O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

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O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Set 02, 2016 8:19 am

Olá companheiros de jornada. Damos início a mais um ciclo de nossa crônica que já vem se desenrolando a um ano. Alguns de vocês vem participando desde o começo desta jornada, enquanto outros entraram um pouco depois. Dessa forma, eu parabenizo a todos por conseguirmos chegar a tão longe numa história que, pelo menos ao meu ver, está se desenrolado de forma surpreendente e, graças a vocês, me dando bastante prazer.

De forma geral, o que iremos presenciar a partir daqui serão eventos um pouco diferentes do que vinhamos observando nos últimos ciclos. Isto é decorrente de estamos entrando no ápice da história e outras coisas a mais que espero ver concretizando-se neste ciclo. Uma destas diferenças será exatamente no primeiro post de vocês. Como todos aqui já vem de um longo percurso (em um ano acontecem muitas coisas), o primeiro post de vocês deverá ser uma breve recapitulação do que aconteceu com os seus personagens até aqui (uma cópia barata do "a estrada até aqui" do Supernatural). Vale ressaltar que não será nada que necessite procurar no meio dos resumos que envio a cada final de ciclo, mas sim algo que venha da memória de cada um.

Portanto, amanhã irei postar a ação de vocês baseado no último post feito por cada um no ciclo passado, e suas respostas já devem começar com esta recapitulação.


E que das chamas de Edimburgo nasçam "heróis aclamados" e "proscritos escorraçados".... mas a morte final espera por ambos no fim da estrada.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Set 04, 2016 12:08 pm

Rian & Arnald Bradley:

Arnald: Olhar Aterrorizante - 0 Sucessos

Rian: Percepção - 1 Sucesso
Arnald: Percepção - 3 Sucessos



A situação não estava boa para o grupo, Marcílius entrava em uma espécie de transe ao tocar na "pele" deixada pela mulher e, pelo que foi dito por Edward, nada poderia tirá-lo de lá. Ele havia se auto-imposto a situação para tentar descobrir o que estava acontecendo ali. Na frente dos cainitas, um pequeno grupo de criaturas corria em sua direção com o intuito de um ataque frontal. Contudo a "mente" por trás daquelas criaturas estava oculta em algum lugar dentro do shopping.

Cada membro do grupo de cainitas tem um plano próprio para lidar com o que estava acontecendo. Arnald grita um ataque verbal contra a mulher enquanto tenta afugentar as criaturas, mas sem sucesso. Estas continuam a mover-se na direção dos cainitas. Na outra ponta, Rian questiona-se sobre a possibilidade de uma infração à mascara se o embate realmente acontecesse naquele lugar. Ele pergunta a Edward se não haveria problemas em usar os dons de seu clã ali.

- Esse lugar está vazio agora, e somente Roden está na sala onde as câmeras de segurança estão. Ele dará conta de tudo. Temos um plano de ação contra esse tipo de situação.

Este era o start que o Gangrel estava esperando para liberar sua besta animal. Ele concentra-se em seu sangue, pelos começam a aparecer em seu corpo. Era a terceira vez que o Karateca permitia que sua forma animal viesse a tona naquela mesma noite. Ao seu lado, Arnald dava a entender que ficaria na retaguarda protegendo o corpo de Marcílius enquanto os outros dois entravam no combate.

- Pois tenha cuidado e não permita que nada aconteça com ele. Não sabemos onde a mulher está, nem o que ela é....

Edward e Arnald rapidamente olham para trás. Uma mancha negra arrasta-se pelo chão, entrando em contato com a sombra de cada um dos quatro cainitas. Vendo que seus companheiros observavam algo, Rian via seu rosto para a mesma direção que os outros. Algo semelhante a uma gosma negra saia de dentro da sombra dos quatro.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Set 04, 2016 9:58 pm

Camille:

Camille: Desaparecimento do Olho da Mente - 4 Sucessos
Camille: Raciocínio + Furtividade - 5 Sucessos


A forma de agir do bando de Denver não era algo que Camille aceitasse com facilidade, mas somente continuar seguindo o seu caminho diria o que o futuro guarda para a pequena cainita. Talvez aquele grupo pudesse agradá-la até o final da missão e, de qualquer forma, tudo o que estava acontecendo não era mais que um retorno para suas origens... entrando novamente no Reino Unido... e dando tudo certo, talvez ela e sua mentora pudessem retornar à Inglaterra em pouco tempo. Mas agora era a hora de mostrar para o que veio. A Malkav liberava o poder de seu sangue, o que iria lhe permitir mover-se bem mais rápido, lhe permitindo terminar com o primeiro ponto da missão daquela noite.

Camille retira sua faca cerimonial do interior de seu urso de pelúcia e invoca o poder de seu sangue para lhe permitir esconder-se nas sombras da mente e olhos de seus alvos. Ela sai silenciosamente do carro, buscando um soldado que estivesse pronto para receber o beijo de sua lâmina. Olhando para um lado, Camille vê Leo aproximar-se do último jipe e três soldados saindo do carro correndo, como se algo os tivesse assustado. Leo escolhia um dos homens, cravando suas presas no pescoço do infeliz, que era arremessado no chão enquanto sangue jorrava de seu pescoço. Alguns metros antes, Denver jogava o motorista do caminhão em seu companheiro, que atirava no Ductus antes de ser acertado por seu companheiro morto. O cainita surgia de seu lado do veículo, roubava sua arma e atirava no humano.

Dois carros estavam ocupados por soldados e poderiam servir para Camille agir: um era o jipe que havia capotado; e o primeiro carro após o caminhão. No primeiro, a cainita ouvia alguém tentando chutar a porta de dentro para fora. Observando o segundo alvo, Camille via o laser vermelho de alguém apontando uma arma para as costas de Leo.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Rian em Qua Set 07, 2016 11:45 am

Sabe aquele instante em que um flashback passa em sua mente como um filme de um passado até o momento presente? Era o que acontecia comigo naquele instante. Era como se tudo no tempo ficasse quase congelado, a gosma saindo de minha sombra e as criaturas verdes vindo nos matar. Essas coisas, a possibilidade da morte final me fazia pensar.... “- O que é que eu estou fazendo aqui?”

“- Tudo tinha começado com o maldito Scott me procurando quando eu saía da casa de minha irmã. Ele me levou até Marcílius, na verdade ele tinha sido “hipnotizado” para fazer aquilo. Maldito Marcílius, começou hipnotizando um aluno meu. Foi lá que o vi pela primeira vez. Talvez desejasse nunca o ter conhecido. Na ocasião ele matava uma dessas criaturas? O que um desses verdinhos estaria fazendo do outro lado do mundo? É muito estranho, e muito suspeito por parte de Marcílius também, claro! Logo a relação entre mim e Marcílius se deteriorou. Seja pela armadilha que caí no maço de dinheiro que ele entregaria a Scott, bem com sua conduta em comprar meu ex aluno, bem como suas ofensas verbais para com minha irmã, seu jeito sombrio e ameaçador de me olhar. Mas não foi só culpa dele. Movido pela desconfiança eu acabei mexendo em seus pertences e lhe roubei uma caixa misteriosa, que eu suspeito pertencer ao povo de Caroline e talvez seja o motivo de toda essa confusão. Antes de partirmos, no hotel, ainda conheci Papa, Peter e Edward. Peter parece ser o mais centrado deles. Ainda tenho minhas reservas em relação a Edward.”

“- Finalmente decolamos e chegamos à Escócia. Logo conheci Roden. Sujeito sangue bom. Pena que não o vi mais, pois acabei caindo na armadilha de Caroline. E sinceramente? Nada me tira da cabeça que Marcílius teve sua participação nisso. No início foi divertido. Eu estava até gostando de Caroline. Contudo, logo eu descobri que ela não era a Princesa Encantada, mas sim a Bruxa. Caramba... ainda não sei como saí vivo daquela floresta sombria... Juro que por um instante eu pensei que seria meu fim, que seria lutar ou morrer. Depois disso, aprendi que não devemos confiar nem mesmo num rostinho bonito. De volta à cidade acabei encontrando o grupo de jovens da garota ruiva. Por um instante me senti um jovem do meu tempo. Tive que fazer força para não me comover pela nostalgia... Foi bom reviver aquilo. Por um instante esqueci minha maldição e só não me senti mais humano porque no momento era um cachorro. Tentei, de alguma forma atrair a garota ruiva para mim, mas ela me escapou e seu pobre amigo que encontrou seu fim vindo atrás de mim. Aquelas coisas verdes... Acabei vendo o sujeito da espada poderoso que pode estar por trás deles. Tentei encontrar Roden para avisá-lo do cara da espada, voei ao castelo para isso mas acabei encontrando Marcílius e Edward, que com certeza falavam de mim... Não deu pra pegar muito bem o teor da conversa. Mas, acabei os seguindo e acabamos aqui. Parece que Edward e Marcílius não estão exatamente traindo a Camarilla. Acho que interpretei mal alguns pontos, tudo indica que Marcílius está sendo manipulado... Eu não entendo nada dessas magias, feitiçarias... isso não é minha praia... A única coisa que eu tenho certeza é que essas coisas verdes querem nos matar, então pelo menos neste momento eu sei que esses vampiros e eu estamos todos no mesmo barco e temos que confiar um no outro para sair dessa...”



Era hora de limpar meus pensamentos e concentrar na luta. Uma das teorias das artes marciais diz que a mente do guerreiro deve estar vazia no momento de combate. Nenhum pensamento, este é o ponto chave para a vitória. Agora que tinha refletido e sabia como e porque fui parar ali, então sabia porque e como deveria sobreviver.
As criaturas avançavam. Assim que minha metamorfose se completasse, coincidentemente elas chegariam ao alcance de iniciar a batalha, portanto eu não deveria me adiantar na direção delas. Contudo, não seria tão fácil assim. Uma gosma se levantava de nossas sombras. Como eu havia dito, eu não entendo nada dessas coisas de magia... Eu não sabia o que era aquilo e o que aquela coisa tinha o poder de fazer comigo. O medo do desconhecido inundava meu coração.

No susto, eu dou um salto para o lado, no instinto de fugir daquela gosma enquanto grito para Edward, enquanto ainda podia conversar, pois logo isso não seria mais possível para mim. Minha voz já estava parecendo com um rosnado canino:
- Edward! O que é isso? Por favor me diga o que eu devo fazer!
Se tinha alguém ali que podia saber o que era aquilo e o que eu deveria fazer para evitar a gosma, esse alguém seria Edward! O outro vampiro eu não sabia quem era e ele parecia ocupado com Marcílius.

Independente da gosma, eu tinha que me preparar para o combate. E havia um ingrediente a ser adicionado assim que as criaturas verdes chegassem. Logo eu estaria mais rápido, mais ágil e forte. Contudo meu papel naquela batalha seria fundamental. Edward precisava contar comigo e eu precisava dar o máximo de minha capacidade. Se eu não fosse contido pela gosma, eu pretendia causar o máximo de estrago em quantos verdinhos fosse possível. Por isso, eu fazia mais uma vez o uso do sangue, mas desta vez para dotar meu corpo da velocidade sobre natural (Rapidez 2). Aquelas criaturas verdes logo iriam descobrir que suas presas, na verdade poderiam ser seus predadores. Contudo, se eu estivesse certo sobre isso, seria tarde demais para elas....

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Dave em Qui Set 08, 2016 2:07 am

Como se fosse por instinto, Camille via a cena de mutilação e o tiroteio, logo em seguida ela viu o laser apontando para as costas de Leo, e toda a velocidade da pequena Lunática foi posta a prova. Tão rápido quanto ela conseguia, ela foi em direção aos soldados que miravam o membro de seu bando.

Como se fosse um borrão prateado, a faca cortou o ar, e junto dele, as gargantas dos soldados. Sangue jorrava aos montes, ficando preso na lâmina, e esguichando em seu vestido.

Uma pena, pois era um dos melhores vestidos que ela levara para casa.

Assim que terminasse com os mortais, ela olhava para Léo com um sorriso na face. Não que ele fosse se ferir seriamente, mas ainda assim era algo que ele e todo o bando veria como um simbolo de Lealdade.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Undead King em Qui Set 08, 2016 10:34 am

Talvez, a pior coisa que Bradley fez nos últimos 3 dias foi ter aceitado ir para Escócia. O desespero por ter que provar ao próprio clã, provar à Camarila talvez, de que era digno de respeito como todo Ventrue o fez aceitar a proposta sem pensar muito. A viagem foi calma e ele logo foi posto em uma missâo junto de outros 3 cainitas. Arnald não teve nenhum problema com Richard e a irmã dele, mas ele não tinha se dado bem com Raphaelle. Aquela maluca sociopata ficava fazendo ameaças, falando de dor e coisas sem sentido, uma verdadeira puta. Então, eles decidiram que Bradley e a irmã do Richard iriam tentar capturar alguém de um bando do Sabá que estava ali por perto, para conseguir informações. Mas o Ventrue ficou um tempo sozinho, num recinto enquanto esperava todas a preparações serem feitas.
Michaelle, a irmã do Richard apareceu, causando uma grande melancolia no ambiente, mesmo Arnald não sabendo de onde veio tanta tristeza. Depois de uma breve conversa, eles foram na missão.
Quando avistaram o bando, Bradley ficou com raiva pelo modo aprasível de como eles agiam. Não tinham empatia com ninguém, eram apenas bestas idiotas. Ele sabia que se fossem lutar com aquele bando não sobreviveriam, então tomou uma atitude arriscada pra caralho. Deixando Michaelle surpresa, ele fingiu ser alguém de alto escalão e começou a coletar informações sem precisar lutar com ninguém, enquanto ia ao ponto de encontro. Foi então que merda começou... Chegando perto do lugar, um uivo dos infernos cortou o ambiente da floresta, e então um lobisomem surgiu de dentro do local de encotro, enquanto Richard, Raphaelle e mais um cara desconhecido fugiam dali. O bicho correue pegou a Raphaelle, e a matou com uma única mordida. Por mais que Bradley não gostasse da Raphaelle, teve um pouco de pena, que logo virou medo. Os Sabás o chamaram para lutar, mas o Ventrue entrou em desespero. Não tinha como ele ganhar daquilo, então ele correu em meio a risadado Ductus, Denver. Em meio a uma grande confusão em que eles tentaram atrair o lobisomem para ele. Bradley conseguiu fazer com que Rato, um Sabá, caisse da árvore onde se encotrava, e morrese tentando matar o lobisomem. Então finalmente, Michaelle e Richard chegaram atropelando o bicho, e o finalizaram com uma estaca no peito. Denver fugiu, e então eles voltaram para Ediburgo, e no caminho acharam uma caverna com inscrições antigas, que Michaelle disse ser de uma festa de povos antigos. Enfim chegaram na cidade, e lá eles informaram o sucesso da missão para Roden, o Xerife. Arnald não tinha nada a favor e nada contra ele, apesar de ter tentado ouvir o que ele falava no telefone. Arnald também avisou para Roden que o Sabá pderia estar sabendo do vazamento de informação, e que poderia atacar imediatamente.
Depois de uma breve conversa, Bradley se despediu dos 2 irmão e foi em direção a garagem. Foi lá que novamente a merda aconteceu: Bradley viu uma limosine perto do grupo de punks, e um braço saiu de dentro dela, com o mesmo anel do Xerife nos dedos e chamou um dos integrantes que fingia beber a vodka da garrafa. Isso não era preocupante, mas aquele braço tinha uma tatuagem dos Anarquistas. Bradley não precisou pensar muito para perceber que tinha uma puta mina de ouro nas mãos e que o Xerife era possivelmente um traidor, então Arnald se envolveu com os punks para obter informações e para isso, utilizou a Presença numa integrante. Ele se alimentou do sangue dela depois e voltou para o estacionamento onde estavam os punks. Depois de um bom papo na praça de alimentação com o líder, algo quebrou o o planejamento do cainita. Uma mulher chegou, dizendo que a cidade estava pegando fogo, e Bradley foi chamado na recepção. Ele olhou para trás quando ouviu um barulho metálico vindo de onde ele tinha vindo. A mulher havia decapitado Emet,o líder dos punks, e fez uma fumaça negra surgir e matar varias pessoas sufocadas. No meio daquela confusão toda, Bradley ofendeu o Xerife propositalmente, e enfim ficou na situação que estava agora, com criaturas verdes escrotas e uma piranha que mexe com fumaça. Arnald tinha certeza, era merda pra caralho tudo o que ele passou nesses 3 dias, e parecia que não ia parar por ali.
As criaturas continuavam avançando, sem medo do cainita. Ele ficava ao lado do Marcílius, tentando ver de onde a vadia poderia surgir. Bradley percebe que uma espécia de fumaça-gosma está indo em direção a eles, mas não havia nada que ele podia fazer a não ser daralguns passos para trás. Ele nem sabia que droga era aquela! O outro cainita já fazia a pergunta que Arnald pretendia fazer, o que adiantava a vida dele.
Por um pouco de intuição, talvez pelo fato da mulher ter feito surgir uma fumaça parecida com aquela, o Ventrue desconfiava que aquela merda fosse a mulher, mas não tinha certeza. Tentava usar o dom da presença naquilo (3), mesmo não esperando um resultado positivo. Era uma das únicas coisas que elepodia fazer além de ouvir as dicas do companheiro do cainita Rian.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Set 11, 2016 12:31 pm

Rian & Arnald Bradley:

Arnald: Percepção+Prontidão - -2 Sucessos



Naquele momento, ambos os cainitas remontam sua trajetória. Talvez ter aceitado vir à Escócia não tenha sido uma escolha tão acertada, mas tudo remonta o aqui e agora. Na frente, inimigos, em suas costas, possivelmente mais inimigos. Os três vampiros saltam para trás ao ver a gosma espalhando-se pelo chão, contudo suas sombras não movem-se. Na realidade elas parecem estar coladas na gosma, estendendo-se desde o corpo dos cainitas até o lugar onde a gosma sai do chão. Somente Marcílius não afasta-se, o que o torna um alvo fácil.

- Bradley, você escolheu ficar com o Marcílius, então cuide dele até que acorde. Se algo acontecer com esse cara, você acabará tendo de enfrentar as consequências com pessoas muito mais importantes do que possas imaginar. - Começava Edward a explicar o plano de ação para os dois neófitos. - Rian, acredito que em sua forma animal, se bem me lembro de como estavas quando o encontramos do lado de fora da floresta, podes dar conta dessas criaturas até eu ter a certeza do que fazer com essa gosma. Não temos muito tempo a perder, inimigos na frente e atrás não são um bom sinal, principalmente porque não sabemos onde a mulher está e o que ela pode fazer.

Arnald tenta usar seus dons vampíricos na gosma, mas em nada resulta. Ao seu lado, Rian despende mais de seu sangue para aumentar sua velocidade. Sua forma animal também está quase completa, o corpo do Gangrel não aguenta mais estar nas duas pernas e cede, levando-o ao chão. Garras saem de suas patas.

- Aproveite que eles estão presos entre as mesas. Arranque logo a cabeça de um deles. - Dizia Edward a Rian.

Aos poucos o líquido começa a solidificar, formando algo semelhante a um tentáculo, que estende-se até a cabeça de Marcílius. Edward pula na direção de seu companheiro, agarrando-o e jogando-se no chão, o retirando da linha de frente do ataque da coisa. Mais um tentáculo se forma... um terceiro, quarto... no total oito tentáculos se saem do chão a partir da gosma, cada um com aproximadamente dois metros. Eles movem-se no ar como uma serpente ao rastejar pelo chão, sempre ondulando.

- Droga Bradley, eu te disse para ficar de olho no Marcílius. Se isso chegar a uma certa pessoa, você estará mais ferrado do que imaginas. Eu ficarei com Marcílius agora, enquanto tento dar um jeito nessas coisas. - Dizia ele enquanto um dos tentáculos "voa" em direção a seus pés. O Cainita abre sua mão, e com a ponta dos dedos ataca o tentáculo, o cortando ao meio. Um buraco é aberto no chão pela força colocada no golpe de Edward após seus dedos perfurarem o piso. - Vão!

As criaturas verdes estão agora a poucos segundos.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Rian em Ter Set 13, 2016 9:21 am

Se Edward que era o mais velho ali também não tinha certeza do que podia fazer com a gosma, isso significava que era algum "truque" realmente pouco conhecido que nos colocava em desvantagem. Por outro lado eu sentia minha boca querendo sorrir, após ele me dar o aval para o ataque. Era tudo o que eu precisava ouvir. Ao que parece o vampiro Arnald ficaria encarregado em proteger Marcílius e Edward tentaria fazer algo contra a gosma, ao passo que meu papel era cuidar dos verdinhos. Ótimo, agora que eu tinha um objetivo, era cumpri-lo.

Sintia minha metamorfose se completar. Mais uma vez eu me transformava em um cachorro grande, para os padrões de um cão. O sentido do olfato ficava aguçado. Sentia minha velocidade, minha agilidade  e meus atributos físicos de uma forma geral aumentarem bastante. Naquela noite eu havia usado essa forma animal diversas vezes. A forma do cão e do morcego proporcionavam diferentes sentidos aguçados. Talvez, por usá-los tanto em uma noite só, eu acabei descobrindo o "padrão" dos sentidos aguçados e agora saberia como usá-los mesmo fora da forma animal. Eu havia descoberto uma nova disciplina. Eu não sabia, mas os vampiros a chamavam por Auspícius.

Como um cão de guarda que vigiava seu território, eu rosnava para as coisas verdes, e em seguida os atacava. Fazia como Edward aconselhara. Fazia todo o possível para levar à destruição, com minhas garras, o verdinho que estivesse mais próximo. Talvez eu pudesse destruir até mais de um em um único instante. A rapidez somada à minha velocidade dobrada da forma do pastor me transformava num predador extremamente rápido que desaparecia do lugar onde eu estava e já surgia em cima do primeiro verdinho que seria atacado. Concomitantemente eu jogava mais sangue para continuar me movimentando de forma sobrenatural (Rapidez 2).

OFF: Fuuma, quero gastar quantos turnos da rapidez forem necessários para destruir a primeira coisa verde. Se sobrar movimentos da rapidez eu ataco outro monstrinho verde.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Undead King em Dom Set 18, 2016 11:19 am

Seja lá o que era aquela maldita gosma, Arnald pelo menos tinha certeza que ela tinha algum tipo de "natureza" com as sombras, visto que ela parecia se fundir com as sombras deles. Isso não o acalmou, eles pareciam estar sendo cercados o que provocava um certo desconforto. O tal do Rian parecia estar virando algum tipo de lobo (más lembranças vinham à mente do Ventrue), enquanto Edward falava que o Marcílius era importante. Arnald não prestou atenção o suficiente naquela gosma sombria, aqueles bichos escrotos pareciam uma ameaça maior, até que uma espécie de tentáculo surpreendeu Arnald, que ficou sem reação, mas para o alívio dele Edward foi mais rápido, e conseguiu retirar Marcílius do meio do caminho. Bradley não sabia que podia carregar Marcílius, ele pensava que aquele ritual com a boneca, ou seja lá o que ele estava fazendo, não podia ser interrompido. - Quer que eu faça o que?! Eu nem sei o que está acontecendo Edward. Merda, carrega ele então!! - O cainita começava a sentir um desespero dentro de si. Olhava para os lados tentando ver o que poderia fazer, mas nada vinha em sua mente. A reputação de incompetente na Camarilla iria ficar agravada por que ele não conseguia fazer absolutamente nada! Ele não era bom de briga, e estava se sentindo impotente em meio ao Edward e ao Rian. Mas o que ele poderia fazer? Lutar não era o seu melhor campo de atuação. Talvez... Se ele pudesse desviar o foco de atenção das criaturas para ele, conseguisse dar uma vantagem para o Rian, assim ele poderia pegar um por um sem ser incomodado. Olhava rapidamente o ambiente tentando achar algum possível objeto que o possa ajudar, e então, se afastando das sombras e melhorando sua agilidade (1PDS Destreza), berrava, enquanto tentava fazer barulho com as mesas, cadeiras ou qualquer coisa perto. - SEUS MERDAS!!! VENHAM PRA CIMA DE MIM!!! VOU MATAR VOCÊS PRIMEIRO E DEPOIS VOU ACABAR COM A VIDA INUTIL DA VAGABUNDA DA SUA MESTRA!!! AHHHHH, ME PEGUEM SEUS ALEIJADOS DO CARALHO!!! - Bradley então saia correndo berrando que nem um maluco, com o máximo de força que conseguia, derrubando e fazendo barulho para tentar chamar a atenção daqueles bichos para cima dele. Ele esperava que desse certo, além de sua vida em risco, sua chance de provar à Camarilla de que era merecedor de respeito também estava.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Set 20, 2016 12:26 am

Rian & Arnald Bradley:

Rolagem de Dados Rian:

Rian: Iniciativa - 9, 2, 5, 9, 9, 2, 8 - Total: 44
Criatura: Iniciativa - 10, 5, 3 - Total: 18

Rian: Patada - 2 Sucessos

Rian: Dano - 2 Sucessos + 1 Automático


Rian: Mordida -  6 Sucessos

Rian: Dano - 1 Sucessos + 1 Automático


Rian: Absorção de Dano - 2 Sucessos



Rian estava pronto. Sua transformação estava completa. Tudo o que ele esperava era o aval de Edward para começar o ataque, e este veio um pouco antes do vampiro ajudar o seu companheiro Marcílius. O Gangrel corre para cima das criaturas antes que elas conseguissem sair do emaranhado de mesas e cadeiras, o que dava vantagem ao Karateca. Rian pula em cima da última mesa que deveria ser transposta pelos "verdinhos", o que o coloca bem na altura da cabeça de seus oponentes. Eles estavam completamente desorganizados, dois vinham à frente, enquanto os outros seguiam um pouco mais atrás formando um amontoado de criaturas estranhas que derrubavam mesas e cadeiras enquanto gritavam algo como o som de um Velociraptor do filme Jurassic Park.

O primeiro oponente chega à mesa de Rian tentando perfurá-lo com suas garras, mas o Gangrel é mais rápido e corta seu rosto de ponta a ponta. Um líquido branco escorre por sua face junto com um grito de dor que escapa por sua boca. Do outro lado, Bradley começa a gritar e jogar as cadeiras para fazer barulho e chamar a atenção dos seres. Isso abre o espaço necessário para Rian morder o pescoço da criatura. A selvageria do Gangrel é tamanha que os músculos do pescoço de seu oponente soltam-se e sua cabeça cai inerte no chão. O líquido branco espalhasse pela boca do Cão, deixando-o com um leve formigamento.

Vendo que os inimigos agora estavam prestando atenção no Arnald, Rian salta no segundo monstro mordendo sua "mão" e a arrancando fora. Mais um grito de dor, o líquido branco escorre pelo focinho do Gangrel, que sente um ardor no local por onde o líquido escorre.

Um pouco afastado, Arnald vê o primeiro inimigo sendo morto e Rian pulando em cima do segundo oponente. Um dos "verdinhos", como Rian os chamava, seguia em sua direção, transformando-o no novo alvo. O segundo corria também atrás dele. O Ventrue continua correndo e chamando atenção dos seres. Contudo a praça de alimentação forma um círculo, e em poucos metros as únicas possibilidade serão: voltar, ir para o meio das mesas ou continuar o círculo e voltar ao ponto onde Rian estava atacando o segundo monstro e um terceiro aproximava-se dele.

Edward retirava um cano de metal que servia como apoio para um cartas de um dos restaurantes e enfiava em outro tentáculo, o destruindo. Um sorriso se forma no rosto do cainita, que rapidamente destroi mais dois braços.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Rian em Sab Set 24, 2016 9:55 am

Eu já não estava mais aguentando me segurar. "-Finalmente um pouco de emoção". Me lançava com toda fúria sobre um dos verdinhos. A Forma da Besta me concedia uma vantagem física incrível e eu mesmo ficava admirado com tamanha força e destreza que aquela forma de combate me proporcionava. Mesmo com aquele som sinistro que as coisas verdes emitiam, parecendo um dinossauro, não foi difícil arrancar a cabeça do primeiro verdinho. Contudo, o líquido branco que saía dele formigava em minha boca e eu soltava um latido de dor como um cachorro que levava uma pedrada. O mesmo se repetia quando eu arrancava a pata do segundo verdinho. Um latido de dor ecoava junto com meu rosnado. "-cain! cain!"

Após atacar o segundo verdinho e sentir aquele líquido branco me incomodar eu observava que o Arnald estava tentando fazer algo para ajudar. Edward estava lutando contra a gosma negra. Com um olhar altivo eu analisava a situação, tentava observar se naquele instante o vampiro Arnald corria risco de ser atacado pelos verdinhos ou se ele ainda tinha alguma distância dos monstros. " - Bom, ao que parece esse líquido branco me faz mal. Isso significa que nos próximos ataques terei que usar apenas as garras. Morder não é uma boa ideia."

Mais uma vez eu fazia uso da minha velocidade sobrenatural (Rapidez). Antes de agir eu concentraria meu sangue, tornando meus músculos mais potentes, com a finalidade de acabar logo com aquele combate (+1 Força). Tentaria liquidar de vez com aquele verdinho desferindo-lhe garradas com toda a minha força. Com a ajuda da disciplina Rapidez eu alimentava a esperança de que, se o Arnald conseguisse distrair aqueles dois verdinhos por mais alguns segundos, eu poderia ter tempo suficiente para atacar o próximo monstro que estava se aproximando de mim. Se eu conseguisse fazer isso, Arnald poderia correr para o meu lado em segurança e, talvez, quem sabe eu poderia tentar intimidar os dois últimos verdinhos restante rosnando, latindo e eriçando meus pelos. Quem sabe, essa visão aliada com o cenário dos outros verdinhos mortos poderia intimidá-los, se é que eles tivessem um mínimo de inteligência.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Undead King em Seg Set 26, 2016 9:51 am

Arnald não conseguiu conter o sorriso de alegria quando viu que conseguira chamar a atenção das criaturas ala dinossauros, mas esse logo se desfez, e Bradley continuou gritando e jogando as coisas para atrapalhar a investida dos bichos nele. Olhou rapidamente para o Rian, que agora era um lobo.. o Ventrue não sabia como ele conseguia se transformar, e no momento nem queria saber. O que realmente importava era que ele estava conseguindo lidar com os verdinhos que ficaram. Seu olhar se desviou para Edward que também parecia não estar tendo problemas, parecia que já havia destruido 3 ou 4 daqueles tentáculos das sombras. Arnald sentiu um pouco de alívio, logo ele teria algum reforço de qualquer um dos lados.
O Ventrue tinha o plano de chamar a atenção dos bichos, distraí-los enquanto Rian acabava com o resto, mas ao mesmo tempo não se afastando muito do vampiro. Preferiu então ir para o meio das mesas, onde poderia atrasar o avanço das criaturas, que já eram lerdas. Ele tinha que ser rápido, se afastou um pouco dos verdinhos e então começou a recuar enquanto jogava as mesas e cadeiras no chão para formar uma barreira contra eles. Quando ficasse numa posição "segura", Arnald tentaria jogar as cadeiras e mesas que não faziam parte da barreira em cima dos verdinhos, e aumentava sua força para garantir uma eficácia maior (1PDS) - Edward, Rian!! Se depois que terminarem aí, vocês puderem me..(joga cadeira) Arrgh!! Me ajudar, ficaria agradecido!!
(OBS: A barreira que Arnald que fazer não é em volta dele, circular. É mais um amontodado de cadeiras e mesas em linha reta, 2 a 3 metros. Ele vai tentar fazer o máximo que puder em pouco tempo, até 2 ações a mais por turno se necessário rolar dados pra isso.)
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Set 28, 2016 2:03 am

Rian & Arnald Bradley:

Rolagem de Dados:


Criatura: Iniciativa - Total: 22
Rian: Iniciativa - Total: 49

Rian: Patada - Total: 3 Sucessos
Rian: Dano - Total: 4 Sucessos


Rian: Absorção de Dano - Total: 0 Sucessos


Criatura: Iniciativa - Total: 15
Rian: Iniciativa - Total: 36

Rian: Patada - Total: 0 Sucessos


Criatura: Garras - Total: 3 Sucessos
Rian: Esquiva - Total: 0 Sucessos

Criatura: Dano - Total: 1 Sucesso
Rian: Absorção de Dano - Total: 1 Sucesso



Arnald: Arremessar mesas - Total: 0 Sucessos

Rian: Vitalidade -1 (Agravado)

Novamente as grandes habilidades de Rian o auxiliam no embate. Antes que a criatura pudesse pensar em se mover, o Gangrel já usava suas garras para desferir mais um golpe no abdome da criatura, que, assim como as anteriores, urra de dor. A força do golpe é tamanha que abre a barriga do ser, derramando no chão algo que poderia ser seu intestino. A criatura cai para trás morta. Com a barriga aberta, Rian consegue precisar que a anatomia do ser é extremamente simples. Somente algo que parecia um coração, e mais alguns órgãos minúsculos compunham o interior do ser. Mais daquele líquido branco escorre, espalhando-se pelo chão e formando uma poça ao seu redor.

Ao colocar a pata no chão, Rian sente uma dor absurda. Ao levantá-la, ele percebe que sua pata está em carne viva. Os pelos haviam sumido por completo e o tecido que recobre seus músculos sumiram por completo. Independente da dor, resolver aquela situação é mais importante para o Gangrel. Vendo que Bradley havia conseguido separar o grupo de criaturas, ele segue para o seu último atacante. O Gangrel salta em direção a seu oponente. Suas garras estão prontas para estraçalhar a criatura, que mesmo tendo visto seus companheiros despedaçados no chão não demonstrava nenhum sinal de que estaria pensando em recuar. Contudo, ao pisar com a pata ferida, Rian não consegue continuar seu percurso, o que o impede de prosseguir com seu ataque. Contudo, a criatura viu nisso uma abertura para o ataque e lançou suas garras na direção do Grande Cão.

Apesar de sentir o poder do golpe que estava por vir, a sensação que o Gangrel teve não foi maior do que se uma formiga o tivesse mordido. A criatura não entendia o que estava acontecendo. Ela puxava suas garras para próximo do rosto e girava a mão, como se procurasse por algo.

Embora não possua grandes habilidades físicas, a mente rápida do Ventrue o levou a um bom plano de ação. Enquanto corria pelo lugar, Arnald vê a segunda criatura urrar de dor e cair sob os pés, ou patas, de Rian. Contudo, não era hora para deixar-se levar. Haviam mais duas criaturas perseguindo o Ventrue, Rian ainda tinha um oponente, e Edward enfrentava os tentáculos enquanto protegia Marcílius. O último estava deitado no chão, como uma estátua. Suas mãos estavam exatamente na mesma posição. Correndo para o meio das mesas, Arnald potencializa sua força, utilizando-se disso para formar uma barreira entre os 'verdinhos' e ele.

As criaturas esbarram nas mesas e cadeiras, o que impede sua passagem. Com isso pronto, Arnald começa a arremessar nas criaturas as mesas e cadeiras que não faziam parte de sua proteção, o que infelizmente não parece surtir nenhum efeito nas criaturas, que agora estão a pouco mais de dois metros do vampiro. Olhando para seus companheiros, Arnald percebe a presença da mulher, que aparece atrás de Edward com um punhal na mão.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Undead King em Dom Out 02, 2016 10:12 am

Mesmo jogando as cadeiras e mesas nos verdinhos, eles não se machucavam. Eram mais resistentes do que Arnald achava, e isso poderia ser um problema. Um puta problema, agora que eles estavam bem próximos do cainita. Ele sabia que um embate direto contra apenas 1 poderia ser fatal, imagine contra 2. O Ventrue estava próximo de jogar mais uma cadeira nos bichos, quando percebeu uma movimentação estranha.. Virou o rosto para ver o que era, e então viu a mulher pronta para apunhalar pelas costas o parceiro do Ventrue - MERDA!!!! EDWARD!!! ATRAS DE VOCÊ!!!! - Arnald gritou em um ato reflexivo ao que viu. Se a moça olhasse para ele, ele tentaria usar o dom da presença (3) para tentar controlá-la, pelo menos temporariamente. Mas caso ela o ignorasse, Bradley correria com a cadeira na mão até alcançar ela, e quando estivesses numa distância consideravelmente pequena, ele arremessaria a cadeira com toda a força em cima dela. Ele não podia deixar Edward se machucar, isso faria com que ele e Rian ficassem em uma grande desvantagem. (1PDS Destreza.)
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Rian em Dom Out 02, 2016 10:09 pm

Entre a ferocidade de um e outro ataque eu acabava soltando um latido de dor. Minha pata estava bastante machucada. Atacar aqueles verdinhos era como uma espada de dois gumes. Parecia que não tinha como matá-los sem que eu também me machucasse, embora a anatomia deles fosse muito simples. Ainda restavam dois deles que estavam querendo pegar o vampiro Arnald e o outro com o qual eu estava lutando. Minha mente estava concentrada agora naquele que agora estava à minha frente. Ele tinha conseguido me acertar, embora não o suficiente para me machucar. Eu sentia que meu sangue estava ficando escasso em meu corpo e a Besta começava a urrar de fome. Isso era um mal sinal. Significava que eu precisava parar de gastar o sangue no combate, caso contrário eu apenas criaria um problema a mais para Edward, Arnald e Marcílius, este último nem poderia se defender caso algo desse errado.
"- E o pior de tudo é que ainda tem 3 deles vivos! Ah, que droga!"

O monstro verde olhava sua pata como se procurasse por algo errado. Era a oportunidade perfeita para arrancar sua cabeça fora, enquanto ele estava distraído. No entanto, algo também chamava minha atenção para fora da batalha. O vampiro Arnald gritava com Edward, como se ele estivesse em perigo. Ao olhar para Edward, via que alguém estava pretendendo apunhalá-lo pelas costas. Arnald corria na direção da mulher. Eu também tinha que ajudar, mas Edward tinha me incumbido de uma tarefa... e eu precisava terminá-la, pois com certeza ele contava com isso. Aproveitando a distração do verdinho eu desfiro duas garradas* em sua cabeça. Tentaria evitar o contato com o líquido branco a todo custo. Se eu tivesse sorte e conseguisse destruir aquele verdinho na primeira garrada, eu poderia ainda correr na direção da mulher e pular sobre ela derrubando-a no chão com minhas patas em seus ombros. Mesmo sem rapidez, minha metamorfose canina me concedia uma velocidade impressionante. Se estivesse com sorte, poderia alcançá-la antes que ela chegasse a Edward.


*Ação múltipla. Quero dividir minha ação em duas para tentar dar duas patadas no verdinho. Se ele morrer na primeira, também tentarei ajudar Edward. Se ele não morrer na primeira patada, serei obrigado a tentar a segunda também.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Out 03, 2016 12:17 pm

Rian & Arnald Bradley:

Jogada de Dados Arnald:


Arnald: Arremessar Arma - 3 Sucessos

Arnald: Dano - 3 Sucessos
Mulher: Absorção de Dano - 3 Sucessos


Jogada de Dados Rian:


Rian: Iniciativa - Total: 38
Criatura: Iniciativa - Total: 12

Rian: Patada - 1 Sucessos
Rian: Dano - 3 Sucessos

Rian: Patada - 2 Sucessos
Rian: Dano - 2 Sucesso


Rian: Vitalidade -1 (Agravado)

Os ataques de Arnald contra as criaturas não surtiam efeito, e agora mais um problema surgia. A mulher que cortara a cabeça de Emet estava atrás de Edward segurando uma faca. Ela passava por Marcílius, que ficara no chão atrás de Edward sendo protegido por ele, levantava a faca preparando para enfiá-la no coração do vampiro. O Ventrue grita para o cainita avisando do ataque. Neste momento, tanto Edward quanto Rian olham para trás, percebendo a presença da mulher. Esta estava tão compenetrada em seu objetivo que nem percebe que o vampiro havia gritado. Contudo, o movimento brusco de Edward em olhar exatamente para o local em que a mulher estava faz com que ela de um salto para trás.

Uma vez que Edward parou de olhar para os Tentáculos, ele não conseguiu precisar o próximo ataque, sendo acertado na perna e caindo ajoelhado no chão. Um segundo tentáculo prende-se em seu pescoço e começa a apertá-lo enquanto os outros estão abrindo os seus braços e puxando-os para trás. Vendo o que está acontecendo, Arnald deixa seus inimigos de lado e corre em direção a Edward lançando uma cadeira na mulher. Esta acerta no peito da mulher que aproveitando o fato de Edward estar preso, caminhava em sua direção sorrindo, e neste momento ela percebe a presença do cainita. Seus olhos mostram um ódio tremendo e Arnald pode ter a certeza que se ela conseguir alcançar-lhe, a morte não será a única coisa que o espera.

Vendo tudo aquilo acontecer, Rian volta sua atenção ao 'verdinho' à sua frente. Ele quer acabar rapidamente com aquele embate para poder dar suporte a seus companheiros. Contudo, a Sede começa a falar e o Gangrel tem de refrear o seu gasto de sangue. Com sua força sobrenatural, Rian ataca diretamente a cabeça da criatura. A primeira patada é o suficiente para deixar o ser desnorteado, seu pescoço vira para o lado, formando um ângulo completamente bizarro, mas a criatura não se rende e continua em pé. Dessa forma o Gangrel ataca novamente, jogando a criatura no chão com a força de seu golpe. A cabeça do ser é jogada para longe, onde os dois perseguidores de Arnald estão, e sangue jorra pelo buraco criado no pescoço na vítima.

Arnald continua aproximando-se de Edward quando percebe uma leve movimentação no chão. Ao lado da mulher, Marcílius havia acabado de soltar a 'pele' que havia ficado presa entre suas mãos desde o início de seu transe. Os olhos do Vampiro se abrem e este pisca para Arnald. A mulher continua avançando, como se o ataque de Arnald não tivesse surtido nenhum efeito. Quando ela passa por Marcílius, este levanta-se, a desarma e morde seu pescoço. Sangue escorre pela boca do vampiro através do pescoço da mulher. Ela grita. Ao mesmo tempo, escapa pela garganta de Edward um som de dor aguda, como se o tentáculo o apertasse com mais força.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Rian em Ter Out 04, 2016 2:37 pm

A criatura era mais forte do que eu esperava. O primeiro golpe, embora forte o suficiente para virar seu rosto, se é que eu poderia chamar aquilo de rosto, não era suficiente para destruí-la. Eu não poderia ajudar os meus companheiros tão rapidamente como eu tinha suposto inicialmente e sou obrigado a prolongar o combate. Por sorte eu tinha feito um esforço extra para realizar um ataque duplo no tempo de um ataque. Conseguia acertar o segundo golpe. Desta vez a criatura não suportava o impacto da minha patada, sua cabeça era arrancada e voava para perto dos outros verdinhos. Se eu pudesse rir um sorriso surgiria em meu rosto. Estava feliz pelo resultado do meu ataque. Mais um monstro era destruído. Restavam dois e a misteriosa mulher que tinha surgido e que eu não fazia ideia de quem era, apenas de que era uma inimiga, pois pretendia matar Edward.

Agora eu observava o quadro da situação. Marcílius estava de pé, mordendo o pescoço da mulher! "- Caralho! Antes de atacar o verdinho, ele ainda estava no chão! No prazo que concentrei no ataque, foi o suficiente para ele levantar e surpreendê-la! Edward por outro parece estar sofrendo..." O vampiro Arnald tinha conseguido fazer alguma coisa para evitar que ela matasse Edward, embora concentrado em minha luta eu não tinha visto o que ele tinha feito... Mas Edward, ainda parecia precisar de ajuda. Aquela gosma negra da qual eu havia fugido estava a torturá-lo. Aproveitando que restam apenas dois verdinhos e que a experiência tinha demonstrado que eles se locomoviam devagar e desajeitadamente, meu plano agora era aproveitar que Marcílius estava a cuidar da mulher e ajudar Edward dando uma patada na gosma negra que eu percebesse que estava a lhe prender um dos braços. "- Quem sabe se eu rasgar com minhas garras essa coisa negra que o segura, ele possa se libertar..."

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Undead King em Qui Out 06, 2016 9:28 am

Bradley sorria por ter conseguido salvar a vida de Edward, mas logo ele percebia que só tinha arrumado um problema maior pra si e para Edward. Ele era pego por aqueles tentáculos e começava a ser estrangulado. Aquela mulher vindo em sua direção, com aquela cara ameaçadora e uma adaga pronta pra apunhalá-lo.. Arnald usou o seu máximo de habilidade que tinha e conseguiu acertar a mulher. Aquilo tinha salvado Edward, pelo menos por enquanto, ele estava ainda sendo estrangulado. E agora aquela vadia estava vindo para cima do Ventrue. O cainita recuava um passo enquanto tentava canalisar o sangue para aumentar sua agilidade (1PDS destreza) - Ei ei, calma aí! Não podemos negociar? Você solta o cara e nós fazemos vista gross... - Arnald olhava pro lado e via Marcílius ali. O vampiro acordava do transe e piscava para ele. O Ventrue percebia o que ele pretendia fazer, e não conteve o sorriso de alívio. Com uma habilidade gigante, ele desarmava a mulher e a mordia. Aquele sangue escorrendo.. o cheiro que entrou pelo nariz atiçou a besta, que rugiu com fome, mas Bradley manteve o foco. Ele pretendia se alimentar da mulher sim, mas depois. Rapidamente o Ventrue pegava a adaga do chão ,aproveitava que a mulher estava desnorteada e apunhalava o coração dela com a própria adaga. Se ela entrasse em torpor, o Ventrue não resitiria e morderia o peito da moça e beberia o sangue dela até se sentir alimentado, não se importando com quem estava vindo ou com Edward. Ele preferia saciar sua besta antes dela se tornar incontrolável
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Out 09, 2016 9:19 pm

Rian & Arnald:


Rolagem de Dados Arnald:


Arnald: Empalar - 2 Sucessos
Arnald: Dano - 0 Sucessos
Mulher: Absorção de Dano - 3 Sucessos

Arnald: Percepção - 0 Sucessos

Tentáculo: Agarrar - 2 Sucessos
Tentáculo: Dano - 5 Sucessos
Arnald: Absorção de Dano - 4 Sucessos



Rolagem de Dados Rian:


Rian: Patada - 4 Sucessos
Rian: Força - 4 Sucessos
Tentáculo: Força - 2 Sucessos




A batalha chegava em seu momento crucial. Marcílius acordava e paralisava a mulher, Edward estava preso pelos tentáculos, Rian conseguia matar três das cinco criaturas e Arnald corria em direção ao cainitas escoceses com o intuito de empalar a mulher que havia cortado a cabeça de Emet. Aproveitando-se da lentidão dos 'verdinhos', Rian corre em direção aos companheiros para ajudar Edward a livrar-se de suas amarras. O pesquisador estava completamente preso pelos tentáculos, que cada vez mais o apertavam. Seu pescoço começava dobrar em um ângulo completamente estranho. Se este não fosse um imortal, ele certamente já estaria morto.

Arnald, por sua vez, foca-se completamente em acertar o coração da mulher, mas a faca só consegue cortar a roupa dela. Era como se uma armadura protegesse o corpo da mulher. Contudo, este não percebe que um dos tentáculos solta a cintura de Edward e estende-se até o peito do cainita, o agarrando. A dor é grande. O cainita sente suas costelas moverem-se ao ser comprimidas pelo tentáculo.

Rian consegue aproximar-se dos tentáculos que prendem o corpo de Edward, e agora também Arnald. Ele encontra um dos tentáculos que prendem os braços do cainita e o ataca com toda a força, o rompendo. Agora o braço esquerdo de Edward estava livre, e ele o utiliza para pegar o cano que estava no chão. O cainita gira a cabeça um pouco para o lado e consegue forçar o cano entre o tentáculo e seu pescoço. Soltando o cano, ele soca com toda a força o tentáculo que prende a sua perna. Com o impacto, o tentáculo rasga-se como um tecido.

Atrás do grupo, que agora está todo reunido no mesmo lugar, as últimas duas criaturas estão a 3 metros de distância, saindo da área de mesas e cadeiras, o que aumentará sua velocidade de movimentação.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Rian em Dom Out 09, 2016 10:31 pm

As características físicas da fera na qual eu havia me transformado eram incríveis. Eu podia me mover tão rápido que podia ajudar meus amigos antes que as coisas verdes chegassem. Eu corria em direção àquele lugar preenchido pelas gosmas negras. Algo sinistro estava ali. Eu podia palpitar que aquela mulher tinha haver com aquelas coisas esquisitas que eu nunca tinha visto. O medo e a dúvida pairavam em meu coração enquanto eu corria na direção das amarras de Edward. Mas a necessidade a a vontade de ajudá-lo era maior do que o medo do desconhecido. Edward estava em maus lençóis, e precisava da minha ajuda.

Uma patada.... e minhas garras cortavam aquela coisa negra! Era o suficiente para que ele conseguisse se soltar. Edward era um vampiro terrível. Ao vê-lo destruir o restante das gosmas negras com tanta facilidade eu ficava feliz por não ser seu inimigo. O vampiro Arnald ficava preso. Eu pretendia ajudá-lo também, mas os verdinhos estavam chegando. Eu não conhecia os perigos daquela gosma negra, mas os verdinhos eu sabia como eles eram perigosos. Talvez eu pudesse ajudar o grupo chamando atenção dos verdinhos para mim. Se um deles resolvesse atacar Arnald, que estava preso, seria muito perigoso. Contudo, eu sabia que se eu ficasse preso ali também seria perigoso para mim. Observo rapidamente para ver se nenhuma daquelas gosmas negras tentavam me prender e corro na direção dos verdinhos tentando iniciar a batalha contra eles o mais longe possível daquelas gosmas sombrias.

Antes de iniciar a batalha tentava identificar se aquelas coisas negras exalavam algum odor ou emitiam algum som. Manteria meus sentidos antenados para tentar não ser laçado de surpresa (Auspícius 1). Se isso acontecesse, com os verdinhos ali, seria péssimo! Finalmente, me lançava em mais um ataque. O uso da velocidade sobrenatural seria imprecindível agora. Contudo, poderia se tornar um problema ainda maior. Eu estava à beira de perder o controle sobre a besta. Tentava um ataque que um pouco antes tinha dado certo. Tinha esperança de que eu conseguiria repetir a façanha. Eu sentia que a luta contra os dois últimos verdinhos seria mais difícil do que as três primeiras, pois eu tinha dois inimigos simultâneos e não tinha mais a Rapidez, pelo menos não sem um provável alto preço a se pagar... Precisava sair vivo dali... precisava ver minha irmã mais uma vez (amor verdadeiro). Começava a lembrar da minha irmã. Ela estaria me esperando, mas para isso eu precisava sobreviver. Não podia morrer ali....
"- Irmã.... Claira..."
Um rosnado forte e bravo saía por minha boca, quase que sem querer. Eu atacava o verdinho mais próximo dando-lhe duas garradas na cabeça. Intuitivamente eu seguia a dica de Edward. Era como se eu pudesse ouvir suas palavras novamente quando ele me disse para arrancar logo a cabeça de um deles. E assim eu fazia. Um ataque duplo. Eu sabia que o outro verdinho iria me atacar. Por isso, eu já me preparava para o pior. Preparava-me para esquivar do seu ataque. Colocava nessa esquiva a determinação e a esperança em ver minha irmã mais uma vez.... Eu sabia que não poderia ser atingido**. (-1FV).

*Ataque múltiplo no primeiro verdinho.
** -1FV para esquivar do ataque do verdinho que eu não ataquei.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Undead King em Dom Out 16, 2016 3:33 pm

Arnald quase nunca usou qualquer tipo de arma branca na sua vida e não-vida. Mas ele teve um bom desempenho para quem não usava isso, embora ele não contasse com a resistência da vagabunda. O golpe pareceu não fazer nada com ela. Arnald ficou intrigado por um segundo, tempo suficiente para ele não perceber que havia um tentáculo prestes a agarrá-lo.
- Arrrrrrgh!!!! Merdaaaa!!! Filha da puta, filha da putaaaaa!!! - A visão de Arnald turvou quando ele sentiu o puxão que daquela coisa nas suas costelas. Uma dor aguda, de ossos prontos para se deslocarem do lugar, com força suficiente para matar um humano normal. Se não fosse a resistência sobrenatural dele, com certeza teria ficado todo quebrado com aquilo. A dor aguda de primeiro momento passou, e com a saída dela, Arnald tentou utilizar a adaga para cortar o tentáculo, se necessario atacaria mais uma vez para se livrar daquilo.
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Fuuma Monou em Dom Out 23, 2016 3:05 pm

Arnald Bradley & Rian:

Rolagem de dados Arnald:


Arnald: Atacar com Faca - 1 Sucessos
Arnald: Dano - 3 Sucessos
Tentáculo: Absorção de Dano - 2 Sucessos

Arnald: Atacar com Faca - 1 Sucessos
Arnald: Dano - 1 Sucessos
Tentáculo: Absorção de Dano - 2 Sucessos

Tentáculo: Dano - 3 Sucessos
Arnald: Absorção de Dano - 3 Sucessos


Rolagem de dados Rian:


Rian: Atacar - 0 Sucessos

Rian: Atacar - 1 Sucesso
Rian: Dano - 3 Sucessos

Critaura: Ataque - 2 Sucessos
Rian: Esquiva - 2 Sucessos



A pressão sobre o tórax de Arnald é indescritível. O tentáculo é extremamente forte, mas o cainita consegue extrair forças de seu corpo e ataca o tentáculo com a faca que anteriormente usou para tentar empalar a mulher. Sua pontaria não foi boa, acertando de raspão o tentáculo. Arnald sentia como se atravessasse algo semi-corpóreo. Não parecia existir massa ali, mas uma força sobrenatural mantinha resistência contra sua faca. O tentáculo afrouxava um pouco a força da compressão com a facada, que conseguira cortar um pouco de sua superfície. O cainita tenta novamente atacar o tentáculo, aproveitando que este havia liberado um pouco o seu corpo. Contudo, mais uma vez, a dor física imposta pela pressão impedia que o Ventrue conseguisse acertar o tentáculo de maneira eficiente, e somente a superfície fora alvo da faca. Contudo, esta passa de leve, não causando nenhum dano. O tempo passa, e Arnald vê que cada vez mais seus ataques começam a tornar-se fracos. Com a falha no segundo ataque, mais uma aperto. O tentáculo pressiona novamente o tórax do cainita. Contudo, Arnald nada sente. Possivelmente o tentáculo também sentiu os efeitos do primeiro ataque.

Próximo de Arnald, Rian acaba de ajudar Edward em seu processo de libertação. O Gangrel via os dois problemas convergindo na sua direção, de um lado as criaturas e do outro os tentáculos. Dessa forma, além do aumento natural de suas capacidades através de sua forma animal, este potencializa suas capacidades sensoriais pelo uso do Auspícius. Nada, isso é o que Rian sente emanando dos tentáculos. Eles não possuem cheiro nem emitem nenhum som. Ao remontar o ataque anterior, ele percebe que eles também não aparentavam possuir algo corpóreo, nenhuma massa. Contudo, havia uma resistência, que agora prendia tanto Edward quanto Arnald. Marcílius continuava a beber da mulher, que agora tentava soltar-se dos braços do Artista, mas sendo novamente presa por ele. Edward usava o cano para atacar mais um tentáculo, e provavelmente estaria liberto em instantes.

A lembrança de sua irmã dá a Rian uma renovação nas forças. Ele corre para cima da primeira criatura e ataca diretamente sua cabeça com duas patadas fortes e consecutivas. Durante o primeiro ataque, o segundo 'verdinho' empurra o primeiro para o lado, pois estes estavam praticamente em fila indiana e o segundo queria poder atacar. Isso fez com que o ataque de Rian passasse raspando na cabeça da criatura e cortando somente o ar. Apesar disso, o cainita não desistiu e o segundo ataque foi o suficiente para quebrar a mandíbula da criatura, junto com parte de seu crânio. Uma gosma branca sai da cabeça do Ser e espalhasse pelo chão junto com o cérebro do mesmo.

Enquanto seu braço volta ao chão, os sentidos aguçados de Rian permite que este perceba o ataque do último oponente vindo lateralmente. Apesar de próximo, com o aumento de sua destreza ele consegue virar para o lado no momento certo para evitar receber as garras da criatura em seu corpo.

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Rian em Ter Out 25, 2016 10:08 am

Eu começava a sentir o cheiro da vitória no ar. Por um golpe de sorte eu conseguia quebrar o crânio de um dos verdinhos e ainda esquivar do ataque do outro. Eu ficava impressionado com as habilidades da forma de combate da Besta. Era incrível!! Mas a luta ainda não tinha acabado. Após verificar que os sentidos aguçados não funcionava com aquela gosma negra, eu fazia meus sentidos voltarem ao normal. Edward já estava quase se libertando e em breve aquelas coisas escuras não seriam mais um problema.... eu deveria então continuar cumprindo o que Edward havia dito para eu fazer. Cuidar dos verdinhos.

E era isso que eu faria. Se fosse preciso, eu mudaria minha posição para evitar o contato com aquela coisa branca que escorria do verdinho que teve o crânio danificado e, assim como das outras vezes, desferia mais dois ataques múltiplos* contra aquele último verdinho. Torcia para que a luta acabasse ali, embora eu estava adorando tudo aquilo. A emoção do calor da batalha satisfazia meu comportamento de caçador de emoções.

*duas patadas - ataque múltiplo

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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Undead King em Dom Out 30, 2016 7:13 pm

Bradley golpeava o melhor que a sua situação permitia, o que não era muito. Com uma dor lascinante junto da falta de habilidade dele com armas brancas, ele ficava numa situação delicada, mas, mesmo com tudo contra ele, conseguia acertar o golpe naquele tentáculo. O Ventrue sentia um alívio na pressão, e viu ali uma oportunidade de continuar golpeando. Ele não pretendia ficar preso ali, se tornando completamente inútil para o grupo. O motivo de tudo aquilo ainda era criar um nome para si. Porem, o segundo golpe não funcionou como o Ventrue esperava. Parecia que o tentáculo não estava ali, mas estava ao mesmo tempo. Um tipo de força que Arnald preferiu não tentar entender por hora. A situação estava delicada e além disso o tentáculo tornava a pressionar o cainita, mas com menos força. Arnald viu isso como uma boa abertura mesmo com a dor da pressão, se concentrou para aplicar o golpe naquilo. Por mais estranho que aquele tentáculo fosse, uma força sobrenatural que existia e não existia ao mesmo tempo, ele havia perdido um pouco da sua força com o golpe do cainita. Era passível de destruição. O Ventrue tentava mirar o golpe enquanto tentava fazer força com a mão, empurrando o tentáculo,  para resistir ao aperto, e então aplicava o golpe com toda a força  (1FV sucesso automático)
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Re: O Ruir do Velho Mundo - O Início do Fim

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Nov 02, 2016 1:17 pm

Arnald & Rian:

Rolagem de Dados Arnald:


Arnald: Atacar - 2 Sucessos

Arnald: Dano - 2 Sucessos
Tentáculo: Absorção de Dano - 1 Sucesso


Rolagem de Dados Rian:


Rian: Ataque - 0 Sucessos

Rian: Ataque - 2 Sucessos
Rian: Dano - 2 Sucessos



Os anos como mestre de Karate agora estão se mostrando muito úteis ao jovem Gangrel. Além de derrotar a maioria dos monstros que atacavam o grupo, ele ainda consegue isso com maestria. Agora somente um faltava, e Rian segue para desferir novamente mais patadas, tentando assim evitar o contato com o líquido branco que já havia causado desconforto ao cainita. Ele não conseguia perceber, mas parte do tecido que compõe a proteção aos músculos de seu lábio inferior estava aos poucos sendo corroído pelo líquido que havia causado formigamento durante seu primeiro ataque. Além disso, sua pata dianteira já estava em carne viva, o que diminuía a velocidade de reação do Gangrel. Apesar disso, no calor da batalha nada se sente, a vontade de encontrar mais inimigos falava mais alto, ainda mais forte pelo sangue Gangrel que corre em suas veias.

Finalmente havia chegado a hora, o último inimigo estava a sua frente. No chão o corpo de outros quatro oponentes jaziam mortos e espalhando por todos os cantos aquele líquido branco, o que começava a corroer algumas cadeiras e mesas, além do próprio chão. Enquanto a criatura prepara-se para dar um segundo ataque, Rian é mais rápido e avança para o combate final. Com receio de acabar caindo no 'sangue' da criatura anterior, Rian ataca seu oponente com força, mas a preocupação com o local impede que seus golpes saiam com a força e precisão necessárias para finalizar com o embate. A primeira patada de nada adianta, pois somente raspa na pele da criatura. O segundo ataque é bem mais incisivo, acertando diretamente no rosto do ser, porém também não é o suficiente para matar o ser. Ao que parece ele fora exclusivamente criado para matar, não sentindo nada mais que esse desejo. Sua completa falta de inteligência já mostrara isso. Mas ela sabia gritar de dor, pois seus gritos ecoavam por todas as paredes.


A alguns metros, Arnald está travando sua própria luta. Ao perceber que o tentáculo diminuía a força com que apertava seu corpo, Bradley vê sua oportunidade de liberdade. Com uma de suas mãos o Ventrue força o tentáculo enquanto a outra mão sobe acima da altura de sua cabeça com a lâmina da faca voltada para o tentáculo. Colocando toda a sua força neste golpe, o braço de Arnald desce acertando em cheio o mesmo local que havia atingido anteriormente. O tentáculo é dividido em dois. Ao tocar no chão, o tentáculo inteiro desaparece.

Às suas costas um único tentáculo ainda prende Edward, exatamente o tentáculo que está em seu pescoço. Ele estende o braço para Arnald entregando o pedaço de ferro que antes estava utilizando para enfrentar os tentáculos.

- Alguém precisa empalar essa mulher, ela pode nos explicar o que está acontecendo aqui.

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