O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por @nDRoid[94] em Seg Dez 26, 2016 8:14 pm


Estava na guerra mais uma vez. Sentia sua pele lisa e alva sob o sol escaldante do Oriente Médio. Sentia o peso de seus coletes e suas insígnias. O peso da arma sobre as mãos machucadas pelos treinamentos. Olhava para o lado e via os companheiros; sabia que todos estavam mortos, mas aquela visão lhe era reconfortante. As coisas tinham voltado a ser como era antes, mimetizado num sonho que poderia ser eterno, até mesmo se fosse numa guerra horrenda como aquela. Ela estava junta a eles mais uma vez, honrando seus títulos e generais. O inimigo era abatido aos poucos naquela linha de guerra, mas alguma coisa dizia que a cena que lhe levou ao hospital se repetiria ali naquele instante.

As coisas começavam a pender para o lado dos terroristas. Helena se colocava diante de uma trincheira, carregava sua arma. Boom! E corpos voavam diante dos olhos da tenente. Boom! O canhão dos seus compatriotas devolvia o ataque. Boom! Uma granada explodia ao lado de Helena. A fumaça se espalhava pra todo o lado, dificultando a identificação das outras explosões. Até que um barulho ensurdecedor consegue tirar Helena de seu sonho. Ela demora alguns  segundos para perceber o que estava acontecendo. "Merda!", pensou a Nosferatu. Ela permanece calada, esperando pra entender o que acontecia, já pegando sua mochila lentamente, sem fazer barulho. Ela já imaginava o que estava ocorrendo, só precisava saber qual a situação.
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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Beaumont em Seg Dez 26, 2016 10:51 pm

Alysha escreveu:- Entrei em contato com as imobiliárias e estou coletando informações sobre todos os imóveis locados desde quando começou toda essa confusão. Pode ser que encontramos alguma pista entre os locatários.

"Encontrar um nome mesmo que seja falso já nos garante algum avanço neste caso e procurar pelos imóveis pode ser uma boa opção."


Leon esperava a moça terminar o seu raciocínio enquanto estava imerso em seus pensamentos avaliando as possibilidades de encontrar um nome que pudesse interrogar, acabou que não percebeu quando o outro companheiro de trabalho havia chegado e o alarde lhe chamou a atenção. 


- Certo Scott, você está certo. Apesar de não ter se passado 24 horas as coisas estão bem diferentes do habitual aqui. Procurem saber quem enviou e quem iria receber a carga, pode haver algo pessoal nesta história. Veja se a policia inter estadual (Rangers) estão tentando se envolver nisso, caso a US Marshall queira peça para que eles entrem em contato comigo que eu darei o depoimento de tudo o que aconteceu por aqui. 

Leon segurava o celular para entrar em contato com o policial que estivesse a cargo da vigília da noite. Aguardava que o mesmo atendesse enquanto ele seguia para sua sala para vestir o colete, o Coldre, tomar um ou dois goles grandes de café enquanto esperava o mesmo atender com o telefone no pescoço. Nesse meio tempo dizia. 


- Alysha, você vai comigo ?Eu estou pensando e dar uma passada rápida para ver o local do acontecido e quem sabe achar alguma pista, não irei demorar pois preciso ficar aqui esta noite para o caso de ocorrer outras ocorrências. 

Leon então esperava o telefonema enquanto posicionava a pistola cromada de metal, preenchendo bala por bala o tambor novíssimo que ele havia trocado.

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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Marii-Tsuki em Qua Dez 28, 2016 2:16 am

Após observar os arredores, Nikky volta silenciosamente para pegar sua mochila de viagens. Analisava o que fazer agora. Precisava descer do caminhão, disso está certa. Se já tinham chegado à Maryland, esse posto deveria ser a última parada que o veículo faria antes de seguir para a casa da família que contratara seus serviços e lá, seria complicado descer sem ser percebida.

A presença dos policiais, porém, complicava a situação. Nikky não queria se envolver em nenhuma confusão da sociedade mortal. Não podia se arriscar a ser vista. Com sua aparência atual, não havia como se passar por mortal. Era monstruosa demais. Essa tinha sido a primeira regra que seu Sire lhe ensinara. Nunca interagir com o rebanho, a não ser na hora da alimentação. Se for vista, garantir que o humano não saía vivo para poder alardear sobre o monstro no beco. Nikky, felizmente, ainda não se encontrara em uma situação assim. Não estava certa se conseguiria matar alguém e com certeza não queria tentar descobrir. Então evitava todo contato com os mortais. Nunca gostara de estar entre eles mesmo.

Usaria a segunda regra de seu Sire. Se as coisas ficarem complicadas, volte aos esgotos. Para isso, poderia se aproveitar de todo o caos e as atenções que as autoridades atraíam e se esgueirar sem ser percebida. Tudo o que tinha que fazer era achar algum acesso ao subterrâneo.

Silenciosamente, a Nosferatu volta até a fresta entre as portas do caminhão e espia, procurando por algum bueiro.


Se encontrar, Nikky vai analisar a posição. Se o caminho estiver liberado, ela irá correr até ele abaixada e usando qualquer caminhão ou carro como proteção, com a mochila nas costas e o capuz do casaco levantado. Ao alcança-lo, vai abrir a tampa e descer.


Se não houver nenhum ou o caminho para ele estiver bloqueado, Nikky vai ficar observando mais um pouco a situação para ver o que acontece.
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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Rian em Qui Dez 29, 2016 2:49 pm

Helena; PS 12/13; FV: 7/7; Vit: Ok


Assim que pegava sua mochila a vampira escutava os ruídos de pessoas entrando no compartimento de carga. Havia luzes de lanternas que vasculhavam o interior do veículo. Os invasores se mantinham em silêncio, que era quebrado por um deles que dizia:
- Temos um homem aqui! What’ Hell! Ele está amarado e pendurado no gancho. Chamem uma ambulância!
Após outro segundo a mesma voz gritava:
- Polícia! Se alguém estiver aqui, saia com as mãos para cima!
Pouco a pouco as lanternas iam se aproximando da nosferatu. As peças de carne penduradas atrapalhava um pouco a visibilidade e, com isso, não dava pra ter certeza de quantos policiais eram, mas a vampira tinha visto pelo menos dois focos diferentes de lanternas. Era questão de segundos para que uma delas focasse no rosto de Helena.
E agora?

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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Rian em Sex Dez 30, 2016 11:16 am

Lisandra “Liz” Eckhart, PS: 12/13, FV: 6/6, Vit.: Ok

Após dar um tapa em seu visual, a vampira saía do quarto. Jean Marie estava a aguardando do lado de fora. Ele se oferece educadamente para acompanhar a vampira com os braços entrelaçados como um casal. A setita ainda não sabia onde estava, apenas que se tratava do Elisium de MaryLand. Eles caminhavam por um longo corredor rústico, com paredes e pisos de pedras ornamentado com vários vasos de plantas noturnas de várias espécies diferentes. Havia várias portas que davam naquele corredor, provavelmente vários quartos, talvez uma ala específica para receber vampiros viajantes. Logo à frente havia uma porta grande, dupla.

Ao passar por ela o casal estava em um grande salão. Este era mais moderno, requintado e iluminado. Havia várias pessoas ali, talvez vampiros e mortais.
Entre todas as pessoas, Jean Marie mostrava uma em especial, uma mulher loira, bonita e alta que estava em um círculo com outras pessoas. O olhar dela pescava rapidamente o casal e o vampiro a cumprimentava, à distância.
- Aquela é Anastácia Brainstorm. Tome cuidado com o que fala com ela. É uma exímia harpia de Maryland. Dependendo o que for dito a ela, você pode ser tanto a rainha do baile como a megera mais odiada.
Eles seguiam direto por uma escadaria forrada com um tapete vermelho. Lá no alto havia uma segunda porta dupla e grande com algumas pessoas na porta.
- Diga-lhes que viemos nos apresentar ao príncipe. Dizia ele, em francês.
Após passarem pela porta, o casal estava em um salão oval, um pouco menor que o anterior, mas ainda assim, grande. Um pouco à frente, e de costas, estava a única pessoa naquele recinto antes do casal entrar. Ele vira-se lentamente para Lis e Jean, enquanto um odor repugnante era sentido pelo olfato da vampira. Fedia carne podre. Uma brisa gelada passava por Lis atiçando seus cabelos por um instante o que tornava o fedor ainda mais forte. O príncipe de Maryland era uma criatura horrenda. Lis não podia imaginar como alguém podia ser tão feio daquele tanto. E ele não fazia a mínima questão de esconder sua aparência do casal.
Spoiler:
- Diga-lhe que viemos honrar a Tradição da Apresentação e que estamos aqui para o Baile Toreador. Diga-lhe também nossos nomes e que eu venho em nome do Clã Toreador de Paris.
Dizia Jean, em francês.


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Leon S. Summers; FV: 6/6; Vit: Ok

- Sim senhor! Scott levava as ordens de Leon e saía para providenciar toda a informação que o delegado havia pedido.
Leon era um sujeito prático e, embora ainda jovem, mostrava um espírito de liderança que fazia com que os policiais se sentissem motivado em mostrar serviço. Não havia tempo a perder, ele ligava para o sargento O’Neil que estava responsável por chefiar as viaturas daquele serviço noturno. Se Leon precisasse saber onde estava cada viatura daquela cidade, do serviço ostensivo, O’Neil teria a resposta. Leon sempre tinha em sua mesa o mapa da criminalidade e os relatórios das investigações. A partir disto ele sabia onde colocar cada viatura de Maryland para evitar que novos crimes ocorressem.
Ao mesmo tempo perguntava se Alysha também iria. Ela rapidamente respondia, já pegando seus equipamentos de investigação e também conferindo sua arma.
- Mas é claro. Se esse caso tiver alguma relação com o culto macabro, eu preciso colher os indícios de provas enquanto ainda estão frescos. Alysha sabia que o tempo era o maior vilão das pistas policiais. Quanto mais tempo se passasse, maior o risco das pistas serem deterioradas. Alysha já estava praticamente pronta quando O’Neil atendia o telefone ao passo que Leon carregava sua arma:
- Delegado Leon?

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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por @nDRoid[94] em Sab Dez 31, 2016 10:23 am


Era uma emboscada. Sentia-se como um de seus ratos em confronto direto com um gatuno. Precisaria ser rápida e perspicaz num caso como aquele. Ao menos dois mortais haviam invadido o seu novo santuário. Já estava se apegando ao conforto congelante daquele bunker frigorífico. Helena caminhava furtivamente para uma extremidade do caminhão tentando se afastar os feixes de luz. A floresta vermelha a ajudava bastante, mas era uma questão de instantes até ser descoberta. Ela tentava identificar a hora, talvez ainda fosse dia, o que dificultaria sua vida bastante. Enquanto tentava se afastar dos feixes da lanterna, ela saca sua arma¹ e a mantem em posição para caso precisasse usá-la. Tentava identificar também se não havia movimentação do lado de fora. Talvez ainda fossem os únicos policiais ali. 

¹ Fui ver na ficha e percebi que eu não especifiquei o Inventário da Helena, um deslize. Se você quiser, pode escolher qualquer espécie de arma para ela baseado nos recursos e no conhecimento que ela tem em Armas Brancas.
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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Askalians em Ter Jan 03, 2017 3:36 pm

 Lisandra Eckhart

Aceita andar com ele com os braços entrelaçados por sinal de educação com seu cliente.

Não sabia onde estava, mas a medida que andava pelo corredor observando as plantas e as portas, parecia que deveria ser mesmo o Elisium.

Depois que passou pelas grandes portas, ouviu atentamente sobre a harpia, que deveria tomar cuidado, até que chegou o momento de se apresentar ao príncipe.

Aquele ser era realmente horripilante e cheirava muito mal, mas era o príncipe e merecia todo o respeito, então deixou seu cliente tomar conta de tudo, afinal parecia conhecer bem tudo aquilo e só queria mesmo era a companhia dela.
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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Beaumont em Ter Jan 03, 2017 9:20 pm

- Olá O'Neil ! Sou eu mesmo, Scott me disse sobre o sumiço do caminhoneiro. Preciso do nome completo e para quem era o carregamento que ele estava levando para Nova York. Peça para a pericia abrir o caminhão e coletar todos os dados possíveis mas dando prioridade ao destino da carga e o proprietário. Também vou precisar do Background do caminhoneiro. O que ele fazia e se ele tinha inimigos, por fim se encontrarmos onde ele trabalha, poderemos interrogar os amigos dele. Familia e amigos, precisamos interrogar qualquer um que possa conhecer o sujeito. 

Leon aproveitava o folego que puxava para tomar, um ou outro gole do café. Enquanto oferecia a Alysha. 


- Café ? Prepare uma viatura policial enquanto eu termino de conversar com O'Neil , eu já te alcanço .

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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Rian em Sex Jan 06, 2017 10:08 am

Nicole Montäk; PdS: 13/14; FV: 05/05; Vit.: Ok


Na posição em que 'Nick' se encontrava, era um pouco complicado. Tudo o que ela tinha de visão era um pedaço da rodovia que passava mais distante no horizonte e alguns veículos que estavam estacionados no posto e apenas um pedaço de uma das fachadas das lojas que compunham o complexo de estabelecimentos da parada. Era possível que havia sim esgotos ali, no entanto, pelo menos eles não estavam visíveis, talvez ao fundo daquelas lojas, mas para confirmar sua teoria ela teria que se arriscar entre os veículos e as pessoas. Seria uma aposta, teria que correr o risco e ao final uma entrada para o esgoto poderia estar lá... ou não!

Enquanto isso um policial terminava de arrombar a porta do baú frigorífico do caminhão à frente. Uma pequena multidão de curiosos se formava ali perto enquanto um dos quatro policiais pedia para as pessoas manterem distância. Dois deles entravam no baú, enquanto os dois do lado de fora davam cobertura com as armas apontadas para o interior. Alguma coisa ali no outro caminhão não estava certa mas isso a nosferatu só iria descobrir se esperasse um pouco mais...

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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Rian em Sex Jan 06, 2017 10:25 am

Helena; PS 12/13; FV: 7/7; Vit: Ok

Helena sentia-se como um rato encurralado pelos gatunos. Para sua sorte, pelo menos, ela descobria que não tinha acordado unicamente com o barulho, mas também porque tinha acabado de anoitecer. Ela tenta se esconder entre as carnes enquanto os policiais avançam e tenta verificar se havia alguma movimentação do lado de fora.
Helena rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 6 para destreza+furtividade que resultou 3, 5, 9, 3, 8, 3, 1 - Total: 1 Sucessos
Helena rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para percepção+prontidão que resultou 2, 7, 1, 10, 2, 4 - Total: 1 Sucessos
Policial 1 rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para percepção+prontidão que resultou 6, 5, 8, 2, 4, 1 - Total: 1 Sucessos
Policial 2 rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para percepção+prontidão que resultou 5, 5, 2, 5, 1, 6 - Total: 0 Sucessos

Foi por um triz! Ao se movimentar, Helena acabava balançando algumas peças de carnes e fazia um pequeno ruído com seu calçado. Um dos policiais percebia e levantava uma das mãos em sinal para o segundo policial parar enquanto ele olhava atentamente apontando a lanterna juntamente com a arma. Ele tinha certeza que tinha percebido alguma coisa, mas seus olhos nada lhe mostravam. Helena, por outro lado sentia que o policial desconfiara de algo mas não conseguia encontrá-la, pelo menos não ainda...
Ao concentrar seus sentidos do lado de fora do caminhão ela percebe algumas vozes, ela sabe que há pessoas do lado de fora, contudo não consegue distinguir se são outros policiais e quantos ou se são apenas curiosos com a ação da polícia. De qualquer forma ela saca sua arma e os dois policiais continuam avançando, eles já estão bem perto e logo não será mais possível para Helena continuar desapercebida.

OFF: Você não nada em armas brancas, mas tem em armas de fogo. Essas pistolas são as únicas armas de fogo possíveis de se ter com recursos 1. Contudo, lembre-se que ela está registrada em seu nome, uma vez que você não possui antecedentes para obter uma arma ilegal. Escolha qualquer uma da lista abaixo:




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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Rian em Seg Jan 09, 2017 2:23 pm

Lisandra “Liz” Eckhart, PS: 12/13, FV: 6/6, Vit.: Ok
 
Liz agora tinha certeza de que eles estavam no Elisium. Havia uma grande quantidade de vampiros ali e algo grandioso estava para acontecer, certamente seria um baile requintado organizado pelo Clã Toreador. Havia artistas famosos, atores e atrizes, humanos e vampiros, bem como músicos talentosos, além de pessoas de fina estirpe por todo o salão.
Mas antes de desfrutar do baile eles precisariam se apresentar ao príncipe. Após entrarem no salão reservado ao ancião da cidade, Jean Marie, dizia em francês o que queria de Liz. Ela por sua vez esperava Jean agir, afinal ele conhecia todo mundo. O Monstro horrível, se aproximava. Sua feição se tornava ríspida, mais do que aquela cara feia já era por si só.

- Que tipo de palhaçada é esta? Dizia o príncipe em tom de ameaça. Enquanto caminhava na direção do casal. Suas veias se estufavam sobre sua pele, por um instante era possível quase ver todo o seu sistema vascular.
Jean olhava para Liz, assustado e com os olhos arregalados, enquanto dava um passo para trás e perguntava: - O que você está fazendo, Lizandra?
- Who... are... You?! (quem são vocês?) Perguntava o nosferatu apontando o dedo para Lis e para Jean.



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Leon S. Summers; FV: 6/6; Vit: Ok


- Olá O'Neil ! Sou eu mesmo, Scott me disse sobre o sumiço do caminhoneiro. Preciso do nome completo e para quem era o carregamento que ele estava levando para Nova York. Peça para a pericia abrir o caminhão e coletar todos os dados possíveis mas dando prioridade ao destino da carga e o proprietário. Também vou precisar do Background do caminhoneiro. O que ele fazia e se ele tinha inimigos, por fim se encontrarmos onde ele trabalha, poderemos interrogar os amigos dele. Familia e amigos, precisamos interrogar qualquer um que possa conhecer o sujeito. 
- Seu nome era Joseph Miller. O carregamento é uma carga de carne bovina que saiu do frigorífico de Miami com destino ao McDonnalds de NY, chefe! O baú frigorífico do caminhão está sendo arrombado agora, pois parece que foi trancado pelo lado de dentro.
Leon ouvia o barulho da porta sendo arrombada. Assim que o delegado terminava de dar as últimas ordens, O’Neil garantia que iria providenciar um relatório completo do desaparecido.
Alysha, por outro lado dispensava o café e saía rapidamente para deixar a viatura pronta. Nesse intervalo de tempo O’Neil gritava assustado do outro lado da linha: - Mas que merda é esta?! Chefe, o caminhoneiro está pendurado em um dos ganchos de carne no interior do baú frigorífico... amarrado e amordaçado. Eu acho que ele já era, chefe!
Talvez poderia não ser o que Leon esperava, mas uma morte daquela forma requisitava sua presença, afinal não era comum pessoas morrerem daquela forma em Maryland.

Por outro lado, Alysha já estava na direção de uma viatura, pronta para sair, apenas esperando Leon.

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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por @nDRoid[94] em Seg Jan 09, 2017 6:33 pm



O ranger do metal sob os sapatos de Helena a fazem parar por um breve momento. Ela sente um dos policiais fuzilá-la por entre as peças de carne. Ela inspira, como se tentasse silenciar-se. Ela aperta sua H&K USP .9 entre seus dedos; sabia que utilizá-la lhe traria problemas quando voltasse a NYC. Sabia também que ser identificada era uma questão de tempo. “Não pensei que todo esse procedimento aconteceria em tão pouco tempo… Merda!”. A mente dela funcionava a mil, tentando encontrar uma solução. Aparentemente, ela tinha uma ideia. Na verdade, era mais um paliativo, pois sabia que diante dos fatos ela não sairia dali sem sangrar. Com essa ideia em mente, ela não tenta mais se afastar da dupla, aproximando-se ela própria dos mortais. Entretanto ela tentava fazer a intercepção pela lateral de um deles. Ela concentra o seu sangue para seus braços e pernas, pois sabia que necessitaria de todas as vantagens que precisasse¹. Quando sente o momento certo, a Nosferatu avança sobre o mais próximo dele, aplicando um mata-leão. Obviamente isso chamaria a atenção do outro, o que faria a mesma abrir a boca, que não era um simples sorriso feminino, mas uma enorme mandíbula cheia de dentes. De lá, ela regurgitou um bolo de carne disforme que ela havia consumido no caminho da viagem, a fim de preparar-se para o que tivesse que enfrentar ali. Pelo visto, o problema não tardou.²

¹ Ela gastou 1pds em Destreza e 2pds em Força.
² A ação vai ser feita dividindo a parada de dados: A primeira ação é o mata-leão, a segunda ela vai cuspir o bolo de carne na cara do policial. Uso de 1fdv para a segunda ação.
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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Askalians em Seg Jan 09, 2017 8:25 pm

 Lisandra Eckhart

Tendo certeza de onde estava, as coisas ficavam mais fáceis do que antes.

O lugar estava cheio de gente pelo que podia ver ao redor, mas tinha que se concentrar em se apresentar para aquela figura feia que era o príncipe daquele lugar.

Engole seco e procurando as palavras certas, vendo que o príncipe parecia meio nervoso com aquilo, ela se curva em forma respeitosa e diz em francês.

- Muito prazer majestade, sou Lisandra Eckhart, setita de Nova Iorque. Estou de passagem em sua cidade e vim me apresentar ao senhor. Estou acompanhando o senhor ao meu lado, Jean Louis, de sua cidade...

Estava sendo o mais educada possível.
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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Beaumont em Seg Jan 09, 2017 9:58 pm

O'Neil escreveu:- Seu nome era Joseph Miller. O carregamento é uma carga de carne bovina que saiu do frigorífico de Miami com destino ao McDonnalds de NY, chefe! O baú frigorífico do caminhão está sendo arrombado agora, pois parece que foi trancado pelo lado de dentro.

O raciocínio de Leon trabalha de forma coordenada , ele estava tranquilo até então apesar de apertar o passo em direção ao estacionamento da DP quando ele ouvi as palavras exasperadas de O Neil.


- Mas que merda é esta?! Chefe, o caminhoneiro está pendurado em um dos ganchos de carne no interior do baú frigorífico... amarrado e amordaçado. Eu acho que ele já era, chefe!

- Não mexa em nada, espere que Alysha e eu estamos a caminho. Marquem o perímetro e se mantenham em duplas ! Isso é uma ordem restrita !! Se mantenham em duplas e cubram o perímetro ! Em até 2KM Imediatamente. Não deixe a Mídia ficar sabendo disso ainda. A ultima coisa que queremos é que o Prefeito fique louco ao saber que a cidade dele corre boatos de que tem um assassinato desse calibre. A população pode ficar histérica com isso...


Leon seguia em passos rápidos se dirigindo ao estacionamento mas no meio do caminho pegava seu equipamento de trabalho e pedia para que Scott, o policial marcasse uma reunião dele com o dono da franquia do Mac Donalds de Maryland para o inicio da manhã o quanto antes. 

Spoiler:
Inventário:
- Colete Kavlar A+3 
- Revolver Colt Anaconda Calibre.44 Dano 6 CDT 2 Pente 6 Ocult J Alcance 30
- Balas Normais
- Balas Perfurantes
- Celular
- Algemas de aço
- Distintivo
- Cacetete  F+1 (Rasteira)

Leon entra no carro e relata o que ouviu no telefone para Alysha. 


- Precisamos saber mais sobre nosso amigo morto Joseph. Eu pedi para O'niel cercar o perímetro, podemos ter desde de mais pistas até encontrarmos com fogo cruzado. Pise fundo Alysha e carregue sua Arma. Temos um Assassino em Maryland. 

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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Marii-Tsuki em Ter Jan 10, 2017 12:20 pm

A visão restrita da Nosferatu não lhe revelou nenhum bueiro, o que a decepcionou e deixou mais agitada. Não estava com um bom pressentimento sobre a situação do outro caminhão. Deveria mesmo se afastar dali, porém o risco de sair sem saber se encontraria o que procurava e com tantos mortais por perto, mesmo que estivessem distraídos, era demais. Ninguém sabia ou suspeitava da presença de Nikky e garantiria que continuasse assim.

O caminhão de mudanças sairia dali em alguns minutos e ela iria com ele. Era o modo mais seguro de deixar o lugar. Por enquanto, se contentaria em esperar e observar mais um pouco a situação.
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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Rian em Qua Jan 11, 2017 6:53 pm

Helena; PS 11/13; FV: 6/7; Vit: Ok (Força+1)

A Nosferatu se via em um beco sem saída e precisava agir bem mais rápido do que ela esperava. Helena concentra seu sangue aumentando sua força ao máximo que conseguia, conforme seu sire a havia ensinado. Como um caçador ela espreita entre as peças de carnes se colocando à lateral do primeiro policial. Desta vez ela conseguia movimentar-se perfeitamente entre o carregamento. O policial estava atento, mas não era capaz de perceber o monstro que o sondava. Em um bote rápido ela avançava sobre ele e lhe aplica um mata-leão.

Spoiler:

Helena rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 6 para destreza+furtividade que resultou 10, 3, 8, 7, 6, 3, 8 - Total: 5 Sucessos
Policial rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para percepção+prontidão que resultou 6, 7, 9, 2, 1, 10 - Total: 3 Sucessos
Helena rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 6 para agarrar que resultou 8, 5 - Total: 1 Sucessos +1 potência = 2 Sucessos
Policial rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para força+briga que resultou 2, 8, 1, 10 - Total: 1 Sucessos
Helena rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 8 para vigor+esportes que resultou 1, 8, 1, 10 - Total: 0 Sucessos + 1 FV = 1 Sucesso

Helena conseguia encaixar, mas apenas com o auxílio da potência, o seu mata-leão. De qualquer forma o policial estava seguro. Surpreendido ele começava a gritar. O segundo policial apontava a arma para a vampira, mas no mesmo instante um asqueroso bolo alimentar acertava seu rosto, impedindo-o de fazer a mira com a arma. Ele xingava e proliferava palavras de nojo.
- Mas que merda é essa! Caralho! Que nojo!
Com a bagunça, a ex-tenente via mais dois policiais sacando suas armas e se aproximando da entrada do baú do caminhão.

- O que está acontecendo aí?! Gritava um deles, provavelmente o chefe das duas equipes.

OFF: Você declarou o uso de +3pds (2 em força e 1 em destreza), no entanto sua geração só permite 1 por turno. Nada impede de continuar aumentando estes atributos nos turnos seguintes, optei pelo gasto em força visto que era a rolagem mais incerta deste turno.

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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por @nDRoid[94] em Qui Jan 12, 2017 2:45 pm


A situação não era das melhores para a Nosferatu, mas o seu sangue frio, advindos dos tempos de guerra, a fizeram ter êxito em sua ação. Ela consegue efetuar o mata-leão por pouco, assim como acertar a gosma de carne mastigada na cara. Entretanto, dois novos agentes se aproximavam da porta do caminhão. Ela, num ato reflexo, solta sua própria arma próxima a sua mochila tomando a arma do policial que ela fazia prisioneiro. Era tentava pressioná-lo até a incapacitação por desmaio. Ao mesmo tempo que tudo ou nada acontecia, ela direcionava mais vitae para as partes do seu corpo¹. Com a nova arma em punhos e com as habilidades revigoradas, ela aponta a pistola na direção dos dois novos policiais e dispara dois tiros, cada um direcionado na cabeça de cada um dos policiais. Uma sniper como ela não teria problemas para isso².

A ex-tenente, porém, não tirava a atenção do outro agente, que agora estava cego pela carne. Esperava que conseguisse incapacitar os dois policiais antes que ele voltasse para a disputa.


¹ Ela gastou 1pds em Destreza. Desculpe o engano, mas são muitos personagens na minha mente ao mesmo tempo, rs
² A ação vai ser feita dividindo a parada de dados mais uma vez: Dois tiros, cada um na cabeça dos policiais que se aproximaram. Pode considerar que ela gastou mais 1 fdv para efetuar o tiro na cabeça do agente que parecia ser o líder dos grupos.
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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Rian em Sex Jan 13, 2017 12:20 am

Lisandra “Liz” Eckhart, PS: 12/13, FV: 6/6, Vit.: Ok

Mais do que parecer nervoso, o príncipe parecia cada vez mais asqueroso e nojento. A sala tinha pouca luz, mas o suficiente para ver claramente quem estava ali ou os objetos que compunham o ambiente. Á medida que o vampiro caminhava na direção de Liz e Jean, seus pés deixavam um rastro “molhado” no carpete vermelho estendido no chão e um pequeno som da sola do pé grudando e descolando era escutado. Mais perto era possível ver também que sua pele era úmida e parecia escorrer algum líquido avermelhado de pequenos poros abertos em sua pele, emanando um fedor que ele parecia não fazer a mínima questão de disfarçar. Liz torcia para que aquelas mãos nojentas e “molhadas” não tocasse em sua bela pele de pêssego. Enquanto ele dizia algo também era possível ver restos de carne humana entre seus dentes e o cheiro era de ovo podre.

Ele colocava as duas mãos nos ouvidos tampando-os enquanto Liz falava e grunhia algumas palavras inaudíveis. Então caminhava até a porta rapidamente e parecia chamar alguém. Alguns segundos depois uma mulher entrava...
Spoiler:
Era Anastácia, a tal Hárpia sobre a qual advertira Jean, antes deles entrarem ali.
- O que está acontecendo, mestre? Perguntava a loira, curiosa.
- Estes dois! Estes dois aí! Bradava o monstro fedido. – Estão dizendo coisas em idiomas que eu não conheço, aparentemente francês! Ele parecia impaciente e rancoroso. – Pergunte quem são eles e o que diabos estão fazendo aqui!
Sem perder tempo a loira fitava Lisandra de cima embaixo enquanto recolocava uma mexa de cabelo de volta atrás da orelha. Parecia haver um sorriso de superioridade dela sobre a setita. Então, em seguida ela olhava para Jean como se ele fosse um pedaço de carne suculento que logo seria degustado. Seu olhar agora era dirigido a ambos.
- Vocês entendem o que estou dizendo? Dizia ela em Frances. Em seguida ela parecia repetir a frase em latim, espanhol, alemão, árabe, russo e parecia poder repetir em outros dez idiomas se Jean Marie não a interrompesse, falando em francês:
- Perdoe-me, eu não sei falar inglês. Meu nome é Jean Marie, clã Toreador de Paris, cria de Frank Mirage, cria Ophélia Pasteur, cria de Ada Zenfinity, cria de Toreador.
Anastácia traduzia as palavras de Jean para o monstro. Jean evitava olhar para Lisandra. O monstro finalmente consentia da presença de Jean Marie. Em seguida Anastácia olhava para Liz com um sorriso discreto e então fazia a mesma pergunta, em Francês.

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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Askalians em Sex Jan 13, 2017 9:13 pm

 Lisandra Eckhart

- Sim senhora.. eu entendo...

Respondeu em Inglês.

Ela olhou para mulher não se afetando com o sorriso de superioridade disse o mesmo que havia dito em Inglês agora:

- Muito prazer  sou Lisandra Eckhart, setita de Nova Iorque. Estou de passagem na cidade e vim me apresentar ao senhor. Estou acompanhando o senhor ao meu lado, Jean Louis. Perdão se continuei falando em Francês como falo com o senhor Louis ao invés de mudar para o Inglês. Estou aqui para honrar a tradição de apresentação ao príncipe da cidade.

Voltava então a fazer um reverência ao príncipe, rezando para que ele não a tocasse de forma nenhuma.
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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Rian em Dom Jan 15, 2017 6:47 pm

Leon S. Summers; FV: 6/6; Vit: Ok


- Não mexa em nada, espere que Alysha e eu estamos a caminho. Marquem o perímetro e se mantenham em duplas ! Isso é uma ordem restrita !! Se mantenham em duplas e cubram o perímetro ! Em até 2KM Imediatamente. Não deixe a Mídia ficar sabendo disso ainda. A ultima coisa que queremos é que o Prefeito fique louco ao saber que a cidade dele corre boatos de que tem um assassinato desse calibre. A população pode ficar histérica com isso...
- Positivo chefe! Respondia O’Neil do outro lado da linha antes de desligar. Enquanto isto, Leon ordenava que Scott marcasse uma reunião com o dono da franquia do MacDonalds. O policial acatava a ordem e de imediato já procurava pegava o telefone fixo na mesa enquanto pedia uma ligação:
Scott: - Telefonista, aqui da M.D.P, por favor me ligue com o MacDonalds!
Era o que o delegado Summer conseguia escutar de Scott enquanto pegava seus equipamentos. Ele caminha o mais depressa possível pelo longo corredor dos departamentos da delegacia enquanto se dirige para o estacionamento ao passo que coloca seu cinto operacional. Leon se desviava dos desapercebidos do caminho enquanto outros simplesmente se encostavam na parede abrindo passagem para o delegado que estava com muita pressa.

Leon seguia em passos rápidos se dirigindo ao estacionamento mas no meio do caminho pegava seu equipamento de trabalho e pedia para que Scott, o policial marcasse uma reunião dele com o dono da franquia do Mac Donalds de Maryland para o inicio da manhã o quanto antes.
Finalmente ele alcançava o carro e já dava as instruções para Alysha, que era mais do que uma simples colega de trabalho:
- Precisamos saber mais sobre nosso amigo morto Joseph. Eu pedi para O'niel cercar o perímetro, podemos ter desde de mais pistas até encontrarmos com fogo cruzado. Pise fundo Alysha e carregue sua Arma. Temos um Assassino em Maryland.
- Ok! Minha arma já está carregada! Coloque o cinto!
Alysha acelerava e partia o mais rápido que podia.
- Em 10minutos estaremos lá. Se O’Neil seguir suas ordens teremos, muito provavelmente, indícios de provas ainda frescos, como digitais, fios de cabelos, isto é, e se tivermos sorte podemos pegar o assassino ainda  próximo à cena do crime e quem sabe esse caso não tenha alguma relação com o culto macabro, o que você acha?
Assim que Alysha saía da rua da delegacia e pegava a avenida Marshall, que era a via que levava à saída da cidade, onde tinha acontecido o incidente, o carro até derrapava e jogava a traseira para um lado devido à curva em alta velocidade.

Contudo, um pouco à frente, uma idosa travessava a rua, com dificuldades. Era questão de segundos para que ela fosse atropelada. Havia carros estacionados e se movimentando dos dois lados da pista. Talvez Alysha estivesse tão empolgada com a possibilidade de resolver o caso que não percebia a mulher a alguns metros à sua frente.

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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Rian em Qui Jan 19, 2017 3:08 pm

Helena; PS 10/13; FV: 5/7; Vit: Ok (Força+1/ Destreza +1)


A noite mal caía sobre a cidade e a vampira já se via lutando por sua não-vida. Surpreendida por dois policiais que averiguavam o carregamento de carne, ela descobria, da pior forma que na verdade eram duas equipes policiais e não somente uma, o que fugia um pouco à regre. Por que duas equipes e não uma? Talvez, somente se sobrevivesse é que teria essa resposta. Agora com um plano traçado em mente ela soltava sua arma e tentava desarmar o policial com a mão direita enquanto o segurava pelo pescoço com o braço esquerdo.
desarmar:
Helena rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 7* para desarmar que resultou 5, 7, 2, 5, 5 - Total: 1 Sucessos
Helena rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para dano que resultou 10, 8, 5 - Total: 2 Sucessos + 1 Potência
Policial: Força = 2

• Desarmar:
Para acertar a arma de um oponente, o atacante precisa fazer um teste de ataque com um acréscimo de +1 à difi-culdade (tipicamente 7). Se for bem sucedido, o atacante faz o teste de dano normalmente. Se os sucessos obtidos excederem o valor da Força do oponente, o oponente não recebe nenhum dano mas é desarmado. Uma falha crítica geralmente significa que o atacante derruba a sua própria arma ou que é atingido pela arma do seu alvo.
A ex tenente dava um golpe no pulso do policial. Ele soltava a arma e tentava gritar, mas o seu grito não saia pela pressão exercida pelo braço da vampira que pressionava seu pescoço. A força da vampira e do policial eram iguais, no entanto o legado da Potência do clã Nosferatu era o divisor de águas e era isto que o mantinha preso enquanto ele tentava soltar-se do mataleão.
Manter ação Agarrar e sufocar:
Policial rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 6 para força que resultou 8, 10 - Total: 2 Sucessos
Helena rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para força que resultou 9, 6, 3 - Total: 2 Sucessos + Potência 1
Enquanto a dupla de policiais que estava do lado de fora apontava a arma para a vampira e o líder gritava:
- Polícia! Largue a arma!
Helena por outro lado mostrava que não estava ali para conversar e apertava o gatilho contra o patrulheiro que estava, do lado de fora, à sua direita, apontando para sua cabeça. O disparo era feito e o ensurdecedor estampido era ampliado pelo lugar fechado em que a vampira estava.
Spoiler:
Helena rolou 5* dados de 10 lados com dificuldade 7** para tiro que resultou 7, 5, 6, 1, 5 - Total: 0 Sucessos
* Ações múltiplas = redução da parada de dados;
**Dificuldade +1 = acertar parte específica
Talvez o fato de lidar com quatro policiais ao mesmo tempo dificultava um pouco e a ex recruta errava o tiro. Como já estava um pouco escuro, ela via perfeitamente uma faísca que surgia na porta de metal do baú frigorífico, onde o projétil acertava e desviava-se para fora enquanto o tilintar do metal ecoava.
O segundo disparo era feito, desta vez mirando no sargento, líder da equipe. Outro ensurdecedor barulho e o cheiro de pólvora queimada emanava dentro daquele contêiner. Talvez a ex tenente até erraria o alvo, no entanto ela havia empregado uma vontade fora do comum em acertar aquele policial e era a sua vontade que fazia a diferença.
tiro no líder:
Helena rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 7 para tiro no líder que resultou 4, 6, 1, 4, 2 - Total: -1 Sucessos / 1 FV = 1 sucesso
Helena rolou 6* dados de 10 lados com dificuldade 6 para dano que resultou 8, 8, 8, 10, 1, 4 - Total: 3 Sucessos
*Arma do policial: Heckler & Koch P7M10 (5 dados de dano. +1 tiro na cabeça)
- Polícia! Laa...
A ordem do policial era interrompida pelo disparo que lhe acertava e o jogava no chão imediatamente. Alguns respingos de sangue surgiam no rosto do patrulheiro, seu parceiro contra o qual Helena errara. Ele, ao ver que o policial tinha sido atingido continuava apontando a arma para Helena, mas dividia sua visada entre o companheiro atingido e a “bandida” enquanto gritava:
- Oh meu Deus! Droga! Droga!
Claramente ele queria socorrer o parceiro, mas sabia que era perigoso fazê-lo naquele momento.
O outro policial, dentro do compartimento, finalmente limpava o rosto e apontava e também entrava em desespero apontando a arma ferozmente para a vampira ao ver que o chefe deles tinha sido baleado.

Dano do mata leão:
Helena rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para força que resultou 6, 1, 10 - Total: 1 Sucessos +1 potência = 2 Sucessos
Policial rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para vigor que resultou 9, 8, 6 - Total: 3 Sucessos

OFF: Pra não ficar rolando dados demais estou lhe dando a iniciativa.

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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por @nDRoid[94] em Qui Jan 19, 2017 3:51 pm




As coisas aconteciam de maneira tensa ali. Parecia mais uma vez um cenário da guerra. Lembrava-se das coisas ruins que haviam lhe acontecido, mas isso não se repetiria. Era mais forte agora, mais feroz. Ela havia acertado apenas um tiro, o que era ruim, mas ainda mantinha o policial preso no mata-leão. O policial que estava impregnado com carne no rosto finalmente se limpa, apontando também a arma para ela. Helena não perderia tempo e repetiria a manobra, dessa vez atirando no policial de fora e no de dentro. Esperava mais sorte dessa vez.¹

¹Ela vai repetir as ações do último turno:  “‘Ela gastou 1pds em Destreza[...] A ação vai ser feita dividindo a parada de dados mais uma vez: Dois tiros, cada um na cabeça dos policiais que se aproximaram. Pode considerar que ela gastou mais 1 fdv para efetuar o tiro na cabeça do agente que parecia ser o líder dos grupos.” Dessa vez, o fdv será gasto no disparo na cabeça do policial de fora.
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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Beaumont em Qui Jan 19, 2017 4:37 pm

Leon colocava o sinto ainda tentando raciocinar em que pé orquestraria o plano para encontrar o assassino do caminhoneiro. 

"Enquanto ele estava desaparecido as coisas estavam apenas 50% complicadas, agora que eu tenho um cadaver sem precedentes as coisas vão piorar, o prefeito precisa saber disso atravez de mim e pelo menos uma posição eu preciso ter... Alguma coisa está acontecendo em Maryland e é be maior do que um simples grupo de loucos endiabrados..."

Enquanto pensava Leon tinha o costume de ficar calado, observava o transito mas a sua mente não estava compenetrada na estrada, havia colocado o sinto como uma medida de segurança padrão, o delegado tinha o costume de agir de forma padronizada enquanto estava pensando em algo, quase que automatico, o carro estava rápido o suficiente para estar fora dos padrões exigidos pela segurança. Quando ocorreu a primeira derrapagem a concentração de Leon se perdeu e ele em um susto percebeu a velha senhora a caminhar pela rua. Leon tentou agir rápido segurando o volante e puxando para a direita a favor do seu corpo, não teve muito tempo para pensar, o carro provavelmente se desestabilizaria e para trazer o carro de volta a estabilidade girou o volante para a direita logo após passarem pela velha senhora. 

A ação de Leon foi movida pelo impulso justamente para salvar a senhora dando prioridade para a vida da mesma, seu ato poderia causar o capotamento da própria viatura mas foi um risco que Leon não hesitou em tomar (1 FDV caso aja um teste para o bom controle do carro)

Caso o carro não tenha batido Leon mudaria completamente a sua atitude. 

- PORRA ! Alysha você não é uma assassina ! Preste atenção no que está fazendo. Por acaso você quer o seu nome estampando a coluna da cidade como transgressora e assassina ?? Me lembre de voltar diringo o carro na volta. (Teste de Intimidação caso seja necessario para que ela entenda o erro que cometeu)


- Agora se acalme e mantenha sua cabeça no lugar, preciso de você 100% A gravidade é grande e temos um corpo pendurado por ganchos. pode ser obra do culto, ou louco varrido psicopata ou quem sabe alguma coisa pior. Mantenha seu foco na pista. 


"Mas que merda ela tá pensando? Essa história toda está acando conosco..."

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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Rian em Qui Jan 19, 2017 5:03 pm

Nicole Montäk; PdS: 13/14; FV: 05/05; Vit.: Ok


Nicole continuava observando através da pequena fresta. Havia acabado de anoitecer, ela acordara na hora certa. O caminhão em que ela estava ainda estava com o motor desligado, mas poderia sair a qualquer momento. Ela notava que uma pequena multidão de curiosos começava a se formar em volta do outro caminhão, o caminhão frigorífico. As pessoas assistiam e filmavam com seus celulares, curiosos, a ação da polícia. Assim que a porta do baú frigorífico daquele caminhão era arrombada, dois policiais entrava, enquanto os outros dois ficavam do lado de fora. Um deles falava no celular com alguém, ele parecia ser o chefe da operação, pois apontava o dedo dando ordens aos demais, dizendo o que deveriam fazer.
Assim que o policial chefe desligava o celular, Nick percebe que ele o outro patrulheiro fixavam os olhares para dentro do compartimento e simultaneamente sacavam suas armas. A pequena multidão de curiosos ficava alvoraçada, inquieta, e cada vez mais pessoas pegavam seus celulares para filmar enquanto alguns ousavam chegar mais perto da ação e tentar captar um ângulo que filmasse dentro do compartimento de carga daquele veículo. A vampira escutava também alguns gritos abafados que vinham lá dentro. De fato algo estava acontecendo naquele lugar.
O policial chefe gritava:
- Polícia, largue a arma!
Repentinamente um tiro! POW! A munição parecia ter acertado uma parte de metal da porta externa, que agora estava aberta, daquele baú. A nosferatu podia ver claramente a faísca que se formava com o tiro que era ricocheteado. O ponto atingido ficava perto do patrulheiro que estava acompanhando o chefe, provavelmente tentaram acertá-lo.
Ao ouvirem o disparo algumas pessoas corriam e gritavam assustadas. Outras passavam a filmar ainda mais interessadas na ação.
O policial chefe começava a gritar novamente:
- Polícia! Laa...
POW! Um segundo disparo! Nick não sabia mais o que tinha acontecido primeiro. Se era o som do tiro ecoando ou se era o policial chefe caindo de costas no chão com a cabeça atingida pelo projétil. Sangue respingava na parte externa do baú frigorífico daquele caminhão. Mais e mais pessoas corriam assustadas e gritando. O patrulheiro que não tinha sido atingido gritava desesperado. Ele não sabia o que fazer. Algumas pessoas se escondiam próximo a nick, mas ainda do lado de fora do seu caminhão. Muitas delas estavam com celulares na mão filmando, ou tentando filmar. Sair dali agora apenas lhe renderia provas concretas de uma infração à Máscara, e Nick sabia disso.

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Re: O Pesadelo de Maryland - Cap. 1

Mensagem por Marii-Tsuki em Sex Jan 20, 2017 2:30 pm

Ao ver o policial cair e o tumulto que se formou, a Nosferatu se afasta da abertura da porta do caminhão e se senta nos fundos, segurando firmemente sua mochila. A imagem do corpo do policial caído fica correndo por sua mente. Mesmo depois de ter morrido e se transformado, Nikky ainda tem aversão à qualquer tipo de violência e um assassinato à sangue frio como aquele é a deixa bastante incomodada.

Ela para por um momento para organizar seus pensamentos.

Aquela situação está cada vez mais complicada. A troca de tiros e a morte de um policial com certeza atrairiam muitos mais tiras para lá e, com todas aqueles humanos espalhados por ali com seus celulares, Nikky perdera a chance de sair dali despercebida. As chances de acabar sendo envolvida naquela situação só aumentavam. Se desse sorte, o motorista do caminhão seria esperto e os afastaria daquele local perigoso imediatamente. A Nosferatu não ficaria parada contando com isso, porém. Ela abriria sua própria saída do lugar.

Felizmente, aquele posto parecia ser do tipo que oferece vários serviços, então supõe que possui uma rede de wi-fi para seus clientes. Isso poderia abrir várias oportunidades para ela. Com um plano já começando a se formar em sua mente, Nikky abre sua mochila e tira dela seu notebook, ligando-o.

Ela tenta invadir a rede interna do local e usar a conexão do wi-fi para enviar um pequeno vírus que tem guardado em seu computador. Ele sobrecarregaria e queimaria os circuitos de todos os aparelhos conectados, deixando-os inúteis. É uma medida um pouco radical, mas Nikky não tem tempo para ser sutil. Isso resolveria o problema das câmeras.

Depois de enviar o vírus, se tiver sucesso, a Nosferatu vai observar o resultado de suas ações.
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