São Paulo by Night - Prólogo

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São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sab Set 03, 2016 12:03 am

São Paulo by Night



Desenho geral da cidade

São Paulo é uma megalópole brasileira, para muitos que aqui habitam ou visitam é como New York, não possuí uma identidade bem definida, ela é tudo, um mosaico de línguas e culturas, um exemplo real da globalização.

O tráfego de veículos é pesado e a cidade nunca dorme, as madrugadas geralmente são frias e as ruas se tornam mais vazias porem vivas com tantas luzes de postes e letreiros.
Da zona Sul a Zona Norte, de Leste a Oeste, música e entretenimento surge em suas mais variadas formas.

Por óbvio as trevas recobrem a cidade. Os mais cautelosos preferem não sair a noite para não se deparar com drogas, violência e prostituição.
A cidade passa por um acirrado momento. Embates entre manifestantes e policiais são quase diários, os temas sociais são pautas mas nunca saem do papel, os jovens se revoltam e os mais velhos se acomodam.


Mundo Cainita

As últimas notícias que se tinham sobre a Selva de Pedra era que estava em disputa entre Sabá e Camarilla, onde o Sabá era o controlador da cidade, todavia após alguns eventos violentos como um incêndio na catedral da Sé e um suposto atentado no aeroporto de congonhas podem ter sido decisivos para virar o jogo.

Hoje se sabe que a Camarilla está no comando, mas tanto ela como o Sabá estão fracos e os anarquistas vindos do litoral forçam o domínio da sobre cidade.


OFF: Postem suas chegadas

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sab Set 03, 2016 9:50 pm

Férias, por que não?

Depois de 200 anos, ele finalmente não tem ninguém pra cobrar, espionar, sequestrar, assassinar ou devorar a alma. É estranho ter tanto tempo livre, e a criatividade de Gil vai à mil procurando coisas para fazer. A fazenda tem sido curiosamente agradável. Seus vizinhos latifundiários são sádicos e entediados o suficiente para lhe manter um sentimento confortável de lar. Mas, bem, nada acontece. Ele não tem que se preocupar com sua Besta tentando tramar contra cada ser vivo ao seu redor, mas ao mesmo tempo também não sente nenhuma evolução. Gil decide testar suas novas convicções em um lugar mais arriscado, onde terão provações o tempo todo. Sangue fresco correndo e gritando por aí, criminalidade, intrigas. Uma cidade grande.

Mas Nova Iorque está fora de cogitação. Na verdade, quanto mais longe desse país desgraçado, melhor. Ele escolhe outra grande capital. Eles não precisam necessariamente entender seu idioma, desde que falem a língua do dinheiro tão bem quanto em qualquer outro lugar. São Paulo. Longe o suficiente, selvagem o bastante. É perfeito.

Gil arruma sua documentação falsa, faz suas reservas, marca uma viagem noturna e parte. Viajando pela primeira vez sem sua fiel Elephant Gun, ele não pode deixar de se sentir pelado. Quando abandonou-a em uma empreitada em Vegas, ele planejava comprar outra o quanto antes. Mas, bem, as circunstâncias mudaram. Elas o mudaram, melhor dizendo. Talvez seus dias de sniper tenham finalmente ficado pra trás, afinal. Mas ele não está completamente desarmado. Suas armas estão na mala, devidamente disfarçadas em aparatos metálicos quaisquer.

Maya, por sua vez, ficou no sítio com um estoque de comida. Infelizmente Gil teve de deixá-lo trancado em casa. Ele não pode arriscar deixá-lo correr por aí enquanto ele não estiver por perto para garantir que ninguém irá vê-lo.

Ao chegar na cidade, ele passa despreocupado pela segurança. Ele não precisa de grandes truques para enganar a vampirada local. Seu corpo é basicamente um disfarce ambulante, ele confia que passará despercebido como mais um humano na multidão. Sua curiosidade, contudo, não deixa de apitar. Como será que são os vampiros brasileiros? Tão insossos quanto os americanos? Aqueles mesmos estereótipos de fala mansa e aquele tom de quem 'sabia de tudo desde o início'? Ou será que eles sambam, surfam e têm macacos de estimação? Haha, isso foi racista. Ser racista é engraçado, é bom anotar isso para o caso de encontrar algum cainita nativo.

Ao chegar no hotel, a primeira atenção de Gil é para o tipo de tranca dos quartos. Ele fica feliz se lhe derem uma chave, significa que vai ser fácil arrombar outros quartos para se alimentar sem escândalos. Se for com cartão, ele vai ter um trabalho extra para roubar um da staff. Nada realmente difícil, só inconveniente.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sab Set 03, 2016 10:13 pm

@Gilbert

Gilbert Axton, Ravnos, 7° Geração, 200 anos aproximadamente. Um cara "vivido", viu muitas coisas que fariam até o mais forte dos cainitas se impressionar e agora decide uma coisa arriscada... Tirar férias. Bem, ao menos nas atuais condições com a sua Besta fungando no cangote de sua consciência, definitivamente não ajudava a relaxar, mas se ele queria progredir precisava arriscar.

O cenário é a megalópole brasileira mundialmente conhecida, São Paulo. Elem não sabe absolutamente nada sobre o cenário vampírico do lugar e pouca coisa sobre o mundo humano lá, mas a emoção é o que o move.
Sucessivos voos são marcados para que o cainita consiga viajar sem grande sem problemas com a segurança e o fuso.

Chegando na selva de pedra Gilbert é surpreendido no aeroporto por... Pessoas, muitas pessoas. Era de madrugada e havia gente de terno pegando voos pra diversos lugares e não, nenhum cainita aparece para abordá-lo como em Vegas ou em qualquer outro lugar. O ravnos pega um táxi e segue feliz até o hotel Estanplaza Berrini, ficava próximo do aeroporto de congonhas e lhe permitia acesso tranquilo a qualquer coisa.

No hotel mais uma surpresa, apenas mortais. Gente comum trabalhando e ganhando a vida. As fechaduras era de cartão e daria um trabalho pra falsificar um, ainda mais sem equipamento adequado, mas lá estava ele, um quarto limpo e arrumado e suas malas entregues por um funcionário ávido por gorjeta.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sab Set 03, 2016 10:33 pm

São Paulo não é surpreendente em nenhum aspecto. É como Nova Iorque, só que pobre. Até aí, nada fora do esperado.

Gil entra no quarto, larga suas coisas e dá uma boa olhada. A grossura da parede, o tamanho e a vedação das janelas, os ralos do banheiro e... oh.

- Você ainda está aí. - Ele nota o rapaz sorridente, imóvel como uma estátua. Ele pega uma nota de dez reais e o entrega. Isso deve valer o quê? Uns dois dólares? - Aqui, obrigado. Ah, você pode me fazer o favor de chamar o serviço de limpeza?

Aqueles dez reais devem valer muita coisa nesse país pobre. Ele provavelmente vai comprar comida pro resto da semana.

Gil coloca o papel na maçaneta, indicando para o serviço de limpeza entrar. Não há nada para limpar, é claro. A pessoa vai achar que se trata de um gringo enjoado. Mas ele só precisa que ela se demore um pouco aqui, o suficiente para que ele afane seu cartão-mestre. Ele ofusca-se no quarto e aguarda.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sab Set 03, 2016 10:42 pm

@Gilbert  FV 10/10  PDS 15/20


A gorjeta parece ser um tanto indiferente para o rapaz, mas ele abre um sorriso bem simpático e confirma que irá pedir para a camareira ir.

O esperado mais do que acontece, a camareira entra e vai ao banheiro, ela dá uma geral no box e na saída Gilbert consegue afanar tranquilamente o cartão mestre.


dex+manha dif/6 - 4,4,10,10,2,9 = 3 sucessos

As malas ainda estão fechadas. As janelas dão pra rua que é quieta. É madruga de quinta e parece tudo estar bem. As paredes são "padrão" - Talvez um Lobisomem ou um brujah enfurecidos arrebentem como papel aquilo, mas não é o caso no momento - Gilbert estava localizado no 7° andar.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sab Set 03, 2016 11:09 pm

Bom, hora de arrumar o refúgio temporário. Gil dá uma boa olhada lá fora, examinando a possibilidade de chegar até outro quarto pelo exterior. Sua conclusão é "uma queda terrível e dolorida". Bom, teremos que nos ater ao cartão-mestre.

Ele então abre a mala e começa a retirar as camisetas pretas, obrigatórias para a viagem de qualquer vampiro. Não para manter seu visual punk-gótico em dia, mas para vedar a luz de todas as janelas. Ele logo faz isso, em seguida alterando a posição do papel da maçaneta para "não perturbe". Não precisaremos mais de camareiras aqui, obrigado.

Tudo preparado, Gil nota que o horário é propício para uma boquinha. Ele sai no corredor e, de imediato, nota que há uma câmera de segurança. Há muito tempo esse tipo de coisa não lhe é mais um problema. Ele caminha até a posição da câmera e se estica, ficando na ponta dos pés para tentar visualizar o corredor do ângulo que ela observa. Com uma leve modificação angular na imagem que observa, nada muito ousado, ele simula um pequeno retrato estático do corredor vazio para a lente da máquina.

Assim, mantendo a imagem a enganar a câmera, ele vai até um quarto ocupado (notável pelo papel "não perturbe") e passa o cartão-mestre, torcendo para que a tranca não acorde ninguém.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sab Set 03, 2016 11:22 pm

@Gilbert  FV 10/10  PDS 20/20

Janelas devidamente cobertas, é hora do lanche...

Gilbert está mais do que escolado nessa arte de enganar câmeras usando Quimerismo. Entrar nos quartos com um cartão mestre foi tranquilo também, nesse aspecto o mundo chegava a ser chato pra ele, talvez chato não fosse a palavra mas sim trivial.

dex+furt dif/6 - 9,4,6,7,10,4,6,1 = 4 sucessos

No primeiro quarto um homem na faixa dos 40. Ele bebe os sangue tranquilamente sem mortes e segue pro próximo quarto como um "velho do sono".

dex+furt dif/6 - 9,3,4,1,10,10,5,7 = 3 sucessos

No segundo uma moça jovem e bonita roncava profundamente. Gilbert conseguia ver as suas curvas acentuadas pela ceda da camisola e ele pode jurar que ela está com o bico do seio pra fora. Se ele fosse louco por estupro seria difícil, mas não é essa a questão.

Saciado Gilbert se encontra no corredor. Está seguro com o quimerismo na câmera.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sab Set 03, 2016 11:36 pm

Estupro é uma agressão fútil e doentia. De 40 anos pra cá, sexo tornou-se uma questão de escolha. A sociedade é permissiva, as pessoas se encontram e transam no mesmo dia, não há qualquer razão para forçar alguém a isso. E, honestamente, os traumas gerados são cruéis demais... Não não, mesmo em seu ápice de monstruosidade, Gil sempre trabalhou com mortes limpas. Ele não é desse tipo de psicopata.

Em todo o caso, já faz muito tempo que ele não se preocupa com sexo. No começo de sua carreira vampírica, ele bancava o vampirão sedutor e levava as garotas pra cama para chupar-lhes durante o ato. Os melhores orgasmos de suas vidas, elas diziam. Mas nós sempre ficamos velhos e práticos, não é mesmo? É muito mais fácil invadir uma casa e mordê-los durante o sono. Deus, nem disciplinas são necessárias pra isso.

Pois é, Gil. 200 anos, e um mamilo ainda te faz divagar por tanto tempo.

Ele volta para o seu quarto, livra a câmera dos truques e abre o notebook. Antes de qualquer coisa, ele precisa ver o horário estimado para o nascer do Sol de amanhã. Realmente, trivial. Ele então embolsa uma de suas armas, o revólver Anaconda, disfarçado em um celular de case grossa.

A noite é uma criança. Talvez hoje ele descubra o que os brasileiros fazem na sexta-feira. Afinal, Gil está aqui para interagir com a bagunça e não para ficar sentado em um quarto de hotel. Através de um aplicativo de celular, ele busca locais badalados e pega um Uber até um deles. Algum lugar onde ele possa beber, de preferência. Ele se sente mais confortável nesses ambientes.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sab Set 03, 2016 11:55 pm

@Gilbert  FV 10/10  PDS 20/20



Saciado, Gilbert pede um Uber, em 5 minutos o carro chegaria. Diante do hotel o vampiro escuta uma gritaria, parecia uma briga, vinha de algumas ruas abaixo, eu caminhar por alguns minutos se dá conta que é um campo de futebol. Há homens suados correndo e parecem agressivos em alguns momentos, talvez ele teria deduzido logo se soubesse português.
Seu celular toca e é o motorista do Uber que mais do que solicito e educado vai até onde Gilbert está e o leva para... Rua Augusta. O coração da noite paulistana.




O lugar é movimentado e ao descer do veículo o Ravnos é invadido por sons e luzes, pra ele é como se por um instante estivesse sob efeito de suas ilusões. Algo ali tinha um clima mágico. Vendedores nas calçadas vendiam tequila e qualquer outra bebida por notas de 10, 20 ou mesmo 5. Gilbert está em uma loja de doces. Ele vê gente hipster andando de um lado pro outro, pessoas com uma vestimenta mais distinta como camisa polo e sapato não são raras, mas parecem frequentar lugares mais "caros" e lotados.

Os lugares que mais chama a atenção de Gilbert são:

1 - Sancho: Um restaurante a luz de velas, parece bem romântico.

2 - Um beco que na verdade é um bar: Há uma placa tímida escrito "recanto augusta" ao lado de uma de consultório odontológico (é possível supor devido o dente desenhado na placa). Há cadeiras por toda a extensão do local. É aconchegante e acolhedor com gente que fala baixo.

3 - Inferno: Uma balada com uma fila não tão grande. ele consegue deduzir que o nome deva significar "hell". Parece uma festa temática no local, pessoas estão de roupa Gótica.


Andando pela rua ele logo repara quem vende drogas e alguns policiais que perambulam perdidos por lá.
Gilbert sabe que se há vampiros em São Paulo e isso é uma certeza, eles estariam naquela rua em algum lugar.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Dom Set 04, 2016 12:04 am

É verdade que ele disse que ia ficar longe de vampiros, mas sua curiosidade simplesmente fala mais alto. Quando se vê, Gil já está na fila do tal "Inferno". A sensação de que é imortal e todo-poderoso talvez o esteja fazendo subestimar os locais.

- Hola. - Ele tenta se comunicar em espanhol com a pessoa na sua frente. - Soy "gringo". - Explica sua situação. - ¿Cuál es la fiesta? - Ele tenta, e então repete em inglês se necessário. - O que tem de mais nessa festa?

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Dom Set 04, 2016 12:17 am

@Gilbert FV 10/10 PDS 20/20


A fila é grande e pelo ritmo deve levar uns vinte minutos ou trinta pra chegar no final.
Puxar assunto é tranquilo. Sorte? De qualquer forma havia um "garoto" na sua frente, ele vestia um sobretudo preto com uma camisa branca e uma grava preta, ele também usava sapatos pretos, era quase monocromático e sua feição inicialmente era fechada, mas logo ele abre um sorriso revelando presas de vampiro, as presas eram bonitas e bem feitas, mas Gilbert sabe que são falsas - É uma festa gótica, bem, não só música gótica vai tocar, vai rolar desde anos 80 até várias vertentes de gótico - Ele parece estar acompanhando de algumas meninas e alguns "garotos".
As meninas, uma loira e com uma cara de patricinha, parecia ir pela primeira vez em um lugar assim, rosto de bebê por volta dos 20. A outra era ruiva e mais gordinha além de ser a com menor estatura, essa estava com vestimenta mais próxima do ambiente, havia uma terceira morena que estava de pretinho básico, mas nada que chamasse muito a atenção. Os rapazes eram 3 também, um que parecia ser o mais velho tinha barba e bigode, estava bem trajado de camisa roxa e colete, o segundo era grande, tanto de altura como de largura (mais gordinho), cabelos longos e camisa de banda, parecia um metaleiro, se fosse um vampiro seria brujah com certeza. O último tinha cara de playboy, usava óculos de grau e estava com uma cerveja na mão, porém tinha um sorriso bem amistoso.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Dom Set 04, 2016 12:32 am

Continuação...


Eles tentam incluir o "gringo" no papo. Perguntam coisas como: "De onde você é?" "Trabalha?" "Nome?" "Curti música gótica mesmo?", etc...
A loira parece rir como se tirasse sarro do garoto das presas e a ruiva paga pau pra ele enquanto ele e a morena riem, os outros 3 rapazes compram cerveja de um ambulante e perguntam em inglês se o "gringo gostaria também.

Passado uns 25 minutos eles finalmente entram e o lugar está lotado, o garoto das presas desaparece no meio da multidão e os amigos meio deslocados vão pro bar. Não é tão difícil se locomover, mas algo indica que em breve o ambiente vai ficar bem lotado. Todos do grupo estão com Vips e tem acesso a uma área mais vazia que fica no andar superior com outro bar, Gilbert vê que o garoto das presas está lá em cima conversando com um homem loiro de cabelos compridos e uma mulher ruiva, ambos parecem vampiros "fake" com aquelas capas enormes, espartilhos e toda a pompa.

per + Ocul dif/6 - 1,9,1,3,6,7,3 = 1 sucesso

Gilbert olha ao redor e nada parece fora do normal. Então ele esbarra em um rapaz muito simpático que parecia apressado pra chegar no bar...


rapaz:

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sex Set 09, 2016 3:14 pm

'Nova Iorque, Estados Unidos. Trabalho com documentação. Mike (esse é um bom nome americano, né?). Não me ligo muito nesse estilo, acho que choram muito por pouco caso. Mas as vezes não faz mal. Sim, eu aceito uma cerveja.'

Lá dentro, Mike faz questão de pagar uma rodada para seus pequenos 'amigos'. Humanos criam laços assim, não é? Comprando drogas uns para os outros.

Tudo aqui é, ironicamente, vampírico demais para ser obra de algum vampiro. Não, Gil imagina que mesmo em um país de terceiro mundo eles tenham algum tipo de etiqueta. Talvez esse simplesmente não seja o lugar certo. Mas, em todo caso, não estamos aqui necessariamente para achar vampiros. Ele está numa vibe de curiosidade em relação a profundidade humana ultimamente.

Ele procura a loira. Ela parecia a mais deslocada por aqui, talvez seja fácil engajar em um papo casual.

- Você parece a mais deslocada dessa galera, que tal engajarmos em um papo casual? - Mike conversa em inglês. - Como você veio parar em um lugar doido como esse?

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Set 09, 2016 3:32 pm

@Gilbert FV 10/10 PDS 20/20

A loira aceitou a bebida e sorriu - Meu amigo me convidou, o cara das presas - Ela fala próximo ao ouvido de "Mike" como todos que tentam conversar apesar do ambiente barulhento - Ele curti essas festas e vem com frequência, decidimos vir com ele pra ver qual é a do lugar - Ela "dançava" da maneira que podia.

Não demora muito para Gil ver o rapaz simpático a o cara das presas conversando, eles parecem amigos, bem como o cabeludo mais rechonchudo e o rapaz de barba (que agora parece ser meio afeminado).

O ambiente é alucinante na verdade. Muitas pessoas diferentes, algumas claramente indo pela primeira vez, mas o fato era que todos pareciam se divertir de alguma forma, fosse bebendo muito, fosse seduzindo ou se deixando seduzir, parecia que só pelo fato ser mais estranho as pessoas se permitiam agir totalmente fora do normal.

Percep + Ocul dif/6 = 4,6,7,1,4,5,6 = 2 sucessos

Gilbert até agora não estava vendo nenhum cainita, mas era fato que aquele lugar devia abrigar algum, ao menos um, seria um sexto sentido ou só os anos de experiência?
Seus pensamentos são interrompidos pelo rapaz das presas puxando todos para a pista, é feita uma roda e a loira se posiciona ao lado de "Mike". Estão todos os que estavam na fila e o rapaz simpáticoque agora também integrava o grupo.

Percep + Ocul dif/6 = 6,7,9,1,9,2,10 = 4 sucessos

Bingo! Gilbert finalmente encontra o que ele já tinha certeza que encontraria. Uma mulher loira no fundo estava claramente sugando o pescoço de um cara, mas ninguém imaginava que ela fosse um vampiro de verdade.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sex Set 09, 2016 3:39 pm

Finalmente, alguma ação!

As diversões humanas são repetitivas, não é a toa que eles precisam se encher de drogas pra passar por isso. Não que Gil veja algum problema em se encher de drogas e balançar de um lado pro outro, ele se lembra bem de como se divertia em seus tempos como vivo. Mas isso não vai ajudá-lo em sua busca.

Aquilo, por outro lado...

Ele sutilmente se esquiva do grupo e vai até algum canto reservado onde possa ofuscar-se. A priori, Gil irá vigiar de longe aquela mulher. Segui-la, se necessário. Estaria ela sozinha? Ou existem outros?

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Set 09, 2016 3:52 pm

@Gilbert FV 10/10 PDS 20/20

Não é difícil se esquivar do grupo. Logo o Ravnos se vê caminhando por entre as pessoas e elas abriam espaço quase que numa dança perfeita para que ele passasse, claro, faziam isso inconscientemente.
A mulher se alimenta e deixa o pobre coitado lá, pelo visto semi morto.

Auto controle - 8,2,5,1,8 = 1 sucesso

Gilbert sente a besta se sacudir com a possibilidade de uma morte fácil, mas ele engole o sentimento e continua seguindo a moça. Ela sobe para a área vip e a música muda um pouco...


O clima anos 80 tomava conta e a coisa ficava mais dançante e alegre. A garota já subiu as escadas e parece conversar com o mesmo homem que o cara das presas conversou anteriormente e que estava no parapeito do 2° andar, então ela some para o interior da área VIP.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sex Set 09, 2016 4:14 pm

Não dessa vez.

A Besta Ravnos sempre foi mais esperta. Poderia ser simplesmente fútil como a dos Ventrue, ou covarde como a dos Lasombra. Mas não, ela simplesmente é esperta demais para seu próprio bem. Por um momento, Gilbert até que se convenceu de que estava fazendo a escolha certa em deixar aquele rapaz ali.

Mas não é, e ele sabe disso. Ele passaria despercebido por todos e eventualmente morreria sozinho no chão sujo da boate. O fato de não ser a pior escolha não a torna a certa. Esse humano tonto precisa de cuidados, ou vai morrer.

Gil poderia pegá-lo ele mesmo, carregar até o hospital mais próximo. Ele poderia deixar para voltar a este lugar outra hora. Mas ser bom não significa necessariamente ser um idiota. Ele pode ajudar sem atrasar sua busca.

- AAAAAAAAAAH! - Um grito de pavor sem dona corta a música. Ele não diz nada, apenas o sinal universal de pânico. Gil não sabe a língua local, afinal.

O rapaz, por sua vez, parece estar tendo espasmos por entre as luzes piscantes. Seus olhos piscam freneticamente, seu corpo arqueia. O som de suas costas batendo contra o chão é preocupante. Ele está, é claro, completamente imóvel. Uma ilusão que só se torna convincente devido a confusão visual do local.

Isso já deve chamar atenção suficiente, alguém virá ajudá-lo. Sem virar para observar o resultado, Gil sobe as escadas. Ele segua a moça até onde for permitido para os clientes. Ele pode não ser visto agora, mas não quer correr riscos com gravações.

Caso não seja possível seguí-la, ele agora atenta para o rapaz. Lhe parece humano? A carótida, as pupilas, o padrão de respiração? Gil o examina de perto.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Set 09, 2016 5:11 pm

@Gilbert FV 10/10 PDS 20/20


O Ravnos convivido tempo o suficiente com a Besta para entender a sua natureza, ela era esperta, deixar aquele homem ali sem cuidados seria o fim dele, para muitos ele parecia só um bêbado, mas Gil sabia da verdade e acabava de salvar a vida do infeliz com uma ilusão. No momento que dá as costas para o individuo ele chega a ver alguém passando preocupado junto com um segurança, o rapaz estava sendo socorrido.

Ele sobe e na área VIP o som é suportável e chega ser possível conversar e sentar.




Ele pode ver que a moça loira parou para falar com um sujeito careca e uma mulher de capuz que estão sentados nos fundos da área VIP.

- Excelência... - A loira faz uma reverência sutil ao careca - Tudo limpo por hora, acho que não sabem e se sabem não querem problemas.

- São uns putos de cú frouxo - Brada o careca. Nesse momento a mulher de capuz fala algo no ouvido do careca.

De repente a loira arregala os olhos, quem acaba de subir as escadas é o rapaz das presas e um segurança carregando a vítima do ataque. O rapaz das presas fala algo com o moribundo e o segurança vai buscar água no bar, não demora e um paramédico chega pra examinar o pobre coitado, o rapaz das presas senta ao lado e parece fazer algum tipo de oração.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sex Set 09, 2016 5:41 pm

Sentado a um canto, ainda ofuscado, ele continua observando-os. Se, por sua experiência, julgar que o som ambiente não é alto demais, ele ativará sua audição especial para escutar os cochichos da garota encapuzada. Os encapuzados são sempre os quietinhos, não é mesmo? Esse visual já era ultrapassado na época em que Gil foi Abraçado, e essa mulecada ainda insiste nisso. Estamos entre quatro paredes, debaixo de um teto sólido!

Mas bom, que seja. Por hora, ele continua observando. Será que a loira vai fazer algo a respeito da vítima? Ela parece assustada. Geralmente ela só deixa suas vítimas jogadas por aí e torce pelo melhor? Não deve ser uma cainita muito experiente.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Set 09, 2016 6:05 pm

@Gilbert FV 10/10 PDS 20/20

OFF: Continue ouvindo a música do post anterior

ON:

O careca a observa com um ar de reprovação, a loira fica visivelmente sem graça e em meio a oração o rapaz das presas para por um instante e olha fixamente pra você, ele força a visão como se fosse míope ou algo assim, o paramédico então leva o rapaz dali, talvez pra colocá-lo em uma ambulância.

O som era alto ainda e por isso Gil nem arrisca aguçar a audição, mas talvez conseguisse ouvir algo se tentasse se posicionar melhor, porém seria difícil. Surpreendentemente ele nota que não era o único ofuscado, uma mulher negra aparece no balcão do bar da área VIP, ele tem certeza que aquilo foi ofuscação sendo quebrada e pelo visto o rapaz das presas está lá ao lado dela. A mulher começa a puxar assunto, ela é muito bonita e parece visivelmente tentando seduzir o rapaz.


Eles riem e os dois parecem virar um shot de tequila.

A loira estava mexendo no celular quando o careca fala alto - Continue na entrada, não queremos nenhum esperto tenta se infiltrar - A loira sai da área VIP e provavelmente seguiu para a entrada.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sex Set 09, 2016 6:38 pm

Gil começa a entender a dificuldade em se manter próximo a mortais. É impossível! Eles correm atrás de perigo como mariposas indo para a luz. Como se suas vidas não fossem pequenas o suficiente...

Dessa vez Gil decide aumentar o grau de proximidade. Ele sai da área VIP por um momento, apenas para voltar sem a ofuscação. Rapidamente indo na direção do rapaz das presas, ele chega apoiando-se em suas costas e falando alto.

- Finalmente achei você! - Ele já senta-se no banco livre ao seu lado. - O mestre vampiro! - E então 'nota' a mulher do seu outro lado. - Oh, estou atrapalhando alguma coisa? - Ele pergunta em inglês. - É sua namorada?

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Set 09, 2016 6:49 pm

@Gilbert FV 10/10 PDS 20/20

O rapaz parece ligeiramente inebriado já, o inglês dele parece ter melhorado ou é só a língua que ficou mais enrolado - HAHA! YOOOOO, Não ela é uma moça muito gentil que estava elogiando minhas presas - Ele sorri meio bobo - Namorada... Talvez eu vire depois dessa noite - Ela sorri e também fala em inglês, Gil nota um sotaque meio francês nela.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Qua Nov 02, 2016 3:06 pm

- Oh - Ele se faz de constrangido. - Tinha esperanças de que você não falasse inglês.

- Me desculpe a falta de modos. - Ele estica o braço pela frente do rapaz para cumprimentá-la. - Mike. E você?

    Ela cumprimenta de volta com um sorriso - Avice Berie - Ela sorri e mostra as presas que são genuínas e nesse momento o rapaz exclama - Wow! olha as presas dela!


Gilbert sorri, sem presas.

- É, ela obviamente elogiou as suas por educação. Essa moça levou a sério o tema da festa. - Ele estica o braço, chamando o barman. - Eu já vi um tutorial pra fazer essas no Youtube. Dá muito trabalho, não?

    - Com toda a certeza, Mike - Ela começa a alisar a mão do rapaz das presas - Na verdade essas aqui demoraram muuuuito pra ficarem prontas, foi quase um ritual - Ela ri no final.

    - As minhas ficaram grudadas quando eu moldei, foi uma loucura, pensei que teria que ir no dentista pra tirar - Dizia o rapaz


Ela acha que Gil é um humano. Está jogando dicas como quem se diverte lançando pérolas aos porcos. Ritual? Sabá? Bom, pode ser qualquer maluco. Pode-se dizer que o próprio Abraço de Gil teve um ritual, de certa maneira.

- Vocês se empenham muito pra uma festa de uma noite. Não fica ruim de beber? - Ele pede uma rodada dupla de tequilas. - Vamos, dessa vez eu quero participar!

    - YOOOO Vamos! - Dizia o rapaz super animado - Preciso chamar os outros aqui!

    - Isso chame seus amigos, vou apresentá-los aos meus! - Sorria com as presas a mostra

    O rapaz puxa o celular e parece mandar menssagens
    O garçom serve as tequielas


O celular apresenta uma tela de erro inesperada. Uma coisa é vigiar um humano animal, outra é uma creche.

    - Hmmmm que estranho, deu Xablau - A última palavra lhe soa muito estranho, quase como se fosse inventada - Eu vou descer pra chamar eles depois de beber - Avice sorri novamente e indaga - Mike, o que o traz ao Brasil? Seu sotaque é americano, é de lá?


- Férias. - Ele sorri. - Sim, vim de Nova Iorque. Você também tem algum sotaque, é de onde? - Ele se faz de desentendido

    - Aaaah eu adoro aquela terra, cheguei a trabalhar um tempo lá, morei no Queens - Ela parece bem amistosa e enrola pra beber o shot - Eu sou da Guiana Francesa


- Barman, com licença. - Ele chama o barman. - Queremos beber do jeito brasileiro, sim? Limão, açúcar. - Ele gesticula para se fazer entender

    O Bartender fica confuso e o rapaz parece traduzir pra ele que prontamente traz açucar e limão

    - Aaaah vocês querem me embebedar? - Diz a moça se jogando no ombro do rapaz


- A noite é uma criança! - Gil então prepara o açúcar na mão. - Podemos? - E espera todos se prepararem

    Todos se preparam, Avice parece relutar mas entra na brincadeira

    - Vamos! UHUL! - O rapaz é o primeiro a virar

    Avice derruba a bebida sobre os peitos "acidentalmente"

    - Ooooh! Que bagunça, hey Dylan, Não desperdice

    Ela puxa o rapaz das presas contra os seios


Gil vira o seu shot, guardando-o na câmara do céu da boca.

- Haha! Não desperdice, Dylan! - Finalmente alguém lhe disse o nome do rapaz. - Lambe tudo!

Ele lhe permite um momento de prazer, mas então corta o clima puxando-o pela camisa de volta a realidade.

- Ainda temos mais um, dessa vez Avice vai conseguir acompanhar! Haha!

    - Meninos eu vou no banheiro me limpar e já volto, aguentem um pouco - Ela se retira do balcão e o garçom traz mais um shot para acada um deles.

    Dylan parece atordoado com a bebida - Caaaaaara, preciso beber água, será que ela volta mesmo? - O mortal olha para Gilbert


- Deve voltar. - Ele dá uns tapinhas nas costas do bêbado enquanto se levanta. Ele não precisa inventar desculpas, o rapaz não está em estado de segui-lo. - Eu já volto.

Ele então sai, busca uma oportunidade de ofuscar-se e segue a mulher.

    A mulher está numa distância razoável, ela segue até o final da balada que agora está bem lotada, ela vai até o banheiro e fura a fila e entra em uma das cabines.


Ofuscado, Mike a segue até lá. Ele quer saber o que ela veio fazer.

    Dex+Furt. dif/6 - 4,9,5,8,9,8,6,7 = 4 sucessos

    Talvez o Ravnos esteja muito acostumado já, talvez tenha dado sorte, mas ele encontra espaços vazios por entre as garotas e entra no banheiro. Avice vomita. O som é claro.


Minha nossa, sabotar a caça de outros vampiros é muito divertido. Bem mais do que aquela antiga brincadeira de seduzir humanos. Ouvindo a mulher vomitar, Gil segura a risada. Ela deve estar muito frustrada com sua intromissão.

Mas ele não retorna ainda. Ele continua observando-a ofuscado, quer verificar se ela vai mesmo retornar a Dylan.

    Ela resmunga em francês - Que infeliz chato e beberrão! Agora eu tô com mais fome - Ela sai do banheiro furiosa


Prossigo seguindo ela.

    Avice sai andando por entre as pessoas e voltando pra área VIP. As luzes bagunçam um pouco os sentidos de "Mike" que perde a moça de vista por um instante e dá de cara com outro vampiro se alimentando.

    Perc + Ocult dif/6 - 10,7,9,7,5,1,6 = 4 sucessos

    Nesse caso não parece ser fatal, na verdade logo em seguida ele dá o pulso para a moça sem o menor pudor

    É um homem loiro, muito parecido com a moça loira de antes, talves sejam gêmeos?


Indiferente. Esse homem está cuidando de sua própria vida, não há nada para Gil aqui. Ele prossegue atrás de Avice


    É possível vê-la subindo as escadas da a´rea VIP
    Gil sobe e se depara com ela abraçando a Dylan e seus amigos todos na área VIP
    As pessoas que estavam sentadas agoram estavam em pe e conversando com os coitados


Ele chega carregando um monte de garrafas com a camiseta. Uma long neck para cada um.

- Hoooooooolaaaaa!!! Proponho um brinde! - Ele diz, enquanto distribui as garrafas. - Um brinde ao Brasil e às novas amizades!

    Quando "Mike" chega o careca e a moça encapuzada estão batendo papo com os "colegas da fila" enquanto que Avice parece encantar Dylan. Estão todos visivelmente alegres de álcool.

    "Mike" então propõe o brinde e todos parecem felizes, inclusive Avice que rapidamente se junta ao grupo

    - Uhul, Mike, vira! - Grita animada a cainita


- Uhuuuul! - Mike brinda e puxa a virada. Gil não tinha problema em virar cervejas quando era um gangster. Ele definitivamente não tem agora.


    - Aaaaaah scélérat (desgraçado em francês) - Avice ria enquanto bradava em alto e bom som. A moça do capuz se aproxima de Mike e fala - Olá, tudo bem? (PT/BR)

    Os demais parecem conversar e a moça loira agora é quem conversa com Dylan
    Todos estão falando português aparentemente.


- Ho-la? - Ele tenta repetir com o mesmo sotaque. - Desculpe, me... don't speak portuguese?

    - Ooooh, where are you from? - a moça de capuz pergunta com uma voz doce


- Nova Iorque. E você? - E então, ele já emenda. - Mal lhe pergunte, por que o capuz?

Não, esse Gilbert não vai ignorar o fato de que tem uma mulher de capuz em um lugar fechado.

    Ela sorri

    - Sou de lá também, o capuz é só estilo - Ela tira o capuz revelando um tipo de "coroa" que tem uma pedra vermelha bem no meio da testa. Ela é pálida como a neve ou um cadáver e linda com o diabo.


- Você tem... uma fantasia por baixo da fantasia? - Ele reage como uma pessoa normal faria, embora sua reação real não fosse tão diferente.

    Ela sorri e com voz doce responde

    - Sim, como eu disse é só estilo - De canto de olho Mike vê a loira e Dylan descendo. Ela o puxa pela mão, a garota ruiva fuzila a loira com os olhos enquanto se afasta e Avice por sua vez está conversando com o rapaz simpático.


Gil não pode passar o resto da vida vigiando humanos burros. Ele também não conseguiria sequer manter seguro todo o grupo de garotos que conheceu hoje. Mas, se quiser se tornar alguém melhor, ele tem de se fazer útil. E ele pode fazer isso de outra maneira. Focando direto na fonte.

Assim, em meio ao barulho e a cerveja, ele toma uma decisão importante naquela boate daquele país esquecido pelo mundo. E, com seus olhos discretamente vigiando Avice, ele continua conversando.

- Me desculpe, ainda não me apresentei. Meu nome é Mike, e o seu?

    - Meu nome é Korah - Avice está conversando com o rapaz que está visivelmente encantado pela sensualidade da "mulata"

    A loira sumiu com Dylan na pista de dança

    O careca então dizem voz alta - Hey, o que acham de irmos à um lugar mais animado?


A princípio, Mike apenas sorri. Ele espera para ver o que esses cainitas planejam.

    A moça loira, o nome parece ser Melissa, ela e a amiga Ruiva fazem cara de preguiça e não querem sair

    Gilbert - Coragem 5 dif/8 - 6,7,8,10,5 = 2 sucessos

    Todos parecem gostar do careca, mas ninguém realmente quer ir pra outro lugar

    - Ei Mike, quer dançar? - Pergunta Korah ao pé do ouvido do Ravnos


- Desculpe! - E ele se esquiva, correndo para o banheiro.

Nós sabemos onde isso vai dar, Korah. Acredite, estou fazendo isso para evitar constrangimentos desnecessários.
Gil retorna ofuscado e, de longe, vigia a francesa.

    Ao se afastar ele percebe uma movimentação estranha na pista de dança, quase como um empurra empurra

    Parecia vir do lado de fora, um tiroteio havia ocorrido ou estava ocorrendo

    Ofuscado, Gil consegue ver que Avice estava tentando se aproveitar do rapaz simpático e agora que não estava por perto de alguma forma o careca agora convencia todos a irem com ele para outro lugar. Para o Ravnos ficava evidente o uso da Presença.

    A mulher de capuz, Korah, ele passa perto de Gilbert com velocidade indo em direção à saída. O grupo, tanto da moça quanto o rapaz simpático vão juntos para uma saída de emergência nos fundos, próxima a área dos banheiros



Por hoje Gil está apenas juntando informação. Esses vampiros voltarão aqui outra noite, mas aquele tiroteio é fofoca privilegiada. Ele decide ir até a saída e tenta se posicionar de maneira segura para entender o que está acontecendo.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Dylan Dog em Sex Nov 04, 2016 1:53 pm

Gilbert desce as escadas e vira em direção a entrada da boate de onde supostamente viria o tiroteio.

Não é possível ver ao certo pois a porta da boate está entreaberta, Gil se aproxima e a empurra suavemente com o pé e se afastando com a devida cautela para os efeitos da ofuscação serem preservados.

Lá fora o cenário não é dos piores, ao menos para um vampiro com mais 150 anos.
Há notoriamente um dos homens que ele havia visto na boate e mais 2 com visuais de "bandidinhos" de capuz tomando cobertura em carros, do outro lado era possível ver de primeira 3 ou 4 indivíduos do outro lado da rua que disparavam na direção dos 3 e tomando cobertura em carros e em um dos bares. A vestimenta é semelhante aos da boate. Exceto o loiro ligeiramente descabelado que ele já havia visto se alimentando, os demais não há como confirmar se são cainitas.

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Re: São Paulo by Night - Prólogo

Mensagem por Gam em Sex Nov 04, 2016 2:39 pm

Vasculhando o chão ao seu redor, ele busca alguma cerveja derrubada que não tenha derramado por completo e a pega para si.

Um ataque da Seita oposta? Gil ainda não faz ideia a que Seita seus novos amiguinhos pertencem. Fica difícil supor quem seriam os inimigos. De primeira impressão, eles estão atacando com um bando de carniçais. Típico da Camarilla. Isso significaria que o loiro e sua trupe são o quê? Anarquistas, talvez. Manter um estabelecimento e tantos humanos por perto não é típico do Sabá. Bom, vamos ficar com esse palpite por enquanto. Em breve alguém lhe dará as respostas de qualquer forma.


Ele passa pelo loiro. A cerveja ainda está gelada, devem ter derrubado agora durante a confusão. Ele passa pelos carniçais, dando a volta no carro. Dizem que a cerveja do Brasil é diferente. Mais aguada. A da América não é muito melhor. Gil caminha pela calçada, indo de frente em direção aos atacantes. Os tiros assoviam quando passam ao seu lado. Eles não sabem que ele está ali simplesmente porque não estão procurando por ele. Esse é o único jeito de ser realmente invisível, o verdadeiro segredo do sucesso. Alguém teria que ser muito ruim pra errar a ponto de lhe atingir, e ele honestamente não está preocupado com isso. Há quase duzentos anos ele já empunhava armas superiores a essas pistolinhas. É um ataque de baixa renda. Uma mensagem, talvez? Ou uma distração?

Gil passa pela cobertura dos atacantes, finalmente adquirindo visão de todos eles. Ele para em uma ponta, ao lado do último deles. Na ponta oposta, visualiza um local de onde seria realmente inconveniente vir um ataque.

Novos disparos são ouvidos em meio aos já existentes. Mais potentes, mais precisos. Eles vem das janelas à direita dos atacantes, pegando-os por trás de sua cobertura. Pode-se ver vultos na escuridão, flashes de suas armas disparando.

Nenhum deles é atingido, mas nenhum deles sabe disso. Cada um é mestre de sua própria realidade, podendo apenas assumir que outros companheiros foram pegos primeiro e que só não foi pego ainda por mera sorte. Os tiros ricocheteiam nas latarias dos carros e no asfalta ao seu redor. Uma lâmpada do poste é atingida, estourando em estardalhaço.


Gil espera guiá-los como ovelhas. A reação óbvia seriam correrem para o outro lado, uma retirada imediata pelo único caminho livre. Correrem na sua direção.

Caso o plano funcione, ele dá um passo para o lado permitindo que passem. Todos, com exceção do último. Ele coloca o pé na frente, derrubando-o.

Antes que se levante ou mesmo que se vire, o homem sente o frio cano de uma arma em sua nuca.


- Stay down! STAY DOWN! - A voz grossa é imperativa, intimidando-o. Ele não precisa entender inglês para saber o que se espera dele.

Gil irá revistá-lo e tirar suas armas. Ele mesmo levanta o homem, com um aperto firme e a constante sensação de um cano em sua cabeça.

O loiro verá uma espécie de agente especial lhe trazendo seu atacante como refém. Mike caminha ao lado dos dois, dando a última golada em sua cerveja e jogando o casco de lado.

- Você consegue me entender? - Gil pergunta em inglês.

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