seu número de celular. A internet nas mãos habilidosas era mais milagrosa que um mago. Ele ligou para o mesmo um, duas, três vezes. O desconhecido lhe atendeu na quarta chamada, eles falaram rapidamente. Rami soltou algumas informações soltas, pediu que o mesmo lhe ligasse quando estivesse interessado e desligou. Agora era só esperar. Ele aproveitou o momento da ligação para rastrear o local de onde o sinal do número vinha. Iria triangular a área onde ele andava, caso o mesmo não ligasse de volta. Mas ele ligaria, era uma certeza.
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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Rian em Ter Jan 10, 2017 12:35 pm

Lincoln; PS: 04/12; Força de Vontade: 7/8 ;Vitalidade: ok 
Marko Cerveni Obertus, PS: 05/12; Força de Vontade: 5/7 Vitalidade: ok 


Após John descer do ônibus, Lincoln e Marko se entreolhavam e também desciam. O coletivo acelerava para longe dali. Apenas os três tinham descido naquele ponto. Lincoln reconhecia o lugar, que ficava perto de um posto de gasolina onde ele tinha ouvido tiros. Marko também sabia onde ele estava, o cemitério onde alguns eventos ocorreram envolvendo a inquisição. John caminhava rapidamente na frente, enquanto respondia algumas perguntas que antes tinham sido ignoradas.
- Vamos, é por ali! Ele apontava em uma direção que levava ao centro do cemitério. Logo os três desapareciam naquele mar de túmulos.
- O plano é o seguinte, vou trancar a porta dos carniçais pelo lado de fora e estragar o miolo da fechadura para que eles não possam abri-la, acreditem... a porta é reforçada, eles vão demorar bastante para passar por ela. Quanto ao Lionel, vou te cobrir com um manto, eles não verão seu rosto. Eles acharão que você é um humano e não te darão a mínima. Assim que chegarmos vou criar um pretexto para chamar a atenção deles. Vocês terão alguns segundos para analisar a situação, antes de eu agarrar Salazar e segurá-lo até que o inquisidor seja solto. Acreditem... ele será grato por nós e precisará de nós, mesmo depois de solto. Ele já foi derrotado uma vez, ele sabe que não pode sozinho.

 - São vocês os responsáveis pelos abraços que vem acontecendo na cidade?
- De jeito nenhum! Dizia John enquanto paravam em frente a um pequeno casebre, o que seria uma cripta no meio do cemitério. – E por favor, me excluam do “vocês”. Eu não fiz parte disso por vontade própria. Mas essas quebras da Máscara é ruim para Salazar, ele mesmo já disse isso. Chamar a atenção de caçadores, quando se tem um bando que sacrifica humano, é uma péssima ideia.
Enquanto falava John abria a porta do casebre. Ele ia até a parede, no final, onde havia uma estrela de 5 pontas talhada em pedra. Ele girava o dispositivo e o túmulo, que estava no centro do casebre se movia abrindo uma passagem que entrava para o subterrâneo. Enquanto isto, Marko preparava a espingarda antes de guarda-la novamente.
Os três vampiros descem as escadas. Lá embaixo, John apertava outro botão na parede e a entrada acima deles se fechava. 
Spoiler:
Agora eles estavam em um túnel subterrâneo iluminado com algumas tochas intercaladas. A base infernalista ficava exatamente embaixo do cemitério. Parecia algo organizado e com certeza havia levado tempo para construí-la.
Spoiler:
Á medida que eles avançavam sentiam algo sinistro no ar, definitivamente aquele lugar tinha uma “aura” ruim. Havia agora uma porta de metal do lado direito. John fazia um sinal para fazerem silêncio. Ele abria a porta e após um instante voltava com um manto negro e entregava para Lincoln. Em seguida ele enfiava do lado de dentro, e à força, uma chave que não era daquela porta e quebrava a chave dentro da fechadura. Um golpe preciso com a mão e ele também partia a maçaneta do lado de dentro inutilizando-a. Por fim, ele fechava a porta e a trancava com a chave certa do lado de fora.
- Carniçais “atrasados”. Um sorriso malandro era visto no rosto de John. Ele parecia estar gostando muito daquilo. E Lincoln começava a compreendê-lo. Era como se ele finalmente estivesse tendo sua vingança. - Agora vista isto aí Lionel. Dizia ele sussurrando aos dois vampiros e se referindo ao manto.
Mais alguns passos e eles chegavam a uma segunda porta com uma segunda escada que descia ainda mais um pouco para o chão. Nesse momento ele parava, virava-se para os dois e sussurrava.

- Chegamos. É aqui. Lembre-se Lionel. Você está sob efeito do Transe. Você vai caminhar atrás de mim sempre a uma distância de 1m e com a cabeça abaixada. Vou te deixar perto do seu alvo então direi “fique aqui” como se estivesse lhe dando uma nova ordem com o transe. Assim o seu alvo jamais vai esperar que você o atacará, afinal isto já foi feito várias vezes no passado. Em seguida eu irei para perto de Salazar, como querendo esclarecer algo. Marko estará ofuscado e pronto para remover a estaca do Lassombra. Estão prontos?

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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Rian em Ter Jan 10, 2017 1:45 pm

OFF: Decidi que neste ciclo eu “postaria” as notícias relevantes da cidade em um post apartado. Assim supõe-se que tudo o que for postado nesses tópicos de tempos em tempos é o que os jornais locais estão noticiando. Considera-se que todos os personagens tiveram acesso ao noticiário. Isso lhes poupará narrar isso em ON.

ON:
GLOVER NEWS
Manchete:
Perícia conclui: Lincoln Duarte Nóbrega é autor de homicídio no Bairro San Francisco

Mas o que é isto caros leitores? Lincoln Duarte Nóbrega tem ganhado as páginas policiais recentemente em meio a muitas acusações, e agora, mais uma vez ele consegue a primeira página para si. A perita Lucy Banderas concluiu a investigação e uma análise comparativa com o banco de dados da polícia concluiu que Lincoln foi o responsável pelo assassinato de um homem no Bairro San Francisco. Curiosamente o crime ocorreu poucos minutos após uma denúncia anônima de que ele estaria em um dos bares daquela região.

“Esta denúncia de que Lincoln foi visto nas imediações do San Francisco pouco antes do crime ocorrer dá uma robustez a mais às provas. Agora, além de responder por magia negra ele também responde por homicídio. Não há dúvidas nenhuma de que ele é o autor do homicídio.” Afirma a perita Lucy Banderas, responsável pela investigação.
A polícia pede para que qualquer pessoa que tenha informações do paradeiro de Lincoln ligar no 911 e não tente agir sozinho, pois ele é um criminoso de alta periculosidade.


OUTRAS NOTÍCIAS:


Dona de hotel foi a última vítima do surto de raiva

Uma mulher foi assassinada no início da noite de ontem. Ela era a proprietária do Sweet Dreams Hotel. Segundo informações, ela foi atacada na recepção por alguém que, contaminado pela raiva, a estrangulou. De acordo com a perita Lucy Banderas, a morte foi causada por mordidas no pescoço que rompeu uma artérea. A polícia isolou a área, colheu depoimento de testemunhas, mas não encontrou o raivoso.



Porteiro de prédio assassinado em Glover Norte.

Segundo informações da polícia, o homem foi assassinado por meios cruéis. Ele não tinha passagem pela polícia e segundo moradores do condomínio, ele não tinha inimigos. A polícia não divulgou maiores informações sobre o crime para não atrapalhar as investigações. Contudo, nenhuma arma ou suspeito ainda foram encontrados e a polícia descarta suspeita de roubo, pois nada fora levado.

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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Rian em Ter Jan 10, 2017 10:48 pm

Rami Malik; PdS: 09/10; FV: 8/8; Vit.: Ok

OFF: Excelente narrativa, foi possível imaginar cada cena. Nem vou complementar para não estragar.

ON:
Após várias tentativas o acólito conseguia falar com o famigerado John White. Um curto diálogo, mas suficiente para o Tremere colocar um dos seus spywares em ação, capaz de localizar um sinal de celular.
Rami rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 4 para rastrear sinal que resultou 9, 9, 2, 8, 4, 7, 4, 2 - Total: 6 Sucessos
E o vampiro estava com sorte naquela noite. Em poucos segundos o computador dava a localização exata do maldito John. Ele estava no ponto central do cemitério de Glover. Com qualquer programa que exercesse a função de GPS, Rami poderia chegar ao ponto exato, em centímetros, de onde John estava.
Algumas horas depois, Rami já tinha quase esquecido do sujeito, já passava da meia noite quando seu celular toca. Era John. Ele era objetivo em suas palavras, ia direto ao ponto.
- Quem é você? O que você quer comigo?

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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Ignus em Qua Jan 11, 2017 2:38 am

- Oh sim, entendi onde quer chegar... precisa de informações precisas. Bom eu entendo... Dizia Hendric com sua mania de coçar o queixo. – Veja bem, sr. Crow. Eu estou há muito pouco tempo em Glover e, assim como o senhor, não tenho influências aqui. Sou um forasteiro. Embora, é claro, eu tenha alguns contatos nesta cidade. Mas só agora que decidi me estabelecer é que estou em busca de domínios. Ele fazia uma pausa enquanto fitava Henry com um sorriso. Estava contente com as palavras do ancilae. Ele se aproximava de Henry um pouco mais e falava mais sério:
- Eu não tenho influência no necrotério. Um ar de decepção emanava do rosto de Hendric. – Mas eu juro, também por minhas dignitas, que tornarei este lugar um território Ventrue hoje mesmo, amparado em seu nome, Sr. Crow. É evidente, que seja lá quem estiver no controle do necrotério, não está contribuindo com a Camarilla. Farei um favor a todos tomando esse lugar.
Hendric percebia que podia se beneficiar da posição de Henry enquanto, ao mesmo tempo, ajudava ao clã Ventrue. E ele gostava da ideia.


"É fantástico como podemos sempre esperar dos outros, exceto dos Lunáticos talvez, que protejam seus próprios interesses. Nesse caso é verdadeiramente ótimo que Hendric abocanhar um novo domínio atenda aos interesses do clã. E ainda melhor, com os meus."


- Se precisar que eu tome outras ações que julgar necessário, não hesite em compartilhar.


-Fico feliz por sua lealdade para com o clã, Sr. Hendric. - Crow deixava propositalmente de mencionar o fato de que Hendric acabara de obter um domínio. O outro Sangue Azul não era burro, razão pela qual decerto percebera bem o presente que acabara de obter, então tocar no assunto seria indelicado e desnecessário -Tenho certeza que sob sua influência mais nada que possa enfraquecer a Máscara sairá de lá.

“Afinal em caso contrário ambos sabemos que não haverá porque manter o domínio sob sua titularidade”


****


Antes de partir, a perita Banderas se permitia um sorriso e fazia uma piada com o comentário do sr. Bowman:
- Então são vampiros! Ela ria... mas aos poucos fechava o sorriso e Henry percebia que pouco a pouco a ficha dela parecia cair e ela começava a se sentir desconfortável até chegar ao ponto de se despedir rapidamente e ir embora:
- Sim, sr. Bowman. Nos vemos amanhã. Era notável que a perita começava a duvidar que vampiros poderiam não ser apenas criaturas fantásticas e ia embora extremamente pensativa.


"Fico contente por Hendric ter reparado nela. Essa mulher poderia facilmente concluir sobre nosso respeito por conta própria. E se isso acontecesse poderíamos ter uma caçadora de bruxas ou mesmo uma exposição oficial e irreparável da Máscara. Mas felizmente o laço de sangue há de mantê-la segura e útil a nossos propósitos."

***


Finalmente o vampiro estava de volta ao hotel. Ele dava uma gorjeta a um dos balconistas que estava no plantão daquela noite. No crachá constava “Peter”. O vampiro usava seus dons sobrenaturais para persuadi-lo que não queria ser incomodado no dia seguinte. O balconista sorria e fazia um sinal de que entendia o pedido do vampiro, inclusive sugerindo um quarto no segundo andar do subsolo, especial para “Membros do clube”. Logo, Henry concluía que aquele hotel era, muito provavelmente, propriedade de algum membro da Camarilla local. Contudo o quarto custava o dobro da mais cara acomodação dos andares “normais”, a cobertura.
Ao chegar no quarto, Henry colocava a placa de “não incomode” do lado de fora da porta e verificava as instalações. A verdade é que o Glover Park Hotel era o maior e mais luxuoso hotel de Glover. Personalidades famosas e políticos ali se hospedavam. O hotel estava bastante movimentado, havia uma significativa presença da imprensa e jovens roqueiros do lado de fora. Não demorou para o vampiro descobrir que uma banda famosa internacionalmente, a Aerofire, estava hospedada naquele prédio para um show que fariam na noite seguinte.
O quarto tinha uma estrutura muito boa e, por ser no subsolo não havia janelas. Um perfeito refúgio que permitiria ao vampiro dormir na cama mesmo.


"Não estou particularmente satisfeito com o fato de estar em um lugar usualmente usado como refúgio por outros cainitas. Isso me coloca  em um potencial alvo para caçadores de bruxas, que decerto foram atraídos para essa cidade por conta da incompetência de Kate em segurar a mídia. Além disso, se isso aqui é domínio de outro Membro é praticamente certo que o quarto está grampeado. Ou pelo menos há uma dúvida razoável sobre ele estar ou não, o que já é suficiente para que eu parta do pressuposto de que está com o intuito de me resguardar. E ainda por cima essa maldita banda! Gado famoso só atrai problemas, de fãs irracionais a paparazzi inconvenientes. Fico contente por ter pedido a meu lacaio Tong que se estabelecesse na cidade. Graças a ele provavelmente amanhã já devo poder me mudar para um lugar mais discreto."

***



Após a alimentação, um novo encontro com a agente Banderas era realizado e, mais uma vez, ela provava do vitae de Henry enquanto expunha:
- Não faz sentido... aliás, pior que faz sentido. Se vampiros existissem, eu diria que nosso alvo a ser investigado é um vampiro. Isso explicaria muita coisao, mas até onde eu sei, vampiros são apenas um conto de horror! Lucy estava indignada, ou pelo menos frustrada. Talvez a ideia da existência doe vampiros era algo que ela jamais suspeitaria e por isso nunca chegaria ao real suspeito.


“Ela está lidando de maneira excepcionalmente bem, dadas as circunstâncias.  Ela será mesmo uma adição valiosa a minhas ferramentas. Apenas mais uma noite e mais um gole e poderei emprega-la sem maiores receios quando o laço de completar.”

******

Assim que terminava com Lucy, Henry dirigia-se para o elísio, onde seria realizada a reunião do clube dos pares. Assim que Henry entra na sala de reuniões do teatro, poucos minutos depois outra pessoa chegava, também antes do horário marcado. Era William, o senescal.
- Olá sr. Crow! Creio que os membros logo estarão todos aqui.

Henry olha atentamente para o Senescal.

“Estava curioso com a forma como ele me trataria. Será que ele já ouviu os boatos sobre o que o Arconte e eu negociamos? “

-Senescal William, muito obrigado por ter convocado o Clube dos Pares em tempo tão curto. Sua gentileza é rivalizada apenas em sua eficiência pelo que posso ver.

Crow trocaria algumas palavras lisonjeiras com William, tanto em homenagem à etiqueta Ventrue como para matar o tempo até que os demais cheguem. Sendo possível ele irá evitar adiantar o assunto que o fez convocar os demais para William.

Conforme os demais cheguem Henry se manterá atento a como eles interagem entre si com o intuito de tentar aferir quem eram os mais influentes ali, bem como se algum Ventrue chama o outro por seu cargo no clã (é da etiqueta Ventrue se dirigir a outro Ventrue que goze de um cargo por esse título se apenas houver membro do clã presentes. Caso haja alguém de fora ouvindo eles usam o cargo da Camarilla ou, se o cainita não tiver cargo algum, “Sr.”, fl. 52 do clanbook).

Quando todos tiverem chegado ele permitirá que algum dos Ventrue locais declare a abertura da reunião (tanto por conta da etiqueta como para criar certa expectativa enquanto aguarda ser convidado para falar).
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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Winterfell em Qui Jan 12, 2017 11:34 am

Ninguém desceu do ônibus e parece também que ninguém nos seguiu. Ótimo. Podia então me concentrar na questão a frente. Vou “ter de cuidar” daquele arqueiro problemático. Ele tinha inutilizado a templário Joan com apenas uma flecha. Não devo subestimar sua pericia, é melhor me precaver contra isto. Enquanto andamos pelo cemitério. Vou olhando pelo chão e procurando alguma pedra de tamanho suficiente para cobrir meu coração. Essa deve servir. Ao encontrar uma pedra de “tamanho certo” eu a apanho, Essa aqui também. apanho duas pedras, tiro minha blusa e coloco uma delas bem colada sobre o peito, propositalmente protegendo o coração. Depois a prendo firmemente naquela posição com a fita adesiva e volto a repetir o processo com a outra pedra pelas costas, prendendo-a bem em sua posição antes de voltar a colocar a blusa por cima de tudo. Ocultando essa minha “proteção improvisada”. Assim com a blusa ocultando a “contra medida”, ao menos o primeiro tiro contra mim certamente será desperdiçado e logicamente ainda mais importante não serei empalado. - Tire a blusa Lionel. Digo já segurando mais duas pedras no intuito de providenciar para ele a mesma proteção que eu mesmo usaria. - Teremos de lidar com um arqueiro competente, portanto é melhor aumentarmos nossas chances e “ao menos” dificultar que ele nos empale. Digo explicando meu raciocínio ao meu companheiro, enquanto já vou posicionando a pedra e atando-a com a fita adesiva em Lionel. - Claro que lidarei com ele o mais rápido possível. Mas com isso, se o meu “mais rápido” não for “rápido o suficiente” ele ainda assim vai desperdiçar ao menos o primeiro tiro visando seu coração sem lhe causar qualquer perigo real. Olho para o resto do corpo de Lionel. - Se ele apenas atirar aleatoriamente em você objetivando “partes menos problemáticas” isso dificilmente será o suficiente pra te parar. Sorrio sutilmente comentando as competências físicas do Brujah. - De qualquer forma como pretendo alveja-lo, devo ser também seu alvo principal. Isto é apenas uma precaução caso ele queira ajudar a mulher com quem você estará lidando. Ou ainda caso tentem nos empalar de uma forma mais “tradicional” como uma estaca. Me viro para John, falando diretamente com ele agora. - Como terei o dom da ofuscação e a blusa, e Lionel o manto e a blusa. Essa “surpresa” deve continuar oculta até precisarmos dela, mas em você que não pode chamar atenção, seria muito arriscado preparar um artifício como esse. Digo explicando porque não o protegeria da mesma forma, enquanto volto a guardar a fita adesiva na mochila. - Afinal alguém poderia notar e por todo nosso elemento surpresa abaixo. De qualquer forma como você estará em combate corporal com Salazar, dificilmente será alvejado. Afinal o risco de acertar seu líder devia ser suficiente para impedir que o arqueiro atirasse em John. Com tudo “devidamente exposto” e as pedras em seus devidos lugares (Em mim e em Lincoln) Continuamos avançando e dando continuidade ao plano.

De qualquer forma lidar com Salazar já deve estar bem alem de suas capacidades John. Duvidava que ele aguentasse por muito tempo. Enfim se ele não morrer naturalmente nessa nossa missão, eu mesmo o mato depois. Até por que como o “Substituto”, não podia permitir que o “Original” voltasse para Mary. Já tinha planos para a barril e o Serpente da Luz não estava nele.

- O plano é o seguinte, vou trancar a porta dos carniçais pelo lado de fora e estragar o miolo da fechadura para que eles não possam abri-la, acreditem... a porta é reforçada, eles vão demorar bastante para passar por ela. Quanto ao Lionel, vou te cobrir com um manto, eles não verão seu rosto. Eles acharão que você é um humano e não te darão a mínima. Assim que chegarmos vou criar um pretexto para chamar a atenção deles. Vocês terão alguns segundos para analisar a situação, antes de eu agarrar Salazar e segurá-lo até que o inquisidor seja solto. Acreditem... ele será grato por nós e precisará de nós, mesmo depois de solto. Ele já foi derrotado uma vez, ele sabe que não pode sozinho.

Faço que sim com a cabeça. - Não é um plano ruim. Estava de acordo.

Mas antes de entrarmos em ação, pergunto. - Tem algum cômodo nesse lugar que sirva para estocagem de vitae?

(Ação Condicional: Se “for possível”/”houver tempo” de abastecer minha reserva de vitae no estoque dos infernalistas antes de partir para a “ação”. Assim o farei. Se não for possível vou pra “ação” como estou mesmo).

Vou prestando atenção em todos os mecanismos usados por John para nos conduzir ao covil dos infernalistas. (Para que eu saiba sair e entrar aqui sem voltar a depender dele).

Nesse momento ele parava, virava-se para os dois e sussurrava. - Chegamos. É aqui. Lembre-se Lionel. Você está sob efeito do Transe. Você vai caminhar atrás de mim sempre a uma distância de 1m e com a cabeça abaixada. Vou te deixar perto do seu alvo então direi “fique aqui” como se estivesse lhe dando uma nova ordem com o transe. Assim o seu alvo jamais vai esperar que você o atacará, afinal isto já foi feito várias vezes no passado. Em seguida eu irei para perto de Salazar, como querendo esclarecer algo. Marko estará ofuscado e pronto para remover a estaca do Lassombra. Estão prontos?

Faço que sim com a cabeça e dou alguns passos para trás, me colocando em “segundo plano” e indo para fora da visão deles. (Ativando Ofuscação 04). Depois pego as minhas gazuas e coloco por dentro do sapato e da meia do meu pé esquerdo. Assim se acabarmos capturados, talvez consiga fugir. É um cenário improvável, mais ainda assim prefiro me precaver desta forma. Quando eles entrarem entro também um pouco atrás, sendo o mais cuidadoso e silencioso possível. Enquanto John e Lincoln se posicionam, vou-me aproximando furtivamente do inquisidor preso e me colocando em posição enquanto também observo o que está acontecendo. (O ritual ainda parece estar em curso ou chegamos tarde demais? A mais alguém no lugar, alem dos cainitas que John citou? Como o inquisidor esta? Qual a posição do arqueiro)?
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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por @nDRoid[94] em Qui Jan 12, 2017 2:20 pm

Depois de desligar o telefone, Rami pensou em preparar-se para um possível encontro ainda naquela noite. Nunca se sabe quando uma dama pode estar sedenta pelos gracejos de um senhorio. Ele tranca o quarto do motel e anda algumas quadras até um pequeno mercado. Lá ele compra algumas comidas supérfluas, como salgados processados e doces. Porém entre esses itens, ele leva uma máquina de cortar cabelo, daquelas bem vagabundas; e um descolorante de cabelo. Sua paranoia o fazia evitar câmeras e pessoas, o fazia também comprar aquelas baganas que não fariam nem cócegas no seu estômago fálido. Obviamente, ele não as comeria, mas estava tentando montar um personagem o mais normal possível: Apenas um jovem que decidiu comprar uns doces para comer. Ele paga tudo com dinheiro e volta ao motel mais uma vez, verificando se tudo estava no local que ele havia deixado, se ninguém havia entrado ali. Tinham se passado minutos, mas todo cuidado era pouco. Após a verificação ele joga o saco sobre a cama, pegando apenas a máquina de cortar cabelos e a tinta descolorante.

Ele vai ao banheiro e o primeiro passo é se desfazer de suas roupas e tirar as embalagens dos produtos. Munido da máquina, e ligando-a, ele começa a passá-la sobre o cabelo que possuía. A má qualidade do produto fazia com que ele sentisse as lâminas puxarem o couro cabeludo, o que fazia o hacker fechar os olhos algumas vezes em sinal de incômodo. Ele iguala todo o seu cabelo em um corte nº 2, bem curto. Ele olha no espelho por alguns minutos. No início da noite ele teria suas feições mais uma vez, não que ele se preocupasse muito em seguir um padrão de beleza. Rindo desse pensamento, o tecnocrata pega agora a tinta descolorante a fim de ler as instruções. Uma passada rápida com os olhos o faz compreender o processo. Ele abre os potes e joga ele num recipiente à parte, numa quantidade pouca que fosse necessária para passar no pouco cabelo que agora tinha. Ele começa a espalhar aquilo no seu couro cabeludo, não demorando muito para completar. Finalizado, ele volta para o quarto e vai até o computador. Ele pesquisaria um pouco mais sobre o tal cemitério de Glover onde White estava enquanto a tinta fazia efeito. Ele consegue algumas informações antes de necessitar tirar o produto, que já lhe irritava o couro cabeludo. O resultado é um amarelo ovo bem ridículo. Rami não se preocupava com estética, mas aquilo estava realmente doloroso. Ele passa uma segunda vez o produto e, enquanto ele esperava o tempo do processo, o seu alvo o liga.

Ele o atende, ouvindo a primeira proposição. O Tremere rapidamente o responde:

- Quem eu sou talvez não seja muito importante por agora, White, mas o que eu posso lhe oferecer. Mas acho que talvez você seja muito apegado a palavras… eu também o sou… Então pode me chamar de Rupert. Eu sei o que você é, na verdade, somos muito parecidos. O que eu quero de você é fazer uma troca: informações por informações. Acredito que um membro de um grupo tão ousado goste de ter conhecimento sobre coisas que vão além da compreensão humana. Eu gostaria de conversar com você pessoalmente, em um local aberto. Seguro para os dois.

Enquanto conversava com o mesmo, Rami tentava triangular mais uma vez a posição do infernalista; saber se o mesmo ainda estava no cemitério seria importante. Talvez estivesse em meio a algum processo muito importante.
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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Rian em Sex Jan 13, 2017 7:06 pm

Henry Crow; PS: 14/15; Força de Vontade: 09/10; Vitalidade: ok

Hendric e Henry finalmente acertavam os últimos detalhes e aquele prometia a este avisá-lo sobre qualquer progresso ou informação importante. Uma vez no hotel, Crow não se sentia completamente relaxado, afinal, ele estava em um domínio de outro membro o que fazia sua ansiedade pela ligação de Tong aumentar.
O dia finalmente raiava enquanto o imortal se recolhia ao sono dos amaldiçoados. Assim que a primeira estrela surgia no céu, Crow acordava, se alimentava e reencontrava a perita. Por fim, ele seguia para o seu encontro com o clube dos pares.
Crow era surpreendido pela chegada antecipada do Senescal que ficava plantado de pé ao lado da porta da sala. A sala de reuniões do teatro era de um tamanho mediano, móveis de madeira, poltronas almofadadas com uma mesa de madeira retangular no centro e aproximadamente 12 lugares. Havia um enorme relógio de parede, antigo em madeira que contrastava com a moderna tela de slides posicionada em uma das extremidades do ambiente. Havia conexões usb no centro da mesa em duas posições diferentes, e que ficava ao alcance de todas as cadeiras. Algum membro entre o alto escalão não tinha medo das novas tecnologias, pelo contrário...

-Senescal William, muito obrigado por ter convocado o Clube dos Pares em tempo tão curto. Sua gentileza é rivalizada apenas em sua eficiência pelo que posso ver.

- Obrigado pela consideração, senhor Crow. Contudo, meus feitos não são nada comparados aos seus. Em tão pouco tempo na cidade conseguistes o apoio do arconte e, pelo que eu soube também, o senhor e Hendric estão bastante amigos. Se continuares com toda essa eficácia, logo descobrirás, em tempo record, a responsabilidade por trás dos abraços desmedidos.
Apesar de gentil, prezando pela educação do clã Ventrue, Henry percebe a frieza contida nas palavras do Senescal. Ele sabia, inclusive, do envolvimento do ancila com Hendric na noite anterior.
--
Alguns minutos se passavam e então outro vampiro chegava para a reunião. Jack Valent, um homem em um terno branco que contrastava com sua pele escura, um afro descendente de mais ou menos 1.90m de altura. Pelo que Crow já tinha sido informado ele era um neófito, mas já tinha alcançado o reconhecimento para integrar o clube dos pares. Logo Hendric chegava conversando com a primógeno Arthea Cranberry, eles pareciam gostar do teor da conversa, falavam do progresso do Clã Ventrue em Glover e, após cumprimentar todos, continuavam o assunto. Henry percebe que havia uma tensão entre a primógeno e o Senescal, que dificilmente seria contornada apenas com palavras, parecia ser coisa antiga... Por fim chegavam Kamila Fox, uma ancilla, que pelo que Henry soube era quem dava as cartas por trás de uma indústria farmacêutica do Colorado que ainda estava em fase de crescimento, seguida por sua cria, Aline Silva, uma neófito, brasileira, que também tinha conseguido figurar entre o clube dos pares.

Todos se ajeitavam na mesa e a primógeno Arthea declarava iniciada a reunião do clube dos Pares. Aline pegava alguns papéis, o que talvez seria o roteiro da reunião e, informava que a primeira palavra seria de Henry Crow, já que tinha sido o ancila de NY que tinha convocado o clube dos pares.

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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Rian em Sab Jan 14, 2017 11:00 am

Rami Malik; PdS: 09/10; FV: 8/8; Vit.: Ok

Spoiler:
Rami rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 4 para inteligência + computador que resultou 8, 10, 8, 4, 7, 9, 4, 8 - Total: 8 Sucessos

O feiticeiro era precavido. Agora longe dos membros de seu clã ele agia sozinho em Glover, como um lobo desertor de uma alcateia. Sua primeira providência era comprar produtos supérfluos em um mercadinho de esquina de quinta categoria. Levava um tempo até que ele conseguisse parecer um pouco diferente, afinal a qualidade dos produtos eram Made in China, algo barato mas de péssima qualidade para os padrões americanos. Assim  que White ligava, Rami rodava um de seus programas piratas de geoprocessamento. Foi muito fácil, empresas de telefonia não investiam em segurança das informações, pelo menos não aquela que White usava, talvez ele tivesse pouco dinheiro para gastar com uma linha mais segura e ele mesmo também não devia ser nenhum expert em informática, pois certamente não usava nenhum programa para disfarçar sua localização. O programa entregava, mais uma vez a exata localização do infernalista. Ele ainda estava no cemitério. Tão preciso era a triangulação que Rami poderia, uma vez no local, chegar à tumba exata sob a qual ele se escondia.

- Que tipo de informação você quer de mim e que tipo de informação tem para oferecer? Como pode saber que a sua informação  é algo que eu desejo?

O maldito White não se entregava fácil, ele não parecia interessado no encontro, ou estava achando que poderia ser uma armadilha. Talvez ele tivesse motivos para achar que alguém ou algum grupo tivesse motivos para captura-lo ou lhe fazer algum mal.

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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Jan 15, 2017 8:36 pm

Eu ouvia calado a todo o plano, compreendendo ele e assimilando seus detalhes, até que o gêmeo diz que teremos alguns segundos para analisar a situação. Neste momento eu o interrompo – Ta brincando ne? Como eu vou analisar a situação com um saco preto na minha cabeça? E tendo que fingir que eu estou acéfalo sob o efeito do transe? – Eu dizia com os braços cruzados, e pouco satisfeito com aquela parte do plano. Esperava uma resposta, e deixava ele continuar com a explicação.

Após a exposição do plano eu via marko começar a catar pedras no chão e joga-las fora, até encontrar uma pedra bonita o suficiente para satisfazer a sua loucura por pedras, talvez até mesmo uma coleção... – Marko, não é hora para procura novas aquisições para a sua coleção não acha? – Eu falava confuso, aquilo ficava extremamente bizarro quando ele começava a tirar a camisa. – Porra Marko, ta brincando? O que você ta fazendo?? Isso não é hora pra strip tease. – Ficava extremamente insatisfeito com o que estava vendo. (Impaciente).

Mas então quando ele começava a amarrar a pedra em seu peito, eu entendia o que ele estava fazendo, na verdade até era uma boa ideia, poderia de fato salvar as nossas vidas, embora só fosse funcionar uma única vez. Após ele me mandar tirar a camisa, eu rapidamente ficava desnudo. – Se queria ver meus peitorais era só dizer... – Dizia brincando enquanto fazia o musculo dos peitos dançarem, ao mesmo tempo que ostentava um sorriso no rosto. (Gozador) Mas não demorava para ficar serio novamente e deixa-lo amarrar as pedras em meu corpo também. – Acho que está firme.

Após os preparativos estarem concluídos, vou com o grupo guiado por John, prestando atenção para o caminho que estamos fazendo e prestando atenção dobrada para armadilhas, eu ainda não confiava em toda aquela história de hibrido inferno. E a ideia de ficar vendado não me agradava muito. Para ser bem honesto.

Eu recebia o manto negro que deveria ir na minha cabeça e ficava o encarando, enquanto John fazia seu serviço com a porta, não ficava confortava com aquilo, mas plano era plano, tinha que segui-lo se quisesse sair dali vivo, assumindo é claro que tudo isso é verdade, embora estivesse cada vez mais me cheirando a armadilha. Quando John pedia para que eu vestisse o manto, eu o colocava na cabeça e ficava completamente ereto, igual um débil mental lobotomizado. – Vamos logo com isso... – Eu dizia baixinho. ( consigo ver alguma coisa através das fibras do tecido? )

off: Se a ação condicional da barbara seguir, eu também quero encher a barriga de sangue... por favor.
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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por @nDRoid[94] em Dom Jan 15, 2017 9:07 pm

O infernalista estava no cemitério. Ainda. Até parecia clichê que ele estivesse ali. Nossa! Aquela facilidade em encontrar informações o deixavam com uma sensação divinal. Se quisesse, ele poderia dar essas informações para a Torre, entregar o infernalista com o compartilhar de uma informação; talvez até salvar sua própria cabeça em troca de informação. Mas ele não achava aquilo sensato, atropelar etapas poderia lhe deixar numa fria. Ele escuta as palavras do infernalista. A hora da barganha havia chego. O rapaz queria saber o que teria que dar e o que receberia. Rami hesita por um momento, antes de responder:

- Eu tenho conhecimento sobre outros reinos, White, reinos longe e perto daqui ao mesmo tempo… Mas creio que isso não é mais importante. O que eu tenho a lhe oferecer é justamente o que eu quero que você desfaça pra mim. Digamos que eu fui imprudente demais… diria que tolo seria uma palavra mais indicada. Tenho um companheiro que espera sua contra-parte do contrato, apesar de não ter cumprido o que eu havia lhe pedido. Acho que você o conhece. Dizem que ele é o guarda roupa do capeta… algo do tipo! Não preciso dizer nomes, eles apenas o fortalecem. Eu quero me livrar dessa amizade, entregar-lhe se possível. Você já trata com eles, creio que isso não seja excepcional para você.
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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Ignus em Ter Jan 17, 2017 3:00 am

- Obrigado pela consideração, senhor Crow. Contudo, meus feitos não são nada comparados aos seus. Em tão pouco tempo na cidade conseguistes o apoio do arconte e, pelo que eu soube também, o senhor e Hendric estão bastante amigos. Se continuares com toda essa eficácia, logo descobrirás, em tempo record, a responsabilidade por trás dos abraços desmedidos.
Apesar de gentil, prezando pela educação do clã Ventrue, Henry percebe a frieza contida nas palavras do Senescal. Ele sabia, inclusive, do envolvimento do ancila com Hendric na noite anterior.


"Nada mau William. Claro que demonstrar que obteve informação é um ponto positivo, mas essa não era uma informação tão difícil de se obter quando se é o Senescal e praticamente todos os evetos relevantes ocorreram no Elísio ou em suas imediações, então por si só não é algo que me impressione muito. Por outro lado, manter a cortesia mesmo quando as peças não estão se movendo como seria de seu agrado, isso sim é o que diferencia um verdadeiro Ventrue do populacho."

Crow pondera que não havia razões para mentir, então sutilmente confirma as informações.

-Ah, tão bem informado quanto cortês. Pelo bem da Máscara e, por conseguinte, de toda nossa espécie, realmente espero poder dar minha colaboração com esse problema o quanto antes.

***


Alguns minutos se passavam e então outro vampiro chegava para a reunião. Jack Valent, um homem em um terno branco que contrastava com sua pele escura, um afro descendente de mais ou menos 1.90m de altura. Pelo que Crow já tinha sido informado ele era um neófito, mas já tinha alcançado o reconhecimento para integrar o clube dos pares. Logo Hendric chegava conversando com a primógeno Arthea Cranberry, eles pareciam gostar do teor da conversa, falavam do progresso do Clã Ventrue em Glover e, após cumprimentar todos, continuavam o assunto. Henry percebe que havia uma tensão entre a primógeno e o Senescal, que dificilmente seria contornada apenas com palavras, parecia ser coisa antiga... Por fim chegavam Kamila Fox, uma ancilla, que pelo que Henry soube era quem dava as cartas por trás de uma indústria farmacêutica do Colorado que ainda estava em fase de crescimento, seguida por sua cria, Aline Silva, uma neófito, brasileira, que também tinha conseguido figurar entre o clube dos pares.


Henry observava com interesse seus correligionários de clã. Claro que haveria rixas e divergências entre indivíduos Ventrue, afinal eles eram tão amaldiçoados quanto qualquer dos outros clãs, mas o simples fato de todos estarem ali de boa vontade dizia muito sobre os Sangue Azul. A unidade que eles mantinham permitiu ao clã se tornar a espinha dorsal da Camarilla e, em grande extensão, assegurar a existência de todos os cainitas mediante a Máscara. Isso não era algo que poderia ser alcançado sem coesão. A Crow restava persuadir os demais de que o melhor para o clã - e se possível também, embora não exclusivamente, para seus membros - seria seguir sua orientação.


Todos se ajeitavam na mesa e a primógeno Arthea declarava iniciada a reunião do clube dos Pares. Aline pegava alguns papéis, o que talvez seria o roteiro da reunião e, informava que a primeira palavra seria de Henry Crow, já que tinha sido o ancila de NY que tinha convocado o clube dos pares.


Henry permitia que o silêncio se estendesse por alguns segundos após lhe ser dada a palavra com o intuito de gerar expectativa. Ele então sorri e inicia seu discurso.

"Em primeiro lugar, é de bom tom demonstrar boa educação."

-Inicialmente, permitam-me agradecer pela oportunidade de comparecer a essa reunião. Exercer o privilégio de me dirigir ao clube dos Pares significa que estou a tratar com os mais nobres e leais de nosso clã e eu me sinto honrado por desfrutar dessa experiência em vossa cidade.

"Já basta de introitos. Hora de interessá-los."

-Como decerto é do conhecimento dos Srs. a essa altura, os dias de Kate no Trono estão contados. Sua incapacidade em preservar a Máscara atraiu a presença do Arconte para cá e a falta de uma solução rápida do problema depois de sua chegada sepultou a derrocada iminente dela. Nesse contexto nosso clã tem diante de si a possibilidade de colocar Glover de volta nos trilhos e, concomitantemente, ocupar seu legítimo lugar no trono.

"Agora é hora de minimizar os riscos de alguém se ofender com alguém de fora dando as cartas mediante a apresentação de um argumento racional para que um forasteiro tenha tomado a frente da situação."

-Minha condição de forasteiro me permitiu interagir com o Arconte sem os riscos políticos que qualquer dos Ventrue residentes fatalmente se exporia ao discutir abertamente a sucessão da Príncipe local. E ouso dizer que colhi bons frutos das tratativas. Para o Arconte é irrelevante quem será a pessoa que se tornará Príncipe. Desde que quem assumir possa administrar o lugar direito ele não dá a mínima para se teremos um Lunático, um Feiticeiro ou qualquer outro no comando. Em face disso eu estabeleci um entendimento com ele. Se nosso clã for capaz de neutralizar a ameaça à Máscara podemos contar com seu apoio em nosso pleito pelo Trono. Com efeito, ele se comprometeu pessoalmente comigo a respeitar minha sugestão de um nome Ventrue caso logremos êxito em cumprir essa tarefa

Pausa

-Isso significa que temos a em nossas mãos a oportunidade de, a um só tempo, cumprir com nosso dever de preservar a Máscara e de garantir que as honras e domínios que Kate indevidamente vem negligenciando a nosso clã vos serão asseguradas. Digo isso porque o cainita que vier a ser indicado haverá de se comprometer a conceder as devidas homenagens àqueles que colaborarem com a operação que viabilizará sua ascenção.

"Agora vem o apelo a coesão do clã."

-Para alcançarmos nossos objetivos é de crucial importância que todo o clã trabalhe em conjunto. A capacidade de qualquer um de nós isoladamente não se compara à capacidade das forças combinadas de nosso clã. Em razão disso eu rogo a cada um dos nobres pares que colabore para que descubramos e neutralizemos a ameaça à Máscara. Peço um esforço combinado no qual empreguemos cada contato e lacaio de que dispomos, em que cobremos favores e exercitemos nossa influência.

Pausa

"Felizmente pude conversar com Hendric ontem. Acredito que ele irá prontamente endossar o pedido que faço aqui o que deve facilitar as coisas."

-Posso contar com a colaboração dos nobres pares nessa empreitada?

{1fdv para convencer o grupo a atender ao pedido. Favor levar em consideração a qualidade voz encantadora}
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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Ter Jan 17, 2017 2:38 pm




Cada palavra que o maldito infernalista pronunciava fazia com que Baruch forçasse, cada vez mais, seu corpo, na vã esperança de se livrar daquela estaca. A voz do escravo dos demônios fazia com que Baruch sentisse repulsa, eles eram a mancha do Sabá. Eles eram a escória da Espada de Caim, e o Anjo Caído não aceitaria que seu fim viesse pelas mãos daquela espécie.

Pensar que a escória Infernalista poderia ter, de algum modo, o poder de eliminar a Inquisição causava, por mais que doesse admitir, um certo tipo de medo no Inquisidor. Aquilo não era possível, eles nunca teriam controle sobre aquele ser, e isso seria o verdadeiro problema. Um demônio não pode ser morto, e exorcizar um ser destes era algo que talvez nem mesmo Maria Sandoza, a Madre Superiora da Inquisição seria capaz de fazer. O destino da humanidade nunca interessou o Anjo Caído, mas pela primeira vez em sua existência ele temia, não apenas por sua vida, mas pelo fim que o mundo teria com algo dessa espécie andando livremente, após destruir seus próprios criadores.

Baruch estava imerso em seus pensamentos. Totalmente perdido na escuridão abissal de sua mente, até que as palavras do Infernalista despertavam-no, e o medo transformava-se em ódio. Sua própria mentora participaria, involuntariamente, daquele ritual. O Sangue de sua Senhora seria usado. Aquela criatura, criada com o sangue de sua mentora, levaria-a a morte.

As últimas palavras pronunciadas pelo Infernalista seriam as últimas de sua existência... O medo era substituído por ímpeto, e uma raiva mortal preenchia o espírito do Inquisidor, atiçando a besta do Cainita. As sombras em sua alma ansiavam por liberdade, enquanto ele forçava-se a manipular as trevas. A consciência de Baruch tentava concentrar-se, ele forçava suas trevas interiores à manipular as sombras ao seu redor de forma que conseguisse, ao menos, um único braço do Abismo. Ele precisava de uma forma de sair dali.


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Nós queremos ver você se curvar à escuridão. Você quer nos seguir através da noite? Você nunca morrerá como uma criança da noite
Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Rian em Ter Jan 17, 2017 8:30 pm

Baruch King, O anjo caído; PS: 07/15; Força de vontade: 5/7; Vitalidade: Escoriado (X) Incapacitado (L)
Lincoln; PS: 04/12; Força de Vontade: 7/8 ;Vitalidade: ok 
Marko Cerveni Obertus, PS: 05/12; Força de Vontade: 5/7 Vitalidade: ok 

Marko procurava pedras no cemitério. Havia algumas. Ele cata algumas dessas pedras, analisa-as, joga algumas fora e retém algumas consigo, quatro no total para ser mais exato. Lincoln, por outro lado zoava o companheiro e White simplesmente não dava moral, talvez ele já tivesse visto hábitos mais esquisitos que aquele.
Então, o Obertus prendia uma das pedras, usando a fita adesiva, em seu peito.
Spoiler:
Marko rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 6 para destreza+ofícios que resultou x Sucessos
Achando que era o suficiente ele repetia o processo em suas costas, o que era um pouco mais difícil, devido à posição, ainda assim ele prendia outra em suas costas.
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Marko rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 8 para destreza+ofícios que resultou x Sucessos
Por fim o Tzimisce pedia ao Brujah que tirasse a camiseta. Lincoln até concordava, ele gostara da ideia, no entanto não deixa de aproveitar para fazer outra piada com Marko. Rapidamente a pedra era colocada no peito de Lincoln, que agora era conhecido como Lionel.
Spoiler:
Marko rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 6 para destreza+ofícios que resultou x Sucessos
O Revenante repetia o processo, colocando a outra nas costas do Brujah grandalhão.
Spoiler:
Marko rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 6 para destreza+ofícios que resultou x Sucessos
Boa parte da fita adesiva tinha sido gasta para fixar aquelas pedras daquele peso sem que elas caíssem. Assim que confere o rolo, Marko percebe que a fita havia chegado ao fim.
- Como terei o dom da ofuscação e a blusa, e Lionel o manto e a blusa. Essa “surpresa” deve continuar oculta até precisarmos dela, mas em você que não pode chamar atenção, seria muito arriscado preparar um artifício como esse.
Marko e Lincoln percebem que White não dava importância à barreira improvisada. Ele apenas assentia com a cabeça, sem se importar se havia pedras ou se estavam sem pedras. Ele parecia estar bastante concentrado no próximo passo para responder qualquer coisa. A verdade é que o palpite do Tzimisce poderia estar certo, talvez, o arqueiro não fosse mirar em White devido ao risco de acertar Salazar e White sabia disso.
- Tem algum cômodo nesse lugar que sirva para estocagem de vitae?
Marko e Lincoln estavam com fome e o sangue poderia limitá-los. No entanto John White apontava:
- Não. Isso é coisa de vampiros da Bastarda, preferimos beber direto da fonte. E quando algum ritual exige sangue, usamos um sacrifício humano, assim podemos aproveitar o corpo em outros rituais também.
Finalmente os três vampiros estavam atrás da porta onde estava acontecendo o ritual. Lincoln estava vestido com um manto negro e um capuz, no entanto, apesar do capuz cobrir boa parte de seu rosto ele tinha a clara visão do ambiente. Marko, por sua vez invocava o poder das sombras, como ele sempre estava acostumado a fazer. Sua presença não seria percebida por aqueles que estariam por trás da porta. No entanto, tamanha era a sua preocupação e devoção, que o seu perfeccionismo insano o fazia elevar a ofuscação a um nível maior do que ele estava acostumado a fazer e intimamente ele sentia que havia feito algo novo e extraordinário, talvez, sua disciplina estivesse um pouco mais poderosa do que antes, provavelmente o contínuo uso a aperfeiçoara.
Marko rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para ofuscação 4 que resultou 4, 6, 3, 2, 5 - Total: 1 Sucessos
No entanto, antes de entrarem as pedras das costas, tanto de Marko quanto de Lincoln, caíam no chão, exatamente no mesmo segundo em que White abria a porta e, por sorte, o som da porta rangendo abafara o barulho das pedras. A fita não aguentara o peso das pedras, talvez o Obertus devesse ter escolhido alguma mais leve, no entanto suas opções também estavam limitadas ao que fora encontrado na superfície do cemitério. Pelo menos, as pedras de seus peitos ainda pareciam estar firmes. Ao ver que as pedras tinham caído, Lincoln olha para trás e se assusta ao ver que Marko estava com uma aparência fantasmagórica. Lincoln ainda conseguia enxergá-lo, mas apenas pelo fato de que ele sabia que Marko estava ali atrás deles. No entanto o seu amigo parecia apenas uma figura negra desvanecida, uma espécie de “sombra viva”...

---- x x ----


Finalmente o momento chegava. John ia na frente, seguido por Lincoln e finalmente Marko era o último. Assim que eles entravam, uma brisa fria passava por eles e a porta atrás deles se fechava automaticamente. Havia algum ruim no ar, e nem era preciso ser usuário de auspícios para sentir isso. Lincoln tinha a sensação de que ele ouvia gritos de Fusível. Era como se ele estivesse morrendo sem parar, a todo instante. Marko, por sua vez, escutava lamúrias e lamentos, gritos e choros dos humanos usados e mortos por Ivan Iliescu como tela de pintura. Era como se suas vozes estivessem vindo direto do inferno. Mesmo Marko que era frio, não se sentia bem com aquilo. Ele sentia a presença de algo maligno ali que o deixava com a sensação de que ele fosse um santo.

Eles notavam que estavam em uma enorme câmara subterrânea, com paredes de pedras e iluminado com tochas medievais que circundavam o ambiente retangular de fora a fora. O saguão era tão grande quanto um campo de futebol. Há uns 30metros a frente deles havia um lance de escadas que dava em um círculo de fogo de cor azul. Havia cinco corpos colocados como se fossem as cinco pontas de um pentagrama e no centro havia um corpo de uma mulher alva, jovem e nua. A essência, a alma e o sangue dos corpos das extremidades simplesmente flutuavam em direção à ela. E conduzindo o ritual havia um sujeito vestido com um manto negro que era impossível de determinar sua identidade. Agora Lincoln via que tudo que John havia dito era verdade. Ele tinha a prova viva de que existia coisas no mundo das trevas que iam muito além de sua própria imaginação...

Antes do lance de escadas havia uma cadeira de tortura. Alguém estava deitado nela, logo Marko e Lincoln percebiam que era o inquisidor. Ele estava estacado, no entanto, seus olhos estavam abertos e Marko e Lincoln tinham a sensação de que ele os pudesse ver, embora não pudesse mover um único músculo. Um pouco à frente da cadeira de tortura, próximo ao lance de escadas estava, do lado direito um homem com sobretudo e barba grande. Ele era magro mas devia ter uns 2metros de altura. Do lado esquerdo estavam, perto um do outro, a mulher e o arqueiro. Logo, por exclusão, Marko e Lincoln sabia que aquele sujeito alto era Salazar.

Baruch, por sua vez, tentava concentrar sua mente para formar um único tentáculo de sombra. No entanto, por mais que ele se esforçasse, por mais que parecesse que seu cérebro ia pular para fora do crânio, ele não conseguia usar a disciplina. Sua concentração era interrompida pelo barulho da porta se abrindo e logo depois se fechando. Ele escuta passos de duas pessoas chegando. Era John White e ele trazia alguém consigo, que estava coberto por um manto, alguém que devia ter uns 2metros de altura. Parecia ser alguém que seria usado em um ritual de sacrifício.
John movia-se até a mulher onde parava por um instante observando o andamento do ritual. Ele virava-se para a pessoa encapuzada que a seguia, Lincoln, e então dizia olhando diretamente para rosto que estava dentro da sombra feita pelo capuz:
- Fique aqui.
Em seguida ele movia-se delicadamente até ficar bem próximo a Salazar que parecia feliz e concentrado no ritual. Salazar então comentava:
- Está quase. Só mais alguns instantes, a inquisidora Anne desaparecerá para sempre e em seu lugar teremos a Lilith infernalista! Hahahahaha! Enquanto Salazar ria, John olhava para Baruch, no entanto, Marko sabia que John estava olhando na verdade para ele, que a esta altura estaria próximo ao Lassombra.
Os três infernalistas pareciam bastante concentrados em assistir os últimos instantes do ritual. Pareciam todos ansiosos para ver o surgimento de sua Lilith demoníaca.
Eis então que Baruch se surpreendia ao ver que em um rápido e suicida movimento, John White abraçava Salazar pelas costas enquanto gritava:
- SEU DESGRAÇADO!! VOCÊ IRÁ PARA O INFERNO HOJE MESMO!!
- O que você está fazendo? Ficou louco? Solte-me, seu filho da puta! Dizia Salazar em um tom de ordem.
Salazar ainda parecia tranquilo. Parecia estar apenas advertindo sua cria mal educada. Certamente ele não tinha noção do que White havia planejado. A mulher e o arqueiro olhavam para John e preparavam-se para intervir, esperando apenas uma permissão de Salazar.

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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Rian em Qui Jan 19, 2017 9:59 am

OFF: Esqueci de avisar no post acima e não sei porque eu estou com poderes de narrador somente em Vegas, por isso não posso mais editar. Por envolver vários players na mesma cena (Baruch, Winterfell e Lord), o prazo para postagem é de 7 dias. Esgotado o prazo eu iriei postar pelo jogador com base em sua ficha, como se ele fosse um NPC.

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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Rian em Qui Jan 19, 2017 1:25 pm

Rami Malik; PdS: 09/10; FV: 8/8; Vit.: Ok

- Eu tenho conhecimento sobre outros reinos, White, reinos longe e perto daqui ao mesmo tempo… Mas creio que isso não é mais importante. O que eu tenho a lhe oferecer é justamente o que eu quero que você desfaça pra mim. Digamos que eu fui imprudente demais… diria que tolo seria uma palavra mais indicada. Tenho um companheiro que espera sua contra-parte do contrato, apesar de não ter cumprido o que eu havia lhe pedido. Acho que você o conhece. Dizem que ele é o guarda roupa do capeta… algo do tipo! Não preciso dizer nomes, eles apenas o fortalecem. Eu quero me livrar dessa amizade, entregar-lhe se possível. Você já trata com eles, creio que isso não seja excepcional para você.

- Entendi. De fato isso não é nenhum segredo e nem tão complicado para se fazer nas mãos de quem conhece o procedimento. Contudo, já temos "contratos" suficientes e estamos a passo de realizar um dos grandes. Eu particularmente não tenho interesse nisso. Ah menos que você possa oferecer outra coisa. Mas o "guarda-roupa" não me interessa. Se for só isso mesmo, foi um prazer falar com você, Rupert...

White demonstrava que estava a um passo de encerrar a chamada e não manifestava interesse na oferta de Rami. Um infernalista que não tinha interesse em um demônio? Pelo menos era o que parecia... E agora?

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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Winterfell em Qui Jan 19, 2017 2:11 pm

Me mantenho serio, olhando com cara de “quem não esta curtindo” para as brincadeiras do Lincoln. A eminência de interromper um “ritual apocalíptico infernalista” estava prejudicando meu “sendo de humor” já “normalmente prejudicado”. (Pra não dizer inexistente). Essa dele ficar contraindo e relaxando os peitos na minha cara era pura sacanagem. Fala serio! Da vontade de tacar a pedra na cabeça dele. - Para com essa porra awe. Peço que ele me “deixe trabalhar” e coloco as pedras no lugar atando-as de uma vez. Pronto. Teria de repor meu estoque de fita ... caso sobrevivamos...

A falta de um planejamento mais solido me deixava muito tenso. Não acredito que estou me metendo mesmo nisso. Mas também não estávamos completamente “as cegas” em uma missão suicida (não viria se este fosse o caso) e para “o bem ou para o mal”, tínhamos um plano “razoável” ou assim John gostaria que pensássemos. Estou bem apreensivo, Estou me arriscando demais. mas prefiro pensar nos ganhos. Mas de qualquer forma não vou morrer aqui. Pelo contrario, passarei a ser conhecido depois disso. (Unificador e Megalomaníaco). Ao menos por enquanto o plano ia bem... e também é preciso “saber aproveitar as oportunidades” como o próprio John tinha dito. Não acredito que estou concordando com uma serpente... Espero mesmo não me arrepender disso mais tarde...

- Não. Isso é coisa de vampiros da Bastarda, preferimos beber direto da fonte. E quando algum ritual exige sangue, usamos um sacrifício humano, assim podemos aproveitar o corpo em outros rituais também.

Droga... já estou me arrependendo. Podia sentir a fome próxima. Não vou poder dispor de muito sangue. Mas agora não tinha mais jeito também, teria de ir assim mesmo. Merda... Meio inconformado me cubro com o véu de ocultação. (Ofuscação) Nossa... olho para minhas próprias mãos, sentindo o meu corpo. Isso foi diferente. podia sentir a mudança, ainda que não pudesse explica-la. Sentia-me mais satisfeito agora e até menos apreensivo. Bons resultados afinal. Que isso fosse um “bom pressagio” para o que encontraríamos a seguir. Quando essa noite acabar, vou praticar mais até entender de fato o que estas mudanças significam. Quando essa noite acabasse também .... ou seria infinitamente mais respeitado ou estaria morto...

Antes de entrarmos as pedras nas costas caem Fodeu! Travo parado no lugar em que estava. Ai caralho... Ainda com medo de me mexer e acabar revelando minha posição, tento ver se fomos percebidos. Culpa do Lincoln que ficou me atrapalhando, não prendi essa merda direito. Quase tínhamos perdido o elemento surpresa. Consequentemente também a não-vida, mas ironicamente graças a uma porta barulhenta estávamos bem. Nossa... Estava ainda mais nervoso agora, depender do “acaso” assim é prova das lacunas do nosso plano... e se tivéssemos um “plano bom” mesmo esse tipo de coisa não ocorreria. Droga. mas passado “o susto” começo a entrar no aposento e ir me posicionando, não podia deixar toda essa apreensão interferir na execução do que teríamos de fazer, se não ai sim tudo daria errado mesmo. Foco. Me concentro também fazendo meu sangue fluir. (+01 pds para Força). O maximo que a fome me permite, sem ceder a Besta não disposto a lidar com “essas coisas” agora. (Se você for rolar rolar um teste de frenesi, favor considerar o gasto de 1 ponto de FdV). Se não conseguir cravar minhas presas naquele arqueiro estarei em apuros bem rápido. Era melhor o meu “primeiro movimento” ser efetivo.... e pra isso não podia ser “irracional” como a besta costuma ser”.

O lugar era macabro mesmo pra mim parece que estou de volta à câmara dos sussurros. (“apelido carinhoso” de um dos “recantos artísticos” de Ivan). Mesmo eu (o que já quer dizer muita coisa) não me sentia confortável no lugar, mas tento me manter indiferente a isso. De qualquer forma não esperava que um reduto infernalista fosse “agradável” Analiso tudo a volta, confirmando o que já sei. John não mentiu. Vou me aproximando mais e mais do Inquisidor, como tínhamos planejado. Ele parece me ver. Sendo assim, mesmo sob o véu (Ofuscação 04) gesticulo sutilmente para ele, fazendo gestos que o façam compreender que removerei a estaca. Assim ele ficaria melhor preparado para agir imediatamente quando liberto e entenderia também que somos aliados. Me posiciono do lado esquerdo da cadeira de tortura, lado mais próximo ao arqueiro e me preparo para tirar a estaca ao sinal de John.

- Está quase. Só mais alguns instantes, a inquisidora Anne desaparecerá para sempre e em seu lugar teremos a Lilith infernalista! Hahahahaha! Enquanto Salazar ria, John olhava para Baruch, no entanto, Marko sabia que John estava olhando na verdade para ele, que a esta altura estaria próximo ao Lassombra. Os três infernalistas pareciam bastante concentrados em assistir os últimos instantes do ritual. Pareciam todos ansiosos para ver o surgimento de sua Lilith demoníaca. Eis então que Baruch se surpreendia ao ver que em um rápido e suicida movimento, John White abraçava Salazar pelas costas.

Imediatamente livro o lasombra da estaca (aproveitando a distração de John) logo depois me cobrindo novamente sob o véu, (Ofuscação 04)[i] meu intuito é preservar o elemento surpresa para que possa atacar o arqueiro sem ser antes visado por ele. [i](Dificultando sua defesa e também que consiga me atacar). Já que o próprio arqueiro não estaria me vendo. Portanto vou me aproveitar de minha localização e proximidade (e tinha me posicionado a esquerda e perto dele justamente pensando nisso). Para embosca-lo. (Considerar a manobra “emboscar” se possível). Esperava que não estar com o arco em postos e a distração de John fossem suficientes para me permitir uma “investida limpa” por assim dizer. (Ou seja um ataque, “sem contra-ataque” no processo). Conseguindo embosca-lo ou não, (espero que sim...) meu intuito é ataca-lo pelas costas ou pelos francos. (O ângulo que for mais viável). Logo em seguida agarrando-o, (+1 ponto de FdV no teste de agarrar). tanto no intuito de “torna-lo dócil” quanto no intuito de drenar seu sangue. (Manobra “agarrar” + “beijo”).

(Obs1. Como uma precaução Marko tenta não fazer contato visual com os olhos do arqueiro. Afinal não sabe o que esperar dele e prefere não deixar “a janela de sua mente” aberta).

(Obs2. Como são 02 ações físicas, primeiro tirar a estaca e segundo atacar o arqueiro estou declarando ação múltipla para poder executar estas duas manobras nesse mesmo turno).

(Obs3. Não esquecer de considerar o ataque pelos francos ou retaguarda, a emboscada e o aumento de força com uso de sangue devem me dar dados a mais na rolagem de agarrar. Alem disso também gastei 1 ponto de fdv nesse teste e tenho potência 1).
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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por @nDRoid[94] em Qui Jan 19, 2017 3:36 pm

As palavras de Rami parecem não surtir muito efeito aos ouvidos de White, O hacker passa a mão sobre os cabelos raspados e descoloridos, sentindo os fios roçarem sua pele; ele pensava rápido. Não podia perder a ligação. Mas uma coisa ele notou: o infernalista não parecia tão interessado em demônios como o estereótipo mandava. Aquilo podia ser o caminho da salvação do Tremere, que fala mais algumas palavras: - Você não parece ser um daqueles que gosta de bater ‘umazinha’ pensando na mãe do Diabo… estranho, caro White. Pensei que os seus seriam mais ávidos quando o assunto fossem nossos colegas amaldiçoados. Talvez você tenha algum objetivo que ultrapasse sua devoção macabra? Seria isso? Algum inimigo? Eu posso lhe ajudar com informação, sobre qualquer coisa… Eu sou muito bom nisso, posso lhe provar, afinal não foi muito difícil triangular a localização de vocês… aliás, vocês não acham muito clichê se encontrarem em lugares assim? Sei lá, me parece muito cenário de filme de terror dos anos 70…

Era uma cartada perigosa, afinal anunciar que sabia a exata localização deles poderia fazer White desligar o telefone imediatamente. Ou poderia fazê-lo perceber que “Rupert” sabia demais sobre eles e, se realmente quisesse, poderia entregá-los, mas não o fazia por aquele preço. Ele tentava escolher muito bem as palavras que usava, tentando dissuadir o infernalista em seus jogos¹. Conseguiria? Não sabia. Mas esperava que obtivesse êxito. Isso, ou poderia entregá-los a Torre de Marfim, triangulando a movimentação deles. Seria um verdadeiro gato e rato, bastante interessante. Pensando nisso, ele apenas complementa:

- Vamos lá, White, eu sei que você precisa de mim; e eu preciso de você… Só precisas fazer a escolha certa e nós dois acabaremos com nossos objetivos completados.

¹Se rolar um teste de Manipulação, pode considerar que ele usou 1fdv.
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Re: Sangue Ruim - A Revelação

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Qui Jan 19, 2017 9:33 pm






Imediatamente livro o lasombra da estaca

As coisas aconteciam de uma maneira diferente, quando se é apenas um observador... Quando se está acostumado a decidir o rumo dos acontecimentos, apenas observá-los é como estar preso em uma caixa de vidro, vendo tudo sob uma película fosca.  Curiosamente, quando essa caixa de vidro se quebra, te libertando, demora algum tempo pra você se acostumar com a ausência da película, permitindo que você veja claramente.

Baruch ainda sentia seu corpo pesado, retardando seus movimentos. Sempre que o Cainita tentava mover-se, a dor impedia-o de fazer isso. Baruch tinha que curar seus ferimentos, antes que pudesse fazer algo, do contrário, ele seria um alvo fácil pra seus inimigos. Sentindo uma porção de seu sangue esvair-se de seu corpo, enquanto a vitae reparava os danos do corpo do Inquisidor¹, Baruch levantava-se do local onde seu corpo havia sido deixado, tendo total certeza de onde os Infernalistas haviam deixado suas armas, ele investia em direção ao Líder, Salazar, enquanto um de seus subordinados o imobilizava.

"O Que esta escória está fazendo? Se isso for um truque, é melhor eu estar atento ao que estiver ao redor."

A investida do Lasombra era rápida e certeira. Embora seu corpo, até poucos instantes, estivesse entorpecido, Baruch tinha a força sobrenatural dos Lasombras, e isso permitia seu êxito. Ele jogava-se contra o Líder dos Infernalistas, prendendo-o em um abraço de urso.

-- Estou lhe dando a oportunidade de sua existência, Garoto. - Baruch dizia para o servo de Salazar, que imobilizava-o. -- Seus crimes contra o Sabá, sua associação com a escória Infernalista pode ser perdoada, desde que você prove-se merecedor de tal induto. Não faça com que eu me arrependa!



1 - Gasto de 3 pontos de sangue pra curar os danos letais, indo de Incapacitado para Ferido Gravemente

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Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





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