Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

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Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Undead Freak em Qua Ago 31, 2016 5:28 am

Non Deterret Sapientem Mors
Capítulo II:
O Sarau dos Demônios.

Markus F. Hunt
08/09 -- 06/15 -- Completo

Testes:
[Markus]Aparência+Empatia(Transe, Presença 3),D10/Dif.9: 5,1,7,10,8,2,3,10,5,1 - Falha.
[Garota]Destreza+Manha, D6/Dif.9: 2,10,8,5,6,9 - 2 sucessos.
[Markus]Percepção+Prontidão, D4/Dif.9: 6,9,2,1 - Falha.

-- Se alguém como Dude não te impressiona, então qual é o tipo que te impressiona ? - Markus agia em um misto de curiosidade e cumplicidade, inclinava o rosto para dar um ar de duvida e importância a resposta da moça  - Se você conhece sobre o que rola com Dude na Deep Web então você gosta de navegar por essas "bandas" estou correto ? O que está tomando, posso pedir mais uma garrafa para continuarmos essa conversa ?

A garota se voltou sorrindo para Markus e colocou seus braços em seu pescoço, chegou com o rosto bem perto do dele sussurrou algo no seu ouvindo -- Quer saber o tipo de homem que me impressiona? Aquele que faz algo mais interessante do que perseguir um pseudo-escritor de blog

Ela saiu com uma expressão de desconforto, virou as costas e deixou Markus sozinho no balcão, com a certeza de que ela não era uma garota qualquer.

Rami.
06/07 -- 06/10 -- Completo

A confusão fez com que os sabás se dissipassem. Não foi difícil para Rami deixar o local. Ele se locomoveu o mais rápido que pôde de volta ao quarto. No fundo, aquele acordo com o Demônio o preocupava, mas ele tentou não pensar nisso. Quando se deu conta, já estava no hotel. Sua mente estava tão desligada do que ele fazia que o trajeto pareceu quase que instantâneo -- o que de certa forma foi bom.

Rami adentrou o quarto. Talvez ele estivesse ansioso para falar com Alfred, ou talvez não... mas a marca do acordo já havia mostrado sua desvantagem. Assim que entrou no quarto, o padre o olhou. Não olhou como da última vez, e sim diferente. Havia algo estranho com Rami, e o padre sabia. O padre começou a demonstrar inquietação e extremo desconforto ao estar perto do neófito.

-- Mas... que diabos...!!!

O padre ficava cada vez mais inquieto, mostrando os primeiros sinais de hostilidade.


Jonah Fox.
07/07 -- 10/14 -- Completo

Um vento tímido, porém constante e murmurante soprava naquela pequena colina. Alguns poucos quilômetros abaixo dela estava Salém. A cidade, embora bem iluminada na noite, apresentava uma atmosfera quieta, tensa e pesarosa. A lua brilhava forte no céu estrelado, fazendo a paisagem natural conflitar com as construções da cidade próxima.

O chão da colina começou a rachar vagarosamente, espalhando um pouco de terra pelos lados. Primeiro surgiu uma mão, depois outra seguida de uma cabeça; logo em seguida o torso apareceu, até que, por fim, os pés de Jonah estavam firmes no chão de terra, ao invés de fundidos com ele. O gangrel bateu a terra restante dos cabelos e da roupa, sendo sua primeira visão a cidade logo abaixo dele.


Jonah nunca tinha dormido antes em um solo tão "maldito", tão carregado por superstições, folclore e uma egrégora de um passado amargo. No entanto, ele não pensava nisso. Sua mente estava focada apenas em um nome: Baroc. Foi em Salém que Tommy afirmou que Baroc estava. O velho detetive havia obtido uma informação recente, e agora Jonah tinha uma chance.

(Off): Jogada inicial, portanto paro aqui, para que você tenha tempo de planejar seus passos iniciais.

Giulio Rosenberg.
07/07 -- 10/15 -- Completo

Giulio observava as ruas através da janela do seu quarto no Red Roof Inn, um dos melhores hotéis da cidade. Ele aguardava o retorno de Gabriele. Ele ainda se questionava se o evento realizado por ela em Salém era uma boa ideia; afinal ela resolveu fazer isso quando Giulio, em um momento de humor soturno, pintou o que seria o julgamento de uma bruxa, mostrada queimando em uma pira. Ele ainda não tinha certeza se exibiria a tal pintura no evento, afinal para ele seria algo de extremo mau gosto e poderia ofender alguém. Apesar de ter outras ótimas pinturas com ele, Gabriele insistia em seu quadro do julgamemto.


Giulio não gostava de estar naquela cidade. Não pela superstição ou pelo seu passado, mas simplesmente porque não gostava de estar longe do que conhecia. Outra coisa que Giulio não gostava era de ficar esperando. Até mesmo para alguém que pode viver para sempre, a monotonia é desesperadora, e ele já estava achando que Gabriele estava demorando demais...

(Off): Jogada inicial, portanto paro aqui, para que você tenha tempo de planejar seus passos iniciais.

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Beaumont em Qua Ago 31, 2016 8:37 pm

Definitivamente aquela mulher havia chamado a atenção de Markus. Pessoas autenticas sempre formaram o circulo de amigos de Markus. Professores, estudiosos, filósofos e caçadores de emoções, aquela juventude contemporânea inflava as expectativas do Tremere, fita-la olhos nos olhos deu ao vampiro o entendimento necessário de que o seu poder magnético fez dela o "gato" restava a ele jogar aquele jogo sagaz. 

"Os humanos conseguem me surpreender a cada noite pela qual a evolução percorre...Veremos até aonde ela vai...Minha noite de caça pode se prolongar por mais algum tempo ?" 

Observar a moça ir e dar alguns passos de distância fazia parte do seu e do plano da mulher. Seus olhos não vislumbravam mais apenas a silhueta da moça que partia mas sim a cor de sua alma. Markus arremessava uma cédula qualquer de 100 no balcão e ainda sem tirar os olhos da mulher se levantava do banco do bar. (Auspícios 2 - Percepção da Aura) Ele precisava não só saber o sentimento que a moça tinha por ele mas sim persegui-la mesmo que alguma parede ficasse no meio do caminho. Seus olhos perseguiam a alma da garota. Ele mantinha sua discrição com a mão nos bolsos, será que ela o conduziria até um armadilha ? Markus caminhava de forma discreta para saber para onde ela iria. Manteria uma distancia de 40 metros de distancia acompanhando seus passos a distancia. Estava na hora de saber quem era o Gato e quem era o Rato...

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por giulio em Sex Set 02, 2016 8:42 am

Seguia rumo aos ruidos na janela daquela cidade onde muita coisa não me fazia sentido, ainda mais se referindo ao evento, observava aquele barulho fora a ponto de algo que me chamasse atenção,  mas não parava de pensar no quadro, o quadro não tão belo de certa forma. Mas Gabriele insistia naquele quadro. "Mas porque?" A resposta não vinha em minha mente.

Voltava ao quadro e o enrolava em um tecido escuro,  já que por insistência o mesmo seria levado ao evento.

Antes de comecar o embrulho o olha atentamente por mais 10  ou 15 minutos, tentando adivinhar o que Gabriele virá naquela pintura. E logo o quadro estava bem enrolado por mim.

Na cidade tudo me era novo, e muitos acontecidos haviam sido contados, mas o meu estresse era algo próximo ao medo, aqueles sentimentos humanos não me abandonavam, e eu conseguia sentir cada pedacinho de sentimento em mim, e a ansiedade da demora me tomava, olhava o celular de instante em instante para obter algum contato de Gabriele.

E logo por tanta demora procuro na minha ageda pessoal o numero de Gabriele e efetuava uma ligacao e ao ouvir Gabriela atendendo eu dizia:

-Onde você está?  Quando sairei daqui para o evento? O quadro será mesmo apresentado, pois não sou de acordo por minha parte. Cada pergunta saia pausadamente para que possa ser obtido uma resposta de Gabriele.

OBSERVAÇÃO: Dependendo da resposta irei seguir para o carro que me estiver disponivel, para o evento com a obra e apoio.

Caso o combinado seja aguardar Gabriele para seguir irei aguardar, caso contrario irei seguir para o tal evento, pelo qual nao me foi informado que tipo de evento será.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Fox em Sab Set 03, 2016 9:38 am

Já era noite novamente. A noite que a décadas havia se tornado o único caminho para Jonah. Ela não havia deixado de ser bela, digna de ser contemplada, mas agora era uma maldição a ser carregada. Depois de estar com seus pés sob o solo firme, o Gangrel passa seus olhos sob a cidade de Salém. As histórias contadas sobre esse lugar místico aguçam a curiosidade de qualquer entusiasta, mas também são o suficiente para pôr medo em qualquer supersticioso. No entanto, nenhuma dessas coisas o afeta. Jonah tem um objetivo nessa cidade que não se envolver em suas lendas antigas. A informação recente sobre o suposto paradeiro de Baroc inflama sua vontade e lhe dá a esperança de finalmente alcançar sua vingança. Ou seria esta apenas a ponta do iceberg de uma conspiração ainda maior?

"Não há porque ficar especulando. O que será, será." - pensa Fox.

Ele se dirige a um arbusto próximo, onde deixara uma mochila de viagem e a abre, vasculhando-a rapidamente. Um celular barato, uma carteira velha com alguns dólares, um molho de chaves de casas e apartamentos usados em algumas de suas viagens, os quais provavelmente nunca serão visitados de novo, um canivete de bolso, um garrafa de plástico cheia de água e, por fim, uma muda de roupa. Jonah rapidamente se desfaz dos trapos usados e põe as roupas da mochila, uma calça jeans velha e um casaco cinza com capuz. Ele se pergunta o quão seria incômoda sua maldição para um vampiro que normalmente vive em sociedade, mas num instante o pensamento se esvai depois que ele põe a mochila às costas e cobre com o capuz a marca deixada pela Besta em seu corpo.

Os pés do Gangrel põe-se a trabalhar, enquanto ele pensa no seu curso de ação. Um cara como o Baroc não deve ser estúpido, e localiza-lo também não deve ser fácil. Mas alguém assim vive nas partes mais obscuras da cidade, ou ao menos teria amigos por lá. Líderes de gangues, traficantes de drogas ou até assaltantes de lojas. Encontrar qualquer um desses que soubesse algo sobre o desgraçado já era um começo. Os olhos de Jonah vão do caminho na colina, tocado pelo leve luar, até à misteriosa cidade, brilhando com as luzes do mundo moderno. Seu tempo nas ruas serviria de algo agora.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por @nDRoid[94] em Sab Set 03, 2016 3:41 pm

O acordo feito com Adremalech retumbeava nos ouvidos do Tremere. As palavras ásperas desciam as suas goelas e lhe fraziam tremer. Ao menos metaforicamente. Ele estava tão concentrado que quase passou despercebido pela entrada do hotel onde estavam, ele e os seus dois novos contribuentes. Olhou para a imensidão do prédio, antes de adentrá-lo. A 'breguice' de Las Vegas se personificava ali. A futilidade humana. Rami agradecia, por vezes, não fazer mais parte desse grupo tão insignificante. Fazia parte de uma raça evoluída; Não apenas entre os humanos, mas também entre os próprios filhotes do fatricidade. Os cainitas precisavam admitir: O clã dos Feiticeiros era perfeito! Até quando, o acólito não saberia dizer.

Ele, então, caminha pelo saguão e sobe direto para o quarto. No elevador, sozinho, ele pbserva a mão marcada feito a manada de bois nos açougues. Seria, assim como nos animais, um presságio de morte? Estaria ele fadado a um fim próximo por ter se aliado com criaturas obscuras? Tinha tomado os riscos; ele pagaria por eles cedo ou tarde.

Com essa prespectiva ele adentra o quarto, evitando deixar a mostra a marca de seu apoio. Ele percebe que Alfred estava ali, ainda. O padre o olha e o tecnocrata percebe certa diferença em seu olhar. Aquilo era óbvio. Como criatura de presciência, o Padre Alfred poderia sentir o cheiro de enxofre que começava a arrodear o neófito. Mostrava-se inquieto, era nítido. Malik busca logo desvencilhar-se do olhar dele, adentrando no banheiro e abrindo a torneira. Lavava o rosto e, nos intervalos em que deixava a água correr, perguntou ao velho:

- O nosso amigo deu notícias? Descobriram alguma coisa?

__
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Undead Freak em Seg Set 05, 2016 12:23 pm

Markus F. Hunt
08/09 -- 06/15 -- Completo

Testes:
[Markus]Percepção da Aura, Auspícios 2(D7/Dif.8 ):4,6,2,9,6,8,9 - 3 Sucessos.

Markus perseguia de forma discreta aquela silhueta azul clara por onde ela caminhava. De alguma forma, aquela garota ousada ganhou a simpatia de Markus. Ele notou então que ela entrou em um banheiro feminino, em direção a um dos toaletes. Ela se trancou ali, mas por qual motivo? Markus tinha certeza de que não era por necessidade natural. O formato indicava que ela segurava alguma coisa pequena, muito provavelmente... um celular!

Foi nessa hora que Markus lembrou que a garota chegou a passar as mãos pela sua cintura. E se... Sim, de fato o seu celular não estava em seu bolso.

Rami.
06/07 -- 06/10 -- Completo

-- O nosso amigo deu notícias? Descobriram alguma coisa?

Houve um silêncio incômodo durante um tempo, onde apenas o barulho da água podia ser ouvida.

-- Não... não ainda.

Rami percebia que Alfred respondia com dificuldade, como se estivesse sendo literalmente sufocado por algo ou como se estivesse sofrendo por um calor escaldante. Rami também notou um movimento discreto no quarto; embora fosse rápido, Rami não podia dizer exatamente que merda Alfred estava fazendo ali.

-- Eu... já volto. Vou... beber...algo.

Alfred então deixou o quarto com certa urgência. Rami estava agora sozinho, se perguntando até onde esse seu novo detalhe atrapalharia suas noites. Ele tinha agora a oportunidade de planejar algo longe dos olhos de seus "convidados" ou mesmo tentar descobrir algo sobre eles.

Jonah Fox.
07/07 -- 10/14 -- Completo

O clima continuava fresco, mesmo quando Fox entrava na cidade. Salém tinha um ar antigo e, de certa forma, sofisticado. Era bem estruturada para uma cidade pequena, e também não era feia. Não havia ali uma quantidade grande de paredes grafitadas e vagabundos rondando as ruas, como era comum em cidades maiores. Na verdade, era uma cidade bem limpa com arquitetura modesta, porém agradável. A parte mais "urbana" da cidade, falando em termos clichês, se encontrava no centro dela.

Naquela hora o trânsito já era mínimo. Fox localizava vários pontos que poderia servir ao seu propósito.

Havia uma pequena praça onde uma espécie de feirinha acontecia. Lá era possível ver diversas famílias, visitando tendas, comprando hotdogs e rindo pelo simples prazer de uma noite agradável. Em uma rua próxima havia a entrada de um pequeno clube de motoqueiros, um daqueles bares exclusivos de grupos. Entre floriculturas, restaurantes e lojas de roupas já fechadas, um sujeito ali parado em um poste próximo, com cara suspeita (provavelmente um traficante). Mais adiante havia um ponto de taxi, uma praça bem arborizada e um barzinho-lanchonete modesto, com uma movimentação moderada. Fox tinha várias opções para iniciar sua busca.

Giulio Rosenberg.
07/07 -- 10/15 -- Completo

Giulio pressionou para chamar. O celular chamou uma vez, duas, três, quatro, cinco vezes... Antes da sexta, Gabriele atendeu meio risonha. Muito provavelmente estava bêbada, já que estava mais alegre do que de costume.

-- Onde você está?  Quando sairei daqui para o evento? O quadro será mesmo apresentado, pois não sou de acordo por minha parte.

-- Oh, Giulio! Querido! Me desculpe! Eu... eu perdi a hora aqui! Um senhor muito interessante acabou me convidando para um drink enquanto eu organizava os pormenores... Um senhor, que inclusive demonstrou grande interesse pelo seu quadro. Tem certeza que não quer exibi-lo? Já sei! Falta uma hora para o evento começar, então por que não vem aqui e conversamos todos?

Era uma atitude estranha. Ela parecia estar mais alegre, mais desleixada, sendo que sempre tratou os eventos com grande seriedade. Quem será esse tal senhor que ela mencionou?

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Beaumont em Qua Set 07, 2016 4:00 am

Markus olhava o relógio, pensava consigo mesmo quanto tempo teria até que precisasse se reunir mais uma vez com o Padre e o jovem neofito. Foi quando se deu conta de que estava sem o aparelho celular. Um sorriso de surpresa brotava na face do Ancilla ao perceber qual foi a intenção da mulher. 

"Uma simples ladra ou uma espiã ? - A Camarilla dispõe de asseclas humanos com maior quantidade do que o sabá, mas talvez eu esteja indo longe demais, o que ela pode achar ali ? contatos meus. Padre Alfred, Zero Cool ou de Alex, nesses momentos fico feliz em ter o intermédio de Alfred sobre meus encontros com Alessa. Se a garota não estiver procurando por um nome especifico para ela aquela lista não passará de um amontoado de nomes sem sentido...Preciso saber suas intenções" 

Markus era paciente e meticuloso, permanecia com a Percepção da Aura para monitorar os passos da moça enquanto se prontificava a ficar do lado da porta do banheiro feminino em uma posição em que levasse alguns segundos para a garota perceber sua presença. Sacava algumas cédulas de 100. Provavelmente só tivesse 4 no bolso então recolhia 3 e segurava nas mãos. Esperava a moça sair para pega-la em um momento de surpresa. 

Caso a garota tentasse escapar por alguma outra saída Markus se veria obrigado  ter de arrombar a porta aumentando sua força com o poder de seu sangue (1PDS)

Caso ela saísse o vampiro procurava surpreende-la segurando seu ombro para assusta-la levemente enquanto com a outra mão segurava os 300 dólares. 

- Impressionante, mas o que seria mais interessante para você ? Te ofereço 1300 para usar suas habilidades com uma pessoa, acho que minha oferta será mais interessante do que você tentar fugir com um celular. Você possui certa beleza e isso ajudará a manter o alvo aturdido. 300 agora e mais mil quando terminar o serviço. O que tem a dizer ?

Markus estendia a mão como se pedisse o aparelho de volta. Caso ela aceitasse. Conduziria a moça ao seu lado até o apartamento em que estava com Alfred e Remi

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Fox em Qua Set 07, 2016 9:11 am

Com um caminhar calmo e olhos atentos, Jonah adentra Salém. Por todas as histórias e a fama da cidade, o que ele esperava encontrar eram ruas estreitas e desertas, contornadas por casebres acabados e pequenos prédios abandonados. É difícil tirar uma imagem da cabeça uma vez que ela se forma. Entretanto, para sua surpresa, a cidade mantinha um ar mais sofisticado e diferente do comum. Ela possuía algo agradável ao olhar, embora não se pudesse dizer o quê a princípio. Talvez fosse sua organização, talvez a arquitetura simples, ou talvez o contraste do passado sombrio com o presente modernizado. Talvez fosse tudo isso junto, mas assim como a noite toma o céu ao cair do sol, assim também pensamentos de vingança tomavam a cabeça do Gangrel, que continuava seu caminho em direção ao centro. Lá provavelmente seria mais fácil localizar um dos pontos por onde começar sua busca.

Fox ronda o local, pontuando rotas na sua mente pelas quais ele poderia seguir até seu propósito. A feirinha poderia ser uma cortina de fumaça caso precisasse, pois a multidão é ótima para acobertar uma fuga. Seus olhos passam pelo clube de motoqueiros e param num sujeito suspeito, o qual sua experiência das ruas define como um traficante, provavelmente um daqueles bem molengas. O clube poderia servir, provavelmente teria mais opções para começar, mas talvez tivesse gente demais, o suficiente para importunar caso ele quisesse "engrossar" com alguém. O traficante, apesar de poder não saber de nada, seria mais fácil de lidar. Esse tipo de gente só liga pra dinheiro e tem um bom ouvido nas ruas. Seria sua primeira opção.

Jonah procura um beco próximo, o menos a vista possível, em seguida passa pelo sujeito e faz um sinal com a mão, indicando que quer algo. Quando o malandro segue-o até o beco, ele inicia a conversa.

- Seguinte, você parece um cara esperto. Meu patrão tá oferecendo uma grana preta por uma informação. Ele tá procurando um cara que tá devendo uma grana pra ele e parece que ele tá andando por essas bandas. É um fanfarrão ex-presidário, não deve estar aqui por muito tempo, se chama Baroc.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por giulio em Qui Set 08, 2016 12:18 am

Ao telefone ouvia Gabriele falando após atender, e a duvida sobre o tal Senhor me vinha em mente: "Quem será esse que ela fala?

Logo após o pensamento eu entrava em comunicação pelo telefone:

--O que esse Senhor da sociedade tem de tão importante para que a Senhorita perca o foco do evento, desde que eu conheco a Senhorita nunca perdeu tanta a atenção ao evento. Sobre o quadro, caso este Senhor estiver mesmo interessado, depois posso mostrar o quadro,  se este Senhor lhe é tao importante,  leve-o ao evento caso se trate de mais um membro. Neste momento paro por alguns segundos detestando a ideia de ir ao encontro dela, pois primeiramente teria o evento a participar, em seguida continuo: -- Vá ao evento, pois o mesmo se trata de sua responsabilidade para comparecimento,  estarei la lhe aguardando para mostrar o quadro a todos, após o evento poderemos encontrar esse tal Senhor, Já ia me esquecendo, qual o nome dele mesmo? Pode me deixar ouvi-lo?

Eu sabia que o evento vinha em primeiro lugar, e com isso incentivava ela a comparecer o mais breve possivel.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Undead Freak em Seg Set 12, 2016 1:52 pm

Markus F. Hunt
08/09 -- 06/15 -- Completo

Testes:
[Markus]

A garota saiu de forma despreocupada da cabine, e após uma olhada rápida no espelho, abriu a porta e se preparava para sair, quando sentiu a mão de Markus tocar o seu ombro. Ela dá um pulinho de leve, mostrando que foi pega desprevinida, e então sorri para ele, como se o conhecesse.

-- Ah, ainda está aqui?

-- Impressionante, mas o que seria mais interessante para você ? Te ofereço 1300 para usar suas habilidades com uma pessoa, acho que minha oferta será mais interessante do que você tentar fugir com um celular. Você possui certa beleza e isso ajudará a manter o alvo aturdido. 300 agora e mais mil quando terminar o serviço. O que tem a dizer ?

A garota dá um sorriso de satisfação, do tipo que alguém dá quando está ganhando um jogo, e então ela entrega o celular e pega o dinheiro.

-- É sério que você anda com esse mané do Dade? Olha, não é por nada não, mas... você escolheu bem ao me oferecer essa grana. Enfim, qual é o trabalho? Ah, a propósito: Me chamo Kate Libby, mas conhecida online como Acid Burn. Como se chama?

Jonah Fox.
07/07 -- 10/14 -- Completo

Testes:
[Fox]Percepção+Empatia(D4/Dif.9): 8,2,1,2 - Falha Crítica

O cara olha com uma expressão de surpresa para Fox por um momento, e então abre um sorriso e dá um riso fraco, como daqueles que todo mundo dá quando é pego de surpresa.

-- Informação, é? Porra, nego vem aqui me pedir pó, erva e agulhada, mas informação é a primeira vez. Baroc, não é? Sei uma coisa ou outra desse cara, mas... se importa se eu ver essa tal grana que você fala? Que tal um uma parte como um voto de confiança? Para eu saber que você simplesmente não vai cair fora quando eu falar o que você quer saber?

O sujeito falava de um jeito calmo e seguro. Ele não emitia nenhum sinal em seus gestos ou caretas de que estava mentindo, mas mesmo assim Fox não tinha como ter certeza, afinal ele era um estranho que falava com o Gangrel pela primeira vez.

Giulio Rosenberg.
07/07 -- 10/15 -- Completo

-- Calma, meu bem! Pode sim, o nome dele é Doutor Faustus. Não, não estou brincando. É esse o nome que ele disse, pelo menos. Vá até o evento e tudo estará pronto. Estaremos lá para te receber e... traga o quadro! Hihi!

Ela então desligou sem mais nem menos. Giulio não sabia se ficava irritado ou preocupado com essa atitude estranha dela. E quem diabos era Doutor Fausto? Algum maluco fã de Goethe? Bem, de qualquer forma, esse Fausto parecia ser alguém importante, bastava saber porque sua fixação pelo quadro de Giulio é tão grande.

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Fox em Qua Set 14, 2016 10:26 am

As palavras de Jonah chegam aos ouvidos do sujeito de forma inesperada. Mas como esperado de um cara das ruas, a desconfiança sempre vem primeiro, no entanto o Gangrel já esperava por isso. Se ele sabia algo ou não do Baroc, era só tirar a força. Então ele continua seu discurso, ainda fingindo passividade.

- Eu não ando com o dinheiro todo. Mas uma parte... - Jonah olha ao redor para ter certeza de que não há ninguém observando. - Por precaução...

Dito isto, Fox se vira, fazendo menção a alcançar a mochila às suas costas. Depois volta rapidamente, desferindo um soco no estômago do malandro, para tirar seu fôlego. Em seguida, segura seu pescoço com a mão esquerda, o empurrando contra a parede com força, para impedir qualquer grito de desespero. Seu olhar e sua voz mudam, mostrando agora toda sua agressividade.

- É melhor você me dizer o que sabe desse sujeito, filho da puta. Ou você só vai vender seu pó debaixo da cova.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Beaumont em Qua Set 14, 2016 8:29 pm

"É preciso retirar mais dinheiro antes da viagem, isso já está me custando caro..." - Markus estava imerso em seus pensamentos quando escutou a menina perguntar. e por um reflexo ele disse. 

- Pyramid Head...Melhor não jogarmos nomes ao vento. Aliás eu já me apresentei, mas talvez você estivesse mais preocupada com o meu aparelho. Preciso que você fique de olho e ganhe a confiança de dois homens que estão a minha volta. Um deles é Dade, se você já o conhece será mais fácil. O segundo se chama Remi. Por enquanto você apenas irá viajar conosco e ganhar a empatia dos dois. Haverá um terceiro, Padre Alfred, ele é meu amigo, você não precisa vigia-lo, eu confio nele o bastante. Como faremos essa viagem, dependendo do numero de dias e do seu desempenho como você mostrou agora, posso te oferecer mais que 1300. Tenho dinheiro, livros...Conheço pessoas em New York e Las Vegas. Uma mão lava a outra. 

Markus seguia com Kate para o elevador enquanto destrinchava o plano e pensava com seus botões. 

"Acid Burn...Acid Dude... Será que há alguma relação ou a palavra Acid tem algum tipo de conotação filológica que está acima do meu conhecimento ? O que ela queria com o meu Celular ?"

O vampiro estava curioso. Havia muita coisa para ele simplesmente deixar um acontecimento como aquele passar, sua aura parecia de uma humana simples e calma... Mas podia haver algo por baixo disso. 

Markus então aproveitava que os dois estariam a sós no elevador, ele ficava calado para focar e projetar uma porção de sua mente no interior da mente de Kate. (Telepatia - 1 FDV para um sucesso automático) Seu objetivo primário era visualizar o que ela queria com o celular de Markus escavando a parte em que ela havia entrado no banheiro e sondando seus pensamentos naquele momento, caso conseguisse se aprofundar, tentaria descobrir o que a fez escolher esse Nome "Acid Burn" e se havia alguma relação com Acid Dude. 

Depois de escavar a mente de Kate. Markus dizia.

- Não espero que você durma com nenhum deles, mas seja ousada o suficiente para ganhar a completa atenção e empatia dos dois, quanto mais eu perceber que eles estão em suas mãos, melhor ficará para você ! Vamos, o quarto fica por aqui. 

Seguia com Kate para o quarto.

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por giulio em Qui Set 15, 2016 11:38 am

Assim que eu escuto ela falar o nome o gravo em mente. " Doutor Faustus". Ao desligar o celular pesquisa em busca na Internet o nome do tal Doutor q fascinou a dona do evento e a fez perder o foco.

Após efetuar a pesquisa do nome, coloco o quadro q havia pitado, e o qual não julgava uma ótima idéia de apresentação, no carro junto com o apoio para o mesmo.

OBS 1 : Caso não tenha um carro ao meu dispor irei pedir para que chamem um táxi.

Normalmente sem estress e apreciando a cara noite e preocupado com o evento sido ao local onde seria realizado o mesmo.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por @nDRoid[94] em Dom Set 18, 2016 9:52 am

As reações do padre eram muito estranhas. Rami precisava tomar muito cuidado com essa sua "nova" condição. Assim que o mortal sai, o feiticeiro volta para o quarto e faz uma inspeção para ter certeza que eles não haviam tirado nada seu do lugar. Era quase óbvio que eles com certeza teriam remexido em suas coisas logo após ele sair. Após averiguar isso, ele pensaria no que fazer.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Undead Freak em Ter Set 20, 2016 1:40 pm

Markus F. Hunt
08/09 -- 06/15 -- Completo

Testes:
[Markus,Inteligência+Lábia]Auspícios 4, Telepatia (D7/Dif.9): 1,9,8,10,10,5,10,+1 == 4 sucessos.

-- Pyramid Head...Melhor não jogarmos nomes ao vento. Aliás eu já me apresentei, mas talvez você estivesse mais preocupada com o meu aparelho. Preciso que você fique de olho e ganhe a confiança de dois homens que estão a minha volta. Um deles é Dade, se você já o conhece será mais fácil. O segundo se chama Remi. Por enquanto você apenas irá viajar conosco e ganhar a empatia dos dois. Haverá um terceiro, Padre Alfred, ele é meu amigo, você não precisa vigia-lo, eu confio nele o bastante. Como faremos essa viagem, dependendo do numero de dias e do seu desempenho como você mostrou agora, posso te oferecer mais que 1300. Tenho dinheiro, livros...Conheço pessoas em New York e Las Vegas. Uma mão lava a outra.

Kate ficou curiosa um momento, como se analisasse Markus devido ao seu comportamento.

-- Você não é uma porra de um terrorista ou algo assim, não é? Ficar paranóico com Dade é demais... O cara estuda comigo. Ele é um moleque, meu rival amigável, por assim dizer. Caramba hein, moço... De qualquer forma, parece divertido. Vamos ver como é esse tal Rami...

Kate se dirigiu calmamente até o elevador, enquanto Markus a olhava de cima a baixo, com mil coisas passando em sua mente ao mesmo tempo. Talvez ele estivesse ficando velho... ou seja, talvez ele estivesse ficando paranóico. Talvez não passasse de uma dupla de garotos que gostam de zoar.

Dentro do elevador, Kate parecia entediada, aguardando em silêncio. Foi nessa hora que Markus aproveitou o momento para "buscar" em sua mente algumas respostas. Sem dificuldades o Tremere "adentra" sua mente, mas as respostas que encontrou lá o decepcionaram, de certa forma. Kate e Dade não são mais que universitários viciados em computadores. Kate roubou o celular de Markus por puro esporte e por sua mania de fuçar e hackear aparelhos. Além disso, não havia nenhum vínculo entre Acid Burn e Acid Dude. A palavra Acid não tinha nenhum significado oculto e tampouco era algum tipo de código. Kate certamente odeia que Acid Dude tenha escolhido esse apelido, já que ele é um bosta e ela uma hacker incrível (Kate escolheu o nome muito antes desse escritor aparecer).

-- Não espero que você durma com nenhum deles, mas seja ousada o suficiente para ganhar a completa atenção e empatia dos dois, quanto mais eu perceber que eles estão em suas mãos, melhor ficará para você ! Vamos, o quarto fica por aqui.

-- Não sou vagabunda, cara. Posso te ajudar, mas se isso for envolver sexo, estou fora. O que a minha mãe Ruth diria?

Nessa hora Markus lembra que existe uma escritora muito famosa chamada Ruth Libby.

Jonah Fox.
07/07 -- 10/14 -- Completo

Testes:
[Fox]Força+Intimidação(D6/Dif.7):8,7,10,6,4,9 - 4 Sucessos.

- Eu não ando com o dinheiro todo. Mas uma parte... - Jonah olha ao redor para ter certeza de que não há ninguém observando. - Por precaução...

Em um momento de vacilo, o traficante é atingido e travado contra a parede. O semblante dele muda para o pânico, enquanto ele gira a cabeça frenéticamente e murmura tentando falar algo.

-- É melhor você me dizer o que sabe desse sujeito, filho da puta. Ou você só vai vender seu pó debaixo da cova.

O traficante levanta as mãos em sinal de rendição e faz um movimento rápido com a cabeça, mostrando que concorda em dizer. Fox alivia a pressão em seu pescoço e, depois de algumas tosses e puxadas de ar desesperadas, o cara se recompõe, agora mais calmo e sério, falando em um tom quase soturno.

-- É...já deu para perceber que... você é novo por aqui. Você quer que eu te fale sobre Baroc? Pois vou falar: você pode encontrá-lo no cemitério. Ele foi morto a três noites. Ele foi morto como muitos estão sendo. Por quem? Não, mas sim pelo que. Nem adianta eu falar o que é porque sendo novo aqui você não vai acreditar em mim. Quer uma sugestão? Consiga um jornal. Todo dia falam disso agora...

Fox havia sido pego de surpresa. Não havia como saber se o traficante falava a verdade ou não.

Giulio Rosenberg.
07/07 -- 10/15 -- Completo

Giulio tirou um momento para pesquisar sobre "Doutor Faustus" na internet, e todo resultado da pesquisa estava vinculado de alguma forma ao personagem Faustus, da obra de Goethe de mesmo nome. Se trata de uma das obras mais famosas do mundo, onde um Faustus, um homem idoso, vende sua alma a um demônio chamado Mephisto, em troca da juventude e dos prazeres. O toreador fica sem entender por que diabos esse homem adotou como pseudônimo o nome do personagem, mas decide não perder mais tempo. Ele vai até o estacionamento com o seu odioso quadro, entra no seu carro e dirige ao local do evento, a galeria de arte da cidade.

O local não era tão próximo do hotel, então Giulio levou algum tempo para chegar até a galeria. Quando ele chegou, faltavam dez minutos para o início do evento. Preocupado, o Toreador agarra logo o seu quadro e sobe as escadas correndo. Era uma escadaria bonita, de cor e textura interessantes, como se fosse feita de argila. No topo, haviam duas colunas brancas imitando a arquitetura greco-romana. Um tanto clichê, mas ainda assim bonito. Era um edifícil bem moderno, se comparado ao resto da cidade. No entanto, devido a pressa e preocupação, Giulio não pôde apreciar melhor o local, deixando de lado até mesmo a bela fonte que enfeitava a curvatura da escadaria conforme ele subia.

-- Ah, ai está ele! Meu bambino!

Gabriele ria e sorria mais do que o necessário, girando uma taça de champanhe no pulso enquanto vinha com ar triunfante beijar o rosto de Giulio. Atrás dela vinha um senhor que o olhava curioso. Pelo hálito e pelos gestos, era fácil dizer que Gabriele passou da conta na bebida.

-- Eu sei o que vai dizer, mas não precisa. E me poupe de carrancas hoje, rapaz. Está tudo sobre controle! -- dizia ela, sem deixar de rir um momento -- Eu já preparei tudo lá dentro. Antes de entrar e colocar a sua cobiçada tela lá dentro, quero que conheça a pessoa que te falei. Esse é o Doutor Faustus.

Um senhor aparentemente muito chique e educado (e também um tanto soturno) se aproxima de Giulio, estendendo a mão satisfeito.

-- Finalmente é um prazer poder ter você a a sua arte diante dos meus olhos, jovem senhor.


Rami.
06/07 -- 06/10 -- Completo

Testes:
[Rami]Percepção+Investigação(D6/Dif.6): 9,3,7,7,7,4 - 4 Sucessos.

Os sinais no quarto mostram que houve um uso corriqueiro dele. Pelo o que Rami pôde ver, nenhum de seus hóspedes tentaram revirar, revistar ou pegar nada sem o seu conhecimento. Aparentemente o padre se limitou a ir ao banheiro, ficar sentado na cama e se limitar a usar as poucas coisas que estavam em seu poder desde o começo.

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Beaumont em Ter Set 20, 2016 9:12 pm

-- Você não é uma porra de um terrorista ou algo assim, não é? Ficar paranóico com Dade é demais... O cara estuda comigo. Ele é um moleque, meu rival amigável, por assim dizer. Caramba hein, moço... De qualquer forma, parece divertido. Vamos ver como é esse tal Rami..

- Escritor, Historiólogo, caçador de relíquias e professor na Universidade de Louisiana, mas terrorista...Não. 

A resposta de Markus era rápida e sem tempo de interrupções. 

"A mente dela está limpa pelo menos até então, agora que eu encontrei uma solução para manter os olhos naquele dois garotos eu posso me focar em achar Alessa e eu só tenho 24 horas, depois disso Alfred terá de acionar o Coro Celestial, Alessa não pode ficar desaparecida por muito tempo, perder o meu contato no Coro seria péssimo para os meus estudos sobre os despertos, onde estará Alessa ?"   

Markus demonstrava um pouco de preocupação. Seus olhos fitavam o nada pois ele tentava reproduzir os passos da Maga desperta. Enquanto pensava ele 

- Ruth Libby, sabia que seus olhos eram exatamente iguais aos dela. Nós estudamos literatura Grego-Romana juntos, ela era uma ótima escritora. - Finalmente o Vampiro sorria mais uma vez. (Empatia-Ganhar Confiança) Markus também jogava o jogo que queria que a garota jogasse com os caras enquanto e dirigia ao seu quarto.

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por giulio em Sex Set 23, 2016 1:33 am

Após efetuar aquela pesquisa, fico mais receoso com o tal doutor. Mas finalizo a pesquisa e sigo caminho ao evento.

Ao chegar. Toda a beleza, apesar de algo repetitivo me chama a atenção, sem mw deixar ser levado pelo transe de tudo que é belo sigo caminho. Logo em  seguida me deparo com a rainha da festa, animada, porém, errada.

Logo apoio o quadro, levo a mão esquerda as costas e a direita ao peito em movimento circular junto com uma reverência:

--Satisfação Doutor Faustus de Goethe, servo do Mephisto. Aquelas palavras sairam em um tom meio baixo com meu sotaque italiano para que somente ele ouvisse, pois, eu desejava saber como ele reagiria a tais palavras. Fico olhando em seu rosto caso houver alguma mudança em seu semblante pessoal.

--Permita-me que me apresente. Sou Giulio Rosemberg, autor da bela obra que sera apresentada neste evento. Mesmo eu sabendo que eu nao gostava da pintura. Ainda assim era uma de minhas obras. --Perdão, sem mais delongas terei de preparar a apresentação da arte, assim que retornar terei a satisfação em ter a sua bela companhia Senhor Faustus, com sua licença.

Nesse momento eu sigo até o salão para preparar o quadro, e deixo o mesmo coberto por um tecido para amostra mo momento certo. E após sigo para um local onde ficará perto para visualizar minha arte. E fico imaginando a reprovação de todos.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Fox em Sab Set 24, 2016 2:27 pm

Como esperado, o malandro logo cedeu à pressão, no entanto, suas palavras não eram exatamente o que Jonah esperava ouvir. Sua expressão, por um segundo, se torna a de frustração. Baroc era a única pista que levava até o assassinato de seu velho amigo, o único elo do qual o Gangrel tinha conhecimento, e sem ele sua fuga seria incessante. Saber da sua morte era como ver o último brilho da luz no fim do túnel. Ao compreender isso, Jonah tem sua face tomada por raiva. Queria encher o cara de porrada, descontar toda sua frustração até que ele não pudesse mais andar. Seria pouco comparado ao que ele merecia, mas nada disso ia resolver problema algum. Precisava saber mais.

- Me diga você
- Fox empurra o sujeito com mais força contra a parede - o que aconteceu!! Me diga e eu vou decidir se acredito ou não.

De fato, não havia como saber se o que o sujeito dizia era verdade. Podiam ser histórias contadas por drogados em meio a surtos psicóticos ou mesmo boatos caóticos, espalhados por aí simplesmente para assustar curiosos. Podia ser uma desculpa estúpida inventada por alguém em um momento de desespero. Mas uma cidade amaldiçoada sempre guarda segredos, e esses, por sua vez, não podem ser mantidos para sempre.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por @nDRoid[94] em Dom Set 25, 2016 9:18 am

Rami percebe a a inatividade de seus colegas no quarto, limitando-se a sentar-se na cama com o notebook no colo. Ele estava com as roupas que havia chegado, apenas sem tênis, com uma meia velha sobre os pés. O aparelho sobre o colo já estava ligado, bastando apenas um mover de mouse para tudo entrar em funcionamento. Ele digita as senhas habituais, que apenas ele conhecia, e logo abre uma navegação privada. Ele digita "Adremelech" e espera. Talvez houvessem algumas fontes sobre o seu mais novo companheiro. Era bom que tivesse.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Undead Freak em Seg Set 26, 2016 1:24 pm

Markus F. Hunt
08/09 -- 06/15 -- Completo

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Kate olhou para Markus por um momento, um tanto confusa.

-- Minha mãe nunca falou de você...Além disso, acho estranho que você se interesse pelo tipo de material que ela escreve, mas enfim...

Markus se recorda nesse momento que Ruth é um tipo de escritora que escreve com um humor negro meio misandrico. No entanto, a garota parecia agora um pouco mais receptiva com ele.

A dupla se dirige ao quarto. Markus bate na porta e, em seguida, verifica a fechadura. A porta estava aberta, e ele vê o neófito fazendo uso de um notebook. No entanto, ele está sozinho. A primeira pergunta dele é "Onde está Alfred?".

Jonah Fox.
07/07 -- 10/14 -- Completo

O baque produzido pela coluna do traficante contra a parede deixava claro que havia doído e muito, e não era necessário ver a expressão amarga no rosto do traficante para saber disso.

-- Monstro... é um monstro. Alguns dizem que é um demônio, outros dizem que é babaquice. A história oficial é que um ser sobrenatural com garras aparece de desaparece onde quiser, quando quiser. Ele mata e desaparece, deixando vítimas dilaceradas por onde passa. Pelo menos é isso que os jornais dizem... agora me deixa ir, cara. Não fiz nada para você, qual é!

Fox achava aquilo estranho, talvez um tanto estúpido. Como ele era novo na cidade, não podia deduzir muito mais, mas a primeira impressão daquela conversa era que o cara não passava de um louco chapado. No entanto, se Baroc realmente estiver morto, ele terá um trabalho e tanto para chegar ao assassino do seu velho amigo.

Giulio Rosenberg.
07/07 -- 10/15 -- Completo

--Satisfação Doutor Faustus de Goethe, servo do Mephisto.

Talvez ele não tenha entendido, ouvido ou simplesmente tomou com uma brincadeira, mas ele apenas retribuiu a reverência de

Giulio com a mesma cortesia e um sorriso no rosto.

--Permita-me que me apresente. Sou Giulio Rosemberg, autor da bela obra que sera apresentada neste evento. Perdão, sem mais delongas terei de preparar a apresentação da arte, assim que retornar terei a satisfação em ter a sua bela companhia Senhor Faustus, com sua licença.

-- Mal posso esperar, senhor. Esteja a vontade.

Faustus permaneceu cortês, mantendo a conversa com a sorridente e risonha Gabriele enquanto Giulio preparava a tela.  

Nesse momento ele se perguntava qual era a desse sujeito, no final das contas.

Depois de quinze ou vinte minutos, o evento teve início. Todos começaram a caminhar conforme os quadros começaram a ser expostos, e Gabriele finalmente começou a ficar mais comportada (quieta). Giulio cumprimentou a todos que estavam, de certa forma, ligados a organização. Haviam também outros pintores, que se cumprimentavam rapidamente conforme preparavam as obras. As pessoas olhavam o que Giulio tinha a oferecer(Off: descreva as demais obras), mas a grande maioria mostrava certo desconforto com a sua obra da mulher sendo queimada. As pessoas iam, vinham e comentavam brevemente cada obra, até que chegou Faustus. Ele parou perto da pintura, olhou-a com certo fascínio, quase que "tocando"
a tela com os olhos. Havia uma admiração sincera nos olhos dele pela pintura.

-- É sublime... não entendo como pode ser tão menosprezada... Senhor Giulio, te ofereço sessenta mil por ela. O que me diz?

Rami.
06/07 -- 06/10 -- Completo

Não foi difícil encontrar informações sobre Adramelech. Era como procurar pelo próprio Satã no google. Haviam diversas fontes em sites de Demonologia, Religião, Ocultismo, Satanismo e até mesmo em sites de ficção ao estilo Lovecraft. Após alguns minutos de busca, um dos textos que chamavam a atenção era exibida em uma página php de aspecto obscuro.

Adramelech é um dos dez sephiroths negativos, comandados por Samael, o Anjo do Envenenamento. Seu culto teve (provável) origem na Síria, mais tarde sendo introduzido na Samária.

Como muitos deuses pagãos, Adramelech é considerado um demônio em algumas tradições judaico-cristã. Assim, ele aparece no Paraíso Perdido de Milton, onde Adramelech é um anjo caído, derrotado por Uriel e Rafael. Segundo o livro de Collin Plancy sobre demonologia, Adramelech tornou-se o Presidente do Senado dos demônios. Ele também é o chanceler do Inferno e supervisor do guarda-roupa de Satanás. Sendo geralmente representado com um torso humano e cabeça, eo resto do corpo de uma mula (ou às vezes como um pavão).

Na religião suméria de Adramelech (Adrammelech), ele era considerado o Deus-Sol sendo assim o centro da religiâo ,em sua descrição ele é tido como homem e faz uma espécie de contaraste com Anammelech, deusa-lua, mas também como aparece antes adramelech foi um dos sephirots negativos , sua aparição na "arvore da morte" (originalmente morte no caso seria "daath" como aparece na cabala) é o inverso da arvore da vida que onde representa também o caminho para a iluminação , na arvore da morte mostra o caminho para o inferno.Adramelech seria a mão direita para Samael (ou Lúcifer ,como prefirir) sendo assim um dos sephirots negativos na arvore da morte.


Havia também uma foto da suposta aparência de Adramelech:



Nesse momento, Rami sente uma pequena fisgada no punho, onde sua marca está, como se o demônio soubesse o que estava fazendo. Em seguida, alguém bate na porta e, percebendo que ela está destrancada, a abre. Ele vê que o amigo do padre está de volta, e agora traz com ele uma garota desconhecida, porém muito bela.


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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Beaumont em Seg Set 26, 2016 3:02 pm

Ja era possível dizer que Markus estava mais concentrado no seu objetivo atual. Ir para Salem atrás de Alessa. O vampiro adentra a porta do quarto do jovem Remi e nota que o Padre Alfred não estava lá. A pergunta que fez na sua cabeça, transpassava pela sua boca.


- Onde está Padre Alfred ? Ele deveria estar aqui nos dando suporte ?

Markus avaliava o lugar, enquanto esperava uma resposta do jovem que estava no computador, em seguida ele continuava o seu raciocínio enquanto olhava para Kate e apontava para Remi.


- Remi, está é Kate, a garota seguirá conosco até Salem, é uma aluna da faculdade. Eu já volto.

O vampiro fechava a porta do quarto  seguiria até o banheiro procurava por um copo médio ou qualquer recipiente plástico no qual pudesse depositar seu sangue  e colocava sobre a pia, fechava a porta do banheiro e usava a ponte do virote que guarda no coldre em sua coxa para fazer um corte simples em seu dedo. (1Pds) despejava o líquido o suficiente para que a garota pudesse ingerir.

O vampiro voltava com o recipiente na mão e de maneira natural erguia em direção a garota erguendo seu braço em direção de Kate, ele encarava a garota de grandes olhos para estabelecer um contato olho a olho com ele e então dizia. 


- Kate, BEBA isso ! ( Dominação 1 + 1FDV gasto)

Depois de estabelecer o contato e forçar a mente de Kate a se condicionar ao seu desejo. Markus olhava para Remi de forma que ele entendesse que Kate estava sob efeito do laço de sangue do vampiro.


- Talvez precisemos dela durante a viagem e durante o dia, nunca se sabe. Está pronto para ir para Salem. Alfred ficará aqui e será nosso contato na cidade. Iremos no meu carro, pegue o que achar relevante, eu encontrei com uns nosferatus no caminho, as coisas estão estranhas em Salem. Há mais coisa em Salem do que nossa vã filosofia poderia conhecer. 

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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Fox em Ter Set 27, 2016 8:49 pm

Fox certamente estava sem opções. Uma cidade nova e um mistério entrelaçado ao seu propósito. Não era algo que nunca acontecera, mas era um estorvo pelo qual ele não gostaria de passar.

- Qual foi o último lugar que viram o Baroc? Me diga e eu te deixo ir!

Ao obter sua resposta, ou talvez confirmar a ignorância do traficante, o Gangrel lhe desfere um soco no queixo, forte o suficiente para apaga-lo, pelo menos por alguns minutos, largando, por fim, seu corpo no chão do beco. É muito difícil lembrar de alguém ao acordar depois de uma porrada bem dada. Fox olha para os lados, desconfiado e inquieto. Se realmente um ser sobrenatural com as habilidades descritas estivesse envolvido, ele teria problemas. Ainda por cima um violento o bastante para não ser acobertado e virar notícia na cidade. No entanto, por um lado isso era bom, pois seria mais fácil investigar, tendo em vista que pelo menos parte da informação era de conhecimento público.

Jonah apoia suas costas na parede por alguns segundos, avaliando suas opções. Sua frustração era evidente, e logo a raiva tomaria seu lugar, mas isso não podia atrasa-lo por hora. Seus pés, então, lhe levam novamente à praça, onde a feirinha acontecia. Com rapidez e discrição, ele passa por entre as pessoas, mesclando-se para despistar algum possível curioso que tenha notado sua presença anteriormente. Por fim, certo de que não havia mais nada com o que se preocupar, ele se dirige à praça menos movimentada, na qual havia um ponto de táxi, e procura nas latas de lixo ou em alguma mesa da lanchonete por um jornal que lhe desse mais informações sobre o que acontecia na cidade. Quem sabe até onde os jornalistas estavam a par do ocorrido.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por giulio em Sex Set 30, 2016 12:34 am

Logo após dar-se inicio a apresentação, eu eu me prontifico ao lado do quadro, o único quadro ao qual havia levado...

Observo sorridente a todos que passam recusando a bela arte, mas os sentimentos negativos são ignorados por mim,

Logo observo Faustus se aproximar, assim que ele conclue a frase lhe respondo:

--A um belo apreciador não há como negar. Atentamente observo sua expressões ao apreciar a obra e concluo: -- Me diga Senhor, mostre-me que tens tais dons e apreciar o que é belo, o que ve nesta bela obra e qual a sua conclusão para tal? Eu não sabia o que passava em sua mente, e esse foi o método para saber o que pensa.

Após a resposta do um sorriso e concluo:

--Esta bela obra será sua Senhor.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por @nDRoid[94] em Seg Out 03, 2016 11:08 pm

Rami lia os textos como se fossem contos do próprio Allan Poe. Talvez fossem piores. Adremelech realmente não estava de brincadeira e a fisga na sua nova marca lhe mostrava isso. O demônio havia se conectado a ele, estava de olho no novo pupilo. As intenções da entidade iam clareando na cabeça do Tremere. Adremelech queria o caçador espiritual para seu benefício próprio e isso era óbvio. O mesmo ajudaria-os, mas com certeza em troca iria querer o domínio do espírito. Era algo que Rami deveria impedi. Ele já havia pensado na possibilidade de dominar o espírito caçador, então não valeria a pena se o demônio o fizesse.

Absorto em pensamentos, o tecnocrata acorda quando o companheiro de clã adentra acompanhado. Ele os apresenta, ao passo que Rami força um sorriso na boca, sem falar nada. Ele observa o Tremere seguir para o banheiro. Ele tramava algo. O acólito vai limpando o histórico de sua rede, fechando a tela de seu notebook. Isso é tempo sugiciente para o Ancillae retornar com um copo e dá-lo para a moça. Um laço, segundo ele, para o bem da expedição. Malik não se oporia aquilo, obviamente não entregaria um companheiro a nenhuma autoridade que visse a criação de carniçais sem a devida permissão coomo algo ousado. Las Vegas era a terra de ninguém.

Rami se levanta, pegando as coisas importantes, que resumiam em quase tudo que estava em sua mochila. Ele adiciona o notebook aos achados e colcoa a bagagem nas costas, esperando que James desse os próximos passos. Mantinha-se calado, ainda pensando no que havia lido.
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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

Mensagem por Undead Freak em Qua Out 05, 2016 10:08 am

Markus F. Hunt
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Rami.

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(Markus, Manipulação+Intimidação, Dominação 1 - O Comando, D4/Dif.9): 10,7,9,6 (+1FdV) = 3 Sucessos.

Havia algo errado com Rami. Algo que antes não acontecia. A mera presença de Rami incomodava muito Kate, deixando até mesmo Markus com um mero desconforto. Markus sentia algo literalmente demoníaco ao redor de Rami. Embora ele não tivesse dito nada, já desconfiava sobre o que o neófito tinha feito.

- - Onde está Padre Alfred ? Ele deveria estar aqui nos dando suporte ?

A ausência do padre tornava as coisas ainda mais estranhas. No entanto, Markus ainda não diz nada a respeito da presença que sente ao redor de Rami.

- Remi, está é Kate, a garota seguirá conosco até Salem, é uma aluna da faculdade. Eu já volto.

O rapaz dá um sorriso evidentemente forçado, o que confirma que ele está agindo de forma estranha. Kate se sente um tanto estranha, meio fraca. Rami começa a apagar o seu histórico de navegação. Ele então desliga o seu notebook e começa a pegar suas coisas, enquanto Markus não volta. Ele já imagina que a viagem seria o próximo passo.

- Kate, beba isso!

Assim que voltou, Markus deu um copo para Kate e deu a ordem. Sem questionar, meio que em um transe de poucos segundos, a garota tomou o líquido do copo, sem saber o motivo, e então voltou ao normal, como se nada tivesse acontecido, como se tivesse voltado de uma hipnose breve, sem lembrar de nada.

- Talvez precisemos dela durante a viagem e durante o dia, nunca se sabe. Está pronto para ir para Salem. Alfred ficará aqui e será nosso contato na cidade. Iremos no meu carro, pegue o que achar relevante, eu encontrei com uns nosferatus no caminho, as coisas estão estranhas em Salem. Há mais coisa em Salem do que nossa vã filosofia poderia conhecer.

Nessa hora Alfred volta. Ele parece mais calmo, porém ainda está pálido e meio abatido. Sem falar com Kate ou mesmo notar ela, ele encara Markus seriamente.

-- Eu vi você chegando... Posso falar com você lá fora por um momento?

O padre então conduz Markus para fora, um pouco longe da porta. Kate permanece encarando Rami desconfiada, sem dizer nada. Lá fora, Alfred diz em um tom preocupante;

-- Não sei como, mas o seu amigo está aliado com um Demônio. Eu senti a presença dele a noite toda. Tome cuidado.

(Off): Agora é hora de vocês planejarem os próximos passos e a viagem. Podem conversar e interagir entre vocês. No entanto, vocês só poderão viajar para Salém na noite seguinte.

Jonah Fox.
07/07 -- 10/14 -- Completo

-- Centro... Estava no cemitério dando uma agulhada em si mesmo. Fui eu que vendi a heroína...

Ele apagou rápido após receber o soco. Fox largou o cara inconsciente e fez um jogo rápido de ocultação, para evitar ser seguido por qualquer possível curioso que tenha presenciado a abordagem. Aparentemente ninguém notou nada. As pessoas na feirinha continuavam felizes e despreocupadas. Fox era só mais um ali, misturado no meio de muitos. Não chamava a atenção. Após se sentir seguro, começou a caminhar para longe de lá, procurando um ponto de táxi, ou uma lixeira que pudesse arrumar algum jornal velho.

O gangrel caminhou para um ponto distante, longe de todo aquele burburinho. Em um local mais afastado, longe da praça, havia um ponto de táxi com uma cobertura, onde um homem na meio calvo, na faixa dos quarenta anos fumava um cigarro enquanto lia um jornal. Antes que Fox pudesse chegar até ele, o homem atirou o jornal na lixeira ao lado, resmungou alguma coisa e abriu o porta-malas de um táxi estacionado. De dentro, tirou uma caixa de ferramentas e começou a fazer algo no motor. Fox se aproximou de forma discreta e sem chamar a atenção, tirando o jornal da lixeira. O homem estava tão focado no motor que não o notou. No jornal, ele pôde ler o seguinte:

Demônio Ataca Novamente! Morte no Parque!

Na madrugada de hoje a polícia encontrou o corpo de um casal brutalmente mutilado. As vítimas foram identificadas como John Morris, 24, gerente do banco local e Lillian T. Ellroy, 22, economista. O ataque não foi testemunhado ou registrado por ninguém e/ou por meio algum. A população insiste em dizer que o ataque foi obra do Demônio Carniceiro de Salém, que vem aterrorizando a cidade nos últimos meses. Esse já é o sexto ataque em que corpos mutilados aparecem sem explicação. Embora a polícia insista em dizer que os crimes são obras de um serial killer, não tendo nenhum vínculo sobrenatural, a população se revolta com as autoridades que nada parece fazer para solucionar com rapidez o caso do assassino, sendo ele sobrenatural ou não.

Giulio Rosenberg.
07/07 -- 10/15 -- Completo

--A um belo apreciador não há como negar. Atentamente observo sua expressões ao apreciar a obra e concluo: -- Me diga Senhor, mostre-me que tens tais dons e apreciar o que é belo, o que ve nesta bela obra e qual a sua conclusão para tal? Eu não sabia o que passava em sua mente, e esse foi o método para saber o que pensa.

Faustus suspirou sorrindo, como se estivesse em completo êxtase. Ele quis tocar o quadro com a mão, mas se deteve.

-- É como em Dorian Gray... Eu sinto parte de sua alma nessa pintura, parte de sua essência. A tinta... a tinha está impregnada com a sua energia. Eu sinto... algo negativo, sinistro, desesperador... Toda o lado negro da sua alma foi depositado aqui, com as pinceladas. Veja bem, meu senhor: não é apenas um belo quadro. Essa obra tem um valor espiritual.

Aquilo era intrigante, de fato. Por que Faustus consideraria um tipo de energia negativa como valorosa? Talvez ele estivesse planejando usar a pintura para algo mais além de enfeitar suas paredes...

-- Gostaria de ir a minha casa com a pintura depois da exposição? Eu posso lhe pagar lá, com dinheiro ou cheque, como preferir, mas antes eu preciso saber:

O senhor pode pintar mais quadros como esse? Caso sim, lhe adianto que comprarei todos.


Nesse momento uma mulher já um tanto madura se aproxima e diz:

-- Magnífica, meu senhor! Ofereço duzentos mil por ela. Que tal?

Faustus olha a mulher com um ódio genuíno nos olhos, embora ela pareça não perceber nada.


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Re: Non Deterret Sapientem Mors, Capítulo II: O Sarau dos Demônios.

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