Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Beaumont em Sab Out 08, 2016 10:19 pm

O impacto da informação dada por Alfred era muito forte. Aquele tempo todo Markus havia estado ao lado de um servo demoníaco. Tudo fazia o máximo de sentido, ainda impactado Markus não conseguia admitir como havia sido tão ingenuo aquele tempo todo.  


"Mas...Como eu não percebi isso antes, um espião ! Ele estava o tempo todo, apareceu do nada como vampiro foi muito mais fácil dele se envolver. Se não fosse Alfred eu estaria em sérios apuros agora..."

- Okay Father Alfred, precisamos de respostas, Eu entrarei primeiro e você logo em seguida, precisamos fazer o interrogatório agora, tire a garota do quarto e lhe dê algum dinheiro, leve ela para o cassino mas não vá muito para longe, volte em 5 minutos com a garota. Preciso ter um particular com nosso "amigo"

David então abriria a porta determinado, esperava alguns segundos para que o Padre levasse a garota e então se prontificava na frente da porta segurando a maçaneta. Seus olhos fitavam o local por um instante.

" Por onde ele poderia fugir, a janela ? Estamos há não sei quantos metros do chão. Ele poderia arriscar um torpor se quisesse. Se ele quiser tentar a sorte..."

Com um expressão séria Markus dizia segurando firma a maçaneta e levantando seu casaco mostrando que tinha virotes com o ritual Repelente contra Membros em um pequeno coldre localizado em sua cintura. O poder Sobrenatural da Presença permutava em suas palavras, seus olhos não eram mais os mesmos, havia um toque de irá e autoridade em sua voz. O vampiro estava convicto em obter as informações que queria. (Presença 2 - Olhar Aterrorizante +1 FDV)


- Não me obrigue a usar isso, eu posso te palar em segundos e queimar o quarto inteiro. Seu corpo iria se desfazer e cinzas e tudo não pareceria mais que uma falha elétrica, ninguém viria atrás de você, agora me diga a quem você serve ? E porque veio atrás de mim e do Padre Alfred em primeiro lugar ?

Caso o vampiro tente qualquer coisa precipitada ou hostil a não ser falar (Por exemplo se mover ou fazer menção de pronunciar algum mantra ou se mover) Markus irá rapidamente focar na cama e usar (Sedução das Chamas NV3) Para queimar a roupa de cama e dar tempo de Markus poder sair e trancar o vampiro dentro do quarto enquanto corre pelas escadas para o Saguão.

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por @nDRoid[94] em Dom Out 09, 2016 7:41 am

As coisas parecem mudar drasticamente ali. Alfred chama James e os dois saem do quarto, deixando a tal Kate com o tecnocrata. Rami se resume a olhar para a janela, pensando o que aqueles dois estariam conversando. O Father havia o tratado muito estranhamente desde que ele retornara com seus "novos conhecimentos". Agora, ele chama James/Markus para uma conversa particular. Teria o sacerdote uma sensibilidade e estaria sentindo o cheiro de enxofre saindo do acólito? Talvez.

De qualquer modo, Rami não tinha muito o que fazer, uma vez que os dois estavam na porta e a outra única saída era uma janela num andar muito alto do Caesar's Palace. Não. Pagaria para ver. Quando a porta abre novamente, o Tremere se vira a tempo de ver Alfred levando a garota embora, deixando apenas Markus e ele.

O Ancillae age de maneira muito óbvia, mostrando que estava armado. Quase que instantaneamente, Rami sente o burburinho dentro de si. O medo. Aquilo era claramente os efeitos de uma Disciplina. O colega de clã tentava subjugá-lo. Mas Rami não se entregaria facilmente (Um ponto de FdV para resistir por um turno aos efeitos da Presença.). O Ancillae o ameaça, dizendo que colocaria fogo em tudo. "Ah... Que original! Vai usar bolinhas de fogo para acabar comigo, é isso?". Rami olha para a porta, com seu travamento automático e tecnológico, como só um hotel megalomaníaco daqueles poderia ter. Um tecnocrata como ele ele, habilidoso o suficiente, sairia dali rápido pelo mesmo local que o seu Algoz, se conseguisse não ser empalado. Outra questão seria o Medo Vermelho, o que dificultaria sua atenção. Mas Rami não pensava em fugir, estava ali em missão e esperava cumpri-lá.

Após as palavras do Tremere, tentando ainda não submeter-se ao medo. Rami o responde:

- Eu não preciso fazer nada, magus James... ou seria melhor eu lhe chamar de Markus? En... Entenda, eu tenho minhas fontes, alguém com o seu prestígio seria facilmente reconhecido por alguém do clã. E, por favor, não vamos fazer sujeira por aqui, né? Não é necessário, não acha? Além do mais, se eu desaparecer, a mesma pessoa que me informou sobre você pode muito bem avisar a Ordem de Hermes... é esse o nome correto deles?... sobre o seu plano ousado de ir para Salém. Seria inoportuno encontrar um grupo desses seus amigos magos lá, creio. Nós dois acabaríamos ferrados, então vamos optar por uma ação mais social, por favor.

A primeira parte é dita ainda sentindo a pressão da Presença sobre sim. Estavam falando de um Ancillae, subjugando um Neófito, seria difícil transpassar isso. Rami evitava o contato direto com o Ancillae, continuando a falar.

- Agora, as informações importantes. Primeiramente, eu não estou atrás de você e do seu amiguinho pároco de igreja, eu estou atrás de entender esse Caçador Espiritual. Já lhe falei. E a questão certa não é a quem eu sirvo, mas a quem eu pedi ajuda. Garanto que arranjei alguém melhor que esse saco de sangue que você quer levar conosco. "Uma bruxa, um parentesco, um ritual antigo e... um de nós, magus Markus. Essa foi a fórmula para chamar o Caçador Espiritual a esse plano.": Foi isso que o meu novo colega me disse. O único problema dessa ajuda é que ela provavelmente vai tentar usurpar o domínio dessa criatura quando a encontrarmos, e eu ainda não imaginei como contornar isso. Precisamos levar o domínio desse Caçador para o clã Tremere. Essa deve ser a nossa prioridade, e não salvar donzelas em apuros, meu irmão. Agora, você precisa confiar em mim e ajudar-me a traçar um plano ao invés de acreditar nas lorotas de um padre velho e caquético! Somos a evolução cainita, precisamos trabalhar juntos.

Rami deu parte das informações, as que havia recebido de graça ao menos. Esperava uma resposta do Ancillae ao mesmo tempo que traçava todas as possibilidades.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Beaumont em Dom Out 09, 2016 1:31 pm

 Eu não preciso fazer nada, magus James... ou seria melhor eu lhe chamar de Markus? En... Entenda, eu tenho minhas fontes, alguém com o seu prestígio seria facilmente reconhecido por alguém do clã. E, por favor, não vamos fazer sujeira por aqui, né? Não é necessário, não acha? Além do mais, se eu desaparecer, a mesma pessoa que me informou sobre você pode muito bem avisar a Ordem de Hermes... é esse o nome correto deles?... sobre o seu plano ousado de ir para Salém. Seria inoportuno encontrar um grupo desses seus amigos magos lá, creio. Nós dois acabaríamos ferrados, então vamos optar por uma ação mais social, por favor.

"Como ele sabe?...Poderia ele ter invadido a minha mente de forma auspiciosa a qualquer momento ou ter varrido minha psiquê das mais variadas formas, mas é claro se eu tivesse tempo também o faria. Quem sabe ele é um bom investigador com pistas privilegiadas ou só me reconheceu desde o inicio."


Perplexo, Markus cessava o poder da Presença enquanto seus punhos afrouxavam a maçanete levemente, fazia questão de manter uma distancia considerável para proteção de ambos.


- Eles não são meus amigos e os demônios certamente não são os seus. Você fez um pacto demoníaco...Neofitos. Entendo sua coragem e iniciativa de ir a fundo a ponto de fazer qualquer coisa por um objetivo que eu não acreditaria que você iria tão longe apenas por um desejo de conhecer mais a Cosmologia Umbral que nos rodeia. Você infligiu uma regra importante e minha maior preocupação agora é como você vai livrar sua alma desse pacto. Se é que você ainda quer salvação... 

Markus leva a mão direita a cabeça e mostrava visivelmente que não acreditava no que havia ouvido. 


- Se um dia você quiser ter controle sobre suas ações e retirar essa mácula que tem está estampada na sua aura. Você precisa destruir o espirito com o qual você fez o pacto, talvez exista outras maneiras de você se livrar mas eu só conheço essa. Caso contrário você não vai durar muito tempo, não irá ter vontade própria e o pior. Será caçado pela Camarilla como um maldito infernalista. 


"Esse Neofito não entende a gravidade do erro que cometeu...Talvez ele já nem seja mais dono de suas próprias ações..."

Markus permanecia em prontidão . A ideia das chamas continuava caso precisasse se defender , ele só esperaria mais para dialogar com Rami e entender o que levou o neofito a fazer aquilo.

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Fox em Dom Out 09, 2016 9:01 pm

A reportagem do jornal parecia ser de pouca utilidade, ou pelo menos menos útil do que Jonah esperava. Instantaneamente, ele sente uma repulsa pela multidão de pessoas, que conseguiam passear na praça, vivendo suas "felizes" vidas, enquanto uma tragédia de assassinatos assolava a cidade. Mesmo ele, que havia perdido sua humanidade há anos, estranhava tamanha indiferença e despreocupação.

"Os humanos são seres terríveis. Seu egoísmo é imenso, maior até que o de muitos anciões. Mas ao mesmo tempo são tolos e não sabem do perigo que os cercam."

Fox relê o recorte e, por um minuto, reflete consigo mesmo. Por enquanto não havia padrão dentre as vítimas. Um gerente de banco e um drogado ex-presidiário eram destoantes demais para serem postos em um padrão, e, além disso, a morte conjunta do casal praticamente descartava a possibilidade de alvos específicos, embora a chance ainda existisse. Para alguém fora do contexto, a associação a uma besta sobrenatural só parecia uma grande superstição por parte da população, mas a falta de informação dos jornalistas também intrigava. Parecia que a polícia queria esconder algo nas investigações. A forma das mortes também era um problema e gerava dúvida. A morte individual de Baroc poderia ser associada facilmente com uma vingança ou mesmo um "corte de pontas soltas", mas a quantidade de mortes, os ferimentos, parecia que tudo era uma grande interrogação.

 O Gangrel já tinha um lugar para começar da sua conversa anterior, mas ir tão no escuro não era algo confortável. Jonah retira a mochila das suas costas e a abre. De dentro ele retira o celular e no lugar ele põe o jornal dobrado. A recolocando ele se põe a caminho do cemitério indicado pelo tranficante, enquanto liga para seu contato, o detetive Ingred.

- Tommy, estou com um problema que você pode resolver fácil. Tô em Salem, e parece que está havendo uma série de matanças aqui. A polícia diz que é um serial killer. Eu preciso da identidade e do local que acharam as vítimas. Consegue isso pra mim?
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por giulio em Seg Out 10, 2016 2:32 am

OBS: DESCULPA  A DEMORA PARA POSTAR.

Diante de toda apresentação observo todas as palavras "Como assim minha dor, minha alma? O que está querendo? Realmente aquele Senhor tinha algo peculiar em suas palavras, observava toda a sua fraqueza que a muito me assola por tudo que é belo.

Mas em minha mente ainda gerava uma duvida:"O que ele realmente quer pela obra ali exposta?

Mas em tese ele tem razão, o valor pela obra era espiritual"


Logo observo que o seu gosto por tal conhecimento de certo modo vem a me chamar a atenção,  balançando assim a cabeça com uma confirmação, mas em seguida escuto a mulher falar-me em palavras e apenas olho para ela e com toda educação em um outra reverência,  estendo-lhe a mao direita para que ele me de a própria mão para um beijo de comprimento como antigamente e concluo após o cumprimento com meu sotaque Italiano:

-- Ola Senhorita? Como estava comentando coo o Senhor aqui em nós presente, em momento nao se trata em valores, e sim em conhecimento apesar que os valores cairiam bem, então diga-me e me convença... Olho rapidamente para o Senhor do um pequeno sorriso de canto desafiador e olho novamente para a moça: --O que vê nesta bela pintura, o que sua alma lhe diz sobre a referente obra prima a sua frente? Logo em seguida o silêncio se faz entre nós três aguardando suas palavras.

OBS: Após a mulher se retirar toco ao braço do Fautus e digo:

--Contate a dona do evento, iremos todos a sua casa para conversar, claro se não lhe for algum problema. Sera?

OBS 2 : Caso ele recuse ir os três juntos eu nao irei a casa dele, por desconfiança de nao conhecer ele:

--Infelizmente irei recusar por hoje a proposta, mas assim que terminar o evento, irei entrar em contato com vc. Termino estendendo a mao para lhe entregar o meu cartão e aguardar que ele faça o mesmo para que eh possa contactar ele...
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por @nDRoid[94] em Sab Out 15, 2016 11:45 am

As palavras de Markus eram cheias de sermões, mas um pouco mais comedidas do que as de qualquer outro Membro do clã de hierarquia maior. Rami o encarava sem piscar os olhos, esperando ele acabar para respondê-lo.

-Ok, magus. As minhas ações foram precipitadas, eu sei. O contato que eu arranjei, digamos, pode ser bem imprevisível, mas é a nossa única pista concreta para encontrarmos o Caçador e sua amiga mago. É a melhor possibilidade que temos, acredite. As coisas em Salém estão muito mais tumultuadas do que podemos prever; o Sabá está fortemente na cidade, eles querem algo lá.

O acólito esperava uma ação do magus a sua frente. Qualquer cuidado era pouco. Por via das dúvidas, o tecnocrata concentra sua vontade e aumentar suas potencialidades de sangue (- 1fdv, teste de fdv = Nível 3 da linha do Sangue, Potência do Sangue).
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Beaumont em Dom Out 16, 2016 7:59 pm

- Eu te dei toda a informação que poderia dar a respeito de suas atuais condições. O resto de suas decisões é você quem faz, se quiser a minha ajuda para se livrar disso eu o farei pelo bem da seita. Eu já fui um neofito, só tome cuidado onde pisa ou o que faz daqui pra frente na sua vida. Nossa existência é imortal SE soubermos usa-la ao nosso favor. 


"Isso é o máximo que eu posso fazer por ele agora, espero não ter de dar a morte final desse neofito..."


- Você mencionou algo sobre os ingredientes para invocação desse tal caçador sobrenatural. Você disse que um de nós estava envolvido ? Por acaso esse sujeito usava algum tipo de simbolo ? Um escorpião de Jade ? Arrume suas coisas eu vou ficar no banheiro e você pode dormir aqui. Alfred passará o dia acordado para cuidar de nós. Encontraremos com a garota no inicio da próxima noite. 

Markus então pegava o celular e enviava uma mensagem para Alfred. 


SMS do Cellular: escreveu:"Diga para a garota que viajaremos para Salem amanha, e que no final da noite de amanhã ela será pega pelo serviço de Babysitter dela. Pegue o número dela e volte para cá, vou dormir por hoje e sair no inicio da próxima noite. Cuide de mim e fique de olho no neofito Alfred, e obrigado por tudo." 


Markus seguiria para o banheiro e se trancava lá dentro. Com sua mochila verificava suas armas e seus livros que havia escolhido para fazer a viagem. O vampiro então se trancava no banheiro e aproveitava para se olhar no espelho enquanto refletia. 


"Então é assim, vou trabalhar com neofito prestes a se tornar um servo de um demônio ou sei lá o que. Espero que eu não tenha que maar o garoto..." 

Markus talvez ainda tivesse algumas horas antes do fim da noite então escolhia alguns livros com a temática de demonologia, para entender as práticas de destruição e contenção destes seres de acordo com as antigas civilizações. Quando o sono batesse ele dormiria na banheira com a 357 no colo, deixava o piso do banheiro um pouco molhado para que caso alguém adentrasse o som da água o acordasse.

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Undead Freak em Ter Out 18, 2016 5:04 pm

Markus F. Hunt & Rami.
06/09 -- 05/15 -- Completo
04/07 -- 06/10 -- Completo[/center]

Testes:
(Markus Carisma+Intimidação)Olhar Aterrorizante, Presença 2 (D5/Dif.7): 10,4,8,3,7 + 1FdV = 4 Sucessos.
(Rami Força de Vontade)Potência do Sangue, Linha do Sangue, Taumaturgia 3 (D7/Dif.6): 9,4,7,2,9,4,8 + 1 Fdv = 5 Sucessos.
(Markus)Coragem (D4/Dif.10): 4,6,10,1 = Falha.

(Off)Obs: Rami agora é um cainita de nona geração por três horas.

A tensão no quarto era grande, e ela começou assim que Alfred tirou Kate do quarto. A garota achou um tanto estranho e pensou besteira, mas isso era o menor dos problemas. Markus subjulgava o neófito, que resistia bravamente e ainda conseguia surpreender o ancião com a sua fonte de conhecimentos até então secreta sobre ele mesmo. Havia uma argumentação firme ambas as partes e, embora estivesse claro que Rami escolhera voluntariamente se aliar a um demônio, Markus também podia ver que ele falava a verdade. Rami não tinha a intenção de trair Markus e os seus aliados mortais. Nem mesmo as palavras pareciam cessar a desconfiança e a prontidão de ambos. Os dois Tremere pareciam mesmo prestes a se atracarem, quando algo a mais começou a acontecer no quarto. Houve uma risada em um tom sussurrado. Era uma risada que arrepiava, uma risada de uma voz que pareciam muitas vozes ao mesmo tempo. O quarto pareceu ficar mais frio. Na verdade, ficou tão frio quanto uma nevasca, e também ficou escuro... muito escuro. Ficou tão escuro que se tornou uma penumbra quase completa, com exceção de dois pares vermelhos de olhos que se manifestavam no canto. Uma parcela das sombras criavam um contorno arroxeado e sutil nesses olhos, que se moviam. Markus estava completamente paralisado, e nada podia fazer a não ser ouvir.

-- Você está sendo ousado, vampiro... Ousado e hipócrita. Não se esqueça de que fomos amaldiçoados pelo mesmo Deus. Somos quase irmãos nesse mundo e nos outros. Não seja ingrato. Sabe qual a probabilidade de um ser como eu fazer um acordo com vocês? Muito baixa. Isso me interessa tanto quanto vocês, portanto vou perdoar essa sua insolência dessa vez. No entanto, se acha que pode acabar comigo tão facilmente, espere até Salém, quando o ritual me permitir a manifestação física, Ha! ha! ha! ha!

O quarto então voltou ao normal e a sombra sumiu. Tudo clareou e o frio desapareceu. James voltou a poder se mover e notou uma coisa: não era um demônio ordinário que estava com o neófito. Era um demônio aterrorizante, tão antigo quanto o próprio Universo. Ele olhou para Rami, sem saber o que dizer.

(Off): Podem continuar interpretando livremente. Vou considerar que a última postagem do Beaumont aconteceu depois da manifestação.

Jonah Fox.
07/07 -- 10/14 -- Completo

- Tommy, estou com um problema que você pode resolver fácil. Tô em Salem, e parece que está havendo uma série de matanças aqui. A polícia diz que é um serial killer. Eu preciso da identidade e do local que acharam as vítimas. Consegue isso pra mim?

-- Posso, mas preciso de um tempo para reunir as informações. Te ligo em mais ou menos umas duas horas, certo?

(Off): Sua resposta aqui.

Após falar com Tommy brevemente, ele caminhava em direção ao cemitério. Não levou muito tempo para chegar lá, e o cemitério não era tão grande, assim como a própria cidade. A estrutura do cemitério era a clássica: lápides de pedra e cercas razoavelmente altas ao redor. Haviam outros aposentos ao fundo, como o alojamento dos coveiros e suas ferramentas e um banheiro. O cemitério possuía portões ao norte, leste e oeste, e todos trancados com correntes e cadeados, obviamente.

Além disso, Fox pôde notar facilmente que haviam homens com lanternas caminhando pelas fileiras de sepulturas, e pelo caminhar faziam uma espécie de ronda. Estariam armados? Quem seriam eles? Por que diabos haviam homens fazendo rondas em um cemitério? .... Sabá?! Talvez...

Fox achou estranho o movimento anormal, afinal era pouco provável que alguém na cidade se importasse se algum excêntrico estivesse fazendo alguma coisa além de transar no cemitério. Talvez algo a mais estivesse acontecendo ali.

(Off): Não é difícil entrar no local, no entanto você percebe que terá de ser cauteloso.

Giulio Rosenberg.
07/07 -- 10/15 -- Completo

-- Ola Senhorita? Como estava comentando coo o Senhor aqui em nós presente, em momento nao se trata em valores, e sim em conhecimento apesar que os valores cairiam bem, então diga-me e me convença...Olho rapidamente para o Senhor do um pequeno sorriso de canto desafiador e olho novamente para a moça: --O que vê nesta bela pintura, o que sua alma lhe diz sobre a referente obra prima a sua frente? Logo em seguida o silêncio se faz entre nós três aguardando suas palavras.

A mulher olhou com um certo suspiro para o quadro, como se olhasse para a foto de um ator famoso ou coisa parecida.

Faustus deixava claro em seu semblante que não tinha gostado nem um pouco da interrupção, muito menos da tentativa da mulher de tentar "correr na sua frente", por assim dizer.

-- Até mesmo nos sentimentos não-convencionais podemos encontrar beleza. É mórbido, sim... De fato, é. No entanto, os traços e a técnica não deixam de ser algo encantador... Bem, não quero tomar o seu tempo, meu senhor. Afinal, vejo que está ocupado. Se quiser conversar sobre a obra depois, garanto que poso garantir um preço ainda mais atrativo. Eis o meu cartão.

A mulher estende um cartão branco de um papel um tanto incomum e de boa qualidade. Tinha textura e o nome "Ellen Maxwell" brilhava em uma tinta dourada como uma imitação de caligrafia impecável, seguido do número 555-1452. Faustus também olha fixamente o cartão, como se tentasse memorizar. Por fim a dama se despede, e Faustus educadamente fala "Até mais tarde".

--Contate a dona do evento, iremos todos a sua casa para conversar, claro se não lhe for algum problema.

Sera?

-- De forma alguma, meu caro! Vou mandar o meu motorista preparar o carro imediatamente!

O humor de Faustus mudou novamente. Ele estava feliz, entusiasmado e jovial.

Mais tarde, naquela mesma noite...



A casa de Faustus era incrivelmente linda. Giulio ficou fascinado pelos seus jardins. Na parte de dentro, a casa era igualmente luxuosa. Tinha dois andares e vários quadros na parede, além de uma bela escada de mogno e muitos vazos com plantas raras. Faustus sem dúvida era um homem que sabia viver bem. Ele ofereceu um confortável sofá para ambos, enquanto se sentou em uma poltrona majestosa perto da lareira que um criado acendia.

-- Me digam, meus amigos: Estão com fome? Posso providenciar qualquer alimento ou bebida. Falando em bebida, que tal um bom whisky?

Gabriele logo concordou com a bebida e falou que estava faminta. Isso foi uma surpresa, pois indica que Faustus não tem ciência da condição sobrenatural de Giulio.

(Off): Sua resposta.

-- Bem, enquanto os meus criados preparam a nossa janta, vamos conversar, sim? Senhor Giulio, sua obra é fantástica. Eu estou pronto para comprá-la, e pagarei um adicional para cada obra semelhante que o senhor reproduzir, com os mesmos sentimentos. O que me diz.

Faustus ficou em silêncio. Giulio percebeu que ele estava um pouco tenso, como se a resposta fosse mudar a vida dele. Gabriele mais bebia do que prestava a atenção na conversa, então basicamente era um assunto entre Giulio e Faustus apenas.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por @nDRoid[94] em Sab Out 22, 2016 12:14 pm

O que acontece logo após ao princípio de término de conversa dos Tremeres faz com que a espinha do hacker trema de uma maneira que nunca havia acontecido em sua não-vida. Pela primeira vez, ele sentiu o limiar de uma força milenar. Adremelech era realmente antigo e brincar com o mesmo não seria sensato. Assim que o demônio desfaz sua rápida aparição ali, uma transmutação suave, que demonstrou uma pitada de seu poder, o tecnocrata fita o Ancillae, esperando de fato uma reação. Falaria ele alguma coisa?
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Beaumont em Seg Out 24, 2016 11:34 pm

Markus estava perplexo, as coisas eram realmente tão complicadas quanto ele poderia imaginar, e o pior é que aquele ser realmente tinha um interesse precioso em achar aquela estranha entidade sobrenatural. 

"Tente se manter são...Tente se manter são..."

Um mantra quase que inaudível percorria a mente do vampiro naquele exato momento. Ele precisava pensar nas possibilidades. O Cenário havia ficado escuro e frio. Aquelas características representavam a presença do demonio, algo muito maior que a presença enraizada de alguns vampiros anciãos. Markus permaneceu quieto, enfrentar o desconhecido era uma tarefa nem um pouco inteligente. 

-- Você está sendo ousado, vampiro... Ousado e hipócrita. Não se esqueça de que fomos amaldiçoados pelo mesmo Deus. Somos quase irmãos nesse mundo e nos outros. Não seja ingrato. Sabe qual a probabilidade de um ser como eu fazer um acordo com vocês? Muito baixa. Isso me interessa tanto quanto vocês, portanto vou perdoar essa sua insolência dessa vez. No entanto, se acha que pode acabar comigo tão facilmente, espere até Salém, quando o ritual me permitir a manifestação física, Ha! ha! ha! ha!

Quando a mensagem terminou de ser dada e a manifestação acabou Markus nada disse, em seu rosto já estava o mesmo semblante de frustração que estava quando ele disse que Rami havia cometido um erro ao ter se envolvido com aquela entidade. 


- Precisamos ir. 

OFF: Markus fará o mesmo que no post anterior porem procurará no livros antes de dormir sobre, Exorcismo e Aprisionamento de Demônios e entidades malignas. Cairá no sono quando o dia chegar. 


Spoiler:

Markus então pegava o celular e enviava uma mensagem para Alfred. 


SMS do Cellular: escreveu:"Diga para a garota que viajaremos para Salem amanha, e que no final da noite de amanhã ela será pega pelo serviço de Babysitter dela. Pegue o número dela e volte para cá, vou dormir por hoje e sair no inicio da próxima noite. Cuide de mim e fique de olho no neofito Alfred, e obrigado por tudo." 


Markus seguiria para o banheiro e se trancava lá dentro. Com sua mochila verificava suas armas e seus livros que havia escolhido para fazer a viagem. O vampiro então se trancava no banheiro e aproveitava para se olhar no espelho enquanto refletia. 


"Então é assim, vou trabalhar com neofito prestes a se tornar um servo de um demônio ou sei lá o que. Espero que eu não tenha que maar o garoto..." 

Markus talvez ainda tivesse algumas horas antes do fim da noite então escolhia alguns livros com a temática de demonologia, para entender as práticas de destruição e contenção destes seres de acordo com as antigas civilizações. Quando o sono batesse ele dormiria na banheira com a 357 no colo, deixava o piso do banheiro um pouco molhado para que caso alguém adentrasse o som da água o acordasse.

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por giulio em Ter Out 25, 2016 1:59 am

Eu observava Faustus e sua indignação com a proposta de outra Senhora, aquelas palavras fazia-me pensar "Certamente, meus dons peculiares para pinturas nunca me deixam para baixo, afinal, sou o melhor dos melhores, certamente me chama atenção sua obervação Senhorita" Após este pensamento, solto um belo e grandioso sorriso para a madame ao receber seu cartão, e rapidamente puxar sua mão e dar-lhe um belo beijo e intenso em sua própria mão.

--Certamente irei entrar em contato Senhorita.. Nesse momento olho o cartão para que eu possa identificar o seu nome e concluir a finalização de minhas palavras com o nome dela: --Ellen Maxwel. Ao notar Fautus olhando o cartão, rapidamente o recolho e levo o mesmo ao bolso delicadamente, solto um sorriso de canto para Faustus.

Logo que ele informará sobre o carro, sigo o mesmo com o quadro em mãos, e coberto, e com o apoio desmontado, era notavel a alegria daquele ao qual se denominava Faustus.

Em sua residência, noto a bela estatura de conhecimento decorativo, e olhando o caminho e observando os belos detalhes, caio em devaneio "Bela casa, detalhes intensamente belo, notável até a olhos leigos...". Ao notar que estava sendo levado pelo defeito de minha familia pela beleza me dou conta e volto a si, neste momento sento-me no assento, e no mesmo olho atentamente para Fautus para ver se o mesmo se trata de um membro, pelo tom de pele e pela respiração, mesmo eu sabendo que para nós membros tais atos para esconder quem somos é simplesmente fácil, principalmente para mim que vinha a muito tempo buscando me passar intensamente por um mortal, olho para o mesmo buscando seu interior Obs. 1.

Após sua pergunta, apenas respondo com meu belo sotaque Italiano ao qual não me saia:

-- No momento estou tranquilo, mas aceito uma bela taça de seu melhor Vinho, pode ser? Se não for nenhum encomodo é claro, mas caso não obtenha posse de algo tão belo, fico satisfeito com um whisky, o melhor que tiver Senhor Faustus. Eu sabia que a minha aptidão por vinhos não havia desaparecido, mesmo após a passagem para o mundo cainita.

Observo a sua pergunta, e após terminar concluo:

--Como havia lhe dito anteriormente em nosso evento, o dinheiro não muito me convém, afinal, vivo bem com o que tenho em posse, mas convenhamos que isso é algo bom hoje em dia... A obra ficará em sua posse, pode ficar tranquilo, digamos que sua proposta está aceita por momento Dou um pequeno sorriso para melhorar os animos e fingir que estou bem avontade em sua presença... Mas enfim a proposta daquela Senhora muito que me chamou a atenção, e as palavras dela também, mas sua pessoa de algum modo pelo qual não me entendo, me chama a atenção, mas qual a sua finalidade com os quadros? Apenas guardar em sua bela casa?

Deixe me conhecer um pouco sobre você Senhor Faustus, me conte um pouco sobre você, irei adorar ouvir sua história.


Era claro que eu queria saber quem realmente era aquele que chamará atencão de Grabriele para que ela venha agir um pouco diferente do atual que eu a conhecia.



OBS 1: Auspicio=Percepção da aura para tentar identificar se o mesmo é vampiro ou o que quer que seja.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por @nDRoid[94] em Sab Out 29, 2016 9:32 am

As reações de Markus haviam sido normais, mas ele sabia que o Ancillae estava escondendo o seu jogo. O demônio não era brincadeira. O Tremere se retira, deixando o quarto com o acólito. Rami senta-se na cama, colocando mais uma vez o computador no colo e o abrindo. Ia contactar seu amigo Syrius (MP).

Caso a resposta não venha logo, o tecnocrata iria pegar no sono, lendo mais coisas sobre Salem. Iria colocar uma cadeira na porta para travá-la mais ainda e verificar todas as aberturas possíveis.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Fox em Sab Out 29, 2016 2:28 pm

- Certo... e obrigado. - responde Jonah ao seu contato.

Fox chegava rapidamente ao cemitério que buscava, encontrando na estrutura um reflexo da própria cidade. Os portões fechados não representavam um impedimento real para ele, no entanto, as pessoas detectadas lá dentro poderiam se tornar um problema. A princípio, ele pensa que pode ser uma investigação policial, cobrindo os possíveis locais de assassinato ou esconderijos, mas os portões trancados não confirmavam a hipótese. Se esgueirar por entre os corredores e lápides seria algo relativamente simples, mas sem saber quem, quantos ou porquê estavam lá dentro era arriscar demais.

O Gangrel tenta circular o entorno do cemitério, procurando permanecer escondido, mas o mais próximo possível dos indivíduos, tentando escutar algo que lhe revele algo. Talvez uma conversa ou sons que indiquem a possível quantidade de pessoas. Depois, ele se desloca para um lugar mais escuro, e invoca o poder do sangue para proclamar O Chamado (Animalismo 2) sob os ratos da região. Por fim, Fox direciona seu olhar e suas palavras para aqueles que responderem à convocação (Animalismo 1), indicando o cemitério como o alvo de sua ordem.

- Invasores profanam seu território. Afugentem-nos.


Caso os animais aceitem o seu comando, Jonah procura uma árvore alta ou uma parte mal iluminada do muro do cemitério e a escala para observar o resultado de seu plano.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Undead Freak em Seg Out 31, 2016 5:51 pm

Giulio Rosenberg.
07/07 -- 10/15 -- Completo

Testes:
Giulio(Percepção+Empatia, Auspícios 2 - Percepção da Aura, D5/Dif.8 ): 2,8,3,3,9 - 2 Sucessos.

-- No momento estou tranquilo, mas aceito uma bela taça de seu melhor Vinho, pode ser? Se não for nenhum encomodo é claro, mas caso não obtenha posse de algo tão belo, fico satisfeito com um whisky, o melhor que tiver Senhor Faustus.[/color]

-- Vinho? Certamente, senhor!

Gabriele deixa claro que ela adoraria uma taça desse vinho também. Faustus manda um criado pegar um vinho especial para os convidados, enquanto isso Giulio analisa sua aura. Não havia nada que indicasse que Faustus era algum ser sobrenatural, no entanto sua aura era negra, o que indicava uma natureza maligna.

O criado distribuiu uma taça para Giulio e uma para Gabriele. O auspícios de Giulio não detectou nada suspeito da taça. O cheiro, a cor e, obivamente o sabor, denunciavam a Giulio que aquele vinho era...Chateau Margaux 1787! Cada garrafa desse vinho custa pelo menos duzentos e cinquenta mil dólares.

-- Espero que este seja do seu agrado, senhor.-- dizia Fautus, em um tom levemente prepotente.

--Como havia lhe dito anteriormente em nosso evento, o dinheiro não muito me convém, afinal, vivo bem com o que tenho em posse, mas convenhamos que isso é algo bom hoje em dia... A obra ficará em sua posse, pode ficar tranquilo, digamos que sua proposta está aceita por momento-- Dou um pequeno sorriso para melhorar os animos e fingir que estou bem avontade em sua presença...-- Mas enfim a proposta daquela Senhora muito que me chamou a atenção, e as palavras dela também, mas sua pessoa de algum modo pelo qual não me entendo, me chama a atenção, mas qual a sua finalidade com os quadros? Apenas guardar em sua bela casa?

Deixe me conhecer um pouco sobre você Senhor Faustus, me conte um pouco sobre você, irei adorar ouvir sua história.

Faustus sorriu, porém de uma forma bem diferente. Era como se ele tivesse esperado aquela pergunta. Ele estalou os dedos e o fogo na lareira parou de criptar, o relógio da parede parou com o seu tic-tac e com o movimento do ponteiro e Gabriele estava congelada. Era como se tudo fosse um filme e tudo, com exceção de Faustus e Giulio, estivesse "pausado".

-- O Senhor disse que não se interessa muito por dinheiro, mas e por poder? O senhor quer saber a minha história, mas ela já foi contada através de mim mesmo, pelo pseudônimo Goethe. Obviamente eu não espero que acredite nas minhas palavras, então lhe darei uma prova mais convincente... Venha, venha até nós, Mephisto!

Um cheiro de enxofre começou a tomar o quarto e uma fumaça cinzenta começou a se manifestar na sala. Depois de um tempo, olhos amarelos e brilhantes comos os de uma serpente podiam ser vistos na fumaça. Quando ela se dissipou totalmente, havia ali um homem. Ele usava uma camisola branca, era um pouco gordo e tinha cabelos loiros que chegavam até o seu pescoço. Na cabeça usava uma espécie de gorro de dormir. Era sorridente, bolachudo e tinha olhos de serpente. Ele tirou o gorro como um sinal de cumprimento a Giulio, e após se virar para o lado, para saudar Faustus, podia-se ver claramente um rabo pontiagudo saindo da camisola. Tudo continuava congelado. A atmosfera se tornou pesada, fria e sinistra com a presença do Demônio na sala.

-- O senhor tem razão. Não é apenas pela beleza e para enfeitar minha sala que quero os quadros. Cinco quadros e um pouco de sangue do seu tipo é o que eu preciso para concluir um ritual. Tem algo do meu interesse ocorrendo em Salém nesse momento, e se me ajudar, dividirei o poder obtido ali com você. O que me diz?

Faustus então estalou os dedos e o demônio sumiu. A atmosfera voltou ao normal, o relógio novamente produzia som e o fogo creptava. Gabriele agora bebia e olhava para Giulio. Aparentemente ela não percebeu nada do que acabara de acontecer.[/quote]
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Undead Freak em Ter Nov 01, 2016 3:41 pm

Jonah Fox.
07/07 -- 10/14 -- Completo

Testes:
Carisma+Sobrevivência (O Chamado, Animalismo 2), D5/Dif.6: 4,9,9,2,7 - 3 Sucessos.
Manipulação+Empatia com Animais(Sussurros Selvagens, Animalismo 1), D6/Dif.7: 9,7,7,4,2,6 - 3 Sucessos.
Destreza+Esportes(Escalar), D7/Dif.7: Sucesso Automático.

Não havia nenhum tipo de falatório, até onde Fox conseguia ouvir. No entanto, vez ou outra, o som dos passos se misturavam, o que indicava que haviam pelo menos quatro pessoas rondando aquela região do cemitério. Fox então tem uma ideia. Ele se concentra em sua besta, e sua besta se concentra nos animais ao redor (mais especificamente nos ratos). Não foi muito difícil para ele reunir um bom número de roedores encardidos ali, que o encaravam como se pudessem entender o vampiro e falar com ele -- e de fato podiam.

- Invasores profanam seu território. Afugentem-nos.

A ordem era dada no "idioma" apropriado. Como se fossem tomados por uma espécie de cólera súbita, os ratos corriam pelas grades do portão daquele cemitério. O cainita sobe em uma grande árvore próxima, sem dificuldade alguma, para ver melhor o resultado de sua ação. Houve uma gritaria súbita onde alguns gritos e tiros ecoavam. Eram armas leves, pistolas e revólveres de calibres variados, mas nada muito maior que 9mm, .40 e .38sp. Os ratos pulavam e mordiam alguns homens que se vestiam todos da mesma forma (jeans, tênis e moletons com capuz), o que dava a impressão de serem meros pobretões, membros de gangues típicas de gueto. Alguns deles atiravam nos próprios amigos tentando acertar os ratos, o que teria sido cômico, caso um grupo maior não tivesse aparecido, aparentemente liderados por uma estranha mulher.


Ela ergueu as mãos, e de suas mãos jatos de fogo saíram. Muitos dos ratos e homens foram queimados. Os outros ratos escaparam. Ela não demonstrou nenhum remorso em matar alguns daqueles homens que a ajudavam, embora os outros tenham ficado visivelmente abalados.

-- Isso não é normal. Não é normal ratos se comportarem assim. No entanto, continuem a busca e deixem que eu averigo isso. Não podemos perder tempo.

Como se estivesse sendo guiada por um odor anormal, a mulher começava a se aproximar da árvore onde Fox se mantinha oculto (por enquanto).
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Fox em Sex Nov 04, 2016 9:27 pm

Jonah vê o fruto do seu plano. Os ratos, para muitos, são animais inofensivos, mas incitados pelo instinto e favorecidos pelos números, eles podem se tornar perigosos. Ao subir na árvore, o Cainita pôde ver os indivíduos sendo atacados, e tentando, inutilmente, se livrar da situação. Pelas suas ações, não pareciam ser mais que meros humanos. O motivo para eles estarem ali era irrelevante, dado que em breve seriam afugentados. Os tiros e a gritaria em breve cessariam, e Fox poderia investigar livremente o local. No entanto, a chegada do outro grupo pôs as expectativas abaixo.

"Droga! Justo quando eu pensava que tinha dado um jeito, chegam mais."

Apesar da frustração, o grupo em si não era o problema, mas sim aquela que os liderava. Jonah sente um medo instintivo ao ver as labaredas saindo das mãos da mulher misteriosa. Alguém em domínio desse poder representava um tremendo perigo, independente de sua origem. Ele sabe que recuar era preciso, principalmente porque o adversário era alguém sobre o qual nada se sabia. Seu sangue rapidamente flui para seus membros, melhorando os seus movimentos (-1 Ponto de Sangue - Destreza) de forma que a fuga fosse rápida. O Gangrel se apressa, pois a "bruxa" se aproximava, guiada por algum sentido apurado, talvez. Com velocidade, e tentando usar algum segundo de distração da mulher, ele salta para fora do cemitério, usando seu equilíbrio e qualquer objeto como apoio para a proeza. Mantendo-se oculto, ele tenta correr, buscando um local distante e oculto, mas que forneça visão do cemitério.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por giulio em Sex Nov 04, 2016 11:47 pm

Eu não conseguia entender o que era aquele Senhor ali presente, mas ele não era uma boa pessoa, isso já estava mais que nitido "Morto ele não, e também não é membro, mas essa sua aura, me deixa meio que pasmo"

Logo pego o Vinho pelo qual me havia sido servido, quando me dou de cara com um dos mais antigos pelo qual havia usufruido, com toda calmaria, meus sentidos humanos vinham a tona ao receber aquele belo Chateau Margaux, com a taça em mão cheiro, e dou uma pequena golada, elevado pela blz do vinho caio em devaneio. "Com esse belo gosto não mais viveria em vitae, pois este seria o mais belo dos gostos da sub-vida." Estava anestesiado por tal gosto impecavel que descia sobre minha garganta, dou um belo sorriso e concluo: -- Uma ótima escolha Senhor Faustus, não me vinha a mente que teria posse de algo tão belo nessa vida.

Ao conncluir o direcionamente da conversa eis que algo pelo qual não esparava acontece, tudo em volta para, fico estagnado sem saber o que estava acontecendo, pois em todos os meus anos vivendo, jamais havia visto algo do tipo.

-- O Senhor disse que não se interessa muito por dinheiro, mas e por poder? O senhor quer saber a minha história, mas ela já foi contada através de mim mesmo, pelo pseudônimo Goethe. Obviamente eu não espero que acredite nas minhas palavras, então lhe darei uma prova mais convincente... Venha, venha até nós, Mephisto!

Nesse momento com a taça com o vinho na mão fico surpreso com sua palavras. E ao ver aquele demonio presente, não consigo me mover, não por medo, mas pela surpresa. Jamais havia visto algo do tipo.

-- O senhor tem razão. Não é apenas pela beleza e para enfeitar minha sala que quero os quadros. Cinco quadros e um pouco de sangue do seu tipo é o que eu preciso para concluir um ritual. Tem algo do meu interesse ocorrendo em Salém nesse momento, e se me ajudar, dividirei o poder obtido ali com você. O que me diz?

Durante todo esse tempo eu pessoalmente buscava reconhecimento e respeito dentro da seita, e essa poderia ser a opção que eu supostamente buscava, "Pode-se obter respeito e reconhecimento com poder, e eu quero esse poder. Mas o sangue do meu tipo seria supostamente de quem?

--Estou disposto a aceitar a sua proposta, mas primeiramente gostaria de saber que tipo de poder está a me dizer? Qual o tamanho desse poder? E de quem seria esse sangue que deseja? Dizia enquanto me virava, tentando não olhar a criatura (demônio) Muitas duvidas sondavam em minha mente que me traia sobre querer ou não querer, caso eu recusasse, me tornaria um inimigo para ele por saber demais?.

-- Senhor Faustus, isso muito me chama a atenção, e sinceramente estou a ponto de aceitar, mas me diga o que acontece se eu disser "Não"? Me faria encontrar e morte final? Essa seria dificil.

Eu estava tentado sobre tal oferta, mas porque a mim? O que eu tinha de tão especial para ele querer a mim?

--Me diz Senhor Faustus, o porque do Senhor me escolher?

Aguardava suas respostas para que eu pudesse decidir sobre a resposta da oferta.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Undead Freak em Qua Nov 09, 2016 3:28 pm

Markus F. Hunt & Rami.
06/09 -- 05/15 -- Completo
04/07 -- 06/10 -- Completo[/center]

(Off):

1 - Rami: Resposta via mp.

2 - Markus: Conteúdo dos livros sobre mp.


Salém...



O quarteto, composto de Markus, Rami, Kate e Alfred havia deixado o aeroporto a menos de vinte minutos. A viagem havia ocorrido sem mais problemas, exceto pelo descontentamento geral dos humanos no avião (incluindo Kate e Alfred) de algo que os oprimia e os deixava infelizes (Rami). O neófito ia na frente, enquanto Markus ia atrás dele, com Kate e Alfred bem mais atrás, tentando manterem-se o mais longe possível de Rami.

O clima em Salém estava agradável, no entanto havia uma atmosfera incômoda, miserável no ar daquele lugar. Ao passarem uma praça, uma garoa fina se mostrou, dando início a uma chuva moderada e bem fria. O quarteto estava ali, no meio da chuva, em uma cidade infame que eles não conheciam em nada.

Como se tivesse uma bússola interna que falasse, Rami escutou em sua cabeça uma voz baixa, porém grave dizendo "Norte".

(Off): A noite foi boa, e vocês chegaram em Salém sem mais problemas. No entanto estão em território desconhecido agora. Qual será o primeiro passo de vocês em Salém?
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Beaumont em Qua Nov 09, 2016 7:32 pm

"Finalmente Salem...Esse lugar possui um ar pesado, a noite é mais densa aqui do que na iluminada Vegas. É como se eu estivesse na Itália mais uma vez, o velho mundo é triste em comparação aos demais lugares, não por ser mais pobre economicamente ou culturalmente, mas porque a magia e a fé prevalessem naquele. Eu tenho uma sensação de Alessa esteve aqui por algum motivo muito ruim...Preciso me lembrar daquelas palavas ...Regna terrae, cantate deo, psallite dominio... A Manipulação Espiritual será mais do que necessária nos tempos que virão "

A viagem não havia sido tranquila ou boa para o vampiro Tremere, seu rosto estava estampado a preocupação. A chuva obrigava Markus a se encolher com as mãos para dentro do seu sobre tudo marrom, seus longos cabelos louros molhados e sua pele ficava ainda mais fria, morta e molhada. Uma olhada rápida para trás e ele observava os dois mortais, tão frágeis, meros peões em toda aquela história...

Markus então recua então por um momento para ficar ao lado de Alfred e poder interagir com o mesmo. 


- Nossos caminhos precisam se separar aqui. Padre, você já fez muito vindo para Salem, tome fique com este dinheiro e fique em um lugar seguro, volte para casa ou coisa parecida, me dê 72 horas e se eu não entrar em contato com o seu número convoque o Coro Celestial atrás de Alessa. Não perca um minuto além do prometido Kate cuidará de nós durante o dia. Nós precisamos nos despedir aqui. 

Markus entregava duas notas de 100 dólares para o padre, provavelmente já não tinha mais muito dinheiro, a viagem e as negociações com Kate e Zero Cool já haviam tomado todo seu dinheiro. Quem sabe depois ele retiraria mais de algum caixa eletrônico, mas por hora precisavam de um plano. 

O vampiro então retira de seu bolso o cartão com o número dos três nosferatus. 7643-4486. Markus pensava em ligar do seu celular mas hesitou tentando falar com o Neofito Tremere antes. 


- Eu tenho um  endereço. Leavitt St, 09, Salém, MA. Já ouviu falar ? Aparentemente alguém possuí a capacidade de manipular essa...(Markus fazia questão de falar baixo para Kate não ouvir) "criatura espiritual" e não só o demônio que você contactou mas o Arcebispo Sabbath também possuí interesse no controle dele. Precisamos encontrar um tal de William H Fairland. Ele pode ter sido a fonte que enviou os videos que viralizaram na internet e a ultima pessoa que teve contato com o Caçador que procuramos. 

OFF: Markus carregou para essa viagem uma mochila pequena com : 

- Besta            Dano 5 - Alc. 20 - CDT 1 - Ocult S  (A besta talvez possa passar pelo aeroporto como artigo esportivo)

- Sobretudo Vermelho Escuro Sob efeito do Ritual Repelente contra Membros

- Virotes com efeito do Ritual Repelente contra Carniçais
- Virotes com efeito do Ritual Repelente contra Membros
- Colar com 10 pedras Vermelhas com Foco de Infusão de Vitae (8 Pds no total)
- Livros Sobre Ocultismo, Magia, Línguas, Dialetos Antigos, Politica, Investigação.
- Passaporte Autentico
- Passaporte com nome Falso
- Molinete de Armação (Para a Besta)


Está Usando : 
- Fita de Seda Azul com efeito do Escudo da Presença Maligna

- Colete Kavlar A+3 D-1 

- Sobretudo Marrom Escuro Sob efeito do Ritual Repelente contra Carniçais

- Um Celular.

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por @nDRoid[94] em Sex Nov 11, 2016 4:17 pm

A resposta não veio imediatamente e Rami achou melhor dormir. O amanhecer veio e ele pegou no sono, dormindo tranquilamente, "como um anjo". Ou seria um demônio? O vampiro se desperta no outro dia logo quando o sol desapareceu por completo. Ainda sonâmbulo, ele verificou suas mensagens e viu sua resposta. Uma boa resposta. Seria uma ajuda. Assim, ele se levanta e se prepara para a viagem, arrumando primeiro as coisas que levaria:

- Bolsa de moedas instiladas com Foco de Infusão de Vitae;
- Celular;
- Ultrabook;
- Objetos para rituais conhecidos do Tremere;
-Algumas mudas de roupa.


Com tudo arrumado, ele se utilizou do banheiro, após a saída de Markus dele. Tomaria um banho, mas aproveitaria para fazer o ritos de Proteção Contra a Destruição da Madeira também. A cidade parecia ser infestada de Sabás, o que provavelmente poderia garantir a presença de Caçadores. Assim, ele partiria no quarteto.

O hacker se manteve calado; era perceptível o incômodo dos mortais em sua presença. Temia que qualquer palavra vinda de sua boca pudesse soar como algum tipo de maldição para eles. A viagem foi igualmente angustiante, com todos o observando com desconfiança. O ponto positivo era não ser incomodado por mortais.

"Tem suas vantagens..."

Após chegarem lá, Markus para a fim de passar informações. Ele parece dispensar o Padre. Ele fala finalmente com Rami, indicando uma pista. O Tremere se perde nas palavras do Ancillae, ouvindo as vozes de sua cabeça. Alguém lhe tentava guiar para um caminho completamente diferente. Ele sabia quem era esse alguém, e sabia o que ele poderia fazer.

O tecnocrata responde:

- Eu também tenho um contato que pode nos ajudar e... (Rami procura os endereços no Google Maps)...é, os endereços são próximos, o meu fica na Lafayette St, ele provavelmente também terá informações sobre. O que você prefere: separar-nos ou vamos primeiro em um e depois vamos n'outro?

Rami sabia que a desconfiança do Ancillae recusaria a proposta de separação. Também sabia que a voz continuaria ressoar em sua cabeça até ele responder  os desejos do demônio. Uma decisão complicada.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Beaumont em Seg Nov 14, 2016 8:58 am

"Lafayette St,..." Pensava Markus ainda tentando entender qual seria a melhor opção. 


- Você ainda quer se separar depois do que aconteceu na noite passada ? 


"Ou ele ainda não entendeu a gravidade da situação em que ele se encontra ou ele tem uma poderosa carta na manga, eu não posso confiar todas as minhas fichas em um ritual antigo de exorcismo, preciso encontrar Alessa antes de achar o caçador...Mas como ??!"

Havia um ar de tristeza na face do vampiro, por um momento ele perdia as esperanças em achar Alessa mas o sentimento de vontade prevalecia e ele cerrava os punhos dentro do sobre tudo. 


- Vamos explorar os dois destinos, primeiro o mais próximo e depois o outro vamos juntos, se separarmos será apenas um convite para que sejamos pegos por espiões Sabbath, fique de olhos abertos e evite ao máximo usar Taumaturgia por aqui. Se algum sabbath nos ver utilizando magia descobrirão a nossa linhagem então sejamos discretos. Kate cuidará de nós durante o dia. 

Enquanto Rami escolhia qual destino era mais rápido para seguir, Markus se aproximava de Kate. 


- Quanto ainda te devo ? Seu objetivo será simples. Nós iremos nos reversar, agiremos a noite e durante o dia você ficará mantendo o nosso a guarda. Escolha um hotel para nós na cidade e me avise assim que arrumar um lugar. Escolha um lugar perto de um caixa eletrônico preciso pegar o restante do seu pagamento. 

Markus lhe dava o numero de seu telefone e algum dinheiro para que ela ficasse como pagamento e para fazer o check in em um hotel. Markus usava (Presença 3 - Transe - 10 dados) em Kate para facilitar a aceitação das ordens de Markus. O vampiro queria tornar Kate cada vez mais suscetível aos pedidos do Tremere para que aos poucos o controle sobre ela fosse ais favorável.

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por @nDRoid[94] em Ter Nov 15, 2016 9:07 am

A pergunta de Markus foi perceptivelmente uma retórica, não iriam se separar. Rami, então apenas começou a procurar os endereços, enquanto ele falava com a mortal. Como ele percebeu que ele procurava por um hotel, o hacker resolveu se antecipar e adiantar as coisas.

- Podemos ir primeiro no seu contato, na Leavitt, depois na Lafayette. Há um Hotel 3 estrelas, o Salem Waterfront Hotel & Suites, nem muito perto, nem muito longe dos endereços. É bem localizado, fica na Derby St. Tem um ATM na Essex St, no final da Lafayette e a umas duas quadras do hotel. Tudo em perto... Então, podemos ir logo?

O hacker mostraria o roteiro já se adiantando e chamando um Uber pelo aplicativo, pedindo como destino final o hotel. Seguiria para o local de encontro, esperando que os dois o seguissem. Quando o carro com a placa chegasse, ele entraria no mesmo, no banco da frente. O cara já tinha o endereço do hotel, então o hacker apenas complementa:

- Dê uma parada na Lafayette com a Chase St. Iremos ficar lá. A moça continua até o destino final.

Assim, eles agilizavam tudo. A parada deles era ligeiramente afastada do endereço final, uma quadra de distância apenas, para segurança. Não podiam perder tempo, mas também não podiam ser apressados.


ROTEIRO:
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Beaumont em Ter Nov 15, 2016 8:11 pm

- Podemos ir primeiro no seu contato, na Leavitt, depois na Lafayette. Há um Hotel 3 estrelas, o Salem Waterfront Hotel & Suites, nem muito perto, nem muito longe dos endereços. É bem localizado, fica na Derby St. Tem um ATM na Essex St, no final da Lafayette e a umas duas quadras do hotel. Tudo em perto... Então, podemos ir logo?

Markus assentia com a cabeça confirmando o plano bem elaborado do Tremere. 


"A habilidade deste garoto com a tecnologia é impressionante..."

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Undead Freak em Sab Nov 19, 2016 3:11 pm

Markus F. Hunt & Rami.
06/09 -- 05/15 -- Completo
04/07 -- 06/10 -- Completo[/center]

Testes:
[Markus]Aparência+Empatia(Transe, Presença 3), D10/Dif.8, Resultado: 1,4,1,8,10,9,8,4,5,3 - 2 Sucessos.
[Markus]Percepção+Prontidão, D4/Dif.9, Resultado: 9,8,7,2 - 1 Sucesso.
[Rami]Percepção+Prontidão, D6/Dif.9, Resultado: 9,9,3,2,5,9 - 3 Sucessos.

Alfred nada diz quando é "liberado" do grupo. Aparentemente ele estava muito feliz em deixar o grupo, visto também que seria de pouca utilidade para dois cainitas.

Quando Markus "persuade" Kate, algo estranho acontece. Ela obedece, sem dizer nada ou sequer olhar ele nos olhos. Aquilo parecia mais dominação do que presença, pois ela estava totalmente apática, melancólica e sem vontade de nada (talvez a presença de Rami perto dela seja mais desgastante do que aparenta).

Tendo traçado um plano com a ajuda da "destreza tecnológica" de Rami, a dupla e Kate, com a ajuda de um Uber, se dirigem para o hotel, onde deixam a garota para que ela faça o check-in, enquanto si dirigem primeiro para a Leavitt, como tinham combinado. Chegando lá, eles pagam a corrida do Uber, que se vai.

A número 09 da Leviat St. parecia deserta. Não havia nenhuma luz acessa. O estado das janelas e portas estava aparentemente normal, o que indicava que nenhuma atividade violenta aparentava ter acontecido no local. No entanto, ambos notam que a maçaneta da porta está suja de algo que parece ser graxa ou óleo de motor, o que indica que houve algum movimento recente na casa.

(Off): Jogada livre para planejar os próximos passos.

Jonah Fox.
07/07 -- 09/14 -- Completo

Testes:

Sem perda de tempo, Fox salta para longe, correndo pela rua, ao mesmo tempo que mantêm o cemitério em sua visão. Fazendo uso da agilidade, ele procura despistar a mulher que parece estar sendo guiada pelo seu cheiro, ou pelo barulho de suas ações. Vendo um beco próximo ao lugar, ele corre para lá, mantendo uma distância de um pouco mais de dez metros do local.

Tudo parece estar bem, no entanto Fox ainda não sabe quem era a mulher. Não tem como saber se ela perdeu de fato Fox de vista, ou está apenas querendo que ele pense assim.

(Off): Aparentemente você conseguiu escapar dela. A próxima ação é livre. Você pode tentar voltar para o cemitério ou tentar algo menos arriscado.

Giulio Rosenberg.
07/07 -- 10/15 -- Completo

Testes:

-- Estou disposto a aceitar a sua proposta, mas primeiramente gostaria de saber que tipo de poder está a me dizer? Qual o tamanho desse poder? E de quem seria esse sangue que deseja?

Faustus se manteve calmo, e respondeu de forma serena.

-- Isso é óbvio, não? Lhe ofereço para partilhar os poderes do inferno, meu senhor. Em Salém há um demônio que eu quero sob o meu controle, ou ao menos fora do alcance dos meus inimigos. Se fazer o pacto e aceitar me ajudar, darei o demônio para você e ele lhe servirá, como Mephisto me serve. Algumas gotas do seu sangue bastarão, e será com seus quadros que pegaremos ele, em um ritual antigo.[/quote]


-- Senhor Faustus, isso muito me chama a atenção, e sinceramente estou a ponto de aceitar, mas me diga o que acontece se eu disser "Não"? Me faria encontrar e morte final? Essa seria dificil.


-- Cuidado, meu senhor. Alguém como você, na sua posição, não pode ser precipitado, e essas foram palavras precipitadas. Não quero que acabe mal o nosso acordo, portanto pense bem. Eu pesquisei sobre a sua... "espécie", e lhe garanto que nem os mais velhos entre os seus terão força contra os poderes que lhe ofereço.


--Me diz Senhor Faustus, o porque do Senhor me escolher?

Nessa hora Faustus sorri e olha nos olhos de Giulio.

-- Os vampiros são mortos, e a maioria gosta de se lembrar disso todas as noites. No entanto, nada se gera da morte. A morte e estática, é vazia e improdutiva. No entanto, alguns da sua "família" de vampiros ainda conservam um pouco da vida em seus sentimentos, e quando a vida se encontra com a maldição do vampirismo, coisas realmente poderosas podem acontecer. O senhor está morto, senhor Giulio. O senhor é um cadáver que fala, mas os seus sentimentos ainda estão vivos, e com eles podemos capturar um Demônio. Sabe o quão raro é encontrar um vampiro realmente humano de coração ainda? É muito raro, e isso é uma oportunidade de ouro para mim. Notei isso em suas pinturas...

Faustus olha um momento para Gabriele. Ela olha confusa para ambos.

-- E então, meu senhor? Temos um acordo? Devemos prosseguir com o pacto?
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Beaumont em Ter Nov 22, 2016 10:31 am

Markus saí do carro e espera o veiculo se afastar para que ele pudesse dar uma longa observada no lugar. Seus olhos fatiavam os arredores pela vizinhança. Precisava entender como era a frequencia de pessoas naquele lugar, naquele horário. Olhava para ver se alguém estava nas janelas ou escondido a espreita. Seus olhos estavam sistematicamente mais ávidos (Auspicios 1 - Sentidos Aguçados) . Seus ouvidos se mantinham em prontidão para qualquer som. Ser pego de surpresa não era uma opção para o Tremere. 

- Por que estamos aqui ? No endereço que eu te dei poderíamos encontrar o Hacker que gravou as imagens do caçador. Mas você ainda não disse o que viemos procurar por aqui...

Markus estava um tanto curioso com a resposta do vampiro Tremere, ele esperava a resposta do vampiro para acionar o poder da percepção (Auspicios 2 -  Percepção da Aura - 7 dados) O objetivo era avaliar o grau da veracidade da resposta e como se comportava os sentimentos do vampiro naquele momento. 

"Preciso que ele esteja concentrado no que vamos fazer, estamos sozinhos nessa em ambiente completamente rodeado pelo Sabbath, magos, demônios, espíritos malignos...Esse lugar não é seguro. O pior e não ter a ajuda da Pontifex nisso,  não é uma boa ideia aciona-los antes que eu descubra qual é o envolvimento daquele Tremere com o Símbolo de Escorpião de Jade nisso tudo. Meus esforços precisam se focar em arrumar um jeito de salvar Alessa, perde-la seria o mesmo que perder todas as conexões que eu possuo com o Coro Celestial, preciso dela para enfrentar a Ordem de Hermes, ele é muito importante... "

Visto que o perímetro estava seguro e Rami também não apresentava complicações. E quem sabe um pouco mais a par do plano do Neofito Tremere. Markus saca sua Besta de dentro do sobretudo. Ajeita o Molinete para acoplar a primeira flecha no suporte. O Virote estaria banhado com o repelente contra membros. Ele erguia a arma enquanto observava a situação. Sua primeira intenção era cobrir Rami enquanto ele abria a porta mas percebeu que a porta havia sido usada recentemente. Markus nada diz mas franze sua testa demonstrando confusão perante Rami. Markus pede para o vampiro esperar por um segundo erguendo seu dedo e levando até sua boca em um gesto de silencio. 

Markus aproxima sua mão de forma vagarosa até a maçaneta e vasculha a impressão empática deixada na maçaneta da porta (Auspicios 3 - Toque do Espirito - 7 dados) O vampiro deseja saber quem usou a porta pela ultima vez e se a pessoa saiu ou não pela porta.

Após avaliar, Markus passa as informações em voz baixa para Rami e ergue a besta para cobrir Rami enquanto ele decidiria se iria abrir a porta ou fazer outra ação.

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