Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

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Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Dom Out 30, 2016 5:07 pm

Guerras Vampirescas I:  O Chamado de Zillah





A Segunda Guerra Mundial foi um dos poucos acontecimentos que provou aos vampiros que os humanos podem ser tão monstruosos quanto eles, se não mais... Tantos os lados da Camarilla e do Sabá abriram caminho e não se atreveram a se envolver nos bombardeios dos mortais. Se antes os vampiros, tanto novos quanto velhos acharam que sua superioridade natural, ou maldita, era invencivel, agora eles sentiram o medo da destruição maior que qualquer um dos próprios vampiros pudesse causar.

A facção que foi mais atingida nesta guerra foram os Anarquistas. Com uma ideologia feroz de liberdade, eles acreditaram que a vitória dos Nazistas influenciaria principalmente no mundo Cainita. Foram ousados ao querer se intrometer no fogo cruzado dos mortais tentando utilizar suas habilidades e dons sobrenaturais para influência a vitória dos Aliados mas sua ações foram infrutíferas. Apesar de seu sangue ferver pela queda do Terceiro Reich, os humanos se mostraram tão convictos em suas ideologias, seja a favor dos nazistas, ou contra eles, que nem mesmo a influência vampírica era capaz de manipulá-los por completo. Foi após a queda da França que os Anarquistas finalmente se declararam derrotados pela Guerra e se retiraram do campo de batalha.

Ao fim da Segunda Guerra, não só humanos tiveram de se recompor, como os vampiros também. Os mais prejudicados foram a Camarilla, principalmente na Europa, pois seu poder era extremamente ligado ao mundo mortal que sofrera perdas magnânimas. A Camarilla se recuperava e tentou evitar suas perdas durante a guerra, já o Sabá se escondia, esperava e se preparava para quando a poeira abaixasse, agora que a Camarilla estava enfraquecida, dependente de seu rebanho que estava também enfraquecido, a Espada de Caim atacou com força por toda a Europa destronando Príncipes, diablerizando Primogênitos e pondo seus Arcebispos e conselhos de Bispos no comando.

O maior crédito que o Sabá pode dar a esta investida poderosa fora para a temida Mão Negra. A cada Principado derrotado, uma marca de mão pintada em preto era deixada, a notícia corria, a Camarilla se desesperava, com o pavor se atrapalhava, se equivocava com os poucos recursos, se descuidava e a tomada foi certa. Os membros remanescentes da Camarilla na Europa fugiram deixando para o Sabá todo o poderio. Ao longos dos anos, mais e mais notícias vinham da Europa, ela se tornava um local violento, taxas de crimes que aumentavam até chegar a um ponto altíssimo. Abatimentos eram comuns, brigas de gangues, assassinos em série e justiceiros. Aos poucos a economia do continente diminuía pelo medo das grandes empresas em investir em um lugar que poderiam ter prejuízo com ataques de gangues.

Berlim se tornou a capital do Sabá, enquanto na América, Nova York tomava conta dos assuntos da Camarilla. Os dois continentes vivem em pé de guerra, como naturalmente o é, mas agora o Sabá iria saber que seus métodos de tornar seus domínios violentos e decadentes para facilitar sua caçada tinha uma falha... Enquanto eles se fartavam em seus domínios e se aprimoravam na noite, a Camarilla se aprimorava na noite e principalmente no dia. Nos dias atuais a Camarilla finalmente atacou, retomando a Europa, expondo membros do Sabá ao Sol com Carniçais treinados, Bispos e Arcebispos foram mortos, bandos do Sabá foram servidos como exemplo aos neófitos do que acontecia com aqueles que se voltavam contra os anciões. O Sabá resistiu e só não veio a se extinguir graças às táticas de emergência que a Mão adotava, a Inquisição do Sabá usara sua força mas sua especialidade era para assuntos internos, apesar dos esforços, o que ela podia fazer era deixar sua santa batalha de lado e focar no inimigo principal, ou então não haveria nem mesmo uma Inquisição para se acabar com os Infernalistas. Mais da metade da Europa fora retomada pela Camarilla e o Sabá, finalmente estava para aprender que teriam de deixar seu orgulho de lado e usar seu rebanho não só como comida, mas como arma, se quisessem vencer os antediluvianos.

Um grande debate quase causara a quarta guerra cívil do Sabá. Os humanos manipulados como a Jyhad ajudam a trazer as Noites Finais, estariam sendo manipulados pelos Antediluvianos da mesma forma que a Torre de Marfim? Mas se não aprendessem a se proteger durante o dia a Torre de Marfim venceria e a Gehenna certamente bateria nas portas. Os debates duraram meses por todos os domínios restantes da Europa e depois pelos refúgios da América e do mundo, até que um Emissário de cada Clã pertencente à Mão, Segundos dos quatro Seraphins, convocram uma reunião com a Regente Melinda Blair do clã Lasombra e com os 13 Cardeais do Sabá. A Pedra Lacrimejante chorou em abundância e o sangue foi provado. Chegou a hora. Os Seraphins decidiram que pela primeira vez, a Mão Negra chamaria abertamente os Escolhidos de Caim e eles seriam testados, como e quando... Só Caim sabe... A palavra foi espalhada, a Mão Negra queria soldados, e aqueles que forem os verdadeiros Escolhidos de Caim atenderão ao chamado deixando claro para as dependências da Espada de Caim, que irão se juntar à luta.

Após dada a palavra, a Camarilla que ainda estava em sua retomada da Europa encurralou um jovem bando do Sabá em Milão deixando apenas seus líder como remanescente, e este não revelou nem por meios mais poderosos de Dominação as ambições da seita... Os anciões não sabiam explicar como não conseguiam subjugar a mente do vampiro do Sabá, mas a única suspeita era que o fanatismo daquele vampiro era tão grande que era comparada à Fé Verdadeira... Claro que muitos Membros debocharam dessa teoria criada por Neófitos. Após tantas torturas e subjugas à Dominação e à Presença, o fanático do Sabá entrou em frenesi e antes que todos pudessem contê-lo, ele dizimou sete Membros e teria dizimado mais, se não fosse sua Morte-Final e poucos deram importância à suas ultimas palavras: "À Mão Negra, e aos Cainitas!"

Estas ultimas palavras, para os mais velhos, significavam apenas um ultimo suspiro de um fanático, os mais sábios observaram melhor a relação do comportamento do membro do Sabá fanático e suas ultimas palavras, todos sabiam que a Mão Negra, também conhecida como Sabá era uma seita de fanáticos idólatras, diableristas, infernalistas e cultistas à Gehenna, mas eles nunca haviam chegado a um nível tão... Forte... Resistir à vontade de anciões. O ocorrido repercutiu por toda a Camarilla, enquanto uns poucos especulam que algo estava errado, a maioria acredita que estavam vencendo e que mesmo que o Sabá estivesse com algum plano a retomada da Europa era uma questão de tempo e o Sabá seria extinto. Não havia nada a temer.


A Cidade New York




Nova Iorque é a cidade mais populosa dos Estados Unidos e o centro da Região Metropolitana de Nova Iorque, uma das áreas metropolitanas mais populosas do mundo, é também a terceira cidade mais populosa da América, atrás de São Paulo e Cidade do México. A cidade exerce um impacto significativo sobre o comércio, finanças, mídia, arte, moda, pesquisa, tecnologia,educação e entretenimento de todo o planeta. Nova Iorque abriga a sede da Organização das Nações Unidas (ONU), sendo um importante centro para assuntos internacionais e amplamente considerada como a capital cultural do mundo.

Localizada em um dos maiores portos naturais do mundo, a cidade é composta por cinco boroughs: Bronx, Brooklyn, Manhattan,Queens e Staten Island.

Muitos distritos e pontos turísticos de Nova Iorque se tornaram bem conhecidos graças aos seus quase 50 milhões de visitantes anuais. A Times Square, batizada de "a encruzilhada do mundo",  é a região iluminada onde se concentram os famososteatros da Broadway, sendo um dos cruzamentos de pedestres mais movimentados do mundo e um importante centro da indústria do entretenimento mundial. A cidade abriga algumas das pontes, arranha-céus e parques de maior renome no mundo. O distrito financeiro de Nova Iorque, ancorado por Wall Street em Lower Manhattan, atua como um dos maiores centros financeiros do mundo, e é o lar da Bolsa de Valores de Nova Iorque, a maior bolsa de valores do planeta pelo total de capitalização de mercado de suas empresas listadas. O mercado imobiliário de Manhattan está entre os mais valorizados e caros do mundo. A Chinatown de Manhattan incorpora a maior concentração de chineses do Ocidente. Ao contrário da maioria dos sistemas de metrô do mundo, o Metropolitano de Nova Iorque é projetado para fornecer o serviço 24 horas por dia, 7 dias por semana. Inúmeros colégios e universidades estão localizados na cidade, incluindo a Universidade de Colúmbia, a Universidade de Nova Iorque e a Universidade Rockefeller, que estão classificadas entre as 100 melhores do mundo.

Com a decadência da Europa cada vez maior a América, a Ásia, a Oceania e até mesmo a Africa absorveram todos os lucros e negócios do mundo, dentre elas a América fora a mais próspera e os Membros incentivaram e influenciaram o Rebanho a focar ali para reunir toda sua força e influência em apenas um lugar, não dando espaço para os malditos e misteriosos Kuei-Jim ampliarem suas forças. A Caramilla está mais poderosa do que nunca e a Cidade de Nova Iorque é umas das maiores fontes de poder.


A Corte de Nova Iorque


Principe - Nicolai Bartes




Por incrível que pareça, não são os Ventrue que lideram este poderoso Império, o Malkavian Nicolai Bartes ascendeu ao trono após a renúncia de Calebros, ele se provou um estrategista nato e imprevisível, um poderoso e influente ancião que conhece o Rebanho e os Membros em seu íntimo só de olhar para eles e tem poderio o suficiente para derrubar até mesmo metade da Primigênie sozinho, possuindo a mesma influência que eles possuem, porém em escala maior. Já se viu essa influência extendendo-se desde à América do Norte até a América do Sul e agora com a quase retomada da Camarilla na Europa mas a verdadeira longevidade de suas forças ainda é desconhecida. A maioria dos Primogênitos apoiou a ascensão de Bartes quando este ainda era primogênito de seu clã. Bartes é, como muitos Malkavians, excêntrico, não se sabe se a sua loucura na verdade provem de um dos famosos Oráculados pois ele nunca profetizou nada, mas ele sempre parece estar um passo à frente. Bartes é de pouquissimas palavras, direto, silencioso, sua expressão facial é inexistente tornando difícil imaginar o que está pensando. Dizem que não se consegue olhar diretamente aos olhos de Bartes por mais de um minuto seguido, a peridição de suas órbitas chegam a fazer o observador delirar. Bartes ainda não escolheu um Senescal, isso se ele ainda pretende possuir um.



A Primigênie


Brujah - Klaus Volgemann




Misterioso, discreto e “aparentemente” calmo, é raro ver um Brujah com essas características, mas os que dizem conhecer um pouco mais sobre o primogênito dizem que sua raiva é descontada sem misericórdia em seus adversários, sejam na Jyhad ou em campo de batalha e é assim que Klaus mostra toda a fúria de seu clã a quem ele põe em primeiro plano (ao menos é o que declara).  O primogênito também é conhecido por ser normalmente o “advogado de defesa” dos jovens neófitos que transgridem as leis vampíricas, nunca de anciões  e raramente de ancilla, pois segundo ele, esses Membros mais experientes podem se defender sozinhos.

Sabe-se que Klaus controla o submundo de Nova York, o tráfico de drogas e o intermédio entre Ordem e Caos na cidade. Klaus não é só habilidoso na Jyhad como também o é em combate.



Gangrel


Os Gangrel deixaram a Camarilla quando o Justiçar Xaviar declarou que o clã não tem mais interesse em tomar partido nas decisões da Camarilla nem mais obrigações para com suas politicas e leis. É claro que ainda restam Gangrel em Nova York, mas eles tem pouco ou nenhum poder na cidade estando na seita por comodismo, concordancia com os ideias das Tradições ou por necessidade de proteção.



Nosferatu - Calebros



Calebros renunciou ao trono e após essa renúncia ele se reclusou em seus labirintos, mas poucos depois retornou como o Primogênito Nosferatu por ser o mais antigo e mais capaz dentre todos os Ratos-de-Esgoto e principalmente, com experiência na Jyhad. (Mais informações na sessão, NPC’s famosos)


Malkavian - Lara Miller



Miller é a cria de Bartes. Como seu criador, é uma Malkavian quieta, de poucas palavras e muita visão. Talvez seja que ela auxilie seu Criador e Príncipe, Bartes, a prever a tática de seus adversários pois ela realmente aparenta ter o dom do oraculado. Algumas previsões já foram anunciadas para alguns Membros, umas se concluíram, outras apenas se demonstraram uma farsa, ou talvez um equívoco da Malkavian, ou quem sabe... Pura loucura. Lara já quebrou a mente de muitos Membros que se declaravam sábios levando-os, segundo ela, à entender primeiramente que era sabedoria.

Quando Lara prevê algo, não se sabe se é confiável, ela acerta, mas também erra, só um Observador do Caos saberia dizer a veracidade da informação, seja a veracidade de Miller, ou da Realidade. Miller é uma excelente imitadora, suas habilidades de disfarce inveja até mesmo os habilidosos Nosferatu. Miller apoiou abertamente a posição de seu Criador ao trono.



Toreador - Persefone Deveraux



Ainda não se conhece alguém que tenha uma beleza comparável à Perséfone. Até onde se sabe as raízes mais antigas da anciã são de 300 anos na Grécia. Perséfone é um talento digno de comparação a grandes artes plásticas. Diz-se que sua ancestralidade mortal veio de Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni.

Perséfone é uma mulher de extrema classe, elegância, inteligência e beleza. É conhecida por apreciar, dentre todas as mitologias, a grega e suas histórias. Perséfone tem vasta influência na industria cinematográfica e das artes plásticas, e  é investidora em muitos programas beneficentes e museus culturais embora sua identidade para os mortais seja desconhecida, sempre comparece a seus eventos como uma convidada de honra misteriosa. Persfone é a atual liderança da Guilda Toreador em Nova York.



Tremere - Andreas Di Pazzi



Andreas Di Pazzi, um Tremere que não é simplesmente o Regente de uma das capelas de Nova York, mas sim o Lord do Nordeste dos Estados Unidos. Andreas é previnido e em reuniões não formais ou reuniões com baixos postos ele utiliza de um Vassalo Mortal com a ajuda da Dominação. Sua ascendência à Lord se dá à alta competência de desenvolvimento em suas trilhas taumaturgicas e o conhecimento nas linhas secretas do clã, rituais exclusivos desenvolvividos a favor do uso do clã na Camarilla, o sucesso constante de seus próprios aprendizes e ascender nos Círculos de Mistério do clã, além de já ter passado pela experiência de reger mais de vinte capelas. A maior parte dos regentes do Nordeste dos Estados Unidos é aprendiz de Andreas. Andreas apoiou abertamente a ascensão de Bartes ao trono após a renúncia de Calebros. Ao que aparenta, ele e o Príncipe mantem uma aliança sólida.


Ventrue - Leon Balthazar



O que é mais chamativo no Primogênito Ventrue não são suas grandes habilidades para o mundo corporativo nem seu conhecimento político e muitos menos seu controle dos meios de comunicação em massa mas sim a calma e humor negro que estão sempre presentes em seus ares dando ao Ventrue um ar sombrio funesto, é dificil lembrar algum momento que Leon Balthazar expressou algo semelhante ao medo ou nervosismo, apenas os mais antigos podem dizer que presenciaram algo “semelhante” e mesmo assim é capaz de estarem mentindo para não enaltecer mais ainda a figura de Leon, mas o Primogênito não demonstra se importar com boatos, ele não precisa argumentar para por falantes em seu lugar. Leon não ameaça, ele faz. Leon apoiou abertamente a ascensão de Bartes ao trono, seu apoio ao poder de Bartes e não à sua própria ascensão repercutiu na corte até que, segundo as Hárpias, Leon declarou que Bartes defende os interesses da Corte como um todo e adimitiu que o Malkavian era mais poderoso que ele. Alguns julgam essa atitude uma demonstração de fraqueza, outros dizem que um verdadeiro sábio conhece a si mesmo, seus limites e seus adversários.


Xerife/ Algoz - Lionel Mustang



Raramente um Membro é tão poderoso a ponto de conseguir manter dois cargos distintos, embora o Algoz e o Xerife tenham tarefas parecidas, ainda é o Xerife que fica com a maior parte do trabalho se estendendo a todas as tradições e não só à Sexta Tradição, tal como é o dever do Algoz. Assim sendo, Lionel Mustang do clã Ventrue foi chamado por Bartes para ocupar os dois Cargos.

Lionel tem olhos na Interpol, FBI, CIA, BND, GRU e MI6 e para as execuções ele conta com sua trupe particular de soldados: Os Negros. A Policia Secreta dos Negros é uma trupe altamente treinada para a execução de Cainitas. Essa Policia Secreta já provou ser de Mortais, possivelmente Carniçais pois suas ações destrutivas já foram realizadas durante o dia. Sendo assim não existem Delegados na cidade, ao menos não por enquanto. Mustang consegue dar conta do recado.



Zelador - Serenity Van Gard



Apesar de aparentar ser uma adolescente mortal, Serenity é uma das mais antigas das jovens massas vampíricas. Sendo ela uma das aprendizes do Lord Tremere Andreas Di Pazzi quando este era um Regente adminstrando mais de vinte Capelas, fora fácil indicação do Primogênito à Zeladora, principalmente por dominar um de seus rituais mais requisitados pela Camarilla, a proteção do uso de Disciplinas em Elísio. Além de Zeladora do Elísio:  The Morgan Library & Museum, Serenity também é Regente da Capela Tremere de Manhattam e State Island.


Mestre das Hárpias - Leonor Ferrari



Uma Toreador que tem jovialidade espiritual, ou ao menos é o que aparenta. Dotada de uma habilidade incrível de deixar as pessoas à vontade com sua presença, Leonor tornou-se a Mestre das Hárpias não por pouca coisa. Ela consegue conquistar confiança, sabe como guardar segredos que podem ir túmulo abaixo e sabe como espalhá-los de forma que até mesmo seu ancestral mortal torturado no inferno tenha noticias suas.


Hárpia - Mary Gallavan



Mary é uma Toreador que vive entre os mortais com frequência e assim sabe os podres não só dos Membros mas também daquela incrível celebridade que você tanto ama e nunca ouviu falar de você. Misturando-se sempre entre os mortais, principalmente os que se envolvem com Membros. Mary pode ser tanto uma ótima porta para se envolver nos negócios entre mortais e Membros quanto o motivo de você torecer para esse século passar depressa e finalmente poder se misturar com a próxima geração de mortais.


Hárpia -Gary Neilmann



Um Ventrue carismático, bem humorado e disposto a ajudar, ao menos é o que demonstra. Gary foi um dos escolhidos por Leonor para se tornar Hárpia a séculos devido ao seu talento nato para leitura corporal. Gary consegue aprender muito sobre um indivíduo observando-o e ouvindo-o em uma conversa, seja uma conversa com ele, ou não. Assim como Mary, Gary gosta de se envolver com os mortais, mas ao invés de fazer por gostar de introsamentos sociais, Gary o faz para achar uma ótima brecha a fim de dar um bom golpe do colarinho branco.


Hárpia - Kylie Altmeyer



Kylie é uma Malkavian conhecida por saber como você é e assim prever suas respostas antes que você as diga, mas como toda boa Hárpia, Kylie tem bons modos, apesar de seu outro lado ser arrogante e mal humorado. Como Hárpia ela é conhecida por espalhar dos Membros o melhor lado deles e raramente expõe os lados embaraçosos o que fortalece e muito a boa visão e a confiança dos mais jovens e torna a dos mais velhos a mais tediosa.

A Cidade de Berlim



Berlim é a capital e um dos dezesseis estados da Alemanha. Com uma população de 3,5 milhões dentro de limites da cidade, é a maior cidade do país, além de ser a segunda mais populosa e a sétima área urbana mais povoada da União Europeia. Situada no nordeste da Alemanha, é o centro da área metropolitana de Berlim-Brandemburgo, que inclui 5 milhões de pessoas de mais de 190 nações. Localizada na grande planície europeia, Berlim é influenciada por um clima temperadosazonal. Com o Sabá tomando conta, o 1/3 da cidade composta por flores e jardins está morta.

Berlim foi sucessivamente a capital do Terceiro Reich (1933-1945). Após a Segunda Guerra Mundial, a cidade foi dividida; Berlim Oriental se tornou a capital da Alemanha Oriental, enquanto Berlim Ocidental se tornou um exclave da Alemanha Ocidental, cercada pelo muro de Berlim, entre os anos de 1961-1989, enquanto a cidade de Bona tornou-se a capital da Alemanha Ocidental. Após a reunificação alemã em 1990, a cidade recuperou o seu estatuto, como a capital da República Federal da Alemanha, sediando 147 embaixadas estrangeiras.

Berlim é uma cidade global mas com a decadência, a violência e pobreza tomando conta deixou de ser referência política e economica na Europa, embora seja a menos decrepta dentre todas.  Berlim também servia como um hub continental para o transporte aéreo e ferroviário, e era um destino turístico popula, mas hoje em dia essas referências são mais voltadas para o tráfico de pessoas e drogas. As indústrias que ainda se mantem incluem TI, farmacêuticas, engenharia biomédica, biotecnologia, eletrônica, engenharia de tráfego.

A cidade ainda serve como um importante centro do transporte continental e era a sede de algumas das mais importantes universidades, eventos esportivos, orquestras e museus até todas elas fecharem as portas.  



A Arquidiocese de Berlim


Cardeal - Lamassu



Nome dado em sua época de Glória individual da Antiga Mesopotânia, Lamassu manteve este titulo divino que seus seguidores, tanto mortais quanto imortais, lhe deram. Um Tzimisce tradicional,  que não pode ser definido por “Ele” ou “Ela” já que retirou seu sexo. Segundo ele, vampiros não deviam possuir gênero pois seu único propósito é o de gerar proles, coisa que Vampiros não fazem mais por meios do coito, mas essa é apenas uma das crenças deste matusalem.  Lamassu acredita ter chegado ao ápice da perfeição mórfica, uma figura angelical e ao mesmo tempo demoníaca com a visão mundana e linear vedada e abrindo seus senso tanto naturais quanto sobrenaturais para o “todo” em sua volta. Lamassu já foi requisitado a ser o Regente do Sabá mas recusou o posto sem maiores explicações.


Arcebispo - Sascha Vykos



Apesar de seu título, Vykos em nada administra ou lidera na cidade ou em qualquer outro domínio que resida. Ele deixa essa tarefa para o conselho dos quatro Bispos de Berlim, sua função em Berlim é bem mais ativa. Vykos dispensou seus templários e paladinos alegando que para sua proteção tinha seus próprios inimigos escravizados. (Mais informações na sessão NPC’s famosos)


Conselho dos Bispos

Meredith Borgia



É exatamente isso. Meredith é uma familiar perdida dos famosos Borgia. Seu passado é mais negro entre os membros do Sabá pois Meredith, do clã Malkavian, já foi Príncipe de uma das cidades da América do Sul. Foi abraçada quando tinha nove anos de idade quando os Bórgias estavam no poder, mas quando decidiu que valia mais a pena estar do lado do Sabá, Meredith entregou de bandeja seus domínios e todos os Cainitas que nele residiam para a Seita dos primeiros Anarquistas. Seu Mentor no caminho do Sabá era um Tzimisce e deu à Meredith um corpo adulto, a versou em uma das trilhas da Sabedoria e apesar de toda a desconfiança de seu novo bando, ela se demonstrou a mais capaz pois não era uma neófita como todos os outros. Rapidamente com a instrução de seu Mentor virou uma sacerdotiza e algum tempo depois demonstrou lealdade e ferocidade para se tornar um Bispo. Meredith é temperamental, e parte do respeito conquistado veio de sua fúria já exibida em rituais de Monomancia quando ainda era uma das massas do Sabá. É graças a sua experiência na Camarilla como uma Príncipe que Berlim ainda está de pé.


Kasmir Baal



Kasmir é um Lasombra com conhecimentos taumaturgicos usurpados à força dos Tremere. Sereno,  sombrio e sábio como todo Lasombra deve ser ele é o mais experiente do conselho dos Bispos, se não fosse pela presença de Vykos talvez Kasmir fosse se tornar o próximo Arcebispo, talvez ele realmente se torne quando o Demônio resolver deixar a cidade, mas ele mesmo não parece mostrar interesse em subir mais na hierarquia da seita. Meredith e ele já foram inimigos mas hoje são Cainitas do mesmo bando, se realmente são aliados... Isso é outra história. Kasmir é o mais centrado dentre os quatro Bispos.


Kiana Faure



Kiana é uma Serpente da Luz. Seus conhecimentos ocultistas são os mais vastos dentre os membros do Conselho dos Bispos, também é conhecedora de Rituais Taumaturgicos mas sua especialidade são os rituais Necromanticos adquiridos através dos Nagaraja. Kiana tem uma personalidade estranha, sempre dando uma risada estranha com suas falas em enigmas negros que, segundo ela, os espíritos dos mortos sussurram em seus ouvidos, alguns dizem que Kiana foi afetada pela loucura dos Malkavian já que antes de se juntar ao Conselho o Sacerdote de seu bando era um Malkavian Antitribu e também por... Ela não parecer muito “normal”.


Kristof Griffith



Como todo Toreador Antitribu Kristof é um Cainita cruel mas ele tem experiência de sobra graças ao seu passado como Inquisidor do Sabá. Um músico que consegue utilizar a Presença em sua arte e formar uma canção que causaria terrores a seus ouvintes. Apesar dos membros do Sabá não verem necesidade alguma de ficar interagindo com o gado, Kristof ainda é um Toreador Antitribu e gosta de agir entre mortais. Boa parte de sua inspiração para as táticas de cruzadas do Sabá vem com base no estudo psicológico da caça com mortais. O medo é uma arte e a Guerra também. Kristof é famoso por utilizar seus inimigos, tanto mortais quanto imortais capturados como cobaias para aprimorar suas habilidades e sua arte de causar terror com a música, de formas diferentes e outras metodologias únicas.


A Inquisição do Sabá.

Líder da Inquisição em Berlim - Valkyria Van Hogh



Uma Assamita Antitribu com uma fúria comparável a dos Brujah Antitribu. Valkyria nunca foi de Alamut tendo suas raízes na Tribo Perdida mas após exigir sua saída por não concordar com junção da Manus Nigrum ela enfrentou um dos Seraphins em uma Monomancia e saiu vitorioza diablerizando o mesmo no final.

Valkyria então se juntou à Inquisição do Sabá e tem a antiparia da atual Mão Negra, mas isso não parece ter se tornado um problema para ela visto que se ela venceu um Seraphim, quem seria tolo para arriscar um embate? Mas com certeza isso aumenta a rivalidade entre essas facções. Agora no poder da Inquisição de Berlim, Valkyria espanta a presença de infernalistas, e ela e sua equipe mantem a cidade assim.

Valkyria é uma ladina moderna, o arco e flecha ainda são capazes de carregar o veneno dos Assamitas e suas habilidades de ladina são incomparaveis e altamente requisitadas para investigar infernalistas principalmente em um domínio grande.



Inquisidor - Garlic Monstesquiê



Este Ventrue Antitribu, como muitos outros, ainda mantem os ideais medievais do que era ser um verdadeiro Ventrue. Com um propósito santo, Garlic se juntou à Inquisição do Sabá para livrar o mundo da praga que ajudaria a trazer o fim dos tempos. Garlic é um combatente católico e acredita que mantem sua humanidade livrando o mundo do verdadeiro mal. Embora tenha humanidade como trilha ainda assim é eficiente em seus métodos ortodoxos para extrair informações.


Inquisidora - Samara Seles



Samara é uma Lasombra combatente que teve suas raízes como uma das raríssimas piratas femininas. Treinada nas artes de combate japonês e escravizando mortais do governo suas habilidades investigativas aumentaram consideravelmente sendo uma das Cainitas que persegue infernalistas em Berlim. Samara é cínica e demonstra se divertir com seu trabalho de caçar malditos infernalistas e graças às habilidades de seu clã em dominarem o ocultismo para invocarem a Tenebrosidade sabe identificar bem os sinais malditos do inferno.


Inquisidor - Alexander Ivanov



Se o Sabá quer destruir o mal e existem ferramentos mais eficazes para fazê-lo rapidamente sem deixar vestígios, porque não usar? Alexander é essa ferramenta. O especialista em armas de fogo e poder destrutivo tecnológico bruto da Inquisisão de Berlim acrescentou muito na caça moderna, é o membro mais novo da Inquisição do Sabá mas está longe de ser ineficaz. Alexander é um Brujah Antitribu conhecedor da guerra moderna, sujeito confiante demais e talvez isso um dia seja sua ruína, mas até essa noite chegar, ele aproveita a autoridade que lhe foi concebida. Por sorte, esta bomba relógio tem um controle remoto, e esse controle remoto se chama Valkyria.


NPC’s famosos


Sascha Vykos



Apesar de ter nascido entre os picos dos montes Cárpatos, o demônio excêntrico, hoje conhecido como Sascha Vykos, emigrou para o esplendor decadente da Bizâncio medieval. Lá, entre pessoas depravadas da corte Justiniana, Vykos participava do esquema, manipulando vampiros e mortais. A estrutura de poder de Sascha ruiu junto com o império, mas o Tzimisce ligou-se ao Sabá com satisfação e ascendeu rapidamente na hierarquia da seita. Hoje em dia, Vykos serve à seita melhor como um saqueador andarilho, uma arma viva. Tendo entrado em conflito diversas vezes com Lucita, Anatole e Beckett ao longo dos séculos, Vykos os despreza e não há nada que ele gostaria mais do que matá-los muito, muito lentamente.

Sascha é a epítome do Tzimisce pós-Sabá: frio, eficiente, conspirador, sedento de poder e impiedosamente cruel. Ele usou a Viscissitude para modificar a si mesmo a ponto de ser quase irreconhecível como ser humano (embora de forma estranha e sensual – Vykos não é um Nosferatu). Seu rosto é uma máscara inescrutável de beleza inumana que junto com piercings, tatuagens, escarnificações, matizes e outras modificações corporais cbrem sua carcaça pálida e andrógina. Ele é um ex-mestre da Viscissitude (capaz de se transformar em um morcego-monstro e criar armas a partir de seu corpo) e quase capaz de rivalizar com os ancições Tremere em termos de seu domínio da feitiçaria Taumaturgica (inclusive diversas trilhas desconhecidas dos Tremere). Ele é também hábil em controle de animais, PES e controle da mente e já demonstrou ter força sobre-humana. Vykos é um estudioso nodista, um cientista e um historiador – e todos os habitantes do mundo são cobaias em potencial.



Lucita de Aragon



Tanto a Camarilla quanto o Sabá temem a temível Lasombra Antitribu Lucita. Nascida em uma família nobre aragonesa na tumultuada Espanha medieval, Lucita atraiu a atenção dos Lasombra que a ajudaram a escapar da tirania de seu pai e do tédio de um casamento arranjado. Exultante com o poder recém-adquirido, Lucita transformou-se rapidamente em uma guerreira notável, participando de todos os tipos de lutas noturnas contra os Ventrue e Tzimisce e membros de seu próprio clã. Apesar de seu poder, Lucita sempre seguiu seu próprio caminho: quando o Sabá se formou, Lucita foi um dos poucos Lasombra que não aderiram, embora ela também não tenha ajudado na defesa do Antediluviano Lasombra.

Lucita é uma guerreira a 800 anos e são poucos os seres capazes de se opor a seus ataques furiosos. Ela sozinha é um esquadrão da morte, uma ninja moderna temida por vampiros, lupinos e magos. Ela aprimorou o poder típico dos Lasombra de Tenebrosidade até ele atingir uma potência espantosa; os oponentes horrorizados que sobreviveram à ira de Lucita sussuraram temerosamente acerca de “serpentes das sombras” conjuradas das trevas para atacar os inimigos dela. Ela é também um mestre do mesmerismo – e, se os métodos indiretos de combate falharem, Lucita tem velocidade sobrehumana e força física suficientes para erguer um Buick. Ela ganhou a inimizade do Lasombra Sabá Cardeal Monçada de tal forma que a coisa que ele mais gostaria de ver é ela esmagada.



Beckett


(Considerar óculos escuros)

Vagando pelo mundo por pelo menos 300 anos, explorando o conhecimento e mitologia Cainita, o vampiro britânico Beckett pode ser um dos maiores historiadores e arqueólogos Nodistas do clássico Mundo das Trevas.

Embora ele não siga a Trilha de Caim do Sabá (Ele pode, na verdade, seguir o "caminho" da Humanidade), como a maioria Nodistas, a sua meta é determinar a verdadeira história da raça Cainita e, especialmente, o início da história de Caim e os Antediluvianos em Enoch. Forças que vão desde o lado impessoal e destrutiva de entropia para os vampiros do Sabá e da Camarilla conspiram para impedi-lo de aprender a verdade, como ele a vê. Portanto, ele tenta evitar o conflito vampírico, sempre que possível, preferindo apenas enfrentar os tipos de problemas que os arqueólogos mortais devem enfrentar. Ele teve um sucesso moderado com isso, pois certamente não são todos os vampiros do Sabá e da Camarilla está contra ele.

Beckett é um Gangrel raro: Bem conectado e educado, ele cultivou contatos e aliados em todo o mundo a partir das fileiras mortais e sobrenaturais, embora poucos o conhecem bem. Seus aliados mais próximos são seus companheiros, outrora Lucita e Anatole, o profeta delirante. Seu adversário de longa data e concorrente é o estudioso Tzimisce Sascha Vykos.

Conhecido pelo mundo por ir e vir como quiser e sempre que aparecendo quando surgem itens "interessantes", livros, recados ou histórias. Beckett também é notório entre os Cainitas estudiosos por sua teoria de que a história de Caim e Abel é realmente um mito, representando o movimento de civilização humana de caçadores-coletores na sociedade agrícola. Como isso está conectado com vampirismo ele não tem certeza, mas se alguém pode encontrar as provas e descobrir a verdade, Beckett pode.

Seu conhecimento da sabedoria antiga, linguística e habilidades de luta são perfeitamente complementados pelo domínio de uma série de disciplinas fora do alcance normal dos Gangrel, e mais do que conhecimento passageiro da Taumaturgia. Sua habilidade com as disciplinas dos Gangrel é tal que muitas vezes ele viaja como um lobo, e ele era conhecido por correr em um campo de futebol sob o sol escaldante. Ele tem duas marcas da Besta; olhos vermelhos de gato com as pupilas em forma crescente, que brilham levemente, e as mãos e antebraços cobertos de pêlos grossos e garras, forçando-o a mantê-lo coberto e usar óculos de sol entre os mortais.

Beckett é extremamente sarcástico e orgulhoso. Ele constantemente usa seu intelecto superior para colocar outras pessoas (tanto Cainitas quanto Humanos) em seu lugar, da maneira mais sarcástico possível; isso o botou em problemas mais de uma vez. Ele, no entanto, respeita as regras de qualquer seita política que esteja controlando a cidade que está visitando. Beckett tenta dá o seu melhor para ser respeitoso com as diferentes tradições, mas tem um desdém para as formalidades e pompa da corte. Ele acha a obsessão da separação por clã algo inútil e tem pouco ou nenhuma lealdade ao Gangrel como um todo.

Enquanto ele tem pouca tolerância para os mortais em geral, Beckett faz o seu melhor para evitar matá-los, enquanto se alimenta. Isso é difícil em sua forma de lobo, enquanto seus instintos animalescos tendem a assumir. Se ele é incapaz de parar a si mesmo, ele tenta o seu melhor para se certificar de suas vítimas morrem tão rápido e indolor uma morte possível.

Ele se compadece do Humanos que são transformados em carniçais, mas não hesita em dar-lhes o seu sangue em troca de informações.



Fatima Al Faqadi



Fátima al-Faqadi nasceu em uma família Almohad dedicada aos guerreiros mouros. Quando os Cristãos selvagens invadiram seu lar, ela lutou do modo que pôde. Primeiro, ela assassinou cavaleiros bêbedos no disfarce de uma jovem menina de acampamento. Depois, com o fim da Primeira Cruzada, ela lutou abertamente ao lado dos defensores de Alá.

Sua paixão e habilidade chamaram a atenção dos Assamitas. Depois de muito debate, o clã concordou em quebrar sua antiga tradição de não Abraçar mulheres e levaram-na ao Alamut. Lá, Fátima treinou para se tornar a última assassina. Uma muçulmana devota, lutou contra os invasores nas Cruzadas subseqüentes. Eventualmente, ajudou seu povo a recuperar as terras santas. Por anos, os objetivos dos Assamitas conflitaram com os objetivos dos Lasombra. Os anciões Assamitas entregaram à Fátima um contrato para o assassinato de Lucita, porém quando Fátima apareceu, Lucita estava pronta e enviou a Assamita ao torpor. Ao despertar, ela informou seu fracasso ao Alamut. Este é o único contrato que Fátima não completou.

Ao longo dos séculos, Fátima tornou-se a estrela das operações Assamitas. Ela assassinou numerosos anciões, encrenqueiros e até mesmo bandos inteiros do Sabá. Fátima é fanática em seu apoio a causa Assamita. Ela não mede esforços para cumprir um contrato ou impressionar um ancião do clã, e seu trabalho nunca foi advertido. Depois da quebra da maldição de seu clã, Fátima aproveitou toda oportunidade para cometer diablerie. Seu poder aumentou, e agora é um dos membros mais poderosos entre os Assamitas. Seus rivais de clã dizem que ela queira se tornar a primeira califa mulher, mas sendo os Assassinos um clã conservador, isto torna-se improvável.



Anatole



“A loucura é o sentido mais divino” – Pelo menos quando se trata de uma argumentação do profeta Anatole. Desde o Princípio de sua carreira como um fanático religioso na França Medieval., Anatole liderou seu rebanho em feitos heróicos e, surpreendentemente, vitoriosos.

Ao longo dos anos, o fanatismo religioso de Anatole foi se transferindo de Deus para a Jyhad; ele vê a si mesmo como um santo dos dias de hoje, protegendo humanos e vampiros das maquinações dos Antediluvianos e outras ameaças sobrenaturais antigas. Ele é um arauto da Gehenna (pelo menos é o que ele diz), e somente através de sua inspiração divina os cainitas e o rebanho poderão ser salvos nas noites finais. Estranhamente, até agora, suas loucas profecias se mostraram suficientemente acuradas para convencer a maioria dos Membros céticos.
Anatole não é um combatente por natureza, mas seus inimigos são aconselhados a serem cautelosos na presença do vampiro. Usanod suas disciplinas Auspícios e Ofuscação, Anatole é muitas vezes capaz de derrotar seu inimigo antes mesmo dele perceber que está em uma luta. Anatole desenvolveu também algumas disciplinas físicas com Lucita e Beckett e tem um domínio formidável das Disciplinas Dominação e Demência (diz-se que um único poder, O Beijo de Ergot, transformou legiões de inimigos em maníacos religiosos). O mais assustador de tudo (aos olhos dos Membros) é o fato de ser evidente que Anatole possui um toque de Graça Divina, ele realmente repeliu vampiros brandindo um crucifixo e invocando poderes superiores.



Calebros



Calebros tem sido o mais poderoso Nosferatu em New York City. Ele é um vampiro recluso, típico de seu clã, e manteve-se um pouco afastado da sociedade da Família de Nova York, mesmo enquanto ele serviu como Príncipe temporário da cidade. Logo depois de assumir o cargo durante a batalha de Nova York, ele abdicou-lo para o interesse imediato de todos os vampiros poderosos de Nova York.

Apesar de ser o Nosferatu mais influente em Nova York nos últimos 50 anos desde que seu senhor desapareceu, Calebros é notavelmente anônimo além de seu clã, e essa é a maneira como ele prefere. Ele mantém a ordem em seu labirinto debaixo Manhattan e ao mesmo tempo coordenar planos e informações para seus irmãos em todas as Américas e partes da Europa.

Ele vive sua vida Cainita com excelência, e seus esforços foram recompensados por seu status de cada vez maior entre os seus companheiros de clã e colegas amaldiçodos.

Seu amor pela academia e solidão são muito aparente e sua abdicação do Estado de Nova York foi um passo muito bem-vindo por Calebros. Foi menos bem-vinda entre outros na cidade, no entanto, que o viam como um movimento irresponsável e egoísta com a posição da Camarilla na cidade tão tênue.
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Última edição por Franchesca Sardou em Dom Out 30, 2016 10:24 pm, editado 3 vez(es)
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Dom Out 30, 2016 5:10 pm

Pontuação: Inicial do Livro 3ª edição

Temas primários: Ação - Intriga
Temas secundários: Suspense - Terror

Vagas: Esgotadas


Última edição por Franchesca Sardou em Qua Nov 09, 2016 2:16 pm, editado 5 vez(es)
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Seg Out 31, 2016 1:30 am

Andrea Hollow
Pontos de Sangue - 12/13
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1st Night




A luz enegrecia e a escuridão surgia... Uma noite de terror e mistério se iniciava no berço do terceiro Reich. Embora aquela cidade tivesse sido um marco na história de um massacre, ainda era o esplendor para alguns de seus habitantes. Esses habitantes estavam à margem da existência, à margem dos planos de Deus. Intrusos no reino dos vivos, e abandonados no reino dos mortos... Levantando-se mais uma vez para viver eternamente uma maldição que eles abraçavam como benção.

- Abra los ojos...

Andrea escutara uma voz feminina sussurrando eu seu ouvido, sentira breve o hálito fresco e horripilante ao pé de sua orelha e imediatamente punha-se em alerta em um ambiente fechado completamente isolado de qualquer resquício de luz.

Ao acender o abajur ao lado do criado mudo de seus aposentos, via-se estar sozinha em um ambiente pouquíssimo iluminado por aquela lampada enfraquecida. Um frio arrepiou-a das costas à cabeça e sentiu um frio estranho... Andrea tinha conhecimento o suficiente para saber que ela não estava sozinha naquele quarto.

_______________________________________________________________________


Lincoln Duarte Nóbrega
Pontos de Sangue - 12/13
Força de Vontade - 7/7
Vitalidade: OK

1st Night




A dor... O sangue... Tudo aquilo ainda era recentemente demais para que Lincoln se esquecesse tão depressa... Ele ouvia uma voz gritar enquanto era puxada para o negro do vazio, uma voz que expressava dor e agonia pura... Era algo perturbador mesmo para alguém que não mais se importava com a moralidade. Mas primeira diablerie, nós nunca esquecemos...

Lincoln desperta, estava na mesma vastidão negra e vazia que a poucos segundos atrás em que ouvia os gritos de dor de Evelyn. Ele ainda estava lá, em algum lugar, lutando para sair, lutando para escapar... Mas não havia como, Evelyn estava perdido para sempre, e Lincoln também.

O Brujah Antitribu se levantava e acendia o abajur, uma boa luz iluminava todo o seu quarto aconchegante providenciado por Andrea. Estavam em guerra... Não deviam parar... mais como Evelyn deveriam surgir, pela primeira vez a Mão Negra estava recrutando abertamente, era uma chance grandiosa de conseguir conquistar Poder, tanto para si quanto para a Road Fury Kills, mas cabia ao Ductus decidir que rumo seu bando e seu Sangue tomariam.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por John Milton em Ter Nov 01, 2016 2:59 am


As trevas.

As trevas se levantavam, mais uma vez no mundo externo, talvez para se igualar às trevas internas da Amaldiçoada que agora renascia na Escuridão.

Mais uma vez Andrea Hollow ressurgia para trazer o aperto e o desespero aos Infiéis que a cercavam.

- Abra los ojos...

A modorra do sono dos amaldiçoados rapidamente se desfazia, deixando alerta a Lassombra. Não conhecia aquelas palavras que ouvira, mas uma voz assim, tão perto, dentro do seu refúgio lhe trouxera calafrios que há muito não sentia.

Andrea conhecia a extensão do Abismo e das almas que ali habitam.

Aquela voz feminina sussurrando eu seu ouvido reverberara na sua alma amaldiçoada.

Uma nesga de luz varre para longe as trevas que tão calidamente abraçavam Andrea. Um abajur aceso era a única salvaguarda da Amaldiçoada.

Estreitando seus olhos ela varre o quarto com sua visão, preparando-se para um possível encontro indesejável.

Mas os minutos se passam sem que mais nada acontecesse....

Ela repassava mentalmente, da melhor forma que seu alemão, permitia aquelas palavras estranhas que ouvira, balbuciando para si mesma

- Worte der Fluch waren die? (maldição, que palavras eram aquelas?)

Ela se levanta da cama, com a luz do abajur delineando seu seu corpo nu, buscando a pesada cortina que impedia a fuga das trevas do seu quarto.

A lua estava alta no céu e beijou seu corpo, anuviando o efeito da luz do abajur no recito.

As sombras que agora invadiam o quarto da Lassombra era mais do seu agrado. Sombras verdadeiras, vinda da noite amaldiçoada.

Prática, Andrea se veste de couro negro e latex, deixando que o aperto daqueles itens modelasse seu corpo como o Demonio Negro que era.

Ela enfim deixa seu quarto, ganhando espaço pela residencia de seu lacaio, atenta a tudo que acontecia a sua volta
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Krauzer em Ter Nov 01, 2016 6:37 pm

Samuel Hawkins
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1st Night


                                                                                                                         


Samuel acorda com o som dos automóveis correndo e buzinando não muito longe do apartamento onde dormia, no sul de Manhattan. A janela do quarto estava totalmente lacrada, como permanecia durante o dia, o que ajudava a abafar um pouco o barulho que vinha de fora.

Ele se levantava de seu colchão velho e rasgado do chão, olhava á volta, não havia nada no quarto além do colchão, um armário cheio de disquetes, CDs e pendrives, e o caixão que Dev/Null costumava dormir (decorado com adesivos de séries da HBO e jogos de tiro). O caixão estava aberto, mas vazio, exceto por um cobertor do Darth Vader e um travesseiro dos ursinhos carinhosos. Seu companheiro Malkaviano já havia acordado e encontrava-se digitando em seu computador na sala ao lado.

Samuel havia se alimentado suficientemente na noite anterior, e não necessitaria repeti-lo agora, então decide caminhar até Dev/Null para saber se havia alguma novidade na cidade. Era um tanto quando difícil entender o que o Malkaviano geek falava, mas após algum tempo, o Nosferatu já estava se acostumando.

Dev/Null conhecia sua verdadeira aparência, mas sempre era algo nojento interagir com uma criatura como ele, então, Samuel decide utilizar a falsa aparência que tinha quando mortal para interagir com o lunático.

Ofuscação Nível 3 – A MÁSCARA DAS MIL FACES


Última edição por Krauzer Heinz em Ter Nov 01, 2016 8:41 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Lord_Suiciniv em Ter Nov 01, 2016 7:25 pm

Eu estava naquela escuridão vazia, que não era distinguivel o que era cima o que era baixo, esquerda direita, o mundo havia perdido suas referencias nada mais importava. Tudo que existia era aquele grito de horror e de dor, aquele desespero que apenas quem está sendo diablerizado conhece, e mais uma vez como nas ultimas noites desde aquele incidente. O maldito ventrue estava ali atormentando meu sono.

Eu desperto novamente no apartamento de Andrea, e olho ao arredor para o meu quarto, mais uma noite se inciava, mais uma noite de caçador ou de presa. Era hora de conquistar o mundo uma vez mais
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por John Milton em Qua Nov 02, 2016 1:30 am

Andrea caminha pelo corredor, imaginando se seu companheiro de Bando já havia levantado.

O quarto que ocupava era próximo do seu.

O apartamenrto de Lucius, seu Lacaio, não era abastado, mas era luxuoso a sua maneira.

3 quartos, uma sala de estar e uma de jantar, uma cozinha e lavabos, eram o Reino da Lassombra .

O lacaio de Hollow era um apostador da bolsa e tinha feito bastante dinheiro com isso.

Chegando à sala, Andrea percebe seu lacaio a esperando.

- Boa noite Lucius
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Qua Nov 02, 2016 8:53 am

Andrea Hollow
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1st Night






Andrea banhara-se na lua que parecia querer uivar toda vez que a maldita a mirava. Como era bela, como era misteriosa... E como, em sua própria atmosfera, ainda podia trazer o medo para aqueles que estivessem sozinhos.

A pouco Andrea sentia uma presença, uma presença que nunca sentira antes... Uma experiência nova que ela ainda não sabia se viria para bens ou para males... Mas de atormentador para atormentador... Veriam quem era o pior. Isso só ia depender da postura daquela "visitante".

A vampira saíra de seus aposentos, o corredor era sua única companhia, passando ao lado do quarto de seu Ductus, ela logo via o mesmo saindo da porta, e tão logo sua pergunta mental tivera sido feita, fora respondida com a presença do Brujah Antitribu, aquele homem que tinha uma aura estranha e atormentadora, mas ela sabia que isso devia-se ao fato de seu Ductus, Lincoln, já ter iniciado sua parte ao caminho da Espada de Cain, diablerizando um "Membro" da odiosa Torre de Marfim, o brinquedinho ignorante dos Antediluvianos.

Juntos, Ductus e Sacerdote de um bando que ainda era um recém-nascido de uma mãe brutal e um pai impiedoso, foram a ter com o gado domesticado para fins justificáveis, ter o poder que o dinheiro podia proporcionar...

Seu servo estava com uma taça de vinho branco na sala, sentado na mesa afrente de um Jan van Eyck, uma das raras obras que não denotasse o Cristianismo, para não provocar sua nova mestra, e um macbook. Após notar sua senhora, o lacaio seriamente se levanta e caminha até sua senhora e seu segundo Mestre, Lincoln, e cumprimenta ambos de forma cordial:

- Boa noite, minha mestra, boa noite, meu mestre... Espero com sinceridade que tenha tido um bom dia de repouso.

Ele então dizia indicando a TV e pegando o controle remoto da mesma a fim de ligá-la.

- Temo ter de mostrar algo importante para os senhores que vem acontecendo o dia todo.

Após a televisão ser ligada, uma reprise de uma reportagem do canal da CNN mostrava uma das ruas de Berlim, Andrea e Lincoln reconheceriam aquelas ruas, não eram muito distante de onde estavam onde uma câmera mostrava uma multidão enfurecida com tochas e tacos de baseball levantando placas de protesto, mas daquele angulo não era possível ver o que estava escrito nelas. A voz da repórter se fazia presente sem que a presença da mesma interferisse na gravação.

- Estamos aqui na rua Hertzalle mais uma vez... As multidões manifestantes em toda a cidade ainda não se cansaram pedindo a renúncia do prefeito Rolf Rosenstock e que justiça seja feita em Berlim...

A câmera depois muda a imagem para uma mansão de Berlim e uma multidão em frente aos portões da mesma. A repórter tornava a falar:

- Muitos manifestantes já chegaram à residência do prefeito Rosenstock exigindo que ele renuncie à prefeitura, a mansão está cheia de seguranças, pessoas gritando o fim da corrupção da cidade, o fim da corrupção da policia civil, multas excessivas e abusivas, os altos índices de criminalidade que não abaixam.

A câmera então foca na imagem do âncora que estava no conforto do set de filmagem e dizia:

- As manifestações começaram após o escândalo do estupro de Anette Waltman, uma menina de 14 anos, na semana passada. O suspeito, o policial civil Willfried Schaller foi absolvido das acusações devido a falta de credibilidade do juri na menina, mais tarde soube-se que o policial Willfired Schaller era amigo do prefeito Rosenstock por uma foto de 2002 que internautas exibiram em redes sociais, o juri fora entrevistado mas todos negaram qualquer envolvimento corrupto.

O âncora continuava:

- Como todos sabem esse não foi o motivo principal que desencadeou a cólera do população, problemas de corrupção ativa e passiva tem sido registrados nas ultimas décadas, assim como o alto índice de criminalidade que deixa as pessoas cada vez mais assustadas, não só em Berlim como todo a Alemanha.

As notícias acabavam.

Lacaio:



Prefeito Rolf Rosenstock:



Anette Waltman:



Policial Willfried Schaller:


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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Qua Nov 02, 2016 9:32 am

Samuel Hawkins
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O som da cidade... Algo calmo, tranquilo... Que para uns era sinônimo de estresse mas para outros era apenas a sinfonia de um lugar que podia ser chamado de "casa".

Samuel já se levantara, aquela horrenda criatura que no fundo era uma boa pessoa, mas ainda assim não devia ser subestimada, já não tinha muito o que fazer aquela noite além de se informar. Seu colega de quarto tinha o hábito de se levantar pouca coisa mais cedo que o Nosferatu, mas o quanto? Isso Dev/Null não dizia... Ele sempre falava alguma coisa estranha desconversando totalmente o foco da conversa sobre a que horas ele costumava acordar, ou estava dizendo exatamente o que Nosferatu queria saber, mas não conseguia compreender o que.

Dev/Null estava como um corcunda na frente de um monitor/tv, estava vestindo um roupão velho e amarelo, originalmente era branco. Antes que Samuel se aproximasse, Dev/Null dizia:

- Sai Noel da Águia deixando o ninho, Sai Noel da Águia deixando o ninho.


E quando Samuel já estava perto o suficiente, Dev/Null já virava para ele fixando por alguns segundos, e depois torna para seu monitor/TV e diz quando Samuel perguntava se tinha alguma novidade:

- Novo? Que novo? Eu não sou novo, mas sabe o que é novo? Essas coisas estranhas que as franguinhas estão dizendo por aí, quem é que vai pintar uma mão de preto e ficar gritando como uma Hyena? É muito idiota não é? Você acredita nessa ideia de pintar a mão de preto?

Ele então muda tela de uma notícia estrangeira que estava em uma lingua que Samuel não compreendia e torna a uma tela cheia de códigos que Samuel entendia menos ainda.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Krauzer em Qua Nov 02, 2016 11:55 am

Como sempre, seu companheiro lhe dava informações enigmáticas. O que se poderia tirar desta estranha frase? Seria apenas alguma bobagem qualquer?! Pintar a mão de preto?! Isso lhe trazia memórias á mente, da tenebrosa época onde havia sido raptado, transformado em um monstro e obrigado a conviver com as criaturas mais desumanas que jamais havia imaginado. Naqueles tempos, ele ouvira sussurros sobre um grupo entitulado "A Mão Negra", algo como uma sub-divisão especial dentro do Sabá, uma espécie de grupo de guerreiros de elite ou algo assim, estaria Dev/Null indicando que havia novamente uma atividade Sabá na cidade?

Antes que Samuel pudesse perguntar, seu colega volta-se para a tela e muda para uma notícia estrangeira, e em seguida uma tela com estranhos códigos.

OFF: Existe algo na notícia que chame a atenção de Samuel? Alguma imagem ou algo do tipo? Existe algum padrão nos símbolos da segunda tela, ou é algo obscuro demais para que Samuel sequer tenha uma opinião do que possa significar?

- Mão pintada de negro? Você está se referindo ao Sabá?- No fundo, Samuel sabia que ele daria uma resposta ainda mais enigmática, mas não custava perguntar.

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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Qui Nov 03, 2016 7:59 am

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A primeira da noticia estrangeira tinha algo que talvez poderia ter chamado a atenção de Samuel ou não, era um video pausado de uma multidão enfurecida à noite com placas de protesto. A segunda tela eram aparentemente códigos de programação, com certeza algo extremamente avançado para que o Nosferatu compreendesse alguma coisa, talvez Dev/Null estivesse testando algum algoritmo novo, talvez estivesse criando um software novo, ou página nova... Vai saber?

Dev/Null então respondia ao seu colega de quarto voltando a focar nos códigos de programação e digitando tão rápido aquelas palavras e números desconexos que pareciam ser escritas pelo próprio computador de forma automática:

- Sim sim! Você sabe... Aquele lance que aconteceu com essa galera, gritando que nem Hyena, tipo um warrior que reverencia aquele cara que morreu de braços abertos, o Cristal. Tem velhote dizendo que temos que ficar verdes, tem outros que dizem que temos que ficar vermelhos... O que você está com isso? Vermelho ou verde?
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Lord_Suiciniv em Qui Nov 03, 2016 12:08 pm

Enquanto eu vou saindo dos meus aposentos, me encontro com minha sacerdotisa, Andrea, a cumprimento educadamente - Boa noite Andrea. - E juntos vamos até a sala de estar nos encontrar com o mortal, carniçal da moça e verdadeiro dono deste apartamento, que prontamente vinha nos receber, como tão bem havia sido treinado por Andrea.

Eu me limito a apenas responder a sua pergunta, não havendo necessidade de utilizar de boa educação com aquele resto de homem. - Foi proveitoso. - Falava rispidamente enquanto já me dirigia para tomar um lugar ao sofá e ficar a vontade, com os dois braços esticados em cima do encosto do movel e a perna cruzada em forma de 4.

Segundo após eu me sentar, o servo revelava que algo grande estava acontecendo na cidade, e que merecia a nossa atenção, que a midia estava dando bastante atenção a aquele acontecimento o dia inteiro. Talvez ele tivesse razão e de fato aquilo valesse a pena de se ouvir. Eu iria julgar aquilo mais tarde.

Eu observava em silencio o desenrolar da reportagem, enquanto ia tomando minhas proprias conclusões, aquele mortal o prefeito estava acabado e precisava ser substituido rapidamente, ou então seria necessario um novo acontecimento para mudar o foco da população dele. Todos sabem que o povo é burro, o povo esquece rapido das coisas. Aquela manifestação deveria ser tratada com cuidado, do contrario alguém iria perder um carniçal valioso.

Eu prestava atenção no nivel de raiva que os manifestantes haviam chegados, não seria surpresa se o prefeito acabasse morrendo, caso eles furassem a segurança de sua mansão.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Krauzer em Qui Nov 03, 2016 4:53 pm

Samuel não entendia a mensagem que o Malkaviano queria lhe passar, mas a menção á mão negra o assustava. Saber que o Sabá planejava algo era muito sério, e como continuar ouvindo Dev/Null não ajudaria muito, o Nosferatu decide consultar a maior fonte de informações do mundo vampírico, o seu clã.

Ainda ofuscado, Samuel diz a seu colega de apartamento que vai dar uma volta. A rua estava mais agitada a esta hora, carros buzinando, sirenes, um táxi em alta velocidade, muitas luzes artificiais, algum ou outro mendigo na calçada, casais de jovens caminhando despreocupadamente na noite, era a selva urbana de Nova York.

Hawkins ainda não dominava totalmente seu novo dom, ele conseguia se passar por um ser humano muito feio, mas já era o suficiente por hora. Samuel se vestia como quando ainda era um mortal, calças jeans um pouco acima do seu tamanho, jaqueta de couro sobre um suéter verde velho, e uma touca de Rapper ajudavam a esconder a feira que seus dons ainda não omitiam por completo. Ele perambulava pelas calçadas de Manhattan ignorando os transeuntes, seguindo em direção a seus companheiros de clã.

OFF: presumo que haja algum tipo de refúgio comunal dos nosferatus da cidade, esgotos ou algo do tipo, não?!
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Qui Nov 03, 2016 5:31 pm

Samuel Hawkins
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Resolvendo desistir de conseguir alguma explicação coerente do Malkavian, Samuel se despede do vampiro que pareceu confuso com a subta mudança de comportamento do colega de quarto e expressou isso coçando a cabeça e erguendo um pouco a frente dos óculos no rosto, mas no final das contas, Dev/Null também resolveu deixar pra lá...

Samuel tomava as ruas de Manhattan, ruas escuras e frias mas bem movimentada pelos transeuntes e carros que passavam pelos horários de pico. O Nosferatu então começava a procurar um caminho para ir até o Ninho da Pestilência, o lar dos Nosferatu... Samuel era o único Nosferatu que não vivia no labirinto subterrâneo, talvez por preferir assim, talvez porque apesar deu clã o acolher como um dos seus, alguns da família ainda pareciam julgá-lo por ser originalmente um membro da Espada de Caim... Certas coisas não eram apagadas com tanta facilidade, e talvez nunca sejam apagadas...

Ele cruzava algumas vielas e passava por um beco sujo, cheio de lixo, ratos e um gato preto que passou correndo cortando o caminho do Nosferatu e tão rapido como surgiu, ele sumiu.

Samuel abria a tampa do boeira e já descia fechando o mesmo. O cheiro pútrido, as baratas, os ratos, a merda, a urina, outros restos pegajosos e transmissores de terríveis doenças mortais, não eram incomodo nenhum ao Rato-de-Esgoto que conhecia bem o caminho subterrâneo do labirinto até o Ninho da Pestilência. Ele cruzava várias câmaras, passava por corredores umidos, nadava em tanques de nojeira infecciosa para cruzar largos canos, passou por obstáculos que ninguém além de um Nosferatu teria estômago para passar.

Até que ele chegava a uma espécie de litoral subterrâneo, vindo do oceano de putridão, lá ele já via dois de seus irmãos, dois que nunca ele tinha conversado antes mas se lembrava de ter visto por aí. Eles estavam ao lado esquerdo de um caminho que parecia a entrada de uma caverna, cumprimentavam Samuel com um "E aí" gultural, vozes dignas de monstros pestilentos que eram e continuavam conversando entre si. A unica iluminação daquela praia subterrânea com caminhos cavernosos eram várias lampadas soltas aleatoriamente por aí e acesas de várias cores, além de placas de letreiros de neon jogados e pendurados. É como se os Nosferatu tivessem feito uma força tarefa e roubado da superfície qualquer coisa que pudesse lhes servir como iluminação.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por John Milton em Qui Nov 03, 2016 7:03 pm

Andrea andava cautelosamente naquele apartamento. Ainda estava sentindo os efeitos de ser acordada por um ser incorpóreo.

Mas apreciava o bom gosto do serviçal e se sentia acomodada naquele pequeno luxo.

Ela cruza com o Ductus e lhe deseja, igualmente, boa noite.

Ela responde ao lacaio em tom de que não aceitava muitos questionamentos

- Foi passável... Preciso que você apure o significado de algumas palavras.

A Lassombra senta aonde seu lacaio estivera e continua

- Mas antes vamos ver o que você julga ser tão importante

Ela assiste a reportagem, e ao final comenta

- Provavelmente esse Prefeito é um peão dos bajuladores dos Antideluvianos.

Ela se vira para Lincon e continua

-Podemos aproveitar esses problemas na cidade para levar mais caos a esses sacos de sangue




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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Krauzer em Sex Nov 04, 2016 12:27 pm

Samuel perambula pelos túneis fétidos, ocasionalmente precisando se agachar por túneis menores, andar com água suja até os joelhos, encontrando vez ou outra cadáveres de ratos secos, outrora ratos vivos (alguns com certas deformações). Após um longo percurso, sujo, molhado e fedendo, ele chega ao local.

Lá ele encontra dois irmãos de clã conversando entre si. O clã Nosferatu tinha uma peculiaridade, alguns diziam que apesar de sua aparência, era o mais humano e fraternal dos clãs, sendo que muitos deles se importavam mais com o clã do que com seitas. Os Nosferatus eram o único clã que possuía algum contato com seus correspondentes do Sabá, normalmente através da ScreckNet, embora isso fosse algo bastante sigiloso. Samuel não compartilhava com essa ideia, talvez por seu abraço traumático por membros da seita brutal, mas ainda mantinha um bom relacionamento com os companheiros de clã da Camarilla, embora contasse com um refúgio temporário na superfície.

Quando os dois Nosferatu o cumprimentam, ele retribui.

- Beleza, irmãos?! Vim fazer uma visita a meus compatriotas, o mundo da superfície ocasionalmente pode ser um tanto quanto caótico e barulhento se é que me entendem!

Samuel tentava passar um ar amigável a ambos, algo para quebrar o gelo. Ele se lembrava da fisionomia destes dois, mas não os conhecia pessoalmente.

- Ás vezes é chato ter que se esconder o tempo todo, aqui podemos ser nós mesmos e sabemos que sempre poderemos contar uns com os outros!- Samuel se aproximava deles tentando se integrar na conversa - Me chamo Samuel, vocês dois não me parecem estranhos! - Diz o Nosferatu oferecendo um aperto de mão amigável.

Após interagir com ambos, tempo suficiente para nutrir alguma confiança, fazendo perguntas sobre como andavam as coisas no subterrâneo, ele decide abrir o jogo.

- Sabe, divido meu refúgio com um Malkaviano da superfície, Dev/Null, talvez alguém de vocês o conheça, o melhor hacker que já vi, mas um carinha um tanto quanto difícil de interagir, até para seu clã. Mas ele sabe de muitas coisas, seja por suas habilidades como hacker, ou pela herança de seu clã, e ultimamente veio dando sinais preocupantes, menções sobre a Mão negra, por acaso vocês tem alguma informação sobre membros do sabá na cidade?
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Sex Nov 04, 2016 8:07 pm

Samuel Hawkins
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Samuel era um Nosferatu de muitas palavras, com facilidade ele transmitia simpatia e camaradagem, tanto em seu sorriso horrendo que apenas um Nosferatu poderia entender que não era uma ameaça, quanto nas palavras e tom de voz que eram transmitidos de forma simples e clara.

Os dois Nosferatu conversando se chamavam Jack Stink e a outra Nosferatu, sim era uma fêmea, se chamava Alessa. Os dois irmãos de clã contavam a Samuel que estavam falando sobre um cão de briga que estava nas ruas, o Dentes de Sabre, o cão de briga era tão feroz que já foi até usado pra matar pessoas, era um bicho grotesco de forte, e comentaram que pessoas interessadas em um carniçal animal pra segurança poderiam ter esse, pra ele ficar com a informação pra vender pra alguém... Depois disso, um assunto levou a outro, começaram a falar de animais no geral, começaram a falar de sobrevivência e caça na mata, até que Samuel sentiu-se um pouco mais intimido de e Jack e Alessa e assim que viu uma brecha para mudar o assunto ou levar do que estavam falando para a mão negra, ele o faz então que Alessa dizia com aquela voz tão grotesca que não tinha um pingo de feminilidade:

- Por agora só o que a maioria já sabe... O doido que conseguiu aguentar a dominação dos anciões, e dizem que foi o fanatismo da mão negra que deu forças pra ele aguentar. Eu ouvi dizer do Jamal, um irmão do México, que o Sabá está agindo diferente, parecem estar... Se organizando... É bizarro, os caras são muito bagunçados.

E assim a conversa começava a tomar um rumo para o lado que Samuel queria, felizmente Alessa e Jack pareciam estar bem abertos e bem a vontade em conversar com Samuel, talvez amizades novas poderiam estar nascendo.

Rolagem:
2016-11-04 16:46:29 Samuel Hawkins rolls 7 dice to Fazer uma social (Diff 5) 8,10,1,7,5, 9,8 [5 successes]
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sex Nov 04, 2016 10:58 pm

Eu ficava em silenicio por alguns segundos, pensando a respeito das palavras de Andrea, então finalmente abria um sorriso divertido em minha boca, o sorriso mesclava um pouco a crueldade também.

- O quão ruim para o nosso prefeito e seu policial, se essa garota ai, aparecesse morta em sua propria casa, e o DNA do policial estivesse na cena do crime? Eu acho que essa seria a gota d'agua para a casa cair de vez. - Eu faço uma pausa, enquanto virava meu rosto para minha sacerdotisa esperando uma resposta. - Também pensei em unir o util ao agradavel e transformar essa guria em uma de nós, traze-la ao nosso bando e moldar sua vida aos nossos planos, o que você acha disso?

Eu queria uma resposta, já tinha um esboço de um plano para colocar isso em pratica, mas antes de desenvolve-lo era bom ter uma segunda opinião.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Krauzer em Sab Nov 05, 2016 8:31 am

Em alguns minutos de conversa, Samuel já estava se tornando íntimo dos dois nosferatus, o diálogo sobre o cão lhe trouxe algumas ideias, morar no subterrâneo poderia não ser muito confortável, mas oferecia um certo grau de proteção, principalmente pelo fato de estar rodeado pela sua espécie.

Ainda durante a conversa, Samuel aborda os seguintes pontos:

1) Sobre o membro do Sabá que suportou a dominação dos anciões, e sobre os membros do México, o que mais os Nosferatus sabem sobre? Existe mais algo de importante que eles saibam?

2) Sobre o cão, Dentes de Sabre, quanto desejam por ele? Samuel não sabia exatamente qual era a renda de Dev/Null ou mesmo de onde ela vinha, mas como ele residia em um apartamento em um bairro movimentado de NY e tinha computador, luz e acesso a internet, ele provavelmente possuía alguma forma de renda. Seria interessante ter um carniçal para vigiar o apartamento durante o dia.

3) Samuel pergunta se existe alguma possibilidade de arranjarem um local para ele no ninho da pestilência, um refúgio secundário poderia vir a calhar.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por John Milton em Sab Nov 05, 2016 3:31 pm

Andrea pesa as palavras do Ductus. Ela não reconhecia nele a liderança, todos os vampiros eram iguais, perante os planos de Deus, mas via nele uma forma de espalhar a danação e o terror nos fracos, de forma que ela fazia as vezes de conselheira, de mão guia do Brujah.

Seus olhos eram dois poços de sombra e abismo enquanto sua mente rápida calculava os prós e contras da Idéia que lhe fora apresentada.

Trazer uma criança para o Saba seria algo que sua ideologia aprovaria, mas aquela em especial já havia recebido sua dose de terror e dano psicológico, afinal ela fora estuprada e carregaria esse peso por toda sua vida.

Não haveria desalento a ser espalhado através dela, sem contar que o esforço em criar uma criança da noite em nada acrescentaria ao Bando que estava se formando...

O policial por sua vez...

Andrea sorria com aquele pensamento... Um sorriso perverso e maquiavélico.

Enfim ela responde ao Brujah

- Meu caro... Esse plano não nos favoreceria em nada, afinal a menina não poderia trazer qualquer vantagem ao nosso bando, sem contar que atrairia atenção desnecessária da familia, que, de certo, a mantem bem segura

Ela junta as mãos a frente do rosto e continua

- O policial, por outro lado, poderia trazer benesses ao nosso bando, como influência e abertura em certos canais. Bem como ele poderia, se bem encaminhado, espalhar um terror maior enquanto efebofilo. Seria uma ferramenta bem adequada a todos os nossos interesses.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Black Thief em Sab Nov 05, 2016 5:01 pm

Samuel Hawkins
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Os dois Nosferatu arregalavam aqueles olhos deformados, diante a primeira pergunta de Samuel, e Jack respondia:

- Como assim? Você não sabe? É um Membro daquele bando de Milão que foi atacado, os anciões os pegaram, só aquele Membro sobreviveu, segundo o que estou sabendo ele era um Lasombra, esses caras são doidos, tem umas crenças estranhas e fanáticas, nem dá pra levar um cara desses a sério... O cara resistiu à Dominação dos anciões e depois se atirou a um ataque suicida bradando a glória da Mão Negra, todo mundo ia achar que era apenas mais um doido fazendo merda, mas se o cara conseguiu segurar a Dominação de um ancião se agarrando a esse fanatismo... A gente pode tirar algo disso, ou não é nada que se dê importância? É disso que estão falando do Sabá por aí.

OFF:
Krauzer, vamos com calma e por partes, muitas perguntas disparadas em um poste a cena fica pouco interpretativa e a conversa sem muita coerência, ok? lol
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Krauzer em Sab Nov 05, 2016 6:38 pm

OFF:
Foi mal, ainda estou me acostumando com seu estilo de narrativa, rs

Samuel havia ouvido falar algo sobre, um membro do Sabá capturado que matou 7 membros antes de ter encontrado a morte final. Essa história era um tanto perturbadora, e Samuel decide desviar o foco por um momento.

- Hum, são tempos difíceis mesmo... Mas voltando ao assunto, sobre aquele cão, o Dentes de Sabre, quanto desejam por ele? Talvez eu possa conseguir um comprador!
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sab Nov 05, 2016 11:15 pm

Eu abro um sorriso ao ouvir a sugestão da minha sacerdotisa, havia ficado bastante contente com aquelas palavras; - Eu gosto do seu jeito de pensar, já te disse isso Andrea? - Eu saia do sofá e me sentava a mesa, ao seu lado.

- De fato o policial contribuiria mais para a nossa causa. O contato dele com o prefeito, eu não contaria muito com isso, aquele ali já está com os dias contados. - Ainda exibia aquele sorriso divertido no rosto. - Já que a ideia de escolhermos o policia foi sua, nada mais justo que você decidir como vamos destruir a vida dele e traze-lo para o bando.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por John Milton em Dom Nov 06, 2016 4:58 am

O Ductus sorrira...

Andrea sabia que ele aceitaria aquela ideia. Era belicosa demais para ser negada.

Seus dois poços de negritude abissal acompanham o Brujah, durante seu curto percurso até o lado da Lassombra.

Até em seus movimentos ele era muito expansivo. Uma selvageria peculiar o acompanhava.

Após o Brujah se sentar, Andrea estuda seu rosto por meio segundo e, enfim, responde

- Tudo faço pela grandeza do nosso Bando

Nesse momento um fulgor transparece no semblante da Niilita

- Precisamos quebrar esse policial primeiro. Trazer as trevas e a dor por sobre ele. Quando, enfim, ele implorar pela Punição Final, pela morte como forma de terminar com toda a tortura mental e fisica que lhe impingiremos, daremos a ele a Dádiva da Noite e se ele não vier para o nosso lado, bem... ai sim abraçamos a sua querida adolescente e transformaremos em eterna sua punição.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Nov 06, 2016 7:54 pm

Ficava em silencio por alguns segundos, absorvendo aquelas palavras. Um silencio mortal, que tornava possivel ouvir nitidamente a respiração do carniçal que ainda se encontrava na sala. Meus olhos fixos em um ponto na mesa, nada enxergavam a madeira a minha frente. Eu estava perdido em pensamentos.

Por fim, eu abro um novo sorriso no canto de minha boca. - Vamos arruinar a vida pessoal dele, sua familia, vamos envolver sua criança com drogas, sua esposa terá um caso com outro homem, que a induzirá a trata-lo mal. Vamos zerar as contas dele, fazer a mulher a gastar todo o dinheiro da familia com o amante. Em seguida apresenta-lo ao alcool, e quando ele tiver no fundo do poço, será nosso.
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Re: Guerras Vampirescas: Capitulo I - O Chamado de Zillah

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