São Paulo by Night - Prólogo

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Nov 04, 2016 3:58 pm

Gilbert consegue quase como um maestro do caos fazer com que o mundo dance a sua valsa, porém ele pisa no pé de um dos dançarinos...

Um dos atiradores inimigos que tentava fugir (o último) "raspa o pé no chão" e cai de boca, quase que simultaneamente ele se vê rendido por um agente de elite e sente o cano de uma arma o pressioná-lo, ele levanta as mão se rendendo.

Gilbert o revista e encontra uma .40 de numeração raspada. Levando seu "prêmio" até o loiro ele nota que o mesmo parece não entende-lo. Ele saca um rádio do bolso e fala algo enquanto os outros dois homens apontam as pistolas para Gil, é possível perceber que é mais pose do que realmente algo ameaçador, o loiro faz um sinal de punho em riste para que os dois não façam nada (aparentemente é isso que ele quer dizer - Gilbert pode jurar que ouviu algo como "relax").
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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Nov 04, 2016 4:07 pm

Gilbert aguarda e então um carro preto em frente a furgão aparecem, de dentro do carro o careca sorria - Hey amigo, vejo que você pegou algo - A porta do furgão abre e quem desde dele é a Avice, a morena que "Mike" fez vomitar. Ela o olha com cara de poucos amigos e parece xingar - Que tal vir conosco? Gostaria de conversar com você - O misterioso homem careca o convidava gentilmente.
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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sex Nov 04, 2016 4:25 pm

- Claro. O meu amigo pode ir comigo? - Ele sorri.

Eles aceitam a proposta e Gil empurra o refém para dentro do carro. Provavelmente pensavam que ele se referia ao agente, mas essa ilusão é mais útil quando está fora da vista deles.

- Mantenham a vigília, você já sabe o procedimento. - Ele ordena ao agente, dispensando-o.

Essa é a hora em que devem entrar em desespero e começam a tentar invadir sua cabeça. Mentalizando a música grudenta de um irritante comercial de pasta de dente, ele entra no carro.


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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Nov 04, 2016 4:37 pm

O agente ilusório sai correndo e some na escuridão de uma das ruas. O refém com o rosto sangrando e colocado no furgão e a visão do interior não é animadora. Todo o grupo de jovens que Gilbert estava tentando "salvar" estavam inconscientes no chão do furgão. A expressão de desespero do refém e nítida e ele até se segura por um momento mas no fim aceita seu destino. Há um lugar dentro do furgão para "Mike" se sentar meio desajeitado, suas companhias eram a morena Avice que o olhava feio, a garota loira e dois homens de touca e moletom, todos estavam armados com facas, mas algo chama muito a atenção, uma pá com manchas de sangue e algumas seringas no chão.


O motorista é um rapaz branco, jovem e bem trajado, a única coisa estranha eram os óculos escuros durante a noite.
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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Nov 04, 2016 4:49 pm


A música tocava no rádio da van. O motorista parecia gostar da vibe já que exibia um sorriso suave. Ele parecia um mortal a primeira vista.

O trajeto dos carros era o mesmo e levava até o centro da cidade onde parecia ser um prédio abandonado, talvez um antigo cinema? No letreiro estava algo como Cine Luxo.

Ao descer da Van Gilbert entende que não se trata de um cinema normal, mas sim de um ponto de prostituição com algumas moças "vestidas" a caráter, o local se tratava de um cinema pornô provavelmente. O rapaz de óculos escuros desce e cumprimenta todas moças com grande intimidade como se ele fosse o cafetão, um outro homem assume o volante um homem de postura tímida assume o volante e coloca o carro dentro da garagem do prédio ao lado. Gilbert estava diante do cinema com o rapaz de óculos e agora percebia que o mesmo vestia um terno e usava inúmeros anéis - Venha amigo, vamos conversar lá dentro, Billy falará com você em alguns instantes - Ele guiava Gilbert para dentro do cinema.
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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sex Nov 04, 2016 5:01 pm

Gilbert não deixa o carro partir.

- Um momento, por favor. - Ele diz, em inglês. - Eu lhes dei um presente, quero outro em troca. - E aponta para o humano de bochechas vermelhas.

Ele já salvou uma vida hoje, mas agora está condenando outra. Poderia muito bem salvar mais uma para continuar no saldo positivo. Por outro lado, também é uma delícia observar a frustração dessa morena conforme ele os faz dançar impotentes ao seu próprio ritmo.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Nov 04, 2016 5:10 pm

O rapaz de óculos escuros se vira no banco e diz - Então suba novamente, não sou eu que decido isso - Gilbert sobe novamente na van que segue para o estacionamento, ao que parece há um nível inferior com o que parece ser um salão no fundo.

Esse subsolo do estacionamento era bem menor, parece uma área de descarga, lá eles retiram todos os mortais e oc areca vem falar com "Mike" - O que houve amigo? - Uma porta de ferro que dá acesso ao "salão" abre e mostra um corredor largo com algumas portas, além de uma figura sinistra...



Ele olha com desprezo os mortais.
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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sex Nov 04, 2016 5:26 pm

- Nada preocupante, tenho certeza. - Ele diz, educado. - Vê, eu lhes trouxe um humano com informações úteis. Em retorno, peço um humano também. Um que não lhe fará diferença. Aquele.

Ele notou a criatura esquisita, é claro. Então Gil estava errado. Eles realmente são Sabás vivendo entre humanos. Isso acontece quando a cultura Sabá da região ainda não se desprendeu tanto das tradições da Camarilla por qualquer motivo. Ele pode listar alguns Sabás que ficariam enojados com seus irmãos de clã agindo como pastores.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Nov 04, 2016 5:46 pm

- E nós estamos agradecidos, mas eu queria saber quem é você - Nesse momento Gilbert percebe que está cercado por eles e o homem de óculos escuros surge diante dele quase como dando um susto, mas Gilbert não consegue falar nada ele apenas fica catatônico com o olhar dourado de cobra.

FV do Gilbert

8,3,1,3,6,3,1,1,1,1 = 0 sucessos

O careca tira um estava da cintura - Vamos ver do que você se trata - E empala Gilbert.

Acertar estaca - 9,10,3,4,8,8 = 4 sucessos
Dano - 9,2,3,5,1 + 5 Pot = 5 sucessos

Gilbert sente um tranco rápido e se vê sendo levando pra uma das salas. As meninas do grupo foram levadas pra uma das primeiras, os rapazes pra sala no final do corredor e o "presente" de Gilbert pra mesma sala que ele.

O local era cheio de manchas de sangue e instrumentos de tortura...



O rapaz rapidamente é jogado no chão e implora pela vida de joelhos, ele parece ser questionado e sua carne sofre mutações agonizantes feitas pelo Tzimisce, após alguns minutos o rapaz morre e eles se voltam para Gilbert.

As garras na cabeça do Tzimisce se abrem e etão se agarram na cabeça de "Mike" perfurando suavemente seu crânio que chega a estalar. O, ou melhor, A Tzimisce (na distância quase de um beijo era possível identificar o sexo) pergunta - Quem é você? Qual sua missão?
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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sex Nov 04, 2016 6:13 pm

Oh, droga.

Ele percebe que não consegue se mexer. Esse cara dos lindos olhos tem algum tipo de poder que Gil nunca viu ou experimentou. Tantos anos de experiência e no fim nós não passamos de iniciantes. É, dessa vez eles realmente lhe pegaram desprevenido.

Daí vem a estaca, a escuridão e a sala de tortura. Clássico.

Seu presente é usado e descartado, como esperado. Uma pena, mas Gil não consegue sentir pena dele. Quando você pega uma arma, você tem de estar pronto para morrer. Agora, quando sua torturadora demonstra ter um estilo um tanto literal demais para entrar em sua mente, ele começa a realmente se preocupar. É angustiante, mas essa porcaria dessa estaca não lhe dá muitas opções de defesa.

Gil percebe que, por mais que ela tente, ela não é forte o suficiente para tirar as respostas de sua mente. Ele tem a opção de entregá-las ou não através da ponte física que a mulher usa para conectarem-se. Talvez essa ponte seja a resposta para sua saída, mas ele não tem o poder de usufruir disso.

Ele concentra-se e busca comunicar-se. Mas não com ela. Ele procura outra pessoa. Alguém escondido ali dentro.

Ei. Ele não é nenhum monge, mas tenta seu melhor para abstrair e encontrar seu eu interior. Acorde. Precisamos conversar. Ou melhor dizendo, "seus eus interiores". Têm estado cada vez mais amontoado aqui dentro. Criss, onde ele está? Vamos, eu sei que vocês já se conheceram. Ele já sentiu emanações dela mais de uma vez, em momentos de especial calmaria. Mas não é ela que ele busca. É outro alguém. Você sempre me ignorou, mas suponho que consiga me escutar. Preste atenção. Se eu perder esse corpo, você perde ele também. Se você quiser continuar com nossa disputa, precisa fazer alguma coisa aqui.

Ei, Rosa... Você precisa assumir a situação.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Nov 04, 2016 6:29 pm


Gilber sente uma aroma no ar. Era sangue fresco do rapaz, não... Flores? Jasmin talvez?

Tudo fica escuro mas Gil não fechou os olhos, atrás da moça ele vê o corpo do rapaz borbulhar em sangue e vísceras formando vários olhos e estes formando o contorno de um humanoide...

"Aaaaah Axton, fico tão satisfeito de ver que você não é um ser orgulhoso. Me faz acreditar na possibilidade da sua ascensão"

Gil ouvia a voz afeminada em sua mente. Alguém ouviu suas preces, talvez seja verdade aquela história de que Deus cuida dos seus filhos, pois aparentemente o "diabo" também cuida dos dele.

A Tzimisce é arremessada contra a parede por um tentáculo de sangue e restos de carne, lá ela parece ser derretida em ácido e seus restos ficam grudados ali, a figura humanoide retira a estaca e um rosto distorcido sorri vigorosamente para o Ravnos, um sorriso com o qual ele sonhara por muitos dias a partir de hoje.

A criatura de sangue se desfaz no chão como se fosse sugada pro ralo e tudo fica silencioso. Ele está sozinho na sala e a luz oscila, Gil sente um frio vindo da sua alma e ele pode ouvir um riso fino ao longe nos confins da sua consciência.
Gilbert se sente deixado sozinho como uma criança nua depois da chuva, sua cabeça dói um pouco como se estivesse de ressaca.
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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sex Nov 04, 2016 9:08 pm

A estaca é retirada, trazendo um novo fôlego ao corpo outrora dormente de Gil. Ele recebe o sorriso do diabo. O assiste indo embora, sabendo que essa coisa não vai partir de verdade tão cedo. Principalmente agora. Talvez não tenha sido a melhor solução, afinal. Mas era a única que lhe ocorreu.

Ele massageia o peito enquanto regenera a ferida (-3 pds). Alonga as costas e levanta da maca.

- Que bagunça... - Olhando em volta, seus olhos terminam por pousar na distorcida obra-de-arte que se tornou a Tzimisce. - Ele podia ao menos ter deixado ela reconhecível.

Gil tenta assumir a aparência da Tzi. Um truque ousado, mas ele não tem nada a perder. (Teste realizado, 0 sucessos) Não, esquece. Nem se ele tivesse um modelo e um espelho, essa seria uma transformação muito radical.

Ele procura a arma que confiscou do rapaz, feliz em constatar que ela continua em sua calça. Ele chega a virar-se para a parede, supondo que provavelmente sua liberdade se encontra atrás dela. Nada que um pouco de sangue não pudesse resolver. Mas não... Ele desiste da ideia, com a certeza absoluta de que vai se arrepender disso mais tarde.

Aquelas crianças ainda estão aqui. Acabou a fase de negociação. Gil vai cuidar da situação do seu jeito, e isso significa que ele não vai sair daqui com um humano só. Ele revista os bolsos do cadáver da Tzi, buscando alguma coisa interessante. Um celular, mensagens, chaves, seja o que for. Ele então engatilha a arma e dá uma olhada pela fechadura da porta. Se parecer-lhe seguro, abre uma fresta. Há alguém no corredor? Algum som? Alguma câmera? Todo cuidado é pouco, uma vez que ele está em desvantagem numérica. Ele tem, contudo, a vantagem estratégica.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Nov 04, 2016 9:20 pm

@Gam 17/20 PDS 10/10 FV

O Ravnos se aproxima da "geleca" e nota que existe uma reação química ainda em andamento o que gera um calor intenso e perceptível quando bem próximo, seja lá o que ela tinha nos bolsos é evidente que derreteu.

Passa a mão na estaca e a leva junto, engatilha a pistola .40 e abre suavemente uma fresta na porta. Não havia sons no corredor, nem câmera nem movimentos de ninguém.

Gilbert escuto gritos de desespero dos rapazes vindo da sala do fundo (porta à sua direita).
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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sex Nov 04, 2016 9:27 pm

Ofuscado e com os sentidos aguçados, ele sai para o corredor. Seja lá quem foi encarregado de sacanear esses dois, ele deve estar entretido agora. Gil suspeita que ele não esteja de frente para a porta, e cuidadosamente tenta abri-la sem fazer barulho. Ele a empurra lentamente, atento para ter certeza de que o padrão de sons da tortura não se modifica. Se ele não parar de fazer o que quer que esteja fazendo, isso provavelmente significa que não percebeu a porta abrindo. Caso lhe pareça que a atividade ali dentro foi interrompida, Gilbert rapidamente encosta na parede e se prepara para uma emboscada.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Nov 04, 2016 9:34 pm

@Gam 17/20 PDS 10/10 FV


Gilbert ofuscado se aproxima da porta de onde vem os sons de tortura, 10 segundo antes dele encostar na maçaneta a porta se abre com tudo e ele ainda tem a chance de, com certa tranquilidade, se esquivar de um homem loiro de cabelos lisos que sai de lá. Da primeira sala sai o careca e Avice, eles param no meio do corredor e parecem discutir algo, o loiro balança a cabeça, Avice saca um celular e sai do corredor indo em direção ao estacionamento e o careca vai verificar a sala de onde Gilbert saiu.
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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sex Nov 04, 2016 10:00 pm

Porcaria. Eles provavelmente decidiram que é hora de começar o processo. Gilbert já tem uma boa experiência na área, sabe bem o que aquela pá significa. Agora é uma boa deixa para que ele escape, mas não é bem isso que ele gostaria de fazer. Sua noite só seria satisfatória se ele conseguisse resgatar ao menos um desses humanos hoje. Ele poderia segui-los até o ritual e pensar em alguma coisa lá. Mas se esse careca descobrir o que aconteceu com a Tzimisce... Não adianta. Ele precisa resolver isso aqui e agora.

Mas como fazer isso agora? Entrar em um combate aberto contra todo esse Bando é suicídio. Será que ele conseguiria derrubar um por um? Ele tem a vantagem, mas apenas um golpe de azar seria o suficiente para colocar tudo a perder.

Primeiro, ele precisa de um plano de escape. Gil segue o careca de perto, enquanto seus músculos rapidamente tomam proporções absolutamente inumanas (Força +5). Se tudo der certo, ele não vai chegar a precisar disso.

O careca abre a porta, dando de cara com a sala de tortura no exato estado em que ela devia estar. Nenhum vampiro esmagado como um inseto na parede. Um humano morto a um canto, uma maca na parede oposta e a Tzi abaixada trabalhando com a vítima. Ela parece inteiramente concentrada, seus apêndices cranianos enfiados nas têmporas de Mike.

Caso ele tente falar com ela, não haverá resposta. Ela apenas faz um movimento com o braço para que ele se aproxime, como quem chama para mostrar algo.

Se ele entrar na sala, Gil entra atrás dele enquanto encosta a porta atrás de si. Ele precisa de privacidade agora.

Cruel Realidade____________ (-2 FV)
Você é ótimo em enfiar estacas nos outros, careca. Mas quão bom é em resistir a elas?

Um agente especial o acerta com a estaca por trás. A ponta afiada penetra por suas costas com velocidade, visando seu coração de maneira cirúrgica.
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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Nov 04, 2016 10:17 pm

O plano do Ravnos segue tranquilo e agora um de seus inimigos está empalado.

Man + Lab = 4,3,3,9,2,4,7,8,10,1 = 3 sucessos

Gil se encontra "sozinho" na sala (com um guarda ilusório e um careca empalado)
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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sex Nov 04, 2016 10:37 pm

Hum, bem feito. Gil aproxima-se e dá um chute mudo na cabeça brilhosa do cara.

Cuzão.

(Teste de autocontrole, 1 sucesso)

Sem mais utilidade, o agente dissipa no ar. A ilusão foi impecável, mas é sempre melhor prevenir do que remediar. Com o careca parado, seu corpo e alma acreditando que estão imobilizados, Gil abaixa-se e finca a verdadeira estaca bem ao lado da falsa. Só então, ele enfia os dentes no pescoço do careca e seca todo seu sangue. Gil poderia matá-lo, mas ele não vai dar esse prazer a Ela. Ele vai se levantar uma hora, mas é melhor que não seja tão cedo.

Dois já foram, restam dois. Isso sem contar o olhos-de-mel, ele também tem algumas contas a acertar com aquele cara.

Ainda ofuscado, ele lentamente abre a porta confirmando que não há mais ninguém no corredor. Saindo da sala e fechando a porta atrás de si, ele aproveita-se de sua audição aguçada para ter certeza de eventuais movimentações inesperadas. A primeira sala que entra é a dos garotos, apenas para verificar como estão.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Nov 04, 2016 10:47 pm

@Gam 20/20 PDS 8/10 FV

Gilbert sente um sangue potente em sua língua, não mais que o seu, mas talvez o que o seu fora outrora.

Ele deixava o careca realmente empalado para trás e ao sair da sala escuta Avice se despedindo ao celular e voltando pra sala das meninas.

O ravnos ruma para a sala onde estão os rapazes, ele abre a porta cuidadosamente e vê o rapaz loiro inclinado falando algo para um dos meninos (o de barba) que estão vendados e presos em grilhões como na idade média, não aprecem feridos, apenas assustados.
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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sex Nov 04, 2016 10:57 pm

Ele entra na sala, a arma em punho. Seria ideal que ele conseguisse resolver a situação sem muito barulho, mas não há como garantir que o mesmo truque vai penetrar tão facilmente na mente de todos eles.

Só por via de dúvida, Gil aponta a arma para a cabeça do loiro em distância de queima-roupa. Ele então repete o mesmo processo da estaca ilusória pelas costas, com o agente especial incluso. (-2 FV)

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Nov 04, 2016 11:06 pm

@Gam 20/20 PDS 6/10 FV

Man + Lab - (dif/Cool 10,9,6,6,2,7,4,6,10,1 = 2 sucessos

O loiro dá um grito de dor ao sentir algo o penetrar pelas costas Cool ele se vira dando uma cotovelada no agente de elite ilusório e desaparece no ar deixando Gilbert confuso e "sozinho".


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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sab Nov 05, 2016 9:38 am

Gil toma o cuidado de simular o golpe que a ilusão leva. Ele não irá desperdiçá-la assim. E então o loiro some no ar. Ele leva alguns instantes para entender o que aconteceu, e quando coloca as peças no lugar o homem já deve estar longe dali. Um truque barato que Gil conhece bem. Oposto ao careca, esse deve ser o cérebro da equipe. Teria sido melhor atacá-lo direto com uma estaca de verdade, mas agora é melhor se preocupar com o presente. Se ele ainda não atacou o soldado ilusório, é porque saiu daqui e vai alertar a outra.

Por um instante Gil se pergunta que tipo de ilusão simples, eficiente e sem rastros ele poderia usar para mantê-los afastados daqui por tempo suficiente enquanto resgata os garotos. A resposta é clara e óbvia. Ele desativa, seus sentidos aguçados.

Vários grandes estouros se seguem pelo corredor, conforme diversas bombas químicas são ativadas. O fogo decorrente das explosões toma conta de todo o cenário, lambendo o chão, as portas e as paredes. As altas chamas crepitam em fúria e engolfam tudo o que tocam.

Com isso ele espera ganhar tempo para arrebentar as correntes que prendem os garotos.

- Junto comigo, em silêncio! - Ele tenta dar uma ordem simples, ciente de que inglês não é a língua natal deles.

Assim que possível, ele reativará sua ofuscação englobando os três.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sab Nov 05, 2016 9:56 am

@Gam 20/20 PDS 6/10 FV


O plano de Gilbert mais uma vez corre como o planejado, ao que tudo indica o Ravnos tem mesmo um dom para governar o caos.

Com sua força absurda proveniente de seus músculos sobrenaturais ele puxa as correntes e em alguns segundos consegue arrebentá-las na junção chumbada da parede. O rapaz de barba parece ter entendido mais rápido e puxa o outro com ele e os três agora estão ofuscados diante de um corredor em chamas
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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sab Nov 05, 2016 10:18 am

O maior parece entender inglês. Isso facilita um pouco.

- Segurem isso para que não faça barulho. - Ele indica as correntes que ficaram penduradas em seus pulsos.

A esse ponto eles já devem ter notado que o fogo não os está queimando. Conversar sobre isso agora é irrelevante.

Bom, Gil ainda consegue forçar seus limites e criar mais um soldado de elite (Totalizando 3 ilusões). Até então essa é a primeira vez em que ele sente todo o seu potencial roubado de um Ancião sendo utilizado. Isso é um tanto preocupante, significa que se a situação ficar um pouco pior que isso ele não terá mais como se equiparar. Ele precisa acabar com isso logo.


Os dois soldados deixam a sala com as metralhadoras em riste. De alguma maneira eles ignoram o fogo. Roupas especiais? Algum tipo de feitiço? Seja como for, este Bando claramente mexeu com o pessoal errado. A única saída está no fim do corredor, mas ainda há três salas onde seus inimigos podem ter se escondido. Enquanto um soldado mantém a cobertura, o outro passa chutando porta por porta. Quem chuta é Gilbert, naturalmente. Mas com a ilusão tomando a culpa, sua ofuscação não precisa ser comprometida.

Com isso, ele pretende saber rapidamente o que há em cada porta. Mais ameaças? As garotas ainda podem ser salvas? O tempo está se esgotando.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sab Nov 05, 2016 10:29 am

@Gam 20/20 PDS 6/10 FV


O avanço pelo corredor é relativamente tranquilo e os rapazes seguram as correntes de forma a não fazer barulho.

A primeira porta que Gilbert chuta não havia nada de relevante além de mais sangue e aparelhos de tortura.
A porta onde supostamente estão as meninas é arrombada brutalmente e Gilbert e os meninos notam as meninas numa condição muito semelhante a dos garotos instantes atrás, duas delas parecem ter levado golpes na cabeça e estão com algum tipo de sangramento, todavia estão presas por cordas e não correntes. O mais baixo dos rapazes, de nome Dylan, é rápido e tira a própria bota, ele enfia a mão nela e retira o que parece ser uma swicthblade. Meio desengonçado ele corta as cordas das meninas uma a uma e depois recoloca a bota e amarra de qualquer jeito. O rapaz de barba se assusta com o próprio amigo, menos pelo fato da faca e mais pelo fato de onde ele escondia.
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