Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Rian em Qui Nov 17, 2016 6:37 pm



A noite cai em NY. Mais um monstro se levanta para compor a decoração da cidade, disfarçado dentro de um corpo belo e cobiçado pelos pervertidos mortais que nem em seus piores pesadelos poderiam imaginar que aquela beldade abriga um mundo de horror, uma besta fria e sanguinária que mata por prazer. Mas, pelo menos por enquanto, aquela fera estava acorrentada e colocada em seu devido lugar. Olga, ou melhor, Valentine se veste como uma mulher qualquer que está indo a um evento social da “high society”. Não precisará de um disfarce para esta noite. Por enquanto o simples nome Valentine é suficiente para protegê-la de seus inimigos, afinal, qual a chance de uma foto de Olga (tirada em 1945 ou antes disso) circular do outro lado do continente? Vampiros evitam fotos e ela mesma não se lembrava de ter sido fotografada nenhuma vez enquanto estivera sob o poder do primogênito do clã da Rosa.
A modernidade é uma maravilha. Pouco mais de uma hora após o anoitecer um Ford Mustang chega ao estacionamento do Elísio. Valentine guarda a chave do carro em uma pequena bolsa de mão e segue para a ala dos “convidados.” Assim que for abordada pelo segurança, ela mostra o convite. Seu objetivo é se apresentar ao príncipe o quanto mais cedo possível. Evitará falar com qualquer pessoa antes que isso ocorra. Caso seja abordada, responderá apenas o perguntado e evitará ao máximo contato social. Uma vez apresentada, ela explorará melhor o a sociedade imortal daquela cidade.

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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Qui Nov 17, 2016 9:52 pm

Aaron Markane



Aaron deixava seu apartamento para trás seguindo logo pelo corredor estreito e escuro que tinha, vez ou outra, sua iluminação alternada entre o bréu e a claridade com um delay de 0,5 segundos. Uma grande porcaria... Uma jossa... O cheiro de bebida era forte ao passar por um dos apartamentos de número 8, mas estava silencioso.

Muito ao fundo era possível se ouvir gritos, mas Aaron não podia distinguir que grito era de que, e se fosse se importar com cada confusão que havia naquele prédio, ou em todo o bairro, ele teria mais horas do que uma noite pode tem para "fazer a limpeza".

O Brujah passava pelos 4 lances de escada até chegar na entrada, uma moça fumante passava pelo Brujah, trazia compras de mercado nas mãos, olhara para o Brujah por um segundo e logo desviava o olhar de medo. Aaron sabia... Ele não era bem visto por ninguém, além de ter a cara tão troncuda que parecia que ia arrebentar um a qualquer momento, ainda havia sua mácula sobrenatural que fazia transparecer ainda mais a criatura maldita que era.

A mulher subiu sem olhar pra traz e o Brujah seguiu seu caminho. Felizmente estava saciado, o trânsito nas ruas era o mesmo daquele horário, movimentado, o lixo das ruas voava com um vento gélido, umido, parecia que ia chover... O Brujah então sente algo em seu pé, e ao olhar para ele via um jornal jogado que havia sido empurrado pelo vento e levado, o jornal acabava por cair ao lado de Aaron com o sessar do vento e ele via a capa da matéria:

"Brooklyn em alerta, estudante morre com facadas no pescoço."

Pegando o jornal para ler o restante da matéria, ou não, Aaron seguia para seu destino, passava por transeuntes que a todo tempo pareciam optar por passar a uma certa distância do Brujah. O som dos carros e pessoas à volta era o que indicava que a priori, estava tudo bem, e assim se segue, cerca de meia hora depois, com Aaron chegando no bar que provavelmente encontraria Carlo, ou uma pista de onde encontrá-lo. Aaron chegava no "Buffalo Bill".

Ao entrava, reparava que não tinha música, era apenas um bar comum, pessoas de classe média baixa e rendimento baixo estavam lá, alguns em mesas do bar, outros jogando sinuca... O bar man não estava no local que deveria no momento e logo Aaron reparava que algumas pessoas o olhavam de canto, e logo voltavam a tomar conta de suas vidas, algo que o Brujah na verdade já estava acostumado.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Qui Nov 17, 2016 10:06 pm

Samuel Hawkins


Calebros assentia. Logo já se afastava dois passos do Nosferatu e dizia:

- Terá seus equipamentos amanhã à noite. Terá seu tempo também para se preparar de outras formas que precisar. Não sei quando o Príncipe convocará a corte mas ele fará logo então mantenha seus ouvidos atentos. Até lá você tem mais alguma dúvida, Samuel?

E aguardava a resposta do neófito.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Qui Nov 17, 2016 10:39 pm

Lisandra Eckhart & Valentine Beck



Duas cainitas chegavam ao estacionamento, não exatamente no mesmo local mas certamente na mesma hora. Ambas em lados diferente dos estacionamento e ambos possuíndo o mesmo destino, o Elísio de Nova Iorque.

Lisandra ajeitava-se pouca coisa antes de seguir seu caminho, o óculos para disfarce mortal caía como uma luva elegante e charmosa. O caminho para o rumo mortal estava totalmente livre, era o mais cheio na verdade, o que era perfeitamente normal. Á primeira vista aquele setor não teria realmente nada de diferente que poderia chamar a atenção de Lisandra, de modo que a Setita encaminhava-se para onde apenas os andarilhos da noite perambulavam.

Ela logo via que uma outra mulher se encaminhava para o mesmo destino, um rosto que não se lembrava de ter visto, Lisandra se lembraria se tivesse visto aquela mulher antes, pois ela era deslumbrante, uma verdadeira femme fatalle com aquelas roupas elegantes, refinadas e uma aparência tão bela que deveria, no mínimo, ser uma modelo (Valentine - Aparência 4), mas o que era estranho era que aquela mulher não parecia ser uma cainita, sua pele era bem corada para ser um Membro (Qualidade Rubor de Saúde), seria ela uma humana? E se fosse... Seria uma humana importante?

Valentine, por outro lado já sentia no ar, o contato da natureza, a chuva logo viria... Era disso que se tratava ser um Gangrel, o contato com sua Besta interior lhe trazia um certo instinto que os outros clãs não tinham pois estavam endurecidos demais pelos elos materiais para estarem com alguma conexão com seu eu selvagem. Por mais que Valentine não se sentia bem encaixada em seu sangue não podia negar que ele trazia uma sensação única e natural e que muitas vezes podia ser maravilhosa. No caminho, ela via que uma outra mulher se encaminhava para o mesmo local que ela, era uma mulher atraente, bonita até. (Lisandra - Aparência 3) Usava um óculos mas sua palidez evidenciava a pele cainita, muito provavelmente aquilo poderia ser um disfarce embora a Gangrel já tinha ouvido estórias de Membros que não tiveram algumas deficiências corrigidas pelo sangue amaldiçoado mas o que mais Valentine achava intrigante naquela mulher, era que parecia conhecê-la de algum lugar e logo a primeira impressão que tinha dela era de simpatia (Qualidade Fisionomia amigável). As duas logo chegavam ao mesmo ponto, uma entrada grande portas duplas que era protegida por dois seguranças, ambos já conheciam Lisandra mas por conta da outra mulher que chegara com ela, a Setita teria de esperar até que a mulher se identificasse. A mulher se identifava como Valentine Beck, o segurança pedia um minuto e informava o nome de Valentine no comunicador de ouvido, alguma resposta era dada, mas nenhuma das duas mulheres conseguia ouvir o que era e o segurança então dizia com um sorriso cortês:

- Senhora Beck, está confirmada, por favor, queira entrar...

Logo após Valentine entrar a passagem de Lisandra já era liberada pois já era conhecida, mas a Setita podia notar uma certa atenção maior dos seguranças para Valentine e não era só porque ela era nova na cidade.

Logo ao adentrarem, elas passavam por uma espécie de revista onde eram instruídas a deixar qualquer tipo de arma dentro de um pequeno contêiner e retirarem na saída e após isso adentravam em outra porta dupla grande chegando a um hall. O hall era grandioso, tinha vários caminhos para diferentes setores, era bem iluminado e de ótimo gosto. Elas podiam ver dois criados, ambos homens provavelmente mortais e ambos se ofereciam para guardar suas coisas, casacos, bolsas, a fim de que ficassem à vontade.

OFF:
Apenas adiantei um pouco a cena para o fim de onde ambas iriam chegar, mas fiquem à vontade para interpretarem suas interações uma com a outra durante todo o processo que a narrativa se sucedeu se assim desejarem, apenas não interrompendo a linha dos acontecimentos, a menos que seja necessário. Favor considerarem também que ambas tem Voz Encantadora.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Lord_Suiciniv em Qui Nov 17, 2016 11:12 pm

Quando o subordinado atendia o telefone com a voz sonolenta e depois dava um coice provavelmente na mulher com quem ele estava dormindo, eu dou uma leve risada por dentro, nada que fosse aparecer do outro lado da linha.

- Estava dormindo meu caro? Não tive intenção de acorda-lo. - Eu falava em um tom respeitoso e amigavel. - Escuta Heinz, vou direto ao ponto, para que você possa voltar a dormir, surgiu uma necessidade em meus planos para um lugar afastado, sem olhares curiosos, e que não vá atrair a atenção das pessoas, em outras palavras, eu preciso de um bom cativeiro, você por acaso conheceria um lugar assim?
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Rian em Qui Nov 17, 2016 11:22 pm



“- Vai chover...” Fecho os olhos e respiro fundo sentido o “cheiro” do vento, entrando em uma espécie de simbiose com a natureza. Eu odiava o clã Gangrel, odiava cada Gangrel na face dessa terra. Eu via Donnald em todos os Gangrel bem como a desgraça que ele me trouxe. Como eu desejava hoje ser pertencer ao clã da Rosa ou aos Ventrue...  Abro meus olhos novamente e sigo meu caminho, em direção à minha “libertação”, ou pelo menos era o que eu acreditava...

Adentro ao estabelecimento, primeiramente no ambiente comum a Membros e mortais. Assim que entro percebo outra mulher, muito provavelmente uma vampira. Minha constante fuga de Yuri e Donnald treinaram minha percepção ao ponto que eu poderia reconhecer um vampiro a 10m de distância. Foi assim que, com sorte, consegui escapar das garras de Yuri, em Londres, antes de desembarcar nos Estados Unidos. E a menos que eu estava muito errada, aquela mulher era um Membro. “- No entanto, ela parece ser uma pessoa simpática...”

Aguardávamos nós duas na entrada enquanto o segurança fazia a checagem. Eu preferia manter-me em silêncio, pelo menos até que entrássemos.
- Senhora Beck, está confirmada, por favor, queira entrar...
- Obrigada, senhor... Olhava no crachá e agradecia nominalmente. Apesar de ser uma vampira, eu não me achava superior aos mortais. Na verdade, era eu quem precisava da “cura”... Além disso, a educação básica era algo que me acompanhava desde criança. “Por favor” e “obrigada” foram expressões que meus pais me ensinaram cedo e carrego comigo até hoje. Acho que inclusive, isso ajuda a manter a “fera” dentro de mim sob controle.

Eu passava direto sem precisar me desfazer de nenhuma arma, afinal, eu não gostava de armas e nem pretendia ter uma dessas. “- Já consegui sobreviver a quase um século. Isso significa que minha conduta tem dado certo e pretendo manter assim”.
Elas podiam ver dois criados, ambos homens provavelmente mortais e ambos se ofereciam para guardar suas coisas, casacos, bolsas, a fim de que ficassem à vontade.
- Obrigada cavalheiros! Agradecia ao homem que se oferecia para guardar minhas coisas, mas eu só portava uma pequena bolsa com poucos apetrechos e a chave de meu carro. Pretendia continuar com ela em mãos. Enquanto ninguém surgia para me conduzir à apresentação, caminhava até a presença daquela cainita que tinha entrado comigo e a abordava:
- Tive a sensação de que a conheço de algum lugar. Ou é impressão minha? Tentei me recordar mas juro que não consegui. Como se chama?
Logo eu me desculpava:
- Ai, desculpe! Que deselegante de minha parte..Nem me apresentei!. Sou Valentine Beck! Um sorriso cortês surgia em meu rosto.

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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Krauzer em Sex Nov 18, 2016 2:48 pm

Franchesca Sardou escreveu:- Terá seus equipamentos amanhã à noite. Terá seu tempo também para se preparar de outras formas que precisar. Não sei quando o Príncipe convocará a corte mas ele fará logo então mantenha seus ouvidos atentos. Até lá você tem mais alguma dúvida, Samuel?

- No momento não. Existe mais alguma coisa que o senhor me recomendaria para a missão?

Após a resposta de Calebros, Samuel se despede deste com um aceno, e refaz seu caminho de volta para a superfície. Ele perambula por túneis estreitos e úmidos, caminhando com água poluída até a cintura, em um enorme labirinto sob a cidade de Nova York, até chegar á superfície. Ele já havia se acostumado ao escuro e o silêncio dos esgotos, e as luzes, sons e movimentos de milhares de transeuntes e automóveis lhe deixavam levemente aturdido por alguns segundos.









Após se acostumar novamente com o mundo da superfície, Samuel caminha ofuscado pelas ruas, procurando na calçada e em lixeiras algum jornal para lhe atualizar sobre os acontecimentos mortais da cidade.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por HaSSaM em Sex Nov 18, 2016 8:37 pm

Aaron passava pelos corredores de paredes rasgadas, parou na porta que ouvia os gritos. Se deteve somente por um segundo. Ele poderia derrubar aquela porta, acabar com aquela confusão. Talvez até mesmo ensina-los boas maneiras. Era tão fácil. Bastava apenas ele querer. No entanto ele não dava a mínima. Não seria isso que mudaria o mundo. Ele tinha pensamentos grandes. Ideias revolucionárias. Como dizia seu antigo mentor “Vitorias fácies eram vitorias passageiras, sem qualquer gloria”.

Aaron não se importava com o olhar da mulher. No final das contas já estava acostumado. Talvez o fato de faze-la se afastar o deixasse ainda mais confortável. Pelo menos assim não era obrigado a seguir o protocolo padrão de cumprimentar ou fingir simpatia. Sua feição já deixava isso mais do que claro e assim ninguém esperava por isso. Aaron ganhava as ruas. A vento gelado logo o atingia junto com o lixo. Um jornal velho bate em seu pé. Assassinatos. Ele tinha certeza que se pisasse naquele jornal com bastante força jorraria sangue. As notícias eram sempre as mesmas. Pessoas matando umas às outras. Ele não perdeu tempo lendo.  

O imortal continua seu caminho. Firme. Seguro. Era como se as pessoas abrissem caminho para ele passar. Medo. Repulso. Algo neles dizia que Aaron era perigoso. E aquilo era absolutamente verdade. Aaron não hesitaria em criar uma explosão de fúria e violência caso alguém se intrometesse em seu caminho. Não. Nada o deteria de seu objetivo. Ele logo chegava no Bar, fora uma caminhada mais longe do que havia previsto, mas isso fazia bem no inicio da noite para que seus músculos alongassem.

Aaron adentrava no bar. Tirava a Jaqueta deixando que seus músculos transparecessem na camiseta preta que vestia por baixo. Se aproximava do balcão vazio e esperava para que fosse atendido. Não estava esperando arrumar briga, mas muitas vezes as pessoas não gostavam de lhe dar informação, talvez o errado fosse ele da maneira em que pedia a informação ou as pessoas que sempre o temiam e por isso não se sentiam muito a vontade de ajuda-lo. Seja como for, ele só sairia daquele bar com a resposta de onde poderia encontrar Carlo. Nem que pra isso tivesse que amaciar a vontade de algumas pessoas. Assim que o garçom se aproximava.

- Uma cerve...  - a voz sai meio roca de sua garganta, ele odiava quando isso acontecia e amaldiçoou a si mesmo silenciosamente - Uma cerveja! - Ele disse agora mais seguro. Odiava ter que socializar, mesmo que aquilo fosse apenas um pedido, ja estava nervoso pelo dialogo que teria com o pobre homem. "Tomara que ele não seja idiota" Pensa Aaron olhando ao redor. Avaliando os estragos que faria naquele lugar caso quisessem se intrometer no interrogatório. A noite estava apenas começando. E muitas coisas se passavam por sua mente. Os dias mudavam, mas as pessoas continuavam sendo elas mesmo. Não perdoaria aquilo que lhe causa medo. Quantos valentões teve que esmagar para ensinar a eles que a fuga é o melhor caminho quando se trata de enfrentar Aaron Markane!
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Sab Nov 19, 2016 3:35 pm

Lincoln Duarte Nóbrega




O Brujah Antitribu se divertia com a atitude machista de seu capanga e o mesmo logo responde:

- Eu acho que tem um lugar que a gente pode usar sim... Fica em Kreuzberg, é bem isolado. Quem a gente vai pegar?


Última edição por Franchesca Sardou em Qui Nov 24, 2016 5:03 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por John Milton em Sab Nov 19, 2016 3:47 pm

Castelhano... Muitos Lassombra provinham do ramo espanhol da Europa.

Andrea calculava mentalmente as implicações daquela frase. Não seria um espirito brincalhão... Aquelas palavras foram muito bem escolhidas.

Ela anota, mentalmente, aquela explicação. Iria pensar naquilo mais tarde. Agora tinha um Gado para tocar.

Ela, enfim, direciona sua atenção para Klaus.

-Vá buscar minha lamina, temos coisas para fazer Escravo e devo, ainda te alimentar
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Sab Nov 19, 2016 3:50 pm

Samuel Hawkins





Diante a pergunta de Samuel, o Nosferatu ancião apenas responde:

- Fique de olhos abertos, seus aliados nessa expedição, podem não ser seus aliados.

E assim, dado o conselho que Samuel pedira os dois Nosferatu se despediam, o que precisara ser tratado já tinha sido. Ambos seguem seus caminhos diferentes, com Calebros retornando ao Ninho da Pestilência, ou talvez, para outro lugar e Samuel seguindo novamente pela superfície.

Subindo para o mundo superior, o Nosferatu já ofuscado na figura que costumava se ofuscar caminhava pelos becos, procurando nos lixos e afins algum jornal de hoje que alguém possa ter jogado fora, porém a maioria das coisas que encontrava eram mais jornais rasgados como parte do lixo, jornais antigos, mas ao começar a caminhar para procurar mais ele logo batia o olho em um mendigo que estava dormindo, um jornal estava ao lado dele, dobrado, limpo, provavelmente era de hoje, bastava saber se Samuel pegaria do mendigo, tentaria negociar ou simplesmente procuraria outro.

Rolagem:
2016-11-19 10:41:49 Samuel rolls * dice to Caçar jornal nas ruas (Diff 6 ) [2 successes]
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Sab Nov 19, 2016 4:17 pm

Aaron Markane


O Brujah, como muitos, tinha um sangue quentíssimo, mas Aaron tinha um "Quê" a mais que o tornava um verdadeiro furioso. Já mal chegara e já estava prevendo que ia arrumar briga em um algum lugar embora preferisse que tudo fosse o mais "de boa" possível. Já imaginava que ia destruir algumas coisas, e algumas dessas coisas seriam rostos.

Depois de algum tempo sentado no bar, talvez uns dois minutos, um homem chegava no mesmo, esse homem era alto, gordo porém forte, tinha um cavanhaque e era calvo de cabelos loiros, talvez teria seus quarenta e tantos anos. Ele assentia para Aaron rapidamente sem dizer nada e logo o Brujah pedia sua cerveja. O Barman, ainda sem falar nada pegava uma caneca, enchia a mesma em um dos tanques e logo punha na mesa em frente à Aaron e logo voltava a fazer algumas tarefas no bar, uma delas era ligar a TV que já estava no canal de esportes, futebol americano, e ali ele deixava.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Sab Nov 19, 2016 4:28 pm

Andrea Hollow


Andrea já maquinava o que poderia ser aquela mensagem vinda da umbra. Uma simples brincadeira era descartada pela vampira, mas de todo modo agora ela tinha outras coisas para fazer, aumentar o seu pequeníssimo bando.

A Lasombra dava a ordem para o servo, o mesmo parecia esboçar um bom humor e disposição quando Andrea dizia que após trazer sua lâmina, ele seria alimentado com o liquido pecaminoso da vida e da morte.

mais ou menos dois minutos depois, Klaus retornava, com a lâmina da vampira embainhada e ele entregue subserviente para sua mestra.

Logo, a vampira cortava o pulso, o liquido maravilhoso escorria por ele, o lacaio arregalava os olhos e quase era possível comparar sua fisionomia com a de um viciado em cocaína. Seus olhos estavam esbulhados, estava boquiaberto, começava a ficar vermelhos e as pequenas gostas de suor brotavam de seu rosto... A cainita erguia seu pulso e com o gesto, o servo sabia que podia beber do seu vicio mais fatal.

O sangue trazia êxtase para mortal pecador, ele bebia com vontade, o sangue cainita era a bebida mais inebriante e entorpecente que qualquer ser poderia provar... Irresistível e fatalmente desejado, qualquer ser humano quebraria seus mais pródigos principios só para experimentar um pouco mais, e Klaus não era diferente.

O lacaio se servia e graças ao fogo ele logo já retirava tudo o que a vampira permitiria e bastava um erguer do nome de Klaus em bom tom que o lacaio, aos poucos parava. Andrea entendia que o controle de beber o sangue cainita era dificil de ser retomado, mas o medo do que sua mestra poderia fazer a ele era a única coisa que o impedia de continuar bebendo.

Assim, com a boca ensanguentada, Klaus lambia os beiços e ainda olhava o pulso de Andrea com desejo.

- O-Obrigado, mestra...

Era óbvio que Klaus queria mais, e muito mais.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por John Milton em Sab Nov 19, 2016 4:46 pm

A vitae vertia do pulso da Lassombra como uma droga ilicita.

O Carniçal tremia enquanto se deliciava na perversão do sangue cainita, mas o que deliciou Andrea foi vê-lo tremer, ainda mais, ao retirar dele seu objeto de desejo.

A Lassombra sabia que que Klaus era um viciado e o manteria assim, como a escoria que o Gado merecia ser tratado.

Ela fecha o ferimento e então direciona a atenção ao Lacaio

- Não agradeça verme... Faça por merecer.

Ela embainha a lamina e comanda

- Vamos lacaio... Temos alguém para sequestrar. Você irá dirigir para mim. Vai me levar na casa do tal policial.


Última edição por John Milton em Dom Nov 20, 2016 11:54 am, editado 1 vez(es)
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Dom Nov 20, 2016 11:42 am

Valentine Beck & Lisandra Eckhart


As duas cainitas passaram pela segurança e chegaram até os criados mortais, ambas as moças preferiram continuar portando seus pertences e assim agradeciam educadamente à eles.

Assim, Valentine mudava de ideia e resolvia puxar algum assunto com a outra mulher que entrara consigo. Ela se apresentava e tentava ser amigável, mas a outra mulher apenas dizia com uma voz tão encantadora quanto a da Gangrel.

- Lisandra Eckhart... Perdão, mas tenho um compromisso... Tenha uma boa noite.

Sem mais nada a dizer, a moça simplesmente se apresentava e se despedia imediatamente com o minimo de educação que se era esperado, e assim ia para outra direção em um dos cômodos do Elísio.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Askalians em Dom Nov 20, 2016 2:01 pm

 Lisandra Eckhart

Não havia como não reparar naquela garota enquanto se aproximava da entrada dos membros. Não a conhecia e não sabia se queria conhecer, afinal mulheres daquela estirpe eram de dar dor de cabeça. Preferiu então ficar quieta na sua, afinal não era um problema seu.

"...?..."

Quando teve sua entrada liberada para a área dos membros, fez apenas um gesto de agradecimento com a cabeça e foi subindo. Não precisava se preocupar com armas, pois não costumava carregar nenhuma. Se sentia segura com suas habilidades e contava com elas em caso de problemas.

Não entendeu muito a postura da mulher depois que passou pois criados e continuou quieta na sua, fazendo apenas um sinal de cumprimento com a cabeça.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Krauzer em Dom Nov 20, 2016 5:06 pm

Procurando por vielas e becos, latas de lixo e pela calçada, Samuel apenas encontrava jornais antigos, em pedaços, ou tão sujos que era impossível ler, até finalmente encontrar um jornal em bom estado... logo ao lado de um morador de rua dormindo.

Samuel não sabia a razão do mendigo precisar de um jornal novo, talvez para se distrair de sua miserável vida?! De qualquer forma, acreditava que para alguém que mal tem onde dormir ou o que comer, um jornal não faria muita falta.
O Nosferatu utiliza outra faceta de seus dons, ocultando totalmente sua presença nas trevas da noite (Ofuscação Nível 2 – PRESENÇA INVISÍVEL), e cuidadosamente tenta pegar o jornal sem acordar o mendigo.

Possíveis ações:
Caso ele consiga pegar o jornal sem acordar o mendigo, ele o folheia á procura de qualquer notícia interessante. Caso não encontre nada que chame sua atenção, devolve o jornal cuidadosamente, para que o mendigo não se acorde.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Winterfell em Seg Nov 21, 2016 5:03 pm

- Falas.

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Meu corpo parecia flutuar. Eu me sinto tão livre, desfruto da sensação, o vento passando através de mim, quase como se vivo fosse. livre como mal lembro já ter sido. Com uma força selvagem e também libertadora, o vento fazia-me lembrar do que não tinha mais... Liberdade... Paz... Independência. Hahahaha, de boa Cassandra. Você me surpreendeu agora. Droga Armand, apenas fique quieto. Você não pode só aproveitar a sensação e nos deixar fazer o mesmo? "I guenta a periquita awe", vai dizer que esse "que" Zen da Cassandra não te surpreendeu também? Vocês não podem me deixar em paz?! Nem numa DROGA DE SONHO?! A vá a merda sua frigida! Tinha que ser você mesmo pra "curtir" sonhar com um monte de areia! O único lugar mais árido e morto que a sua buceta! Vá se fuder! Eu quero fuder mesmo! Mas você esta sonhando com uma PORRA DE DESERTO! Nem sonhar você sabe! Puta que pariu! Eu só quero voltar a me sentir voar. Por favor fiquem quietos, tentem aproveitar um pouco... eu... eu nem lembro quando foi a ultima vez que sonhamos com algo. Sonho frequentemente com a morte de vocês, estou trabalhando pra tornar este "sonho" uma "realidade". A cara, vai se chupar! Tem alguma ideia do quão medíocre você é, Armand? Parece um cachorro, girando e girando sem sair do lugar enquanto lambe as próprias bolas. Por que de bolas você entende ne? Quando enfim sua hora chegar, e ela vai chegar. Vou arrancar seu saco e fazer você mastigar essas coisas murchas das quais se orgulha tanto. Nossa como estou preocupado agora. Vocês dois! Parem de ser desagradáveis! Sabem que isso não leva a nada. Vão todos a merda e calem suas bocas! Vai você! Puta! Não fale assim comigo! Falei com a outra puta! Awe aproveita que a gente tá voando e vê se da pra dar um 360. Caralho que falta de criatividade, sabe nem aproveitar. Aproveitar é o que quero fazer desde o começo! Não sigo ordens de vocês. Não consigo ver mais nada com toda essa nevoa. Areia sua burra. Cassandra vá a merda! Pare de agir como se fosse melhor do que eu! Vai você! Esse corpo é meu! Quero vocês fora daqui! Se atenha a sua insignificância. Concordo com o "psico" pra variar. Não tá aguentando a pressão? Arega e sai de cena. Ninguém te elegeu líder, muito menos "proprietária" de nada. Ninguém manda em mim e este corpo é muito mais meu do que seu! Nem nos seus sonhos! Por que os seus sonhos mesmo são muito bons ne Cassandra? Olha que deserto adorável... Vá se fuder! Você só sonha com orgias! O que obviamente é MUITO melhor que essa merda aqui. Porque diabos estou preso com esses idiotas? Olhem não é uma mulher? É uma estatua, mas borá ver. De qualquer forma não tem muito mais a se fazer por aqui. Como já disse vocês não mandam em mim. Tomar no seu cú, você estava indo pra lá. Só porque eu falei, você tá mudando de ideia agora? Como já disse, faço o que bem quiser, quando quiser. Engano seu. Começo a me aproximar da estatua, parando apenas quando estiver bem próximo de frente para a mesma.Droga! Me devolva meu corpo! Não tem nada seu aqui. Babaca! Vadia! E viva o jardim de infância. Fica quieto ai! Como se você mandasse em algo.

Ela parece uma espécie de mártir. Quem se importa. Ela tem uma boa feição. Você só a achou bonita. Se um poste vestisse saia, você se esfregaria nele. Vão a merda! De qualquer forma, isto tem sua própria "beleza". Só ter sangue que tu curte, ne seu perturbado? Calem a boca. Gente vocês não estão sentindo isso? Essa conexão, você quer dizer? Sim. É estranho, mas é muito bom. Acho que me apaixonei. Parem de brincadeira. Também acho que isso seja importante, de alguma forma.

"- Estou esperando por você..."

Que porra foi essa? Me manda o endereço que eu vou! Eu não reconheço a voz. A estatua remete alguém a vocês? Ninguém que eu consiga lembrar. Até que isso tá ficando legal no fim das contas. Leve algo a serio pra variar. É um sonho. Quem leva sonhos a serio? Essas idiotas. Serio que vocês não ficaram curiosos? Se ela começar a se mexer ... "Se ela transar com você", você quer dizer. É incrível o quão incansavelmente você pensa com o pau. Ou melhor dizendo, não pensa. Ainda no sonho digo a estatua: - Quem é você?

"- Cassandra!!!"

- Me responda de uma vez! Não fale assim, Marcus! Abro os olhos. Droga, acordamos. Já deve ser noite então. Aquilo podia ter ficado interessante. Ainda bem que acordamos então. "Interessante" pra você é "gore" pro resto do mundo. Tem alguém batendo na porta! Quem se importa. Ei atende lá caralho! Ai se for um dos meus "rolos" pode deixar comigo. Já falei pra parar de dar o nosso endereço aos seus casos. E eu já mandei você se fuder. Você também não fez o que pedi com todo "jeitinho". Você é muito escroto. Vejam o relógio. Acordamos bem mais tarde que o habitual. Uma hora na verdade. Po pior que é isso mesmo. Ai Marcus, na boa sai pra lá e me deixa atender a porta, ou abre aquele caralho lá. O que você quer não tem relevância. Atenderei a porta quando esta for a minha vontade. Caralho, vocês são todos uns pé no saco. Só eu estou curioso nesse caralho? Também estou. Eu também, mas quem visitaria a gente? De fato. Este, minha cara puta. É o X em questão. Já falei pra parar de me chamar assim. Eu ouvi, só não me importo. Marcus olha o que você vai fazer, não mate ninguém aqui ou vamos acabar tendo de fugir e nos mudar. Não mate porque isso é errado! Pelo amor de Deus! Deve ser uma das minhas garotas. Já disse que eu atendo porra! Calem a boca.

Vou me levantando com toda a calma. Indiferente as continuas batidas na porta, começo a endireitar minhas roupas um tanto amarrotadas e só ao terminar estando satisfeito, começo a me dirigir a porta. Pelo lado de dentro da porta observo pelo "olho mágico" quem estaria lá (É alguém que conheça)?

Depois digo enquanto simultaneamente abro a porta. - Quem é? Já olhando pra "visita indesejada" pergunto meio mal humorada e indisposta a conversa. - O que você quer?

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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por HaSSaM em Seg Nov 21, 2016 7:09 pm

off: Foi mal a demora.


O homem parecia não se importar com a presença do Brujah ali dentro. Atendeu prontamente e voltou a cuidar da sua vida. Sensato. Talvez aquele bar fosse uma bom point para noites futuras, tudo iria depender se ele era esperto ou não. Afinal ir em um bar onde quebrou alguns ossos do barman não era uma boa. A TV estava no canal de Esportes. Aaron não perde muito tempo vendo o jogo. Aaron dava um gole na cerveja apenas por habito. E se voltava para o Garçom. Estava na hora.

- Hey – Diz ele, mas sua voz saiu mais alto do que esperava. – Preciso fazer uma pergunta.

Aaron esperava ele se aproximar. Analisava como ele o olharia, com medo ou com desconfiança. Qual seria a melhor tática para interroga-lo?

- Carlo Mandrake – Diz o nome a espera que fizesse algum sentido. – Ele se envolveu a alguns dias numa confusão. Estou a procura dele, me informaram que era aqui que ele vinha todas as noites.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Rian em Qua Nov 23, 2016 1:39 pm



A tentativa de iniciar um diálogo se mostrava falha, portanto não havia necessidade de insistir naquela conversa. Beck sabia reconhecer quando era hora de manter-se em silêncio ou quando precisasse falar. Ela era uma velhinha de mais de 90 anos de idade dentro do corpo de uma bela jovem russa. No fim, seu plano inicial de não falar com ninguém até a apresentação se mostrava a melhor opção. Sempre foi assim, sempre deu certo desta forma, porque haveria de ser diferente desta vez? A discrição sempre fora uma de suas melhores armas em todos os lugares em que já estivera.

Seus olhos percorrem o teto do salão, reparando em seus ornamentos, descendo pelas paredes enquanto fazia um giro em 360º notando cada porta, cada janela, escada, quadros, mobílias bem como cada pessoa que estava naquele local. Após se situar dentro daquele ambiente, ela caminha em direção a algum vaso com uma planta viva, onde esperaria, de pé, ser chamada para a apresentação. A proximidade com a natureza sempre lhe fazia bem. As plantas e os animais são seres puros, enquanto que os vampiros e humanos são maculados por algo sujo, que ela não gostava, mas era obrigada a tolerar... (humanidade 8 + sangue Gangrel).

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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Lord_Suiciniv em Qui Nov 24, 2016 5:13 pm

Eu mantinha um sorriso no rosto, o bairro indicado realmente era bastante discreto, e estava na area de influencia do meu interlocutor.

- Não se preocupe com a vitima, já está sendo providenciado o transporte dela. - Eu fazia uma pausa, de mais ou menos 10 segundos, estava pensando a respeito do sequestro. - Escute meu caro, se não for incomodo, eu poderia ir até você para vermos a locação. O que você acha?
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Qui Nov 24, 2016 7:48 pm

Lincoln Duarte Nóbregaa



O capanga permanecia em silêncio enquanto o Brujah antitribu explicava uma pequena parte da situação e ao final ele responde:

- Vambora! Quer me encontrar onde e a que horas?

Assim que o vampiro respondesse, Heinz concordaria e assim, se Lincoln não tivesse mais nada a dizer a ligação seria encerrada
.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Qui Nov 24, 2016 8:54 pm

Samuel Hawkins





O porque o mendigo estaria carregando um jornal poderia ser um mistério, ou uma coisa muito simples, mas para tirar essa duvida precisava acordar o morador de rua pra perguntar e não era isso que o Nosferatu queria. Cuidadosamente o Nosferatu subia sua ilusão mistica fazendo com que ficasse invisível para aqueles já não o viam e felizmente o sem-teto não era um deles.

Samuel se aproximava cuidadosamente e pegava o jornal ao lado do pobre coitado, de começo, tudo bem, mas ao levantar o jornal coisa de um ou dois centímetros acima do chão, Samuel imediatamente sentia que o seu manto de ilusão se quebrara. Por pouco Samuel quase conseguiu uma proeza grande, manipular um objeto com um baixo nível de ofuscação sem se revelar. Teria sido sorte, ou habilidade? O Nosferatu não sabia, mas agora não importava, o que importava é que ainda assim o mendigo continuava a dormir, sem perceber o Nosferatu que estava ali do lado roubando seu pedaço de papel informativo.

Cuidadosamente Samuel recuava com o jornal, o mendigo tossiu, aquilo fez Samuel ficar atento, aquele cara podia acordar a qualquer momento, mas o mendigo continuou dormindo e virou para o lado resmungando uma coisa qualquer...

Vitória! O Nosferatu então já partia para outro lugar, com seu novo jornal. Observando as notícias o vampiro podia ver uma das matérias:

"Brooklyn em alerta -  Estudante morre com facadas no pescoço."

"Tiroteio no Queen - Esquadrão de Elite combate atividade terrorista"

"Onde está Robson Cano?? - Jogador dos Yankees tem alto demérito nos últimos 12 jogos."

"Hall da Fama - Mandy Adams revela que Nova Iorque pode receber uma estrela em ascensão de Hollywood"

"Fato ou Ficção? - Hotel assombrado em Manhattan"

"Inauguração Cultural - Empresário misterioso investe no novo museu de arte grega em Staten Island."

"Protesto em Berlim - Alemães causam revolta após a decisão do juri sobre o caso da menina violentada por um policial."

Rolagem:
Por ser uma tarefa que interage muito com objetos, pega-lo  pra levar consigo, será necessário pelo menos 3 sucessos no teste de Diff 9.

2016-11-24 15:24:04 Samuel Hawkins rolls X dice to (Diff 9 ) Não quebrar Ofuscação [2 successes]




2016-11-24 15:27:14 Samuel Hawkins rolls X dice to (Diff 6 ) Não acordar o mendigo [3 successes]
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Qui Nov 24, 2016 9:20 pm

Andrea Hollow


O lacaio simplesmente assentia para sua senhora e assim ambos seguiam para o carro de Andrea deixando o Ductus para fazer sua própria parte.

O servo ia na frente, ou atrás, dependendo da preferência de sua mestra sombria, eles adentravam na garagem onde Andrea tinha no máximo quatro carros na mesma e três motos. A vampira escolhia o carro que queria para seguirem e assim Klaus abria a porta a a vampira.

Eles tomavam as ruas, o trânsito era relativamente movimentado, as pessoas estavam voltando para suas casas após um dia de trabalho, e quando não era o trânsito que atrapalhavam o seu percurso eram manifestações que obrigavam o lacaio da cainita tomar outra direção e ele tivera de fazer isso não só uma, duas, mas três vezes... Várias pessoas gritanto a todo momento, o fim da violência, o fim da corrupção, o fim de tempos negros em Berlim, o povo clamava por uma mudança rápida, uma mudança que para os mortais era de fato necessária.

Cerca de uma hora e meia, talvez mais... Eles chegavam ao que era uma outra revolta, outra manifestação à frente. Várias pessoas atiravam pedras em policiais nas ruas, pedaços de madeira e os policiais revidavam com tiros, mas provavelmente eram balas de borracha pois ninguém morria com os tiros mas realmente corriam para não levá-los e não tinha sangue, ao menos não ainda. Mais ao fundo, atrás dos policiais que tentava afastar as multidões haviam algumas casas e coincidentemente ou não, dentre alguma daquelas casas deveria o número marcado do endereço do policial Wilfried.

Andrea via que realmente sua situação apenas ficava mais difícil pois antes de passar por policiais, era preciso passar primeiro pelas multidões furiosas e policiais preparados para uma investida coletiva.


Rolagem:
2016-11-24 16:07:23 Andrea Hollow rolls X dice to Alguma coisa (Diff 5) [failure]
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Qui Nov 24, 2016 10:02 pm

Cassandra Casther


Era Maximiliam que se levantava para abrir aquela maldita porta. Ele era indiferente às mesmas embora elas começavam a aumentar o ritmo como se fosse alguém com muita pressa do outro lado. Maximiliam olhava pelo olho mágico e já escutava alguém do outro lado dizer:

- Arromba logo essa porra!!!

Ele apenas tivera tempo de ver uma silhueta avançando com tudo em direção à porta mas a vampira via a tempo de rapidamente recuar para trás bem no momento que a mesma abria-se repentinamente fazendo um enorme estrondo e praticamente violentando as dobradiças da mesma, sem falar que a tranca certamente já era...

A porta estava aberta, bamba, haviam quatro pessoas que invadiam seu apartamento, um homem bruto de cabelos louros e barba, uma lindíssima mulher gótica que poderia ser uma modelo de tão bela, homem negro forte e belo, também poderia ser um modelo e outro homem de cabelos curtos e arrepiados.

A mulher imediatamente já dizia:

- Que porra, você fodeu a porta, ta deixando um rastro atrás do outro!!!

Por mais que falasse palavrão e sua voz soasse agressiva, era uma voz que ainda era chamativa, para bons ou maus fins...

O homem negro, logo dizia:

- Calem a boca vocês dois, vamos pegar a garota e ir embora daqui!!!

O homem de cabelos curtos e arrepiados que parecia um punk anarquista olhava para Maximiliam de forma apaixonada, ele dava alguns passos em direção à ele, e tocava seu rosto, extasiado, emocionado... parecia estar em transe.

- Minha filha... Minha linda criação...

Tudo aquilo era repentino demais, quatro loucos - um certamente era - tinham acabado de invadir seu apartamento e estavam em estado de pânico e começavam a discutir entre si como se a recém-criada não estivesse ali, mas parecia muito claro que estavam ali por ela.

Aparência 2:

Aparência 4:

Aparência 4:

Aparência 3:

Rolagem:
2016-11-24 16:42:58 Cassandra rolls X dice to Esquiva (Diff 7) [1 success]

2016-11-24 16:52:46 Cassandra rolls 1 die for Personalidade 3 [initiative roll]
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

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